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Conteúdo - Pró-Reitoria de Pesquisa - Unicamp

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS

XII CONGRESSO INTERNO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

22 a 24 de setembro de 2004

Realização

Pró-Reitoria de Pesquisa

PIBIC/CNPq

Pró-Reitoria de Graduação

Serviço de Apoio ao Estudante - SAE

Responsável pela coordenação do PIBIC/CNPq na Pró-Reitoria de Pesquisa

Cleonice Maria Salvador Bassi

Responsável pela coordenação das Bolsas de IC no Serviço de Apoio ao Estudante

José Adailton de Oliveira

Coordenador do Serviço de Apoio ao Estudante - SAE

Marco Aurélio Cremasco

Comitê Organizador do Congresso

Profa. Dra. Afira Vianna Ripper (Faculdade de Educação)

Profa. Dra. Carola Dobrigkeit Chinellato (Instituto de Física "Gleb Wataghin")

Prof. Dr. Eduardo Tavares Costa (Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação)

Prof. Dr. Eusébio Lobo da Silva (Instituto de Artes)

Profa. Dra. Fosca Pedini Pereira Leite (Instituto de Biologia)

Prof. Dr. Lourenço Sbragia Neto (Faculdade de Ciências Médicas)

Prof. Dr. Marcelo Knobel (Instituto de Física ?Gleb Wataghin?)

Profa. Dra. Maria Helena Baena de Moraes Lopes (Faculdade de Ciências Médicas)

Profa. Dra. Meuris Gurgel Carlos da Silva (Faculdade de Engenharia Química)

Prof. Dr. Oscar Antonio Braunbeck (Faculdade de Engenharia Agrícola)

Prof. Dr. Paulo Mazzafera (Instituto de Biologia)

Prof. Dr. Reginaldo Palazzo Junior (Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação)

Prof. Dr. Rodney Carlos Bassanezi (Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica)

Prof. Dr. Sérgio Tonini Button (Faculdade de Engenharia Mecânica

Secretaria Executiva do Evento

Cleonice Maria Salvador Bassi (Pró-Reitoria de Pesquisa, PIBIC/CNPq)

Maria Luisa Fernandes Custódio (Pró-Reitoria de Graduação, Serviço de Apoio ao Estudante)

Projeto Gráfico

Luciane Raquel Gardesani e Adageisa Rodrigues

Centro de Comunicação

Edição do Livro de Resumos

Maura Regina Garcia e Cláudio Roberto Martinez Filho

Centro de Computação

Campinas

2004

XII Congresso Interno de Iniciação Científica da UNICAMP, 22 a 24 de setembro de 2004

FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA PELA

BIBLIOTECA CENTRAL DA UNICAMP

Congresso Interno de Iniciação Científica, 12., Campinas,

C76c 2004

Caderno de Resumos. Campinas, S.P.: UNICAMP/Pró-Reitoria de Pesquisa, 2004.

1. Pesquisa - Congressos. I. Título

20.CDD - 507.2

Índice para Catálogo Sistemático.

1. Pesquisa - Congressos 507.2

UNICAMP

Pró-Reitoria de Pesquisa/PIBIC/CNPq Pró-Reitoria de Graduação/SAE

Cidade Universitária "Zeferino Vaz" Cidade Universitária "Zeferino Vaz"

Prédio da Reitoria Prédio do Ciclo Básico

( 6197 ( 6137

( (0xx19)3788-4891 ( (0xx19)3788-6540

CEP 13.083-970 ? Campinas - S.P. ? Brasil

Reitor da Universidade Estadual de Campinas

Carlos Henrique de Brito Cruz

Coordenador Geral da Universidade

José Tadeu Jorge

Pró-Reitor de Desenvolvimento Universitário

Paulo Eduardo Moreira Rodrigues da Silva

Pró-Reitor de Extensão e Assuntos Comunitários

Rubens Maciel Filho

Pró-Reitor de Pesquisa

Fernando Ferreira Costa

Pró-Reitor de Pós-Graduação

Daniel Joseph Hogan

Pró-Reitor de Graduação

José Luiz Boldrini

Apresentação

A atividade de iniciação científica na UNICAMP vem aumentando em qualidade e quantidade de forma sistemática, atraindo crescente interesse tanto do corpo discente quanto do corpo docente da universidade. Além das bolsas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica - PIBIC/CNPq - e das bolsas oferecidas pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP -, a UNICAMP possui um programa de bolsas com recursos próprios, através do Serviço de Apoio ao Estudante, SAE. Em 2003 foram atribuídas 516 bolsas pelo programa PIBIC/CNPq, 226 bolsas pesquisa pelo SAE/UNICAMP, 281 bolsas pela FAPESP e 162 bolsas em projetos integrados do CNPq, totalizando 1.185 bolsas. Os principais impactos do programa são a melhor preparação para a pós-graduação e o desenvolvimento do raciocínio independente, da criatividade e do método no tratamento de novos problemas que esta experiência proporciona aos estudantes envolvidos.

Em 2003, a UNICAMP contou com 1.694 docentes, sendo 95% com titulação de doutor. Conta ainda com 15.001 alunos de graduação e 14.740 alunos de pós-graduação. Como resultado das atividades dos alunos de pós-graduação, no ano de 2003 foram defendidas 1.297 Dissertações de Mestrado e 743 Teses de Doutorado. Dentre os que defenderam tese incluem-se numerosos alunos que participaram do programa de iniciação científica do CNPq. A Pró-Reitoria de Pesquisa tem grande interesse em continuar estimulando a Iniciação Científica na UNICAMP, em função de sua importância e dos bons resultados alcançados até o momento.

Em termos da demanda apresentada em 2003 junto ao Programa Integrado de Bolsas de Iniciação Científica, englobando o PIBIC/CNPq e as Bolsas Pesquisa do Serviço de Apoio ao Estudante - SAE, dos 915 projetos recebidos, 771 tinham mérito acadêmico científico para serem financiados, representando, portanto, 84% de projetos bem qualificados em relação à demanda bruta, conforme Tabela abaixo:

Área

Demanda em 2003

Demanda Qualificada em 2003

Excelentes

Boas

Boas com Reservas

Concessões PIBIC/CNPq

Concessões SAE

Artes

32

30

11

11

8

20

9

Biomédicas

226

191

38

83

70

128

56

Exatas

196

159

27

82

50

106

47

Humanas

160

136

36

60

40

91

40

Tecnológicas

301

255

37

138

80

171

74

No ano de 2004, a Pró-Reitoria de Pesquisa da UNICAMP recebeu 1.050 inscrições junto ao Programa Integrado de Bolsas de Iniciação Científica, ainda englobando o PIBIC/CNPq e as Bolsas Pesquisa do Serviço de Apoio ao Estudante - SAE, representando um aumento de 15% em relação à demanda do ano anterior, de acordo com os dados abaixo:

Área do Projeto

Número de Inscrições Quota Agosto 2004 a Julho 2005

ARTES

42

BIOMÉDICAS

258

EXATAS

244

HUMANAS

188

TECNOLÓGICAS

318

TOTAL

1.050

Na UNICAMP os projetos de iniciação científica estão sujeitos a um criterioso acompanhamento. Além de um rigoroso processo de seleção, durante a vigência da bolsa cada bolsista deve apresentar dois relatórios, que são analisados por seu orientador e pelos assessores do Comitê Assessor das Pró-Reitorias de Pesquisa e de Graduação.

A realização deste XII Congresso Interno de Iniciação Científica da UNICAMP reitera a consolidação da atividade de pesquisa entre os alunos do ensino de graduação em todas as grandes áreas do conhecimento. Neste ano temos a apresentação de 905 trabalhos científicos, 43% a mais do que no Congresso realizado em 2003. Esta presença ilustra o interesse dos estudantes em prestigiar o evento, devido à sua ressonância no âmbito da Universidade e mesmo externamente a esta. Abaixo estão representadas as inscrições por Área junto ao Congresso deste ano:

Área do Projeto

Número de Inscrições no

XII Congresso Interno de Iniciação Científica da UNICAMP

ARTES

32

BIOMÉDICAS

219

EXATAS

161

HUMANAS

169

TECNOLÓGICAS

324

A atividade de iniciação científica é considerada institucionalmente como uma das atividades estratégicas das áreas de ensino e pesquisa da UNICAMP, merecendo por parte da administração total suporte e atenção. Nesta oportunidade, a UNICAMP agradece o apoio efetivo e a confiança depositada pelo CNPq no trabalho que vem sendo desenvolvido.

As Pró-Reitorias de Pesquisa e de Graduação, responsáveis pela coordenação do programa de iniciação científica, manifestam seus agradecimentos aos membros efetivos do Comitê Assessor e aos assessores ?ad-hoc? que participaram do processo de seleção de bolsistas e da avaliação dos relatórios pelo precioso tempo dedicado às várias atividades que viabilizam e garantem a qualidade do abrangente programa de iniciação científica da UNICAMP. Da mesma forma, aproveitam a oportunidade para externar seus agradecimentos aos membros dos Comitês Organizadores deste XII Congresso Interno de Iniciação Científica da UNICAMP e a todos os orientadores e estudantes que participam do programa e do evento.

Pró-Reitoria de Pesquisa, UNICAMP, setembro de 2004.

Prof. Dr. Fernando Ferreira Costa

Pró-Reitor de Pesquisa

Prof. Dr. José Luiz Boldrini

Pró-Reitor de Graduação

Comitê Assessor PRP/PRG nomeado em 30 de junho de 2003 pela Portaria Interna PRP Nº 02/2003, com representantes das Áreas de Artes, Biológicas, Exatas, Humanas e Tecnológicas, sob a coordenação das Pró-Reitorias de Pesquisa e de Graduação, responsável pela seleção de orientadores, bolsistas e projetos e pelo acompanhamento e avaliação do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica - PIBIC/CNPq (administrado pela Pró-Reitoria de Pesquisa) e pelo Programa de Bolsas Pesquisa do Serviço de Apoio ao Estudante (administrado pela Pró-Reitoria de Graduação), referente às quotas de bolsas que deverão vigorar no período de 01 de agosto de 2003 a 31 de julho de 2004.

ARTES

Assessor(a) ? Prof.(a) Dr.(a)

Unidade

Departamento

ACI TAVEIRA MEYER

Instituto de Artes

DEPARTAMENTO DE MÚSICA

ANTONIO RAFAEL CARVALHO DOS SANTOS

Instituto de Artes

DEPARTAMENTO DE MÚSICA

Eusébio Lobo da Silva

Instituto de Artes

DEPARTAMENTO DE ARTES CORPORAIS

Helena Jank

Instituto de Artes

DEPARTAMENTO DE MÚSICA

Paulo Mugayar Kuhl

Instituto de Artes

DEPARTAMENTO DE ARTES PLÁSTICAS

Sara Pereira Lopes

Instituto de Artes

DEPARTAMENTO DE ARTES CÊNICAS

BIOLÓGICAS

Assessor(a) ? Prof.(a) Dr.(a)

Unidade

Departamento

MARICILDA PALANDI DE MELLO

CBMEG

ANTONIO CONDINO NETO

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA

eliete maria silva

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM

ELZA COTRIM SOARES

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA

FERNANDA APARECIDA CINTRA

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM

FERNANDO CENDES

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE NEUROLOGIA

GLORIA MARIA BRAGA POTERIO

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE ANESTESIOLOGIA

Heitor Moreno Júnior

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE FARMACOLOGIA

ILKA DE FATIMA SANTANA FERREIRA BOIN

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE CIRURGIA

irene gyongyver heidemarie lorand metze

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA

ISCIA TERESINHA LOPES CENDES

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE GENÉTICA MÉDICA

José Antonio Rocha Gontijo

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE CLINICA MÉDICA

josé guilherme cecatti

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE TOCOGINECOLOGIA

Kleber Gomes Franchini

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA

KONRADIN METZE

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE ANATOMIA PATOLÓGICA

LAURA STERIAN WARD

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA

LOURENÇO SBRAGIA NETO

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE CIRURGIA

LUIS GUILLERMO BAHAMONDES

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE TOCOGINECOLOGIA

MARIA CECILIA CARDOSO BENATTI

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM

MARIA DE FÁTIMA SONATI

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE PATOLOGIA CLÍNICA

MARIA MARLUCE DOS SANTOS VILELA

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA

NEUSA MARIA COSTA ALEXANDRE

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM

Ricardo de Lima Zollner

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA

Sigisfredo Luís Brenelli

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA

HELOISA HELENA BALDY DOS REIS

Faculdade de Educação Física

DEPARTAMENTO DE ESTUDOS DO LAZER

LUIZ EDUARDO BARRETO MARTINS

Faculdade de Educação Física

DEPARTAMENTO DE ESTUDOS DA ATIVIDADE FÍSICA ADAPTADA

MARIANGELA GAGLIARDI CARO SALVE

Faculdade de Educação Física

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DO ESPORTE

Ricardo Machado Leite de Barros Neto

Faculdade de Educação Física

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO MOTORA

ALTAIR ANTONINHA DEL BEL CURY

Faculdade de Odontologia

DEPARTAMENTO DE PRÓTESE E PERIODONTIA

ANTONIO CARLOS PEREIRA

Faculdade de Odontologia

DEPARTAMENTO ODONTO-SOCIAL

CÍNTHIA PEREIRA MACHADO TABCHOURY

Faculdade de Odontologia

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS

Luiz André Freire Pimenta

Faculdade de Odontologia

DEPARTAMENTO ODONTO-RESTAURADORA

REGINALDO BRUNO GONÇALVES

Faculdade de Odontologia

DEPARTAMENTO DE DIAGNÓSTICO ORAL

SÉRGIO ROBERTO PERES LINE

Faculdade de Odontologia

DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA

SIMONIDES CONSANI

Faculdade de Odontologia

DEPARTAMENTO ODONTO-RESTAURADORA

Thales Rocha de Mattos Filho

Faculdade de Odontologia

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS

ANA MARIA LIMA DE AZEREDO ESPIN

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE GENÉTICA E EVOLUÇÃO

ANETE PEREIRA DE SOUZA

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE GENÉTICA E EVOLUÇÃO

ANTONIO ARI GONCALVES

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E BIOFÍSICA

ARÍCIO XAVIER LINHARES

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA

DOMINGOS DA SILVA LEITE

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA

ELIANA MARIA ZANOTTI MAGALHAES

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA

ENEIDA DE PAULA

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA

EVERARDO MAGALHÃES CARNEIRO

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E BIOFÍSICA

GONÇALO AMARANTE GUIMARÃES PEREIRA

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE GENÉTICA E EVOLUÇÃO

IONE SALGADO

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA

JOSE CAMILLO NOVELLO

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA

josé roberto trigo

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA

Kikyo Yamamoto

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA

LUIS ANTONIO VIOLIN DIAS PEREIRA

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA

Maria Alice da Cruz HÖfling

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA

MARIA DO CARMO ESTANISLAU DO AMARAL

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA

Paulo Sérgio M. Carvalho de Oliveira

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA

SANDRA MARIA CARMELLO GUERREIRO

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA

SARAH ARANA

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA

EXATAS

Assessor(a) ? Prof.(a) Dr.(a)

Unidade

Departamento

CELIA PICININ DE MELLO

Instituto de Computação

DEPARTAMENTO DE TEORIA DA COMPUTAÇÃO

Célio Cardoso Guimarães

Instituto de Computação

DEPARTAMENTO DE SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO

FLÁVIO KEIDI MIYAZAWA

Instituto de Computação

DEPARTAMENTO DE TEORIA DA COMPUTAÇÃO

Ricardo Dahab

Instituto de Computação

DEPARTAMENTO DE TEORIA DA COMPUTAÇÃO

RICARDO PANNAIN

Instituto de Computação

DEPARTAMENTO DE SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO

ANDERSON CAMPOS FAUTH

Instituto de Física

DEPARTAMENTO DE RAIOS CÓSMICOS

ANTONIO VIDIELLA BARRANCO

Instituto de Física

DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA QUÂNTICA

Francisco das Chagas Marques

Instituto de Física

DEPARTAMENTO DE FÍSICA APLICADA

Iris Concepcion Linares de Torriani

Instituto de Física

DEPARTAMENTO DE FÍSICA DA MATÉRIA CONDENSADA

José Augusto Chinellato

Instituto de Física

DEPARTAMENTO DE RAIOS CÓSMICOS

CARLOS ROBERTO DE SOUZA FILHO

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE METALOGÊNESE E GEOQUÍMICA

LUCI HIDALGO NUNES

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA

MAURICIO COMPIANI

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS APLICADAS AO ENSINO

ROBERTO PEREZ XAVIER

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA E RECURSOS NATURAIS

Saul Barisnick Suslick

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO E POLÍTICA RECURSOS MINERAIS

Ana Friedlander de Martinez Perez

Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA APLICADA

ANTONIO PAQUES

Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA

LÚCIO TUNES DOS SANTOS

Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA APLICADA

MILTON DA COSTA LOPES FILHO

Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA

PAULO ROBERTO BRUMATTI

Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA

PLAMEN EMILOV KOCHLOUKOV

Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA

SAMUEL ROCHA DE OLIVEIRA

Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA APLICADA

CARLOS ROQUE DUARTE CORREIA

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ORGÂNICA

HELOISE DE OLIVEIRA PASTORE

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ANALÍTICA

INÉS JOEKES

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE FÍSICO-QUÍMICA

INEZ VALERIA PAGOTTO YOSHIDA

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA INORGÂNICA

JOÃO CARLOS DE ANDRADE

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ANALÍTICA

JOSÉ AUGUSTO ROSÁRIO RODRIGUES

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ORGÂNICA

MARCO AURELIO ZEZZI ARRUDA

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ANALÍTICA

MATTHIEU TUBINO

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ANALÍTICA

MUNIR SALOMAO SKAF

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE FÍSICO-QUÍMICA

NELSON HENRIQUE MORGON

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE FÍSICO-QUÍMICA

Paulo José Samenho Moran

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ORGÂNICA

Paulo Mitsuo Imamura

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ORGÂNICA

ROBERTO RITTNER NETO

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ORGÂNICA

SOLANGE CADORE

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ANALÍTICA

SUSANNE RATH

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ANALÍTICA

Ulf Friedrich Schuchardt

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA INORGÂNICA

Watson LOH

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE FÍSICO-QUÍMICA

HUMANAS

Assessor(a) ? Prof.(a) Dr.(a)

Unidade

Departamento

ANA LÚCIA GOULART DE FARIA

Faculdade de Educação

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS A EDUCAÇÃO

ANA LUIZA BUSTAMANTE SMOLKA

Faculdade de Educação

DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA EDUCACIONAL

ANNA REGINA LANNER DE MOURA

Faculdade de Educação

DEPARTAMENTO DE METODOLOGIA DE ENSINO

GUILHERME DO VAL TOLEDO PRADO

Faculdade de Educação

DEPARTAMENTO DE METODOLOGIA DE ENSINO

HELOISA HELENA PIMENTA ROCHA

Faculdade de Educação

DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO

LUCI BANKS LEITE

Faculdade de Educação

DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA EDUCACIONAL

ROBERTA GURGEL AZZI

Faculdade de Educação

DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA EDUCACIONAL

ANGELA ANTONIA KAGEYAMA

Instituto de Economia

DEPARTAMENTO DE POLÍTICA E HISTÓRIA ECONOMICA

Antonio Carlos Macedo e Silva

Instituto de Economia

DEPARTAMENTO DE POLÍTICA E HISTÓRIA ECONÔMICA

Cláudio Schuller Maciel

Instituto de Economia

DEPARTAMENTO DE TEORIA ECONÔMICA

DAVID DEQUECH FILHO

Instituto de Economia

DEPARTAMENTO DE TEORIA ECONÔMICA

JOSÉ RICARDO BARBOSA GONÇALVES

Instituto de Economia

DEPARTAMENTO DE POLÍTICA E HISTÓRIA ECONÔMICA

Lígia Maria Osório Silva

Instituto de Economia

DEPARTAMENTO DE POLÍTICA E HISTÓRIA ECONÔMICA

ANGEL HUMBERTO CORBERA MORI

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA

EDSON FRANÇOSO

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA

Eleonora Cavalcante Albano

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA

FLÁVIO RIBEIRO DE OLIVEIRA

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA

LEONARDO AFFONSO DE MIRANDA PEREIRA

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE TEORIA LITERÁRIA

Maria Augusta Bastos de Mattos

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA APLICADA

MARIA JOSÉ RODRIGUES FARIA CORACINI

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA APLICADA

MATILDE VIRGINIA RICARDI SCARAMUCCI

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA APLICADA

MIRIAM VIVIANA GARATE

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE TEORIA LITERÁRIA

MONICA GRACIELA ZOPPI FONTANA

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA

Alcides Hector Rodriguez Benoit

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA

ELIANE MOURA DA SILVA

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

LEANDRO KARNAL

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

LUCAS ANGIONI

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA

LUZIA MARGARETH RAGO

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

RACHEL MENEGUELLO

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA

ROSANA APARECIDA BAENINGER

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

DEPARTAMENTO DE SOCIOLOGIA

SHIGUENOLI MIYAMOTO

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA

SILVIA HUNOLD LARA

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

CARLOS ALBERTO LOBÃO DA SILVEIRA CUNHA

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS APLICADAS AO ENSINO

LEDA MARIA CAIRA GITAHY

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE POLÍTICA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA

MÁRCIO ANTONIO CATAIA

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA

MARIA MARGARET LOPES

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS APLICADAS AO ENSINO

MARIA TEREZA DUARTE PAES LUCHIARI

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA

Regina Célia Bega dos Santos

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA

RICARDO ABID CASTILLO

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA

TECNOLÓGICAS

Assessor(a) ? Prof.(a) Dr.(a)

Unidade

Departamento

ANTONIO CARLOS DE OLIVEIRA FERRAZ

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS

ANTONIO LUDOVICO BERALDO

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÕES RURAIS

DAVID DE CARVALHO

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÕES RURAIS

EDSON EIJI MATSURA

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE ÁGUA E SOLO

Irenilza de Alencar Naas

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÕES RURAIS

JANSLE VIEIRA ROCHA

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE PLANEJ. E DESENV. RURAL SUSTENTÁVEL

MARIANGELA AMENDOLA

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE PLANEJ. E DESENV. RURAL SUSTENTÁVEL

OSCAR ANTONIO BRAUNBECK

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS

Paulo Sérgio G. Magalhães

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS

raquel gonçalves

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÕES RURAIS

ROBERTO TESTEZLAF

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE ÁGUA E SOLO

ALOISIO ERNESTO ASSAN

Faculdade de Engenharia Civil

DEPARTAMENTO DE ESTRUTURAS

DORIS CATHARINE C K KOWALTOWSKI

Faculdade de Engenharia Civil

DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E CONSTRUÇÃO CIVIL

Eglé Novaes Teixeira

Faculdade de Engenharia Civil

DEPARTAMENTO DE SANEAMENTO E AMBIENTE

EMILIA WANDA RUTKOWSKI

Faculdade de Engenharia Civil

DEPARTAMENTO DE SANEAMENTO E AMBIENTE

Leandro Palermo Júnior

Faculdade de Engenharia Civil

DEPARTAMENTO DE ESTRUTURAS

Lucila chebel labaki

Faculdade de Engenharia Civil

DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E CONSTRUÇÃO CIVIL

Maria Cecília Amorim T. da Silva

Faculdade de Engenharia Civil

DEPARTAMENTO DE ESTRUTURAS

ADRIANA ZERLOTTI MERCADANTE

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DE ALIMENTOS

ENRIQUE ORTEGA RODRIGUEZ

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS

FELIX GUILLERMO REYES REYES

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DE ALIMENTOS

FERNANDA ELIZABETH XIDIEH MURR

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS

FLAVIA MARIA NETTO

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO ALIMENTAR E NUTRIÇÃO

HELENA MARIA ANDRE BOLINI CARDELLO

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO ALIMENTAR E NUTRICAO

Hélia Harumi Sato

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DE ALIMENTOS

HILARY CASTLE DE MENEZES

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS

LÚCIA MARIA VALENTE SOARES

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DE ALIMENTOS

LÚCIA REGINA DURRANT

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DE ALIMENTOS

MARIA ANGELA DE ALMEIDA MEIRELES

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS

ROSIANE LOPES DA CUNHA

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS

ERNESTO RUPPERT FILHO

Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação

DEPARTAMENTO DE SISTEMAS E CONTROLE DE ENERGIA

IOSHIAKI DOI

Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação

DEPARTAMENTO DE MÁQUINAS COMPONENTES E SISTEMAS INTELIGENTES

João Bosco Ribeiro do Val

Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação

DEPARTAMENTO DE TELEMÁTICA

MAURÍCIO FERREIRA MAGALHAES

Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA COMPUTAÇÃO AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

PAULO CARDIERI

Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação

DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÕES

Pedro Luís Dias Peres

Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação

DEPARTAMENTO DE TELEMÁTICA

Reginaldo Palazzo Júnior

Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação

DEPARTAMENTO DE TELEMÁTICA

CÉLIA MARINA DE ALVARENGA FREIRE

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS

Celso Kazuyuki Morooka

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DO PETRÓLEO

Kamal Abdel Radi Ismail

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA TÉRMICA E FLUIDOS

MARIA CLARA FILIPPINI IERARDI

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS

PABLO SIQUEIRA MEIRELLES

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE MECÂNICA COMPUTACIONAL

Renato Pavanello

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE MECÂNICA COMPUTACIONAL

REZENDE GOMES DOS SANTOS

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS

ROBSON PEDERIVA

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE PROJETO MECÂNICO

SÉRGIO NASCIMENTO BORDALO

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DO PETRÓLEO

SÉRGIO TONINI BUTTON

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS

ANGELA MARIA MORAES

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE PROCESSOS BIOTECNOLÓGICOS

ELIAS BASILE TAMBOURGI

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE SISTEMAS QUÍMICOS

ELIZABETE JORDÃO

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE SISTEMAS QUÍMICOS

JOÃO SINEZIO DE CARVALHO CAMPOS

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DE POLÍMEROS

Liliane Maria Ferrareso Lona

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE PROCESSOS QUÍMICOS

MARCO AURÉLIO CREMASCO

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE TERMOFLUIDODINÂMICA

Maria Regina Wolf Maciel

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE PROCESSOS QUÍMICOS

Meuris Gurgel Carlos da Silva

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE TERMOFLUIDODINÂMICA

Osvaldir Pereira Taranto

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE TERMOFLUIDODINÂMICA

sandra cristina dos santos rocha

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE TERMOFLUIDODINÂMICA

THEO GUENTER KIECKBUSCH

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE TERMOFLUIDODINÂMICA

Comitê Assessor PRP/PRG nomeado em 17 de maio de 2004 pela Portaria Interna PRP Nº 03/2004, com representantes das Áreas de Artes, Biológicas, Exatas, Humanas e Tecnológicas, sob a coordenação das Pró-Reitorias de Pesquisa e de Graduação, responsável pela seleção de orientadores, bolsistas e projetos e pelo acompanhamento e avaliação do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica - PIBIC/CNPq (administrado pela Pró-Reitoria de Pesquisa) e pelo Programa de Bolsas Pesquisa do Serviço de Apoio ao Estudante (administrado pela Pró-Reitoria de Graduação), referente às quotas de bolsas que deverão vigorar no período de 01 de agosto de 2004 a 31 de julho de 2005.

ARTES

Assessor(a) ? Prof.(a) Dr.(a)

Unidade

Departamento

ACI TAVEIRA MEYER

Instituto de Artes

DEPARTAMENTO DE MÚSICA

ANTONIO RAFAEL CARVALHO DOS SANTOS

Instituto de Artes

DEPARTAMENTO DE MÚSICA

Eusébio Lobo da Silva

Instituto de Artes

DEPARTAMENTO DE ARTES CORPORAIS

Helena Jank

Instituto de Artes

DEPARTAMENTO DE MÚSICA

Paulo Mugayar Kuhl

Instituto de Artes

DEPARTAMENTO DE ARTES PLÁSTICAS

Sara Pereira Lopes

Instituto de Artes

DEPARTAMENTO DE ARTES CÊNICAS

BIOLÓGICAS

Assessor(a) ? Prof.(a) Dr.(a)

Unidade

Departamento

MARICILDA PALANDI DE MELLO

CBMEG

ANTONIO CONDINO NETO

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA

eliete maria silva

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM

ELZA COTRIM SOARES

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA

FERNANDA APARECIDA CINTRA

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM

FERNANDO CENDES

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE NEUROLOGIA

GLORIA MARIA BRAGA POTERIO

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE ANESTESIOLOGIA

Heitor Moreno Júnior

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE FARMACOLOGIA

ILKA DE FATIMA SANTANA FERREIRA BOIN

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE CIRURGIA

irene gyongyver heidemarie lorand metze

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA

ISCIA TERESINHA LOPES CENDES

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE GENÉTICA MEDICA

José Antonio Rocha Gontijo

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE CLINICA MEDICA

josé guilherme cecatti

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE TOCOGINECOLOGIA

Kleber Gomes Franchini

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MEDICA

KONRADIN METZE

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE ANATOMIA PATOLÓGICA

LAURA STERIAN WARD

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MEDICA

LOURENÇO SBRAGIA NETO

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE CIRURGIA

LUIS GUILLERMO BAHAMONDES

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE TOCOGINECOLOGIA

MARIA CECILIA CARDOSO BENATTI

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM

MARIA DE FÁTIMA SONATI

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE PATOLOGIA CLÍNICA

MARIA MARLUCE DOS SANTOS VILELA

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA

NEUSA MARIA COSTA ALEXANDRE

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM

Ricardo de Lima Zollner

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MEDICA

Sigisfredo Luís Brenelli

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MEDICA

HELOISA HELENA BALDY DOS REIS

Faculdade de Educação Física

DEPARTAMENTO DE ESTUDOS DO LAZER

LUIZ EDUARDO BARRETO MARTINS

Faculdade de Educação Física

DEPARTAMENTO DE ESTUDOS DA ATIVIDADE FISICA ADAPTADA

MARIANGELA GAGLIARDI CARO SALVE

Faculdade de Educação Física

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DO ESPORTE

Ricardo Machado Leite de Barros Neto

Faculdade de Educação Física

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO MOTORA

ALTAIR ANTONINHA DEL BEL CURY

Faculdade de Odontologia

DEPARTAMENTO DE PRÓTESE E PERIODONTIA

ANTONIO CARLOS PEREIRA

Faculdade de Odontologia

DEPARTAMENTO ODONTO-SOCIAL

CÍNTHIA PEREIRA MACHADO TABCHOURY

Faculdade de Odontologia

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS

francisco carlos groppo

Faculdade de Odontologia

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS

MÁRCIO AJUDARTE LOPES

Faculdade de Odontologia

DEPARTAMENTO DE DIAGNÓSTICO ORAL

REGINALDO BRUNO GONCALVES

Faculdade de Odontologia

DEPARTAMENTO DE DIAGNOSTICO ORAL

SERGIO ROBERTO PERES LINE

Faculdade de Odontologia

DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA

SIMONIDES CONSANI

Faculdade de Odontologia

DEPARTAMENTO ODONTO-RESTAURADORA

ANA MARIA LIMA DE AZEREDO ESPIN

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE GENÉTICA E EVOLUÇÃO

ANETE PEREIRA DE SOUZA

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE GENÉTICA E EVOLUÇÃO

ANTONIO ARI GONCALVES

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E BIOFÍSICA

ARÍCIO XAVIER LINHARES

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA

ELIANA MARIA ZANOTTI MAGALHAES

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA

ENEIDA DE PAULA

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA

GONÇALO AMARANTE GUIMARÃES PEREIRA

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE GENÉTICA E EVOLUÇÃO

IONE SALGADO

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA

JOSE CAMILLO NOVELLO

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA

josé roberto trigo

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA

Kikyo Yamamoto

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA

LUIS ANTONIO VIOLIN DIAS PEREIRA

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA

Maria Alice da Cruz Hofling

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA

MARIA DO CARMO ESTANISLAU DO AMARAL

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA

SANDRA MARIA CARMELLO GUERREIRO

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA

SARAH ARANA

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA

EXATAS

Assessor(a) ? Prof.(a) Dr.(a)

Unidade

Departamento

CELIA PICININ DE MELLO

Instituto de Computação

DEPARTAMENTO DE TEORIA DA COMPUTAÇÃO

Célio Cardoso Guimarães

Instituto de Computação

DEPARTAMENTO DE SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO

FLÁVIO KEIDI MIYAZAWA

Instituto de Computação

DEPARTAMENTO DE TEORIA DA COMPUTAÇÃO

Ricardo Dahab

Instituto de computação

DEPARTAMENTO DE TEORIA DA COMPUTAÇÃO

RICARDO PANNAIN

Instituto de Computação

DEPARTAMENTO DE SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO

ANDERSON CAMPOS FAUTH

Instituto de Física

DEPARTAMENTO DE RAIOS CÓSMICOS

ANTONIO VIDIELLA BARRANCO

Instituto de Física

DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA QUÂNTICA

Francisco das Chagas Marques

Instituto de Física

DEPARTAMENTO DE FÍSICA APLICADA

José Augusto Chinellato

Instituto de Física

DEPARTAMENTO DE RAIOS CÓSMICOS

NEWTON CESÁRIO FRATESCHI

Instituto de Física

DEPARTAMENTO DE FÍSICA APLICADA

CARLOS ROBERTO DE SOUZA FILHO

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE METALOGÊNESE E GEOQUÍMICA

LUCI HIDALGO NUNES

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA

MAURICIO COMPIANI

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOCIENCIAS APLICADAS AO ENSINO

ROBERTO PEREZ XAVIER

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA E RECURSOS NATURAIS

Saul Barisnick Suslick

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO E POLÍTICA RECURSOS MINERAIS

Ana Friedlander de Martinez Perez

Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA APLICADA

filidor edilfonso vilca labra

Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica

DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA

HILDETE PRISCO PINHEIRO

Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica

DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA

LUCIO TUNES DOS SANTOS

Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA APLICADA

MILTON DA COSTA LOPES FILHO

Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica

DEPARTAMENTO DE MATEMATICA

NANCY LOPES GARCIA

Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica

DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA

PAULO ROBERTO BRUMATTI

Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA

PLAMEN EMILOV KOCHLOUKOV

Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA

SAMUEL ROCHA DE OLIVEIRA

Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA APLICADA

CARLOS ROQUE DUARTE CORREIA

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUIMICA ORGÂNICA

HELOISE DE OLIVEIRA PASTORE

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ANALÍTICA

INÉS JOEKES

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE FÍSICO-QUÍMICA

INEZ VALERIA PAGOTTO YOSHIDA

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA INORGÂNICA

JOÃO CARLOS DE ANDRADE

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ANALÍTICA

JOSÉ AUGUSTO ROSÁRIO RODRIGUES

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ORGÂNICA

MARCO AURELIO ZEZZI ARRUDA

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ANALÍTICA

MATTHIEU TUBINO

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ANALÍTICA

MUNIR SALOMAO SKAF

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE FÍSICO-QUÍMICA

NELSON HENRIQUE MORGON

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE FÍSICO-QUÍMICA

Paulo José Samenho Moran

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ORGÂNICA

Paulo Mitsuo Imamura

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ORGÂNICA

SOLANGE CADORE

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ANALÍTICA

SUSANNE RATH

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUIMICA ANALITICA

Ulf Friedrich Schuchardt

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA INORGÂNICA

Watson LOH

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE FÍSICO-QUÍMICA

HUMANAS

Assessor(a) ? Prof.(a) Dr.(a)

Unidade

Departamento

ANA LÚCIA GOULART DE FARIA

Faculdade de Educação

DEPARTAMENTO DE CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS A EDUCAÇÃO

ANA LUIZA BUSTAMANTE SMOLKA

Faculdade de Educação

DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA EDUCACIONAL

ANNA REGINA LANNER DE MOURA

Faculdade de Educação

DEPARTAMENTO DE METODOLOGIA DE ENSINO

GUILHERME DO VAL TOLEDO PRADO

Faculdade de Educação

DEPARTAMENTO DE METODOLOGIA DE ENSINO

HELOISA HELENA PIMENTA ROCHA

Faculdade de Educação

DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO

LUCI BANKS LEITE

Faculdade de Educação

DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA EDUCACIONAL

ROBERTA GURGEL AZZI

Faculdade de Educação

DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA EDUCACIONAL

ANGELA ANTONIA KAGEYAMA

Instituto de Economia

DEPARTAMENTO DE POLITICA E HISTORIA ECONOMICA

Antonio Carlos Macedo e Silva

Instituto de Economia

DEPARTAMENTO DE POLÍTICA E HISTORIA ECONÔMICA

Cláudio Schuller Maciel

Instituto de Economia

DEPARTAMENTO DE TEORIA ECONÔMICA

DAVID DEQUECH FILHO

Instituto de Economia

DEPARTAMENTO DE TEORIA ECONOMICA

JOSE RICARDO BARBOSA GONÇALVES

Instituto de Economia

DEPARTAMENTO DE POLÍTICA E HISTÓRIA ECONÔMICA

Lígia Maria Osório Silva

Instituto de Economia

DEPARTAMENTO DE POLÍTICA E HISTÓRIA ECONÔMICA

ANGEL HUMBERTO CORBERA MORI

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA

EDSON FRANÇOSO

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA

FLAVIO RIBEIRO DE OLIVEIRA

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA

LEONARDO AFFONSO DE MIRANDA PEREIRA

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE TEORIA LITERÁRIA

Maria Augusta Bastos de Mattos

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA APLICADA

MARIA JOSÉ RODRIGUES FARIA CORACINI

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA APLICADA

MATILDE VIRGINIA RICARDI SCARAMUCCI

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA APLICADA

MIRIAM VIVIANA GARATE

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE TEORIA LITERARIA

MONICA GRACIELA ZOPPI FONTANA

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA

Alcides Hector Rodriguez Benoit

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA

ELIANE MOURA DA SILVA

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

LEANDRO KARNAL

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

DEPARTAMENTO DE HISTORIA

LUCAS ANGIONI

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA

LUZIA MARGARETH RAGO

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

RACHEL MENEGUELLO

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA

ROSANA APARECIDA BAENINGER

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

DEPARTAMENTO DE SOCIOLOGIA

SHIGUENOLI MIYAMOTO

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POlÍTICA

SILVIA HUNOLD LARA

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

DEPARTAMENTO DE HISTORIA

ARCHIMEDES PEREZ FILHO

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA

ANTONIO CARLOS VITTE

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA

CARLOS ALBERTO LOBÃO DA SILVEIRA CUNHA

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS APLICADAS AO ENSINO

CLAUDETE DE CASTRO SILVA VITTE

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA

LEDA MARIA CAIRA GITAHY

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE POLÍTICA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA

MÁRCIO ANTONIO CATAIA

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA

MARIA MARGARET LOPES

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS APLICADAS AO ENSINO

MARIA TEREZA DUARTE PAES LUCHIARI

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA

Regina Célia Bega dos Santos

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA

RICARDO ABID CASTILLO

Instituto de Geociências

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA

TECNOLÓGICAS

Assessor(a) ? Prof.(a) Dr.(a)

Unidade

Departamento

ANTONIO CARLOS DE OLIVEIRA FERRAZ

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS

ANTONIO LUDOVICO BERALDO

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÕES RURAIS

DAVID DE CARVALHO

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÕES RURAIS

EDSON EIJI MATSURA

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE ÁGUA E SOLO

Irenilza de Alencar Naas

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÕES RURAIS

JANSLE VIEIRA ROCHA

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE PLANEJ. E DESENV. RURAL SUSTENTAVEL

MARIANGELA AMENDOLA

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE PLANEJ. E DESENV. RURAL SUSTENTÁVEL

OSCAR ANTONIO BRAUNBECK

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE MáQUINAS AGRÍCOLAS

Paulo Sérgio G. Magalhães

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE MAQUINAS AGRÍCOLAS

raquel gonçalves

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÕES RURAIS

ROBERTO TESTEZLAF

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE ÁGUA E SOLO

DORIS CATHARINE C K KOWALTOWSKI

Faculdade de Engenharia Civil

DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E CONSTRUÇÃO CIVIL

Eglé Novaes Teixeira

Faculdade de Engenharia Civil

DEPARTAMENTO DE SANEAMENTO E AMBIENTE

EMILIA WANDA RUTKOWSKI

Faculdade de Engenharia Civil

DEPARTAMENTO DE SANEAMENTO E AMBIENTE

Leandro Palermo Júnior

Faculdade de Engenharia Civil

DEPARTAMENTO DE ESTRUTURAS

Lucila chebel labaki

Faculdade de Engenharia Civil

DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E CONSTRUÇÃO CIVIL

Maria Cecília Amorim T. da Silva

Faculdade de Engenharia Civil

DEPARTAMENTO DE ESTRUTURAS

ADRIANA ZERLOTTI MERCADANTE

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DE ALIMENTOS

ENRIQUE ORTEGA RODRIGUEZ

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS

FELIX GUILLERMO REYES REYES

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DE ALIMENTOS

FERNANDA ELIZABETH XIDIEH MURR

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS

FLAVIA MARIA NETTO

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO ALIMENTAR E NUTRIÇÃO

HELENA MARIA ANDRE BOLINI CARDELLO

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO ALIMENTAR E NUTRICAO

Hélia Harumi Sato

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DE ALIMENTOS

HILARY CASTLE DE MENEZES

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS

LUCIA MARIA VALENTE SOARES

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DE ALIMENTOS

LUCIA REGINA DURRANT

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DE ALIMENTOS

MARIA ANGELA DE ALMEIDA MEIRELES

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS

ROSIANE LOPES DA CUNHA

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS

ERNESTO RUPPERT FILHO

Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação

DEPARTAMENTO DE SISTEMAS E CONTROLE DE ENERGIA

IOSHIAKI DOI

Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação

DEPARTAMENTO DE MÁQUINAS COMPONENTES E SISTEMAS INTELIGENTES

João Bosco Ribeiro do Val

Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação

DEPARTAMENTO DE TELEMÁTICA

PAULO CARDIERI

Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação

DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÕES

Pedro Luís Dias Peres

Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação

DEPARTAMENTO DE TELEMÁTICA

Reginaldo Palazzo Júnior

Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação

DEPARTAMENTO DE TELEMÁTICA

CÉLIA MARINA DE ALVARENGA FREIRE

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS

Celso Kazuyuki Morooka

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DO PETRÓLEO

FRANCO GIUSEPPE DEDINI

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE PROJETO MECÂNICO

Kamal Abdel Radi Ismail

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA TÉRMICA E FLUIDOS

MARIA CLARA FILIPPINI IERARDI

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS

PABLO SIQUEIRA MEIRELLES

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE MECÂNICA COMPUTACIONAL

Renato Pavanello

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE MECÂNICA COMPUTACIONAL

REZENDE GOMES DOS SANTOS

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS

ROBSON PEDERIVA

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE PROJETO MECÂNICO

SERGIO NASCIMENTO BORDALO

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DO PETRÓLEO

SERGIO TONINI BUTTON

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS

ANGELA MARIA MORAES

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE PROCESSOS BIOTECNOLÓGICOS

ELIAS BASILE TAMBOURGI

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE SISTEMAS QUÍMICOS

ELIZABETE JORDÃO

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE SISTEMAS QUÍMICOS

JOAO SINEZIO DE CARVALHO CAMPOS

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DE POLÍMEROS

Liliane Maria Ferrareso Lona

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE PROCESSOS QUÍMICOS

MARCO AURELIO CREMASCO

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE TERMOFLUIDODINÂMICA

Maria Regina Wolf Maciel

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE PROCESSOS QUÍMICOS

Meuris Gurgel Carlos da Silva

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE TERMOFLUIDODINÂMICA

Osvaldir Pereira Taranto

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE TERMOFLUIDODINÂMICA

sandra cristina dos santos rocha

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE TERMOFLUIDODINÂMICA

THEO GUENTER KIECKBUSCH

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE TERMOFLUIDODINAMICA

Comitê Assessor da Pró-Reitoria de Pesquisa nomeado em 24 de março de 2003 pela Portaria Interna PRP Nº 01/2003, constituído por 38 (trinta e oito) membros efetivos, representantes das Áreas de Artes, Biológicas, Exatas, Humanas, Saúde e Tecnológicas, responsável pela seleção dos melhores trabalhos apresentados no XII Congresso Interno de Iniciação Científica da UNICAMP.

ARTES

Assessor(a) ? Prof.(a) Dr.(a)

Unidade

Departamento

ADRIANA GIAROLA KAYAMA

Instituto de Artes

DEPARTAMENTO DE MÚSICA

Sara Pereira Lopes

cOORDENADOR(A) DA áREA

Instituto de Artes

DEPARTAMENTO DE ARTES CêNICAS

BIOLÓGICAS

Assessor(a) ? Prof.(a) Dr.(a)

UNIDADE

DEPARTAMENTO

Antonio Carlos Boschero

cOORDENADOR(A) DA áREA

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA E BIOFíSICA

JOSE CAMILLO NOVELLO

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE BIOQUíMICA

LADASLAV SODEK

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA VEGETAL

Maria Alice da Cruz HÖfling

COORDENADOR(A) DA ÁREA

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA

PAULO MAZZAFERA

Instituto de Biologia

DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA VEGETAL

EXATAS

Assessor(a) ? Prof.(a) Dr.(a)

UNIDADE

DEPARTAMENTO

Ricardo Dahab

Instituto de Computação

DEPARTAMENTO DE TEORIA DA COMPUTAçãO

DOUGLAS SOARES GALVÃO

Instituto de Física

DEPARTAMENTO DE FÍSICA APLICADA

Iris Concepcion Linares de Torriani

Instituto de Física

DEPARTAMENTO DE FíSICA DA MATéRIA CONDENSADA

JAYME VAZ JUNIOR

Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA APLICADA

CARLOS ROQUE DUARTE CORREIA

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ORGÂNICA

CELSO APARECIDO BERTRAN

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE FÍSICO-QUÍMICA

MARCO AURÉLIO ZEZZI ARRUDA

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA ANALÍTICA

Marco-Aurelio De Paoli

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA INORGÂNICA

MARIA ISABEL FELISBERTI

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE FÍSICO-QUÍMICA

Nelson Henrique Morgon

cOORDENADOR(A) DA áREA

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE FÍSICO-QUÍMICA

Paulo José Samenho Moran

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUíMICA ORGâNICA

PEDRO LUIZ ONÓFRIO VOLPE

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE FÍSICO-QUÍMICA

Ulf Friedrich Schuchardt

Instituto de Química

DEPARTAMENTO DE QUíMICA INORGâNICA

HUMANAS

Assessor(a) ? Prof.(a) Dr.(a)

UNIDADE

DEPARTAMENTO

ANA LUIZA BUSTAMANTE SMOLKA

Faculdade de Educação

DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA EDUCACIONAL

EUGENIA TRONCOSO LEONE

COORDENADOR(A) DA ÁREA

Instituto de Economia

DEPARTAMENTO DE TEORIA ECONÔMICA

MATILDE VIRGINIA RICARDI SCARAMUCCI

Instituto de Estudos da Linguagem

DEPARTAMENTO DE LINGUíSTICA APLICADA

ELIANE MOURA DA SILVA

Instituto de Filosofia e Ciências Humanas

DEPARTAMENTO DE HISTóRIA

SAÚDE

Assessor(a) ? Prof.(a) Dr.(a)

UNIDADE

DEPARTAMENTO

ISCIA TERESINHA LOPES CENDES

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE GENéTICA MÉDICA

JOSE GUILHERME CECATTI

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE TOCOGINECOLOGIA

Kleber Gomes Franchini

COORDENADOR(A) DA ÁREA

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA

LUIZ CARLOS ZEFERINO

Faculdade de Ciências Médicas

DEPARTAMENTO DE TOCOGINECOLOGIA

ROSELI GOLFETTI

FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA

DEPARTAMENTO DE ESTUDOS DA ATIVIDADE FÍSICA ADAPTADA

Luiz André Freire Pimenta

Faculdade de Odontologia

DEPARTAMENTO ODONTO-RESTAURADORA

TECNOLÓGICAS

Assessor(a) ? Prof.(a) Dr.(a)

UNIDADE

DEPARTAMENTO

Paulo Sérgio G. Magalhães

Faculdade de Engenharia Agrícola

DEPARTAMENTO DE MÁQUINAS AGRíCOLAS

Leandro Palermo Júnior

Faculdade de Engenharia Civil

DEPARTAMENTO DE ESTRUTURAS

FELIX GUILLERMO REYES REYES

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DE ALIMENTOS

ROSIANE LOPES DA CUNHA

Faculdade de Engenharia de Alimentos

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS

Reginaldo Palazzo Júnior

Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação

DEPARTAMENTO DE TELEMáTICA

Celso Kazuyuki Morooka

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DO PETRóLEO

Renato Pavanello

cOORDENADOR(A) DA áREA

Faculdade de Engenharia Mecânica

DEPARTAMENTO DE MECâNICA COMPUTACIONAL

MARIA REGINA WOLF MACIEL

Faculdade de Engenharia Química

DEPARTAMENTO DE PROCESSOS QUÍMICOS

Conteúdo

TOC o "1-3" h z  HYPERLINK l "_Toc78346012" PROJETOS DA ÁREA DE ARTES  PAGEREF _Toc78346012 h 1

HYPERLINK l "_Toc78346013" Faculdade de Ciências Médicas  PAGEREF _Toc78346013 h 2

HYPERLINK l "_Toc78346014" Arte no juqueri, arte no engenho de dentro: implicações das abordagens freudiana e junguiana nas oficinas de arte no ambiente psiquiátrico  PAGEREF _Toc78346014 h 2

HYPERLINK l "_Toc78346015" Instituto de Artes  PAGEREF _Toc78346015 h 2

HYPERLINK l "_Toc78346016" ESTUDO DE ANATOMIA, FISIOLOGIA E CINESIOLOGIA APLICADA AO DESENVOLVIMENTO TÉCNICO DO BAILARINO  PAGEREF _Toc78346016 h 2

HYPERLINK l "_Toc78346017" O IMAGINÁRIO CONSTRUÍDO  PAGEREF _Toc78346017 h 2

HYPERLINK l "_Toc78346018" O TRENZINHO DO CAIPIRA: UMA INTERPRETAÇÃO POPULAR  PAGEREF _Toc78346018 h 3

HYPERLINK l "_Toc78346019" TECNOLOGIA DA IMAGEM PARA O SITE ?HISTÓRIA DO INSTITUTO DE ARTES?  PAGEREF _Toc78346019 h 3

HYPERLINK l "_Toc78346020" DEPOIS DO CUBO BRANCO: SOBRE A UTILIZAÇÃO DE CENOGRAFIAS EM EXPOSIÇÕES DE ARTE  PAGEREF _Toc78346020 h 3

HYPERLINK l "_Toc78346021" PRODUÇÃO E GRAVAÇÃO DE SONS DE BATERIA  PAGEREF _Toc78346021 h 3

HYPERLINK l "_Toc78346022" HEITOR VILLA-LOBOS E OS PRELÚDIOS PARA VIOLÃO SOLO: ANÁLISE DO PROCESSO DE CRIAÇÃO  PAGEREF _Toc78346022 h 4

HYPERLINK l "_Toc78346023" As Bandas de Música no Município de Avaré: seus mestres, repertório, instrumentação e importância histórica  PAGEREF _Toc78346023 h 4

HYPERLINK l "_Toc78346024" A DANÇA COMO ESTÍMULO AO DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS PORTADORAS DE DEFICEINCIA MENTAL  PAGEREF _Toc78346024 h 4

HYPERLINK l "_Toc78346025" A DANÇA COMO AGENTE MODIFICADOR DA QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS  PAGEREF _Toc78346025 h 5

HYPERLINK l "_Toc78346026" A relação entre Arte e Tecnologia: Conceitos sobre Arte-Mídia e o computador como suporte à criação artística  PAGEREF _Toc78346026 h 5

HYPERLINK l "_Toc78346027" HOLLY CAVRELL ? UMA CRIADORA EM DANÇA  PAGEREF _Toc78346027 h 5

HYPERLINK l "_Toc78346028" ESPAÇO DE FASE APLICADO À ANÁLISE E À COMPOSICAO MUSICAL  PAGEREF _Toc78346028 h 6

HYPERLINK l "_Toc78346029" PROCESSOS ESTOCÁSTICOS NA CRIAÇÃO MUSICAL PARA INSTRUMENTOS DE CORDAS DEDILHADAS  PAGEREF _Toc78346029 h 6

HYPERLINK l "_Toc78346030" As funções da Harmonia e da Melodia na Bossa Nova e no Jazz  PAGEREF _Toc78346030 h 6

HYPERLINK l "_Toc78346031" Videoclipe: o que gira no turbilhão de imagens e sons  PAGEREF _Toc78346031 h 7

HYPERLINK l "_Toc78346032" Um olhar particular através da xilogravura brasileira  PAGEREF _Toc78346032 h 7

HYPERLINK l "_Toc78346033" Livros de Artista: a imagem escrita  PAGEREF _Toc78346033 h 7

HYPERLINK l "_Toc78346034" A PERCEPÇÃO DAS CORES E SUA UTILIZAÇÃO NA PINTURA  PAGEREF _Toc78346034 h 7

HYPERLINK l "_Toc78346035" KIKO LOUREIRO E SEUS SOLOS NO GRUPO ANGRA: TRANSCRIÇÃO COMENTADA ABORDANDO O USO DE FERRAMENTAS MELÓDICAS E IDIOMATISMOS INERENTES À GUITARRA  PAGEREF _Toc78346035 h 8

HYPERLINK l "_Toc78346036" ?AO QUADRADO PRETO? A PASSAGEM DA FIGURAÇÃO À ABSTRAÇÃO NO TRABALHO DE K. MALÉVITCH  PAGEREF _Toc78346036 h 8

HYPERLINK l "_Toc78346037" AS VANGUARDAS NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XX: UMA VISÃO POSITIVA.DA ARTE CONTEMPORÂNEA  PAGEREF _Toc78346037 h 8

HYPERLINK l "_Toc78346038" UM ESTUDO DE ANÁLISE DE PEÇAS MUSICAIS DE ALEXANDER SCRIABIN  PAGEREF _Toc78346038 h 9

HYPERLINK l "_Toc78346039" ESTUDO DA INFLUÊNCIA DE MARIETTA BADERNA SOBRE A DANÇA NO BRASIL A PARTIR DE 1849  PAGEREF _Toc78346039 h 9

HYPERLINK l "_Toc78346040" O método ?Bartenieff Fundamentals? aplicado ao desenvolvimento do Processo Criativo em Dança Contemporânea  PAGEREF _Toc78346040 h 9

HYPERLINK l "_Toc78346041" Críticas Pessoais na Sociedade de Consumo  PAGEREF _Toc78346041 h 10

HYPERLINK l "_Toc78346042" MARCELO BUAINAIN, CONFRONTO CRIATIVO ENTRE ESTÉTICA E REALIDADE FOTOGRAFADA  PAGEREF _Toc78346042 h 10

HYPERLINK l "_Toc78346043" A TALHA NA CATEDRAL METROPOLITANA DE CAMPINAS  PAGEREF _Toc78346043 h 10

HYPERLINK l "_Toc78346044" ESTUDO EXPERIMENTAL SOBRE A SONORIDADE DA CLARINETA  PAGEREF _Toc78346044 h 10

HYPERLINK l "_Toc78346045" O Canto como Instrumento Potencializador da Voz do Ator  PAGEREF _Toc78346045 h 11

HYPERLINK l "_Toc78346046" Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica  PAGEREF _Toc78346046 h 11

HYPERLINK l "_Toc78346047" GESTO INTERATIVO NA ARTE DO MOVIMENTO COM SUPORTE TECNOLÓGICO  PAGEREF _Toc78346047 h 11

HYPERLINK l "_Toc78346048" PROJETOS DA ÁREA DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS  PAGEREF _Toc78346048 h 12

HYPERLINK l "_Toc78346049" CBMEG - Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética  PAGEREF _Toc78346049 h 13

HYPERLINK l "_Toc78346050" PADRONIZAÇÃO DA TÉCNICA DE LONG-PCR PARA O SEQUENCIAMENTO DO GENOMA MITOCONDRIAL DA MOSCA-DOS-CHIFRES, Haematobia irritans (DIPTERA: MUSCIDAE)  PAGEREF _Toc78346050 h 13

HYPERLINK l "_Toc78346051" ARTHROPODAN MITOCHONDRIAL GENOMES ACCESSIBLE DATABASE ? AMIGA  PAGEREF _Toc78346051 h 13

HYPERLINK l "_Toc78346052" VERIFICAÇÃO DE MUTAÇÕES NO GENE DA ESTERASE E3 DA MOSCA DA BICHEIRA COCHLIOMYIA HOMINIVORAX RELACIONADAS À RESISTÊNCIA A INSETICIDAS ORGANOFOSFORADOS  PAGEREF _Toc78346052 h 13

HYPERLINK l "_Toc78346053" ESTUDO MOLECULAR DO GENE DA 5(-REDUTASE TIPO 2 (SRD5A2) EM PACIENTES COM PSEUDO-HERMAFRODITISMO MASCULINO (PHM)  PAGEREF _Toc78346053 h 14

HYPERLINK l "_Toc78346054" ESTUDO DE MUTAÇÕES EM GENES MITOCONDRIAIS EM INDIVÍDUOS COM SURDEZ NEUROSSENSORIAL NÃO-SINDRÔMICA CANDIDATOS OU SUBMETIDOS AO IMPLANTE COCLEAR  PAGEREF _Toc78346054 h 14

HYPERLINK l "_Toc78346055" Centro Pluridisc. de Pesq. Químicas, Biológicas e Agrícolas  PAGEREF _Toc78346055 h 14

HYPERLINK l "_Toc78346056" Mecanismo de Morte Celular Induzido por Substâncias Citocidas em Linhagens Tumorais Humanas  PAGEREF _Toc78346056 h 14

HYPERLINK l "_Toc78346057" ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DE PLANTAS MEDICINAIS USADAS NO BRASIL CONTRA Escherichia coli EPEC E ETEC  PAGEREF _Toc78346057 h 15

HYPERLINK l "_Toc78346058" Faculdade de Ciências Médicas  PAGEREF _Toc78346058 h 15

HYPERLINK l "_Toc78346059" Características Biológicas e Psicossociais de gestantes adolescentes residentes na Região Sudoeste de Campinas, SP  PAGEREF _Toc78346059 h 15

HYPERLINK l "_Toc78346060" Caracterização do apoio social às mães de recém-nascidos de baixo peso nascidos e residentes no município de Campinas, SP  PAGEREF _Toc78346060 h 15

HYPERLINK l "_Toc78346061" PERFIL DE ADOLESCENTES MÄES DE CRIANÇAS DE BAIXO PESO AO NASCER NO MUNICÍPIO DE CAMPINAS  PAGEREF _Toc78346061 h 16

HYPERLINK l "_Toc78346062" AVALIAÇÃO DINÂMICA DE CRESCIMENTO E TESTE DE MICRODILUIÇÃO EM CALDO DE Trichophyton rubrum FRENTE A TERBINAFINA  PAGEREF _Toc78346062 h 16

HYPERLINK l "_Toc78346063" AVALIAÇÃO CLÍNICA DE INDIVÍDUOS COM SÍNDROME DO CROMOSSOMO X FRÁGIL  PAGEREF _Toc78346063 h 16

HYPERLINK l "_Toc78346064" O USO DA LINGUAGEM NA HUMANIZAÇÃO DO CUIDADO NUM CENTRO OBSTÉTRICO: OBSERVAÇÃO SISTEMÁTICA  PAGEREF _Toc78346064 h 17

HYPERLINK l "_Toc78346065" Avaliação do estado nutricional de crianças e adolescentes com fibrose cística acompanhados no Ambulatório de Pediatria do Hospital das Clínicas da UNICAMP  PAGEREF _Toc78346065 h 17

HYPERLINK l "_Toc78346066" O uso do cateterismo umbilical em Recém-Nascidos no Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) ? Estudo Prospectivo  PAGEREF _Toc78346066 h 17

HYPERLINK l "_Toc78346067" CICLO MENSTRUAL E PIORA DE CRISES EPILÉPTICAS EM MULHERES COM EPILEPSIA DE LOBO TEMPORAL MESIAL E EPILEPSIA FOCAL EXTRA-TEMPORAL  PAGEREF _Toc78346067 h 18

HYPERLINK l "_Toc78346068" Crianças cegas e comportamentos semelhantes aos de autistas: um estudo de caso  PAGEREF _Toc78346068 h 18

HYPERLINK l "_Toc78346069" Crianças cegas e comportamentos semelhantes aos de autistas: um estudo de caso  PAGEREF _Toc78346069 h 18

HYPERLINK l "_Toc78346070" Caracterização de uma família de genes, correspondentes a MUPs (Major Urinary Proteins) de camundongos, expressos em tumores humanos  PAGEREF _Toc78346070 h 19

HYPERLINK l "_Toc78346071" A REPRESENTAÇÃO DA DOENÇA ATRAVÉS DO DESENHO EM PACIENTES INTERNADOS NUMA UNIDADE DE CIRURGIA VASCULAR  PAGEREF _Toc78346071 h 19

HYPERLINK l "_Toc78346072" ANTECEDENTES MÓRBIDOS EM PACIENTES COM E SEM CÂNCER DE MAMA  PAGEREF _Toc78346072 h 19

HYPERLINK l "_Toc78346073" AS PRÁTICAS DE ENFERMAGEM DESENVOLVIDAS COM SUJEITOS PSICÓTICOS EM TRATAMENTO EM CAPS III.  PAGEREF _Toc78346073 h 20

HYPERLINK l "_Toc78346074" ANÁLISE HISTÓRICA DO PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DA ENFERMEIRA NA CONSTRUÇÃO DOS EQUIPAMENTOS SUBSTITUTIVOS AO MODELO ASSISTENCIAL MANICOMIAL  PAGEREF _Toc78346074 h 20

HYPERLINK l "_Toc78346075" Estudo epidemiológico sobre os DFTN na maternidade do CAISM  PAGEREF _Toc78346075 h 21

HYPERLINK l "_Toc78346076" DEMANDAS DE ATENÇÃO EM INDIVÍDUOS COM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA EM TRATAMENTO DE HEMODIÁLISE  PAGEREF _Toc78346076 h 21

HYPERLINK l "_Toc78346077" Perfil da Utilização dos Serviços e dos Usuários do Sistema de Saúde Suplementar da Comunidade Interna da Unicamp  PAGEREF _Toc78346077 h 21

HYPERLINK l "_Toc78346078" Significações Psicoculturais do Câncer de Próstata para Pacientes na Busca de Tratamento ? Um Estudo Clínico-Qualitativo  PAGEREF _Toc78346078 h 22

HYPERLINK l "_Toc78346079" Fantasias sobre possibilidades de gravidez e maternidade em pacientes adultas férteis em hemodiálise - Um estudo clínico-qualitativo  PAGEREF _Toc78346079 h 22

HYPERLINK l "_Toc78346080" PARTICIPAÇÃO COMUNITÁRIA E TRABALHO VOLUNTÁRIO: VISÃO DE ATORES SOCIAIS  PAGEREF _Toc78346080 h 22

HYPERLINK l "_Toc78346081" INFLUÊNCIA DO CONTROLE GLICÊMICO NA OCORRÊNCIA DE SINTOMAS GASTROINTESTINAIS EM CRIANÇAS COM DIABETES MELLITUS TIPO I, EM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO  PAGEREF _Toc78346081 h 23

HYPERLINK l "_Toc78346082" Clínica e Diagnóstico em Crianças com Doença Inflamatória Intestinal  PAGEREF _Toc78346082 h 23

HYPERLINK l "_Toc78346083" ASSOCIAÇÃO ENTRE DEPRESSÃO E INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO  PAGEREF _Toc78346083 h 23

HYPERLINK l "_Toc78346084" VOLUMETRIA HIPOCAMPAL E MEMÓRIA EM PACIENTES COM EPILEPSIA DE LOBO TEMPORAL  PAGEREF _Toc78346084 h 24

HYPERLINK l "_Toc78346085" VOLUMETRIA DA REGIÃO PARA-HIPOCAMPAL E MEMÓRIA EM PACIENTES COM EPILEPSIA DE LOBO TEMPORAL  PAGEREF _Toc78346085 h 24

HYPERLINK l "_Toc78346086" Volumetria dos Tálamos em Pacientes com Epilepsia de Lobo Temporal de Difícil Controle  PAGEREF _Toc78346086 h 24

HYPERLINK l "_Toc78346087" ESTUDO VOLUMÉTRICO DA AMÍGDALA E AVALIAÇÃO DE MEMÓRIA EM PACIENTES COM EPILEPSIA DE LOBO TEMPORAL  PAGEREF _Toc78346087 h 25

HYPERLINK l "_Toc78346088" ESTUDO DO PERFIL DE DEMANDA DO SERVIÇO DE EMERGÊNCIA REFERENCIADA DO HOSPITAL ESTADUAL SUMARÉ ?DR. LEANDRO FRANCESCHINI?  PAGEREF _Toc78346088 h 25

HYPERLINK l "_Toc78346089" STATUS DE FERRO E POLIMORFISMO DE HAPTOGLOBINA EM PACIENTES HIV+  PAGEREF _Toc78346089 h 25

HYPERLINK l "_Toc78346090" FENÓTIPO ?HP0? EM PACIENTES HIV+  PAGEREF _Toc78346090 h 26

HYPERLINK l "_Toc78346091" Avaliação da Esteatorréia em Crianças com Hepatopatia  PAGEREF _Toc78346091 h 26

HYPERLINK l "_Toc78346092" ETIOLOGIA DA HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA NA FAIXA ETÁRIA PEDIÁTRICA  PAGEREF _Toc78346092 h 27

HYPERLINK l "_Toc78346093" AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO NEUROLOGICO E DA FUNÇÃO COGNITIVA EM PACIENTES COM GLICOGENOSE  PAGEREF _Toc78346093 h 27

HYPERLINK l "_Toc78346094" Estudo molecular da menopausa precoce: evidências para identificação de genes no cromossomo X envolvidos na determinação ovariana (Fase 1)  PAGEREF _Toc78346094 h 27

HYPERLINK l "_Toc78346095" Efeitos da nitrendipina na miocardiopatia induzida por inibição aguda da síntese de óxido nítrico em ratos  PAGEREF _Toc78346095 h 28

HYPERLINK l "_Toc78346096" O BLOQUEIO DE CANAIS DE CÁLCIO REDUZEM A EXTENSÃO DAS ÁREAS DE INFARTO DO MIOCÁRDIO INDUZIDO POR INIBIÇÃO AGUDA DA SÍNTESE DE NO EM RATOS  PAGEREF _Toc78346096 h 28

HYPERLINK l "_Toc78346097" POLIMORFISMO DA HAPTOGLOBINA E METABOLISMO DO FERRO EM PACIENTES COM DOENÇA DE CHAGAS  PAGEREF _Toc78346097 h 28

HYPERLINK l "_Toc78346098" CORRELAÇÃO ENTRE O METABOLISMO DO FERRO E O POLIMORFISMO DAS HAPTOGLOBINAS EM PACIENTES PORTADORES DE SÍNDROMES FALCIFORMES  PAGEREF _Toc78346098 h 29

HYPERLINK l "_Toc78346099" ESTUDO DO TRATAMENTO DA TUBERCULOSE. CAMPINAS - SP, 2002  PAGEREF _Toc78346099 h 29

HYPERLINK l "_Toc78346100" TEMPO TOTAL DE ALEITAMENTO MATERNO E FATORES DE RISCO EM MULHERES COM DIAGNÓSTICO PRIMÁRIO DE CÂNCER DE MAMA  PAGEREF _Toc78346100 h 29

HYPERLINK l "_Toc78346101" ANÁLISE DO USO DO IMATINIB EM PACIENTES COM LMC  PAGEREF _Toc78346101 h 30

HYPERLINK l "_Toc78346102" ESTUDO MOLECULAR DE PACIENTES COM DISTÚRBIO DO DESENVOLVIMENTO CORTICAL  PAGEREF _Toc78346102 h 30

HYPERLINK l "_Toc78346103" INVESTIGAÇÃO DO SÍTIO POLIMÓRFICO CCG NO GENE HD NA POPULAÇÃO BRASILEIRA  PAGEREF _Toc78346103 h 30

HYPERLINK l "_Toc78346104" Estudos de ligação no cromossomo 3 em região candidata para Epilepsia do Lobo Temporal Mesial Familiar (ELTMF)  PAGEREF _Toc78346104 h 31

HYPERLINK l "_Toc78346105" ANÁLISE DE SEGREGAÇÃO COMPLEXA EM FAMÍLIAS COM EPILEPSIA DE LOBO TEMPORAL MESIAL FAMILIAR  PAGEREF _Toc78346105 h 31

HYPERLINK l "_Toc78346106" Silenciamento in vitro de um gene essencial de S. mansoni  PAGEREF _Toc78346106 h 31

HYPERLINK l "_Toc78346107" EFEITOS DA INJEÇÃO INTRACEREBROVENTRICULAR (i.c.v.) DE SALINA HIPERTÔNICA SOBRE A FUNÇÃO RENAL DE RATOS ESPONTANEAMENTE HIPERTENSOS (SHR).  PAGEREF _Toc78346107 h 31

HYPERLINK l "_Toc78346108" EFEITOS DA INJEÇÃO INTRACEREBROVENTRICULAR (i.c.v.) DE HIDROCLORTIAZIDA SOBRE A FUNÇÃO RENAL DE RATOS NORMOTENSOS  PAGEREF _Toc78346108 h 32

HYPERLINK l "_Toc78346109" A prática do autocuidado de hipertensos  PAGEREF _Toc78346109 h 32

HYPERLINK l "_Toc78346110" EFEITO AGUDO DA ATIVIDADE FÍSICA SOBRE A PRESSÃO ARTERIAL  PAGEREF _Toc78346110 h 33

HYPERLINK l "_Toc78346111" ADEQUAÇÃO DO USO DE TABELAS DE CORREÇÃO DE VALORES DE PRESSÃO ARTERIAL EM INDIVÍDUOS OBESOS  PAGEREF _Toc78346111 h 33

HYPERLINK l "_Toc78346112" ESTUDO SOBRE INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO EM PACIENTES COM TRAUMATISMO CRÂNIO- ENCEFÁLICO  PAGEREF _Toc78346112 h 33

HYPERLINK l "_Toc78346113" O PAPEL DO ENFERMEIRO GERENCIAL NA ABORDAGEM DO PACIENTE COM TRAUMATISMO CRÂNIO-ENCEFÁLICO  PAGEREF _Toc78346113 h 33

HYPERLINK l "_Toc78346114" A HERANÇA DE POLIMORFISMOS DO GENE GSTP1 AUMENTA O RISCO DE CÂNCER DE OVÁRIO  PAGEREF _Toc78346114 h 34

HYPERLINK l "_Toc78346115" Avaliação dos casos de Transtorno Invasivo do Desenvolvimento do ambulatório de Neuropsiquiatria do HC-UNICAMP  PAGEREF _Toc78346115 h 34

HYPERLINK l "_Toc78346116" INQUÉRITO SOBRE TABAGISMO E SEDENTARISMO EM PACIENTES COM LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO  PAGEREF _Toc78346116 h 35

HYPERLINK l "_Toc78346117" A IMPORTÂNCIA DA BUSCA POR REABILITAÇÃO DAS FAMÍLIAS COM FILHOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL  PAGEREF _Toc78346117 h 35

HYPERLINK l "_Toc78346118" Análise da expressão de receptores VEGF no pulmão fetal em modelo de traqueo-oclusão  PAGEREF _Toc78346118 h 35

HYPERLINK l "_Toc78346119" PNEUMÓCITOS II EM FETOS DE RATAS SUBMETIDOS À OCLUSÃO TRAQUEAL IN UTERO  PAGEREF _Toc78346119 h 36

HYPERLINK l "_Toc78346120" MALFORMAÇÃO DE ARNOLD-CHIARI NO MODELO DE DISRAFISMO FETAL  PAGEREF _Toc78346120 h 36

HYPERLINK l "_Toc78346121" PRANCHA DE COMUNICAÇÃO SUPLEMENTAR E ALTERNATIVA(CSA) PARA PACIENTES ADULTOS HOSPITALIZADOS COM IMPEDIMENTO TEMPORÁRIO DA FALA  PAGEREF _Toc78346121 h 36

HYPERLINK l "_Toc78346122" Introdução da Comunicação Suplementar e/ou Alternativa (CSA) para otimizar a Relação Profissional ? Paciente no Leito Pediátrico  PAGEREF _Toc78346122 h 37

HYPERLINK l "_Toc78346123" A IMPLANTAÇÃO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DA UNICAMP: UMA VERSÃO DESCONHECIDA DA HISTÓRIA  PAGEREF _Toc78346123 h 37

HYPERLINK l "_Toc78346124" Avaliação clínica e endoscópica de pacientes com manifestações extra-esofágicas da doença do refluxo gastroesofágico  PAGEREF _Toc78346124 h 37

HYPERLINK l "_Toc78346125" COMPARAÇÃO DOS INDICADORES DE RISCO PARA SURDEZ COM RESULTADOS DE TESTES AUDIOLÓGICOS  PAGEREF _Toc78346125 h 37

HYPERLINK l "_Toc78346126" FONOAUDIOLOGIA E CRECHE: UMA PROPOSTA DE ATUAÇÃO  PAGEREF _Toc78346126 h 38

HYPERLINK l "_Toc78346127" FONOAUDIOLOGIA E CRECHE: UMA PROPOSTA DE ATUAÇÃO  PAGEREF _Toc78346127 h 38

HYPERLINK l "_Toc78346128" ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM EM LACTENTES DE RISCO PARA SURDEZ  PAGEREF _Toc78346128 h 38

HYPERLINK l "_Toc78346129" COMPORTAMENTO ALIMENTAR NA MORADIA ESTUDANTIL DA UNICAMP: SAÚDE, EDUCAÇÃO E COTIDIANO.  PAGEREF _Toc78346129 h 39

HYPERLINK l "_Toc78346130" PERCEPÇÃO DO PACIENTE SOBRE O CUIDADO NUTRICIONAL RECEBIDO NO HOSPITAL  PAGEREF _Toc78346130 h 39

HYPERLINK l "_Toc78346131" Algumas razões da não adesão ao atendimento por parte de pais de crianças com perda auditiva  PAGEREF _Toc78346131 h 40

HYPERLINK l "_Toc78346132" POLIMORFISMO DA HAPTOGLOBINA E RESPOSTA DE FASE AGUDA EM PACIENTES HIV+  PAGEREF _Toc78346132 h 40

HYPERLINK l "_Toc78346133" Polimorfismo da Haptoglobina em Pacientes HIV+  PAGEREF _Toc78346133 h 40

HYPERLINK l "_Toc78346134" A INFORMÁTICA COMO RECURSO PARA O USO DO RESÍDUO VISUAL POR ESCOLARES COM BAIXA VISÃO  PAGEREF _Toc78346134 h 41

HYPERLINK l "_Toc78346135" ACOMPANHAMENTO AUDIOLÓGICO DE LACTENTES SAUDÁVEIS QUE FALHARAM NA TRIAGEM AUDITIVA INICIAL  PAGEREF _Toc78346135 h 41

HYPERLINK l "_Toc78346136" MONITORAMENTO AUDIOLÓGICO DE BEBÊS COM INDICADORES DE RISCO PARA PERDA AUDITIVA PROGRESSIVA E/OU TARDIA  PAGEREF _Toc78346136 h 42

HYPERLINK l "_Toc78346137" TIPO DE MÉTODO ANTICONCEPCIONAL ESCOLHIDO E LOCUS DE CONTROLE  PAGEREF _Toc78346137 h 42

HYPERLINK l "_Toc78346138" EFEITO DA INSULINA NA CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS EM RATOS DIABÉTICOS E NÃO DIABÉTICOS  PAGEREF _Toc78346138 h 42

HYPERLINK l "_Toc78346139" Trabalho, estilo de vida e aspectos de saúde entre motoristas de caminhão  PAGEREF _Toc78346139 h 43

HYPERLINK l "_Toc78346140" O uso de atividades enquanto recurso pela Terapia Ocupacional: relato do grupo de mães  PAGEREF _Toc78346140 h 43

HYPERLINK l "_Toc78346141" COMPLICAÇÕES PRESENTES EM PACIENTES PEDIÁTRICOS ALIMENTADOS POR SONDA  PAGEREF _Toc78346141 h 44

HYPERLINK l "_Toc78346142" INTRODUÇÃO DE SONDA PARA ALIMENTAÇÃO: PROCEDIMENTOS USADOS EM INSTITUIÇÕES DE SAÚDE DIVERSIFICADAS  PAGEREF _Toc78346142 h 44

HYPERLINK l "_Toc78346143" Análise histológica seqüencial de glândulas salivares menores na DECHc  PAGEREF _Toc78346143 h 44

HYPERLINK l "_Toc78346144" Heliodermatose em felinos: análise morfométrica e graduação clínica  PAGEREF _Toc78346144 h 45

HYPERLINK l "_Toc78346145" Hidrocefalia em Crianças ? Estudo de 45 Pacientes do HC FCM/UNICAMP  PAGEREF _Toc78346145 h 45

HYPERLINK l "_Toc78346146" PREVALÊNCIA DE TRANSTORNOS MENTAIS COMUNS E FATORES ASSOCIADOS NA POPULAÇÃO DE CAMPINAS, S.P.  PAGEREF _Toc78346146 h 45

HYPERLINK l "_Toc78346147" MORTALIDADE POR HOMICÍDIOS NO MUNICÍPIO DE CAMPINAS: ANÁLISE ESPACIAL DO PADRÃO EPIDEMIOLÓGICO NO DISTRITO SUDOESTE  PAGEREF _Toc78346147 h 46

HYPERLINK l "_Toc78346148" Prevalência do tabagismo na população de Campinas (ISA-SP-Campinas)  PAGEREF _Toc78346148 h 46

HYPERLINK l "_Toc78346149" Indicadores de Risco para o Desenvolvimento Neuropsicomotor de Lactentes, filhos de mães que apresentaram Hipertensão Arterial na gestação  PAGEREF _Toc78346149 h 46

HYPERLINK l "_Toc78346150" FARMACOVIGILÂNCIA: ANALISE COMPARATIVA DOS EVENTOS ADVERSOS DAS DROGAS ANTIEPILEPTICAS NA INFANCIA  PAGEREF _Toc78346150 h 47

HYPERLINK l "_Toc78346151" AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA E TOLERABILIDADE DA VIGABATRINA NA SÍNDROME DE WEST  PAGEREF _Toc78346151 h 47

HYPERLINK l "_Toc78346152" EFICACIA E SEGURANÇA DO CLOBAZAM COMO TERAPIA ADJUVANTE EM EPILEPSIA FOCAL DA INFÂNCIA  PAGEREF _Toc78346152 h 47

HYPERLINK l "_Toc78346153" PREVENÇÃO DA RESISTÊNCIA À INSULINA INDUZIDA POR DIABETES CAUSADA POR ESTREPTOZOTOCINA COM O USO DE SALICILATO  PAGEREF _Toc78346153 h 48

HYPERLINK l "_Toc78346154" PREVENÇÃO DA RESISTÊNCIA À INSULINA INDUZIDA PELA SEPSE COM O USO DE SALICILATO  PAGEREF _Toc78346154 h 48

HYPERLINK l "_Toc78346155" Avaliação dos efeitos do fitoterápico ?Dong Quai? (Angelica sinensis) sobre o crescimento e diferenciação de precursores hematopoéticos da medula óssea  PAGEREF _Toc78346155 h 48

HYPERLINK l "_Toc78346156" Efeitos do fitoterápico Annona muricata sobre o crescimento e diferenciação de células hematopoéticas normais  PAGEREF _Toc78346156 h 49

HYPERLINK l "_Toc78346157" Avaliação in vitro dos efeitos do extrato de Maytenus ilicifolia (Espinheira Santa) sobre o crescimento e a diferenciação de precursores hematopoéticos  PAGEREF _Toc78346157 h 49

HYPERLINK l "_Toc78346158" O estudo do efeito anti-cancerígeno do Agaricus blasei Murill (AbM) em ratos inoculados com o tumor de Walker 256  PAGEREF _Toc78346158 h 49

HYPERLINK l "_Toc78346159" COMPARAÇÃO ENTRE ESCALAS DE AVALIAÇÃO DE INTENSIDADE DA DOR EM PACIENTES COM DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES COM BAIXA ESCOLARIDADE  PAGEREF _Toc78346159 h 50

HYPERLINK l "_Toc78346160" AVALIAÇÃO DE UMA CADEIRA DE BANHO UTILIZADA EM AMBIENTE HOSPITALAR: UMA ABORDAGEM ERGONÔMICA  PAGEREF _Toc78346160 h 50

HYPERLINK l "_Toc78346161" AVALIAÇÃO DE UMA CADEIRA DE RODAS UTILIZADA EM ATIVIDADES DE TRANSPORTE DE PACIENTES: UMA ABORDAGEM ERGONÔMICA  PAGEREF _Toc78346161 h 50

HYPERLINK l "_Toc78346162" Incidência e fatores de risco para rejeição em transplantes de córnea realizados no HC-UNICAMP em 2002  PAGEREF _Toc78346162 h 51

HYPERLINK l "_Toc78346163" Prevalência de Transtornos Depressivos em Hospital Geral e Validação do Guia de Avaliação Clínica PRIME-MD  PAGEREF _Toc78346163 h 51

HYPERLINK l "_Toc78346164" Prevalência de Transtornos Mentais em Hospital Geral e Validação do Guia de Avaliação Clínica PRIME-MD  PAGEREF _Toc78346164 h 51

HYPERLINK l "_Toc78346165" UM SISTEMA GENÉRICO BASEADO NA WEB PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SIMULAÇÕES CLÍNICAS NO ENSINO MÉDICO BASEADO EM PROBLEMAS (PBL)  PAGEREF _Toc78346165 h 52

HYPERLINK l "_Toc78346166" Efeitos da Administração de Testosterona na Modulação da Expressão gênica de IFN-(, IL-12, IL-10, TNF-( e Componentes de Apoptose (Fas, Fas-L e Bcl-2) em Cultura de Células Esplênicas de Camundongo Nod (Non Obese Diabetic)  PAGEREF _Toc78346166 h 52

HYPERLINK l "_Toc78346167" FATORES DE RISCO E QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES COM DOENÇA ARTERIAL OBSTRUTIVA PERIFÉRICA  PAGEREF _Toc78346167 h 52

HYPERLINK l "_Toc78346168" ESPECIALIDADES COM GRANDE NÚMERO DE PROCESSOS NO CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO (CREMESP): ESTUDO COMPARATIVO  PAGEREF _Toc78346168 h 53

HYPERLINK l "_Toc78346169" CITOMEGALOVÍRUS EM TRANSPLANTADOS HEPÁTICOS: COMPARAÇÃO ENTRE ANTIGENEMIA E NESTED-PCR NO SANGUE PERIFÉRICO  PAGEREF _Toc78346169 h 53

HYPERLINK l "_Toc78346170" Monitorização da Co-Infecção pelo CMV e HHV-6 em Pacientes Receptores de Transplantes Hepáticos  PAGEREF _Toc78346170 h 53

HYPERLINK l "_Toc78346171" ALTA EXPRESSÃO DE Apaf-1LN EM LEUCEMIA MIELÓIDE AGUDA PODE ESTAR RELACIONADA A FALHA NA TERAPIA DE INDUÇÃO DE REMISSÃO  PAGEREF _Toc78346171 h 54

HYPERLINK l "_Toc78346172" ARHGAP10, nova proteína humana com domínios Rho-GAP, PH e PDZ, e sua possível relação com o citoesqueleto de actina e com a diferenciação celular  PAGEREF _Toc78346172 h 54

HYPERLINK l "_Toc78346173" Identificação dos Fatores Determinantes da Desnutrição Infantil em uma Região de Pobreza do Município de Campinas - SP  PAGEREF _Toc78346173 h 54

HYPERLINK l "_Toc78346174" ESTUDO COMPARATIVO DAS AVALIAÇÕES NEUROPSICOLÓGICAS E DE NEUROIMAGEM EM CRIANÇAS COM DISTÚRBIO ESPECÍFICO DE LEITURA (DISLEXIA)  PAGEREF _Toc78346174 h 55

HYPERLINK l "_Toc78346175" O SOCIAL OCULTO NAS QUEIXAS DE DISTURBIOS DE COMUNICAÇÃO  PAGEREF _Toc78346175 h 55

HYPERLINK l "_Toc78346176" histórias infantis e linguagem escrita na surdez  PAGEREF _Toc78346176 h 55

HYPERLINK l "_Toc78346177" Faculdade de Educação Física  PAGEREF _Toc78346177 h 56

HYPERLINK l "_Toc78346178" Atividade Física e Qualidade de vida: estudo experimental em mulheres sedentárias do Jardim São Marcos, Campinas - SP  PAGEREF _Toc78346178 h 56

HYPERLINK l "_Toc78346179" Imagem Corporal e Lesão Medular: uma Pesquisa Bibliográfica  PAGEREF _Toc78346179 h 56

HYPERLINK l "_Toc78346180" APROXIMANDO A EDUCAÇÃO FÍSICA ÀS ARTES CÊNICAS: METODOLOGIA DO TECIDO ACROBÁTICO  PAGEREF _Toc78346180 h 56

HYPERLINK l "_Toc78346181" UM ESTUDO DA APLICAÇÃO DA GINÁSTICA RÍTMICA NA FAIXA ETÁRIA DE 5 A 8 ANOS  PAGEREF _Toc78346181 h 57

HYPERLINK l "_Toc78346182" Análise das Adaptações Orgânicas ao Treinamento Físico em Homens Saudáveis de Meia Idade em Resposta a uma Seqüência Fixa de Execução Durante a Sessão de Treino: Exercícios Aeróbios e Exercícios de Resistência Muscular Localizada  PAGEREF _Toc78346182 h 57

HYPERLINK l "_Toc78346183" Estudo das Adaptações Morfofuncionais em Homens Saudáveis de Meia Idade Utilizando-se uma Seqüência Fixa de Execução do Tipo de Exercício Durante a Sessão de Treino: Exercícios de Resistência Muscular Localizada e Exercícios Aeróbios  PAGEREF _Toc78346183 h 57

HYPERLINK l "_Toc78346184" Pessoas com Esclerose Múltipla e a prática de atividades lúdico-recreativas  PAGEREF _Toc78346184 h 58

HYPERLINK l "_Toc78346185" ESTUDO COMPARATIVO ENTRE AS MODALIDADES DE GINÁSTICA LOCALIZADA E STEP, NAS VARIÁVEIS DE COORDENAÇÃO MOTORA E APTIDÃO FÍSICA EM MULHERES FREQUENTADORAS DOS PROJETOS DE EXTENSÃO DESSAS MODALIDADES, NA UNICAMP  PAGEREF _Toc78346185 h 58

HYPERLINK l "_Toc78346186" Análise do Programa Normativo Brasileiro (2001 ? 2004)  PAGEREF _Toc78346186 h 58

HYPERLINK l "_Toc78346187" TREINAMENTO DE FORÇA DENTRO E FORA DA ÁGUA: RELAÇÃO ENTRE GANHO DE FORÇA FORA DA ÁGUA E SUA TRANSFERÊNCIA PARA VELOCISTAS  PAGEREF _Toc78346187 h 59

HYPERLINK l "_Toc78346188" IN AQUA OUT TRAINING ? CONDICIONAMENTO FÍSICO ATRAVÉS DE EXERCÍCIOS DENTRO E FORA DA ÁGUA: UMA PROPOSTA DE TRABALHO DE FORÇA  PAGEREF _Toc78346188 h 59

HYPERLINK l "_Toc78346189" Inferências sobre um plano de ensino de esportes para crianças de 9 a 12 anos de idade  PAGEREF _Toc78346189 h 59

HYPERLINK l "_Toc78346190" A VISÃO DOS ALUNOS DE GRADUAÇÃO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DO CAMPO DE CONHECIMENTO DA NUTRIÇÃO  PAGEREF _Toc78346190 h 60

HYPERLINK l "_Toc78346191" ANÁLISES DE PADRÕES RESPIRATÓRIOS EM NADADORES A PARTIR DE VIDEOGRAMETRIA  PAGEREF _Toc78346191 h 60

HYPERLINK l "_Toc78346192" ANÁLISE POR COMPONENTES PRINCIPAIS DOS DESLOCAMENTOS DE JOGADORES DE FUTEBOL OBTIDOS POR RASTREAMENTO AUTOMÁTICO  PAGEREF _Toc78346192 h 60

HYPERLINK l "_Toc78346193" Pedagogia Do Esporte: Um Estudo Da Interdependência Entre o Esporte Profissional e a Iniciação Esportiva. O Caso Do Basquetebol Feminino De Campinas  PAGEREF _Toc78346193 h 61

HYPERLINK l "_Toc78346194" BENEFÍCIOS DE ATIVIDADES FÍSICAS COMBINADAS (AFC) NA REABILITAÇÃO E NA PÓS-REABILITAÇÃO DE PESSOAS COM LOMBALGIA  PAGEREF _Toc78346194 h 61

HYPERLINK l "_Toc78346195" EFEITOS DO TREINAMENTO COM PESOS SOBRE AS VARIÁVEIS MORFOLÓGICAS, FUNCIONAIS E CARDIORRESPIRATÓRIAS EM MULHERES MENOPAUSADAS SAUDÁVEIS  PAGEREF _Toc78346195 h 61

HYPERLINK l "_Toc78346196" Faculdade de Odontologia de Piracicaba  PAGEREF _Toc78346196 h 62

HYPERLINK l "_Toc78346197" AVALIAÇÃO IN VITRO DA EFICIÊNCIA DE TRÊS LOCALIZADORES APICAIS ELETRÔNICOS  PAGEREF _Toc78346197 h 62

HYPERLINK l "_Toc78346198" ENSAIO DE SORÇÃO DE ÁGUA EM RESINA ACRÍLICA ATIVADA TERMICAMENTE, PROCESSADA EM MUFLA MONO E BIMAXILAR  PAGEREF _Toc78346198 h 62

HYPERLINK l "_Toc78346199" Efeito da Melaleuca alternifolia e da Clorexidina sobre o biofilme induzido em brackets ortodônticos. Estudo in vitro  PAGEREF _Toc78346199 h 62

HYPERLINK l "_Toc78346200" DOSAGEM DE METRONIDAZOL EM SALIVA POR CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA  PAGEREF _Toc78346200 h 63

HYPERLINK l "_Toc78346201" Influência da experiência profissional no diagnóstico radiográfico de cáries dentárias  PAGEREF _Toc78346201 h 63

HYPERLINK l "_Toc78346202" AVALIAÇÃO DA VARIABILIDADE EM EXPERIMENTOS NA ÁREA DE CARIOLOGIA APLICADA À PRIMEIRA INFÂNCIA  PAGEREF _Toc78346202 h 63

HYPERLINK l "_Toc78346203" ANÁLISE IMUNOHISTOQUÍMICA DE GRANULOMAS PERIAPICAIS, CISTOS RADICULARES E CISTOS RESIDUAIS  PAGEREF _Toc78346203 h 64

HYPERLINK l "_Toc78346204" ANÁLISE DO PERFIL PROTÉICO DO BIOFILME DENTAL FORMADO IN SITU NA PRESENÇA DE GLICOSE+FRUTOSE E SACAROSE  PAGEREF _Toc78346204 h 64

HYPERLINK l "_Toc78346205" Análise facial em indivíduos na dentição mista com mordida aberta anterior  PAGEREF _Toc78346205 h 64

HYPERLINK l "_Toc78346206" Efeito do condicionamento da cerâmica Empress 2 na resistência de união à tração em dentina e influência da espessura da cerâmica na polimerização  PAGEREF _Toc78346206 h 65

HYPERLINK l "_Toc78346207" INFLUÊNCIA DO VOLUME DE MATERIAL RESTAURADOR SOBRE A CONCENTRAÇÃO DE TENSÕES NA INTERFACE RESTAURADORA  PAGEREF _Toc78346207 h 65

HYPERLINK l "_Toc78346208" RESISTÊNCIA À FRATURA DE RAÍZES DEBILITADAS RECONSTRUÍDAS COM PINOS ESTÉTICOS INTRA-RADICULARES E COMPÓSITO ODONTOLÓGICO  PAGEREF _Toc78346208 h 65

HYPERLINK l "_Toc78346209" AVALIAÇÃO DA ADAPTAÇÃO MARGINAL E LINHA DE CIMENTAÇÃO DE RESTAURAÇÕES INDIRETAS POR MÉTODOS NÃO INVASIVOS  PAGEREF _Toc78346209 h 66

HYPERLINK l "_Toc78346210" AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA DE UNIÃO DE SISTEMAS ADESIVOS AUTOCONDICIONANTES AO ESMALTE DENTAL INTACTO E ABRASIONADO  PAGEREF _Toc78346210 h 66

HYPERLINK l "_Toc78346211" Avaliação do paladar e fluxo salivar em crianças com respiração nasal e bucal  PAGEREF _Toc78346211 h 66

HYPERLINK l "_Toc78346212" Avaliação da força de mordida e movimentos mandibulares em crianças com e sem sinais e sintomas de disfunção temporomandibular  PAGEREF _Toc78346212 h 67

HYPERLINK l "_Toc78346213" AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DE ANESTESIAS INFILTRATIVAS SUBPERIÓSTICAS COM DIFERENTES VOLUMES DE SOLUÇÃO ANESTÉSICA  PAGEREF _Toc78346213 h 67

HYPERLINK l "_Toc78346214" EFEITO DOS FORRADORES RESINISOS NA INFILTRAÇÃO MARGINAL DE RESTAURAÇÕES EM COMPÓSITO SUBMETIDO À CICLAGEM MECÂNICA  PAGEREF _Toc78346214 h 67

HYPERLINK l "_Toc78346215" ANÁLISE COMPARATIVA DA IMUNOEXPRESSÃO DAS CÉLULAS DE LANGERHANS NAS LÍNGUAS DE 15 PACIENTES COM AIDS AUTOPSIADOS E 15 PACIENTES AUTOPSIADOS HIV NEGATIVOS  PAGEREF _Toc78346215 h 68

HYPERLINK l "_Toc78346216" Efeito antimicrobiano in vitro dos compostos isolados da Mikania glomerata sobre os patógenos orais  PAGEREF _Toc78346216 h 68

HYPERLINK l "_Toc78346217" INFLUÊNCIA DE COMPOSTOS ISOLADOS DA PRÓPOLIS NA PRODUÇÃO DE ÁCIDOS EM BIOFILME DENTAL  PAGEREF _Toc78346217 h 68

HYPERLINK l "_Toc78346218" Avaliação do Efeito Sazonal, em 6 Meses, no Potencial Antimicrobiano da Própolis Tipo 12  PAGEREF _Toc78346218 h 69

HYPERLINK l "_Toc78346219" Análise Microestrutural da Dentina de Dentes Decíduos ? Estudo em Microscopia Eletrônica de Varredura  PAGEREF _Toc78346219 h 69

HYPERLINK l "_Toc78346220" MICROMORFOLOGIA DA DENTINA DECÍDUA APÓS DESPROTEINIZAÇÃO ? AVALIAÇÃO EM MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE VARREDURA (MEV)  PAGEREF _Toc78346220 h 69

HYPERLINK l "_Toc78346221" Análise da estrutura supramolecular da matriz do esmalte dental. Optimização das observações em microscopia de luz polarizada  PAGEREF _Toc78346221 h 70

HYPERLINK l "_Toc78346222" Avaliação da influência do tratamento com doses intermitentes de paratormonio (PTH) no metabolismo ósseo mandibular durante o processo eruptivo de dentes de crescimento contínuo  PAGEREF _Toc78346222 h 70

HYPERLINK l "_Toc78346223" INFLUÊNCIA DE DIFERENTES MÉTODOS DE FOTOATIVAÇÃO NO SELAMENTO MARGINAL EM RESTAURAÇÕES DE COMPÓSITO COM SISTEMAS DE UNIÃO DISTINTOS  PAGEREF _Toc78346223 h 71

HYPERLINK l "_Toc78346224" Hemocentro  PAGEREF _Toc78346224 h 71

HYPERLINK l "_Toc78346225" mutações de ponto do gene bcr/abl em pacientes com leucemia mielóide crônica resistentes ao mesilato de Imatinib (Glivec)  PAGEREF _Toc78346225 h 71

HYPERLINK l "_Toc78346226" Instituto de Biologia  PAGEREF _Toc78346226 h 71

HYPERLINK l "_Toc78346227" Detecção e caracterização da duplicação do gene tRNAIle na região controle do DNAmt de moscas causadoras de miíases (Díptera: Calliphoridae)  PAGEREF _Toc78346227 h 71

HYPERLINK l "_Toc78346228" ALTERAÇÕES PROVOCADAS PELO CÁDMIO NO DESENVOLVIMENTO INICIAL DAS PLÂNTULAS DE DUAS ESPÉCIES DE GRAMÍNEAS  PAGEREF _Toc78346228 h 72

HYPERLINK l "_Toc78346229" ANÁLISE MORFOMÉTRICA DE LAEONEREIS ACUTA (ANNELIDA: POLYCHAETA): UM ESTUDO SOBRE SEU CRESCIMENTO  PAGEREF _Toc78346229 h 72

HYPERLINK l "_Toc78346230" BUSCA DE NOVOS MEDICAMENTOS POTENCIALIZADORES DA SECREÇÃO DE INSULINA: IMPORTÂNCIA PARA O TRATAMENTO DO DIABETES MELLITUS TIPO 2  PAGEREF _Toc78346230 h 72

HYPERLINK l "_Toc78346231" cultivo primário de células NK-uterinas em micro-spots  PAGEREF _Toc78346231 h 73

HYPERLINK l "_Toc78346232" DENGUE NA UNICAMP  PAGEREF _Toc78346232 h 73

HYPERLINK l "_Toc78346233" ?HOMING? DE COLLISELLA SUBRUGOSA (GASTROPODA:PROSOBRANCHIA) NA PRAIA DO LÁZARO, UBATUBA, S.P., BRASIL  PAGEREF _Toc78346233 h 74

HYPERLINK l "_Toc78346234" COMPARAÇÃO DE MÉTODOS DE IMUNODIAGNÓSTICOS NA DETECÇÃO DO CTV  PAGEREF _Toc78346234 h 74

HYPERLINK l "_Toc78346235" EXPRESSÃO DE ENOS NA DOENÇA PERIODONTAL EXPERIMENTAL AGUDA  PAGEREF _Toc78346235 h 74

HYPERLINK l "_Toc78346236" VERIFICAÇÃO DA PRESENÇA DOS GENES stxe, astA, cnf E cdt EM AMOSTRAS DE Escherichia coli F42+  PAGEREF _Toc78346236 h 74

HYPERLINK l "_Toc78346237" UMA FERRAMENTA PARA ESTUDO DE FUNÇÃO BIOLÓGICA DE GENES CORRELACIONANDO VIAS METABÓLICAS COM INFORMAÇÕES DE GENOMA, TRANSCRIPTOMA E PROTEOMA  PAGEREF _Toc78346237 h 75

HYPERLINK l "_Toc78346238" PARTICIPAÇÃO DOS RECEPTORES DE GLUTAMATO DO TIPO AMPA NA MEMÓRIA DO CONDICIONAMENTO SOM-CHOQUE  PAGEREF _Toc78346238 h 75

HYPERLINK l "_Toc78346239" SUSCETIBILIDADE DE BIOMPHALARIA AMAZONICA E BIOMPHALARIA PEREGRINA AO ANGIOSTRONGYLUS COSTARICENSIS  PAGEREF _Toc78346239 h 76

HYPERLINK l "_Toc78346240" Desenvolvimento e avaliação in vivo de formulações lipossomais de lidocaína  PAGEREF _Toc78346240 h 76

HYPERLINK l "_Toc78346241" Análise Quantitativa do Efeito Hemolítico de Sais Biliares em Eritrócitos Humanos  PAGEREF _Toc78346241 h 76

HYPERLINK l "_Toc78346242" Preparação, caracterização e avaliação in vitro de complexos de ciclodextrinas e ropivacaína  PAGEREF _Toc78346242 h 77

HYPERLINK l "_Toc78346243" Modulação do Mecanismo de Secreção de Insulina pela Taurina em Ilhotas de Langerhans de Camundongos Geneticamente Diabéticos (NOD)  PAGEREF _Toc78346243 h 77

HYPERLINK l "_Toc78346244" Expressão e detecção de genes envolvidos com patogenicidade de Crinipellis perniciosa  PAGEREF _Toc78346244 h 77

HYPERLINK l "_Toc78346245" Estudo da Variabilidade de Crinipellis perniciosa (Stahel) Singer na Região Produtora de Cacau no Sul da Bahia através da Análise Comparativa de Cariótipo Molecular  PAGEREF _Toc78346245 h 78

HYPERLINK l "_Toc78346246" Clonagem, expressão e purificação do Fator Indutor de Necrose de Phytophthora parasítica, visando entender os mecanismos de interação patógeno-hospedeiro  PAGEREF _Toc78346246 h 78

HYPERLINK l "_Toc78346247" Esteroidogênese e secreção hepática de VLDL estão aumentadas em camundongos deficientes do receptor de LDL  PAGEREF _Toc78346247 h 78

HYPERLINK l "_Toc78346248" AÇÕES DA S-NITROSOGLUTATIONA NA CADEIA RESPIRATÓRIA VEGETAL  PAGEREF _Toc78346248 h 79

HYPERLINK l "_Toc78346249" PRODUÇÃO DE FLAVONÓIDES DE SOJA COM ATIVIDADE FARMACOLÓGICA  PAGEREF _Toc78346249 h 79

HYPERLINK l "_Toc78346250" Defesas químicas de larvas do besouro Chelimorpha reimoseri (Chrysomelidae: Cassidinae: Stolaini) contra predadores  PAGEREF _Toc78346250 h 79

HYPERLINK l "_Toc78346251" Ação in vitro do oxigênio hiperbárico sobre leveduras de Paracoccidioides brasiliensis  PAGEREF _Toc78346251 h 80

HYPERLINK l "_Toc78346252" Identificação de proteínas potencialmente relacionadas a patogenicidade do fitopatógeno Xanthomonas axonopodis  PAGEREF _Toc78346252 h 80

HYPERLINK l "_Toc78346253" ELABORAÇÃO DE UMA CHAVE INTERATIVA DE IDENTIFICAÇÃO PARA FAMÍLIAS PERTENCENTES À ORDEM MALPIGHIALES DO ESTADO DE SÃO PAULO  PAGEREF _Toc78346253 h 80

HYPERLINK l "_Toc78346254" Elaboração de uma Chave Interativa de Identificação para Famílias Pertencentes ao Grupo Monofilético Eurosid II do Estado de São Paulo  PAGEREF _Toc78346254 h 80

HYPERLINK l "_Toc78346255" HELMINTOS PARASITAS DE ASTYANAX ALTIPARANAE NA FAZENDA RIO DAS PEDRAS (CAMPINAS, SP)  PAGEREF _Toc78346255 h 81

HYPERLINK l "_Toc78346256" Polinização, Reprodução e Anatomia dos Elaióforos de Grobya amherstiae Lindl. (Orchidaceae)  PAGEREF _Toc78346256 h 81

HYPERLINK l "_Toc78346257" ULTRAESTRUTURA DOS ESPERMATOZÓIDES DO BICHO-MINEIRO-DO-CAFEEIRO  PAGEREF _Toc78346257 h 82

HYPERLINK l "_Toc78346258" LOCALIZAÇÃO SUBCELULAR DOS FATORES DE REGULAÇÃO DA TRANSCRIÇÃO ATBZIP76 E ATBZIP78 DE ARABIDOPSIS THALIANA EM UM SISTEMA DE EXPRESSÃO TRANSIENTE  PAGEREF _Toc78346258 h 82

HYPERLINK l "_Toc78346259" INFLUÊNCIA DO PORTA-ENXERTO NO CONTEÚDO DE CAFEÍNA EM FOLHAS DE Coffea  PAGEREF _Toc78346259 h 82

HYPERLINK l "_Toc78346260" AVALIAÇÃO DO ESTRESSE EM ESTUDANTES PRÉ-VESTIBULANDOS NOS CURSOS DE MAIOR DEMANDA, ENVOLVENDO AS TRÊS ÁREAS DE CONHECIMENTO  PAGEREF _Toc78346260 h 83

HYPERLINK l "_Toc78346261" EFEITOS DA HIPÓXIA SOBRE A INFECÇÃO POR LEISHMANIA AMAZONENSIS E EXPRESSÃO DE HSP70 EM MACRÓFAGOS MURINOS  PAGEREF _Toc78346261 h 83

HYPERLINK l "_Toc78346262" Caracterização de proteínas de reserva de café em áreas distintas com diferentes condições edafoclimáticas  PAGEREF _Toc78346262 h 83

HYPERLINK l "_Toc78346263" Proteoma da Helicobacter pylori : Construção de mapa de referência e identificação de proteínas  PAGEREF _Toc78346263 h 84

HYPERLINK l "_Toc78346264" CARACTERIZAÇÃO DAS PROPRIEDADES ANTINUTRICIONAIS DAS PROTEÍNAS DE RESERVA (INIBIDORES DE SERINOPROTEASES E LECTINAS) EM SEMENTES DE Chenopodium quinoa  PAGEREF _Toc78346264 h 84

HYPERLINK l "_Toc78346265" Proteoma da Xylella fastidiosa: Estudo Comparativo da Expressão Protéica de Xylella fastidiosa Crescida em Condições de Formação e Não Formação de Biofilme Relacionada a Patogenicidade  PAGEREF _Toc78346265 h 84

HYPERLINK l "_Toc78346266" Citogenética de Allobates femoralis e de Colostethus sp. (aff. marchesianus) (Anura, Dendrobatidae)  PAGEREF _Toc78346266 h 84

HYPERLINK l "_Toc78346267" FILOGENIA MOLECULAR DE ESPÉCIES DE ?Hyla DE 2N=30 CROMOSSOMOS? (ANURA:HYLIDAE)  PAGEREF _Toc78346267 h 85

HYPERLINK l "_Toc78346268" Purificação e caracterização da citotoxina produzida por isolado clínico de Stenotrophomonas maltophilia  PAGEREF _Toc78346268 h 85

HYPERLINK l "_Toc78346269" Estrutura Populacional de Stramonita haemastoma (Gastropoda: Mollusca) no litoral dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro  PAGEREF _Toc78346269 h 86

HYPERLINK l "_Toc78346270" VARIABILIDADE GENÉTICA E BIOLOGIA FLORAL EM QUATRO ESPÉCIES DO GÊNERO ONCIDIUM BENTHAM (ORCHIDACEAE)  PAGEREF _Toc78346270 h 86

HYPERLINK l "_Toc78346271" Estudo das características biológicas de uma linhagem de Escherichia coli causadora da Síndrome da Cabeça Inchada em aves  PAGEREF _Toc78346271 h 86

HYPERLINK l "_Toc78346272" Avaliação da capacidade fagocítica de macrófagos peritonais por microscopia óptica e espectrofluorometria  PAGEREF _Toc78346272 h 87

HYPERLINK l "_Toc78346273" Instituto de Química  PAGEREF _Toc78346273 h 87

HYPERLINK l "_Toc78346274" HIDROGÉIS DOADORES DE ÓXIDO NÍTRICO PARA O TRATAMENTO DA LEISHMANIOSE CUTÂNEA  PAGEREF _Toc78346274 h 87

HYPERLINK l "_Toc78346275" PROJETOS DA ÁREA DE CIÊNCIAS EXATAS  PAGEREF _Toc78346275 h 88

HYPERLINK l "_Toc78346276" Instituto Agronômico de Campinas  PAGEREF _Toc78346276 h 89

HYPERLINK l "_Toc78346277" EXPERIMENTOS SOBRE A MOBILIDADE DE METAIS PESADOS (Cd, Cu, Ni, Pb E Zn) EM COLUNAS DE SOLO TRATADO COM LODO DE ESGOTO PARA FINS AGRíCOLAS  PAGEREF _Toc78346277 h 89

HYPERLINK l "_Toc78346278" Instituto de Computação  PAGEREF _Toc78346278 h 89

HYPERLINK l "_Toc78346279" BUSCA EM LARGURA LEXICOGRÁFICA E APLICAÇÕES  PAGEREF _Toc78346279 h 89

HYPERLINK l "_Toc78346280" IMPLEMENTAÇÃO DE UMA FERRAMENTA DE TESTES PARA AMBIENTES COMPUTACIONAIS DE EAD  PAGEREF _Toc78346280 h 89

HYPERLINK l "_Toc78346281" Implementação de um Sistema Baseado em Agentes para o Suporte à Análise de participações em Ambientes de EaD  PAGEREF _Toc78346281 h 90

HYPERLINK l "_Toc78346282" Ambiente para animação de algoritmos distribuídos baseado na construção progressiva de Checkpoints Globais Consistentes  PAGEREF _Toc78346282 h 90

HYPERLINK l "_Toc78346283" MAEXP ? Conjunto de Ferramentas de Manipulação e Análise Estrutural de XML  PAGEREF _Toc78346283 h 90

HYPERLINK l "_Toc78346284" Caleidoscópio Jr. ? Um espaço virtual inclusivo para crianças ? Design e Desenvolvimento de uma Agenda Virtual para crianças  PAGEREF _Toc78346284 h 91

HYPERLINK l "_Toc78346285" Parâmetros Seguros para Criptografia de Curvas Elípticas sobre Corpos Finitos  PAGEREF _Toc78346285 h 91

HYPERLINK l "_Toc78346286" BLINDED-KEY SIGNATURES: ANÁLISE E VERIFICAÇÃO  PAGEREF _Toc78346286 h 91

HYPERLINK l "_Toc78346287" Desenvolvimento de programa para análise de sistemas multicorpos  PAGEREF _Toc78346287 h 92

HYPERLINK l "_Toc78346288" Instituto de Física "Gleb Wataghin"  PAGEREF _Toc78346288 h 92

HYPERLINK l "_Toc78346289" Microscopia Fototérmica de Reflexão: caracterização de dispositivos microeletrônicos e contraste através do uso de diferentes comprimentos do feixe de prova  PAGEREF _Toc78346289 h 92

HYPERLINK l "_Toc78346290" TÉCNICA DE AUTOCORRELAÇÃO PARA MEDIDA DE PULSOS LASER ULTRARÁPIDOS  PAGEREF _Toc78346290 h 92

HYPERLINK l "_Toc78346291" Construção de Imagens 2D e 3D em Microscopia Confocal Multifóton  PAGEREF _Toc78346291 h 93

HYPERLINK l "_Toc78346292" SIMULAÇÃO LUZ DE FLUORESCÊNCIA E RECONSTRUÇÃO DE CHUVEIROS ATMOSFÉRICOS EXTENSOS  PAGEREF _Toc78346292 h 93

HYPERLINK l "_Toc78346293" ESTUDO DA FORMAÇÃO DE BICAMADAS DE SDS EM SUBSTRATO DE OURO EMPREGANDO A QCM  PAGEREF _Toc78346293 h 93

HYPERLINK l "_Toc78346294" SIMULAÇÕES COMPUTACIONAIS DE LIGAS DE COBRE E OURO USANDO DINÂMICA MOLECULAR COM POTENCIAIS EMPÍRICOS  PAGEREF _Toc78346294 h 93

HYPERLINK l "_Toc78346295" CARACTERIZAÇÃO ESPECTROSCÓPICA ATRAVÉS DE TÉCNICAS FOTOTÉRMICAS  PAGEREF _Toc78346295 h 94

HYPERLINK l "_Toc78346296" ESPECTRÔMETRO DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA ELETRÔNICA: AUTOMAÇÃO E SISTEMA DE VARIAÇÃO DE TEMPERATURA  PAGEREF _Toc78346296 h 94

HYPERLINK l "_Toc78346297" INTRUMENTAÇÃO VIRTUAL PARA EXPERIMENTOS COM ÁTOMOS FRIOS DE CÁLCIO APRISIONADOS A LASER  PAGEREF _Toc78346297 h 94

HYPERLINK l "_Toc78346298" EXPERIÊNCIAS SIMULTÂNEAS DE ESPALHAMENTO DE RAIOS-X (SAXS?WAXS) E CALORIMETRIA DIFERENCIAL (DSC): ESTUDO DAS FASES POLIMÓRFICAS DE GORDURAS NATURAIS  PAGEREF _Toc78346298 h 95

HYPERLINK l "_Toc78346299" PROPRIEDADES ÓPTICAS DE FILMES FINOS DE GERMÂNIO AMORFO CONTENDO IMPUREZAS DE ALUMÍNIO  PAGEREF _Toc78346299 h 95

HYPERLINK l "_Toc78346300" DINÂMICA DE EMARANHAMENTO EM UM SISTEMA TRIPARTIRE E POSSÍVEIS IMPLICAÇÕES EM INORMAÇÃO QUÂNTICA  PAGEREF _Toc78346300 h 95

HYPERLINK l "_Toc78346301" DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA MECÂNICO PARA EXPERIÊNCIAS DE DIFRAÇÃO MÚLTIPLA DE RAIOS-X  PAGEREF _Toc78346301 h 96

HYPERLINK l "_Toc78346302" LEIS DE ESCALAS EM FILMES DEPOSITADOS OBLIQUAMENTE  PAGEREF _Toc78346302 h 96

HYPERLINK l "_Toc78346303" CAOS EM CIRCUITOS ELETRÔNICOS  PAGEREF _Toc78346303 h 96

HYPERLINK l "_Toc78346304" PROPRIEDADES ESTRUTURAIS DE MATERIAIS DE INTERESSE BIOLÓGICO: ESTUDO POR MICROSCOPIA DE VARREDURA POR SONDA  PAGEREF _Toc78346304 h 97

HYPERLINK l "_Toc78346305" Caracterização elétrica de materiais semicondutores  PAGEREF _Toc78346305 h 97

HYPERLINK l "_Toc78346306" ESTUDO SOBRE MÉTODOS DE FIXAÇÃO DE DNA EM SUBSTRATOS DE MICA PARA MICROSCOPIA DE FORÇA ATÔMICA  PAGEREF _Toc78346306 h 97

HYPERLINK l "_Toc78346307" INTRODUÇÃO À FÍSICA DE NEUTRINOS  PAGEREF _Toc78346307 h 97

HYPERLINK l "_Toc78346308" SISTEMA DE CONTROLE PARA UM ESPECTRÔMETRO DE MASSA VIA COMPUTADOR II  PAGEREF _Toc78346308 h 98

HYPERLINK l "_Toc78346309" Estudo do Efeito Magnetocalórico em Compostos MnAs1-xSbx  PAGEREF _Toc78346309 h 98

HYPERLINK l "_Toc78346310" Instituto de Geociências  PAGEREF _Toc78346310 h 98

HYPERLINK l "_Toc78346311" COMPOSIÇÃO QUÍMICA DE GRANADA BIOTITA GNAISSES DE ALTO GRAU METAMÓRFICO DA REGIÃO DE BOTELHOS, M.G.  PAGEREF _Toc78346311 h 98

HYPERLINK l "_Toc78346312" ARSÊNIO E METAIS PESADOS EM SOLOS NO VALE DO RIBEIRA (SP)  PAGEREF _Toc78346312 h 99

HYPERLINK l "_Toc78346313" Análise de Geoindicadores na Região do Vale do Ribeira, São PAULO  PAGEREF _Toc78346313 h 99

HYPERLINK l "_Toc78346314" AEROGEofísiCA E sensorES REMOTOS APLICADOS AO MAPEAMENTO GEOLÓGICO REGIONAL DE TERRENOS PRECAMBRIANOS NO SUL DO CRATON DO SÃO FRANCISCO  PAGEREF _Toc78346314 h 99

HYPERLINK l "_Toc78346315" PROCESSAMENTO E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS AEROGEOFÍSICOS E DE SENSORIAMENTO REMOTO DA PROVINCIA AURÍFERA TELES PIRES-JURUENA (MT)  PAGEREF _Toc78346315 h 99

HYPERLINK l "_Toc78346316" DELIMITAÇÃO DE ÁREAS DE RISCO E ESBOÇO DO ZONEAMENTO GEOTÉCNICO DO MUNICÍPIO DE VÁRZEA PAULISTA, SP  PAGEREF _Toc78346316 h 100

HYPERLINK l "_Toc78346317" DELIMITAÇÃO DE ÁREAS DE RISCO E ESBOÇO DA CARTA GEOTÉCNICA DO MUNICÍPIO DE CAMPO LIMPO PAULISTA, SP  PAGEREF _Toc78346317 h 100

HYPERLINK l "_Toc78346318" ANÁLISE DA EXPANSÃO DAS MANCHAS URBANAS DA REGIÂO DE JUNDIAÍ-ATIBAIA  PAGEREF _Toc78346318 h 100

HYPERLINK l "_Toc78346319" Estruturas, textura e história de esfriamento de basaltos da bacia do Paraná no estado de São Paulo  PAGEREF _Toc78346319 h 101

HYPERLINK l "_Toc78346320" Geoquímica de rochas vulcânicas dacíticas da seqüência vulcano-sedimentar paleoproterozóica Rio Capim, Cráton São Francisco, Bahia  PAGEREF _Toc78346320 h 101

HYPERLINK l "_Toc78346321" ELABORAÇÃO DE UMA PALINOTECA DE REFERÊNCIA PARA ESPÉCIES ENCONTRADAS NA BACIA DO RIO ITANHÁEM, SP  PAGEREF _Toc78346321 h 101

HYPERLINK l "_Toc78346322" A MINERAÇÃO EM ÁREAS URBANAS  PAGEREF _Toc78346322 h 102

HYPERLINK l "_Toc78346323" BIOACESSIBILIDADE DE CHUMBO EM SOLOS DA REGIÃO DO ALTO VALE DO RIBEIRA  PAGEREF _Toc78346323 h 102

HYPERLINK l "_Toc78346324" Informações Climáticas e a sociedade: o papel da mídia, com ênfase na Revista Veja  PAGEREF _Toc78346324 h 102

HYPERLINK l "_Toc78346325" DIAGNÓSTICOS DE PROCESSOS EROSIVOS LINEARES DA REGIÃO SUDOESTE DO MUNICÍPIO DE CAMPINAS-SP  PAGEREF _Toc78346325 h 103

HYPERLINK l "_Toc78346326" A ASSOCIAÇÃO PARAGENÉTICA DO OURO E SUA IMPLICAÇÃO NA GÊNESE DO DEPÓSITO POLIMETÁLICO BREVES, PROVÍNCIA MINERAL DE CARAJÁS (PA)  PAGEREF _Toc78346326 h 103

HYPERLINK l "_Toc78346327" PROPOSTA DE UM MODELO DINÂMICO DA RAZÃO RESERVA/PRODUÇÃO  PAGEREF _Toc78346327 h 103

HYPERLINK l "_Toc78346328" MODELO ESTOCÁSTICO PARA SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO DE RESURSOS PETROLÍEFROS  PAGEREF _Toc78346328 h 103

HYPERLINK l "_Toc78346329" ALGORITMO ESTOCÁSTICO PARA SELEÇÃO DE CARTEIRA DE PROJETOS DE EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO DE PETRÓLEO  PAGEREF _Toc78346329 h 104

HYPERLINK l "_Toc78346330" USO DA Teoria da Utilidade na Priorização de Investimentos em Exploração e Produção de Petróleo  PAGEREF _Toc78346330 h 104

HYPERLINK l "_Toc78346331" Mapeamento Geológico da Borda Leste do Arco Magmático de Santa Quitéria ? CE  PAGEREF _Toc78346331 h 104

HYPERLINK l "_Toc78346332" Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica  PAGEREF _Toc78346332 h 105

HYPERLINK l "_Toc78346333" ONDAS ACÚSTICAS: GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E RECEPÇÃO  PAGEREF _Toc78346333 h 105

HYPERLINK l "_Toc78346334" MEDINDO O RISCO DO CRÉDITO: ASPECTOS TEÓRICOS  PAGEREF _Toc78346334 h 105

HYPERLINK l "_Toc78346335" MEDINDO O RISCO DE CRÉDITO: UMA VISÃO COMPUTACIONAL  PAGEREF _Toc78346335 h 105

HYPERLINK l "_Toc78346336" Variáveis Complexas e Aplicações  PAGEREF _Toc78346336 h 106

HYPERLINK l "_Toc78346337" MODELOS DE EXPLORAÇÃO DE RECURSOS BIOLÓGICOS  PAGEREF _Toc78346337 h 106

HYPERLINK l "_Toc78346338" Alguns Aspectos da Geometria dos Espaços Normados  PAGEREF _Toc78346338 h 106

HYPERLINK l "_Toc78346339" OTIMIZAÇÃO DE REDES DE DESTRIBUIÇÃO DE ÁGUA  PAGEREF _Toc78346339 h 107

HYPERLINK l "_Toc78346340" O PROBLEMA CAPACITADO DE ROTEAMENTO DE VEÍCULOS  PAGEREF _Toc78346340 h 107

HYPERLINK l "_Toc78346341" PROJETO ÓTIMO DE TRELIÇAS  PAGEREF _Toc78346341 h 107

HYPERLINK l "_Toc78346342" MÉTODOS DE CONSTRUÇÃO DE ÁRVORES FILOGENÉTICAS  PAGEREF _Toc78346342 h 108

HYPERLINK l "_Toc78346343" Estimadores de freqüências alélicas em loci Microsatélite através do modelo de mutação ?Stepwise?  PAGEREF _Toc78346343 h 108

HYPERLINK l "_Toc78346344" RESOLUÇÃO DA EQUAÇÃO DE ONDA ATRAVÉS DA TEORIA DOS RAIOS  PAGEREF _Toc78346344 h 108

HYPERLINK l "_Toc78346345" PROCESSOS ESPECULATIVOS EM MERCADOS IMOBILIÁRIOS  PAGEREF _Toc78346345 h 109

HYPERLINK l "_Toc78346346" MODELAGEM MATEMÁTICA PARA ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO DA DENGUE  PAGEREF _Toc78346346 h 109

HYPERLINK l "_Toc78346347" MODELAGEM FUZZY PARA ESTUDO DO CRESCIMENTO DO CÂNCER DE PRÓSTATA E DA RELAÇÃO COM O MARCADOR TUMORAL PSA  PAGEREF _Toc78346347 h 109

HYPERLINK l "_Toc78346348" MODELAGEM MATEMÁTICA PARA ESTUDO DO CRESCIMENTO TUMORAL E DA RELAÇÃO COM OS MARCADORES TUMORAIS  PAGEREF _Toc78346348 h 110

HYPERLINK l "_Toc78346349" MATEMÁTICA PARA FINANÇAS. UMA INTRODUÇÃO A PRECIFICAÇÃO DE DERIVATIVOS  PAGEREF _Toc78346349 h 110

HYPERLINK l "_Toc78346350" UMA DEMONSTRAÇÃO ELEMENTAR DO TEOREMA DE SCHWARZ  PAGEREF _Toc78346350 h 110

HYPERLINK l "_Toc78346351" OTIMIZAÇÃO IRRESTRITA: DIREÇÕES DE DESCIDA E CONTROLE DE PASSO  PAGEREF _Toc78346351 h 110

HYPERLINK l "_Toc78346352" ACELERAÇÃO DO MÉTODO DE GILMORE & GOMORY PARA O PROBLEMA DE CORTE UNIDIMENSIONAL  PAGEREF _Toc78346352 h 111

HYPERLINK l "_Toc78346353" Tópicos em Robótica: quatérnios, cinemática e problemas de contato  PAGEREF _Toc78346353 h 111

HYPERLINK l "_Toc78346354" TÉCNICAS DE INTEGRAÇÃO NUMÉRICA EM MODELAGEM SÍSMICA  PAGEREF _Toc78346354 h 111

HYPERLINK l "_Toc78346355" Introdução à Análise Funcional e Aplicações  PAGEREF _Toc78346355 h 112

HYPERLINK l "_Toc78346356" TRIANGULAÇÃO DE SUPERFÍCIES COM APLICAÇÕES AO PROCESSAMENTO SÍSMICO  PAGEREF _Toc78346356 h 112

HYPERLINK l "_Toc78346357" ANALISE ESTATÍSTICA E IDENTIFICAÇÃO DE CLASSES RÍTMICAS EM GRANDE CORPOREA DE FALA  PAGEREF _Toc78346357 h 112

HYPERLINK l "_Toc78346358" Trabalhando a Matemática Interdisciplinarmente  PAGEREF _Toc78346358 h 113

HYPERLINK l "_Toc78346359" MATEMÁTICA E CIÊNCIAS POR MEIO DE ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES  PAGEREF _Toc78346359 h 113

HYPERLINK l "_Toc78346360" ESTUDO DE SISTEMAS CAÓTICOS TENDO COMO O EXEMPLO O PROBLEMA DE HILL  PAGEREF _Toc78346360 h 113

HYPERLINK l "_Toc78346361" INTEGRABILIDADE E CAOS EM ALGUNS SISTEMAS ASTROFÍSICOS  PAGEREF _Toc78346361 h 114

HYPERLINK l "_Toc78346362" Fundamentação algébrica dos códigos geométricos de goppa  PAGEREF _Toc78346362 h 114

HYPERLINK l "_Toc78346363" INTRODUÇÃO À MORFOLOGIA MATEMÁTICA COM APLICAÇÕES EM PROCESSAMENTO DE IMAGENS  PAGEREF _Toc78346363 h 114

HYPERLINK l "_Toc78346364" GRUPOS DE ISOMETRIA E AS GEOMETRIAS NAS DIMENSÕES 2 E 3  PAGEREF _Toc78346364 h 115

HYPERLINK l "_Toc78346365" UM MODELO ESTATÍSTICO PARA IBNR(Incurred But Not Reported)  PAGEREF _Toc78346365 h 115

HYPERLINK l "_Toc78346366" Teste não Paramétrico de hipóteses para a proximidade de duas distribuições  PAGEREF _Toc78346366 h 115

HYPERLINK l "_Toc78346367" EVOLUÇÃO E POSSÍVEIS EQUAÇÕES DE ESTADO DO UNIVERSO  PAGEREF _Toc78346367 h 115

HYPERLINK l "_Toc78346368" Radiação gravitacional e o problema dos dois corpos  PAGEREF _Toc78346368 h 116

HYPERLINK l "_Toc78346369" AS CÔNICAS E O PROBLEMA DE APOLÔNIO: UM OLHAR VIA GEOMETRIA DINÂMICA  PAGEREF _Toc78346369 h 116

HYPERLINK l "_Toc78346370" ESTUDO DO DESEMPENHO DE MÉTODOS PARA MINIMIZAÇÃO IRRESTRITA COM CONTROLE DE PASSO  PAGEREF _Toc78346370 h 116

HYPERLINK l "_Toc78346371" MÉTODOS DE NEWTON INEXATO NA RESOLUÇÃO DE SISTEMAS NÃO-LINEARES, TRAÇAMENTO DO PERFIL DE DESEMPENHO E O MÉTODO GMRES  PAGEREF _Toc78346371 h 117

HYPERLINK l "_Toc78346372" EQUAÇÕES DE EINSTEIN  PAGEREF _Toc78346372 h 117

HYPERLINK l "_Toc78346373" Instituto de Química  PAGEREF _Toc78346373 h 117

HYPERLINK l "_Toc78346374" QUANTIFICAÇÃO DE TETRACICLINAS EM MEDICAMENTOS COM MEDIDAS FOTOMÉTRICAS EM DISPOSITIVO PORTÁTIL  PAGEREF _Toc78346374 h 117

HYPERLINK l "_Toc78346375" ASPECTOS ANALÍTICOS DE ANTOCIANINAS EXTRAÍDAS DE HORTÊNSIAS: CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÕES  PAGEREF _Toc78346375 h 118

HYPERLINK l "_Toc78346376" Determinação de Mercúrio em combustíveis veiculares brasileiros  PAGEREF _Toc78346376 h 118

HYPERLINK l "_Toc78346377" CONSTRUÇÃO E AVALIAÇÃO DE ELETRODOS ÍON-SELETIVO PARA CÁLCIO  PAGEREF _Toc78346377 h 118

HYPERLINK l "_Toc78346378" Inserção de moléculas de aminopiridinas em epóxi organofuncionalizado na superfície de sílica gel  PAGEREF _Toc78346378 h 119

HYPERLINK l "_Toc78346379" HIDRODESTILAÇÃO E MICROEXTRAÇÃO EM FASE SÓLIDA (SPME) NA CARACTERIZAÇÃO DE VOLÁTEIS EM PLANTAS AROMÁTICAS  PAGEREF _Toc78346379 h 119

HYPERLINK l "_Toc78346380" Estudos Visando a Preparação de Anéis Benzoazepínicos a partir de Adutos de Baylis-Hillman  PAGEREF _Toc78346380 h 119

HYPERLINK l "_Toc78346381" Preparação de Chalconas com Potencial Atividade Anti-Malarial  PAGEREF _Toc78346381 h 120

HYPERLINK l "_Toc78346382" A UTILIZAÇÃO DE ZEÓLITOS PARA DECOMPOSIÇÃO DE ARMAS QUÍMICAS  PAGEREF _Toc78346382 h 120

HYPERLINK l "_Toc78346383" Influência da temperatura no coeficiente de difusão de Rodamina B em cabelo  PAGEREF _Toc78346383 h 120

HYPERLINK l "_Toc78346384" Substituição de PVAc por PVAOH + silicato de sódio em argamassa impermeabilizante de cimento CPIII  PAGEREF _Toc78346384 h 121

HYPERLINK l "_Toc78346385" Avaliação do desempenho da montmorilonita como carga de reforço em compósito de silicona  PAGEREF _Toc78346385 h 121

HYPERLINK l "_Toc78346386" UM SENSOR ÓPTICO DESCARTÁVEL PARA A DETERMINAÇÃO DE METAIS PESADOS EM ÁGUAS  PAGEREF _Toc78346386 h 121

HYPERLINK l "_Toc78346387" CONSTRUÇÃO DE UM OPTODO PARA A DETERMINAÇÃO DE MONÓXIDO DE CARBONO EM AR  PAGEREF _Toc78346387 h 121

HYPERLINK l "_Toc78346388" DETERMINAÇÃO DE ETANOL E METANOL EM GASOLINA UTILIZANDO ESPECTROSCOPIA NO INFRAVERMELHO PRÓXIMO  PAGEREF _Toc78346388 h 122

HYPERLINK l "_Toc78346389" Determinação de parâmetros de qualidade de óleo diesel utilizando espectroscopia no infravermelho próximo e seleção de variáveis  PAGEREF _Toc78346389 h 122

HYPERLINK l "_Toc78346390" USO DA VOLTAMETRIA EM SISTEMAS TERNÁRIOS HOMOGÊNEOS DE SOLVENTES PARA A DETERMINAÇÃO DE Cd (II), Pb (II), Zn (II) e Cu (II) EM AMOSTRAS AGROAMBIENTAIS  PAGEREF _Toc78346390 h 122

HYPERLINK l "_Toc78346391" REDUÇÃO ESTEREOSSELETIVA VIA TRANSFERÊNCIA DE HIDROGÊNIO CATALÍTICA E BIOCONVERSÃO DE COMPLEXOS (6-ARIL-CETONA CRÔMIOTRICARBONILA  PAGEREF _Toc78346391 h 123

HYPERLINK l "_Toc78346392" PREPARAÇÃO E REDUÇÃO DIASTEREOSSELETIVA DE ENONAS  PAGEREF _Toc78346392 h 123

HYPERLINK l "_Toc78346393" Estudo da sorção de cromo sobre sílica modificada com titânio  PAGEREF _Toc78346393 h 123

HYPERLINK l "_Toc78346394" SÍNTESE DE ANÁLOGOS DE NEOLIGNANAS COM ATIVIDADE EM LEISHMANIOSE  PAGEREF _Toc78346394 h 124

HYPERLINK l "_Toc78346395" DETERMINAÇÃO POTENCIOMÉTRICA DE TIOCIANATO EM URINA  PAGEREF _Toc78346395 h 124

HYPERLINK l "_Toc78346396" Estudos para transformações de dióis em hetero-amino derivados  PAGEREF _Toc78346396 h 124

HYPERLINK l "_Toc78346397" MÉTODOS PARA FORMAÇÃO DE ÉTERES CÍCLICOS A PARTIR DE SISTEMAS SESQUITERPÊNICOS  PAGEREF _Toc78346397 h 125

HYPERLINK l "_Toc78346398" ESTUDOS PARA OXIDAÇÕES ALÍLICAS EM ÉTERES CÍCLICOS HALOGENADOS FORMADOS A PARTIR DE SISTEMAS SESQUITERPÊNICOS  PAGEREF _Toc78346398 h 125

HYPERLINK l "_Toc78346399" Estudos Visando a Síntese Total da Migrastatina  PAGEREF _Toc78346399 h 125

HYPERLINK l "_Toc78346400" Estudos de Indução 1,4 vs. 1,5 na adição de Metil Cetonas Quirais a Aldeídos Quirais e Aquirais  PAGEREF _Toc78346400 h 126

HYPERLINK l "_Toc78346401" SÍNTESE DO INTERMEDIÁRIO PRECURSOR DE UM MARCADOR BIOLÓGICO ESTERANO AROMATIZADO NO ANEL C  PAGEREF _Toc78346401 h 126

HYPERLINK l "_Toc78346402" ESTUDO DE DIFERENTES SISTEMAS BASEADOS EM PONTO NUVEM PARA A EXTRAÇÃO DE CROMO  PAGEREF _Toc78346402 h 126

HYPERLINK l "_Toc78346403" ESTUDO DA EFICIÊNCIA DE MINI-FRASCOS DE POLIPROPILENO (PP) NA DECOMPOSIÇÃO DE PLANTAS MEDICINAIS PARA A DETERMINAÇÃO DE COBALTO  PAGEREF _Toc78346403 h 127

HYPERLINK l "_Toc78346404" DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE ANÁLISE POR INJEÇÃO EM FLUXO (FIA) PARA DETERMINAÇÃO DE PROTEÍNAS TOTAIS  PAGEREF _Toc78346404 h 127

HYPERLINK l "_Toc78346405" BLENDAS DE POLIETILENO DE BAIXA DENSIDADE E POLIETILENO DE BAIXA DENSIDADE CONTENDO ALUMÍNIO PARTICULADO, UM PRODUTO DA RECICLAGEM DE EMBALAGENS ASSÉPTICAS TETRA-PAK  PAGEREF _Toc78346405 h 127

HYPERLINK l "_Toc78346406" PREPARAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE BLENDAS DE ACETATO DE CELULOSE E POLI(3-HIDROXIBUTIRATO)  PAGEREF _Toc78346406 h 128

HYPERLINK l "_Toc78346407" BLENDAS DE POLIETILENO DE BAIXA DENSIDADE CONTENDO ALUMÍNIO PARTICULADO (PEBD-Al), UM PRODUTO PROVENIENTE DE EMBALAGENS TETRA-PAK, E POLIPROPILENO ISOTÁTICO (i-PP)  PAGEREF _Toc78346407 h 128

HYPERLINK l "_Toc78346408" BLENDAS DE POLI(4-VINILPIRIDINA) E POLI(ESTIRENO-co-ÁCIDO VINILFOSFÔNICO)  PAGEREF _Toc78346408 h 128

HYPERLINK l "_Toc78346409" Obtenção de fitolitos de fosfato de cálcio de sementes de mamão para aplicações em biocerâmicas  PAGEREF _Toc78346409 h 129

HYPERLINK l "_Toc78346410" MAPEAMENTO DENDROQUÍMICO COMO MARCADOR AMBIENTAL EM CAMPINAS  PAGEREF _Toc78346410 h 129

HYPERLINK l "_Toc78346411" USO DE PAPEL CARBONO NÃO RECICLÁVEL NA EXTRAÇÃO DE ÍONS Cu²+  PAGEREF _Toc78346411 h 129

HYPERLINK l "_Toc78346412" Determinação espectrofotométrica de metildopa em medicamentos com sistema de análise por injeção em fluxo  PAGEREF _Toc78346412 h 129

HYPERLINK l "_Toc78346413" Desenvolvimento de método analítico em fluxo para análise de metildopa em medicamentos  PAGEREF _Toc78346413 h 130

HYPERLINK l "_Toc78346414" ANÁLISE TEÓRICA CONFORMACIONAL DAS ESPÉCIES PRESENTES NA REAÇÃO EM FASE GASOSA ENTRE SF6 E Kr+  PAGEREF _Toc78346414 h 130

HYPERLINK l "_Toc78346415" ANÁLISE TEÓRICA DA REAÇÃO ÍON/MOLÉCULA EM FASE GASOSA: CF3-/SeF6  PAGEREF _Toc78346415 h 130

HYPERLINK l "_Toc78346416" DESENVOLVIMENTO DE CONJUNTOS DE BASE USANDO EXPRESSÕES POLINOMIAIS SEM E COM EFEITOS RELATIVÍSTICOS EMPREGADAS NO ESTUDO DE PROPRIEDADES ELETRÔNICAS  PAGEREF _Toc78346416 h 131

HYPERLINK l "_Toc78346417" SÍNTESE E COMPORTAMENTO TÉRMICO DE HIDRÓXIDOS DUPLOS LAMELARES CONTENDO Co2+, Cu2+ e Fe3+  PAGEREF _Toc78346417 h 131

HYPERLINK l "_Toc78346418" Síntese, Estrutura e Propriedades do Sistema Vítreo Li2O-GeO2-CaO-P2O5  PAGEREF _Toc78346418 h 131

HYPERLINK l "_Toc78346419" SÍNTESE ENANTIOSELETIVA DE UMA DAS CADEIAS LATERAIS DO ÁCIDO ZARAGÓZICO  PAGEREF _Toc78346419 h 132

HYPERLINK l "_Toc78346420" Preparação enantioselitiva de neolignanas  PAGEREF _Toc78346420 h 132

HYPERLINK l "_Toc78346421" ÁCIDO ABIÉTICO COMO MATÉRIA PRIMA EM SÍNTESE ORGÂNICA. PREPARAÇÃO DE UM IMPORTANTE INTERMEDIÁRIO NA SÍNTESE DE SESQUITERPENOS DA CLASSE DRIMANO  PAGEREF _Toc78346421 h 132

HYPERLINK l "_Toc78346422" VOLUME EXCESSO DE SOLUÇÕES LÍQUIDAS BINÁRIAS DE ÁGUA + SOLVENTES ORGÂNICOS A DIFERENTES TEMPERATURAS E PRESSÃO ATMOSFÉRICA  PAGEREF _Toc78346422 h 132

HYPERLINK l "_Toc78346423" ESTUDO MICROCALORIMÉTRICO DO EFEITO DA ADIÇÃO DE Na2SO4 E N-PENTILSSULFATO DE SÓDIO SOBRE A RESPIRAÇÃO DA Chromobacterium violaceum  PAGEREF _Toc78346423 h 133

HYPERLINK l "_Toc78346424" ESTUDO CINÉTICO EM TEMPO REAL DO PROCESSO DE HIDRATAÇÃO DO TRIPOLIFOSFATO DE SÓDIO  PAGEREF _Toc78346424 h 133

HYPERLINK l "_Toc78346425" ALCALÓIDES INDÓLICOS DAS RAÍZES DE Rauvolfia weddeliana (Apocynaceae)  PAGEREF _Toc78346425 h 133

HYPERLINK l "_Toc78346426" Heterogeneização de complexos de paládio pelo processo sol-gel e sua aplicação em reações de acoplamento C-C  PAGEREF _Toc78346426 h 134

HYPERLINK l "_Toc78346427" Influência do pH e da força iônica na agregação de protoporfirinas  PAGEREF _Toc78346427 h 134

HYPERLINK l "_Toc78346428" InfluÊncia do pH na fotooxidação do triptofano por azul de toluidina  PAGEREF _Toc78346428 h 134

HYPERLINK l "_Toc78346429" ESTUDO DA HABILIDADE FOTODINÂMICA DA ROSA DE BENGALA E SUA DEPENDÊNCIA EM RELAÇÃO AO pH  PAGEREF _Toc78346429 h 135

HYPERLINK l "_Toc78346430" ESTUDO CONFORMACIONAL DO TRANS-2-CLORO-1-BROMOCICLOEXANO  PAGEREF _Toc78346430 h 135

HYPERLINK l "_Toc78346431" EFEITO DA CONCENTRAÇÃO E DO SOLVENTE NO EQUILÍBRIO CONFORMACIONAL DO CIS-3-ETÓXICICLOEXANOL  PAGEREF _Toc78346431 h 135

HYPERLINK l "_Toc78346432" Estudo Conformacional de trans ? 2 ? Halociclopentanóis por RMN e Cálculos Teóricos  PAGEREF _Toc78346432 h 136

HYPERLINK l "_Toc78346433" INFLUÊNCIA DAS INTERAÇÕES HIPERCONJUGATIVAS NO ACOPLAMENTO 1JCH EM 1,3 DIOXOLANO E 1,3 DITIOLANO. ESTUDO TEÓRICO E EXPERIMENTAL  PAGEREF _Toc78346433 h 136

HYPERLINK l "_Toc78346434" DETERMINAÇÃO DA VISCOSIDADE EM ADESIVOS UTILIZANDO QUIMIOMETRIA E ESPECTROSCOPIA NO INFRAVERMELHO  PAGEREF _Toc78346434 h 136

HYPERLINK l "_Toc78346435" DETERMINAÇÃO DE CARGAS E DIPOLOS ATÔMICOS PARA MODELAR MOMENTOS DIPOLARES E INTENSIDADES VIBRACIONAIS NO INFRAVERMELHO DE MOLÉCULAS  PAGEREF _Toc78346435 h 137

HYPERLINK l "_Toc78346436" PRÉ-CONCENTRAÇÃO DE ZINCO COM ZINCON E DETERMINAÇÃO POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA  PAGEREF _Toc78346436 h 137

HYPERLINK l "_Toc78346437" DETERMINAÇÃO DE FLUOROQUINOLONAS POR ANÁLISE POR INJEÇÃO EM FLUXO E CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA  PAGEREF _Toc78346437 h 137

HYPERLINK l "_Toc78346438" DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS: CARACTERIZAÇÃO E DETERMINAÇÃO DE PRODUTOS DE OXIDAÇÃO DA DOPAMINA  PAGEREF _Toc78346438 h 138

HYPERLINK l "_Toc78346439" BLENDAS DE NYLON-6/POLIPROPILENO PARA FABRICAÇÃO DE FIBRAS  PAGEREF _Toc78346439 h 138

HYPERLINK l "_Toc78346440" PREPARAÇÃO IN SITU DA FTALOCIANINA DE COBALTO EM SUPERFÍCIE DE SÍLICA GEL POROSA E ESTUDO DA OXIDAÇÃO ELETROQUÍMICA DO ÁCIDO OXÁLICO  PAGEREF _Toc78346440 h 138

HYPERLINK l "_Toc78346441" LNLS - Laboratório Nacional de Luz Síncroton  PAGEREF _Toc78346441 h 139

HYPERLINK l "_Toc78346442" Estudos Cinéticos em Nanocilindros de Au Coloidais  PAGEREF _Toc78346442 h 139

HYPERLINK l "_Toc78346443" SISTEMA DE MEDIDAS DE CAPACITÂNCIAS CONTROLADOS POR JFETS  PAGEREF _Toc78346443 h 139

HYPERLINK l "_Toc78346444" PROJETOS DA ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS  PAGEREF _Toc78346444 h 140

HYPERLINK l "_Toc78346445" Faculdade de Ciências Médicas  PAGEREF _Toc78346445 h 141

HYPERLINK l "_Toc78346446" HISTÓRIAS PARA CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS:MODOS DE INTERAÇÃO  PAGEREF _Toc78346446 h 141

HYPERLINK l "_Toc78346447" Compreensão de Histórias Narradas para Crianças com Necessidades Educativas Especiais  PAGEREF _Toc78346447 h 141

HYPERLINK l "_Toc78346448" O FAZ-DE-CONTA EM CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: IDENTIFICANDO HABILIDADES  PAGEREF _Toc78346448 h 141

HYPERLINK l "_Toc78346449" Reações de pais ao monitoramento audiológico de bebês com indicadores de risco para perda auditiva progressiva ou tardia  PAGEREF _Toc78346449 h 142

HYPERLINK l "_Toc78346450" LINGUAGEM, IDENTIDADE E SURDEZ  PAGEREF _Toc78346450 h 142

HYPERLINK l "_Toc78346451" Faculdade de Educação  PAGEREF _Toc78346451 h 142

HYPERLINK l "_Toc78346452" FORMAÇÃO DE PROFESSORES E TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL: ANÁLISE DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA  PAGEREF _Toc78346452 h 142

HYPERLINK l "_Toc78346453" O PENSAMENTO ENQUANTO ATIVIDADE PSICOLÓGICA SUPERIOR: ANÁLISE DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA  PAGEREF _Toc78346453 h 143

HYPERLINK l "_Toc78346454" CURSINHOS POPULARES DO MUNICÍPIO DE CAMPINAS (1995 - 2004)  PAGEREF _Toc78346454 h 143

HYPERLINK l "_Toc78346455" A PSICOLOGIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES  PAGEREF _Toc78346455 h 143

HYPERLINK l "_Toc78346456" Formação de Professores: um olhar sobre a Progressão Continuada e a Avaliação  PAGEREF _Toc78346456 h 144

HYPERLINK l "_Toc78346457" representações de professores sobre a relação afeto-aprendizagem  PAGEREF _Toc78346457 h 144

HYPERLINK l "_Toc78346458" A INCLUSÃO ESCOLAR E AS DIFERENÇAS: REPRESENTAÇÕES DE PROFESSORES  PAGEREF _Toc78346458 h 144

HYPERLINK l "_Toc78346459" ATITUDES E CRENÇAS EM RELAÇÃO À VELHICE EM ESTUDANTES DE PEDAGOGIA, DE MEDICINA, DE ENFERMAGEM E DE EDUCAÇÃO FÍSICA: CONTRIBUIÇÕES AO PLANEJAMENTO DE INTERVENÇÕES EDUCACIONAIS  PAGEREF _Toc78346459 h 144

HYPERLINK l "_Toc78346460" UMA REFLEXÃO SOBRE AS (RE)SIGNIFICAÇÕES DOS CONCEITOS NUMÉRICOS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL  PAGEREF _Toc78346460 h 145

HYPERLINK l "_Toc78346461" (DES)CONSTRUÇÃO DAS IDENTIDADES NA TENSÃO HUMANIDADE-MONSTROS, MUTANTES E HERÓIS EM UM ESPAÇO DE PRODUÇÃO DE EXPOSIÇÕES  PAGEREF _Toc78346461 h 145

HYPERLINK l "_Toc78346462" HABLIDADES E COMPETÊNCIAS PARA PROFESSORES DE CIÊNCIAS DO TERCEIRO E QUARTO CICLOS ( 5ª À 8ª SÉRIES) DO ENSINO FUNDAMENTAL  PAGEREF _Toc78346462 h 146

HYPERLINK l "_Toc78346463" As Estratégias de Aprendizagem de Alunos do Ensino Fundamental: Uma Análise por Gênero, Série Escolar e Idade  PAGEREF _Toc78346463 h 146

HYPERLINK l "_Toc78346464" Educação e Saúde na Imprensa Paulista: O Instituto de Higiene no Jornal O Estado de São Paulo (1918-1924)  PAGEREF _Toc78346464 h 146

HYPERLINK l "_Toc78346465" A Unidade Nacional como projeto da Associação Brasileira de Educação  PAGEREF _Toc78346465 h 147

HYPERLINK l "_Toc78346466" RECONSTRUÇÃO HISTÓRICA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA INFANTIL EM CAMPINAS (1940-1960)  PAGEREF _Toc78346466 h 147

HYPERLINK l "_Toc78346467" A PRÁTICA DO ENSINO DE FILOSOFIA NO NÍVEL MÉDIO: UMA ALTERNATIVA METODOLÓGICA  PAGEREF _Toc78346467 h 147

HYPERLINK l "_Toc78346468" Trabalho e Formação Profissional em Dança  PAGEREF _Toc78346468 h 148

HYPERLINK l "_Toc78346469" O corpo na escola: novas possibilidades de aprendizagem?  PAGEREF _Toc78346469 h 148

HYPERLINK l "_Toc78346470" Atitudes e Crenças em relação à Matemática: Gênero e opção profissional na área de Exatas  PAGEREF _Toc78346470 h 148

HYPERLINK l "_Toc78346471" Escolas Secundárias de Campinas (1890-1930): uma referência para a História das Disciplinas Escolares  PAGEREF _Toc78346471 h 149

HYPERLINK l "_Toc78346472" A poesia de Cecília Meireles nos livros didáticos  PAGEREF _Toc78346472 h 149

HYPERLINK l "_Toc78346473" PORTADORA DE PROPOSTA PEDAGÓGICA OU APENAS ASSISTENCIALISTA: ESTUDO COMPARATIVO DE DUAS CRECHES DE CAMPINAS  PAGEREF _Toc78346473 h 149

HYPERLINK l "_Toc78346474" A SOLICITAÇÃO DO MEIO E A CONSTRUÇÃO DAS ESTRUTURAS DO PENSAMENTO OPERATÓRIO EM CRIANÇAS COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM DE LEITURA E ESCRITA  PAGEREF _Toc78346474 h 150

HYPERLINK l "_Toc78346475" A percepção de auto-eficácia do professor de Educação Física no processo de inclusão  PAGEREF _Toc78346475 h 150

HYPERLINK l "_Toc78346476" ESTUDO DOS FUNDAMENTOS PSICOLÓGICOS DO ENSINO NAS PRODUÇÕES ACADÊMICAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: O CASO DA UNICAMP  PAGEREF _Toc78346476 h 150

HYPERLINK l "_Toc78346477" Análise do raciocínio via jogo de regras em alunos de diferentes séries de aprendizagem da matemática no método do KUMON  PAGEREF _Toc78346477 h 151

HYPERLINK l "_Toc78346478" A formação de professores normalistas e a instrução pública na Primeira República  PAGEREF _Toc78346478 h 151

HYPERLINK l "_Toc78346479" Mudanças percebidas por estudantes ingressantes no ensino superior: o papel das experiências universitárias  PAGEREF _Toc78346479 h 151

HYPERLINK l "_Toc78346480" O Primeiro Universitário da Família: o caso da Unicamp  PAGEREF _Toc78346480 h 152

HYPERLINK l "_Toc78346481" Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo  PAGEREF _Toc78346481 h 152

HYPERLINK l "_Toc78346482" APLICAÇÃO METODOLÓGICA DO RESGATE HISTÓRICO DO PATRIMONIO PÚBLICO E CULTURAL : ENGENHEIRO COELHO  PAGEREF _Toc78346482 h 152

HYPERLINK l "_Toc78346483" Faculdade de Educação Física  PAGEREF _Toc78346483 h 152

HYPERLINK l "_Toc78346484" A Educação Física na Inclusão de Crianças Portadoras de Síndrome de Down: Um Estudo de caso nas Escolas Regulares de Campinas.  PAGEREF _Toc78346484 h 152

HYPERLINK l "_Toc78346485" As Artes Circenses como conteúdo da Educação Física  PAGEREF _Toc78346485 h 153

HYPERLINK l "_Toc78346486" VIOLÊNCIA E ESPORTE: MEDIDAS DE SEGURANÇA EM ESTÁDIOS  PAGEREF _Toc78346486 h 153

HYPERLINK l "_Toc78346487" A expressão da liberdade nas atividades de Educação Física para os internos da FEBEM-Campinas  PAGEREF _Toc78346487 h 153

HYPERLINK l "_Toc78346488" O significado do corpo para a modelo profissional  PAGEREF _Toc78346488 h 153

HYPERLINK l "_Toc78346489" A Educação Física e suas Contribuições num Programa de Orientação e Mobilidade para Crianças Portadoras de Deficiência Visual  PAGEREF _Toc78346489 h 154

HYPERLINK l "_Toc78346490" Análise do Judô enquanto um conteúdo da Educação Física  PAGEREF _Toc78346490 h 154

HYPERLINK l "_Toc78346491" Instituto de Economia  PAGEREF _Toc78346491 h 155

HYPERLINK l "_Toc78346492" LIBERALIZAÇÃO, ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: O ACOMPANHAMENTO DA ECONOMIA E DA POLÍTICA ECONÔMICA NO BRASIL - ECONOMIA INTERNACIONAL: JAPÃO ÁSIA E PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO  PAGEREF _Toc78346492 h 155

HYPERLINK l "_Toc78346493" Inflação: custos e benefícios  PAGEREF _Toc78346493 h 155

HYPERLINK l "_Toc78346494" Liberalização, estabilidade e crescimento: o acompanhamento da economia e da política econômica no Brasil ? Economia Internacional: Estados Unidos e Europa  PAGEREF _Toc78346494 h 155

HYPERLINK l "_Toc78346495" EMPREGO E RELAÇÕES DE TRABALHO EM EMPRESAS DE TELEMARKETING  PAGEREF _Toc78346495 h 156

HYPERLINK l "_Toc78346496" Guia Metodológico do Censo 2000  PAGEREF _Toc78346496 h 156

HYPERLINK l "_Toc78346497" Índia: da Autarquia à Globalização  PAGEREF _Toc78346497 h 156

HYPERLINK l "_Toc78346498" O processo de unificação monetária dos países da União Européia, suas conseqüências e perspectivas  PAGEREF _Toc78346498 h 157

HYPERLINK l "_Toc78346499" AS RODADAS DE NEGOCIAÇÃO DO GATT E AS QUESTÕES DE IMPLEMENTAÇÃO NO COMÉRCIO INTERNACIONAL  PAGEREF _Toc78346499 h 157

HYPERLINK l "_Toc78346500" LIBERALIZAÇÃO, ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: O ACOMPANHAMENTO DA ECONOMIA E DA POLÍTICA ECONÔMICA NO BRASIL: Finanças Públicas  PAGEREF _Toc78346500 h 157

HYPERLINK l "_Toc78346501" LIBERALIZAÇÃO, ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: O ACOMPANHAMENTO DA ECONOMIA E DA POLÍTICA ECONÔMICA NO BRASIL: Moedas e Finanças  PAGEREF _Toc78346501 h 158

HYPERLINK l "_Toc78346502" FLEXIBILIDADE DO MERCADO DE TRABALHO E CONCERTAÇÃO SOCIAL: A IRLANDA FRENTE À INTEGRAÇÃO EUROPÉIA NOS ANOS 90  PAGEREF _Toc78346502 h 158

HYPERLINK l "_Toc78346503" CONCERTAÇÃO SOCIAL E REFORMA DO WELFARE STATE: O CASO DA IRLANDA  PAGEREF _Toc78346503 h 158

HYPERLINK l "_Toc78346504" A Concertação Social na Itália dos Anos 90: Um Caso de Flexibilização Trabalhista com Proteção Social  PAGEREF _Toc78346504 h 158

HYPERLINK l "_Toc78346505" Estrutura Ocupacional e Rendimentos no ramo de entretenimento no Brasil (1992-2001)  PAGEREF _Toc78346505 h 159

HYPERLINK l "_Toc78346506" Flexibilização, Remuneração e Justiça: economia e trabalho no Plano Real (1994 ? 2002)  PAGEREF _Toc78346506 h 159

HYPERLINK l "_Toc78346507" A Questão Ambiental Como Estratégia Competitiva Das Empresas: O Caso Natura  PAGEREF _Toc78346507 h 159

HYPERLINK l "_Toc78346508" BIODIVERSIDADE E PROPRIEDADE INTELECTUAL: NEGOCIAÇÕES SOBRE O ARTIGO 27.3(b) DO TRIPS ? POSIÇÕES NEGOCIADORES E INTERESSES NACIONAIS  PAGEREF _Toc78346508 h 160

HYPERLINK l "_Toc78346509" Energia Elétrica no Brasil: Diplomacia Brasil-Estados Unidos e transição da propriedade privada para a propriedade pública (1951-1954)  PAGEREF _Toc78346509 h 160

HYPERLINK l "_Toc78346510" Liberalização, estabilidade e crescimento: o acompanhamento da economia e da política econômica no Brasil ? Política Monetária e Preços  PAGEREF _Toc78346510 h 160

HYPERLINK l "_Toc78346511" Liberalização, Estabilidade e Crescimento: o acompanhamento da Economia e da Política Econômica no Brasil. Setor Externo: Fluxos de Capital ? 2003-2004  PAGEREF _Toc78346511 h 161

HYPERLINK l "_Toc78346512" Liberalização, estabilidade e crescimento: o acompanhamento da economia e da política econômica no Brasil ? Finanças Públicas  PAGEREF _Toc78346512 h 161

HYPERLINK l "_Toc78346513" Liberalização, Estabilidade e Crescimento: o acompanhamento da Economia e da Política Econômica no Brasil. Setor Externo  PAGEREF _Toc78346513 h 161

HYPERLINK l "_Toc78346514" TRIBUTAÇÃO E ESCRAVIDÃO: O IMPOSTO DA MEIA SIZA SOBRE O COMÉRCIO DE ESCRAVOS NA PROVÍNCIA DE SÃO PAULO (1809-1850)  PAGEREF _Toc78346514 h 162

HYPERLINK l "_Toc78346515" Instituto de Estudos da Linguagem  PAGEREF _Toc78346515 h 162

HYPERLINK l "_Toc78346516" O LUSITANO MONDEGO E O RIBEIRÃO DO CARMO: UM ESTUDO DE DUAS FÁBULAS DE ORIGEM  PAGEREF _Toc78346516 h 162

HYPERLINK l "_Toc78346517" ?O ESPELHO DE CRISTINA?: UM TRATADO MORAL PARA AS MULHERES  PAGEREF _Toc78346517 h 162

HYPERLINK l "_Toc78346518" O aprendizado do professor em formação através da prática em sala de aula  PAGEREF _Toc78346518 h 163

HYPERLINK l "_Toc78346519" PROCESSOS DE RECEPÇÃO DE NARRATIVAS MIDIÁTICAS: UM ESTUDO SOCIOLINGÜÍSTICO DA RECEPÇÃO DO PROGRAMA ?BRAVA GENTE?  PAGEREF _Toc78346519 h 163

HYPERLINK l "_Toc78346520" Os pronomes ?tu? e ?você?: um estudo sobre o fenômeno da co-variação na fala de rio-grandenses  PAGEREF _Toc78346520 h 163

HYPERLINK l "_Toc78346521" ARETINO E DONI COMO MATRIZES DE UMA NOVA CLASSE DE ESCRITORES NO RENASCIMENTO  PAGEREF _Toc78346521 h 164

HYPERLINK l "_Toc78346522" AS QUESTÕES SOCIAIS NO GOVERNO LULA: UMA ANALISE DOS DISCURSOS DA FOLHA DE SÃO PAULO E DO O ESTADO DE SÃO PAULO  PAGEREF _Toc78346522 h 164

HYPERLINK l "_Toc78346523" Sintagma Preposicional e Topicalização na História da Colocação de Clíticos do Português Clássico ao Português Europeu Moderno  PAGEREF _Toc78346523 h 164

HYPERLINK l "_Toc78346524" A contribuição dos jogos eletrônicos para o desenvolvimento da reflexão social crítica  PAGEREF _Toc78346524 h 165

HYPERLINK l "_Toc78346525" As expressões formulaicas na linguagem de sujeitos afásicos: um estudo dos idiomatismos  PAGEREF _Toc78346525 h 165

HYPERLINK l "_Toc78346526" O prefácio dos prefácios  PAGEREF _Toc78346526 h 165

HYPERLINK l "_Toc78346527" A metafísica das coisas nos contos de Machado de Assis  PAGEREF _Toc78346527 h 166

HYPERLINK l "_Toc78346528" Síncope vocálica no Português brasileiro  PAGEREF _Toc78346528 h 166

HYPERLINK l "_Toc78346529" Em torno da prosa de Joaquim Manuel de Macedo: circulação, repercussão e crítica  PAGEREF _Toc78346529 h 166

HYPERLINK l "_Toc78346530" Literatura no Ensino fundamental: buscando a formação de leitores  PAGEREF _Toc78346530 h 167

HYPERLINK l "_Toc78346531" PESQUISA E PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO DE LÍNGUA PORTUGUESA BASEADOS NO MÉTODO DAS COMPETÊNCIAS LINGÜÍSTICAS  PAGEREF _Toc78346531 h 167

HYPERLINK l "_Toc78346532" ATIVIDADES PRÁTICAS PARA CONSTRUÇÃO DA COERÊNCIA TEXTUAL INTERNA E EXTERNA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA  PAGEREF _Toc78346532 h 167

HYPERLINK l "_Toc78346533" CONSIDERAÇÕES SOBRE O PAPEL DO DESENHO NO PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM ESCRITA DE UM SUJEITO  PAGEREF _Toc78346533 h 168

HYPERLINK l "_Toc78346534" OS ANAGRAMAS DE SAUSSURE: SAUSSURE SOB SAUSSURE?  PAGEREF _Toc78346534 h 168

HYPERLINK l "_Toc78346535" ESTUDO DE METAPLASMOS E RITMO NA HISTÓRIA DO PORTUGUÊS  PAGEREF _Toc78346535 h 168

HYPERLINK l "_Toc78346536" CONSTRUÇÃO DE CORPORA PARA ELABORAÇÃO DE DICIONÁRIOS DA LÍNGUA KADIWÉU  PAGEREF _Toc78346536 h 168

HYPERLINK l "_Toc78346537" CONSTRUÇÃO DE BANCO LEXICAL E ANÁLISE MORFOLÓGICA DE TEXTOS DO KADIWÉU  PAGEREF _Toc78346537 h 169

HYPERLINK l "_Toc78346538" AFASIA PRAGMÁTICA  PAGEREF _Toc78346538 h 169

HYPERLINK l "_Toc78346539" BANCO DE DADOS EM NEUROLINGÜÍSTICA (BDN): UM NOVO MODELO DE TRANSCRIÇÃO  PAGEREF _Toc78346539 h 169

HYPERLINK l "_Toc78346540" ESCRITA E LETRAMENTO NA AFASIA: ESTUDO DE UM SUJEITO NÃO-ALFABETIZADO  PAGEREF _Toc78346540 h 170

HYPERLINK l "_Toc78346541" A depatologização no Processo de Aquisição da Escrita:  PAGEREF _Toc78346541 h 170

HYPERLINK l "_Toc78346542" BANCO DE DADOS EM NEUROLINGÜÍSTICA (BDN): UM NOVO MODELO DE TRANSCRIÇÃO  PAGEREF _Toc78346542 h 170

HYPERLINK l "_Toc78346543" A linguagem na Afasia e na Doença de Alzheimer ? particularizando os processos semânticos  PAGEREF _Toc78346543 h 171

HYPERLINK l "_Toc78346544" REPRESENTAÇÕES DE LÍNGUA NOS GIBIS DO CHICO BENTO  PAGEREF _Toc78346544 h 171

HYPERLINK l "_Toc78346545" OS MODOS DE SER (ESTAR) ENTRE LÍNGUAS E CULTURAS: FORMAÇÃO DO IMAGINÁRIO DO PROFESSOR  PAGEREF _Toc78346545 h 172

HYPERLINK l "_Toc78346546" MAPEAMENTO DA PESQUISA EM EDUCAÇÃO E SURDEZ  PAGEREF _Toc78346546 h 172

HYPERLINK l "_Toc78346547" A relação de alunos de uma escola rural com a linguagem escrita  PAGEREF _Toc78346547 h 172

HYPERLINK l "_Toc78346548" A crônica de Julia Lopes de Almeida na Gazeta de Campinas no final do século XIX (1882-1884)  PAGEREF _Toc78346548 h 172

HYPERLINK l "_Toc78346549" AS CONCEPÇÕES DE ESTILO EM CONTEXTO ESCOLAR  PAGEREF _Toc78346549 h 173

HYPERLINK l "_Toc78346550" Discursividade migrante: sentidos na transitoriedade  PAGEREF _Toc78346550 h 173

HYPERLINK l "_Toc78346551" Instituto de Filosofia e Ciências Humanas  PAGEREF _Toc78346551 h 173

HYPERLINK l "_Toc78346552" Divisão Social do Trabalho na Cidade Socrática e Modo de Produção Asiático: uma leitura comparativa  PAGEREF _Toc78346552 h 173

HYPERLINK l "_Toc78346553" A DISPUTA PELA REGULAMENTAÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO NO BRASIL NOS ANOS 1930  PAGEREF _Toc78346553 h 174

HYPERLINK l "_Toc78346554" Reestruturação produtiva e controle: a percepção dos trabalhadores  PAGEREF _Toc78346554 h 174

HYPERLINK l "_Toc78346555" POLÍTICAS DE IMIGRAÇÃO NO PORTUGAL PÓS-COLONIAL  PAGEREF _Toc78346555 h 174

HYPERLINK l "_Toc78346556" JUVENTUDE E GLOBALIZAÇÃO: O CASO DOS INTERCÂMBIOS CULTURAIS  PAGEREF _Toc78346556 h 175

HYPERLINK l "_Toc78346557" Jogar, torcer e festejar. O associativismo português e a Associação Portuguesa de Desportos  PAGEREF _Toc78346557 h 175

HYPERLINK l "_Toc78346558" Cultura e repressão nos distritos policiais: a delegacia de Santa Rita (1907-1910)  PAGEREF _Toc78346558 h 175

HYPERLINK l "_Toc78346559" ASSOCIAÇÕES E CLUBES OPERÁRIOS NO JORNAL A PLEBE (1917-1921)  PAGEREF _Toc78346559 h 175

HYPERLINK l "_Toc78346560" A ESPACIALIZAÇÃO DO CONSUMO E SUAS FORMAS: O CASO DO PARQUE DOM PEDRO SHOPPING  PAGEREF _Toc78346560 h 176

HYPERLINK l "_Toc78346561" AZULEJOS DO PALÁCIO: SUAS ORIGENS E SIGNIFICAÇÕES  PAGEREF _Toc78346561 h 176

HYPERLINK l "_Toc78346562" Imaginário e Representação Cultural: Os Discos Voadores na Imprensa (1947-64)  PAGEREF _Toc78346562 h 176

HYPERLINK l "_Toc78346563" A IGREJA CATÓLICA POPULAR NO BRASIL A PARTIR DOS DOCUMENTOS (1960-1980)  PAGEREF _Toc78346563 h 177

HYPERLINK l "_Toc78346564" Democracia Racial e o Processo de Transformação no Brasil: o Olhar de Gilberto Freyre  PAGEREF _Toc78346564 h 177

HYPERLINK l "_Toc78346565" José Lins do Rego e as Transformações do Nordeste Agrário  PAGEREF _Toc78346565 h 177

HYPERLINK l "_Toc78346566" IDENTIDADES, CONFLITOS E NEGOCIAÇÃO. ESCOLHAS E TRAJETÓRIAS DE ?COMPANHEIROS? DO MST  PAGEREF _Toc78346566 h 178

HYPERLINK l "_Toc78346567" FIGUREIRAS DE TAUBATÉ: ARTE, OFÍCIO, DEVOÇÃO E MERCADO  PAGEREF _Toc78346567 h 178

HYPERLINK l "_Toc78346568" Terra Livre: relações entre PCB e trabalhadores rurais  PAGEREF _Toc78346568 h 178

HYPERLINK l "_Toc78346569" O RETRATO DA FAMÍLIA PELA LENTE POLICIAL: UMA ANÁLISE DA VIOLÊNCIA SOFRIDA PELOS IDOSOS  PAGEREF _Toc78346569 h 179

HYPERLINK l "_Toc78346570" Entre pais e filhos: uma análise da violência geracional  PAGEREF _Toc78346570 h 179

HYPERLINK l "_Toc78346571" Forró universitário ? o lazer das camadas médias dentro do mundo da cultura popular  PAGEREF _Toc78346571 h 179

HYPERLINK l "_Toc78346572" Aprendizes de soldados: dia-a-dia no interior de uma escola preparatória da polícia militar  PAGEREF _Toc78346572 h 180

HYPERLINK l "_Toc78346573" A QUESTÃO AMBIENTAL, INTERDISCIPLINARIDADE, TEORIA SOCIAL E PRODUÇÃO INTELECTUAL NA AMÉRICA LATINA E CARIBE  PAGEREF _Toc78346573 h 180

HYPERLINK l "_Toc78346574" UMA SOCIOLOGIA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS E DOS ESTUDOS INTERDISCIPLINARES SOBRE O TEMA AMBIENTE E SOCIEDADE NA AMÉRICA LATINA  PAGEREF _Toc78346574 h 180

HYPERLINK l "_Toc78346575" RELIGIÃO E RELIGIOSIDADE NA AMÉRICA PORTUGUESA: AS IRMANDADES LEIGAS NO SÉCULO XVIII  PAGEREF _Toc78346575 h 181

HYPERLINK l "_Toc78346576" RAPARIGAS E MEGANHAS NO CAMPO DE SANTANA: ELEMENTOS PARA UMA HISTÓRIA SOCIAL DA PROSTITUIÇÃO NO RIO DE JANEIRO (1903-1907)  PAGEREF _Toc78346576 h 181

HYPERLINK l "_Toc78346577" FEMINISMO NO EXÍLIO: O CÍRCULO DE MULHERES BRASILEIRAS EM PARIS  PAGEREF _Toc78346577 h 181

HYPERLINK l "_Toc78346578" FAVELA: CAOS SOBRE A ORDEM, OU ORDEM SOB O CAOS?!  PAGEREF _Toc78346578 h 182

HYPERLINK l "_Toc78346579" RELIGIÃO OFICIAL E ROMANIZAÇÃO DAS UNIDADES AUXILIARES NO EXERCITO IMPERIAL: UMA APROXIMAÇÃO PRELIMINAR  PAGEREF _Toc78346579 h 182

HYPERLINK l "_Toc78346580" A Revolta de Boudica e a destruição de Camulodunum: Romanização e Exército Romano  PAGEREF _Toc78346580 h 182

HYPERLINK l "_Toc78346581" MST e Estado: Da Era FHC ao Governo Lula ? acirramento ou distensão de um conflito?  PAGEREF _Toc78346581 h 183

HYPERLINK l "_Toc78346582" Brasil e Estados Unidos: contigüidade ou ruptura?  PAGEREF _Toc78346582 h 183

HYPERLINK l "_Toc78346583" OS DESAFIOS URBANOS DO MUNICÍPIO DE CAMPINAS E O ESTATUTO DA CIDADE: UMA NOVA CONCEPÇÃO DE PLANEJAMENTO URBANO?  PAGEREF _Toc78346583 h 184

HYPERLINK l "_Toc78346584" FESTA E VIOLÊNCIA: O MOVIMENTO ANTIGLOBALIZAÇÃO A PARTIR DA ANÁLISE DO PENSAMENTO DOS GRUPOS BLACK BLOCK E RECLAIM THE STREETS  PAGEREF _Toc78346584 h 184

HYPERLINK l "_Toc78346585" A ATUAÇÃO DA UNESCO NO BRASIL  PAGEREF _Toc78346585 h 184

HYPERLINK l "_Toc78346586" Defensores da Pátria: O imaginário sobre a escravidão e a utilização de recém-alforriados na Guerra do Paraguai (São Paulo, 1866-1871)  PAGEREF _Toc78346586 h 185

HYPERLINK l "_Toc78346587" Cenas de trabalho: Carregadores negros no Rio de Janeiro (1808-1850)  PAGEREF _Toc78346587 h 185

HYPERLINK l "_Toc78346588" A Tensão Público X Privado em Nestor Duarte  PAGEREF _Toc78346588 h 185

HYPERLINK l "_Toc78346589" Instituto de Física "Gleb Wataghin"  PAGEREF _Toc78346589 h 185

HYPERLINK l "_Toc78346590" UM ESTUDO CRÍTICO DO LIVRO II DO ÓPTICA DE ISAAC NEWTON  PAGEREF _Toc78346590 h 185

HYPERLINK l "_Toc78346591" Instituto de Geociências  PAGEREF _Toc78346591 h 186

HYPERLINK l "_Toc78346592" AS EMPRESAS TÊXTEIS DE AMERICANA: UMA ANÁLISE ESPACIAL DOS MICROS CIRCUITOS DE PRODUÇÃO (1990 ? 2003)  PAGEREF _Toc78346592 h 186

HYPERLINK l "_Toc78346593" AS EMPRESAS DE LOGÍSTICA E A REORGANIZAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO: a nova racionalidade dos fluxos materiais e imateriais  PAGEREF _Toc78346593 h 186

HYPERLINK l "_Toc78346594" MORFOTECTÔNICA E EVOLUÇÃO GEOMORFOLÓGICA DA BACIA DE SEDIMENTAÇÃO RIO CLARO : O CASO DO ALTO ESTRUTURAL DA PITANGA  PAGEREF _Toc78346594 h 186

HYPERLINK l "_Toc78346595" Morfotectônica e Evolução Geomorfológica da Bacia de Sedimentação Rio Claro: O Caso do Alto Estrutural da Pitanga  PAGEREF _Toc78346595 h 187

HYPERLINK l "_Toc78346596" FRAGILIDADE AMBIENTAL DE TERRAS PAULISTAS: ANÁLISE SISTÊMICA DE UMA TOPOSSEQUÊNCIA  PAGEREF _Toc78346596 h 187

HYPERLINK l "_Toc78346597" Desenvolvimento Local no Município de Holambra na Gestão da Região Metropolitana de Campinas  PAGEREF _Toc78346597 h 187

HYPERLINK l "_Toc78346598" DINÂMICA DA FRONTEIRA AGROPECUÁRIA DO SUL DO AMAZONAS: O CASO DA RODOVIA DO ESTANHO  PAGEREF _Toc78346598 h 188

HYPERLINK l "_Toc78346599" O PAPEL DO FIXO PÚBLICO NA DINAMIZAÇÃO E CIENTIFICIZAÇÃO DO TERRITÓRIO PAULISTA  PAGEREF _Toc78346599 h 188

HYPERLINK l "_Toc78346600" O USO DO HELICÓPTERO NA ACELERAÇÃO DOS FLUXOS Normativos NA Cidade DE SÃO PAULO  PAGEREF _Toc78346600 h 188

HYPERLINK l "_Toc78346601" EMPRESAS RETICULARES: INCENTIVOS TERRITORIAIS, USO E ALIENAÇÃO DO TERRITÓRIO  PAGEREF _Toc78346601 h 189

HYPERLINK l "_Toc78346602" SISTEMAS DE MOVIMENTO TERRESTRE E COMPETITIVIDADE TERRITORIAL: PEDÁGIOS E AUMENTO DA RECEITA TRIBUTÁRIA MUNICIPAL  PAGEREF _Toc78346602 h 189

HYPERLINK l "_Toc78346603" O TERRITÓRIO EM QUESTÃO: SUBSÍDIOS TEÓRICOS PARA DOTAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS NO MUNICÍPIO DE SUMARÉ, SP  PAGEREF _Toc78346603 h 189

HYPERLINK l "_Toc78346604" A Modernização dos Macrossistemas Técnicos (rodoviários e energéticos) e da Organização Política no Mato Grosso  PAGEREF _Toc78346604 h 189

HYPERLINK l "_Toc78346605" COOPERAÇÃO E PADRÕES DE FINANCIAMENTO À PESQUISA E À AÇÕES SOCIAIS: AS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS (ONG´s)  PAGEREF _Toc78346605 h 190

HYPERLINK l "_Toc78346606" GÊNERO, CIÊNCIA E HISTÓRIA: ASPECTOS DA ATUAÇÃO CIENTÍFICA DE BERTHA LUTZ, MESCLADOS COM SUA ATUAÇÃO POLÍTICA, E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A HISTÓRIA  PAGEREF _Toc78346606 h 190

HYPERLINK l "_Toc78346607" ENCLAVES TURÍSTICOS: política e território na concepção dos resort´s no litoral nordestino  PAGEREF _Toc78346607 h 190

HYPERLINK l "_Toc78346608" A Espetacularização do Espaço Urbano e o Patrimônio Arquitetônico de Campinas  PAGEREF _Toc78346608 h 191

HYPERLINK l "_Toc78346609" Conceitos de Ciências da Terra veiculados por meio de questões de avaliação formal, 1973-2002  PAGEREF _Toc78346609 h 191

HYPERLINK l "_Toc78346610" O PAPEL DO MODAL HIDROVIÁRIO NA LOGÍSTICA DO TRANSPORTE DE CARGAS NO TERRITÓRIO BRASILEIRO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA CONFIGURAÇÃO TERRITORIAL. O EXEMPLO DA HIDROVIA DO MADEIRA-AMAZONAS  PAGEREF _Toc78346610 h 191

HYPERLINK l "_Toc78346611" A política territorial da FIAT e sua rede de fornecedores de autopeças  PAGEREF _Toc78346611 h 192

HYPERLINK l "_Toc78346612" INTERIORIZAÇÃO DAS ADUANAS E COMPETITIVIDADE TERRITORIAL NO BRASIL: TIPOLOGIA E TOPOLOGIA DAS ESTAÇÕES ADUANEIRAS DO INTERIOR  PAGEREF _Toc78346612 h 192

HYPERLINK l "_Toc78346613" Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica  PAGEREF _Toc78346613 h 192

HYPERLINK l "_Toc78346614" UNIDADES DE APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA EM FORMA DE PÁGINAS ELETRÔNICAS  PAGEREF _Toc78346614 h 192

HYPERLINK l "_Toc78346615" NEPAM - Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais  PAGEREF _Toc78346615 h 193

HYPERLINK l "_Toc78346616" Populações tradicionais, hábitos modernos e impacto ambiental.  PAGEREF _Toc78346616 h 193

HYPERLINK l "_Toc78346617" Comunidades do Rio Unini: dinâmica populacional após a implantação do Parque Nacional do Jaú  PAGEREF _Toc78346617 h 193

HYPERLINK l "_Toc78346618" NEPO - Núcleo de Estudos da População  PAGEREF _Toc78346618 h 193

HYPERLINK l "_Toc78346619" População e meio ambiente nos principais biomas do Brasil  PAGEREF _Toc78346619 h 193

HYPERLINK l "_Toc78346620" ?Entitlement? e vulnerabilidade: uma primeira abordagem  PAGEREF _Toc78346620 h 194

HYPERLINK l "_Toc78346621" DINAMISMO POPULACIONAL E O IMPACTO DA SOJA: UMA ANÁLISE COMPARATIVA  PAGEREF _Toc78346621 h 194

HYPERLINK l "_Toc78346622" ACESSIBILIDADE AOS EQUIPAMENTOS DA EDUCAÇÃO PÚBLICA EM UM GRANDE CENTRO URBANO ? O CASO DE CAMPINAS  PAGEREF _Toc78346622 h 194

HYPERLINK l "_Toc78346623" DINÂMICA POPULACIONAL: UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE REGIÕES DO MATO GROSSO  PAGEREF _Toc78346623 h 195

HYPERLINK l "_Toc78346624" A cobrança pelo uso da água: Teoria e Prática  PAGEREF _Toc78346624 h 195

HYPERLINK l "_Toc78346625" PROJETOS DA ÁREA TECNOLÓGICA  PAGEREF _Toc78346625 h 196

HYPERLINK l "_Toc78346626" CEPAGRI - Centro de Ensino e Pesquisa em Agricultura  PAGEREF _Toc78346626 h 197

HYPERLINK l "_Toc78346627" GERAÇÃO DE MAPAS DE ÍNDICE DE VEGETAÇÃO VISANDO A ESTIMATIVA DE PRODUTIVIDADE DA CANA-DE-AÇÚCAR NO ESTADO DE SÃO PAULO  PAGEREF _Toc78346627 h 197

HYPERLINK l "_Toc78346628" Centro Superior de Educação Tecnológica  PAGEREF _Toc78346628 h 197

HYPERLINK l "_Toc78346629" Avaliação da concentração de amônia no sistema de lagoas de estabilização da ETE Graminha, Limeira-SP  PAGEREF _Toc78346629 h 197

HYPERLINK l "_Toc78346630" PRÉ-TRATAMENTO DE CHORUME POR FILTRAÇÃO EM AREIA E POSTERIOR TRATAMENTO DA AREIA POR COMPOSTAGEM  PAGEREF _Toc78346630 h 197

HYPERLINK l "_Toc78346631" ANÁLISE DA CORRELAÇÃO DOS DADOS PÓS-PROCESSADOS ENTRE RECEPTORES GPS DA TRIMBLE E ASHTECH  PAGEREF _Toc78346631 h 198

HYPERLINK l "_Toc78346632" ANÁLISE DOS IMPACTOS FREQÜÊNCIAIS NO DESGASTE DO PAVIMENTO DA AVENIDA DAS AMOREIRAS  PAGEREF _Toc78346632 h 198

HYPERLINK l "_Toc78346633" ANÁLISE DOS IMPACTOS FREQÜÊNCIAIS NO DESGASTE DO PAVIMENTO DA AVENIDA DAS AMOREIRAS  PAGEREF _Toc78346633 h 198

HYPERLINK l "_Toc78346634" CÁLCULO I E II NOS CURSOS DE TECNOLOGIA DA UNICAMP  PAGEREF _Toc78346634 h 198

HYPERLINK l "_Toc78346635" SIMULAÇÃO DE UMA CASA INTELIGENTE  PAGEREF _Toc78346635 h 198

HYPERLINK l "_Toc78346636" A TRANSFORMADA DISCRETA DE FOURIER APLICADA AO CÁLCULO DE CAMPOS ACÚSTICOS  PAGEREF _Toc78346636 h 199

HYPERLINK l "_Toc78346637" PARTE OPERATIVA DE SISTEMA DE COMPUTAÇÃO DESTINADO A FINS DIDÁTICOS  PAGEREF _Toc78346637 h 199

HYPERLINK l "_Toc78346638" DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE DE SIMULAÇÃO DO CONTROLE DE UMA RESIDÊNCIA INTELIGENTE  PAGEREF _Toc78346638 h 199

HYPERLINK l "_Toc78346639" AVALIAÇÃO OBJETIVA DE VÍDEO DIGITAL  PAGEREF _Toc78346639 h 200

HYPERLINK l "_Toc78346640" Síntese, Caracterização e Avaliação do Desempenho de Catalisadores Metaloporfirínicos (Metais coordenados= Mn e Fe) em Reações de Oxidações de Poluentes Orgânicos  PAGEREF _Toc78346640 h 200

HYPERLINK l "_Toc78346641" Análise de Resíduos de herbicidas-Classe das Triazinas- em Amostras de Solos Coletadas na Região da Cidade de Limeira Através de Cromatografia Gasosa  PAGEREF _Toc78346641 h 200

HYPERLINK l "_Toc78346642" Síntese, Caracterização e Avaliação do Desempenho de Catalisadores Metaloporfirínicos (Metais coordenados= Mn e Ru) em Reações de Epoxidações de Poluentes Orgânicos  PAGEREF _Toc78346642 h 201

HYPERLINK l "_Toc78346643" Análise de Resíduos de herbicidas-Classe das Triazinas- em Amostras de Águas Coletadas na Região da Cidade de Limeira Através de Cromatografia Gasosa  PAGEREF _Toc78346643 h 201

HYPERLINK l "_Toc78346644" Algoritmos Genéticos Aplicados ao Projeto de Arranjo de Antenas  PAGEREF _Toc78346644 h 201

HYPERLINK l "_Toc78346645" Redução da Cor e Turbidez do Chorume de Lixo do Aterro Sanitário de Limeira por processo de Filtração lenta  PAGEREF _Toc78346645 h 202

HYPERLINK l "_Toc78346646" DESCOLORAÇÃO DE EFLUENTE TÊXTIL POR PROCESSOS ELETROQUÍMICOS  PAGEREF _Toc78346646 h 202

HYPERLINK l "_Toc78346647" ARTICULAÇÃO ENTRE CONCEITOS, VALORES E ATITUDES PARA UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL  PAGEREF _Toc78346647 h 202

HYPERLINK l "_Toc78346648" O DESCARTE DE PILHAS E BATERIAS NO BRASIL E O SEU IMPACTO NO MEIO AMBIENTE  PAGEREF _Toc78346648 h 203

HYPERLINK l "_Toc78346649" O DESCARTE DE PILHAS E BATERIAS NO BRASIL E O SEU IMPACTO NO MEIO AMBIENTE  PAGEREF _Toc78346649 h 203

HYPERLINK l "_Toc78346650" Centro Pluridisc. de Pesq. Químicas, Biológicas e Agrícolas  PAGEREF _Toc78346650 h 203

HYPERLINK l "_Toc78346651" PURIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO BIOQUIMICA DE XILANASES ALCALINAS DE Bacillus pumilus CBMAI 0008  PAGEREF _Toc78346651 h 203

HYPERLINK l "_Toc78346652" IDENTIFICAÇÃO DE COMPOSTOS PRESENTES NA FRAÇÃO NÃO VOLÁTIL DE Virola sebifera Aublet COM ATIVIDADE ANTIPROLIFERATIVA  PAGEREF _Toc78346652 h 204

HYPERLINK l "_Toc78346653" Faculdade de Engenharia de Alimentos  PAGEREF _Toc78346653 h 204

HYPERLINK l "_Toc78346654" PREDIÇÃO DE PROPRIEDADES TERMODINÂMICAS DE COMPOSTOS GRAXOS  PAGEREF _Toc78346654 h 204

HYPERLINK l "_Toc78346655" RECUPERAÇÃO DA VITAMINA E PRESENTE NO DESODORIZADO DE ÓLEO DE PALMA COM O USO DE RESINAS DE TROCA IÔNICA  PAGEREF _Toc78346655 h 204

HYPERLINK l "_Toc78346656" ESTUDO DA DESACIDIFICAÇÃO DE ÓLEOS VEGETAIS POR EXTRAÇÃO COM SOLVENTE EM EQUIPAMENTO CONTÍNUO  PAGEREF _Toc78346656 h 205

HYPERLINK l "_Toc78346657" ESTUDO DO EQUILÍBRIO DE FASES PARA SISTEMAS COMPOSTOS POR ÓLEO DE GIRASSOL + ÁCIDO OLÉICO OU ÁCIDO LINOLÉICO + ETANOL + ÁGUA, A 25 °C  PAGEREF _Toc78346657 h 205

HYPERLINK l "_Toc78346658" VISCOSIDADE DINÂMICA DE SOLUÇÕES AQUOSAS DE POLIETILINOGLICOL E CITRATO DE SÓDIO  PAGEREF _Toc78346658 h 205

HYPERLINK l "_Toc78346659" PRODUÇÃO DE MICROCÁPSULAS PRODUZIDAS POR COACERVAÇÃO COMPLEXA  PAGEREF _Toc78346659 h 206

HYPERLINK l "_Toc78346660" A INFLUÊNCIA DO PROCESSAMENTO SOBRE A ADIÇÃO DE ÁCIDOS GRAXOS ÔMEGA-3 EM PÃO DE FORMA  PAGEREF _Toc78346660 h 206

HYPERLINK l "_Toc78346661" IDENTIFICAÇÃO E DETERMINAÇÃO DA ATIVIDADE DE LIPOXIGENASES EM SEMENTES DE SOJA DE DIFERENTES CULTIVARES  PAGEREF _Toc78346661 h 206

HYPERLINK l "_Toc78346662" ESTUDO DA ATIVIDADE DA NORBIXINA SOBRE O METABOLISMO DE RATOS SUBMETIDOS A ESTRESSE OXIDATIVO  PAGEREF _Toc78346662 h 207

HYPERLINK l "_Toc78346663" ESTUDO DA ATIVIDADE DA NORBIXINA SOBRE O METABOLISMO DE RATOS SUBMETIDOS A ESTRESSE OXIDATIVO  PAGEREF _Toc78346663 h 207

HYPERLINK l "_Toc78346664" Programa de informação Sobre alimentos industrializados com propriedades especiais para a saúde e consumidores de Campinas, S.P.  PAGEREF _Toc78346664 h 208

HYPERLINK l "_Toc78346665" DETERMINAÇÃO DE NITRITO E NITRATO POR SISTEMA FIA EM REFEIÇÕES VEGETARIANAS  PAGEREF _Toc78346665 h 208

HYPERLINK l "_Toc78346666" DETERMINAÇÃO DE NITRATO E NITRITO POR SISTEMA FIA EM SALSICHAS  PAGEREF _Toc78346666 h 208

HYPERLINK l "_Toc78346667" Influência da Temperatura e da Concentração da Solução Osmótica na Taxa de Transferência de Massa do Processo de Desidratação Osmótica de Batata Doce (Ipomoea batatas L.)  PAGEREF _Toc78346667 h 209

HYPERLINK l "_Toc78346668" OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO DE PRECIPITAÇÃO DE INULINA  PAGEREF _Toc78346668 h 209

HYPERLINK l "_Toc78346669" MODELAGEM DO EQUILÍBRIO DE FASES DO DESTILADO DA DESODORIZAÇÃO DO ÓLEO DE PALMA (DDOP) E DIÓXIDO DE CARBONO SUPERCRÍTICO  PAGEREF _Toc78346669 h 209

HYPERLINK l "_Toc78346670" SOLUBILIDADE DE ÓLEOS E GORDURAS EM DIÓXIDO DE CARBONO SUPERCRÍTICO  PAGEREF _Toc78346670 h 210

HYPERLINK l "_Toc78346671" Estudo da Separação de glicose de frutose por cromatografia em coluna de zeólita  PAGEREF _Toc78346671 h 210

HYPERLINK l "_Toc78346672" IMOBILIZAÇÃO DA ENZIMA INULINASE DE Kluyveromices marxianus E ESTUDO DE SUA ESTABILIDADE TÉRMICA  PAGEREF _Toc78346672 h 210

HYPERLINK l "_Toc78346673" SELEÇÃO DE FUNGOS PARA PRODUÇÃO DE TANASE POR FERMENTAÇÃO SÓLIDA EM RESÍDUOS VEGETAIS  PAGEREF _Toc78346673 h 211

HYPERLINK l "_Toc78346674" Fermentação para a produção de biosurfatantes  PAGEREF _Toc78346674 h 211

HYPERLINK l "_Toc78346675" ESTUDO DO PROCESSO FERMENTATIVO PARA BIOTRANSFORMAÇÃO DE CAROTENÓIDES  PAGEREF _Toc78346675 h 211

HYPERLINK l "_Toc78346676" ISOLAMENTO E SELEÇÃO MICRORGANISMOS BIOTRANSFORMADORES DE CAROTENÓIDES  PAGEREF _Toc78346676 h 212

HYPERLINK l "_Toc78346677" PRODUÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE DERIVADOS DE CAROTENÓIDES OBTIDOS POR BIOTRANSFORMAÇÃO  PAGEREF _Toc78346677 h 212

HYPERLINK l "_Toc78346678" PERFIL SENSORIAL DE REFRIGERANTE DE COLA ?LIGHT? E TRADICIONAL: ANÁLISE DESCRITIVA QUANTITATIVA E ANÁLISE TEMPO-INTENSIDADE  PAGEREF _Toc78346678 h 212

HYPERLINK l "_Toc78346679" PERFIL SENSORIAL E ACEITAÇÃO DE CHOCOLATE CONTENDO EDULCORANTE COMO SUBSTITUTO DE SACAROSE  PAGEREF _Toc78346679 h 213

HYPERLINK l "_Toc78346680" INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA NO PERFIL SENSORIAL E NA ACEITAÇÃO DE ACHOCOLATADOS COMERCIAIS:TRADICIONAL E ?DIET?  PAGEREF _Toc78346680 h 213

HYPERLINK l "_Toc78346681" Avaliação da composição centesimal e dos teores vitamínicos em alimentos completos para gatos  PAGEREF _Toc78346681 h 213

HYPERLINK l "_Toc78346682" ANÁLISE DE COMPOSIÇÃO CENTESIMAL E VITAMINAS EM RAÇÕES CANINAS  PAGEREF _Toc78346682 h 214

HYPERLINK l "_Toc78346683" Avaliação dos teores vitamínicos em rações enriquecidas com óleo de linhaça e em filés de tilápia  PAGEREF _Toc78346683 h 214

HYPERLINK l "_Toc78346684" PRODUÇÃO DE (-1,3 GLUCANASE, PROTEASE E QUITINASE PELA LINHAGEM Cellulosimicrobium cellulans 191 E APLICAÇÃO NA LISE DA PAREDE CELULAR DE LEVEDURAS  PAGEREF _Toc78346684 h 214

HYPERLINK l "_Toc78346685" Estudo da conversão de sacarose em isomaltulose por células livres e células imobilizadas em alginato de cálcio de Erwinia sp D12  PAGEREF _Toc78346685 h 215

HYPERLINK l "_Toc78346686" Avaliações físicas e físico-químicas de água de coco verde (Cocos nucifera L.) comercializada na região Campinas ? São Paulo  PAGEREF _Toc78346686 h 215

HYPERLINK l "_Toc78346687" Implantação do Sistema de Boas Práticas de Fabricação para o processamento e envase asséptico de leite em garrafa plástica  PAGEREF _Toc78346687 h 215

HYPERLINK l "_Toc78346688" AVALIAÇÃO DO CRESCIMENTO DE PLEUROTUS sp EM MEIO COM DIBENZOFURANO  PAGEREF _Toc78346688 h 215

HYPERLINK l "_Toc78346689" Ação antimicrobiana da lisozima sobre Lactobacillus brevis em sistema tampão  PAGEREF _Toc78346689 h 216

HYPERLINK l "_Toc78346690" PASTEURIZAÇÃO DE CERVEJA EM GARRAFAS PLÁSTICAS  PAGEREF _Toc78346690 h 216

HYPERLINK l "_Toc78346691" HIDRÓLISE DE BIOMASSA EM MEIO SUBCRÍTICO  PAGEREF _Toc78346691 h 216

HYPERLINK l "_Toc78346692" AVALIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO DO CAMPUS DA UNICAMP E DO PERFIL NUTRICIONAL DOS ALUNOS DOS CURSOS NOTURNOS  PAGEREF _Toc78346692 h 217

HYPERLINK l "_Toc78346693" Produção de inulinase em reator de bancada utilizando meio industrial clarificado  PAGEREF _Toc78346693 h 217

HYPERLINK l "_Toc78346694" PRODUÇÃO, CARACTERIZAÇÃO PARCIAL E PURIFICAÇÃO DA LIPASE DE Geotrichum candidum PRODUZIDA COM MEIOS INDUSTRIAIS  PAGEREF _Toc78346694 h 217

HYPERLINK l "_Toc78346695" Estudo da Cinética de Desidratação Osmótica de Goiabas em Soluções de Maltose com Adição de Cálcio e Avaliação da Qualidade do Produto  PAGEREF _Toc78346695 h 218

HYPERLINK l "_Toc78346696" METODOLOGIA PARA AVALIAR A CAPACIDADE DE DERRETIMENTO DE QUEIJO PRATO  PAGEREF _Toc78346696 h 218

HYPERLINK l "_Toc78346697" CONSUMO DE PRODUTOS DIETÉTICOS PELA POPULAÇÃO DE CAMPINAS, S.P.  PAGEREF _Toc78346697 h 219

HYPERLINK l "_Toc78346698" Ácido Benzóico ? Ocorrência em leite e derivados  PAGEREF _Toc78346698 h 219

HYPERLINK l "_Toc78346699" EFEITO DA ADIÇÃO DE INIBIDORES QUÍMICOS DURANTE A FERMENTAÇÃO E DA FORMA DE SECAGEM DE AMÊNDOAS DE CACAU NA RETENÇÃO DE COMPOSTOS FENÓLICOS  PAGEREF _Toc78346699 h 219

HYPERLINK l "_Toc78346700" Concentração de licopeno da polpa de melancia por microfiltração  PAGEREF _Toc78346700 h 220

HYPERLINK l "_Toc78346701" Atualização do banco de dados de parâmetros de resistência térmica de bactérias, vitaminas, enzimas e fungos em alimentos e reativação, armazenamento e catalogagem de bolores da coleção de culturas do laboratório de Termobacteriologia  PAGEREF _Toc78346701 h 220

HYPERLINK l "_Toc78346702" Influência do tratamento térmico e acidificação na textura de géis de proteínas do leite  PAGEREF _Toc78346702 h 220

HYPERLINK l "_Toc78346703" RELAÇÃO TEXTURA - MICROESTRUTURA DE GÉIS COMPOSTOS POR CASEINATO DE SÓDIO E JATAÍ  PAGEREF _Toc78346703 h 221

HYPERLINK l "_Toc78346704" EQUILÍBRIO TERMODINÂMICO E REOLÓGICO DE PROTEÍNAS DE SORO E GUAR  PAGEREF _Toc78346704 h 221

HYPERLINK l "_Toc78346705" INFLUÊNCIA DA ULTRAFILTRAÇÃO NA COMPOSIÇÃO E FUNCIONALIDADE DA MUSSARELA LIGHT  PAGEREF _Toc78346705 h 221

HYPERLINK l "_Toc78346706" QUALIDADE DO QUEIJO MINAS FRESCAL PRODUZIDO POR ULTRAFILTRAÇÃO  PAGEREF _Toc78346706 h 222

HYPERLINK l "_Toc78346707" OTIMIZAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE PRODUÇÃO ENZIMÁTICA DE ISOFLAVONAS AGLICONAS  PAGEREF _Toc78346707 h 222

HYPERLINK l "_Toc78346708" Faculdade de Engenharia Agrícola  PAGEREF _Toc78346708 h 222

HYPERLINK l "_Toc78346709" RESISTÊNCIA MECÂNICA DO FIGO ?ROXO DE VALINHOS? E INTERAÇÕES COM A EMBALAGEM  PAGEREF _Toc78346709 h 222

HYPERLINK l "_Toc78346710" Danos mecânicos na colheita e beneficiamento de caqui ?Rama Forte?  PAGEREF _Toc78346710 h 223

HYPERLINK l "_Toc78346711" BAMBU LAMINADO COLADO  PAGEREF _Toc78346711 h 223

HYPERLINK l "_Toc78346712" Compósito casca de ovo e argamassa de cimento Portland  PAGEREF _Toc78346712 h 223

HYPERLINK l "_Toc78346713" DETERMINAÇÃO DO CUSTO DE RESFRIAMENTO DE TOMATE DE MESA RESFRIADO EM CÂMARA DE ARMAZENAGEM, COM AR FORÇADO E COM ÁGUA GELADA  PAGEREF _Toc78346713 h 223

HYPERLINK l "_Toc78346714" RESFRIAMENTO RÁPIDO COM ÁGUA GELADA DE TOMATE DE MESA SEGUIDO DE ESTOCAGEM E INFLUÊNCIA NA VIDA ÚTIL  PAGEREF _Toc78346714 h 224

HYPERLINK l "_Toc78346715" ANÁLISE DA APLICABILIDADE DE CLASSIFICAÇÕES DE SOLOS PARA UM SOLO DE DIABÁSIO COMUM À REGIÃO DE CAMPINAS  PAGEREF _Toc78346715 h 224

HYPERLINK l "_Toc78346716" Potencial de poluição de águas superficiais por fontes não pontuais de fósforo em uma sub-bacia hidrográfica do Ribeirão do Pinhal, Limeira-SP  PAGEREF _Toc78346716 h 224

HYPERLINK l "_Toc78346717" AVALIAÇÃO DE REATORES ANAERÓBIOS COMPARTIMENTADO  PAGEREF _Toc78346717 h 225

HYPERLINK l "_Toc78346718" tratamento de efluente de reator anaeróbio compartimentado: Leito cultivado de fluxo vertical versus leito cultivado de fluxo subsuperficial  PAGEREF _Toc78346718 h 225

HYPERLINK l "_Toc78346719" Avaliação de Sistema Integrado de Tratamentos e Reuso Agrícola de Esgoto - SITRAE  PAGEREF _Toc78346719 h 225

HYPERLINK l "_Toc78346720" Equacionamento do bulbo molhado na irrigação por gotejamento através da técnica da TDR (Reflectometria no Domínio do Tempo)  PAGEREF _Toc78346720 h 226

HYPERLINK l "_Toc78346721" DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE FIRMEZA DE LARANJAS PELO MÉTODO DE MOIRÉ DE SOMBRA.  PAGEREF _Toc78346721 h 226

HYPERLINK l "_Toc78346722" APLICAÇÃO DO MÉTODO DE MOIRÉ NO ESTUDO DA FORMA GEOMÉTRICA DE TOMATES  PAGEREF _Toc78346722 h 226

HYPERLINK l "_Toc78346723" Avaliação do Comportamento de Reprodutoras de Frango de Corte por Meio de Identificação Eletrônica e Análise de Imagens, em Câmara Climática.  PAGEREF _Toc78346723 h 227

HYPERLINK l "_Toc78346724" Desenvolvimento de um software aplicado à análise de imagens de comportamento de vacas confinadas em sistemas de alojamento freestall  PAGEREF _Toc78346724 h 227

HYPERLINK l "_Toc78346725" DESENVOLVIMENTO DE UM PADRÃO PARA AVALIAÇÃO DO AMBIENTE DE CRECHE E TERMINAÇÃO DE SUÍNOS (GASES, POEIRAS E RUÍDOS)  PAGEREF _Toc78346725 h 227

HYPERLINK l "_Toc78346726" MAPEAMENTO DE ÁREAS DE SOJA NO OESTE DO ESTADO DO PARANÁ POR MEIO DE IMAGENS LANDSAT 5/TM  PAGEREF _Toc78346726 h 228

HYPERLINK l "_Toc78346727" EVOLUÇÃO TEMPORAL DO ÍNDICE DE VEGETAÇÃO DA ÁREA URBANA DE CURITIBA  PAGEREF _Toc78346727 h 228

HYPERLINK l "_Toc78346728" ANÁLISE TEMPORAL DE ÍNDICES DE VEGETAÇÃO COMO SUBSIDIO Á PREVISÃO DE SAFRAS DE CANA-DE-AÇÚCAR  PAGEREF _Toc78346728 h 228

HYPERLINK l "_Toc78346729" EFICIÊNCIA DA SEMENTE DE MORINGA OLEÍFERA COMO COAGULANTE EM TRATAMENTO DE ÁGUA  PAGEREF _Toc78346729 h 229

HYPERLINK l "_Toc78346730" ESPACIALIZAÇÃO DE DUAS BACIAS HIDROGRÁFICAS DA SERRA DO JAPI VISANDO A MODELAGEM HIDROLÓGICA  PAGEREF _Toc78346730 h 229

HYPERLINK l "_Toc78346731" AVALIAÇÃO DO RISCO DE DEGRADAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO DO PINHAL, LIMEIRA-SP  PAGEREF _Toc78346731 h 229

HYPERLINK l "_Toc78346732" ESTUDO DE SECAGEM DE CAQUI GIOMBO COM E SEM CONGELAMENTO  PAGEREF _Toc78346732 h 230

HYPERLINK l "_Toc78346733" CONSTRUÇÃO DE UM SECADOR LABORATORIAL COM TEMPERATURA E VELOCIDADE CONTROLADAS  PAGEREF _Toc78346733 h 230

HYPERLINK l "_Toc78346734" OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO DE EXTRAÇÃO DE INULINA DE RAÍZES DE CHICÓRIA  PAGEREF _Toc78346734 h 230

HYPERLINK l "_Toc78346735" OBTENÇÃO DA DIFUSIVIDADE EFETIVA: MÉTODO DE DIFERENÇAS FINITAS EXPLÍCITO  PAGEREF _Toc78346735 h 231

HYPERLINK l "_Toc78346736" CINÉTICA DE SECAGEM DE RAÍZ DE CHICÓRIA  PAGEREF _Toc78346736 h 231

HYPERLINK l "_Toc78346737" AVALIAÇÃO DA VIDA DE PRATELEIRA DE TOMATE DE MESA RESFRIADO RAPIDAMENTE COM ÁGUA GELADA POR ASPERSÃO SEGUIDA DE ARMAZENAMENTO  PAGEREF _Toc78346737 h 231

HYPERLINK l "_Toc78346738" GUIA DE ARMAZENAMENTO, MANUSEIO E CARACTERIZAÇAO DE FRUTAS E HORTALIÇAS  PAGEREF _Toc78346738 h 232

HYPERLINK l "_Toc78346739" AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DO AMBIENTE INTERNO DE DOIS SISTEMAS DE PRODUÇÃO COMERCIAL DE FRANGOS DE CORTE COM VENTILAÇÃO E DENSIDADE POPULACIONAL DAS AVES DIFERENCIADOS  PAGEREF _Toc78346739 h 232

HYPERLINK l "_Toc78346740" DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMA COMPUTACIONAL E IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA AUTOMATIZADO PARA CONTROLE CLIMÁTICO EM CASAS DE VEGETAÇÃO  PAGEREF _Toc78346740 h 232

HYPERLINK l "_Toc78346741" OBTENÇÃO DE DADOS E ANÁLISE PRELIMINAR DA RELAÇÃO DAS VARIÁVEIS DE CONFORTO TÉRMICO E DE CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA EM INSTALAÇÕES SUINÍCOLAS CLIMATIZADAS  PAGEREF _Toc78346741 h 233

HYPERLINK l "_Toc78346742" ANÁLISE ESTATÍSTICA DOS RESULTADOS DO PROJETO ?AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DO AMBIENTE INTERNO DE DOIS SISTEMAS DE PRODUÇÃO COMERCIAL DE FRANGOS DE CORTE, COM VENTILAÇÃO E DENSIDADE POPULACIONAL DAS AVES DIFERENCIADOS?  PAGEREF _Toc78346742 h 233

HYPERLINK l "_Toc78346743" DISPONIBILIZAÇÃO EM WEB DO SISTEMA ESPECIALISTA PARA APLICAÇÃO DE COMPOSTO DE LIXO URBANO NA AGRICULTURA UTILIZANDO A FERRAMENTA SERVCLIPS  PAGEREF _Toc78346743 h 233

HYPERLINK l "_Toc78346744" Limpeza do Tomate de Mesa no Sistema UNIMAC* (*Unidade Móvel de Auxílio à Colheita)  PAGEREF _Toc78346744 h 234

HYPERLINK l "_Toc78346745" Parâmetros Influentes na colheita de tomates com auxílio mecânico  PAGEREF _Toc78346745 h 234

HYPERLINK l "_Toc78346746" Determinação de danos físicos em uma linha de beneficiamento para tomate de mesa (Lycopersicon esculentum Mill) utilizando a esfera instrumentada  PAGEREF _Toc78346746 h 234

HYPERLINK l "_Toc78346747" Caracterização do Funcionamento e Determinação de Pontos Críticos em Unidades de Beneficiamento para Batata Consumo  PAGEREF _Toc78346747 h 235

HYPERLINK l "_Toc78346748" AVALIAÇÃO DA CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE TOMATE DE MESA COM A UTILIZAÇÃO DE COBERTURAS COMESTÍVEIS  PAGEREF _Toc78346748 h 235

HYPERLINK l "_Toc78346749" Sistema de suporte a decisão na avaliação do ambiente de suínos  PAGEREF _Toc78346749 h 235

HYPERLINK l "_Toc78346750" ELABORAÇÃO DE UM PROGRAMA COMPUTACIONAL NO MATLAB® 6.1 COMO FRUTO DA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA DE ESTUDOS DE PROCESSOS DE SECAGEM DE PRODUTOS AGRÍCOLAS  PAGEREF _Toc78346750 h 236

HYPERLINK l "_Toc78346751" ANÁLISE COMPARATIVA DE RESULTADOS EXPERIMENTAIS E TEÓRICOS ASSOCIADOS AO MOVIMENTO DE ÁGUA NO SOLO  PAGEREF _Toc78346751 h 236

HYPERLINK l "_Toc78346752" SIMULAÇÃO NUMÉRICA DA CURVA DE LACTAÇÃO DE GADO LEITEIRO  PAGEREF _Toc78346752 h 236

HYPERLINK l "_Toc78346753" SECAGEM DE PIMENTÃO OSMOTICAMENTE DESIDRATADO  PAGEREF _Toc78346753 h 237

HYPERLINK l "_Toc78346754" QUALIDADE DA CAMA E DO ALIMENTO EM CRIAÇÕES DE FRANGO DE CORTE  PAGEREF _Toc78346754 h 237

HYPERLINK l "_Toc78346755" AVALIAÇÃO DOS NÍVEIS DE EXPOSIÇÃO A AGENTES QUÍMICOS E RUÍDO AMBIENTAL DO TRABALHADOR RURAL DE GRANJA DE PRODUÇÃO COMERCIAL DE FRANGOS DE CORTE  PAGEREF _Toc78346755 h 237

HYPERLINK l "_Toc78346756" DESENVOLVIMENTO DE UM PERFILÔMETRO ELETRÔNICO PARA SOLOS AGRÍCOLAS  PAGEREF _Toc78346756 h 238

HYPERLINK l "_Toc78346757" DEMANDA DE ENERGIA PARA O CORTE INERCIAL DE COLMOS DE CANA-DE-AÇÚCAR COM FACAS OSCILANTES  PAGEREF _Toc78346757 h 238

HYPERLINK l "_Toc78346758" COMPORTAMENTO DINÂMICO DE UMA FACA OSCILANTE DURANTE O CORTE DE COLMOS DE CANA-DE-AÇÚCAR  PAGEREF _Toc78346758 h 238

HYPERLINK l "_Toc78346759" COMPORTAMENTO CINEMÁTICO DE UM REDUTOR DE VELOCIDADE TIPO CATRACA PARA A APLICAÇÃO EM MÁQUINAS AGRÍCOLAS  PAGEREF _Toc78346759 h 239

HYPERLINK l "_Toc78346760" Avaliação da qualidade pós-colheita da banana Prata Anã associada a embalagens  PAGEREF _Toc78346760 h 239

HYPERLINK l "_Toc78346761" Intensidade luminosa e aclimatação de mudas micro-propagadas de bananeira (Musa spp.) cv. Grand Naine  PAGEREF _Toc78346761 h 239

HYPERLINK l "_Toc78346762" AGRICULTURA DE PRECISÃO EM CANA-DE-AÇÚCAR  PAGEREF _Toc78346762 h 240

HYPERLINK l "_Toc78346763" ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO DOS COLHEDORES DE TOMATE  PAGEREF _Toc78346763 h 240

HYPERLINK l "_Toc78346764" VARIAÇÃO TEMPORAL DAS CARACTERÍSTICAS DE ARMAZENAMENTO DE ÁGUA DO SOLO NA CULTURA DO TOMATEIRO SOB CONDIÇÕES DE IRRIGAÇÃO  PAGEREF _Toc78346764 h 240

HYPERLINK l "_Toc78346765" REDISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA NO SOLO SOB CONDIÇÃO DE IRRIGAÇÃO SUBSUPERFICIAL A BAIXA PRESSÃO  PAGEREF _Toc78346765 h 240

HYPERLINK l "_Toc78346766" MONITORAMENTO DA QUALIDADE DE ÁGUA PARA AVALIAÇÃO DE IMPACTOS DA ATIVIDADE AGRÍCOLA  PAGEREF _Toc78346766 h 241

HYPERLINK l "_Toc78346767" Identificação das Práticas Produtivas na Reprodução Social da Agricultura Familiar: Um estudo em Campinas-SP  PAGEREF _Toc78346767 h 241

HYPERLINK l "_Toc78346768" AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DAS FLORES DE CORTE UTILIZADAS PARA A CONFECÇÃO DE BUQUÊS  PAGEREF _Toc78346768 h 241

HYPERLINK l "_Toc78346769" DETERMINAÇÃO DE DOSAGEM DE GÁS ETILENO PARA APLICAÇÃO EM TOMATE DE MESA NO SISTEMA UNIMAC* (UNIMAC* UNIDADE MÓVEL DE AUXÍLIO À COLHEITA)  PAGEREF _Toc78346769 h 242

HYPERLINK l "_Toc78346770" Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo  PAGEREF _Toc78346770 h 242

HYPERLINK l "_Toc78346771" GERAÇÃO DE SÉRIES SINTÉTICAS DE VAZÕES PARA O SISTEMA PRODUTOR HÍDRICO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO  PAGEREF _Toc78346771 h 242

HYPERLINK l "_Toc78346772" PROPRIEDADES MECÂNICAS DO CONCRETO COLORIDO DE ALTA RESISTÊNCIA  PAGEREF _Toc78346772 h 242

HYPERLINK l "_Toc78346773" ESTUDO DA INFLUÊNCIA HISPANO-MOURISCA NA ARQUITETURA MUNDIAL CONTEMPORÂNEA ? UMA ANÁLISE DA FORMA GEOMÉTRICA  PAGEREF _Toc78346773 h 243

HYPERLINK l "_Toc78346774" ANÁLISE DO EFLUENTE DE FILTRO DE AREIA APÓS DESINFECÇÃO ? DETECÇÃO DE PROTOZOÁRIOS E HELMINTOS  PAGEREF _Toc78346774 h 243

HYPERLINK l "_Toc78346775" DESINFECÇÃO DE EFLUENTES SANITÁRIOS E POSTERIOR APLICAÇÃO PARA FINS PRODUTIVOS NA AGRICULTURA  PAGEREF _Toc78346775 h 243

HYPERLINK l "_Toc78346776" DESINFECÇÃO DE EFLUENTE SANITÁRIO POR OZONIZAÇÃO PARA REUSO AGRÍCOLA  PAGEREF _Toc78346776 h 244

HYPERLINK l "_Toc78346777" REMOÇÃO DA MATÉRIA ORGÂNICA NO PÓS-TRATAMENTO DE EFLUENTE ANAERÓBIO POR FILTROS DE AREIA.  PAGEREF _Toc78346777 h 244

HYPERLINK l "_Toc78346778" AVALIAÇAO DA DEGRABILIDADE DE LODO DE INDUSTRIA DE GELATINA: ENSAIO DE RESPIROMETRIA  PAGEREF _Toc78346778 h 244

HYPERLINK l "_Toc78346779" Uma Proposta para Implantação de uma Infraestrutura Cicloviária para o campus da Unicamp em Campinas  PAGEREF _Toc78346779 h 245

HYPERLINK l "_Toc78346780" A implantação como condicionante na qualidade de vida dos usuários de conjuntos habitacionais de interesse social  PAGEREF _Toc78346780 h 245

HYPERLINK l "_Toc78346781" Levantamento de parâmetros de implantação de conjuntos habitacionais de interesse social: ênfase nos aspectos de sustentabilidade ambiental  PAGEREF _Toc78346781 h 245

HYPERLINK l "_Toc78346782" Iconografia dos Conceitos da Psicologia Ambiental  PAGEREF _Toc78346782 h 246

HYPERLINK l "_Toc78346783" Avaliação Microbiológica do Sistema Filtro Anaeróbio-Biofiltro Aerado Aplicado ao Tratamento de Esgoto Sanitário  PAGEREF _Toc78346783 h 246

HYPERLINK l "_Toc78346784" BIBLIOTECA DIDÁTICA DE TECNOLOGIAS AMBIENTAIS: TRATAMENTO ALTERNATIVO DE ESGOTOS  PAGEREF _Toc78346784 h 246

HYPERLINK l "_Toc78346785" POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUO SÓLIDO MUNICIPAL: VALINHOS  PAGEREF _Toc78346785 h 247

HYPERLINK l "_Toc78346786" POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS MUNICIPAIS: VINHEDO  PAGEREF _Toc78346786 h 247

HYPERLINK l "_Toc78346787" O planejamento ambiental estratégico e as divisões administrativas no município de Campinas/SP.  PAGEREF _Toc78346787 h 247

HYPERLINK l "_Toc78346788" Biblioteca Didática de Tecnologias Ambientais (fase VI) Módulo Mobilidade: Sustentabilidade das Técnicas de Transporte (fase I)  PAGEREF _Toc78346788 h 248

HYPERLINK l "_Toc78346789" Ambiente de visualização de diagramas de esforços solicitantes desenvolvido em Delphi  PAGEREF _Toc78346789 h 248

HYPERLINK l "_Toc78346790" Um ambiente de visualização de diagramas de esforços solicitantes desenvolvido em linguagem Java  PAGEREF _Toc78346790 h 248

HYPERLINK l "_Toc78346791" INFLUÊNCIA DAS CONDIÇÕES DE CURA NA ABSORÇÃO CAPILAR E NA PERMEABILIDADE AO AR DO CONCRETO  PAGEREF _Toc78346791 h 249

HYPERLINK l "_Toc78346792" Desempenho de argamassas de cimento com adição de sílica ativa submetidas a diferentes condições de cura  PAGEREF _Toc78346792 h 249

HYPERLINK l "_Toc78346793" Desenvolvimento de notas de aula interativas para disciplinas de Sistemas Estruturais  PAGEREF _Toc78346793 h 249

HYPERLINK l "_Toc78346794" METODOLOGIA PARA ENTRADA DE DADOS DE ORIGEM ANALÓGICA COMO SUPORTE NA GERAÇÃO DE BASES DIGITAIS PARA USO EM SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICO VOLTADOS PARA A ANÁLISE URBANA  PAGEREF _Toc78346794 h 250

HYPERLINK l "_Toc78346795" SISTEMATIZAÇÃO DE PESQUISA DE CAMPO DO PROJETO: ANÁLISE DE PARÂMETROS DE IMPLANTAÇÃO DE CONJUNTOS HABITACIONAIS DE INTERESSE SOCIAL: ÊNFASE NOS ASPECTOS DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E DE QUALIDADE DE VIDA  PAGEREF _Toc78346795 h 250

HYPERLINK l "_Toc78346796" SUPERFÍCIES TRANSPARENTES E ARQUITETURA: ANÁLISE DO CONFORTO AMBIENTAL E CONSERVAÇÃO DE ENERGIA DE EDIFÍCIOS DE CAMPINAS  PAGEREF _Toc78346796 h 250

HYPERLINK l "_Toc78346797" CONFORTO TÉRMICO EM ESPAÇOS EXTERNOS: PREFERÊNCIAS DOS USUÁRIOS E ÍNDICES DE CONFORTO  PAGEREF _Toc78346797 h 251

HYPERLINK l "_Toc78346798" CONTRIBUIÇÃO DA VEGETAÇÃO PARA MELHORIA DO Conforto Térmico DO ambiente construído  PAGEREF _Toc78346798 h 251

HYPERLINK l "_Toc78346799" UTILIZAÇÃO DE PROGRAMA DE CÁLCULO ESTRUTURAL NO ESTUDO DE UM PAVIMENTO DE ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO  PAGEREF _Toc78346799 h 251

HYPERLINK l "_Toc78346800" FUNDAÇÕES PARA AS MORADIAS DO PROJETO TITAM  PAGEREF _Toc78346800 h 252

HYPERLINK l "_Toc78346801" UM PAVIMENTO DE CONCRETO ARMADO DIMENSIONADO ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DE PROGRAMA DE CÁLCULO ESTRUTURAL  PAGEREF _Toc78346801 h 252

HYPERLINK l "_Toc78346802" UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA VISANDO ANALISAR OS DISPOSITIVOS PARA DEFICIENTES FÍSICOS EXISTENTES NA UNICAMP  PAGEREF _Toc78346802 h 252

HYPERLINK l "_Toc78346803" DETERMINAÇÃO DA ALTITUDE ORTOMÉTRICA DA REDE DE REFERÊNCIA CADASTRAL DA UNICAMP  PAGEREF _Toc78346803 h 253

HYPERLINK l "_Toc78346804" LOCALIZAÇÃO DOS EDIFÍCIOS DA UNICAMP ATRAVÉS DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS  PAGEREF _Toc78346804 h 253

HYPERLINK l "_Toc78346805" UTILIZAÇÃO DE TÉCNICAS DE MODELAGEM DIGITAL DE TERRENOS PARA REPRESENTAÇÃO DO SUBSOLO  PAGEREF _Toc78346805 h 253

HYPERLINK l "_Toc78346806" ESTUDO DO POTENCIAL DE REUSO DE ÁGUA EM LABORATÓRIOS DO CAMPUS UNIVERSITÁRIO  PAGEREF _Toc78346806 h 253

HYPERLINK l "_Toc78346807" Subsídios para a avaliação do desempenho de sistemas prediais de água e de equipamentos sanitários em edifícios escolares públicos  PAGEREF _Toc78346807 h 254

HYPERLINK l "_Toc78346808" Análise do perfil de abastecimento de água do Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas  PAGEREF _Toc78346808 h 254

HYPERLINK l "_Toc78346809" SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DA IMPLEMENTAÇÃO DE TECNOLOGIAS ECONOMIZADORAS DE ÁGUA EM EDIFÍCIOS ESCOLARES  PAGEREF _Toc78346809 h 254

HYPERLINK l "_Toc78346810" Análise dO VOLUME PERDIDO EM VAZAMENTOS NOS PONTOS DE CONSUMO DE ÁGUA DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNICAMP  PAGEREF _Toc78346810 h 255

HYPERLINK l "_Toc78346811" PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO DE ÁGUA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNICAMP: ANÁLISE DOS USOS ESPECÍFICOS DE ÁGUA  PAGEREF _Toc78346811 h 255

HYPERLINK l "_Toc78346812" Campanha para a sensibilização para a conservação de água - Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas  PAGEREF _Toc78346812 h 255

HYPERLINK l "_Toc78346813" Análise das patologias nos pontos de consumo de água do HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNICAMP  PAGEREF _Toc78346813 h 256

HYPERLINK l "_Toc78346814" ENTENDENDO E APLICANDO O MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS  PAGEREF _Toc78346814 h 256

HYPERLINK l "_Toc78346815" ANÁLISE COMPARATIVA DE PROCESSOS LOGÍSTICOS NA INDÚSTRIA DO ENTRETENIMENTO  PAGEREF _Toc78346815 h 256

HYPERLINK l "_Toc78346816" ANÁLISE COMPARATIVA DE PROCESSOS LOGÍSTICOS EM LOJAS DE VAREJO E OFICINAS MECÂNICAS  PAGEREF _Toc78346816 h 256

HYPERLINK l "_Toc78346817" ESTUDO DO COMPORTAMENTO DA ESTACA RAIZ INSTRUMENTADA CARREGADA À COMPRESSÃO  PAGEREF _Toc78346817 h 257

HYPERLINK l "_Toc78346818" CÁLCULO AUTOMATIZADO DO ENSAIO DE ADENSAMENTO OEDOMÉTRICO  PAGEREF _Toc78346818 h 257

HYPERLINK l "_Toc78346819" Automatic mesh refinement for the study of Navier-Stokes fluid flows  PAGEREF _Toc78346819 h 257

HYPERLINK l "_Toc78346820" BIBLIOTECA DIDÁTICA DE TECNOLOGIAS AMBIENTAIS: PROPOSTA PARA ENGENHARIA CIVIL (FASE IV)  PAGEREF _Toc78346820 h 258

HYPERLINK l "_Toc78346821" Qualidade de vida em conjuntos habitacionais: Análise da percepção ambiental  PAGEREF _Toc78346821 h 258

HYPERLINK l "_Toc78346822" AVALIAÇÃO PÓS-OCUPAÇÃO DE PRÉDIOS RESIDENCIAIS EM CAMPINAS: 1950 A 1970  PAGEREF _Toc78346822 h 258

HYPERLINK l "_Toc78346823" AVALIAÇÃO DOS ASPECTOS DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NA IMPLANTAÇÃO DOS CONJUNTOS HABITACIONAIS DE INTERESSE SOCIAL ATRAVÉS DE PESQUISA DE CAMPO  PAGEREF _Toc78346823 h 259

HYPERLINK l "_Toc78346824" Qualidade de vida em conjuntos habitacionais: Desenvolvimento de metodologia de projeto  PAGEREF _Toc78346824 h 259

HYPERLINK l "_Toc78346825" CARACTERIZAÇÃO DE SALA ESPECIAL PARA MEDIÇÃO DE COEFICIENTES DE ABSORÇÃO ACÚSTICA  PAGEREF _Toc78346825 h 259

HYPERLINK l "_Toc78346826" Análise comparativa da aplicação de diferentes critérios de avaliação de conforto acústico de ambientes  PAGEREF _Toc78346826 h 260

HYPERLINK l "_Toc78346827" AUXÍLIO A PROJETO PARA REDUÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS DE EDIFÍCIOS: BIBLIOTECA DE PROJETOS REFERENCIAIS E DE TECNOLOGIAS DISPONÍVEIS NO BRASIL  PAGEREF _Toc78346827 h 260

HYPERLINK l "_Toc78346828" Avaliação da sustentabilidade de edifícios brasileiros: preparação de base de desempenhos de referência (benchmarks)  PAGEREF _Toc78346828 h 260

HYPERLINK l "_Toc78346829" Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação  PAGEREF _Toc78346829 h 261

HYPERLINK l "_Toc78346830" ANÁLISE DO PROBLEMA DE MAL CONDICIONAMENTO EM REDES ELÉTRICAS DE POTÊNCIA SOB O PONTO DE VISTA DE ESTABILIDADE DE TENSÃO  PAGEREF _Toc78346830 h 261

HYPERLINK l "_Toc78346831" DESENVOLVIMENTO DE UM CÓDIGO 3D EM DIFERENÇAS FINITAS NO DOMÍNIO DO TEMPO PARA PROBLEMAS DE ELETROMAGNETISMO  PAGEREF _Toc78346831 h 261

HYPERLINK l "_Toc78346832" Simulação de Guias Fotônicos Planares e Fibras Ópticas via Elementos Finitos  PAGEREF _Toc78346832 h 261

HYPERLINK l "_Toc78346833" Estudos de Propriedades Elétricas e Mecânicas de Filmes Espessos de Silício Policristalino para Aplicação em MEMS  PAGEREF _Toc78346833 h 262

HYPERLINK l "_Toc78346834" APLICAÇÕES EDUCACIONAIS COLABORATIVAS EM REDES P2P: AVALIAÇÃO DE MECANISMOS PARA REGISTROS DE ANOTAÇÕES EM GRUPOS  PAGEREF _Toc78346834 h 262

HYPERLINK l "_Toc78346835" Técnicas de Processamento Adaptativo de Sinais Aplicadas ao Monitoramento da Qualidade de Energia Elétrica via Canais PLC  PAGEREF _Toc78346835 h 262

HYPERLINK l "_Toc78346836" DESENVOLVIMENTO DE UM SIMULADOR COMPUTACIONAL DE CANAIS DE COMUNICAÇÕES DIGITAIS VIA REDE ELÉTRICA (PLC) PARA AMBIENTES PREDIAIS  PAGEREF _Toc78346836 h 263

HYPERLINK l "_Toc78346837" REDES NEURAIS PARA EQUALIZAÇÃO DE CANAIS DE COMUNICAÇÃO  PAGEREF _Toc78346837 h 263

HYPERLINK l "_Toc78346838" Modelamento de Estruturas nMOS  PAGEREF _Toc78346838 h 263

HYPERLINK l "_Toc78346839" OBTENÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE FILMES FINOS DE OXINITRETO (SiOxNy) E NITRETO DE SILÍCIO (Si3N4) POR DEPOSIÇÃO ECR-CVD  PAGEREF _Toc78346839 h 264

HYPERLINK l "_Toc78346840" USO DE UMA PLATAFORMA DE PROCESSAMENTO MACIÇAMENTE PARALELO NO ESTUDO DE ARRANJOS ATÔMICOS E MAPEAMENTOS MOLECULARES  PAGEREF _Toc78346840 h 264

HYPERLINK l "_Toc78346841" ESTUDO E MODELAGEM DE SISTEMA DINÂMICO ROBÓTICO  PAGEREF _Toc78346841 h 264

HYPERLINK l "_Toc78346842" BR Braille 2.0 ? Aperfeiçoamento do pré-processamento da imagem Braille digitalizada e expansão de bibliotecas para transcrição de textos diversos  PAGEREF _Toc78346842 h 265

HYPERLINK l "_Toc78346843" Faculdade de Engenharia Mecânica  PAGEREF _Toc78346843 h 265

HYPERLINK l "_Toc78346844" Controle H2 de estruturas flexíveis utilizando desigualdades matriciais lineares  PAGEREF _Toc78346844 h 265

HYPERLINK l "_Toc78346845" IDENTIFICAÇÃO DE SISTEMAS MECÂNICOS ATRAVÉS DE REDES NEURAIS  PAGEREF _Toc78346845 h 265

HYPERLINK l "_Toc78346846" Estudo da Viabilidade de Utilização do Ciclo Acelerado de Retificação Cilíndrica de Mergulho  PAGEREF _Toc78346846 h 266

HYPERLINK l "_Toc78346847" ESTUDO EXPERIMENTAL DO PROCESSO TÉRMICO DE RECUPERAÇAO DE AREIA DE FUNDIÇÃO EM LEITO FLUIDIZADO  PAGEREF _Toc78346847 h 266

HYPERLINK l "_Toc78346848" Mapeamento e caracterização de resíduos sólidos passíveis de tratamento utilizando a tecnologia de leito fluidizado gás-sólido  PAGEREF _Toc78346848 h 266

HYPERLINK l "_Toc78346849" Adaptação e Otimização de Um Motor de Ciclo Otto Para Funcionar Com Gás Proveniente Da Gaseificação de Biomassa  PAGEREF _Toc78346849 h 266

HYPERLINK l "_Toc78346850" BIOMATERIAIS PARA IMPLANTES BUCO-MAXILO-CRÂNIO-FACIAL ? CIMENTOS DE FOSFATO DE CÁLCIO  PAGEREF _Toc78346850 h 267

HYPERLINK l "_Toc78346851" DINÂMICA DE ?RISERS? VERTICAIS NA PRODUÇÃO DE PETRÓLEO NO MAR  PAGEREF _Toc78346851 h 267

HYPERLINK l "_Toc78346852" Modelagem e Implementação de um Visualizador Gráfico para a Perfuração Direcional de Poços Marítimos de Petróleo  PAGEREF _Toc78346852 h 267

HYPERLINK l "_Toc78346853" ESTUDO E APLICAÇÃO DE LINHAS DE FLUXO NA SIMULAÇÃO NUMÉRICA DE RESERVATÓRIOS  PAGEREF _Toc78346853 h 268

HYPERLINK l "_Toc78346854" POLÍMEROS BIOREABSORVÍVEIS COMO IMPLANTES ORTOPÉDICOS: ESTUDO DA DEGRADAÇÃO IN VITRO  PAGEREF _Toc78346854 h 268

HYPERLINK l "_Toc78346855" FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS  PAGEREF _Toc78346855 h 268

HYPERLINK l "_Toc78346856" MINIMIZAÇÃO DA CO-CONTRAÇÃO MUSCULAR NO MOVIMENTO DE PEDALAR ATRAVÉS DE MODELO BIOMECÂNICO  PAGEREF _Toc78346856 h 269

HYPERLINK l "_Toc78346857" Estudo da Atuação de Microcontroladores no Controle de Transmissões Continuamente Variaveis  PAGEREF _Toc78346857 h 269

HYPERLINK l "_Toc78346858" Projeto de modelagem e Implementação de órtese ativa para membros inferiores  PAGEREF _Toc78346858 h 269

HYPERLINK l "_Toc78346859" Modelagem e Implementação de Prótese de Membro Inferior Antropomórfico Ativa  PAGEREF _Toc78346859 h 269

HYPERLINK l "_Toc78346860" ESTUDO E DESENVOLVIMENTO DE PROJETO DE MECANISMO ROBÓTICO DE ESCAVAÇÃO DE TÚNEIS DE PEQUENO DIÂMETRO  PAGEREF _Toc78346860 h 270

HYPERLINK l "_Toc78346861" Projeto, Desenvolvimento e Implementação de um Controlador de Posição para um Sistema Robótico Móvel utilizando Circuitos Lógicos Reprogramáveis  PAGEREF _Toc78346861 h 270

HYPERLINK l "_Toc78346862" ANÁLISE TERMODINÂMICA E MODELAGEM COMPUTACIONAL DE SISTEMAS DE CO-GERAÇÃO HÍBRIDOS  PAGEREF _Toc78346862 h 270

HYPERLINK l "_Toc78346863" MODELAGEM COMPUTACIONAL PARA ANÁLISE TERMODINÂMICA DE SISTEMAS HÍBRIDOS DE COGERAÇÃO UTILIZANDO GASEIFICAÇÃO DE BAGAÇO DE CANA  PAGEREF _Toc78346863 h 271

HYPERLINK l "_Toc78346864" ANÁLISE TERMODINÂMICA E MODELAGEM COMPUTACIONAL DE SISTEMAS DE CO-GERAÇÃO HÍBRIDOS: ESTUDO DA CALDEIRA DE RECUPERAÇÃO (HRSG)  PAGEREF _Toc78346864 h 271

HYPERLINK l "_Toc78346865" CONJUNTO DE ARMAZENADOR DE CALOR LATENTE COM TUBOS DE CALOR  PAGEREF _Toc78346865 h 271

HYPERLINK l "_Toc78346866" Desenvolvimento e Implementação de um Programa para Testes de Balanceamento de Sistemas Rotativos em um ou dois Planos  PAGEREF _Toc78346866 h 272

HYPERLINK l "_Toc78346867" Desenvolvimento e Implementação de um Programa para Geração de sinal de Alimentação de Excitador Eletromecânico (shaker) em Plataforma LabView  PAGEREF _Toc78346867 h 272

HYPERLINK l "_Toc78346868" Qualificação de Amostras  PAGEREF _Toc78346868 h 272

HYPERLINK l "_Toc78346869" Estudo de Vibrações Torsionais em Trem de Potência de Veículos Automotivos  PAGEREF _Toc78346869 h 273

HYPERLINK l "_Toc78346870" Análise Comparativa Entre as Diversas Ferramentas de Gerenciamento de Riscos  PAGEREF _Toc78346870 h 273

HYPERLINK l "_Toc78346871" ESTUDO DAS FERRAMENTAS DE AVALIÇÃO DE RISCOS NA GESTÃO DE PROJETOS  PAGEREF _Toc78346871 h 273

HYPERLINK l "_Toc78346872" ANÁLISE DE FERRAMENTAS PARA GERENCIAMENTO DE TEMPO EM PROJETOS  PAGEREF _Toc78346872 h 273

HYPERLINK l "_Toc78346873" Análise de Ferramentas para Gerenciamento do Escopo em Projetos  PAGEREF _Toc78346873 h 274

HYPERLINK l "_Toc78346874" MEDIDA DE PERMEABILIDADE RELATIVA AO ÓLEO EM ROCHAS  PAGEREF _Toc78346874 h 274

HYPERLINK l "_Toc78346875" SIMULADOR DE VIAS  PAGEREF _Toc78346875 h 274

HYPERLINK l "_Toc78346876" ESTUDO DO CONTROLE DE POÇO EM OPERAÇÕES DE PERFURAÇÃO EM ÁGUAS PROFUNDAS E ULTRAPROFUNDAS  PAGEREF _Toc78346876 h 275

HYPERLINK l "_Toc78346877" ESTUDO DE PROPRIEDADES TERMODINÂMICAS DE FLUIDOS SINTÉTICOS APLICADOS NA ENGENHARIA DE PETRÓLEO  PAGEREF _Toc78346877 h 275

HYPERLINK l "_Toc78346878" SIMULAÇÃO DE KICKS: INTERFACE COM O USUÁRIO  PAGEREF _Toc78346878 h 275

HYPERLINK l "_Toc78346879" ESTUDO DO DECLÍNIO DE PRESSÃO EM ENSAIOS DE FRATURAMENTO HIDRÁULICO  PAGEREF _Toc78346879 h 276

HYPERLINK l "_Toc78346880" ESTUDO DAS PROPRIEDADES DE FLUIDOS BASE ÓLEO UTILIZADOS NA PERFURAÇÃO DE POÇOS DE PETRÓLEO  PAGEREF _Toc78346880 h 276

HYPERLINK l "_Toc78346881" ESTUDOS DE MODELOS ACOPLADOS DE MICROSISTEMAS ELETROMECÂNICOS  PAGEREF _Toc78346881 h 276

HYPERLINK l "_Toc78346882" Estudo Experimental dos campos de velocidade e de temperatura no interior de um ciclone secador  PAGEREF _Toc78346882 h 277

HYPERLINK l "_Toc78346883" Análise microestrutural e das propriedades mecânicas de forjados em aços microligados obtidos a partir de pré-formas CWR  PAGEREF _Toc78346883 h 277

HYPERLINK l "_Toc78346884" ESTUDO DE LUBRIFICANTES ALTERNATIVOS PARA A EXTRUSÃO A FRIO DE PEÇAS EM AÇO  PAGEREF _Toc78346884 h 277

HYPERLINK l "_Toc78346885" Hidroconformação de chapas ?tailored blank?  PAGEREF _Toc78346885 h 278

HYPERLINK l "_Toc78346886" Comparação entre sistemas de extração de caldo de cana através da análise exergética na indústria sucroalcooleira  PAGEREF _Toc78346886 h 278

HYPERLINK l "_Toc78346887" Faculdade de Engenharia Química  PAGEREF _Toc78346887 h 278

HYPERLINK l "_Toc78346888" ANÁLISE DE UM TRATAMENTO DE EFLUENTES ORGÂNICOS ATRAVÉS DE MODELAGEM NEURAL  PAGEREF _Toc78346888 h 278

HYPERLINK l "_Toc78346889" Produção e caracterização de microesferas de alginato encapsulando albumina de soro bovino como modelo de antígeno  PAGEREF _Toc78346889 h 279

HYPERLINK l "_Toc78346890" Difusividade Térmica do Xisto Cru e do Xisto Retortado  PAGEREF _Toc78346890 h 279

HYPERLINK l "_Toc78346891" TRANSPORTE DE CALOR E MASSA EM SÓLIDOS EM REGIME TRANSIENTE  PAGEREF _Toc78346891 h 279

HYPERLINK l "_Toc78346892" DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE PARTIÇÃO DAS ENZIMAS ALFA E BETA AMILASE PARA PURIFICAÇÃO PELO SISTEMA BIFÁSICO AQUOSO POLÍMERO/POLÍMERO  PAGEREF _Toc78346892 h 280

HYPERLINK l "_Toc78346893" Extração via sistema líquido-líquido de citocromo b5 e análise de dados via redes neurais  PAGEREF _Toc78346893 h 280

HYPERLINK l "_Toc78346894" ESTUDO DA LIXIVIAÇÃO DE ENDOSPERMA DE MILHO COM ETANOL  PAGEREF _Toc78346894 h 280

HYPERLINK l "_Toc78346895" ESTUDO DAS CONDIÇÕES DE PREPARAÇÃO DE ÓXIDO DE ZIRCÔNIO  PAGEREF _Toc78346895 h 281

HYPERLINK l "_Toc78346896" Propriedades de Superfície de Tecidos TÊXTEIS TRATADOS por Corona  PAGEREF _Toc78346896 h 281

HYPERLINK l "_Toc78346897" TRATAMENTO CORONA EM BORRACHA NATURAL  PAGEREF _Toc78346897 h 281

HYPERLINK l "_Toc78346898" Tratamento Corona em filmes de Poliéster  PAGEREF _Toc78346898 h 282

HYPERLINK l "_Toc78346899" PROPRIEDADES DE SUPERFÍCIE DE MISTURAS DE PP/EPDM TRATADAS POR CORONA E POR UV  PAGEREF _Toc78346899 h 282

HYPERLINK l "_Toc78346900" OBTENÇÃO DE CURVAS DE POTÊNCIA DE IMPELIDORES COM PARÂMETROS DEPENDENTES DAS PROPORÇÕES GEOMÉTRICAS DO SISTEMA TANQUE/IMPELIDOR  PAGEREF _Toc78346900 h 282

HYPERLINK l "_Toc78346901" PET RECICLADO REFORÇADO COM FIBRA DE VIDRO  PAGEREF _Toc78346901 h 283

HYPERLINK l "_Toc78346902" CARACTERIZAÇÃO DE PMMA FLUORADO COM PLASMA DE CHF3 PARA FIBRAS ÓPTICAS POLIMÉRICAS  PAGEREF _Toc78346902 h 283

HYPERLINK l "_Toc78346903" ATRIÇÃO E ELUTRIAÇÃO DE PARTÍCULAS SÓLIDAS EM LEITO FLUIDIZADO GASOSO  PAGEREF _Toc78346903 h 283

HYPERLINK l "_Toc78346904" DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE APLICADO AO PROCESSO DE POLIMERIZAÇÃO EM REATOR DE LEITO FLUIDIZADO E AGITADO  PAGEREF _Toc78346904 h 283

HYPERLINK l "_Toc78346905" Tecnologia na Educação da Engenharia Química: Animações Aplicadas no Estudo de Reatores em Leito Fluidizado  PAGEREF _Toc78346905 h 284

HYPERLINK l "_Toc78346906" FILMES POLIMÉRICOS ATIVOS PARA EMBALAGEM, COM CAPACIDADE DE ABSORÇÃO DE OXIGÊNIO  PAGEREF _Toc78346906 h 284

HYPERLINK l "_Toc78346907" Filmes poliméricos com atividade de adsorção de etileno e antimicrobiana para uso em embalagens ativas  PAGEREF _Toc78346907 h 284

HYPERLINK l "_Toc78346908" MODELAGEM DE REATORES AUTOCLAVE A ALTAS PRESSÕES PARA A POLIMERIZAÇÃO DE POLIOLEFINAS  PAGEREF _Toc78346908 h 285

HYPERLINK l "_Toc78346909" LIBERAÇÃO CONTROLADA DA OXITETRACICLINA NO SISTEMA QUITOSANA/ALGINATO/PEG  PAGEREF _Toc78346909 h 285

HYPERLINK l "_Toc78346910" ESTUDO E DESENVOLVIMENTO DE COMPOSTOS DE POLIETILENO COM AMIDO PARA A OBTENÇÃO DE POLÍMEROS AMBIENTALMENTE DEGRADÁVEIS  PAGEREF _Toc78346910 h 285

HYPERLINK l "_Toc78346911" DESENVOLVIMENTO E CARACTERIZAÇÃO DE MEMBRANAS ASSIMÉTRICAS ESPONJOSAS DE QUITOSANA PARA RECOBRIMENTO DE FERIMENTOS  PAGEREF _Toc78346911 h 286

HYPERLINK l "_Toc78346912" MEMBRANAS POLIMÉRICAS DE POLIÉTERURETANO E POLIÉSTERURETANO COM PROPRIEDADES ANTITROMBOGÊNICAS  PAGEREF _Toc78346912 h 286

HYPERLINK l "_Toc78346913" ESTUDO EXPERIMENTAL DO EQUILÍBRIO LÍQUIDO-VAPOR DE SISTEMAS BINÁRIOS ENVOLVENDO ÁGUA, ACETONA E CUMENO  PAGEREF _Toc78346913 h 286

HYPERLINK l "_Toc78346914" DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE PARA CÁLCULO DE EQUILÍBRIO QUÍMICO ATRAVÉS DA MINIMIZACAO DA ENERGIA LIVRE DE GIBBS  PAGEREF _Toc78346914 h 287

HYPERLINK l "_Toc78346915" ESTUDO EXPERIMENTAL DE MATERIAIS QUE SOFREM ENCOLHIMENTO DURANTE O PROCESSO DE SECAGEM  PAGEREF _Toc78346915 h 287

HYPERLINK l "_Toc78346916" ESTUDO DA RETENÇÃO DE VOLÁTEIS NA SECAGEM EM ATMOSFERA MODIFICADA  PAGEREF _Toc78346916 h 287

HYPERLINK l "_Toc78346917" MODIFICAÇÕES ESTRUTURAIS EM MATERIAlS BIOLÓGICOS SUBMETIDOS À SECAGEM  PAGEREF _Toc78346917 h 288

HYPERLINK l "_Toc78346918" CONSTRUÇÃO DE DIAGRAMAS DE FASES DE SOLUÇÕES LIPÍDICAS CONCENTRADAS  PAGEREF _Toc78346918 h 288

HYPERLINK l "_Toc78346919" PREPARAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE LIPOSSOMAS ELÁSTICOS ENCAPSULANDO CAFEÍNA  PAGEREF _Toc78346919 h 288

HYPERLINK l "_Toc78346920" CARACTERIZAÇÃO DO ÁCIDO HIALURÔNICO PRODUZIDO POR FERMENTAÇÃO SUBMERSA UTILIZANDO CEPAS DE STREPTOCOCCUS  PAGEREF _Toc78346920 h 289

HYPERLINK l "_Toc78346921" CARACTERIZAÇÃO DE FRAÇÕES PESADAS DE PETRÓLEO MARLIM POR MEIO DO PROCESSO DE DESTILAÇÃO MOLECULAR  PAGEREF _Toc78346921 h 289

HYPERLINK l "_Toc78346922" Desenvolvimento de Metodologia e Análise de Parâmetros Conceituais Importantes do Processo de Destilação Reativa  PAGEREF _Toc78346922 h 289

HYPERLINK l "_Toc78346923" METODOLOGIA DE PREDIÇÃO PARA OBTENÇÃO DE PARÂMETROS DE INTERAÇÃO APLICÁVEIS À RECUPERAÇÃO DE ÁCIDOS ORGÂNICOS PELO PROCESSO DE EXTRAÇÃO LÍQUIDO- LÍQUIDO  PAGEREF _Toc78346923 h 290

HYPERLINK l "_Toc78346924" Desenvolvimento e implementação de modelos de processos típicos de Engenharia Química usando ferramentas de programação linear e não linear usando a linguagem GAMS e o solver do Excel  PAGEREF _Toc78346924 h 290

HYPERLINK l "_Toc78346925" INFLUÊNCIA DE SOLUÇÕES TAMPAO NAS CARACTERISTICAS DIMENSIONAIS DE MEMBRANAS DE QUITOSANA  PAGEREF _Toc78346925 h 290

HYPERLINK l "_Toc78346926" INVESTIGAÇÃO DOS MECANISMOS DE CALCIFICAÇÃO IN VITRO DE MEMBRANAS DE QUITOSANA  PAGEREF _Toc78346926 h 291

HYPERLINK l "_Toc78346927" Preparação e caracterização de cimentos de quitosana e fosfato de cálcio  PAGEREF _Toc78346927 h 291

HYPERLINK l "_Toc78346928" Membranas de Quitosana e Colágeno ? Tipo I para Biomineralização ? Osteogênese  PAGEREF _Toc78346928 h 291

HYPERLINK l "_Toc78346929" EFEITO SALINO SOBRE O EQUILÍBRIO LÍQUIDO-LÍQUIDO DO SISTEMA ÁGUA + ETANOL + METIL ETIL CETONA  PAGEREF _Toc78346929 h 292

HYPERLINK l "_Toc78346930" EFEITO SALINO DO SULFATO DE POTÁSSIO SOBRE O EQUILÍBRIO LÍQUIDO-LÍQUIDO DO SISTEMA ÁGUA + ETANOL + METIL ETIL CETONA  PAGEREF _Toc78346930 h 292

HYPERLINK l "_Toc78346931" PROCESSO DE ADSORÇÃO DE NÍQUEL E ZINCO EM ARGILA EM LEITO FIXO  PAGEREF _Toc78346931 h 292

HYPERLINK l "_Toc78346932" PROCESSO DE ADSORÇÃO DE SO2 EM ARGILA EM SISTEMA DE LEITO FLUIDIZADO  PAGEREF _Toc78346932 h 293

HYPERLINK l "_Toc78346933" INVESTIGAÇÃO DA ADSORÇÃO DE CROMO EM QUITOSANA NATURAL E RETICULADA  PAGEREF _Toc78346933 h 293

HYPERLINK l "_Toc78346934" REMOÇÃO DE NÍQUEL E ZINCO EM ARGILA  PAGEREF _Toc78346934 h 293

HYPERLINK l "_Toc78346935" CONSTRUÇÃO E ANÁLISE DA MALHA TRIDIMENSIONAL DO QUEIMADOR EM ESCALA REAL DE UM FORNO ROTATIVO  PAGEREF _Toc78346935 h 294

HYPERLINK l "_Toc78346936" CONSTRUÇÃO E GERAÇÃO DA MALHA COMPUTACIONAL DE UM RISER FCC TRIDIMENSIONAL  PAGEREF _Toc78346936 h 294

HYPERLINK l "_Toc78346937" AVALIAÇÃO DE GEOMETRIAS DE CICLONES INDUSTRIAIS UTILIZANDO TÉCNICAS E CFD  PAGEREF _Toc78346937 h 294

HYPERLINK l "_Toc78346938" MODELAGEM E SIMULAÇÃO PARA O ESTUDO DA REMOÇÃO DE METAIS PESADOS ATRAVÉS DE ALGAS MARINHAS (BIOADSORÇÃO)  PAGEREF _Toc78346938 h 294

HYPERLINK l "_Toc78346939" DESTILAÇÃO MOLECULAR: AVALIAÇÃO DE VIABILIDADE DO PROCESSO ATRAVÉS DE MÉTODOS DE PREDIÇÃO  PAGEREF _Toc78346939 h 295

HYPERLINK l "_Toc78346940" Liofilização de suco de laranja pasteurizado  PAGEREF _Toc78346940 h 295

HYPERLINK l "_Toc78346941" LIOFILIZAÇÃO DO SUCO DE LARANJA NATURAL  PAGEREF _Toc78346941 h 295

HYPERLINK l "_Toc78346942" INFLUÊNCIA DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DA SUSPENSÃO NO RECOBRIMENTO POLIMÉRICO DE PARTÍCULAS EM LEITO DE JORRO  PAGEREF _Toc78346942 h 296

HYPERLINK l "_Toc78346943" Utilização da técnica de balanço populacional na modelagem e simulação do recobrimento de partículas  PAGEREF _Toc78346943 h 296

HYPERLINK l "_Toc78346944" MICROENCAPSULAÇÃO DE BIFIDOBACTERIUM  PAGEREF _Toc78346944 h 296

HYPERLINK l "_Toc78346945" EXTRAÇÃO E PURIFICAÇÃO DE HEPTAPEPTÍDEOS CÍCLICOS HEPATOTÓXICOS (MICROCISTINAS) DE CIANOBACTÉRIAS DO GÊNERO Microcystis spp  PAGEREF _Toc78346945 h 297

HYPERLINK l "_Toc78346946" SÍNTESE DE ACRILATOS DE AÇÚCARES POR BIOCATÁLISE  PAGEREF _Toc78346946 h 297

HYPERLINK l "_Toc78346947" ESTUDO HIDRODINÂMICO DE UMA COLUNA DE PARA-DESTILAÇÃO  PAGEREF _Toc78346947 h 297

HYPERLINK l "_Toc78346948" Craqueamento Térmico da água via Reator Nuclear de Alta Temperatura e ás Células a Combustível  PAGEREF _Toc78346948 h 298

HYPERLINK l "_Toc78346949" Pilhas de Combustível e a Evolução dos Processos de Reforma  PAGEREF _Toc78346949 h 298

HYPERLINK l "_Toc78346950" Instituto de Computação  PAGEREF _Toc78346950 h 298

HYPERLINK l "_Toc78346951" OntoCarta - Navegação semântica em objetos geográficos dirigida por ontologias  PAGEREF _Toc78346951 h 298

HYPERLINK l "_Toc78346952" Ambiente de Gerenciamento de Imagens  PAGEREF _Toc78346952 h 299

HYPERLINK l "_Toc78346953" WOODSS ? Um sistema de suporte a decisão baseado em workflows  PAGEREF _Toc78346953 h 299

HYPERLINK l "_Toc78346954" RECONSTRUÇÃO TRIDIMENSIONAL DE FRAGMENTOS DE CERÂMICA ARQUEOLÓGICA USANDO ESTEREOSCOPIA GEOMÉTRICA  PAGEREF _Toc78346954 h 299

HYPERLINK l "_Toc78346955" PARADIGMAS EDUCACIONAIS DE PROGRAMAÇÃO CONCORRENTE E DE PROGRAMAÇÃO DE SISTEMA  PAGEREF _Toc78346955 h 299

HYPERLINK l "_Toc78346956" Instituto de Física "Gleb Wataghin"  PAGEREF _Toc78346956 h 300

HYPERLINK l "_Toc78346957" ESTUDO DAS TÉCNICAS E EQUIPAMENTOS PARA A ANÁLISE DOS GASES ORIUNDOS DA REAÇÃO DE REFORMA DE ETANOL  PAGEREF _Toc78346957 h 300

HYPERLINK l "_Toc78346958" Desenvolvimento de uma Página na Internet para Divulgação Científica: Radar da Ciência  PAGEREF _Toc78346958 h 300

HYPERLINK l "_Toc78346959" LNLS - Laboratório Nacional de Luz Síncroton  PAGEREF _Toc78346959 h 300

HYPERLINK l "_Toc78346960" Sistema de deposição de semicondutores IV e materiais refratários  PAGEREF _Toc78346960 h 300

HYPERLINK l "_Toc78346961" Índice de Assuntos  PAGEREF _Toc78346961 h 302

HYPERLINK l "_Toc78346962" Índice de Inscritos  PAGEREF _Toc78346962 h 317

HYPERLINK l "_Toc78346963" Índice de Orientadores  PAGEREF _Toc78346963 h 334

PROJETOS DA ÁREA DE ARTES

Faculdade de Ciências Médicas

A001

Arte no juqueri, arte no engenho de dentro: implicações das abordagens freudiana e junguiana nas oficinas de arte no ambiente psiquiátrico

Rosa Cristina Maria de Carvalho (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Lucia Helena Reily (Orientadora), Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação Prof. Dr. Gabriel Porto - CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Este projeto resultou da prática de ensino de artes plásticas realizada no ateliê de pintura de uma instituição psiquiátrica conhecida como CAPS (Centro de Capacitação Psicossocial), em Jundiaí, onde se percebeu a importância de conhecer os fundamentos teóricos que norteiam a prática profissional em espaços de tratamento psiquiátrico. Há duas grandes referências históricas no Brasil para o trabalho de oficinas de artes plásticas com pacientes doentes mentais. Este projeto comparativo se propõe a estudar a abordagem freudiana seguida por Osório Cesar e a abordagem junguiana seguida por Nise da Silveira. O objetivo é compreender as semelhanças e diferenças entre os dois ateliês de pintura (a Escola de Artes Plásticas do Juqueri e o Ateliê de Pintura da Seção de Terapêutica Ocupacional do Engenho de Dentro),com o intuito de conhecer os valores educativos da arte realizada nos espaços de tratamento psiquiátrico. Por meio deste estudo bibliográfico, propomo-nos a iniciar uma reflexão sobre as implicações das abordagens terapêuticas no desenvolvimento de atividades artísticas nas instituições psicossociais da atualidade, já que vem aumentando o número de oficinas para essa clientela bem como exposições da produção de pacientes psiquiátricos.

Arte Bruta -  XE "Arte Bruta" Pacientes Psiquiátricos - XE "Pacientes Psiquiátricos"  Hospital Psiquiátrico XE "Hospital Psiquiátrico"

Instituto de Artes

A002

ESTUDO DE ANATOMIA, FISIOLOGIA E CINESIOLOGIA APLICADA AO DESENVOLVIMENTO TÉCNICO DO BAILARINO

Clara Gouvêa do Prado (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Ângela de Azevedo Nolf (Orientadora), Instituto de Artes ? IA, UNICAMP

Durante o aprendizado da técnica de dança o bailarino é desafiado a executar movimentos com qualidade e organicidade. Entretanto, muitas vezes depara-se com dificuldades que não dependem apenas da sua aprendizagem técnica e embora tente superá-las, os limites anatômicos de seu corpo o impedem. O presente projeto destina-se a pesquisar como os conhecimentos da anatomia, fisiologia e cinesiologia humana auxiliam no processo de desenvolvimento técnico do intérprete de dança. Através de uma pesquisa bibliográfica, observação de aulas de técnica de dança, e também ministrando aulas de técnica clássica para os alunos do Departamento de Artes Corporais, teve-se como objetivos principais entender a mecânica corporal a fim de solucionar problemas associados a desintegridade motora prejudiciais ao trabalho artístico, e utilizar esses conhecimentos na estruturação e elaboração das aulas de técnica de dança. Por fim, compreendeu-se a importância do bailarino entender sua organização corporal e os princípios da coordenação motora, durante o seu aperfeiçoamento técnico. Nesse processo o professor torna-se responsável de indicar ao aluno caminhos para interiorizar esses conhecimentos em seu corpo, unindo prática a teoria.

Cinesiologia Humana XE "Cinesiologia Humana"  ? Dança XE "Dança"  - Técnica Clássica XE "Técnica Clássica"

A003

O IMAGINÁRIO CONSTRUÍDO

Ludmila de Melo Portella (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra.. Anna Paula Silva Gouveia (Orientadora), Instituto de Artes - IA, UNICAMP

Esta iniciação científica teve como objetivo principal a elaboração de um banco de dados digital, intitulado ?O Imaginário Construído?, apresentado em CD rom. De forma organizada e seletiva, contempla o acervo de trabalhos das disciplinas de Projeto do 1º ano, do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Unicamp, de 1999 a 2003: AP111 Teoria e Projeto I ? Introdução e AP112 Teoria e Projeto II ? Processos de Criação. É parte integrante da pesquisa que vem sendo desenvolvida pela docente desde 2000. Apresenta a estrutura do curso, programas e planos de atividades com suas alterações anuais, resultados e efeitos (desenhos, maquetes), e artigos já publicados pela orientadora junto com outros docentes do curso além do resultado dos questionários aos alunos. Para sua montagem, foi utilizado o Power Point por possibilitar a fácil criação de apresentações, além de ser um software acessível aos usuários. Para os cromos, foi necessária digitalização e tratamento das imagens. Este material estará à disposição dos alunos, professores e pesquisadores, colaborando para novas pesquisas na área do ensino propedêutico de projeto de arquitetura e para divulgação da proposta curricular do novo curso.

Arquitetura XE "Arquitetura"  ? Ensino XE "Ensino"  ? Projeto XE "Projeto"

A004

O TRENZINHO DO CAIPIRA: UMA INTERPRETAÇÃO POPULAR

Thiago Luis da Silva (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Antônio Rafael Carvalho dos Santos (Orientador), Instituto de Artes - IA, UNICAMP

O Projeto visa estudar as possibilidades de interpretação do repertório erudito brasileiro por formações instrumentais populares. Para isto, analisaremos gravações de ?O trenzinho do caipira? de Heitor Villa-Lobos realizadas por artistas populares, comparando-as com as partituras originais do autor. A partir dos conceitos de interpretação depreendidos nesta análise comparativa serão confeccionados dois arranjos de temas eruditos para uma formação instrumental popular que fará sua gravação e apresentação pública.

Música Popular XE "Música Popular"  - Análise XE "Análise"  - Desenvolvimento de Arranjos XE "Desenvolvimento de Arranjos"

A005

TECNOLOGIA DA IMAGEM PARA O SITE ?HISTÓRIA DO INSTITUTO DE ARTES?

Adriana Ramos (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Mestre Celso D´Angelo (Orientador), Instituto de Artes - IA, UNICAMP

O projeto tem por objetivo a preparação de documentos que serão inseridos no banco de imagens que será disponibilizado no site ?História do Instituto de Artes?, possibilitando uma divulgação organizada de imagens e informações sobre as atividades cotidianas e os eventos que ocorrem no Instituto. Os documentos, a saber, fotografias e artigos de jornais, foram digitalizados e recuperados (quando necessário) através de software de tratamento e nominados de modo a facilitar sua busca no site, provisoriamente através do buscador Google restrito ao Instituto de Artes. O plano de trabalho envolveu o estudo de especificações técnicas sobre captação com câmera digital, digitalização de imagens, pesquisa em bancos de dados e acervos digitais, estudo do software gráfico Adobe Photoshop e, por fim, experiências práticas de tratamento de fotografias e artigos de jornais. Como resultados, pode-se citar a melhora na qualidade das imagens visualizadas no site e a maior possibilidade de acesso às informações produzidas e tratadas.

Imagem XE "Imagem"  ? Tecnologia Digital XE "Tecnologia Digital"  - Informação XE "Informação"

A006

DEPOIS DO CUBO BRANCO: SOBRE A UTILIZAÇÃO DE CENOGRAFIAS EM EXPOSIÇÕES DE ARTE

Juliana Pfeifer Caetano (Bolsista FAPESP) e Profa. Claudia Valladão de Mattos (Orientadora), Intituto de Artes - IA, UNICAMP

A presente pesquisa busca estudar as novas propostas de uso de cenografias em exposições de arte, tendo como objetivo compreender e situar a questão da construção cenográfica em exposições e definir os princípios teóricos que regem tal atividade. O material a ser analisado tem sido coletado principalmente através de entrevistas com curadores, artistas (cenógrafos) e também expectador. Inicialmente optamos por fazer uma análise mais detalhada da ?Mostra do Redescobrimento ? Brasil +500? que aconteceu no Parque do Ibirapuera em 2000, onde a cenografia teve um papel fundamental. Esta mostra representou um ponto de mudança no que se refere às exposições no Brasil, consolidando um novo modelo, uma nova forma de expor obras de arte.O primeiro elemento que investigamos foi a proposta curatorial da exposição, visto que a ?Mostra do Redescobrimento? incluía um curador geral e outros sub-curadores, que por sua vez fizeram parcerias com cenógrafos.Até o momento resultaram deste trabalho duas entrevistas; uma com o curador geral da Mostra: Nelson Aguilar e outra com um sub-curador do módulo Arte do Século XIX: Luciano Migliaccio, somadas as leituras referentes ao assunto, pesquisas de imagens e visitas a outras exposições. Essas entrevistas nos ajudaram a analisar a nova proposta que estava em jogo e que seria adotada com freqüência em exposições posteriores.

Exposição XE "Exposição"  - Cenografia XE "Cenografia"  - Entrevista XE "Entrevista"

A007

PRODUÇÃO E GRAVAÇÃO DE SONS DE BATERIA

André Luiz Luvizotto (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Claudiney Carrasco (Orientador), Instituto de Artes - IA, UNICAMP

O trabalho consiste na criação de um site voltado para a gravação e produção de sons de bateria, levando-se em conta a grande importância que o instrumento exerce na estética musical, com seus respectivos estilos na música popular, e também as grandes dificuldades encontradas por profissionais de estúdio ao lidarem especificamente com a bateria. Foram abordados aspectos característicos do som gravado do instrumento, suas transformações com a evolução dos meios de gravação e principalmente como obter esses resultados, em estúdio, a partir de técnicas e meios de produção e gravação. O período adotado foi a partir da década de sessenta até os dias de hoje, pós surgimento da gravação multipista. Primeiro foi trabalhado a captação do som acústico do instrumento, técnicas e tipos de microfonação. Após isso, foi abordada a manipulação do som gravado, o que incluiu efeitos, edição e pós-produção, principalmente em sistemas digitais. O site foi feito em HTML e Flash. Amostras de áudio foram utilizadas em MP3, de forma que os principais conceitos tivessem exemplos fonográficos ilustrando assim o conteúdo teórico. Com esses estudos concluiu-se que é difícil estabelecer regras e padrões estéticos a respeito de sons de bateria gravados. Mas, serve como um bom ponto de referência para obtenção de resultados que as experiências mostraram serem corretos tecnicamente, além de confortáveis aos ouvidos. A partir desses conceitos o internauta fica livre para criar seus próprios sons com certos embasamentos teóricos.

Gravação XE "Gravação"  - Técnicas de Microfonação XE "Técnicas de Microfonação"  - Bateria XE "Bateria"

A008

HEITOR VILLA-LOBOS E OS PRELÚDIOS PARA VIOLÃO SOLO: ANÁLISE DO PROCESSO DE CRIAÇÃO

Pablo Y Castro (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Claudiney Rodrigues Carrasco (Orientador), Instituto de Artes - IA, UNICAMP

Heitor Villa-Lobos (1887-1959) foi o principal compositor do século XX, no que diz respeito à evolução do violão erudito brasileiro. Seus Prelúdios para violão solo (datados de 1940) apresentam notável valor musical, além de um aproveitamento inteligente dos recursos idiomáticos do instrumento, configurando-se como peças praticamente ?obrigatórias? à formação do violonista erudito. O trabalho intenta auxiliar, quanto às questões técnico-interpretativas, o estudante que se propõe a executar os Prelúdios. A pesquisa é ainda útil ao estudante de composição, pois foram analisados também os aspectos criativos do autor, As investigações tiveram como objetivos: a elaboração de um material elucidatório sobre fatores interpretativos (dinâmica, agógica, vibrato, forma de execução dos acordes), técnico-violonísticos (digitação), estruturais (análise comparativa entre os manuscritos e as edições das obras), e composicionais (semiose e idiossincrasias villa-lobianas). Para tanto, elegemos os seguintes processos metodológicos: pesquisa bibliográfica, pesquisa on-line, audição analítica de diversas gravações dos Prelúdios, análise comparativa entre as edições analisadas e os manuscritos das peças e, por fim, entrevistas com renomados intérpretes e didatas do violão. Foi possível detectarmos que não há um modelo ideal de interpretação, e sim, diversas opções performáticas, relacionadas às concepções estéticas de cada músico. Apontamos ainda relevantes equívocos de notação nas partituras editadas que, se passarem desapercebidos podem até mesmo comprometer o projeto composicional villa-lobiano.

Violão XE "Violão"  - Villa-Lobos XE "Villa-Lobos"  - Prelúdio XE "Prelúdio"

A009

As Bandas de Música no Município de Avaré: seus mestres, repertório, instrumentação e importância histórica

Thiago Righi Campos de Castro (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Claudiney Rodrigues Carrasco (Orientador), Instituto de Artes - IA, UNICAMP

As bandas de música foram muito importantes para a música popular brasileira. Desde as antigas organizações instrumentais do período colonial até as expressivas corporações militares das grandes cidades, essas bandas influenciaram nosso meio social, educacional e cultural. Este projeto teve como objetivo estudar as bandas de música existentes no município de Avaré entre 1920 e 1960, resgatando sua importância histórica, nomes de mestres e músicos, fotos, arquivos de imprensa escrita e radiofônica, repertório, partituras e instrumentação. Ainda que, não nos fora possível reaver tudo que se pretendia, uma generosa parte da história dessas corporações pode ser esclarecida e organizada. Através dos registros históricos levantados, ampliou-se o tempo em que as bandas estiveram ativas em quase cinqüenta anos. Aos domingos as bandas formadas dirigiam-se ao coreto da praça e lá tocavam polkas, mazurcas, maxixes, dobrados, valsas, tangos, marchas militares e carnavalescas além de peças do repertório erudito, inclusive óperas. Com formação instrumental grande as bandas tinham sessão de metais, madeiras e percussão. Nos metais estavam o bombardino, os trombones, trompetes, o oficlide e o baixo tuba; nas madeiras, o clarinete, a flauta, enquanto na percussão havia a caixa (repique), os pratos e o bumbo. Outro papel importante desenvolvido por essas bandas era o de escola.

Bandas de Música XE "Bandas de Música"  - História das XE "História das"  - Avaré XE "Avaré"

A010

A DANÇA COMO ESTÍMULO AO DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS PORTADORAS DE DEFICEINCIA MENTAL

Kamilla Mesquita Oliveira (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Elizabeth Baush Zimmermann (Orientadora), Instituto de Artes - IA, UNICAMP

A criança portadora de deficiência mental tem um desenvolvimento mais lento do que o de outras crianças, o que não significa que tal desenvolvimento fica estagnado em algum de seus estágios, pelo contrário, não há limites pré-estabelecidos para o desenvolvimento destas crianças. Daí a importância de estimulá-las com atividades que lhes sejam prazerosas, suscitando-lhes a curiosidade, o interesse e a atenção. Dentro de tais estímulos, a arte é uma contribuição, já que possui não somente a função de estimulação motora, mas também, o caráter expressivo. Esta pesquisa visa, por meio da vivência prática da Dança, avaliar o quão eficiente ela é como estímulo do progresso da criança portadora de deficiência mental. Foram observados avanços significativos em todos os setores do desenvolvimento no decorrer do processo, confirmando a importância do movimento, como meio principal de construção de conhecimentos por parte da criança, onde se podem destacar aqueles relativos ao próprio corpo e suas possibilidades de expressão. A criança conquista, por meio das vivências artísticas propostas, novos instrumentos de percepção e relação entre o real e o imaginário, o seu corpo e o mundo; explora uma nova forma de linguagem para comunicação de idéias, socialização, exteriorização de sentimentos e supera as dificuldades, construindo possibilidades de um desenvolvimento pessoal sadio em todas suas dimensões.

Dança XE "Dança"  ? Crianças XE "Crianças"  - Deficiência Mental XE "Deficiência Mental"

A011

A DANÇA COMO AGENTE MODIFICADOR DA QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS

Marina Balastreire Angelo (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Elisabeth Bauch Zimmerman (Orientadora), Instituto de Artes - IA, UNICAMP

Seguindo uma trajetória metodológica baseada na abordagem fenomenológica, nossa pesquisa vai ao encontro da corporeidade idosa por meio da dança ? concebida como arte libertadora, que abre novos canais de expressão e possibilita a percepção do corpo em sua totalidade. Nesse estudo, a dança se apresenta não como arte demonstrativa, o que solicitaria o domínio de uma técnica; mas se coloca com caráter terapêutico, conduzindo à consciência das reais possibilidades do corpo, bem como à ampliação das mesmas, permitindo novas maneiras de comunicação e expressão com o meio. Assim, partindo de uma inquietação em torno da situação de marginalização do idoso, decorrente de ideologias sociais pré-concebidas a respeito da idade avançada, nossa pesquisa se utiliza da dança como meio de redescoberta desse corpo, traçando relações entre padrões de movimento e aspectos particulares dos sujeitos, como saúde física, auto-imagem e socialização. Enfim, não foram poucas as dificuldades e contratempos ao longo do processo, porém pudemos comprovar, por meio da rica experiência junto aos idosos, que o trabalho corporal em dança conduz o indivíduo à renovação do olhar sobre si e sobre o meio circundante, indo muito além da simples produção de bem-estar físico.

Dança XE "Dança"  ? Terceira Idade XE "Terceira Idade"  ? Qualidade de Vida XE "Qualidade de Vida"

A012

A relação entre Arte e Tecnologia: Conceitos sobre Arte-Mídia e o computador como suporte à criação artística

Sergio José Venancio Júnior (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Ernesto Giovanni Boccara (Orientador), Instituto de Artes - IA, UNICAMP

Este projeto estabeleceu, por meio de estudos históricos, sociológicos, informáticos e artísticos, uma compreensão sobre a abrangente relação entre as artes e tecnologias contemporâneas, e, especificamente, entre as artes visuais e as mídias digitais. Através de bibliografias e recursos eletrônicos, diversos dados foram analisados e aplicados em experimentações que resultaram em conclusões teóricas e no desenvolvimento prático de uma galeria virtual para divulgação da produção artística de alunos do curso de Educação Artística oferecido pelo Instituto de Artes da UNICAMP. O projeto concluiu ser importante que a arte contemporânea utilize recursos tecno-científicos a fim de expandir suas possibilidades de criação e divulgação, mas também que o artista, ao pesquisar e refletir sobre as conseqüências sócio-culturais e ambientais trazidas pelas novas tecnologias, estabeleça novas éticas de trabalho e novos paradigmas para o conceito atual de arte. A galeria tornou-se um meio de exposições que explorou linguagens interdisciplinares durante todo o seu processo de desenvolvimento, utilizando o computador enquanto suporte à criação de estruturas visuais digitais e a Internet enquanto veículo de divulgação artística abrangente, cujo acesso é socialmente restrito mas potencialmente crescente.

Artes e Mídias Digitais XE "Artes e Mídias Digitais"  - Arte e Tecnologia XE "Arte e Tecnologia"  - Galeria Virtual XE "Galeria Virtual"

A013

HOLLY CAVRELL ? UMA CRIADORA EM DANÇA

Gabriela Trópia Gomes (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Eusébio Lôbo da Silva (Orientador), Instituto de Artes - IA, UNICAMP

Holly Cavrell é uma importante artista no cenário da dança contemporânea no Brasil. Esta pesquisa teve como objetivo o levantamento de elementos característicos das suas obras artísticas e de seu processo de composição coreográfica. Para tanto, realizou-se pesquisa teórica, videográfica e prática, através de: revisão bibliográfica; estudo sobre seu histórico artístico; observação participante de aulas ministradas pela mesma; revisão videográfica de espetáculos de dança; acompanhamento dos ensaios da Cia. Domínio Público, dirigida pela artista; e entrevistas com Cavrell e com pessoas que participaram de seu processo de composição. Através da articulação dos elementos elencados, identificou-se, nesse processo de criação artística, procedimentos que se repetem de modo singular: definição de um tema; pesquisa de material e discussões; improvisações; seleção de movimentos, ritmos ou qualidades; agrupamento em seqüências; articulação das seqüências em cenas; elaboração da ligação entre as cenas; apresentação do trabalho. O processo criativo de Cavrell consiste não apenas na composição de coreografias, mas também na composição de outros elementos do espetáculo (como música, textos, representação, figurino, cenário, vídeo), os quais se articulam em uma composição única, resultando em uma linguagem híbrida, contendo elementos da dança moderna e contemporânea.

Dança XE "Dança"  - Composição Coreográfica XE "Composição Coreográfica"  - Processo Criativo XE "Processo Criativo"

A014

ESPAÇO DE FASE APLICADO À ANÁLISE E À COMPOSICAO MUSICAL

Danilo Machado de Souza (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Jônatas Manzolli (Orientador), Instituto de Artes - IA, UNICAMP

A análise e composição sempre estiveram intimamente ligadas. As escolas de composição têm sempre em suas grades curriculares disciplinas voltadas para a visão analítica. Todo músico que deseje ampliar seus conhecimentos musicais é levado, mais cedo ou mais tarde, para o campo da análise. Aprimoramos, no decorrer da pesquisa, os métodos de análise e de comparação das estruturas musicais. Procuramos disponibilizar os resultados obtidos com a pesquisa na Internet, através de um programa que poderá ser executado em qualquer plataforma computacional. O programa permite aos interessados que realizarem a sua própria análise, buscando os aspectos que mais lhes interessarem, através da geração e do estudo dos Espaços de Fase. A flexibilidade do sistema computacional leva à obtenção de resultados quantitativos que podem ampliar o escopo das obras analisadas. No caso da nossa aplicação, utilizamos gestos sonoros criados a partir dos gráficos para a composição de uma obra inédita. Os resultados obtidos com a pesquisa, bem como o programa podem ser encontrados em www.nics.unicamp.br/~danilo

Espaço de Fase XE "Espaço de Fase"  - Análise e Composição Musical XE "Análise e Composição Musical"  - Computação Musical XE "Computação Musical"

A015

PROCESSOS ESTOCÁSTICOS NA CRIAÇÃO MUSICAL PARA INSTRUMENTOS DE CORDAS DEDILHADAS

Frederick Carrilho (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Jônatas Manzolli (Orientador), Instituto de Artes - IA, UNICAMP

Neste trabalho estudamos e desenvolvemos técnicas composicionais, com o objetivo de desenvolver material sonoro original. A metodologia de pesquisa baseou-se na análise crítica dos experimentos sonoros e na audição de repertório onde foram utilizados métodos estocásticos. Para a implementação prática da pesquisa utilizamos o software MatLab, onde elaboramos um programa de geração de números aleatórios e de distribuições probabilísticas. Este ambiente computacional auxiliou-nos na geração de experimentos e na composição da obra musical.

Composição XE "Composição"  - Processos Estocásticos XE "Processos Estocásticos"  - Violão XE "Violão"

A016

As funções da Harmonia e da Melodia na Bossa Nova e no Jazz

Fabio Saito dos Santos (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. José Roberto Zan (Orientador), Instituto de Artes ? IA, UNICAMP

A Bossa-Nova é considerada um marco na história da música popular brasileira que alterou as práticas de composição e de interpretação do cancioneiro popular. Alguns pesquisadores afirmam que Bossa-Nova caracteriza-se por forte ruptura em relação à tradição musical brasileira e se configura quase como uma réplica do Jazz. Outros reconhecem que apesar da forte influência jazzística, especialmente a produção de Antonio Carlos Jobim apresenta diferenças importantes em relação ao gênero norte-americano, principalmente quanto à funcionalidade da harmonia e da melodia. Em outras palavras, enquanto o jazz privilegia a harmonia, a Bossa Nova é essencialmente melódica. Com o intuito de aprofundar essas questões realizamos um estudo comparativo de quatro músicas: as canções ?Night and Day? de Cole Porter, ?Samba de uma Nota Só? de Tom Jobim, ?Rapaz de Bem? de Johnny Alf e o standard ? música que pertence exclusivamente ao repertório do Jazz ? ?Lady Bird? de Tadd Dameron. Enfocamos a funcionalidade da harmonia e da melodia nessas análises. Verificamos que há semelhanças e diferenças entre os dois gêneros. Constatamos que nas canções, independentemente de serem ligadas ao Jazz ou à Bossa Nova, as funcionalidades da harmonia e da melodia são semelhantes. As diferenças se manifestam de maneira mais clara quando comparamos as canções com o standard ?Lady Bird?. Também observamos que a canção ?Rapaz de Bem?, é uma composição fortemente apoiada na harmonia, enquanto em ?Night and Day? prevalece a melodia. Concluímos que há diferenças estilísticas entre Jazz e Bossa Nova, mas que essas diferenças não se manifestam exclusivamente na funcionalidade da harmonia ou da melodia.

Bossa-Nova -  XE "Bossa-Nova"  Jazz XE "Jazz"  - Análise XE "Análise"

A017

Videoclipe: o que gira no turbilhão de imagens e sons

Gabriel Sampaio Souza Lima Rezende (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. José Roberto Zan (orientador), Instituto de Artes - IA, UNICAMP

Esta pesquisa consistiu, principalmente, em uma análise audiovisual de três videoclipes. Tal análise perseguiu compreender que tipos de mensagens e/ou "apelos" estão tentando ser comunicados em cada composição. Em dois desses três casos, a proposta foi trabalhar com videoclipes de dois importantes fenômenos musicais da indústria cultural dos últimos quinze anos. O terceiro caso tratou-se de um exemplo situado exatamente no centro da discussão pós-modernista sobre o caráter da produção audiovisual contemporânea, cujo argumento principal foi utilizado como ferramenta na procura de uma postura transgressora no videoclipe escolhido. Observamos que as narrativas audiovisuais colocam em diálogo as três linguagens predominantes do videoclipe - a imagética, a sonora e a poética - e através destas, constroem seus novos significados. Finalmente, notamos que, embora haja uma predominância da função publicitária dentro da narrativa dos videoclipes, há também, em dois dos três casos, a presença de componentes ideológicos mais profundos do que a simples orientação mercadológica.

Videoclipe XE "Videoclipe"  - Indústria Cultural XE "Indústria Cultural"  - Audiovisual XE "Audiovisual"

A018

Um olhar particular através da xilogravura brasileira

Meriele Ferreira Arake (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Luise Weiss (Orientadora), Instituto de Artes IA ? UNICAMP

A xilogravura brasileira tem grande influência e ligação com a literatura de cordel trazida através dos portugueses na colonização, porém, a sua manifestação não está ligada somente a este fato, a xilogravura adquiriu com o passar dos anos um grande espaço na arte brasileira, sendo representada inclusive por artistas contemporâneos como Francisco Maringuelli e Maria Bonomi. Nesta pesquisa a intenção foi fazer um breve resumo histórico da xilogravura no Brasil, montando um livro, mas simultaneamente um Álbum-livro, pois junto com a pesquisa teórica vem a minha pesquisa gráfica, que tem influências em alguns momentos da xilogravura de cordel, ao cinema e à fotografia, e, em outros momentos a linguagem que se toma é imediatamente referente à minha vida e cotidiano vivenciados durante o ano letivo em que vigorou a bolsa e o projeto. Os resultados adquiridos foram uma pesquisa teórica capaz de introduzir o espectador-leitor no universo da xilogravura, tudo muito didático e de fácil compreensão, para que este leitor ao se deparar com a minha pesquisa prática tivesse pelo menos uma introdução à técnica, facilitando a sua leitura das imagens. A temática das imagens são as pessoas e os momentos que eu vivi durante esse ano, meu amor pelo Rubens e todo o universo que nos cercava, bem como o nosso desligamento e meu momento de busca interior por si mesmo e pelos devaneios que tomaram conta de mim e da minha obra. O resultado é um Álbum-livro sem o peso de ser uma obra super acadêmica, que finaliza o meu último ano de graduação, num formato A3, brochura, contendo as xilogravuras originais impressas no laboratório de gravura do Instituto de Artes da Unicamp.

Xilogravura XE "Xilogravura"  - Álbum-livro XE "Álbum-livro"  - Olha XE "Olhar" r

A019

Livros de Artista: a imagem escrita

Amir Brito Cadôr (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Lygia Arcuri Eluf (Orientadora), Instituto de Artes-IA, UNICAMP

Diferente do livro ilustrado e do álbum de gravuras surge no século XX o livro-de-artista e o livro-objeto, que utilizam a estrutura do livro para expressar experiências de espaço, tempo, movimento, sensações, materiais e signos, além da própria palavra. A pesquisa abrange o livro como objeto de arte, com enfoque nas relações entre a imagem e a escrita no espaço da página. A caligrafia árabe e os ideogramas japoneses demonstram que uma palavra escrita em outro idioma é percebida como um desenho, o que remete à origem do nosso alfabeto.

Gravura XE "Gravura"  ? Livros de Artista XE "Livros de Artista"  ? Tipografia XE "Tipografia"

A020

A PERCEPÇÃO DAS CORES E SUA UTILIZAÇÃO NA PINTURA

Thiago José Cóser (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Lygia Arcuri Eluf (Orientadora), Instituto de Artes - IA, UNICAMP

O estudo de cores engloba o conhecimento das áreas de exatas, humanas e biológicas. Tal fato torna o tema muito amplo e a perspectiva do projeto foi, além de entender tal interdisciplinaridade, aprofundar-se na parte social das cores, bem como na psico-fisiologia da visão. Isto não exclui o entendimento de fenômenos naturais ? luz e refração ? pelas leituras de Goethe e Newton, assim como o conhecimento de partes que não foram incluídas formalmente no projeto como o fato de que a estruturação dos átomos em uma molécula muda a reflexão da luz e, conseqüentemente, o matiz emitido. Como a cor pode ser vista como um fenômeno cultural, uma parte do projeto foi concentrada em entender que a atuação de determinado matiz pode receber inúmeras conotações de acordo com a cultura de cada sociedade: o branco é considerado uma cor de pureza, o preto muitas vezes é associado ao mal, o vermelho é uma cor viva. Os depoimentos de Kandisky foram muito utilizados, pois são uma visão pessoal e espiritual de cada cor. Por fim, a parte sobre a psico-fisiologia da visão mostra como uma mesma cor pode ser interpretada de diversas maneiras pelo aparelho biológico. Temas como a saturação retiniana, interferência de cores e cores inexistentes foram explorados e experimentos foram realizados com o programa Photoshop para exemplificar tais fenômenos.

Cor XE "Cor"  - Visão XE "Visão"  - Experimentos XE "Experimentos"

A021

KIKO LOUREIRO E SEUS SOLOS NO GRUPO ANGRA: TRANSCRIÇÃO COMENTADA ABORDANDO O USO DE FERRAMENTAS MELÓDICAS E IDIOMATISMOS INERENTES À GUITARRA

Flávio Mateus da Silva (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Marcos Siqueira Cavalcante (Orientador), Instituto de Artes - IA, UNICAMP

Os solos do guitarrista brasileiro Kiko Loureiro, ao longo de mais de uma década na banda Angra, apresentam, inteligentemente, formas de se utilizar os idiomatismos do instrumento em favor da música. O trabalho se faz relevante à literatura do instrumento dada esta relação eficiente entre técnica e inventividade melódica na guitarra. Tendo em vista as dificuldades de execução observadas nos solos escolhidos para transcrição, buscou-se enfatizar os pré?requisitos fundamentais, que, apresentados através de uma compilação de exercícios de técnica de guitarra, contribuem efetivamente com o caráter essencialmente didático do projeto. Tais exercícios envolvem o fortalecimento da mão que articula as notas no braço do instrumento, a acuracidade do movimento da palhetada e o movimento combinado entre as duas mãos, culminando na técnica de two hands / tapping. Os exercícios se relacionam de forma clara com as ferramentas mélodicas que Kiko Loureiro freqüentemente recorre: as tríades abertas e/ou com nona acrescentada e escalas, como pentatônica e menor harmônica. As transcrições foram escritas através da partitura, adotando um sistema que julgamos ser suficientemente detalhado para a compreensão de todo conteúdo. Espera-se que os procedimentos didáticos adotados possam, posteriormente, serem validados pelo uso deste material. Sobre a metodologia, a pesquisa bibliográfica foi a mais recorrida, embora o contato com material de áudio e vídeo bem como o contato com o próprio artista terem sido de fundamental importância para a realização do trabalho. Como conclusão, acreditamos que os solos de Kiko Loureiro são uma grande síntese, musical, de estudos avançados em técnica do instrumento.

Kiko Loureiro XE "Kiko Loureiro"  ? Transcrição de solos XE "Transcrição de solos"  ? Exercícios de técnica XE "Exercícios de técnica"

A022

?AO QUADRADO PRETO? A PASSAGEM DA FIGURAÇÃO À ABSTRAÇÃO NO TRABALHO DE K. MALÉVITCH

Angela Nucci (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria de Fátima Morethy Couto (Orientadora), Instituto de Artes ? IA, UNICAMP

Os movimentos da vanguarda russa estão inseridos em uma cadeia de acontecimentos artísticos que marcaram o século XX. Se na Europa as pesquisas das vanguardas artísticas, inserindo novas problemáticas formais, questionavam os limites da representação figurativa, na Rússia, devido à agitação política e ao intenso acesso à produção teórica e pictórica das vanguardas européias - graças a duas importantes coleções de arte européia neste país - alguns artistas empenharam-se na pesquisa de novas formas e conteúdos da arte, que resultariam na abstração. É nesse ambiente que surge a figura de Kasimir Malévitch. Nesta pesquisa, a partir da análise e da aproximação de alguns escritos teóricos de Malévitch aos textos contemporâneos de artistas europeus buscou-se ressaltar os fatores que contribuíram para a concepção e criação de seu sistema abstrato de arte: o Suprematismo. Através da análise de algumas das obras de Malévitch estabeleceu-se uma linha cronológica que evidencia quais elementos formais contribuíram para o desenvolvimento da plástica abstrata em seu trabalho. O Suprematismo, entretanto, é o reflexo de um conjunto de acontecimentos históricos e artísticos que caracterizam a efervescência dos meios culturais, políticos e sociais da Rússia no início do século XX.

Malévitch XE "Malévitch"  ? Abstração XE "Abstração"  ? Vanguarda Russa XE "Vanguarda Russa"

A023

AS VANGUARDAS NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XX: UMA VISÃO POSITIVA.DA ARTE CONTEMPORÂNEA

Marcio Francisco Delaneze (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Fátima Morethy Couto (Orientadora), Instituto de Artes - IA, UNICAMP

Esta pesquisa de iniciação cientifica tem como objetivo estudar a relação entre fim das vanguardas e o advento da arte contemporânea, por meio de textos de alguns dos seus críticos mais renomados. Iniciamos a pesquisa a partir da obra critica de C. Greenberg, usando-a como instrumento de contraponto em relação à arte contemporânea e demonstrando os limites e a incapacidade da teoria modernista em compreender a diversidade da arte contemporânea. Esta visão foi em seguida relacionada aos comentários de autores como R. Krauss, L. Steinberg e A. Danto, que discursam tanto sobre a teoria modernista, como também sobre a pluralidade da arte da década de 1960, ressaltando seus aspectos positivos e apresentando maneiras inovadoras de entender e ver esta nova arte. A arte contemporânea cria novas relações com o público e questiona os conceitos fundamentais sobre o que é arte e quais são os seus limites. Essas novas manifestações artísticas proporcionaram um novo momento na historia da arte e critica. Na segunda fase da pesquisa a arte contemporânea foi analisada por meio do conceito do pós-modernismo, um termo usado para designar as mudanças ocorridas na filosofia, na arte e na ciência, principalmente a partir da segunda metade do século XX. O autor escolhido para servir de guia nesta paisagem foi F. Jameson. Para o autor, a pós-modernidade é compreendida como a extinção ou o atenuamento do modernismo e dos seus propósitos, e sua seqüência é caótica e heterogênea. Este estudo demonstra, por meio dos autores e seus textos, que não existe um único caminho ou sistema critico ou filosófico que consiga abranger a totalidade das manifestações artísticas da atualidade.

Crítica XE "Crítica"  - Modernismo XE "Modernismo"  - Arte Contemporânea XE "Arte Contemporânea"

A024

UM ESTUDO DE ANÁLISE DE PEÇAS MUSICAIS DE ALEXANDER SCRIABIN

Daniel Dias (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Lúcia Senna Machado Pascoal (Orientadora), Instituto de Artes ? IA, UNICAMP

Este estudo tem por objetivos a compreensão estrutural das peças op.11, nº1, op.32, nº1, e op.59, nº2, e da linguagem do compositor e sua trajetória, uma vez que Scriabin se dirige do discurso tonal para fora de seus limites; o que acaba por anunciar uma das grandes questões musicais do início do séc. XX. O trabalho inicia com a investigação e a elucidação das propriedades físicas do material a ser manipulado na música, o som. A base teórica foi encontrada em Arnold Schoenberg, Anton Weber, e também no estudo do material e das técnicas de análise. A metodologia constou de: leitura da bibliografia específica; leitura das peças; escolha das técnicas de análise e da comparação entre as análises. A conclusão mostrou como Scriabin criou novos conceitos de discurso musical, ampliando as funções de acordes característicos do tonalismo e construindo as estruturas sob grande rigor formal.

Análise Musica XE "Análise Musical" l - Estruturas XE "Estruturas"  - Scriabin XE "Scriabin"

A025

ESTUDO DA INFLUÊNCIA DE MARIETTA BADERNA SOBRE A DANÇA NO BRASIL A PARTIR DE 1849

Rejane Bonomi Schifino (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Marília Vieira Soares (Orientadora), Instituto de Artes ? IA, UNICAMP

Através do estudo sobre Marietta Baderna, prima-ballerina italiana contratada em 1849 pelo Teatro São Pedro d?Alcântara, pesquisou-se a influência do Ballet Romântico no desenvolvimento da Dança no Brasil a partir da segunda metade do século XIX. Realizou-se levantamento bibliográfico, pesquisa documental e leitura bibliográfica relacionada ao século XIX. Obteve-se a situação do papel de Marietta Baderna na evolução da dança e no contexto político italiano, mostra de algumas das realidades da dança profissional no Brasil e a influência de Portugal na configuração das mesmas. Baderna foi coreógrafa e mediadora entre as danças populares italianas e as eruditas, aprofundando este papel ao ingressar no universo das danças afro-brasileiras e ao apresentar-se nos palcos em danças de origem africana. Trouxe para o Brasil uma dança cuja estética era desconhecida do público, foi protagonista da tentativa de formação de uma escola de balé profissionalizante em 1851 e introduziu a nomenclatura oficial de balé na sociedade carioca leiga da época. Em 1870 Baderna tornou-se professora nas escolas femininas da capital e, mesmo repudiada pelo público carioca (elitista) e em precárias condições financeiras, não deixou de atuar na implementação (do ensino) da dança no Rio de Janeiro. Essa pesquisa ainda não foi concluída.

Marietta Baderna XE "Marietta Baderna"  - História da Dança XE "História da Dança"  - Século XIX XE "Século XIX"

A026

O método ?Bartenieff Fundamentals? aplicado ao desenvolvimento do Processo Criativo em Dança Contemporânea

Rosely Conz (Bolsista SAE/PRG) e Profa. Marisa Martins Lambert (Orientadora), Instituto de Artes ? IA, UNICAMP

Esta pesquisa teve por objetivo estabelecer a relação entre o método ?Bartenieff Fundamentals?, pertencente à área da Educação Somática, e o processo de criação e composição em dança contemporânea. Na realização deste estudo, utilizou-se uma metodologia teórico/prática que enfocou, inicialmente, uma pesquisa bibliográfica sobre os princípios e conceitos do método em questão. Num segundo momento, estes conceitos foram vivenciados praticamente, como material de base para o desenvolvimento de um estudo coreográfico. Nesta fase de pesquisa criativa, utilizou-se dinâmicas de improvisação e composição em dança, partindo-se sempre de características específicas ao próprio método desenvolvido por Irmgard Bartenieff. No decorrer das explorações práticas pôde-se observar que, segundo os fundamentos do método de Bartenieff, ações funcionais e expressivas são movimentos integrados. Assim, ao promover um maior conhecimento do corpo e uma melhor maneira de utilizá-lo em ação, o trabalho de reeducação do movimento proposto pelo método enfatiza também um envolvimento emocional e psicológico que possibilita o surgimento de idéias, sentimentos, sensações e outros aspectos igualmente envolvidos no movimento e nos processos de criação. Da união da exploração dos conceitos do método e das temáticas surgidas, produziu-se uma composição coreográfica.

Bartenieff Fundamentals XE "Bartenieff Fundamentals"  - Dança XE "Dança"  - Processos Criativos XE "Processos Criativos"

A027

Críticas Pessoais na Sociedade de Consumo

Fabricio Bregion Garcia (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Maurícius Martins Farina (Orientador), Instituto de Artes ? IA, UNICAMP

Este projeto se divide em duas linhas de pesquisa e fundamenta-se pela busca da minha poesia a ser expressa em fotografia e pintura. Teoricamente, através da bibliografia selecionada, quer entender a sociedade enquanto sociedade de consumo e apreender conceitos semióticos, tratando a imagem como referência de uma realidade oculta e inserindo esta realidade dentro do conceito de estranhamento. A produção pictórica em óleo sobre tela se apoia na fotografia como derivação referencial da realidade comum. As imagens dessas fotografias, sendo retomadas nos quadros, são manipuladas a fim de criar no espectador um estranhamento dessa realidade. O objetivo desta desconstrução é o de evocar uma crítica na interlocução pública, demonstrando uma situação em que, o indivíduo sendo tratado como objeto de consumo, ignora a perda da sua identidade enquanto sujeito.

Sociedade de Consumo XE "Sociedade de Consumo"  ? Fotografias XE "Fotografias"  - Crítica XE "Crítica"

A028

MARCELO BUAINAIN, CONFRONTO CRIATIVO ENTRE ESTÉTICA E REALIDADE FOTOGRAFADA

Lia Fernanda Ramos de Oliveira (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Maurícius Martins Farina (Orientador), Instituto de Artes - IA, UNICAMP

De origem documental a fotografia de Buainain apresenta questões semânticas e poéticas. O trabalho e a fé unidos ao seu criador, o homem, apresentados de maneira não convencional. O fotógrafo articula suas idéias baseando-se na relação entre o seu olhar e seu referente, as emoções e sentimentos passados através das imagens, a cromaticidade apresentada, as influências sofridas ao longo da carreira e a relação criativa entre a estética e a realidade fotografada. Juntamente com esta pesquisa apresenta-se um ensaio fotográfico que foi realizado, apresentando o ser humano nas mais diversas situações, buscando a sensibilidade, a emoção, procurando ver de que maneira o trabalho de Buainain me ?influenciou?. Objetiva-se com isso construir um paralelo entre a realidade fotografada e a estética das imagens, colocando a cromaticidade como fator essencial, a partir de formas e conteúdos.

Marcelo Buainain XE "Marcelo Buainain"  ? Estética XE "Estética"  ? Realidade Fotografada XE "Realidade Fotografada"

A029

A TALHA NA CATEDRAL METROPOLITANA DE CAMPINAS

João Márcio Dias de Souza (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Paulo Mugayar Kuhl (Orientador), Instituto de Artes - IA, UNICAMP

A pesquisa tem como objetivo a história da talha da Catedral Metropolitana de Campinas. A história da talha da catedral campineira, tem sua origem relacionada aos modelos italianos, a evolução do exemplares difundidos por toda a Europa através das gravuras; os retábulos neoclássicos baianos que chegaram a Campinas pelas mãos de mestres e artífices baianos. Ela é também é resultado de fragmentos, desde a vinda de Vitoriano dos Anjos ( contratado como na função de mestre) e a equipe de artistas vindos da Bahia contava com a presença de Maximiniano de Brandão, Estevam Mártir e por Vitoriano dos Anjos Júnior à Campinas em 1853 até o término dos trabalhos comandados por Benardino de Sena Reis em 1865. A metodologia adotada, é a pesquisa de teses, livros e gravuras relacionadas ao tema; além da pesquisa de campo que tem como função catalogar e procurar exemplares da talha neoclássica típica baiana. O resultado obtido é o panorama artístico de um segmento das artes durante a metade do século XIX em Campinas.

Talha XE "Talha"  - Catedral XE "Catedral"  - Campinas XE "Campinas"

A030

ESTUDO EXPERIMENTAL SOBRE A SONORIDADE DA CLARINETA

Luís Carlos de Oliveira (Bolsista PIBIC/CNPq), Prof. Dr. Ricardo Goldemberg (Orientador) e Prof. Dr. Jônatas Manzolli (Co-orientador), Instituto de Artes ? IA, UNICAMP

O hiato existente entre a concepção estética e uma compreensão científica da sonoridade da clarineta motivou o desenvolvimento deste projeto. O conhecimento científico possibilitará, em médio prazo, estabelecer critérios e sugestões no projeto destes instrumentos musicais. O aparato experimental consiste de um compressor acoplado através de tubos flexíveis a um tanque pulmão de material acrílico transparente. Nele fixou-se a boquilha da clarineta bem como a ?mordedura? para o contato com a palheta. Para o tratamento empírico foi adotado o Projeto Fatorial de Experimentos. Este procedimento experimental permite analisar um número razoavelmente grande de variáveis, quantitativas ou não, possibilitando ainda estabelecer se existe interação entre elas. As variáveis abordadas, destacadas pela experiência musical dos pesquisadores, foram: o volume interno do tanque pulmão, a dureza da palheta, posição da ?mordedura? na palheta, abertura da boquilha, presença ou não de material absorvente sonoro no tanque pulmão e o tipo de mordedura. Numa primeira etapa foi obtido um modelo experimental de 1a ordem possibilitando caminhar numa direção de otimização da sonoridade. Este procedimento é repetido até se atingir a região de melhor sonoridade. Neste ponto um modelo de 2a ordem é elaborado para analisar as influências das variáveis.

Clarineta XE "Clarineta"  ? Acústica XE "Acústica"  - Projeto Fatorial XE "Projeto Fatorial"

A031

O Canto como Instrumento Potencializador da Voz do Ator

Juliano Casimiro de Camargo Sampaio (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Sara Pereira Lopes (Orientadora), Instituto de Artes - IA, UNICAMP

Durante o processo de construção de um espetáculo, um dos maiores e mais freqüentes problemas encontrados pelos atores está no campo da produção vocal. Escolher o estilo de interpretação a ser empregada requer igualar signos e diretrizes do corpo e da voz, para que não trabalhem antagonicamente. Todavia, para que o profissional das artes cênicas ?transcenda? o seu falar cotidiano, em cena, necessitamos reconhecer os elementos básicos constituintes de nossa voz, afim de alterá-los. No estudo das técnicas do canto, cada uma destas particularidades são detalhadas e minuciosamente aprimoradas: respiração, apoio diafragmático, timbre, tessitura vocal, uso dos ressonadores; material indispensável na construção vocal do espetáculo. Nesse projeto de pesquisa científica, buscamos compreender todo o princípio da produção vocal através dos elementos básicos do canto, seguindo também, os fatores de fluência do movimento: velocidade, direção e peso, propostos por Rudolf Laban; e utilizar como suporte para a pesquisa dois grupos distintos: atores e não atores (jovens entre treze e dezessete anos de uma escola estadual do município de Salto de Pirapora- S.P.), para que pudéssemos comparar e afirmar a eficácia dos resultados obtidos.

Corpo XE "Corpo"  - Voz XE "Voz"  - Cena XE "Cena"

Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica

A032

GESTO INTERATIVO NA ARTE DO MOVIMENTO COM SUPORTE TECNOLÓGICO

Andreia Ferreira Yonashiro (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof.Dr. Adolfo Maia Jr. (Orientador), Instituto de Artes - IA, IMECC, NICS/GITD ? UNICAMP

A partir da análise dos movimentos existentes na peça Elementaridades criou-se um vocabulário básico (um elenco de movimentos simples e significativos) para a produção de um processo em arte e educação com qualidades físicas e materiais segundo necessidades contemporâneas. Esses objetivos foram desenvolvidos durante a fase experimental que se destinou à verificação das articulações entre a física e a dança. Como uma aplicação prática da nossa pesquisa, propomos a realização do nosso modelo em dois níveis: uma iniciação pedagógica à dança e uma iniciação em composição coreográfica. Aplicamos os conhecimentos em Arte do Movimento, com suporte tecnológico, na construção dos movimentos da peça re(PER)curso de autoria do Prof. Jônatas Manzolli (IA/NICS) e direção da Profa. Joana Lopes (IA/NICS/GITD), a ser apresentada no dia 10/06/2004 na Bienal Internacional de Música Eletroacústica de São Paulo, SESC, São Paulo. A peça demonstra claramente o gesto interativo e como este pode ser realizada via tecnologias existentes. Com estes resultados encontrados, e resumidos na coreografia experimental Elementaridades I, foi possível relacionar o campo teórico com o experimental artístico abrindo como possibilidade futura uma segunda fase de pesquisa.

Arte do Movimento XE "Arte do Movimento"  - Gesto Interativo XE "Gesto Interativo"  - Suporte Tecnológico XE "Suporte Tecnológico"

PROJETOS DA ÁREA DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

CBMEG - Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética

B034

PADRONIZAÇÃO DA TÉCNICA DE LONG-PCR PARA O SEQUENCIAMENTO DO GENOMA MITOCONDRIAL DA MOSCA-DOS-CHIFRES, Haematobia irritans (DIPTERA: MUSCIDAE)

Joan Grande Barau (PROFIX - IC/CNPq), Profa. Dra. Ana Maria Lima Azeredo-Espin (Orientadora) e Ana Cláudia Lessinger (Orientadora), Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética - CBMEG, UNICAMP

A informação contida no DNA mitocondrial (DNAmt) tem sido utilizada em estudos de evolução molecular, análises filogenéticas e no desenvolvimento de marcadores moleculares para estudos populacionais. O sequenciamento de genomas mitocondriais (mitogenômica) também promove a compreensão da sua diversidade estrutural (ocorrência de rearranjos e duplicações gênicas) e dos mecanismos evolutivos geradores desta diversidade. A técnica de long-PCR permite a amplificação enzimática in vitro da totalidade do genoma mitocondrial e têm sido utilizada para purificar DNAmt para a construção de blibliotecas genômicas via "shotgun". Neste estudo apresentamos a padronização do long-PCR para a amplificação e posterior sequenciamento do genoma mitocondrial da mosca-dos-chifres, Haematobia irritans, um ectoparasita bovino de ampla distribuição mundial responsável por prejuízos à indústria pecuária. Através da identificação de regiões conservadas do gene rRNA 16S em Diptera, foram construídos 4 "primers" (H16SA, H16SB, H16SC e H16SCR) utilizados para a amplificação de todo DNAmt da mosca-dos-chifres (~16Kb) em dois produtos distintos de 8Kb e 9.2Kb. A reação de long-PCR padronizada para a mosca-dos-chifres foi também eficiente na amplificação dos genomas mitocondriais de outras 11 espécies de importância médico-veterinária das famílias Calliphoridae (7), Muscidae (3) e Oestridae (1), revelando o potencial desta estratégia na mitogenômica em Calyptratae (Diptera).

Genômica Mitocondrial XE "Genômica Mitocondrial"  - Mosca-dos-chifres XE "Mosca-dos-chifres"  - LongPCR XE "LongPCR"

B033

ARTHROPODAN MITOCHONDRIAL GENOMES ACCESSIBLE DATABASE ? AMIGA

Lissiene Silva Neiva (Bolsista CNPq),Ricardo Vicentini dos Santos, Pedro Cipriano Feijão, Profa. Dra. Ana Maria Lima de Azeredo-Espin e Profa. Dra. Ana Cláudia Lessinger (Orientadora), Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética - CBMEG,UNICAMP

O desenvolvimento de tecnologias genômicas e a importância do genoma mitocondrial como ferramenta para a realização de estudos filogenéticos têm gerado um aumento significativo no número de genomas mitocondriais seqüenciados. Estas seqüências encontram-se cadastradas tanto em bancos de dados amplos como os do NCBI ( HYPERLINK "http://www.ncbi.nih.gov" t "_blank" http://www.ncbi.nih.gov) quanto em bancos de dados menores e mais funcionais. Identificamos a importância e a utilidade de desenvolver um banco com genomas mitocondriais completos de artrópodes para otimizar o acesso a essas informações. O banco de dados AMiGA está sendo construído em linguagem SQL (Standard Query Language) em um sistema relacional (MySQL) e preenchido com seqüências e outras informações relevantes retiradas das fontes do NCBI. Este banco de dados tem como objetivo fornecer um conjunto atualizado de seqüências e ferramentas úteis para análise e comparação desses genomas. Através de uma interface gráfica via web o público terá acesso livre às ferramentas de análise, às seqüências de nucleotídeos e de aminoácidos, além de mapas físicos, artigos científicos e grupos de pesquisa. Informações sobre constituição nucleotídica e utilização de códons também serão disponibilizadas. Este novo banco de dados visa tornar mais acessíveis as informações sobre genomas mitocondriais de artrópodes e fornecer ferramentas para otimizar as análises comparativas neste grupo, contribuindo para a compreensão da evolução deste sistema genômico.

Banco de Dados  XE "Banco de Dados" - Artropoda  XE "Artropoda" - Genoma Mitocondrial XE "Genoma Mitocondrial"

B035

VERIFICAÇÃO DE MUTAÇÕES NO GENE DA ESTERASE E3 DA MOSCA DA BICHEIRA COCHLIOMYIA HOMINIVORAX RELACIONADAS À RESISTÊNCIA A INSETICIDAS ORGANOFOSFORADOS

Renato Assis de Carvalho (Bolsista FAPESP), Tatiana Teixeira Torres e Profa. Dra. Ana Maria L. de Azeredo-Espin (Orientadora), Instituto de Biologia, Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética - CBMEG, UNICAMP

A mosca da bicheira Cochliomyia hominivorax (Coquerel) destaca-se como uma das mais importantes moscas causadoras de miíases gerando graves prejuízos econômicos à pecuária. No Brasil, o seu controle tem sido realizado principalmente pela aplicação de inseticidas, cujo uso indevido pode provocar seleção de moscas resistentes. Em Lucilia cuprina foi verificado que a substituição Gly137(Asp na enzima carboxilesterase (E3) converte sua atividade típica para uma atividade hidrolase de organofosfato resultando no desenvolvimento de resistência a inseticidas organofosforados (OPs). Uma primeira abordagem para caracterizar o gene da E3 em C. hominivorax resultou na amplificação de um fragmento de ~600bp contendo o sítio de mutação Gly137(Asp. Dentre as seqüências de C. hominivorax obtidas, foram observadas a presença tanto da Gly137 quanto do Asp137. Estudos posteriores permitirão verificar a associação dessa mutação com a resistência a OPs, assim como em L. cuprina, possibilitando a identificação de indivíduos resistentes e, conseqüentemente, a aplicação mais eficiente de inseticidas contra essa praga.

Cochliomyia hominivorax XE "Cochliomiya hominivorax"  - Resistência XE "Resistência"  - Organofosforados XE "Organofosforados"

B036

ESTUDO MOLECULAR DO GENE DA 5(-REDUTASE TIPO 2 (SRD5A2) EM PACIENTES COM PSEUDO-HERMAFRODITISMO MASCULINO (PHM)

Luiz Eduardo Chimello Oliveira (Bolsista FAPESP), Daniela Nunes, Maria Betânia Toralles, Eliana G. Stucchi-Perez, Prof. Dr. Gil Guerra Jr. e Profa. Dra. Christine Hackel (Orientadora), Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética - CBMEG, UNICAMP

A enzima 5(-redutase tipo 2 é responsável pela conversão de testosterona (T) em di-hidrotestosterona (DHT), sendo, este último, um potente andrógeno na diferenciação da genitália externa masculina. O gene responsável pela síntese dessa enzima de 254 aminoácidos localiza-se no cromossomo 2 (2p23), sendo composto por 5 éxons. Desta forma, indivíduos com cariótipo 46,XY e deficiência na 5(-redutase, apresentam ambigüidade genital. No presente trabalho, como parte de um estudo multicêntrico, foram investigados 20 pacientes com sinais clínicos sugestivos de deficiência de 5(-redutase. A análise molecular foi realizada por meio da reação em cadeia da polimerase (PCR), a partir de DNA genômico extraído de leucócitos de sangue periférico, seguido de seqüenciamento automático. Dentre os 20 pacientes, 10 apresentaram mutações no gene SRD5A2, sendo sete homozigotos (5 casos de G183S, 1 de 217_218insC e 1 del642T), um heterozigoto composto (Q126R/IVS3+1G>A) e dois heterozigotos (A207D e R246W). Salientam-se os achados da mutação recorrente G183S (quatro pacientes oriundos da Bahia e um de São Paulo) e das mutações del642T, +C e IVS3+1G/A, inéditas na literatura. Tais resultados ressaltam a importância da investigação molecular para o diagnóstico dessa doença que é geralmente complexo devido à heterogeneidade fenotípica da deficiência.

Mutação de Ponto XE "Mutação de Ponto"  XE "Mutação de Ponto"  ? SRD5A2 XE "SRD5A2"  - PHM XE "PHM"

B037

ESTUDO DE MUTAÇÕES EM GENES MITOCONDRIAIS EM INDIVÍDUOS COM SURDEZ NEUROSSENSORIAL NÃO-SINDRÔMICA CANDIDATOS OU SUBMETIDOS AO IMPLANTE COCLEAR

Roberta Rodrigues Urbano (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Edi Lúcia Sartorato (Orientadora), Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética - CBMEG, UNICAMP

A prevalência da surdez congênita varia segundo vários autores nas diferentes populações. No Brasil estima-se que a freqüência seja de 2-7 em cada 1000 nascimentos. Em países desenvolvidos cerca de 60% dos casos de surdez isolada são de origem genética. Um grande número de genes está envolvido na surdez não-sindrômica. A surdez não-sindrômica também pode ser causada por mutações em genes mitocondriais. Muitos dos casos de surdez estão associados a mutações mitocondriais e uso de aminoglicosídeos. O objetivo deste estudo é rastrear mutações em três genes mitocondriais em pacientes com surdez não-sindrômica não esclarecida que foram submetidos ou são candidatos ao implante coclear. As mutações analisadas são: A1555G, A7445G e A3243G, correspondentes aos genes 12S rRNA, tRNA Ser(UCN) e tRNA Leu (UUR), respectivamente. Através da extração de DNA de sangue total e uma reação de PCR seguida de digestão enzimática pode-se determinar quais pacientes são portadores destas mutações. Dada a alta prevalência de mutacões mitocondriais em outras populações, descritas na literatrura, sugeriu-se um método de AS-PCR para diagnóstico mais simples para detecção da mutação A1555G. Foram detectados dois casos com as mutações A1555G e A7455G em indivíduos com surdez neurosensorial não-sindrômica e estes estão sendo usado como controle nas reações de amplificação deste trabalho. Pelos dados obtidos até o presente momento acredita-se que essas mutações são causas infrequentes de surdez neurossensorial não-sindrômica em nosso país.

Surdez Neurossensorial XE "Surdez Neurossensorial"  ? Implante Coclear XE "Implante Coclear"  ? Genes Mitocondriais XE "Genes Mitocondriais"

Centro Pluridisc. de Pesq. Químicas, Biológicas e Agrícolas

B038

Mecanismo de Morte Celular Induzido por Substâncias Citocidas em Linhagens Tumorais Humanas

Juliana Lessa Sacoman (IB UNICAMP, IC-FAPESP) e João Ernesto de Carvalho (Orientador), Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas - CPQBA, UNICAMP

A busca de novas drogas anticâncer com maior seletividade e baixa toxicidade, comparativamente aos quimioterápicos utilizados atualmente, tem sido intensa. Este trabalho tem como objetivo avaliar o mecanismo de morte celular produzido por substâncias ativas, obtidas através de síntese química ou isoladas de produtos naturais. Inicialmente a atividade dessas substâncias foi avaliada em cultura de células tumorais humanas de mama, pulmão, melanoma, leucemia, ovário, rim, próstata e cólon. Entre os diversos compostos avaliados um aduto de Baylis-Hillman, denominado derivado nitro, foi o que apresentou o melhor perfil antitumoral. A observação morfológica das linhagens tratadas com esse aduto apresentou corpos apoptóticos, condensação da cromatina e vacuolização do citoplasma. A confirmação desse provável efeito apoptótico está sendo realizada através do estudo de fragmentação do DNA genômico dessas linhagens tratadas com o aduto. A presença de bandas geradas pela quebra internucleossomal desse DNA caracterizará essa ação apoptótica.

Câncer XE "Câncer"  - Fragmentação XE "Fragmentação"  - DNA XE "DNA"

B039

ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DE PLANTAS MEDICINAIS USADAS NO BRASIL CONTRA Escherichia coli EPEC E ETEC

Ewerton Eduardo Leme (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Marta Cristina Teixeira Duarte (Orientadora), Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas ? CPQBA, UNICAMP

A diarréia causada por infecção pela bactéria Escherichia coli é um problema emergente mundial, sendo responsável por altas taxas de mortalidade em recém-nascidos humanos e animais. O tratamento com antibióticos geralmente é ineficiente, devido em parte a linhagens resistentes a drogas. Uma vez que plantas medicinais têm um papel fundamental na medicina tradicional, o uso de drogas naturais tem aumentado tanto no Brasil como em outros países. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a atividade antimicrobiana de óleos essenciais obtidos a partir das folhas de 34 plantas medicinais usadas no Brasil para sorotipos enteropatogênicos (EPEC) e enterotoxigênicos (ETEC) de Escherichia coli. Os óleos foram obtidos por hidrodestilação em sistema tipo Clevenger. A determinação da concentração mínima inibitória (MIC), realizada através do teste da microdiluição, permitiu observar que Cymbopogon martinii (Palmarosa) inibiu fortemente E. coli ETEC TR 441/413, com MIC entre 125 e 250 (g/mL. Alguns óleos apresentaram inibição moderada sobre os microrganismos (MIC entre 500 e 1000 (g/mL) enquanto a maioria mostrou MIC entre 1000 e 2000 (g/mL. A análise cromatográfica dos óleos, realizada através de técnicas de CG-MS (Cromatografia Gasosa - Espectrometria de Massa) mostrou a presença de compostos com atividade antimicrobiana conhecida, incluindo linalol e trans-cariofileno. Os resultados indicam uma atividade significativa do óleo de C. martinii e sugerem que este pode servir como fonte de compostos com potencial terapêutico.

Escherichia coli XE "Escherichia coli"  ? Óleos Essenciais XE "Óleos Essenciais"  ? Atividade Antimicrobiana XE "Atividade Antimicrobiana"

Faculdade de Ciências Médicas

B040

Características Biológicas e Psicossociais de gestantes adolescentes residentes na Região Sudoeste de Campinas, SP

Giselle de Melo Braga (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Ana Maria Segall (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Uma das questões de saúde mais relevantes na adolescência é a ocorrência de gravidez. Na cidade de Campinas, o Distrito Sudoeste é uma das regiões com maior proporção de grávidas adolescentes, atingindo o valor de 20,3%. O presente estudo tem o intuito de conhecer a situação de saúde das gestantes adolescentes nessa região e dos possíveis riscos perinatais associados a este grupo.Trata-se de um estudo transversal entre adolescentes SUS-dependentes através de aplicação de um questionário, na ocasião da consulta pré-natal na Unidade Básica de Saúde. O questionário aborda as condições biológicas, psicológicas e sociais dessas gestantes. Pelos dados da SINASC, observa-se que a cidade de Campinas e a região Sudoeste começam a mostrar uma diminuição na proporção de mães menores de 21 anos, a partir de 1995. Essa fonte também revela maiores proporções de prematuridade e baixo peso ao nascer entre as mães adolescentes, tanto na região Sudoeste quanto no município de Campinas, embora apenas para este último a diferença tenha sido estatisticamente significativa. As mães menores de 21 anos também apresentam as maiores porcentagens de realização de 1 a 3 consultas pré-natais, assim como as menores proporções de realização de sete ou mais consultas. Os dados acima descritos demonstram que apesar de uma aparente tendência à diminuição da proporção de mães adolescentes, predominam as conseqüências perinatais negativas da gravidez na adolescência.

Gravidez XE "Gravidez"  - Adolescência XE "Adolescência"  - Características Biopsicossociais XE "Características Biopsicossociais"

B041

Caracterização do apoio social às mães de recém-nascidos de baixo peso nascidos e residentes no município de Campinas, SP

Maria Carolina Szymanski de Toledo (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Ana Maria Segall Corrêa (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

As crianças de baixo peso ao nascer (BPN) apresentam um risco de morte trinta vezes maior que aquelas nascidas com peso normal no primeiro ano de vida. No Brasil, a média de recém-nascidos de baixo peso (RNBP) é de 10%. Surge como uma das estratégias para redução da morbimortalidade destas crianças, a atuação frente a melhorias nos serviços de saúde com a estruturação de uma ?segunda via? pela qual a própria comunidade presta ajuda a essas mães através de redes de apoio social. Este trabalho tem como objetivo caracterizar o apoio social e as redes de apoio social às mães de RNBP residentes na cidade de Campinas, SP. Foram selecionadas mães que tiveram seus recém nascidos pelo Sistema Único de Saúde em duas grandes maternidades da cidade. Com a análise das variáveis há uma maioria pertencente a estratos sociais mais desfavorecidos e portanto sujeita às situações de risco como a pobreza, onde o efeito do apoio social teria seu nível máximo (modelo stress-buffering). Entretanto a rede de apoio social ? quando existente ? é parcial, constando principalmente de familiares. Portanto, a implementação de redes sociais eficazes traria benefícios para saúde da população bem como maior efetividade dos serviços de saúde.

Apoio Social XE "Apoio Social"  ? Recém-Nascidos XE "Recém-Nascidos"  ? Baixo Peso XE "Baixo Peso"

B042

PERFIL DE ADOLESCENTES MÄES DE CRIANÇAS DE BAIXO PESO AO NASCER NO MUNICÍPIO DE CAMPINAS

Thalita Grossman (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa Dra Ana Maria Segall Correa (Orientadora), Faculdade de Ciëncias Médicas ? FCM , UNICAMP

Trata-se de um estudo descritivo, com uma amostra de 170 mães e seus RN, 25,8% delas adolescentes, com filhos de baixo peso ao nascer (de 1500 a 2499g), não gemelares, selecionados no CAISM/UNICAMP e Maternidade de Campinas. As variáveis estudadas foram obtidas a partir de entrevistas com as puérperas, ainda na maternidade utilizando questionário semi-estruturado, pré-testado, e aplicado por entrevistadores treinados e padronizados Os objetivos säo descrever e analisar características sócio-demográficas, condições de saúde, estrutura familiar, rede de apoio familiar e social, assistência pré-natal, características de saúde do RN ao nascimento e seu perfil de aleitamento na maternidade na alta hospitalar.Foram feitas distribuições de freqüência, cálculo de medidas de tendência central, seguidos de procedimentos para comparação das características das mães adolescentes com as das mães adultas. Observou-se uma prevalência de ensino fundamental incompleto de 38,6% entre as adolescentes e 47,6% entre as adultas. Em relação às condições de moradia, um quarto das mäes viviam em domicílios sem esgotamento sanitário adequado. Quanto à situação conjugal, quase metade dos filhos das adolescentes viviam sem a presença do pai. Há necessidade de uma melhor cobertura da assistência pré-natal e de promoção do aleitamento materno.

Mães XE "Mães" - Adolescentes XE "Adolescentes" - Baixo Peso ao Nascer XE "Baixo Peso ao Nascer" .

B043

AVALIAÇÃO DINÂMICA DE CRESCIMENTO E TESTE DE MICRODILUIÇÃO EM CALDO DE Trichophyton rubrum FRENTE A TERBINAFINA

Paula Fernanda Gomes Telles (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa.Dra. Angélica Zaninelli Schreiber (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

As dermatofitoses ou tinhas são infecções de tecidos como pele, pelo e unhas, causadas por espécies de fungos queratinofílicos dos gêneros: Trichophyton, Microsporum e Epidermophyton. São inúmeras as alternativas terapêuticas, dentre elas a utilização tópica e/ou sistêmica do derivado alilamínico terbinafina. Embora sejam patologias bastante prevalentes, não há um teste padronizado de suscetibilidade aos antifúngicos, que possa ser utilizado para orientação terapêutica ou avaliação de resistência. Este trabalho buscou a avaliação da suscetibilidade de uma cepa de Trichophyton rubrum frente a terbinafina, por meio de 2 metodologias: uma adaptação do protocolo NCCLS M-39-A(2002), para esporos de Aspergillus spp e pelo sistema automatizado ?Biocell-Tracer® (BCT), que simula o crescimento fúngico in vivo. Sendo a hifa praticamente a forma exclusiva do fungo em tecidos de indivíduos infectados, é possível que testes realizados diretamente com estas estruturas possam ter uma melhor correlação com a clínica do paciente. Os resultados obtidos para esta cepa foram: CIM de 0,0012µg/ml, CFM de 0,0012µg/ml e 100% de inibição no BCT, na concentração do produto de aplicação tópica.

Dermatofitoses XE "Dermatofitoses"  ? Antifúngico XE "Antifúngico"  - Testes de Suscetibilidade XE "Testes de Suscetibilidade"

B044

AVALIAÇÃO CLÍNICA DE INDIVÍDUOS COM SÍNDROME DO CROMOSSOMO X FRÁGIL

Augusto Frederico Santos Schmidt (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Antonia Paula Marques-de-Faria (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Principal causa hereditária de retardo mental (RM), a síndrome do cromossomo X frágil (SXF) afeta cerca de 1:4000 homens e 1:8000 mulheres, sugerindo-se sua pesquisa sistemática em pessoas com RM. Este trabalho avaliou, em indivíduos do sexo masculino pré-púberes e em idade puberal de nosso meio, sinais clínicos que seriam os mais significativos para hipótese de SXF e que justificariam o exame molecular. Foram avaliados pacientes com diagnóstico da SXF confirmado por estudo citogenético e (ou) molecular, indivíduos com RM de etiologia não esclarecida com estudo citogenético e molecular para a SXF negativo e indivíduos normais. Os dados foram obtidos por avaliação clínica com ênfase na anamnese e nos sinais físicos descritos com maior freqüência na SXF em outras populações. A análise dos sinais indicou face alongada, prega plantar, hiperatividade, hiperextensibilidade articular e contato ocular pobre como melhor discriminantes para suspeição da SXF. Dentre os dados antropométricos, aumento significativo do comprimento da orelha em todas as idades e do volume testicular nos indivíduos púberes foram observados. Esses resultados corroboram a importância da observação clínica na investigação da etiologia do RM e serão incluídos em protocolo de avaliação a ser aplicado em nosso serviço, permitindo uma utilização melhor orientada dos exames existentes, em especial o estudo molecular da SXF.

Síndrome do X Frágil XE "Síndrome do X Frágil"  - Retardo Mental Ligado ao X XE "Retardo Mental Ligado ao X"  - Semiologia XE "Semiologia"

B045

O USO DA LINGUAGEM NA HUMANIZAÇÃO DO CUIDADO NUM CENTRO OBSTÉTRICO: OBSERVAÇÃO SISTEMÁTICA

Lia Persona (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Antonieta Keiko Kakuda Shimo (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Introdução: Implantar a humanização não abrange, tão somente, a incorporação do termo ao vocabulário dos profissionais mas, mais do que isso, repensar o cuidado, incluindo a linguagem usada. A comunicação utilizada pelos profissionais pode tanto humanizar quanto desumanizar o cuidado. Objetivo: Observar a linguagem verbal, paraverbal e não verbal utilizada pelos profissionais de saúde da equipe de um Centro Obstétrico, seguindo um roteiro de observação, e analisá-la qualitativamente através das definições de humanização relacionadas à mulher parturiente. Resultado: A linguagem verbal, paraverbal e não verbal utilizada refletiu que o pensamento metafísico ainda impregna o cuidado e que a comunicação, comprometida pelo uso de jargões, termos técnicos ou respostas padronizadas, interfere na humanização. Conclusão: Embora as definições de humanização englobem o ser humano em sua totalidade, a prática direciona o cuidar maiormente para a esfera biológica.

Humanização XE "Humanização"  - Parturiente XE "Parturiente"  - Comunicação XE "Comunicação"

B046

Avaliação do estado nutricional de crianças e adolescentes com fibrose cística acompanhados no Ambulatório de Pediatria do Hospital das Clínicas da UNICAMP

Andrea Boldrin Soares (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Antonio Fernando Ribeiro (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A fibrose cística (FC) é uma doença genética autossômica recessiva, potencialmente letal, caracterizada principalmente por doença pulmonar obstrutiva crônica, insuficiência pancreática exócrina e eletrólitos elevados no suor. A desnutrição protéico-calórica (DPC) é o maior fator prognóstico na FC e tem como principais causas insuficiência pancreática, alteração na circulação enterohepática dos sais biliares e doença inflamatória crônica. O objetivo deste estudo foi realizar a avaliação do estado nutricional de pacientes com FC, através da análise de dados antropométricos e da caracterização destes pacientes quanto a uma série de variáveis independentes de estudo. Dos 74 pacientes avaliados, com idade entre 2 e 25 anos (9a2m ± 5), 68,9% declararam-se brancos. O Escore Z para peso mostrou -2< Z <-1 em 28.4% e Z ( -2 em 24.3%, e para altura, -2< Z <-1 em 28,4% e Z ( -2 em 17,6%, revelando alta incidência de desnutrição (27,0%). Quanto ao índice de massa corporal (IMC), 4(6) apresentaram IMC < 18,5kg/m2. A análise da circunferência braquial e pregas cutâneas também revelou déficit nutricional corrente. Desta forma, o estudo apresenta a DPC como um achado clínico prevalente e relevante nesta população, sugerindo a necessidade de uma intervenção nutricional precoce.

Fibrose Cística XE "Fibrose Cística"  - Desnutrição Protéico-Calórica XE "Desnutrição Protéico-Calórica"  - Avaliação Nutricional XE "Avaliação Nutricional"

B047

O uso do cateterismo umbilical em Recém-Nascidos no Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) ? Estudo Prospectivo

Patrícia R. B. Pedrosa de Oliveira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Beatriz Regina Álvares (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

Para os recém-nascidos admitidos na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal, a cateterização dos vasos umbilicais é um procedimento de vital importância. Neste trabalho, que tem caráter descritivo, a partir de dados encontrados na literatura, foi criado um protocolo de coleta de dados, de acordo com o qual foram analisados todos os recém-nascidos internados na UTI do CAISM e cateterizados, no período de agosto de 2003 a abril de 2004.De modo a avaliar o posicionamento correto dos cateteres umbilicais nos neonatos foram realizadas radiografias simples de tórax e abdômen. No período de coleta foram internadas 208 crianças e destas 88 cateterizadas. A incidência do uso do cateter umbilical venoso foi de 41,82%, e do uso do cateter umbilical arterial 16,34%. Sessenta e três por cento dos recém-nascidos cateterizados tinham peso menor ou igual a 2500g, e 25% tinham peso menor ou igual a 1000g.A principal indicação do cateterismo umbilical arterial foi a coleta de amostras de sangue (94,1%), e a principal do cateterismo venoso foi além da coleta de amostras de sangue a infusão de soro e medicamentos (89,7%). O posicionamento do cateter foi considerado adequado em 58,9% (cateter arterial), sendo que o sucesso no posicionamento do cateter venoso do ponto de vista radiológico foi pequeno ? 26,44%. Apesar deste índice, 67% das cateterizações venosas não apresentaram complicações.

Cateterismo XE "Cateterismo"  - Vasos Umbilicais XE "Vasos Umbilicais"  - Complicações XE "Complicações"

B048

CICLO MENSTRUAL E PIORA DE CRISES EPILÉPTICAS EM MULHERES COM EPILEPSIA DE LOBO TEMPORAL MESIAL E EPILEPSIA FOCAL EXTRA-TEMPORAL

Ana Carolina Belini Bazán (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Carlos A. Mantovani Guerreiro (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

Admite-se que a flutuação hormonal seja a responsável para a piora de crises epilépticas no período catamenial. O objetivo deste estudo foi identificar irregularidades nos ciclos menstruais de mulheres com epilepsia de lobo temporal mesial (ELTM) e epilepsia focal extra-temporal (EFET); e relacionar a incidência de crises nos diferentes períodos do ciclo menstrual. Avaliamos mulheres na menacme, que apresentem quadro clínico laboratorial de ELTM e EFET.Foram fornecidos calendários para estas pacientes e instruídas para preenchimento da menstruação e das crises epilépticas e foram revistos em cada consulta. Foram avaliadas 39 pacientes com ELTM e 14 com EFET. Registramos 211 ciclos nas pacientes com ELTM e 49 nas com EFET. Ciclos menstruais irregulares foram apresentados por 71,7% pacientes com ELTM e 42,8% com EFET (p=0,052). Piora pré-menstrual foi observada em 21,8% pacientes com ELTM e 18,3% com EFET (p=0,596). Piora menstrual foi observada em 22,2% pacientes com ELTM e 30,6% com EFET (p=0,217). Piora ovulatória foi observada em 17% pacientes com ELTM e 26,5% com EFET (p=0,126). Piora catamenial foi observada em 27,4% das pacientes com ELTM e em 34,7% com EFET (p=0,315).Concluímos que não houve diferença significante entre os grupos quanto à freqüência de ciclos irregulares e piora das crises nos períodos do ciclo analisados.

Epilepsia de Lobo Temporal XE "Epilepsia de Lobo Temporal"  - Epilepsia Focal Extra-Temporal XE "Epilepsia Focal Extra-Temporal"  - Ciclo Menstrual XE "Ciclo Menstrual"

B049

Crianças cegas e comportamentos semelhantes aos de autistas: um estudo de caso

Lucila M. Cardoso (Bolsista FUNDAP), Mara Rúbia de A. Santos (Bolsista FUNDAP) e Profa. Dra. Cecília G. Batista (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A literatura descreve casos de crianças cegas com comportamentos semelhantes aos de autistas, sem origem claramente identificada. É apresentado o caso de Júlia (nome fictício), criança cega congênita de quatro anos, com hipótese diagnóstica de autismo, cujo atendimento no Cepre-FCM foi documentado por um período de 18 meses. Envolveu sessões individuais, e, posteriormente, sessões em grupo, registradas em relatos e periodicamente filmadas. A análise foi sistematizada em três momentos: a) período inicial: atendimento individual (mãe presente). Júlia choramingava na maior parte da sessão, permanecia com o corpo tenso, fazia movimentos repetitivos, arremessava objetos oferecidos, raramente emitia sons (geralmente ?Deixa ela?). b) situação após 12 meses de atendimento: Júlia participava de sessões de grupo, sem a mãe. Pronunciava palavras e frases esporadicamente (?não qué?, refrões); explorava o ambiente, tateando móveis e paredes; levava objetos à boca ou manipulava-os de modo repetitivo. c) após 18 meses de atendimento: Júlia se mostrava à vontade e pouco tensa no grupo, falava algumas frases esporadicamente (?papa tudo? quando se anunciou o lanche; ?segurei? ao pegar objetos). O uso dos brinquedos ficou mais funcional (bater tambor, tatear brinquedos com orientação). As aquisições observadas apóiam abordagens teóricas atuais que centram a questão nos aspectos sociais do desenvolvimento dessas crianças.

Cegueira  XE "Cegueira" - Cegueira e Autismo XE "Cegueira e Autismo"  - Desenvolvimento Infantil XE "Desenvolvimento Infantil"

B050

Crianças cegas e comportamentos semelhantes aos de autistas: um estudo de caso

Lucila M. Cardoso (Bolsista FUNDAP), Mara Rúbia de A. Santos (Bolsista FUNDAP) e Profa. Dra. Cecília G. Batista (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A literatura descreve casos de crianças cegas com comportamentos semelhantes aos de autistas, sem origem claramente identificada. É apresentado o caso de Júlia (nome fictício), criança cega congênita de quatro anos, com hipótese diagnóstica de autismo, cujo atendimento no Cepre-FCM foi documentado por um período de 18 meses. Envolveu sessões individuais, e, posteriormente, sessões em grupo, registradas em relatos e periodicamente filmadas. A análise foi sistematizada em três momentos: a) período inicial: atendimento individual (mãe presente). Júlia choramingava na maior parte da sessão, permanecia com o corpo tenso, fazia movimentos repetitivos, arremessava objetos oferecidos, raramente emitia sons (geralmente ?Deixa ela?). b) situação após 12 meses de atendimento: Júlia participava de sessões de grupo, sem a mãe. Pronunciava palavras e frases esporadicamente (?não qué?, refrões); explorava o ambiente, tateando móveis e paredes; levava objetos à boca ou manipulava-os de modo repetitivo. c) após 18 meses de atendimento: Júlia se mostrava à vontade e pouco tensa no grupo, falava algumas frases esporadicamente (?papa tudo? quando se anunciou o lanche; ?segurei? ao pegar objetos). O uso dos brinquedos ficou mais funcional (bater tambor, tatear brinquedos com orientação). As aquisições observadas apóiam abordagens teóricas atuais que centram a questão nos aspectos sociais do desenvolvimento dessas crianças.

Cegueira  XE "Cegueira" - Cegueira e Autismo XE "Cegueira e Autismo"  - Desenvolvimento Infantil XE "Desenvolvimento Infantil"

B051

Caracterização de uma família de genes, correspondentes a MUPs (Major Urinary Proteins) de camundongos, expressos em tumores humanos

Carolina Carvalho Ribeiro-do-Valle (Bolsista PIBIC/CNPq), Andrey dos Santos, Maria Madalena Vasconcelos-Rosa e Profa. Dra. Christine Hackel (Orientadora), Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética - CBMEG, UNICAMP

Dentre os ESTs seqüenciados no Projeto Genoma do Câncer, em cDNAs oriundos de RNAm de tumores de cólon e nefroblastoma, foram indicados clones significativamente similares a uma classe de proteína altamente preservadas evolutivamente e descritas em diversas espécies inclusive Mus musculus. Essas proteínas, MUPs (Major Urinary Proteins), ainda não foram descritas na espécie humana. Em murinos, as MUPs ligam-se a feromônios, atuando como portadoras dos efetores voláteis de comportamento e fisiologia. O objetivo desse projeto é identificar a seqüência completa do gene humano correspondente à MUP4 de camundongos em biblioteca de cDNA de rim humano normal ou em linhagem celular de adenocarcinoma de cólon (HT29). O ?screening? da biblioteca de cDNA humano de rim (~5.000 colônias) foi realizado com uma sonda MUP específica marcada com 32P. Cerca de 20 colônias foram positivas na hibridização, dentre as quais 3 foram positivas em reações de PCR MUP-específicas. Esses clones serão sequenciados. Em relação à HT29, foi possível identificar a expressão da MUP humana por meio de RT-PCR.

Adenocarcinoma XE "Adenocarcinoma"  - cDNA XE "cDNA"  - Rim XE "Rim"

B052

A REPRESENTAÇÃO DA DOENÇA ATRAVÉS DO DESENHO EM PACIENTES INTERNADOS NUMA UNIDADE DE CIRURGIA VASCULAR

Marja Fernandes Pizão (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Clarice Tasqueti (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A Análise de Conteúdo de desenhos de pacientes internados numa unidade de cirurgia vascular, conjuntamente com respostas fornecidas pelos mesmos em entrevista suporte, teve como objetivo entender o que a doença representa para o paciente, compreender seus sentimentos e saber quais são seus medos e/ou expectativas quanto à internação com base nas Representações Sociais (RS). Os resultados colocaram em destaque a importância da família no processo saúde-doença-internação, a alteração da imagem corporal pela doença, a ansiedade causada pela internação em si e a mudança de valores que a doença evoca no psicológico do paciente. Concluímos com este estudo que a arteterapia é um meio viável e eficaz na expressão de sentimentos pelo paciente, no sentido de melhorar a comunicação deste com a equipe e de auxilia-lo no enfrentamento da doença. O presente estudo nos permitiu, ainda, concluir o que já era divulgado pelo meio científico e pela mídia a respeito dos males causados pelo cigarro, assim como reconhecer a necessidade de um tratamento mais holístico ao paciente, visando não só a cura da doença, mas os aspectos psíquicos envolvidos no processo do adoecer e da internação.

Representações Sociais (RS) XE "Representações Sociais (RS)"  - Internação XE "Internação"  - Imagem Corporal XE "Imagem Corporal"

B053

ANTECEDENTES MÓRBIDOS EM PACIENTES COM E SEM CÂNCER DE MAMA

Ana Carolina Figueiredo de Castro (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Clarissa Waldige Mendes Nogueira (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

O desenvolvimento das neoplasias malignas tem sido relacionado a fatores ambientais, genéticos e emocionais. Outras racionalidades médicas, especialmente as derivadas da homeopatia, vêem importância na história de patologias do indivíduo, pois doenças sucessivas significariam ações do organismo para se livrar de cargas tóxicas que potencialmente o lesariam, sendo a neoplasia o estágio máximo de falência desses mecanismos. Assim, indivíduos com doença neoplásica teriam um histórico mórbido diferenciado de pessoas saudáveis. Objetivo: testar o conceito de que há antecedentes mórbidos diferentes entre indivíduos com e sem câncer. Métodos: estudo descritivo de corte transversal com levantamento dos antecedentes mórbidos de pacientes com diagnóstico de câncer de mama, comparadas a um grupo de mulheres sem doença neoplásica, avaliando os processos patológicos e fatores de risco que foram expostas durante a vida. A análise estatística será realizada pelo teste do qui-quadrado de Fisher e cálculo de Odds Ratio bruto. Resultados: Alguns resultados parciais demonstraram que o fator depressão -OR=0,35 (0,11(OR(1,12)e uso de ACO-OR=0,46 (0,11(OR(1,05) são menos prevalentes entre as pacientes com Câncer de Mama. Em relação às variáveis etilismo, raça e idade à primeira gestação não há diferenças significativas. Conclusão: Os resultados apresentados não mostraram relação de risco para fatores apontados na literatura como predisponentes ao câncer de mama.

Câncer de Mama XE "Câncer de Mama" - Depressão XE "Depressão"  - Antecedentes Mórbidos XE "Antecedentes Mórbidos"

B054

AS PRÁTICAS DE ENFERMAGEM DESENVOLVIDAS COM SUJEITOS PSICÓTICOS EM TRATAMENTO EM CAPS III.

Cristiane Pereira de Castro (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Débora Isane Ratner Kirschbaum (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

O presente estudo visa caracterizar o cuidado em saúde mental realizado por profissionais de enfermagem (enfermeiros, técnicos e auxiliares) junto aos pacientes psicóticos que freqüentam um Centro de Atenção Psicossocial e também identificar as formas adotadas pelos mesmos no manejo de situações que envolvem a realização deste cuidado. Trata-se de uma pesquisa exploratória de natureza qualitativa, na qual os dados foram coletados através da observação participante, pesquisa documental e entrevistas semi-estruturadas. Observou-se que as práticas de enfermagem desenvolvidas neste serviço são altamente heterogêneas com características do trabalho de enfermagem ora vinculadas ao modelo manicomial ora voltadas para a reabilitação ou para a reinserção do doente mental, ficando claro que os princípios que regiam o modelo assistencial asilar convivem lado a lado com práticas voltadas para a substituição daquele modelo.Tais fatos remetem a uma reflexão importante sobre o papel dos profissionais de enfermagem na consolidação dos princípios que regeram a Reforma Psiquiátrica e também para constituição da sua própria identidade dentro destas mudanças, uma vez que somente desta forma a enfermagem em saúde mental terá a possibilidade de prestar uma assistência de qualidade, coerente e cidadã aos doentes mentais.

Práticas de Enfermagem XE "Práticas de Enfermagem"  - Saúde Mental XE "Saúde Mental"  - Reabilitação Psicossocial XE "Reabilitação Psicossocial"

B055

ANÁLISE HISTÓRICA DO PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DA ENFERMEIRA NA CONSTRUÇÃO DOS EQUIPAMENTOS SUBSTITUTIVOS AO MODELO ASSISTENCIAL MANICOMIAL

Mirian Alves Guimarães (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Débora Isane Ratner Kirschbaum (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

O estudo resgata o processo de constituição da identidade profissional da enfermeira desde os primórdios de sua atuação, no cuidado com o paciente psiquiátrico, até os dias atuais, com o intuito de demonstrar sua influência nas transformações ocorridas nos diferentes momentos da história da saúde mental. Resgata o processo pelo qual as enfermeiras, do Serviço de Saúde Dr. Candido Ferreira, conseguiram estabelecer e implantar tais terapêuticas, baseadas na Reforma Psiquiátrica, apesar da formação profissional que tinham, trará uma importante contribuição para que outros trabalhos inspirados nesta experiência possam ser adotados por outras instituições.Trata-se de uma pesquisa qualitativa, na qual utilizou-se o método histórico, sob a perspectiva da história oral e da enfermagem psiquiátrica. A coleta de dados constituiu-se em pesquisa bibliográfica e documental, tendo como fontes primárias os documentos escritos existentes na instituição; entrevista não diretiva, com roteiro semi-estruturado, na qual os sujeitos da pesquisa foram escolhidos entre os enfermeiros que trabalharam no SSCF desde década de noventa e que participaram da organização e implantação de projetos de desinstitucionalização da assistência psiquiátrica brasileira, posteriormente foram transcritas, submetidas a análises de conteúdo tipo temática. Observou-se que após as entrevistas, os relatos das experiências vividas e os acontecimentos ocorridos no SSCF, foram distintos, a partir de um mesmo roteiro de questões; e os enfermeiros tiveram a oportunidade de refletirem sobre seu fazer enfermagem. Apreendemos que a assistência ao doente mental fez-se através de comprometimento, dedicação e responsabilidade com o trabalho, diferentemente do modelo manicomial e custodial já existente.

Saúde Mental XE "Saúde Mental"  - Enfermagem Psiquiátrica XE "Enfermagem Psiquiátrica"  - Reforma Psiquiátrica XE "Reforma Psiquiátrica"

B056

Estudo epidemiológico sobre os DFTN na maternidade do CAISM

Claudio Mauricio Lisondo (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Denise Pontes Calvalcanti (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Os defeitos de fechamento do tubo neural (DFTN) respondem por uma alta taxa de morbi-mortalidade no período perinatal, sendo uma das anomalias congênitas mais comuns. O objetivo deste trabalho foi traçar o perfil epidemiológico dos DFTN dos recém-nascidos na maternidade do CAISM no período de setembro-1987 a dezembro-2002. Foram usados os dados obtidos pela metodologia caso-controle do programa ECLAMC (Estudo colaborativo Latino Americano de Malformações Congênitas) do qual a maternidade do CAISM faz parte desde 1987. Nesse programa, todos os malformados nascidos na Maternidade são registrados e seus controles são os recém-nascidos que nascem imediatamente depois, pareados por sexo. Os natimortos, por definição, não tem controles. Para o presente estudo tomaram-se os controles pareados mais um controle do caso malformado anterior. Foi analisado um total de 559 fichas: 250 casos e 309 controles. Os resultados iniciais desse estudo mostram uma alta prevalência de DFTN de 5,2 por 1.000 nascimentos, aparentemente devido ao diagnóstico pré-natal e conseqüente encaminhamento das gestantes para esse centro. Esses defeitos estão distribuídos da seguinte maneira: 110 casos de anencefalia (44%), 110 de espinha bífida (44%) e 30 de encefalocele (12%). A maioria desses defeitos se apresenta de forma isolada (209, 84%) e apenas 4 (2%) fazem parte de quadros sindrômicos. Do total, 58 (23,2%) foram natimortos e 142 (56,8%) tiveram alta mortos. Esses defeitos também se encontram associados a menor idade gestacional (média = 35 semanas) (p<0,001) e baixo peso ao nascimento (média = 2.163,3) (p<0,00001). A conclusão da análise epidemiológica desses defeitos será apresentada.

Defeitos Congênitos XE "Defeitos Congênitos"  - Espinha Bífida XE "Espinha Bífida"  - Anencefalia XE "Anencefalia"

B057

DEMANDAS DE ATENÇÃO EM INDIVÍDUOS COM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA EM TRATAMENTO DE HEMODIÁLISE

Carla Klava dos Reis (Bolsista FAPESP), Profa. Dra. Edinêis de Brito Guirardello (Orientadora) e Prof. Claudinei José Gomes Campos (Co-orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Para conviver com a Insuficiência Renal Crônica o indivíduo passa a vivenciar processos de adaptação que na maioria das vezes vêm acompanhados de restrições e limitações impostas pela doença e pelo tratamento de hemodiálise. Dessa forma, diversas demandas de atenção emergem no cotidiano dessa pessoa, interferindo na sua capacidade de direcionar atenção para situações e informações importantes. Tal pesquisa teve como objetivo examinar as diferentes demandas de atenção vivenciadas pelos pacientes com IRC, submetidos ao tratamento de hemodiálise em um hospital universitário do interior do estado de S.P. Participaram do estudo oito pacientes, sendo todas do sexo feminino. A coleta de dados se deu por meio de uma entrevista semi-estruturada, gravada em fita cassete, com posterior transcrição literal. A análise foi descritiva por meio da técnica de análise de conteúdo. Dentre as demandas de atenção levantadas estão a ausência de perspectiva quanto ao futuro e a morte como possibilidade iminente, justamente por ser uma doença crônica. Tal indivíduo ainda convive com a perda de sua autonomia e a relação de dependência com a máquina, além de verbalizar desejo por uma vida ?normal?, denotando o impacto que a doença renal crônica causa em sua vida. Há ainda a responsabilidade materna e o papel de mãe como demandas de atenção, além da preocupação com o colega que vivencia tal problema, ou seja, o reflexo da doença no outro. Tais demandas contribuem para o aumento da CDA para situações importantes, como o tratamento e a busca por uma melhor qualidade de vida.

Insuficiência Renal Crônica XE "Insuficiência Renal Crônica" -Hemodiálise XE "Hemodiálise" -Atenção XE "Atenção"

B058

Perfil da Utilização dos Serviços e dos Usuários do Sistema de Saúde Suplementar da Comunidade Interna da Unicamp

Leonardo Felippe Ruffing (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Edison Bueno (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

Das Santas Casas de Misericórdia aos modernos hospitais de referência e clínicas particulares nem tanto tempo se passou, inúmeras e radicais mudanças ocorreram no setor saúde brasileiro. De assistência particular ou beneficente, com o tempo a saúde passa a ser também pública/estatal, coberta por planos das empresas e indústrias empregadoras, grupos médicos cooperativistas, e as seguradoras. Os três últimos, de ambito privado, constituem o Setor Suplementar de Atenção à Saúde. Essas mudanças e opções deflagram-se basicamente por um tripé: necessidades em saúde da população, oferta dos serviços desejados, e o Estado, como regulador das ofertas e maneiras como se dão os serviços de saúde. Torna-se objetivo do presente trabalho, identificar o perfil da utilização e dos usuários do sistema de saúde suplementar. Identificando os motivos de sua escolha (econômicos, ideológicos, pessoais) por esse setor. Assim, obteremos informações para identificar os defeitos do SUS, bem como informações subjetivas como preconceitos, desconhecimentos, desvalorizações e opiniões sobre esse. Saber as principais reclamações quanto a cobertura do plano privado é outra meta. Através disso podemos propor reformas no setor, subsidiando o Estado, na formulação de leis que resultem numa medicina privada mais ética e humana, mesmo que paradoxalmente quantificada e baseada no lucro. Para tal trabalho realizamos entrevistas qualitativas/quantitativas em alunos, funcionários e docentes, usuários do setor suplementar. Analisamos os discursos dos entrevistados para a construção do perfil dos mesmos.

Saúde Coletiva XE "Saúde Coletiva"  - Saúde Pública XE "Saúde Pública"  - Saúde Suplementar XE "Saúde Suplementar"

B059

Significações Psicoculturais do Câncer de Próstata para Pacientes na Busca de Tratamento ? Um Estudo Clínico-Qualitativo

André Luiz Luquini Pereira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Egberto Ribeiro Turato (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Segunda causa de óbitos por câncer em homens, o câncer de próstata suscita reflexão e manejo adequado quanto a fatores psicológicos e socioculturais envolvidos. Utilizamos o Método Clínico-Qualitativo para interpretar os significados dados pelos doentes a seu problema por ocasião da cirurgia e à sexualidade quanto a exames e tratamento da próstata. A amostra consistiu de oito sujeitos (fechada por saturação dos dados), submetidos a Entrevistas Semidirigidas de Questões Abertas de três hospitais públicos de Campinas, SP. Foram gravadas, transcritas e submetidas à Análise Qualitativa de Conteúdo, definidas as seguintes categorias: 1) câncer de próstata no contexto dos cânceres em geral; 2) impacto do diagnóstico; 3) sexualidade masculina (exame do toque retal, seqüela de impotência); 4) adesão a tratamentos médicos e não-convencionais; 5) paciente como multiplicador da conscientização. Conclusão: a sexualidade masculina constrói-se nos papéis exercidos no meio social, e o simbólico das questões sexuais (toque retal, disfunções) parece ter significado psicológico menor para o indivíduo do que o expresso culturalmente em suas falas.

Câncer de Próstata XE "Câncer de Próstata" ; Psicológicos e Socioculturais XE "Psicológicos e Socioculturais" ; Método Clínico-Qualitativo XE "Método Clínico-Qualitativo" ;

B060

Fantasias sobre possibilidades de gravidez e maternidade em pacientes adultas férteis em hemodiálise - Um estudo clínico-qualitativo

Roberta de Carvalho Pinto Nazario (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Egberto Ribeiro Turato (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Dentre as restrições impostas pela hemodiálise, as nefropatas deparam-se com o fato de não ser seguro engravidar no tratamento dialítico. Considerando a maternidade como desejo comum nas mulheres (fenômeno psicanalítico) e papel habitual para o gênero (fenômeno antropológico), nosso objetivo foi interpretar significações atribuídas à gravidez/maternidade frente a limitações clínicas. A amostra por saturação compôs-se de nove sujeitos de dois serviços médicos. O método foi o Clínico-Qualitativo e os dados colhidos pela Entrevista Semidirigidas de Questões Abertas. O conjunto foi tratado pela Análise Qualitativa de Conteúdo, com categorização nos seguintes tópicos: ambivalência entre desejo de ser mãe e temor pelos riscos impostos (atenuada às que tinham filhos previamente); adoção cogitada como opção para a maternidade; e conceitos de normalidade e normatividade das questões médicas na subjetividade quanto à qualidade de vida. Os resultados foram discutidos à luz de teorias da psicologia da saúde, concepções psicanalíticas e referenciais socioculturais. Conclusão: a dependência à hemodiálise não necessariamente simboliza situações emocionais ou sociais geradoras de relevantes angústias, já que as pacientes detinham mecanismos egóicos de defesa e psicossociais de adaptação satisfatórios.

Gravidez XE "Gravidez"  - Hemodiálise XE "Hemodiálise"  - Qualitativo XE "Qualitativo"

B061

PARTICIPAÇÃO COMUNITÁRIA E TRABALHO VOLUNTÁRIO: VISÃO DE ATORES SOCIAIS

Daniella Yamada Baragatti (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Eliete Maria Silva (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Participação social é uma das diretrizes do atual sistema de saúde brasileiro (SUS). Uma das formas de participação é a visita de voluntários vestidos de palhaços em enfermarias de hospitais. Este estudo qualitativo buscou conhecer, através de entrevistas semi-estruturadas, gravadas e transcritas, a opinião dos participantes de um grupo de palhaços voluntários que visitam as enfermarias de Pediatria e Psiquiatria do Hospital das Clínicas (HC) da UNICAMP, e a opinião da equipe de saúde das referidas enfermarias a respeito de participação comunitária e trabalho voluntário, bem como identificar, através de observação participante, as relações entre equipe de saúde, palhaços e usuários, nas interações que desenvolvem para promoção da saúde. Nos resultados reconhecemos que todos os participantes do grupo de palhaços conseguem identificar uma relação entre o trabalho que realizam, participação comunitária e trabalho voluntário, embora muitas vezes não soubessem explicar como se dava essa relação. Já a equipe de saúde, em sua maior parte não relacionou os três conceitos. Na observação participante notamos que as interações realizadas são positivas, principalmente para as crianças e seus acompanhantes.

Promoção a Saúde XE "Promoção a Saúde"  - Participação Comunitária  XE "Participação Comunitária" - Voluntariado XE "Voluntariado"

B062

INFLUÊNCIA DO CONTROLE GLICÊMICO NA OCORRÊNCIA DE SINTOMAS GASTROINTESTINAIS EM CRIANÇAS COM DIABETES MELLITUS TIPO I, EM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO

Flávia Cerize (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Elizete Aparecida Lomazi da Costa Pinto (Orientadora), Faculdade de Ciência Médicas ? FCM, UNICAMP

A neuropatia autonômica e a hiperglicemia são fatores fisiopatogênicos responsáveis por disfunções da motilidade gastrointestinal em pacientes diabéticos. Estas disfunções são associadas a sintomas gastrointestinais, cuja prevalência em crianças diabéticas não é conhecida. O objetivo do estudo foi identificar a prevalência desses sintomas em crianças e adolescentes com diabetes mellitus tipo I (DMI), acompanhados no ambulatório de endocrinologia de um Hospital Universitário e correlacionar a sua ocorrência com o controle glicêmico em longo prazo e com a duração da doença. A presença de sintomas (critérios diagnósticos das doenças gastrointestinais funcionais em pediatria, ROMA II) foi investigada por meio de questionário específico, aplicado aos responsáveis pelos pacientes e também a um grupo controle. Os valores de hemoglobina glicosilada, no período de 3 meses prévios e simultâneos ao interrogatório, foram registrados como método de avaliação do controle glicêmico. A população apresentou controle glicêmico inadequado e queixas gastrointestinais foram referidas por um 1/3 dos pacientes, prevalência estatisticamente superior à referida pelos controles. Foi possível identificar associação entre queixas gastrointestinais e DM I.

Diabetes Mellitus Tipo I XE "Diabetes Mellitus Tipo I"  ? Doenças Gastrointestinais XE "Doenças Gastrointestinais"  - Crianças XE "Crianças"

B063

Clínica e Diagnóstico em Crianças com Doença Inflamatória Intestinal

Patricia Leika Hoshino (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Elizete Aparecida Lomazi da Costa Pinto (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

Introdução: Nas últimas décadas, a epidemiologia da doença inflamatória intestinal vem apresentando mudanças em todo o mundo. Dados brasileiros são escassos e necessários. Objetivo: Identificar dados epidemiológicos locais referentes à doença inflamatória intestinal, em pacientes pediátricos. Métodos: Revisão dos prontuários de 26 crianças admitidas, nos últimos 8 anos no HC-UNICAMP (1996-2003). Resultados: A clínica, os exames radiológicos, colonoscópicos e anatomopatológicos foram necessários para o diagnóstico. No período, foram diagnosticados 13 casos de Doença de Crohn, 7 de Retocolite Ulcerativa Inespecífica e 5 de Colite Indeterminada em 18 pacientes do sexo masculino e 8 do feminino. A média de idade foi de 9,1 anos (5 meses a 16 anos), todos brancos. Os sintomas mais comuns foram diarréia, dor abdominal e sangramento intestinal. No quadriênio 1993 a 1997, o número médio de casos novos por ano foi de 2 pacientes e de 1998 a 2003, de, 24 . Houve melhora do desenvolvimento e quadro clínico de 12 pacientes tratados. Conclusão: A epidemiologia da Doença Inflamatória Intestinal em nosso serviço apresenta dados similares aos internacionais, em relação ao aumento da incidência na última década, quadro clínico, descendência racial e resposta ao tratamento.

Doença Inflamatória Intestinal XE "Doença Inflamatória Intestinal"  ? Criança XE "Criança"  - Epidemiologia XE "Epidemiologia"

B064

ASSOCIAÇÃO ENTRE DEPRESSÃO E INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO

Ingrid Neves dos Santos (Bolsista PIBIC/CNPq), Evandro Gomes de Matos Júnior, Ana Lícia de Moraes Assumpção Zapelini e Prof. Dr. Evandro Gomes de Matos (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

Estudos epidemiológicos têm descrito uma influência da depressão na morbidade e na mortalidade associadas à doença cardíaca. Avaliou-se a prevalência de sintomas depressivos em pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), e de diversos fatores de riscos para doenças ateroscleróticas. O estudo foi feito com 30 pacientes, entre 18 e 80 anos, internados no Hospital de Clínicas da Unicamp. Neles foi aplicado o Inventário de Depressão de Beck. A análise foi realizada de modo comparativo, entre pacientes que apresentaram sintomas depressivos e os que não apresentaram. Os dados preliminares aqui apresentados se referem às avaliações feitas no período da internação e os que serão coletados, após seis meses e um ano da data de internação, serão publicados posteriormente. A média de idade dos pacientes entrevistados foi de 61,5 anos e prevaleceram pacientes de cor branca (19%). Encontramos 43% de pacientes com depressão, um número elevado quando comparado com o esperado para a população geral que é de 5%. A distribuição entre os sexos foi praticamente a mesma e também diferente do esperado , já que na população geral a prevalência nas mulheres é duas vezes maior que no homem. Alguns fatores de risco como dislipidemia, hipertensão arterial sistêmica, tabagismo, sedentarismo, associados ao IAM foram significativamente correlacionados com a presença de sintomas depressivos.

Depressão XE "Depressão"  - IAM XE "IAM"  - Associação XE "Associação"

B065

VOLUMETRIA HIPOCAMPAL E MEMÓRIA EM PACIENTES COM EPILEPSIA DE LOBO TEMPORAL

Aline Daiane Carnevalle (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Fernando Cendes (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A epilepsia de lobo temporal (ELT) cursa, freqüentemente, com alteração da memória e resistência às drogas antiepilépticas, porém, responde bem (80-90%) ao tratamento cirúrgico, cuja eficácia e segurança dependem da qualidade da avaliação pré-operatória, que inclui EEG, RM e análise neuropsicológica. Neste trabalho, nos propomos a verificar correlações entre resultados de testes de memória espacial, verbal e emocional e volumetria hipocampal em RM (software Scion®) de 30 pacientes com ELT e 30 controles sadios. A atrofia hipocampal (AH) foi observada em 28/30 (93,3%) pacientes, sendo que todos os pacientes com foco epiléptico à direta apresentaram AHD e todos os pacientes com foco à esquerda apresentaram AHE. Não foi observada AH nos pacientes com ELT refratária que não apresentavam lateralização do foco ao EEG. Foi observada significância estatística apenas para o teste de memória espacial incidental e os pacientes com AHE (p=0,046). A diferença volumétrica não pode ser considerada como fator importante no déficit de memória verbal e espacial, uma vez que não houve correlação significativa entre o volume desta estrutura com o desempenho em todos os testes neuropsicológicos. Para que os testes realizados nesta pesquisa possam aumentar seu poder de detectar o lado da lesão, é necessário um maior número de casos que preencham de forma rigorosa os critérios de inclusão, com foco epiléptico e atrofia hipocampal exclusivamente unilateral.

Epilepsia de Lobo Temporal XE "Epilepsia de Lobo Temporal"  - Memória XE "Memória"  - Pacientes XE "Pacientes"

B066

VOLUMETRIA DA REGIÃO PARA-HIPOCAMPAL E MEMÓRIA EM PACIENTES COM EPILEPSIA DE LOBO TEMPORAL

Cilene Nogueira da Gama (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Fernando Cendes (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM ,UNICAMP

A epilepsia é uma síndrome crônica, recorrente, sendo que as epilepsias de lobo temporal (ELT) são responsáveis por pelo menos 40 % de todos os casos. A ELT cursa freqüentemente com alteração da memória e refratariedade às drogas antiepilépticas, o que favorece o tratamento cirúrgico dos pacientes. Contudo, sua eficácia e segurança dependem da qualidade da avaliação pré-operatória, incluindo a avaliação neuro-psicológica. Através de imagens de ressonância magnética (RM) fizemos um estudo volumétrico das regiões do córtex para-hipocampal (CPH), perirrinal (CPR) e entorrinal (CE) através do programa NIH®, em 31 pacientes (média de idade = 37 anos) e em 21 controles sadios (média de idade= 30,1 anos) a fim de correlacionar as possíveis alterações nas imagens com os escores de memória. Observamos atrofia no CPH esquerdo em 1(3,2%) e bilateral em 1 (3,2%) pacientes. A atrofia de CE+CPR esteve presente à esquerda em 3 (9,6%), à direita em 1 (3,2%) e bilateralmente em 1 (3,2%) pacientes. A presença de atrofia não esteve associada a alterações de memória nesses pacientes. Embora tivemos a presença de 5 (16,1%) pacientes com atrofia de estruturas do giro para-hipocampal, estes não tiveram escores de memória inferior aos dos pacientes sem atrofia.

Epilepsia XE "Epilepsia"  - Memória XE "Memória"  - Volumetria XE "Volumetria"

B067

Volumetria dos Tálamos em Pacientes com Epilepsia de Lobo Temporal de Difícil Controle

Fábio Thadeu Ferreira (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Fernando Cendes (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

Resumo: A epilepsia de lobo temporal (ELT) é a forma mais freqüente das epilepsias parciais em adultos. As crises tornam-se refratárias a tratamento clínico em cerca de 40% dos casos e estes podem se tornar candidatos a realização da cirurgia de epilepsia, para melhor controle de suas crises. Estudos recentes demonstraram alterações volumétrica nos tálamos em pacientes com ELT. A utilização da Ressonância Magnética (RM) na investigação diagnóstica da ELT permite a detectação in vivo de alterações estruturais relacionadas com EMT. Objetivos: quantificar alterações volumétricas dos tálamos de pacientes que com ELTM de difícil controle. Métodos: Avaliamos 48 pacientes com ELT de difícil controle e 30 voluntários sadios e processamos suas imagens de RM em espaço estereotácico para normalização volumétrica. Obtivemos os volumes talâmicos (VH) e hipocampais (VH) de todos pacientes. Consideramos atrofia todos aqueles indivíduos que apresentavam volumes talâmicos ou hipocampais menores que 2 desvios-padrão. Resultados: Atrofia talâmica foi observada em 6/48 pacientes (12,5%) e atrofia hipocampal em 39 pacientes (81%). A ANOVA não mostrou diferença significativa entre os pacientes e os controles. Houve correlação entre o VT e VH ipsilaterais (p < 0,001, R2 = 0,084), porém isto não foi observado entre VT e VH contralaterais (p = 0,860, R2 < 0,001). Conclusões: A correlação entre VH e LT ipsilaterais sugerem que os fatores que determinam as alterações volumétricas encontradas nos hipocampos podem levar a alterações extra-temporais.

Epilepsia XE "Epilepsia"  - Lobo Temporal XE "Lobo Temporal"  - Tálamo XE "Tálamo"

B068

ESTUDO VOLUMÉTRICO DA AMÍGDALA E AVALIAÇÃO DE MEMÓRIA EM PACIENTES COM EPILEPSIA DE LOBO TEMPORAL

Giselle Coelho Resende Caselato (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Fernando Cendes (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

A epilepsia apresenta-se como uma síndrome que afeta entre 1 a 3 % da população geral. A epilepsia de lobo temporal (ELT) freqüentemente cursa com alteração da memória. Na avaliação cognitiva, os déficits encontrados podem indicar o local do foco epiléptico. O objetivo deste trabalho foi estabelecer associações entre os escores dos testes de memória espacial, verbal e emocional e os resultados da volumetria da amígdala em pacientes com ELT e um grupo controle. Foram estudados 30 pacientes com ELT (13 com foco à direita, 15 com foco à esquerda e 2 com foco indeterminado) selecionados no ambulatório de Epilepsia do Hospital das Clínicas da UNICAMP e um grupo de 17 indivíduos controles sadios.Foi realizada avaliação da memória com testes como de aprendizado espacial intencional,espacial incidental e de aprendizado verbal. Dos 30 pacientes analisados, 12 apresentaram atrofia amigdaliana, sendo 5 atrofias do lado direito e 7 do lado esquerdo, não havendo discordância com a localização do foco epilético, e nem foram encontradas atrofias bilaterais. Para avaliar a influência do volume da amígdala no desempenho dos testes neuropsicológicos (e conseqüentemente na memória espacial e verbal), houve a comparação entre pacientes e contoles, observado-se que nos pacientes com foco à direita, havia uma atrofia relativa da amígdala ipsilateral. Entretanto, não houve correlação significativa entre o volume desta estrutura com o desempenho em diferentes testes neuropsicológicos.

Epilepsia XE "Epilepsia"  ? Memória XE "Memória"  - Estudo XE "Estudo"

B069

ESTUDO DO PERFIL DE DEMANDA DO SERVIÇO DE EMERGÊNCIA REFERENCIADA DO HOSPITAL ESTADUAL SUMARÉ ?DR. LEANDRO FRANCESCHINI?

Ana Paula Beppler Lazaro (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Flávio César de Sá (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

O Hospital Estadual Sumaré foi planejado para ser uma unidade hospitalar integradora de serviços de saúde para os municípios: Hortolândia, Monte Mor, Nova Odessa, Santa Bárbara d´Oeste e Sumaré. Este trabalho tem como objetivo avaliar a inserção do hospital na sua proposta original, descrevendo a demanda para o serviço de Emergência Referenciada. Os dados foram coletados de uma seleção aleatória das fichas de atendimento ambulatorial, em amostra calculada usando-se o programa EPI-INFO 6.0. Os pacientes da microrregião correspondem a 88,06% dos atendimentos e, há prevalência de mulheres na faixa etária de 20 a 49 anos (39,76%) o que mostra o compromisso do hospital com o atendimento local. Apenas 26,79% dos atendimentos tinham o encaminhamento descrito ou preenchido corretamente na ficha de atendimento. Dos pacientes encaminhados, 38,41% foram internados e dos espontâneos, 37,67%, o que demonstra certa desarticulação dos serviços municipais com o HES. Ginecologia e Obstetrícia (34,48%) é a clínica de maior procura, seguida pela Clínica Médica (28,12%). Os principais diagnósticos entre os pacientes encaminhados foram: gravidez (16,83%), pneumonia (8,91%) e traumatismo crânio-encefálico (4,95%). Para os espontâneos: trabalho de parto (15,22%), gravidez (11,96%) e dor abdominal (5,07%).

Modelo Assistencial XE "Modelo Assistencial"  - Organização de Serviços de Emergência XE "Organização de Serviços de Emergência"  - Emergência Referenciada XE "Emergência Referenciada"

B071

STATUS DE FERRO E POLIMORFISMO DE HAPTOGLOBINA EM PACIENTES HIV+

Dirceu Thiago Pessoa de Mélo (Bolsista FAPESP), Tânia Regina Zaccariotto (Mestranda), Profa.Dra. Maria de Fátima Sonati (Colaboradora) e Prof. Dr. Francisco Hideo Aoki (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A haptoglobina é uma proteína de fase aguda sintetizada no fígado que tem como função primária ligar-se à hemoglobina livre no plasma, prevenindo a perda renal de ferro e o stress oxidativo de sua permanência no vaso. Além disso, desempenha papel imunomodulatório em infecções, inflamações e neoplasias. O lócus, mapeado em 16q22, tem 2 alelos principais e codominantes, HP1 e HP2, possibilitando 3 genótipos/fenótipos (HP 1-1, 2-1 e 2-2), que correspondem a proteínas com diferentes eficiências em suas atividades. Este trabalho objetiva correlacionar os genótipos de Hp, investigados através da reação em cadeia da polimerase-PCR, com o status de ferro (ferritina, transferrina, ferro sérico e capacidade de transporte de ferro-TIBC), determinado por imunoquimioluminescência, nefelometria e colorimetria, em pacientes adultos HIV+ atendidos no HC-UNICAMP. Sessenta e cinco pacientes no estadio mais grave da doença (C3, segundo classificação CDC) foram analisados até o momento e comparados a um grupo controle normal constituído de 71 indivíduos, entre estudantes e funcionários da Universidade. Diferenças significativas entre os grupos foram detectadas com relação à transferrina e ao ferro sérico, cujas medianas dos pacientes foram menores que a dos controles (p=0,0050), resultados que podem ter sido influenciados pelo fato de que a transferrina é uma proteína de fase aguda negativa (sua produção diminui nos estados infecciosos ou inflamatórios), e o ferro, por diferenças nutricionais, embora todos estivessem dentro dos limites de normalidade. Entre os genótipos, não houve diferenças significativas, exceto quanto à comparação da capacidade de transporte de ferro-TIBC, que mostrou tendência à significância (p=0,696): o genótipo 1-1, em ambos os grupos (pacientes e controles), mostrou medianas inferiores às dos genótipos 2-1 e 2-2. Não se observou associação entre os genótipos de HP e o status de ferro nos pacientes aqui estudados, mas a relação entre o genótipo HP 1-1 e a capacidade de transporte de ferro necessita ser melhor investigada.

HIV XE "HIV"  XE"HIV"  ? Haptoglobina XE "Haptoglobina"  - Status de Ferro XE "Ferro"

B070

FENÓTIPO ?HP0? EM PACIENTES HIV+

Rodrigo Munhoz (Bolsista FAPESP), Tânia Regina Zaccariotto (Mestranda), Profa. Dra. Maria de Fátima Sonati (Colaboradora) e Prof. Dr. Francisco Hideo Aoki (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A haptoglobina (Hp), proteína de fase aguda produzida no fígado, tem por função primária ligar-se à Hb livre no plasma, prevenindo a excreção renal de ferro e protegendo os vasos de seus efeitos oxidativos.A Hp é codificada por dois alelos codominantes, HP1 e HP2 (lócus em 16q22). A ausência ou redução de seus níveis séricos corresponde ao fenótipo ?HP0?, que pode ser secundário à hemólise intravascular ou disfunção hepática, ou, geneticamente determinado (deleção). Estudos recentes, em populações africanas onde o HIV é endêmico, têm sugerido que este fenótipo pode se correlacionar com menor susceptibilidade à infecção, dada sua maior prevalência em indivíduos soronegativos; também se observou uma correlação inversamente proporcional entre as contagens de linfócitos T-CD4+ e os níveis de Hp. O objetivo do presente trabalho é avaliar a prevalência desse fenótipo, através da determinação dos níveis séricos de Hp, em pacientes adultos HIV+ acompanhados no HC-UNICAMP, comparando-a com a de um grupo de 210 doadores de sangue, previamente estudados, em que o percentual de HP0 foi de 6,2%. Foram investigados 200 pacientes, sendo que 22 deles (11%) apresentaram níveis de Hp inferiores ao limite mínimo da normalidade (30 mg/dL). A única deleção caracterizada até o momento (HPDel), investigada através de PCR, não foi detectada. A correlação entre os níveis de Hp e as contagens de CD4 em 65 pacientes no estadio mais avançado da doença (C3), mostrou tendência a ser negativa, mas não foi significativa. Estes resultados, embora parciais, não corroboram aqueles observados anteriormente, sugerindo que, em nossa população, mecanismos diferentes estejam atuando, tanto na promoção do fenótipo HP0, quanto em sua relação com a infecção pelo HIV.

Haptoglobina XE "Haptoglobina"  - HIV XE "HIV"  - Fenótipo HP0 XE "Fenótipo Hp0"

B072

Avaliação da Esteatorréia em Crianças com Hepatopatia

Camila Carbone Prado (Bolsista PIBIC/CNPq), Prof. Dr. Gabriel Hessel (Orientador) e Sonia Letícia Silva Lorena (Colaboradora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Diversas doenças hepáticas podem levar a dificuldades na digestão e absorção de triglicérides de cadeia longa (TCL) da dieta, uma vez que esses compostos orgânicos são dependentes dos sais biliares para serem digeridos, e não sendo hidrolizados, são eliminados nas fezes podendo levar a esteatorréia. Em pacientes pediátricos, o déficit no aporte calórico conseqüente ao não aproveitamento dos TCL pode acarretar comprometimento de seus estados nutricionais e, conseqüentemente, de seus ganhos pôndero-estaturais. O objetivo do trabalho foi determinar a freqüência de esteatorréia em pacientes com doença hepática, e relacioná-la ao estado nutricional dos pacientes e a variáveis que expressem função e lesão hepática. Foram analisadas 20 crianças admitidas no serviço de Gastropediatria do HC ? Unicamp com diferentes diagnósticos de doença hepática. Todas realizaram o exame de dosagem de gordura fecal e a maioria também realizou outros exames laboratoriais, além do registro de parâmetros clínicos. Apenas 3 das crianças apresentavam quadro de colestase evidenciado clínica ou laboratorialmente, mas 70% apresentaram esteatorréia. As análises demonstraram que há diferenças significativa nos valores de esteatorréia para os diferentes diagnósticos de hepatopatia, porém esses valores não se relacionaram ao estado nutricional e também a nenhum exame laboratorial. A esteatorréia é freqüente em crianças com hepatopatia mesmo sem quadro clínico e laboratorial de colestase.

Esteatorréia XE "Esteatorréia"  - Hepatopatia XE "Hepatopatia"  - Colestase XE "Colestase"

B073

ETIOLOGIA DA HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA NA FAIXA ETÁRIA PEDIÁTRICA

Cíntia Tiemi Morita (Bolsista PIBIC/CNPq), Maria Fátima Pimenta Servidoni e Prof. Dr. Gabriel Hessel (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A hemorragia digestiva alta (HDA) é uma ocorrência relativamente incomum, mas não rara na faixa etária pediátrica, que consiste em qualquer sangramento a partir do trato gastrointestinal proximal até a região do ângulo de Treitz. Esse estudo teve como objetivo identificar a etiologia dos episódios de HDA na faixa etária pediátrica e suas características clínicas em um hospital terciário de referência. Foi um estudo descritivo retrospectivo, no qual foram analisados os prontuários de todos os pacientes que procuraram o serviço de Gastropediatria e PS Pediátrico do HC da FCM-UNICAMP por queixa de HDA durante o período de janeiro de 1992 a novembro de 2003. A coleta dos dados foi realizada preenchendo uma ficha com informações sobre a identificação do paciente, seu quadro clínico e seus diversos diagnósticos. Participaram do estudo 101 pacientes que apresentaram 125 episódios de HDA. A média do tempo entre o dia de sangramento e a endoscopia digestiva alta (EDA) foi 3,08 dias para os pacientes internados e 16,9 dias para os externos. A hematêmese e a melena foram os principais sinais estando presente em 74,4% e 57,6%, respectivamente. Em 17 episódios de HDA, a EDA foi normal. Nos demais, os diagnósticos foram: Gastrite em 32, varizes esofágicas em 31, esofagite em 24, varizes gástricas em 13, úlcera gástrica em 8, úlcera duodenal em 8 e gastropatia em 7. A hematêmese é a principal forma de apresentação da HDA e os principais diagnósticos são as varizes esofago-gástricas e a gastrite.

Hemorragia Digestiva XE "Hemorragia Digestiva"  - Etiologia XE "Etiologia"  - Pediatria XE "Pediatria"

B074

AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO NEUROLOGICO E DA FUNÇÃO COGNITIVA EM PACIENTES COM GLICOGENOSE

Erica Kayoko Nakamura (Bolsista SAE/UNICAMP), Prof. Dr. Gabriel Hessel (Orientador), Profa. Dra. Maria Valeriana L. de Moura-Ribeiro (Colaboradora), Profa. Dra. Sylvia Maria Ciasca (Colaboradora), Dra. Karine Couto Samarito Teixeira (Colaboradora), Psicóloga Iramaya Massoni (Colaboradora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

As glicogenoses compreendem um grupo de doenças geneticamente determinadas, decorrentes de anormalidades na síntese ou quebra do glicogênio. Os tipos I e III são os mais comuns e que apresentam hipoglicemia como parte importante do quadro clínico.Existem poucos estudos na literatura que relacionam a hipoglicemia com alterações neurológicas e ainda mais escassos quando relacionam hipoglicemia com alterações neuropsicológicas nas glicogenoses.O projeto visa determinar qual o impacto que a hipoglicemia produziu do ponto de vista neuropsicológico nesses pacientes.Foram coletados os seguintes dados: episódios de hipoglicemia e convulsões,tempo de diagnóstico e exames laboratoriais. Em seguida,foram realizadas anamneses e exames neurológicos completos e o teste de WISC,que avalia a função cognitiva do paciente. Participaram do estudo 7 pacientes os quais em 4 havia algum comprometimento neurológico e em 2, WISC alterado.Esses pacientes apresentavam ou diagnóstico tardio ou convulsõpes repetidas associadas a episódios de hipoglicemia.Há alteração do desenvolvimento neurológico e da função cognitiva em pacientes com glicogenose.

Glicogenose  XE "Glicogenose" - Hipoglicemia  XE "Hipoglicemia" - Desenvolvimento Cognitivo XE "Desenvolvimento Cognitivo"

B075

Estudo molecular da menopausa precoce: evidências para identificação de genes no cromossomo X envolvidos na determinação ovariana (Fase 1)

Ana Carla Mesquita (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Gil Guerra Júnior (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

Inúmeras são as causas de menopausa precoce (MP), destacando-se as adquiridas como radioterapia, doenças auto-imunes e infecciosas, entre outras. Entre as causas de origem genética destacam-se as disgenesias gonadais com ou sem síndrome de Turner. No entanto, alguns genes ou locus no cromossomo X têm sido implicados na determinação ovariana. Portanto, em uma fase inicial (Fase 1), o objetivo deste estudo foi identificar casos de MP sem etiologia definida e realizar a extração do DNA genômico. Para tanto, foi feito um levantamento inicial no arquivo nosológico da Ginecologia Endócrina do CAISM ? UNICAMP, na identificação dos casos de MP. Entre cerca de 200 casos com MP, somente os de etiologia ainda não definida foram avaliados pela autora, e, as pacientes foram convidadas a participar do estudo com autorização por meio do termo de consentimento pós-informado aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da FCM ? UNICAMP. Foi preenchido protocolo clínico e colhido cerca de 10 mL de sangue para extração do DNA genômico. Até o momento, 11 pacientes entraram no estudo com idade média no início dos sintomas de 31,7 + 6 anos (20 a 39 anos), diagnóstico da MP aos 34,3 + 5,6 anos (24 a 41 anos), sendo 5 com história semelhante na família e 2 com casamento consangüíneo entre os pais. O DNA genômico de todas já foi extraído e, também, já foi iniciado o treinamento da autora para a realização do estudo molecular do gene FMR1.

Menopausa - Precoce XE "Menopausa Precoce"  - Cromossomo X XE "Cromossomo X" Gene XE "Gene"

B076

Efeitos da nitrendipina na miocardiopatia induzida por inibição aguda da síntese de óxido nítrico em ratos

Flávia Torelli (Bolsista PIBIC/CNPq), Sílvia Ferreira-Melo, Letícia Bignotto, Luciana Schultz e Prof. Dr. Heitor Moreno Júnior (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A inibição aguda de óxido nítrico (NO), induzida por L-NAME, provoca alterações morfológicas e funcionais cardiovasculares em ratos Wistar. Nesse estudo, avaliamos os efeitos da nitrendipina (NIT), um bloqueador de canal de Ca++, nas alterações funcionais induzidas por L-NAME. Ratos Wistar machos foram divididos em 4 grupos e tratados durante 2 semanas: 1-CONTROLE: água (ad libitum); 2-NIT: NIT (20 mg/kg/dia, v.o.); 3-L-NAME: água (ad libitum) e L-NAME (45mg/kg, e.v.); 4- NIT+L-NAME: NIT (20 mg/kg/dia, v.o.) e L-NAME (45mg/kg, e.v.);. O L-NAME foi administrado ao final do tratamento e 72 horas após, os animais foram submetidos à análise de pressão carotídea (PA, mmHg) e débito cardíaco (DC, ml/min). Os resultados estão apresentados na tabela abaixo(média ± EPM). (*p<0,05 vs Controle)

PA carotídea (mmHg)

Débito Cardíaco (ml/min)

Basal

NOR

Basal

NOR

Controle

144.0 ± 7.9

141.3 ± 14.8

34.0 ± 7.5

41.4 ± 5.1

L-NAME

121.0 ± 1.5

178.3 ± 9.8

24.4 ± 3.2

27.7 ± 4.7*

NIT+L-NAME

133.6 ± 4.7

169.0 ± 6.4

29.9 ± 2.5

36.5 ± 3.5

NIT

136.5 ± 7.7

163.2 ± 5.3

31.0 ± 2.2

42.4 ± 4.1

A NIT restaura o DC na situação estimulada pela NOR nos animais infartados por L-NAME.

Óxido Nítrico XE "Óxido Nítrico"  - Nitrendipina XE "Nitrendipina"  - L-NAME XE "L-NAME"

B077

O BLOQUEIO DE CANAIS DE CÁLCIO REDUZEM A EXTENSÃO DAS ÁREAS DE INFARTO DO MIOCÁRDIO INDUZIDO POR INIBIÇÃO AGUDA DA SÍNTESE DE NO EM RATOS

Luciana Schultz (Bolsista PIBIC/CNPq), Sílvia E.S.F.C Melo, L. Bignotto e Prof. Dr. Heitor Moreno Júnior (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Introdução: A administração de um análogo da L-arginina, a L-NAME, e.v., em dose única, inibe agudamente produção de NO, causando necrose do miocárdio em ratos Wistar. Neste estudo, pré-tratamos agudamente os animais com bloquedores de canais de cálcio, antes da injeção de L-NAME; Objetivo: Avaliar se antagonistas de canais de Ca2+, como a nitrendipina e a nifedipina, interferem nas lesões isquêmicas do miocárdio induzidas por L-NAME em ratos; Material e Métodos: Grupos: 1- CONTROLE: água e salina e.v.; 2- NIT+SALINA: Nitrendipina e salina e.v.; 3- NIFED+SALINA : Nifedipina e salina e.v.; 4- L-NAME: água e L-NAME e.v.; 5- NIT+L-NAME: Nitrendipina e L-NAME e.v.; 6- NIFED+L-NAME: Nifedipina e L-NAME e.v.. O tratamento com bloqueadores de canal de Ca foi realizado continuamente durante 2 semanas. Setenta e duas horas após a injeção de salina ou L-NAME, os animais foram sacrificados e os corações preparados para análise histológica. Resultados: O grupo L-NAME teve, em média, 552125 (m2 de área de lesão no miocárdio, correspondendo a 0,50% da área cardíaca total. O grupo NIFED+L-NAME teve, em média 267497 (m2 de área de lesão e grupo NIT+L-NAME 236562,5 (m2, correspondendo, respectivamente, a 0,24 % e 0,21 % da área cardíaca total. Os demais grupos nao tiveram lesão.Conclusão: A Nifedipina e a Nitrendipina reduzem a extensão das áreas de lesão cardíaca no modelo de infarto do miocárdio por inibição aguda da síntese de óxido nítrico em ratos.

Nifedipina  XE "Nifedipina" - Nitrendipina  XE "Nitrendipina" - L-NAME XE "L-NAME"

B078

POLIMORFISMO DA HAPTOGLOBINA E METABOLISMO DO FERRO EM PACIENTES COM DOENÇA DE CHAGAS

Davi Reis Calderoni (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Helena Zerlotti Wolf Grotto (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A evolução clínica da Doença de Chagas é caracterizada por três fases: aguda, indeterminada e crônica. A intensidade dos sintomas e a progressão entre as fases são variáveis. A haptoglobina é uma proteína plasmática que se liga à hemoglobina livre, evitando a formação de radicais livres e consequente lesão tecidual. Observou-se que o fenótipo desta proteína exibe correlação com a progressão, intensidade e prognóstico de diversas patologias. O presente trabalho pretende analisar as relações entre o fenótipo de haptoglobina e a presença e intensidade do comprometimento dos sistemas tipicamente acometidos pela doença: cardiovascular e gastrointestinal. Os objetivos do estudo foram comparar a freqüência dos fenótipos de haptoglobina e parâmetros do metabolismo de ferro em diferentes formas da doença e verificar se pacientes com fenótipo Hp 2-2 teriam maior acúmulo de ferro e se esse fato implicaria em evolução mais grave da doença. Para tanto foram colhidas amostras de sangue de pacientes na fase indeterminada (n= 20), nas formas clínicas da fase crônica (cardíaca, n= 35; digestiva, n= 12 e mista, n= 22), as quais foram submetidas a hematimetria completa e dosagem de ferro sérico, TIBC, ferritina e haptoglobina, além de sua subtipagem.

Haptoglobina XE "Haptoglobina"  - Ferro XE "Ferro"  - Doença de Chagas XE "Doença de Chagas"

B079

CORRELAÇÃO ENTRE O METABOLISMO DO FERRO E O POLIMORFISMO DAS HAPTOGLOBINAS EM PACIENTES PORTADORES DE SÍNDROMES FALCIFORMES

Tiago dos Santos Andrade (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Helena Zerlotti Wolf Grotto (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

A ocorrência do polimorfismo da haptoglobina, proteína responsável pela remoção da hemoglobina livre do sangue, tem motivado vários estudos que buscam a associação entre os diferentes fenótipos das haptoglobinas (Hp 1-1, Hp 2-1, Hp 2-2) e várias patologias, o que já foi comprovado em algumas delas, como hepatite C, SIDA, lupus, enquanto para outras os resultados ainda são inconclusivos. As anormalidades da hemoglobina mais comuns no Brasil, Hb S, Hb C e (-talassemia, geram quadros clínicos de anemia hemolítica, requisitando muitas vezes transfusões sangüíneas para controlá-las, levando a um acúmulo de ferro no organismo. O presente trabalho objetivou correlacionar os parâmetros de metabolismo do ferro com os subtipos de haptoglobinas em pacientes portadores de anemia falciforme, hemoglobinopatia SC e S(-talassemia. Para tanto, foram realizadas as dosagens de ferro sérico, ferritina sérica e capacidade de ligação do ferro à transferrina (TIBC), visando a avaliar o metabolismo do ferro; subtipagem e dosagem de haptoglobina. Além disso, foi realizado um estudo retrospectivo com os mesmos pacientes de forma a correlacionar os dados laboratoriais obtidos com a evolução clínica durante os últimos 2 anos.

Haptoglobina XE "Haptoglobina"  - Ferro XE "Ferro"  - Falciforme XE "Falciforme"

B080

ESTUDO DO TRATAMENTO DA TUBERCULOSE. CAMPINAS - SP, 2002

Jovana Gardinali (Bolsista PIBIC/ CNPq) e Profa. Dra. Helenice Bosco de Oliveira (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A tuberculose (TB) é uma doença grave, porém curável em praticamente 100% dos casos novos, desde que os princípios da quimioterapia sejam seguidos. Atualmente, o maior problema apontado no tratamento desta doença é a não aderência, além da associação cada vez mais freqüênte com a aids. Neste contexto o presente estudo se propôs a avaliar os resultados obtidos no tratamento para TB na rede pública de saúde do município de Campinas (SP), através da notificação dos inscritos no programa de controle, no ano de 2002. Foram analisados o perfil epidemiológico dos pacientes e a evolução do tratamento. Dos 484 casos notificados, 70,5% pertenciam ao sexo masculino, sendo a faixa etária mais atingida a de 30 a 39 anos (27,5%). A forma pulmonar foi a mais freqüente (84,1%) e a baciloscopia de escarro realizada em 369 casos (76,2%), com uma positividade de 66,4%; 82,2% dos pacientes eram casos novos e 25,6% tinham aids. O encerramento por cura foi de 68,2% e o de abandono 11,2%. Conclui-se que a taxa de cura neste estudo foi baixa, tendo por base a meta de 85% estabelecida pelo Ministério da Saúde. Devido à alta prevalência de aids, a solicitação de sorologia anti-HIV deveria ser feita de forma rotineira em todos os pacientes com tuberculose, já que a anamnese não consegue detectar uma parcela significativa dos pacientes com a co-morbidade TB-aids. Deveria também ser considerado o oferecimento de tratamento supervisionado para evitar altas taxas de abandono.

Tuberculose XE "Tuberculose"  - Tratamento XE "Tratamento"  - Aderência XE "Aderência"

B081

TEMPO TOTAL DE ALEITAMENTO MATERNO E FATORES DE RISCO EM MULHERES COM DIAGNÓSTICO PRIMÁRIO DE CÂNCER DE MAMA

Luciane Cristina Rodrigues Fernandes (Bolsista PIBIC/CNPq), Profa. Dra. Ianê Nogueira do Vale (Orientadora) e Profa. Dra. Ana Regina Borges Silva (Co-orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A amamentação como fator protetor para câncer de mama é controverso e inconclusivo. Este estudo buscou identificar fatores de risco para câncer de mama presentes em mulheres com câncer primário de mama atendidas no Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM) UNICAMP, e o tempo de aleitamento materno praticado por essas mulheres. Trata-se de estudo exploratório e descritivo realizado com 89 mulheres com idade acima de 20 anos que foram entrevistadas pela própria pesquisadora que utilizou questionário especialmente formulado para essa pesquisa. Para análise dos dados, foi obtida a freqüência das respostas, e verificado as possíveis associações destas com as variáveis dependentes. Os resultados indicam que os fatores de risco de maior prevalência foram: a idade acima de 45 anos, ocorrência de menopausa tardia e uso de tabaco anterior ou atual. Quanto à prática do aleitamento materno, verificou-se que as mulheres apresentaram período de lactação inferior a seis meses com predominância daquelas que amamentaram cada filho menos que três meses.

Câncer de Mama XE "Câncer de Mama"  - Fatores de Risco XE "Fatores de Risco"  - Aleitamento Materno XE "Aleitamento Materno"

B082

ANÁLISE DO USO DO IMATINIB EM PACIENTES COM LMC

Vanessa Aparecida Vieira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Irene Lorand-Metze(Orientadora),

Faculdade de Ciências Médicas ? FCM; HEMOCENTRO, UNICAMP

A leucemia mielóide crônica (LMC) é a expansão clonal da célula-tronco hematopoiética caracterizada por uma translocação recíproca t(9;22). O gene de fusão resultante BCR-ABL dirige a síntese de uma proteína com atividade de tirosina quinase. O Imatinib é um inibidor seletivo das proteínas da família da tirosina quinase, incluindo a proteína BCR-ABL. No Brasil, a droga é aprovada para uso em segunda linha na fase crônica (FC) e primeira linha para fase acelerada (FA) e crise blástica (CB). Nosso trabalho teve como objetivo analisar a eficácia e os efeitos colaterais do Imatinib nos pacientes com LMC no nosso meio. Foram analisados os pacientes atendidos pelo Hemocentro da UNICAMP desde 2002 quando o medicamento foi introduzido na nossa rotina. Foram analisados 52 pacientes: 20 em FC, 16 em FA e 16 em CB. Todos os pacientes em FC tiveram resposta hematológica, 13 tiveram resposta citogenética maior e 2 tiveram resposta molecular. Em FA, 13 pacientes tiveram resposta hematológica e 6 tiveram resposta citogenética maior. Em CB, 10 pacientes tiveram resposta hematológica e 1 teve resposta citogenética maior. O efeito colateral mais freqüente foi a toxicidade hematológica, principalmente nas fases avançadas. A sobrevida global foi calculada a partir da data do início da droga até óbito ou última avaliação e foi 100% nos pacientes em FC, 92% na FA e 9% na CB (P<0,0001), numa mediana de 409 dias. Estes resultados sugerem que a maior eficácia e a menor toxicidade do medicamento é na fase inicial da LMC.

Imatinib XE "Imatinib"  ? LMC XE "LMC"  ? bcr-abl XE "bcr-abl"

B084

ESTUDO MOLECULAR DE PACIENTES COM DISTÚRBIO DO DESENVOLVIMENTO CORTICAL

Daniela Aguiar de Souza (Bolsista FAPESP), Fábio Rossi Torres (pós-graduando), Camila Flopes, Maria Augusta Montenegro, Profa. Dra. Marilisa M. Guerreiro, Prof. Dr. F. Cendes e Profa. Dra. Iscia Lopes-Cendes (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A formação do córtex cerebral envolve mecanismos complexos. Estudos de genética molecular tem identificado genes envolvidos em distúrbios do desenvolvimento cortical (DDC). Este projeto visa pesquisar a presença de mutações em genes responsáveis por DDCs como o espectro lissencefalia/heterotopia subcortical em banda (LIS/HSB) e a esquizencefalia. O DNA proveniente de linfócitos foi obtido através de extração de DNA com fenol-clorofórmio. O DNA foi amplificado pela técnica de PCR e analisado pela técnica de SSCP (single strand conformation polymorphism). Pacientes portadores do espectro LIS/HSB foram analisados para os genes LIS1 e DCX, e os indivíduos com esquizencefalia foram testados para o gene EMX2. Foram analisados um total de 35 indivíduos, entre os quais 15 são pacientes com DDCs e 20 parentes dos mesmos. Deste total, 12 são portadores de esquizencefalias e 3 possuem o espectro HSB/LIS. No grupo das esquizencefalias foi identificado por SSCP um indivíduo com alteração no exon 3 do gene EMX2. Um indivíduo com o espectro HSB/LIS mostrou-se portador de uma alteração no padrão de migração por SSCP no exon 5 do gene LIS1. O sequenciamento destes fragmentos está em progresso para definir se estas alterações são polimorfismos neutros ou mutações patogênicas.

Malformações Corticais XE "Malformações Corticais"  - Genética Molecular XE "Genética Molecular" , Epilepsia XE "Epilepsia"

B086

INVESTIGAÇÃO DO SÍTIO POLIMÓRFICO CCG NO GENE HD NA POPULAÇÃO BRASILEIRA

Emerson Salvador de Souza França (Bolsista PIBIC/CNPq), Marilza S. Santos e Profa. Dra. Iscia Lopes Cendes (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

A Doença de Huntington (HD) é uma desordem neurodegenerativa do adulto com padrão autossômico dominante. É caracterizada clinicamente por distúrbios do movimento, principalmente coréia; distúrbios de personalidade; emocionais e demência. O substrato patológico é a morte neuronal seletiva em várias regiões do cérebro. O diagnóstico molecular da doença pode ser dado pela determinação do tamanho da seqüência CAG no gene da HD; sendo indivíduos que apresentem alelos com 8 até 35 repetições CAG normais e com mais de 40 repetições são afetados. Os protocolos utilizados para o diagnóstico incluem uma região polimórfica de repetições CCG. Estudos mostraram que o tamanho desta região pode ser polimórfico em diferentes populações. Por isso há a necessidade de se conhecer como se comporta a região CCG na população brasileira para evitar erros na hora do diagnóstico molecular. Para alcançar nosso objetivo nos propusemos a amplificar a região da sequência CCG de 50 pacientes com HD e 50 indivíduos controles normais utilizando a técnica da PCR e determinar o tamanho da região amplificada. Até o momento, nossos resultados preliminares, demonstram que a sequência CCG na população brasileira não difere dos dados relatados na literatura internacional e consequentemente teria pouco impacto na realização do teste molecular diagnóstico.

Doença de Huntington XE "Doença de Huntington"  ? Diagnóstico Molecular XE "Diagnóstico Molecular"  - Polimórfico XE "Polimórfico"

B087

Estudos de ligação no cromossomo 3 em região candidata para Epilepsia do Lobo Temporal Mesial Familiar (ELTMF)

Rafael B. Marchesini (Bolsista FAPESP), Cláudia V. Maurer-Morelli, Neide F. Santos, Rodrigo Secolin, Eliane Kobayashi, Prof. Dr. Fernando Cendes e Profa. Dra. Iscia Lopes-Cendes (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Um tipo distinto de epilepsia do lobo temporal, considerada a forma mais comum em adultos, foi recentemente identificada no HC-UNICAMP: a ELTMF. Durante nosso projeto de busca genômica randômica para o gene responsável pela ELTMF obtivemos indícios de ligação numa região do cromossomo 3p. Dessa forma o objetivo desse trabalho é o refinamento dessa região candidata através do estudo de ligação. Foram identificadas 29 famílias com ELTMF e após uma simulação de lod-score duas foram selecionadas para o estudo inicial: F10 e F26. Quatro marcadores microssatélites foram escolhidos para refinar essa região candidata. As genotipagens foram realizadas pela PCR e posterior eletroforese em gel desnaturante. Foram utilizados métodos paramétricos de análise de ligação genética através do cálculo de lod-score pelo programa Linkage. Os resultados obtidos para esses marcadores foram não conclusivos. Como essa região já foi saturada pelo uso de todos os microssatélites existentes, o estudo continuará através de SNPs (marcadores polimórficos de nucleotídeos únicos) selecionados para a região junto de genes de grande importância no sistema nervoso central.

Genética XE "Genética"  - Epilepsia XE "Epilepsia"  - SNP XE "SNP"

B085

ANÁLISE DE SEGREGAÇÃO COMPLEXA EM FAMÍLIAS COM EPILEPSIA DE LOBO TEMPORAL MESIAL FAMILIAR

Rodrigo Secolin (Bolsista FAPESP), Ricardo G. M. Ferreira, Cláudia V. Maurer-Morelli, Neide F. Santos, Eliane Kobayashi, Rafael B. Marchesini, Prof. Dr. Fernando Cendes, Henrique Kriger e Profa. Dra. Iscia Lopes-Cendes (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP e Instituto de Ciências Biomédicas - USP

As epilepsias são síndromes caracterizadas por crises decorrentes de descargas neuronais anormais do cérebro, com prevalência de 1 a 1,5% da população geral. Dentre as epilepsias, foi identificado um tipo distinto denominada epilepsia de lobo temporal mesial familiar (ELTMF). O objetivo deste estudo foi determinar padrão de herança que explique mais apropriadamente a recorrência familiar da ELTM. Foram estudados 602 indivíduos em 29 famílias, distribuídas em 98 famílias nucleares, utilizando programa POINTER ©. Foram estimados os parâmetros: dominância, deslocamento, freqüência do alelo e herdabilidade multifatorial. Foram rejeitados os modelos: aleatório (p = 0,000), ausência de gene principal (p = 0,000), autossômico recessivo (p = 0,000) e aditivo (p = 0,029). Em contraste, os modelos ausência de herança multifatorial (p = 0,920) e autossômico dominante (p = 0,987) não foram rejeitados. Os resultados comprovam presença de forte predisposição genética para epilepsia nas famílias com ELTM e apontam para presença de um gene principal segregando um padrão de herança autossômico dominante.

Genética XE "Genética"  - Bioinformática XE "Bioinformática"  - Segregação XE "Segregação"

B083

Silenciamento in vitro de um gene essencial de S. mansoni

Vinicius Pascoal (Bolsista - FAPESP), Carlos Tonhatti, Tiago C. Perreira, Ivan G. Maia, Profa. Dra. Eneida de Paula, Profa. Dra. Eliana M. Z. Magalhães, Prof. Dr. Luiz A. Magalhães e Profa. Dra. Iscia L. Cendes (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A esquistossomose é uma doença que afeta aproximadamente 200 milhões de pessoas em todo o mundo sendo causada pelo verme Schistossoma spp. Recentemente uma nova técnica conhecida como interferência por RNA (RNAi) tem se mostrado uma ferramenta eficiente para o silenciamento gênico. Ela se baseia na introdução de moléculas de RNA dupla fita (siRNAs) que direcionam a clivagem enzimática do RNA. Desejamos neste trabalho avaliar a eficiência da técnica no combate ao parasita in vitro. Para isso desenhamos e sintetizamos siRNAs contra um gene essencial deste organismo (linhagem BH). Casais de vermes foram mantidos em dois mL de meio RPMI a 37 ºC em estufa com 5% de CO2 e 95% de O2 por 5 dias. Quatro grupos (com 6 casais cada) foram utilizados: i) controle (apenas meio), ii) 66 ng de siRNA irrelevante, iii) 66 ng de siRNAs mutados e iv) 66 ng de siRNAs do gene alvo. Os vermes foram coletados após os cinco dias de observação para confirmação do silenciamento gênico através de RT-PCR. Os siRNAs não foram letais na concentração utilizada. Pretendemos elevar a massa dos siRNAs (para 3,3 ug em 2 mL). As implicações de novas drogas contra esquistossome baseadas em RNA são inúmeras.

Interferência por RNA XE "RNA interferência"  - S. mansoni XE "S. mansoni"  - Genética Molecular XE "Genética Molecular"

B088

EFEITOS DA INJEÇÃO INTRACEREBROVENTRICULAR (i.c.v.) DE SALINA HIPERTÔNICA SOBRE A FUNÇÃO RENAL DE RATOS ESPONTANEAMENTE HIPERTENSOS (SHR).

Alcy Albuquerque dos Santos (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. José Antonio Rocha Gontijo (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Tem sido demonstrada a participação do rim nos mecanismos fisiopatológicos envolvidos no desenvolvimento da hipertensão arterial em modelos experimentais. O presente estudo testa a hipótese de que o fluxo urinário, a excreção urinária de sódio e os efeitos hemodinâmicos observados após a administração i.c.v. de salina hipertônica são diferentes em SHR comparados a animais normotensos. Os experimentos serão realizados em ratos SD, WKy e SHR (250-300 g). Os animais receberão uma injeção central (4 (l) de salina hipertônica nas concentrações de 0.15, 0.36, 0.72 e 1.44 M. Os animais, sob anestesia, serão submetidos a canulação do ventrículo lateral através de estereotaxia. As cânulas serão introduzidas obedecendo coordenadas previamente definidas em relação ao bregma: AP: -0.02; L: +0.15 e V: -0.4 mm. Os testes funcionais renais avaliando a filtração glomerular e a manipulação tubular renal de sódio utilizarão, respectivamente, o clearance de creatinina e de lítio. Os resultados preliminares em ratos normotensos, SD, demonstraram uma redução da natriurese para a concentração de 0.36M, sem, entretanto, apresentar efeito significativo sobre o fluxo urinário nas concentrações de 0.72 e 1.44 M. Os resultados até o momento mostram o envolvimento do sistema nervoso central sobre o controle da excreção renal de sódio sem aparente influencia sobre a diurese nos animais normotensos.

Hipertensão Arterial XE "Hipertensão Arterial"  - Natriurese XE "Natriurese"  -Função Renal XE "Função Renal" .

B089

EFEITOS DA INJEÇÃO INTRACEREBROVENTRICULAR (i.c.v.) DE HIDROCLORTIAZIDA SOBRE A FUNÇÃO RENAL DE RATOS NORMOTENSOS

Fabricio Cecanho Furlan (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. José Antonio Rocha Gontijo (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Tem sido demonstrada uma íntima interação entre o rim e o sistema nervoso central no controle hidro-salino corporal. Tiazidas têm sido utilizados no tratamento de situações de retenção salina. O presente estudo aventa uma possível ação de tiazidas através de vias neurais centrais atuando sobre o fluxo e a excreção urinária de sódio. Os experimentos foram realizados em ratos Wistar-Hannover (WH, pesos entre 250-350 g). Os animais receberam uma injeção central (4 (l) de salina isotônica (Co) ou Hidroclortiazida (Exp) nas concentrações de 10-3 e 10-4 M. Os animais, sob anestesia, foram submetidos a canulação do ventrículo lateral através de estereotaxia. As cânulas foram introduzidas obedecendo coordenadas previamente definidas em relação ao bregma: AP: -0.02; L: +0.15 e V: -0.4 mm. Os testes funcionais renais avaliando a filtração glomerular e a manipulação tubular renal de sódio utilizaram, respectivamente, o clearance de creatinina e de lítio. Os resultados preliminares em WH demonstram um aumento transiente da natriurese para a concentração de 10-3 e 10-4, sem, entretanto, apresentar efeito significativo sobre o fluxo urinário e a pressão arterial caudal nestas mesmas concentrações. Os resultados até o momento mostram o envolvimento do sistema nervoso central na resposta natriurética induzida por tiazidas sem aparente influencia destes sobre a diurese e a pressão arterial em animais normotensos.

Tiazidas XE "Tiazidas"  ? Função Renal XE "Função Renal"  ? SNC XE "SNC"

B092

A prática do autocuidado de hipertensos

Autores: Anita Moda Salvadori (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. José Luiz Tatagiba Lamas (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

A hipertensão arterial é uma doença de alta prevalência, considerado um dos principais fatores de risco cardiovascular modificáveis. A baixa adesão ao tratamento é um grande obstáculo ao seu controle. Sendo esta doença um desvio permanente de saúde, a teoria de enfermagem do autocuidado, de Dorothea Orem, apresenta-se como uma opção de abordagem. Neste trabalho nosso objetivo foi analisar a adequação desta teoria como guia ao cuidado do hipertenso. Cinco pacientes do ambulatório do HC/UNICAMP responderam um questionário sobre seus hábitos de vida, especialmente aqueles relacionados com a doença. A partir dessas respostas foram levantados os problemas presentes e potenciais, sendo elaborado planos de cuidados individuais. Esses planos foram entregues a cada paciente durante uma visita domiciliária, na qual se confirmaram as respostas dadas ao questionário. Após um mês foi feita nova visita domiciliária, quando foi aplicado o mesmo questionário inicial, visando avaliar os efeitos do tratamento proposto. Os planos de cuidados continham no total 28 itens prescritos. Destes, 2 não foram cumpridos, 7 foram cumpridos parcialmente e 19 totalmente. Concluímos que o uso da teoria de Dorothea Orem possibilitou melhora da adesão desses pacientes ao tratamento, mostrando-se adequada como guia ao cuidado de hipertensos.

Autocuidado XE "Autocuidado" - Hipertensão Arterial XE "Hipertensão Arterial" - Sistematização da Assistência de Enfermagem XE "Sistematização da Assistência de Enfermagem" .

B090

EFEITO AGUDO DA ATIVIDADE FÍSICA SOBRE A PRESSÃO ARTERIAL

Maralisi Oliveira de Benedito (Bolsista - FAPESP) e Prof. Dr. José Luiz Tatagiba Lamas (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

Os efeitos da hipertensão arterial são destrutivos, por isso o tratamento e prevenção são essenciais. Para o controle da pressão arterial (PA) recomenda-se o uso de medicamentos, medidas dietéticas e a prática da atividade física em bases regulares. Este estudo procurou avaliar o efeito do exercício aeróbico regular e rotineiro sobre a PA. Vinte e oito hipertensos praticantes de atividade física [caminhada (n=13) e dança de salão (n=15)] tiveram sua PA aferida com manguito de largura correta (38% da circunferência do braço) antes, durante e após a atividade física, cuja intensidade foi controlada, buscando atingir 80% da freqüência cardíaca máxima. O nível basal médio de PA antes da atividade física foi 147,50/92,00. O efeito hipotensor da atividade começou a se instalar logo após o seu início, estabilizando-se entre o trigésimo e o sexagésimo minuto, quando o valor médio da PA foi 126,64/79,71. O efeito hipotensor se estendeu até o sexagésimo minuto (última verificação realizada) após o encerramento da atividade física, quando a média dos valores de PA foi 123,50/78,36. Concluímos que a atividade física rotineira provocou uma queda aguda da PA desses indivíduos, que se manteve por pelo menos uma hora após sua interrupção.

Atividade Física XE "Atividade Física"  ? Hipertensão Arterial XE "Hipertensão Arterial"  ? Medida da Pressão Arterial XE "Medida da Pressão Arterial"

B091

ADEQUAÇÃO DO USO DE TABELAS DE CORREÇÃO DE VALORES DE PRESSÃO ARTERIAL EM INDIVÍDUOS OBESOS

Mayra Reis Pedroso (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Jose Luiz Tatagiba Lamas (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

A relação entre largura do manguito e circunferência do braço (CB) influencia significativamente os valores de pressão arterial (PA) obtidos pelo método auscultatório. Desta forma, não considerar a CB pode provocar sérios erros na medida. Neste trabalho, através da medida de pressão de 40 pacientes obesos do Hospital das Clínicas da UNICAMP (20-80 anos, 32 mulheres), com CBs variando de 38,5cm a 40,5cm, usando manguito de largura padrão (MLP-12cm) e correta (MLC-15cm-38% da CB), procuramos avaliar a adequação do uso de duas tabelas de correção encontradas na literatura. Os valores obtidos com MLP foram corrigidos e comparados aos obtidos com MLC, por meio de análise de correlação. As médias das pressões arteriais foram 128,05/83,38 (MLC), 143,25/94,28 (MLP), 133,70/87,48 (corrigida 1) e 128,25/74,28 (corrigida 2). A correlação entre os valores obtidos com MLC e os corrigidos foi de 0,81 para a pressão sistólica e 0,53 para a diastólica (p<0,05). A disparidade entre os valores de correlação indica a necessidade de aumentar a amostra e aprofundar a análise estatística.

Manguito Padrão XE "Manguito Padrão"  ? Manguito Correto XE "Manguito Correto"  ? Tabelas de Correção XE "Tabelas de Correção"

B093

ESTUDO SOBRE INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO EM PACIENTES COM TRAUMATISMO CRÂNIO- ENCEFÁLICO

Lúcia Godoy Andrade (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Kátia Stancato (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

O traumatismo crânio-encefálico (TCE) é uma lesão aguda na cabeça que, dependendo das estruturas atingidas, pode resultar em diversas complicações, que alteram a qualidade de vida e têm lenta recuperação. Observando-se a importância de um atendimento dinâmico, não só para a vítima de TCE, mas também para a unidade que presta atendimento, presume-se a necessidade de adotar metodologia eficaz, para prestar assistência qualificada. O estudo tem como objetivo: (1) elaborar instrumento de avaliação das vítimas de TCE; (2) treinar e orientar os profissionais da Unidade de Emergência Referenciada do Hospital das Clínicas (HC) ? Unicamp, envolvidos na sua aplicação. Após revisão da literatura, elaborou-se o instrumento ?Avaliação dos Traumatizados Cranianos no Pronto-Socorro?, focado na realidade local, visando otimizar o atendimento e o acompanhamento da recuperação, de acordo com as reais necessidades do paciente. O instrumento foi pré-testado pela pesquisadora e avaliado por profissionais do Pronto-Socorro, bem como pelo presidente da European Brain Injury Society de Portugal, sendo realizadas modificações necessárias, e preparando o treinamento dos profissionais. Atualmente está sendo realizado o treinamento dos enfermeiros da unidade e após esta etapa será realizada a aplicação do instrumento pelos mesmos. Os resultados serão analisados quantiqualitativamente, com posterior divulgação para a equipe multidisciplinar da Unidade de Emergência Referenciada do HC.

Sistematização da Assistência de Enfermagem XE "Sistematização da Assistência de Enfermagem"  - Traumatismo Crânio-Encefálico XE "Traumatismo Crânio-Encefálico"  - Administração de Enfermagem

B094

O PAPEL DO ENFERMEIRO GERENCIAL NA ABORDAGEM DO PACIENTE COM TRAUMATISMO CRÂNIO-ENCEFÁLICO

Michelle Millena Gomes da Silva (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Kátia Stancato (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

O paciente vítima de Traumatismo Crânio-Encefálico (TCE), ao ser atendido em uma Unidade de Urgência Referenciada, necessita de uma assistência de qualidade capaz de reduzir o risco de complicações e atingir o pronto restabelecimento de suas funções vitais, dentro de uma estrutura que lhe proporcione um máximo de segurança e qualidade de vida. Para tanto, tal assistência deve ter como base uma sistemática relativamente rígida, onde não sejam criadas improvisações e/ou arranjos momentâneos. É nessa perspectiva que buscou-se, neste trabalho, elaborar e implementar um instrumento de avaliação aos pacientes vítimas de TCE para levantamento de problemas e subsídios para o planejamento da assistência; treinar e orientar os profissionais da área de saúde no atendimento na urgência e emergência, utilizando o instrumento elaborado; observar e definir o papel assistencial e administrativo do enfermeiro dentro da equipe multidisciplinar no cuidado a este tipo de paciente. A elaboração do instrumento deu-se através de uma adaptação do documento de Avaliação dos Traumatizados Crânio-Encefálicos da European Brain Injury Society (EBIS) elaborado por D. N. Brooks e J. -L. Truelle, para a realidade do atendimento prestado no Hospital de Clínicas (HC) da UNICAMP. O instrumento elaborado foi pré-testado pela pesquisadora e avaliado pela mesma juntamente com a equipe de profissionais (médicos e enfermeiros) do Pronto-Socorro do HC ? UNICAMP, mostrando-se aplicável ao nosso serviço. Os profissionais de enfermagem estão em treinamento para aplicação do mesmo, destacando, neste ponto o papel do enfermeiro gerencial, que busca novos métodos de qualificar a assistência prestada por sua equipe e os capacita para tanto.

Traumatismo Crânio-Encefálico XE "Traumatismo Crânio-Encefálico"  - Gerenciamento em Enfermagem XE "Gerenciamento em Enfermagem"  - Instrumento de Avaliação XE "Instrumento de Avaliação"

B095

A HERANÇA DE POLIMORFISMOS DO GENE GSTP1 AUMENTA O RISCO DE CÂNCER DE OVÁRIO

André Bacellar Costa Lima (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Laura Sterian Ward (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

O câncer de ovário é uma neoplasia altamente letal devido ao seu diagnóstico ser geralmente tardio. Os genes da família do Sistema Glutationa S-transferase (GST) codificam enzimas que detoxificam agentes carcinógenos, protegendo o organismo. O gene GST P1 possui diversos polimorfismos. Uma substituição do aminoácido 1105V resulta em dois genótipos: GSTP1 AB e GSTP1 BB, que produzem enzimas menos ativas, expondo assim seus portadores a uma maior ação de carcinógenos ambientais do que o tipo selvagem GSTP1 AA. Extraímos DNA a partir de leucócitos de sangue periférico de 66 pacientes portadoras de tumores ovarianos, 55 malignos e 11 benignos, que comparamos com 131 indivíduos saudáveis utilizados como controle. Para estudar as variantes alélicas do gene GSTP1 realizamos PCR-SSCP seguida de sequenciamento. As pacientes com tumores benignos (AA= 92.4%, AB= 4.5%, BB= 3%) e malignos (AA=84.8%, AB=12.1%, BB=3%) mostraram uma representação significativa dos alelos variantes do tipo selvagem de GSTP1 AA comparado à população controle (AA= 95.4%, AB= 1.5%, BB= 3%) (p < 0.0001). Estes dados indicam que a presença de variantes alélicas de GSTP1 elevou o risco de câncer de ovário em 4.85 vezes (OR= 4.852; 95% CI: 1.668 - 14.110).

Câncer XE "Câncer"  - Ovario XE "Ovario"  - Glutationa XE "Glutationa"

B096

Avaliação dos casos de Transtorno Invasivo do Desenvolvimento do ambulatório de Neuropsiquiatria do HC-UNICAMP

Thaísa G. Bortoletto (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Lídia Straus (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

O Autismo Infantil é caracterizado por déficit em interações sociais; desvios na comunicação; e comportamentos repetitivos, estereotipados e restritos. Tal padrão é mais comum após os 3 anos de idade, porém inúmeras pesquisas enfatizam o diagnóstico precoce e procuram definir claramente as características clínicas que devem servir como alerta. O presente estudo avaliou pacientes diagnosticados com Transtorno Invasivo do Desenvolvimento por profissionais do Ambulatório de Neuropsiquiatria Infantil do HC-Unicamp, de acordo com o CID-10. As informações foram acessadas a partir de prontuários, compreendendo características clínicas, epidemiológicas, exames, testes e condução dos casos. Dos 54 casos avaliados 78,8% eram meninos com média de idade de 64,98 meses, encaminhados ao ambulatório de psiquiatria (46,9%) ou neuropediatria (20,4%), entre outros. As queixas da família tratavam-se de: 23,9% alterações comportamentais inespecíficas; 19,6% de ?autismo?; 17,4% de atraso na fala; 17,4% de retardo no desenvolvimento neuropsicomotor, entre outras. Na avaliação feita pelos profissionais 100% das crianças apresentou alterações na linguagem; 97,7% apresentavam manias; 72% delas isolavam-se constantemente e apenas 14,3% delas mantinha contato com outras pessoas fora de seu círculo familiar. Nosso estudo confirma em grande parte as alterações descritas internacionalmente para as crianças portadoras de transtorno de espectro autista, porém constatou-se a necessidade de se utilizar um protocolo único na avaliação das crianças e de novas pesquisas em nossa população.

Autismo XE "Autismo"  - Diagnóstico XE "Diagnóstico"  - Clínica XE "Clínica"

B097

INQUÉRITO SOBRE TABAGISMO E SEDENTARISMO EM PACIENTES COM LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO

T.J.A.P.Mattosinho (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Lilian T.L. Costallat (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

O objetivo do trabalho foi determinar a freqüência de tabagismo e sedentarismo em pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) comparadas a um grupo controle. Foram incluídas 100 pacientes consecutivas com diagnóstico de LES (CAR, 1982) acompanhadas no ambulatório de Reumatologia e 107 mulheres controles, pareadas por idade. A média de idade dos pacientes foi de 36,83 anos; 14 tabagistas (14%) com média de 20 anos de tabagismo, consumindo em média 11 cigarros/dia; 14 ex-tabagistas (14%), que fumaram em média por 7,7 anos. No que diz respeito ao hábito de realizar exercícios físicos regularmente, 24 possuem tal hábito (24%), praticando em média 5,3 horas por semana, sendo a caminhada o exercício físico mais freqüente (94,7%). Nos controles,(média de idade de 34,39 anos), observamos: 22 tabagistas (20,56%), com média de 16,6 anos de tabagismo, consumindo em média 13,04 cigarros/dia; 12 são ex-tabagistas (11,2%), tendo fumado por 9,95 anos em média. Em relação à pratica de exercícios físicos, 35 (32,7%) realizam regularmente, tendo em média praticado 5,58 horas/semana, sendo a caminhada o tipo de exercício mais freqüente 68,27% seguido pela ginástica aeróbica em 28,57%. A freqüência de tabagismo nesta amostra de pacientes com LES não foi significativamente diferente da população geral, no entanto, 28% destes doentes já tiveram este hábito. Já a atividade física é menos praticada em pacientes com LES quando comparados aos controles. Estes dados são importantes para destacar a necessidade de uma melhor orientação a estas pacientes quanto a comportamentos relacionados à saúde.

Tabagismo XE "Tabagismo"  - Sedentarismo XE "Sedentarismo"  - Lúpus XE "Lúpus"

B098

A IMPORTÂNCIA DA BUSCA POR REABILITAÇÃO DAS FAMÍLIAS COM FILHOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL

Lourdes de Fatima Barrado Alves (Bolsista FUNDAP) e Profa. Dra. Lise Roy (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Como assistente social, trabalhamos com as famílias para uma maior adesão ao programa de reabilitação de crianças. Chama atenção o fato de muitas delas chegarem ao programa muito tempo depois da descoberta da deficiência e do diagnóstico. Sabe-se que a acuidade visual é importante no desenvolvimento físico e cognitivo normal da criança. O diagnóstico precoce de doenças que determinam prejuízo visual permite um tratamento efetivo e mais cedo inicia-se a estimulação visual e a aprendizagem de AVD, maiores são as possibilidades de assegurar o desenvolvimento geral. Pretendemos aprofundar os motivos que levam as famílias a buscar reabilitação tão tardiamente. Investigamos a realidade de oito mães de crianças, entre quatro e doze anos, que apresentam cegueira ou visão subnormal. Constatamos, em média, um espaço de tempo de mais de três anos entre o diagnóstico e a reabilitação. Predominam, entre os fatores, a falta de informações à família sobre a possibilidade de reabilitação, pelos profissionais que procedem ao diagnóstico ou, ainda, a demora na produção do diagnóstico por parte das instituições, o que desmobiliza para a busca. Tendo em vista que a estimulação precoce é fundamental, a família deve se apropriar de informações sobre a situação do filho e ter acesso à reabilitação. A pesquisa confirma a necessidade de construir estratégias que propiciem o estímulo à busca o mais cedo possível.

Deficiência Visual XE "Deficiência Visual"  - Famílias XE "Famílias"  - Reabilitação XE "Reabilitação"

B099

Análise da expressão de receptores VEGF no pulmão fetal em modelo de traqueo-oclusão

Alexandre Iscaife (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Lourenço Sbragia Neto (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

Hérnia Diafragmática Congênita (HDC) é uma anomalia que causa severos distúrbios respiratórios em recém-nascidos devido a um inadequado desenvolvimento da vasculatura pulmonar. Atualmente, uma das técnicas utilizadas para promover o crescimento pulmonar intra-útero é a traqueo-oclusão fetal (TO). Neste sentido, a TO causa crescimento alveolar, além de poder reduzir a resistência vascular e acelerar o crescimento capilar pulmonar. Um dos fatores que parece agir nessa remodelação pulmonar é o VEGF (Vascular Endothelial Growth Factor) cuja ação se dá por meio de seus receptores VEGFR-1 e VEGFR-2 presentes no endotélio pulmonar. No presente estudo foi analisada a presença dos receptores VEGF no tecido pulmonar normal fetal de ratas submetidos à TO comparando-se 3 grupos fetais: TO, controle e sham (no qual só é induzido o estresse cirúrgico, mas sem TO). Os pulmões no grupo TO mostraram aumento de peso significativo denotando maior desenvolvimento pulmonar que os controles e sham.(p<0,05) A imunohistoquímica revelou franca diferença na intensidade e quantidade de células marcadas quando comparados grupo TO contra controle e sham. A TO promoveu um estimulo mecânico pelo liquido pulmonar que não conseguiu ser eliminado para a cavidade amniótica. O aumento da pressão intra-traqueal resultou em crescimento alveolar além do crescimento vascular. Este modelo revela uma direta correlação entre a TO e o aumento dos receptores de VEGF no parênquima pulmonar normal.

Hérnia Diafragmatica Congênita XE "Hérnia Diafragmatica Congênita"  ? Traqueo-Oclusão XE "Traqueo-Oclusão"  ? Pulmão XE "Pulmão"

B100

PNEUMÓCITOS II EM FETOS DE RATAS SUBMETIDOS À OCLUSÃO TRAQUEAL IN UTERO

Anderson Gonçalves (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Lourenço Sbragia Neto (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A hérnia diafragmática congênita resulta em hipoplasia pulmonar com hipertensão pulmonar, sendo associada à alta mortalidade neonatal. A oclusão traqueal (OT) in utero é uma alternativa para acelerar o crescimento pulmonar fetal. Os pneumócitos tipo II produzem o surfactante e são células precursoras do pulmão, estando, portanto, diretamente relacionados com a maturidade pulmonar. O objetivo do estudo foi verificar a eficácia da OT em acelerar o desenvolvimento pulmonar, através da contagem de pneumócitos tipo II em pulmões normais de fetos. Três grupos de 16 fetos Spreague-Dawley (gestação=22 dias) foram comparados: OT, Sham, Controle. No 18,5º dia gestacional foi realizada a cirurgia fetal com OT e no 21,5º a coleta dos fetos por cesariana. Os fetos foram sacrificados e os pesos corporal e pulmonar foram mensurados. Foi realizada imunohistoquímica com anti-SP-A para determinar o número de pneumócitos do tipo II. O peso corporal estava diminuído nos grupos OT e Sham em relação ao Controle; o peso pulmonar estava aumentado no grupo OT e diminuído no Sham em relação ao Controle e o número de pneumócitos tipo II estava diminuído no grupo OT em relação aos grupos Sham e Controle. Concluímos que a OT realizada no 18,5º dia gestacional acelera o desenvolvimento pulmonar possivelmente estimulando a diferenciação de pneumócitos tipo II em tipo I.

Oclusão Traqueal XE "Oclusão Traqueal"  - Pneumócitos tipo II XE "Pneumócitos tipo II"  ? Cirurgia Fetal XE "Cirurgia Fetal"

B101

MALFORMAÇÃO DE ARNOLD-CHIARI NO MODELO DE DISRAFISMO FETAL

Maria Weber Guimarães Barreto (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Lourenço Sbragia Neto (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

O Disrafismo é um defeito no desenvolvimento do tubo neural, que se manifesta como uma falha na fusão completa dos arcos vertebrais da coluna espinhal, levando a um crescimento displásico da medula e das meninges. A hidrocefalia (H), a mais grave alteração, ocorre secundária à malformação de Arnold-Chiari (AC), que consiste numa anomalia complexa da fossa posterior, caracterizada por herniação permanente do bulbo e do cerebelo através do Forame Magno. Utilizando o modelo experimental de disrafismo em fetos de rato, buscou-se avaliar a porcentagem de malformações da AC, parâmetros clínicos e grau de lesão histológica. Três grupos com 16 fetos cada foram comparados (fetos com MM, controle (C) e sham), após serem submetidos a criação cirúrgica intra-útero de ?MM? com 18,5 dias de gestação (termo = 22 dias). A avaliação de AC foi realizada por comparação fotográfica de cortes sagitais dos crânios fetais, além da avaliação clínica e histológica (H&E). Obteve-se 88% de AC (14/16) nos fetos MM, associados em 100% de alterações clínicas. Histologicamente, constatou-se necrose e erosão dos segmentos de medula espinhal expostos ao líquido amniótico. O modelo de disrafismo em ratos causou alta incidência de AC, estes dados permitem a utilização deste modelo para o estudo detalhado da MM e sua evolução intra-útero com resultados similares do que ocorre em humanos.

Mielomeningocele XE "Mielomeningocele"  - Malformação Arnold-Chiairi XE "Malformação Arnold-Chiairi"  - Cirurgia Intra-Útero XE "Cirurgia Intra-Útero"

B102

PRANCHA DE COMUNICAÇÃO SUPLEMENTAR E ALTERNATIVA(CSA) PARA PACIENTES ADULTOS HOSPITALIZADOS COM IMPEDIMENTO TEMPORÁRIO DA FALA

Cristiane dos Santos Rezende (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Lucia Reily (Orientadora), Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação CEPRE - FCM, UNICAMP

As pranchas de CSA podem promover uma melhora no relacionamento das pessoas que não conseguem se comunicar de modo que possam ser compreendidas. Neste trabalho, o objetivo central foi facilitar a comunicação entre profissional de saúde e paciente adulto no leito hospitalar. A partir daí foram realizadas visitas para observação da comunicação em pacientes das enfermarias de Otorrinolaringologia/Cabeça Pescoço e Neurologia e posterior aplicação de questionários com 6 pacientes adultos com comprometimento da fala e 16 profissionais de saúde, tendo em vista a seleção de signos, palavras e frases prontas para criação de pranchas de comunicação pictograficas e alfabéticas distintas. Os signos e frases escolhidos para compor o léxico da prancha foram aqueles que referem as necessidades do cotidiano das enfermarias, como dor, mudança de decúbito, chamar alguém, dúvidas sobre alta e necessidades fisiológicas (calor/frio, fome/sede etc.). Os resultados mostraram que os pacientes conseguiram utilizar formas alternativas de comunicação como pranchas alfabéticas e pictográficas. Com estes instrumentos, os pacientes podem responder ou se expressar de forma mais articulada do que quando não faziam uso de nenhum instrumento.

Comunicação XE "Comunicação"  ? Paciente Adulto XE "Paciente Adulto"  ? Hospital XE "Hospital"

B103

Introdução da Comunicação Suplementar e/ou Alternativa (CSA) para otimizar a Relação Profissional ? Paciente no Leito Pediátrico

Rosana Pavioti (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Lucia Reily (Orientadora), Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação ?Prof. Dr. Gabriel O.S. Porto? - CEPRE? Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

Este projeto teve como objetivo estudar as necessidades de comunicação de pacientes pediátricos para então, oferecer-lhes um meio de comunicação através de pranchas de CSA. Os sujeitos são pacientes da Enfermaria Pediátrica do Hospital das Clínicas da UNICAMP que estão temporariamente impossibilitados de falar. Para levantar as necessidades de comunicação desses pacientes, os profissionais da saúde e familiares responderam a questionários. Depois de definir o vocabulário, as pranchas de comunicação foram confeccionadas, usando alfabeto, frases prontas, fotografias e símbolos pictográficos (PCS). Foram aplicados questionários de avaliação para determinar a possibilidade de implantação sistemática da CSA no leito da Enfermaria Padiátrica.

CSA XE "CSA"  - Comunicação no Leito Hospitalar XE "Comunicação no Leito Hospitalar"  - Relação Profissional-Paciente XE "Relação Profissional-Paciente"

B104

A IMPLANTAÇÃO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DA UNICAMP: UMA VERSÃO DESCONHECIDA DA HISTÓRIA

Débora Martins Zulske (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Márcia R. Nozawa (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Com o objetivo de reconstituir a história da implantação do Curso de Graduação em Enfermagem da FCM na Unicamp esta pesquisa adotou como método a história oral para a obtenção de dados primários visando a recuperação da memória e das contribuições de sujeitos sociais concretos, tendo em vista que os documentos e registros oficiais disponíveis não permitiam recuperar as lacunas desse momento histórico. A carência de institucionalização na Unicamp no período em que se deu a implantação do Curso de Graduação em Enfermagem, parece ter se refletido de diferentes formas. Embora legalmente prevista em 1966 a criação de uma faculdade de enfermagem na Unicamp, ela nunca foi efetivada. O início do curso antecedeu em quatro anos a criação do Departamento de Enfermagem, instância formal de ensino ao qual o corpo docente estaria vinculado. Nesse intervalo de tempo, o ensino foi ministrado, predominantemente, mediante a colaboração de enfermeiras da carreira assistencial na Unicamp, não vinculadas à carreira docente. Parte majoritária desse conjunto de profissionais aproximou-se do ensino por indicação do professor responsável pela implantação do curso de graduação. Assim, não houve qualquer mecanismo de seleção para compor o corpo docente e a incorporação de profissionais foi se dando à medida que as disciplinas foram sendo ministradas.

Enfermagem XE "Enfermagem"  - Graduação XE "Graduação"  - História XE "História"

B105

Avaliação clínica e endoscópica de pacientes com manifestações extra-esofágicas da doença do refluxo gastroesofágico

Fernanda André Martins Cruz (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Aparecida Mesquita (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

A importância do refluxo gastroesofágico na etiologia de diversos distúrbios otorrinolaringológicos e pulmonares vem sendo cada vez mais reconhecida. Os objetivos deste estudo foram caracterizar clinicamente os pacientes com manifestações extra-esofágicas do refluxo gastroesofágico, e avaliar a resposta ao teste terapêutico com omeprazol, recomendado atualmente como o primeiro teste diagnóstico na suspeita de sintomas induzidos pelo refluxo. Participaram do estudo 30 pacientes (47% com asma, 43% com tosse crônica e/ou disfonia) que responderam a um questionário clínico padronizado, e receberam o tratamento com omeprazol 20 mg duas vezes ao dia durante dois meses. Destes, 77% relatavam pirose e/ou regurgitação e 17% apresentaram esofagite à endoscopia. Ao final do tratamento, houve melhora acentuada ou desaparecimento dos sintomas em 79% dos pacientes. Em conclusão, as queixas típicas de refluxo gastroesofágico associam-se com frequência às manifestações extra-esofágicas, enquanto que a esofagite é pouco comum. Omeprazol na dose de 40 mg por dia por pelo menos dois meses parece ser eficaz para o diagnóstico e tratamento da maior parte dos pacientes.

Refluxo Gastroesofágico XE "Refluxo Gastroesofágico" - Asma XE "Asma" - Tosse Crônica XE "Tosse Crônica"

B106

COMPARAÇÃO DOS INDICADORES DE RISCO PARA SURDEZ COM RESULTADOS DE TESTES AUDIOLÓGICOS

Carolina Blauth Loth (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Cecília M. P. Lima (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Este projeto insere-se na pesquisa ?Detecção de Alteração Audiológica em Neonatos do Alojamento conjunto do CAISM?, desenvolvida pelo CEPRE e pela Neonatologia do Centro de Atenção Integral a Saúde da Mulher (CAISM) e tem como objetivos: levantamento de indicadores de risco para alteração audiológica em neonatos do alojamento conjunto do CAISM e comparação com avaliações audiológicas realizadas. Os indicadores foram obtidos com consultas aos prontuários dos bebês e entrevista com a mãe. Todos os neonatos realizaram o teste de EOA (Emissões Otoacústicas) e pesquisa do RCP (Reflexo Cócleo-palpebral). Foram testados 3142 neonatos, destes 239 (7,60%) falharam na triagem na orelha direita e 214 (6,81%) falharam na orelha esquerda. Na segunda triagem no CEPRE, 331 (69,10%) retornaram. Destes, 39 falharam e foram encaminhados para o BERA automático, 10 falharam em pelo menos uma das orelhas. Com relação aos indicadores de risco, 05 (50%) casos foram detectados com pelo menos um indicador, sendo 01 portador de Sindrome de Down, em 03 casos as mães foram medicadas com drogas anticonvulsivantes durante toda a gravidez e 01 caso a mãe recebeu inadvertidamente a vacina da rubéola, um mês antes de engravidar.

Lactentes XE "Lactentes"  - Alto Risco para Surdez XE "Alto Risco para Surdez"  ? Triagem Auditiva XE "Triagem Auditiva"

B108

FONOAUDIOLOGIA E CRECHE: UMA PROPOSTA DE ATUAÇÃO

Elisandra dos Santos, Marcela F. Bueno (Bolsistas FUNDAP) e Profa. Dra. Maria Cecília M. P. Lima (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

O trabalho fonoaudiológico em creches favorece o desenvolvimento da linguagem. Objetivamos levantar o conhecimento dos educadores da Creche Área de Saúde - CAS ? UNICAMP sobre aspectos fonoaudiológicos para elaborar uma proposta de atuação que favoreça o desenvolvimento infantil. Aplicamos 20 questionários envolvendo aspectos fonoaudiológicos, e observamos as atividades durante dois meses. Resultados: Fala e/ou linguagem, 11(55%) negaram problemas, 9(45%) identificaram principalmente fala ininteligível e ninguém relatou não perceber problemas. Audição, 1(5%) identificou crianças que não atendem quando chamadas, 12(60%) negaram problemas e 7(35%) relataram não perceber problemas. Alimentação, 7(35%) identificaram principalmente dificuldade para engolir sólidos, 13(65%) negaram problemas e ninguém relatou não perceber problemas. Hábitos orais, 14(70%) utilizam chupeta em situação de sono ou pedido da criança, 19 (95%) estimulam a retirada da chupeta limitando seu uso e 1(5%) não estimula. Voz, 3(15%) identificaram principalmente gritos para liderar o grupo, 14(70%) negaram problemas e 3(15%) não percebem problemas. A principal conduta frente às alterações foi que 19 (95%) discutem o problema com a equipe. Concluímos que a atuação fonoaudiológica será baseada em palestras informativas e dinâmicas em grupo, enfatizando aspectos de audição e alimentação.

Fonoaudiologia  XE "Fonoaudiologia" - Prevenção  XE "Prevenção" - Creche XE "Creche"

B109

FONOAUDIOLOGIA E CRECHE: UMA PROPOSTA DE ATUAÇÃO

Elisandra dos Santos, Marcela F. Bueno (Bolsistas FUNDAP) e Profa. Dra. Maria Cecília M. P. Lima (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

O trabalho fonoaudiológico em creches favorece o desenvolvimento da linguagem. Objetivamos levantar o conhecimento dos educadores da Creche Área de Saúde - CAS ? UNICAMP sobre aspectos fonoaudiológicos para elaborar uma proposta de atuação que favoreça o desenvolvimento infantil. Aplicamos 20 questionários envolvendo aspectos fonoaudiológicos, e observamos as atividades durante dois meses. Resultados: Fala e/ou linguagem, 11(55%) negaram problemas, 9(45%) identificaram principalmente fala ininteligível e ninguém relatou não perceber problemas. Audição, 1(5%) identificou crianças que não atendem quando chamadas, 12(60%) negaram problemas e 7(35%) relataram não perceber problemas. Alimentação, 7(35%) identificaram principalmente dificuldade para engolir sólidos, 13(65%) negaram problemas e ninguém relatou não perceber problemas. Hábitos orais, 14(70%) utilizam chupeta em situação de sono ou pedido da criança, 19 (95%) estimulam a retirada da chupeta limitando seu uso e 1(5%) não estimula. Voz, 3(15%) identificaram principalmente gritos para liderar o grupo, 14(70%) negaram problemas e 3(15%) não percebem problemas. A principal conduta frente às alterações foi que 19 (95%) discutem o problema com a equipe. Concluímos que a atuação fonoaudiológica será baseada em palestras informativas e dinâmicas em grupo, enfatizando aspectos de audição e alimentação.

Fonoaudiologia  XE "Fonoaudiologia" - Prevenção  XE "Prevenção" - Creche XE "Creche"

B107

ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM EM LACTENTES DE RISCO PARA SURDEZ

Raquel Leme Casali (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Cecília Marconi Pinheiro Lima (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

O objetivo desse trabalho foi acompanhar o desenvolvimento da linguagem em lactentes portadores de algum indicador de risco para perda auditiva progressiva, de aparecimento tardio ou para alteração central (JCIH, 1994) que permaneceram na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM - Unicamp), e que necessitaram de monitoramento audiológico, com resultado negativo para surdez pelo BERA automático realizado na UTI. Metodologia: Escala ELM (Coplan, 1983; 1993), com avaliações aos 4, 8 e 12 meses de idade cronológica. Dos 31 lactentes avaliados aos 4 meses, 16 (52%) apresentaram atraso nas funções Auditiva Receptiva e Visual. Dos 20 lactentes avaliados aos 8 meses, 7 (35%) apresentaram atraso na função Visual e 6 (30%) nas áreas Auditiva Expressiva e Visual. Dos 7 lactentes avaliados aos 12 meses de idade, 4 (57%) apresentaram atraso na área Auditiva Expressiva. Entre os lactentes que apresentaram alterações, fizeram uso de Ventilação Mecânica prolongada aos 4 meses, 10 (40%) lactentes; aos 8 meses, 6 (37,5%) e aos 12 meses, 3 (75%) lactentes. A detecção de alterações no desenvolvimento da linguagem deve ser realizada no primeiro ano de vida, possibilitando o início da orientação fonoaudiológica à família.

Perdas Auditivas Progressivas XE "Perdas Auditivas Progressivas"  - Desenvolvimento da Linguagem XE "Desenvolvimento da Linguagem"  - Escalas de Desenvolvimento XE "Escalas de Desenvolvimento"

B110

COMPORTAMENTO ALIMENTAR NA MORADIA ESTUDANTIL DA UNICAMP: SAÚDE, EDUCAÇÃO E COTIDIANO.

Hayda Josiane Alves (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Maria Cristina Faber Boog (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

Introdução: As moradias de estudantes, por suas formas peculiares de organização, possibilitam o estudo das práticas alimentares como reveladoras da maneira de pensar, agir e existir de um grupo social. Os conhecimentos advindos dessas pesquisas possibilitam intervenções no âmbito da promoção e educação em saúde. Objetivos: a) avaliar quanti-qualitativamente as práticas alimentares de universitários que residem em moradia estudantil b) conhecer os padrões de individualidade/coletividade associados a essas práticas. Material e Métodos: Foi utilizado um questionário qualitativo do dia alimentar com 68 universitários da Moradia Estudantil da UNICAMP (ME). Resultados: A refeição de melhor qualidade foi o almoço, sendo que 63% dos estudantes almoçaram no Restaurante Universitário-RU. Apenas 16% dos desjejuns foram completos, enquanto este índice para o almoço foi de 69% e para o jantar 32%. Cerca de 23% não realizaram desjejum. O grupo estudado apresentou ingestão inadequada de frutas e leite. A maioria (69%) apresentava comportamento alimentar individual e não se ocupava do cuidado com a alimentação, este era entendido como restrição necessária à manutenção da saúde. 63% dos estudantes consideraram que o fato de comer em companhia altera sua alimentação, no que diz respeito ao prazer, à comensalidade e a vinculação ao grupo. Conclusões: A qualidade da alimentação desses estudantes é influenciada positivamente pelo RU e pelo comportamento alimentar coletivo, ou seja, pela natureza da vinculação social entre as pessoas de uma mesma casa. O estudante que incorpora conscientemente o fato de tornar-se provedor de sua alimentação, tem garantidas condições mínimas para sua segurança alimentar.

Comportamento Alimentar XE "Comportamento Alimentar"  ? Educação em Súde XE "Educação em Saúde"  - Nutrição XE "Nutrição"

B111

PERCEPÇÃO DO PACIENTE SOBRE O CUIDADO NUTRICIONAL RECEBIDO NO HOSPITAL

Thais Cristina Quirino (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Cristina Faber Boog (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

A alimentação é algo essencial para sobrevivência, pois o homem precisa dos nutrientes contidos nos alimentos para manter suas funções vitais. É, portanto, de extrema importância que um paciente, que se encontra internado em uma unidade hospitalar, receba e aceite os alimentos, a fim de que auxiliem no restabelecimento de sua saúde. O presente estudo visou avaliar a qualidade do cuidado nutricional através da perspectiva do paciente internado na unidade hospitalar, buscando quais são as suas dificuldades em relação ao cuidado nutricional recebido no hospital. Foram aplicadas entrevistas em pacientes adultos de ambos os sexos, conscientes, orientados em tempo e espaço, comunicativos verbalmente, com mais de sete dias de internação, recebendo dieta via oral, geral ou geral hipossódica. Avaliando os dados colhidos e as observações em campo, verificamos que existe uma boa aceitação da alimentação hospitalar de maneira geral. Foram notados problemas de comunicação entre paciente e equipe multidisciplinar e entre a própria equipe. Quanto à alimentação em si, a maioria das queixas se referia ao tempero, principalmente da salada que era servida. A busca da opinião do paciente sobre o cuidado nutricional foi alcançada e as respostas e observações de campo muito ricas, principalmente no que se refere a identificar as ações da equipe de enfermagem, médicos e nutricionistas.

Cuidado Nutricional XE "Cuidado Nutricional"  - Paciente Hospitalizado XE "Paciente Hospitalizado"  - Nutrição XE "Nutrição"

B112

Algumas razões da não adesão ao atendimento por parte de pais de crianças com perda auditiva

Priscila Helena Rubin Ferreira (Bolsista FUNDAP) e Profa. Dra. Maria de Fátima Campos Françozo (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

A detecção e intervenção precoces da perda auditiva infantil são consideradas hoje, imprescindíveis, pois podem otimizar os processos terapêuticos e aumentar o aproveitamento do potencial de linguagem e o desenvolvimento acadêmico-social e emocional da criança. Observa-se, no entanto, que há casos em que, após a identificação da perda auditiva da criança e a confirmação do início da intervenção, os pais abandonam os atendimentos. Estudiosos das reações parentais após o diagnóstico da surdez relatam que sentimentos tais como culpa, choque, negação, medo e luto vêm à tona e podem influenciar na maneira em como os pais irão lidar com a situação. O presente estudo visou conhecer o que leva pais a abandonarem, ainda que temporariamente, os atendimentos de seus filhos, após o diagnóstico da surdez e o ingresso na instituição. Entrevistas com pais que abandonaram os atendimentos revelaram que as razões são variadas e interconectadas: para alguns, a família vive uma certa desorganização de sua rotina e papéis após o diagnóstico da perda auditiva, precisando de um tempo para reorganizar-se. Outros relatam sentimentos de medo e insegurança frente a uma situação que é desconhecida, evitando envolver-se no processo de habilitação da criança, ou atividades que devem realizar com a mesma.Tais razões podem ser entendidas como dificuldades de se defrontar com a realidade da perda auditiva, o que desencadeia em alguns pais uma atitude de fuga dos atendimentos.

Perda Auditiva XE "Perda Auditiva"  ? Não Adesão ao Atendimento XE "Não Adesão ao Atendimento"  - Pais XE "Pais"

B113

POLIMORFISMO DA HAPTOGLOBINA E RESPOSTA DE FASE AGUDA EM PACIENTES HIV+

Priscila Maria Dutra Garcia (Bolsista FAPESP), Tânia Regina Zaccariotto (Mestranda), Prof. Dr. Francisco Hideo Aoki (Colaborador), Profa. Dra. Maria de Fátima Sonati (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A haptoglobina (Hp) é uma glicoproteína plasmática tetramérica ((2(2), produzida pelo fígado, com a função primária de se ligar à hemoglobina livre no plasma, impedindo a excreção renal de ferro e prevenindo os efeitos oxidativos de sua permanência no vaso. Ela é também uma proteína de fase aguda positiva, com habilidades imunomodulatórias. O lócus HP, mapeado em 16q22, tem 2 alelos principais e codominantes, HP1 e HP2, o que possibilita a formação de 3 genótipos/fenótipos (HP1-1, 2-1 e 2-2); essas diferentes proteínas apresentam também diferentes características físico-químicas e eficiências funcionais em cada atividade. Assim, vários autores têm investigado a influência dos genótipos/fenótipos de Hp na suscetibilidade e evolução de diversas patologias humanas. O objetivo deste projeto foi avaliar se os genótipos de Hp se associam a diferentes respostas de fase aguda em pacientes adultos HIV+ acompanhados no HC-UNICAMP. Foram determinados, em 65 pacientes no estadio mais grave da doença (C3, classificação CDC) e em 71 controles normais (alunos e funcionários da Universidade), os níveis séricos de ferritina, haptoglobina, fibrinogênio e proteína C reativa (proteínas de fase aguda-PFA positivas) e de albumina e transferrina (PFA negativas), por nefelometria, colorimetria ou imunoquimioluminescência; no caso do fibrinogênio, foi empregado o método de Clauss (atividade de fibrinogênio). Os genótipos foram investigados pela reação em cadeia da polimerase-PCR. Como esperado, os níveis de fibrinogênio e proteína C reativa foram significativamente mais elevados nos pacientes, enquanto os de transferrina, diminuídos; ferritina, albumina e haptoglobina não mostraram diferença significativa entre os grupos comparados. Não se observou, no entanto, diferença na capacidade de resposta entre os genótipos, em nenhum dos grupos, com exceção da haptoglobina, onde o genótipo 2-2, em ambos, mostrou valores medianos cerca de 20% menores do que aqueles dos genótipos 1-1 e 2-1. Estes resultados, ainda parciais, sugerem que a menor eficiência na capacidade antioxidativa, atribuída a esse genótipo na literatura, possa ser devida não só a uma menor atividade associada às características conformacionais e físico-químicas da molécula (2-2), como também a uma menor taxa de síntese.

Haptoglobina XE "Haptoglobina"  - Resposta de Fase Aguda XE "Resposta de Fase Aguda"  - HIV XE "HIV"

B114

Polimorfismo da Haptoglobina em Pacientes HIV+

Érika Torezan Rosim (Bolsista FAPESP), Tânia Regina Zaccariotto (Mestranda), Prof. Dr. Francisco Hideo Aoki (Colaborador) e Profa. Dra. Maria de Fátima Sonati (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

A haptoglobina (Hp) é uma proteína plasmática produzida pelo fígado, com função principal de se ligar à hemoglobina livre no plasma, impedindo a perda de ferro por excreção renal e prevenindo os efeitos oxidativos de sua permanência no vaso. Como proteína de fase aguda, ela também exibe propriedades imunomodulatórias, que podem ser inibitórias ou estimuladoras da resposta imune. O lócus HP foi mapeado em 16q22, havendo 2 alelos principais, o HP1 e o HP2, este resultante de uma duplicação intragênica de HP1. São assim comuns 3 diferentes genótipos/fenótipos (HP1-1, 2-1, 2-2), que parecem apresentar distintas capacidades antioxidativas e de imunomodulação, o que tem levado diversos autores a correlacioná-los com o prognóstico de diferentes patologias. Nosso objetivo é comparar a distribuição dos genótipos de Hp, determinados através da reação em cadeia da polimerase, PCR, em um grupo de pacientes adultos HIV+ acompanhados no HC-UNICAMP, com aquela encontrada em um grupo controle normal, constituído de alunos e funcionários da Universidade. Foram até o momento estudados 63 pacientes (com classificação C3, segundo o CDC ? pacientes que alcançaram o estadio mais grave da doença) e 71 controles. A freqüência do genótipo 2-1 foi significativamente menor entre os pacientes (17%) do que entre os controles (37%) (p=0,0356), ou seja, 70% dos indivíduos que apresentaram esse genótipo na amostragem total são controles normais e apenas 30% são pacientes. Estes resultados, ainda parciais, sugerem que o genótipo de Hp pode influenciar na susceptibilidade ou na evolução da infecção pelo HIV, tendo o genótipo 2-1, aparentemente, um caráter protetor. Outros grupos de pacientes, classificados como A (sem sintomatologia ou com sintomatologia leve) e B (sintomatologia intermediária) deverão ser estudados.

Haptoglobina XE "Haptoglobina"  ? Polimorfismo Genético XE "Polimorfismo Genético"  - HIV XE "HIV"

B115

A INFORMÁTICA COMO RECURSO PARA O USO DO RESÍDUO VISUAL POR ESCOLARES COM BAIXA VISÃO

Tatiane Priscilla Caíres e Profa. Dra. Maria Elisabete Rodrigues Freire Gasparetto (Orientadora), Centro de Reabilitação Gabriel Porto ? CEPRE, UNICAMP

Objetivos: 1) Avaliar a utilização do resíduo visual durante a realização de atividades no computador; 2) Verificar a aplicabilidade da informática como recurso para o uso da visão residual; 3) Desenvolver uma síntese de recomendação para o uso da visão em atividades no computador.

Material e Métodos: Foi realizado um estudo descritivo com crianças que têm baixa visão, na faixa etária entre 7 e 12 anos de idade, que foram avaliados no Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação ?Prof. Dr. Gabriel Porto? da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas. A investigação foi feita por meio da observação do comportamento da criança, no momento em que interagiu com o computador. Às crianças foram propostas atividades de informática tanto nos programas do Windows (Word, Power Point, Paint, etc.) quanto por meio de softwares educativos disponíveis no mercado. Resultados: Este estudo propiciou às crianças com baixa visão, a utilização do resíduo visual por meio de uma ferramenta alternativa que se mostra bastante importante nos dias atuais. Durante as atividades, foram feitas adaptações específicas para cada um dos alunos, de forma a propiciar-lhes maior comodidade visual; além disso, buscou-se motivá-los e incentivar-lhes uma atitude positiva perante as imagens apresentadas na tela do computador para que aprendessem a vê-las. Conclusão: Por meio deste estudo, as crianças com baixa visão bem como os seus familiares puderam conhecer as reais possibilidades para a realização de atividades de informática, de forma a favorecer o melhor uso da visão residual.

Baixa Visão XE "Baixa Visão"  ? Informática XE "Informática"  ? Resíduo Visual XE "Resíduo Visual"

B116

ACOMPANHAMENTO AUDIOLÓGICO DE LACTENTES SAUDÁVEIS QUE FALHARAM NA TRIAGEM AUDITIVA INICIAL

Andréia Marson (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Francisca Colella dos Santos (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A audição é essencial para o desenvolvimento humano, sobretudo nos aspectos relativos a linguagem, sociabilidade e afetividade de um indivíduo. O único procedimento capaz de detectar precocemente perdas auditivas e viabilizar o diagnóstico e intervenção é a Triagem Auditiva Neonatal. Este estudo teve como objetivo a análise dos resultados obtidos nos testes auditivos e avaliação otorrinolaringológica aplicados em lactentes saudáveis que falharam no procedimento inicial de triagem auditiva. Para tal, foram selecionados lactentes que falharam na triagem auditiva inicial, mas que apresentaram resultados normais no BERA automático. Os procedimentos foram avaliação e conduta otorrinolaringológicas e posteriormente avaliação audiológica, a qual foi constituída por observação das respostas comportamentais a estímulos sonoros, imitanciometria e emissões otoacústicas. Os equipamentos utilizados foram: instrumentos musicais (guizo, sino, agogô e black-black), impedanciômetro e ILO-ECOCHECK. Os resultados encontrados na avaliação otorrinolaringológica foram de escamação e secreção do meato acústico externo, otites e excesso de cerume; alterações comuns em lactentes, que podem provocar resultados falso-positivos no teste de emissões. A investigação das condições da orelha média e o trabalho interdisciplinar (fonoaudiologia e otorrinolaringologia) são importantes na triagem auditiva.

Triagem Auditiva XE "Triagem Auditiva"  - BERA XE "BERA"  - EOA XE "EOA"

B117

MONITORAMENTO AUDIOLÓGICO DE BEBÊS COM INDICADORES DE RISCO PARA PERDA AUDITIVA PROGRESSIVA E/OU TARDIA

Angela Cristina Bordin (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Francisca Colella dos Santos (Orientadora), Faculdade Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A detecção precoce da perda auditiva é de essencial importância para prevenir ou diminuir possíveis riscos e desvios que possam surgir no desenvolvimento global da criança. Este projeto teve como objetivo analisar o desenvolvimento auditivo no primeiro ano de vida de lactentes que obtiveram resultados normais na triagem auditiva, mas que apresentam indicadores de risco para perda auditiva de aparecimento tardio e/ou progressivo ou para alterações no processamento auditivo além de analisar a incidência de alterações de orelha média. A avaliação foi constituída pelos procedimentos: anamnese, observação das respostas comportamentais a sons instrumentais e verbais, audiometria com reforço visual e avaliação das condições da orelha média. A partir dos resultados, pudemos concluir que lactentes com idade de 4/5 meses apresentam respostas predominantemente de atenção para sons instrumentais e voz familiar, revelando um atraso no desenvolvimento auditivo. No entanto, em lactentes de 8/9 meses as respostas predominantes foram de localização indireta para cima e para baixo para o sino e lateral para a voz, o que é adequado para a faixa etária. Os limiares tonais obtidos aos 8/9 meses estão, predominantemente, dentro ou melhor que o esperado para a idade. Na maioria dos lactentes verificamos a presença de reflexo cócleo-palpebral e a ausência de comprometimento da Orelha Média.

Monitoramento Audiológico XE "Monitoramento Audiológico"  ? Detecção Precoce XE "Detecção Precoce"  ?Perda Auditiva XE "Perda Auditiva"

B118

TIPO DE MÉTODO ANTICONCEPCIONAL ESCOLHIDO E LOCUS DE CONTROLE

Aline Salheb Alves (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Maria Helena Baena de Moraes Lopes (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Vários fatores contribuem para que a mulher escolha um método anticoncepcional: o companheiro, fatores sócio-culturais e até mesmo a própria personalidade da mulher. Neste estudo, utilizamos a Escala Multidimensional de Locus de Controle de Levenson (MLCL), variável que busca explicar uma característica relativa à percepção das pessoas sobre a fonte de controle dos acontecimentos em que estão envolvidas. Objetivos: Avaliar a relação entre o Locus de Controle e o tipo de método contraceptivo escolhido entre mulheres usuárias de um serviço de planejamento familiar de Campinas, SP. Metodologia: Realizou-se um estudo descritivo, tipo corte transversal. Para a coleta de dados, foi utilizado um formulário que continha características sócio-demográficas e a escala MLCL. Resultados: Foram entrevistadas 191 mulheres. A faixa etária predominante foi de 26 a 30 anos (34%) e 40,3% não completaram o Ensino Fundamental. Observou-se que as mulheres escolhem seus métodos contraceptivos principalmente pela praticidade (22,5%), para 75,9% era sua primeira opção e a não adaptação (29,9%) e os efeitos colaterais (29,3%) levaram a mudança do método. As usuárias de camisinha masculina apresentaram maior internalidade do que as usuárias de injetável mensal. Quanto ao locus externalidade ? Outros Poderosos, as usuárias de implante apresentavam menor externalidade do que as usuárias de camisinha masculina, laqueadura, injetável trimestral e DIU. Considerando-se o locus externalidade ? Acaso, as usuárias de implante apresentaram menores escores do que as mulheres que optaram pela laqueadura, injetável trimestral e DIU. Conclusões: Os resultados evidenciam a necessidade de levar em consideração características pessoais que influenciam a tomada de decisão.

Locus de Controle XE "Locus de Controle"  - Contracepção XE "Contracepção"  - Escolha XE "Escolha"

B119

EFEITO DA INSULINA NA CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS EM RATOS DIABÉTICOS E NÃO DIABÉTICOS

Jessega G. E. Mahmoud (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Maria Helena M. Lima (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

No diabetes mellitus, uma das mais graves lesões é conhecida como ?pé diabético? (que são lesões nos pés). A insulina é um hormônio anabólico com efeitos metabólicos e de promoção ao crescimento. Muito se conhece sobre a sinalização insulínica regulando o transporte de glicose e metabolismo em tecidos responsivos à insulina. Dados da literatura sugere que a insulina possa ter também papel ativo em outros tecidos onde o seu receptor esteja presente, como a pele, onde linhagens de queratinócitos expressam receptores de insulina, sendo os queratinócitos humanos dependentes de insulina para o seu crescimento. O objetivo foi investigar o efeito da administração de insulina tópica na velocidade de cicatrização em feridas de ratos diabéticos e normais. Os ratos Wistar machos receberam injeção única de estreptozocina (50 mg/kg, IV) e o procedimento cirúrgico ? lesão dorsal realizada com punch de 4mm ? foi realizado quatro dias depois. Estas lesões receberam a ?pasta de insulina? duas vezes ao dia e foram ocluídas e as feridas controle receberam veículo sem insulina. O processo de cicatrização foi acompanhado com auxílio do paquímetro, imprint da área, fotos com câmera digital e análise histopatológica da pele. Houve um aumento na velocidade de cicatrização das lesões que receberam ?pasta de insulina? e quando realizada a HE dessa pele, foi observado uma melhor cicatrização em relação aos animais controle.O tratamento com a ?pasta de insulina? acelerou o processo de cicatrização em ratos diabéticos.

Diabetes mellitus XE "Diabetes mellitus"  ? Cicatrização XE "Cicatrização"  ? Receptores de Insulina XE "Receptores de Insulina"

B120

Trabalho, estilo de vida e aspectos de saúde entre motoristas de caminhão

Valéria Aparecida Masson (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Inês Monteiro (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Esse estudo sobre o trabalho, estilo de vida e aspectos de saúde de motoristas de caminhão visa, num sentido mais amplo, a promoção à saúde no trabalho. Está inserido em um projeto amplo que visa diagnosticar as condições de trabalho, estilo de vida e aspectos de saúde entre diferentes grupos de trabalhadores que atuam no referido local visando à promoção à saúde no trabalho. É um estudo epidemiológico transversal, desenvolvido mediante aplicação de questionário a 50 motoristas de caminhão que transportam cargas para o entreposto hortifrutigranjeiro de Campinas. Dentre os resultados, observou-se que, em sua maioria, eles tinham menos de 40 anos, eram casados, do sexo masculino, com filhos e baixa escolaridade. Em relação às características do trabalho, as maiores parte dos motoristas transportavam frutas e estão na profissão a mais de dez anos. Quanto ao estilo de vida e aspectos de saúde, 70% dos caminhoneiros encontram-se acima do peso e menos da metade praticam alguma atividade física. O uso de drogas psicoativas é comum em quase metade dos entrevistados, devido à necessidade de percorrerem longas distâncias e terem a pressão do tempo para a entrega de mercadorias. A maioria dos motoristas mostrou-se consciente quanto à importância do uso do preservativo nas práticas sexuais com parceiros eventuais, entretanto 11% dos motoristas que possuem parceiros eventuais, ainda não têm essa consciência, referiram que nunca usam o preservativo. Desse estudo pode-se concluir que há necessidade de se estabelecer políticas de prevenção de doenças e promoção de saúde dentro dessa categoria profissional.

Motorista de Caminhão XE "Motorista de Caminhão"  - Trabalho XE "Trabalho"  - Saúde XE "Saúde"

B121

Caracterização de usuários do Grupo de Espera em relação ao exercício profissional

Mirela Figueiredo (Bolsista FUNDAP), Profa. Dra. Rita de Cássia Montilha (Orientadora) e Profa. Dra. Maria Inês Nobre (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

O CEPRE oferece reabilitação a portadores de deficiência visual e surdez. Há no programa que atende os deficientes visuais o ?Grupo de Espera?, criado devido à grande demanda ao serviço e crescente lista de espera de usuários, que visa oferecer orientações que facilitem a compreensão da deficiência, das limitações e capacidades, amenizando angustias e esclarecendo dúvidas. Considera-se que o trabalho é um mediador da vida humana, pois através dele o homem constrói coisas ao seu redor, coloca-se no mundo, cria condições para sobreviver e estabelece as relações sociais, políticas e culturais. Em geral, portadores de deficiência encontram dificuldades em serem aceitos pelo mercado de trabalho. Neste sentido, objetiva-se com esta pesquisa verificar a opinião de usuários do CEPRE a respeito de suas capacidades para o trabalho e suas expectativas em exercerem uma atividade profissional, assim como, verificar a inclusão destes deficientes no mercado de trabalho. Foi aplicado um questionário semi-estruturado a 10 usuários dos grupos de espera que ocorreram no ano de 2003. Dentre alguns dos resultados detecta-se que 80% dos entrevistados trabalharam em diferentes áreas, por um longo período, estão aposentados por invalidez, apontam vontade de voltar a trabalhar, pois consideram que o trabalho torna o indivíduo útil e o dia mais gratificante. Dessa forma, conclui-se que o trabalho além de proporcionar o acesso à condições básicas de sobrevivência, também é responsável pela atribuição de valor ao indivíduo e por tornar seu cotidiano com um sentido.

O uso de atividades enquanto recurso pela Terapia Ocupacional: relato do grupo de mães

Mirela de Oliveira Figueiredo (Bolsista FUNDAP), Profa. Dra. Maria Inês R. Nobre (Orientadora) e Profa. Dra. Rita de Cássia I. Montilha (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

O CEPRE (Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação Dr. Gabriel Porto) oferece programas de reabilitação para portadores de deficiência visual e surdez e cumpre papel importante no acolhimento e atendimento dos familiares destes deficientes. A Terapia Ocupacional coordena um ?Grupo de Mães? que ocorre há 10 anos, utilizando-se de atividades enquanto recurso terapêutico. Foram colhidos relatos de 10 mães que participam a algum tempo do grupo que ocorre uma vez por semana com duração de duas horas. A pesquisa foi baseada na aplicação de um questionário semi-estruturado e de caráter qualitativo. Segundo relatos colhido, as atividades realizadas no grupo tornam o tempo de espera dos atendimentos dos filhos mais gratificante, atuam no reconhecimento de habilidades e capacidades antes desconhecidas pelas mães, além de auxiliá-las na aceitação e superação das dificuldades que enfrentam no dia-a-dia com seus filhos portadores de deficiência. Esta pesquisa procurou pontuar os efeitos de tais atividades no cotidiano das mães a partir de relatos e das considerações que fazem após participarem do grupo e realizarem as atividades estabelecidas. Assim, conclui-se, a partir dos dados obtidos, que as atividades realizadas no grupo tem efeitos positivos não só durante o decorrer do grupo, como também, transcendem, trazendo melhorias no cotidiano das mães de portadores de deficiência.

Terapia Ocupacional XE "Terapia Ocupacional"  - Grupo de Mães XE "Grupo de Mães"  - Atividades XE "Atividades"

B122

COMPLICAÇÕES PRESENTES EM PACIENTES PEDIÁTRICOS ALIMENTADOS POR SONDA

Ariadne Roberta Annibal Cassetta (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Isabel Pedreira de Freitas Ceribelli (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

A oferta de nutrientes através de sonda, para crianças debilitadas, vem sendo cada vez mais utilizada, principalmente quando o trato gastrintestinal está íntegro. Porém, pacientes sondados podem ser vítimas de inúmeras complicações, como as relacionadas ao trato gastrintestinal, que podem levar à possibilidade da ocorrência de pneumonia aspirativa. Esta última pode ser em decorrência do deslocamento da sonda ou da má inserção do tubo, podendo levar o paciente a óbito. Este trabalho teve por objetivo identificar as principais complicações passíveis de ocorrência em pacientes pediátricos recebendo dieta enteral através de sonda, internados em um hospital oncológico e um hospital escola do município de Campinas. Para isso, utilizou-se um Protocolo de Observação, preenchido de acordo com dados do prontuário dos pacientes em questão, e um Questionário aplicado ao profissional enfermeiro responsável pela criança. Foram estudadas todas as crianças com sonda para alimentação no período de janeiro a abril de 2004. No total coletaram-se dados de 10 crianças portadoras de patologias oncológicas, respiratórias e neurológicas, e de 06 enfermeiros pediátricos. No prontuário desses pacientes, 60% continham registros de complicações como deslocamento (40%), vômito (10%) e obstrução da sonda (10%). 40% dos pacientes não tinham registro de intercorrências em seu prontuário, apesar de alguns profissionais de enfermagem relatarem a ocorrência de acontecimentos relacionados à sonda. Conclui-se que apesar de ser um procedimento necessário à recuperação da criança enferma, não está isento de riscos e mesmo assim ainda ocorre subnotificação.

Enfermagem XE "Enfermagem"  ? Pediatria XE "Pediatria"  ? Alimentação por Tubo XE "Alimentação por Tubo"

B123

INTRODUÇÃO DE SONDA PARA ALIMENTAÇÃO: PROCEDIMENTOS USADOS EM INSTITUIÇÕES DE SAÚDE DIVERSIFICADAS

Liliane Cristina Ferraz Gruli (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Isabel Pedreira de Freitas Ceribelli (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

A manutenção do estado nutricional em pacientes impossibilitados de se alimentarem espontaneamente é vital. Os passos para a realização da técnica de inserção do tubo vem sendo estudados e identificou-se a melhor maneira de se obter a medida para a sua introdução. Este trabalho teve como objetivo identificar quem realiza este procedimento, qual a técnica para a obtenção da medida para a introdução da sonda para alimentação e quais os testes realizados para verificação da localização da sonda em três hospitais do município de Campinas. Trata-se de estudo descritivo, prospectivo, com uso de questionário aplicado a enfermeiros, os quais realizam a técnica de inserção da sonda e fazem o monitoramento da sonda para alimentação. Foi feito analise dos dados através de tabelas de freqüência para as variáveis categóricas. Os resultados demonstraram que o procedimento é realizado pelo profissional enfermeiro, o qual (63,8%) solicita ao médico a radiografia como método de verificação da posição da sonda, após a sua inserção. Porém 100% destes profissionais controlam a localização do tubo, ao longo do período da oferta de nutrientes, com a técnica de ausculta gástrica. Este procedimento, conforme literatura publicada, pode atingir a possibilidade de 45% de acertividade. Dezessete por cento dos entrevistados usa a técnica que pode provocar menor risco de complicação para o paciente para determinar o comprimento necessário à inserção da sonda. Esses dados demonstram a necessidade de treinamento para se oferecer nutrientes com segurança ao paciente, prevenindo a complicação mais temida da terapia nutricional -a pneumonia aspirativa.

Nutrição Enteral XE "Nutrição Enteral"  - Enfermagem XE "Enfermagem"  - Intubação Nasogástrica XE "Intubação Nasogástrica"

B124

Análise histológica seqüencial de glândulas salivares menores na DECHc

Marcos Rodrigo Alborghetti (Bolsista PIBIC/CNPq), Maria Elvira Pizzigatti Corrêa, Fábio Luiz Coracin, Randall Luiz Adam, Prof. Dr. Konradin Metze, Prof. Dr. Cármino Antônio de Souza e Profa. Dra. Maria Letícia Cintra (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

A doença do enxerto contra o hospedeiro crônica (DECHc) é a maior causa de morbidade e mortalidade pós transplante de medula óssea alogênico (TMOa). O envolvimento das glândulas salivares (GS) resulta em xerostomia com suas complicações. Nós estudamos os achados histológicos seqüenciais de GS menores de 14 pacientes sob tratamento para DECHc, comparando-os aos de 9 pacientes tratados pelo TMOa, sem DECHc. Os cortes foram corados com HE, PAS e LCA para a graduação histológica, medida morfométrica da densidade das células inflamatórias (DCI) e quantificação da massa acinar (através de software, ao PAS). Observou-se, à análise estatística, comparativamente ao controle, significante perda de massa acinar fucsinófila tanto no início como no fim do tratamento. A DCI, no final do tratamento, foi maior que a das biópsias do dia +100 do grupo controle. A resposta terapêutica em pacientes mais idosos foi pior. Os resultados sugerem que a xerostomia persistente deve decorrer da falta de recuperação das unidades secretoras aliada à manutenção da atividade inflamatória mesmo após o tratamento. A idade é um fator importante na resposta à terapêutica.

Glândula Salivar XE "Glândula Salivar"  - Doença do Enxerto Contra o Hospedeiro XE "Doença do Enxerto Contra o Hospedeiro"  - Transplante de Medula Óssea XE "Transplante de Medula Óssea"

B125

Heliodermatose em felinos: análise morfométrica e graduação clínica

Rosa Aparecida Caraça (Bolsista DGRH/UNICAMP), Ellen Maria Pestili de Almeida, Randall Adam, Prof. Dr. Konradin Metze, Maria Luiza de Castro Ramos Valladão e Profa. Dra. Maria Letícia Cintra (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

O sol induz alterações contínuas na pele com risco de desenvolvimento de carcinomas. Estudamos os aspectos clínicos e morfométricos da heliodermatose em felinos. Biopsiaram-se orelhas de 34 gatos do Centro de Controle de Zoonoses de Taubaté (grupos: 0 - pele normal (n=13); 1- heliodermatose em estágio inicial (n=10); 2 - heliodermatose avançada (n=11). Anotaram-se sexo, idade e cor. A morfometria foi realizada nas áreas de epiderme, derme e anexos em imagens digitalizadas através do software para análise de imagens KS300. Estatística: Análise de Variância com pós teste de Duncan e correlação Spearman. A idade média dos animais foi de 3,28 anos e a cor da área afetada mais comum foi branca (95,2%). A espessura da epiderme mostrou-se maior nos animais afetados (p<0,05) comparando aos controles, sem diferenças entre os grupos de heliodermatose inicial e avançada. Não houve correlação entre o grau de heliodermatose e a área de anexos, nem entre esta e a espessura da epiderme. Não houve diferença entre os grupos quanto ao sexo. Observou-se a tendência de animais mais idosos se situarem nos grupos 1 e 2. Infere-se que a ação solar prolongada é cumulativa, acentuando-se com o aumento da idade e se refletindo na espessura da epiderme.

Heliodermatose XE "Heliodermatose"  - Análise Clínica e Morfométrica XE "Análise Clínica e Morfométrica"  - Exposição Solar XE "Exposição Solar"

B126

Hidrocefalia em Crianças ? Estudo de 45 Pacientes do HC FCM/UNICAMP

Lúcio Fábio Gama Buzolin (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Valeriana Leme de Moura Ribeiro (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A hidrocefalia é um distúrbio da função liquórica de etiologias diversas, levando ao acúmulo de líquor nos ventrículos, e a um conjunto de consequências clínicas e neurológicas. Esse trabalho visa a esclarecer os principais fatores etiológicos identificados nessa patologia em um hospital terciário universitário. Foram analisados os prontuários médicos das crianças que se submeteram à cirurgia de derivação entre os anos 2000 e 2002 no HC/Unicamp. Obedecendo os critérios de inclusão e exclusão, foram selecionadas 45 crianças para convocação e reavaliação médica em ambulatório, com preenchimento final do protocolo de pesquisa. Das 45 crianças, identificou-se os seguintes fatores etiológicos: infecção 14(31,1%), neoplasias 8 (17,8%), malformação 7(15,6%), hemorragia peri-intraventricular 5(11,1%), outros 5 (11,1%), não definida 6 (13,3%). A epilepsia foi constatada em 16 crianças (35,6%); e o retardo neuromotor em 26(57,8%). Conclusões: 1). identificou-se como principais etiologias: infecções, neoplasias e malformações; 2) a presença de epilepsia foi observada em 1/3 dos pacientes; 3) o retardo neuromotor ocorreu em mais da metade dos casos com hidrocefalia. Esses achados configuram a gravidade das sequelas neurológicas nesses pacientes.

Hidrocefalia XE "Hidrocefalia"  ? Epilepsia XE "Epilepsia"  ? Retardo Neuromotor XE "Retardo Neuromotor"

B127

PREVALÊNCIA DE TRANSTORNOS MENTAIS COMUNS E FATORES ASSOCIADOS NA POPULAÇÃO DE CAMPINAS, S.P.

Fernanda Giulianello (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Marilisa Berti de Azevedo Barros (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Considerando-se a elevada prevalência do Transtorno Mental Comum na população e o impacto social que acarreta, julgou-se importante avaliar os fatores associados à sua prevalência e identificar subgrupos populacionais submetidos a maior presença do agravo. Entende-se por Transtornos Mentais Comuns (TMC) a presença de sintomas como irritabilidade, fadiga, insônia, dificuldade de concentração, esquecimento, ansiedade e sintomas depressivos e somatoformes. Os dados foram obtidos de um estudo transversal de base populacional que analisou variáveis socioeconômicas e a presença de TMC em pessoas entre 16 a 59 anos, residentes em Campinas, SP. Os TMC foram avaliados por meio do instrumento SRQ-20. As estimativas de prevalência e as análises de regressão consideraram as ponderações relativas ao desenho amostral, utilizando o software Stata 7.0. A prevalência total de TMC foi 20,6% (IC95%:15,9-25,2%). Na análise univariada, as variáveis, migração, escolaridade, atividade econômica e renda per capita familiar mensal (RFPC) estiveram associadas aos TMC. Quando controladas pelas demais variáveis, somente migração e atividade econômica mantiveram-se associadas aos TMC.

Transtorno Mental Comum XE "Transtorno Mental Comum"  - SRQ-20 XE "SRQ-20"  - Prevalência XE "Prevalência"

B128

MORTALIDADE POR HOMICÍDIOS NO MUNICÍPIO DE CAMPINAS: ANÁLISE ESPACIAL DO PADRÃO EPIDEMIOLÓGICO NO DISTRITO SUDOESTE

Hugo Vasques Rodrigues (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Marilisa Berti de Azevedo Barros (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

O presente projeto, que se propõe a analisar o fenômeno espacial da criminalidade urbana, visa através do estudo do padrão espacial de ocorrências de óbitos por homicídios no Distrito Sudoeste do Município de Campinas, fornecer subsídios a uma proposta de monitoramento e vigilância e o estabelecimento de uma política de controle das mortes por violência. Para tanto, procurou-se caracterizar o padrão espacial de ocorrência através do georreferenciamento de residências de vítimas de homicídio para os anos de 2001 e 2002, concomitantemente a uma comparação destes resultados aos dados populacionais do Censo demográfico de 2000, realizado pelo IBGE. De posse dos dados do Censo de 2000 foi realizada uma divisão do município em estratos sociais se utilizando de alguns dos indicadores sócio-econômicos, tais como o índice de analfabetismo e a renda da população. Após a criação dos estratos, foi realizada uma análise comparativa em relação as taxas de homicídio para cada estrato, determinando assim regiões de maior incidência de ocorrência de homicídios. Obtidos os resultados desta análise, realizada com o auxílio dos programas Arcview e MapInfo, pôde-se visualizar uma concentração na distribuição espacial das residências de vítimas de homicídios em áreas mais ao Norte do Jd. São Cristóvão e DIC III.

Análise Espacial XE "Análise Espacial"  - Homicídios XE "Homicídios"  - Distrito Sudoeste de Campinas XE "Distrito Sudoeste de Campinas"

B129

Prevalência do tabagismo na população de Campinas (ISA-SP-Campinas)

Ticiane E. de Souza Clemente (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Marilisa B. de A. Barros (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A literatura tem registrado que alguns subgrupos da população são mais vulneráreis ao hábito e têm maior dificuldade de abandoná-lo. Este trabalho visou estudar a relação entre condição tabágica e a presença de transtornos mentais comuns (TMC), segundo variáveis demográficas, sócio-econômicas e comportamentais. Os dados foram coletados na pesquisa ?Estudo Multicêntrico: Inquérito Domiciliar de Saúde de Base Populacional em Municípios de São Paulo-(ISA-SP)?. Foram analisados dados de pessoas entrevistadas com idades entre 16 e 59 anos, residentes em Campinas, SP. Dados socioeconômicos, demográficos e de comportamentos relacionados à saúde foram obtidos por meio de entrevistas com a pessoa sorteada. O instrumento de detecção de TMC foi o Self Reporting Questionaire (SRQ-20). Observou-se uma prevalência de 24% de fumantes. Mostraram-se associadas ao tabagismo as variáveis: idade, situação conjugal, escolaridade, ocupação, no. de equipamentos no domicílio, TMC, frequência de consumo de álcool, religião e prática de atividades. No modelo de regressão logística para fumo, permaneceram as variáveis TMC, escolaridade e frequência de consumo de bebida alcoólica. Este estudo identificou subgrupos da população com maior prevalência do tabagismo, o que é importante para orientar as atividades de controle do tabagismo e de promoção da saúde.

Tabagismo XE "Tabagismo"  - Saúde Mental XE "Saúde Mental"  - SRQ20 XE "SRQ20"

B130

Indicadores de Risco para o Desenvolvimento Neuropsicomotor de Lactentes, filhos de mães que apresentaram Hipertensão Arterial na gestação

Briana Rachid Dias (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Marilisa M. Guerreiro (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

O objetivo do Estudo é correlacionar a Hipertensão Gestacional(HG) com possíveis Intercorrências Perinatais e com os transtornos no Desenvolvimento Neuropsicomotor dos lactentes com até 15 meses. Avaliamos 30 Recém-nascidos(RN), filhos de mães que apresentaram quadro de HG, de forma consecutiva e prospectiva. Nesta etapa, realizamos o Exame Neurológico(EN) nas primeiras 72 horas de vida. Na Segunda etapa, os pacientes foram submetidos a uma 2a avaliação neuroclínica entre os 9 e 15 meses de vida. E foi seguido o roteiro de EN do Lactente associado ao Teste de Denver. Dos 30 RN, 6 apresentaram alterações do EN (20%). Observamos que foi significativa a correlação entre EN alterado e Apgar de risco<6 (p=0,00501). As alterações no EN foram correlacionadas com prematuridade (p=0,231), Sofrimento fetal agudo (0,052) e Cianose Central (p=0,052). Dos 30 neonatos, 15 compareceram para a Segunda avaliação entre 9 e 15 meses. Dos 6 RNs que apresentaram alterações no EN, 4 compareceram quando lactentes. Nenhum lactente apresentou alterações do neurodesenvolvimento. CONCLUSÃO: A Hipertensão na Gestação não foi fator de risco capaz de gerar uma alteração neurológica que persistisse na fase de lactente.

Hipertensão Gestacional XE "Hipertensão Gestacional"  - Neurodesenvolvimento XE "Neurodesenvolvimento"  - Lactente XE "Lactente"

B131

FARMACOVIGILÂNCIA: ANALISE COMPARATIVA DOS EVENTOS ADVERSOS DAS DROGAS ANTIEPILEPTICAS NA INFANCIA

Elisângela Barbosa de Aquino (Bolsista PIBIC/CNPq), Profa. Dra. Maria Augusta Montenegro (Co-orientadora) e Profa. Dra. Marilisa Mantovani Guerreiro (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

O estudo comparou os resultados obtidos através do levantamento de prontuários com aqueles obtidos através da aplicação formal de um questionário quanto à presença de efeitos adversos aos pais ou responsável. Avaliamos 50 crianças com diagnóstico de epilepsia em uso de drogas antiepilépticas com dose estável por pelo menos 3 meses. A análise estatística foi realizada através do teste do Chi-quadrado. Os eventos adversos sonolência, apatia, irritação, alergia, hipertrofia/sangramento gengival, alopecia e alteração de peso foram identificados muito mais freqüentemente na entrevista direta com os responsáveis (p<0,05). Entretanto, não houve diferença entre análise de prontuários e entrevista para os eventos adversos ataxia, cefaléia, diplopia, dificuldade escolar, hipertricose e alterações gastrintestinais. A análise comparativa mostra que eventos adversos como sonolência, apatia, irritação, alergia, hipertrofia/sangramento gengival, alopecia e alteração de peso são subestimados durante a consulta médica e registro no prontuário de rotina.

Drogas Antiepilépticas XE "Drogas Antiepilépticas"  - Farmacovigilância XE "Farmacovigilância"  - Efeitos Adversos XE "Efeitos Adversos"

B132

AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA E TOLERABILIDADE DA VIGABATRINA NA SÍNDROME DE WEST

Maria Helena Proença de Moraes (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Marilisa Mantovani Guerreiro (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

Síndrome de West (SW) é uma epilepsia grave específica da infância, caracterizada por espasmos em salva, deterioração neuropsicomotora e traçado hipsarrítmico ao eletroencefalograma (EEG), comumente associada a mau prognóstico. Dentre os tratamentos disponíveis estão os corticóides, ácido valpróico, benzodiazepínicos e vigabatrina (VGB). A VGB tem se mostrado muito eficaz, porém pode levar a um evento adverso particularmente grave, a retinopatia gabaérgica. Este estudo avaliou os pacientes com diagnóstico de SW e que usaram ou usam VGB. Os dados foram obtidos durante as consultas e de prontuários médicos. O questionário preenchido consistia em itens que, posteriormente analisados, buscavam verificar a eficácia da VGB no controle das crises; a existência de eventos adversos, inclusive retinopatia gabaérgica realizando eletroretinograma; modificações no EEG. Foram avaliados 23 pacientes, sendo 16 do sexo masculino. A idade variou entre 1ano e 3 meses a 11 anos e 5meses (média=5anos e 3meses). Dezesseis (69,5%) pacientes apresentaram controle completo das crises, 5 (22%) parcial e em 2 (8,5%) pacientes os espasmos não foram controlados. Apenas um paciente apresentou retinopatia gabaérgica. Seis pacientes apresentaram eventos adversos, sonolência ou agressividade. Os pacientes com o início da SW após 6 meses de idade apresentaram melhor resposta à vigabatrina (p<0,05). Não houve diferença na resposta ao tratamento quanto ao tempo de introdução da VGB ou etiologia (p>0,05). Apesar do risco de retinopatia gabaérgica, os resultados da vigabatrina no controle dos espasmos infantis justificam o seu uso em pacientes com síndrome de West.

Síndrome de West XE "Síndrome de West"  ? Vigabatrina XE "Vigabatrina"  - Retinopatia XE "Retinopatia"

B133

EFICACIA E SEGURANÇA DO CLOBAZAM COMO TERAPIA ADJUVANTE EM EPILEPSIA FOCAL DA INFÂNCIA

Mariana Ribeiro Marcondes da Silveira (Bolsista FAPESP), Maria Augusta Montenegro (Co-orientadora) e Profa. Dra. Marilisa Mantovani Guerreiro (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

OBJETIVO ? Avaliar a eficácia e segurança do clobazam como terapia adjuvante em epilepsia focal da infância.MÉTODOS ? Este estudo foi conduzido no ambulatório de epilepsia infantil do Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas. Avaliamos 100 pacientes consecutivos, com idade entre 6 meses e 18 anos, com diagnóstico de epilepsia focal refratária que estavam em uso de clobazam como terapia adjuvante. Os dados foram obtidos através da análise dos prontuários. Avaliamos a eficácia e presença de efeitos colaterais após introdução do clobazam. RESULTADOS ? Entre os 100 pacientes avaliados, 42 foram meninas, com idade entre 8 meses e 18 anos (média=8 anos). Quanto ao tipo de epilepsia, 73 eram sintomática e 27 eram possivelmente sintomática. A dose máxima de clobazam variou entre 5 e 60mg/dia (média=23,6mg). Vinte e quatro pacientes apresentaram eventos adversos, sendo que em 11 a medicação teve que ser interrompida. Vinte e seis pacientes ficaram livres de crise, 11 melhoraram 75% e 58 não apresentaram nenhuma mudança na freqüência de crises. Em 5 pacientes houve piora na freqüência de crises.CONCLUSÃO ? O clobazam mostrou ser uma droga eficaz e segura no tratamento de crises focais em crianças com epilepsia refratária.

Epilepsia XE "Epilepsia"  ? Infância XE "Infância"  ? Clobazam XE "Clobazam"

B134

PREVENÇÃO DA RESISTÊNCIA À INSULINA INDUZIDA POR DIABETES CAUSADA POR ESTREPTOZOTOCINA COM O USO DE SALICILATO

Caio T. Caliseo (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Mario J. A. Saad (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A diabetes induzida por estreptozotocina (STZ), droga que destrói seletivamente as células ? do pâncreas, é caracterizada por deficiência na secreção de insulina e resistência à insulina. Como a fisiopatologia da resistência à insulina está associada à ativação de várias proteínas com atividade serina quinase, neste estudo nós avaliamos o papel da aspirina, bloqueador específico de duas dessas proteínas, JNK e IKK??, no desenvolvimento da resistência à insulina de animais tratados com STZ. Para isso utilizamos ratos Wistar macho de seis semanas divididos em 3 grupos: controle, STZ, STZ +AAS. O AAS foi dado aos ratos num regime de 120mg/kg.dia durante três dias. O tratamento com STZ foi induzido com uma única dose (100 mg/kg) três semanas antes do experimento. No grupo tratado com STZ observamos resistência à insulina através do teste de tolerância à insulina, enquanto no grupo pré-tratado com ASS preveniu-se a resistência à insulina induzida pela STZ. Além disso, observamos, através de estudos de Western blotting, que o tratamento com STZ levou à diminuição da quantidade IRS-1 em músculo. Esse efeito foi revertido pelo AAS. Em resumo, altas doses de AAS preveniram a diminuição da quantidade de IRS-1 em músculo, bem como a resistência à insulina induzida pela STZ.

Resistência à Insulina XE "Resistência à Insulina"  - IRS-1 XE "IRS-1"  - Estreptozotocina XE "Estreptozotocina"

B135

PREVENÇÃO DA RESISTÊNCIA À INSULINA INDUZIDA PELA SEPSE COM O USO DE SALICILATO

Felipe Y. Fugiwara (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Mario J. A. Saad (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Sepse é conhecida por induzir resistência à insulina , mas o mecanismo exato dessa indução é desconhecido. Como a fisiopatologia da resistência à insulina na DM2 está relacionada à ativação de uma cascata serina kinase envolvendo IKKB e por uma via independente através da ativação do JNK, levantamos a hipótese de que tal mecanismo esteja envolvido na sepse. Para isso utilizamos ratos Wistar macho de 6 semanas divididos em 3 grupos: controle, sepse, sepse+AAS. O AAS é um bloqueador de IKKB e foi dado aos ratos num regime de 120mg/kg/dia durante três dias. A sepse foi induzida por uma cirurgia provocadora de uma apendicite grau IV 12 horas antes do experimento. No grupo séptico observamos resistência à insulina, enquanto no grupo pré-tratado com ASS preveniu-se a resistência à insulina induzida pela sepse. A sepse levou à diminuição da fosforilação em tirosina do IRS-1 no músculo e de sua associação com PI 3-quinase. Esse efeito foi revertido pelo AAS. Tal fenômeno aconteceu em paralelo à redução na quantidade de IKKB e da fosforilação em tirosina do JNK. Em resumo, altas doses de AAS preveniram a resistência à insulina induzida pela sepse, sugerindo que a inibição das via IKKB e JNK possam surgir

Sepse XE "Sepse"  - Resistência à Insulina XE "Resistência à Insulina"  - AAS XE "AAS"

B136

Avaliação dos efeitos do fitoterápico ?Dong Quai? (Angelica sinensis) sobre o crescimento e diferenciação de precursores hematopoéticos da medula óssea

Carlos Eduardo Braido Rojas (Bolsista SAE/UNICAMP), Samara Eberlin (Co-orientadora) e Profa. Dra. Mary Luci de Souza Queiroz (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

A pesquisa de fontes alternativas para obtenção de drogas menos tóxicas e seletivas na terapia anti-neoplásica é de fundamental importância, visto que, a maioria delas, empregadas atualmente, induzem a efeitos colaterais graves como mielossupressão, crítica para a recuperação do paciente. O ?Dong Quai? (DQ) é uma planta utilizada pela medicina chinesa cujas propriedades terapêuticas investigadas consistem na estimulação da resposta hematopoética in vivo, atividade anti-tumoral e immunomoduladora. Neste trabalho, investigamos o potencial hematotóxico/hematoprotetor in vitro de diferentes concentrações do DQ sobre o crescimento e diferenciação de precursores hematopoéticos da medula óssea de animais normais. O extrato foi dissolvido em meio RPMI 1640 para obter as seguintes concentrações finais nas placas de cultura: 1000; 500; 250; 125; 62,5; 31,0 e 15,0 (g/mL. As concentrações de 125 e 62,5 (g/mL do DQ estimularam de forma significativa o crescimento e diferenciação destes precursores quando comparado ao grupo controle (P<0,01 e P<0,05, respectivamente). Por outro lado, nenhum efeito foi observado com as demais concentrações. Estes resultados sugerem que o DQ possui uma ação mieloestimulante direta, mimetizando a ação de fatores de crescimento de colônias hematopoéticas.

Angelica sinensis XE "Angelica sinensis"  ? Câncer XE "Câncer"  ? Mieloestimulação XE "Mieloestimulação"

B137

Efeitos do fitoterápico Annona muricata sobre o crescimento e diferenciação de células hematopoéticas normais

Karen Priscilla Minami (Bolsista PIBIC/CNPq); Marize Campos Valadares (Co-orientadora); Profa. Dra. Mary Lucy de Souza Queiroz (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

O câncer é uma das doenças mais prevalentes no mundo. O desenvolvimento de novas drogas, visando terapias mais eficientes, vem aumentando a procura por fitoterápicos para o tratamento do câncer. A Annona muricata, annonacea, planta tropical, apresenta atividade citotóxica sobre células tumorais de diversos tipos de câncer, demonstrando um efeito citotóxico 10.000 vezes maior que a Adriamicina. Trabalhos na literatura têm sugerido atividade neurotóxica associada ao parkisonismo decorrente da utilização de annonaceas. Neste trabalho investigamos o potencial mielotóxico in vitro de diferentes concentrações do extrato da Annona muricata (112,5; 56,25; 28,25; 14,06; 7,03; 3,51; 1,75 e 0,875mcg/mL) sobre o crescimento e diferenciação de precursores hematopoéticos para granulócitos/macrófagos (CFU-GM) da medula óssea de animais normais. Verificamos que o extrato da planta, nas concentrações de 112,5; 56,25; 28,25; 14,06; 7,03 mcg/ml produziu supressão, dose-dependente no crescimento de colônias de CFU-GM, quando comparado ao grupo controle (P<0,05; ANOVA, Teste Tukey). Estes dados nos permitem sugerir que a Annona muricata, nestas condições experimentais, possui um potencial mielotóxico in vitro.

Mielotoxicidade XE "Mielotoxicidade"  ? Annona muricata XE "Annona muricata"  ? CFU-GM XE "CFU-GM"

B138

Avaliação in vitro dos efeitos do extrato de Maytenus ilicifolia (Espinheira Santa) sobre o crescimento e a diferenciação de precursores hematopoéticos

Rubens Shimizu Ribeiro (Bolsista PIBIC/CNPq), Camila Alexandrina Viana Figueiredo Fontana (Co-orientadora) e Profa. Dra. Mary Luci de Souza Queiroz (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

A Maytenus ilicifolia, conhecida como Espinheira Santa (ES), é uma espécie medicinal amplamente utilizada na medicina popular. A ES possui propriedades farmacológicas bem definidas e estudadas, tais como atividade antiulcerogênica e protetora da mucosa gástrica, além de efeitos cicatrizante, antioxidante, antimutagênico e antitumoral. Nesse estudo, avaliamos o potencial hematotóxico/hematoprotetor de diferentes concentrações de ES sobre o crescimento e diferenciação de precursores hematopoéticos para granulócitos e macrófagos (CFU-GM) da medula óssea de animais normais. Os resultados demonstraram que a ES, na concentração de concentração de 0,12mg/mL, é capaz de estimular o crescimento e diferenciação dos precursores hematopoéticos, quando comparado ao grupo controle (p<0,001). Por outro lado, nas concentrações de 1,00 e 0,50mg/mL, a ES apresentou efeito citotóxico sobre as células hematopoéticas. (p<0,001; ANOVA-Tukey), enquanto que nenhum efeito foi observado com a concentração de 0,06mg/mL. O efeito mieloestimulante observado com a concentração de 0,12mg/mL não estava presente em culturas que não receberam o fator estimulador de colônias de granulócito e macrófagos, o que indica um mecanismo de ação adjuvante para o efeito mieloestimulador da ES.

Maytenus ilicifolia XE "Maytenus ilicifolia"  ? CFU-GM XE "CFU-GM"  ? Cultura clonal XE "Cultura clonal"

B139

O estudo do efeito anti-cancerígeno do Agaricus blasei Murill (AbM) em ratos inoculados com o tumor de Walker 256

Daniela R. Nebuloni (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Nelson A. Andreollo (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

O objetivo foi pesquisar o efeito do cogumelo em ratos inoculados com Walker 256. Foram constituídos 7 grupos (grs) com 5 ratos Wistar machos cada. Grs de A a D foram submetidos a um pré-tratamento com o chá do cogumelo durante 3 meses, inoculados em seguida no subcutâneo o tumor de Walker 256 variante agressiva. Apenas os grs A e B continuaram o tratamento com o cogumelo. O grE foi controle. Grs F e G tiveram o tumor variante regressiva inoculado sem pré ou pós-tratamento. O rato 5-gr F foi sacrificado após 25 dias por apresentar um tumor muito erodido. Os ratos de A a D foram sacrificados 55 dias após a inoculação tumoral. Apenas um rato dentre os vinte apresentou metástases visíveis macroscopicamente. Este rato (4-gr D) não teve redução significativa da lesão de pele como os demais (chegando alguns ao desaparecimento completo inclusive com cicatrização da pele) apresentando uma lesão metastática no membro dianteiro direito, 2 no abdome e uma do lado esquerdo da caixa torácica, com lise das costelas. Quanto aos ratos das caixas F e G encontravam-se emagrecidos e com lesões maiores do que os grs de A a D tiveram no período correspondente após a inoculação, sendo mortos com 45 dias. Os resultados serão analisados em gráficos e tabelas. Na morte dos animais foram retirados baço, pulmão, fígado e pele acometidos pelo tumor para análise histopatológica e conclusões finais.

Agaricus XE "Agaricus"  - Walker 256 XE "Walker 256"  - Pré-Tratamento XE "Pré-Tratamento"

B140

COMPARAÇÃO ENTRE ESCALAS DE AVALIAÇÃO DE INTENSIDADE DA DOR EM PACIENTES COM DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES COM BAIXA ESCOLARIDADE

Cristiane Helena Gallasch (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Neusa Maria Costa Alexandre (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

O tratamento e a avaliação de sintomas osteomusculares representam um desafio para a saúde pública. Uma das maiores dificuldades nacionais é o enorme contingente de pacientes com baixa escolaridade com dificuldade de entender e preencher escalas de avaliação de intensidade da dor. A presente pesquisa teve por objetivo avaliar a confiabilidade de quatro escalas de avaliação de intensidade da dor em pacientes com distúrbios osteomusculares com baixa escolaridade, usuários do serviço de fisioterapia de uma universidade pública. As escalas selecionadas foram a escala de descritores verbais, a escala de faces, a escala visual analógica e a escala numérica. A confiabilidade foi avaliada por meio da estabilidade (teste-reteste) utilizando os coeficientes de Correlação Intraclasse e Kappa. Avaliou-se também a percepção dos participantes quanto à facilidade de compreensão e preenchimento desses instrumentos. A escala numérica apresentou o maior valor de confiabilidade (r = 0,99) e ficou em primeiro lugar em relação à facilidade de preenchimento. A escala visual analógica foi considerada a mais difícil para compreensão e preenchimento. A escala de descritores verbais foi a que apresentou menor valor de confiabilidade (r = 0,88). Espera-se que esse estudo forneça subsídios e auxilie na escolha e aplicação de instrumentos de mensuração dolorosa adequados às características de cada indivíduo, além de estimular novas pesquisas sobre o tema.

Ergonomia XE "Ergonomia"  - Sintomas Osteomusculares XE "Sintomas Osteomusculares"  - Escalas de Dor XE "Escalas de Dor"

B141

AVALIAÇÃO DE UMA CADEIRA DE BANHO UTILIZADA EM AMBIENTE HOSPITALAR: UMA ABORDAGEM ERGONÔMICA

Marilia Estevam Cornélio (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Neusa Maria Costa Alexandre (orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

O trabalho de enfermagem é caracterizado pela assistência prestada ao indivíduo sadio ou doente, atuando na prevenção de doenças, na promoção e recuperação da saúde. A literatura indica que a equipe de enfermagem tem sido destacada como grupo de risco em relação à ocorrência de lesões osteomusculares. O uso de equipamentos especiais e adequados tem mostrado uma diminuição no risco de lesões na coluna em trabalhadores de enfermagem, além de satisfazerem as necessidades de conforto e segurança dos pacientes. Um desses equipamentos é a cadeira de banho. No hospital de estudo, a cadeira de banho é utilizada rotineiramente nas atividades de higiene de pacientes. O presente estudo teve como objetivo realizar uma avaliação ergonômica de uma cadeira de banho em um hospital universitário. Foi utilizado um instrumento para os trabalhadores de enfermagem contendo dados de identificação pessoal e da unidade de trabalho, uma listagem inicial especificando localização de possíveis problemas ergonômicos nos diferentes acessórios do equipamento e uma escala derivada da Escala CR 10 de Borg para determinação do esforço percebido. Um outro instrumento foi utilizado para os pacientes sendo composto por dados de identificação pessoal, uma escala para avaliação do conforto e uma para a segurança. Verificou-se que a cadeira avaliada apresenta inúmeros problemas ergonômicos em todos os seus acessórios. Com relação à avaliação de esforço percebido, observou-se um alto nível de esforço (8,33) na manipulação do equipamento.

Dor Lombar  XE "Dor Lombar" - Ergonomia XE "Ergonomia"  - Sintomas Osteomusculares XE "Sintomas Osteomusculares"

B142

AVALIAÇÃO DE UMA CADEIRA DE RODAS UTILIZADA EM ATIVIDADES DE TRANSPORTE DE PACIENTES: UMA ABORDAGEM ERGONÔMICA

Simone Stranghetti Jorge (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Neusa Maria Costa Alexandre (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Estudos relacionados com a saúde ocupacional apontam a enfermagem como uma profissão com alto grau de estresse postural. O transporte e a movimentação de pacientes são citados como uma das mais penosas atividades. Organizações internacionais recomendam a utilização da ergonomia para prevenir distúrbios osteomusculares, visando satisfazer as necessidades humanas no ambiente de trabalho. A cadeira de rodas é um equipamento utilizado por trabalhadores da área da saúde nas atividades de assistência ao paciente, porém nem sempre há uma adequação do material às necessidades de trabalhadores e pacientes. A pesquisa teve como objetivo realizar uma avaliação ergonômica de um modelo de cadeira de rodas utilizado no transporte de pacientes de um hospital universitário. Participaram do estudo trabalhadores da Seção de Escolta e pacientes que foram transportados. Foram utilizados dois instrumentos distintos, um para os trabalhadores contendo dados gerais; avaliação ergonômica da cadeira de rodas e escala derivada da Escala CR 10 de Borg para determinação do esforço percebido. Para os pacientes, continha dados gerais e duas escalas para avaliar a percepção de conforto e segurança. Os trabalhadores perceberam um esforço ?um pouco intenso? no procedimento e queixaram de inúmeros problemas ergonômicos nos diversos componentes da cadeira de rodas. Acredita-se que a pesquisa fornecerá subsídios para a realização da avaliação ergonômica de equipamentos hospitalares em seu processo de seleção.

Dor Lombar XE "Dor Lombar"  - Ergonomia XE "Ergonomia"  - Sintomas Osteomusculares XE "Sintomas Osteomusculares"

B143

Incidência e fatores de risco para rejeição em transplantes de córnea realizados no HC-UNICAMP em 2002

Renata Carvalho Porto (Bolsista SAE/UNICAMP), Dra. Rosane Silvestre Castro (Co-orientadora) e Prof. Dr. Newton Kara José (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Tem como objetivo avaliar a incidência de rejeição em transplantes de córnea e fatores de risco associados em pacientes submetidos a cirurgia de transplante de córnea no HC UNICAMP no período de janeiro ? dezembro 2002. Como critério de inclusão, pacientes que apresentaram pelo menos um episódio de rejeição no período. Foi feito estudo retrospectivo dos prontuários de pacientes submetidos a transplante de córnea que foram examinados no ambulatório de oftalmologia do HC UNICAMP no referido período. Foram realizados 121 transplantes de córnea no Serviço neste período. Encontraram-se 13 pacientes com descrição de rejeição (10,74%); destes, 3 (23,08%)apresentaram mais de um episódio de rejeição no período estudado. Quanto ao sexo, 5 (38,46%) eram do sexo feminino e 8 (61,54%) masculino. Dentre esses casos de rejeição, 4 (30,77%) foram transplantes a quente (ou realizados de urgência), enquanto 9 (69,23%) foram transplantes eletivos. Foram ainda avaliadas as variáveis idade, tempo entre transplante e primeiro episódio de rejeição, fatores de risco como idade abaixo de 20 ou acima de 70 anos, cirurgia intraocular prévia, retransplante, outro olho transplantado há menos de um ano.

Transplante de Córnea XE "Transplante de Córnea"  - Rejeição XE "Rejeição"  - Fatores de Fisco XE "Fatores de Risco"

B144

Prevalência de Transtornos Depressivos em Hospital Geral e Validação do Guia de Avaliação Clínica PRIME-MD

Marianne Herrera Falceti Ferreira (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Paulo Dalgalarrondo (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A freqüência com que ocorrem os principais transtornos mentais na clínica geral tem sido um tópico de crescente interesse científico. Estudos epidemiológicos mostram estimativas que variam de 20 a 60% de morbidade psiquiátrica para pacientes hospitalizados. O presente projeto tem como objetivo geral determinar a prevalência de transtornos depressivos e identificar os principais distúrbios psiquiátricos em um hospital geral brasileiro. Como metas mais específicas procura-se avaliar características do instrumento PRIME-MD no Brasil, comparando algumas delas a instrumentos mais bem estabelecidos e mais complexos. Objetiva-se também apontar correlações entre os diagnósticos e variáveis sócio-demográficas, clínicas e culturais. O tamanho amostral é de 253 pacientes selecionados aleatoriamente de diversas enfermarias. A todos foram aplicados um questionário sócio-demográfico e três instrumentos para diagnóstico e/ou detecção de transtornos mentais.Foram diagnosticados 26,09% de transtorno depressivo maior pelo PRIME-MD e 29,25% pelo MINI. Indivíduos da raça branca, sexo feminino e com vínculo familiar mostraram-se mais susceptíveis à depressão maior. Os dados encontrados pela pesquisa são semelhantes aos dados presentes na literatura e o instrumento avaliado apresentou resultados parcialmente satisfatórios.

Depressão  XE "Depressão" - Hospital Geral  XE "Hospital Geral" - Prevalência XE "Prevalência"

B145

Prevalência de Transtornos Mentais em Hospital Geral e Validação do Guia de Avaliação Clínica PRIME-MD

Rachel Esteves Soeiro (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Paulo Dalgalarrondo (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A freqüência com que ocorrem os principais transtornos mentais na clinica geral tem sido um tópico de crescente interesse científico. Estudos epidemiológicos mostram estimativas que variam de 20 a 60% de morbidade psiquiátrica para pacientes hospitalizados, com significativo aumento nas taxas de alcoolismo. O presente projeto teve como objetivo geral determinar a prevalência de transtornos mentais relacionados à dependência/abuso de álcool em um hospital geral brasileiro. O tamanho amostral foi de 250 pacientes, selecionados aleatoriamente de diversas enfermarias. A todos foram aplicados um questionário sócio-demográfico e três instrumentos para diagnóstico e/ou detecção de transtornos mentais (GHQ-12, PRIME-MD e MINI). De acordo com o questionário PRIME-MD os pacientes sem nenhuma religião tiveram maior porcentagem de prevalência (20%) do que os pacientes com alguma religião.O questionário MINI demonstrou uma maior freqüência de alcoolismo entre os pacientes do sexo masculino (56,92%), aqueles que exercem profissão (13,56%) e os sem religião (25%). A freqüência geral do alcoolismo encontrada em ambos os questionários foi de 9,49%. Os resultados obtidos são condizentes com os dados existentes na literatura. Entretanto, os dados relacionados à religião contrariaram as nossas expectativas.

Prevalência XE "Prevalência"  - Alcoolismo XE "Alcoolismo"  - Hospital Geral XE "Hospital Geral"

B146

UM SISTEMA GENÉRICO BASEADO NA WEB PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SIMULAÇÕES CLÍNICAS NO ENSINO MÉDICO BASEADO EM PROBLEMAS (PBL)

Josie Naomi Iyeyasu (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Renato Marcos Endrizzi Sabbatini (Orientador), Núcleo de Informática Biomédica - NIB, UNICAMP

A educação biomédica, que por tanto tempo se baseou somente em métodos de ensino tradicionais, apresenta, atualmente, dois importantes recursos: a informática e o PBL (Problem-Based Learning), que têm se mostrado extremamente úteis para a renovação do ensino médico. O objetivo deste trabalho é disponibilizar aos professores do curso de medicina, através de um sistema genérico de rápida, fácil e prática implantação, a criação e a disponibilização de simulações clínicas por eles desenvolvidos, através da internet, aos seus estudantes. As linguagens de programação utilizadas foram o HTML, o PHP e o banco de dados MySQL. Com tal projeto, espera-se que os professores do curso de medicina, ao utilizarem o software, disponham de uma ferramenta de ensino que desperte o interesse dos alunos e que seja genérico, didático, prático, rápido e de fácil implantação a ser disponibilizada na internet aos seus alunos, os quais, ao consultarem o software, além de disporem de um instrumento de aprendizado a mais, tenham mais contato com a clínica médica. Teremos também como resultado a criação de um site que conterá as simulações interativas desenvolvidas para o novo sistema e o teste da viabilidade e da validade da metodologia utilizada.

Simulações clínicas XE "Simulações clínicas"  ? Internet XE "Internet"  - PBL XE "PBL"

B147

Efeitos da Administração de Testosterona na Modulação da Expressão gênica de IFN-(, IL-12, IL-10, TNF-( e Componentes de Apoptose (Fas, Fas-L e Bcl-2) em Cultura de Células Esplênicas de Camundongo Nod (Non Obese Diabetic)

Letícia Sewaybricker (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Ricardo L Zollner (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A influência dos hormônios sexuais nas respostas imunes tem sido estudada principalmente na relação com algumas doenças auto-imunes onde podem ser observados níveis altos de estrógeno e baixos de andrógeno. É lícito pensar que a alteração na proporção entre estrógeno e andrógeno possa acarretar em condições favoráveis para o desenvolvimento de doenças autoimunes. No presente trabalho, estudamos a modulação de testosterona sobre a expressão gênica de citocinas (RT-PCR), adicionada em diferentes concentrações (5, 10, 20 e 30nM) às culturas de células esplênicas de camundongos fêmeas da linhagem Nod (modelo experimental autoimune espontâneo) e analisadas nos tempos 24, 48 e 72 horas do estímulo,. Os resultados sugerem efeito proliferativo da testosterona em 72 horas na concentração de 5 nM, avaliadas através do teste de viabilidade celular e de MTT. Nas culturas de 72 horas sob estímulo de 30 nM, foi observada aumento na expressão mRNA de IL-12. Por outro lado, a expressão de IL-10 estava diminuída na concentração de 5nM, assim como a expressão de Fas-L, Bcl-2 e TNF-( com 10nM nas culturas de 72 horas. Os resultados obtidos sugerem efeito modulatório dose e tempo dependente da Testosterona sobre a expressão citocinas.

Testosterona XE "Testosterona" - Citocinas XE "Citocinas" - Nod-mice XE "Nod-mice"

B148

FATORES DE RISCO E QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES COM DOENÇA ARTERIAL OBSTRUTIVA PERIFÉRICA

Vaneska Cristiane Cabral (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Roberta Cunha Rodrigues Colombo (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

Este estudo tem como objetivo avaliar a qualidade de vida (QV) de pacientes com doença arterial obstrutiva periférica, distribuídos em duas categorias clínicas - Claudicação intermitente (CI) e Isquemia Crítica (IsqC), bem como verificar a influência dos fatores de risco (FR) na QV. Foram arrolados 31 sujeitos, em acompanhamento ambulatorial e/ou internados na Enfermaria de Cirurgia Vascular do HC-Unicamp. A QV foi avaliada por meio do Medical Outcomes Study Short Form - (SF-36). Houve prevalência do sexo masculino (71% ou 22/31), média de idade de 60,8 ((11,7) anos, com tempo médio de 3,9 ((3,6) anos de estudo e renda média mensal de 1,98 ((1,8) salários mínimos. Constatou-se predomínio de HAS (83,8% ou 26/31), seguida pela dislipidemia (35,6% ou 11/31), Diabetes mellitus (29% ou 9/31) e tabagismo (22,6% ou 7/31); 70,9% (22/31) dos sujeitos compuseram o grupo CI e 29,1% (9/31) o IsqC. Para o grupo CI, constatou-se baixos escores nos domínios aspectos físicos, vitalidade e aspectos emocionais; no grupo IsqC houve comprometimento dos aspectos físicos, capacidade funcional e dor. Espera-se, com a ampliação da amostra, comparar a medida da QV entre os grupos e avaliar a influência dos FR na QV.

Doença arterial Periférica XE "Doença arterial Periférica"  ? Qualidade de Vida XE "Qualidade de Vida"  ? Fatores de Risco XE "Fatores de Risco"

B149

ESPECIALIDADES COM GRANDE NÚMERO DE PROCESSOS NO CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO (CREMESP): ESTUDO COMPARATIVO

Fernando dos Ramos Seugling (Bolsista PIBIC/CNPq), Moacyr Esteves Perche e Prof. Dr. Roberto Teixeira Mendes (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Desde meados da década de 90, há um progressivo aumento das denúncias de má-prática médica junto ao CREMESP. Em números absolutos, há grandes diferenças na abertura de processos e na condenação dos médicos das diversas especialidades. Entretanto, não havia estudos que, utilizando-se de coeficientes, permitissem comparar as especialidades entre si. Este projeto estudou a ocorrência de processos e condenações nos períodos de 1995 a 2001 e em 2002, comparando as especialidades. Foi analisada a correlação entre as especialidades, através da criação de coeficientes de incidência de processos e condenações. O total de processos instaurados em 2002 foi de 1007 processos, sendo 12,7 processos/1000 médicos. A especialidade com maior número de processos em 2002 foi ginecologia-obstetrícia. Proporcionalmente ao número total de médicos especialistas, cirurgia plástica foi a especialidade com maior incidência de processos, com 45,5 processos/1000 cirurgiões. Em relação aos julgamentos realizados em 2002, cirurgia plástica foi a especialidade com maior número de condenações. Os coeficientes de incidência de processos e condenações por especialidade estabeleceram uma ordem diferente daquela definida pelos números absolutos.

Ética Médica XE "Ética Médica"  ? Especialidades XE "Especialidades"  ? Processos XE "Processos"

B150

CITOMEGALOVÍRUS EM TRANSPLANTADOS HEPÁTICOS: COMPARAÇÃO ENTRE ANTIGENEMIA E NESTED-PCR NO SANGUE PERIFÉRICO

Everton Luiz Rodrigues do Patrocínio (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Sandra Cecília Botelho Costa (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

O CMV é um agente infeccioso de alta prevalência na população em geral e nos indivíduos imunossuprimidos ele é a maior causa de morbidade e mortalidade, principalmente em pacientes transplantados. Neste projeto, comparamos dois métodos de diagnóstico para a infecção ativa do CMV: a Antigenemia e o N-PCR (reação em cadeia da polimerase tipo Nested) em leucócitos, correlacionando os achados com o quadro clínico dos pacientes. Selecionamos 20 pacientes que receberam transplante hepático ortotópico no Hospital das Clínicas da UNICAMP. No pré-transplante, coletou-se quando possível, amostras do doador e do receptor. Já no pós-transplante a periodicidade dos testes foi, na medida do possível, semanal no primeiro mês, quinzenal até o terceiro mês e mensal até que se completasse um ano. Realizamos dois tipos de métodos para detecção do CMV: 1) Antigenemia, para detecção e quantificação de antígenos do CMV no sangue periférico; 2) Reação em cadeia da polimerase tipo Nested (N-PCR) para detecção de DNA viral no sangue. Os testes de antigenemia foram positivos em 8 (40%) pacientes e negativos em 12 (60%). A N-PCR foi positiva em 17 pacientes (85%), negativa em 3 (15%). A infecção ativa ocorreu em 16 (80%) dos pacientes e provável doença em 11 (55%). A técnica de antigenemia foi menos sensível porém mais específica que a N-PCR. A combinação dos 2 testes é a melhor forma de monitorização do CMV.

CMV XE "CMV"  - Antigenemia XE "Antigenemia"  - PCR XE "PCR"

B151

Monitorização da Co-Infecção pelo CMV e HHV-6 em Pacientes Receptores de Transplantes Hepáticos

Marcelo Naoki Soki (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Sandra Cecília Botelho Costa (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

O Citomegalovírus (CMV) e o Herpesvírus Humano 6 (HHV-6),pertencentes à subfamilia betaherpesvírus, são de alta prevalência na população e quase sempre a infecção permanece assintomática em adultos saudáveis. Porém em imunocomprometidos, como em pacientes submetidos à transplantes, esses dois vírus podem causar complicações graves, que vão desde rejeição de enxertos ao óbito. Esse estudo visa a monitorização da co-infecção pelo CMV/HHV-6 em pacientes que se submeterem à transplante hepático no Hospital das Clínicas (HC) da UNICAMP e correlacionar os dados obtidos com o impacto clínico nesse grupo de pacientes. A monitorização foi feita por testes de antigenemia (AGM) e NESTED-PCR (N-PCR) em sangue periférico para a detecção do CMV, e N-PCR também em sangue periférico para a detecção do HHV-6, que foram realizadas no pré-operatório e periodicamente no pós-operatório nesses pacientes, durante um ano. O CMV, detectado pelo N-PCR e AGM, mostrou ser de grande prevalência e importância clínica entre os transplantados, principalmente em casos de provável doença por CMV e rejeição de enxerto. O HHV-6, detectado pela N-PCR, tem alta prevalência e parece representar um possível fator de risco para rejeições de enxerto e doença por CMV.

CMV XE "CMV"  - HHV-6 XE "HHV-6"  - Transplante Hepático XE "Transplante Hepático"

B152

ALTA EXPRESSÃO DE Apaf-1LN EM LEUCEMIA MIELÓIDE AGUDA PODE ESTAR RELACIONADA A FALHA NA TERAPIA DE INDUÇÃO DE REMISSÃO

Bruno Deltreggia Benites (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Sara Teresinha Olalla Saad (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A formação do complexo citocromo c/Apaf-1/caspase-9 é a principal via envolvida na apoptose induzida pela quimioterapia anti-câncer. São conhecidas 4 isoformas de Apaf-1. Duas delas, Apaf-1XL e Apaf-1LN, têm uma inserção de 11 aminoácidos na região N-terminal e a Apaf-1XL tem também uma repetição WD adicional. Em tecidos humanos normais, Apaf-1XL é a isoforma mais expressa. Entretanto, linhagens de células cancerosas expressam quantidades significantes de Apaf-1LN. Neste trabalho, amostras de medula óssea de 28 pacientes com leucemia mielóide aguda e 15 controles normais foram submetidas a RT-PCR semi-quantitativo. Todas as amostras apresentaram ambas as isoformas. Apaf-1XL foi a mais expressa em todos os controles normais. Entretanto, 50% das amostras de LMA expressaram igualmente as duas isoformas ou predominantemente Apaf-1LN. Comparando o grupo 1: expressando predominantemente Apaf-1XL (Apaf-1XL/Apaf-1LN > 1) e o grupo 2 (Apaf-1XL/ Apaf-1L < ou =1), quanto à resposta ao primeiro ciclo de terapia de indução de remissão , 32% apresentaram remissão completa (sendo apenas 1 paciente do grupo 2), 25% não alcançaram a remissão completa (sendo todos eles do grupo 2) e 43% tiveram óbito precoce (igualmente distribuídos entre os dois grupos). Assim, mostramos pela primeira vez que Apaf-1LN é mais expressa em LMA e associa-se a má resposta à quimioterapia.

Apaf-1  XE "Apaf-1" - Apoptose XE "Apoptose"  -Leucemia XE "Leucemia"

B153

ARHGAP10, nova proteína humana com domínios Rho-GAP, PH e PDZ, e sua possível relação com o citoesqueleto de actina e com a diferenciação celular

Paula de Melo Campos (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Sara T.O. Saad (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

Redes protéicas citoesqueléticas estão presentes em várias estruturas intracelulares, podendo envolver-se em reciclagem, tráfico e triagem de proteínas, transmissão de sinais, controle do ciclo celular e da transcrição, migração e transporte de proteínas, e neoplasias, entre outros. Recentemente, foi seqüenciado em nosso laboratório um novo gene que codifica uma proteína, ARHGAP10, contendo três domínios funcionais importantes: Rho-GAP, PH e PDZ, sugerindo uma possível relação da ARHGAP10 com a organização do citoesqueleto de actina e com a regulação de diversos processos celulares, como a diferenciação e a migração celulares. No presente estudo, por Northern Blotting, observamos grande expressão da ARHGAP10 em tecidos altamente diferenciados e o aumento da expressão de seu mRNA em linhagens hematopoiéticas induzidas à diferenciação. Através da realização de Real Time PCR com cDNA transcrito a partir de RNA extraído de linhagens celulares hematopoiéticas HL60 e de eritroblastos antes e após a indução da diferenciação celular, detectamos um aumento de 30 e 14 vezes, respectivamente, na expressão do gene ARHGAP10 em células diferenciadas. Estes resultados sugerem grande importância do gene ARHGAP10 nos processos de diferenciação celular e de supressão de neoplasias.

Genoma XE "Genoma"  - Biologia Molecular XE "Biologia Molecular"  - Diferenciação Celular XE "Diferenciação Celular"

B155

Identificação dos Fatores Determinantes da Desnutrição Infantil em uma Região de Pobreza do Município de Campinas - SP

Giselli Luciano (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Silvana Denofre Carvalho (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

A desnutrição é causa de elevada mortalidade infantil e as crianças são suas vítimas. Estas crianças têm maior probabilidade de apresentar baixo desenvolvimento cognitivo, sofrer danos neurológicos, além de ter menos resistência a doenças. Este trabalho visa diagnosticar este problema, o que é extremamente importante para o planejamento de ações educativas que diminuam a ocorrência desta patologia e possibilitem uma intervenção precoce. Tem como objetivo identificar o perfil do desnutrido para planejar ações educativas. Os dados foram coletados através da leitura do prontuário de 27 desnutridos menores de cinco anos. Foram analisados descritivamente. Dentre os resultados obtidos consta que a média do peso neonatal destas crianças foi de 2,733 quilogramas e 26% delas estava abaixo de 2,500 quilogramas. 83,3% das mães amamentaram, embora, apenas 30% até o sexto mês. A principal conclusão fala a favor de que o ambiente é prioritariamente determinante na desnutrição, quando comparado às condições do nascimento. Enquanto a enfermagem não atuar sobre ele, com um enfoque direcionado à família, sua assistência ao desnutrido não terá total eficácia.

Desnutrição infantil XE "Desnutrição infantil"  - Desnutrição Proteico-Calórica XE "Desnutrição Proteico-Calórica"  - Relações Familiares XE "Relações Familiares"

B156

ESTUDO COMPARATIVO DAS AVALIAÇÕES NEUROPSICOLÓGICAS E DE NEUROIMAGEM EM CRIANÇAS COM DISTÚRBIO ESPECÍFICO DE LEITURA (DISLEXIA)

Rodrigo Genaro Arduini (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Sylvia Maria Ciasca (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

Dislexia é um transtorno na capacidade de crianças e adultos desenvolverem plenamente habilidades de leitura e escrita. Objetivos: Analisar os achados de neuroimagem em pacientes com dificuldade de aprendizagem e correlacioná-los com avaliações das funções corticais superiores. Metodologia: Foram estudados 35 prontuários de crianças avaliadas no Ambulatório de Neuro-Dificuldades de Aprendizagem no período de 1994 a 2002, submetidas à avaliação neuropsicológica e exame de imagem. As crianças eram de ambos os sexos, com idade média de 9 anos, escolaridade de pré-primário a 4ª série, nível socioeconômico médio-baixo. Resultados: Após análise estatística, obteve-se um total 22 exames alterados (62,85%), e destes 14 tinham alteração na porção mesial do lobo temporal, hemisfério esquerdo, 2 no parietal, 2 no occipital e 3 nos hemisférios cerebelares houve significância entre o sexo, idade e a área disfuncional. Também houve significativa correlação com as provas de leitura e escrita, uma vez que as crianças que apresentaram hipoperfusão tinham diagnóstico de dislexia do desenvolvimento, em sua totalidade. Conclusão. A hipótese é que haja uma mediação da diminuição do fluxo sanguíneo do lobo temporal, hemisfério esquerdo, interferindo na leitura, soletração, escrita, déficit perceptual através do processamento visual, auditivo e motor nestas crianças.

Neuropsicologia XE "Neuropsicologia"  ? Dislexia XE "Dislexia"  - Neuroimagem XE "Neuroimagem"

B157

O SOCIAL OCULTO NAS QUEIXAS DE DISTURBIOS DE COMUNICAÇÃO

Waleria Atiane Neres Xavier (Bolsista FUNDAP) e Profa. Dra. Zélia Zilda Lourenço Camargo Bittencourt (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

O processo de triagem da clínica de Fonoaudiologia/FCM/UNICAMP envolve profissionais de Fonoaudiologia e Serviço Social, onde o fonoaudiólogo atua por meio de anamnese e testes direcionados à queixa e o assistente social com a entrevista procura conhecer o contexto social em que o paciente está inserido, trazendo a tona à subjetividade ocultada na queixa manifesta. O estudo teve como objetivo conhecer o perfil dos usuários e as queixas que os levaram a procurar o serviço. Realizamos um levantamento de 113 prontuários no período de janeiro a março de 2004. Observamos que 64% da amostra são de sexo masculino, com idade variando de 1 a 59 anos, sendo a faixa etária predominante de 4 anos. Localidade: verificamos distribuição em Campinas (60%), município da DIR XII (20,5%); outras cidades de SP (7,5%) e outros estados (12%). Escolaridade: pré-escola (43%); Ensino Fundamental completo (48,5%); Ensino Médio completo (8,5%). Renda Familiar: 1 sm (12,7%); 2 a 4 sm (40,5%); 5 a 9 sm (31,5%); superior a 10 sm (9%) e desempregados (6,3%).Quantos a queixas relatadas na triagem observamos problemas de linguagem (86%); associados à surdez (12%); motricidade oral (12%) e voz (2%). A triagem social propicia a compreensão da queixa como reflexo do cotidiano, cabendo ao profissional utilizar este espaço para intervenções educativas e de informações dos direitos de cidadania e dos recursos sociais, visando uma melhor qualidade de vida.

Triagem XE "Triagem"  - Queixa XE "Queixa"  - Social XE "Social"

B158

histórias infantis e linguagem escrita na surdez

Juliane Adne Mesa Corradi (Bolsista FUNDAP) e Zilda Maria Gesueli (Orientadora), CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A contagem de histórias para crianças em idade pré-escolar e escolar tem importância fundamental no processo de aquisição da linguagem. As histórias infantis propiciam a construção do conhecimento, que se dá através da linguagem. O contexto das histórias enriquece a prática pedagógica, devendo este ser trabalhado em seus mais variados aspectos: ambiente, alimentação, vestuário, personagens e suas situações diversas. Neste sentido, o trabalho desenvolvido tem como objetivo verificar a importância das histórias infantis narradas em língua de sinais para a aquisição da escrita de crianças surdas (5 ? 7 anos), possibilitando o acesso a língua portuguesa. A língua de sinais, com estrutura própria e natural da comunidade surda, favorece a interação dos surdos com o texto/contexto das histórias infantis, permitindo a leitura de mundo. Assim, considerando a educação bilíngüe, o instrutor surdo constitui-se como interlocutor privilegiado, como mediador no processo de aquisição da língua de sinais. A compreensão do contexto da história ocorre através da língua de sinais, proporcionando à criança surda o aprendizado da escrita como segunda língua.

História infantil -  XE "História infantil"  Escrita XE "Escrita"  - Surdez XE "Surdez"

Faculdade de Educação Física

B159

Atividade Física e Qualidade de vida: estudo experimental em mulheres sedentárias do Jardim São Marcos, Campinas - SP

Ana Paula Martins Vicentin (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Aguinaldo Gonçalves (Orientador), Faculdade de Educação Física ? FEF, UNICAMP

Considerando a atual realidade mundial, muitos são os fatores que originaram e reafirmam as diferenças no âmbito das condições enfrentadas pelos diferentes grupos sociais, definindo o acesso a bens e produtos que, não eventualmente, acabam fora do cotidiano de grande parte da sociedade. Segundo linha atual, entende-se que qualidade de vida (QV) é determinada a partir da inter-relação de elementos objetivos, ou pela condição de vida e subjetivos, ou pelo estilo de vida. No presente estudo tomou-se como objeto de investigação verificar o efeito da aplicação de programa de atividade física em hidroginástica na QV de 40 mulheres sedentárias, excluídas da população economicamente ativa. Para avaliação, utilizou-se questionário recomendado pela Organização Mundial da Saúde, o WHOQOL-Bref. Comparações de médias foram feitas pelo teste t de Student para amostras pareadas e de mediana pela prova não-paramétrica de Wilcoxon. Dos quatro domínios de QV investigados, apenas o referente a relações sociais não apresentou diferença estatisticamente significante, apesar das condutas psico-sociais de empoderamento e cidadanização desencadeadas pelo programa, como participação em atividades associativas, diálogo com autoridades setoriais, instituições de serviço e organizações não governamentais. Considera-se, assim, que se reuniram evidências, aparentemente pioneiras, que questionam a adequação da aplicação do referido instrumento internacional para o estrato populacional considerado.

Atividade Física XE "Atividade Física"  - Qualidade de Vida XE "Qualidade de Vida"  - Estudo Experimental XE "Estudo Experimental"

B160

Imagem Corporal e Lesão Medular: uma Pesquisa Bibliográfica

Maria Luíza Tanure Alves (Bolsista- PIBIC/CNPq) e Prof Dr. Edison Duarte (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP

As pessoas com lesão medular traumática apresentam uma interrupção brusca no processo de desenvolvimento da imagem corporal. O trauma muda a condição do indivíduo. Com isto a imagem corporal sofre grandes mudanças, necessitando de adaptações. Nosso estudo consistiu na realização de um levantamento bibliográfico sobre o tema, no período de 1990 a 2003, com a respectiva análise e interpretação dos resultados, através da estruturação de fichamentos com as principais idéias de cada autor. Os fichamentos nos possibilitaram o cruzamento de idéias dos autores. Nosso objetivo nesse estudo foi compilar, reunir e analisar os principais trabalhos sobre o tema, servindo como subsidio para os profissionais que atuam ou venham a atuar com essa população. Assim, pudemos observar a escassez de trabalhos sobre o tema. Os estudos realizados, em sua maioria, concentram-se na análise de aspectos psicológicos da imagem corporal. A imagem corporal de pessoas com lesão medular encontra-se alterada após a lesão devido a mudanças na percepção corporal causada pelo trauma. Há ainda uma mudança perceptual de seu corpo que aliada a mudanças em suas relações sociais modificam sua imagem corporal. O trauma traz para o deficiente sentimentos depreciativos com relação ao seu próprio corpo, acarretando modificações no modo como este percebe e interage com os outros e o mundo.

Imagem Corporal XE "Imagem Corporal"  - Lesão Medular XE "Lesão Medular"  - Deficiência Física XE "Deficiência Física"

B161

APROXIMANDO A EDUCAÇÃO FÍSICA ÀS ARTES CÊNICAS: METODOLOGIA DO TECIDO ACROBÁTICO

Carolina Silveira Serra (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Jorge Sérgio Pérez Gallardo (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP

O tecido acrobático é uma das técnicas aéreas circenses que consiste em um grande pano fixado em uma estrutura (ponto de fixação) à aproximadamente 6 metros de altura onde são realizadas manobras acrobáticas e quedas. O interesse pela prática da modalidade vem crescendo muito nos últimos anos, especialmente dentro da Faculdade de Educação Física da UNICAMP que chegou a oferecer Curso de Extensão de tecido acrobático pela CODESP/FEF no ano de 2002 e 2003. Este estudo apresenta um sequenciamento pedagógico dos elementos básicos do tecido, bem como as estratégias metodológicas necessárias para o ensino dos mesmos com a intenção de facilitar a apropriação eficiente e sem risco das diferentes habilidades que a modalidade exige. A pesquisa foi realizada com base em bibliografias sobre as artes circenses, circo contemporâneo e metodologias de ensino em Ginástica Geral. A parte exploratória da pesquisa contou com o apoio de um grupo de alunos voluntários, interessados em iniciarem-se na modalidade. A publicação deste trabalho vem para auxiliar o processo de ensino/ aprendizagem da modalidade de tecido acrobático podendo este ser aplicado em aulas para iniciantes e ainda auxiliar em processos de composições coreográficas, uma vez que ainda não existe nada publicado neste sentido.

Educação Física XE "Educação Física"  - Ensino/Aprendizagem XE "Ensino/Aprendizagem"  - Tecido Acrobático XE "Tecido Acrobático"

B162

UM ESTUDO DA APLICAÇÃO DA GINÁSTICA RÍTMICA NA FAIXA ETÁRIA DE 5 A 8 ANOS

Kizzy Fernandes Antualpa (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Jorge Sérgio Pérez Gallardo (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP

A Ginástica Rítmica tradicionalmente caracterizada por ser um esporte de alto rendimento, é pensada neste projeto a partir de uma nova proposta metodológica. Através da experiência infantil pretendi encontrar nas habilidades motoras básicas das crianças, elementos que possam futuramente facilitar a apropriação das habilidades técnicas da Ginástica Rítmica. Este trabalho através da recuperação de temas como aprendizagem motora e desenvolvimento motor concluiu que a metodologia dos três momentos atribuída a Vygostsky foi de grande importância para a conclusão da pesquisa. As alunas através da criatividade, imaginação e exploração das brincadeiras do cotidiano e transferência destes para os elementos ginásticos criaram sua própria forma de manifestação, o que pode ser notado a partir da coreografia elaborada e apresentada no festival interno da FEF. A percepção espacial, temporal, o ritmo, a propriocepção, a flexibilidade e outros tópicos característicos da ginástica rítmica foram desenvolvidos com sucesso, sempre respeitando o desenvolvimento motor e cognitivo das crianças. Concluo que este trabalho alcançou seu objetivo, pois demonstrou que a ginástica pode passar de uma habilidade altamente estruturada, aquela que apenas segue modelos, para uma habilidade pouco estruturada, permitindo a execução dos movimentos de acordo com suas próprias experiência e condições.

Ginástica Rítmica XE "Ginástica Rítmica"  - Nova Metodologia XE "Nova Metodologia"  -Transferência de Habilidades XE "Transferência de Habilidades"

B163

Análise das Adaptações Orgânicas ao Treinamento Físico em Homens Saudáveis de Meia Idade em Resposta a uma Seqüência Fixa de Execução Durante a Sessão de Treino: Exercícios Aeróbios e Exercícios de Resistência Muscular Localizada

Tatiana Vasques Giacomello (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Mara Patricia Traina Chacon-Mikahil (Orientadora), Faculdade de Educação Física ? FEF, UNICAMP

O presente estudo foi desenvolvido longitudinalmente, onde 8 voluntários do sexo masculino (46,1( 4,1 anos, sedentários e clinicamente saudáveis) foram submetidos a 12 semanas de um programa combinado de treinamento físico aeróbio (30 minutos/sessão) que precedia o treinamento com pesos (resistência muscular localizada - RML) em 3 sessões semanais. No pré e pós-treino foram realizados testes para avaliar a aptidão física: antropometria, composição corporal, flexibilidade, dinamometria, teste de 1 repetição máxima (1-RM), teste de RML, avaliação cardiovascular na condição de repouso (FC, variabilidade da freqüência cardíaca (VFC), PAS) e avaliação da capacidade aeróbia durante o exercício dinâmico em esteira rolante. A análise dos dados mostrou que os indicadores de composição corporal (massa corporal, % gordura, somatória de dobras cutâneas e IMC) e a FC de repouso foram reduzidos. Concomitantemente, as variáveis ligadas aos índices motores melhoraram (RML, 1-RM, flexibilidade e velocidade de corrida no pico de esforço dinâmico para uma mesma FCmáx). Adicionalmente, procederemos a análise dos componentes de VFC de repouso e a comparação com outras metodologias de treinamento que utilizaram seqüência inversa do tipo de exercício e/ou apenas um tipo de exercício físico.

Treinamento Físico XE "Treinamento Físico" - Meia-Idade XE "Meia-Idade" - Adaptações Orgânicas XE "Adaptações Orgânicas"

B164

Estudo das Adaptações Morfofuncionais em Homens Saudáveis de Meia Idade Utilizando-se uma Seqüência Fixa de Execução do Tipo de Exercício Durante a Sessão de Treino: Exercícios de Resistência Muscular Localizada e Exercícios Aeróbios

Thiago Gaudensi Costa (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Mara Patrícia Traina Chacon-Mikahil (Orientadora), Faculdade de Educação Física ? FEF, UNICAMP

Neste estudo submetemos 8 voluntários (48,1(5 anos) saudáveis e sedentários, a um programa de 12 semanas de treinamento físico (TF) com 3 sessões semanais, e seqüência fixa do tipo de exercício iniciando-se pelo TF de resistência muscular localizada (com pesos livres) e finalizando com o TF Aeróbio (30 minutos/sessão). Foram realizados exames clínicos iniciais e aplicados no pré e pós-treino: avaliação da composição corporal, testes motores (flexibilidade, resistência de força e força máxima), cardiovasculares no repouso e avaliação da capacidade aeróbia durante exercício dinâmico em esteira rolante. Dentre os resultados obtidos encontramos reduções (p<0,05) na composição corporal: massa corporal, % de gordura, somatória de dobras cutâneas e IMC. Os indicadores funcionais apontaram aumentos (p<0,05): na resistência muscular localizada, na força máxima, na velocidade de corrida no pico de esforço dinâmico para uma mesma FCmáx e tendência à redução da FC de repouso. As mudanças observadas em resposta ao TF no grupo estudado mostraram importantes modificações nos indicadores de aptidão física relacionados à saúde. No entanto, será necessária uma posterior comparação dos resultados com outros estudos que utilizaram seqüência inversa do tipo de exercício e/ou apenas um tipo de exercício físico.

Treinamento Físico XE "Treinamento Físico"  - Meia-Idade XE "Meia-Idade"  - Adaptações Orgânicas XE "Adaptações Orgânicas"

B165

Pessoas com Esclerose Múltipla e a prática de atividades lúdico-recreativas

Márcia da Silva Orlando (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria da Consolação Gomes Cunha Tavares (Orientadora), Faculdade de Educação Física ? FEF, UNICAMP

O lazer possui uma grande importância na vida de todas as pessoas e está habitualmente relacionado ao bem estar físico, mental e social do indivíduo. Mas devido a sua amplitude de diversidade é sempre um desafio pensar na elaboração de uma proposta de atividades lúdico-recreativas. Por isso é fundamental o conhecimento das características e interesses do grupo, seja qual for.O objetivo deste trabalho foi investigar as características, interesses e expectativas de pessoas portadoras de Esclerose Múltipla por atividades físicas recreativas. Para isso, foi realizada uma pesquisa bibliográfica sobre o assunto e elaborado um questionário para se conhecer o envolvimento dessas pessoas com atividades físicas recreativas antes e depois do diagnóstico da doença. Os resultados dessa pesquisa poderão servir para uma melhor adequação dos trabalhos de profissionais de Educação Física para essa população.

Esclerose Múltipla  XE "Esclerose Múltipla" - Atividade Física  XE "Atividade Física" - Lazer XE "Lazer"

B166

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE AS MODALIDADES DE GINÁSTICA LOCALIZADA E STEP, NAS VARIÁVEIS DE COORDENAÇÃO MOTORA E APTIDÃO FÍSICA EM MULHERES FREQUENTADORAS DOS PROJETOS DE EXTENSÃO DESSAS MODALIDADES, NA UNICAMP

Bruna Mariano Mioto (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Mariângela Gagliardi Caro Salve (Orientadora), Faculdade de Educação Física ? FEF, UNICAMP

Esta pesquisa teve por objetivo avaliar e comparar os graus de desenvolvimento dos componentes relacionados à coordenação motora e aptidão física, antes e após a prescrição de um programa de atividade física nas modalidades de Step e Ginástica Localizada. Para tal, foram selecionadas 17 alunas de Step e 14 alunas de Ginástica Localizada, todas freqüentadoras dos projetos de extensão da UNICAMP, com idade entre 20 e 40 anos. O programa de exercícios teve duração de 4 meses. As variáveis estudadas foram: composição corporal, flexibilidade e coordenação motora. A composição corporal foi medida através da apuração do peso, circunferência do abdômen, antebraço, panturrilha, coxa e dobras cutâneas triciptal, supra ilíaca e coxo femural. A flexibilidade foi medida através do flexômetro e foi apurada a flexibilidade do quadril. E a coordenação motora foi medida através do teste de KTK. Os dados foram analisados através do teste t de Student. Os resultados encontrados mostraram melhora significativa para os testes de coordenação motora e flexibilidade em ambas modalidades. Com relação a composição corporal não obtivemos resultados significantes, relacionamos isto ao não acompanhamento da dieta das voluntárias. Porém aconselham-se mais estudos a respeito deste assunto.

Aptidão Física XE "Aptidão Física"  - Coordenação Motora XE "Coordenação Motora"  - Step XE "Step"

B167

Análise do Programa Normativo Brasileiro (2001 ? 2004)

Heber Teixeira Pinto (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Miguel de Arruda (Orientador) Faculdade de Educação Física ? FEF, UNICAMP

Após observar que países detentores de ótima qualidade técnica na ginástica olímpica masculina (GOM) utilizam-se programas básicos e únicos de desenvolvimento nacional compostos de exercícios específicos em cada aparelho que os ginastas devem aperfeiçoar de acordo com sua faixa etária, respeitando o principio de seu desenvolvimento e condições individuais de treinamento e que havia sido tentado no Brasil, por meio de programas e regulamentos específicos adequar e aproximar o nível técnico dos ginastas brasileiros, ao que era exigido na GOM de alto nível e nas regras oficiais do Código de Pontuação, o Comitê Técnico Masculino, órgão responsável pela GOM no Brasil chegou à conclusão de que seria necessário a criação de um programa que a desenvolvesse em âmbito nacional de forma hegemônica, com essa intenção criou-se o Programa Normativo Brasileiro (PNB). Esta pesquisa tem como principal objetivo de saber se o programa normativo está sendo eficaz e se está sendo possível seguir o conteúdo do PNB. Isso foi feito através de uma entrevista estruturada com os técnicos que participaram do Campeonato Brasileiro Pré-Infantil e Juvenil realizado em Londrina/PR de 31/10 a 02/11 de 2003. Resultados: o PNB contribuiu bastante para o GOM, porém necessita algumas mudanças para melhor adequá-lo à realidade brasileira, uma vez que o mesmo foi baseado em um programa cubano.

Ginástica Olímpica Masculina XE "Ginástica Olímpica Masculina"  - Programa Normativo Brasileiro XE "Programa Normativo Brasileiro"  - Análise de Programa XE "Análise de Programa" .

B168

TREINAMENTO DE FORÇA DENTRO E FORA DA ÁGUA: RELAÇÃO ENTRE GANHO DE FORÇA FORA DA ÁGUA E SUA TRANSFERÊNCIA PARA VELOCISTAS

Augusto C. Barbosa (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Orival Andries Jr. (Orientador), Faculdade de Educação Física ? FEF, UNICAMP

O trabalho buscou verificar a relação entre ganho de força fora da água (GFFA) e a performance dentro dela (PDA) em nadadores velocistas. Foram utilizados 16 atletas do sexo masculino (21,93 anos ( 2,17), divididos em dois grupos: Controle (GC) e Experimental (GE), submetidos aos mesmos treinos na água (5h semanais). O GE, além do treinamento na água, foi submetido a treinos de força (2h semanais). A avaliação na água utilizou: Teste de 25m (T25) ? 3 x 25m com 3 minutos intervalo: avaliar velocidade e aceleração; Teste 50m (T50) ? 3 x 50m com 5 minutos de intervalo: avaliar resistência de velocidade. Em ambos o melhor dos tempos foi o referencial. Em mesma época foram realizados testes de carga máxima (CM) e repetição máxima (RM) na musculação. Foram feitas duas avaliações: 3ª (M1) e na 17ª (M2) semana. Calculadas as velocidades médias de M1 e M2 observou-se que a melhora percentual tanto no T25 (G1 3,52% x 4,81% G2) como no T50 (G1 4,94% x 5,96% G2) foram mais favoráveis ao G1, mesmo quando os dados de GFFA indicam o contrário, quando considerada a CM em três aparelhos (Supino Reto Fechado (SRF): G1 5,41% x 15,35% G2; Remada alta (RA): G1 6,48% x 15,77% G2; Leg Press 45º (LP): G1 12,44% x 24,12% G2) ou parcialmente a RM (SRF: G1 -5,93% x -5,88% G2; RA: G1 0,86% x 5,88% - G2; LP: G1 11,32% x 8,38% G2). Os resultados sugerem que um maior GFFA pelo G2 não influenciou o resultado no PDA, indicando que a especificidade é fundamental no treinamento esportivo.

Treinamento XE "Treinamento"  - Força XE "Força"  - Natação XE "Natação"

B169

IN AQUA OUT TRAINING ? CONDICIONAMENTO FÍSICO ATRAVÉS DE EXERCÍCIOS DENTRO E FORA DA ÁGUA: UMA PROPOSTA DE TRABALHO DE FORÇA

Rafael Carvalho de Moraes (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Orival Andries Junior (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP

A força é uma capacidade física de extrema importância tanto para atletas quanto para o cotidiano das pessoas. Nesse sentido esta pesquisa foi realizada, com intuito de aumentar o desempenho dos alunos através de um condicionamento físico realizado dentro e fora da água. A pesquisa teve um caráter quase experimental, com observação participante como técnica complementar. A amostragem foi definida de forma não probabilística e por critério de acessibilidade, (o interesse manifestado pela matrícula). Foram utilizados alunos do Projeto Treinando Natação com idade média de 25,96 anos (( 7,16). Em 17 semanas foram feitas avaliações de membros superiores e inferiores na 2ª, na 9ª e na 16ª semana do período. Para execução do programa houve à disposição uma piscina de 25 metros e sua área pavimentada e materiais ali disponíveis. Este tipo de treinamento foi denominado IN AQUA OUT TRAINNING. Foi levada em consideração a freqüência dos alunos de forma rígida e fidedigna. A avaliação foi realizada através de exercícios de RF, relacionando o número de repetições executadas pelo tempo estipulado. Também foi feito teste de exercício em isometria (fora da água) e testes de condicionamento físico adquirido na água. Para os exercícios avaliadores dentro da água ? Corrida sem Apoio: 16 chegadas no menor tempo possível em minutos / Teste de 12 minutos: número de chegadas / Abdução de Braços: repetições em 1 minuto ? houve melhora significativa: 22,36%, 22,29%, 30,30% respectivamente. Nos testes fora da água ? Flexão de braço, Abdominal, Tríceps Chão, Panturrilha Esquerda, Panturrilha Direita: máximo número de repetições em um minuto ? Ski: tempo estático máximo ? a melhora foi ainda mais significativa: 50,49%, 31,62%, 53,78%, 83,05%, 69,87%, 208,27% respectivamente.

Condicionamento Físico  XE "Condicionamento Físico" - Força  XE "Força" - Água XE "Água"

B170

Inferências sobre um plano de ensino de esportes para crianças de 9 a 12 anos de idade

Jefferson Alexandre de Castro (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Paulo César Montagner (Orientador), Faculdade de Educação Física ? FEF, UNICAMP

Na cultura Brasileira os esportes coletivos têm uma importância muito grande, comprovado pelo número de indivíduos que praticam essas modalidades. Partindo desse pressuposto é necessário o estudo de formas de ensino de qualidade destas modalidades no Brasil. Através de metodologias baseadas na coletividade e na ludicidade, foi criado um plano de ensino adaptado aos padrões brasileiros, que através de jogos, brincadeiras e situações reduzidas de jogo, proporcionou uma forma prazerosa de aprender a modalidade handebol, em que o foco principal foi à realização com eficácia da modalidade e não o treinamento através da repetição de gestos técnicos. Em conjunto foi desenvolvida e aplicada uma forma de avaliação qualitativa, que avaliou os aspectos sociais, individuais e coletivos da população envolvida e que provou que a forma de ensino utilizada conseguiu proporcionar aos alunos todos os objetivos iniciais e gerais da pesquisa.

Pedagogia de Esporte XE "Pedagogia de Esporte"  - Handebol XE "Handebol"  - Ludicidade XE "Ludicidade"

B171

A VISÃO DOS ALUNOS DE GRADUAÇÃO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DO CAMPO DE CONHECIMENTO DA NUTRIÇÃO

Pablo Christiano Barboza Lollo (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Paulo Cesar Montagner (Orientador), Faculdade de Educação Física ? FEF, UNICAMP

Introdução: Entendemos que a nutrição tem forte ligação com a Educação Física. Tanto na área de treinamento em esportes como na Educação Física escolar. Na área de treinamento em esportes, a ligação da nutrição com a Educação Física fica facilmente evidenciada na busca do alto rendimento, como um dos fatores que pode maximizar o desempenho atlético, atingindo também a saúde geral do atleta. Na Educação Física Escolar, estudos sugerem que o programa de alimentação Escolar deve ser explorado no sentido de criar atividades educativas de Nutrição e saúde, adotando um aspecto pedagógico e não somente assistencial como vem sendo feito. Objetivo: observar a visão dos alunos de graduação em Educação Física do campo de conhecimento da Nutrição. Metodologia: elaboramos um questionário baseado em escala atitudinal, previamente testado. Este foi aplicado em 213 estudantes de Educação Física da Unicamp. Resultados: 93,4% dos estudantes acharam importante que o professor de E.F. atuante como treinador tenha conhecimentos básicos de nutrição, e 82,5% vêem como importante o conhecimento básico de nutrição para o professor atuante em escola. Conclusão: os resultados indicaram que o conhecimento de nutrição é importante para a formação do educador físico.

Educação Física XE "Educação Física"  - Estudantes XE "Estudantes"  - Nutrição XE "Nutrição"

B172

ANÁLISES DE PADRÕES RESPIRATÓRIOS EM NADADORES A PARTIR DE VIDEOGRAMETRIA

Amanda Piaia Silvatti (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Ricardo Machado Leite de Barros (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP

Para verificar se o treinamento em natação influencia nos padrões respiratórios dos sujeitos submetidos a essa prática por longos períodos, este projeto teve como objetivo a análise desses padrões a partir da videogrametria. Para analisar os sujeitos utilizou-se um sistema para a análise tridimensional de movimentos humanos (Sistema Dvideow). Foram realizadas filmagens de atletas do sexo masculino, entre 16 e 25 anos, que treinaram regularmente nos últimos dois anos com no mínimo três sessões semanais. Os atletas realizaram ciclos respiratórios em Volume Corrente (VC) durante um minuto e cinco ciclos respiratórios em Capacidade Vital (CV), na posição sentada. O modelo de marcação utilizado para representar a caixa torácica e o abdômen consiste de 60 marcadores posicionados sobre o tronco (posições geométricas e anatômicas). Para caracterizar os padrões respiratórios, analisou-se a movimentação dos marcadores localizados nas regiões torácica e abdominal.

Biomecânica XE "Biomecânica"  - Padrões Respiratórios XE "Padrões Respiratórios"  - Videogrametria XE "Videogrametria"

B173

ANÁLISE POR COMPONENTES PRINCIPAIS DOS DESLOCAMENTOS DE JOGADORES DE FUTEBOL OBTIDOS POR RASTREAMENTO AUTOMÁTICO

Rafael Pombo Menezes (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Ricardo Machado Leite de Barros (Orientador), Faculdade de Educação Física ? FEF, UNICAMP

O objetivo deste trabalho foi analisar os deslocamentos dos jogadores de futebol aplicando a Análise por Componentes Principais (ACP). Os deslocamentos de todos os jogadores durante toda a partida foram obtidos por meio de um software específico (Sistema Dvideow) com freqüência de 7.5 Hz. O movimento dos jogadores é descrito num plano, sendo o eixo x o comprimento e o eixo y a largura do campo. As Componentes Principais (CP) são obtidas por transformação de um conjunto original de p variáveis em um conjunto de q variáveis (q ? p), obtidas a partir de combinações lineares das variáveis originais, formando um novo sistema de coordenadas. Foram calculados os autovetores (u e v ? direções de maior variabilidade dos dados), autovalores (?1 e ?2 ? proporção entre cada eixo de dispersão). Para a representação gráfica das CP, os segmentos foram centrados na mediana das posições ocupadas por cada jogador, tendo como orientação os autovetores e tamanhos relativos aos autovalores. Para analisar a variabilidade desta forma de representação foram analisados os intervalos de tempo necessários para estabilizar a posição dos eixos referentes aos intervalos de 10o e 15o. A representação do comportamento tático da equipe pode ser obtida pela justaposição dos deslocamentos de cada jogador.

Biomecânica XE "Biomecânica"  ? Futebol XE "Futebol"  ? Análise Cinemática XE "Análise Cinemática"

B174

Pedagogia Do Esporte: Um Estudo Da Interdependência Entre o Esporte Profissional e a Iniciação Esportiva. O Caso Do Basquetebol Feminino De Campinas

Ylane P. G. da Silva (Bolsista PIBIC/CNPQ) e Prof. Dr. Roberto R. Paes (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP

Observa-se atualmente um momento de transição nas equipes brasileiras de basquetebol profissional, a saber, os últimos resultados obtidos pelas seleções brasileiras. Esta situação já apresentou-se de forma diferente, verifica-se a ausência de ídolos. È essa a principal questão que norteia esse estudo, que teve o intuito de investigar as relações entre a iniciação esportiva e o esporte profissional, tendo como exemplo o basquetebol feminino, da cidade de Campinas. A linha de argumentação desse trabalho foi desenvolvida da seguinte maneira. Num primeiro momento, foi elaborado um referencial teórico sobre o assunto: iniciação esportiva-esporte profissional através de pesquisa bibliográfica. No segundo momento coletou-se documentos representativos de momentos em que ídolos brasileiros eram presentes. Posteriormente coletou-se dados sobre o basquetebol feminino buscando diagnosticar os agentes causadores da problemática em questão. A análise dos resultados demonstrou íntimas relações de interdependência descritas durante o estudo.

Basquetebol XE "Basquetebol"  - Iniciação Esportiva XE "Iniciação Esportiva"  - Esporte Profissional XE "Esporte Profissional"

B175

BENEFÍCIOS DE ATIVIDADES FÍSICAS COMBINADAS (AFC) NA REABILITAÇÃO E NA PÓS-REABILITAÇÃO DE PESSOAS COM LOMBALGIA

Sabrina Toffoli Leite (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Vera Ap. Madruga Forti (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP

A lombalgia é considerada um problema de saúde pública mundial gerando transtornos físicos, emocionais, econômicos e sociais. Suas causas são multifatoriais, podendo estar relacionada com o sedentarismo, más condições ergonômicas no trabalho, entre outros. As medidas terapêuticas são diversas, do tratamento clínico às terapias alternativas, sendo relatado na literatura que os melhores resultados são obtidos através dos programas de reabilitação que envolvam: aspectos educacionais, mudanças no comportamento e a prática de exercícios físicos. Considerando a Educação Física uma área de conhecimento que visa o desenvolvimento do homem como um todo, e que a prática da atividade física é uma fonte de inúmeros benefícios à saúde, aplicamos num grupo de voluntários, de ambos os sexos, na faixa etária de 20 a 55 anos, um programa AFC na água (hidroginástica) e no solo para o desenvolvimento da resistência muscular e da flexibilidade. Antes e após o AFC, os indivíduos foram submetidos a uma bateria de testes físicos e os resultados mostraram aumento significativo nas variáveis: resistência abdominal, flexibilidade lombar, redução da gordura corporal total e diminuição dos sintomas da patologia.

Reabilitação XE "Reabilitação"  - Lombalgia XE "Lombalgia"  - Exercício Físico XE "Exercício Físico"

B176

EFEITOS DO TREINAMENTO COM PESOS SOBRE AS VARIÁVEIS MORFOLÓGICAS, FUNCIONAIS E CARDIORRESPIRATÓRIAS EM MULHERES MENOPAUSADAS SAUDÁVEIS

Vanessa Bellissimo (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Vera Aparecida Madruga Forti (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP

Considerando-se as mudanças fisiológicas presentes na menopausa e sua associação com o sedentarismo, objetivamos neste estudo avaliar as alterações morfofuncionais em resposta a um programa de 16 semanas de treinamento físico com pesos (TP, 2 sessões semanais) aplicado a 2 grupos de menopausadas: grupo com terapia de reposição hormonal (TRH; n=11, x=55,0(6anos) e grupo sem TRH (STRH; n=7, x=52,75(5,7anos). Nas 8 semanas (8S) iniciais, o TP visou a resistência muscular localizada (RML) em ambos os grupos. Posteriormente, os grupos foram subdivididos: metade da amostra realizou TP para hipertrofia muscular, enquanto a outra metade prosseguiu com trabalho de RML. Os protocolos de avaliação foram aplicados no pré, 8S e 16S de TP. Dentre os resultados analisados intragrupos, na comparação prévs8S observamos alterações (p(0,05): redução na somatória das dobras cutâneas e no %gordura, aumentos da massa magra, da força máxima (Fmáx) e do VO2máx. Quando comparados os grupos, observamos alterações mais expressivas no TRH para a composição corporal e o VO2máx, enquanto que o ganho de Fmáx foi maior no STRH. Baseados nesta análise preliminar, os resultados apontam para importantes alterações em ambos os grupos. No entanto, a análise do período total do TP (16S) torna-se necessária para complementar as informações a cerca do TP visando hipertrofia ou RML.

Menopausa XE "Menopausa"  - Treinamento com Pesos XE "Treinamento com Pesos"  - Terapia de Reposição Hormonal XE "Terapia de Reposição Hormonal"

Faculdade de Odontologia de Piracicaba

B177

AVALIAÇÃO IN VITRO DA EFICIÊNCIA DE TRÊS LOCALIZADORES APICAIS ELETRÔNICOS

Alessandra Amade Camargo.(Bolsista Fapesp), Douglas Cortez, José Flávio Almeida e Prof. Dr. Alexandre Augusto Zaia (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

O objetivo desse estudo foi avaliar in vitro a eficiência de 3 localizadores apicais eletrônicos: Root ZX, Bingo 1020, e Novapex. Foram utilizados 15 molares humanos extraídos, totalizando 45 canais. Após realização das aberturas coronárias os dentes foram inseridos em aparato experimental preenchido com soro fisiológico, possibilitando realização da odontometria com os aparelhos. Duas condições de medidas foram avaliadas: determinação do comprimento do canal na posição exata do forame apical e determinação da medida em 1mm aquém do forame apical. As medidas obtidas foram comparadas com a medida real determinada por uma lima K #10 introduzida no canal radicular até o forame apical. As medidas de toda a extensão do canal obtidas pelos aparelhos foram exatas em 40% no Novapex, 46,67% no Root e 57,78% no Bingo. Em 1mm aquém do forame apresentaram medidas exatas em 37,78% com o Novapex, 42,23% com o Root ZX e 44,44% com o Bingo. Considerando que as medidas de trabalho aceitáveis situam-se entre 0 a 1,5mm do forame, os resultados obtidos pelos aparelhos foram de 83,33% para o Novapex, 86,67% com o Bingo e 87,78% com o Root ZX. Análise estatística dos resultados pelo teste de Kruskal-Wallis não acusou diferenças estatísticas entre os aparelhos em nenhuma das condições Avaliadas (P< 0,05).

Localizador Apical Eletrônico XE "Localizador Apical Eletrônico"  - Endodontia XE "Endodontia"

B178

ENSAIO DE SORÇÃO DE ÁGUA EM RESINA ACRÍLICA ATIVADA TERMICAMENTE, PROCESSADA EM MUFLA MONO E BIMAXILAR

Carolina Beraldo Meloto (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Célia Marisa Rizzatti-Barbosa (Orientadora), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

O objetivo deste estudo foi avaliar a sorção de água apresentada pela resina acrílica termicamente ativada quando processada em mufla monomaxilar de banho de água, e em mufla bimaxilar para uso em microondas e banho de água. Foram confeccionadas 50 amostras de resina, divididas em 3 grupos, sendo: 10 do grupo I (Grupo Controle), com amostras processadas em mufla monomaxilar de banho de água (73ºC/9horas); 20 do grupo II, com amostras processadas em mufla bimaxilar para microondas (90W/20 min; 450W/5min) e 20 do grupo III, com amostras processadas em mufla bimaxilar para banho de água(73ºC/9horas). Os valores médios obtidos (mg/mm3) foram: Grupo I: 0.024085, grupo II: 0.025312 e grupo III: 0.022098, com diferença estatística apenas para o grupo 3 (p<0,05) no teste de Tukey. Conclui-se que o processamento da resina acrílica por energia de microondas em mufla bimaxilar de PVC não influenciou na sorção de água da resina polimerizada em relação ao processamento em muflas convencionais monomaxilares. Apenas nas amostras das muflas bimaxilares aquecidas em banho de água o índice de sorção de água foi maior, quando comparados aos obtidos pelas amostras processadas em muflas convencionais monomaxilares e muflas bimaxilares para aquecimento em microondas.

Resina XE "Resina"  - Mufla XE "Mufla"  - Sorção de Água XE "Sorção de Água"

B180

Efeito da Melaleuca alternifolia e da Clorexidina sobre o biofilme induzido em brackets ortodônticos. Estudo in vitro

Fernando Teixeira Coelho Domingos (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Francisco Carlos Groppo (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba ? FOP, UNICAMP

O objetivo do estudo foi analisar a eficácia do óleo de Melaleuca alternifolia e da clorexidina, in vitro, sobre o biofilme bacteriano de Streptococcus sanguis ATCC 10556 (1) e Streptococcus mitis ATCC 903 (2) formado em brackets ortodônticos fixados em esmalte de dentes bovinos. Foram cortados 170 dentes para a confecção dos corpos de prova para a colocação dos brackets ortodônticos no esmalte. Os corpos de prova foram fixados em tubos de poliestireno esterilizados, ficando em contato com o meio de cultura (BHI + 1% sacarose) somente a face vestibular do esmalte dental com o bracket. Foi feito o inóculo de 1,0 x 108 ufc/mL nos tubos, os quais foram incubados, em triplicatas, por 18 h, a 37°C e 10% de CO2. Após esse período os meios de cultura foram trocados por um novo contendo concentrações finais de clorexidina ou melaleuca a 0,01%, 0,12%, 0,2%, 0,5% e 1% em um volume final de 5mL. Após 18h de incubação nas mesmas condições, os brackets foram sonicados em soro, submetidos à leitura de espectrofotometria a 660nm e comparados com o crescimento dos tubos de controle positivo (soro+bactéria). Assim como a clorexidina, todas as concentrações avaliadas de Melaleuca alternifolia promoveram a inibição do crescimento bacteriano de 1 e 2 nos corpos de prova, mesmo nas menores concentrações. Diante do modelo de estudo utilizado, a Melaleuca alternifolia demonstrou ter uma excelente atividade antimicrobiana no biofilme induzido em brackets ortodônticos, demonstrando ser um promissor agente antimicrobiano para a realização de novos estudos.

Melaleuca alternifolia XE "Melaleuca alternifolia"  - Clorexidina XE "Clorexidina"  - Biofilme XE "Biofilme"

B181

DOSAGEM DE METRONIDAZOL EM SALIVA POR CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA

Gustavo Sueitt Braga Leite (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Francisco Carlos Groppo (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

O metronidazol é um fármaco muito utilizado no tratamento das infecções causadas por microrganismos anaeróbios de origem oral, sendo um dos mais indicados e estudados antimicrobianos em doenças periodontais. O objetivo deste estudo foi estabelecer um método confiável, simples e não invasivo de dosagem do metronidazol em saliva de voluntários. Foram testadas variações de métodos em cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE) associado à detecção em ultra-violeta (UV) a 320 nm em coluna C18 (150 x 4.6 mm x 5 µm). A constituição, bem como a proporção de acetonitrila da fase móvel foi variada observando os efeitos sobre a eficácia na mensuração. O volume constante de injeção no cromatógrafo foi de 50µL. Curvas de calibração foram obtidas através das salivas adicionadas com diluições seriadas de metronidazol de 0.015, 0.03, 0.06, 0.12, 0.25, 0.5, 1, 2.5 e 5 µg/mL. As amostras também foram submetidas a diferentes métodos de extração visando sua adequação ao método cromatográfico. Os testes foram comparados em termos de especificidade, limite de quantificação, limite de detecção, precisão, exatidão e recuperação. Dentre as condições avaliadas, o uso de tampão fosfato de sódio (0,001M ? pH 4,7) e o método de extração à base de ácido perclórico demonstraram os melhores resultados para a quantificação de metronidazol em saliva através de cromatografia líquida de alta eficiência.

Saliva -  XE "Saliva" Metronidazol -  XE "Metronidazol" Cromatografia Líquida XE "Cromatografia Líquida"

B182

Influência da experiência profissional no diagnóstico radiográfico de cáries dentárias

Gabriel Pagliusi Carmona (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Francisco Haiter Neto (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

O objetivo neste trabalho foi avaliar a influência do treinamento e da experiência do examinador no diagnóstico radiográfico de cáries proximais. Para isso, 80 dentes hígidos ou portadores de cáries proximais foram selecionados para a montagem de phantoms, dos quais se obtiveram radiografias interproximais, que foram avaliadas quanto à presença de cáries, por três examinadores. O primeiro examinador realizou duas avaliações: uma antes de iniciar a disciplina de Radiologia, assistindo apenas a uma aula sobre diagnóstico de cáries (treinamento teórico) e outra após seis meses, quando concluiu a disciplina. O segundo examinador apenas avaliou as radiografias após ter cursado a disciplina. O terceiro foi um especialista em Radiologia. Em seguida, os dentes foram seccionados e analisados microscopicamente (padrão-ouro). Para cada avaliação foram determinadas a sensibilidade, especificidade e acurácia. Pelo teste Kappa avaliou-se a concordância inter e intra-examinador. Os resultados indicaram que na avaliação inicial do primeiro examinador a sensibilidade foi 0,72 e a especificidade 0,25, indicando um alto número de respostas falso-positivas. Após o curso de Radiologia, os resultados foram semelhantes para os dois alunos. O especialista apresentou os maiores valores de especificidade (0,85) e acurácia (0,69). Os valores Kappa indicaram uma concordância variando de muito leve a moderada. Concluiu-se que a experiência do examinador influenciou no diagnóstico radiográfico da cárie dentária, obtendo-se, com o aumento do conhecimento, uma redução dos resultados falso-negativos e uma maior acurácia.

Diagnóstico XE "Diagnóstico"  - Radiografia XE "Radiografia"  - Cárie XE "Cárie"

B183

AVALIAÇÃO DA VARIABILIDADE EM EXPERIMENTOS NA ÁREA DE CARIOLOGIA APLICADA À PRIMEIRA INFÂNCIA

Andrea Nóbrega Cavalcanti; Flávia Martão Flório; Maria Gabriela Censoni (Bolsista SAE/UNICAMP); Giselle Maria Marchi; Prof. Dr. Antonio Carlos Pereira e Profa. Dra. Gláucia Maria Bovi Ambrosano (Orientadora), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

O objetivo deste trabalho foi avaliar os coeficientes de variação (CV) em experimentos na área de Cariologia envolvendo crianças em idade pré-escolar. Foi realizado um levantamento bibliográfico na base de dados Medline-Pubmed, em que se determinou o valor médio de CV de cada uma das variáveis estudadas. Os dados foram tabulados segundo a variável-resposta, e a normalidade foi avaliada com o teste Shapiro-Wilk. Foram propostos os limites das faixas de classificação, utilizando-se a relação entre média e desvio padrão dos valores de CV. A análise dos dados mostrou que as faixas dos valores de CV de todas as variáveis apresentaram grande variação, o que evidencia a importância do estudo realizado. Verifica-se que as variáveis que demandam a calibração dos examinadores e a avaliação da reprodutibilidade foram as que apresentaram os maiores valores de variabilidade.

Cárie Dentária XE "Cárie Dentária" - Precisão de Experimentos XE "Precisão de Experimentos" - Coeficiente de Variação XE "Coeficiente de Variação" .

B184

ANÁLISE IMUNOHISTOQUÍMICA DE GRANULOMAS PERIAPICAIS, CISTOS RADICULARES E CISTOS RESIDUAIS

Karina Lika Hoshino (Bolsista PIBIC/ CNPq) e Prof. Dr. Jacks Jorge Junior (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

Os granulomas periapicais (GP) e cistos radiculares (RAD) são lesões que se originam a partir de um estímulo agressor à polpa dental, normalmente de caráter infeccioso. Quando o dente é extraído e o cisto não é totalmente removido, os RAD podem dar origem aos cistos residuais (RES). O objetivo desse estudo foi caracterizar e comparar as diferenças entre o infiltrado inflamatório presente nas três lesões e relacioná-lo ao padrão de proliferação epitelial dos RAD e RES., bem como às características da membrana basal (MB) do epitélio cístico. Por meio de análises imunohistoquímicas, verificou-se que os linfócitos T (LT) e plasmócitos são os tipos celulares mais freqüentes no infiltrado inflamatório destas lesões. Macrófagos estiveram distribuídos principalmente na região central de GP e na cápsula de RES. Os mastócitos foram encontrados principalmente na região de cápsula das três lesões. O índice de proliferação epitelial foi maior nos RAD em relação ao RES e relacionou-se à presença de LB e LT totais (LT-CD3+). Os RES apresentaram os maiores valores de área das MB. As diferenças na quantidade e qualidade do infiltrado inflamatório entre GP, RAD e RES podem influenciar na proliferação e no comportamento da MB epitelial e sua interação com outros componentes destas lesões.

Granuloma Periapical  XE "Granuloma Periapical" - Cisto Radicular  XE "Cisto Radicular" - Cisto Residual XE "Cisto Residual"

B185

ANÁLISE DO PERFIL PROTÉICO DO BIOFILME DENTAL FORMADO IN SITU NA PRESENÇA DE GLICOSE+FRUTOSE E SACAROSE

Tatiana Meulman Leite da Silva (Bolsista FAPESP), Adriana Franco Paes Leme, Cláudia de Mattos Bellato, Hyun Koo, Profa. Dra. Cinthia Pereira Machado Tabchoury, Profa. Dra. Altair Antoninha Del Bel Cury e Prof. Dr. Jaime Aparecido Cury (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

Sacarose é fermentável a ácidos pelo biofilme tanto quanto seus monossacarídeos componentes (glicose+frutose), entretanto ela é mais cariogênica. Estudo anterior mostrou concentrações similares de Ca, Pi e F nos biofilmes formados na presença de G+F e sacarose. Entretanto, observou-se diferença no perfil protéico dos biofilmes e maior desmineralização na presença de sacarose. Assim, o objetivo desse estudo foi avaliar se a maior cariogenicidade da sacarose pode estar relacionada com a presença ou ausência de proteínas na matriz do biofilme através de eletroforese em duas dimensões (2D-PAGE). Dispositivo palatino contendo 8 blocos de esmalte humano foi usado em 3 fases de 14 dias para acúmulo de placa. Solução de sacarose 20%, glicose 10%+frutose 10% ou água destilada e deionizada foi gotejada sobre os blocos de esmalte 8x/dia e dentifrício F foi usado 3x/dia. Após 14 dias, o biofilme foi coletado e proteínas da matriz foram extraídas durante 1 h a 0°C com 50 (l de NaOH 0,1N contendo EDTA 1mM/mg de placa. Após centrifugação, o perfil de proteínas do sobrenadante foi determinado através de focalização isoelétrica em pH 4-7 e 2D-PAGE. Os resultados mostraram o perfil de proteínas entre 100 e 10 kDa. Observou-se maior número de spots entre 20 e 10 kDa nos biofilmes formados na ausência de sacarose e na presença de G+F quando comparados com aquele formado na presença de sacarose. Os resultados sugerem que a diferença no perfil de proteínas seria um fator relevante para explicar a maior cariogenicidade da sacarose quando comparada a seus monossacarídeos.

Sacarose XE "Sacarose"  - Biofilme Dental XE "Biofilme Dental"  - Proteínas XE "Proteínas"

B186

Análise facial em indivíduos na dentição mista com mordida aberta anterior

Carlos Augusto de Morais Souto Pantoja (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. João Sarmento Pereira Neto, Faculdade de Odontologia de Piracicaba ? FOP, UNICAMP

A presente pesquisa teve o objetivo de avaliar, por meio da análise facial, as proporções áureas de RICKETTS em 40 indivíduos brasileiros na fase de dentição mista. A amostra foi dividida em 02 grupos: 1(experimental), com 20 crianças que apresentavam Mordida Aberta Anterior (MAA); 2(controle) com 20 crianças com bom selamento labial, sem hábitos bucais deletérios e com bom relacionamento incisal. No grupo 1 ficou demonstrado pelas medidas faciais diretas que as proporções áureas não estavam presentes, em relação ao controle. Concluímos então, que nos pacientes com MAA foi constatado uma discrepância nas dimensões faciais confirmando a ausência das proporções áureas.

Mordida Aberta Anterior XE "Mordida Aberta Anterior"  Dentição Mista XE "Dentição Mista" Proporções Áureas XE "Proporções Áureas"

B187

Efeito do condicionamento da cerâmica Empress 2 na resistência de união à tração em dentina e influência da espessura da cerâmica na polimerização

Flávia de Oliveira Santos Pelegrini (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Lourenço Correr Sobrinho (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

O estudo avaliou a influência da espessura da cerâmica Empress 2 na dureza Knoop do cimento resinoso Rely X e o efeito de tratamentos de superfície na resistência à tração Empress 2/cimento/dentina. Corpos-de-prova do cimento com 5 mm de diâmetro por 1mm de espessura foram preparados e discos de cerâmica Duceram nas espessuras de 1, 2 e 3 mm fotoativados por 40 seg. com aparelho XL 2500. A dureza Knoop foi avaliada no aparelho HMV-2000, após armazenagem por 24 horas a 37o C. A vestibular de 120 dentes bovinos foi desgastada obtendo uma superfície plana com 7 mm de diâmetro. Discos de Empress 2 com 7,0 mm de diâmetro por 2,5 mm de espessura foram separados em 12 grupos (n=10): 1 - jateamento com Al2O3 100(m, sem silano; 2 ? com silano; 3 - jateamento 50 (m, sem silano; 4 ? com silano; 5 - ácido fluorídrico 10%, 20 seg., sem silano; e, 6 ? com silano, fixados com Variolink II e Vitremer. Após 24 horas em água a 37oC, foram submetidos ao ensaio de tração, numa Instron. Os dados submetidos ao teste de Tukey (5%) mostraram que a dureza do controle (sem cerâmica) e pela interposição da cerâmica com espessuras de 1, 2 e 3 mm foram 50; 42,02; 37,33 e 33,51 KHN, com diferença estatística. Na tração, os resultados (MPa) do Variolink II (7,51) foram superiores ao Vitremer (2,26). Com ácido fluorídrico com (11,10) e sem (10,36) aplicação do silano foi mais efetivo que o jateamento com Al2O3 50 (m (7,20 e 6,78) e 100 (m (4,20 e 3,90), para o Variolink II. Nenhuma diferença foi observada para o Vitremer, com (2,30; 1,90 e 1,40) e sem (1,36; 0,90 e 0,78) silano.

Cerâmica XE "Cerâmica"  - Tratamento de Superfície XE "Tratamento de Superfície"  - Polimerização XE "Polimerização"

B188

INFLUÊNCIA DO VOLUME DE MATERIAL RESTAURADOR SOBRE A CONCENTRAÇÃO DE TENSÕES NA INTERFACE RESTAURADORA

Marina Pace (Bolsista PIBIC/SAE) Prof. Dr. Luís Alexandre Maffei Paulillo (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

O objetivo deste estudo foi avaliar a resistência a microtração na parede vestibular de cavidades classe I em função do volume de compósito empregado na restauração. 42 terceiros molares humanos receberam preparos cavitários padronizados e foram separados aleatoriamente em 6 grupos experimentais: G1 ? sistema adesivo; G2 ? sistema adesivo com carga; G3 ? sistema adesivo associado a compósito flow; G4 ? sistema adesivo com carga associado a compósito flow; G5 ? ionômero de vidro fotoativado e adesivo; G6 ? ionômero de vidro fotoativado e adesivo com carga. A restauração foi realizada com TPH Spectrum em incrementos oblíquos. Após 7dias, na interface vestibular dente/compósito foram obtidas amostras em forma de palitos, com aproximadamente 1 mm2 de área e submetidas ao ensaio de microtração (0,5 mm/min). Os dados obtidos foram transformados em MPa e submetidos à ANOVA e teste de Duncan: G4=22,69(8,29)a, G3=21,37(10,47)ab, G5=20,46(8,34)ab, G6=16,97(7,54)ab, G1=16,62(6,57)b e G2=15,8(7,31)b. A associação compósito de baixa viscosidade e adesivo com carga (G4) apresentou os maiores valores de resistência à microtração com diferença estatística significativa do G1 e G2.

Resina Composta XE "Resina Composta"  - Sistema Adesivo XE "Sistema Adesivo"  - Microtração XE "Microtração"

B189

RESISTÊNCIA À FRATURA DE RAÍZES DEBILITADAS RECONSTRUÍDAS COM PINOS ESTÉTICOS INTRA-RADICULARES E COMPÓSITO ODONTOLÓGICO

Vivian Maria Vital Bonaretto (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Luis Roberto Marcondes Martins (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

Este estudo avaliou a resistência à fratura de dentes bovinos tratados endodonticamente e restaurados com diferentes sistemas de retenções intra-radiculares. Quarenta raízes foram selecionadas e divididas em 4 grupos com 10 dentes cada. As raízes foram preparadas deixando as paredes do terço gengival com 0,5mm de espessura em toda periferia do preparo. Os grupos foram divididos em G1: raízes restauradas com pinos de fibra de vidro (Fibrekor), G2: raízes restauradas com pinos de fibra de vidro reforçados com compósito odontológico, que foi acrescentado ao pino e moldado no conduto, cimentando o conjunto compósito-pino; G3: raízes com reforços de resina no espaço intra-radicular antes da cimentação do pino; G4: raízes preenchidas com compósito. As amostras foram submetidas a teste de resistência à fratura em máquina Instron a velocidade 0,5mm/min. Os resultados foram submetidos à ANOVA e a teste de comparação de médias (SNK). As médias obtidas foram G1:102.693kgFA(A), G2:88.617kgF(AB), G3:79.574kgF(B) e G4:75.019kgF(B). Foi concluído portanto, que quanto a resistência à fratura, as raízes do grupo 1 apresentaram diferenças estatísticas significativas em relação as raízes dos grupos 3 e 4. As raízes do grupo 2 não apresentaram diferenças estatísticas significativas quando comparadas aos demais grupos. Quanto ao padrão de fratura 47,5% das amostras apresentaram fratura no material restaurador (melhor prognóstico), 10% das fraturas ocorreram no pino, 27,5% ocorreram no terço cervical do dente e 15% no terço médio, correspondendo ao pior prognóstico.

Pinos Intra-Radiculares XE "Pinos Intra-Radiculares"  - Resistência à Fratura XE "Resistência à Fratura"  ? Compósito Odontológico XE "Compósito Odontológico"

B190

AVALIAÇÃO DA ADAPTAÇÃO MARGINAL E LINHA DE CIMENTAÇÃO DE RESTAURAÇÕES INDIRETAS POR MÉTODOS NÃO INVASIVOS

Viviane Travaglini de Abreu Silva (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Luis Roberto Marcondes Martins (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba ? FOP, UNICAMP

Este projeto tem como objetivo avaliar a adaptação marginal e linha de cimentação em preparos inlay MOD em molares humanos por meio da microscopia óptica e lupa esterioscópica. Foram utilizados 24 molares divididos em dois grupos com 12 dentes cada. Os dentes receberam preparos inlay tipo MOD e, em seguida foram moldados e vazados para obtenção dos troqueis, sobre os quais foram confeccionadas as restaurações. A avaliação da adaptação marginal (G1) foi realizada pelas técnicas não invasivas: em um sistema computadorizado de coleta de imagem associado a um aparelho de medição (ROI) e por meio de lupa esterioscópica O G2 foi cimentado com Rely X e a linha de cimentação (G2) foi avaliada utilizando-se as mesmas técnicas. O resultado foi submetido à análise estatística e mostrou que para avaliação da adaptação marginal (G1) não foi encontrada diferença estatística significativa entre os métodos aplicados nas regiões cervical, interproximal e oclusal, enquanto para a linha de cimentação (G2) houve diferença estatística significativa apenas na região interproximal e não houve diferença nas regiões oclusal e cervical. Assim os dois métodos de avaliação utilizados neste trabalho (microscopia óptica e lupa esterioscópica) são métodos válidos para avaliar adaptação marginal e linha de cimentação de restaurações indiretas.

Adaptação Marginal XE "Adaptação Marginal"  - Microscopia XE "Microscopia"  - Linha de Cimentação XE "Linha de Cimentação"

B191

AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA DE UNIÃO DE SISTEMAS ADESIVOS AUTOCONDICIONANTES AO ESMALTE DENTAL INTACTO E ABRASIONADO

Marina Di Francescantonio (Bolsista PIBIC/CNPq), Marcelo T Oliveira, Glaucia Maria Bovi Ambrosano e Prof. Dr. Marcelo Giannini (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba ? FOP, UNICAMP

Este trabalho avaliou a resistência à tração de 5 sistemas adesivos autocondicionantes e 2 com condicionamento ácido total no esmalte dental intacto (I) e abrasionado (A). Fragmentos de esmalte de terceiros molares humanos foram utilizados e metade deles foram abrasionados com lixa SiC 600. As amostras de esmalte I e A foram aleatoriamente divididas em 7 grupos (n=6): G1: Single Bond (3M ESPE), G2: Prime & Bond 2.1 (Dentsply), G3 : Xeno (Dentsply), G4: Tyrian (Bisco), G5: Opti Bond Solo Plus (Kerr), G6: Unifil Bond (GC Corp.), G7:One-up Bond (Tokuyama). Após a aplicação dos adesivos, construiu-se um bloco de compósito Clearfil APX (Kuraray) e secções seriadas foram realizadas no sentido ocluso-cervical. Nestas fatias foram realizadas constrições laterais, obtendo-se área de união com secção transversal de 0,8mm². Os espécimes foram testados em tração (0,5mmmin ? Instron 4411) e os resultados analisados com o teste Kruskal-Wallis e teste Dunn (p<0,05). Houve diferença entre as superfícies e os adesivos (MPa):G1- 17,73B ab (D), 22,43A a (I); G2-24,30A a (D), 23,70A a (I); G3-21,47A ab (D), 24,96A a (I); G4-20,85A ab (D), 21,13A a (I); G5-12,83A b (D), 0,00B b (I); G6-17,18A ab (D), 15,96A ab; G7-16,44A ab (D), 5,85B b (I). Os resultados sugerem que a RT ao esmalte é influenciada pela condição da superfície e pelo tipo de sistema adesivo utilizado.

Adesivos XE "Adesivos"  ? Esmalte Dentário XE "Esmalte Dentário"  ? Resistência de União XE "Resistência de União"

B192

Avaliação do paladar e fluxo salivar em crianças com respiração nasal e bucal

Camila Cominato Bôer (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Maria Beatriz Duarte Gavião (Orientadora), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

O objetivo foi avaliar a percepção do paladar e o fluxo salivar em crianças de 9 a 12 anos com respiração bucal obstrutiva (Grupo I, n=18) e respiração nasal (Grupo II, n=10). Foram utilizadas 5ml de 4 soluções em 3 concentrações: NaCl (0,01 ? 0,50 ? 1,00 mol/L), sacarose (0,01 ? 0,50 ?1,00 mol/L), ácido cítrico (0,32mmol/L ? 0,0158mol/L ? 0,032mol/L), cafeína (1,988x10 ?5 - 0,644x10 ?2 - 1,277x10 ? 2 mol/L) e água, degustadas de forma aleatória. Os participantes classificaram os sabores em doce, amargo, salgado, azedo e sem sabor; a intensidade em forte, média, fraca ou sem gosto. Coletou-se, por 5 minutos, saliva não estimulada e estimulada, esta na mastigação de um filme de parafina de 0,3g. Os dados foram analisados pelo teste do qui-quadrado, exato de Fisher e teste t de Student. Para o NaCl e a sacarose não houve diferença entre os grupos quanto à intensidade dos sabores nas 3 concentrações (p>0,05). Para o ácido cítrico o grupo II atribuiu maior intensidade nas 3 concentrações (p<0,05). Nas concentrações média e forte da cafeína o grupo II atribuiu maior intensidade que o grupo I (p<0,05), mas na fraca não houve diferença. Os grupos atribuíram os sabores corretos para as 3 concentrações de NaCl, ácido cítrico e sacarose, enquanto que para a cafeína não houve diferenças entre azedo e amargo no grupo I; o grupo II atribuiu corretamente o sabor amargo. Não houve diferença significativa no fluxo salivar estimulado e não estimulado entre o grupo I (0.684ml/min e 0.385ml/min) e o grupo II (0.758ml/min e 0.327ml/min). Concluiu-se a respiração bucal influiu na percepção da intensidade dos sabores amargo e azedo e o fluxo salivar não diferiu entre respiradores bucais e nasais.

Respiração Bucal XE "Respiração Bucal"  - Saliva XE "Saliva"  - Paladar XE "Paladar"

B193

Avaliação da força de mordida e movimentos mandibulares em crianças com e sem sinais e sintomas de disfunção temporomandibular

Marcela Garbi Pastore (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Beatriz Duarte Gavião (Orientadora), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

A disfunção temporomandibular (DTM) pode determinar alterações musculares e funcionais no sistema mastigatório. Objetivo e metodologia: avaliar a força de mordida (FM) e os movimentos mandibulares em 52 crianças de 6 a 12 anos de idade, distribuídas em: grupo I ? crianças sem sinais e sintomas de DTM (n=18) e grupo II ? crianças com sinais e sintomas DTM (n=34), avaliadas pelo Craniomandibular index. A FM foi determinada através de um tubo pressurizado (sensor de pressão MPX 5700 Motorola), acoplados a um circuito analógico/digital, interposto entre os molares permanentes superiores e inferiores e a criança o mordeu com força máxima. A abertura bucal passiva (AP) e ativa (AA), protrusão (P), lateralidade direita (LD) e esquerda (LE), foram mensuradas com régua e paquímetro digital. Resultados: no Grupo I a média da FM foi 278,93N (±41,25) e no Grupo II, 293,12N (±51,69), sem diferença estatística (teste t, p>0,05). Os movimentos mandibulares no grupo I foram: AP 48,22 mm, AA 50,89mm, P 5,19mm, LD 9.06mm e LE 8,72mm; no Grupo II foram 45,9mm, 48,47mm, 3,91mm, 8,47mm e 8,75mm, respectivamente, com diferença na P (teste t, p<0,05). Não houve correlação entre FM e movimentos mandibulares (correlação de Pearson, p<0,05). Conclusão: sinais e sintomas de DTM não influenciaram a força dos músculos mastigatórios e os movimentos mandibulares, exceto o movimento protrusivo.

Disfunção Temporomandibular  XE "Disfunção Temporomandibular" - Força de Mordida XE "Força de Mordida"  - Movimentos Mandibulares XE "Movimentos Mandibulares"

B194

AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DE ANESTESIAS INFILTRATIVAS SUBPERIÓSTICAS COM DIFERENTES VOLUMES DE SOLUÇÃO ANESTÉSICA

Paula Cristina Brunetto (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Cristina Volpato (Orientadora), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

Avaliou-se neste estudo a eficiência da anestesia local infiltrativa com 3 volumes de lidocaína 2% com adrenalina 1:100.000 [1/3 do tubete anestésico (0,6ml), ½ (0,9 ml) e 2/3 (1,2 ml)], aplicados aleatoriamente, de forma cruzada e duplo-cega em 3 sessões. A injeção foi feita na vestibular do canino superior esquerdo, por 1 único administrador. Os tempos de latência e duração da anestesia foram avaliados através de estímulos elétricos (pulp tester) aplicados a cada 2 minutos até ausência de resposta ao estímulo máximo e então a cada 10 minutos até retorno ao limiar basal de resposta, medido antes da injeção (média de 6 medidas) A sensação dolorosa das anestesias foi avaliada através da escala analógica visual. Foram avaliados: incisivo lateral (IL), canino (C) e 1º pré-molar (PM) superiores esquerdos. Completaram o estudo até o momento 13 voluntários. Resultados Parciais para volumes de 1/3; ½ e 2/3, respectivamente: Anestesia pulpar completa (%): IL: 15,4; 6,3; 12,5; C: 53,8; 46,1; 80; PM: 46,2; 85,7; 86,7; Intervalo de latência pulpar (min): IL: 2; 2; 2; C: 2-10; 2-8; 2-4; PM: 2-6; 2-10; 2-10; Intervalo de duração da anestesia pulpar (min): IL: 20; 30; 10-40; C: 10-50; 10-50; 10-80; PM: 10-90; 10-40; 10-70. Todos os voluntários tiveram os tecidos moles anestesiados ao final da injeção. Média da duração da anestesia em tecidos moles ((DP): 1/3: 158(16; 1/2 : 181(27; 2/3 198(26. Não houve diferença em relação a percepção de dor entre os volumes testados. Conclusão parcial: volumes maiores resultaram em maior % de anestesia pulpar para C e PM.

Anestesia Pulpar XE "Anestesia Pulpar"  - Lidocaína XE "Lidocaína"  - Técnica Infiltrativa XE "Técnica Infiltrativa"

B195

EFEITO DOS FORRADORES RESINISOS NA INFILTRAÇÃO MARGINAL DE RESTAURAÇÕES EM COMPÓSITO SUBMETIDO À CICLAGEM MECÂNICA

Érica Brenoe Vieira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Mário Signoretti (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

O objetivo do estudo foi verificar a influência do uso de forradores resinosos sobre a infiltração marginal de restaurações em compósito submetidas à ciclagem mecânica. Foram utilizados 60 incisivos bovinos, nos quais cavidades circulares com margens em esmalte (4mm diâmetro X 2mm profundidade) foram preparadas na superfície vestibular. As amostras foram distribuídas aleatoriamente em 3 grupos, segundo o forramento empregado: 1) Single Bond (SB) de acordo com instruções do fabricante; 2) 3 camadas de SB fotoativadas sucessivamente; 3) SB seguido pela aplicação de forramento com Protect Liner F. Todas as cavidades foram restauradas com o compósito Z250 e polidas. Após, metade das amostras foi submetida a 100000 ciclos mecânicos, com freqüência de 2,3Hz e carga de 60N. Em seguida, o teste de microinfiltração foi conduzido de acordo com a ISO (TR11405) e os dados analisados pelo teste de Kruskall-Wallis (p<0,05). Os resultados mostraram que nas amostras não submetidas à ciclagem mecânica não houve diferença significativa entre os grupos, todos mostrando maior porcentagem de escore 0 (sem infiltração). Após ciclagem mecânica também não foi observada diferença significativa entre os grupos. Observou-se, porém, que todos os grupos apresentaram aumento na taxa de infiltração, entretanto, este aumento só foi significativo para o grupo onde o Protect Liner F foi utilizado. A ciclagem mecânica tende a aumentar a taxa de infiltração das restaurações em compósito. O uso de forradores resinosos não reduziu significativamente a infiltração marginal das restaurações em compósito.

Forradores Resinosos XE "Forradores Resinosos"  - Infiltração Marginal XE "Infiltração Marginal"  - Ciclagem Mecânica XE "Ciclagem Mecânica"

B196

ANÁLISE COMPARATIVA DA IMUNOEXPRESSÃO DAS CÉLULAS DE LANGERHANS NAS LÍNGUAS DE 15 PACIENTES COM AIDS AUTOPSIADOS E 15 PACIENTES AUTOPSIADOS HIV NEGATIVOS

Tatiana Sanches Almeida de Oliveira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Pablo Agustin Vargas (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

As Células de Langerhans (CL) têm importante papel na imunorregulação na região epitelial. Sua principal função é apresentar antígenos para linfócitos T e assim induzir uma resposta de células T via antígenos MHC II em indivíduos previamente sensibilizados. O HIV tem uma especial afinidade por células T helper CD4+ e as moléculas CD4 podem servir como sítio de ligação para o HIV. Logo, o objetivo deste trabalho foi avaliar por imunohistoquímica a quantidade de CL presentes nas línguas de 15 pacientes com AIDS autopsiados e 15 pacientes que morreram por outras causas. As línguas foram dissecadas em 4 regiões (anterior, média, posterior e lateral). Em seguida foi realizado estudo imunohistoquímico com os anticorpos S-100 e CD1a objetivando detectar CL. A contagem das CL foi feita por imunomorfometria (KS400). Os valores médios encontrados para os pacientes HIV+ foram 14,02 (anticorpo S-100) e 24,64 (anticorpo CD1a) e para HIV- foram 47,76 (anticorpo S-100) e 40,16 (anticorpo CD1a). A região lateral foi a que apresentou o menor número de CL (38), seguida pelas regiões posterior, média e anterior. Estes dados nos permitem concluir que a maior incidência de lesões infecciosas nas línguas de pacientes com AIDS em fase avançada pode estar associada à diminuição acentuada do número de CL neste órgão.

Células de Langerhans XE "Células de Langerhans"  - AIDS XE "AIDS"  - Língua XE "Língua"

B197

Efeito antimicrobiano in vitro dos compostos isolados da Mikania glomerata sobre os patógenos orais

Flávia da Silva (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Pedro Luis Rosalen (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

O objetivo do estudo foi analisar in vitro compostos isolados e identificados da Mikania glomerata quanto as suas propriedades antimicrobianas nos testes de concentração inibitória mínima (CIM), concentração bactericida mínima (CBM) e inibição da aderência celular sobre a superfície de vidro (ADE) contra patógenos orais. Os compostos isolados testados foram o espatulenol, caurenol e os ácidos: diterpênico, cupressênico, caurenóico e grandiflórico (1,25 a 80 µg/mL) e etanol 80% controle negativo. Foram realizados os testes de CIM, CBM e ADE conforme descritos por KOO et al; 2000, com Streptococcus mutans Ingbritt 1600, S. mutans UA 159, S. sobrinus 6715 e 2 cepas clínicas isoladas de cada um desses respectivos microrganismos; Enterococcus faecalis ATCC 29212 e Actinomyces naeslundii ATCC 19246. Os tubos foram incubados em 10% CO2, a 37 0C, por 24h -CIM e CBM e a 18h num ângulo de 300 -ADE. Foram feitos seis replicatas para cada teste. O ácido grandiflórico, espatulenol e o caurenol não apresentaram atividade antimicrobiana em todos os testes, sendo efetivos os ácidos diterpênico, cupressênico e caurenóico, em baixas concentrações. Os ácidos cupressênico e caurenóico foram os compostos mais efetivos, apresentando as concentrações mais baixas de CIM, CBM e ADE (2,5 µg/mL, 5 µg/mL e 2,5 µg/mL ? valores sub-CIM, respectivamente). Concluímos que os ácidos cupressênico e caurenóico inibiram o crescimento bacteriano e a aderência celular dos microrganismos testados, sugerindo que esses possuem potencial anticariogênico.

Anticariogênico XE "Anticariogênico"  - Mikania XE "Mikania"  - Patógenos Orais XE "Patógenos Orais"

B198

INFLUÊNCIA DE COMPOSTOS ISOLADOS DA PRÓPOLIS NA PRODUÇÃO DE ÁCIDOS EM BIOFILME DENTAL

Maira Gisele Fujita (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Pedro Luis Rosalen (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

A cárie dental resulta do acúmulo de biofilme dental (BF) acidificado com conseqüente desmineralização dental. Assim, a inibição de produção de ácidos por microrganismos preveniria a formação de cárie. Alguns compostos isolados da própolis têm demonstrado ação biológica contra bactérias orais em modelo de BF, porém é desconhecido o seu mecanismo de ação. O objetivo deste estudo foi avaliar in vitro os efeitos de compostos isolados da própolis sobre a produção de ácidos por estreptococos do grupo mutans. Foram testados os seguintes isolados da própolis: tt-farnesol (1,33 mM), quercetina (1,33 mM), kaempferol (1,33 mM) e etanol 10 % (controle). A análise da produção de ácido em BF de S. mutans UA 159 formado em meio TYS, por 5 dias sobre lâminas de vidro, a 37ºC, 10% de CO2, foi feita por meio do teste de queda de pH. Os BFs produzidos foram expostos aos compostos, o pH inicial ajustado para 7,2 com adição de glicose (1% final) e a produção de ácido foi monitorada por 5 horas com eletrodo de pH. Os BFs tratados com tt-farnesol, quercetina e kaempferol respectivamente apresentaram redução máxima de pH para 5,8 ((0,2), 4,2 ((0,04) e 4,5 ((0,16), enquanto que no BF controle o pH final foi de 4,1 ((0,06). O tt-farnesol reduziu significantemente (P<0,05) a produção glicolítica de ácidos e/ou a extrusão de prótons em BF quando comparado aos demais compostos testados, mantendo o pH do BF em nível superior que os demais. Concluímos que o tt-farnesol inibe a produção de ácidos pelo biofilme, podendo ser um promissor agente anticariogênico.

Propólis XE "Propólis"  ? Biofilme Dental XE "Biofilme Dental"  - Ácidos XE "Ácidos"

B199

Avaliação do Efeito Sazonal, em 6 Meses, no Potencial Antimicrobiano da Própolis Tipo 12

Myrella Lessio Castro (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Pedro Luiz Rosalen (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba ? FOP, UNICAMP

A própolis, produzidas pelas abelhas, destaca-se por suas propriedades anticárie. Sabe-se que a biodiversidade das regiões geográficas, bem como suas diferentes zonas de temperaturas, podem ser responsáveis pela variedade química dos compostos e no efeito biológico de diferentes própolis, o que sugere que sua composição é dependente da origem e da sazonalidade. O objetivo deste estudo foi avaliar as influências do efeito sazonal nos extratos etanólicos da própolis (EEP), proveniente da região Sudeste (tipo 12), sendo analisadas no período de Agosto a Janeiro, quanto as suas propriedades antimicrobianas através da concentração inibitória mínima (CIM) e concentração bactericida mínima (CBM) sobre S. mutans Ingbritt 1600. Foi feita a diluição seriada, dos EEPs, em concentrações variado de 12,5 a 800 SYMBOL 109 f "Symbol" s 12?g/mL. Os tubos contendo meio de cultura BHI, 2 x 108 ufc/mL de S. mutans e os extratos teste, foram incubados em 10% CO2, a 370C, por 24h (CIM). Depois de definida a CIM, foram inoculados em BHI aguar, 10% CO2, a 370C, por 48h (CBM). Foram feitas triplicatas para cada mês. Nos meses de Agosto e Setembro, os resultados do CIM foram de 50-100, nos restantes dos meses 100-200. O teste CBM em Agosto foi de 400, o restante de 800. Assim, os valores de Agosto e Setembro, abaixo dos encontrados na literatura, sugerem que o período de fim de inverno aumenta a concentração dos compostos químicos anticárie.

Própolis XE "Própolis"  - Antimicrobiano XE "Antimicrobiano"  - Sazonalidade XE "Sazonalidade"

B200

Análise Microestrutural da Dentina de Dentes Decíduos ? Estudo em Microscopia Eletrônica de Varredura

Cristina Gibilini (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Regina Maria Puppin-Rontani (Orientadora), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

Este estudo teve por objetivo a microestrutura dentinária de dentes decíduos através de Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV). Foram extraídos 3 molares decíduos por razões clínicas, que foram seccionados na junção cemento/esmalte e as raízes descartadas. As coroas foram seccionadas mesio-distalmente, resultando em 2 amostras para cada dente. As amostras foram desgastadas obtendo-se uma suporfície horizontal em dentina. A seguir as superfícies foram condicionadas com ácido fosfórico a 35% por 15 s e lavados por 15s. Então as amostras foram processadas para avaliação em MEV. As avaliações foram realizadas usando 3 fotomicrografias de cada terço (G1 ? oclusal; G2 ? médio; G3 ? cervical), para cada amostra, resultando em 15 imagens por grupo. Os dados foram obtidos através de um software (Image Pro Plus) de acordo com: densidade e diâmetro dos túbulos, e dentina intertubular, e submetidos à análise estatística. Observou-se os seguintes valores para as variáveis: 1 ? diâmetro dos túbulos (G1 ? 2,51(m; G2 ? 2,41(m; G3 ? 2,44(m); 2 ? densidade tubular (túbulos /mm2): G1 ? 8.840,00; G2 ? 9.300,00; G3 ? 9.760,00; 3 ? área de dentina intertubular (mm2): G1 ? 91.880,00; G2 ? 91.420,00; G3 ? 90.954,00. Concluiu-se que para os fatores em estudo não houve diferença estatística significativa entre os grupos ( p<0,05)

Topografia XE "Topografia"  - Dentes Decíduos XE "Dentes Decíduos"  - Densidade Tubular XE "Densidade Tubular"

B201

MICROMORFOLOGIA DA DENTINA DECÍDUA APÓS DESPROTEINIZAÇÃO ? AVALIAÇÃO EM MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE VARREDURA (MEV)

Maria Fernanda Grando (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Regina Maria Puppin Rontani (Orientadora), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

O objetivo do estudo foi avaliar o efeito da solução de hipoclorito de sódio (NaOCl) em diferentes concentrações e tempos de aplicação no aspecto morfológico da dentina condicionada de dentes decíduos. Foram selecionados 40 incisivos decíduos, cujas superfícies vestibulares foram desgastadas até a exposição de dentina. As amostras foram distribuídas em 8 grupos (n=5), de acordo com o tratamento realizado na dentina condicionada com ácido fosfórico a 35% por 7s (CA), sendo: G1 ? sem CA e sem NaOCl; G2 ? apenas CA; G3, G4 e G5 ? CA + NaOCl a 5% por 30, 60 e 120s respectivamente; G6, G7 e G8 ? CA + NaOCl a 10% por 30, 60 e 120s respectivamente. As amostras foram preparadas para análise em MEV e as fotomicrografias obtidas (3 para cada amostra ? 2000X de aumento) foram classificadas segundo os escores: 0 ? presença de smear layer (SL); 1 ? ausência de SL + colágeno (CO) não alterado; 2 ? ausência de SL + CO pouco alterado; 3 ? ausência de SL + CO severamente alterado; 4 ? ausência de SL e de CO. Os dados obtidos foram submetidos ao teste de Kruskal-Wallis (p<0,05). Os resultados mostraram que todos os grupos nos quais NaOCl foi aplicado mostraram alterações significativas na morfologia quando comparados a G1 e G2 (controles). Entretanto, a completa remoção do colágeno foi observada somente com a aplicação de NaOCl a 5%por 120s e com NaOCl a 10% por 30, 60 e 120s.

Hipoclorito de Sódio XE "Hipoclorito de Sódio"  ? Dentina Condicionada XE "Dentina Condicionada"  ? Dente Decíduo XE "Dente Decíduo"

B202

Análise da estrutura supramolecular da matriz do esmalte dental. Optimização das observações em microscopia de luz polarizada

Juliana Maria Costa Nuñez (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Sergio Roberto Peres Line, Faculdade de Odontologia de Piracicaba ? FOP, UNICAMP

Análises preliminares feitas em nosso laboratório mostram que a matriz do esmalte dental em incisivos de ratos é birrefringente quando analisada em microscopia de luz polarizada.O objetivo desse estudo é de padronizar as condições de processamento de incisivos de ratos para a observação nesse tipo de microscopia. Incisivos inferiores foram removidos e colocados em diferentes fixadores por 24 h; após este período os dentes foram colocados em soluções descalcificadoras com trocas diárias durante 28 dias. Foram incluídos em parafina e foram feitos cortes histológicos de 5 (m. Foram analisados quatro diferentes grupos de dentes:1. Fixados em mistura de paraformaldeido 10% e glutaraldeido 0,5% (Karnovisk) e descalcificados em ácido tricloroacético a 5%(TCA). 2.Fixados em (Karnovisk) e descalcificados em ácido etilenodiaminotetraacetico (EDTA) 5%. 3.Fixados em paraformaldeido 10% e descalcificados em TCA. 4.Fixados em paraformaldeido 10% e descalcificados em (EDTA) 5%. Verificamos, que visualizamos melhor as moléculas no segundo grupo de dentes estudado.

Esmalte Dental -  XE "Esmalte Dental"  Microscopia de Luz Polarizada -  XE "Microscopia de Luz Polarizada"  Birrefringência XE "Birrefringência"

B203

Avaliação da influência do tratamento com doses intermitentes de paratormonio (PTH) no metabolismo ósseo mandibular durante o processo eruptivo de dentes de crescimento contínuo

Janaína do Amaral Ramires Relvas (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Silvana Pereira Barros (Orientadora), Faculdade de Odontologia de Piracicaba ? FOP, UNICAMP

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A erupção dental corresponde a um processo complexo e altamente regulado, no qual estão envolvidas células do órgão dental e do tecido ósseo adjacente. Atualmente existem evidências de que a reabsorção de tecido ósseo alveolar é um processo essencial para que a erupção dental ocorra. O objetivo deste estudo foi verificar os efeitos do tratamento com doses intermitentes de PTH na espessura do osso mandibular, adjacente ao ligamento periodontal e ao periodonto relacionado ao esmalte em dentes de crescimento contínuo. Trinta ratos wistar foram divididos em 2 grupos. O grupo tratado recebeu injeções intermitentes de PTH (40microg/kg) e o grupo placebo recebeu a mesma dose de veículo,  três vezes por semana, durante quatro semanas. Neste período dez animais de cada grupo tiveram seus incisivos inferiores (II) esquerdos seccionados na altura da papila gengival, a cada dois dias, sendo assim mantidos sem contato oclusal (hipofuncionais); os incisivos direitos foram considerados hiperfuncionais.  Nos dias 0, 14 e 28 todos os animais receberam injeções intraperitoneais de alizarina. Após 30 dias os animais foram sacrificados, tiveram suas mandíbulas removidas incluídas em resina e desgastadas para observação sob luz fluorescente. A área de neoformação óssea foi medida e os valores obtidos analisados estatisticamente. Foi demonstrado que os animais tratados com PTH apresentaram uma maior taxa de formação óssea quando comparados com os animais do grupo placebo (p<0,05). Pudemos concluir que doses intermitentes de PTH aumentam a formação de óssea reduzindo as taxas de erupção de incisivos de ratos.

Hormônio Paratireóideo XE "Hormônio Paratireóideo"  - Erupção Dental XE "Erupção Dental"  - Metabolismo Ósseo XE "Metabolismo Ósseo"

B204

INFLUÊNCIA DE DIFERENTES MÉTODOS DE FOTOATIVAÇÃO NO SELAMENTO MARGINAL EM RESTAURAÇÕES DE COMPÓSITO COM SISTEMAS DE UNIÃO DISTINTOS

Letícia Alves da Costa (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Simonides Consani (Orientador), Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOP, UNICAMP

O trabalho avaliou o efeito de diferentes tipos de fotoativação no selamento marginal em restaurações de compósito com sistemas de união distintos, submetidas à ciclagem mecânica. Oitenta dentes bovinos foram incluídos em tubos de PVC, nas quais foram confeccionadas cavidades (3X3X3mm) na face vestibular. As cavidades foram condicionadas com ácido fosfórico a 37% ou com primer condicionante, de acordo com as instruções dos fabricantes dos sistemas Single Bond ou Clearfil SE Bond, antes da aplicação dos adesivos. As cavidades foram preenchidas com compósito Z-250, de acordo com a interação: tipo de inserção (incremento único ou três incrementos) e fotoativação (convencional, soft-start, pulsátil e LED). Os corpos-de-prova foram replicados em resina epóxica para avialiação da fenda marginal em MEV. A ciclagem mecânica foi realizada com 200.000 ciclos a 2 Hz e novas réplicas feitas. Os resultados (%) envolvendo área da fenda por área total foram submetidos à ANOVA e ao teste de Tukey (5%). Houve diferença estatística entre grupos ciclado (31,26%) e controle (24,45%). Não houve diferença estatística quando analisada técnica de inserção incremento único (21,92%) e múltiplo (27,63%). Na fotoativação, não houve diferença estatística entre os grupos pulsátil (32,02%), soft-start (29,85%), LED (28,20%) e convencional (21,35%). Não houve diferença estatística entre Clearfil SE Bond (28,38%) e SBMP (27,32%). Os métodos de fotoativação, a técnica restauradora empregada e os adesivos utilizados não influenciaram na formação de fendas.

Fotoativação XE "Fotoativação"  - Fendas Marginais XE "Fendas Marginais"  - Ciclagem Mecânica XE "Ciclagem Mecânica"

Hemocentro

B205

mutações de ponto do gene bcr/abl em pacientes com leucemia mielóide crônica resistentes ao mesilato de Imatinib (Glivec)

Edson Ichihara (Bolsista FAPESP) e Kátia B. B. Pagnano (Orientadora), Centro de Hematologia e Hemoterapia - HEMOCENTRO, UNICAMP

A Leucemia Mielóide crônica (LMC) é caracterizada pela presença do cromossomo Filadélfia, onde encontramos o gene híbrido BCR/ABL. O mesilato de Imatinib (STI571, Glivec) é um inibidor seletivo da proteína tirosina quinase codificado por este gene. Apesar de ser muito eficaz nos pacientes em fase crônica (FC) da LMC, a maioria dos pacientes tratados nas fases avançadas apresentam falhas de resposta ou recaídas após uma resposta inicial ao tratamento. Mutações no domínio quinase do BCR/ABL são os mecanismos mais associados à resistência, ocorrendo a diminuição da sensibilidade ao Imatinib nestes pacientes. Neste trabalho avaliamos cinco pacientes com LMC em crise blástica acompanhados no Hemocentro - Unicamp com resistência primária (um caso) ou secundária ao Imatinib. Após extração de RNA de amostras de sangue periférico, foi feita amplificação por RT-PCR da região domínio quinase do ABL do gene BCR/ABL, seguida de sequenciamento direto. O produto do sequenciamento foi comparado com seqüências normais do BCR/ABL (GenBank). Neste estudo, detectamos mutações do ABL nos casos com resistência secundária, do tipo E255K (em 2 pacientes), E279K e F359V. A mutação E279K não foi previamente descrita e sua importância clínica necessita de maiores estudos. A mutação E255K está localizada na região denominada P-loop e está relacionada a uma menor sobrevida. A detecção de mutações pode ter implicações prognósticas, auxiliar em decisões terapêuticas e no desenho de terapias com várias drogas para prevenir a emergência de casos resistentes.

LMC XE "LMC"  ? Mutações BCR/ABL XE "Mutações BCR/ABL"  - Imatinib XE "Imatinib"

Instituto de Biologia

B206

Detecção e caracterização da duplicação do gene tRNAIle na região controle do DNAmt de moscas causadoras de miíases (Díptera: Calliphoridae)

Gustavo Turqueto Duarte (Bolsista PIBIC/CNPq), Ana Carolina Martins Junqueira, Tatiana Teixeira Torres e Profa. Ana Maria Lima de Azeredo-Espin (Orientadora), Instituto de Biologia, Lab. Genética Animal, DGE/CBMEG, UNICAMP

A família Calliphoridae, formada por moscas causadoras de miíases, é conhecida por sua importância econômica, médica, sanitária e forense. Similaridades ecológicas e falta de caracteres morfológicos dificultam a identificação de espécies, principalmente durante os estágios larvais. O DNA mitocondrial (DNAmt) vem sendo muito utilizado na caracterização da variabilidade genética e na identificação de califorídeos. A região controle (RC) é a maior porção não-codificadora do DNAmt, com alto conteúdo de bases A e T em insetos. A RC completa pôde ser recuperada em duas reações de PCR, correspondentes aos domínios A (com blocos conservados de seqüência) e B (hipervariável). A análise das seqüências de dez espécies mostrou uma duplicação completa do gene tRNAIle após o domínio B de cinco espécies do gênero Chrysomya: C. albiceps, C. bezziana, C. chloropyga, C. megacephala e C. rufifacies. A duplicação do tRNAIle pode ser usada como marcador molecular para identificação deste gênero, uma vez que não foi reportada para outros gêneros de Calliphoridae. A caracterização da RC permitirá uma avaliação dessa região como marcador molecular para estudos evolutivos bem como para identificação de espécies.

DNAmt XE "DNAmt"  - Calliphoridae XE "Calliphoridae"  - Região Controle XE "Região Controle"

B207

ALTERAÇÕES PROVOCADAS PELO CÁDMIO NO DESENVOLVIMENTO INICIAL DAS PLÂNTULAS DE DUAS ESPÉCIES DE GRAMÍNEAS

Cristiane Mobilon (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Angelo Luiz Cortelazzo (Orientador), Instituto de Biologia ? IB, UNICAMP

O cádmio é um metal que vem sendo espalhado em nosso ambiente principalmente através de atividades agroindustriais, metalúrgicas, da indústria química e da incineração do lixo. A toxicidade desse elemento e seus efeitos biológicos, ainda não estão claramente entendidos, apesar de já se saber que ele pode interagir com várias enzimas, interferindo em diferentes vias metabólicas. Para analisar a influência desse íon na germinação e desenvolvimento inicial de plântulas, foram utilizadas duas espécies de gramíneas: Zea mays L. (milho) e Saccharum officinarum L. (cana-de-açúcar). Sementes de milho ou plântulas de cana foram colocadas para desenvolvimento em meios contendo concentrações de 0 a 100 mM de CdSO4. No caso do milho, as análises revelaram uma diminuição da germinação com o aumento da concentração do metal e, para as sementes germinadas, um retardo no desenvolvimento das raízes e partes aéreas. Cortes corados pelo Azul de toluidina pH 4,0 mostraram alterações no fenótipo nuclear do material tratado pelo Cádmio, apresentando nucléolos mais irregulares e cromatina com aspecto vacuolizado, característico de células necróticas. No controle, as células apresentaram-se mais alongadas e com conteúdo citoplasmático bem distribuído, em contraste com o aspecto mais aglomerado presente nas células de material tratado. Com relação às reservas celulares, observou-se uma menor mobilização do amido nas concentrações mais altas do metal, bem visualizada nos cortes corados pelo método do PAS. O comportamento apresentado pela cana se assemelhou às respostas observadas no milho, com um nítido retardo no desenvolvimento de plântulas nas concentrações a partir de 5 mM do metal, indicando que a competição dos íons cádmio com outros cátions bivalentes pode inibir o metabolismo associado ao desenvolvimento das plântulas em questão.

Germinação XE "Germinação"  - Metais Pesados XE "Metais Pesados"  - Citoquímica XE "Citoquímica"

B208

ANÁLISE MORFOMÉTRICA DE LAEONEREIS ACUTA (ANNELIDA: POLYCHAETA): UM ESTUDO SOBRE SEU CRESCIMENTO

Paula Guilherme Ribeiro (Bolsista PIBIC/CNPq), Profa. Dra. A. Cecília Z. Amaral (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP e Fábio MacCord (Colaborador), Pós-Graduação - IB, USP

Os estudos sobre a biologia populacional de poliquetas baseiam-se principalmente em medidas de estruturas, como estimativa do tamanho. Para indicar o melhor Parâmetro a ser utilizado em análise morfométrica do Nereididae Laeonereis acuta (Treadwell, 1923), foram avaliadas suas classes de tamanho, incluindo larvas e jovens. As coletas foram realizadas na Praia da Enseada (Caraguatatuba, SP - 23º43?24?S, 45º25?00?W). Com auxílio de microscópio estereoscópico foram avaliados: número de setígeros, comprimento dos indivíduos, dos palpos, das antenas, da mandíbula e do prostômio com o peristômio e maior e menor diâmetros dos setígeros 3, 7, 10, 14 e 20. Foram realizadas regressões e correlações entre os parâmetros e o número de setígeros (NS). O comprimento da mandíbula e do prostômio com o peristômio tiveram melhor relação com NS. Os indivíduos foram separados em três classes de tamanho, A (3 a 6 setígeros), B (7 a 56 setígeros) e C (mais de 57 setígeros). As melhores relações com NS foram: A, comprimento da antena; B, maior diâmetro do setígero 7; e C, comprimento da mandíbula. O desenvolvimento foi descrito considerando-se as estruturas: olhos, prostômio, peristômio e cirros tentaculares. Este trabalho foi apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) no âmbito do Programa BIOTA/FAPESP ? The Biodiversity Virtual Institute Program (www.biotasp.org.br).

Laeonereis acut - XE "Laeonereis acuta"  Análise Morfométrica XE "Análise Aorfométrica"  - Desenvolvimento XE "Desenvolvimento"

B209

BUSCA DE NOVOS MEDICAMENTOS POTENCIALIZADORES DA SECREÇÃO DE INSULINA: IMPORTÂNCIA PARA O TRATAMENTO DO DIABETES MELLITUS TIPO 2

Márcio Silva Chaves (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Antonio Carlos Boschero (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

Devido ao grande número de indivíduos diabéticos tipo 2, faz-se necessária a busca de novos medicamentos para o seu tratamento. Os derivados imidazólicos são compostos que têm sido estudados por apresentarem uma atividade hipoglicemiante. Estudamos os efeitos do EFAROXAN, derivado imidazólico, sobre ilhotas de Langerhans isoladas de ratos adultos. Grupos de 5 ilhotas foram incubadas em solução KREBS-bicarbonato contendo 2,8 ou 16,7 mM de glicose por 1 h sendo a insulina secretada avaliada por RIA. As ilhotas foram isoladas por digestão do pâncreas com colagenase e cultivadas em meio RPMI contendo ou não EFAROXAN (100 (M) por 3 dias. A expressão do mRNA da insulina, PKC( e GLUT-2 nessas ilhotas foi avaliada por RT-PCR semi-quantitativo, utilizando-se o RNA ribossomal como controle interno. Já a expressão das proteínas da PKC( e PKA foi avaliada por Western-blot. O tratamento por 3 dias com EFAROXAN aumentou a secreção de insulina induzida por glicose comparada a ilhotas controles, aumentou a expressão dos genes da insulina e da PKC(, mas não do GLUT-2 e diminuiu a expressão da proteína da PKC(. Estes resultados indicam que o efeito potencializador do EFAROXAN sobre a secreção de insulina depende de uma maior disponibilidade de insulina nas células ?-pancreáticas. Os efeitos do EFAROXAN na expressão do mRNA e da proteína da PKC( são contraditórios e não permitem concluir sobre a participação dessa proteína no processo.

Secreção de Insulina XE "Secreção de Insulina"  - Efaroxan XE "Efaroxan"  - Western-blot XE "Western-blot"

B210

cultivo primário de células NK-uterinas em micro-spots

Aline Macedo Faria (Bolsista CNPq), Marcia C. Bizinotto e Prof. Dr. Áureo T. Yamada (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

A compreensão do papel funcional das células NK uterinas (uNK) é fundamental por ser a população leucocitária de maior incidência no útero durante a gestação. Estudos in vitro de uNK isoladas poderiam prover dados específicos do comportamento destas células, no entanto não há até o momento um sistema de cultivo destas células comprovadamente eficiente para realizar bioensaios. Neste trabalho procurou-se estabelecer um sistema de cultivo primário de uNK isoladas e mantidas viáveis para a realização de bioensaios monitoráveis em microscopia e com o uso racional de reagentes. Foram isoladas as uNK do útero de camundongos através de biomagnetos. Em lâminas estéreis de 4 câmaras foram preparados ?spots? de (=5mm recobertos com laminina, fibronectina, colágeno ou gelatina, sobre os quais foram inoculadas 2000 células em 30(l de meio e em seguida os ?spots? foram recobertas com óleo mineral. Após 6h, os meios foram substituídos com RPMI contendo IL-2, IL-15 e GM-CSF e suas combinações. O cultivo em ?spots? permitiu monitorar e manipular diariamente a cultura para avaliar a viabilidade das células concentradas em uma área delimitada. Observou-se que a cultura mantida no substrato de fibronectina apresentou uma maior quantidade de células aderidas do que os demais, assim como a ação de IL-15 isolada e em combinações com IL-2 e GM-CSF apresentaram melhor efeito na viabilidade destas células ao longo do período em que as culturas foram acompanhadas.

Natural Killer Uterinas XE "Natural Killer Uterinas"  - Cultivo Celular Primário XE "Cultivo Celular Primário"  - Interleucinas XE "Interleucinas"

B211

DENGUE NA UNICAMP

Camila Helena de Souza Queiroz (Bolsista SAE/UNICAMP), Rose Clelia Grion Trevisane, Ludimila Berno e Prof. Dr. Carlos Fernando S. Andrade (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

A dengue é uma arbovirose transmitida por um mosquito diurno e urbano, o Aedes aegypti, que se cria principalmente na água limpa de recipientes artificiais. Epidemias de maior ou menor gravidade tem sido freqüentes em todos os países tropicais e subtropicais, e ocorreram no sudestes do Brasil desde 1986. Como não há vacina para essa virose, o controle e vigilância dos mosquitos e das pessoas doentes são fundamentais. Entre os 5 campi da UNICAMP (Barão Geraldo, Cotuca, Limeira, Piracicaba e Paulínia) o primeiro, com cerca de 344ha e uma população flutuante diária superior a 30 mil pessoas, é o que mais tem preocupado. Assim, desde 1991 existe nesse campus um programa de monitoramento do vetor com armadilhas de pneus, complementado por trabalhos educativos, que conta com bolsas do SAE, apoio do CECOM e a Prefeitura do Campus. O presente trabalho faz um histórico das coletas nessas armadilhas, que são inspecionadas semanalmente, dos trabalhos educativos e dos casos de dengue. De forma geral, foi constatado que a comunidade universitária, embora informada e instruída a eliminar criadouros do mosquito no ambiente de trabalho, não o fazia. Foi proposto assim em 1997 e novamente em 1998, que a Reitoria tomasse medidas administrativas. Por fim, a uma Portaria da Reitoria (GR nº 084/2001), proibiu em 2001 a existência nos campi de recipientes que pudessem se tornar criadouros e designou como responsáveis na eliminação os diretores das unidades centros e núcleos. Discute-se as conseqüências de uma eventual epidemia na Unicamp e medidas para o aprimoramento das ações de prevenção e controle a serem tomadas pela atual Comissão Permanente de Controle da Dengue, também criada pela portaria.

Epidemia XE "Epidemia"  - Mosquito XE "Mosquito"  - Dengue XE "Dengue"

B212

?HOMING? DE COLLISELLA SUBRUGOSA (GASTROPODA:PROSOBRANCHIA) NA PRAIA DO LÁZARO, UBATUBA, S.P., BRASIL

Júlia Losada Tourinho (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Cláudia Alves de Magalhães (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

?Homing? pode ser definido como o retorno a um local onde o animal vive e tem seu abrigo, esconderijo ou ninho, um comportamento freqüentemente associado à alimentação, desova, acasalamento e encontro de abrigo. O comportamento de ?homing? é descrito para alguns gastrópodes prosobrânquios conhecidos como lapas. Estes organismos podem apresentar fidelidade a um sítio específico no costão como cicatrizes na rocha, ou, podem ser fiéis a clareiras naturais na faixa de Brachidontes solisianus. Esta variação na fidelidade indica uma flexibilidade neste comportamento. O presente trabalho avalia a flexibilidade de ?homing? para o gastrópode Collisella subrugosa Orbigny (Lottiidae) na praia Lázaro, Ubatuba-SP. A fidelidade de C. subrugosa a clareiras naturais ou a sítios específicos dentro destas clareiras foi avaliada em 3 censos com intervalos de um mês. 77,78% dos indivíduos marcados retornaram a mesma clareira, mas somente 42,86% destes retornaram para um sítio específico no costão. A flexibilidade de ?homing? observada para C. subrugosa pode ser explicada por diferenças intraespecíficas como o comprimento dos organismos ou posição das clareiras no costão.

Homing  XE "Homing" - Flexibilidade Comportamental XE "Flexibilidade Comportamental"  - Collisella subrugosa XE "Collisella subrugosa"

B213

COMPARAÇÃO DE MÉTODOS DE IMUNODIAGNÓSTICOS NA DETECÇÃO DO CTV

Angela Luzia Drezza (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Dagmar Ruth Stach-Machado (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

A Tristeza dos citros é uma das mais importantes doenças virais que afetam a citricultura mundial e brasileira, causando muitas perdas econômicas. Com o intuito de desenvolver técnicas de detecção eficientes e capazes de diferenciar as variadas estirpes virais, inúmeros testes diagnósticos são realizados utilizando-se anticorpos monoclonais produzidos contra as proteínas do capsídeo viral. É importante, então, conhecer detalhadamente a relação entre esses anticorpos e as estruturas virais reconhecidas por eles, para encontrar diferenças que permitam avaliar os vírus detectados e estabelecer uma quantificação precisa das estirpes virais envolvidas na infecção. Este projeto visou efetuar a comparação entre técnicas de imunodiagnósticos freqüentemente utilizadas na virologia vegetal, como o ELISA (Enzime-Linked Immmunosorbent Assay), o Western blot, o DIBA (Dot-Immunobinding Assay), o Tissue-printing e o ISEM (Immunosorbent Electron Microscopy). Dentre esses, o ELISA foi o melhor método para a quantificação viral, enquanto o Western blot, o DIBA, o Tissue-printing e o ISEM mostraram-se eficientes apenas para a detecção qualitativa da infecção, sendo que o ISEM foi o método mais subjetivo para a análise das amostras infectadas com CTV.

Imunodiagnóstico XE "Imunodiagnóstico"  - Vírus XE "Vírus"  - Citros XE "Citros"

B214

EXPRESSÃO DE ENOS NA DOENÇA PERIODONTAL EXPERIMENTAL AGUDA

Taís Nitsch Mazzola (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Dagmar Ruth Stach-Machado (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

A doença periodontal induz inflamação crônica à placa bacteriana e sua progressão depende principalmente da resposta do hospedeiro, havendo ativação e migração de células inflamatórias, expressão de citocinas pró-inflamatórias e síntese de óxido nítrico (NO), produzido em uma reação catalisada por três isoformas de NOS (a neuronal, nNOS, a induzível, iNOS, e a endotelial, eNOS).

O objetivo deste trabalho foi estudar a expressão de eNOS através de imunohistoquímica, na fase aguda da doença periodontal (3, 5 e 7 dias) induzida em ratos através da inserção de uma ligadura nos seus dentes molares. Os animais Controle apresentaram periodonto normal, enquanto os do grupo Experimental (com ligadura) mostraram uma inflamação aguda crescente, com aumento do infiltrado leucocitário, danos à matriz extracelular da lâmina própria ao longo dos dias experimentais. Houve expressão de eNOS em todos os grupos, sendo as enzimas detectadas em células inflamatórias e endoteliais, presentes na lâmina própria e nas áreas de inflamação. Houve células marcadas também na região dos vasos calibrosos e no epimísio que reveste os músculos estriados. O NO produzido via eNOS está provavelmente ligado à regulação da permeabilidade vascular em estados fisiológicos e patológicos na doença periodontal e, conhecendo melhor seu papel, será possível modular os estágios iniciais da inflamação, evitando sua cronificação.

Doença Periodontal XE "Doença Periodontal"  - Óxido nítrico sintase endotelial XE "Óxido nítrico sintase endotelial"  - Inflamação XE "Inflamação"

B215

VERIFICAÇÃO DA PRESENÇA DOS GENES stxe, astA, cnf E cdt EM AMOSTRAS DE Escherichia coli F42+

Cristiane Akemi Uchima (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Domingos da Silva Leite (Orientador), Instituto de Biologia ? IB, UNICAMP

Escherichia coli enterotoxigênica é o principal agente da diarréia neonatal em suínos neonatos. Tem como fatores de virulência (FV) a presença de fatores de colonização (FC) e a produção de enterotoxinas. O objetivo deste trabalho foi a pesquisa de genes dos FV característicos de outras categorias de E. coli, inclusive infecções extraintestinais, como é o caso dos genes stxe, astA, cnf e cdt, procurando associá-los com a fímbria F42 presente nas cepas isoladas de fezes de suínos com e sem diarréia. Confirmamos a presença da fímbria F42 por soroaglutinação em 23 cepas. Acrescentamos o estudo dos genes vt1, vt2 e f41 ao projeto, visto que são importantes FV relacionados à diarréia. A Reação da Polimerase em Cadeia (PCR) foi utilizada para verificar a presença dos genes. Dez (43%) amostras apresentaram-se positivas para o gene astA e apenas 1 (4%) foi positiva para vt1. As cepas F42+ não apresentaram associação com outro FV estudado. Analisamos a expressão fenotípica das toxinas VT e CNF em cultivos de células Vero e HeLa, respectivamente, confirmando os resultados obtidos pela PCR. Estes resultados mostram a prevalência do gene astA no grupo de cepas analisadas e sugerem que estudos mais amplos devem ser realizados a fim de determinar se há ou não associação da fímbria F42 com algum FV.

Escherichia coli XE "Escherichia coli"  ? Fatores de Virulência XE "Fatores de Virulência"  - Suíno XE "Suíno"

B216

UMA FERRAMENTA PARA ESTUDO DE FUNÇÃO BIOLÓGICA DE GENES CORRELACIONANDO VIAS METABÓLICAS COM INFORMAÇÕES DE GENOMA, TRANSCRIPTOMA E PROTEOMA

Itaraju Junior Baracuhy Brum (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Eduardo Galembeck (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

O volume crescente de dados disponíveis nas áreas de genoma, transcriptoma e proteômica nos permite novas abordagens para o estudo da biologia dos organismos. Como exemplo, temos disponíveis hoje bancos de dados e ferramentas computacionais que permitem busca e visualização de dados num dos níveis mais altos de abstração: as redes e vias metabólicas. Entretanto, estas ferramentas trabalham sobre conjuntos e formatos próprios de bancos de dados, levando à uma limitação nas possibilidades de uso destas. Neste trabalho é apresentado um novo mecanismo de busca customizado para novas necessidades e que utiliza dados do banco de dados do KEGG. Ele permite a submissão de dados de uma variedade mais ampla de fontes: seqüências genômicas, resultados de MS-fingerprinting, genes identificados por Microarray. Num primeiro passo, o conjunto de dados submetido é utilizado para gerar uma lista de enzimas candidatas, representando as seqüências e genes submetidos e assim relacionadas a um dado experimento estudado. Na segunda etapa, vias metabólicas de referência originadas do banco de dados do KEGG recebem uma pontuação de acordo com uma maior correlação com a lista de enzimas gerada. Na última etapa, cada via metabólica selecionada pode ser visualizada. Programas de computador necessários foram implementados em linguagem de programação Java e em PHP para permitir o acesso e submissão de dados via Internet. O banco de dados com dados de reações, enzimas, compostos e produtos de reações e mapas metabólicos de referência foram armazenados pelo sistema de gerenciamento de banco de dados MySQL, que também permite a execução de consultas à base de dados por parte dos programas. A presença de determinado gene num genoma não indica necessariamente que ele é expresso nas diferentes situações que a célula, ou tecido, é submetida. Mesmo havendo a expressão gênica, não se tem garantia de que haverá a síntese proteíca. Assim, com essa ferramenta, pode-se analisar estas diferenças, no contexto das vias metabólicas, obtendo-se mais informações para um estudo de função de proteínas.

Genes XE "Genes"  - Genoma XE "Genoma"  - Ferramenta XE "Ferramenta"

B217

PARTICIPAÇÃO DOS RECEPTORES DE GLUTAMATO DO TIPO AMPA NA MEMÓRIA DO CONDICIONAMENTO SOM-CHOQUE

Bruno Vieira Scarpim (Bolsista PIBIC/CNPq), Luís Otávio Siqueira (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Elenice A de Moraes Ferrari (Orientadora), Instituto de Biologia ? IB, UNICAMP

O papel do hipocampo na aprendizagem e memória contextual aversiva é descrito em mamíferos e aves. Os receptores de glutamato estão envolvidos nesses processos. Neste trabalho, investigou-se os efeitos da infusão intra-hipocampal de DNQX ? antagonista do receptor de glutamato do tipo AMPA - na memória contextual aversiva. Pombos C. livia foram divididos em Grupos Controle Aquisição (GCA, n=7) e Consolidação (GCC, n=8) e Grupos Experimental Aquisição (GEA, n=8) e Consolidação (GEC, n=7). Os grupos experimentais receberam infusões de 0,5(l da solução contendo 0,8(g/(l de DNQX, antes (GEA) ou depois (GEC) do treino. Os controles receberam apenas o veículo (salina com 2% de dimetilsulfóxido). O treino consistiu de três associações som (1000Hz, 83dB, 1s) e choque (10mA, 1s). Os pombos foram testados ao contexto e ao som. Os grupos experimentais GEA e GEC apresentaram uma menor ocorrência de freezing ao contexto em relação aos controles (p<0,05). Não houve diferença significativa entre os grupos no teste ao som. Os dados sugerem que a infusão intra-hipocampal do DNQX interferiu nas fases de aquisição e consolidação da memória contextual aversiva em pombos e a participação dos receptores AMPA nos processos de condicionamento clássico aversivo.

Aprendizagem XE "Aprendizagem"  - Condicionamento Clássico Aversivo XE "Condicionamento Clássico Aversivo"  - Pombos XE "Pombos"

B218

SUSCETIBILIDADE DE BIOMPHALARIA AMAZONICA E BIOMPHALARIA PEREGRINA AO ANGIOSTRONGYLUS COSTARICENSIS

Guilherme M. Gennari, Guilherme M. T. Mendes, Tatiane Q. Zorzeto, Halley C. Oliveira, Erich de Castro, Lílian H. Kishi, Ivo G. Pereira e Profa. Dra. Eliana M. Z. Magalhães (Orientadora), Instituto de Biologia ? IB, UNICAMP

O Angiostrongylus costaricensis é um nemátoda parasita de artérias mesentéricas dos roedores que eventualmente pode infectar o homem, causando danos à saúde e até a morte. A infecção dá-se por ingestão de larvas L3, liberadas a partir de moluscos. Estudos anteriores mostraram que alguns planorbídeos do gênero Biomphalaria são bons hospedeiros intermediários desse parasita. Neste trabalho, verificou-se a suscetibilidade de B. amazonica e B. peregrina à infecção por larvas L1 de A. costaricensis, obtidas a partir de fezes de Sigmondon hispidus (Rodentia:Cricetidae). Procedeu-se a infecção de 6 indivíduos de cada uma das espécies com 100 larvas L1. Após 30 dias, foi possível a recuperação e contagem de larvas L3 de ambas as espécies. Apesar do número de larvas L1 infectantes ter sido igual, B. peregrina apresentou uma quantidade significativamente maior de larvas L3 recuperadas que B. amazonica. Isso indica que B. peregrina é mais suscetível à infecção por A. costaricensis, o que pode ser relevante à disseminação da angiostrongilíase dada a ampla distribuição geográfica de B. peregrina.

Angiostrongylus costaricensis XE "Angiostrongylus costaricensis" -Biomphalaria XE "Biomphalaria" -Suscetibilidade XE "Suscetibilidade"

B220

Desenvolvimento e avaliação in vivo de formulações lipossomais de lidocaína

Giovana Bruschini Brunetto (Bolsista PIBIC/CNPq), Daniele Ribeiro de Araujo (Co-orientadora) e Profa. Dra. Eneida de Paula (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

Lidocaína (LDC) é um anestésico local amino-amida bastante empregado em medicina e odontologia. Sistemas de liberação controlada tem sido alvo de pesquisas, onde lipossomas são um dos carreadores mais utilizados, controlando a absorção e distribuição de drogas. Com anestésicos locais, formulações lipossomais prolongam o efeito anestésico e diminuem a toxicidade local e sistêmica. Neste trabalho, foi desenvolvido e avaliado in vivo um sistema lipossomal contendo LDC. Lipossomas unilamelares (LUV,5mM) compostos de fosfatidilcolina de ovo, colesterol e alfa-tocoferol (razão molar 4:3:0,07) foram obtidos por extrusão (400 nm), e LDC 0,5-2% foi adicionada às vesículas. Determinou-se a eficiência de encapsulação (21,7+ 2,61%), o coeficiente de partição (P=114) e a distribuição de tamanho das LUV antes e após adição de LDC. Ratos Wistar, machos, foram tratados por infiltração na região do nervo ciático (0,1mL) com LDC ou LDCLUV. A avaliação do bloqueio motor não mostrou diferenças significantes entre LDC ou LDCLUV, mas a intensidade (1,2-1,8 vezes) e a duração do bloqueio sensorial (5h) foram aumentadas após o tratamento com LDCLUV em relação à LDC (p<0,01). Esses resultados sugerem que a formulação LDCLUV aumentou a disponibilidade de anestésico para as fibras nervosas, apontando-a como um novo e promissor sistema drug-delivery.

Lidocaína XE "Lidocaína"  - Lipossomas XE "Lipossomas"  - Anestesia XE "Anestesia"

B219

Análise Quantitativa do Efeito Hemolítico de Sais Biliares em Eritrócitos Humanos

Josiane Francisca Ferreira, Paulo S. Castilho Preté (Co-orientador) e Profa. Dra. Eneida de Paula (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

Sais biliares são detergentes esteroidais, secretados pelos ductos biliares no duodeno onde emulsificam lipídios. Investigou-se a interação dos sais biliares: colato (C), desoxicolato (DC), ursodesoxicolato (UDC), litocolato (LC), glicocolato (GC), glicoquenodesoxicolato (GDC), taurocolato (TC) e tauroquenodesoxicolato (TDC) com membranas de eritrócitos. As curvas hemolíticas foram determinadas pela liberação da hemoglobina no sobrenadante (pH 7,4, 37°C). Aplicou-se o tratamento quantitativo às curvas hemolíticas (Lichtenberg, 1985) calculando-se a razão molar sal biliar/lipídio para início (Resat) e hemólise completa (Resol) e a constante de ligação dos compostos considerando a estrutura dos sais com suas propriedades de solubilização de membranas. Os valores de Resol foram: 52,1 (C), 10,6 (DC), 5,6 (LC), 17,0 (GDC) e 36,5 (TDC), para cada lipídio de membrana. Não houve efeito hemolítico com UDC, GC e TC em concentrações até 10mM. Estes resultados mostraram que a abstração do grupo hidroxila nas posições 7 ou 12, torna os sais biliares mais hemolíticos que suas contrapartes DC(C, LC(UDC, GDC(GC e TDC(TC. Há também relação direta entre o comprimento da carga substituinte da posição 24 (COO-(glicina(taurina) e os valores de Re, mostrando que a conjugação hepática primária e secundária dos sais biliares diminui seu efeito hemolítico.

Sais Biliares XE "Sais Biliares"  - Hemólise XE "Hemólise"  - Membranas XE "Membranas"

B221

Preparação, caracterização e avaliação in vitro de complexos de ciclodextrinas e ropivacaína

Simone Sayuri Tsuneda (Bolsista SAE/UNICAMP), Daniele Ribeiro Araújo (Co-orientadora) e Profa. Dra. Eneida De Paula (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

Anestésicos locais (AL) utilizados na clínica, como a ropivacaína (RVC), apresentam toxicidade proporcional à potência. A formação de complexos de AL com ciclodextrinas (CD) pode minimizar fatores de risco, além de melhorar o desempenho terapêutico das drogas. O objetivo desse trabalho foi preparar e caracterizar complexos de (-ciclodextrina ((-CD) e seu derivado hidroxipropil (-CD (HP(-CD) com RVC através de estudos de espectroscopia, calorimetria microscopia e cinética, além de avaliar a toxicidade dos mesmos através da interação com membranas de eritrócitos humanos. As análises morfológicas e calorimétricas fornecem fortes indícios da complexação entre RVC e as CDs, enquanto os resultados de cinética sugerem que essa ocorre de forma rápida. A hemólise demonstrou um menor poder de lise tanto da HP(-CD (Csat=5,02mM; Csol= 16,62mM) em relação à (-CD (Csat=3,73mM; Csol=9,30mM), quanto de complexo RVCHP?-CD(Csat= 11,24mM) comparado ao complexo RVC(-CD (Csat=10,9mM), e estes induziram hemólise em maiores concentrações que a RVC (Csat=3,73mM). Os resultados indicam menor toxicidade da HP(-CD e do seu complexo de inclusão com o AL, apresentando o complexo RVCHP(-CD como uma formulação de potencial utilidade em clínica.

Ciclodextrinas XE "Ciclodextrinas"  - Ropivacaína XE "Ropivacaína"  - Hemólise XE "Hemólise"

B222

Modulação do Mecanismo de Secreção de Insulina pela Taurina em Ilhotas de Langerhans de Camundongos Geneticamente Diabéticos (NOD)

Cláudia Teresa Trigo Ramos (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Everardo Magalhães Carneiro (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

A taurina é encontrada nos tecidos de diversas espécies animais. Está envolvida em uma série de processos fisiológicos, entre os quais a estabilização de membranas celulares, a modulação do fluxo celular de cálcio, a detoxificação de xenobióticos e a regulação da excitabilidade neuronal, bem como a modulação do metabolismo da glicose. O presente trabalho teve por objetivo avaliar, por meio da análise da secreção estática de insulina (por radioimunoensaio) e do perfil de aminoácidos livres presentes no soro sangüíneo (por HPLC), a ação da taurina sobre o mecanismo de secreção de insulina para diferentes agentes insulinotrópicos em ilhotas pancreáticas de camundongos NOD. Os resultados obtidos mostram que as ilhotas pancreáticas do grupo NOD são sensíveis à estimulação in vitro com taurina (especialmente quando associada ao estímulo com leucina), sofrendo significativa melhora da performance metabólica, da cetogênese e da capacidade de síntese de membranas celulares, quando comparadas às ilhotas pancreáticas do grupo BALB/c (controle). Os resultados sugerem que a taurina apresenta um papel modulador no microambiente das ilhotas pancreáticas da linhagem NOD, favorecendo seu equilíbrio metabólico, sua funcionalidade e, com isso, sua capacidade secretória.

Taurina XE "Taurina"  - Secreção de Insulina XE "Secreção de Insulina"  - NOD XE "NOD"

B223

Expressão e detecção de genes envolvidos com patogenicidade de Crinipellis perniciosa

Alessandra Lanza Rego (Bolsista PIBIC/CNPq), Maricene Sabha e Prof. Dr. Gonçalo Amarante Pereira (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

O fungo basidiomiceto Crinipellis perniciosa (Stahel), agente etiológico da vassoura-de-bruxa, ataca tecidos meristemáticos de cacaueiro (Theobroma cacao), causando anormalidades como hiperplasia e hipertrofia dos tecidos infectados. Tal doença constitui uma ameaça à produção de cacau no Brasil, especialmente no estado da Bahia, principal região produtora do país, podendo ocasionar perdas de 70 a 90% na produção. Os mecanismos relacionados à patogenicidade do fungo ainda são pouco conhecidos, sendo que a identificação de genes diferencialmente expressos em estágios distintos do desenvolvimento do fungo auxiliaria na busca por marcadores moleculares para diagnóstico e tratamento da doença. Neste estudo, utilizamos a metodologia de microarrays como ferramenta para identificar mRNAs especificamente induzidos no fungo C. perniciosa, na presença/ausência de extrato de T. cacao no meio de cultura, em intervalos curtos de tempo, 24, 48, 72 e 168 horas. Nossos experimentos demonstraram um aumento na expressão de vários genes, como os da integrase, hidrolase e precursor de lipase. O gene GAPDH (gliceraldeído 3-fosfato desidrogenase), geralmente utilizado como balizador em alguns experimentos, revelou aumento significativo de expressão na presença de cacau, nos diversos intervalos de tempo analisados, sugerindo a não utilização deste gene como controle. O resultado foi confirmado por northern blot.

Crinipellis perniciosa  XE "Crinipellis perniciosa" - Expressão Diferencial XE "Expressão Diferencial"  - Patogenicidade XE "Patogenicidade"

B224

Estudo da Variabilidade de Crinipellis perniciosa (Stahel) Singer na Região Produtora de Cacau no Sul da Bahia através da Análise Comparativa de Cariótipo Molecular

Gabriel Dias Mazotti (Bolsista SAE/UNICAMP), Johana Rincones Pérez e Prof. Dr. Gonçalo Amarante Guimarães Pereira (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

O Basidiomiceto Crinipellis perniciosa é o agente etiológico da doença vassoura-de-bruxa no cacaueiro (Theobroma cacao). O primeiro caso descrito desta doença no sul da Bahia foi em 1989 e até 2000 causou uma queda de 60% da produção anual de grãos de cacau. O cultivo de clones de plantas resistentes à infecção por C. perniciosa é a forma mais promissora de combate à doença, mas para retardar a quebra da resistência a variabilidade genética do patógeno deve ser baixa. No presente trabalho comparamos os cariótipos moleculares, obtidos através da técnica de eletroforese em gel de campo pulsado (PFGE), de dezoito isolados de C. perniciosa baianos e nove isolados amazônicos. Os resultados desta comparação indicam a presença de unicamente quatro cariótipos diferentes na Bahia enquanto os nove isolados amazônicos analisados apresentaram cariótipos diferentes. Ainda, dos quatro cariótipos baianos diferentes, dois deles podem ser derivados de um terceiro, diferindo numa única banda cromossômica. Podemos distinguir então que existem dois grupos de cariótipos, o que é coerente com a informação de que ocorreram duas introduções independentes de C. perniciosa, por intervenção humana, no sul da Bahia. Estes resultados indicam que a variabilidade genética na Bahia é baixa e que fortes medidas fitossanitárias são necessárias para evitar que novas linhagens de C. perniciosa cheguem a essa região quebrando a resistência dos clones recentemente plantados.

Cariótipo Molecular XE "Cariótipo Molecular"  - Vassoura-de-Bruxa XE "Vassoura-de-Bruxa"  - Variabilidade XE "Variabilidade"

B225

Clonagem, expressão e purificação do Fator Indutor de Necrose de Phytophthora parasítica, visando entender os mecanismos de interação patógeno-hospedeiro

Gustavo H. A. Zaparoli (Bolsista PIBIC/CNPq), Odalys Garcia e Prof. Dr. Gonçalo A. G. Pereira (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

Reações de defesa induzíveis nas plantas são estimuladas uma vez que acontece a interação patógeno-planta. Proteínas elicitoras produzidas pelo patógeno são reconhecidas por receptores na planta, e uma vez acontecida esta interação, é desencadeada uma cascata de sinais que pode levar a respostas de defesa ou susceptibilidade. A identificação e caracterização de proteínas elicitoras permite entender a natureza da interação planta-patógeno Têm sido descritas proteínas elicitoras em todas as espécies patogênicas de Phytophthora, oomycetos responsáveis por grandes perdas na agricultura. Um elicitor de grande importância é o Fator indutor de Necrose (FN) cuja expressão in vivo parece estar relacionada com a transição de fases durante o ciclo de vida do patógeno e surgimento da doença. O gene que codifica a proteína FN de Phytophthora parasítica foi clonado e expresso em células de E. coli. A purificação da proteína e testes de atividade biológica estão em andamento, para a obtenção de quantidades suficientes de proteína nativa para estudos estruturais por métodos biofísicos. Estes resultados permitirão uma melhor compreensão do modo de atuação deste organismo no hospedeiro.

Elicitor  XE "Elicitor" - Phytophthora  XE "Phytophthora" - Oomyceto XE "Oomyceto"

B226

Esteroidogênese e secreção hepática de VLDL estão aumentadas em camundongos deficientes do receptor de LDL

Gabriel de Gabriel e Dorighello (Bolsista Projeto Integrado CNPq), Alessandro Gonzales Salerno (Doutorado FAPESP) , Prof. Dr. Aníbal Eugênio Vercesi (Co-orientador) e Profa. Dra. Helena Coutinho Franco de Oliveira (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

Camundongos deficientes do receptor de LDL (LDLR0) são modelos para a hipercolesterolemia familiar humana, caracterizada por alta concentração de colesterol (COL) plasmático devido a um aumento de LDL-COL. No entanto, não se sabe se há variação da produção hepática de colesterol neste modelo animal. O objetivo deste trabalho foi verificar se a esteroidogênese e a secreção hepática de VLDL nos animais LDLR0 estariam modificadas em relação aos controles. Lipogênese e esteroidogênese in vivo foram avaliadas através do método de incorporação de água triciada em lípides totais e colesterol, respectivamente. A secreção hepática de VLDL-triglicérides (TG) e VLDL-COL foram determinadas pelos incrementos de TG e COL no plasma após injeção endovenosa de Triton WR1339. Observamos que nos animais LDLR0 houve aumento da lipogênese em torno de 33% (P=0.086) e da esteroidogênese em torno de 50% (P=0.044) quando comparados aos controles. A secreção hepática (mg/dL/h) de VLDL foi aproximadamente duas vezes maior nos LDLRO que nos controles, respectivamente: VLDL-TG: 4.49 +/- 0.23 vs. 2.46 +/- 0.14, (P<0.0001) e VLDL-COL: 0.29 +/- 0.05 vs. 0.14 +/- 0.05 (P=0.054). Portanto, o defeito genético de remoção plasmática de LDL resulta em aumento de síntese de novo de colesterol e de secreção hepática de VLDL-TG e VLDL-COL.

Colesterol -  XE "Colesterol" Esteroidogênese XE "Esteroidogênese"  - VLDL XE "VLDL"

B227

AÇÕES DA S-NITROSOGLUTATIONA NA CADEIA RESPIRATÓRIA VEGETAL

Halley Caixeta de Oliveira (Bolsista PIBIC/CNPq), Taís M. Kuniyoshi, Jusceley F. P. Oliveira, Elzira E. Saviani e Profa. Dra. Ione Salgado (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

Apesar de as mitocôndrias vegetais expressarem componentes respiratórios únicos, pouco se sabe sobre as ações do óxido nítrico (NO) nessas organelas. Neste trabalho, analisaram-se os efeitos da S-nitrosoglutationa (GSNO), um liberador de NO, na cadeia respiratória de mitocôndrias isoladas de tubérculos de batata e de células em suspensão de Citrus sinensis. Utilizou-se um eletrodo Clark para medir o consumo de oxigênio e safranina para medir o potencial elétrico de membrana. Enquanto a inibição da oxidação de NADH exógeno foi transitória, a mesma concentração de GSNO inibiu irreversivelmente a oxidação de malato e succinato. Concentrações de GSNO que causaram uma queda transitória do potencial gerado pela oxidação de NADH levaram a um decréscimo maior ou até ao colapso do potencial gerado pela oxidação de succinato. A estocagem da batata a 10oC (14 dias) e o tratamento das células de Citrus com SNP 1mM (48h) aumentaram a atividade da oxidase alternativa e da NADH desidrogenase externa, o que resultou numa menor sensibilidade à GSNO. Esses resultados sugerem que essas duas proteínas respiratórias são mais resistentes à GSNO, constituindo uma via alternativa para o fluxo de elétrons quando a via fosforilativa está inibida por NO e/ou seus derivados, o que pode ser relevante na defesa das plantas contra o estresse oxidativo.

Óxido Nítrico XE "Óxido Nítrico" - Mitocôndria XE "Mitocôndria" -Cadeia Respiratória XE "Cadeia Respiratória"

B228

PRODUÇÃO DE FLAVONÓIDES DE SOJA COM ATIVIDADE FARMACOLÓGICA

Kelly Seligman (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Ione Salgado (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

Alguns dos intermediários da via dos fenilpropanóides em soja apresentam atividade farmacológica, como as isoflavonas daidzeína (Dz) e genisteína (Gt), com atividade estrogênica e as flavonas apigenina (Ap) e luteolina (Lut) que são reconhecidos agentes anti-inflamatórios. Recentemente observou-se que o óxido nítrico (NO) induz a expressão da fenilalanilamônia-liase (PAL), uma enzima chave da via dos fenilpropanóides. Neste trabalho avaliou-se o efeito de diferentes doadores de NO na indução da produção de flavonóides de soja com atividade farmacológica, assim como o efeito da luz e o papel de agentes redutores na ativação desta via de biossíntese. O nitroprussiato de sódio (SNP) mostrou ser mais eficiente na indução da síntese de Dz, sendo também eficaz para a produção de flavonas. A exposição dos cotilédones à luz, tratados com SNP, estimulou a produção de Gt e Ap. O GSNO induziu a produção de isoflavonas e flavonas e o aumento de sua concentração favoreceu a síntese de Ap e Lut. O GSH induziu apenas a síntese de isoflavonóides nos cotilédones e potencializou a ação do SNP, sugerindo que reações de nitrosilação são importantes na ativação da via de biosssíntese de flavonas. Os resultados obtidos sugerem que doadores de NO podem ser utilizados para otimizar a produção de flavonóides de soja de interesse terapêutico.

Soja XE "Soja"  - Flavonóides XE "Flavonóides"  - Óxido Nítrico XE "Óxido Nítrico"

B229

Defesas químicas de larvas do besouro Chelimorpha reimoseri (Chrysomelidae: Cassidinae: Stolaini) contra predadores

Alexandra Bottcher (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. José Roberto Trigo (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

Larvas de besouros Cassidinae apresentam mecanismos de defesa contra predação, como o escudo de fezes e substâncias químicas impalatáveis presentes em seus tecidos, que podem ser biossintetizadas pelas próprias larvas ou seqüestradas de suas plantas hospedeiras. Os objetivos desse estudo são verificar o papel do escudo de fezes e da química de larvas Chelymorpha reimoseri na defesa, e se esta última é derivada da planta hospedeira, Ipomoea carnea fisulosa (Convolvulaceae). Bioensaios em campo e em laboratório mostraram que o escudo de fezes não representa um incremento na proteção de larvas de C. reimoseri, já que larvas com e sem escudo foram 90 e 81% rejeitadas no campo e 100% no laboratório. Bioensaios em campo e em laboratório com extratos clorofórmicos da larva e da planta hospedeira, mostraram 100% de atividade contra predação. Esses resultados sugerem a utilização de substâncias químicas e o seqüestro das mesmas, da planta hospedeira. A análise por GC-MS mostrou a presença de quatro derivados de ácidos graxos: hexanoato de metila, 9,12-octadecedienoato de metila, 9,12,15-octadecetrienoato de metila e octadecanoato de metila tanto nas larvas quanto nas plantas hospedeiras. Bioensaios com essas substâncias purificadas serão realizados para determinação da atividade contra predação das mesmas.

Chelymorpha reimoseri XE "Chelymorpha reimoseri"  - Defesa Química XE "Defesa Química"  - Àcidos Graxos XE "Àcidos Graxos"

B230

Ação in vitro do oxigênio hiperbárico sobre leveduras de Paracoccidioides brasiliensis

Igor Rapp Ferreira da Silva (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Liana Verinaud (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

O P. brasiliensis é um fungo termodimórfico causador de uma micose sistêmica chamada Paracoccidiodomicose, sendo a maior parte dos casos registrado em São Paulo. O presente estudo teve por objetivo investigar os possíveis efeitos do oxigênio hiperbárico sobre células leveduriformes de P. brasiliensis. As leveduras foram cultivadas em Caldo Sabouraud sólido sendo armazenado a uma temperatura de 37°C. Sua curva de crescimento foi determinada mantendo as leveduras em Sabouraud líquido sob uma agitação de 150 rpm. por 7 dias. As culturas foram então submetidas ao tratamento em câmara hiperbárica utlizando-se três protocolos: uma hora diária durante sete dias de cultura, seis horas consecutivas no 2° dia de cultura e seis horas consecutivas nos dias 3, 4 e 5 de cultura. Os resultados obtidos mostram que uma hora de tratamento promove um crescimento duas vezes maior que a cultura não tratada. Os tratamentos de seis horas consecutivas não mostraram diferenças significativas em relação ao crescimento quando comparado com a cultura controle. Conclui-se pois que é altamente provável que o HbO tenha uma ação sobre as células fúngicas favorecendo seu crescimento. Entretanto, a possibilidade de uma ação sinergística entre HbO e drogas anti-fungicas não pode ser descartados.

Paracoccidiodes brasiliensis -  XE "Paracoccidiodes brasiliensis"  Oxigênio Hiperbárico -  XE "Oxigênio Hiperbárico"  Paracoccidiodomicose  XE "Paracoccidiodomicose"

B231

Identificação de proteínas potencialmente relacionadas a patogenicidade do fitopatógeno Xanthomonas axonopodis

Flavia Vischi Winck (Bolsista CNPq) e Prof. Dr. Marcos Antonio Machado (Orientador), Instituto de Biologia ? IB, UNICAMP

A Xanthomonas axonopodis pv citri (Xac) é uma bactéria gram negativa causadora do cancro cítrico, uma séria doença que afeta muitos pomares de citros com significante impacto econômico na produção mundial destas frutas. O estudo do processo de patogênese e desenvolvimento da patogenicidade nos hospedeiros de Xac é de grande interesse para conhecermos os mecanismos pelos quais a bactéria consegue promover o cancro nas plantas de citros. A identificação de proteínas envolvidas com os mecanismos de patogenicidade torna-se uma interessante ferramenta para a compreensão dos processos desencadeados pela bactéria na planta hospedeira. Para isto foram estudadas proteínas super expressas por Xac em um meio de cultura supostamente indutor de patogenicidade (XVM2) através da análise proteômica comparativa. Utilizando a técnica de Eletroforese Bidimensional para estudo comparativo dos mapas 2DE de proteínas de Xac e posterior digestão das proteínas, as proteínas diferencialmente expressas foram identificadas por Espectrometria de massas (MLADI-ToF) e ?peptide mass fingerprint?.

Proteoma XE "Proteoma"  -Eletroforese Bidimensional XE "Eletroforese Bidimensional"  -Proteínas XE "Proteínas"

B233

ELABORAÇÃO DE UMA CHAVE INTERATIVA DE IDENTIFICAÇÃO PARA FAMÍLIAS PERTENCENTES À ORDEM MALPIGHIALES DO ESTADO DE SÃO PAULO

Juliana Duz Ricarte (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Maria do Carmo Estanislau do Amaral (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

As chaves interativas oferecem grande flexibilidade no processo de identificação, apresentando diversas vantagens sobre as chaves tradicionais, permitindo inclusive uma margem de erro. Podem ser constantemente melhoradas e ampliadas através da inclusão de novos caracteres ou taxa. O objetivo do trabalho foi elaborar uma chave interativa para a identificação de famílias pertencentes à Ordem Malpighiales, nativas e subespontâneas do Estado de São Paulo, segundo o sistema de classificação APG II. Foram realizados: levantamento das famílias e gêneros ocorrentes no Estado, elaboração de lista de caracteres relevantes e seus estados, descrições e material ilustrativo para cada família e glossário ilustrado. Para isso foi utilizado o programa LUCID. Foram incluídas as famílias: Caryocaraceae, Chrysobalanaceae, Clusiaceae s. s., Dichapetalaceae, Elatinaceae, Erythroxylaceae, Euphorbiaceae s. s., Humiriaceae, Hypericaceae (Clusiaceae s. l. pro parte), Lacistemataceae, Linaceae, Malpighiaceae, Ochnaceae, Passifloraceae, Phyllanthaceae (Euphorbiaceae s. l. pro parte), Podostemaceae, Rhizophoraceae, Salicaceae (incluindo Flacourtiaceae pro parte), Trigoniaceae, Turneraceae e Violaceae. Esta chave será disponibilizada no website do Departamento de Botânica, IB -UNICAMP.

Chave Interativa XE "Chave Interativa"  ? Malpighiales XE "Malpighiales"  ? Taxonomia Vegetal XE "Taxonomia Vegetal"

B232

Elaboração de uma Chave Interativa de Identificação para Famílias Pertencentes ao Grupo Monofilético Eurosid II do Estado de São Paulo

Tânia Misae Watanabe (Bolsista PIBIC/CNPq-PRP) e Profa. Dra. Maria do Carmo Estanislau do Amaral (Orientadora), Instituto de Biologia ? IB, UNICAMP

As chaves interativas oferecem total flexibilidade na trajetória a ser percorrida durante a identificação de espécies vegetais, podem fornecer imagens, glossário ilustrado, descrição do táxon identificado e ainda permitir uma margem de erro. Elas podem ser constantemente melhoradas e ampliadas através da inclusão de novos táxons ou caracteres. Neste trabalho foi elaborada uma chave interativa ilustrada para a identificação das famílias do grupo EUROSID II nativas e subespontâneas do Estado de São Paulo, segundo o sistema de classificação APG II. O grupo EUROSID II inclui as famílias: Anacardiaceae, Bixaceae, Brassicaceae s. lat. (inclui Capparidaceae), Burseraceae, Caricaceae, Cochlospermaceae, Malvaceae s. lat. (inclui Bombacaceae, Tiliaceae e Sterculiaceae), Meliaceae, Muntingiaceae, Rutaceae, Sapindaceae, Simaroubaceae, Thymelaeaceae e Tropaeolaceae. Foram feitos: o levantamento das famílias e gêneros de ocorrência no Estado e elaboradas breves descrições das famílias; o levantamento e a ilustração de caracteres relevantes para a identificação; e preparadas ilustrações de representantes de cada família. A chave interativa foi elaborada com o auxílio do programa LUCID e será disponibilizada na página da rede do Depto. de Botânica do Instituto de Biologia -UNICAMP.

Chave Interativa XE "Chave Interativa"  ? EUROSID II XE "EUROSID II"  ? Taxonomia Vegetal XE "Taxonomia Vegetal"

B234

HELMINTOS PARASITAS DE ASTYANAX ALTIPARANAE NA FAZENDA RIO DAS PEDRAS (CAMPINAS, SP)

Ana C. A. de Almeida, Júlia L. Tourinho, Juliana D. Ricarte, Kelly Seligman, Kívia A. P. de Oliveira, Profa. Dra. Marlene T. Ueta (Orientadora) e Prof. Rubens R. Madi (Orientador), Instituto de Biologia ? IB, UNICAMP

Os peixes de água doce, na natureza, são passíveis de serem infectados por numerosos grupos de parasitas, dentre eles Nematoda e Platyhelminthes. Este trabalho teve como objetivo analisar a ocorrência das diferentes classes de helmintos presentes em lambari-de-rabo-amarelo (Astyanax altiparanae). Os peixes foram coletados, pesados, medidos e submetidos à observação para verificar a presença de ectoparasitas na epiderme e nadadeiras. Posteriormente realizou-se a necrópsia para a pesquisa de endoparasitas nas brânquias e órgãos internos, com destaque para tubo digestivo, fígado, vesícula biliar e bexiga natatória. Foram encontrados até o momento monogêneas da subfamília Ancyrocephalinae nas brânquias, larvas de trematódeos da família Strigeidae sob as escamas e nas nadadeiras, larvas de cestódeos da ordem Proteocephala e cistos de nematódeos do gênero Contracaecum na cavidade abdominal, além de nematódeos adultos no lúmen intestinal. Os resultados indicam maior prevalência de larvas de cestódeos e abundância e a intensidade média maiores de larvas de trematódeos. Estudos sobre a prevalência dos parasitas em relação ao tamanho e ao estágio de maturidade sexual estão em andamento.

Astyanax altiparanae XE " Astyanax altiparanae "  - Helmintos XE " Helmintos "  - Parasitas XE " Parasitas "

B235

Polinização, Reprodução e Anatomia dos Elaióforos de Grobya amherstiae Lindl. (Orchidaceae)

Ludmila Mickeliunas (Bolsista CNPq/FAPESP) e Profa. Dra. Marlies Sazima (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

Grobya amherstiae ocorre, principalmente, no oeste do país, entretanto também é freqüente em matas de altitude da região sudeste. Este estudo foi desenvolvido na Serra do Japi em Jundiaí-SP, de agosto a maio de 2004, abrangendo aspectos da fenologia, biologia floral e reprodutiva, bem como a morfo-anatomia de partes da flor em duas populações. Esta espécie floresce de fevereiro a março e os frutos estão maduros em outubro/novembro. A inflorescência pode conter até 15 flores, que são amarelas com manchas marrom-vináceas, exalam odor adocicado e possuem elaióforos tricomáticos de cor alaranjada na base da coluna e no ápice do labelo. A maioria das flores de determinada inflorescência abre simultaneamente, ao amanhecer e a duração de cada flor é de 7-8 dias. Os elaióforos ocupam pequena área na coluna e no labelo e são compostos por pelos unicelulares que produzem óleo. Esse óleo é utilizado por abelhas, uma espécie de Paratetrapedia (Anthophoridae), cujo comportamento de visita resulta em polinizações cruzadas. As visitas das abelhas são restritas a determinados dias e horários, o que resulta em baixa formação de frutos. Besouros, Montella sp. (Curculionidae), se alimentam de partes florais e nesta atividade realizam autopolinizações. Os besouros são numerosos e constantes ao longo da floração, sendo responsáveis por alta taxa de frutos. Esta espécie de orquídea é autocompatível e a grande maioria das sementes é potencialmente viável. Portanto, o sucesso reprodutivo destas populações é mantido por dois tipos de polinizadores completamente diferentes entre si, fato pouco comum em orquídeas.

Grobya  XE "Grobya" - Polinização  XE "Polinização" - Reprodução XE "Reprodução"

B236

ULTRAESTRUTURA DOS ESPERMATOZÓIDES DO BICHO-MINEIRO-DO-CAFEEIRO

Lilian Alves (Bolsista FAPESP), Profa. Dra. Heidi Dolder (Orientadora) e Dra. Karina Mancini, Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

Os lepidópteros (borboletas e mariposas) produzem dois tipos de espermatozóides: os eupirenes e os apirenes. Neste trabalho, foi descrita a morfologia dos espermatozóides testiculares da mariposa L. coffeella (bicho-mineiro-do-cafeeiro) que é a principal praga do café, utilizando microscopia eletrônica de transmissão. Os apirenes não possuem núcleo e acrossomo, apresentando apenas um capuz denso na extremidade anterior. O flagelo é composto por axonema tipo 9+9+2 e dois derivados mitocondriais. Os eupirenes possuem núcleo e acrossomo na região anterior, além de duas estruturas densas laterais ao núcleo, uma massa amorfa central e um arco composto por 8 microtúbulos ligados individualmente à membrana por pontes densas. O flagelo possui axonema tipo 9+9+2, originado a partir dos microtúbulos anteriores, e dois derivados mitocondriais com core paracristalino. A morfologia apirene observada é semelhante àquela encontrada para os demais lepidópteros, entretanto a morfologia eupirene difere completamente daquela encontrada nas espécies estudadas, pois estes são caracterizados pela presença de apêndices extracelulares, denominados laciniados e reticulados, de função desconhecida. Em L. coffeella tais estruturas não ocorrem e podem auxiliar na elucidação funcional destes apêndices, que parecem estar ligados a agregação dos eupirenes ao longo do trato reprodutor masculino.

Apirenes XE "Apirenes"  - Eupirenes XE "Eupirenes"  - Leucoptera coffeella XE "Leucoptera coffeella"

B237

LOCALIZAÇÃO SUBCELULAR DOS FATORES DE REGULAÇÃO DA TRANSCRIÇÃO ATBZIP76 E ATBZIP78 DE ARABIDOPSIS THALIANA EM UM SISTEMA DE EXPRESSÃO TRANSIENTE

Amanda Bortolini Silveira (Bolsista PIBIC/CNPq), Luiz Gustavo Guedes Corrêa e Prof. Dr. Michel Vincentz (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

O genoma de Arabidopsis thaliana codifica um conjunto não redundante e completo de 77 fatores de transcrição do tipo bZIP, sendo que faltam informações funcionais para aproximadamente metade desse conjunto. Fatores bZIP são caracterizados por um motivo básico de ligação ao DNA e localização nuclear, e por um zíper de leucinas, relacionado a dimerização. Identificamos um grupo de bZIPs homólogos de mono e eudicotiledôneas, incluindo AtbZIP76 e AtBZIP78 de Arabidopsis, que apresentam um motivo básico possivelmente alterado para a seqüência de localização nuclear bipartida característica dos fatores bZIP. Iniciamos uma análise funcional dos fatores AtbZIP76 e AtbZIP78 de Arabidopsis. Para isso fusões traducionais dos cDNAs destes fatores com o gene marcador ?Red Fluorescent Protein? (RFP) foram obtidas e utilizadas pra definir a localização subcelular destas proteínas em um sistema de expressão transiente em células de cebola (Allium cepa). Os resultados indicam que esses fatores são direcionados ao núcleo, o que coloca em dúvida a real necessidade do domínio bipartido de localização nuclear para o correto endereçamento de todos os bZIPs.

bZIP XE "bZIP"  - Regulação  XE "Regulação" - RFP XE "RFP"

B238

INFLUÊNCIA DO PORTA-ENXERTO NO CONTEÚDO DE CAFEÍNA EM FOLHAS DE Coffea

Cintia Tiemi Yaginuma (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Paulo Mazzafera (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

Existem poucos estudos sobre o conteúdo e transporte de cafeína em regiões diferentes de folhas e frutos na planta produtora. Assim, analisamos em HPLC o conteúdo de cafeína e de outros alcalóides purínicos correlatos em folhas e raízes de pés-francos e plantas enxertadas de café. Sementes de várias espécies de Coffea foram germinadas sob fotoperíodo de 12h e temperatura de 30oC e, no estádio de ?orelha de onça? (folha cotiledonar expandida), as plântulas foram enxertadas entre si em diferentes combinações. Após 60 dias, foram coletadas folhas (2o ou 3o par) para análise em HPLC. Como resultado, observamos alterações no teor de cafeína em folhas de algumas combinações de cavalo/cavaleiro. Verificamos evidência do transporte de cafeína das raízes para as folhas em C. dewevrei ou C. liberica (que contêm pouca cafeína) enxertados sobre C. arabica ou C. canephora (ambas com alto teor de cafeína). Nestes enxertos houve aumento de cafeína de 0,27% e 0,11% para 1,4% e 1,69%, respectivamente. C. canephora, por sua vez, quando enxertada sobre C. liberica ou C. arabica, apresentou redução da cafeína em relação aos pés-francos desta espécie (de 2,71% para 1,3% e 1,23%, respectivamente), sugerindo influência dos porta-enxertos sobre este enxerto. A partir destas evidências, pesquisas posteriores poderão responder se as variações observadas relacionam-se ao transporte de cafeína, ou a algum estímulo/inibição de sua síntese, proveniente do cavalo.

Cafeína XE "Cafeína"  - Coffea XE "Coffea"  - Enxertia XE "Enxertia"

B239

AVALIAÇÃO DO ESTRESSE EM ESTUDANTES PRÉ-VESTIBULANDOS NOS CURSOS DE MAIOR DEMANDA, ENVOLVENDO AS TRÊS ÁREAS DE CONHECIMENTO

Cesar Augusto Esteves (Bolsista FAPESP), Marcia Carvalho Garcia e Prof. Dra. Regina Célia Spadari-Bratifish (Orientadora), Instituto de Biologia - IB , UNICAMP

Estresse é a resposta do organismo a situações que representem algum tipo de ameaça à sua integridade. Estudantes que prestam o vestibular enfrentam um período de grande ansiedade que poderia estar relacionado à reação de estresse. O aumento das concentrações plasmáticas de catecolaminas e de cortisol é considerado como o indicador fisiológico do estresse. A concentração de cortisol na saliva é proporcional à concentração deste hormônio no sangue (podendo ser facilmente medida) e as amostras podem ser obtidas por técnica não invasiva. A saliva foi coletada uma vez por mês, de março a novembro, em três horários: 8h, 12h e 18h, enquanto questionários acerca de sintomas relacionados à depressão, ansiedade e um inventário de sintomas de estresse (ISS) foram respondidos em três ocasiões: março, junho e novembro. Participaram do estudo 26 jovens do sexo masculino e 55 do sexo feminino, com mediana de idade igual a 19 anos. A comparação dos valores obtidos confirma que a concentração de cortisol é maior em saliva de vestibulandos do que em jovens não envolvidos com o vestibular. Nenhum aluno apresentou sintomas de estresse intenso em março, mas um aluno no mês de junho e três alunos no mês de novembro, apresentaram altos níveis de estresse. Assim sendo, tanto a medida da concentração salivar de cortisol como os ISS indicaram alta incidência de estresse na população analisada.

Cortisol XE "Cortisol"  ? Estresse XE "Estresse"  - Vestibulandos XE "Vestibulandos"

B240

EFEITOS DA HIPÓXIA SOBRE A INFECÇÃO POR LEISHMANIA AMAZONENSIS E EXPRESSÃO DE HSP70 EM MACRÓFAGOS MURINOS

Adriana Degrossoli (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Selma Giorgio (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

As infecções provocam mudanças na pressão parcial de oxigênio tecidual, tornando o microambiente hipóxico (oxigenação diminuída). Células como os macrófagos alteram o metabolismo, a expressão de algumas proteínas como HIF-1? (fator induzido pela hipóxia 1-?) e a atividade fagocítica a partículas inertes em hipóxia. As proteínas de choque térmico (HSPs) são proteínas expressas por células em condições de estresse e desempenham um papel importante na resposta imune, mas seu papel durante a hipóxia é pouco estudado. Neste trabalho, utilizamos um modelo in vitro das leishmanioses (parasitoses que causam lesões cutâneas, mucocutâneas e visceralizantes) para analisar os efeitos da hipóxia experimental na infecção e na expressão da HSP de 70 kDa (HSP70) em macrófagos. Macrófagos J774 infectados com amastigotas de Leishmania amazonensis reduzem a carga parasitária quando mantidos em condições de hipóxia, mas expressam níveis elevados de HSP70, analisado por ?Western blot?. Esses resultados indicam que macrófagos alteram seu fenótipo (capacidade fagocítica e expressão de HSP70) quando em condições reduzidas de O2, sofrendo um processo de ativação que possibilita controle da infecção por L. amazonensis e alteração na expressão de HSP70.

Macrófago XE "Macrófago"  - Proteína de Choque Térmico XE "Proteína de Choque Térmico"  - Hipóxia XE "Hipóxia"

B241

Caracterização de proteínas de reserva de café em áreas distintas com diferentes condições edafoclimáticas

Carlos Andrade Rivas Gutierrez (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Sergio Marangoni (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

O café é uma das atividades econômicas mais importantes no Brasil, mas pouco é conhecido sobre as propriedades bioquímicas e moleculares das proteínas de suas sementes. A extração de proteínas foi feita de acordo com Baú et al 2001 e a concentração de proteínas foi determinada de acordo com Bradford. Para descobrir se lugares diferentes, com condições edafoclimáticas distintas e diferentes tratamentos afetam o perfil protéico, amostras de semente de café de Adamantina, Mococa e Campinas (SP) foram analisados por SDS-Page e composição de aminoácidos. O tratamento consistiu em 4 tipos de irrigação: sem irrigação, continuamente irrigado, sem irrigação por 30 dias em Julho e sem irrigação por 60 das em Julho e Agosto. O SDS-Page revelou que os diferentes períodos de irrigação não alteraram o perfil protéico, mas as condições edafoclimáticas sim. O SDS-Page mostrou uma banda de globulina de 55kda em todas as amostras não reduzidas por DTT. A banda de 55kDa não apareceu nas amostras reduzidas, mas bandas de 33 e 22kDa apareceram. Portanto, áreas distintas com diferentes condições edafoclimáticas afetam o perfil protéico de acordo com a comparação dos géis de Adamantina, Mococa e Campinas.

Café  XE "Café" - Caracterização de Proteínas XE "Caracterização de Proteínas"  - Condições Edafoclimáticas XE "Condições Edafoclimáticas"

B242

Proteoma da Helicobacter pylori : Construção de mapa de referência e identificação de proteínas

Diego Roberto Barbosa Pereira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Sérgio Marangoni (Orientador), Instituto de Biologia ? IB, UNICAMP

A Helicobacter pylori é uma bactéria gram-negativa, microaerófila e flagelada, que é agora reconhecida como a principal causadora de úlceras pépticas. A análise do proteoma pode desvendar respostas celulares e a expressão protéica da bactéria em seu microambiente. Este projeto teve como objetivo padronizar um protocolo de preparação de amostras das proteínas da H. pylori, fazer um mapa dessas proteínas usando a eletroforese em 2 dimensões (2D) e identificar proteínas por espectrometria de massas. Para isso foi feita a ruptura das células e a extração de suas proteínas num tampão de lise, a 1ª dimensão da eletroforese, que utiliza a isoeletrofocalização, a 2ª dimensão da eletroforese realizada em gel de acrilamida 14% e identificação de peptídeos após digestão com tripsina. Foram visualizados os spots de proteínas do gel através do método de detecção por solução de nitrato de prata e alguns dos principais spots foram identificados pelo método Peptide Mass Fingerprinting em espectrômetro de massas MALDI-TOF. A realização deste trabalho propicia vários estudos subseqüentes, à medida que a construção de mapas 2D de boa resolução é o primeiro passo para conseguir identificar proteínas por espectrometria de massas MALDI-TOF e analisar comparativamente cepas de H. pylori.

Proteoma XE "Proteoma"  - Helicobacter pylori XE "Helicobacter pylori"  - Eletroforese XE "Eletroforese"

B243

CARACTERIZAÇÃO DAS PROPRIEDADES ANTINUTRICIONAIS DAS PROTEÍNAS DE RESERVA (INIBIDORES DE SERINOPROTEASES E LECTINAS) EM SEMENTES DE Chenopodium quinoa

José Luiz Rosenberis Cunha Júnior (Bolsista SAE/UNICAMP), Prof. Dr. Sérgio Marangoni (Orientador) e José Antônio da Silva (Co-Orientador), Instituto de Biologia ? IB, UNICAMP

Com o aumento da população mundial e a escassez de fontes de proteína animal nos países pobres, torna-se necessário maximizar a produção e consumo de proteínas vegetais. Um exemplo que conta com uma ótima concentração de proteínas de qualidade são as sementes da planta andina Chenopodium quinoa, que, entretanto, não possuem suas características físico-químicas e antinutricionais bem conhecidas. Neste trabalho as proteínas de reserva dessas sementes foram extraídas, fracionadas e purificadas por cromatografia de exclusão molecular, sendo posteriormente caracterizadas estruturalmente e funcionalmente. Na caracterização estrutural com análise de aminoácidos e eletroforese SDS-PAGE de uma e duas dimensões foi verificada uma excelente composição de aminoácidos e a presença de proteínas provavelmente correspondentes a inibidores de proteases e lectinas, confirmando os dados da caracterização funcional por testes verificadores de atividade inibitória de proteases e hemaglutinante, onde foi verificada a presença de fatores antinutricionais. Com esses dados experimentais torna-se então possível propor aplicações reais para as proteínas de reserva das sementes de quinoa.

Quinoaxe "Quinoa" - Fatores Antinutricionaisxe "Fatores Antinutricionais" - Inibidores de Proteasexe "Inibidores de Protease"

B244

Proteoma da Xylella fastidiosa: Estudo Comparativo da Expressão Protéica de Xylella fastidiosa Crescida em Condições de Formação e Não Formação de Biofilme Relacionada a Patogenicidade

Paula Rodrigues Oblessuc (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Sérgio Marangoni (Orientador), Instituto de Biologia ? IB, UNICAMP

A Xylella fastidiosa é uma bactéria gram-negativa, sem flagelo e fitopatógena que vive dentro do xilema de plantas, causando importantes doenças econômicas, inclusive a Clorose Variegada dos Citros (CVC). A CVC tem início quando o vetor da X. fastidiosa se alimenta dos fluidos da planta, transmitindo a bactéria, que se adere à superfície do xilema formando um agregado de células unidas entre si e ao hospedeiro, o que caracteriza a formação de biofilme. Grande parte dos autores concorda que a formação de biofilme esta intimamente ligada a patogenicidade da X. fastidiosa, já que é através dele que elas conseguem se manterem fixas ao xilema e com isso infectar a planta hospedeira. Pensando nisso, amostras da bactéria crescidas com 10 e 20 dias em meio de cultura PW, e em condições de formação e não formação de biofilme, foram analisadas através de Proteoma Comparativo, visando estabelecer proteínas possivelmente envolvidas no processo de formação e manutenção do biofilme. Para isto foram utilizados métodos comparativos via análises de géis 2DE, e a identificação das proteínas diferenciais foi realizada via espectrometria de massas MALDI-TOF acoplada a técnica de Mass Finger Print.

Xylella fastidiosa XE "Xylella fastidiosa"  ? Biofilme XE "Biofilme"  ? Proteoma Comparativo XE "Proteoma Comparativo"

B245

Citogenética de Allobates femoralis e de Colostethus sp. (aff. marchesianus) (Anura, Dendrobatidae)

Fernanda de Pace (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Shirlei M. Recco-Pimentel (Orientadora), Instituto de Biologia ? IB, UNICAMP

A família Dendrobatidae compreende 9 gêneros e 207 espécies. Os dendrobatídeos possuem como características o aposematismo e a presença de alcalóides tóxicos na pele de algumas espécies. Neste trabalho, dados cariotípicos das espécies Allobates femoralis e Colostethus sp. (aff. marchesianus) foram obtidos através de técnicas de coloração com Giemsa, Ag-NOR e bandamento C, com o objetivo de contribuir para o entendimento de questões inter- e intragenéricas na família. Os resultados citogenéticos de Allobates femoralis, proveniente de Autazes (AM), foram comparados aos já descritos para outra população, coletada na Reserva Ducke (AM). As duas populações possuem cariótipos praticamente idênticos, à exceção do par 7, que é metacêntrico na população de Autazes e submetacêntrico na da Reserva Ducke. A NOR se localiza neste par em ambas as populações, porém, em braços diferentes. A população em estudo diferiu daquela da Reserva Ducke pela presença de bandas C nas regiões pericentroméricas dos pares 1 e 10 e na região intersticial do braço longo do par 3. O cariótipo de Colostethus sp. (aff. marchesianus) apresentou 2n = 22 cromossomos à semelhança de outras espécies relacionadas a C. marchesianus já analisadas. No entanto, a posição da NOR e o padrão de banda C aqui encontrados possibiltam a distinção entre essas espécies, freqüentemente denominadas C. marchesianus devido à grandes semelhanças morfológicas.

Citogenética  XE "Citogenética" - Anura XE "Anura"  - Dendrobatidae XE "Dendrobatidae"

B246

FILOGENIA MOLECULAR DE ESPÉCIES DE ?Hyla DE 2N=30 CROMOSSOMOS? (ANURA:HYLIDAE)

Gabriel Toselli Barbosa Tabosa do Egito (Bolsista FAPESP), Profa. Dra. Luciana Bolsoni Lourenço (Co-orientadora), UEL, Profa. Dra. Shirlei Maria Recco-Pimenel (Orientadora), IB-UNICAMP, Maurício Bacci-Jr, CEIS-UNESP Rio Claro e Vanderlei Geraldo Martins, CEIS-UNESP - Rio Claro

Os anfíbios vêm apresentando declínio populacional desde o século passado. Na busca de conhecer mais sobre sua diversidade, a escassez de sinapomorfias morfológicas têm sido uma dificuldade para os sistematas. A família Hylidae, em especial o gênero Hyla, ainda apresenta relações filogenéticas pouco conhecidas. Utilizando a seqüência completa do gene mitocondrial ribossomal 12S, foram estudadas 10 espécies de Hyla com número diplóide (2n) de 30 cromossomos, num total de 30 populações com 3 indivíduos cada. Especial ênfase foi dada às espécies próximas e pertencentes ao grupo de H. nana, que são morfologicamente muito similares e taxonomicamente problemáticas. As inferências filogenéticas foram feitas através dos métodos de neighbor-joining e máxima parcimônia utilizando o programa PAUP* 4b10. Os resultados mostraram quatro clados com o monofiletismo bem suportados pelo teste de bootstrap: (1) H. elianeae e H. rubicundula, (2) com H. nana parafilética em relação a H. walfordi, (3) com H. sanborni parafilética em relação à população de H. nana da Serra da Bodoquena - MS e (4) H. minuta. Sugere-se uma revisão taxonômica de modo que H. walfordi seja considerada sinônima de H. nana e sejam redefinidos os critérios de identificação de H. nana da população da Serra da Bodoquena.

Sistemática Molecular XE "Sistemática Molecular"  - Anfíbios XE "Anfíbios"  - Filogenia XE "Filogenia"

B247

Purificação e caracterização da citotoxina produzida por isolado clínico de Stenotrophomonas maltophilia

Daniel Jiro Kota (Bolsista IC CNPq), Patricia de Maria Silva Figueirêdo (Bolsista de DR CNPq), Márcia Tomy Furumura (Bolsista de DR CAPES) e Prof. Dr. Tomomasa Yano (Orientador), Instituto de Biologia ? IB, UNICAMP

Stenotrophomonas maltophilia previamente conhecida como Pseudomonas maltophilia ou Xanthomonas maltophilia, recentemente tem sido considerada como um dos mais importantes patógenos em pacientes imunosuprimidos com infecção hospitalar. Esta bactéria tem sido relacionada com um número variável de infecções, como bacteremia, endocardite, síndromes oftalmológicas, lesões de pele, infecções urinárias, gastrointestinais e do trato respiratório. Recentemente, nosso grupo detectou em amostras clínicas de S. maltophila a produção de uma citotoxina causadora de fusão da membrana em células Vero. Um isolado clínico de S. maltophilia, gentilmente cedidos pelo Centro Médico de Campinas, foi cultivado em meio Tryptic Soy Broth (TSB) com 1% de L-lisina por 24h com agitação a 37°C. O sobrenadante de cultura obtido pela centrifugação a 10.000xg/10 min. foi fracionado em 80% de saturação de sulfato de amônio e dialisado contra tampão Tris-HCl 0,02M pH 7,4 e então cromatografado em coluna Q-Sepharose HiTrap, em sistema AKTA (Amersham Biosciences). O pico cromatográfico com atividade citotóxica em células Vero foi então cromatografado em coluna de gel filtração Superdex 75, em sistema AKTA. A citotoxina assim purificada foi submetida a diferentes temperaturas e tratada com proteinase K , tripsina, metaperiodato de sódio e antiproteolíticos (TLCK, TLPK, aprotinina, EDTA) para verificar sua estabilidade e composição química. Os resultados observados demonstram que a citotoxina produzida por Stenotrophomonas maltophilia é uma proteína termo-estável com característica enzimática e sugere ser um dos prováveis fatores de virulência de Stenotrophomonas maltophilia. Suportes : CNPq, CAPES

Citotoxina XE "Citotoxina"  - Purificação XE "Purificação"  - Stenotrophomonas maltophilia XE "Stenotrophomonas maltophilia"

B248

Estrutura Populacional de Stramonita haemastoma (Gastropoda: Mollusca) no litoral dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro

Bruno Udelsmann (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Vera Nisaka Solferini (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

Existem poucos estudos feitos sobre a variabilidade genética em populações do caramujo Stramonita haemastoma, muito comum no Brasil e no mundo. Este trabalho visou caracterizar a variabilidade genética desta espécie nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro através da técnica de eletroforese de isozimas em gel de amido, comparando os resultados com os obtidos com outras espécies de costão. Foram coletadas amostras em oito localidades, entre as cidades do Rio de Janeiro e São Vicente. A variabilidade genética foi grande em todas as amostras, com uma média de 3 alelos por loco polimórfico e heterozigozidade esperada de 0,26. Foi verificada a existência de deficiência de heterozigotos, com valores significativos de FIS. Encontrou-se um grau de estruração alto entre as amostras, o que não era esperado devido à presença de estágio larval planctotrófico de grande duração, que permitiria um fluxo gênico eficiente. A deficiência de heterozigotos tem sido encontrada em muitos organismos de costão estudados e pode ser explicada tanto por fatores seletivos locais como pela existência de grupos de acasalamento. Os resultados também indicaram a possibilidade de um outro molusco ocorrendo em simpatria em São Sebastião, que pode ser uma espécie críptica ou um táxon subespecífico.

Stramonita haemastoma XE "Stramonita haemastoma"  ? Variabilidade Genética XE "Variabilidade Genética"  ? Mollusca XE "Mollusca"

B249

VARIABILIDADE GENÉTICA E BIOLOGIA FLORAL EM QUATRO ESPÉCIES DO GÊNERO ONCIDIUM BENTHAM (ORCHIDACEAE)

Suzana de Fátima Alcantara (Bolsista PIBIC/CNPq), Profa. Dra. Vera Nisaka Solferini (Orientadora) e Prof. Dr. João Semir (Co-orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

O objetivo do trabalho foi estudar a biologia floral de quatro espécies de Oncidium, ocorrentes em fragmentos de Mata Atlântica e correlacioná-la aos resultados obtidos quanto a sua variabilidade genética. Foram realizadas observações em campo, para verificação dos mecanismos de polinização das espécies estudadas e cruzamentos controlados em casa de vegetação, para obtenção de dados sobre o sistema reprodutivo. Os resultados indicam uma baixa freqüência de polinizações em ambiente natural que, aliada à propagação vegetativa, pode levar à diferenciação genética entre populações. Porém, estudos em populações de O. hookeri não demonstraram diferenciação genética significativa, indicando que o baixo FST encontrado (0,029) pode ser devido à eficiência na dispersão das sementes. Os resultados obtidos para O. hookeri quanto à identidade genética e a taxa de frutificação podem ser indícios da existência de um sistema de incompatibilidade genético. Vários trabalhos ressaltam a influência da fragmentação no comportamento de polinizadores, principalmente abelhas; as conseqüências desse processo na reprodução das espécies polinizadas seriam a diminuição na frutificação e no número de heterozigotos em uma população, como encontrado. Entretanto, são necessários outros estudos para que sejam determinadas se as causas da baixa freqüência de visitas florais e de frutificação são devidas a processos de fragmentação ou à biologia dessas espécies.

Biologia floral XE "Biologia floral"  - Sistema reprodutivo XE "Sistema reprodutivo"  - Oncidium XE "Oncidium"

B250

Estudo das características biológicas de uma linhagem de Escherichia coli causadora da Síndrome da Cabeça Inchada em aves

Juliana Carvalhães Lago (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Wanderley Dias da Silveira (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

Nesse trabalho, características biológicas tais como: resistência a diferentes antimicrobianos, capacidades de adesão e invasão de linhagens celulares (HEp-2 e HeLa) cultivadas in vitro, expressão de aerobactina, colicinas e hemolisina possivelmente presentes em uma linhagem de E.coli (SCI 10) causadora de Síndrome de Cabeça Inchada de Aves, foram pesquisadas com a finalidade de se estabelecer se os genes responsáveis pela expressão das mesmas eram de origem plasmidial ou cromossômica. O perfil eletroforético de DNA plasmidial presente nessa linhagem também foi determinado, com a finalidade de se estudar a possível transferência e expressão das características estudadas para uma linhagem receptora não patogênica (HB101). Verificou-se que a linhagem SCI 10 é resistente aos antimicrobianos tetraciclina e canamicina e possui capacidade de adesão em células HEp-2 e HeLa cultivadas in vitro; não expressa aerobactina, colicina V ou hemolisina e possui vários plasmídios [(96MD)(145,5Kb), (3MD)(4,6Kb), (2MD)(3Kb), (1,8MD)(2,7Kb), (1,4MD)(2,1Kb) e (1MD)(1,5Kb). Experimentos de conjugação demonstraram que apenas o plasmídio de 145,5Kb foi transferido para a linhagem receptora HB101 sendo, portanto, conjugativo. Além da resistência a antimicrobianos, nenhuma célula transconjugante apresentou a transferência das demais características estudadas, demonstrando que as mesmas ou são de origem cromossômica, ou são codificadas por genes presentes nos plasmídios menores. Acreditamos que essa última hipótese não seja a correta devido ao pequeno tamanho dos plasmídios presentes na linhagem selvagem original. Esses resultados, porém, não invalidam a hipótese de que possíveis outras características biológicas, aqui não estudadas, e que poderiam ser relacionadas ao processo de patogênese dessa linhagem bacteriana, sejam de origem plasmidial. Outros estudos para a determinação dessa hipótese estão sendo realizados.

Escherichia coli XE "Escherichia coli"  - Síndrome da Cabeça Inchada XE "Síndrome da Cabeça Inchada"  - Fatores de Virulência XE "Fatores de Virulência"

B251

Avaliação da capacidade fagocítica de macrófagos peritonais por microscopia óptica e espectrofluorometria

Alline Roberta Pacheco (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Wirla Maria da Silva Cunha Tamashiro (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP

A fagocitose e eliminação de patógenos e de células senescentes constituem as principais funções dos macrófagos (M(). Essas atividades podem ser aumentadas por diferentes estímulos, tais como o LPS bacteriano, resíduos de manose da parede microbiana e por citocinas como o IFN(. A fagocitose pode ainda ser facilitada pela opsonização das partículas com moléculas séricas, tais como anticorpos, proteínas de fase aguda e complemento. Neste trabalho, a capacidade de M( murinos peritoniais, residentes ou recrutados pelo tioglicolato, de fagocitar partículas de zimosan opsonizadas ou não com C3bi foi analisada através de duas metodologias distintas: a microscopia óptica tradicional e a espectrofluorometria. Os resultados obtidos através da microscopia óptica mostraram que os M( recrutados pelo tioglicolato não diferem na sua capacidade de fagocitar partículas opsonizadas e não opsonizadas (p = 0,8841). Os M( residentes fagocitaram significativamente menos partículas livres de opsoninas do que as opsonizadas (p = 0,0005). Enquanto M( residentes e estimulados fagocitaram de modo similar partículas de zimosan opsonizadas (p = 0,3800), a fagocitose de zimosan não-opsonizado foi realizada de modo mais eficiente por M( estimulados (p = 0,0003). Os resultados obtidos através da espectrofluorometria foram equivalentes aos obtidos por microscopia e proporcionaram a coleta mais rápida dos dados. O conjunto dos resultados obtidos neste trabalho indicam ser possível substituir a metodologia convencional pela espectrofluorometria em futuras avaliações da capacidade fagocítica de M( no decorrer do envelhecimento.

Fagocitose XE "Fagocitose"  - Microscopia XE "Microscopia"  - Espectrofluorometria XE "Espectrofluorometria"

Instituto de Química

B252

HIDROGÉIS DOADORES DE ÓXIDO NÍTRICO PARA O TRATAMENTO DA LEISHMANIOSE CUTÂNEA

Gabriela Freitas Pereira de Souza (Bolsista de IC FAPESP), Danilo Ciccone Miguel (Bolsista de IC FAPESP), Amedea B. Seabra (Bolsista de Doutorado FAPESP), Sílvia R. B. Uliana (Orientadora) e Prof. Dr. Marcelo G. de Oliveira (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP e Instituto de Ciências Biomédicas, ICB, USP

Resultados recentes indicam que doadores exógenos de óxido nítrico (NO) podem exercer uma ação terapêutica na leishmaniose cutânea em humanos, quando aplicados de forma tópica sobre as lesões. Esta ação terapêutica pode ser potencializada se os doadores de NO estiverem incorporados em uma matriz que permita a sua liberação controlada. Os objetivos desse projeto incluem a síntese de S-nitrosotióis (RSNOs) doadores de NO como a S-nitroso-N-acetilcisteína (SNAC) e S-nitrosoglutationa (GSNO), a incorporação desses RSNOs em hidrogéis de PEO-PPO-PEO para liberação localizada de NO; a caracterização dos hidrogéis em relação às cinéticas de liberação de NO por técnicas espectrofotometricas e a avaliação de sua ação no combate à leishmaniose cutânea em ensaios in vitro e in vivo. Os resultados já obtidos em ensaios in vitro mostraram que a SNAC e a GSNO, na concentração de 500 (mol L-1, induzem a morte de 99.35% e 94.3% de amastigotos da L. major, respectivamente. O hidrogel utilizado possui a propriedade única de gelificação reversa, passando de liquido a gel com o aumento da temperatura sendo que a temperatura de gelificação pode ser modulada. Neste trabalho estabeleceu-se a temperatura de gelificação de 15 (C. Após a incorporação de SNAC ao hidrogel, observou-se que 97.5% do estoque inicial de NO foi liberado em 12h a 37 (C. Novos experimentos serão realizados para se estabelecer as formulações exatas para o tratamento das lesões cutâneas de leishmaniose.

Óxido Nítrico XE "Óxido Nítrico"  - S-nitrosotióis XE "S-nitrosotióis"  - Leishmaniose Cutânea XE "Leishmaniose Cutânea"

PROJETOS DA ÁREA DE CIÊNCIAS EXATAS

Instituto Agronômico de Campinas

E253

EXPERIMENTOS SOBRE A MOBILIDADE DE METAIS PESADOS (Cd, Cu, Ni, Pb E Zn) EM COLUNAS DE SOLO TRATADO COM LODO DE ESGOTO PARA FINS AGRíCOLAS

Vanessa Leonel Costa (Bolsista PIBIC/CNPq), Dr. Otávio Antônio de Camargo (Orientador) e Ricardo Perobelli Borba (Co-orientador), Centro de Educação Superior Tecnológica ? CESET ? UNICAMP e Instituto Agronômico de Campinas ? IAC

O uso de lodo de esgoto na agricultura, como uma alternativa de disposição desse resíduo, é motivo de preocupação em função da possibilidade de conter em sua composição metais pesados como Cd, Cu, Ni, Pb e Zn. O objetivo do trabalho foi avaliar a mobilidade e o acúmulo de metais pesados (Cd, Cu, Ni, Pb e Zn) em Latossolo ácido por meio de experimentos em laboratório com colunas de solo e em amostras de solo coletadas em diversas profundidades. Nas colunas foram feitas lixiviações com soluções de metais pesados (MP), nas amostras de solo realizou-se a extração fracionada dos metais das frações óxido e matéria orgânica. Em ambos experimentos as concentrações de metais e outros elementos nas soluções foram determinados por ICP-AES. O Pb e o Cu foram os elementos mais adsorvidos: do total lixiviado 70% ficou retido no solo. A retenção de Ni, Zn e Cd foi inferior, permanecendo em média 10% do total da solução. O Ni foi o metal que mais mobilidade teve pelo perfil do solo, seguido pelo Cd, Zn, Cu e Pb. As lixiviações de soluções de MP com pH?s diferentes mostraram comportamentos distintos nas colunas de solo. Na lixiviação com a solução com menor pH(pH=3,8) houve maior mobilidade dos MP, quando comparada com a solução que possuía pH=5,6. Em experimentos de adsorção de MP em solos de várias profundidades observou-se que a camada superior do solo, 0-0,20cm foi a que mais adsorveu os MP, havendo uma redução da quantidade adsorvida com o aumento da profundidade, até 500cm. Esta variação da capacidade de adsorção dos MP pode estar correlacionada com a concentração de matéria orgânica no solo, que também diminui com o aumento da profundidade.

Latossolo XE "Latossolo"  - Metais Pesados XE "Metais Pesados"  - Lodo de Esgoto XE "Lodo de Esgoto"

Instituto de Computação

E254

BUSCA EM LARGURA LEXICOGRÁFICA E APLICAÇÕES

Lucas dos Santos Ribeiro (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Célia Picinin de Mello (Orientadora), Instituto de Computação - IC, UNICAMP

Uma busca em largura lexicográfica é uma busca em largura com a regra adicional de que vértices com vizinhos já visitados são preferidos na escolha. A busca em largura lexicográfica foi projetada em 1976, quando foi usada no reconhecimento, em tempo linear, dos grafos cordais. Desde então, tem sido usada em diversas aplicações e sua importância na teoria dos grafos tem crescido. Neste trabalho, foi estudada a busca em largura lexicográfica, sua aplicação no reconhecimento dos grafos cordais, além da classe dos grafos de comparabilidade, sua caracterização por subgrafos proibidos e um de seus algoritmos de reconhecimento. Considerou-se também uma BLL especial usada em aplicações na classe intersecção dos grafos de comparabilidade e cordal. Por fim, foi abordado o problema da coloração de vértices e a facilidade de sua resolução, em tempo linear, para grafos cordais e de intervalos, utilizando a BLL.

Busca em Largura Lexicográfica XE "Busca em Largura Lexicográfica"  - Grafos Cordais XE "Grafos Cordais"  - Grafos de Comparabilidade XE "Grafos de Comparabilidade"

E255

IMPLEMENTAÇÃO DE UMA FERRAMENTA DE TESTES PARA AMBIENTES COMPUTACIONAIS DE EAD

Vanessa Nobue Yaginuma (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Heloísa Vieira da Rocha (Orientadora), Instituto de Computação - IC, UNICAMP

A avaliação é componente fundamental em todo processo de ensino-aprendizagem, pois é por meio desta que é possível determinar se os objetivos educacionais, previamente determinados, estão sendo atingidos ou não. Diante disso, toda ferramenta que esteja associada à educação deve se preocupar em manter forte pesquisa sobre este tema. Este projeto de iniciação científica, em conjunto com uma pesquisa de mestrado, consistiu do desenvolvimento de uma ferramenta de testes para ambientes de EAD que será integrada ao TelEduc, ambiente de ensino a distância em constante desenvolvimento pelo Instituto de Computação (IC) e Núcleo de Informática aplicada a Educação (NIED), ambos da Universidade Estadual de Campinas - Unicamp. Esta ferramenta permite ao professor criar testes com questões dissertativas, de múltipla-escolha, de verdadeiro/falso e de associar colunas, permitindo o gerenciamento/configuração das seguintes fases: agendamento, resolução (alunos), data limite de entrega, correção de questões dissertativas (professor) e correção automática de questões objetivas.

Testes XE "Testes"  - TelEduc XE "TelEduc"  - Educação a Distância XE "Educação a Distância"

E256

Implementação de um Sistema Baseado em Agentes para o Suporte à Análise de participações em Ambientes de EaD

Vítor Sexto Bernardes (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Heloísa Vieira da Rocha (Orientadora), Instituto de Computação - IC, UNICAMP

A avaliação formativa tem sido adotada como uma alternativa ao modelo tradicional, baseado em exames acumulativos, e tem se revelado de crucial importância na educação à distância, sendo de grande auxílio na percepção do comportamento de aprendizes e na identificação de problemas, traçando quadros claros sobre os alunos durante o processo de aprendizagem, mesmo que à distância. Contudo, os formadores precisam realizar uma grande carga de ações para monitorar a participação dos aprendizes e regular o processo de aprendizagem em um curso à distância, resultando em uma sobrecarga em suas atividades, e levando a avaliação formativa a altos custos. A possibilidade de se armazenar todas as interações em cursos feitos por computador para posterior análise pode ser explorada para possibilitar a análise formativa. Este projeto consiste na implementação de um sistema multiagentes de suporte à avaliação formativa em um ambiente de ensino à distância. Ele visa reduzir a grande carga de trabalho dos formadores, por meio da coleta e análise independentes dos registros das participações dos aprendizes e da criação de perfis sobre os mesmos, apresentando seu comportamento durante o curso e identificando eventuais características desejadas pelo formador, assim auxiliando na avaliação por ele efetuada.

Educação a distância XE "Educação a Distância"  ? Sistemas Multiagentes XE "Sistemas Multiagentes"  ? Avaliação Formativa XE "Avaliação Formativa"

E257

Ambiente para animação de algoritmos distribuídos baseado na construção progressiva de Checkpoints Globais Consistentes

Raphael Marcos Menderico (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Islene Calciolari Garcia (Orientadora), Instituto de Computação ? IC, UNICAMP

Para obtermos uma visualização de um algoritmo, podemos construir visões progressivas a partir da execução de um programa, e então utilizar um ambiente gráfico para gerar uma animação, que permita a observação da seqüência de ações executadas. Entretanto, quando tratamos de ambientes distribuídos, cada processo participante do ambiente somente tem conhecimento sobre a sua própria execução e obtém informações dos outros processos através da troca de mensagens. A abordagem nesse caso é obter um conjunto de estados, um de cada processo, que poderia ser obtida por um observador onisciente externo. Esse conjunto de estados locais é chamado de estado global consistente. O objetivo desse trabalho é a especificação e implementação de um ambiente para animação de algoritmos distribuídos, baseado em construções progressivas de checkpoints globais consistentes, que permitam a construção de uma seqüência de ações a partir da execução real de uma aplicação distribuída. Esse ambiente permite analisar o funcionamento dos algoritmos de checkpointing e de construção de visões progressivas, podendo também ser utilizado como ferramenta de ensino e de análise de algoritmos distribuídos.

Algoritmos Distribuídos XE "Algoritmos Distribuídos" - Tolerância a Falhas XE "Tolerância a Falhas" - checkpointing XE "checkpointing"  - Animação de Algoritmos XE "Animação de Algoritmos"

E258

MAEXP ? Conjunto de Ferramentas de Manipulação e Análise Estrutural de XML

Marcela Bataglia (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Jacques Wainer (Orientador), Instituto de Computação - IC, UNICAMP

Nos últimos anos, um grande esforço tem sido realizado no estudo de formas de representar documentos textuais, denominados semi-estruturados, objetivando extrair informações deles com a mesma eficiência com que são extraídas de banco de dados relacionais e orientados a objetos. Neste contexto, surgiu a linguagem XML (Extensible Markup Language) como forma de representação de dados semi-estruturados e devido à tendência de tornar-se a linguagem padrão WEB, a representação de informações passou a ser direcionada para XML, já que possibilita um bom intercâmbio de informações e a produção de documentos eletrônicos. Neste trabalho, a linguagem utilizada para desenvolver as ferramentas (interpretadores XML e Xschema, gerador XML e manipulador XML) foi Prolog. Os interpretadores XML e XSchema criados, utilizam as regras descritas em arquivos DTDs (Document Type Definitions) e em arquivos de extensão .xsd (XML Schema), respectivamente, para gerar termos em Prolog a partir de documentos XML. Estes termos possuem, de forma concisa, as mesmas especificações do documento. Além disso, desenvolveu-se um gerador de XML, o qual, a partir de termos em Prolog gera documentos XML. Por fim, foi criada a ferramenta de manipulação de documentos XML, cuja função é encontrar as informações solicitadas e explicitá-las em um documento HTML (HiperText Markup Language).

Interpretador XE "Interpretador"  - Prolog XE "Prolog"  - XML XE "XML"

E259

Caleidoscópio Jr. ? Um espaço virtual inclusivo para crianças ? Design e Desenvolvimento de uma Agenda Virtual para crianças

Tabata Reis (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Cecília Calani Baranauskas (Orientadora), Instituto de Computação - IC, UNICAMP

O Caleidoscópio Jr. é um espaço virtual inclusivo para crianças que vem propondo um portal que se adeqüe às necessidades e especificidades da criança. A Agenda Virtual é mais uma ferramenta que foi integrada ao portal. Ela foi desenvolvida com base em agendas e diários que crianças utilizam em seu dia-a-dia. Foram realizados bate-papos virtuais com crianças, que foram questionadas sobre o uso que fazem de agendas e diários, relatando aquilo que gostavam ou não gostavam e aquilo que achavam que deveria ser incluído nas agendas e diários que elas utilizavam. Foi constatado que um comportamento comum entre as crianças é relatar acontecimentos de sua vida em agendas e diários e compartilhá-los com seus colegas. Isso foi ressaltado na implementação da Agenda Virtual que possui: um diário onde é possível inserir textos e figuras e, se desejado, compartilhá-los; uma agenda telefônica e uma agenda de aniversários; além disso, a agenda possui uma capa que pode ser personalizada pela criança. Outras funcionalidades ainda poderão ser incluídas; estão sendo preparados testes com a participação de crianças, em contexto escolar, com o intuito de avaliar a Agenda Virtual e aperfeiçoar sua interface. Para implementação foram utilizadas as seguintes ferramentas: linguagem HTML, folhas de estilo CSS, tecnologia PHP e a linguagem SQL.

Portal para Crianças XE "Portal para Crianças"  - Interface de Usuário XE "Interface de Usuário"  - Desenvolvimento de Software XE "Desenvolvimento de Software"

E260

Parâmetros Seguros para Criptografia de Curvas Elípticas sobre Corpos Finitos

Alberto Alexandre Assis Miranda (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Ricardo Dahab (Orientador), Instituto de Computação - IC, UNICAMP

A criptografia fornece segurança em comunicação pessoal, comércio eletrônico e validades de documentos digitais. Esta segurança está relacionada diretamente com o tempo mínimo necessário para se quebrar o sistema. Para que um criptossistema seja útil, deve-se estimar o tempo necessário para quebrá-lo com o melhor método disponível. No entanto, nem toda escolha de parâmetro tem dificuldade igual ao caso geral. Certos parâmetros permitem otimizações nos algoritmos de quebra diminuindo sensivelmente a segurança esperado do sistema. No caso particular de criptografia de curva elípticas, a segurança do sistemas será comprometida se a ordem da curva for igual a ordem do corpos sobre o qual ela está definida, se a ordem da curva somente tiver fatores pequenos ou se a primeira potência da ordem do corpo que iguala um módulo a ordem da curva for pequeno, ou ainda se o grau de extensão do corpo não for primo. Todos estes testes são triviais caso se tenha em mãos a ordem do corpo. Para tanto foi implementado o algoritmo de Schoof para contagem de pontos. Este algoritmo consiste em verificar a igualdade (p^n+1-t=ordem da curva) módulo vários primos, até que se defina o valor de t, o traço de Frobenius. A igualdade é verificada simbolicamente com as torsões e representações simbólicas do mapa de Frobenius e da multiplicação por escalar.

Criptografia XE "Criptografia"  - Curvas Elípticas XE "Curvas Elípticas"  - Algoritmo de Schoof XE "Algoritmo de Schoof"

E261

BLINDED-KEY SIGNATURES: ANÁLISE E VERIFICAÇÃO

Rafael Dantas de Castro (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Ricardo Dahab (Orientador), Instituto de Computação - IC, UNICAMP

Blinded-key Signatures foram sugeridas como uma solução parcial para o problema de proteção de chaves privadas hospedadas em agentes móveis. Neste ambiente depara-se com o difícil problema de proteger informações contidas em agentes que executarão em hosts potencialmente maliciosos, mas que precisam ser capazes de gerar assinaturas válidas e verificáveis em nome de seu dono. A técnica aqui abordada foi desenvolvida, inicialmente para o RSA e posteriormente estendida para outros criptossistemas, para proporcionar exatamente isto: segurança e autonomia. Neste trabalho analisamos a proposta original, que apesar de robusta apresenta alguns problemas de segurança inerentes ao seu projeto, como a necessidade de uma exagerada confiança num notário, e, posteriormente, analisamos duas novas propostas de melhorias: Optimistic Blinded-Keys e Double Signatures. Chegamos à conclusão de que esta última era intrinsicamente insegura, mas a anterior é realmente promissora, eliminando os problemas de segurança básicos inerentes à técnica original, mantendo porém o mesmo nível de autonomia. Esta técnica também pode ser estendida a outros esquemas de assinatura como o ElGamal, Schnorr e DSA, mantendo as mesmas propriedades.

Assinatura Digital XE "Assinatura Digital"  - Criptografia XE "Criptografia"  - Agentes Móveis XE "Agentes Móveis"

E262

Desenvolvimento de programa para análise de sistemas multicorpos

Alysson Fernandes Mazoni (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Rogério Drummond Burnier Pessoa de Melo Filho (Orientador), Instituto de Computação ? IC, UNICAMP

A mecânica de Lagrange consiste, do ponto de vista prático, da aplicação da equação de Lagrange, a qual determina as equações do movimento de um sistema com a requisição do seu lagrangeano, uma função igual à energia cinética diminuída da energia potencial. Essa é uma função escrita tendo como variáveis as coordenadas generalizadas, números que indicam a configuração do sistema. Para utilizar a equação de Lagrange na sua forma mais simples, é necessário usá-la com o lagrangeano dependendo apenas de um subconjunto das coordenadas generalizadas, os graus de liberdade: o conjunto mínimo de parâmetros necessários para conhecer completamente o estado do sistema. É desejável conhecer, dado um sistema mecânico, quais são seus graus de liberdade. Este trabalho introduz uma maneira automática de determinar os graus de liberdade com uma estrutura de dados que represente o sistema; nesse caso, uma máquina. Escrevendo a equação de Lagrange com os graus de liberdade, evitam-se os problemas de estabilização de restrições e geração de matrizes jacobianas.

Sistemas multicorpos XE "Sistemas multicorpos"  - Mecânica Analítica XE "Mecânica Analítica"  - Dinâmica XE "Dinâmica"

Instituto de Física "Gleb Wataghin"

E263

Microscopia Fototérmica de Reflexão: caracterização de dispositivos microeletrônicos e contraste através do uso de diferentes comprimentos do feixe de prova

Cassiano Rezende Pagliarini (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Antonio Manoel Mansanares (Orientador), Instituto de Física ?Gleb Wataghin? ? IFGW, UNICAMP

Quando um material é excitado com uma fonte de energia modulada em intensidade, suas propriedades ópticas podem ser alteradas pela absorção da energia incidente. Este fato resulta em variações periódicas do índice de refração complexo da amostra na freqüência de modulação da excitação, causadas principalmente pela elevação da temperatura da amostra (efeito fototérmico). Estas variações periódicas do índice de refração podem ser detectadas através da medida da variação da refletância modulada de um feixe de prova contínuo que incide na superfície da amostra. Se este feixe de prova é focalizado (diâmetro de ~ 1,0 ?m) pode-se obter mapas de temperatura da amostra fazendo-se a varredura do feixe (microscopia fototérmica). Neste trabalho usamos a microscopia fototérmica de reflexão para fazer a caracterização de dispositivos de microeletrônica em operação, em particular trilhas resistivas de Al e polissilício. Usamos inicialmente um laser de diodo (670 nm) como feixe de prova e mostramos que os mapas obtidos evidenciam a dissipação Joule nas trilhas. Em seguida, variamos o comprimento de onda do feixe de prova (linhas do Ar+ e do He-Ne) com o intuito de buscar maior sensibilidade da técnica. Finalmente, fizemos ensaios com altas correntes e temperaturas para o estudo da eletromigração nas trilhas de Al, no qual a microscopia fototérmica revelou os defeitos produzidos.

Microscopia térmica XE "Microscopia térmica"  - Microeletrônica XE "Microeletrônica"  - Eletromigração XE "Eletromigração"

E264

TÉCNICA DE AUTOCORRELAÇÃO PARA MEDIDA DE PULSOS LASER ULTRARÁPIDOS

Elita S. de Abreu e Prof. Dr. Carlos Henrique de Brito Cruz (Orientador), Instituto de Física ?Gleb Wataghin? ? IFGW, UNICAMP

A medição da duração de pulsos luminosos com duração menor que 1 ps não é um problema trivial. Não há detetores capazes de acompanhar em tempo real este tipo de sinal, nem tampouco oscilocópios com a largura de faixa adequada. Por isso as medições de pulso de subpicossegundos são freqüentemente feitas de forma indireta. Assim, montamos em nosso laboratório um sistema de autocorrelação por geração de segundo harmônico para medir a largura temporal de um laser de Ti:safira de femtosegundos. Nesta técnica, dividimos o pulso a ser medido em duas metades iguais e cada uma delas percorre um braço diferente do autocorrelador, sendo um deles fixo e o outro móvel. A seguir, os pulso são sobrepostos sobre um cristal gerador de segundo harmônico (KDP), que emite uma quantidade de luz de segundo harmônico proporcional à função de autocorrelção de segunda ordem das intensidades dos dois pulsos incidentes. Variando a posição do espelho no braço móvel, produz-se uma figura com um pico central. A largura deste pico é proporcional à duração do pulso, sendo a constante de proporcionalidade dependente da forma temporal exata do pulso, para o caso do nosso laser assumimos que a forma do pulso é do tipo sech2(1,76t/Tp) e essa constante vale 0,648. Com este sistema podemos medir pulsos mais curtos que 10 fs usando como detetor apenas uma fotomultiplicadora.

Laser Ultrarápido XE "Laser Ultrarápido"  - Óptica não-linear XE "Óptica não-linear"  ? Segundo Harmônico XE "Segundo Harmônico"

E265

Construção de Imagens 2D e 3D em Microscopia Confocal Multifóton

André Alexandre de Thomaz (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Carlos Lenz Cesar (Orientador), Instituto de Física ?Gleb Wataghin? ? IFGW, UNICAMP

No início de 2003 pesquisadores norte-americanos construíram a primeira imagem em três dimensões de um tumor cancerígeno. A partir do estudo dessa imagem vários avanços foram feitos no combate ao câncer. Isso mostra a importância da construção de imagens com precisão. A Microscopia Confocal tem um grande poder de resolução que torna suas imagens extremamente úteis para análise de objetos microscópicos. Este projeto tem por objetivo a automatização de um sistema de lasers e microscópios, para que tudo possa ser controlado de forma precisa e rápida por um computador, com a finalidade de construção de imagens confocais. As imagens são construídas a partir de intensidades luminescentes adquiridas por uma câmera CCD em cada ponto da amostra por uma varredura de um estágio de translação XYZ. As amostras são excitadas por um laser de Ti:Safira pulsado, sintonizável com taxa de repetição de 80MHz. O controle geral dos equipamentos é feito por um programa construído na linguagem LabView. O sistema desenvolvido além de construir imagens de fluorescência por absorção de dois fótons, método mais comum, é capaz de construir imagens de espectroscopias Hiper Rayleigh (SHG) e Hiper Raman apenas mudando a detecção na câmera CCD. As imagens construídas são de micropartículas do semicondutor ZnSe, microesferas fluorescentes de Poliestireno e de células biológicas marcadas com nanocristais (quantum dots) de semicondutores (CdS e CdSe).

Microscopia Confocal XE "Microscopia Confocal"  ? Construção de Imagens XE "Construção de Imagens"  ? FADF (TPEF), SHG e Hyper-Raman XE "FADF (TPEF), SHG e Hyper-Raman"

E266

SIMULAÇÃO LUZ DE FLUORESCÊNCIA E RECONSTRUÇÃO DE CHUVEIROS ATMOSFÉRICOS EXTENSOS

Alain-Jacques Lucien de Burlet (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Carola Dobrigkeit Chinellato (Orientadora), Instituto de Física ?Gleb Wataghin? - IFGW, UNICAMP

Chuveiros atmosféricos extensos, gerados por partículas de radiação cósmica interagindo com as moléculas da atmosfera, são os fenômenos estudados no Observatório Pierre Auger. Através destes chuveiros, procuramos obter informações sobre a partícula que os gerou, como energia, composição química e ângulo de incidência na atmosfera. O Observatório Pierre Auger faz uso de duas técnicas para detectar estes chuveiros: telescópios de fluorescência e detectores de superfície. Neste trabalho, foram feitas verificações em uma sub-rotina recém-desenvolvida em um programa de simulação de chuveiros para simular também a luz de fluorescência emitida. Além disso, foi desenvolvido um método alternativo para reconstrução da energia de um chuveiro atmosférico utilizando detectores de superfície. Ao invés de usar como indicador para a energia o sinal de detectores a uma certa distância do eixo do chuveiro, como é feito no método atualmente utilizado pela colaboração, são usados sinais de detectores posicionados num determinado intervalo de distância ao eixo do chuveiro.

Chuveiros XE "Chuveiros"  - Fluorescência XE "Fluorescência"  - Simulação XE "Simulação"

E267

ESTUDO DA FORMAÇÃO DE BICAMADAS DE SDS EM SUBSTRATO DE OURO EMPREGANDO A QCM

Wyllerson Evaristo Gomes (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. David Mendez Soares (Orientador) e Edílson Moura Pinto, Instituto de Física ?Gleb Wataghin? ? IFGW, UNICAMP

Moléculas anfifílicas possuem um grupo polar e uma ou mais cadeias não polares. Isso lhes dá a característica de, em meio aquoso, se auto-organizarem espontaneamente em agregados esféricos, planares, cilíndricos, etc. As membranas das estruturas celulares são constituídas por estas moléculas, por esse motivo há muito interesse no estudo das mesmas. Neste trabalho verificamos a formação de bicamadas de Dodecil-Sulfato de Sódio (SDS) sobre um substrato de ouro utilizando a QCM (Quartz Crystal Microbalance). Com o conhecimento da estrutura química do SDS pode-se prever a formação da mono e da seqüente bicamada sobre a área de eletrodo utilizado. A balança foi imersa em água deionizada mili-Q, à qual se adicionou uma concentração baixa de SDS (abaixo da concentração micelar crítica, quando temos crescimento das micelas). Observou-se a variação temporal de massa sobre o eletrodo de ouro da microbalança, através da variação da freqüência de ressonância da QCM. Os resultados obtidos são compatíveis com a formação de uma estrutura planar, formando uma bicamada de 5 Å de espessura. Estes resultados também concordaram com os obtidos utilizando-se o AFM (Atomic Force Microscopy) em nosso laboratório e com a literatura.

SDS XE "SDS"  - QCM XE "QCM"  ? Bicamadas XE "Bicamadas"

E268

SIMULAÇÕES COMPUTACIONAIS DE LIGAS DE COBRE E OURO USANDO DINÂMICA MOLECULAR COM POTENCIAIS EMPÍRICOS

Giovani Manzeppi Faccin (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Edison Zacarias da Silva (Orientador), Instituto de Física Gleb Wataghin - IFGW, UNICAMP

Neste trabalho estudamos pequenos aglomerados e superfícies de cobre e ouro utilizando dinâmica molecular clássica nos ensembles microcanônico (N, V, E) e canônico (N, V, T). As interações entre os átomos do sistema são modeladas através de um potencial empírico de muitos corpos baseado em aproximações em segundo momento do modelo Tight-Binding. Através de simulações, procuramos determinar quais são as estruturas mais estáveis para os aglomerados e como eles interagem com superfícies metálicas. Os programas que efetuam as simulações foram construídos em Fortran 95, e um resumo detalhado do projeto e de alguns resultados se encontra no endereço: http://www.ifi.unicamp.br/~gfaccin/ECA

Dinâmica Molecular XE "Dinâmica Molecular"  - Metais XE "Metais"  - Simulação XE "Simulação"

E269

CARACTERIZAÇÃO ESPECTROSCÓPICA ATRAVÉS DE TÉCNICAS FOTOTÉRMICAS

Marson Quintino Ferreira (Bolsista Trabalho/SAE-UNICAMP) e Prof. Dr. Edson Corrêa da Silva (Orientador), Instituto de Física ?Gleb Wataghin?- IFGW, UNICAMP

A absorção de radiação em materiais, com a conseqüente conversão de parte da energia em calor, pode gerar sinais elétricos em alguns tipos de detectores, sendo este o princípio das técnicas fotoacústica e fotopiroelétrica que usamos para caracterização espectroscópica. Na fotoacústica, a incidência modulada de radiação provoca ondas térmicas na amostra que, em contato com um gás, gera ondas de pressão que são detectadas por um microfone. Já em medidas fotopiroelétricas o uso de sensores piroelétricos, que transformam uma variação de temperatura em d.d.p, permite obter tanto espectros de absorção, quando a amostra é colocada em contato direto com o sensor, quanto de transmissão, quando a luz atravessa o material antes de atingir o sensor. Para a obtenção dos espectros utilizamos uma lâmpada de Xe, cuja luz é espalhada por um monocromador e modulada mecanicamente. O sinal elétrico coletado é tratado num amplificador lock-in. Neste trabalho fizemos a automação da espectroscopia, consistindo na elaboração de um circuito que controla o movimento da grade de difração do monocromador, e de um programa de aquisição, em LabView, usando as portas paralela e serial para sincronizar o movimento da grade de difração com a aquisição do sinal. O espectro do carbon black (amostra de referência) foi obtido para calibração. Além disso, a obtenção de espectros de amostras conhecidas possibilitou a confirmação dos picos de absorção, e a análise da intensidade do sinal elétrico e do nível de ruído.

Espectroscopia XE "Espectroscopia"  -Fotoacústica XE "Fotoacústica"  - Fotopiroelétrica XE "Fotopiroelétrica"

E270

ESPECTRÔMETRO DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA ELETRÔNICA: AUTOMAÇÃO E SISTEMA DE VARIAÇÃO DE TEMPERATURA

Rafael Derradi de Souza (Bolsista Trabalho/SAE-UNICAMP) e Prof. Dr. Edson Corrêa da Silva (Orientador), Instituto de Física ?Gleb Wataghin? - IFGW, UNICAMP

A técnica de Ressonância Magnética já vem, há anos, sendo empregada na pesquisa de filmes finos magnéticos de interesse tecnológico. O sistema em desenvolvimento neste projeto visa uma ampliação dos recursos experimentais utilizados pelo Grupo de Fototérmica e Ressonância Magnética no estudo desses filmes. Está sendo implantado um sistema variador de temperatura para operar na faixa de -200 a +200 graus Celsius. Foram adquiridos um controlador de temperatura e termopares com projeto FAEP. Há todo um processo de instalação envolvendo termopar, resistência aquecedora, sistema direcionador do fluxo de nitrogênio frio, etc. O sistema baseia-se em fazer com que nitrogênio frio flua através de um tubo de quartzo que envolve a amostra, e controlar a corrente elétrica na resistência aquecedora, para que a temperatura desejada seja atingida. Paralelamente, está sendo realizada a automação do controle do campo magnético externo para o espectrômetro. Esta etapa envolve providências de hardware e sofware e está sendo desenvolvida com auxílio do CEMEQ. A verificação e calibração do sistema são feitas apartir da obtenção de espectros de padrões conhecidos para RPE, em especial com o padrão DPPH, que possibilita um ajuste fino do equipamento. A implementação deste sistema possibilitará o estudo detalhado de propriedades magnéticas dos filmes.

Ressonância Magnética XE "Ressonância Magnética"  ? Filmes Finos XE "Filmes Finos"  ? Controle de Temperatura XE "Controle de Temperatura"

E271

INTRUMENTAÇÃO VIRTUAL PARA EXPERIMENTOS COM ÁTOMOS FRIOS DE CÁLCIO APRISIONADOS A LASER

Lucas Sanfelici (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Flávio C. Cruz (Orientador), Instituto de Física ?Gleb Wataghin? - IFGW, UNICAMP

Este projeto teve dois objetivos principais ligados aos experimentos com átomos frios de Cálcio no IFGW-UNICAMP: 1) o desenvolvimento de novos programas de computador para controle de experimentos, aquisição e tratamento de dados e 2) a implementação de técnicas de controle da sequência temporal de lasers e de aquisição rápida do sinal de fluorescência dos átomos frios. Dentre os programas (instrumentos virtuais) desenvolvidos destacam-se o para controle completo do ?Lock-in SR 830? e o para aquisição e tratamento do sinal de vídeo de uma câmera CCD ?Watec 202B?. Essas tarefas acessoram os experimentos com gás de Cálcio frio aprisionado a laser, dentre os quais destacam-se o desenvolvimento de um relógio atômico óptico e o estudo de novas técnicas que eventualmente permitam a obtenção do quinto estado da matéria, o condensado de Bose-Einstein. Os programas para instrumentação virtual foram desenvolvidos utilizando a interface ?Labview 5.0?.

Instrumentação Virtual XE "Instrumentação Virtual"  - Labview XE "Labview"  - Átomos Frios XE "Átomos Frios"

E272

EXPERIÊNCIAS SIMULTÂNEAS DE ESPALHAMENTO DE RAIOS-X (SAXS?WAXS) E CALORIMETRIA DIFERENCIAL (DSC): ESTUDO DAS FASES POLIMÓRFICAS DE GORDURAS NATURAIS

Júlio César da Silva (Bolsista PIBIC/CNPq ? LNLS) e Profa. Dra. Íris L. Torriani (Orientadora), Instituto de Física ?Gleb Wataghin? ? IFGW, UNICAMP

De acordo com a literatura, três estruturas polimórficas básicas dos triacilgliceróls (TAGs), ((subcela hexagonal), (?(subcela ortorrômbica), ((subcela triclínica), foram identificadas. Cada forma tem padrão de raios-X e ponto de fusão característicos. Esta última propriedade é fortemente influenciada pela composição da amostra. Uma forma adicional, chamada ( (subcela ortorrômbica), bastante semelhante à forma (?, tem sido também reportada e é caracterizada por um ponto de fusão inferior ao da forma (. Dado que os TAGs são os principais componentes das gorduras naturais, o objetivo deste trabalho é realizar experiências simultâneas de espalhamento de raios-X a alto e baixo ângulo combinadas com medidas de DSC in situ, a fim de estudar o comportamento polimórfico de uma gordura natural extraída da semente do Cupuaçu da Amazônia, Brasil, usando como referência o bem conhecido comportamento da manteiga de Cacau. As seis fases de ambos materiais foram descritas em termos das formas básicas mencionadas anteriormente e são as seguintes: I((), II((), III((?2), IV((?1), V((2) e VI((1), com os sub-índices 1 e 2 em ordem de decrescimento do ponto de fusão. Nos experimentos usando a gordura de cupuaçu, os resultados indicaram um comportamento de cristalização semelhante ao da manteiga de cacau.

Polimorfismo  XE "Polimorfismo" - Triacilglicerol  XE "Triacilglicerol" - Difração de raios-X XE "Difração de raios-X"

E273

PROPRIEDADES ÓPTICAS DE FILMES FINOS DE GERMÂNIO AMORFO CONTENDO IMPUREZAS DE ALUMÍNIO

Lucas Romano Muniz (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Ivan Emílio Chambouleyron (Orientador), Instituto de Física ?Gleb Wataghin? - IFGW, UNICAMP

O presente projeto trata da recuperação das propriedades óticas de filmes finos a partir de dados de transmitância, bem como dos efeitos da impureza alumínio na temperatura de cristalização dos filmes. O material dos filmes pesquisados é o germânio amorfo. Estes filmes serão depositados sobre vidro Corning 7059 e sobre discos de silício cristalinos muito puros. Eles contêm quantidades variadas e controladas de alumínio (impureza). Numa primeira fase, trata-se de investigar, usando métodos avançados de recuperação, a possibilidade de detectar pequenas variações nas propriedades destes filmes em função do teor da impureza de alumínio. Numa segunda fase, os filmes serão submetidos a processos de recozimento a diferentes temperaturas. O recozimento das amostras será feito até a temperatura de cristalização. A variação das propriedades óticas em função do recozimento será investigada com a ferramenta usada na primeira fase. As características do material cristalizado serão pesquisadas com espectroscopia Raman. Com os resultados apresentados acima conseguimos entender os mecanismos de cristalização do germânio induzida pela presença de alumínio e também verificar como as propriedades ópticas se comportam com esta impureza após os recozimentos das amostras.

Filmes Finos XE "Filmes Finos"  - Germânio Amorfo XE " Germânio Amorfo"  - Alumínio XE "Alumínio"

E274

DINÂMICA DE EMARANHAMENTO EM UM SISTEMA TRIPARTIRE E POSSÍVEIS IMPLICAÇÕES EM INORMAÇÃO QUÂNTICA

Luís Gustavo Vitti (Bolsista PIBIC) e Prof. Dr. José Antonio Roversi (Orientador), Instituto de Física "Gleb Wataghin" - IFGW, UNICAMP

Investigamos a dinâmica de emaranhamento num sistema tripartite, que consiste de dois átomos interagindo com um único modo do campo de uma cavidade, mas sem interação direta entre os dois átomos. Consideramos umdos átomos ressontante com o campo da cavidade enquanto que o outro está basante distante da ressonância (o chamado limite dispersivo) sendo tratado dispersivamente. Investigamos o grau de emaranhamento dos átoms entre si e dos átomos com o campo da cavidade usuando diferentes critérios de medida de emaranhamento, tais como separabilidade, negatividade concorrência. Analizamos o comportamento tomográfico (através do cálculo da função de Wigner) do campo da cavidade para vários tempos focalizando pricipalmente os tempos de máximo e mínimo emaranhamento. Discutimos possíveis implicações do emaranhamento em teoria de informação. Diferentes preparações de estrados inciais foram utilizadas.

Emaranhamento Quântico XE "Emaranhamento Quântico"  - Estados Quânticos XE "Estados Quânticos"  - Cavidades Ópticas XE "Cavidades Ópticas"

E275

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA MECÂNICO PARA EXPERIÊNCIAS DE DIFRAÇÃO MÚLTIPLA DE RAIOS-X

Welington Ribeiro de Queiroz (Bolsista SAE/UNICAMP), Rogério Marcon (Técnico de laboratório) e Prof. Dr. Lisandro Pavie Cardoso (Orientador), Instituto de Física ?Gleb Wataghin? - IFGW, UNICAMP

A técnica de difração múltipla de raios-X é de grande utilidade e versatilidade no estudo de monocristais, particularmente, as estruturas epitaxiais semicondutoras, pois pode fornecer informação tridimensional sobre a rede cristalina da amostra analisada, tem sensibilidade para detectar pequenas distorções da rede que acarretam mudanças na simetria dos diagramas experimentais e apresenta um feixe que se propaga paralelamente à superfície das amostras ou interfaces, gerando informações sobre essas regiões cristalinas. Neste trabalho, foram realizadas as modificações mecânicas necessárias para otimizar as condições de operação do sistema de baixa divergência do feixe incidente instalado no Laboratório de Difração de raios-X, DFA, IFGW. O sistema de eixo sem-fim com engrenagem que apresentou problemas de desgaste, foi substituído por um outro de transmissão por rolamentos. Foram feitos os testes preliminares através das varreduras no eixo ( (Renninger) com amostras de GaAs e Si usando a reflexão (002) como primária, e os resultados obtidos já justificam o projeto, embora o ajuste mecânico deva ser refinado para permitir varreduras com a alta resolução esperada.

Instrumentação XE "Instrumentação"  - Difração Múltipla de Raios-X XE "Difração Múltipla de Raios-X"  - Semicondutores XE "Semicondutores"

E276

LEIS DE ESCALAS EM FILMES DEPOSITADOS OBLIQUAMENTE

Luis Fernando Haruna (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Maurício Urban Kleinke (Orientador), Instituto de Física ?Gleb Wataghin? - IFGW, UNICAMP

Neste trabalho, foi estudado por Microscopia de Força Atômica (AFM) a morfologia da superfícies de filmes finos de Óxido de Tungstênio (WO3) depositado obliquamente por r.f. sputtering (pulverização catódica). A rugosidade é um parâmetro ordinariamente usado para realizar análises quantitativas de superfícies. Como a rugosidade de superfícies de filmes finos apresenta comportamento auto-afim, ele pode ser descrito a partir do conceito de Lei de Escala. O comportamento de Escala do desvio quadrático médio da rugosidade W(L) (também chamado de largura de interface) que escala com a janela de observação L, W(L) ~ L? permite o cálculo do expoente de rugosidade ?. O histograma da inclinação local (obtido a partir da projeção de diversos vetores normais da superfície) nos permite verificar como as estruturas orientadas mudam em função dos ângulos de deposição. Observou-se que o expoente de rugosidade apresenta um valor máximo para um ângulo de deposição de 30º e decresce na medida que os ângulos aumentam ou diminuem a partir deste valor, já o histograma de inclinação local mostra uma variação na dispersão dos pontos apresentando um valor mínimo perto de 30º.

Superfície XE "Superfície"  - Leis de Escala XE "Leis de Escala"

E277

CAOS EM CIRCUITOS ELETRÔNICOS

Tiago Patrocínio da Silva Cocozza Simoni (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Maurício Urban Kleinke (Orientador), Instituto de Física ?Gleb Wataghin? - IFGW, UNICAMP

Sistemas como os denominados ?caótico determinísticos?, embora apresentem um comportamento aperiódico e imprevisível, possuem dinâmica governada por equações diferenciais determinísticas simples. Montamos um conjunto de três dispositivos eletrônicos com características caóticas e desenvolvemos um programa para a aquisição das séries temporais de tensão caóticas e a estas séries foram caracterizadas estatisticamente. Os dispositivos eletrônicos montados foram: (i) um circuito RLC modificado, onde o capacitor é substituído por um diodo; (ii) um circuito com um oscilador transistorizado; (iii) um circuito oscilador baseado em amplificadores operacionais, o circuito de Chua. A montagem dos circuitos implicou em uma montagem em protoboard. As séries temporais foram adquiridas pelo programa baseado na linguagem LabView, a qual é largamente utilizada em laboratórios de ensino e pesquisa no mundo inteiro. O tratamento estatístico destas séries temporais envolveu a medida do número de Feingenbaum, a caracterização da rota para o caos, diagrama de bifurcação para cada circuito e a reconstrução dos atratores. Para o circuito com o diodo, o número de Feingenbaum se aproximou muito do valor encontrado na literatura. Nos outros dois circuitos, devido a uma maior complexidade, o valor deste parâmetro não fora tão bem estimado. Já a rota para o caos e os diagramas de bifurcação para os três circuitos foram muito bem definidos pois os valores dos parâmetros caóticos foram bem determinados.

Caos XE "Caos"  - Desenvolvimento de Modelo XE "Desenvolvimento de Modelo"  - Dispositivos eletrônicos XE "Dispositivos eletrônicos"

E278

PROPRIEDADES ESTRUTURAIS DE MATERIAIS DE INTERESSE BIOLÓGICO: ESTUDO POR MICROSCOPIA DE VARREDURA POR SONDA

Gabriela Simone Lorite (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Mônica Alonso Cotta (Orientadora), Instituto de Física ?Gleb Wataghin? ? IFGW, UNICAMP

Uma das ferramentas utilizadas para a análise de materiais orgânicos e de interesse biológico é a técnica de microscopia de varredura por sonda (SPM). Neste trabalho, utilizamos dois materiais de interesse biológico: filmes de melanina sintética e proteínas cristalizadas. Os filmes de melanina foram caracterizados através de técnicas para quantificar a dimensão fractal. Nossos resultados indicam que a síntese de melaninas nos solventes orgânicos utilizados impede a agregação das unidades menores que formam o filme, privilegiando a adesão ao substrato. O processo subseqüente de hidratação permite o processo de aglomeração em regiões especificas da superfície, possivelmente defeitos na estrutura inicial do filme. Por outro lado, proteínas cristalizadas são importantes para o estudo de sua estrutura, que por sua vez permite determinar a funcionalidade da proteína. No presente trabalho, estudamos a viabilidade da técnica SPM na análise de cristais de proteínas. A técnica mostrou-se viável, permitindo a análise geral da forma do cristal. Planos moleculares com altura (~3nm) próxima à estimada pela difração de Raios-X foram observados, assim como regiões de má formação do cristal e possíveis sítios associados a defeitos localizados na estrutura cristalina.

AFM XE "AFM"  - Melanina XE "Melanina"  - Proteína XE "Proteína"

E279

Caracterização elétrica de materiais semicondutores

Priscila de Lima Furtado (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Mônica Alonso Cotta (Orientadora), Instituto de Física ?Gleb Wataghin? - IFGW, UNICAMP

A microscopia de varredura por sonda é uma poderosa ferramenta para a nanolitografia devido a excelente resolução espacial. Em nosso caso, utilizamos um microscópio de força atômica (AFM) para fabricar estruturas metalizadas de dimensões nanométricas em vários tipos de amostras semicondutoras onde o interesse é a caracterização de propriedades de transporte elétrico. Para tanto utilizamos a fotoligrafia convencional e litografia por AFM no modo arraste para gravar padrões com escala sub-micro e nanométrica em amostras com mesas contendo nanoestruturas enterradas de InP/InAs/InP. Após a remoção física do resiste, um processo de lift off permite a metalização de linhas; numa segunda etapa com a litografia por AFM obtemos gaps entre as linhas com distâncias da ordem de 10-30nm. Estas linhas são sobrepostas sobre um padrão fotogravado de pads metalizados, para medidas de transporte. Com este processo, fabricamos contatos metálicos que possibilitaram medir fenômenos de transporte numa área contendo um número pequeno de nanoestruturas (fios e pontos quânticos) de InAs. Pudemos observar a baixa temperatura a presença de ruído telegráfico correspondendo a condutividade por hopping associado aos estados discretos das diferentes estruturas de InAs presentes na mesma amostra.

Nanolitografia XE "Nanolitografia"  - Medidas Elétricas XE "Medidas Elétricas"  - Nanoestruturas Semicondutoras XE "Nanoestruturas Semicondutoras"

E280

ESTUDO SOBRE MÉTODOS DE FIXAÇÃO DE DNA EM SUBSTRATOS DE MICA PARA MICROSCOPIA DE FORÇA ATÔMICA

Felipe Tijiwa Birk (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Omar Teschke (Orientador), Instituto de Física ?Gleb Wattaghin? ? IFGW, UNICAMP

A aplicação de técnicas envolvendo microscopia de varredura na obtenção de imagens de biopolímeros, tem atraído um interesse considerável devido ao seu potencial de aplicação no estudo da estrutura de moléculas de DNA. Essas técnicas possuem diversas vantagens sobre as microscopias eletrônicas convencionais, visto que imagens podem ser obtidas sob condições biologicamente relevantes, além de muitos dos procedimentos de preparação requeridos, como metalização da amostra por exemplo, serem desnecessários. A Microscopia de Força Atômica (AFM) tem sido uma poderosa ferramenta nesta área de pesquisa, sendo um dos focos deste trabalho, encontrar relações entre padrões de repetições presentes em DNA microbiano e a ocorrência de certas doenças de origem genética. Desta forma, há o interesse no estudo de métodos de operação do AFM em meio líquido, para amostras de DNA. Porém, o processo de fixação das moléculas de DNA sobre o substrato (geralmente mica), torna-se o principal problema a ser solucionado na busca de imagens com boa resolução. Portanto, é de fundamental importância o estudo de métodos eficazes, que consistem basicamente na modificação química do substrato utilizado, a fim de favorecer a adesão das biomoléculas e, desta forma, proporcionar melhores condições para a obtenção de boas imagens.

AFM XE "AFM"  - DNA XE "DNA"  - Substrato XE "Substrato"

E281

INTRODUÇÃO À FÍSICA DE NEUTRINOS

Rafael Rosa Ribeiro da Silva (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Orlando Luis Goulart Peres (Orientador), Instituto de Física ?Gleb Wataghin? ? IFGW, UNICAMP

Os neutrinos são partículas subatômicas que desempenharam e ainda desempenham um importante papel no desenvolvimento da física de partículas elementares e de outras áreas da física. Neste trabalho foi criado um texto de introdução à física dos neutrinos, destinado a estudantes de física aproximadamente na metade do curso de graduação, através da pesquisa em bibliografia relacionada ao tema. Este trabalho está inserido dentro do Grupo de Física e Astrofísica de Neutrinos (GEFAN ?  HYPERLINK "http://neutrinos.if.usp.br" http://neutrinos.if.usp.br).

Partículas Elementares XE "Partículas Elementares"  ? Neutrinos XE "Neutrinos"  ? Oscilação de Neutrinos XE "Oscilação de Neutrinos"

E282

SISTEMA DE CONTROLE PARA UM ESPECTRÔMETRO DE MASSA VIA COMPUTADOR II

Gustavo Lorencini Martins Pereira Rodrigues (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Richard Landers (Orientador), Instituto de Física ?Gleb Wataghin? - IFGW, UNICAMP

A motivação deste projeto é interfacear um computador a um espectrômetro de massa (modelo UTI 100C). Para isto é necessário transferir informações do barramento do computador para o espectrômetro, sempre evitando interferências no barramento do mesmo e também adequar as informações provenientes do computador de modo que o espectrômetro possa entender. Neste projeto incorporou-se a eletrônica de interfaceamento, construída na primeira parte do projeto, no espectrômetro e foram escritos os programas que controlarão as placas conversoras e de controle e também tratar e salvar os dados adquiridos através do espectrômetro. A linguagem utilizado foi o BASIC compilado. O programa feito pode executa três tipos de funções: fazer um espectro completo entre duas massas pré-definidas; utilizar o espectrômetro como detector de vazamento à Hélio; e um programa que faça o espectrômetro acompanhar a evolução de várias massas ao longo do tempo. Sendo este último programa importante para realizar experiências TDS (Thermal Desorption Spectroscopy), o que nos levou a estudar a teoria de TDS. Para os testes do espectrômetro de massa, UTI 100C foi instalado em um sistema de ultra-alto vácuo.

Automação XE "Automação"  - Espectrômetro de Massa XE " Espectrômetro de Massa"  - TDS XE "TDS"

E283

Estudo do Efeito Magnetocalórico em Compostos MnAs1-xSbx

Bráulio Uehara Trava RA 008178 (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Sergio Gama (Orientador), Instituto de Física ?Gleb Wataghin? ? IFGW, UNICAMP

O efeito magnetocalórico (EMC) corresponde ao aumento de temperatura quando um corpo magneticamente ordenado é submetido adiabaticamente a um campo magnético. O efeito é reversível, ou seja, corresponde também ao abaixamento de temperatura quando o corpo é retirado do campo. O efeito pode ser medido também pela variação isotérmica de entropia que ocorre quando o corpo é submetido ou subtraído de um campo magnético. O efeito é mais intenso nas vizinhanças da transição de fase magnética, ou seja, ao redor da temperatura de Curie. O presente projeto propõe a síntese do composto MnAs1-xSbx, com x=0,1, e temperatura de Curie em torno de 300K, utilizando um forno resistivo comum e amostras encapsuladas em tubos de quartzo e realizando tratamentos térmicos apropriados, e sua caracterização estrutural (utilizando metalografia e difração de raios X) e magnética e magnetocalórica (utilizando magnetômetro SQUID). O estudo do EMC é importante porque pode fornecer informações sobre transições de fase magnéticas que são difíceis de serem obtidas por outras abordagens. Além disso, há um interesse tecnológico muito grande nestes materiais devido à possibilidade concreta de sua utilização na construção de refrigeradores magnéticos com maior eficiência que os processos atuais, e sem o uso de compostos que agridam o meio ambiente, como os CFC's.

Efeito Magnetocalórico XE "Efeito Magnetocalórico"  - Compostos Intermetálicos XE "Compostos Intermetálicos"  - MnAs0,9Sb0,1 XE "MnAs0,9Sb0,1"

Instituto de Geociências

E284

COMPOSIÇÃO QUÍMICA DE GRANADA BIOTITA GNAISSES DE ALTO GRAU METAMÓRFICO DA REGIÃO DE BOTELHOS, M.G.

César Kazzuo Vieira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Asit Choudhuri (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP

Granada-biotita gnaisses inseridos no contexto geológico de alto grau metamórfico do Complexo Varginha-Guaxupé constituem os principais litotipos aflorantes na região de Botelhos, MG. A análise petrográfica indica um protólito originalmente composto por sedimentos clásticos submetido a condições metamórficas de fácies granulito com fases de deformação ainda em regimes de alto grau, cujo processo de exumação seguiu uma trajetória horária de descompressão isotermal (CW/ITD). A análise geoquímica de elementos maiores e terras raras indicam um protólito para os granada-biotita gnaisses dado pela associação de grauvacas aluminosas e pelitos derivados de rochas graníticas e, em menor quantidade, máficas. Valores de CIA < 70% (Chemical Index of Alteration) indicam uma proveniência dos sedimentos pouco afastada da área fonte.

Complexo Varginha-Guaxupé XE "Complexo Varginha-Guaxupé"  - Paragnaisses XE "Paragnaisses"  - Índice Químico de Alteração XE "Índice Químico de Alteração"

E285

ARSÊNIO E METAIS PESADOS EM SOLOS NO VALE DO RIBEIRA (SP)

Marcio Costa Abreu (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Bernardino Ribeiro Figueiredo (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP

No município de Iporanga (SP) ocorrem solos ricos em arsênio e metais pesados (Cu, Pb e Zn) resultantes do intemperismo de rochas portadoras de mineralização de ouro e sulfetos que compõem a Unidade Piririca do Grupo Açungui. Nessa área foram coletadas amostras de solo em perfis transversais às zonas mineralizadas, em profundidades de até 30 cm, que foram analisadas pelo método de fluorescência de raios X, na fração granulométrica inferior a 177 (m. Esses solos apresentaram concentrações de As no intervalo 25-764 (g.g-1, Pb 18-303 (g.g-1, Cu 33-158 (g.g1 e Zn 35-203 (g.g-1, valores muito superiores aos níveis médios desses elementos para solos tropicais. Os teores são decrescentes com o aumento da distância das zonas mineralizadas e as anomalias geoquímicas são coincidentes com a direção N-NE das estruturas que controlam as mineralizações auríferas. Esses resultados foram comparados com dados geoquímicos anteriores, obtidos pela empresa CPRM (568 amostras de solo a 40-120 cm de profundidade) e por meio de aplicação de métodos geoestatísticos foram elaborados mapas de isoconcentração para os elementos de interesse. Os teores de As e metais são mais baixos nas amostras superficiais indicando a incidência de processos de disponibilização para a biota e lixiviação parcial desses elementos para as águas dos ribeirões e do rio Ribeira de Iguape que são usadas pelas populações residentes.

Arsênio  XE "Arsênio" - Geoquímica de Solo XE "Geoquímica de Solo"  - Vale do Ribeira XE "Vale do Ribeira"

E286

Análise de Geoindicadores na Região do Vale do Ribeira, São PAULO

Ana Lícia Domingues (Bolsista SAE/UNICAMP), Prof. Dr. Carlos Roberto de Souza Filho (Orientador) e Profa. Dra. Maria José Alba Filippini (Co-orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP

Esse projeto teve como objetivo o processamento digital de imagens multitemporais de sensoriamento remoto (Landsat-5 TM e Landsat-7 ETM+), adquiridas no período de 1990-1999, visando à detecção de mudanças na paisagem na região do Vale do Ribeira próxima à divisa dos Estados de São Paulo e Paraná, além da análise dessas mudanças com base no conceito de geoindicadores. Através do processamento digital das imagens multitemporais foi possível gerar subsídios para identificar, quantificar e monitorar a cobertura vegetal, o uso agrícola das terras, a ocupação urbana e os possíveis impactos ambientais decorrentes. As técnicas de processamento digital de imagens aplicadas, em particular a classificação e a diferença entre bandas, permitiram identificar e registrar vários setores com mudanças temporais, incluindo, expansão da ocupação urbana, alteração do uso da terra e erosão potencial, em função dos setores de solos expostos.

Vale do Ribeira XE "Vale do Ribeira"  ? Processamento Digital de Imagens XE "Processamento Digital de Imagens"  ? Erosão XE "Erosão"

E287

AEROGEofísiCA E sensorES REMOTOS APLICADOS AO MAPEAMENTO GEOLÓGICO REGIONAL DE TERRENOS PRECAMBRIANOS NO SUL DO CRATON DO SÃO FRANCISCO

Carolina Miethke (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Carlos Roberto de Souza Filho (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP

A região do Quadrilátero Ferrífero (QF) e adjacências, na porção sul do Cráton do São Francisco (CSF), encerra uma grande diversidade de rochas formadas em diferentes períodos geológicos e afetadas por múltiplos eventos deformacionais, pelo menos entre o Paleo-Arqueano e o Neoproterozóico. Os terrenos mais antigos, principalmente Paleoproterozóicos e Arqueanos, são pouco expostos em superfície, o que dificulta reconstituições geológicas regionais e estudos sobre a evolução tectônica dessa região. Nesse contexto, esse projeto objetivou investigar métodos indiretos de mapeamento geológico, utilizando, de forma integrada, dados aeromagnetométricos, aerogammaespectrométricos de alta densidade de amostragem (linhas de aquisição espaçadas de 250m) e de sensoriamento remoto multiespectral de baixa e média resolução espectral, (respectivamente, Landsat-7 ETM+ e Terra/ASTER). A partir da integração e análise conjunta desses dados, diversas cartas-imagem foram geradas, a quais fornecem subsídios para uma melhor compreensão do arcabouço geológico dessa porção do CSF.

Geotecnologias XE "Geotecnologias"  ? Quadrilátero Ferrífero XE "Quadrilátero Ferrífero"  ? Evolução Tectônica XE "Evolução Tectônica"

E288

PROCESSAMENTO E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS AEROGEOFÍSICOS E DE SENSORIAMENTO REMOTO DA PROVINCIA AURÍFERA TELES PIRES-JURUENA (MT)

Rafael Moura (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Carlos Roberto de Souza Filho (Orientador), Instituto de Geociências ? IG, UNICAMP

A Provincia Aurífera Teles Pires-Juruena, o segmento matogrossense da Província Tapajós (PT), ainda é uma região carente de informações geológicas de maior detalhe, o que dificulta análises metalogenéticas regionais, principalmente no que tange ao entendimento dos controles e modelos dos diversos tipos de mineralizações auríferas. A falta de exposições contínuas de rochas nessa região motivou o uso de dados aerogeofísicos e de sensoriamento remoto dentro de uma nova abordagem de processamento e integração de dados, agregando informações metalogenéticas dos corpos primários conhecidos, algo até então não considerado em estudos anteriores. Através do processamento, interpretação e integração de dados aerogeofísicos e imagens adquiridas pelos sensores Landsat-5 e ASTER, obteve-se os seguintes resultados: (i) mapa geológico da região com as principais estruturas e corpos graníticos ainda não diferenciados; (ii) identificação de assinaturas geofísicas e espectrais compatíveis com corpos que alojam mineralizações auríferas, e (iii) outras informações que podem contribuir para um melhor entendimento do arcabouço regional da região, incluindo a possibilidade de correlações geológicas entre as Províncias Tapajós e Carajás.

Geofísica XE "Geofísica"  ? Sensoriamento XE "Sensoriamento"  ? Juruena XE "Juruena"

E289

DELIMITAÇÃO DE ÁREAS DE RISCO E ESBOÇO DO ZONEAMENTO GEOTÉCNICO DO MUNICÍPIO DE VÁRZEA PAULISTA, SP

André Henrique (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Celso Dal Ré Carneiro (Orientador), Instituto de Geociências ? IG, UNICAMP

O rápido crescimento da malha urbana favorece, em muitos casos, processos de ocupação desordenados e marcados pela ausência de planejamento. A integração de informações geológicas e geomorfológicas é essencial como subsídio ao planejamento do uso e ocupação do solo e à gestão ambiental, pois permite que as fragilidades naturais do meio sejam consideradas na prevenção e/ou restrição de áreas de risco. O zoneamento geotécnico é uma ferramenta de integração de dados que enfatiza as potencialidades do meio e as possíveis reações à intervenção humana. Consiste na busca de uma classificação das características do meio físico. Nos últimos oito anos um projeto abrangente sobre a região de Jundiaí-Atibaia tem produzido informações que constituem uma ampla base de dados. Com o propósito de avançar nas pesquisas da região em foco estudou-se a área referente ao município de Várzea Paulista, que foi objeto de compilação, análise e interpretação de mapas básicos. A ferramenta dos Sistemas de Informações Georreferenciadas (SIG) permite maior flexibilidade e adequado gerenciamento das informações. O resultado obtido consiste na divisão em domínios geotécnicos desse município, buscando-se discriminar as características de cada unidade, além de disponibilizar as informações em mapa impresso, com material explicativo, e em meio digital.

Zoneamento Geotécnico XE "Zoneamento Geotécnico"  ? SIG XE "SIG"  ? Cartografia digital XE "Cartografia digital"

E290

DELIMITAÇÃO DE ÁREAS DE RISCO E ESBOÇO DA CARTA GEOTÉCNICA DO MUNICÍPIO DE CAMPO LIMPO PAULISTA, SP

Miguel Douglas de Oliveira Martins (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Celso Dal Ré Carneiro (Orientador), Instituto de Geociências ? IG, UNICAMP

O mapeamento dos diversos componentes do meio físico de uma determinada localidade, seja esta um município, um estado ou apenas um território qualquer, é capaz de fornecer informações para que sejam aproveitadas e respeitadas, de forma eficaz, as diferentes características naturais existentes. Os Sistemas de Informações Georreferenciadas (SIG) consistem em poderoso recurso para reconhecimento e cruzamento de inúmeros dados físicos como formas de relevo, padrões de drenagem, aspectos geológicos, pedológicos e climáticos etc. A análise em separado e a associação dessas informações com outros conjuntos de dados (de natureza biológica, antrópica etc.) geram novas informações sobre a região em foco. As características primordiais de um determinado elemento do meio físico podem ser ressaltadas e integradas com as de outros elementos do meio natural, procurando-se identificar padrões característicos e outras feições mais abrangentes. Procedendo desta maneira pode-se propor orientações e medidas preventivas para instalação de construções civis, indicação de áreas mais seguras para ocupação urbana, identificação de terrenos propícios para manejo agrícola, melhor aproveitamento de recursos minerais e/ou águas superficiais ou subterrâneas etc.

SIG XE "SIG"  - Áreas de Risco XE "Áreas de Risco"  - Geotecnia XE "Geotecnia"

E291

ANÁLISE DA EXPANSÃO DAS MANCHAS URBANAS DA REGIÂO DE JUNDIAÍ-ATIBAIA

Victor Vanin Sewaybricker (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Celso Dal Ré Carneiro (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP

A continuidade do trabalho iniciado no período de bolsa anterior consiste no mapeamento da expansão das manchas urbanas da região de Jundiaí-Atibaia. Será produzido um mapa em escala 1:25 000 referente ao ano de 2002. Este mapa está sendo produzido com base em imagens obtidas por meio do satélite Landsat TM 5 que serão geoprocessadas com auxílio do software ER Mapper 6.2. O objetivo principal é obter uma avaliação temporal do desenvolvimento da ocupação do espaço geográfico, associando-se aos dados de 1962 e 1978. Em seguida, serão computadas informações sobre áreas de erosão, deslizamentos e alagamentos, sempre buscando-se associá-las a dados de expansão urbana. Devido à baixa resolução espacial proporcionada pela imagem Landsat (pixels de 30mX30m ou, com uso da banda pancromática, de 15mX15m) foi abandonada a subdivisão em quatro classes de ocupação adotada nos dois mapas anteriores (1962 e 1978). No mapa atualmente elaborado constará apenas a distinção entre áreas ocupadas e áreas não-ocupadas. Embora a análise temporal possa ser menos eficaz na interpretação das transformação territorial, será mantida a possibilidade de quantificar a ocupação em área. O material obtido será apresentado em meio digital, dando continuidade à construção da base de dados em ambiente SIG.

SIG XE "SIG"  - Expansão XE "Expansão"  - Manchas Urbanas XE "Manchas Urbanas"

E292

Estruturas, textura e história de esfriamento de basaltos da bacia do Paraná no estado de São Paulo

Alberto Ruggiero (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Elson Paiva de Oliveira (Orientador), Instituto de Geociências ? IG, UNICAMP

Basaltos da bacia do Paraná (130-135 milhões de anos) apresentam estruturas e texturas que refletem as condições de esfriamento, a interação com rochas encaixantes e, às vezes, a antiga topografia sobre a qual a lava extravasou. Neste projeto, foram descritas estruturas em derrames de basaltos de Santa Rita do Passa Quatro e de Brotas com o objetivo de reconstituir a sua história de esfriamento. Na primeira localidade foi encontrado um único derrame, composto por quatro zonas: Topo: basaltos intensamente diaclasados, com fraturas paralelas e perpendiculares à superfície do derrame, além de estruturas de contração semelhantes àquelas encontradas em blocos de lava; Zona Colunada Superior: juntas colunares regulares abundantes, com diâmetro em torno de 50 cm; Zona de Entablamento: juntas colunares com orientação radial e diâmetro menor ? granulação mais fina a vítrea; e Zona Colunada Inferior: várias juntas colunares com diâmetro semelhante àquelas da zona superior ? a inclinação das juntas indica paleotopografia em vale. Em Brotas, ocorrem dois derrames separados por arenito. Os basaltos são vesiculares a maciços, com fraturas conchoidais. Juntas colunares pouco desenvolvidas, observadas apenas no topo. A diferença de estruturas entre os dois afloramentos pode estar associada ao esfriamento mais rápido ou maior viscosidade do magma nos derrames de Brotas.

Basalto XE "Basalto"  ? Bacia do Paraná XE "Bacia do Paraná"  ? Estruturas XE "Estruturas"

E293

Geoquímica de rochas vulcânicas dacíticas da seqüência vulcano-sedimentar paleoproterozóica Rio Capim, Cráton São Francisco, Bahia

Felipe Grandjean da Costa (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Elson Paiva de Oliveira (Orientador), Instituto de Geociências ? IG, UNICAMP

A seqüência vulcano-sedimentar do Rio Capim situa-se na região nordeste do Craton São Francisco, Bahia, e é constituída por rochas vulcânicas e sedimentares metamorfisadas, de idade paleoproterozóica (2,14-2,12 bilhões de anos). Dacitos ocorrem de modo expressivo nessa seqüência e foram analisados para elementos maiores e traços por Fluorescência de Raios-X, no Instituto de Geociências da Unicamp, com o objetivo de entender o ambiente tectônico no qual se formaram. Observações de campo revelaram que as rochas dacíticas são homogêneas, apesar de terem sido afetadas por pelo menos duas fases de deformação, exibem granulação fina e provavelmente são derrames e intrusões tabulares. São constituídas principalmente por quartzo, plagioclásio, biotita e muscovita. As análises químicas obtidas em dez amostras de dacitos mostram teor de sílica no intervalo 69-71% e permitiram classificá-los como peraluminosos, pertencentes à série cálcio-alcalina de médio potássio e baixo ferro, provavelmente originados em ambiente colisional de arcos magmáticos. Conclui-se que a área foi palco de intensa atividade vulcânica semelhante ao que se conhece atualmente nos Andes ou na Nova Zelândia.

Geoquímica XE "Geoquímica"  - Dacito XE "Dacito"  ? Cráton São Francisco XE "Cráton São Francisco"

E294

ELABORAÇÃO DE UMA PALINOTECA DE REFERÊNCIA PARA ESPÉCIES ENCONTRADAS NA BACIA DO RIO ITANHÁEM, SP

Carmela Magalhães Pereira (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Fresia Ricardi ? Branco (Orientadora), Instituto de Geociências ? IG, UNICAMP

Os estudos palinológicos realizados em sedimentos quaternários encontrados em turfeiras, manguezais, lagoas, etc são bons indicadores de mudanças climáticas, de vegetação, de especiação, etc. No Brasil poucos estudos palinológicos têm sido realizados em manguezais, sendo que nesses sedimentos são encontrados extensos registros das variações da vegetação no Quaternário. Para realizar estudos palinológicos em manguezais paulistas é indispensável contar com uma palinoteca de referência com a qual comparar os polens e esporos encontrados nos sedimentos como aqueles presentes na mata Atlântica, de Restinga e no mangue, principais formações vegetais que aportam palinomorfos ao mangue. Para tal está sendo elaborada uma palinoteca de referência segundo o método tradicional de acetólise, fotografia, descrição e confecção de um banco de dados. A referida palinoteca conta, atualmente, com 120 espécies provenientes dessas comunidades vegetais presentes na bacia do Rio Itanhaém.

Palinologia  XE "Palinologia" - Mangue  XE "Mangue" - Mudanças Climáticas XE "Mudanças Climáticas"

E295

A MINERAÇÃO EM ÁREAS URBANAS

Beatriz Cristina Armelin Ninci (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Hildebrando Herrmann (Orientador), Instituto de Geociências ? IG, UNICAMP

A área de estudo refere-se ao município de São Carlos, situado na bacia hidrográfica dos rios Tietê e Jacaré, no Estado de São Paulo. São Carlos foi escolhido entre os 34 municípios da bacia hidrográfica por ser o mais representativo em termos de disponibilidade de recursos minerais e títulos minerários. O objetivo dessa pesquisa é analisar a relação e o problema existente entre a mineração e a urbanização, através da legislação referente à mineração em áreas urbanas e da obediência às leis ambientais, avaliação de benefícios para o desenvolvimento urbano, para a população e para o meio ambiente e o papel do Estado na fiscalização das minerações. Para isso, foram utilizados mapas e obras bibliográficas referentes a esses assuntos. Na primeira parte do trabalho é descrita a caracterização física geral da área compreendida pela bacia hidrográfica Tietê-Jacaré. A segunda parte da pesquisa trata da mineração em áreas urbanas, caracterizando aspectos como a história da mineração, os impactos causados, a legislação vigente, analisando a relação e o problema entre mineração e urbanização, com enfoque na cidade de São Carlos. As substâncias minerais mais explotadas na região, em ordem decrescente, são areia, água mineral e argila. A indústria da construção civil é a maior consumidora dos bens minerais extraídos na região.

Urbanização XE "Urbanização"  ? Mineração XE "Mineração"  - Legislação XE "Legislação"

E296

BIOACESSIBILIDADE DE CHUMBO EM SOLOS DA REGIÃO DO ALTO VALE DO RIBEIRA

Daniele Beck Cardoso (Bolsista PIBIC/CNPq), Sérgio Tagliaferri Bosso (Doutorando) e Profa. Dra Jacinta Enzweiler (Orientadora), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP

O município de Adrianópolis, localizado no Vale do Ribeira de Iguape, foi um grande produtor de chumbo no Brasil e teve também uma usina de refino do minério. A concentração de chumbo dos solos nas adjacências das antigas minas e da usina é influenciada pela geologia local, pela contribuição do material particulado emitido pela refinaria e depositado na vizinhança e, também, pelo arraste e suspensão de material fino das pilhas de rejeitos de minério e do seu beneficiamento, ainda depositadas a céu aberto, na beira da estrada. Concentrações de chumbo relativamente elevadas foram determinadas na camada superficial dos solos próximos à refinaria. Neste trabalho, métodos in vitro de extração de metais em materiais sólidos foram aplicados a solos, rejeitos de mineração e de beneficiamento, minerais e compostos sintéticos, com o objetivo de simular o metabolismo gástrico, e avaliar a proporção de metal que pode ser solubilizada (e absorvida) em caso de ingestão. Nos ensaios realizados a maior parte do chumbo presente nos solos superficiais e nos rejeitos foi solubilizada. Os resultados obtidos sugerem que a ingestão acidental de material sólido (p.ex. poeira), pode ter um papel predominante para explicar dados de contaminação humana na região, obtidos por outros pesquisadores.

Bioacessibilidade -  XE "Bioacessibilidade" Chumbo -  XE "Chumbo" Solos XE "Solos"

E297

Informações Climáticas e a sociedade: o papel da mídia, com ênfase na Revista Veja

Luis Fernando Lavezzo Filho (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Lucí Hidalgo Nunes (Orientadora), Instituto de Geociências ? IG, UNICAMP

O papel da mídia na divulgação de informações de tempo atmosférico e clima tem se mostrado cada vez mais importante. Informações corretas sobre o tempo atmosférico podem resultar em um melhor aproveitamento do tempo cronológico, e, eventualmente, dos investimentos em determinada atividade, como a agricultura. Foi escolhida a Revista Veja de divulgação semanal, a qual foram analisados todos os exemplares do ano de 2002, visando quantificar e qualificar notícias sobre tempo e clima. A Revista Veja tem um alcance muito grande na sociedade brasileira, em torno de 1,2 milhão de tiragem semanal. Foram encontradas 17 notícias acerca do objetivo desse trabalho, sendo que houve somente uma capa. As notícias se mostraram de uma maneira geral bem desenvolvidas, porém erros e impropriedades não foram raros. O objetivo principal desse trabalho é analisar a mídia em seu papel de transmitir notícias e informações corretas e verdadeiras para a sociedade, entretanto ocorre com freqüência abusos no uso da transmissão da informação. É papel da Geografia analisar criticamente os mais diversos veículos de mídia, com a finalidade de verificar as diversas formas de poder, como a comunicação.

Informações Climáticas XE "Informações Climáticas"  ? Análise de Notícias XE "Análise de Notícias"  ? Revista Veja XE "Revista Veja"

E298

DIAGNÓSTICOS DE PROCESSOS EROSIVOS LINEARES DA REGIÃO SUDOESTE DO MUNICÍPIO DE CAMPINAS-SP

Wagner da Silva Amaral (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Pedro Wagner Gonçalves (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP

Durante o desenvolvimento do projeto, foram investigados os fatores correlatos ao desenvolvimento de feições erosivas na região sudoeste do município de Campinas. A pesquisa adotou a área piloto sobre materiais rochosos cristalinos (Proterozóico médio), rochas sedimentares do Sub-Grupo Itararé (Permiano) e depósitos cenozóicos no interflúvio intensamente dissecado entre o Córrego Areia Branca e Rio Capivari. Foram utilizados procedimentos de mapeamento geológico básico em escala de semi-detalhe (levantamento de informes e características a partir de fotos aéreas e imagem de satélite, preparação de mapa base, coleta de dados no campo, formação de banco de dados das ocorrências observadas de erosão por meio de SIG) para gerar mapa 1:10.000 das zonas homogêneas de vulnerabilidade à erosão. O mapeamento cruzou informações de substrato rochoso, características de solo e dados de uso e ocupação para elaborar o mapa final. A partir do estudo, nas zonas mais vulneráveis recomendou-se cuidados com a drenagem de águas pluviais e servidas, bem como a pavimentação de ruas para evitar o fluxo concentrado das águas. Nas áreas ocupadas por horti-fruiti-granjeiras, foi sugerido um cuidado especial com práticas e manejo conservacionista.

Geologia XE "Geologia"  ? Geologia de Engenharia XE "Geologia de Engenharia"  - Erosão XE "Erosão"

E299

A ASSOCIAÇÃO PARAGENÉTICA DO OURO E SUA IMPLICAÇÃO NA GÊNESE DO DEPÓSITO POLIMETÁLICO BREVES, PROVÍNCIA MINERAL DE CARAJÁS (PA)

Carlos Eduardo Ganade de Araújo (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Roberto Perez Xavier (Orientador), Instituto de Geociências ? IG, UNICAMP

O depósito de Cu-Au (Mo-W-Bi-Sn) Breves na Província Mineral de Carajás está hospedado em rochas siliciclásticas da Formação Águas Claras, de idade Arqueana (2.64 Ga), no entorno da zona apical de uma intrusão granítica Paleoproterozóica (1.88 Ga). A mineralização ocorre de maneira disseminada e venular. O primeiro modo de ocorrência é o mais abundante em termos volumétricos, compreendendo principalmente cristais xenomórficos de calcopirita, em associação com concentrações subordinadas de pirita ± arsenopirta ± pirrotita, ocupando as porções intersticiais das rochas hospedeiras. A mineralização sulfetada associa-se a paragênese de alteração com muscovita ± Fe-biotita ± Fe-clorita ± fluorita. A mineralização venular é caracterizada por pirita ± calcopirita ± arsenopirita ± pirrotita ± ferberita ± hematita ± molibdenita ± cassiterita, e os minerais de alteração associados incluem clorita ± fluorita ± biotita ± muscovita ± carbonato ± turmalina. O ouro ocorre em ambos estilos da mineralização, porém de modo subordinado na disseminada. Nos veios o modo de ocorrência consiste em pequenas inclusões (5 a 10 µm), em arsenopirita em equilíbrio com bismuto nativo, e apresenta conteúdo de Ag entre 10 ? 12 %. Na mineralização disseminada o ouro também ocorre como pequenas inclusões, porém em calcopirita, aparentemente em equilíbrio com esfalerita, sendo o seu conteúdo de Ag superior a 23%.

Ouro XE "Ouro"  ? Carajás XE "Carajás"  ? Paragênese XE "Paragênese"

E300

PROPOSTA DE UM MODELO DINÂMICO DA RAZÃO RESERVA/PRODUÇÃO

Darcy Corrêa Neto (Estagiário CEPETRO) e Prof. Dr. Saul B. Suslick (Orientador), Instituto de Geociências ? IG, UNICAMP

A razão reserva/produção (R/P) é bastante conhecida por indicar quanto tempo levaria para que a reserva provada de uma determinada commodity exaurisse. No entanto, o modelo atual de estimativa de R/P exige a interpretação de que não sejam adicionadas mais reservas e a produção se mantenha com a mesma intensidade ao longo da vida útil da reserva. Este trabalho tem por objetivo propor um modelo dinâmico para estimar a razão R/P. Esse modelo baseia-se nos pressupostos de que uma reserva recém descoberta leva algum tempo para iniciar sua produção e que a sua produção não é constante ao longo de sua vida, mas é sujeita a uma taxa de declínio. As reservas descobertas no ano ?t? iniciarão sua produção no ano ?t3?, portanto essas reservas serão incluídas na razão R/P apenas no ano ?t3? e não na data de sua descoberta como é feito. Quando houver o início da produção dessas reservas, será considerado um momento de pico de produção de aproximadamente três anos, após esse tempo, essa produção sofrerá um declínio exponencial. Este tipo de modelo permite introduzir um caráter mais dinâmico na razão R/P, bem como uma maior precisão e a possibilidade de fazer estimativas em curto prazo da produção.

Exaustão Mineral XE "Exaustão Mineral"  - Reservas e Recursos Petrolíferos XE "Reservas e Recursos Petrolíferos"  - Previsão de Produção XE "Previsão de Produção" .

E301

MODELO ESTOCÁSTICO PARA SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO DE RESURSOS PETROLÍEFROS

Noele Ferreira Carvalho (Bolsista CEPETRO) e Prof. Dr. Saul B. Suslick (Orientador), Instituto de Geociências ? IG, UNICAMP

Este trabalho apresenta um modelo estocástico para a classificação de recursos e de reservas de petróleo. Baseado em simulações de parâmetros geológicos e econômicos, o método gera uma curva da probabilidade que forneça as estimativas de recursos ou reservas. O modelo estocástico associado a estes diagramas torna possível expressar uma classe de categorias de recursos/reservas, incluindo estimativas da recuperação e custos de desenvolvimento. Assim, a identificação dos diversos recursos e categorias de reservas torna-se mais fácil, fornecendo uma base segura para a comercialização dos recursos e a segurança dos investidores. Um software comercial simples de análise de risco foi usado para as simulações. A avaliação de risco geologico foi executada associando-se distribuições de probabilidade, para cada parâmetro geologico (porosidade, netpay, etc....), a uma simulação estocástica. Usou-se um simulador de play/prospecto (GeoX) a fim definir uma escala das incertezas para os volumes do prospeto e do play. Um campo de óleo offshore situado na Bacia de Campos foi usado como estudo de caso para avaliar a metodologia proposta. As simulações indicaram que os métodos estocásticos são muito úteis para indicar os diferentes níveis das reservas usando a maturidade do projeto, o nível do risco, e a incerteza no sistema de classificação do recurso

Simulation XE "Simulation"  - Classification diagrams XE "Classification diagrams"  ? Resources and reserves XE "Resources and reserves"

E302

ALGORITMO ESTOCÁSTICO PARA SELEÇÃO DE CARTEIRA DE PROJETOS DE EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO DE PETRÓLEO

Rodrigo B. Marques (Bolsista CEPETRO) e Prof. Dr. Saul B. Suslick (Orientador), Instituto de Geociências ? IG, UNICAMP

InvestPetro é um software desenvolvido em ambiente Excel e com scripts VBA para suporte a simulações e análise estocástica, visando uma melhor seleção de portfolio de investimentos em projetos de E&P de Petróleo. Ele vem sendo utilizado em diversos projetos de pesquisa e apoio a teses nos tópicos relacionados à Teoria da Preferência e das Opções Reais. O programa é dividido em módulos, executando simulações estocásticas e análise desses resultados. As simulações estocásticas são conduzidas com base nos parâmetros de entrada indicados na planilha pelo usuário, gerando dados estatísticos, soluções gráficas e histogramas específicos sobre a simulação, utilizando algoritmos específicos do modelo utilizado: MAB (Movimento Aritmético Browniano), MGB (Movimento Geométrico Browniano) e MRM (Movimento de Reversão à Média). O módulo de gestão de portfolio de reservas não-desenvolvidas permite a utilização de ferramentas desenvolvidas para o cálculo do valor crítico, valor total da opção, tempo de espera (usando simulação MGB), nível ótimo de participação, equivalente-certo e indicadores para que o usuário possa tomar decisões na escolha dos projetos existentes no portfolio, gerando gráficos e análises específicas.

Petróleo XE "Petróleo"  - Portfólio de Investimentos XE "Portfolio de Investimentos"  - Simulação XE "Simulação"

E303

USO DA Teoria da Utilidade na Priorização de Investimentos em Exploração e Produção de Petróleo

Glaucia Kimie Sakai (Bolsista ANP) e Prof. Dr. Saul B. Suslick (Orientador), Instituto de Geociências - IG, UNICAMP

A atividade de exploração e produção (E&P) no setor petrolífero requer altos investimentos de capital e envolve uma série de riscos: geológicos, ambientais, financeiros e políticos. A estratégia da diversificação da carteira de projetos tem como objetivo a minimização do risco e o aumento do retorno financeiro. A Teoria da Utilidade adotada neste trabalho permite determinar o melhor nível de participação financeira de uma empresa em um projeto, considerando as restrições orçamentárias e o perfil do tomador de decisão em relação ao risco. Na análise foram utilizados dados de diversos projetos de E&P de petróleo localizado em bacias com características geológicas distintas entre si e determinou-se o melhor nível de participação em cada projeto. Observou-se que há casos em que o investimento no melhor projeto nem sempre é mais lucrativo e destacou-se a importância das parcerias entre empresas.

Petróleo XE "Petróleo"  - Risco XE "Risco"  - Avaliação Econômica de Projetos XE "Avaliação Econômica de Projetos"

E304

Mapeamento Geológico da Borda Leste do Arco Magmático de Santa Quitéria ? CE

Fernando Ferreira da Rosa (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Ticiano José Saraiva dos Santos (Orientador), Instituto de Geociências ? IG, UNICAMP

Na história geológica da Terra, continentes se abriram e outros se fecharam formando bacias oceânicas e cordilheiras montanhosas, processo que ocorre ainda hoje. A caracterização destes ambientes tem grande importância na geologia econômica, prospecção mineral e no estudo da evolução da litosfera nos últimos 3,0 bilhões de anos. Buscou-se aqui, caracterizar um destes ambientes tectônicos com o mapeamento geológico básico, análise estrutural, metamórfica e petrográfica de uma área de 50 km2 no noroeste do Estado do Ceará. Foram aplicadas técnicas de geoprocessamento em imagens Landsat ETM+ e ASTER, obtendo-se características espectrais das rochas e feições estruturais da área, que possibilitaram confeccionar um mapa pré-campo. No mapeamento geológico identificou-se rochas metamórficas e ígneas. As metamórficas são: gnaisses e migmatitos, orto e paraderivados, por vezes milonitizados. As ígneas são: granitos, diques básicos e aplitos. A análise petrográfica e estrutural ajudaram, respectivamente, na caracterização e individualização dos diversos litotipos encontrados e na construção da evolução tectônica da área. A área apresenta evidências de típico ambiente de raiz de arco magmático, porém há a necessidade de uma continuidade e expansão da pesquisa para uma definitiva caracterização geotectônica.

Mapeamento Geológico XE "Mapeamento Geológico"  ? Arco Magmático XE "Arco Magmático"  ? Ceará XE "Ceará"

Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica

E305

ONDAS ACÚSTICAS: GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E RECEPÇÃO

Renato Ferreira da Costa (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Aloisio José Freiria Neves (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

Nos dias atuais, o controle dos níveis de som de máquinas e outros equipamentos dentro de certos ambientes é de fundamental importância. Compreender como os fenômenos de geração, transmissão e recepção de sons ocorrem está relacionado a esta tarefa. A proposta do projeto é estudar e desenvolver técnicas matemáticas de modo a entender e solucionar problemas relacionados à acústica. O estudo conta com a modelagem, dedução de equações a partir das leis físicas e aplicações desta teoria a problemas vibratórios e de propagação de ondas. Visou-se aliar os conhecimentos da área de equações diferenciais e funções periódicas às aplicações possíveis na geração, transmissão e recepção de som. A matemática é uma ferramenta essencial na compreensão destes fenômenos. As séries de Fourier e a Equação da Onda desempenham papéis importantes neste estudo. É muito útil, portanto, entender de que forma as séries de Fourier e essas equações diferenciais se relacionam com as ondas sonoras reais, e como os fenômenos acústicos citados podem ser previstos com a ajuda da teoria desenvolvida.

Séries de Fourier XE "Séries de Fourier"  ? Equações Diferenciais XE "Equações Diferenciais"  - Acústica XE "Acústica"

E306

MEDINDO O RISCO DO CRÉDITO: ASPECTOS TEÓRICOS

Lucas Caiche Guedes (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Antônio Carlos Moretti (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

A economia, de um modo geral, apresenta forte dependência da dinâmica do sistema financeiro, que é capaz de criar moeda e fazer a ligação entre agentes deficitários (tomadores) e agentes superavitários (credores). O processo de intermediação financeiro é a capacidade, que certas instituições financeiras apresentam, de ligar credores e tomadores, de modo a aumentar o bem-estar da economia. Mas, no mundo real há custos de transações e o equilíbrio entre oferta e demanda de crédito se estabelece aquém do seu ótimo. As instituições financeira que realizam a intermediação são capazes de reduzir estes custos (economias de escala e escopo) e gerar um equilíbrio mais vantajoso do ponto de vista do bem-estar (maior crédito a juros menores, e, portanto mais próximo de uma situação de pareto ótima). Para que essas instituições possam realizar essa intermediação, são necessário instrumentos que os auxiliem na tomada de decisões. Para tal foi desenvolvido um modelo a partir da análise de um problema de programação linear. O modelo tem o objetivo de separar os clientes de acordo com duas classificações pré-estabelecidas: bons e maus pagadores. Cada cliente corresponde a um ponto em ( n, onde todas as características relevantes a esta classificação são armazenadas em um vetor de dimensão n, daí então podemos separá-los através de um ou vários hiper-planos.

Risco de Crédito  XE "Risco de Crédito" - Assimetria de Informação  XE "Assimetria de Informação" - Programação Linear XE "Programação Linear"

E307

MEDINDO O RISCO DE CRÉDITO: UMA VISÃO COMPUTACIONAL

Márcio Nicolau (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Antônio Carlos Moretti (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

Atualmente, um grande número de empresas ? principalmente do ramo financeiro ? procuram formas de classificar seus clientes, tendo em vista minimizar o risco de concessão de crédito. Através das técnicas de Programação Linear, utilizadas para solucionar problemas de otimização, foi proposto um modelo onde podemos classificar clientes com base em características significantes. Assumindo que os clientes têm padrões de comportamento e que estes podem ser caracterizados, o modelo encontra os hiperplanos de separação entre dois grupos de interesse (Bons e Maus pagadores). A utilização de algoritmos baseados em Aprendizado de Máquinas garante ao sistema uma operação constante, sem ter necessidade de revisar o modelo para adequá-lo aos padrões de comportamento que possuem um certo grau de volatilidade decorrente da inclusão de novos clientes a base de informações. O auto-aprendizado e a simplicidade de uso são características que destacam a utilização desta técnica em comparação a outras.

Aprendizado de Máquinas XE "Aprendizado de Máquinas"  - Programação Linear XE "Programação Linear"  - Classificação de Clientes XE "Classificação de Clientes"

E308

Variáveis Complexas e Aplicações

Mariana Mecatti Busani (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Ary Orozimbo Chiacchio (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica ? IMECC, UNICAMP

A teoria das funções de variável complexa teve sua origem cercada de suspeita e desconfiança, o que se nota pelo uso de termos como ?imaginário? e ? complexo? em sua literatura. A partir do século XIX, Cauchy , Gauss e Riemann, colocaram-na em bases sólidas, mostrando tratar-se de um dos mais poderosos instrumentos matemáticos, tanto para o matemático quanto para o físico ou o engenheiro. Sua estrutura elegante e lógica influenciou e penetrou em quase todos os ramos da matemática pura e aplicada. Nesse projeto aprofundamos o estudo da teoria básica das funções de variável complexa e analisamos algumas aplicações. Um exemplo ilustrativo trata da resolução do seguinte problema de eletrostática: encontrar a função potencial entre dois cilindros não coaxiais. Nesse caso, utilizamos o resultado: ?Se (*(u,v) é harmônica num domínio D* no plano w e se uma função analítica w = u + i v = f (z), não necessariamente conforme na fronteira, transforma um domínio D do plano z conformemente no domínio D*, então a função ((x,y) = (*[u(x,y),v(x,y)] é harmônica no domínio D?.

Funções analíticas - XE "Funções Analíticas"  Funções Harmônicas XE "Funções Harmônicas"  -Transformações Conformes XE "Transformações Conformes"

E309

MODELOS DE EXPLORAÇÃO DE RECURSOS BIOLÓGICOS

Luciane Graziele Pereira (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Benjamin Bordin (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

A atividade pesqueira de captura conjugada para duas espécies leva ao estudo de modelos matemáticos da biologia envolvendo parâmetros da economia. Os modelos de exploração de recursos biológicos incorporam algumas considerações econômicas às equações diferenciais autônomas que regem o crescimento das espécies. Dessa forma, são determinadas as condições sob as quais teremos uma atividade pesqueira capaz de gerar rendimentos a curto e a longo prazo, sem levar as espécies à extinção. Neste trabalho, buscamos compreender os modelos de exploração de recursos biológicos para sistemas de duas espécies com crescimento logístico ou exponencial e com independência ou competição entre elas. Então, para obter resultados sobre a pesca não predatória utilizamos alguns parâmetros da economia como esforço, custo e função rendimento e o conceito de pontos de equilíbrio bionômicos, chegando assim, a conclusões sobre o rendimento ótimo e a viabilidade da pesca.

Modelos de Exploração XE "Modelos de Exploração"  - Equações Diferenciais XE "Equações Diferenciais"  - Equilíbrio Bionômico XE "Equilíbrio Bionômico"

E310

Alguns Aspectos da Geometria dos Espaços Normados

Paula Olga Gneri (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Francesco Mercuri (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica ? IMECC, UNICAMP

Sejam F e E espaços normados . Uma imersão isométrica é uma função  EMBED Equation.2  tal que  EMBED Equation.2 , para todo x, y em F. Por exemplo se F = E e v é um vetor fixo em F, a translação  EMBED Equation.2 é uma imersão isométrica. A menos de translação podemos então assumir T(0)=0 e assim o faremos daqui em diante. A pergunta natural é: quando uma imersão isométrica é linear?. Analisamos alguns resultados que dão condições suficientes para que uma imersão isométrica seja linear. Por exemplo Mazur e Ulam provaram, em 1932, que toda imersão isométrica sobrejetora é linear. Figiel, Semrl e Väisälä, em 2002, relaxaram a condição de sobrejetividade. Nosso estudo centrou-se principalmente em um trabalho de Asperti, Mercuri e Seixas de 2003, em que se mostra que toda imersão isométrica em E é linear se, e somente se, o espaço E é estritamente convexo. (E é dito estritamente convexo se para todo par de pontos x, y em E, com  EMBED Equation.2 , temos  EMBED Equation.2   EMBED Equation.3 ). Estes resultados tem aplicações no estudo de problemas de unicidade e suavidade para geodésicas em espaços de Minkowski e Finsler. Na parte final do trabalho comentamos sobre estes problemas.

Espaços Normados XE "Espaços Normados"  - Imersão Isométrica Afim XE "Imersão Isométrica Afim"  - Geodésicas XE "Geodésicas"

E311

OTIMIZAÇÃO DE REDES DE DESTRIBUIÇÃO DE ÁGUA

Carlos Henrique Dias (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Francisco A. M. Gomes Neto (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

Uma rede de distribuição de é composta por um conjunto de canos que interligam consumidores (casas, edifícios, indústrias, etc.) a fornecedores de água (caixas d?água, estações de tratamento ou bombeamento, rios, etc.). O objetivo do problema é a determinação dos diâmetros dos canos de modo a minimizar o custo de implantação da rede, não alterando a disposição dos canos e mantendo a pressão nos nós acima de um determinado limite satisfazendo a demanda dos consumidores. A dificuldade reside no fato de que alguns poucos diâmetros estão disponíveis comercialmente, de modo que as variáveis do problema são inteiras. Dois métodos foram usados para a resolução deste problema: um algoritmo determinístico, proposto por Hansen, Madsen e Nielsen, e um algoritmo evolutivo, proposto por Savic e Walters. Ambos foram implementados em Matlab juntamente com uma interface gráfica para construção e entrada de dados em uma rede. Deste modo, o programa possibilita a construção e otimização, utilizando os dois algoritmos, de redes de distribuição de água de maneira fácil e interativa. Para os vários problemas resolvidos o algoritmo de Hansen, Madsen e Nielsen forneceu boas soluções e com um tempo de execução muito baixo e o algoritmo de Savic e Walters gerou melhores soluções, mas com um tempo de execução extremamente alto.

Otimização XE "Otimização"  - Redes de Distribuição de Água XE "Redes de Distribuição de Água"  - Matlab XE "Matlab"

E312

O PROBLEMA CAPACITADO DE ROTEAMENTO DE VEÍCULOS

Kleysson Pontes Andreotti (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Francisco A. M. Gomes Neto (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

Neste projeto, estudamos diversos algoritmos exatos e heurísticos propostos para solução de problemas de roteamento de veículos (VRP). Tratamos com particular atenção o caso em que estes veículos possuem uma restrição de capacidade e o custo de transporte é assimétrico, ou seja, o custo de um ponto a para um ponto b é diferente do custo de b para a. Neste problema, supomos conhecido um grafo (V, A), onde: o conjunto V representa os vértices do problema, associados aos depósitos de um fornecedor e seus consumidores; e o conjunto A representa as arestas do grafo, associadas aos caminhos entre os vértices. Dada uma frota de veículos, o objetivo do problema é a determinação da rota que cada veículo deve adotar para distribuir as mercadorias aos consumidores, de forma a minimizar o custo total de transporte. Estudamos os algoritmos exatos para problemas capacitados simétricos e assimétricos de roteamento de veículos e implementamos um algoritmo que utiliza branch and bound. A linguagem utilizada foi MatLab. Também temos como parte do projeto o estudo de alguns algoritmos heurísticos e a implementação destes. A saída de dados se dá de forma gráfica, o que facilita a compreensão da solução. Ao fim das contas, concluímos que os algoritmos heurísticos estudados possibilitam a resolução de problemas maiores com uma pequena perda de otimalidade, porém com uma economia no tempo de resolução do problema em relação aos algoritmos exatos.

Roteamento XE "Roteamento"  ? Branch and Bound XE "Branch and Bound"  ? Heurísticas XE "Heurísticas"

E313

PROJETO ÓTIMO DE TRELIÇAS

Willian Wyler (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Francisco de A. M. Gomes Neto (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

A determinação da topologia ótima de treliças é uma das aplicações mais interessantes das técnicas de otimização matemática à engenharia. Para a solução deste tipo de problema, costuma-se formulá-lo como um problema de programação não linear. Recentemente, Kocvara e Outrata propuseram uma nova formulação do problema de topologia ótima de treliças, na qual são incluídas restrições de complementaridade, sendo a solução única e geralmente com significado físico. Nesse projeto, estudamos esta nova formulação e comparamos seu desempenho ao das formulações habituais. Para desenvolver o modelo foi utilizado o software Matlab. Foram estudados 3 modelos, sendo 2 com sucesso, com soluções que se diferenciavam das habituais apenas pela modificação na espessura e não na estrutura da treliça, e um com problemas ocasionados pelo próprio Matlab. Além disso, um inconveniente dos métodos habituais de otimização topológica de treliças está relacionado à existência de barras muito finas na estrutura ótima encontrada. Normalmente, estas barras são simplesmente desprezadas, o que pode tornar sub-ótima a solução assim obtida. Estamos, também, neste projeto, estudando maneiras baratas de agregar um método do tipo branch-and-bound ao problema, de modo a impor à solução ótima um limite inferior para o volume das barras.

Treliça XE "Treliça"  ? Desenvolvimento de Modelo XE "Desenvolvimento de Modelo"  ? Otimização XE "Otimização"

E314

MÉTODOS DE CONSTRUÇÃO DE ÁRVORES FILOGENÉTICAS

Gustavo Henrique Rocha Santos (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Hildete Prisco Pinheiro (Orientadora), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

A taxonomia é a área da Biologia voltada para a classificação científica dos seres vivos e tem como interesse o agrupamento de organismos de forma a obter grupos definidos nos quais as características sejam constantes. Isto proporciona a classificação das espécies e, em estudos de evolução, a classificação das espécies permite a construção de árvores filogenéticas. As árvores filogenéticas representam os caminhos da evolução de espécies ou genes. Os dados utilizados para a construção de árvores são freqüentemente retirados de uma específica região do genoma dessas espécies (por exemplo, seqüências de DNA de espécies de uma determinada região).O interesse desse projeto é estudar e comparar os diferentes métodos de construção de árvores filogenéticas, verificando similaridades e diferenças entre eles, enfatizando a interpretação dos resultados do ponto de vista estatístico. Outro interesse é testar programas computacionais disponíveis para a construção de árvores, submetendo-os a comparações de sua eficiência no tratamento de dados reais disponíveis na internet. Os resultados mostram que para diferentes conjuntos de dados, tem-se diferentes desempenho dos métodos no que se refere principalmente à apresentação de árvores verossímeis e ao tempo computacional, tornando impossível a identificação de um único método mais eficiente.

Árvore XE "Árvore"  - Filogenética XE "Filogenética"  - Estatística XE "Estatística"

E315

Estimadores de freqüências alélicas em loci Microsatélite através do modelo de mutação ?Stepwise?

Tatiana Buratto Bordin (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Hildete Prisco Pinheiro (Orientadora), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

Os estudos em microsatélites têm sido cada vez mais freqüentes devido a sua importância na aplicação do mapeamento genético. Desta forma, sugeriu-se um modelo para explicar a mutação nas seqüências de repetições nos loci de microsatélites. Esse modelo de mutação é conhecido como ?stepwise?, que é o principal objetivo de estudo desse projeto e foi introduzido por Ohta & Kimura (1973) e Werhnahn (1975). Nesse modelo supõe-se que a cada geração, cada alelo pode sofrer mutação para outra classe alélica. Na sua forma mais simples, que é o modelo mutacional de um passo, o alelo pode sofrer mutação, aumentando ou diminuindo em um estado com probabilidade ((). Neste modelo foi estudado que a distribuição das freqüências alélicas não apresenta distribuição limite e desta forma é necessário ser desenvolvida uma outra estatística para trabalhar com esse modelo. Uma alternativa é utilizar o momento das freqüências alélicas, que é a probabilidade de que dois genes, que são aleatoriamente amostrados na população, se diferenciem de j unidades de repetição, o que foi visto em detalhes no decorrer do projeto. Após o estudo teórico do modelo, foi estudado a parte inferencial em que o interesse é a estimação dos parâmetros envolvidos para os momentos das freqüências alélicas.

Freqüência Alélica  XE "Freqüência Alélica" - Modelo de Mutação ??stepwise?? XE "Modelo de Mutação ??stepwise??" - Microsatélite XE "Microsatélite"

E316

RESOLUÇÃO DA EQUAÇÃO DE ONDA ATRAVÉS DA TEORIA DOS RAIOS

Wanderson Luiz da Silva (Bolsista Fapesp) e Prof. Dr. Jörg Schleicher (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

O problema do qual tratamos é o de encontrar uma solução aproximada para a equação de onda acústica. Um método simples e muito usado é a Teoria de Raios, baseado no método das características. Estudamos casos nos quais o meio é simples porque isto permite a melhor compreensão do método. Tratamos de descrever a equação da onda acústica e a Teoria dos Raios, mas principalmente, demonstramos como se obtém a equação iconal e a equação de transporte, utilizando a equação de Helmholtz, tranformada de Fourier da equação de onda. Somado a isso mostramos as equações características para a equação iconal para meios com velocidade constante e linearmente dependente na profundidade. Usando a equação iconal como ponto de partida, pode-se derivar, mediante o método das características, um sistema linear de equações diferenciais ordinárias de primeira ordem. Essas equações são chamadas cinemáticas do raio, cuja solução é o tempo de trânsito. Em geral, não podem ser resolvidos analiticamente. Para achar a sua solução em um determinado meio, precisa-se, então, empregar métodos numéricos. Elaboraram-se então rotinas em MatLab que utilizam os métodos de Euler, Euler Modificado e Runge-Kutta de 3ª e 4ª ordem, além do Me´todo de Diferenças Finitas. De posse do tempo de trânsito resta computar a amplitude. Para isso converte-se a equação de transporte, que é uma EDP, em uma EDO válida ao longo do raio. A solução aproximada obtida neste procedimento, após Fourier inversa é a solução aproximada que se pretendia encontrar.

Equação de Onda XE "Equação de Onda"  - Método das Características XE "Método das Características"  - Teoria dos Raios XE "Teoria dos Raios"

E317

PROCESSOS ESPECULATIVOS EM MERCADOS IMOBILIÁRIOS

Gustavo Pires Bogéa (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. José Antonio Scaramucci (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

A importância do mercado imobiliário vem de dois aspectos fundamentais. Sob o ponto de vista social, não é possível ter condições dignas de vida sem moradia. Mas também existe a importância econômica, pois, sendo um imóvel um ativo real, muitos o têm como uma forma segura de aplicar seu dinheiro. A ocorrência de uma bolha imobiliária afeta, assim, dois tipos de agentes econômicos. Muitos não serão capazes de enfrentar a barreira de preços que surge rapidamente na primeira fase do ciclo especulativo, o que pode levá-los a migrar para as favelas miseráveis das grandes cidades. Outros perderão suas economias quando o surto especulativo cede; sentindo-se repentinamente mais pobres, deixam de consumir, o que leva à queda do nível de atividade econômica. Neste trabalho buscamos desenvolver ferramentas matemáticas de análise que permitam a identificação da ocorrência de processos especulativos em mercados imobiliários. A comparação, ao longo do tempo, dos preços de moradia (aluguel) e do ativo real subjacente (valor de mercado do imóvel), é freqüentemente usada para identificar períodos em que estaria ocorrendo a ocorrência de uma bolha imobiliária. A teoria de ciclos de negócios tem contribuído também para trazer instrumentos de análise de surtos especulativos. Cabe destacar os chamados filtros econométricos, que se prestam a decompor os ciclos econômicos nas componentes de tendência, sazonalidade e aleatoridade. Em particular, usamos o filtro de Hodrick-Prescott ? muito utilizado em organismos internacionais, porém pouco aplicado por pesquisadores brasileiros. Analisamos, dessa forma, o comportamento do mercado imobiliário de Campinas, procurando explicá-lo ao relacionar os resultados com outros fenômenos econômicos e sociais. Os dados foram coletados em anúncios publicados pelo jornal Correio Popular de Campinas, de 1968 a 2004.

Mercado Imobiliário  XE "Mercado Imobiliário" - Processos Especulativos  XE "Processos Especulativos" - Filtro de Hodrick-Prescott XE "Filtro de Hodrick-Prescott"

E318

MODELAGEM MATEMÁTICA PARA ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO DA DENGUE

Ana Gabriela Rocha (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Laércio L. Vendite (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica ? IMECC, UNICAMP

A dengue é uma doença infecciosa febril aguda, benigna na maioria dos casos. É causada por quatro diferentes tipos de vírus: 1,2,3 ou 4. Os vírus da dengue têm capacidade de se multiplicar em organismos completamente diferentes, tais como o humano e o mosquito. Os mosquitos tornam-se infectados após picar indivíduos virêmicos e transferem a infecção de um homem para outro. O mosquito Aedes aegypt é o mais importante vetor da dengue devido a seus hábitos urbanos e a associação ao homem. O homem é a principal fonte de infecção, sendo o deslocamento de pessoas responsável pela expansão geográfico da doença. A dengue pode ser clássica ou hemorrágica. Sendo a hemorrágica a forma mais grave da infecção. A infecção provoca imunidade de longa duração e de sorotipo específico. Existe uma associação entre as reinfecções por tipos distintos e o aparecimento da dengue hemorrágica. Vacinas contra a doença vêm sendo estudadas e devem induzir imunidade simultânea e eficaz contra os vários tipos virais. Neste estudo propomos alguns modelos matemáticos compartimentais com o intuito de analisar a estabilidade e o comportamento da infecção para a dengue.

Dengue XE "Dengue" - Modelos Matemáticos XE "Modelos Matemáticos" - Estabilidade XE "Estabilidade"

E319

MODELAGEM FUZZY PARA ESTUDO DO CRESCIMENTO DO CÂNCER DE PRÓSTATA E DA RELAÇÃO COM O MARCADOR TUMORAL PSA

Érika Tiaki Hashiguti (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Laércio Luis Vendite (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

Por definição, marcadores tumorais são substâncias que podem ser medidas quantitativamente por meios bioquímicos ou imuno-histoquímicos nos tecidos ou nos líquidos do corpo. Estas medidas podem revelar a presença de câncer e, possivelmente, onde ele reside e têm como propriedade estabelecer a dimensão do tumor, indicar o quão rápido a doença parede progredir (prognóstico) e monitorar a resposta a uma dada terapia. O Antígeno Prostático Específico (PSA) é uma enzima produzida tanto por células prostáticas normais como anormais. O Nível sérico PSA pode ser elevado em homens que apresentam hipertrofia benigna prostática (BPH), inflamação da glândula, infecções nas áreas urinárias, câncer de próstata. O grau de malignidade do tumor é chamado de Escore de Gleason e refere-se ao grau de diferenciação das células cancerosas quando comparadas com as células normais. Os tumores mais diferenciados (os de escore menor) apresentam melhor evolução, enquanto os tumores de grau elevado (não diferenciados) apresentam prognóstico muito desfavorável. Neste estudo propomos um sistema fuzzy, estruturado sobre uma base de regras, utilizando o estadiamento do câncer, o Escore de Gleason e o PSA para visar um diagnóstico mais preciso do câncer de próstata, quanto a sua forma histológica.

Modelagem Fuzzy XE "Modelagem Fuzzy"  - PSA XE "PSA"  - Câncer de Próstata XE "Câncer de Próstata"

E320

MODELAGEM MATEMÁTICA PARA ESTUDO DO CRESCIMENTO TUMORAL E DA RELAÇÃO COM OS MARCADORES TUMORAIS

Rodrigo Massoti Picarelli (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Laércio Luis Vendite (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

Marcadores tumorais são substâncias que podem ser medidas quantitativamente, de uma forma bioquímica ou imunoquímica em meio a tecidos e líquidos do corpo. Os marcadores tumorais têm um papel preponderante no tratamento de pacientes de câncer, principalmente no que se refere ao entendimento da fisiopatologia do câncer. O teste do PSA também é muito útil no monitoramento da eficiência do tratamento do câncer de próstata no decorrer do tempo. Quando o nível do PSA no sangue de um paciente retorna ao normal após o tratamento, normalmente significa que o tratamento parou o crescimento do câncer. Se o nível do PSA no sangue subir, isso pode indicar que o câncer está crescendo de novo. Níveis séricos estão elevados em pacientes com câncer de próstata, hipertrofia benigna ou em condições inflamatórias; os níveis séricos correlacionam-se com o estadiamento cirúrgico da doença e suas metástases. Neste estudo propomos um modelo determinístico composto por um sistema de equações diferenciais, onde o crescimento tumoral será tratado como uma equação logística, para assim limitarmos o seu crescimento, de acordo com o PSA e o escore de Gleason.

PSA XE "PSA"  - Escore de Gleason XE "Escore de Gleason"  - Marcador Tumoral XE "Marcador Tumoral"

E321

MATEMÁTICA PARA FINANÇAS. UMA INTRODUÇÃO A PRECIFICAÇÃO DE DERIVATIVOS

Patrick Silveira Flavio (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Luiz Koodi Hotta (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

Iniciamos o projeto sobre o estudo de aplicações da Matemática a Finanças com comentários sobre alguns pontos de interesse, como precificação de derivativos, principal aplicação neste trabalho. Os instrumentos presentes no mercado financeiro podem ser divididos em duas classes, que denotaremos de ativos e derivativos. Como exemplo de ativos temos ações, contratos, produtos, moeda corrente e de derivativos temos as opções de compra e venda. Os derivativos têm como função principal reduzir riscos. A relação entre estas duas classes é suficientemente complexa e incerta para todos aqueles envolvidos em transações, as quais utilizam tais instrumentos. A estrutura casual presente no ativo transfere-se para o derivativo, o que torna esta relação interessante objeto de estudo. É importante verificar se o movimento de um ativo possue alguma estrutura que possibilite sua modelagem e eventual ganho. O estudo de probabilidade e esperança tem-se mostrado um caminho promissor para encontrar fortes relações entre derivativos e a aleatoriedade dos ativos. Utilizando conceitos fundamentais de calculo estocástico juntamente com o movimento browniano, parte principal na modelagem de um ativo, chegamos a tão conhecida e importante fórmula de Black-Scholes para precificação de derivativos, ápice deste tabalho.

Precificação de Derivativos XE "Precificação de Derivativos"  - Cálculo Estocástico XE "Cálculo Estocástico"  - Modelo de Black-Scholes XE "Modelo de Black-Scholes"

E322

UMA DEMONSTRAÇÃO ELEMENTAR DO TEOREMA DE SCHWARZ

Diogo Pelaes Franco Pereira (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Marcelo Martins dos Santos (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica ? IMECC, UNICAMP

A solução u do problema de Dirichlet para uma equação de Laplace no disco é dada pela formula de Poisson. Para concluir que esta função u é de fato solução do problema é preciso mostrar que u é harmônica no disco e que u é contínua no fecho do disco. Este ultimo resultado é chamado de Teorema de Schwarz. Nesta exposição iremos apresentar uma demonstração elementar do Teorema de Schwarz; devido a David Minda, The Dirichlet problem dor a disc. American Mathematical Monthly, 97, 1990, no. 3, 220-223.

Problema de Dirichlet XE "Problema de Dirichlet"  - Teorema de Schwarz XE "Teorema de Schwarz"  - Demonstração Elementar XE "Demonstração Elementar"

E323

OTIMIZAÇÃO IRRESTRITA: DIREÇÕES DE DESCIDA E CONTROLE DE PASSO

Momoe Sakamori (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Márcia A. Gomes-Ruggiero (Orientadora), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

Este trabalho está centrado na análise e proposta de métodos para resolução de problemas de otimização irrestrita. Inicialmente, foi realizado um estudo das várias opções para direção de descida e controle de passo, e foram destacadas as direções de máxima descida, Newton, e as propostas de Barzilai e Borwein direta e inversa. Além disto, foi elaborado um novo algoritmo, no qual a direção resulta de uma combinação linear das direções de máxima descida das duas iterações anteriores com os passos de Barzilai e Borwein. Foram propostas cinco opções para o cálculo do tamanho do passo baseadas em processos de busca linear através da bissecção e através de valores relacionados às secções áureas. Foram compostos cinco algoritmos com direção de descida dada pela nova direção e cada um com uma das novas propostas para o controle de passo. O algoritmo, entre os cinco, com o melhor desempenho foi comparado com os algoritmos clássicos de descida. Os testes computacionais foram realizados com um amplo conjunto de problemas de quadrados mínimos e o novo algoritmo apresentou um desempenho em que demonstra ser robusto frente aos demais métodos.

Otimização Irrestrita XE "Otimização Irrestrita"  - Direção de Descida XE "Direção de Descida"  - Controle de Passo XE "Controle de Passo"

E324

ACELERAÇÃO DO MÉTODO DE GILMORE & GOMORY PARA O PROBLEMA DE CORTE UNIDIMENSIONAL

Rafael Munhoz Almeida da Silva (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Márcia A. Gomes-Ruggiero (Orientadora), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

A resolução de problemas de corte unidimensional é um tema clássico na área de Pesquisa Operacional. A modelagem matemática deste tipo de problema resulta num problema de programação linear inteira. Um método de resolução é o de Gilmore e Gomory, que faz uso das variáveis duais geradas na resolução do problema de corte relaxado e do problema da mochila para construir novos padrões de corte lucrativos. A dificuldade deste procedimento está na situação em que a solução ótima primal é degenerada. Para contornar este fato usamos o centro analítico do politopo do problema dual ao invés de usar a solução dual associada ao ponto extremo ótimo do problema primal. Para encontrar o centro analítico resolvemos o problema de corte relaxado utilizando um método de pontos interiores que têm como propriedade gerar uma solução dual que converge naturalmente ao centro analítico do conjunto de soluções alternativas do politopo dual. O suporte computacional utilizado é o CPLEX que tem como proposta a resolução de problemas gerais de programação linear e programação linear inteira. Para evidenciar o desempenho do método proposto realizamos vários testes com problemas de corte de diferentes dimensões e obtivemos uma redução satisfatória no número de iterações.

Problemas de Corte Unidimensional XE "Problemas de Corte Unidimensional"  - Degenerescência XE "Degenerescência"  - Modelagem Matemática XE "Modelagem Matemática"

E325

Tópicos em Robótica: quatérnios, cinemática e problemas de contato

Rodrigo Silva Lima (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Margarida Pinheiro Mello (Orientadora), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

No estudo de robótica três problemas merecem destaque por serem considerados difíceis: a descrição de rotações e como utilizá-las de modo eficiente nas simulações de movimento, a busca de soluções para o problema de controle de trajetórias e a modelagem e resolução de problemas de contato. Neste trabalho apresentamos primeiramente três métodos comumente empregados na descrição de rotações: ângulos de Euler, quatérnios e mapeamento exponencial. Investigamos também quais as vantagens e desvantagens de se usar essas representações dando exemplos concretos. Em seguida empregamos a aproximação pela forma normal para resolver um problema de cinemática inversa na vizinhança de uma singularidade. Por fim introduzimos os conceitos físicos e matemáticos necessários para que possamos modelar problemas de contato que aparecem neste contexto. Para construir as simulações utilizamos os softwares MATLAB e Mathematica.

Rotação XE "Rotação"  - Quatérnio XE "Quatérnio"  - Robótica XE "Robótica"

E326

TÉCNICAS DE INTEGRAÇÃO NUMÉRICA EM MODELAGEM SÍSMICA

Leandro Bueno Chaves (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Amélia Novais Schleicher (Orientadora), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

A prospecção sísmica de reflexão é o método mais importante para localização e monitoramento de reservatórios de petróleo e gás natural. O problema matemático fundamental da prospecção sísmica de reflexão consiste na inversão dos dados sísmicos, ou seja, na recuperação de informações sobre o subsolo a partir dos registros na superfície. Uma vez que a propagação de ondas sísmicas está descrita pela equação de onda elástica ou acústica, o ideal seria obter a solução exata desta equação, o que só é possível para casos demasiadamente simples e pouco realistas. Com algumas hipóteses e simplificações (como, por exemplo, pequenos contrastes nos parâmetros, alta freqüência, etc), o campo de onda espalhado ou refletido pode ser aproximado pelas integrais de Born e de Kirchhoff, ou suas formas híbridas. Nestas aproximações, o campo espalhado é representado em forma de integrais, as quais precisam ser calculadas numericamente. O objetivo deste trabalho de iniciação científica consistiu na implementação de técnicas de integração numérica (fórmulas de Newton-Cotes e Quadratura Gaussiana) para essas integrais e comparar a qualidade da aproximação obtida com soluções de referência onde se utiliza o método de diferenças finitas.

Aproximação de Born XE "Aproximação de Born"  ? Aproximação de Kirchhoff XE "Aproximação de Kirchhoff"  - Modelamento XE "Modelamento"

E327

Introdução à Análise Funcional e Aplicações

Ana Carolina Camargo (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa Dra. Maria Sueli Marconi Roversi (Orientadora), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

Muitos problemas em ciências aplicadas podem ser interpretados no contexto da Análise Funcional, onde são desenvolvidas técnicas de Álgebra Linear associadas a espaços cuja estrutura é similar e generaliza à da reta real no sentido de poder realizar medidas e utilizar recursos geométricos. Os problemas são equacionados de acordo com a linguagem deste contexto, solucionados através desta teoria e reinterpretados para a solução da questão original. Neste projeto, estudamos alguns desses espaços e seus completamentos e operadores lineares e limitados associados aos espaços, entre outros tópicos. Destacamos o espaço l( formado por todas as seqüências limitadas de números reais com a métrica d( x, y ) = supi(( |xi ? yi| onde x=(x1, x2, ...) e y = (y1, y2, ...), com xi, yi reais. Este espaço é completo (Espaço de Banach) com a norma definida por || x || = supi((|xi|. Um problema de interesse prático trata da obtenção de aproximações para um dado elemento do espaço por meio de elementos de certos subespaços. Em l( estudamos tal problema com respeito ao subespaço das seqüências que possuem apenas um número finito de termos não nulos.

Espaços Normados XE "Espaços Normados"  ? Completamento XE "Completamento"  ? Operadores Lineares XE "Operadores Lineares"

E328

TRIANGULAÇÃO DE SUPERFÍCIES COM APLICAÇÕES AO PROCESSAMENTO SÍSMICO

Lucas Batista Freitas (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Martin Tygel (Orientador), Instituto de Matemática Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

Na sísmica de reflexão, ondas mecânicas de vibração são produzidas pelo homem, enviadas para a subsuperfície e, após a reflexão em interfaces geológicas, registradas por sensores na superfície terrestre ou no mar. Os dados registrados são o insumo para a localização de possíveis reservatórios de hidrocarbonetos. Embora o problema principal seja inverter os dados sísmicos para se conhecer as estruturas geológicas ??iluminadas?? pelo levantamento, o modelamento não é menos importante. Pode-se produzir dados sísmicos sintéticos utilizando-se um modelo geológico ??a priori?? visando vários importantes objetivos, tais como (a) planejamento dos levantamentos de campo e (b) análise dos resultados da inversão para confronto com os procedimentos realizados com dados reais, a fim de avaliar o resultado da inversão e aumentar o conhecimento da área. Na propagação de ondas em subsuperfície, as frentes de ondas representam o lugar geométrico dos pontos que possuem a mesma fase, isto é, os pontos que se movem do mesmo modo ao mesmo tempo. Neste sistema, um raio é caracterizado pela trajetória realizada por um ponto da frente de onda, quando ela se propaga. O traçado de raios e a determinação de frentes de ondas são elementos essenciais do modelamento utilizado em estudos de propagação para exploração e monitoramento de reservatórios de hidrocarbonetos. Neste trabalho, estudamos a triangulação de frentes de onda tridimensionais (superfícies) bem como sua propagação em meios simples. Objetivando um maior entendimento sobre os algoritmos e estruturas de dados propostos na bibliografia, bem como validar os algoritmos desenvolvidos, um protótipo foi desenvolvido em MATLAB.

Triangulação XE "Triangulação"  - Geometria Computacional XE "Geometria Computacional"  - Modelamento Sísmico XE "Modelamento Sísmico"

E329

ANALISE ESTATÍSTICA E IDENTIFICAÇÃO DE CLASSES RÍTMICAS EM GRANDE CORPOREA DE FALA

Daniela Bento Fonsechi (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Nancy Lopes Garcia (Orientadora), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica ? IMECC, UNICAMP

A conjectura existente na literatura lingüística diz que as línguas naturais são divididas em classes rítmicas. Em Ramus, Nespor e Nehler (1999) são dadas evidências estatísticas que comprovam os correlatos acústicos dos ritmos em línguas naturais. A análise estatística introduzida em Galves, Garcia, Duarte e Galves (2002) torna possível a análise em grande conjunto de dados. O objetivo do projeto é a identificação das classes rítmicas de um conjunto de línguas incluindo o Português Europeu (PE). A caracterização foi feita através da função sonoridade. A sonoridade é definida como a função inversa decrescente dos valores das entropias relativas entre duas colunas vizinhas do espectrograma do sinal da fala. Foi organizado o banco de dados do PE. No decorrer do projeto foi descoberto um aspecto relevante que diz respeito a um dos parâmetros assumidos pela função sonoridade. Os valores do espectrograma são estimados com uma janela Gaussiana de 25ms, conseqüentemente a primeira freqüência deveria ser de 40Hz e não de 20Hz como em Galves et al. (2002). A partir disso, assumimos 60Hz como o valor inicial da freqüência utilizada no cálculo da sonoridade, para assim evitar erros. A foneticista Janet Pierrehumber sugeriu que analisássemos o intervalo de 300 à 1500Hz, pois nessa faixa concentra uma grande energia do sinal acústico. Foi feito analise estatística para a comparação dos intervalos (20-800Hz; 60-800Hz; 300-1500Hz). Com os resultados concluímos que as médias da sonoridade nos intervalos de 20-800Hz e o de 60-800Hz são iguais, mas quando comparado com os de 300-1500Hz as médias são diferentes. A separação das classes rítmicas não aparece mais com a definição da sonoridade baseada no intervalo de 300-1500Hz. Foi feito o cálculo da sonoridade para as falantes do PE. Com a análise exploratória feita, percebe-se que o PE fica junto às línguas acentuais(Inglês, Polonês e Holandês).

Teste não paramétrico XE "Teste não paramétrico"  ? Analises Exploratórias XE "Analises Exploratórias"  - Inferência XE "Inferência"

E330

Trabalhando a Matemática Interdisciplinarmente

Denise dos Santos Trevisoli (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Otília T. W. Paques (Orientadora), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

O novo perfil de aluno do Ensino Médio, de acordo com os ?Parâmetros Curriculares Nacionais?, exige um professor que freqüentemente se atualize, que analise temas atuais de ensino de Ciências e de Matemática e que utilize novos materiais e tecnologias alternativas. Visando a reformulação de sua prática os professores da Escola Estadual Prof. Cyro Barros de Rezende em Valinhos-SP decidiram trabalhar por meio de atividades interdisciplinares. Este projeto foi realizado na perspectiva de assessorar estes professores, bem como levá-los à aplicação do conteúdo lecionado a situações não escolares. A sistemática semanal foi a de elaborar documentos com textos e exercícios interdisciplinares. Para complementar o trabalho, foram apresentadas na escola uma aula iterativa sobre a História da Educação Ambiental no Brasil e as palestras: ?Fontes Alternativas de Energia e Combustíveis Pouco Poluentes?, ?História do Movimento Ecológico no Brasil?, ?O Uso Consciente da Água?. Os alunos visitaram o Departamento de Água e Esgoto (DAE), o Laboratório de Hidrogênio do Instituto de Física Gleb Wathagin (IFGW) e o Instituto de Geociências (IG) da UNICAMP. Foi constatado que o trabalho interdisciplinar tornou os alunos mais ativos no processo de ensino aprendizagem, assim como melhorou a relação professor-aluno.

Ensino Interdisciplinar XE "Ensino Interdisciplinar" - Matemática XE "Matemática" - Ensino Médio XE "Ensino Médio"

E331

MATEMÁTICA E CIÊNCIAS POR MEIO DE ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES

Mariana Feiteiro Cavalari (bolsista BIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Otília T. W. Paques (Orientadora), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

O ensino de matemática atualmente, está dissociado do ensino de Química, Física e Biologia, bem como do cotidiano do aluno. Os professores em geral e particularmente os da escola pública Prof. Cyro de Barros Rezende sentem a necessidade de reformular estas práticas de ensino. Assim, este trabalho teve como meta assessora-los nas pesquisas dos conteúdos que podem ser trabalhados interdisciplinarmente. As atividades realizadas foram: Elaboração semanal de atividades interdisciplinares, as quais tinham como temas condutores Água, Energia, Corpo Humano e as relações entre Matemática e Música. Realização de atividades interdisciplinares com os temas ?Jogos de Funções?, ?História do Movimento Ecológico e da Educação Ambiental no Brasil? e o ?Uso da água racionalmente?. Organização das visitas ao DAE de Valinhos-S.P, ao Laboratório do Hidrogênio do IFGW e ao Instituto de Geociências (IG) da UNICAMP. A avaliação do trabalho se realizou através de entrevistas com os professores envolvidos, nas quais percebeu-se que os estes consideram que o trabalho interdisciplinar colaborou para uma maior motivação dos alunos, além de uma melhoria nas relações professor-aluno e em suas práticas profissionais. Desta forma, pode-se concluir que apesar do trabalho interdisciplinar ser árduo e complexo, este pode ajudar a aumentar a motivação do aluno para aprender Matemática e Ciências.

Ensino XE "Ensino"  - Interdisciplinaridade XE "Interdisciplinaridade"  - Matemática XE "Matemática"

E332

ESTUDO DE SISTEMAS CAÓTICOS TENDO COMO O EXEMPLO O PROBLEMA DE HILL

André Fabiano Steklain (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Patricio Anibal Letelier Sotomayor (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

O estudo do caos tem grande importância na área de astrofísica e cosmologia, uma vez que o movimento de estrelas, planetas e outros astros constituem problemas não integráveis. Neste trabalho foi estudado a presença de caos em um caso particular do problema restrito de três corpos, o Problema de Hill. Para isto foram traçadas as Seções de Poincaré do Problema de Hill e constatada a presença de regiões caóticas para determinadas energias. Em uma outra etapa, foi realizado o mesmo estudo para o Problema de Hill, mas ao invés de se utilizar o potencial newtoniano utilizou-se pseudo-potencial de Paczynski como base, de forma a aproximar o problema da Relatividade Geral, constatando-se um aumento da região caótica.

Caos XE "Caos"  - Relatividade Geral XE "Relatividade Geral"  - Problema de Hill XE "Problema de Hill"

E333

INTEGRABILIDADE E CAOS EM ALGUNS SISTEMAS ASTROFÍSICOS

Michelle Schuindt do Carmo (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Patricio Anibal Letelier Sotomayor (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

O estudo da integrabilidade e caos tem aplicações nas mais diversas áreas como: matemática, física, química, astronomia, biologia, economia, etc. A maioria dos sistemas dinâmicos apresenta comportamento caótico em alguma região do seu espaço de fases, conseqüência natural da não integrabilidade das equações de Hamilton para sistemas com mais de um grau de liberdade. Neste trabalho estudamos mecânica clássica e sistemas dinâmicos em vista a aplicações, por meio de uma análise numérica, a órbitas de estrelas em campos gravitacionais médios associados a galáxias (dentro do contexto newtoniano e da mecânica pseudo-newtoniana que simula efeitos relativísticos). Para isto, estudou-se a formulação Lagrangiana e Hamiltoniana da mecânica e da equação de Hamilton-Jacobi, estabilidade, expoente de Lyapunov e seções de Poincaré. O problema de três corpos (que deu inicio aos estudos em dinâmica caótica) se coloca como um desafio para os matemáticos e físicos que testam suas teorias no intuito de resolvê-lo. Após a comprovação de que este problema não é integrável, passou-se a procurar informações qualitativas a seu respeito, surgindo assim diversas áreas em matemática. Como conseqüência, no final do século XIX e começo do século XX, surgiu a teoria qualitativa das equações diferenciais ordinárias, onde se destacam os trabalhos de Poincaré e Lyapunov, dando origem à teoria dos sistemas dinâmicos, uma das principais áreas da matemática contemporânea.

Sistemas Dinâmicos XE "Sistemas Dinâmicos"  - Caos XE "Caos"  - Astrofísica XE "Astrofísica"

E334

Fundamentação algébrica dos códigos geométricos de goppa

Alexandre Monteiro da Silva (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Paulo Roberto Brumatti (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica ? IMECC, UNICAMP

A motivação central deste projeto foi o tema códigos corretores de erros. Tal tema participa no nosso cotidiano das mais diversas formas, como por exemplo, nas comunicações via satélite, na telefonia celular, na comunicação entre computadores, ou mesmo quando se ouve um cd. Iniciamos o presente trabalho com um estudo inicial das estruturas algébricas e ferramentas matemáticas que estão envolvidas com os códigos lineares, tais como, álgebra linear e corpos finitos. Na classe dos códigos lineares introduziu-se o conceito de dimensão , de distância mínima entre palavras e de peso do código, assim como os conceitos de codificação e decodificação. Estes últimos conceitos são caracterizados pela matriz geradora e pela matriz de teste de paridade as quais determinam, essencialmente, se uma determinada palavra pertence ou não ao código e neste ponto foi estudado um algoritmo de decodificação. A partir daí o estudo é estendido para a descrição de várias classes de códigos lineares tais como códigos cíclicos, códigos BCH, códigos de Goppa Clássicos (que são uma generalização dos códigos BCH) e chegando aos códigos racionais de Goppa. Com os códigos racionais de Goppa se começa o estudo dos códigos algébricos-geométricos de Goppa que são obtidos a partir dos conceitos envolvidos com um tema clássico da matemática que é o das curvas algébricas sobre corpos finitos.

Corpos Finitos XE "Corpos Finitos"  - Código Linear XE "Código Linear"  - Código de Goppa XE "Código de Goppa"

E335

INTRODUÇÃO À MORFOLOGIA MATEMÁTICA COM APLICAÇÕES EM PROCESSAMENTO DE IMAGENS

Filipe Carmona Simões (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Peter Sussner (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

A morfologia matemática ou simplesmente morfologia diz respeito ao ramo de processamento não-linear de imagens que se concentra na estrutura geométrica da imagem. Esta estrutura pode ser de natureza macroscópica, onde o intuito é a análise de formas como caracteres impressos, por exemplo, ou pode ser de natureza microscópica onde pode haver interesse na distribuição de partículas ou texturas geradas por pequenas primitivas. Morfologia não é apenas uma teoria matemática, mas uma poderosa técnica de análise de imagens. As origens da morfologia matemática são os estudos da geometria de mídia porosa na metade da década de 60 na França por G. Matheron e J. Serra. Eles introduziram um formalismo relacionado à teoria de conjuntos para a análise de imagens binárias sendo possível processa-las com operações simples como uniões, intersecções, complementações e translações. O projeto tem como intuito principal introduzir o bolsista a conceitos de processamento de imagens e visão computacional através da morfologia matemática, além do estudo das teorias relacionadas como álgebra minimax e álgebra de imagens.

Morfologia Matemática XE "Morfologia Matemática"  - Processamento de Imagens XE "Processamento de Imagens"  ? Álgebra de Imagens XE "Álgebra de Imagens"

E336

GRUPOS DE ISOMETRIA E AS GEOMETRIAS NAS DIMENSÕES 2 E 3

Cássio Antonio Giatti (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Renato Hyuda de Luna Pedrosa (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

O estudo da Geometria fornece várias ferramentas para analisar e entender o espaço em que vivemos. Durante o século XVIII, a descoberta das geometrias não-euclidianas esférica e hiperbólica foi o primeiro passo para uma série de desenvolvimentos posteriores que tornariam possível um grande avanço em diversas áreas ? a física (cosmologia, relatividade, mecânica celeste), a engenharia (sistemas de navegação aéreo e marítimo), a arte (onde destacam-se os trabalhos de M. C. Escher), entre outras. Neste trabalho, realizamos estudos em topologia (conceitos fundamentais, variedades diferenciáveis, classificação de superfícies compactas), geometria diferencial (destacando-se os teoremas de Gauss-Bonnet e Poincaré-Hopf, que evidenciam a estreita relação entre a topologia e a geometria em dimensão 2), teoria de grupos (com ênfase na ação de grupos de isometrias em variedades riemannianas) e topologia algébrica (homotopia, grupo fundamental, espaços de recobrimento, homologia). Por fim, para abordar as geometrias em dimensão 3, estudamos atualmente os grupos e álgebras de Lie e os fibrados de Seifert (uma classe bastante importante de fibrados na topologia tridimensional).

Geometria XE "Geometria"  - Topologia XE "Topologia"  - Grupos de Isometrias XE "Grupos de Isometrias"

E337

UM MODELO ESTATÍSTICO PARA IBNR(Incurred But Not Reported)

Bruna Basso Rodrigues (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Ronaldo Dias (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

Uma importante necessidade da área atuarial, que atinge as seguradoras, é a determinação da IBNR (Incurred But Not Reported) que consiste em uma reserva de sinistro cujo objetivo é determinar o valor financeiro da diferença (relativa ao atraso) entre sinistros incorridos e sinistros informados. O projeto tem como objetivo principal estudar, resumir e comparar os mais importantes métodos para cálculo de IBNR e proposição e teste de uma nova metodologia para o cálculo da reserva. Sendo o triângulo Run-Off a técnica mais utilizada realizou-se um estudo mais aprofundado de sua metodologia, tanto com o modelo usual e também adicionando incrementos de inflação. Estudou-se também um Modelo Linear para resolução do problema, objetivando uma comparação para decidir qual modelo descreve melhor o comportamento da reserva de sinistros. Em seguida utilizou-se um exemplo para implementação de ambos os métodos. Após comparação, realizada graficamente e com o cálculo de erros de predição, concluiu-se que o Modelo Linear é preferível para a descrição do problema e predição do valor a ser reservado.

Sinistros XE "Sinistros"  - Triângulo Run-Off XE "Triângulo Run-Off"  - Modelos Lineares XE "Modelos Lineares"

E338

Teste não Paramétrico de hipóteses para a proximidade de duas distribuições

Camila Pedroso Estevam (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Ronaldo Dias (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

Considere o problema de comparação de dois tratamentos. Hipóteses bilaterais, onde se deseja saber apenas se um tratamento difere do outro, são de grande interesse teórico e também prático. Sob o ponto de vista paramétrico, em geral, a hipótese de igualdade é rejeitada quando se adquire através de um experimento resultados que trazem evidências estatisticamente significantes que, em média um tratamento é superior ou inferior ao outro, assumindo variâncias iguais, amostras independentes de uma distribuição normal e/ou aleatorização completa. Agora, considere este mesmo problema sob o ponto de vista não paramétrico, várias das suposições simplificadoras deixam de ser necessárias. Suponha duas seqüências de variáveis aleatórias com funções de distribuição F e G respectivamente (e.g., observações de dois tratamentos), assuma que F e G são contínuas e desconhecidas. Deseja-se testar a hipótese nula que F e G são iguais contra a hipótese alternativa que F e G são diferentes. Neste projeto estatísticas do teste baseadas nas distâncias L1 e Hellinger são apresentadas e discutidas. Simulações de Bootstrap são utilizadas para a tomada de decisão. Tais estatísticas mostram-se eficientes numa variedade de situações.

Estimação não Paramétrica de Densidades XE "Estimação não Paramétrica de Densidades" - Distâncias Lp XE "Distâncias Lp"  - O Problema de Duas Amostras XE "O Problema de Duas Amostras"

E339

EVOLUÇÃO E POSSÍVEIS EQUAÇÕES DE ESTADO DO UNIVERSO

Diego Martins Torres (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Samuel Rocha de Oliveira (Orientador), Instituto de Matemática Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

A evolução do Universo é uma dos assuntos mais estudados hoje na comunidade científica. Vários modelos matemáticos podem surgir mas para serem válidos eles têm de estar em concordância com os dados observados. Neste trabalho, tendo como base os dados observados, fizemos uma análise da densidade de energia bariônica e escura vendo como a relação entre elas influencia nas curvas de evolução dos fótons desde a última superfície de espalhamento. Para tanto utilizamos os simuladores CMBfast e CMBeasy. Estes programas possibilitam ao usuário fornecer alguns parâmetros livres do modelo, para obter outros parâmetros dependentes e as curvas da potência espectral da radiação cósmica de fundo em função de seus momentos de multi-polo. Como exemplos destas análises podemos comparar os valores dos picos da potência espectral para diferentes razões entre energia bariônica e energia escura. Uma outra análise que pode ser feita é sobrepor a curva teórica traçada com os pontos experimentais e ir variando os parâmetros até obter as melhores curvas.

Cosmologia XE "Cosmologia"  - Evolução XE "Evolução"  - Perturbação XE "Perturbação"

E340

Radiação gravitacional e o problema dos dois corpos

Marcelo Zimbres Silva (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Samuel Rocha de Oliveira (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica ? IMECC, UNICAMP

A radiação gravitacional é uma previsão das equações da relatividade geral, essa radiação pode ser emitida por estrelas em colapso, regiões do espaço-tempo onde a gravidade pode ser considerada relativística e regiões onde as velocidades se aproximam da velocidade da luz. Uma das características da radiação gravitacional é que ela, em comparação com a radiação eletromagnética, pode passar pela matéria praticamente sem senti-la, assim, com a detecção dessa radiação, poderíamos estudar o interior de estrelas e outras regiões do universo de onde a radiação eletromagnética não pode escapar, abrindo ai um novo ramo para astronomia. Nesse trabalho foi estudada a emissão de radiação por um sistema binário, fato esse que já foi indiretamente verificado em um sistema binário de pulsares que entrou em espiral. O estudo visou a compreensão conceitual do fenômeno físico. O problema dos dois corpos ainda não tem solução exata em relatividade geral, portanto, para atacar o problema usamos aproximações para velocidades baixas e campos fracos, que já nos permite estudar uma ampla variedade de fenômenos, mas, que ainda esta longe de ser capaz de modelar, por exemplo, dois buracos negros.

Radiação XE "Radiação"  ? Dois Corpos XE "Dois Corpos"  ? Relatividade Geral XE "Relatividade Geral"

E341

AS CÔNICAS E O PROBLEMA DE APOLÔNIO: UM OLHAR VIA GEOMETRIA DINÂMICA

André Luis Trevisan (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Sandra Augusta Santos (Orientadora), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

No período conhecido como ?Idade Áurea? da Matemática grega (cerca de 300 a 200 a.C.), Apolônio propõe um problema que viria a ser conhecido pelo seu nome: ?Encontrar um círculo tangente a três outros círculos, podendo estes ser degenerados em retas ou pontos?. Desde então, diversos matemáticos têm se empenhado na busca de soluções para o atraente ?Problema de Apolônio?. As abordagens dadas ao problema estão ligadas principalmente ao instrumental matemático disponível em cada época, e permitem acompanhar a trajetória da geometria ao longo do tempo e apreciar algumas das descobertas daqueles que foram construindo e trilhando este caminho. O trabalho desenvolvido combina elementos de história da matemática com o recurso computacional da Geometria Dinâmica (GD) para contextualizar e resolver o Problema de Apolônio. Este problema foi efetivamente resolvido utilizando-se as cônicas como um ingrediente essencial. Embora estas não sejam construtíveis com régua e compasso, seus pontos podem ser determinados combinando-se técnicas de Desenho Geométrico e propriedades destas curvas planas. A ferramenta da GD revelou-se fundamental nesta tarefa. Alguns aspectos intrínsecos do uso do recurso computacional na solução do problema em questão são discutidos. Uma breve reflexão sobre a repercussão da GD no ensino e aprendizagem da Geometria finaliza o trabalho.

Cônicas XE "Cônicas"  ? Problema de Apolônio XE "Problema de Apolônio" - Geometria Dinâmica XE "Geometria Dinâmica"

E342

ESTUDO DO DESEMPENHO DE MÉTODOS PARA MINIMIZAÇÃO IRRESTRITA COM CONTROLE DE PASSO

Larissa Oliveira Xavier (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Sandra Augusta Santos (Orientadora), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

Neste trabalho apresentamos um estudo teórico-prático de métodos locais para minimização irrestrita com controle de passo. A liberdade inerente a estes métodos é explorada por meio das escolhas para a direção de descida e o tamanho do passo. As direções são tomadas com base no método do gradiente e em uma nova proposta de direção. Para o tamanho do passo, além dos métodos puros (passo completo) e do passo ótimo no caso do gradiente em problemas quadráticos, analisamos o desempenho do passo espectral de Barzilai e Borwein para o método do gradiente e de passos aleatórios uniformemente gerados. O ponto de partida é a compreensão dos métodos e das diferentes possibilidades para o tamanho do passo em problemas quadráticos. Apresentamos também um conjunto extensivo de testes com problemas de quadrados mínimos não lineares. Para estes testes, além do método do gradiente com bissecção e com os passos propostos por Barzilai e Borwein, utilizamos o método de Gauss-Newton com passo puro e com bissecção. Propomos também uma modificação a partir dos passos propostos por Barzilai e Borwein, originando duas novas escolhas para o tamanho de passo. Para os testes computacionais o ambiente de programação é o Matlab. A análise de desempenho é feita via ?performance profile?, conforme o trabalho de Dolan e Moré. Apresentamos ainda os resultados da submissão eletrônica de alguns problemas ao NEOS-server, com a implementação das funções objetivo em Fortran.

Minimização Irrestrita XE "Minimização Irrestrita"  - Busca Linear XE "Busca Linear"  - Controle de Passo XE "Controle de Passo"

E343

MÉTODOS DE NEWTON INEXATO NA RESOLUÇÃO DE SISTEMAS NÃO-LINEARES, TRAÇAMENTO DO PERFIL DE DESEMPENHO E O MÉTODO GMRES

Rodrigo de Oliveira Ferroni (Bolsista SAE-PRG) e Profa. Dra. Véra Lucia da Rocha Lopes (Orientadora), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica ? IMECC, UNICAMP

Métodos de resolução de sistemas não-lineares (todos iterativos) exigem uma base sólida acerca dos métodos utilizados na resolução dos sistemas lineares que surgem a cada iteração. Os métodos de Newton e quase-Newton resolvem esses sistemas por métodos diretos, como Fatoração LU. Já os métodos de Newton inexato resolvem os sistemas lineares por métodos iterativos. Neste trabalho, utilizamos o método GMRES (Generalized Minimum Residual), pertencente à classe dos métodos baseados em sub-espaços de Krylov. A fim de fazer uma análise comparativa do desempenho de vários métodos na resolução desses problemas, além do estudo teórico fizemos a implementação computacional dos seguintes métodos: Newton, Newton modificado, Broyden e Newton inexato. Como os métodos de Newton inexato não resolvem os sistemas lineares exatamente, e sim até que uma certa precisão seja alcançada, dedicamo-nos ao estudo e à aplicação de diferentes escolhas do parâmetro que determina o critério de parada do GMRES (chamado de termo forçante). Por fim, apresentamos a comparação do desempenho de todos os métodos através da técnica de traçamento dos perfis de desempenho e também uma aplicação do método de Newton inexato a um problema da Geofísica, de traçamento de raios em sísmica.

Métodos de Newton inexato XE "Métodos de Newton inexato"  - GMRES XE "GMRES"  - Aplicação em Geofísica XE "Aplicação em Geofísica"

E344

EQUAÇÕES DE EINSTEIN

Pamela de Paula Piovezan (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Yuri Bozhkov (Orientador), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica - IMECC, UNICAMP

A Teoria da Relatividade Geral é uma das principais teorias físicas e uma das mais brilhantes e fascinantes obras do pensamento humano. Ela é o fundamento da Cosmologia Contemporânea. Sua estrutura matemática tem como base as Equações de Einstein. Visando obter tais equações através de um princípio variacional, estudamos geometria diferencial e métodos variacionais. Além disso, tópicos essenciais das soluções Radiais das Equações de Einstein e das geometrias correspondentes também foram analisados, principalmente a Métrica de Schwarzschild ? uma das mais importantes soluções dessas equações.

Equações de Einstein XE "Equações de Einstein"  ? Métrica de Schwarzschild XE "Métrica de Schwarzschild"  ? Cálculo Variacional XE "Cálculo Variacional"

Instituto de Química

E345

QUANTIFICAÇÃO DE TETRACICLINAS EM MEDICAMENTOS COM MEDIDAS FOTOMÉTRICAS EM DISPOSITIVO PORTÁTIL

Martha Maria Andreotti Favaro (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Adriana Vitorino Rossi (Orientadora), Instituto de Química ? IQ, UNICAMP

Tetraciclina (TC) pode ser isola de Streptomyces aureofaciens ou obtida por redução catalítica da clorotetraciclina, enquanto oxitetraciclina (OTC) é isolada de Streptomyces rimosus. TC e OTC são exemplos de antibióticos de amplo espectro, do grupo das tetraciclinas, que atuam em vários tipos de processos infecciosos. Em diferentes pHs, tetraciclinas interagem com cátions metálicos formando compostos de interação coloridos com máximos de absorção característicos. Isto pode servir para quantificá-las em medicamentos, nos quais dificilmente estão presentes em associações. Testou-se o efeito da variação da concentração de OH- e da presença de cátions (Ca2+, Mg2+, Al3+ e Fe2+) junto a soluções de TC e OTC 2,0(10-2 mol L-1 para estabelecer condições para quantificá-las. Estudos univariados indicaram como condições otimizadas o uso de solução de OH- 1,0(10-2 mol L-1 para OTC e 4,0(10-3 mol L-1 para TC e solução de Mg2+ 3,0(10-3 mol L-1 para ambas. Foram obtidas curvas analíticas da absorbância dos produtos em função da concentração inicial das tetraciclinas entre 1,0(10-3 e 2,0(10-2 mg mL-1. A proposta foi adaptada com sucesso para medidas fotométricas em dispositivo portátil de baixo custo, usando como detector um resistor foto-sensível, o que representa uma opção versátil para laboratórios com pouca infra-estrutura e deve servir para expandir a prática dessa quantificação.

Tetraciclina XE "Tetraciclina"  - Medidas Fotométricas XE "Medidas Fotométricas"  - Dispositivo Portátil XE "Dispositivo Portátil"

E346

ASPECTOS ANALÍTICOS DE ANTOCIANINAS EXTRAÍDAS DE HORTÊNSIAS: CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÕES

Patrícia Gisela Sampaio (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Adriana Vitorino Rossi (Orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Antocianinas são pigmentos encontrados em vegetais, conferindo-lhes cores de vermelho a azul. Também têm a característica de mudar de cor com o pH, sendo vermelhas em meio ácido, tendendo ao azul em pH maior que 9, podendo chegar a verde e amarelo em meio fortemente alcalino. Curiosamente, as flores de hortênsias (Hydrangea sp) são azuladas quando cultivadas em solo ácido e rosas em solo alcalino, o que foi investigado neste trabalho. Otimizou-se a extração destes pigmentos por maceração e imersão das pétalas em solução de etanol e HCl 0,1 mol L-1, até pH 1,5. A caracterização visual indicou que o extrato de hortênsia pode ser utilizado como indicador de pH, já que assume cores diferentes em função de pHs variando de 1 a 13. Fez-se também um estudo qualitativo para identificar a presença das antocianinas nestas flores, com espectrofotometria UV-VIS e cromatografia líquida de alta eficiência. As absorções características desses pigmentos na região do visível (465-550 nm) e ultra-violeta (270-280 nm) permitiram identificar a presença das antocianinas, o que foi confirmado pela análise cromatográfica, tendo sido identificadas as antocianinas: delfinidina-3-glicose, cianidina-3-soforose, cianidina-3-galactose, pelargonidina-3-glicose e peonidina-3-galactose. Estudos com cátions metálicos indicaram a interação do extrato com Fe2+ em meio ácido como responsável pela coloração azul característica.

Hortênsia XE "Hortênsia"  ? Antocianina XE "Antocianina"  ? Indicador Ácido-Base XE "Indicador Ácido-Base"

E347

Determinação de Mercúrio em combustíveis veiculares brasileiros

Janaina Correa Fiorentino (Bolsista FAPESP; PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Anne Hélène Fostier (Orientadora), Instituto de Química ? IQ, UNICAMP

Embora o mercúrio seja encontrado naturalmente no ambiente, a atividade humana tem aumentado a quantidade de mercúrio em âmbito global. Nas estimativas de emissões antrópicas de mercúrio para a atmosfera, pouca atenção é dada ás emissões de Hg originárias da combustão de combustíveis fósseis (gasolina, diesel) nos veículos automotores, o que pode ser em grande parte explicado pela falta de dados, tanto sobre as concentrações de Hg nos combustíveis, (quanto sobre os fatores de emissões). Por outro lado, é importante ressaltar que em termos de combustíveis veiculares o Brasil apresenta a particularidade de ter parte de sua frota movida á álcool (etanol) e que a gasolina brasileira é aditivada com 25% de etanol. Na literatura não foi encontrado nenhum dado relativo à concentração de Hg nos combustíveis brasileiros. Em vista disso, este trabalho tem como objetivo a determinação da concentração de mercúrio em combustíveis brasileiros e ainda a implementação do método analítico. A metodologia é baseada na oxidação da amostra, em seguida o Hg(II) presente na amostra é reduzido à Hg 0. O Hg0 é então removido da solução por passagem de uma corrente de argônio (Ar) e pré-concentrado sobre uma coluna preenchida com areia de quartzo recoberta de ouro. Após dessorção térmica (~450oC), o Hg0 é detectado por Espectrometria de Fluorescência Atômica (AFS). Foram otimizados, o tempo e vazão de purga para amalgamação do Hg0 sobre a coluna de ouro, a velocidade de rotação/agitação na oxidação/digestão da amostra. Para a adição de 0.004(g de Hg(II) por L de amostra, os primeiros testes de recuperação apresentaram valores entre 100 e 120% em álcool e entre 70 e 130 % em gasolina aditivada com etanol.

Mercúrio XE "Mercúrio"  - Gasolina XE "Gasolina"  - Emissão XE "Emissão"

E348

CONSTRUÇÃO E AVALIAÇÃO DE ELETRODOS ÍON-SELETIVO PARA CÁLCIO

Helder Augusto da Silva (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Celso Aparecido Bertran (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Eletrodos Íon-Seletivo são artefatos úteis na determinação da concentração de íons em solução, sendo um dos principais tipos de eletrodos o de membrana, o qual consiste em um sensor ativo disperso em uma membrana polimérica inerte. Os sensores ativos mais utilizados na literatura para eletrodos íon seletivo para cálcio são os alquilfosfatos de cálcio. Nesse trabalho, foram investigados os carboxilatos. Os carboxilatos apresentam, segundo indicações esparsas na literatura, maior facilidade de síntese e pela adequação dessas substâncias com os mecanismos propostos para a resposta dos eletrodos. Para a obtenção das membranas usadas para a construção dos eletrodos o carboxilato foi disperso em PVC dissolvido em THF e espalhado sobre uma superfície de vidro. A membrana se forma pela evaporação do solvente. Os eletrodos construídos com as membranas mostraram faixas de linearidade de potencial medido em função do pCa da solução para concentrações de íons cálcio em solução de 10-4 a 10-1 mol L-1, muito próxima à faixa obtida em eletrodos comerciais (10-5 a 10-1 mol L-1), indicando que não há necessidade de muita elaboração ou custos para a construção um aparelho como esse para que se tenha eficácia nas medidas.

Eletrodos Íon-seletivo XE "Eletrodos Íon-seletivo"  - Membrana XE "Membrana"  - Carboxilato XE "Carboxilato"

E349

Inserção de moléculas de aminopiridinas em epóxi organofuncionalizado na superfície de sílica gel

Fernando J.V.E. de Oliveira (Bolsista CNPq), José A. A. Sales (Co-Orientador), e Prof. Dr. Claudio Airoldi (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Este trabalho enfoca a imobilização do agente sililante 3-glicidoxipropiltrimetoxissilano (GPTS) na superfície da sílica, sua posterior reação com as moléculas 2 e 4-aminopiridina (2-AMP e 4-AMP) e a correspondente caracterização. Os materiais foram sintetizados pelo método heterogêneo, ou seja, o agente sililante foi ancorado à superfície da sílica dando o composto SiGPTS, que em seguida reagiu com as moléculas orgânicas 2-AMP e 4-AMP para formar os compostos SiG2AMP e SiG4AMP, respectivamente. O teor de sítios básicos obtidos através da análise elementar foi 0,39 e 0,28 mmol g-1 para os materiais SiG2AMP e SiG4AMP, respectivamente. Os compostos foram caracterizados por espectroscopia na região do infravermelho, ressonância magnética nuclear dos núcleos de carbono e silício no estado sólido, termogravimetria e área superficial. Os compostos ancorados adsorvem cátions metálicos a partir de solução aquosa diluída. Estes materiais demonstram uma efetiva capacidade em remover traços de metais pesados, que atuam como poluentes, como esperado em efluentes e rejeitos industriais.

Sílica Gel XE "Sílica Gel"  - Imobilização XE "Imobilização"  - Aminopiridina XE "Aminopiridina"

E350

HIDRODESTILAÇÃO E MICROEXTRAÇÃO EM FASE SÓLIDA (SPME) NA CARACTERIZAÇÃO DE VOLÁTEIS EM PLANTAS AROMÁTICAS

Claudine Clara Peyerl (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Fabio Augusto (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Pesquisa em óleos essenciais é de grande interesse para diversos ramos industriais. Para a produção tradicional, foram desenvolvidas e testadas modificações do destilador de Clevenger. A nova metodologia foi aplicada a amostras de manjericão. A técnica de microextração em fase sólida (SPME) também foi aplicada para a caracterização das mesmas amostras, estudando-se a variação do tempo e temperatura de extração. Foi feita a comparação dos analitos detectedos no óleo produzido na hidrodestilação e pelo processo de SPME, através dos cromatogramas obtidos para ambas as técnicas, além dos perfis cromatográficos (GC ? MS), com identificação dos compostos. Os estudos foram repetidos utilizando ? se maracujá como amostra. Houve melhora na eficiência do sistema de hidrodestilação. Foi observado um comportamento crescente das áreas dos picos a medida em que o tempo de exposição da fibra é maior e a temperatura da extração também. A injeção direta de óleo gera uma maior quantidade de picos, com áreas também maiores. Porém, essa comparação tem de levar em conta as condições de cada técnica. SPME se mostrou uma técnica bastante prática e aplicável, além de extremamente mais rápida que a produção do óleo. Também requer muito menos amostra.

Hidrodestilação XE "Hidrodestilação"  - Microextração em Fase Sólida (SPME)  XE "Microextração em Fase Sólida (SPME)"  - Caracterização de Voláteis XE "Caracterização de Voláteis"

E352

Estudos Visando a Preparação de Anéis Benzoazepínicos a partir de Adutos de Baylis-Hillman

Bruno Toledo Curti (Bolsista IC/FAPESP), ElizandraC. S. Lopes (Bolsista PG/FAPESP) e Prof. Dr. Fernando Coelho (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Sistemas heterocíclicos são de grande importância em química orgânica, pois encontram-se presentes numa grande variedade de produtos naturais. Dentre os vários exemplos de substâncias heterocíclicas nitrogenadas, destacamos o ácido 1,2,3,4-tetraidroisoquinolina-3-carboxílico (Tic) e seu derivado 2,3,4,5-tetraidro-1H-2-benzoazepino. Essas substâncias, que são também aminoácidos não proteinogênicos podem ser incorporados à peptídeos e em estruturas de inibidores enzimáticos. Neste trabalho descrevemos a síntese de um derivado do composto 2,3,4,5-tetraidro-1H-2-benzoazepino, em 7 etapas com um rendimento global de 22%a partir do aduto de Baylis Hillman. Estes resultados preliminares demonstram a versatilidade dos adutos de Baylis-Hillman na construção de diferentes arranjos de carbono.

Heterocíclicos XE "Heterocíclicos"  - Benzoazepínicos  XE "Benzoazepínicos" - Baylis-Hillman XE "Baylis-Hillman"

E351

Preparação de Chalconas com Potencial Atividade Anti-Malarial

Geanne Marize Diniz Romero (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Fernando Antônio dos Santos Coelho (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Dentro de um programa de pesquisa que visa desenhar, sintetizar e testar novos agentes antimalariais, realizado em colaboração com laboratórios de química teórica, síntese e parasitologia da Unicamp, estamos propondo esse trabalho de iniciação cientifica. O nosso objetivo é sintetizar algumas chalconas para testá-las in vivo e obter resultados que permitam mapear melhor os parâmetros fisico-químicos e a atividade biológica.Visando obter dados que possam ser comparados à literatura pretendemos sintetizar quatro chalconas já conhecidas e testá-las in vivo. Essas chalconas já foram testadas in vitro. Para podermos comparar os resultados obtidos in vitro com aqueles que serão obtidos in vivo, decidimos sintetizar quatro chalconas já testadas por Cohen e cols e uma inédita. A ordem de escolha foi estabelecida de maneira a termos chalconas com uma atividade alta, média e baixa, contendo grupos retiradores e doadores de eletróns nos anéis aromaticos conjugados com o sistema carbonílico (,(-insaturado. Na chalcona inédita conjugamos um grupo fortemente retirador de eletrons em um dos anéis e grupos doadores em outro anel. Apesar de ter evidenciado a necessidade de grupos retiradores de eletrons no primeiro anel, Cohen não testou nenhum grupo fortemente retirador. Essa é a razão que nos levou a incluir um grupo nitro na chalcona inédita.

Chalconas XE "Chalconas"  - Antimalarial XE "Antimalarial"  - Condensação de Claisen-Schmitt XE "Condensação de Claisen-Schmitt"

E353

A UTILIZAÇÃO DE ZEÓLITOS PARA DECOMPOSIÇÃO DE ARMAS QUÍMICAS

Janaína Gianfelice de Castro (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Heloise de Oliveira Pastore (Orientadora) ? Instituto de Química - IQ, UNICAMP

A guerra química utiliza agentes de nervos, popularmente conhecidos como gases de nervos. Muitos desses agentes tóxicos são ésteres organofosforados que têm sua estrutura parecida com as de inseticidas e podem reagir irreversivelmente com a enzima acetilcolinesterase (AChE), inibindo o completo controle do sistema nervoso central. Os agentes tóxicos contêm na sua maioria, um grupo P=O. Os organofosforados têm estruturas similares àquelas encontradas em biofosfatos que sofrem hidrólise pelas hidrolases e nucleases. Portanto, é razoável pensar na utilização de zeólitos para atuar como enzimas inorgânicas, realizando um papel semelhante ao das enzimas naturais. Neste trabalho, utilizou-se os zeólitos MCM-22 e o zeólito Y trocados ionicamente para aumentar a acidez dos sítios de Lewis. Uma molécula prova, o éster bis (4-nitrofenil) fosfórico, dos gases de nervos foi utilizado para a verificação da decomposição deste éster através da técnica de UV-vis, pois o produto formado é o p-nitrofenol que absorve na região do visível (402 nm). Visualmente comprova-se a decomposição do éster pela mudança de coloração da solução. Aumentando-se a temperatura da reação, há maior conversão nos produtos. Outra aplicação deste trabalho seria a desfosforilação de inseticidas.

Armas Químicas XE "Armas Químicas"  - Zeólitos XE "Zeólitos"  ? Enzimas Artificiais XE "Enzimas Artificiais"

E354

Influência da temperatura no coeficiente de difusão de Rodamina B em cabelo

Cynthia Amália Cardoso Santos (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Inés Joekes (Orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

A influência das diversas temperaturas às que os cabelos são expostos diariamente (40°C em um banho, 50°C ao usar secador e 70°C ao usar chapa de alisamento) na difusão de substâncias para o interior das fibras foi pouco estudada. Estudamos esta influência medindo os coeficientes de difusão de Rodamina B. Cabelo caucasóide castanho escuro foi mergulhado em solução aquosa de Rodamina B a diferentes temperaturas (08°C, 25°C, 40°C e 70°C), sendo realizada uma medida da absorbância (( = 554 nm) da solução a cada 2 minutos por um período de 4 horas. Verificou-se que o coeficiente de difusão (D, em cm2/s) para o interior do cabelo aumenta com o aumento da temperatura do meio, como esperado. Em experimentos preliminares, obteve-se para a cutícula: D (8ºC) = 3,43(10-13, D (25ºC) = 1,49(10-12, D (40ºC) = 1,95(10-11 e D (70ºC) = 2,88(10-10, e para o córtex: D (8ºC) = 5,61(10-12, D (25ºC) = 1,12(10-11, D (40ºC) = 2,18(10-11 e D (70ºC) = 2,16(10-10. O aumento deste coeficiente chega a ser de 3 ordens de magnitude na faixa de temperatura estudada. Sabe-se que o aumento da temperatura provoca maior degradação das proteínas do cabelo. O aumento substancial do coeficiente de difusão deve promover a extração de proteínas.

Cabelo XE "Cabelo"  - Temperatura XE "Temperatura"  - Difusão XE "Difusão"

E355

Substituição de PVAc por PVAOH + silicato de sódio em argamassa impermeabilizante de cimento CPIII

Diego Plana Robert (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Inés Joekes (Orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Este projeto visa a substituição de argamassas impermeabilizantes disponíveis em mercado, com acréscimo na sua capacidade impermeabilizante e melhor relação custo/benefício. Foram realizados ensaios com argamassas de cimento CPIII para determinação da faixa de concentração dos componentes que apresenta os melhores resultados, para que esta faixa seja mais bem estudada nos ensaios definitivos. Variou-se a concentração de PVAOH, o módulo de sílica do silicato de sódio mantendo a concentração constante e o traço da argamassa, mantendo-se a relação água/cimento (a/c) constante. As concentrações de PVAOH foram de 1, 2 e 3% (m/m de cimento), a de silicato de sódio 5% (m/m de cimento), os traços de 1:3 e 1:5 e a relação a/c 0,8. Além dos corpos: Ct1 sem aditivos, Ct2 apenas com PVAOH e Ct3 com o aditivo comercial com PVAc (Vedajá). Os corpos com 1% de PVAOH, Traço 1:3 e módulo de sílica 15 apresentaram uma absorção máxima de 0,17 g.cm-2, representando uma diminuição de 85% em relação aos corpos Ct2 (1,13.g.cm-2), demonstrando o enorme potencial dessa formulação de componentes.

Cimento XE "Cimento"  - Argamassa XE "Argamassa"  - PVA XE "PVA"

E356

Avaliação do desempenho da montmorilonita como carga de reforço em compósito de silicona

Helga Mariana Domingues Wysocki (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Inez Valéria Pagotto Yoshida (Orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

As cargas mais empregadas em compósitos de silicona são a sílica e o quartzo. Atualmente, estuda-se a utilização de cargas alternativas na substituição dessas sílicas, com apelos econômicos. Uma carga relevante nessa substituição é a argila montmorilonita, um aluminossilicato lamelar. Assim, neste projeto propôs-se avaliar o efeito da incorporação da montmorilonita, tratada e não tratada com organossilano como carga em uma matriz de poli(dimetilsiloxano) (PDMS) de alta massa molar, sendo a matriz reticulada por reação com peróxido. A carga foi caracterizada pelas técnicas de difração de raios X (DRX), termogravimetria (TGA), espectroscopia infravermelho (IV) e área superficial BET. O compósito argila natural/silicona, CSAN, foi caracterizado estruturalmente pela técnica de DRX, medida de densidade e intumescimento em solventes orgânicos e em óleo mineral. O comportamento térmico do compósito foi avaliado por TGA e análise dinâmico-mecânica (DMA), e a morfologia por microscopia eletrônica de varredura (SEM). O compósito CSAN apresentou melhores características mecânicas e térmicas que a matriz na ausência de carga, e houve degradação da matriz na cura do compósito argila tratada/silicona, CSAT, devido à acidez da argila.

Montmorilonita XE "Montmorilonita"  - Carga de reforço XE "Carga de reforço"  ? Borracha de Silicona XE "Borracha de Silicona"

E357

UM SENSOR ÓPTICO DESCARTÁVEL PARA A DETERMINAÇÃO DE METAIS PESADOS EM ÁGUAS

Flávia Panontin (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Ivo Milton Raimundo Jr. (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Sensores ópticos descartáveis são uma alternativa simples, rápida e eficiente para a avaliação da concentração de um analito em matrizes gasosas e aquosas. Neste trabalho foi desenvolvido um sensor descartável de membrana de PVC plastificada, contendo o reagente cromogênico 2-(5-bromo-2-piridilazo)-5-(dietilamino)fenol (Br-PADAP). Membranas sensoras foram preparadas em fitas de acetato de celulose, por dip coating, a partir de uma solução em THF contendo (em m/v) 0,25 % Br-PADAP, 2 % PVC e 8 % de tributilfosfato. Mediu-se a intensidade de radiação transmitida empregando-se um fotômetro multicanal baseado em LEDs e uma cela fotométrica construída para este fim. O limite de detecção e a faixa de resposta linear podem ser alterados de acordo com o tempo de imersão da membrana na solução da amostra. Os íons Fe(III) não interferiram em concentrações de até 10 mg L-1. A precisão das medidas (n = 6), usando uma solução de Zn(II) 2,0 mg L-1 foi de 10% e 2,5 % para tempos de contato de 4 e 24 min, respectivamente. O sensor foi aplicado à determinação de Hg(II), obtendo-se uma resposta linear na faixa de 0-1,0 mg L-1 (tempo de imersão de 10 min). Amostras de águas minerais contaminadas com Hg(II) nas concentrações de 0,3 e 0,7 mg L-1 forneceram recuperação entre 80 ? 120 %.

Optodo  XE "Optodo" - Br-PADAP  XE "Br-PADAP" - Metais Pesados XE "Metais Pesados"

E358

CONSTRUÇÃO DE UM OPTODO PARA A DETERMINAÇÃO DE MONÓXIDO DE CARBONO EM AR

Silvia C. Lopes Pinheiro (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Ivo M. Raimundo Jr. (Orientador), Instituto de Química ? IQ, UNICAMP

O monóxido de carbono é um gás tóxico, incolor, inodoro e insípido, que se origina da combustão incompleta de compostos de carbono. Devido a sua grande toxicidade, há grande interesse em métodos para determinar sua concentração no ar. O composto Pd2Cl2(dppm)2 [bisdifenilfosfinometano-dicloreto de paládio (I)] possui a propriedade de reagir com CO e SO2 e reponde para estes gases em diferentes comprimentos de onda, caracterizando-se como fase sensora para a construção de optodos para o monitoramento ambiental dessas espécies. Diferentes suportes para Pd2Cl2(dppm)2 foram analisados: Ambertile® XAD4, membranas de Nafion®, filmes de PTFE e membranas de PVC. Analisou-se diferentes plastificantes: éter octil 2?nitrofenil (o-NPOE), tributil fosfato (TBP) e bis (2-etlhexil) sebacato (SBC). Verificou-se que as membranas de PVC, plastificadas com o-NPOE (maior polaridade) foram as mais adequadas na construção de fases sensoras. A membrana que apresentou melhor performance foi aquela contendo 10% de Pd2Cl2(dppm)2, 10% de PVC e 80% de o-NPOE, preparada a partir de uma solução com concentração do complexo Pd2Cl2(dppm)2 igual a 0,02 mol L-1, permitindo determinar monóxido de carbono na faixa de 1,0 ? 10% (v/v).

Optodo XE "Optodo"  ? Monóxido de Carbono XE "Monóxido de Carbono"  ? Pd2Cl2(dppm)2 XE "Pd2Cl2(dppm)2"

E359

DETERMINAÇÃO DE ETANOL E METANOL EM GASOLINA UTILIZANDO ESPECTROSCOPIA NO INFRAVERMELHO PRÓXIMO

Heitor Luis Fernandes (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Jarbas J. R. Rohwedder (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Este trabalho tem como objetivo o uso da espectroscopia NIR na determinação simultânea de etanol e metanol (adulterante) em gasolina. Para isso, preparou-se 120 misturas de gasolina, variando a concentração de etanol e metanol de 0 a 30 % (v/v). Com o auxílio do programa computacional Unscrambler 7.5, construiu-se os modelos de calibração (região entre 1100 e 1680 nm) por PLS-1 empregando 82 amostras, sendo as 36 restantes empregadas para a validação externa dos modelos, fornecendo RMSEP melhores que 0,32 % (v/v). Foram feitos estudos de interferentes e verificou-se que a presença de o-xileno e tolueno interferem na determinação de etanol, enquanto que óleo diesel, iso-octano, tiner, o-xileno, m-xileno e p-xileno interferem na determinação de metanol. A construção de modelos de calibração por PLS-1 utlizando a região de 1450 a 1610 nm elimina essas interferências e fornece RMSEP melhores 0,48 % (v/v). A previsão de etanol em 15 amostras reais de gasolina forneceu RMSEP de 0,97 % (v/v), que é menor que a reprodutibilidade do método padrão (1,0 % v/v). O método proposto permite determinar etanol e metanol simultaneamente.

Gasolina XE "Gasolina"  - NIR XE "NIR"  - Etanol XE "Etanol"

E360

Determinação de parâmetros de qualidade de óleo diesel utilizando espectroscopia no infravermelho próximo e seleção de variáveis

Márcia C. Breitkreitz (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Jarbas J. R. Rohwedder (Orientador), Instituto de Química ? IQ, UNICAMP

As especificações do diesel brasileiro são praticamente as mesmas adotadas internacionalmente, sendo as principais: qualidade da ignição, volatillidade, densidade, viscosidade e teor de enxofre. Este trabalho propõe o desenvolvimento de uma metodologia analítica para a determinação dos principais parâmetros de qualidade de óleo diesel baseada em espectroscopia NIR, calibração multivariada e seleção de variáveis (números de onda). Os espectros NIR foram obtidos de 800 a 2500 nm (resolução 8 cm-1), com um espectrofotômetro Bomem MB-160. As medidas foram realizadas em caminhos ópticos de 1 mm (148 amostras) e 10 mm (323 amostras), com temperatura controlada a 20 0C. Foram construídos modelos quimiométricos empregando PLS 1 com toda a região espectral e RLM com as variáveis selecionadas pelos Algoritmos APS (Algoritmo das Projeções Sucessivas) e AG (Algoritmo Genético). Os resultados obtidos, indicam que, de uma forma geral, os modelos construídos empregando os espectros obtidos em cela de caminho óptico de 1m (região de combinação de vibrações e primeiro sobreton de vibrações de ligações C-H) apresenta menores valores de erro de previsão (RMSEP) do que aqueles obtidos em cela de caminho óptico 10 mm (região de segundo sobreton de vibrações de ligações C-H e primeiro sobreton de combinação). Além disto, valores de RMSEP semelhantes foram encontrados, para um mesmo caminho óptico, com modelos PLS e RLM, indicando que a seleção de varáveis torna os modelos de calibração mais robustos.

Espectroscoppia NIR XE "Espectroscoppia NIR"  ? Seleção de Variáveis XE "Seleção de Variáveis"  ? Óleo Diesel XE "Óleo Diesel"

E361

USO DA VOLTAMETRIA EM SISTEMAS TERNÁRIOS HOMOGÊNEOS DE SOLVENTES PARA A DETERMINAÇÃO DE Cd (II), Pb (II), Zn (II) e Cu (II) EM AMOSTRAS AGROAMBIENTAIS

Lívia Maria A. Fioravanti (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. João Carlos de Andrade (Orientador), Instituto de Química ? IQ, UNICAMP

A adoção de parâmetros agroambientais mais rígidos vem resultando em uma demanda maior pela determinação de chumbo, cádmio, zinco e cobre, devido à toxicidade dos íons Pb2+ e Cd2+ e a importância agronômica dos íons Zn2+ e Cu2+ como micronutrientes. Considerando a alta detectabilidade observada para esses íons, a técnica de voltametria de redissolução anódica em um sistema ternário homogêneo de solventes (35% m/m de N,N-Dimetilformamida, 55% m/m de etanol e 10% m/m de uma solução aquosa, contendo acetato de amônio 0,1 mol kg-1, ácido clorídrico 0,088 mol kg-1 e a amostra ou o padrão de calibração), foi usada na análise de plantas, sedimentos e substratos para cultivo protegido. Amostras de referência (plantas) e certificada (sedimento) foram analisadas e os valores encontrados se ajustam perfeitamente aos resultados referenciados. Baixos teores totais de chumbo e cádmio foram encontrados nos substratos analisados, não tendo sido detectados esses metais tóxicos nos extratos aquosos destas amostras.

Voltametria XE "Voltametria"  ? Amostras Agroambientais XE "Amostras Agroambientais"  ? Determinação de Metais XE "Determinação de Metais"

E362

REDUÇÃO ESTEREOSSELETIVA VIA TRANSFERÊNCIA DE HIDROGÊNIO CATALÍTICA E BIOCONVERSÃO DE COMPLEXOS (6-ARIL-CETONA CRÔMIOTRICARBONILA

Eduardo Hideki Yamanaka (Bolsista PIBIC/CNPq), Cleber Vinícius Ursini (Co-orientador) e Prof. Dr. José Augusto Rosário Rodrigues (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Aril-cetonas pró-quirais e compostos organometálicos têm sido explorado extensivamente para geração de álcoois quirais via sistemas biocatalíticos e reduções químicas catalíticas ou estequiométricas. Em alguns casos, a redução destes compostos é acelerada quando complexados ao fragmento tricarbonil-crômio, com ganho de pureza óptica. Realizamos a síntese de complexos (6-(aril-cetona) tricarbonilcrômio (aril-cetona = acetofenona (1), (-tetralona (2)) e as suas reduções catalíticas com organometálicos e microorganismos. 1 e 2 foram obtidos através do refluxo em éter dibutílico/THF de Cr(CO)6 com o derivado do dioxolano da acetofenona e com a (-tetralona, respectivamente. As hidrogenações de transferência foram realizadas em 2-propanol (doador de H), contendo o organocrômio ou a cetona livre em 2-propanol, o catalisador à base de Ru-(-)-efedrina e KOH. O composto 1 foi reduzido (3h) ao (R)-1-feniletanol-Cr(CO)3 com e.e. de 33%, e a acetofenona com e.e. de 62%. Para o composto 2, a conversão foi de 48% (4 dias) ao respectivo álcool, enquanto que a (-tetralona, foi convertida em 59% nas mesmas condições. A biorredução de 1 com Saccharomyces cerevisiae forneceu o (S)-1-feniletanol-Cr(CO)3 com conversão de 98% e e.e.>99% (48h), enquanto que para a acetofenona foram obtidos conversão de 21% e e.e.>99%. As biorreduções de 2 e (-tetralona com Saccharomyces cerevisiae e Trichosporum cutaneum não foram efetivas aos respectivos álcoois.

Biorredução XE "Biorredução"  - Rutênio (II) XE "Rutênio (II)"  - Crômio Carbonila XE "Crômio Carbonila"

E363

PREPARAÇÃO E REDUÇÃO DIASTEREOSSELETIVA DE ENONAS

Marcelo Luiz Araujo Lopes (PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. José Augusto Rosário Rodrigues (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

O trabalho tem como objetivo preparações e reduções estereosseletivas de enonas. Esse tipo de substrato possui tanto grupos metileno como carbonílicos, que podem produzir sintons quirais. Dessa forma, iniciou-se a parte experimental desse projeto com a preparação de 2-benzoil-2-propenoato de etila (BPE) através das reações de metilenação do benzoilacetato de etila (BAE) via acetato de morfolínio obtendo-se um rendimento de 97%. Subseqüentemente, as reações de biorredução mediadas por Saccharomyces Cerevisiae foram realizadas. Na redução do BPE pôde-se observar uma grande característica nesse tipo de reação, que é primeiro a redução estereosseletiva do grupo metileno, obtendo-se o 2-benzoilpropanoato de etila com grande excesso enantiomérico (96%), e depois a redução da carbonila obtendo-se o álcool correspondente. Com isso notou-se que essa nova forma de redução de enonas (Biorredução) se mostrou altamente eficiente e favorável para as condições de trabalho, já que as leveduras por serem organismos vivos requerem temperaturas e condições de pH mais brandas do que em uma redução química normal. Para a caracterização dos compostos utiliuzou-se espectroscopia na região do infravermelho, Cromatografia gasosa acoplada com espectrometria de massas, Ressonância Magnética Nuclear de Prótons e de Carbono 13.

Biorredução XE "Biorredução"  - Diastereosseletividade XE "Diastereosseletividade"  - Levedura XE "Levedura"

E364

Estudo da sorção de cromo sobre sílica modificada com titânio

José Mateus Dias Neto (Bolsista CNPq) e Prof. Dr. Kenneth Elmer Collins (Orientador), Instituto de Química ? IQ, UNICAMP

A sílica pura e modificada tem sido muito utilizada como trocador iônico ou adsorvente de espécies químicas principalmente para finalidades de pré-concentração e separação de substância.A utilização da matriz coberta com um trocador pode constituir uma vantagem, porque nos sólidos quimicamente modificados as características originais da matriz sílica não são afetadas. Atualmente com a grande preocupação ambiental a extração de espécies poluentes de efluentes é extremamente importante. A extração de metais tóxicos como o cromo pode ser de grande importância ambiental, principalmente se este estiver na forma tóxica, como na forma de dicromato. Com o intuito de estudar o comportamento do cromo adsorvido sobre a superfície da sílica utilizou-se uma sílica previamente modificada com titânio, e a partir de vários testes com variação de tempo e pH (adição de ácido nítrico) concluiu-se que é necessário um tempo de contato mínimo de 30 minutos, com uma melhor adsorção em pH1. Esses estudos foram feitos por espectrofotometria UV-Vis utilizando-se 1,5 ? difenilcarbazida que com cromo (VI) fornece um pico de absorção característico em 540 nm. Essa técnica possibilita também o estudo da especiação do metal (para a forma Cr III). Testes preliminares da lavagem do material com soluções ácida e básica mostram que a adsorção do cromo é eficaz e o metal continua impregnado na sílica.

Tratamento de Efluentes XE "Tratamento de Efluentes"  ? Adsorção/Desorção de Cromo XE "Adsorção/Desorção de Cromo"  ? Sílica Modificada XE "Sílica Modificada"

E365

SÍNTESE DE ANÁLOGOS DE NEOLIGNANAS COM ATIVIDADE EM LEISHMANIOSE

Ana Carolina Furlan (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Lauro E. S. Barata (Orientador), Instituto de Química -IQ, UNICAMP

A Leishmaniose é uma doença infecto-contagiosa e um sério problema de saúde no Brasil. A doença ocorre em 88 países, em sua maioria pobres, como a Índia, Blangadesh e Brasil, onde atinge proporções endêmicas. Somente no Brasil estima-se o aparecimento de 20 mil novos casos por ano. As regiões mais afetadas são o norte e nordeste, mas também há focos no estado de São Paulo, principalmente na região de Baurú. Os principais medicamentos utilizados no tratamento da leishmaniose foram desenvolvidos na década de 1940, são muito tóxicos e nem sempre eficazes, causando diversos efeitos colaterais. Nossos estudos mostraram que derivados sintéticos de Neolignanas de Virola surinamensis tem importantes atividades em microorganismos e esquistossomose. Adicionalmente, mostramos que Neolignanas sintéticas tem importante atividade em Leishmaniose. Baseado no esqueleto químico de Virolina, uma das 8,4-oxineolignanas isoladas de V. surinamensis, sintetizamos via condensação entre (-bromocetona e fenol, os derivados de Neolignanas: 8-fenoxi-acetofenona e 3,4-dimetoxifenil-2-4-fenoxi-metoxi-1-(E)-propenil-1-propanona que foram cristalizados e identificados por espectrometria de massas, RMN1H e infravermelho, sendo o controle da reação feito com GC-MS. Estas substâncias serão submetidas á ensaios de anti-leismania e esquistossomose.

Leishmaniose XE "Leishmaniose"  - Neolignanas XE "Neolignanas"  - Síntese XE "Síntese"

E366

DETERMINAÇÃO POTENCIOMÉTRICA DE TIOCIANATO EM URINA

Bárbara de Oliveira (Bolsista PIBIC/CNPq), Prof. Dr. Lauro Tatsuo Kubota (Orientador) e Karin Y. Chumbimuni-Torres (Colaboradora), Instituto de Química ? IQ, UNICAMP

O tiocianato é um importante metabólito gerado através da rodanase do ácido cianídrico proveniente da pirólise do tabaco. Neste trabalho, estuda-se um método alternativo de baixo custo e rápido para a determinação de íons tiocianato em urina. O método é baseado em medidas potenciométricas em fase estacionária com uso de eletrodo íon seletivo (ISE). O uso de ISE permite a análise direta, sem tratamento prévio da amostra. A membrana é constituída basicamente por 70% de polietileno co-acetato de vinila (EVA) e 30% de ftalocianina de cobre (II) que permite a interação direta com os íons tiocianato. A solução polimérica foi gotejada diretamente sobre uma superfície sólida condutora de grafite . As medidas foram feitas em tampão fosfato 5,0 10-2 mol L-1, pH 6,0, obtendo uma resposta do eletrodo com sensibilidade de 43,7 mV por década de concentração de tiocianato, faixa linear de 5,0 10-6 até 1,0 10-1 mol L-1 e um limite de detecção de 4,0 10-6 mol L-1 de tiocianato. Uma vez otimizado, o eletrodo foi aplicado em amostras de urina humana, apresentando resultados satisfatórios quando comparado com outros métodos de análise.

Tiocianato XE "Tiocianato"  - ISE-EVA XE "ISE-PVC"  - Determinação em Urina XE "Determinação em Urina" .

E367

Estudos para transformações de dióis em hetero-amino derivados

Alessandra Prando (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Lúcia Helena Brito Baptistella (Orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Estudos recentes relatam que os antígenos de superfície do vírus da gripe são constituídos de duas proteínas, a hemaglutinina (HA) e a neuraminidase (NA), que funcionam no reconhecimento do vírus pelo hospedeiro. As células hospedeiras principais são as células do epitélio do trato respiratório, cujas superfícies são constituídas de glicoproteínas, glicolipídios e oligossacarídios com ácidos siálicos (carboidratos acídicos de 9 carbonos, sendo o principal o ácido N- acetilneuramínico) em suas extremidades. Como todo esse processo se baseia no reconhecimento do ácido N- acetilneuramínico, surgiram proposições de que uma droga eficiente contra a gripe poderia ser um inibidor de NA. No entanto, antes que estudos para preparação de análogos do ácido N- acetilneuramínico fossem iniciados, decidiu-se por explorar transformações químicas necessárias nessas seqüências, entre elas metodologias aplicadas em modelos para a preparação de aziridinas a partir de dióis. Para isso, o derivado 4,6-O-benzilideno (-D-glucopiranosídio de metila foi preparado e, a partir dele, realizou-se testes para as transformações do 2,3-diol em grupos (-amino álcoois ou diamino. Para essas transformações, reações de substituição nucleofílica tipo-Mitsunobu para introdução das funções nitrogenadas foram testadas. Uma outra rota estudada envolveu a preparação de um epóxido no anel carboidrato, sobre o qual está sendo realizada a abertura com diferentes nucleófilos visando derivados trans-hidroxi nitrogenados, sulfonados e halogenados.

Síntese Orgânica XE "Síntese Orgânica"  - Aziridinas XE "Aziridinas"  - Dióis XE "Dióis"

E368

MÉTODOS PARA FORMAÇÃO DE ÉTERES CÍCLICOS A PARTIR DE SISTEMAS SESQUITERPÊNICOS

Ana Paula Rogieri (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Lúcia Helena Brito Baptistella (Orientadora), Instituto de Química- IQ, UNICAMP

Tetraidrofuranos e tetraidropiranos são resíduos encontrados em compostos com importantes atividades biológicas, que podem ser obtidos por vários métodos, entre eles reações de ciclização em sistemas contendo hidroxilas ??? insaturadas. O (-(-)-bisabolol, um sesquiterpeno natural com esqueleto p-mentânico e uma hidroxila duplamente ????insaturada, foi submetido a reações de oximercuração-demercuração e reações de formação de éteres cíclicos catalisadas por ácidos protônicos e de Lewis. Dentre os métodos para preparação de éteres cíclicos a partir do bisabolol, apenas a reação de oximercuração e demercuração indicou a formação de produtos tetraidrofurânicos. Os métodos empregando ácido clorosulfônico e o ácido de Lewis trifluoreto de boro eterado levaram à formação de sistemas tetraidropirânicos com seletividade complementar.

(-(-)-bisabolol XE "(-(-)-bisabolol"  XE "(-(-)-bisabolol"  - Tetraidrofuranos XE "Tetraidrofuranos"  - Tetraidropiranos XE "Tetraidropiranos"

E369

ESTUDOS PARA OXIDAÇÕES ALÍLICAS EM ÉTERES CÍCLICOS HALOGENADOS FORMADOS A PARTIR DE SISTEMAS SESQUITERPÊNICOS

Lucas Drezza Hardy (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Lúcia Helena Brito Baptistella (Orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Transposições de carbonilas são reações importantes e versáteis em síntese orgânica. Uma metodologia eficiente para este tipo de reação já foi desenvolvida em nosso grupo de pesquisa e temos como objetivo aplicá-la na transformação do sesquiterpeno bisabolol em outros compostos com atividade biológica, entre eles a hernandulcina, um poderoso adoçante natural. Para isso, uma série de métodos para promover oxidações alílicas da olefina endocíclica do bisabolol foi testada. Como oxidações alílicas diretas no bisabolol não foram bem sucedidas, levando a formação de vários produtos, a cadeia lateral do mesmo foi ciclizada através da ativação de sua hidróxi-olefina por eletrófilos. Usando como eletrófilo o iodo, éteres cíclicos halogenados de 5 e 6 membros foram obtidos, e novas reações de oxidação alílica foram investigadas. O melhor resultado foi atingido tratando o derivado tetraidropirânico com CrO3/dimetilpirazol, levando a dois produtos oxidados de interesse, em bons rendimentos.

Bisabolol XE "Bisabolol"  - Oxidação Alílica XE "Oxidação Alílica"  - Éteres Cíclicos XE "Éteres Cíclicos"

E370

Estudos Visando a Síntese Total da Migrastatina

Tatiana Augusto (PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Luiz Carlos Dias (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

A Migrastatina (1) é um novo produto natural que apresenta um extraordinário efeito inibidor na migração de células tumorais sendo importante para o tratamento de metástese tumoral.

EMBED ChemDraw.Document.6.0

O objetivo desse trabalho é a preparação do fragmento C1-C5 da migrastatina. A rota consiste em proteção com TBSCl, oxidação de Swern, reação de Wittig, redução com DIBAL-H e proteção com acetimidato de PMB. Os produtos foram caracterizados por análise de I.V., RMN 1H e 13C. Nesse trabalho foi realizada a síntese do éter de PMB (9) com alta seletividade, em 34% de rendimento global para cinco etapas, correspondendo a um rendimento médio de 70% para cada etapa.

Migrastatina XE "Migrastatina"  - Anti-tumoral XE "Anti-tumoral"  - Produto Natural XE "Produto Natural"

E371

Estudos de Indução 1,4 vs. 1,5 na adição de Metil Cetonas Quirais a Aldeídos Quirais e Aquirais

Valéria A. Vasconcelos (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Luiz Carlos Dias (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

A indução 1,4 e 1,5 observada em reações aldólicas é uma das ferramentas mais versáteis e importantes na formação de ligações carbono-carbono em síntese orgânica, muito utilizada e eficiente na síntese de produtos naturais derivados de polipropionatos e poliacetatos.

EMBED ChemDraw.Document.6.0

O objetivo desse trabalho é a preparação da metilcetona 8. A rota iniciou-se com a proteção do hidróxi-éster 1 com tricloroacetimidato de PMB seguido por sua redução com LiAlH4. Oxidação de Swern do álcool 3 seguida de reação aldólica com a N-propioniloxazolidinona quiral 5 conduziu ao produto de aldol 6. Reação de transamidação do produto de aldol forneceu na amida de Weinreb 7 que após proteção com acetal de PMP conduziu à metilcetona 9 em 27% de rendimento global. Todos os produtos foram caracterizados por RMN 1H, RMN 13C e I.V.

Reação Aldólica XE "Reação Aldólica"  - Metilcetonas XE "Metilcetonas"  - Diastereosseletividade XE "Diastereosseletividade"

E372

SÍNTESE DO INTERMEDIÁRIO PRECURSOR DE UM MARCADOR BIOLÓGICO ESTERANO AROMATIZADO NO ANEL C

Tamy Koreeda (Bolsista PIBIC/CNPq), Profa. Dra. Luzia Koike (Orientadora) e Alexandro Araújo da Silva (Co-orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Este projeto visou sintetizar um precursor derivado do ergosterol, de grande importância na síntese de vários biomarcadores. Tais biomarcadores são substâncias que determinam as estruturas no desenvolvimento das análises em Geoquímica Orgânica de amostras nos óleos brasileiros. As análises dos óleos são feitas em Cromatógrafo Gasoso acoplado a Espectrometria de Massas (?GC/MS?) onde revelam centenas de compostos, portanto é necessário a co-injeção de padrões de biomarcadores para determinação estrutural. Os precursores ou os biomarcadores sintetizados são caracterizados pelos métodos físicos, tais como, ponto de fusão, espectros na região do infravermelho (IV) e espectros de Ressonância Magnética Nuclear [ carbono-RMN e próton-RMN ].

O principal enfoque do projeto é a obtenção de precursores adequados com rendimentos satisfatórios e alta pureza, pois estes marcadores biológicos padrões, não estão disponíveis no mercado. A tentativa foi de sintetizar um precursor derivado do ergosterol aromatizado no anel C, com o intuito de posteriormente utilizá-lo na síntese de biomarcadores aromatizados no anel C e alquilados nas posições 2, 3 e 4 d anel A dos esteranos.

Biomarcador Monoaromático XE "Biomarcador Monoaromático"  - Derivados de Esteróis XE "Derivados de Esteróis"

E373

ESTUDO DE DIFERENTES SISTEMAS BASEADOS EM PONTO NUVEM PARA A EXTRAÇÃO DE CROMO

Alessandra Sussulini (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Marco Aurélio Zezzi Arruda (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

As separações e pré-concentrações fundamentadas em extrações por ponto nuvem vêm tornando-se uma aplicação importante e prática do uso de surfactantes em química analítica. Esse fato é decorrente do emprego destes agentes na pré-concentração e separação, proporcionando uma ?química limpa? e uma alternativa àqueles sistemas de extração que empregam solventes orgânicos. Assim, este trabalho objetiva o estudo de sistemas baseados em ponto nuvem visando a otimização da extração e pré-concentração de cromo. A otimização dos sistemas foi feita a partir do estudo da influência dos fatores: tipo e concentração de surfactante e de complexante, tempo de complexação e efeitos da adição de eletrólito na formação do ponto nuvem. As determinações de cromo foram feitas por espectrometria de absorção atômica com chama (FAAS). Os limites de detecção foram de 0,21 e 5,0 µg.L-1, os limites de quantificação foram de 9,7 e 19 µg.L-1 (para uma faixa de concentrações entre 10 e 500 µg.L-1),os fatores de pré-concentração foram de 295 e 170 e a eficiência das extrações foi de 95 e 80% para os sistemas de extração de cromo (III) e cromo(VI), respectivamente. Após a otimização de dois sistemas, o mais eficiente, cromo (III), foi aplicado na determinação de cromo em amostras de águas naturais.

Ponto nuvem XE "Ponto nuvem"  - Cromo XE "Cromo"  ? Espectrometria de absorção atômica XE "Espectrometria de absorção atômica"

E375

ESTUDO DA EFICIÊNCIA DE MINI-FRASCOS DE POLIPROPILENO (PP) NA DECOMPOSIÇÃO DE PLANTAS MEDICINAIS PARA A DETERMINAÇÃO DE COBALTO

Marcel Luis Brancalion (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Marco Aurélio Zezzi Arruda (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

O preparo de amostras é uma importante etapa no processo analítico, pois pode caracterizar uma fonte de erros, e sua eficiência é responsável direta pelo tempo gasto na análise e pela qualidade e confiabilidade dos dados analíticos obtidos. Aplicando o ?conceito do frasco único? em escala miniaturizada (uso de mini-frascos de PP), otimizou-se os principais parâmetros de decomposição, como programa de aquecimento (tempo x temperatura), massa de amostra (5 mg), mistura de agentes oxidantes (200(L HNO3 + 150(L H2O2). Determinações de carbono residual (0,30 - 0,45%) por análise elementar CHN e o uso de material certificado ?bovine liver? (NIST SRM 1577b) confirmaram a eficiência do método proposto. O teor de Co foi avaliado por espectrometria de emissão atômica (ICP OES) e as amostras avaliadas foram: cavalinha, espinheira santa e quebra-pedra. Foram estudadas, também, as condições macro e microscópicas dos mini-frascos após os processos oxidativos, bem como suas condições de re-uso. O método proposto mostrou-se eficiente, rápido (ca. 9 min), confiável (adição de analito), permitindo o trabalho com quantidades reduzidas de amostra (5 mg) e reagentes (400 (L) e, ainda, ampliando em 4 vezes a capacidade do forno.

Mini-frascos XE "Mini-frascos"  - Microondas XE "Microondas"  - Plantas medicinais XE "Plantas medicinais"

E374

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE ANÁLISE POR INJEÇÃO EM FLUXO (FIA) PARA DETERMINAÇÃO DE PROTEÍNAS TOTAIS

Marcelo Anselmo Oseas da Silva e Prof. Dr. Marco Aurélio Zezzi Arruda (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

As análises espectrofotométricas de proteínas empregando sistemas em fluxo são importantes, pois, possibilitam a obtenção de resultados mais precisos para as análises, além de maior freqüência analítica e redução nos custos, devido à economia de reagentes. Este trabalho visa otimizar a reação de Bradford empregando um sistema FIA, por meio do estudo das concentrações ideais de reagentes e de variáveis comumente avaliadas nestes sistemas, como por exemplo, fluxo de reagentes e bobinas reacionais. Até o momento, com um volume de amostra de apenas 16,5 (L, obteve-se uma curva analítica linear até 175 (g mL-1 com limite de quantificação de 17,2 (g mL-1 e um limite de detecção de 5,2 (g mL-1. A concentração do corante utilizado (Azul de Comassie) no reagente de Bradford foi reduzida em 65%. O fluxo dos reagentes e o tamanho da bobina reacional apresentam grande importância para estabilização da linha base, devido à cinética da reação. A alta freqüência analítica, de 82 determinações/hora, é outro ponto positivo à ser destacado. Após o término da otimização, serão analisadas amostras de origem biológica, e os resultados comparados com aqueles obtidos pelo método espectrofotométrico tradicional de Bradford.

Análise em Fluxo XE "Análise em Fluxo"  - Bradford XE "Bradford"  - Proteínas XE "Proteínas"

E376

BLENDAS DE POLIETILENO DE BAIXA DENSIDADE E POLIETILENO DE BAIXA DENSIDADE CONTENDO ALUMÍNIO PARTICULADO, UM PRODUTO DA RECICLAGEM DE EMBALAGENS ASSÉPTICAS TETRA-PAK

Sabrina S. Alves (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Maria Isabel Felisberti (Orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Blendas de polietileno de baixa densidade, PEBD, e de polietileno contendo alumínio, PEAL, um produto da reciclagem de embalagens Tetra Pak, são obtidas através de mistura mecânica no estado fundido. O PEAL apresenta propriedades mecânicas inferiores ao polietileno, o que é atribuído à presença de partículas de alumínio. A sua mistura com o PEBD visa a obtenção de blendas com propriedades mecânicas com potencial de aplicação que justifique a reciclagem das embalagens longa vida. Corpos de prova para ensaios mecânicos de tração (ASTM D-638) e de resistência ao impacto (ASTM D-256) das blendas com diferentes composições foram obtidos por injeção. Os resultados obtidos pelo ensaio de tração indicam que o aumento de PEAL na blenda tornou-a mais rígida e frágil, apresentando um maior módulo de elasticidade e rompendo a uma deformação. Pelo ensaio de resistência ao impacto observou-se que blendas com até 40% de PEAL mantém-se resistentes à quebra por impacto. A análise dinamico-mecânica realizada indicou que, a 25ºC, o aumento de PEAL na composição da amostra reflete um aumento no módulo de armazenamento e a calorimentria diferencial de varredura indica que o aumento de alumínio na blenda confere menor cristalinidade da fase polietileno. O PEAL é um ótimo corante visto que mesmo a blenda de 20% PEAL apresentou coloração característica do PEAL puro.

Polietileno XE "Polietileno"  - Blendas  XE "Blendas" - Propriedades Mecânicas  XE "Propriedades Mecânicas"

E377

PREPARAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE BLENDAS DE ACETATO DE CELULOSE E POLI(3-HIDROXIBUTIRATO)

Rowilson de Souza Ribeiro Júnior (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria do Carmo Gonçalves (Orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Blendas poliméricas são preparadas com o intuito de se obter materiais com um novo conjunto de propriedades, podendo assim, ser feita uma escolha prévia de polímeros com as características desejadas. O acetato de celulose é um polímero biodegradável, porém apresenta propriedades mecânicas limitadas. O poli(3-hidroxibutirato) (PHB) é um polímero que apresenta alta cristalinidade e também é biodegradável, além de poder ser obtido a partir de fontes renováveis da agricultura e de resíduos industriais. Neste trabalho foram preparadas blendas com esses dois polímeros em diferentes concentrações (10, 30, 50, 70 e 90% em massa de acetato de celulose) com o objetivo de combinar suas propriedades biodegradáveis e obter um novo material com propriedades melhoradas. As blendas foram preparadas por dissolução em uma mistura solvente de clorofórmio/metanol (90:10), seguida de evaporação. Os filmes obtidos foram caracterizados por análise termogravimétrica (TGA), calorimetria diferencial de varredura (DSC ), microscopias óptica e eletrônica de varredura. Os resultados de TGA mostraram que as temperaturas de velocidade de degradação máxima das blendas têm uma tendência a aumentar com o aumento do conteúdo de acetato de celulose na blenda. As curvas de DSC apresentaram apenas uma temperatura de transição vítrea para as blendas, com valor próximo ao do PHB puro (0(C). Porém as análises microscópicas revelaram a imiscibilidade entre os dois polímeros, por apresentarem domínios característicos de separação de fases.

Blendas XE "Blendas"  - Acetato de Celulose XE "Acetato de Celulose"  - PHB XE "PHB"

E378

BLENDAS DE POLIETILENO DE BAIXA DENSIDADE CONTENDO ALUMÍNIO PARTICULADO (PEBD-Al), UM PRODUTO PROVENIENTE DE EMBALAGENS TETRA-PAK, E POLIPROPILENO ISOTÁTICO (i-PP)

Andre Zuin (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Isabel Felisberti (Orientadora), Instituto de Química ? IQ, UNICAMP

A confecção de blendas poliméricas, que é a mistura mecânica de dois ou mais polímeros, pode ser uma maneira eficiente de se produzir novos materiais, com propriedades satisfatórias e baixo custo, viabilizando, inclusive, a reciclagem. Neste projeto, foram preparadas blendas de polietileno de baixa densidade contendo alumínio particulado (PEBD-Al), um produto proveniente de embalagens Tetra-Pak, e polipropileno isotático (i-PP) visando aumentar o potencial de aplicação do material reciclado, uma vez que a presença do alumínio causa uma acentuada redução na ductibilidade do PEBD. Blendas contendo diversas porcentagens em massa de seus componentes foram preparadas em uma extrusora monorosca e foram caracterizadas com respeito às propriedades mecânicas através de ensaios mecânicos de tração (norma ASTM D-638). A introdução de i-PP ao PEBD-Al promoveu acréscimos significativos no módulo de Young e na tensão na ruptura, tornado o compósito mais rígido e resistente à tração. Por outro lado, reduziu a tenacidade e o alongamento na ruptura, de forma semelhante a aquela descrita na literatura para blendas de i-PP e PEBD. As propriedades térmicas foram avaliadas por meio de calorimetria diferencial de varredura (DSC), sendo obtidos valores como temperatura e entalpia de fusão e cristalização.

Polímero XE "Polímero"  - Reciclagem XE "Reciclagem"  - PEBD-Al XE "PEBD-Al"

E379

BLENDAS DE POLI(4-VINILPIRIDINA) E POLI(ESTIRENO-co-ÁCIDO VINILFOSFÔNICO)

Flavia Sperancini Ubeda Gomez e Profa. Dra. Maria Isabel Felisberti (Orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Este trabalho objetiva o estudo da miscibilidade de blendas de copolímeros de estireno e ácido vinilfosfônico, P(S-co-AVF), com poli(4-vinilpiridina), P(4-VP). Copolímeros P(S-co-AVF) de diferentes composições foram sintetizados via polimerização radicalar. Blendas contendo 0, 20, 40, 60 80 e 100 % de P(4-PVP) foram preparadas a partir da mistura dos polímeros em álcool benzílico, seguido da secagem em estufa a 100 oC e em estufa à vácuo à mesma temperatura e, caracterizadas por termogravimetria (TGA) e calorimetria diferencial de varredura (DSC). Todos os filmes obtidos apresentaram-se transparentes sendo este o primeiro indício de miscibilidade entre os polímeros. A termogravimetria mostrou que as blendas apresentam duas etapas principais de perda de massa, cada uma atribuída à decomposição de um dos seus componentes.Porém a etapa referente ao P(4-VP) é deslocada para temperaturas menores em relação a este polímero puro, evidenciando uma possível interação ácido-base entre os polímeros. As análises por DSC mostraram que blendas contendo 40 e 60 % em P(4-PVP) apresentam duas transições vítreas, sendo uma delas a temperaturas superiores à transição vítrea dos polímeros puros, evidência de fortes interações entre os componentes. As demais blendas apresentaram apenas uma transição vítrea.

Blendas Polimérica XE "Blendas Polimérica"  - Miscibilidade XE "Miscibilidade"  - Interações Ácido-Base XE "Interações Ácido-Base"

E380

Obtenção de fitolitos de fosfato de cálcio de sementes de mamão para aplicações em biocerâmicas

Cláudia Oliveira Pessini (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Izabel M. S. Bueno (Orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Substância com vasto leque de aplicações, destacando-se em biocerâmica, o fosfato de cálcio tem grande importância em implantes ósseos. Contudo, para este último caso, o composto deve apresentar razão Ca/P igual a 1,5, além de estrutura porosa da ordem de 1 a 10 (m, o que o classifica como biocompatível . Sementes de mamão, calcinadas e analisadas por Espectrometria de Fluorescência de Raios X de Energia Dispersiva (EDXFR), apresentaram quantidades consideráveis de cálcio e fósforo na forma de fitólitos de fosfato de cálcio. Além disso, imagens de microscopia eletrônica de varredura mostraram poros com tamanhos adequados para a biocompatibilidade. Portanto, a EDXRF pode fornecer, de forma simples, a razão Ca/P presente em amostras de sementes de mamão, auxiliando nos estudos para aplicações do fosfato de cálcio e predizendo a biocompatibilidade do composto obtido. Contatos com o Núcleo de Medicina e Cirurgia Experimental da Faculdade de Medicina da Unicamp já estão sendo feitos para realização de testes em ratos.

Fitólitos  XE "Fitólitos" - Fosfato de Cálcio  XE "Fosfato de Cálcio" - FRX XE "FRX"

E381

MAPEAMENTO DENDROQUÍMICO COMO MARCADOR AMBIENTAL EM CAMPINAS

José Augusto da Col (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Izabel Maretti Silveira Bueno (Orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

As árvores, por reterem elementos na madeira durante o crescimento, tanto por via metabólica pela raiz, como por contato externo, têm sido muito estudadas em busca de indícios de danos ambientais, gerando registros históricos. O objetivo desse trabalho foi mapear, de forma multielementar e simultânea, a concentração de elementos ao longo de anéis de árvores, usando a técnica de Fluorescência de Raios-X, mediante tratamento não destrutivo das amostras. Foram utilizadas secções transversais de tronco de árvore do gênero Acácia, proveniente de área com grande tráfego de veículos, no centro de Campinas, SP. As amostras foram secas e tiveram suas dimensões reduzidas, para que o seu tamanho fosse adequado ao sistema de mapeamento automático existente no equipamento (Shimadzu, modelo EDX 700). Isso permitiu a obtenção de mapas de concentração em função dos diversos pontos irradiados. Alguns elementos, como o enxofre, mostram variações que podem certamente ser atribuídas à poluição causada por chuvas ácidas.

Mapeamento Dendroquímico XE "Mapeamento Dendroquímico"  - Fluorescência de Raios X XE "Fluorescência de Raios X"  - Análise Multielementar Simultânea XE "Análise Multielementar Simultânea"

E382

USO DE PAPEL CARBONO NÃO RECICLÁVEL NA EXTRAÇÃO DE ÍONS Cu²+

Roberton Nelson Sobolewski Filho (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Izabel M.S. Bueno (Orientadora), Instituto de Química ? IQ, UNICAMP

O papel carbono comum, ainda usado em notas fiscais e duplicação de escrita manual, é um dos poucos materiais não-recicláveis que ainda não foram objeto de atenção de autoridades ambientais. Baseando-se em trabalho anterior de nosso laboratório, que extraiu íons Cu2+ usando carvão ativado modificado com glicerina, estudos foram realizados com este íon e papel carbono. Verificou-se que, no caso do papel carbono, nem mesmo a modificação com glicerina é necessária, já que a graxa na constituição do papel já é apropriada para a retenção deste íon. A extração metálica bem sucedida foi monitorada por Fluorescência de Raios-X, na qual o filme fino tem vantagens sobre o carvão em pó, pois, no primeiro caso, o espalhamento da radiação incidente é minimizado, aumentando a relação sinal/ruído, e, portanto, a sensibilidade do método analítico que monitora este estudo. Agrega-se assim valor a este resíduo não-reciclável.

Papel Carbono XE "Papel Carbono"  ? Reciclagem XE "Reciclagem"  - Íons Cu2+ XE "Íons Cu2+"

E384

Determinação espectrofotométrica de metildopa em medicamentos com sistema de análise por injeção em fluxo

Alvino Rodrigues Junior (Bolsista FAPESP), Dra. Marta M. D. C. Vila (Co-orientadora) e Prof. Dr. Matthieu Tubino (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

A metildopa é uma catecolamina utilizada no tratamento de hipertensão moderada e grave, atuando no Sistema Nervoso Central. Neste trabalho propõe-se um método analítico para quantificação de metildopa em medicamentos através de um sistema de injeção em fluxo, onde a metildopa reage com p-aminofenol em meio alcalino para gerar uma espécie indofenólica que apresenta coloração, podendo ser detectada em 608 nm. Construiu-se um sistema de injeção em fluxo para quantificação de metildopa em medicamentos. A análise é feita a partir do preparo de amostras de metildopa em solução de H2SO4 0,05 mol L-1. Em seguida esta solução é inserida no sistema em um fluxo carregador 7,5 % álcool/água, sendo misturada com p-aminofenol 4,58 ( 10-4 mol L-1 e NaOH 2,5 % m/v. A metildopa é convertida a uma espécie colorida, que apresenta um máximo de absorção em 608 nm. Os resultados obtidos pelo método foram comparados com aqueles resultantes do método oficial, indicado na Farmacopéia, através do teste t de Student, tendo sido observada total concordância.

FIA XE "FIA"  ? Metildopa XE "Metildopa"  - Medicamentos XE "Medicamentos"

E383

Desenvolvimento de método analítico em fluxo para análise de metildopa em medicamentos

Ana Lúcia Siqueira Malagodi (Bolsista CNPq), Prof. Dr. Matthieu Tubino (Orientador) e Dra. Adriana Magna(Co-orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

No começo da década de 60, os medicamentos anti-hipertensivos começaram a ficar disponíveis, porém eram associados a efeitos colaterais graves. Durante a década de 70, medicamentos com efeitos colaterais menores foram disponibilizados e podiam, então, ser administrados em pacientes com hipertensão moderada com risco cardiovascular menor. Sabe-se, hoje, que a terapia medicamentosa anti-hipertensiva para todos os graus de hipertensão reduz em cerca de 35% a 45% os acidentes vasculares cerebrais e de 29% a 25% das doenças cardíacas. Assim, esse trabalho tem por objetivo o desenvolvimento de um método em fluxo para a determinação quantitativa de metildopa em medicamentos, usando p(aminofenol como reagente a uma concentração de 0,00137 mol L-1, que possa ser empregado por laboratórios de análises para controle de qualidade.O sistema em fluxo usado é simples, onde três vias,uma contendo o carregador que recebe a amostra, a outra ,o reagente, e a terceira, contendo solução de NaOH 2% m/v, confluem para a ocorrência da reação e formação da espécie colorida que absorve em 608 nm e é monitorada pelo espectrofotômetro. A alça de amostragem é de 180 (L e a bobina de reação é de 85 cm.

Antihipertensivos  XE "Antihipertensivos" - Metildopa  XE "Metildopa" - Análise em Fluxo XE "Análise em Fluxo"

E386

ANÁLISE TEÓRICA CONFORMACIONAL DAS ESPÉCIES PRESENTES NA REAÇÃO EM FASE GASOSA ENTRE SF6 E Kr+

André Luiz Fre Le Petit Ramos (Bolsista Projeto de Pesquisa/CNPq) e Prof. Dr. Nelson Henrique Morgon (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Estudos modernos de reações químicas,que são importantes para o processamento de plasma, requerem uma combinação de pesquisas experimental e teórica. Um exemplo, é o presente trabalho. O SF6 é um gás eletronegativo muito importante em vários desenvolvimentos de processos que envolvem plasma. A despeito disto, ainda existem consideráveis incertezas, por exemplo, na termoquímica de íons SF6+ que podem ser derivados de SF6, e mesmo em reações íon/molécula envolvendo o próprio SF6. Estas incertezas têm dificultado a interpretação dos resultados experimentais em reações de íons positivos com SF6. Para muitas reações, não é claro se as reações ocorrem por um mecanismo simples ou por um mecanismo "químico", envolvendo a formação de uma nova ligação. Um primeiro passo na interpretação dos aspectos energéticos, refere-se à obtenção de informações conformacionais das espécies presentes na reação. Cálculos de estrutura eletrônica do tipo MP2/6-31+G(d) foram efetuados. No estudo teórico global da reação observou-se que no processo reacional a transferência da carga entre o íon Kr+ e o SF6 ocorre através da formação de um complexo [SF6...Kr]+, e posterior formação de produtos. Através dos resultados obtidos verificou-se que a estrutura do íon SF5+ é bipirâmide trigonal, sendo aproximadamente 5 kcal/mol mais estável que a correspondente forma piramidal.

Reações em Fase Gasosa XE "Reações em Fase Gasosa"  ? Análise Conformacional XE "Análise Conformacional"  ? Cálculos Teóricos XE "Cálculos Teóricos"

E387

ANÁLISE TEÓRICA DA REAÇÃO ÍON/MOLÉCULA EM FASE GASOSA: CF3-/SeF6

Daniel Quarentei Rossini (Bolsista Projeto de Pesquisa/CNPq) e Prof. Dr. Nelson Henrique Morgon (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Neste trabalho fizemos uma análise teórica da reação íon/molécula em fase gasosa através do estudo da estrutura eletrônica das espécies envolvidas nesta reação, considerando dois possíveis mecanismos:

CF3? + SeF6 -->SeF6? + CF3 (A)

SeF5? + CF4 (B)

Os cálculos foram obtidos utilizando-se o programa Gaussian/98, considerando-se o modelo de Hartree-Fock com funções de base 6-31+G(d). Otimizou-se as geometrias de das espécies presentes nas reações (A) e (B). Nas geometrias otimizadas, efetuou-se cálculos de freqüências vibracionais, que permitem caracterizar os mínimos da superfície de potencial e fazer correções térmicas. Com os dados obtidos, foi possível propor um mecanismo reacional, bem como determinar as estruturas moleculares das espécies. As energias eletrônicas (em unidades atômicas) e as geometrias (entre parênteses) para as moléculas presentes nas reações (A) e (B) são: CF3? (piramidal) = -336,1601; SeF6 (octaédrica) = -2994,1600; SeF6? (octaédrica) = -2994,2162; CF3 (piramidal) = -336,1447; SeF5? (pirâmide de base) = -2894,8415; CF4 (tetraédrica) = -435,6580. A partir destes valores de energia e com as respectivas correnções térmicas (para 25oC), obteve-se as variações de entalpia entre produtos e reagentes: ?rHA (298K) = -29,19 kcal/mol e ?rHB (298K) =(298K) = -111,48 kcal/mol, indicando ser o mecanismo (B) o mais favorecido energeticamente. Cálculos mais rigorosos incluindo efeitos de correlação eletrônica estão em andamento.

Reações Íon/Molécula XE "Reações Íon/Molécula"  - Cálculos Teóricos XE "Cálculos Teóricos"  - Mecanismo de Reação XE "Mecanismo de Reação"

E385

DESENVOLVIMENTO DE CONJUNTOS DE BASE USANDO EXPRESSÕES POLINOMIAIS SEM E COM EFEITOS RELATIVÍSTICOS EMPREGADAS NO ESTUDO DE PROPRIEDADES ELETRÔNICAS

José Carlos Barreto de Lima (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Nelson Henrique Morgon (Orientador), Instituto de Química ? IQ, UNICAMP

O uso da função de onda da equação de Schöedinger permite a descrição de propriedades eletrônicas de espécies químicas. Esta equação possui solução exata somente para sistemas monoeletrônicos. Sistemas multieletrônicos só podem ser estudados com aproximações. Assim, em sistemas moleculares, a função de onda pode ser representada por orbitais moleculares, e estes por sua vez, como uma combinação linear de orbitais atômicos. Os orbitais atômicos podem ser descritos por funções gaussianas, as quais têm forma geral exp(-?r2). Neste trabalho utilizou-se polinômios para a representação do conjunto de expoentes ? (denominado conjunto de base). Os conjuntos de base foram gerados em ambientes não-relativístico (sem e com correlação eletrônica: HF, MP2 e DFT, respectivamente) e relativístico. Como exemplo tem-se o átomo de Cl onde o polinômio que melhor descreveu o conjunto de base foi o de quinto grau, tanto para o método HF como para MP2 e DFT. No ambiente relativístico observou-se que os conjuntos de base procuram representar os elétrons da camada interna (contração da nuvem eletrônica), sendo que resultados com polinômios de grau cinco e dez não foram muito diferentes.

Conjunto de Base Atômica XE "Conjunto de Base Atômica"  - Correlação Eletrônica XE "Correlação Eletrônica"  - Efeito Relativístico XE "Efeito Relativístico"

E389

SÍNTESE E COMPORTAMENTO TÉRMICO DE HIDRÓXIDOS DUPLOS LAMELARES CONTENDO Co2+, Cu2+ e Fe3+

Amadeu Hoshi Iglesias (Bolsista CNPq), Odair Pastor Ferreira e Prof. Dr. Oswaldo Luiz Alves (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Neste trabalho, visou-se a obtenção de hidróxidos duplos lamelares (HDL) contendo Co2+, Cu2+ e Fe3+. HDL com metais de transição têm sido muito utilizados como catalisadores e precursores para catalisadores em muitas reações oxidativas, devido à natureza dos óxidos formados mediante decomposição térmica. Analisou-se a influência da substituição gradativa de Co2+ por Cu2+ na estrutura lamelar e a evolução estrutural dos HDL sob tratamento térmico. A síntese foi feita pelo método de coprecipitação a pH variável, partindo-se dos nitratos dos metais e utilizando-se carbonato como o ânion para neutralizar a carga das lamelas. HDL com pureza de fase só foram obtidos com razão Co2+/Cu2+ maior que 1. O comportamento térmico dos HDL com pureza de fase foi estudado por técnicas experimentais in situ: TGA, DTA e DRX (25-900ºC). Os resultados indicam que a decomposição desses materiais ocorre em quatro estágios: i) remoção de água adsorvida; ii) destruição irreversível da estrutura lamelar e formação da solução sólida; iii) início da cristalização dos óxidos mistos; iv) segregação dos óxidos mistos com estrutura tipo espinélio.

Hidrotalcitas XE "Hidrotalcitas"  - Decomposição Térmica XE "Decomposição Térmica"  - Óxidos Mistos XE "Óxidos Mistos"

E388

Síntese, Estrutura e Propriedades do Sistema Vítreo Li2O-GeO2-CaO-P2O5

Christian Bickel (Bolsista SAE/UNICAMP), Italo Odone Mazali e Prof. Dr. Oswaldo Luiz Alves (Orientador), Instituto de Química - UNICAMP

O objetivo deste trabalho foi preparar e caracterizar o vidro 6Li2O-24GeO2-31P2O5-39CaO (LGCP), o qual apresenta potencial aplicação em dispositivos ópticos e na obtenção de suportes porosos. A natureza vítrea do sólido incolor e homogêneo, preparado pelo método de fusão/resfriamento, foi confirmada por XRD, devido à ausência de reflexões de planos cristalinos e, do ponto de vista termodinâmico, medidas de DTA revelaram a presença de transição vítrea (Tg= 555oC). A devitrificação do LGCP ocorre por decomposição espinoidal (Tc = 658 oC), com energia de ativação, determinada pelo método de Kissinger-Augis-Bennet, igual a Ea = 247 kJ/mol. A rede formadora do LGCP, estudada por FTIR, é constituída por unidades pirofosfato conectadas ao germânio, que também atua como formador de rede, o qual encontra-se em sítios octaédricos e tetraédricos. Quanto às propriedades ópticas, o LGCP apresenta índice de refração de 1,6046 (( = 632,8 nm); medidas de UV-Vis revelaram uma transparência em torno de 90% (490-2500 nm) e valor de ?cut-off? em 279 nm. O LGCP apresenta densidade (método de Arquimedes) igual a 3,15 g/cm3 e elevada durabilidade química em água deionizada, o que torna o LGCP apto a aplicações em dispositivos ópticos.

Vidro fosfato XE "Vidro fosfato" - Óxido de Germânio XE "Óxido de Germânio" - Dispositivo Óptico XE "Dispositivo Óptico"

E390

SÍNTESE ENANTIOSELETIVA DE UMA DAS CADEIAS LATERAIS DO ÁCIDO ZARAGÓZICO

Eduardo Rodrigues Dias (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Paulo José Samenho Moran (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

A família de compostos naturais conhecidos por ácidos zaragózicos despertou a atenção da comunidade científica devido a sua comprovada atividade biológica inibidora envolvida na biosíntese do colesterol e no desenvolvimento de células cancerosas respectivamente. O objetivo do estudo é de se encontrar uma rota alternativa para a síntese enantioseletiva de uma das cadeias laterais do ácido zaragózico através do uso de microorganismos para biotransformação do intermedário 3-benzil-1-cloro-3-buten-2-ona (1). Primeiramente realizou-se a reação do cloreto de benzila com o acetoacetato de etila em meio fortemente básico, e obteve-se o (-benzilacetoacetato de etila (2) com rendimento de 49.2%. Para caracterização do produto fez-se CG-MS (cromatografia gasosa acoplado com espectometro de massas). Posteriormente reagiu-se o composto 2 com etileno glicol em benzeno, sob refluxo, afim de proteger a carbonila cetônica, obtendo-se o 2-(2-metil-1,3-dioxolan-2-il)-3-fenilpropanoato de etila (3) com rendimento de 97%. Caracterizou-se o produto por ressonância magnética e análise por IV (infravermelho). A redução do grupo éster do composto 3 à alcool primário (4) está sendo realizada com a utilização de hidreto de lítio alumínio como agente redutor. Após esta etapa, será realizada a desproteção de 4 seguida da formação do enolsilil éter e sua cloração obtendo-se assim o composto 1.

Ácido Zaragózico XE "Ácido Zaragózico"  - Biotransformações XE "Biotransformações"  - Microorganismos XE "Microorganismos"

E391

Preparação enantioselitiva de neolignanas

Rodrigo dos Santos Martins (Bolsista SAE/UNICAMP), Prof. Dr. Paulo José Samenho Moran (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

A preparação e redução enantiosseletiva de dicetonas mediada por microorganismos pode produzir percussores de inúmeras moléculas orgânicas, como as neolignanas, que apresentam atividades contra Leishmania donovani. Neste trabalho, a síntese da dicetona deu-se partindo-se do metoxibenzeno numa acilação de Friedel-Crafts com anidrido propiônico obtendo o para-metoxibenzeno-1-propanona em 71,6% de rendimento. A partir deste produto, realizou-se a reação de nitrosação através do método modificado descrito por Slater, onde ao invés de se usar éter etílico como solvente usou-se diclorometano afim de eleminar a competição do solvente na protonoção do reagente tornando a reação mais efetiva. Assim, conseguiu-se sintetizar a 1-(4-metoxibenzeno)-2-oxima-1-propanona com 76,4% de rendimento e através de sua hidrólise obter a 1-(4-metoxi-benzeno)-1,2-propanodiona com 20,7% de rendimento. Em seguida, a dicetona foi reduzida por fermento de pão (Saccharomyces cerevisiae) aplicando-se a metodologia proposta por Nakamura obtendo-se a 1-(4-metoxi-benzeno)-1-oxo-2-propanol. Os resultados alcançados, até o momento, indicam a viabilidade da rota sintética proposta para se obter as neolignanas.

Dicetonas  XE "Dicetonas" - Neolignanas  XE "Neolignanas" - Biorredução XE "Biorredução"

E392

ÁCIDO ABIÉTICO COMO MATÉRIA PRIMA EM SÍNTESE ORGÂNICA. PREPARAÇÃO DE UM IMPORTANTE INTERMEDIÁRIO NA SÍNTESE DE SESQUITERPENOS DA CLASSE DRIMANO

Maria Luiza Ladeira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Paulo Mitsuo Imamura (Orientador), Instituto de Química ? IQ, UNICAMP

O material de partida utilizado para realização desse projeto foi o ácido abiético, um diterpeno encontrado em abundância na resina extraída de Pinnus eliottiis. Após a reação de isomerização da resina bruta, em meio ácido, seguida de extração ácido/base, obteve-se o ácido abiético como produto principal. Uma pequena amostra foi esterificado com diazometano para confirmar o produto, o abietato de metila. Devido a grande quantidade de ácido a ser esterificado, realizou-se testes de esterificação com carbonato de dimetila em acetonitrila e microonda. O abietato de metila assim obtido foi, em seguida, tratado com ozônio para clivar seletivamente a ligação olefínica do anel C. Obteve-se deste modo o ozonídeo esperado (estável) em 46% de rendimento. Uma amostra deste ozonídeio foi recentemente encaminhado ao Instituto FIOCRUZ, em Belo Horizonte, para realizar teste de atividade como anti-malárico. Algumas das etapas realizadas foram devidamente otimizadas levando em conta não apenas a pureza e os rendimentos obtidos, mas também o manuseio e descarte dessas substâncias.

Ácido Abiético  XE "Ácido Abiético" - Sínton Quiral XE "Sínton Quiral"  - Ozonídeo XE "Ozonídeo"

E393

VOLUME EXCESSO DE SOLUÇÕES LÍQUIDAS BINÁRIAS DE ÁGUA + SOLVENTES ORGÂNICOS A DIFERENTES TEMPERATURAS E PRESSÃO ATMOSFÉRICA

Ana Carolina Manfrinato Marchiore (Bolsista PIBIC/CNPq), Prof. Dr. Pedro Luiz Onófrio Volpe (Orientador) e Dr. Ricardo Belchior Tôrres (Co-orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Na termodinâmica aplicada às soluções reais é comum descrever-se o desvio do comportamento ideal das grandezas termodinâmicas por meio de funções (ou grandezas) excesso. Utilizando um densímetro de oscilação mecânica, determinou-se valores de densidade para obtenção dos valores teóricos de volume molar excesso (VE) de soluções aquosas binárias de dimetilsulfóxido, dioxano, formamida, dimetilformamida ou dimetilacetamida, em função da composição e da temperatura e à pressão atmosférica. Os sistemas exibiram valores negativos de VE em todas as temperaturas estudadas. O comportamento de VE é resultado de efeitos químicos, físicos e estruturais: as interações físicas envolvendo, principalmente, interações não específicas e a quebra da ordem do líquido quando os diferentes componentes são misturados contribuem positivamente no comportamento do VE; as interações químicas ou específicas, tais como a formação de complexos e as ligações de hidrogênio e também os efeitos estruturais, advindos das acomodações intersticiais, contribuem negativamente no comportamento do VE. Os valores negativos do VE sugerem que os efeitos estruturais e as interações específicas prevalecem sobre os efeitos físicos para todos os sistemas estudados.

Propriedades Volumétricas XE "Propriedades Volumétricas"  - Água XE "Água"  - Soluções Binárias XE "Soluções Binárias"

E395

ESTUDO MICROCALORIMÉTRICO DO EFEITO DA ADIÇÃO DE Na2SO4 E N-PENTILSSULFATO DE SÓDIO SOBRE A RESPIRAÇÃO DA Chromobacterium violaceum

Ana Paula Barbosa e Prof. Dr. Pedro Luiz Onófrio Volpe (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Chromobacterium violaceum é uma bactéria gram-negativa, encontrada em regiões tropicais, sendo que no Brasil sua maior ocorrência é nas águas do Rio Negro. Considerada como não patogênica, existem alguns relatos de casos fatais de septicemia causada por essa bactéria. Sua principal característica é a produção de um pigmento violeta chamado violaceína, cujos efeitos têm sido investigados e reportados sobre a atividade bactericida, letalidade sobre protozoários e amebas entre outros. Nesse trabalho pesquisou-se os compostos químicos que tem em comum o grupo sulfato (o qual é metabolicamente inerte, mas que alguns microorganismos podem utiliza-lo como fonte de energia) sobre a ativação metabólica da C. violaceum. Para tanto se utilizou a microcalorimetria de fluxo, uma técnica analítica não específica para caracterizar processos de crescimento e morte de microorganismos. Por meio dessa técnica, o efeito térmico produzido por todos os eventos metabólicos que ocorrem no meio de cultura podem ser registrados em tempo real, sem que o processo seja perturbado. Para o estudo do efeito de compostos químicos sobre os microrganismos é necessário observar a diferença entre o efeito térmico produzido nas incubações onde o composto está presente e na incubação controle. Observou-se que tanto o ânion sulfato do sal inorgânico como o ânion n-alquilssulfato apresentaram elevação no registro do efeito térmico decorrente do metabolismo de respiração da C. violaceum.

Microcalorimetria de fluxo XE "Microcalorimetria de fluxo"  ? C. violaceum XE "C. violaceum"  - Compostos Químicos com Grupo Sulfato XE "Compostos Químicos com Grupo Sulfato"

E394

ESTUDO CINÉTICO EM TEMPO REAL DO PROCESSO DE HIDRATAÇÃO DO TRIPOLIFOSFATO DE SÓDIO

Renato Pimentel dos Santos (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Pedro Luiz Onófrio Volpe (Orientador), Instituto de Química ? IQ, UNICAMP

O tripolifosfato de sódio é um agente coadjuvante do sabão em pó e foi utilizado como objeto de estudo em nosso projeto. Este coadjuvante é o responsável pela redução da dureza da água, evitando que cátions Ca2+ e Mg2+ precipitem na forma de sal do detergente durante o processo de limpeza. O trabalho teve como objetivo o desenvolvimento de um método de acompanhamento cinético do processo de hidratação do tripolifosfato de sódio, individualmente e incorporado na massa do sabão em pó. Foi utilizada uma amostra de tripolifosfato de sódio, que foi submetida à umidade controlada em um sistema contido dentro de uma caixa de isopor, que continha um borbulhador de água (Trapp) e um béquer com um higrômetro digital e um recipiente com a amostra. A massa da amostra foi medida periodicamente em uma balança analítica para que se observasse o aumento de massa em função do tempo. Antes da realização das medidas, foi realizado um teste preliminar com atmosfera saturada de umidade. Além da análise gravimétrica, pretende-se realizar a análise termogravimétrica, para a observação da variação de massa do tripolifosfato de sódio com o aumento da temperatura.

Tripolifosfato XE "Tripolifosfato"  ? Hidratação XE "Hidratação"  - Sabão XE "Sabão"

E396

ALCALÓIDES INDÓLICOS DAS RAÍZES DE Rauvolfia weddeliana (Apocynaceae)

Ludmila de Carvalho Fidale (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Raquel Marques Braga (Orientadora), Instituto de Química ? IQ, UNICAMP

Plantas do gênero Rauvolfia, pertencentes à família Apocynaceae, são usadas há tempos como fonte de agentes terapêuticos. Este projeto visa o isolamento dos alcalóides indólicos contidos no cerne da raiz da espécie Rauvolfia weddeliana, coletada em Rondonópolis e Buritis (MG). O extrato etanólico, obtido por extração em Soxhlet, após o tratamento ácido-base, forneceu os extratos CHCl3 ácido (CA) e básico (CB). O CA foi purificado por cromatografia em coluna de sílica gel e cromatografia de camada preparativa. Foram isolados a 18-hidroxi-yoimbina, a pseudoreserpina e dois alcalóides indólicos ainda não relatados na literatura. Os compostos foram caracterizados por espectroscopia de RMN-1H, 13C, COSY, DEPT e HSQC e por espectrometria de massas. Realizou-se o teste de inibição de acetilcolinesterase por cromatografia de camada delgada para a 18-hidroxi-yoimbina e um alcalóide inédito, variando a concentração de 16 a 0,2 mM. A galantamina (0,1mM) foi utilizada como padrão de inibição. Após a eluição das placas, as soluções de iodeto de acetiltiocolina (2mM), ácido 5,5`-ditiobis-(2-nitrobenzóico) (2mM) e a acetilcolinesterase, isolada de peixe elétrico (Tipo VI-s, Sigma) (6U/mL), foram borrifadas nas placas. Após 5 min a placa adquiriu uma coloração amarelada, exceto nos locais de inibição, onde se visualizam manchas brancas. Os alcalóides testados demonstraram ter atividade de inibição até concentração de 2 mM.

Alcalóides Indólicos XE "Alcalóides Indólicos"  - Rauvolfia weddeliana XE "Rauvolfia weddeliana"  - Acetilcolinesterase XE "Acetilcolinesterase"

E397

Heterogeneização de complexos de paládio pelo processo sol-gel e sua aplicação em reações de acoplamento C-C

Ramon Matos Rios (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Regina Buffon (Orientadora), Instituto de Química ? IQ, UNICAMP

Reações de formação de ligações C-C, em particular as catalisadas por paládio, são muito importantes em síntese orgânica, pois permitem a preparação de moléculas complexas a partir de precursores simples. Dentre as mais conhecidas estão os acoplamentos de Suzuki. A reação de acoplamento de Suzuki apresenta um grande potencial de aplicação industrial. Algumas alternativas para a heterogeneização de catalisadores homogêneos são bastante interessantes para a recuperação do catalisador no final do processo. Nesse trabalho, complexos de paládio foram imobilizados em matrizes de sílica através do processo sol-gel, através de hidrólise/condensação de tetrametilortossilicato e em matrizes híbridas contendo o espaçador orgânicos 1,4-bis(trietoxissilil)benzeno. O número de rotação calculado para a catálise homogênea foi de 106 em 5 horas de reação, o dobro do valor obtido com o catalisador heterogeneizado (51,4). O catalisador heterogêneo contendo o espaçador orgânico foi preparado, mas ainda não foi testado. A imobilização através do uso de ligantes fosfina contendo um grupo hidrolisável, assim como o estudo da reutilização dos sistemas heterogeneizados ainda estão em andamento.

Sol-gel XE "Sol-gel"  - Catálise XE "Catálise"  - Paládio XE "Paládio"

E398

Influência do pH e da força iônica na agregação de protoporfirinas

Daniela Alves Brasil (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Renato Atílio Jorge (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

A agregação afeta as propriedades fotofísicas da molécula. Para uma melhor compreensão do fenômeno foi realizado um trabalho utilizando-se a protoporfirina IX e seus derivados metálicos de Mg e Zn, variando-se o pH e a força iônica. A agregação foi analisada através do espalhamento de luz (RLS) e da absorção de luz e emissão de fluorescência. As soluções estudadas continham as protoporfirinas (5 (mol L-1) em solução aquosa de dimetil sulfóxido (5% v/v) de vários pH?s (1, 5 e 12) e de várias concentrações de NaCl (0,1; 0,2 e 0,3 mol L-1). Não houve espalhamento de luz em pH 1 para todas as protoporfirinas (Pps). A intensidade dos picos de absorção e de fluorescência também são maiores do que nos outros pH?s, indicando que as (Pps) estão monomerizadas em pH 1. Em pH 12 também não ocorreu espalhamento, no entanto o espectro de absorção foi típico da dimerização. Observou-se um enorme espalhamento de luz para todas as Pps em pH 5 e menor intensidade dos picos de absorção e fluorescência do que em outros pH?s. Estes resultados indicaram que em pH 5 as Pps estão totalmente agregadas. Fixando-se o pH em 12, observou-se que as intensidades de absorção e de fluorescência diminuíram com o aumento da força iônica enquanto o espalhamento aumentou. Não houve efeito da força salina em outros pH?s. Conclui-se, portanto, que a agregação das Pps é dependente do pH e da força iônica.

Protoporfirina  XE "Protoporfirina" - Agregação  XE "Agregação" - Influência do pH XE "Influência do pH"

E399

InfluÊncia do pH na fotooxidação do triptofano por azul de toluidina

Juliana Machado da Silveira Alves (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Renato Atilio Jorge (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

A terapia fotodinâmica foi desenvolvida recentemente e baseia-se na administração sistêmica de um composto fotossensível, sua acumulação no tecido doente, irradiação de luz e a destruição do tumor. A fotodestruição dos tecidos pode ocorrer através da geração de radicais livres altamente reativos via reações de transferência de elétrons (tipo I) ou de oxigênio singlete via reações de transferência de energia (tipo II). Este projeto investiga a fotooxidação de tripotofano por azul de toluidina. Pottier e colaboradores (Photochem. Photobiol. (1975), 22, 59-61) calcularam que o azul de toluidina aumenta a produção de oxigênio singlete em 4 vezes quando o pH aumenta na faixa de pH de 5 a 9, com uma variação máxima no pH 7. Foram preparadas soluções aquosas contendo 3 (M de AT e 50 (M de TRP nos pH?s 1; 7,4 e 11,4, previamente saturadas com O2, e irradiadas com uma lâmpada de halogênio de 100 W. A fotooxidação foi acompanhada pela redução da intensidade de emissão de fluorescência do TRP durante 56 minutos, com medidas em intervalos de 7 minutos. A excitação e a emissão de fluorescência do TRP foram realizadas em 280 nm e 350 nm, respectivamente. A constante de velocidade de fotooxidação de pseudo-primeira ordem (k) foi determinada através do coeficiente angular da reta do gráfico logarítmico da fluorescência versus tempo, obtendo-se os para k de: (2,13 ( 0,03) x 10-5 s-1, (8,8 ( 0,7) x 10-5 s-1 e (6,2 ( 0,5) x 10-5 s-1 para os pH?s 1; 7,4 e 11,4, respectivamente. Estes resultados são compatíveis com a os valores calculados da produção de oxigênio singlete por Pottier e colaboradores4.

Terapia Fotodinâmica XE "Terapia Fotodinâmica"  - Azul de Toluidina XE "Azul de Toluidina"  - Influência de pH XE "Influência de pH"

E400

ESTUDO DA HABILIDADE FOTODINÂMICA DA ROSA DE BENGALA E SUA DEPENDÊNCIA EM RELAÇÃO AO pH

Mariana Ribeiro (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Renato Atílio Jorge (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

A terapia fotodinâmica é uma nova técnica para tratamento de câncer que se baseia na administração de um fotossensibilizador (FS) que, quando excitado por uma fonte de luz visível tem a capacidade de gerar formas reativas de oxigênio capazes de destruir células tumorais. Esta técnica já é utilizada clinicamente em diversos países e começa a ser introduzida no Brasil, o que torna interessante o estudo de novos FS que apresentem melhor relação benefício/eficiência. Neste estudo avaliou-se a capacidade da Rosa de Bengala (RB) em foto-oxidar biomoléculas como triptofano (TRP), albumina bovina (BSA) e eritrócitos (ER), e as suas propriedades fotodinâmicas quanto ao pH do meio, verificando sua capacidade de foto-oxidar TRP. A RB mostrou-se eficiente na destruição de BSA em pH 7e dos eritrócitos em pH 7,4. Observou-se também que a constante de velocidade de foto-oxidação (k) para TRP é maior quanto mais elevado seu pH. Isso ocorre, provavelmente, devido à relação entre os valores de diferença de energia entre as espécies oxigênio singlete e RB triplete, e variação de energia entre orbital molecular desocupado LUMO do ¹O2 e o orbital molecular HOMO do TRP, que se for muito elevada enfraquece a interação e, portanto o valor de k decresce.

Terapia Fotodinâmica XE "Terapia Fotodinâmica"  - Rosa de Bengala XE "Rosa de Bengala"  - pH XE "pH"

E402

ESTUDO CONFORMACIONAL DO TRANS-2-CLORO-1-BROMOCICLOEXANO

Celina Morimoto Tani, Prof. Dr. Paulo Roberto de Oliveira (Co-orientador) e Prof. Dr. Roberto Rittner (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

O comportamento conformacional dos cicloexanos 1,2-dissubstituídos tem sido explicado principalmente em termos estéricos envolvendo os grupos substituintes. O objetivo deste trabalho é verificar o comportamento do equilíbrio conformacional do trans-2-cloro-1-bromocicloexano em diferentes solventes, para verificar qual efeito estérico é predominante, o gauche ou o syn-1,3-diaxial. Através do estudo do efeito do solvente, utilizando os valores de fração molar (Xee) obtidos das constantes de acoplamento 3JH,H calculados pelo programa PCModel para os confôrmeros diaxial (3Jaa) e diequatorial (3Jee), separadamente, associados aos valores de 3Jobs experimentais, pôde-se verificar que a proporção do confôrmero diequatorial aumenta de 26% em CCl4 para 76% em DMSO. Estes resultados mostram que o confôrmero mais polar (diequatorial) é favorecido em solventes polares, e que apesar dos grupos substituintes serem volumosos, o efeito gauche é minimizado devido a estabilização dipolar provocada pelos solventes mais polares. O valor de (E=1,59 kcal/mol obtido pelo método Hartree Fock, com o conjunto de base 6-31g(d,p), mostra que, no vácuo, a proporção do confôrmero diaxial é de 94% no equilíbrio, indicando que quando não há a presença do solvente, o efeito repulsivo gauche é predominante.

Análise Conformacional XE "Análise Conformacional"  - Efeito do Solvente XE "Efeito do Solvente"  - RMN de 1H XE "RMN de 1H"

E403

EFEITO DA CONCENTRAÇÃO E DO SOLVENTE NO EQUILÍBRIO CONFORMACIONAL DO CIS-3-ETÓXICICLOEXANOL

Danilo Santos Ortiz, Prof. Dr. Paulo Roberto de Oliveira (Co-orientador) e Prof. Dr. Roberto Rittner (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

O objetivo deste trabalho é verificar como a ligação de hidrogênio influencia o equilíbrio conformacional do cis-3-etoxicicloexanol (cis-3-ECOH), em diferentes concentrações (em CDCl3) e diferentes solventes. O estudo do efeito da concentração mostrou que a proporção do confôrmero diequatorial aumenta de 41 para 45% no equilíbrio, com o aumento da concentração de 0,05 para 0,40 mol L-1. Esta variação é menor do que a ocorrida para o composto análogo estudado em nosso laboratório (cis-3-metóxicicloexanol), porque o cis-3-ECOH faz uma ligação de hidrogênio intramolecular mais forte. Analisando o estudo do efeito do solvente, pode-se observar com base nos valores Xee que o confôrmero diaxial é predominante em solventes apolares, por fazer ligações de hidrogênio intramoleculares, mas o confômero diequatorial passa de 37% em CCl4 para 97% em DMSO, visto que este interage mais facilmente com as moléculas de solvente pôr ser menos estericamente impedido que o confôrmero diaxial. O aumento da proporção do diequatorial segue a ordem da basicidade do solvente, fato este observado pela primeira vez em estudos de análise conformacional.

RMN de H1  XE "RMN de H1" - Análise Conformacional  XE "Análise Conformacional" - Ligação de Hidrôgenio Intramolecular XE "Ligação de Hidrôgenio Intramolecular"  XE "Ligação de Hidrôgenio Intramolecular"

E401

Estudo Conformacional de trans ? 2 ? Halociclopentanóis por RMN e Cálculos Teóricos

Jacqueline Cristine Tolentino Temistocles (Bolsista PIBIC/CNPq), Fabiana Yoshinaga (Co-orientador) e Prof. Dr. Roberto Rittner (Orientador), Instituto de Química ? IQ, UNICAMP

A análise conformacional de compostos com anéis de cinco membros tem sido pouco estudada devido à sua rápida interconversão entre os muitos confôrmeros. Anéis de cinco membros estão presentes em inúmeros compostos de interesse biológico como carboidratos, ácidos nucléicos, etc. Este trabalho descreve os resultados obtidos para o equilíbrio conformacional de trans-2-halociclo-pentanóis (halo=cloro e bromo), utilizando a constante de acoplamento 3JHH, em diferentes solventes e cálculos teóricos. Foi realizada uma otimização das geometrias e das energias dos possíveis confôrmeros utilizando o método B3LYP/6-311++G(d,p) com o programa GAUSSIAN98. Os cálculos forneceram apenas uma geometria estável. Obteve-se os espectros de RMN de 1H em diferentes solventes. Verificou-se que a constante de acoplamento 3JHH não apresenta uma variação significativa com a polaridade do solvente, sugerindo a existência de apenas uma conformação estável, como obtido pelos cálculos teóricos. Estes resultados foram confirmados pelos espectros obtidos na região do infravermelho em vários solventes, que apresentaram apenas uma banda para o estiramento C ? O.

Análise Conformacional XE "Análise Conformacional"  - RMN XE "RMN"  - trans ? 2 ? halociclopentanóis XE "trans ? 2 ? halociclopentanóis"

E404

INFLUÊNCIA DAS INTERAÇÕES HIPERCONJUGATIVAS NO ACOPLAMENTO 1JCH EM 1,3 DIOXOLANO E 1,3 DITIOLANO. ESTUDO TEÓRICO E EXPERIMENTAL

Viviane Karcher (Bolsista CNPq), Cláudio Francisco Tormena (Co-Orientador) e Prof. Dr. Roberto Rittner (Orientador), Instituto de Química ? IQ, UNICAMP

A constante de acoplamento indireto spin-spin a uma ligação, em especial 1JCH, é uma ferramenta importante para estudos de efeitos estereoeletrônicos hiperconjugativos. Cálculos teóricos de constantes de acoplamento vem sendo utilizados para elucidar as interações entre os spins nucleares e o sistema eletrônico no caminho do acoplamento. As Interações hiperconjugativas foram estudadas nos compostos 1,3-dioxolano e 1,3-ditiolano, através do método B3LYP para calcular as geometrias, as energias e as constantes de acoplamento 1JCH, que foram obtidas através da teoria FPT e o método B3LYP. Os resultados dos cálculos foram comparados com medidas experimentais do acoplamento 1JCH. A análise conjunta dos dados teóricos e experimentais mostram que a interações predominantes são nO((*CH e nS((*CH, para os respectivos compostos, sendo oposto ao observado para os anéis heterocíclicos de seis membros, evidenciando que pequenas mudanças na estrutura molecular causam profundas alterações na estrutura estereoeletrônica.

Interações Hiperconjugativas XE "Interações Hiperconjugativas"  - Constantes de Acoplamento XE "Constantes de Acoplamento"  - Cálculos Teóricos XE "Cálculos Teóricos"

E405

DETERMINAÇÃO DA VISCOSIDADE EM ADESIVOS UTILIZANDO QUIMIOMETRIA E ESPECTROSCOPIA NO INFRAVERMELHO

Joana Guilares de Aguiar (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Ronei Jesus Poppi (Orientador), Instituto de Química ? IQ, UNICAMP

O procedimento usual para determinação de viscosidade nas indústrias adesivas, além de ser demorado gera resíduo. Porém, com as técnicas espectroscópicas no infravermelho aliada aos tratamentos matemáticos e estatísticos é possível agilizar as medidas, obter resultados com precisão e sem a necessidade de gerar resíduo. Neste trabalho, foram utilizadas ferramentas quimiométricas, como a Análise por Componentes Principais (PCA) e a Calibração Multivariada baseada no Método dos Mínimos Quadrados Parciais (PLS) com seleção de intervalos (iPLS). Foram previstos os valores de viscosidade de adesivos sensíveis à pressão base solvente do tipo crepe utilizando-se Reflectância Total Atenuada (ATR). Foram desenvolvidos dois modelos pelo PLS, um considerando as informações contidas no espectro todo e outro considerando somente as informações contidas na região espectral selecionada pelo iPLS (de 1375 a 1565 cm-1). Os erros relativos obtidos pelos modelos foram da ordem de 3-4% e pôde-se observar uma queda de 77%, do erro global, do segundo modelo em relação ao primeiro, significando que a região selecionada está intimamente ligada à viscosidade do tipo de adesivo trabalhado.

Adesivos XE "Adesivos"  ? Infravermelho XE "Infravermelho"  - Quimiometria XE "Quimiometria"

E406

DETERMINAÇÃO DE CARGAS E DIPOLOS ATÔMICOS PARA MODELAR MOMENTOS DIPOLARES E INTENSIDADES VIBRACIONAIS NO INFRAVERMELHO DE MOLÉCULAS

Sérgio Henrique Dias Marques Faria (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Roy Edward Bruns (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

A estrutura eletrônica de uma molécula contém informações valiosas sobre suas propriedades. Esta estrutura pode ser representada por cargas atômicas. Uma maneira de melhorar a descrição da densidade eletrônica de uma molécula é adicionar dipolos atômicos às cargas atômicas. Planejamentos fatoriais 22 foram realizados para investigar os efeitos de mudanças das funções de base 6-31G(d,p) e 6-311++G(3d,3p) e mudanças no nível de tratamento de correlação eletrônica do nível Funcional de Densidade (B3LYP) para Teoria de Perturbação de Møller-Plesset de ordem 2 (MP2). Os cálculos foram realizados utilizando-se o programa Gaussian 98 e Chemomatrix. Mudanças de base e no nível de correlação eletrônica afetam mais os valores de carga do que os valores de dipolos atômicos para as moléculas NH3, HFCO e F2CO, enquanto que esses fatores afetam mais os dipolos para o H2CO. Para a carga do nitrogênio do NH3, a mudança de base resulta numa perda de 0,09 e- na densidade eletrônica acerca desse átomo, mas não afeta o seu dipolo atômico. Os efeitos da função de base e do nível de tratamento de correlação eletrônica afetam as cargas e os dipolos dos átomos de carbono, oxigênio e flúor bem mais do que o átomo de hidrogênio. O planejamento fatorial se mostra ser uma ferramenta bastante útil na análise de mudanças nas estruturas eletrônicas destas moléculas.

Cargas XE "Cargas"  - Dipolos Atômicos XE "Dipolos Atômicos"  - Estrutura Eletrônica XE "Estrutura Eletrônica"

E407

PRÉ-CONCENTRAÇÃO DE ZINCO COM ZINCON E DETERMINAÇÃO POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA

Mariana Gonçalves De Martino (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Solange Cadore (Orientadora), Instituto de Química ? IQ, UNICAMP

O desenvolvimento de métodos sensíveis para a determinação de zinco justifica-se pela sua essencialidade para o ser humano e para o meio ambiente. A Espectrometria de Absorção Atômica com Chama é uma técnica simples e rápida mas algumas vezes não fornece sensibilidade suficiente para a análise e, nestes casos, recomenda-se uma etapa de pré-concentração, como a extração líquido-sólido com adsorventes sólidos modificados por reagentes orgânicos. Neste trabalho avaliou-se o potencial do zincon como reagente para a pré-concentração de zinco. O reagente foi imobilizado na superfície de diferentes materiais mas os melhores resultado foram obtidos com a resina Dowex 1X8-200. A melhor razão resina/zincon foi 1% (m/m). O sistema de pré-concentração consiste na passagem de uma solução contendo zinco por colunas de vidro preenchidas com 200 mg do material modificado. O complexo zinco-zincon fica retido na coluna e é eluído pela passagem de 10 mL de HNO3 0,1 mol L-1. A recuperação do metal é quantitativa em pH 7,0-8,0. Nas condições otimizadas obtém-se um fator de pré-concentração de 25 vezes e o material sólido modificado pode ser re-utilizado pelo menos 7 vezes, sem perda no sinal analítico. O zincon mostrou ser um ótimo reagente para a pré-concentração de zinco.

Pré-Concentração XE "Pré-Concentração"  ? Zinco XE "Zinco"  - Zincon XE "Zincon"

E408

DETERMINAÇÃO DE FLUOROQUINOLONAS POR ANÁLISE POR INJEÇÃO EM FLUXO E CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA

Carlos Eduardo de Sousa Silva (Bolsista SAE/UNICAMP), Prof. Dr. Felix G.R. Reyes e Profa. Dra. Susanne Rath (Orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

A Norfloxacina (NFX) é um antimicrobiano sintético do grupo das fluoroquinolonas (FQ) de largo espectro, amplamente empregada na medicina humana para tratamento de infecções diversas. O objetivo deste projeto é o desenvolvimento de um método FIA com detecção espectrofotométrica para determinação de NFX em medicamentos e sua validação por cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE). A reação empregada no sistema FIA foi baseada na formação de complexo entre a NFX e Fe(II). O sistema FIA foi otimizado e validado mediante avaliação dos seguintes parâmetros: faixa linear, linearidade, sensibilidade, LOQ, precisão e exatidão. A exatidão foi avaliada mediante comparação de métodos, empregando para tanto a CLAE/DAD. A quantificação de NFX por CLAE foi realizada mediante padronização interna com Enrofloxacina, empregando uma coluna C18-cátion. A fase móvel foi composta de tampão fosfato de sódio 0,05 mol L-1, pH 3,0 + acetonitrila (85+15 v/v). Embora a CLAE seja o método oficial para a determinação de FQ em medicamentos, o método FIA oferece uma alternativa atraente para a determinação do princípio ativo em formulações farmacêuticas, pela simplicidade de instrumentação, elevada freqüência analítica, custo reduzido e baixa geração de resíduos. Os dois métodos serão empregados na análise de medicamentos, contendo NFX como princípio ativo.

Norfloxacina XE "Norfloxacina" - FIA XE "FIA"  - CLAE XE "CLAE"

E409

DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS: CARACTERIZAÇÃO E DETERMINAÇÃO DE PRODUTOS DE OXIDAÇÃO DA DOPAMINA

Marcelo Francisco de Azevedo Silva (Bolsista SAE/UNICAMP), Eduardo Winter (Colaborador) e Profa. Dra. Susanne Rath (Orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

A dopamina (DA), encontrada no hipotálamo e em áreas do SNC e periférico, é um composto instável, podendo sofrer oxidação em soluções neutras e alcalinas na presença de oxigênio ou metais, levando ao estresse oxidativo e desenvolvimento de doenças neurodegenerativas. O objetivo do presente projeto foi estudar a reação de oxidação da DA na presença de Fe e Hg, empregando para tanto a cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE/DAD), espectrofotometria e espectrometria de massa em tandem (MS/MS). A reação de oxidação da DA com o Hg(II) foi realizada com concentração equimolar (1,0 x 10-3 mol L-1) em pH 7,0. Após 15 min de reação, a concentração de DA diminui em 25% e 3 produtos, entre esses o dopaminocromo (DAC), caracterizado por seu comprimento de onda (480 nm), foram identificados por CLAE. O DAC formado também é instável e após 30 min a solução adquire coloração preta e um precipitado polimérico é observado, indicando a formação de melanina, produto também formado pela auto-oxidação da DA. Após 10 dias, a DA sofreu degradação em 74% e outros produtos de maior polaridade foram formados. Com Fe a reação é mais lenta e, em comparação com a auto-oxidação da DA, verifica-se que o Hg(II) atua como catalisador. Os produtos formados serão confirmados por MS/MS.

Dopamina XE "Dopamina" - Metais de Transição XE "Metais de Transição" - CLAE XE "CLAE"

E410

BLENDAS DE NYLON-6/POLIPROPILENO PARA FABRICAÇÃO DE FIBRAS

André Luís Silveira (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr Ulf Friedrich Schuchardt (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP

Os tecidos fabricados a partir de fibras de nylon-6 possuem um custo relativamente alto, sendo a matéria prima responsável por grande parte deste custo. Deste modo, seria interessante adicionar ao nylon-6 pequenas quantidades de polímeros de menor custo, como polipropileno, de forma que fosse possível fabricar fibras e tecidos com características similares àqueles constituídos por nylon-6 puro.Neste trabalho, blendas de nylon-6/polipropileno foram sintetizadas em proporções variáveis. Constatou a incopatibilidade entre os polímeros constituintes das blendas. Para melhor compatibilização do sistema, adicionamos anidrido maleico, em quantidades variadas. As blendas foram avaliadas quanto às suas propriedades mecânicas, térmicas e morfológicas utilizando calorimetria diferencial de varredura (DSC), análise termogravimétrica (TGA), microscopia eletrônica de varredura (MEV), ensaios mecânicos de tração e teste de Molau. Podemos observar que não há grande diferença de estabilidade térmica entre as blendas formadas e os polímeros puros. As curvas de DSC mostraram que todas as blendas são imiscíveis em relação às suas fases amorfas, o que foi observado analisando o comportamento das temperaturas de transição vítrea. Além disso, não foi observada co-cristalização em nenhuma das blendas e a cristalização de uma fase em qualquer sistema não interfere na cristalização do outro, o que se constitui outra evidência de imiscibilidade. Os resultados em relação à cristalização das blendas foram confirmados pelas análises de difração de raios -X. A formação do copolímero que liga as fases, diminui a tensão interfacial e o tamanho dos domínios dispersos é confirmada pelo teste de Molau. Concluímos a viabilidade de se processar blendas Ny/PP/PPAM para a fabricação de fios.

Nylon-6 XE "Nylon-6"  ? Polipropileno XE "Polipropileno"  - Blendas XE "Blendas"

E411

PREPARAÇÃO IN SITU DA FTALOCIANINA DE COBALTO EM SUPERFÍCIE DE SÍLICA GEL POROSA E ESTUDO DA OXIDAÇÃO ELETROQUÍMICA DO ÁCIDO OXÁLICO

Marcos Toledo (Bolsista PIBIC/CNPq), Alzira M. S. Lucho e Prof. Dr. Yoshitaka Gushikem (Orientador), Instituto de Química ? IQ, UNICAMP

O principal objetivo desse trabalho é descrever um método para se obter ftalocianina de cobalto alojada nos poros de sílica gel porosa, através de uma reação in situ, e utilização desse material como catalisador em reação de eletro-oxidação de ácido oxálico. Primeiramente foi preparada uma solução de acetato de cobalto, na qual foi adicionado sílica gel, sendo essa mistura deixada em repouso. Esse material foi posteriormente reagido com ftalonitrila. Começou então a ser desenvolvido o trabalho eletroquímico com o material obtido, no qual foi utilizado uma pasta de carbono como eletrodo de trabalho. Primeiramente foi utilizada a voltametria de pulso diferencial, a fim de caracterizarmos o material. Posteriormente o material foi utilizado no estudo da eletrooxidação do ácido oxálico, sendo que nesse ponto utilizamos a voltametria cíclica e a cronoamperometria. O material demonstrou uma relação linear entre a concentração e a carga envolvida no processo de oxidação. O Cobalto (II) na superfície dos poros da sílica reagiu com a ftalonitrila produzindo a ftalocianina de cobalto bem dispersa. O processo de oxidação do ácido oxálico ocorre em 0,71 V (ECS). O pH não influencia o processo, o que nos mostra que as espécies eletroativas estão bem protegidas nos poros.

Sílica XE "Sílica"  - Ftalocianina de Cobalto XE "Ftalocianina de Cobalto"  - Eletroquímica XE "Eletroquímica"

LNLS - Laboratório Nacional de Luz Síncroton

E412

Estudos Cinéticos em Nanocilindros de Au Coloidais

Carolina Soares Novo (Bolsista FAPESP) e Daniela Zanchet (Orientadora), Laboratório Nacional de Luz Síncrotron - LNLS

A síntese coloidal de nanopartículas (NPs) anisotrópicas de Au e Ag é uma área de pesquisa de grande interesse, já que suas propriedades ópticas podem ser exploradas para o desenvolvimento de novas tecnologias. Soluções coloidais de Au e Ag são bastante conhecidas por suas cores características, originadas pela excitação de plasmons. Uma rota desenvolvida para a síntese de nanocilindros utiliza um surfactante (brometo de cetiltrimetilamônio) que forma micelas cilíndricas, que são parte do controle de forma. O mecanismo real que leva à formação de NPs anisotrópicas é ainda motivo de discussões. Aqui são apresentados estudos cinéticos na síntese de nanocilindros de Au, utilizando Espectroscopia Ultravioleta/Visível (UV/Vis) e Microscopia Eletrônica de Transmissão (MET), objetivando o entendimento dos parâmetros que determinam o crescimento das NPs. Em uma síntese típica, a adição de sementes de Au a uma solução aquosa de surfactante, íons de Au e agente redutor inicia a reação. No início, nada é observado no espectro UV/Vis. Conforme a síntese progride, um pico aparece em 520 nm, correspondendo à presença de NPs esféricas. Depois de 240 s, um segundo pico aparece em 635 nm, correspondendo à formação de cilindros curtos. O segundo pico desloca-se para maiores comprimentos de onda, indicando que o comprimento dos cilindros aumenta. Para melhor entender a reação, a observação direta das NPs tornou-se necessária, utilizando-se MET para analisar que tipos de partículas são obtidos a cada etapa da reação. Também foram colhidos dados de Espalhamento de Raios X a Baixos Ângulos, para ajudar na elucidação do papel das micelas na síntese.

Nanopartículas de Ouro  XE "Nanopartículas de Ouro" - Nanocilindros  XE "Nanocilindros" - Plasmon XE "Plasmon"

E413

SISTEMA DE MEDIDAS DE CAPACITÂNCIAS CONTROLADOS POR JFETS

Eduardo Gomes dos Reis (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Gilberto Medeiros Ribeiro (Orientador), Laboratório Nacional de Luz Síncrotron - LNLS e Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação - FEEC, UNICAMP

O objetivo deste trabalho é o estudo das propriedades eletrônicas e de spin de elétrons presos dentro de estruturas auto-formadas (self-assembly) denominadas pontos quânticos (QDs). Pretende-se construir um sistema que seja capaz de medir a capacitância de amostras com esses pontos quânticos quanto da absorção de elétrons. Para tal foi modelado um circuito utilizando diversas aplicações de amplificadores operacionais, tais como: conversores corrente-tensão, somadores, defasador controlado por tensão, etc. A introdução de JFETs e seu comportamento como resistência variável em função de seus parâmetros básicos foi estudado e aplicado nos circuitos acima. O método consiste em medir a capacitância de uma amostra a partir de uma capacitância conhecida(referência). O projeto encontra-se em fase de desenvolvimento mas espera-se que seja possível medir capacitâncias com uma precisão da ordem de attoFarads (10-18F). Uma vez concluído esse sistema iremos integrá-lo a um sistema de medidas de ressonâncias de spins: onde pretende-se detectar pequenas mudanças no estado de carga de pontos quânticos quando da absorção de microondas.

Medidas de Capacitâncias  XE "Medidas de Capacitâncias" - Semicondutores XE "Semicondutores"  - Nanoestruturas XE "Nanoestruturas"

PROJETOS DA ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS

Faculdade de Ciências Médicas

H414

HISTÓRIAS PARA CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS:MODOS DE INTERAÇÃO

Adriany Mantovan Lima (Bolsista PIBIC/CNPq/SAE) e Profa. Dra. Cecília Guarnieri Batista (Orientadora), Centro de Reabilitação Gabriel Porto - CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

Oportunidades múltiplas de interação, entre elas o contato com a literatura infantil, vêm sendo sugeridas para a educação de crianças com necessidades especiais. No presente trabalho, são analisados diferentes modos de contação de histórias/poesias para crianças com deficiência visual e dificuldades de aprendizagem. As crianças participantes (4-7 anos) foram divididas em dois grupos (histórias ou poesias) com apresentação direta ou dialogada da obra, com ou sem o apoio de livro ilustrado adaptado, seguidas ou não de atividades relacionadas. As sessões foram filmadas e transcritas, e elaboradas as seguintes categorias de verbalizações: a) narrador: tema do livro- literais e inferenciais; sem relação direta; organização da atividade; retorno (feedback); avaliação; b) criança: tema do livro- relação genérica, relação precisa, ou relação com vivências pessoais; sem relação direta; recusa da tarefa e fora do tema. Os resultados indicaram freqüências mais altas para as categorias relacionadas aos temas dos livros, com variação, entre as crianças, do grau de precisão. Os diálogos mais extensos ocorreram nas situações de narração com livro e realização de atividades. Considerou-se que a conjugação de propostas favoreceu a ocorrência de interações extensas, com múltiplas oportunidades de compreensão dos textos.

Crianças com Necessidades Especiais XE "Crianças com Necessidades Especiais"  - Modos de Contação de Histórias XE "Modos de Contação de Histórias"  ? Deficiência Visual XE "Deficiência Visual"

H415

Compreensão de Histórias Narradas para Crianças com Necessidades Educativas Especiais

Marina Biscuola de Sordi (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Cecília Guarnieri Batista (Orientadora), Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação ?Prof. Dr. Gabriel O.S. Porto? ? CEPRE - FCM, UNICAMP

A narração de histórias é uma importante estratégia para o desenvolvimento infantil. Partindo do princípio que a aprendizagem é um processo contínuo, propõe-se a verificação a longo prazo de quais os principais elementos de uma história, anteriormente apresentada mais de uma vez, são apreendidos a longo prazo por crianças com necessidades educativas especiais. O projeto foi realizado, no CEPRE-FCM, com quatro grupos de convivência para crianças com deficiência visual (cegueira ou baixa visão, 3-12 anos), várias delas com outras alterações no desenvolvimento. As sessões do projeto enfocaram os diferentes aspectos de duas histórias anteriormente contadas. As estratégias envolveram diálogos, atividades de representação e brincadeiras, centradas no tema das referidas histórias. As interações foram filmadas e transcritas. Foi elaborado um sistema com seis categorias para o narrador e cinco para as crianças, centradas nos níveis de compreensão das histórias. Os resultados indicaram maior freqüência nas categorias relacionadas à atividade proposta e ao conteúdo das histórias. Tal dado indica que as crianças permaneceram, a maior parte do tempo, no tema proposto. A moral da história foi abordada por todas as crianças, em diferentes níveis de precisão. Considera-se que o presente estudo contribuiu para a compreensão do processo de apreensão de histórias, em seus diferentes níveis.

Crianças com Necessidades Educativas Especiais XE "Crianças com Necessidades Educativas Especiais"  - Desenvolvimento e Aprendizagem XE "Desenvolvimento e Aprendizagem"  - Compreensão de Narrativas XE "Compreensão de Narrativas"

H416

O FAZ-DE-CONTA EM CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: IDENTIFICANDO HABILIDADES

Luciana Hueara, Carolina M. L. de Souza, Mariana Belloni, Flávia S. Tavares e Profa. Dra. Cecilia G. Batista (Orientadora), Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação ?Prof. Dr. Gabriel O.S. Porto? - CEPRE, Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP

A brincadeira faz-de-conta está relacionada ao uso de símbolos, e permite a identificação de habilidades cognitivas que nem sempre aparecem em atividades de avaliação mais formal. Em muitas avaliações, as crianças com deficiência são caracterizadas mais por seus déficits que por suas capacidades. O presente estudo buscou descrever modos de brincar de crianças com diagnóstico de deficiência visual (cegueira ou baixa visão), várias delas apresentando problemas orgânicos adicionais. Foram disponibilizados brinquedos representando situações cotidianas. A análise das transcrições das sessões por episódios indicou: pronto reconhecimento e uso funcional dos objetos por uma menina cega sem outras alterações; construção de narrativas elaboradas a partir dos objetos, por menino com baixa visão e queixas de dificuldade de concentração; atendimento de solicitações simples e manuseio de vários objetos, por menina cega com alterações no desenvolvimento e alguns comportamentos autistas. Considerou-se que a situação proposta, com brinquedos faz-de-conta e com a mediação do adulto, proporcionou o desenvolvimento de habilidades normalmente não explicitadas em atividades cotidianas e/ou dirigidas.

Faz-de-Conta XE "Faz-de-Conta"  - Crianças com Deficiência Visual XE "Crianças com Deficiência Visual"  - Desenvolvimento XE "Desenvolvimento"

H417

Reações de pais ao monitoramento audiológico de bebês com indicadores de risco para perda auditiva progressiva ou tardia

Mariana da S.Gonçalves (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. M. Fátima C. Françozo (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas ? FCM, UNICAMP

Esta pesquisa é parte de uma investigação mais ampla sobre monitoramento audiológico em bebês que apresentam indicadores de risco para perda auditiva progressiva ou tardia, desenvolvida no Centro de Atenção à Saúde Integral da Mulher e no Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação ?Prof. Dr. Gabriel Porto?. São sujeitos da pesquisa os pais de bebês que ficaram internados na UTI e que, embora tenham passado na triagem auditiva neonatal, precisam de monitoramento audiológico por apresentar indicadores de risco para a perda auditiva progressiva ou tardia. O papel dos pais no processo de monitoramento é essencial e por isso, buscou-se estudar as reações parentais ao monitoramento audiológico do bebê, no sentido de identificar a compreensão que têm sobre a necessidade do monitoramento e de descrever e analisar suas expectativas e sentimentos a cada avaliação.Os dados são coletados através de três entrevistas com os pais, quando trazem seus bebês para as avaliações.Os resultados parciais mostram que, inicialmente, nem sempre são claras para os pais as razões para o monitoramento. A primeira avaliação é esperada com preocupação por muitos pais, que temem possíveis resultados negativos. Alguns pais relataram ficar mais atentos a audição do bebê. Para os que não relataram preocupação, o monitoramento foi entendido como rotina.

Reações Parentais XE "Reações Parentais"  - Monitoramento Audiológio XE "Monitoramento Audiológio"  ? Perda Auditiva XE "Perda Auditiva"

H418

LINGUAGEM, IDENTIDADE E SURDEZ

Pamela Zacharias (Bolsista SAE/UNICAMP) e Zilda Maria Gesueli (Orientadora), Centro de Reabilitação Gabriel Porto - CEPRE, UNICAMP

Sobre a surdez, perpetua-se no senso comum idéias oriundas da área médica, que concebem o sujeito surdo como um doente que possui um déficit, uma desvantagem biológica. A presente pesquisa filiou-se a autores com uma concepção de surdez contrária a concepção citada acima. A surdez aqui foi considerada como uma experiência visual (Skliar, 1998), na qual o sujeito surdo é usuário de uma outra língua, a LS ? Língua de Sinais.Esta pesquisa fez um paralelo entre uma criança surda filha de pais surdos e uma criança surda filha de pais ouvintes, mostrando como é favorável ao sujeito surdo estar o quanto antes em contato com outros surdos interagindo em Língua de Sinais. Partindo do conceito de que o sujeito constitui-se à medida que interage com os outros (Geraldi, 1996) e de concepções nas quais a identidade se define através da alteridade (Kleiman, 1998), esta pesquisa entende que língua(gem) e identidade não se desvinculam, já que é através da língua que interagimos. Nesse contexto, a criança surda filha de pais ouvintes cresce e não tem acesso a língua falada pelos pais, assim, o processo pelo qual o sujeito constitui-se através da língua torna-se inviável. A interação com os pais e com a sociedade ouvinte fica deveras prejudicado, e se ocorre, não conduz a uma identidade, pois cria para o surdo um estereótipo que à medida que ?tenta? igualá-lo ao ouvinte, inferioriza-o (Perlin, 1998).

Surdez XE "Surdez"  - Linguagem XE "Linguagem"  - Identidade XE "Identidade"

Faculdade de Educação

H419

FORMAÇÃO DE PROFESSORES E TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL: ANÁLISE DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA

Adriana Lourenço (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Ana Maria Falcão de Aragão Sadalla (Orientadora), Faculdade de Educação ? FE, UNICAMP

A compreensão da constituição da docência a partir da perspectiva histórico-cultural é fundamental para que se busque auxiliar a promoção do desenvolvimento profissional docente e apontar quais são as contribuições desta abordagem psicológica. Obetivou-se analisar as bases dos processos psicológicos superiores e suas relações com o pensamento docente, bem como as relações entre pensamento e ações do professor a partir da teoria histórico-cultural. Realizou-se uma busca de artigos científicos nas fontes BBE (fornecida pelo INEP), Qualis e Scielo, que contemplassem o que a teoria histórico-cultural produziu sobre formação de professores. Após a busca, foi realizada uma leitura cuidadosa e feito um crivo de leitura em cada um dos artigos científicos. Depois, foram categorizados os trechos que atendiam ao objetivo, sendo cada passagem agrupada de acordo com suas categorias. Estas são: o professor e o ambiente escolar; conceitos gerais da teoria histórico-cultural e a teoria histórico-cultural e os cursos de formação de professores. Por fim, deve-se ressaltar que esta pesquisa pode contribuir para a melhor compreensão das contribuições da psicologia histórico-cultural à formação de professores.

Forrmação de Professores XE "Forrmação de Professores"  ? Teoria Histórico-Cultural XE "Teoria Histórico-Cultural"  ? Produção Científica XE "Produção Científica"

H420

O PENSAMENTO ENQUANTO ATIVIDADE PSICOLÓGICA SUPERIOR: ANÁLISE DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA

Angélica Sacconi Leme (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Ana Maria Falcão de Aragão Sadalla (Orientadora), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

A compreensão da constituição da docência a partir da perspectiva histórico-cultural é fundamental para auxiliar a promoção do desenvolvimento profissional docente e apontar as suas contribuições. Obetivou-se analisar as bases dos processos psicológicos superiores e suas relações com o pensamento docente, bem como as relações entre pensamento e ações do professor a partir da teoria histórico-cultural. Realizou-se uma busca de artigos científicos nas fontes BBE (fornecida pelo INEP), Qualis e Scielo, que contemplassem o que a teoria histórico-cultural produziu sobre pensamento enquanto atividade psicológica superior. Fez-se um crivo de leitura em cada um dos artigos científicos, sendo categorizadas as passagens que atendiam ao objetivo. Estas são: subjetividade; memória; linguagem; mediação semiótica; interação social; emoções; a afetividade como um fator determinante para as interações; pensamento e ação; a relação dialética entre o homem e seu meio; os conceitos de sentido e significado; internalização; o conceito de zona de desenvolvimento proximal e o aprendizado como impulsionador do desenvolvimento. Por fim, deve-se ressaltar que esta pesquisa pode contribuir para a melhor compreensão do pensamento do professor baseada nas contribuições da psicologia. histórico-cultural à formação de professores.

Atividade Psicológica XE "Atividade Psicológica"  ? Teoria Histórico-Cultural XE "Teoria Histórico-Cultural"  ? Produção Científica XE "Produção Científica"

H421

CURSINHOS POPULARES DO MUNICÍPIO DE CAMPINAS (1995 - 2004)

Marco Aurélio Alves (Bolsista PIBIC/SAE) e Profa. Dra. Ana Maria Fonseca de Almeida (Orientador), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

Essa pesquisa focalizou os Cursinhos Populares criados em Campinas entre 1995 e 2004. Procurou encontrar uma explicação para o aparecimento e o aumento do número dessas instituições ?informais?. Para isto, foi realizado um levantamento bibliográfico e um trabalho de campo que consistiu no mapeamento dos cursinhos, com descrição de suas características, e o estudo de dois casos particulares de cursinhos populares. Além disto, procurou-se traçar um perfil de seus idealizadores por meio de um questionário. Como resultado, foi construído um banco de dados que será útil para outros estudos sobre o tema. Na análise dos dados coletados, foi possível perceber que esses tipos de cursinhos vêm se expandindo rapidamente pelo município: em nove anos passou de 160 para mais de três mil vagas. No caso de Campinas, isso se relaciona com o engajamento de pessoas oriundas do ensino público ligadas à UNICAMP, principalmente estudantes, preocupadas com o caráter elitista dessa e de outras universidades públicas. Num contexto de aumento do desemprego e alta valorização dos diplomas de ensino superior, esse engajamento encontrou uma demanda forte por parte dos jovens de baixa renda que passam a ver nos cursinhos populares uma forma acessível de aumentar as chances de aprovação nos vestibulares.

Cursinhos XE "Cursinhos"  ? Pré-vestibular XE "Pré-vestibular"  - Educação XE "Educação"

H422

A PSICOLOGIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Andréa Pinheiro Zarattini Anastácio (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Ângela Fátima Soligo (Orientador), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

Alguns teóricos da educação acreditam que para ocorrer melhoras na sociedade para todos, é preciso buscar algumas tentativas para tornar ? se mais próspero o processo de formação de professores. É nesse sentido, que consiste meu trabalho, presenciar um curso destinado a professores em exercício na rede municipal de Campinas ? S.P.e as mudanças ao longo de suas formações. Semanalmente, presente na sala de aula eu procuro estar atenta às formas de pensamento e visões de mundo, que as quarenta alunas possuem. É importante lembrar que o aluno quando entra no curso de formação de professores carrega consigo uma vivência e uma série de conhecimentos que queira ele, ou não, serão levados em consideração para a construção de sua identidade como professor e sua atuação. O que venho constatando ao longo da minha pesquisa é que o professor elabora uma pedagogia a partir da sua experiência do dia - a - dia das aulas, do afastamento cultural com a população que ensina e da sua interpretação de pais e crianças trazidas do seu próprio cotidiano. Como aluna e pesquisadora da área educacional, afirmo que a fraqueza do ensino está na forma de como se ensina.

Psicologia XE "Psicologia"  ? Formação XE "Formação"  - Professores XE "Professores"

H423

Formação de Professores: um olhar sobre a Progressão Continuada e a Avaliação

Laila Raizer (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Ângela Fátima Soligo (Orientadora), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

O presente trabalho visa investigar a questão da progressão continuada e da avaliação, a partir das respostas dadas por professores candidatos a um curso de Pedagogia para professores em exercício. É nesta perspectiva que se coloca este trabalho: conhecer as representações de professores/ alunos de um curso de Pedagogia destinado a professores em exercício nas redes municipais de ensino, assim como as mudanças nessas representações, ao longo de sua formação. Foi realizada análise de núcleos temáticos das respostas de duas questões das provas: uma referente à avaliação e outra referente à progressão continuada. Posteriormente, foi feita análise de conteúdo destes núcleos temáticos, segundo o modelo de BARDIN (1977). Tal autora coloca que ?a análise de conteúdo pode ser uma análise dos significados (exemplo: a análise temática), embora possa também ser uma análise dos significantes (análise léxica, análise dos procedimentos). Por outro lado, o tratamento descritivo constitui um primeiro tempo do procedimento, mas não é exclusivo da análise de conteúdo? (p. 34). Concluindo, o que se procura estabelecer em uma análise é tentar uma correspondência entre as estruturas semânticas ou lingüísticas e as estruturas psicológicas ou sociológicas (BARDIN, p.41); neste trabalho a categoria psicológica que se investiga são as representações sociais.

Formação de Professores XE "Formação de Professores"  - Avaliação XE "Avaliação"  - Progressão Continuada XE "Progressão Continuada"

H424

representações de professores sobre a relação afeto-aprendizagem

Maria Fernanda de Assis Borges (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Ângela Fátima Soligo (Orientadora), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

Este trabalho estuda a questão da formação de professores, apontando coerências e incoerências em sua trajetória profissional, uma vez que a prática do professor relaciona-se às concepções que adota sobre os elementos da realidade escolar. Deste modo, o objetivo de minha pesquisa é conhecer as representações de professores sobre a relação ?afeto- aprendizagem?, a partir de respostas dadas no processo seletivo para formação de pedagogia de 2002, sendo o material referente a um Programa de Formação para Professores em Exercício. A metodologia utilizada foi a análise de conteúdo segundo o modelo de Bardin(1977), em que se procura estabelecer uma correspondência entre as estruturas semânticas ou lingüísticas e as estruturas psicológicas ou sociológicas; neste trabalho a categoria psicológica que se investiga são as representações sociais. Na realização da análise de conteúdo, observou-se que as respostas são bastante genéricas e que, na visão de boa parte das professoras, a carência afetiva dificulta a aprendizagem, sendo a mesma considerada o único fator de natureza afetiva que se relaciona com a aprendizagem. Deste modo, pela formação não ser suficiente a uma visão crítica, muitos professores acabam rotulando seus alunos, contribuindo assim para o fracasso escolar. Estes elementos indicam a relevância da formação dos professores em exercício, no contexto dos cursos de Pedagogia.

Formação de Professores  XE "Formação de Professores" - Afeto-Aprendizagem  XE "Afeto-Aprendizagem" - Representações Sociais XE "Representações Sociais"

H425

A INCLUSÃO ESCOLAR E AS DIFERENÇAS: REPRESENTAÇÕES DE PROFESSORES

Maria Isabel Donnabella Orrico (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Ângela Fátima Soligo (Orientadora), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

O presente trabalho teve por objetivo conhecer as representações de professores sobre a questão da inclusão escolar. O estudo teve como base as respostas dadas à perguntas das provas de um processo seletivo de graduação em Pedagogia para professores em exercício, e analise feita de acordo com o modelo de Bardin. O tema é relevante na medida em que a questão da formação de professores tem sido foco de interesse, visto a maneira como se encontra a situação atual da educação do país. A pesquisa revela que os professores em exercício estão ainda bastante inseguros e desinformados com relação ao tema da inclusão e das diferenças na escola. Consequentemente, a grande maioria não sabe lidar com os excluídos e termina por reforçar ainda mais as diferenças com seus pensamentos e atitudes. O estudo alcançou os resultados esperados e permite uma reflexão sobre a importância de uma boa formação aos professores na busca de diminuir ou acabar com a exclusão na escola e na sociedade.

Formação de Professores  XE "Formação de Professores" - Representação Social XE "Representação Social"  - Inclusão Escolar XE "Inclusão Escolar"

H426

ATITUDES E CRENÇAS EM RELAÇÃO À VELHICE EM ESTUDANTES DE PEDAGOGIA, DE MEDICINA, DE ENFERMAGEM E DE EDUCAÇÃO FÍSICA: CONTRIBUIÇÕES AO PLANEJAMENTO DE INTERVENÇÕES EDUCACIONAIS

Mariana Dias Jorge (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Anita Liberalesso Neri (Orientadora), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

O envelhecimento populacional e o aumento do poder social dos idosos ocasionam novas demandas para as profissões e as instituições sociais, entre elas a universidade. Nesta, as áreas Educação, Educação Física, Medicina e Enfermagem tendem a sofrer pressões mais fortes quanto à ampliação das oportunidades educacionais, do atendimento em saúde e da formação de recursos humanos afetivas (atitudes) e cognitivas (crenças). As atitudes são bons preditores de comportamento, pois o conhecimento das atitudes de uma pessoa em relação a determinados objetos permite que se façam interferências acerca de seu comportamento. As crenças e as atitudes podem ser compreendidas como resultado da interação do indivíduo consigo mesmo, com os outros e com a sociedade. Conhecer as disposições que regulam comportamentos em relação aos idosos, possibilita que sejam planejadas e implementadas ações, políticas, currículos e programas visando à informação, aos valores e às atitudes dos futuros profissionais. Este estudo visa a: a) identificar os conhecimentos de alunos de cursos de graduação de Medicina e de Pedagogia sobre crenças a respeito dos aspectos físicos, sociais e psicológicos da velhice; b) identificar as atitudes dos mesmos alunos em relação à velhice; c) descrever relações entre crenças e atitudes, levando em conta os cursos de origem, o sexo e as experiências de convivência com idosos dos alunos. Foram sujeitos 100 alunos da Faculdade de Educação, 100 da Educação Física e 100 de Medicina, em amostra de conveniência, num estudo de levantamento, através de uma escala diferencial semântica, e uma escala de conhecimentos básicos sobre velhice. Ambas são psicometricamente válidas.

Atitudes XE "Atitudes"  - Velhice XE "Velhice"  - Educação XE "Educação"

H427

UMA REFLEXÃO SOBRE AS (RE)SIGNIFICAÇÕES DOS CONCEITOS NUMÉRICOS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Silvia Mayumi Hara (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Anna Regina Lanner de Moura (Orientadora), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

Este projeto tem por objetivo refletir sobre as (re)significações dos conceitos numéricos de futuros professores das séries iniciais do ensino fundamental que possam ocorrer em atividades com o ábaco. Participaram da pesquisa alunos do curso de Pedagogia da Universidade Estadual de Campinas. As informações foram coletadas por meio de questionários, diários reflexivos dos alunos, observações da pesquisadora e registros das soluções das atividades elaboradas pelos grupos observados. As análises qualitativas das informações mostraram que as atividades com o ábaco, que discutiam o conceito do valor posicional do agrupamento de contagem e outros, levaram os alunos a refletirem sobre suas aprendizagens e seus conhecimentos prévios de número e a estabelecerem novas significações dos conceitos aprendidos escolarmente. Além disso, verificou-se que este processo de reflexão e (re)significação estendeu-se à experiências e conhecimentos pessoais, revelando assim, sua importância para a tomada de consciência de uma nova relação com a matemática sobretudo em dois aspectos: o de se destituir do sentimento da incapacidade de aprendê-la e o de propor-se a ensiná-la de modo a tornar o aluno confiante em aprendê-la.

Educação Matemática XE "Educação Matemática" - Ábaco XE "Ábaco" - Formação de Conceitos XE "Formação de Conceitos"

H428

(DES)CONSTRUÇÃO DAS IDENTIDADES NA TENSÃO HUMANIDADE-MONSTROS, MUTANTES E HERÓIS EM UM ESPAÇO DE PRODUÇÃO DE EXPOSIÇÕES

Letícia Feix de Abreu, Prof. Dr. Antonio Carlos R. de Amorim (Orientador) e Prof. Dr. Marcelo Knobel (Co-orientador), Faculdade de Educação ? FE e Instituto de Física ?Gleb Wataghin? ? IFGW, UNICAMP

Este trabalho refere-se a um projeto de pesquisa que visa a elaboração de uma exposição a ser realizada a partir do segundo semestre de 2004, no Museu Dinâmico de Ciências de Campinas (MDCC) ? Espaço Ciência-Escola, espaço de educação não escolar vinculado à Secretaria Municipal de Educação de Campinas e à Universidade Estadual de Campinas. O grupo de investigação ? composto por alunos e professores da Unicamp e professoras da rede municipal de ensino de Campinas ? vem, desde agosto de 2003, desenvolvendo suas atividades que contemplam o planejamento, a divulgação e o desenho da exposição. Um conjunto de dados foi fabricado a partir de metodologias (entrevistas, análise de documentos, de filmes, de histórias em quadrinhos, visitas a museus, estudos focais) com que olhamos para as representações culturais que circulam nos espaços escolares da Educação Básica, nos espaços de pesquisa universitária e em algumas produções cinematográficas. A exposição vai enfocar questões relativas às Identidades, tendo como elementos de análise (e de trabalho) personagens que rondam o imaginário de diferentes públicos: os monstros e os heróis. Com o intuito de trabalhar a identificação do público com os mais diversos personagens e o porquê dessa identificação, também vão ser analisados os aspectos relativos aos monstros e heróis do passado; os monstros e heróis brasileiros (por que são tão esquecidos?); as imagens da Ciência em relação às Identidades; monstros e heróis na história do século XX e XXI; Ciência e Ficção; Mutantes, ciborgues, clones e a pós-modernidade.

Produção de Exposições XE "Produção de Exposições"  ? Museu Dinâmico de Ciências de Campinas XE "Museu Dinâmico de Ciências de Campinas"  ? Ciência-Escola XE "Ciência-Escola"

H429

HABLIDADES E COMPETÊNCIAS PARA PROFESSORES DE CIÊNCIAS DO TERCEIRO E QUARTO CICLOS ( 5ª À 8ª SÉRIES) DO ENSINO FUNDAMENTAL

Thiago Biagioni Velloso de Almeida (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Dirceu da Silva (Orientador), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

Há muito tempo se discute que o professor não deve ter apenas o papel de mero transmissor de conhecimentos prontos, ele precisa desenvolver processos que possibilitem a aprendizagem significativa dos alunos , para tanto é preciso reconhecer que os professores possuem habilidades e competências que extrapolam os conteúdos que ensinam. Em nossa pesquisa foi realizado inicialmente um levantamento bibliográfico nos principais livros e periódicos da área, além dos documentos oficiais do MEC, que nos permitiu a criação de um instrumento que foi passado a mais de duzentos professores de Ciências da rede pública e privada e alunos de licenciatura em Ciências. Nosso instrumento foi composto por uma escala de Likert, que busca levantar atitudes frente a um conjunto de assertivas, para utilizar o método estatístico conhecido como Análise Fatorial nós utilizamos o método VARIMAX de matriz rodada com normalização de Kaiser através do software SPSS de assertivas. Foi possível, entre outras análises, avaliar quais eram, segundo os professores e licenciandos de Ciências, as habilidades e competências mais importantes e com maior grau de dificuldade para serem desenvolvidas.

Professores de Ciências  XE "Professores de Ciências" - Habilidades e Competências XE "Habilidades e Competências"  - Análise Fatorial XE "Análise Fatorial"

H430

As Estratégias de Aprendizagem de Alunos do Ensino Fundamental: Uma Análise por Gênero, Série Escolar e Idade

Tania Maria. Serafim (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Evely Boruchovitch (Orientadora), Faculdade de Educação ? FE, UNICAMP

Estudos vêm demonstrando que as estratégias de aprendizagem desempenham um papel importante para o rendimento escolar dos alunos. Todavia, pesquisas sobre estratégias de aprendizagem são escassas na literatura brasileira. Precisamente, pouco se sabe o que alunos do ensino fundamental fazem espontaneamente para estudar e aprender melhor os conteúdos desenvolvidos na escola. Assim sendo, o presente estudo teve por finalidade conhecer as estratégias de aprendizagem utilizadas por 40 alunos de ambos os sexos da 2ª e 4ª séries do ensino fundamental de uma escola pública. Como instrumento de coleta de dados, utilizou-se uma entrevista estruturada com questões abertas sobre estratégias de aprendizagem. Os dados foram analisados mediante a análise de conteúdo com levantamento de freqüência das respostas. Os resultados indicam que, de modo geral, os alunos entrevistados possuem estratégias de aprendizagem, no entanto, o repertório de estratégias mencionadas pelos participantes se mostra insuficiente frente às diversas situações de aprendizagem propostas. Parecem sugerir também que fatores como série escolar, idade e gênero influenciam o conhecimento e a menção de certas estratégias de aprendizagem por parte dos estudantes. Discute-se a necessidade de se proporcionar aos estudantes um ensino mais efetivo contemplando a instrução em estratégia de aprendizagem.

Estratégias de Aprendizagem XE "Estratégias de Aprendizagem" - Ensino Fundamental XE "Ensino Fundamental" - Gênero XE "Gênero"

H431

Educação e Saúde na Imprensa Paulista: O Instituto de Higiene no Jornal O Estado de São Paulo (1918-1924)

Carla de Carvalho Brentari (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Heloísa Helena Pimenta Rocha (Orientadora), Faculdade de Educação ? FE, UNICAMP

Esta pesquisa articula-se aos objetivos de compreensão do processo de criação do Instituto de Higiene e da sua atuação em São Paulo, na medida em que buscou investigar o papel atribuído à imprensa e, mais especificamente, ao jornal O Estado de São Paulo, na legitimação da atuação dessa instituição, privilegiando o período entre 1918 e 1924; período que corresponde à criação do Instituto como resultado de uma acordo entre o Governo do Estado de São Paulo e a Junta Internacional de Saúde da Fundação Rockefeller e à sua oficialização, como órgão diretamente subordinado à Secretaria dos Negócios do Interior. Tal investigação procurou levantar, catalogar e analisar as matérias produzidas no âmbito dos embates que cercaram a criação e oficialização dessa instituição, como também o material de divulgação produzido pelo Instituto, dedicando especial atenção ao material de propaganda sanitária voltado para a educação sanitária do povo e inculcação dos hábitos de higiene. Por meio da coleta de dados foi possível localizar importantes informações sobre a criação e oficialização do Instituto, as quais, no seu conjunto, permitem afirmar que esta instituição encontrou neste órgão da imprensa paulista um veículo de circulação que possibilitou colocar ao alcance da população as novas formas de viver e se comportar propaladas por higienistas e sanitaristas, o que contribuiu para a divulgação das suas propostas no campo da higiene e saúde pública, o que pode ter criado um cenário favorável à sua oficialização.

História da Educação XE "História da Educação"  ? Saúde XE "Saúde"  ? Imprensa XE "Imprensa"

H432

A Unidade Nacional como projeto da Associação Brasileira de Educação

Daniela Cristina de Menezes Cosso (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Heloísa Helena Pimenta Rocha (Orientadora), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

Nas décadas iniciais do século XX, a criação de fóruns de discussão constituiu-se numa das estratégias acionadas pelos intelectuais brasileiros, imbuidos dos propósitos de produzir uma nova realidade social, calcada em padrões de eficiência e racionalidade. Dentre as diversas entidades criadas no período, destaca-se a Associação Brasileira de Educação fundada em 1924, no Rio de Janeiro. Constituindo-se na primeira entidade a assumir as preocupações educacionais em âmbito nacional, a ABE reuniu as figuras mais expressivas dentre os intelectuais do período. Tomando como fontes as teses apresentadas nas Conferências Nacionais de Educação, promovidas pela ABE, a pesquisa teve como objetivo dar continuidade ao estudo iniciado em agosto de 2002, sob o título A higiene no discurso pedagógico da Associação Brasileira de Educação, procurando examinar algumas indagações surgidas no decorrer desse estudo. No trabalho com as teses apresentadas nas Conferências Nacionais de Educação evidenciou-se uma forte articulação entre higiene, educação e moral. Assim, o presente estudo voltou-se para o levantamento, organização, catalogação e análise das teses, que permitissem apreender as propostas de constituição da unidade nacional, alicerçada em uma cultura moral e cívica. A análise das teses permitiu observar que, a discussão sobre a questão nacional, configurado como uma preocupação com a constituição da unidade nacional com vistas ao progresso do país, é, com efeito, um dos temas mais debatidos pelos conferencistas, muitos dos quais acreditavam que, por intermédio da educação moral, os professores despertariam nas crianças o interesse e o sentimento pátrio, levando ao progresso da nação.

História da Educação XE "História da Educação" - Unidade Nacional XE "Unidade Nacional"  - Moral XE "Moral"

H433

RECONSTRUÇÃO HISTÓRICA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA INFANTIL EM CAMPINAS (1940-1960)

Michelle Moraes Teodoro (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. José Claudinei Lombardi (Orientador), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

No início da década de 40, os programas políticos das autoridades campineiras, até aquele momento fixado principalmente na higiene e saneamento, passaram a associar-se a outros fatores de significação cultural. Acompanhando as mudanças que ocorriam no país, foi criado em 1940 o primeiro Parque Infantil de Campinas, que marcou os primeiros passos na história das instituições públicas de educação infantil. Através da sistematização e organização das fontes primárias e secundárias encontradas na pesquisa, buscou-se empreender a reconstrução histórica da educação infantil pública municipal de Campinas, entre 1940 a 1960, mostrando que tipo de instituição existia e, concomitantemente, empreendendo a construção das relações do fenômeno histórico da escolarização das crianças pequenas. Dessa maneira, ao abordar as complexas relações que formaram a área da educação infantil e que movimentaram os diversos fatores econômicos, sociais e políticos, identificou-se que o Parque e o Recanto Infantil eram as duas instituições infantis existentes no período. Estas instituições, fundamentado-se na tríplice educar, assistir e recrear, buscavam por meio da educação física, infantil, recreativa e agrícola promover a saúde plena da criança, bem como a sua formação integral.

Educação Infantil XE "Educação Infantil"  - História da Educação XE "História da Educação"  - Educação Pré-Escolar em Campinas XE "Educação Pré-Escolar em Campinas"

H434

A PRÁTICA DO ENSINO DE FILOSOFIA NO NÍVEL MÉDIO: UMA ALTERNATIVA METODOLÓGICA

Daniela de Fátima Garcia (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Lídia Maria Rodrigo (Orientadora), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

Esta pesquisa pretende apresentar uma alternativa para o ensino de filosofia no nível médio com base na abordagem direta dos textos filosóficos. O trabalho divide-se em dois momentos: 1º) Efetuação de recortes na obra filosófica. O resultado do recorte é um texto curto que leva em consideração o fim a que ele está destinado, ou seja, o ensino no nível médio. 2º) Sobre os textos que resultaram desses recortes, produzir análises interpretativas numa linguagem simples, de modo a esclarecer conceitos e desvendar estruturas argumentativas.Tal procedimento teve como objetivo incentivar a leitura, desenvolvendo no estudante a capacidade interpretativa, além de colocá-lo em contato com conceitos, argumentação e teorias filosóficas a partir da construção discursiva dos próprios autores. O resultado da pesquisa foi um total de dezesseis textos recortados das principais obras de filósofos de significativa importância para a história da filosofia, seguidos da respectiva análise interpretativa através de textos explicativos, claros e simples que procuram fazer a intermediação entre a cultura do estudante e a erudição do texto de filosofia. O objetivo último consistiu em construir uma alternativa metodológica que inverte o procedimento inerente aos manuais didáticos geralmente usados no nível médio e que, ao invés de adaptar-se às deficiências do ensino médio brasileiro, se preocupa sobretudo com o aprimoramento intelectual do aluno, capacitando-o para a leitura e compreensão de textos teóricos, além de ampliar seu horizonte cultural.

Filosofia XE "Filosofia"  - Método  XE "Método" - Ensino XE "Ensino"

H435

Trabalho e Formação Profissional em Dança

Katiuska Scuciato de Riz (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Liliana Segnini (Orientadora), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

A relação entre formação profissional, mercado de trabalho e relações de trabalho, assim como relações de gênero, dentro da área de Artes e Espetáculos, especificamente os profissionais da dança, foram o enfoque do projeto. O projeto abordou pesquisa bibliográfica, análise de dados quantitativos do IBGE, Ministério do Trabalho ? RAIS/CAGED, SEADE/DIEESE, referentes à categoria profissional analisada; análise da Classificação Brasileira de Ocupações, entrevistas com profissionais da área, observações de ensaios destes. A análise foi baseada na companhia de dança no Teatro Municipal de São Paulo (Balé da Cidade), pois, subvencionada pelo Estado, representaria a instituição que possibilita o maior grau de direitos vinculados ao trabalho no mundo da dança. Contudo pode-se perceber que esta não é uma realidade para os bailarinos, com poucos direitos vinculados ao trabalho, carreira instável, grande concorrência do mercado de trabalho, bem como a preocupação com o envelhecer do corpo (seus instrumentos de trabalho submetido a uma árdua rotina) e o preconceito que os bailarinos de sexo masculino enfrentam por esta ser uma profissão estereotipada feminina. No entanto, pode-se perceber um ambiente motivador e disciplinado, de trabalho coletivo, cooperação, além de se situarem entre os 1,2% dos bailarinos que ganham mais de 20 salários mínimos no Brasil.

Trabalho XE "Trabalho"  - Formação Profissional XE "Formação Profissional"  - Dança XE "Dança"

H436

O corpo na escola: novas possibilidades de aprendizagem?

Nádia Izumi Yamaguti (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Márcia Maria Strazzacappa Hernandez (Orientadora), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

Este trabalho investiga a disciplina corporal na sociedade e na instituição escolar. Busca na história de nossa sociedade explicações para a constituição corporal do homem moderno. Faz-se uma reflexão sobre a escola e o treinamento corporal, puxando um gancho para se discutir a constituição social do corpo e suas relações de poder disciplinar. Procura-se ilustrar alguns aspectos históricos que constituem o conhecimento sobre o corpo contemporâneo, para compreender a construção desse saber. Além disso, refletimos sobre o aspecto subjetivo da constituição corpo humano para enfatizar a importância do indivíduo tomar consciência do próprio corpo. Toda essa reflexão vem para dar respaldo a busca e idealizações de novas metodologias de ensino na instituição escolar, buscando trabalhar o corpo por meio de recursos trazidos pela arte (teatro, dança, música e artes visuais). Os dados de campo vieram para dar ênfase à prática educacional e foi feita em dois tipos de instituições: a primeira pública, onde houve uma experiência de ensino de teatro em uma 3a. série do ensino fundamental; a segunda privada, em uma sala de 3a. série também, no qual a escola adota metodologias que seguem outros parâmetros de ensino diferentes da escola tradicional. Analisando esses dois tipos de instituições, faz-se uma comparação entre o público e o privado, verificando se há diferenças significativas entre essas duas instituições.

Disciplina Corporal XE "Disciplina corporal"  - Corpo e Escola XE "Corpo e Escola"  - Saber Sensível XE "Saber Sensível"  - Metodologias de Ensino XE "Metodologias de Ensino"

H437

Atitudes e Crenças em relação à Matemática: Gênero e opção profissional na área de Exatas

Tânia Montanhana Teixeira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Márcia Regina Ferreira de Brito (Orientadora), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

O estudo das atitudes e crenças em relação à Matemática tem se destacado em pesquisas da área de Educação Matemática, uma vez que se relaciona à motivação, desempenho dos alunos e opção profissional. A partir da pesquisa anteriormente desenvolvida (?Atitudes e Crenças em relação à Matemática e a opção pelo curso de Pedagogia?), o presente trabalho teve como objetivo estudar as relações entre as atitudes e crenças em relação à Matemática e a opção pela área de Exatas, comparando os resultados obtidos com os da pesquisa anterior. Foram sujeitos desta pesquisa, 87 graduandos da área de Exatas, sendo 15 do gênero feminino e 72 do masculino. A coleta de dados foi realizada através de um questionário, duas escalas de atitudes em relação à Matemática e da Autobiografia Matemática. A análise dos resultados da Escala de Atitude em relação à Matemática mostrou que entre os sujeitos da área de Exatas, os do gênero feminino possuem uma atitude mais positiva, com a pontuação média de 65,86 na escala, enquanto os do gênero masculino obtiveram a de 59,04. Na escala de atitudes de Fennema e Sherman, obteve-se a pontuação média de 152,53 para os alunos da Pedagogia e 143,32 para os de Exatas. A análise de variância apontou diferença significativa (p=.000) entre os grupos para a escala de Fennema-Sherman, mas não para a outra escala de atitudes. A análise da Autobiografia Matemática revelou que os sujeitos de Exatas indicaram atitudes positivas em relação à Matemática.

Psicologia XE "Psicologia"  - Educação Matemática XE "Educação Matemática"  - Gênero XE "Gênero"

H438

Escolas Secundárias de Campinas (1890-1930): uma referência para a História das Disciplinas Escolares

Rosângela Gomes (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria do Carmo Martins (Orientadora), Faculdade de Educação ? FE, UNICAMP

Este trabalho buscou identificar as escolas que ofereciam o Ensino Secundário na cidade de Campinas entre o final do século XIX e início do XX, assim como resgatou documentos como os currículos escolares e programas de ensino, do mesmo período, com o intuito de realizar uma análise histórica a respeito das propostas governamentais para o ensino e o tipo de alunos que estas visavam atingir. Buscou o entendimento dos fundamentos e critérios adotados no processo de elaboração destes documentos e dos objetivos de seus elaboradores. A análise proposta pensou as disciplinas escolares no contexto da cultura escolar, reconhecendo a originalidade da produção dos saberes ensináveis e como estes foram definidos, modificados e aplicados através de propostas curriculares. O resgate da memória das escolas campineiras também possibilitou buscar os sentidos da instituição escolar, suas características particulares e suas demandas essenciais.

Memória XE "Memória"  ? Currículo XE "Currículo"  - Escola XE "Escola"

H439

A poesia de Cecília Meireles nos livros didáticos

Yara Máximo de Sena (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Norma Sandra de Almeida Ferreira (Orientadora), Faculdade de Educação ? FE, UNICAMP

A pesquisa tem como objetivo conhecer e dar a compreender práticas de escolarização da leitura do texto poético, especialmente os poemas de Cecília Meireles e presentes nos livros didáticos de língua portuguesa, do 1.º ano, do ciclo I do Ensino Fundamental. Desta maneira, pretendemos apoiar nossas reflexões nos estudos realizados por Chartier (1990, 2001) que vem defendendo a leitura como tensão operatória entre leitor e texto. Tomar livros didáticos de língua portuguesa que trazem um conjunto de poemas de Cecília Meireles, com propostas de leitura aos leitores - alunos, significa conhecer uma história de leitura que se dá no interior da escola, de um determinado tempo e lugar. Como é pensada e entendida a leitura de poemas pelos ?fazedores? (editor, autor, ilustrador) dos livros didáticos? Quais recursos, estratégias são tomados pela decisão editorial dos livros didáticos para apresentarem ao leitor ?aluno os poemas de Cecília Meireles? Que figura de leitor é pensada, imaginada, inscrita nas propostas de livros didáticos junto com os poemas de Cecília Meireles? Este trabalho desenvolve-se no âmbito do grupo de pesquisa ?Alfabetização, Leitura e Escrita? (ALLE) da Faculdade de Educação ? UNICAMP.

Leitura XE "Leitura"  - Poesia XE "Poesia"  - Livro Didático XE "Livro Didático"

H440

PORTADORA DE PROPOSTA PEDAGÓGICA OU APENAS ASSISTENCIALISTA: ESTUDO COMPARATIVO DE DUAS CRECHES DE CAMPINAS

Adriana Nascimento da Silva (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Orly Zucatto Mantovani de Assis (Orientadora), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

A creche desempenha um papel fundamental na educação das crianças de zero a seis anos, pois é nesta faixa etária que o desenvolvimento infantil ocorre mais rapidamente e com maior probabilidade de riscos. Por essa razão, a creche deveria ter por finalidade promover o desenvolvimento infantil em todos os seus aspectos: afetivo, cognitivo, social e físico. Entretanto, muitas propostas de atendimento em creche são baseadas em concepção filantrópica, assistencial e não pedagógica. Tendo em vista este contexto, o objetivo da pesquisa realizada foi o de comparar o atendimento oferecido às crianças por duas creches de Campinas, com o intuito de saber se tais instituições propiciam realmente o desenvolvimento infantil ou têm apenas uma finalidade assistencial. Os dados coletados por meio de observação direta e entrevistas com 47 educadoras forneceram informações sobre os objetivos das instituições, a prática pedagógica que utilizam e também acerca da formação dos profissionais que nelas atuam. Os resultados obtidos demonstram existir uma distinção na proposta pedagógica de ambas as creches, sendo que a Creche A desenvolve um trabalho educativo visando ao desenvolvimento global da criança. Enquanto que a Creche B apresenta um trabalho que representa uma transição entre a orientação assistencialista e a pedagógica. As educadoras da Creche A participaram de um Projeto de Formação Continuada Para Profissionais de Instituições de Educação Infantil, porém as da Creche B não possuem formação específica para trabalhar em creche. Os resultados comprovaram que a qualidade do atendimento de ambas instituições está diretamente relacionada à formação dos profissionais que atuam junto às crianças.

Creche XE "Creche"  - Proposta Pedagógica XE "Proposta Pedagógica"  - Assistencialismo XE "Assistencialismo"

H441

A SOLICITAÇÃO DO MEIO E A CONSTRUÇÃO DAS ESTRUTURAS DO PENSAMENTO OPERATÓRIO EM CRIANÇAS COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM DE LEITURA E ESCRITA

Katiuska Marcela Grana (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Orly Zucatto Mantovani de Assis (Orientadora), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

São inúmeros os casos de crianças diagnosticadas com dificuldades de aprendizagem e que assumem sozinhas, a responsabilidade por não conseguirem compreender os conteúdos escolares. Geralmente, isso ocorre porque o ambiente escolar não lhes oferece os estímulos necessários para que elas superem tais dificuldades e tenham um rendimento escolar satisfatório. Participaram desta pesquisa crianças que procuraram o Laboratório de Psicologia Genética (FE/UNICAMP) com queixas de dificuldades de aprendizagem, principalmente, no que se refere ao processo de construção do sistema escrito. Na primeira fase do estudo, tais crianças foram avaliadas quanto ao nível de desenvolvimento cognitivo através das Provas para o Diagnóstico do Pensamento Operatório, elaboradas por Piaget, e quanto ao nível de representação do sistema escrito, com base nos estudos de Emilia Ferreiro e seus colaboradores. Na segunda fase, as crianças participaram de intervenção pedagógica fundamentada no processo de Solicitação do Meio, desenvolvido por Mantovani de Assis (1976). Considerando que a aprendizagem depende das estruturas de pensamento que o sujeito dispõe para compreender aquilo que a escola ensina, a intervenção pedagógica da qual as crianças participaram teve por objetivo favorecer a construção das estruturas lógicas elementares que são necessárias para que as crianças conseguissem superar as dificuldades apresentadas. Posteriormente ao processo de intervenção pedagógica, as crianças foram re-avaliadas quanto ao nível de desenvolvimento cognitivo e quanto ao nível de representação do sistema escrito. Os resultados obtidos nessas últimas avaliações demonstram que todas as crianças apresentaram progresso em ambos os aspectos.

Dificuldades de Aprendizagem XE "Dificuldades de Aprendizagem"  - Desenvolvimento Cognitivo XE "Desenvolvimento Cognitivo"  - Intervenção Pedagógica XE "Intervenção Pedagógica"

H442

A percepção de auto-eficácia do professor de Educação Física no processo de inclusão

Afonsa Janaína da Silva (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Roberta Gurgel Azzi (Orientadora), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

Este estudo tem por objetivo analisar a percepção de auto-eficácia de professores de Educação Física em relação ao ensino inclusivo. Ensinar é uma atividade complexa, dinâmica e composta por inúmeros desafios. A avaliação da crença de auto-eficácia do professor pode fornecer indicações sobre quão capaz ele se percebe para enfrentar e administrar as situações num determinado contexto educacional e, especificamente neste trabalho, no ensino inclusivo. Os dados estão sendo coletados a partir de dois instrumentos: uma escala de auto-eficácia do professor para o ensino de Educação Física e um questionário semi-estruturado. A amostra é composta por professores de Educação Física que participam dos cursos de especialização na Faculdade de Educação Física da Unicamp. Dados preliminares apontam que a Educação Física Adaptada é uma das últimas opções de atuação entre os professores de Educação Física; uma parcela dos respondentes afirma não se sentir competente para atuar junto a contextos inclusivos, mas também admite ter domínio dos conteúdos e conhecimentos necessários a atuação junto às pessoas portadoras de deficiência. A partir dos dados preliminares é possível ressaltar a necessidade de se repensar possibilidades de conexão entre o conhecer e o fazer durante a formação de professores de Educação Física para a atuação no contexto educacional inclusivo. É necessário destacar, também, que novos dados serão incorporados até a conclusão do estudo.

Auto-Eficácia XE "Auto-Eficácia"  - Educação Física XE "Educação Física"  - Inclusão XE "Inclusão"

H443

ESTUDO DOS FUNDAMENTOS PSICOLÓGICOS DO ENSINO NAS PRODUÇÕES ACADÊMICAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: O CASO DA UNICAMP

Ana Paula Américo da Silva (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Roberta Gurgel Azzi (Orientadora), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

A partir da relação Psicologia-Ensino-Produção Acadêmica, o presente estudo buscou identificar, descrever e analisar o embasamento psicológico que fundamenta os trabalhos de pesquisa sobre o ensino produzidos no âmbito acadêmico do programa de Pós-Graduação em Educação da UNICAMP. Considerando a especificidade deste estudo, realizou-se uma pesquisa documental baseada na perspectiva da abordagem qualitativa, tendo como foco as produções realizadas no programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação-UNICAMP, nos últimos seis anos. As teses e dissertações analisadas foram selecionadas através de uma consulta ao terminal de busca do Sistema de Bibliotecas da UNICAMP-SBU, a partir de 7 palavras chave. Como instrumento de coleta e categorização dos dados foram elaboradas planilhas. A partir da análise dos dados, pode-se afirmar que a maioria dos trabalhos assume a contribuição da Psicologia ao Ensino, baseando-se predominantemente nas obras de Jean Piaget, distribuídas principalmente nas décadas de 1970 e 1980. Verificou-se também, a predominância do Ensino Fundamental como nível de ensino investigado pelos titulados e do Estudo de Caso como tipo de pesquisa usada nos trabalhos. Os resultados desta pesquisa possibilitaram identificar as tendências teórico-práticas assumidas pelos estudiosos e profissionais da Educação.

Pós-Graduação  XE "Pós-Graduação" - Psicologia  XE "Psicologia" - Ensino XE "Ensino"

H444

Análise do raciocínio via jogo de regras em alunos de diferentes séries de aprendizagem da matemática no método do KUMON

Carolina Puzzi Fernandes (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Rosely Brenelli (Orientadora), Faculdade de Educação ? FE, UNICAMP

O presente trabalho teve como objetivo analisar o raciocínio classificatório de alunos que freqüentam diferentes estágios do KUMON e diferentes séries escolares, por meio do jogo de regras denominado ?Descubra o Animal?. Esta pesquisa se insere na perspectiva de se utilizar o jogo de regras como recurso na avaliação pedagógica, tendo como fundamento teórico o construtivismo piagetiano. Foi realizado um estudo de caso com 5 participantes, aos quais foi aplicado o jogo englobando sete partidas. A análise qualitativa recaiu sobre as cinco últimas partidas. Os resultados revelaram que os alunos de mesmo estágio, utilizaram condutas de jogo similares, apresentando-se na transição entre o raciocínio classificatório de nível pré-operatório e operatório concreto. As diferentes séries escolares às quais pertenciam não consistiram em um fator diferencial. Com relação aos alunos de diferentes estágios e mesma série escolar, os resultados revelaram diferenças expressivas nas condutas de jogo: estágio mais avançado, condutas operatórias; estágios menos avançados, condutas de transição. Em suma, o estágio do KUMON constitui um indicador das possibilidades operatórias do sujeito. O jogo utilizado mostrou-se um recurso favorável na análise do raciocínio operatório de crianças.

Jogo de Regras XE "Jogo de Regras"  - Avaliação Pedagógica XE "Avaliação Pedagógica"  - Construtivismo XE "Construtivismo"

H445

A formação de professores normalistas e a instrução pública na Primeira República

Elaine Cristina Alves de Oliveira (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Sérgio Eduardo Montes Castanho (Orientador), Faculdade de Educação - FE, UNICAMP

A formação de professore/as normalistas e a instrução pública, na Primeira República, teve importância fundamental para a construção da sociedade moderna que os reformistas republicanos desejavam alcançar. Olhar para os processos de produção e circulação do que se entendia por formação docente e instrução pública foi uma das principais buscas do estudo. Por isso, entender o processo de formação dos/as professores normalistas e a instrução pública no primeiro período republicano do Brasil usando fontes primárias e secundárias, além de observar se o papel da formação do/a professor/a contribuiu realmente para a transformação da sociedade republicana do período em questão foi um dos principais objetivos.Os resultados demonstraram que muitas eram as expectativas educacionais dos republicanos reformistas; almejavam um país moderno e para isso depositavam no sistema educacional a possibilidade de verem concretizadas as transformações almejadas, porém as reformas, leis e decretos que marcaram o primeiro período republicano não saíram do papel, tornando-se letra morta. Este estudo examinou a(s) relação(s) existente(s) entre formação de professores/as e instrução pública, sendo que a procura pela instrução permanecia integrada à formação de um complexo sócio-econômico e político-cultural, existindo uma grande preocupação, por parte dos legisladores, em formar professores/as que posteriormente pudessem ser os principais atores da alteração na instrução pública.

Formação XE "Formação"  ? Primeira República XE "Primeira República"  - Instrução XE "Instrução"

H446

Mudanças percebidas por estudantes ingressantes no ensino superior: o papel das experiências universitárias

Marcel Recioli (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Soely A. J. Polydoro (Orientadora), Faculdade de Educação ? FE, UNICAMP

Este estudo teve como objetivo investigar as mudanças percebidas por universitários ingressantes quanto a: natureza, dimensão, direção e fatores envolvidos. Participaram oito universitárias do segundo semestre do curso de Pedagogia de uma instituição pública. Os dados foram coletados por meio de questionário e entrevista, ambos construídos com base na teoria de desenvolvimento de Chickering e avaliados por estudo piloto. Na percepção das estudantes, a transição à educação superior mostrou-se como uma oportunidade tanto positiva como negativa para o desenvolvimento de habilidades de enfrentamento das novas tarefas, variando de acordo com a história de vida e características pessoais. As mudanças mais citadas ocorreram nos vetores tornar-se competente, desenvolver a autonomia, expandir relacionamentos interpessoais e desenvolver propósito, tendo sido decorrentes da situação de ensino, interação com colegas e cultura estudantil, bem como de variáveis situacionais externas à instituição, destacando-se o afastamento da família. No entanto, como a vivência universitária esteve mais associada ao oferecimento do desafio e de um contexto diversificado de experiências, e não à promoção de apoio ao desenvolvimento integral, o enfrentamento das tarefas foi explicado principalmente a partir dos próprios recursos das acadêmicas.

Estudante Universitário XE "Estudante Universitário" - Características de Ingresso XE "Características de Ingresso"  - Educação Superior XE "Educação Superior"

H447

O Primeiro Universitário da Família: o caso da Unicamp

Ruth Garcia Freaza (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Soely A. J. Polydoro (Orientadora), Faculdade de Educação ? FE, UNICAMP

As Instituições de Ensino Superior recebem estudantes com as mais diversas características, entre eles, os estudantes de primeira geração, definidos como aqueles cujos pais não ingressaram no ensino superior. Este estudo objetivou identificar e caracterizar ingressantes de primeira geração de cursos de graduação da Unicamp em termos de suas características pessoais, aspectos ligados à família, história acadêmica anterior, características da escolha de curso e instituição. Os dados de caracterização destes estudantes, concedidos pela Comissão de Vestibulares da Unicamp, foram analisados e comparados com os dos estudantes cujos pais tinham experiência na educação superior. Os resultados mostram que no ano de 2003 houve um número representativo de estudantes de primeira geração (n= 840; 29,20% dos 2877 matriculados). Estes eram em sua maioria do sexo masculino (60,35%), tinham de 17 a 20 anos (62,22%) e eram solteiros (93,45%). O nível de instrução dos pais era principalmente o ensino médio completo (pais 37,14%; mães 36,19%). A escolha da Unicamp foi decorrente da qualidade do curso desejado (30%), gratuidade (22,98%) e seu conceito (22,26%). O curso foi escolhido com extrema segurança (47,02%). O cálculo do qui-quadrado (sig=0,05) permitiu observar que este grupo diferenciava-se dos demais ingressantes na maioria dos aspectos estudados. Este estudo pode contribuir para programas de intervenção visando a maior integração dos estudantes de primeira geração no ensino superior.

Estudante Universitário XE "Estudante Universitário"  - Características de Ingresso XE "características de Ingresso"  - Educação Superior XE "Educação Superior"

Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo

H448

APLICAÇÃO METODOLÓGICA DO RESGATE HISTÓRICO DO PATRIMONIO PÚBLICO E CULTURAL : ENGENHEIRO COELHO

Kelly Baldini (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Edison Fávero (Orientador), Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo ? FEC, UNICAMP

O projeto pretende resgatar documentos e fontes sobre a história da cidade de Engenheiro Coelho. A metodologia da pesquisa foi realizada com pesquisa de campo a documentos, fontes escritas e materiais e entrevistas com os moradores. A pesquisa pretende servir de base para a futura criação de um arquivo documental e de um museu para cidade, junto com uma possível publicação de um livro sobre sua história e para servir de base na elaboração do plano diretor do município.

Torna-se necessário, então, junto com a pesquisa, despertar na população e na Administração Pública a importância da preservação do patrimônio público e cultural, para a construção da memória e identidade da cidade.

Resgate XE "Resgate"  ? Memória XE "Memória"  ? Patrimônio Público XE "Patrimônio Público"

Faculdade de Educação Física

H449

A Educação Física na Inclusão de Crianças Portadoras de Síndrome de Down: Um Estudo de caso nas Escolas Regulares de Campinas.

Ana Carolina Gonçalves de Oliveira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Edison Duarte (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP

Esse trabalho teve como objetivo pesquisar o processo de inclusão de crianças com Síndrome de Down nas escolas regulares de Campinas e estudar como tem sido o trabalho da Educação Física nesse processo. A pesquisa foi qualitativa, e foram utilizados 40 questionários para coleta de dados, feita com professores de Educação Física das escolas regulares e para professora de Educação Física da Fundação Síndrome de Down. A análise dos mesmos deu-se pela seleção de palavras-chaves, às quais foram atribuídas pesos, de acordo com sua relevância. Assim, pudemos obter notas de 0 a 10 para cada questionário para quantificar a preparação dos professores quanto à inclusão. Realizamos também uma revisão bibliográfica sobre o assunto. Como resultado obtivemos a média de notas abaixo de 5,0. Através da análise dos questionários, concluímos que há despreparo acentuado dos professores em relação à inclusão, que se dá devido à baixa qualificação na formação dos mesmos e também à maneira como tem sido realizado o processo. Desse modo, acreditamos que para que a inclusão dessas crianças ocorra com sucesso é necessário que haja preparação dos professores envolvidos, através de cursos de reciclagem.

Inclusão XE "Inclusão"  - Síndrome de Down XE "Síndrome de Down"  - Educação Física XE "Educação Física"

H450

As Artes Circenses como conteúdo da Educação Física

Rodrigo Mallet Duprat (Bolsista SAE/PRG) e Profa. Dra. Elizabeth Paoliello Machado de Souza (Orientador), Faculdade de Educação Física ? FEF, UNICAMP

O presente trabalho busca entender as origens do Circo, desde seu modo mais primitivo de entretenimento, até sua máxima contemporaneidade, utilizando, dessa forma, o conceito de Artes Circenses como fio condutor para o estudo. Através da pesquisa qualitativa, representada pela revisão bibliográfica, encontramos entrelaçamentos na história do Circo e da Educação Física, possibilitando entender algumas similaridades das áreas em questão, delimitando, assim, algumas modalidades circenses que podem ser incorporadas ao conteúdo escolar. Por esse motivo que a Educação Física torna-se um meio, importantíssimo, de promoção e divulgação dessa cultura popular, observando que a Arte Circense permite o desenvolvimento da criança como ser humano integral, capaz de criar e viver num espaço de convivência desejável.

Circo XE "Circo"  - Educação Física XE "Educação Física"  - Conteúdo Programático XE "Conteúdo Programático"

H451

VIOLÊNCIA E ESPORTE: MEDIDAS DE SEGURANÇA EM ESTÁDIOS

Thiago de Aragão Escher (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Heloísa Helena Baldy dos Reis (Orientadora), Faculdade de Educação Física ? FEF, UNICAMP

A violência no esporte deve ser estudada como um componente importante da sociedade brasileira, não devendo ser analisada separadamente dessa sociedade. A violência no esporte é o ponto de partida desta pesquisa que tem como objetivo: identificar, descrever e analisar as medidas de segurança e prevenção da violência adotadas pelos organizadores de espetáculos esportivos no Brasil, tendo como base o futebol. Para que os objetivos da pesquisa fossem alcançados, foi feito o acompanhamento das medidas de segurança que foram adotadas pelos organizadores do evento, nos jogos realizados, durante o Campeonato Brasileiro de 2003 e 2004 e Campeonato Paulista 2004, em um estádio no interior paulista. Através de uma análise sobre o espetáculo futebolístico e sobre sua importância na sociedade brasileira, verificou-se o primitivismo da organização destes espetáculos, com a inadequação ao Estatuto do Torcedor, e o amadorismo predominante dos dirigentes responsáveis.

Violência XE "Violência"  - Espetáculo Futebolístico XE "Espetáculo Futebolístico"  ? Segurança em Estádios XE "Segurança em Estádios"

H452

A expressão da liberdade nas atividades de Educação Física para os internos da FEBEM-Campinas

Eduardo Pereira Batista (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Jocimar Daolio (Orientador), Faculdade de Educação Física ? FEF, UNICAMP

A Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor (FEBEM) atende jovens infratores de 12 a 18 anos. A internação consiste em inserir o adolescente num processo educativo, no qual as atividades distribuídas no espaço e tempo institucionais são elementos deste processo. A pesquisa desenvolvida teve como objetivo compreender o significado de liberdade para os internos da FEBEM-Campinas. As observações das atividades no processo de internação, em especial as atividades de Educação Física, levaram-nos a refletir sobre a questão da liberdade para jovens em regime de internação (privação de liberdade). A liberdade tratada como algo perdido, a ser negociado e recuperado através do bom comportamento, não significava a mesma liberdade na expressão da linguagem corporal durante as atividades de Educação Física, limitadas ao futebol. Os gestos e comportamentos dos jovens infratores dentro das quadras da FEBEM-Campinas não correspondem ao conceito de liberdade expresso fora das atividades de Educação física. Assim, a expressão da liberdade durante o jogo de futebol consolidava uma relação de poder entre os internos, na qual a liberdade estava presente e significava uma série de ações possíveis para grupos específicos de internos.

Corpo XE "Corpo"  - Liberdade XE "Liberdade"  - Educação Física XE "Educação Física"

H453

O significado do corpo para a modelo profissional

Lia Polegato Castelan (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Jocimar Daolio (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP

O padrão de beleza é a maneira pela qual uma determinada sociedade exprime a sua expectativa de corpo, imprime seu entendimento de belo em seus corpos, e ao mesmo tempo acentua sua repulsa pelas aparências consideradas feias por serem destoantes do que se entende por belo. Este padrão é considerado expressão cultural de uma época, visto que envolve conceitos de beleza, estética, corpo e postura corporal próprios daquela sociedade e que tem por objetivo organizar todos os outros corpos daquela cultura a partir do momento em que se torna um corpo referência, um corpo a ser atingido por aquela população. Neste trabalho entrevistamos modelos e manequins de uma grande agência de modelos, através de questionário semi-estruturado, para entender qual o padrão de beleza que estas mulheres têm, pois consideramos que estas representam o padrão de beleza de nossa sociedade. As respostas apontavam para tipos de padrão corporal pouco encontrados no Brasil e mais comuns na Europa, como olhos claros, altura superior a 1,70m, cabelos loiros, pele branca. As entrevistadas afirmaram que mulheres muito magras, como as modelos e manequins, não são bonitas, mas citavam nomes de modelos, atrizes e dançarinas de axé para ilustrar uma mulher bonita. Algumas meninas disseram ser muito magras, se acharem feias por isso, mas continuam fazendo regime, pois, segundo elas, quanto mais magra mais fácil de arrumar trabalhos de grande divulgação. Elas também afirmaram que nas fotos profissionais ficam diferentes, mais bonitas do que ?pessoalmente?. Chegamos a conclusão que estas mulheres, apesar de suas fotos serem consideradas padrões de beleza, não se reconhecem como belas, pois suas fotos profissionais são fragmentos de seus corpos e rostos.

Corpo XE "Corpo"  - Cultura XE "Cultura"  - Beleza XE "Beleza"

H454

A Educação Física e suas Contribuições num Programa de Orientação e Mobilidade para Crianças Portadoras de Deficiência Visual

Cíntia Moura de Souza (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. José Julio Gavião de Almeida (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP

A Educação Física é uma área riquíssima em subsídios essenciais para um programa de educação motora voltada as pessoas com deficiência visual. Como HUGONNIER, citado por BRUNO (1997, p.90), formula, ?A criança que nasceu cega está ameaçada por um grave retardamento psicomotor? e a melhor forma de remediar esse comprometimento é oferecer uma educação psicomotora que conduza a descoberta de seu esquema corporal, a descoberta do espaço e do ambiente em que vive. Oferecendo a essas crianças uma boa relação com o mundo que a cerca. A atividade física pode ser expressa por inúmeras formas. Adotamos como cenário de atuação a Ginástica Olímpica. Este ambiente propicia o trabalho da percepção corporal, gestos variados, situações inabituais (ficar em suspensão, apoio invertido, locomover-se de diferentes formas e variadas posições, desafiar vários obstáculos etc). Trazendo assim para a criança subsídios que incentivem a criança a prática motora, deixando o sedentarismo (característica desse grupo, devida à falta de informações ou estimulação) e desenvolvendo sua consciência corporal. A proposta deste estudo buscou trabalhar com situações que possibilitassem o desenvolvimento das habilidades da ginástica olímpica e a sua transferência para as ações de vida diária, como a orientação e mobilidade ou as relações sociais. O principal objetivo foi desmistificar o conteúdo da Educação Física, Ginástica Olímpica, enquanto manifestação esportiva-pedagógica e a sua contribuição dentro de um programa de O&M, avaliando a capacidade física equilíbrio, inicial e após a pesquisa, em crianças Deficientes Visuais. Fizemos uma revisão bibliográfica e uma pesquisa de campo, durante o período de 20 semanas, com 10 crianças deficientes visuais, sem conhecimento da Ginástica Olímpica e com uma bagagem motora diferenciada. A Ginástica Olímpica dentro dos seus aspectos pedagógicos esteve alimentado a bagagem motora, afetivo e social das crianças deficientes visuais através de conteúdos que visaram o desenvolvimento global. Constatando em nossos testes uma melhora significativa do equilíbrio (avaliação quantitativa) e durante o planejamento das atividades observamos a necessidade de respeitar o tempo de aprendizagem (considerando a bagagem motora de cada indivíduo), os níveis de informações e as adaptações aos aparelhos e espaço utilizados nas aulas de Ginástica Olímpica (avaliação qualitativa).

Deficiência visual XE "Deficiência Visual"  - Educação Física XE "Educação Física"  - Orientação e Mobilidade (O&M) XE "Orientação e Mobilidade (O&M)"

H455

Análise do Judô enquanto um conteúdo da Educação Física

Fabiano Filier Cazetto (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Roberto Rodrigues Paes (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP

A Educação Física foi abordada neste estudo enquanto uma área interdisciplinar que estuda o ser humano na sua integralidade. O Judô é um fenômeno da cultura corporal de múltiplos significados que neste estudo foi investigado como um conteúdo da área de conhecimento Educação Física. Foram coletadas entrevistas e observadas aulas no município de Campinas por amostragem não-probabilística. A construção dos questionários e a posterior análise critica dos dados coletados foi quantitativa e qualitativa, tendo como pressupostos teóricos a literatura relativa à pedagogia do esporte no âmbito da iniciação. Os ambientes pesquisados se dividiram em três grupos: clubes, academias e escolas. Os entrevistados relatam que iniciaram a prática esportiva antes da idade adulta, sendo que maioria iniciou a prática com sete anos ou menos (66,67%). A maior parte dos indivíduos entrevistados relatam ser formados em Educação Física (66,67%), afirmando ser naturais de Campinas (88,89%) e do sexo masculino (88,89%). A natureza da pesquisa permite apontar para tendências neste ambiente, porem não permite constatações, sinalizando assim a necessidade de pesquisas probabilísticas num âmbito maior. Os aspectos lúdicos e a idéia de gradatividade aparecem no trabalho de formação global e de questões técnicas (normalmente trabalhadas em segundo plano). O Judô aparece nesta fase, segundo os professores, como formação para a vida ou para a competição na fase adulta.

Educação Física XE "Educação Física"  ? Esporte XE "Esporte"  - Judô XE "Judô"

Instituto de Economia

H456

LIBERALIZAÇÃO, ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: O ACOMPANHAMENTO DA ECONOMIA E DA POLÍTICA ECONÔMICA NO BRASIL - ECONOMIA INTERNACIONAL: JAPÃO ÁSIA E PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO

Diego Martinez (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Antonio Carlos Macedo e Silva (Orientador), Instituto de Economia - IE, UNICAMP

O objetivo do projeto foi realizar um acompanhamento da conjuntura econômica e da performance política macroeconômica da economia japonesa e das economias Asiáticas Industrializadas, procurando aproximar a análise para um caso comparado com o da economia brasileira. Houve uma preocupação maior com uma análise sobre o papel atual do Japão enquanto investidor direto externo (IDE), bem como uma comparação com outros grandes países investidores, como os EUA e aqueles pertencentes à União Européia (UE). Um ponto importante observado ao longo do trabalho foi que a economia japonesa apresenta uma redução em sua participação como investidor direto externo e no comércio com outros países. Por outro lado, com os dados analisados, observa-se uma reorientação das políticas de IDE (isto é, apesar da redução de investimentos realizados, os existentes tem sido direcionados a novos mercados, como o da China) e de atração de investimentos produtivos ao seu território. Para a obtenção dos dados necessários à análise, foram utilizados como fontes relatórios e estatísticas de órgãos oficiais japoneses e da região da Ásia, como o Bank of Japan e os da Asia Regional Information Center (ARIC).

Japão XE "Japão"  ? Investimento Direto Externo XE "Investimento Direto Externo"  ? Comércio Internacional XE "Comércio Internacional"

H457

Inflação: custos e benefícios

Eduardo Roberto Zana (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Antônio Carlos Macedo e Silva (Orientador), Instituto de Economia (IE) ? UNICAMP

Este trabalho busca elucidar a discussão sobre os custos e benefícios da inflação. Inicialmente, abordaram-se os fenômenos deflacionários e adotou-se a visão de Keynes (1936) sobre os seus malefícios ao sistema econômico, ao contrário da tese de outros autores tais como Milton Friedman (1969). Ademais, este trabalho considera que taxas de inflação extremamente baixas acarretam mais custos que benefícios, pois as chances de se imergir numa deflação elevam-se substancialmente. Analisou-se também a partir de qual taxa a inflação parece assumir seus efeitos degeneradores sobre a economia e a situações empíricas parecem demonstrar que somente com uma taxa de 40 % que a taxa de crescimento começa a ser prejudicada (Bruno e Easterly, 1995). Estipulado assim um intervalo no qual a taxa de inflação oferece poucas conseqüências ao funcionamento da economia, os policy-makers podem decidir o patamar de inflação almejado, levando se em consideração as seguintes variáveis: necessidade de crescimento econômico, de redistribuição de renda, etc.

Inflação XE "Inflação"  - Custos XE "Custos"  - Benefícios XE "Benefícios"

H458

Liberalização, estabilidade e crescimento: o acompanhamento da economia e da política econômica no Brasil ? Economia Internacional: Estados Unidos e Europa

Fábio Salim (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Antônio Carlos Macedo e Silva (Orientador), Instituto de Economia ? IE, UNICAMP

O trabalho teve por objetivo estudar a influência da conjuntura internacional para a evolução contemporânea da economia e da política econômica brasileiras a partir de 1990. Para isto, esta pesquisa da área de Economia Internacional visou realizar o acompanhamento da performance e da política macroeconômicas da economia norte-americana e das economias européias, através de consultas bibliográficas, reuniões e coleta de dados estatísticos. Além disso, houve a elaboração e alimentação de um banco de dados e informações com indicadores da área. Devido à amplitude do tema, decidiu-se pela escolha de um tema mais específico, mas muito relevante, para a constituição do relatório final de pesquisa, na forma de um paper. A questão que foi estudada mais a fundo diz respeito ao financiamento habitacional nos Estados Unidos, com a análise da estrutura do mercado de hipoteca norte-americano, que se apresenta como o maio mercado de dívida daquele país. Além disso, foram observadas as condições atuais do mercado imobiliário americano e sua influência para o próprio comportamento da economia dos EUA num contexto de existência de uma suposta bolha imobiliária.

Estados Unidos XE "Estados Unidos"  ? Hipoteca XE "Hipoteca"  ? Bolha Imobiliária XE "Bolha Imobiliária"

H459

EMPREGO E RELAÇÕES DE TRABALHO EM EMPRESAS DE TELEMARKETING

Joana Garcia Fernandez (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Carlos Alonso Barbosa de Oliveira (Orientador), Instituto de Economia ? IE, UNICAMP

Diante das inovações tecnológicas e das mudanças econômicas da década de 1990, um dos setores que adquiriu destaque foi o setor de telemarketing. Isso ocorreu devido a sua grande capacidade de cortar custos, principalmente através da redução de pessoal, e fornecer maior agilidade e abrangência de contratos, de formas mais eficientes em relação às práticas tradicionais. A ocupação de operador de telemarketing é, assim, uma forma de emprego que se expande pela sua capacidade de racionalizar trabalho e incrementar a produtividade. A partir de tabulações da RAIS referentes aos anos de 1989, 1992, 1995, 1998 e 2000, bibliografia disponível e da realização de entrevistas com dirigentes sindicais foi construído um perfil da ocupação de operador de telemarketing e foi feita uma avaliação das condições do emprego e relações de trabalho no setor. Assim, foi verificado que o operador de telemarketing é uma categoria recente, na qual prevalecem trabalhadores do sexo feminino, com alto índice de escolaridade e com idade entre 18 e 29 anos. Além disso, é alta a rotatividade no emprego, é freqüente o desrespeito às cláusulas da convenção coletiva e a atuação dos sindicatos, que são recentes e aos poucos estão ampliado seu nível de organização, é limitada. Todas essas características indicam certa precarização das relações e condições de trabalho, sendo bastante comum, inclusive, os problemas de saúde físicos, como LER, e psicológicos, como o estresse.

Telemarketing XE "Telemarketing"  ? Emprego XE "Emprego"  ? Relações de trabalho XE "Relações de trabalho"

H460

Guia Metodológico do Censo 2000

Angélica Prata Vieira Chiva (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Cláudio Salvadori Dedecca (Orientador), Instituto de Economia - IE, UNICAMP

A proposição de um Guia Metodológico para o Censo 2000 visa ordenar as informações estatísticas sobre trabalho e renda na década de 1990, a partir dos recenseamentos de 1991 e 2000. Para se traçar um panorama adequado é organizado um conjunto de informações levando em conta variáveis básicas como sexo, idade, escolaridade, raça e posição na família. A primeira análise é feita para o recorte regional, explorando uma delas e, posteriormente, realiza-se uma comparação entre as mesmas. A partir destes dados, pode se perceber as modificações no perfil da população quando se comparam as variáveis básicas nos dois censos. Em seguida, explora-se a População em Idade Ativa (PIA), com 20 anos ou mais, com o objetivo de conhecer a População Economicamente Ativa (PEA), visando traçar seu perfil, novamente baseando-se nos censos de 1991 e 2000. Este quadro analítico permite avaliar as principais tendências de crescimento e de mudança no perfil da PEA, tanto em relação à sua condição de trabalho como no que se refere à sua estrutura ocupacional. Todo o trabalho está sendo desenvolvido a partir dos dados dos censos de 1991 e 2000. Em razão das mudanças metodológicas introduzidas no Censo Demográfico de 2000, é requerido um trabalho para compatibilizar os conceitos adotados em cada um dos levantamentos. O estudo tem por objetivo apresentar tais mudanças metodológicas, compatibilizar os dados dos dois levantamentos e traçar um quadro básico de mudanças no perfil da PEA.

Censo Demográfico XE "Censo Demográfico"  - População Economicamente Ativa XE "População Economicamente Ativa"  - Perfil XE "Perfil"

H461

Índia: da Autarquia à Globalização

André Ventura Fernandes (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Cláudio S. Maciel (Orientador), Instituto de Economia ? IE, UNICAMP

Neste trabalho, buscamos analisar a política econômica empreendida pela Índia desde sua independência até o final dos anos 90. Buscamos compreender as principais diferenças entre os diversos modelos adotados nesse período, juntamente com seus determinantes e os resultados econômicos e sociais que causaram. Assim sendo, dividimos o trabalho em três fases principais, que julgamos ser a divisão temporal que melhor ressalta os contrastes no período.A primeira fase são os anos entre o imediato pós-guerra, com a independência do país, e meados da década de 80. A orientação desse período se deu por ideais socialistas, com forte protecionismo e estímulo à industrialização. A segunda fase se estende entre o final dos anos 70 e início dos anos 90. Nessa segunda fase, há uma incipiente abertura econômica, com concomitante perda de espaço para o socialismo. No entanto, essa política, que melhor pode ser caracterizada como uma desburocratização da economia, ocorreu de maneira pouco estruturada, sendo que desequilíbrios macroeconômicos e externos acabam colocando um fim a essa fase. É na terceira fase que nos dedicamos com maior intensidade. Esses anos marcam o ingresso do país na globalização, sendo que essa fase, que teve inicio nos anos 90, permanece até hoje. As reformas econômicas adotadas e a forma como foram sendo introduzidas foram os fatos que dedicaram nossa maior atenção, sendo que julgamos estas como as causas do desempenho diferenciado desse país na Globalização.

Desenvolvimento XE "Desenvolvimento"  ? Índia XE "Índia"  - Globalização XE "Globalização"

H462

O processo de unificação monetária dos países da União Européia, suas conseqüências e perspectivas

Felippe Cauê Serigati e Prof. Dr. Cláudio Schüller Maciel (Orientador), Instituto de Economia ? IE, UNICAMP

Além da necessidade de coordenação entre os bancos centrais e da convergência das políticas econômicas, outro ponto analisado minuciosamente foi a precisão e a importância dos elementos adotados como parâmetros do grau de convergência das políticas comuns, entre eles, primeiramente, a manutenção da moeda local dentro das bandas de flutuação pré-determinadas, e, posteriormente, a taxa de inflação, o nível da dívida pública e do déficit e a taxa de juros de longo prazo. Explicou-se a razão da escolha desses parâmetros e quais os efeitos que eles provocaram na economia, que permitiram uma primeira viabilização do mercado comum. Com todas as restrições que foram impostas aos governos locais, identificou-se outros possíveis instrumentos para que seja possível uma intervenção governamental para estimular a economia, ou ainda uma maior flexibilização dos instrumentos já adotados.

União Européia XE "União Européia"  ? Unificação Monetária XE "Unificação Monetária"  ? Conseqüências e Perspectivas XE "Conseqüências e Perspectivas"

H463

AS RODADAS DE NEGOCIAÇÃO DO GATT E AS QUESTÕES DE IMPLEMENTAÇÃO NO COMÉRCIO INTERNACIONAL

Maria Eugênia dos Santos Buosi (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Cláudio Schüller Maciel (Orientador), Instituto de Economia - IE, UNICAMP

Desde o final da Segunda Guerra Mundial a idéia do multilateralismo tomou grande importância nas questões do comércio internacional. O Acordo Geral de Tarifas e Comércio, o GATT, surgiu de uma tentativa fracassada de se criar uma instituição internacional que regulamentasse o processo do comércio entre países. O GATT contou com sete rodadas de negociação, que tiveram um amplo impacto sobre o comércio mundial. A oitava rodada, a Rodada Uruguai, culminou com a criação da Organização Mundial do Comércio, a OMC, e uma mudança na agenda de integração das relações comerciais entre os países. As reuniões ministeriais que seguiram a criação da OMC tinham uma agenda ambiciosa, e os limites impostos pela complexidade e polêmica dos temas tratados ainda impedem o avanço das negociações. O trabalho, além de realizar um estudo histórico das rodadas de negociação do GATT e reuniões ministeriais da OMC, inclui uma análise do papel desta como fórum multilateral de negociações e de sua importância no crescimento do comércio internacional. Também se levanta a questão da introdução de novos temas na agenda de negociações, sem que se tenha alcançado um consenso sobre temas que remetem às discussões da década de 90, ainda na Rodada Uruguai, as chamadas questões de implementação de Doha.

GATT XE "GATT"  - Negociações Comerciais XE "Negociações Comerciais"  - Questões de Implementação XE "Questões de Implementação"

H464

LIBERALIZAÇÃO, ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: O ACOMPANHAMENTO DA ECONOMIA E DA POLÍTICA ECONÔMICA NO BRASIL: Finanças Públicas

Camila Cristina Belotti (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Geraldo Biasoto Júnior (Orientador), Instituto de Economia - IE, UNICAMP

Desde os últimos meses de 2003, um novo possível acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) fez com que o tema da política fiscal voltasse a ser importante no cenário da política econômica. Nesse sentido, o que nos chama muito a atenção são os sucessivos superávits primários que o Brasil vem obtendo, o que, para alguns, é algo totalmente positivo pois faz com que o país tenha um melhor desempenho econômico. No entanto, isso é um assunto muito mais complexo do que o simples fato de o país ter uma ?reputação? a zelar, no sentido de ter que garantir a austeridade necessária à redução da relação dívida/PIB. Sobre esse assunto, duas questões são principais. A primeira delas trata do fato de que, apesar do governo Lula ter se esforçado para aumentar a meta de superávit primário, a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) continuou aumentando como parcela do PIB. A segunda questão a ser destacada foi a nova rodada de cortes no orçamento anunciada pelo Ministério do Planejamento em 2003. Isso é totalmente delicado, pois num contexto de tamanha restrição, alguns segmentos da administração pública podem ter suas ações comprometidas.

Superávit Primário XE "Superávit Primário"  ? Relação Dívida/PIB XE "Relação Dívida/PIB"  ? Cortes Orçamentários XE "Cortes Orçamentários"

H465

LIBERALIZAÇÃO, ESTABILIDADE E CRESCIMENTO: O ACOMPANHAMENTO DA ECONOMIA E DA POLÍTICA ECONÔMICA NO BRASIL: Moedas e Finanças

Rafael Fagundes Cagnin (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Geraldo Biasoto Júnior (Orientador), Instituto de Economia - IE, UNICAMP

A partir do segundo semestre de 2002, os fluxos financeiros internacionais retornaram aos mercados financeiros emergentes, influenciados, em grande medida, pelo acentuado grau de liquidez e pelos baixos preços dos ativos. Dessa forma, os títulos de países em desenvolvimento negociados nos mercados internacionais tiveram forte valorização, reduzindo os custos de captação de recursos externos e melhorando uma série de indicadores, entre eles, o risco-país. Além disso, viu-se também aumento do influxo de capitais estrangeiros para os mercados financeiros domésticos desses países. Neste trabalho procuramos analisar os impactos desse ciclo de liquidez recente nos mercados financeiros do Brasil, em especial na Bolsa de Valores de São Paulo ? BOVESPA ? e na Bolsa de Mercadorias e Futuros ? BM&F ? após termos feito uma descrição da lógica de funcionamento das finanças globalizadas, assim como dos determinantes do recente ciclo de liquidez. Para tanto, serão analisados os dados de fluxos de capitais brutos e líquidos para economias emergentes, a participação de agentes estrangeiros nas bolsas acima citadas, assim como, dados de capitalização e volatilidade de preços de ações e contratos futuros, principalmente de câmbio e juros.

Mercados Financeiros XE "Mercados Financeiros"  - Fluxos de Capitais XE "Fluxos de Capitais"  - Ciclo de Liquidez XE "Ciclo de Liquidez"

H466

FLEXIBILIDADE DO MERCADO DE TRABALHO E CONCERTAÇÃO SOCIAL: A IRLANDA FRENTE À INTEGRAÇÃO EUROPÉIA NOS ANOS 90

Bruno Aidar Costa (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Jorge Ruben Biton Tapia (Orientador), Instituto de Economia - IE, UNICAMP

Ao longo dos anos 90, foram realizados vários pactos sociais na Europa visando a conciliar eqüidade social e eficiência de mercado. A experiência irlandesa é bastante ilustrativa de como a flexibilidade do trabalho pode ser administrada pelos agentes sociais no processo de negociação coletiva. Para tanto, tendo em conta a estrutura de relações industriais prevalecente no país e as mudanças no mercado de trabalho, pretendemos neste trabalho analisar de que forma os pactos sociais realizados no país entre 1987 e 2002 condicionaram a discussão e a extensão da flexibilidade do trabalho. Além disso, buscou-se analisar a influência da unificação monetária européia sobre tais acordos. O principal instrumento de pesquisa empregado foi a análise institucional, contando com as fontes primárias dos acordos sociais, legislação trabalhista e diretivas da União Européia e secundárias de artigos de revistas especializadas, papers e análises governamentais disponíveis. Os resultados revelaram a trajetória divergente das relações industriais quanto à flexibilidade do trabalho devido às características econômicas, sociais e institucionais do país estudado, bem como o caráter heterogêneo do mercado de trabalho dos trabalhadores considerados atípicos, o que muitas vezes é desconsiderado nas análises do tema.

Flexibilidade do Trabalho XE "Flexibilidade do Trabalho"  - Irlanda XE "Irlanda"  - Concertação Social XE "Concertação Social"

H467

CONCERTAÇÃO SOCIAL E REFORMA DO WELFARE STATE: O CASO DA IRLANDA

Manuel Ramon Souza Luz (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Jorge Ruben Biton Tapia (Orientador), Instituto de Economia ? IE, UNICAMP

A economia irlandesa a partir de 1987 se caracterizou por um novo modelo de desenvolvimento nacional em relação ao tipo de inserção num contexto regional e global. A nova organização interna deste país, reconhecidamente um ?late-comer? inserido no continente europeu, teve como principal característica a associação de sua localização estratégica na UE com um típico plano de atração de investimentos externos com características ?supply-siders?. A política irlandesa neste período teve como eixo principal a adoção do modelo de ?Pacto Social?, o qual envolveu uma grande quantidade de atores políticos, econômicos e sociais num complexo processo de negociação e interação. O Pacto reflete sempre uma interdependência entre os parceiros, e ele se faz necessário porque nenhuma das partes é capaz de atingir suas metas sem a outra esteja comprometida, o Pacto se caracteriza por uma solução produto de um consenso , onde vários grupos de interesse se unem em torno da problemática e definem a ação. O objetivo deste trabalho é explicitar as mudanças proporcionadas pela concertação social e seus impactos sobre Sáude, Previdência Social e Seguros Desemprego. A evolução destes três itens ao longo da década passada se mostra de importância primeira para compreender a abrangência do Welfare State Irlandês e a efetividade de suas ações.

Irlanda XE "Irlanda"  - Welfare XE "Welfare"  -Reforma XE "Reforma"

H468

A Concertação Social na Itália dos Anos 90: Um Caso de Flexibilização Trabalhista com Proteção Social

Stella Zucchetti Schons (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Jorge Ruben Biton Tapia (Orientador), Instituto de Economia ? IE, UNICAMP

Durante a década de 1990, a concertação social na Itália foi o meio que o governo encontrou para conseguir o alinhamento do país aos critérios de convergência do Tratado de Maastricht e para livrar-se de uma crise política e econômica pela o país qual passava. Procurou-se avaliar as transformações na estrutura do mercado de trabalho e no sistema de proteção social italianos dentro daquele contexto, por meio da análise dos diversos acordos e reformas implementadas, dados do instituto de estatísticas italiano e de organizações internacionais, e de textos de estudiosos do assunto. Observou-se que a interação entre o governo italiano e os outros parceiros sociais foi muito positiva na primeira metade do período, considerado de emergência nacional. Mas a eficiência daquele método de negociação parece ter se mostrado decadente quando as metas tornaram-se não tão apelativas para o conjunto da sociedade, e também se levando em conta que apenas alguns dos fatores necessários para o aumento da competitividade da economia está sob controle dos parceiros sociais. Nesse sentido, o novo governo Berlusconi apresentou propostas de flexibilização do mercado de trabalho italiano e o enxugamento de seu sistema de pensões.

Concertação Social XE "Concertação Social"  - Itália XE "Itália"  - Flexibilização XE "Flexibilização"

H469

Estrutura Ocupacional e Rendimentos no ramo de entretenimento no Brasil (1992-2001)

Flávia Regina Magalhães (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. José Ricardo B. Gonçalves (Orientador), Instituto de Economia ? IE, UNICAMP

Na década de 1990, a economia brasileira passou por um processo de reestruturação. Observou-se uma crescente importância do setor serviços na geração de emprego e renda no país. Com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE, este trabalho teve como objetivo verificar se houve crescimento, no período 1992-2001, das ocupações no ramo de entretenimento, no Brasil, assim como analisar as características desses trabalhadores e o nível médio de suas remunerações. O ramo de entretenimento (que oferece um amplo leque de ?opções de lazer?) ainda pesa relativamente pouco na estrutura ocupacional brasileira, mas nas maiores aglomerações urbanas essa participação vem crescendo. De acordo com a PNAD, em 2001, os serviços de diversão respondiam por 37% do total dos ocupados em atividades de lazer (as quais incluem ainda hospedagem, atividades esportivas e culturais, empresas de rádio-difusão, entre outras). Os resultados apontam uma estrutura ocupacional informalizada nos serviços de diversão, com baixos salários e jornada semanal de trabalho inferior à média do setor serviços. Há uma predominância da mão-de-obra masculina, de trabalhadores entre 25 e 39 anos e com remuneração de até 2 salários mínimos.

Trabalho XE "Trabalho"  ? Entretenimento XE "Entretenimento"  - Informalidade XE "Informalidade"

H470

Flexibilização, Remuneração e Justiça: economia e trabalho no Plano Real (1994 ? 2002)

Tábata Gomes Macedo de Leitão (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. José Ricardo Barbosa Gonçalves (Orientador), Instituto de Economia ? IE, UNICAMP

O projeto de Iniciação Científica buscou estabelecer uma relação entre o posicionamento da Justiça do Trabalho nos temas relacionados à remuneração dos trabalhadores e o comportamento dos salários durante o Plano Real (1994 ? 1995), em categorias selecionadas: Bancários, Comerciários, Metalúrgicos, Telecomunicações , Segurança e Petroleiros. Levou-se em consideração para a pesquisa o contexto histórico do país, o qual passava por um processo de reestruturação da economia, com perspectiva de inserção na economia globalizada, definindo políticas econômicas, indutoras de controle inflacionário, assim como, estratégias de reorganização produtiva. Devido a essas mudanças, diversas entidades e o próprio governo propuseram reformulação no sistema de relações de trabalho, uma vez que, os direitos trabalhistas eram vistos como obstáculos neste novo cenário. Nesse sentido notou-se uma tendência a flexibilização das normas que regulam a contratação, a alocação, a disponibilidade e a remuneração dos trabalhadores. A análise baseou-se em acórdãos do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e de Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) da 2º, 4º e 15º Região. Foi realizada também uma análise dos Precedentes Normativos (PN) dos tribunais mencionados, como forma de complementação. Considerando a intervenção do poder judiciário por meio da Justiça do Trabalho, pode-se observar uma estreita relação entre a perda do poder real dos salários e o processo de flexibilização.

Remuneração XE "Remuneração"  ? Justiça do Trabalho XE "Justiça do Trabalho"  - Flexibilização XE "Flexibilização"

H471

A Questão Ambiental Como Estratégia Competitiva Das Empresas: O Caso Natura

Flávia Borba Santiago (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Carolina de Azevedo F. de Souza (Orientadora), Instituto de Economia - IE, UNICAMP

A mudança de postura com relação ao meio ambiente vem refletindo no surgimento de uma demanda por eco-produtos. Isso torna a introdução da questão ambiental na estratégia das empresas uma importante forma de construção de vantagens competitivas. O estudo usou como metodologia pesquisa bibliográfica e os objetivos foram mostrar uma provável mudança de paradigma. As principais conclusões foram que as empresas podem incorrer em quatro ganhos com a introdução: torna-se possível aumentar a produtividade via redução de custos (corte de desperdícios); reduzir os gastos com multas e a conseqüente redução do passivo ambiental; criar ou manter uma imagem positiva e, com isso, ganhar parte dessa nova parcela do mercado e, por último, obter certificação ambiental que por um lado garante a identificação dos produtos, sendo importante arma de diversificação e pré-requisito para que empresas exportadoras mantenham sua competitividade internacional. Também se observou, a introdução da questão nas empresas brasileiras e descobriu-se esta introdução, depende da vontade da empresa e de seu tipo de estrutura organizacional e grau de imbricação do conhecimento dentro da empresa. Neste trabalho se mostra o caso Natura, empresa que cresceu e se diversificou com base nesta questão.

Empresas XE "Empresas"  - Estratégia XE "Estratégia"  - Meio Ambiente XE "Meio Ambiente"

H472

BIODIVERSIDADE E PROPRIEDADE INTELECTUAL: NEGOCIAÇÕES SOBRE O ARTIGO 27.3(b) DO TRIPS ? POSIÇÕES NEGOCIADORES E INTERESSES NACIONAIS

Paula Hebling Dutra (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Mario Ferreira Presser (Orientador), Instituto de Economia - IE, UNICAMP

O TRIPS é o acordo dentro da OMC que regula os direitos de propriedade intelectual. Um dos seus artigos mais polêmicos, é o 27.3(b), que trata das possíveis exceções ao patenteamento de organismos vivos. A revisão desse artigo se iniciou em 1999, mas criou-se tamanha polêmica que o artigo não tem uma nova redação até o presente momento. Um dos principais temas na discussão é a compatibilidade ou não do artigo com a Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB). O trabalho analisa as posições oficiais dos países membros, submetidas à OMC, e de outros atores, não-governamentais, como ONG?s, entidades do setor empresarial e organismos inter-governamentais. Para isso foram utilizados documentos oficiais da OMC e documentos elaborados por entidades não-governamentais, disponíveis na internet. A discussão do artigo 27.3(b) mostra claramente duas posições. De um lado, os interesses dos países desenvolvidos e suas empresas transnacionais em proteger inovações biotecnológicas. De outro, a preocupação de muitos países em desenvolvimento, onde está concentrada a maior parte da biodiversidade, em como garantir que a utilização de seus recursos naturais e do conhecimento tradicional associados a eles, seja feita de maneira consistente com os princípios da CDB. Princípios que lhes garante a soberania sobre seus recursos naturais e a divisão dos benefícios provenientes do seu uso.

TRIPS XE "TRIPS"  ? Convenção sobre Diversidade Biológica XE "Convenção sobre Diversidade Biológica"  ? Patente de Organismos Vivos XE "Patente de Organismos Vivos"

H473

Energia Elétrica no Brasil: Diplomacia Brasil-Estados Unidos e transição da propriedade privada para a propriedade pública (1951-1954)

Carolina Rosa Battochio (Bolsita PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Pedro Paulo Zahluth Bastos (Orientador), Instituto de Economia - IE, UNICAMP

O trabalho analisa o desenvolvimento do projeto de expansão da participação estatal no setor energético brasileiro durante o segundo governo Vargas, expansão esta que levaria à proposição do projeto de criação da Eletrobrás em 1953. A avaliação dos planos do governo para o setor fora realizado buscando enfatizar a importância das relações diplomáticas Brasil-Estados Unidos para a definição e o ritmo de apresentação das propostas de governo para o setor elétrico, no contexto da criação da Comissão Mista Brasil-Estados Unidos (CMBEU) em 1951 e, em 1953, de sua crise.Embora haja uma extensa bibliografia sobre esta discussão ela carecia de uma análise dos arquivos diplomáticos norte-americano referentes a esta barganha, para que a avaliação das perspectivas dos atores da mesma, tanto em torno da criação, atuação e encerramento da CMBEU, quanto a respeito da importância e significado da proposição da Eletrobrás. O trabalho visou testar a hipóteses da literatura a respeito do posicionamento das filiais norte-americanas ao longo da transição da propriedade privada para a pública, através de pesquisa empírica, realizando a avaliação de documentos diplomáticos norte-americanos disponíveis no Arquivo Edgar Leuenroth no IFCH-UNICAMP. Após a avaliação dos documentos diplomáticos pose-se comprovar a hipótese do trabalho, sem que houvesse prejuízo da literatura já existente.

Energia Elétrica XE "Energia Elétrica"  - CMBEU XE "CMBEU"  -Diplomacia XE "Diplomacia"

H474

Liberalização, estabilidade e crescimento: o acompanhamento da economia e da política econômica no Brasil ? Política Monetária e Preços

Augusta Rodrigues de Oliveira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Ricardo de Medeiros Carneiro (Orientador), Instituto de Economia ? IE, UNICAMP

O fenômeno do pass-through consiste na contaminação dos preços pelas oscilações cambiais , porque: 1- alteram-se os custos das empresas que importam insumos ou componentes; 2- as empresas exportadoras procuram obter no mercado interno os mesmos preços das vendas ao exterior. Este trabalho tem por objetivo analisar o impacto do pass-through sobre diferentes índices de preços e suas implicações de política econômica. Para tanto, a metodologia consistiu em consulta a fontes primárias, seguida por elaboração de gr