Livro bizu de enfermagem – perguntas e respostas comentadas

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BIZU ÔÇô Comentado Perguntas e respostas comentadas de Enfermagem

Fundamentos de Enfermagem 01. Anamnese significa: pela equipe de enfermagem ?® um procedi- mento aplicado tamb?®m a pacientes que apresentam o quadro de: Hist??ria das doen?ºas de toda a fam?¡- lia do paciente B. Hist??ria do progn??stico da doen?ºa atual C. Hist??ria atual do paciente D. Conjunto de informa?º?Áes sobre os antecedentes, a hist??ria e os deta- E. Aspectos do tratamento atual

02. Na coleta de urina de 24 horas, o enfermo dever?í: A. Desprezar o primeiro jato de urina B. Anotar desde o primeiro jato de urina C. Esvaziar a bexiga antes de iniciar o exame D. Desprezar a urina da manh?ú, inde- E. Realizar cateterismo vesical

03. A aplica?º?úo de uma medica?º?úo por via subcut?ónea em um paciente caqu?®- tico dever?í ser feita:

A. Mantendo a pele comprimida por 30 se- gundos antes da administra?º?úo do me- dicamento B. Distendendo a pele em um ?óngulo de 30?? C. Introduzindo a agulha com rapidez e firmeza utilizando o ?óngulo de 60?? D. Levantando e segurando a pele, admi- nistrando o medicamento em posi?º?úo paralela E. Nenhuma das alternativas anteriores

04. O desbridamento mec?ónico realizado A. Queimaduras com presen?ºa de teci- do morto B. Fratura com exposi?º?úo ??ssea C. Traumatismo intra-abdominal D. Hemorragia intracraniana E. Choque hipovol?¬mico

05. Com o objetivo de se evitar a bronco- aspira?º?úo no paciente torporoso, em que h?í lavagem g?ístrica, deve-se ter o cuidado de:

A. Controlar o volume l?¡quido a ser ad- ministrado B. Aquecer o l?¡quido a ser infundido C. Administrar medica?º?úo antiem?®tica D. Levantar a cabeceira do leito E. Verificar a press?úo arterial

06. O componente do sangue respons?ível pelo mecanismo de defesa do organismo ?®:

A. Eritr??cito B. Plasma C. Leuc??cito D. Hemoglobina E. Plaqueta

07. A nict??ria ?® uma altera?º?úo org?ónica que pode ser definida como:

A. Diminui?º?úo da mic?º?úo noturna B. Diminui?º?úo da mic?º?úo diurna C. Aumento da mic?º?úo diurna

D. Aumento da mic?º?úo noturna E. Nenhuma das alternativas anteriores

08. A febre ?® uma eleva?º?úo patol??gica da temperatura corporal. Quando h?í per?¡odo de eleva?º?úo e queda brusca da temperatu- ra, a febre ?® chamada de:

A. Intermitente B. Recorrente C. Remitente D. Sustentada E. Cont?¡nua

09. No atendimento a v?¡timas com hemor- ragia, ao aplicar o torniquete, este dever?í ser apertado o suficiente para controlar o fluxo de sangue arterial e afrouxado em intervalos, em minutos, de:

A. 10 B. 15 C. 20 D. 25 E. 30 10. O dec??bito do paciente acamado dever?í ser mudado de duas em duas horas com o objetivo de prevenir:

A. Tromboses B. Escaras C. Atrofias D. Artroses E. Artrites

11. A temperatura axilar ?® a mais comu- mente aferida em pacientes internados. Es- te local de aferi?º?úo ?® contra-indicado em caso de:

A. Queimadura de t??rax 4 B. Cirurgia abdominal C. Extra?º?úo dent?íria D. Cirurgia vascular E. Cirurgia retal

12. Quando dizemos que um paciente est?í com taquicardia ?® porque o seu cora?º?úo est?í:

A. Lento B. Acelerado C. Fraco D. Cheio E. Nenhuma das alternativas anteriores

13. A diminui?º?úo da diurese de um paciente ?® chamada de: A. An??ria B. Poli??ria C. Dis??ria D. Nict??ria E. Olig??ria

14. Quando um paciente s?? consegue respi- rar melhor estando sentado, dizemos que ele est?í:

A. Apn?®ico B. Eupn?®ico C. Cheyne-Stokes D. Ortopn?®ico E. Nenhuma das alternativas anteriores

15. Ao administrar uma medica?º?úo intrave- nosa (IV), devemos faz?¬-Io:

C. A velocidade n?úo ?® importante e sim a prescri?º?úo D. De qualquer jeito, pois o que ?® importan- E. Nenhuma das alternativas anteriores

16. Quando dizemos que um paciente est?í hipotenso ?® porque sua press?úo est?í:

A. Muito alta B. Baixa C. Normal D. Oscilando muito E. Nenhuma das alternativas anteriores

17. Em rela?º?úo ?á aplica?º?úo de calor local, indique a op?º?úo incorreta:

A. Alivia espasmos musculares B. Estimula a circula?º?úo e as gl?óndulas sudor?¡paras D. Promove o aquecimento local E. Produz a vasoconstri?º?úo

18. A situa?º?úo que ocasiona a diminui?º?úo da freq???¬ncia do pulso ?®:

A. Febre C. C Infec?º?úo D. Emo?º?Áes E. Exerc?¡cio 19. Na administra?º?úo de medicamentos por via oral, n?úo ?® indicado:

A. Colocar os medicamentos em c?íli- B. Perguntar o nome do paciente e cer- tificar-se disso com o cart?úo ou rela- t??rio de enfermagem C. Deixar o medicamento sobre a mesi- nha do paciente, quando ele estiver D. Lavar os c?ílices ou copinhos com ?ígua e sab?úo E. Anotar no relat??rio de enfermagem hora, medica?º?úo, dosagem e rea?º?úo do paciente.

20. Em pacientes ambulatoriais, a insulina deve ser administrada por via:

A. Oral B. Intravenosa C. Intrad?®rmica D. Intramuscular E. Subcut?ónea

21. A quimioterapia antineopl?ísica serve basicamente para:

A. Detectar um tumor em fase inicial B. Retardar o processo das neoplasias ma- lignas C. Oferecer conforto ao paciente com baixa imunidade D. Eliminar o tumor benigno E. Nenhuma das alternativas anteriores

22. Em rela?º?úo ao volume, o pulso pode ser cheio ou: A. Filiforme B. Dicr??tico C. Bradisf?¡gmico D. R?¡tmico E. Taquisf?¡gmico

23. “Deu entrada na emerg?¬ncia um jovem Ao exame f?¡sico foram observadas les?Áes

superficiais na regi?úo escapular e no joelho esquerdo do tipo atrito, n?úo acompanhadas de perda de sangue.” Em rela?º?úo ao caso, as feridas apresenta- das s?úo do tipo:

A. Perfurante B. Abrasiva C. Contusa D. Incisiva E. Cortante

24. Para registrar os sinais vitais, devem ser utilizados os seguintes impressos:

A. Folha ??nica e evolu?º?úo m?®dica B. Evolu?º?úo de enfermagem e evolu?º?úo m?®dica C. Gr?ífico de TPR e evolu?º?úo de en- fermagem D. Plano assistencial e gr?ífico de TPR E. Nenhuma das alternativas anteriores

25. A massagem de fric?º?úo ap??s a Inje?º?úo IM visa: A. Estancar o sangramento B. Facilitar absor?º?úo do medicamento C. Aliviar a dor local D. Aumentar a a?º?úo da droga E. Nenhuma das alternativas anteriores

26. A introdu?º?úo de grande quantidade de l?¡quido na veia denomina-se:

A. Enter??clise B. Enema C. Lavagem vesical D. Ven??clise E. I nstila?º?úo

6 27. Na coleta de sangue venoso para exa- me, o garrote deve ser:

A. Retirado ap??s a pun?º?úo da veia B. Mantido durante a pun?º?úo da veia C. Retirado e mantido alternada mente D. Abolido, pois n?úo h?í necessidade de E. Usado apenas em determinados ca- sos

28. O antit?®rmico ?® uma medica?º?úo: A. Evacuadora B. Neutralizadora C. Sintom?ítica D. Antit??xica E. Ant?¡dota

29. Na aplica?º?úo de medicamentos por via intramuscular, s?úo usadas solu?º?Áes do tipo:

A. Irritantes B. Isot??nicas C. Hipert??nicas D. C?íusticas E. Hipot??nicas

30. A leucocitose representa o aumento dos(as): A. Gl??bulos vermelhos B. Plaquetas C. Anticorpos D. Gl??bulos brancos E. C?®lulas gama

A. Term??metro, tensi??metro, rel??gio de se- gundos e l?ípis bicolor B. Term??metro, martelo para pesquisa de reflexos e rel??gio de segundos C. Estetosc??pio, esfignoman??metro, rel??gio de segundos e term??metro D. Estetosc??pio, tensi??metro, TPR e l?ípis bicolor E. Nenhuma das alternativas anteriores

32. O pulso popl?¡teo ?® aferido na seguinte regi?úo: A. Segundo espa?ºo intercostal B. Sob a mand?¡bula C. Dorso do p?® D. Na regi?úo plantar E. Atr?ís do joelho

33. A hipoglicemia pode ocorrer quando o paciente recebe: A. Dose insuficiente de insulina B. Dose excessiva de insulina C. Nenhuma insulina D. Doses relativas de insulina E. Tratamento alternado de insulina

34. A regi?úo escapular corresponde ?á se- guinte estrutura anat??mica:

A. Omoplata B. Il?¡aco C. P??bis D. Pelve E. Nenhuma das alternativas anteriores

35. Antes de administrar digit?ílico a um pa- ciente, devemos verificar se:

A. A respira?º?úo est?í acelerada B. O volume urin?írio est?í baixo C. O pulso radial est?í abaixo de 60 bpm D. A press?úo arterial est?í abaixo do padr?úo normal E. O pulso precordial est?í igual a 60 bpm

36. A perda de sangue pela boca, proveni- ente da mucosa g?ístrica, denomina-se:

A. Epistaxe B. Hemoptise C. Enterorragia D. Estomatorragia E. Hemat?¬mese

37. Na transfus?úo de sangue, para maior seguran?ºa do paciente contra choque anafi- l?ítico, ?® necess?írio realizar:

A. Hemograma completo B. Prova cruzada C. Prova do la?ºo D. Coagulograma E. Fator Rh

38. Anorexia e eructa?º?úo significam, respec- tivamente: A. Aumento do apetite e falta de apetite B. Falta de apetite e arrotos C Arrotos e falta de apetite C. Falta de apetite e aumento de apetite D. Nenhuma das alternativas anteriores E. Nenhuma das alternativas anteriores

39. Melena ?® a hemorragia: A. Pulmonar B. Gastrintestinal C. Epitelial

D. Renal E. Nenhuma das alternativas anteriores 40. ?Ç press?úo m?¡nima d?í-se o nome:

A. Sist??lica B. Diast??lica C. Bradic?írdica D. Taquic?írdica E. Nenhuma das alternativas anteriores

41. A inje?º?úo subcut?ónea ?® tamb?®m denominada: A. Hipod?®rmica B. Intrad?®rmica C. Intratecal D. Intramuscular E. Nenhuma das alternativas anteriores

42. Numa situa?º?úo de emerg?¬ncia, em que h?í indica?º?úo de intuba?º?úo endotraqueal, o paciente dever?í ser colocado na seguinte posi?º?úo:

B. Trendelenburg, com a cabe?ºa fletida C. Horizontal, sobre uma superf?¡cie fir- D. Lateral esquerda, sobre uma superf?¡- E. Nenhuma das alternativas anteriores

43. A coleta de urina de 24 horas auxilia no diagn??stico de doen?ºas do aparelho genitu- rin?írio, sendo imprescind?¡vel o seguinte cui- dado:

A. Coletar a primeira urina da manh?ú B. Desprezar o primeiro jato de urina

8 C. Colocar o material em frasco est?®ril D. Cateterizar o paciente para coletar o material E. Reiniciar a coleta se alguma mic?º?úo for F. desprezada

44. Para realizar a glicos??ria pelo m?®todo do clinitest, as quantidades necess?írias de uri- na e ?ígua, respectivamente, s?úo:

A. 5 gotas e 10 gotas B. 10 gotas e 5 gotas C. 10mL e 5mL D. 5mL e 10mL E. 15mL e 10mL

45. Hemorragia ?® a perda de sangue devido ao rompimento de um vaso sang???¡neo, veia ou art?®ria. Quando oriunda do pulm?úo de- nomina-se:

A. Metrorragia B. Hemat?¬mese C. Hemat??ria D. Aracnoidite E. Hemoptise

46. A perda da continuidade ??ssea, produzi- da de forma brusca e violenta como resulta- do de um traumatismo, denomina-se:

A. Concuss?úo B. Contus?úo C. Entorse D. Luxa?º?úo E. Fratura

A. 1.060 e 1.070 B. 1.055 e 1.060 C. 1.045 e 1.050 D. 1.035 e 1.040 E. 1.010 e 1.030

48. A falta de fun?º?úo respirat??ria, por qual- quer causa que se introduza no trajeto ga- soso dos pulm?Áes, entre o sangue e o ar ambiente, denomina-se:

A. Dispepsia B. Anorexia C. Disfagia D. Asfixia E. Nenhuma das alternativas anteriores

49. O eletrocardiograma fornece informa- ?º?Áes sobre: A. Registro dos impulsos el?®tricos do cora?º?úo B. Arritmia card?¡aca de repeti?º?úo C. Registro das incurs?Áes respirat??rias D. Morte aparente E. Acidose respirat??ria

50. Indique o procedimento que n?úo deve ser realizado, ao prestar os primeiros socor- ros a uma pessoa intoxicada com soda c?íustica:

A. Colocar a v?¡tima com a cabe?ºa mais baixa que o resto do corpo B. Aquecer a v?¡tima com cobertores C. Provocar v??mito com ?ígua e sal D. Dar bastante ?ígua misturada com suco de laranja e/ou de lim?úo E. Nenhuma das alternativas anteriores

51. A sensa?º?úo de deslocamento do corpo em rela?º?úo aos objetos ou vice-versa, al?®m de n?íuseas e sensa?º?úo de zumbidos nos ouvidos, por?®m sem perda da consci?¬ncia, s?úo sintomas caracter?¡sticos de:

A. Lipotimia B. S?¡ncope C. Coma D. Torpor E. Vertigem

52. A paralisia peri??dica hipopotass?¬mica est?í relacionada a:

A. B??cio multinodular t??xico B. S?¡ndrome de Cushing C. Doen?ºa de Hashimoto D. Doen?ºa de Graves E. Doen?ºa de Addison

53. No asm?ítico, observamos um tipo de respira?º?úo denominada:

A. Polipn?®ia B. Dispn?®ia C. Eupn?®ia D. Bradipn?®ia E. Zigopn?®ia

54. A compressa quente visa promover ba- sicamente a: A. Vasoconstri?º?úo B. Pneu moconstri?º?úo C. Vasodilata?º?úo D. Hipopirexia E. Todas est?úo corretas

55. Na realiza?º?úo da raquicentese por pun- ?º?úo lombar o l?¡quido retirado ?® chamado de:

A. Plasm?ítico B. Cefalorraquidiano C. Linf?ítico D. Sang???¡neo E. Hem?ítico

56. A posi?º?úo de Trendelenburg ?® indicada, entre outras, para:

A. Melhorar a troca gasosa nos pulm?Áes B. Melhorar a circula?º?úo de retorno dos membros inferiores C. Diminuir a presen?ºa de sangue no ab- d??men D. Diminuir a tosse produtiva E. Nenhuma das alternativas anteriores

57. O choque anafil?ítico ?® provocado pela: A. Presen?ºa de pirog?¬nio no medicamento B. Superdosagem de medica?º?úo C. N?úo aceita?º?úo do organismo em rela?º?úo ao medicamento D. Presen?ºa de anticorpos no medicamen- to E. Nenhuma das alternativas anteriores

58. Os ossos movimentam-se em rela?º?úo uns aos outros atrav?®s de:

A. Cartilagens B. Curvas C. Nervos D. M??sculos E. Articula?º?Áes

57. A adrenalina ?® uma droga que tem a finalidade de: A. Estimular o cora?º?úo

10 B. Produzir o c?ílcio C. Agir no p?óncreas D. Produzir insulina E. Nenhuma das alternativas anteriores

60. Os linimentos s?úo drogas: A. Dissolvidas em ?ígua e ?ílcool B. Usadas externamente e aplicadas em forma de massagem C. Preparadas com ??leo e ?ígua D. Que se separam ap??s longos per?¡o- dos de repouso E. S??lidas, ingeridas oralmente

61. Dentre as op?º?Áes a seguir, indique a- quela que atua como fator predisponente ao aparecimento de escaras de dec??bito:

A. Len?º??is limpos esticados no leito B. Dieta rica em prote?¡nas C. Obesidade D. Movimenta?º?úo freq??ente no leito E. Exerc?¡cios poss?¡veis em pacientes aca- mados

62. A penetra?º?úo, desenvolvimento e multi- plica?º?úo de piolhos no couro cabeludo de- nomina-se:

A. Infec?º?úo B. Infesta?º?úo C. Contamina?º?úo D. Inflama?º?úo E. Endemia

63. A respira?º?úo peri??dica, com ritmo respi- rat??rio desigual, denomina-se:

C. Cheyne-Stokes D. Apn?®ia E. Ortopn?®ia 64. A doen?ºa infecciosa que afeta as vias a?®reas superiores, com forma?º?úo de placa espessa acinzentada, ?®:

A. T?®tano B. Rub?®ola C. Difteria D. Encefalite E. Poliomielite

65. A irriga?º?úo vesical ?® um termo que signi- fica lavar a(o):

A. Ves?¡cula biliar B. Bexiga C. Intestino D. Est??mago E. Ves?¡cula seminal

66. A retirada da urina da bexiga por meio mec?ónico denomina-se:

A. Irriga?º?úo vesical B. Cateterismo vesical C. Incontin?¬ncia vesical D. Instila?º?úo vesical E. Contin?¬ncia vesical

67. Em rela?º?úo ?á s?¡ndrome de Cushing, po- de ser considerada como causa mais co- mum:

A. Disfun?º?úo hipot?ílamo – hipofis?íria B. Superprodu?º?úo hipofis?íria de ACTH C. Neoplasia adrenal D. Produ?º?úo ect??pica de ACTH E. latrog?¬nico

68. A capacidade que os gl??bulos brancos possuem de ingerir e destruir part?¡culas es- tranhas no sangue denomina-se:

A. Osmose B. Di?ílise C. Supura?º?úo D. Diapedese E. Fagocitose

69. Uma das complica?º?Áes imediatas de fratura exposta ?®:

A. Artrose B. Artrite C. Tendinite D. Hemorragia E. Osteoporose

70. No atendimento a v?¡tima com suspeita de fratura no bra?ºo, o enfermeiro deve ter como conduta imediata:

A. Aplica?º?úo de calor B. Redu?º?úo da fratura C. Aplica?º?úo de gelo no local D. Imobiliza?º?úo do membro E. Administra?º?úo de analg?®sicos

71. ?ë indica?º?úo para transfus?úo sang???¡nea: A. Diarr?®ia B. Poli??ria C. Enterorragia D. Hematomielia E. Nenhuma das alternativas anteriores

A. Explora?º?úo e visualiza?º?úo da mucosa digestiva B. Ressec?º?úo de parte do est??mago C. Avalia?º?úo de diversos sintomas f?¡sicos D. Verifica?º?úo das condi?º?Áes org?ónicas E. Nenhuma das alternativas anteriores

73. A paracentese ?® indicada quando o en- fermo apresenta: A. Apendicite B. Pneumonia C. Meningite D. Pleuris E. Ascite

74. O per?¡odo de incuba?º?úo da hepatite A varia de: A. 15 a 50 dias B. 20 a 80 dias C. 30 a 120 dias D. 45 a 150 dias E. 60 a 180 dias

75. Para evitar hem??lise no sangue coletado para exame, ?® indicado:

A. Manter o garrote e pedir ao paciente para ficar com a m?úo aberta B. Aspirar um pouco de ar imediatamente ap??s a retirada do sangue C. Manter a agulha da seringa e injetar o sangue no frasco D. Separar a agulha da seringa e deixar o sangue escorrer vagarosamente pela pare- de do tubo E. Movimentar bem o tubo para homoge- neizar o sangue

12 76. S?úo fun?º?Áes metab??licas do f?¡gado, ex- ceto: A. S?¡ntese de vitaminas A e B B. S?¡ntese de globulinas A e B C. Armazenamento de ferro e cobre D. Convers?úo de am??nia em ur?®ia E. Regula?º?úo de concentra?º?úo de glicose no sangue

77. Homem, 32 anos, chega ?á Emerg?¬ncia na qual voc?¬ est?í de plant?úo, trazido por terceiros, com quadro de coma. Voc?¬ n?úo tem elementos da hist??ria cl?¡nica do pacien- te e o mesmo, em um exame inicial, n?úo apresenta sinais de trauma. A primeira me- dida a ser tomada pela equipe ?®:

A. Intuba?º?úo orotraqueal B. Quantifica?º?úo do n?¡vel de glicose s?®rico C. Administra?º?úo de glicose hipert??nica por via intravenosa D. Tomografia computadorizada de cr?ónio E. Realiza?º?úo de eletrocardiograma de urg?¬ncia

78. O termo que indica a aus?¬ncia de movi- mentos respirat??rios ?®:

A. Apn?®ia B. Dispn?®ia C. Eupn?®ia D. Bradipn?®ia E. Taquipn?®ia

79. Na administra?º?úo de medicamentos, al?®m dos cuidados b?ísicos, o t?®cnico de enfermagem deve faz?¬-Ia mediante:

D. Avalia?º?úo do paciente E. Sintomatologia cl?¡nica 80. O termo utilizado para denominar reten- ?º?úo de gases no est??mago e no intestino ?®:

A. Anosmia B. Sialorr?®ia C. Tenesmo D. Peristalse E. Meteorismo

81. No exame da pele de um paci- ente podemos encontrar les?Áes que constituem ac??mulos s??lidos cir- cunscritos. Essas les?Áes s?úo deno- minadas:

A. Abscessos B. Hematomas C. P??stulas D. P?ípulas E. Flictenas

82. A cateteriza?º?úo nasog?ístrica tem por finalidades: A. Evitar diarr?®ia e manter equil?¡brio hi- droeletrol?¡tico B. Reduzir estresse e evitar constipa?º?úo intestinal C. Retirar os fluidos do trato gastrintestinal e administrar medicamentos e alimentos (gavagem) D. Evitar constipa?º?úo intestinal e prevenir desconforto g?ístrico E. Diminuir a dor epig?ístrica e evitar des- nutri?º?úo prot?®ica

83. Com rela?º?úo ao balan?ºo h?¡drico, pode- mos dizer que ?®: A. O controle dos l?¡quidos administrados e eliminados do paciente no per?¡odo de 24 horas B. A diurese de 20mL/h, nas 24 horas, C. A ingesta de l?¡quidos menor que a eli- mina?º?úo, dando balan?ºo positivo nas 12 D. A ingesta h?¡drica de um paciente, calcu- lando os l?¡quidos administrados apenas por via oral.

84. Num paciente apresentando agita?º?úo psicomotora, ?® realizado o seguinte cuidado de enfermagem:

A. Aferi?º?úo dos sinais vitais de 2 em 2 ho- ras B. Mudan?ºa de dec??bito C. Estimula?º?úo de exerc?¡cios respirat??rios D. Conten?º?úo mec?ónica no leito E. Nenhuma das alternativas anteriores

85. O principal cuidado a ser tomado antes de administrar l?¡quidos pelo cateter naso- g?ístrico ?®:

A. Lavar a cateter com ?ígua B. Verificar a temperatura do l?¡quido C. Verificar a quantidade do l?¡quido D. Obstruir o cateter E. Verificar se o cateter est?í no est??mago

86. Numa emerg?¬ncia, a avalia?º?úo respira- t??ria do paciente ?® fundamental. O paciente que apresenta 37 movimentos respirat??rios por minuto dizemos que est?í:

t?úo de subst?óncia ?ícida, deve-se de imedia- to: A. Fazer uma intuba?º?úo g?ístrica B. Fazer uma lavagem intestinal C. Administrar emolientes D. Provocar v??mitos E. Nenhuma das alternativas anteriores

88. A lavagem g?ístrica deve ser feita com cateter de: A. N?®laton B. Folley C. Einhorn D. Malecot E. Fauchet

89. Para obter urina est?®ril para cultura, ap??s les?Áes uretrais, utiliza-se o seguinte procedimento:

A. Pielostomia B. Drenagem mitral C. Cateterismo vesical D. Irriga?º?úo vesical cont?¡nua E. Pun?º?úo da bexiga

90. Ao dar o banho do paciente no leito, deve-se: A. Abrir as janelas B. Colocar biombos ao redor do leito C. Suspender a hidrata?º?úo venosa D. Passar a chave na porta E. Nenhuma das alternativas anteriores

91. Em pacientes acamados com inconti- 14 n?¬ncia urin?íria, o cuidado mais importante de enfermagem inclui:

A. Controle rigoroso de diurese B. Restri?º?úo rigorosa de l?¡quidos C. Troca programada da roupa do leito D. Medidas de prote?º?úo da pele E. Cateterismo vesical

92. Fazem parte do aparelho urin?írio os rins, ureteres, bexiga e:

A. Uretra B. Vulva C. P?¬nis D. Vagina E. Pr??stata 93. O ureter termina na:

A. Pr??stata B. Bexiga C. Vagina D. Uretra E. Trompa 94. A traqu?®ia faz parte do aparelho:

A. Circulat??rio B. Digestivo C. Locomotor D. Urin?írio E. Respirat??rio

C. Hem??lise D. Hematocelia E. Hematose 96. A parte l?¡quida do sangue ?® constitu?¡da por:

A. Gl??bulos brancos B. Gl??bulos vermelhos C. Linfa D. Hemoglobina E. Plasma

97. Mulher, 32 anos, usu?íria de drogas inje- t?íveis (il?¡citas), assintom?ítica, compareceu ao Banco de Sangue de sua cidade para doa?º?úo, com o objetivo de “ver se o sangue estava bom”. Na entrevista, negou de forma falaciosa qualquer possibilidade de exposi- ?º?úo parenteral. Ap??s uma semana, recebe uma carta para comparecer ao Banco de Sangue, e tem ent?úo a not?¡cia de que ?® do- adora inapta. Os resultados de seus exames apresentam os seguintes dados: HBsAg negativo; anti-HBc IgG positivo; anti- HCV positivo; PCR para v?¡rus C 2.000.000 O diagn??stico mais prov?ível ?®:

A. Hepatite B cr??nica e hepatite C ativa B. Imunidade ao v?¡rus da hepatite B, hepa- tite C ativa C. Hepatite B cr??nica e imunidade ao v?¡rus da hepatite C D. Imunidade aos v?¡rus das hepatites B e C E. Nenhuma das alternativas anteriores

98. As gl?óndulas anexas do aparelho diges- tivo s?úo as salivares, f?¡gado e:

A. Ba?ºo B. Jejuno C. P?óncreas D. Ves?¡cula E. Ap?¬ndice

99. S?úo contra-indica?º?Áes absolutas para a terapia trombol?¡tica no infarto agudo do mi- oc?írdio, exceto:

A. Sangramento interno ativo, exceto B. Suspeita de dissec?º?úo de aorta C. Dissec?º?úo de aorta comprovada D. Uso atual de anticoagulante E. Neoplasia intracraniana

100. O cuidado de enfermagem a ser pres- tado ao paciente, na colheita de escarro para baciloscopia, ?®:

A. Fazer bochechos de ?ígua e ingerir a seguir B. Escovar os dentes e lavar a boca C. Colocar o material em recipiente limpo D. Promover meios para evitar a tosse E. Dar alimentos antes do exame

101. No exame de nariz, o instrumento utili- zado ?® o: A. Otosc??pio B. Cistosc??pio C. Laringosc??pio D. Broncosc??pio E. Rinosc??pio

102. O m??sculo que auxilia a respira?º?úo ?® o: A. Diafragma B. B?¡ceps C. Vertebral D. Tr?¡ceps

E. Costureiro 103. O cuidado indispens?ível realizado pela enfermagem em paciente com tubo endo- traqueal ?®:

A. Instalar m?íscara para oxig?¬nio B. Aspirar ?á ?írvore traqueobr??nquica C. Manter cateter nasal de oxig?¬nio ??mido D. Proteger os olhos com gaze umedecida E. Nenhuma das alternativas anteriores

104. Para verificar a press?úo arterial (PA), necessita-se de um estetosc??pio e de um:

A. Dens?¡metro B. Estesi??metro C. Escim??metro D. Esfigmoman??metro E. Esfigmobol??metro

105. Para se fazer uma instila?º?úo vesical, ?® indispens?ível uma:

A. Lavagem vesical B. Lavagem intestinal C. Completa raspagem dos p?¬los D. Limpeza das unhas E. Nenhuma das alternativas anteriores

106. Para evitar a obstru?º?úo do cate- ter nasog?ístrico, ap??s administra?º?úo de alimentos ou medicamentos, deve- se:

A. Injetar um pouco de ar B. Manter o cateter aberto C. Colocar o paciente em dec??bito lateral D. Introduzir um pouco de ?ígua E. Baixar acentuadamente a cabeceira do leito 16 107. Uma das medidas que se devem tomar com um paciente que apresenta hemat?¬mese ?®:

A. Alimentar fracionadamente B. Fazer uma lavagem g?ístrica com soro gelado C. Providenciar saco de gelo sobre o es- t??mago D. Aumentar a cabeceira com Fowler E. Nenhuma das alternativas anteriores

108. Uma das causas que aumentam o ritmo respirat??rio ?® o: A. Banho quente B. Banho frio C. Sono D. Calor E. Nenhuma das alternativas anteriores

109. A verifica?º?úo da temperatura corporal considerada mais exata ?®:

A. Axilar B. Retal C. Oral D. Inguinal E. Vaginal 110. Em caso de eleva?º?úo repentina no ritmo do pulso:

E. Nenhuma das alternativas anteriores 111. Para limpeza do intestino grosso, aplica-se um clister:

A. Anti-s?®ptico B. Purgativo C. Adstringente D. Carminativo E. Nenhuma das alternativas anteriores

112. Estado de resist?¬ncia geralmen- te associado ?á presen?ºa de anticor- pos com a?º?úo espec?¡fica sobre o mi- crorganismo respons?ível por deter- minada doen?ºa infecciosa ou sobre as toxinas chama-se:

A. Infec?º?úo B. Infesta?º?úo C. Imunidade D. Incuba?º?úo E. Imunodepress?úo

113. Ao prestar cuidados de emer- g?¬ncia a um paciente que sofreu uma fratura, deve-se:

A. Transportar o paciente em dec??bito dor- sal para proteger a fratura B. Imobilizar o membro fraturado para transportar o paciente C. Administrar sedativo para diminuir o estresse D. Aplicar morfina para aliviar a dor E. Nenhuma das alternativas anteriores

114. A via de administra?º?úo da vaci- na BCG ?®: A. Oral B. Venosa C. Intramuscular D. Intrad?®rmica E. Subcut?ónea

115. A finalidade primordial do curati- vo ?®: A. Limpar o ferimento B. Evitar o aparecimento de infec?º?úo C. Manter a ferida oclu?¡da D. Deixar o paciente confort?ível E. Facilitar a drenagem

116. A press?úo arterial depende de dois fato- res importantes: qualidade de sangue circulan- Considera-se hipertens?úo ou tens?úo elevada quando a m?¡nima estiver em 100mmHg e a m?íxima em:

A. 150 B. 120 C. 110 D. 90 E. 80 117. O ponto b?ísico da assist?¬ncia de enfer- magem com prioridade sobre todos os demais cuidados ao paciente com insufici?¬ncia respi- rat??ria ?®:

A. Manuten?º?úo das vias a?®reas de- sobstru?¡das B. Utiliza?º?úo de oxig?¬nio nasal C. Observa?º?úo rigorosa da freq???¬ncia respirat??ria D. Umidifica?º?úo do g?ís a ser administrado E. Manuten?º?úo do paciente em posi?º?úo de Fowler

A. Sonol?¬ncia e h?ílito cet??nico B. Palidez e taquicardia C. Sonol?¬ncia e bradicardia D. H?ílito cet??nico e cefal?®ia E. Palidez e respira?º?úo profunda

119. Quando o paciente est?í com hipoglicemi- a, ele deve: A. Receber glicose B. Ir ao hospital imediatamente C. Ficar deitado em dec??bito lateral D. Tomar insulina habitual E. Fazer exerc?¡cios de relaxamento

120. Um dos objetivos da utiliza?º?úo de atadu- ras ?®: A. Favorecer a cicatriza?º?úo da ?írea lesada B. Restringir ou impedir movimentos C. Impedir a propaga?º?úo de infec?º?úo em feridas s?®pticas D. Economizar material esterilizado E. Absorver secre?º?úo e facilitar a drenagem

121. S?úo causas de insufici?¬ncia card?¡a- ca de alto d?®bito, exceto:

A. Tireotoxicose B. Berib?®ri C. Doen?ºa de Paget D. Hipertens?úo arterial sist?¬mica E. Anemia

122. ?ë necess?írio fazer a coleta de escarro para cultura pela manh?ú, porque neste per?¡odo o paciente est?í:

A. Com expectora?º?úo abundante 18 B. Descansado C. Hidratado D. Em jejum E. Nenhuma das alternativas anteriores

123. Para realizar de maneira eficiente a respira?º?úo pelo m?®todo boca a boca, de- vemos colocar o paciente na posi?º?úo:

A. Sentado B. Em p?® C. Deitado em dec??bito lateral D. Deitado em dec??bito dorsal E. Nenhuma das alternativas anteriores

124. “Era vulgar e desoladora. O bi- gode ca?¡do; o l?íbio inferior pendente e mole a que se agarrava uma grande ‘mosca'; os tra?ºos fl?ícidos e grossei- ros; n?úo havia nem o desenho do queixo ou olhar que fosse pr??prio, que revelasse algum dote superior ( … ) e todo ele era gelatinoso – parecia n?úo ter nervos.” (Triste Fim de Poli- carpo Quaresma, Lima Barreto). Di- ante dessa descri?º?úo, a qual refere- se ?á impress?úo que o ent?úo Marechal Floriano Peixoto impacta em Policar- po Quaresma, poder?¡amos pensar no diagn??stico de:

A. Esquizofrenia paran??ide B. Esquizofrenia do tipo desorganizado C. Esquizofrenia catat??nica D. Doen?ºa bipolar em fase man?¡aca E. Nenhuma das alternativas anteriores

E. Facilitar a vasoconstri?º?úo perif?®rica 126. A um paciente queimado e consciente, devemos:

A. Oferecer uma refei?º?úo forte para resistir ?ás dores B. Oferecer ?ígua em grande quantidade C. Administrar anti?ícidos antes da refei?º?úo D. Oferecer bebida alco??lica para estimul?í- Io E. Nenhuma das alternativas anteriores

127. A descri?º?úo sobre hist??ria de viagens no registro de uma anamnese ?® mais bem alocada na:

A. Hist??ria familiar B. Identifica?º?úo C. Hist??ria social D. Hist??ria patol??gica pregressa E. Hist??ria da doen?ºa atual

128. A dor ?® uma das maiores causas de desconforto, que pode ser identifica da atra- v?®s da conduta verbal e n?úo-verbal. Se pos- s?¡vel, deve-se estimular o paciente ?á descri- ?º?úo de sua dor, com o objetivo principal de identificar as seguintes caracter?¡sticas:

129. Para que uma subst?óncia possa ser administrada por via intravenosa ?® essencial que:

A. N?úo seja hemol?¡tica B. Seja c?íustica C. N?úo seja de f?ícil absor?º?úo D. Contenha pirog?¬nio E. Coagule as albuminas

130. A lavagem externa deve ser feita sem irriga?º?úo no caso de paciente:

B. Com aparelho gessado na regi?úo coxo- femoral C. Submetido ?á cirurgia retal D. Com cateter vesical de demora E. Submetido ?á cirurgia de pr??stata

131. As atividades musculares e o equil?¡brio do corpo s?úo controlados pelo:

A. Enc?®falo B. C?®rebro C. Cerebelo D. Bulbo E. Neur??nio

132. Na preven?º?úo ao c?óncer de mama o auto-exame deve ser realizado:

A. Anualmente e mediante consulta m?®di- ca B. Mensalmente, 14 dias ap??s o primeiro C. De 3 em 3 meses, 5 dias ap??s o ??ltimo dia da menstrua?º?úo D. De 6 em 6 meses, 5 dias ap??s o ??ltimo dia da menstrua?º?úo E. Anualmente, 5 dias ap??s o ??ltimo dia da menstrua?º?úo

133. “Cama fechada” ?® a denomina?º?úo da- da ao leito hospitalar que est?í:

B. Sendo ocupado por paciente que n?úo pode se locomover C. Desocupado, aguardando a chegada de D. Desocupado, aguardando o retorn9 do E. Em desuso tempor?írio

134. O primeiro cuidado a ser dado em caso de hemorragia externa por acidente ?® prioritariamente:

A. Instalar soro removendo a v?¡tima do local B. Cobrir o sangramento, apertando com C. Manter o volume sang???¡neo atrav?®s de transfus?úo D. Imobilizar o membro lesado para dimi- nuir a perda de sangue E. Aplicar medica?º?úo hemost?ítica e moni- torar o paciente

135. Um dos objetivos da utiliza?º?úo de ataduras ?®: A. Promover a cicatriza?º?úo da ?írea lesada B. Favorecer a circula?º?úo de uma parte do corpo C. Impedir a propaga?º?úo de infec?º?úo em feridas s?®pticas D. Economizar o material necess?írio em curativo E. Absorver secre?º?úo e facilitar a drena- gem

136. A finalidade do teste tonom?®trico ?® mensurar: A. Press?úo intra-ocular B. T??nus muscular C. Circula?º?úo sang???¡nea D. Fun?º?úo respirat??ria 20 E. Retra?º?úo capilar

137. S?úo complica?º?Áes dos usu?írios de insulina: A. Dor no local da aplica?º?úo B. Lipodistrofia insul?¡nica C. Edema insul?¡nico D. Todas est?úo corretas E. Somente B e C est?úo corretas

138. Na desinfec?º?úo por glutaralde- ?¡do a 2% o cuidado pr?®vio com os materiais ?® fazer:

A. Limpeza B. Estocagem C. Esteriliza?º?úo D. Registro E. Embalagem

139. O termo flebite significa: A. Infec?º?úo das art?®rias B. Inflama?º?úo nas paredes das veias C. Inflama?º?úo das paredes das art?®rias e veias D. Infec?º?úo de todas as art?®rias que fazem parte do organismo E. Nenhuma das alternativas anteriores

140. A a?º?úo de enfermagem imediata, pres- tada a um paciente que ser?í submetido ?á intuba?º?úo orotraqueal, ?®:

quem se encontra desmaiado, a posi?º?úo mais indicada para o paciente ?®:

A. Sentado, com a cabe?ºa baixa fletida at?® B. Posi?º?úo lateral, com os membros inferi- C. Dec??bito dorsal, com os membros infe- D. Sentado, com a cabe?ºa para tr?ís com E. Nenhuma das alternativas anteriores

142. A tapotagem tem, entre outros objeti- vos, o de melhorar a capacidade ventilat??- ria, devendo ser praticada em pacientes no caso de:

A. Coma diab?®tico B. Transoperat??rio C. Insufici?¬ncia renal D. Parada cardiorrespirat??ria E. Secre?º?úo br??nquica

143. Os registros feitos pela equipe de en- fermagem s?úo de suma import?óncia para que se possa avaliar o quadro cl?¡nico do paci- ente. Em rela?º?úo ?á folha de balan?ºo h?¡drico, devem ser feitas as seguintes anota?º?Áes:

A. Quantidade dos l?¡quidos introduzidos, B. Quantidade dos l?¡quidos administrativos C. Caracter?¡sticas, hor?írio e vias de adminis- D. Volume dos l?¡quidos eliminados, suas caracter?¡sticas e hor?írio, num per?¡odo de 12 E. Caracter?¡sticas dos l?¡quidos eliminados por via renal e digestiva e dos l?¡quidos admi- nistrados por via oral, num per?¡odo de 12 ho- ras.

144. Ao suspeitar de uma rea?º?úo transfusional num paciente que esteja recebendo hemoderi- vados, o t?®cnico de enfermagem dever?í ado- tar as seguintes atitudes:

A. Manter a transfus?úo, chamar o m?®dico e B. Manter a transfus?úo, guardar a embala- C. Interromper a transfus?úo, desprezar a embalagem do sangue e comunicar ao enfer- D. Interromper a transfus?úo, comunicar ao enfermeiro e guardar a embalagem do san- E. Aumentar o gotejamento do sangue, cha- mar o m?®dico e administrar medica?º?úo prescri- ta.

145. Colocar o paciente ereto com pernas e p?®s para baixo, administrar oxig?¬nio, aplicar torniquetes rotativos e administrar medica?º?úo prescrita s?úo cuidados de enfermagem ade- quados ?á seguinte situa?º?úo:

A. Hemot??rax B. Bronquiectasia C. Enfisema pulmonar D. Edema agudo de pulm?úo E. Estado de mal asm?ítico

146. O cuidado imediato a ser dado a um indi- v?¡duo que chega ao servi?ºo m?®dico apresen- tando contus?úo ?®:

A. Aplicar gelo no local B. Aplicar calor no local C. Administrar analg?®sico D. Comunicar ao m?®dico o mais r?ípido pos- s?¡vel E. Nenhuma das alternativas anteriores

atadura, exceto: A. Colocar sempre o membro em posi?º?úo anat??mica B. Deixar duas superf?¡cies em contato para evitar a forma?º?úo de escaras C. Proteger as ?íreas lesadas com curativos de gaze D. Deixar, sempre que poss?¡vel, as extremi- E. Cobrir apenas um ter?ºo de atadura em cada volta

148. Faz parte dos cuidados de enfermagem ap??s a morte: A. Administrar compressas B. Observar ven??clise C. Fazer venopun?º?úo D. Tamponar cavidades E. Retirar pr??teses dent?írias

149. A oligocolia ?® um termo que consiste em: A. Defici?¬ncia mental acentuada B. Secre?º?úo biliar deficiente C. O mesmo que omoplata D. Elimina?º?úo de grande quantidade de urina E. Nenhuma das alternativas anteriores

150. Ao assistir uma paciente em crise convul- siva, deve ser evitado:

A. Afrouxar as vestes B. Colocar forros embaixo das vestes’ C. Segurar a paciente para n?úo se debater D. Deixar a paciente no solo E. Remover saliva em excesso

151. Constitui estrutura anexa do a- parelho digestivo o(a): 22 A. Es??fago B. Faringe C. Jejuno D. Reto E. F?¡gado

152. O tecido originado das granula?º?Áes for- madas em feridas que cicatrizam por segunda inten?º?úo ?®:

A. Estriado B. Muscular C. Conjuntivo D. Epitelial E. Adiposo

153. O conjunto de informa?º?Áes, investiga?º?Áes e levantamentos necess?írios ?á programa?º?úo e ?á avalia?º?úo de medidas de controle de doen- ?ºas e situa?º?Áes de agravo ?á sa??de ?® classifi- cado como:

A. Vigil?óncia epidemiol??gica B. Signific?óncia estat?¡stica C. Vigil?óncia sanit?íria D. Surto epid?¬mico E. Sa??de p??blica

154. A provoca?º?úo do v??mito, indicada nos casos de envenenamento por subst?óncia n?úo corrosiva, tem por principal objetivo:

A. Lavar a mucosa B. Diluir o veneno C. Dissolver o veneno D. Impedir a absor?º?úo E. Neutralizar o agente

denominada: A. Progn??stico B. Diagn??stico C. Receita D. Prescri?º?úo E. Dieta

156. S?úo locais onde podemos verificar o pulso: A. Todas as veias do corpo B. Todas as art?®rias do organismo D. Art?®ria radial, facial, temporal, car??tida E. Em qualquer parte do corpo por onde passe uma art?®ria superficial em uma su- perf?¡cie lisa

157. A aspira?º?úo do conte??do g?ístrico evita a distens?úo abdominal. A esse procedimen- to denominamos de:

A. Lavagem intestinal B. Sifonagem vesical C. Sifonagem g?ístrica D. Sifonagem card?¡aca E. Lavagem vesical

158. Na coleta da urina ass?®ptica para o exame laboratorial, ?® indispens?ível orientar o paciente quanto ao seguinte aspecto:

A. Diurese hor?íria com verifica?º?úo da densidade B. Recolhimento da urina num per?¡odo de 24 horas C. Esvaziamento da bexiga 2 horas antes do exame D. Elimina?º?úo urin?íria atrav?®s de cateter ureteral E. Mic?º?úo direta no frasco ap??s higiene local

159. A massagem estimula a circula?º?úo, aumenta o t??nus muscular e ajuda a relaxar os m??sculos r?¡gidos. Por esse motivo, o paciente acamado deve ser massageado, com freq???¬ncia, nas seguintes ?íreas de maior compress?úo do corpo:

A. Gl??teo, nuca, cintura escapular e pan- B. Ombros, cotovelos, quadris e calcanha- E. Flanco, p?®s, ombros e panturrilhas.

160. O isolamento utilizado para crian?ºas portadoras de doen?ºas imunossupressoras ?® do tipo:

A. Reverso B. Estrito C. Ent?®rico D. Urin?írio E. Respirat??rio

161. A perda da fun?º?úo matara em um lado do corpo denomina-se:

A. Paraplegia B. Tetraplegia C. Hemiparesia D. Semiparesia E. Hemiplegia

162. Marque a assertiva incorreta, consi- derando os cuidados que se deve ter com o arm?írio de medicamentos:

B. As drogas que mostrarem mudan?ºas na cor, odor e consist?¬ncia, s?? podem ser ad- ministradas com a autoriza?º?úo do enfermei- C. Medicamentos sem r??tulos devem ser devolvidos ?á farm?ícia D. As prateleiras de medicamentos devem ser bem limpas e os medicamentos dispos- tos em ordem alfab?®tica E. Os medicamentos vencidos devem ser devolvidos ?á farm?ícia

163. Retirar fluidos e gases (descompres- s?úo), tratar obstru?º?úo mec?ónica e sangra- mento e administrar medicamentos e ali- mentos diretamente no trato gastrintestinal s?úo algumas das finalidades do seguinte procedimento:

A. Gastrostomia B. Polipectomia C. Drenagem duodenal D. Intuba?º?úo nasog?ístrica E. Fibroscopia gastrintestinal

164. O est??mago age como um reservat??- rio de alimentos que formam um tipo de massa semi-s??lida, denominada:

A. Linfa B. Antro C. Quilo D. Quimo E. Nenhuma das alternativas anteriores

165. A lavagem intestinal tem por finalida- de: A. Diminuir o peristaltismo B. Estimular o retorno venoso C. Intensificar a flatul?¬ncia D. Aliviar a distens?úo abdominal 24 E. Nenhuma das alternativas anteriores

166. Numa situa?º?úo de emerg?¬ncia, em que h?í indica?º?úo de intuba?º?úo endotra- queal, o paciente dever?í ser colocado na seguinte posi?º?úo:

A. Fowler, no leito confort?ível, com a ca- B. Trendelenburg, no leito, com a cabe?ºa C. Dec??bito horizontal com a cabe?ºa vol- D. Lateral direita, em uma superf?¡cie maci- E. Lateral esquerda, sobre uma superf?¡cie flex?¡vel, com a cabe?ºa defletida.

167. Pacientes diab?®ticos submetidos a insulinoterapia podem apresentar a seguin- te complica?º?úo:

A. Neuropatia B. Retinoplastia C. Cetoacidose D. Hipoglicemia E. Microangioplastia

168. O fecaloma ?® a reten?º?úo de: A. Fezes moles no intestino grosso B. Fezes endurecidas no reto C. Fezes endurecidas no intestino del- gado D. Urina na bexiga E. L?¡quidos nos pulm?Áes

169. Fratura ?® uma ferida na continuidade ??s- sea, sendo definida com o tipo de extens?úo. O tipo de fratura que resulta em um tra?ºo reto atrav?®s do osso ?® chamado de:

B. Espiral C. Cominutiva D. Transversa E. Epifis?íria 170. A lavagem de ouvido ?® um procedi- mento prescrito, com freq???¬ncia, nos am- bulat??rios de otorrinolaringologia. Sua indi- ca?º?úo ?® feita na presen?ºa de:

A. Cerume B. Prurido C. Purul?¬ncia D. Hemorragia E. Odor f?®tido

171. Os homossexuais masculinos, os he- mof?¡licos, os usu?írios de drogas injet?íveis s?úo pessoas mais vulner?íveis, pelas cir- cunst?óncias, ao risco para a seguinte doen- ?ºa:

A. Linfogranuloma ven?®reo B. Blenorragia C. Cancro mole e s?¡filis D. Tuberculose E. AIDS

172. O atendimento que visa promover a indi- vidualiza?º?úo da assist?¬ncia de enfermagem ao paciente ?® conseguido atrav?®s do (a):

A. Plano de cuidados de enfermagem B. Avalia?º?úo do estado geral C. Relat??rio da equipe D. Resposta do organismo ?á medica?º?úo E. Nenhuma das alternativas anteriores

173. Assinale a alternativa que cont?®m res- pectivamente as seguintes terminologias utilizadas pela enfermagem: Anasarca – Epistaxe – Pir?®tico.

A. Dor de cabe?ºa – sangramento anal – febril B. Edema generalizado – sangramento anal – dor – febril C. Edema generalizado – sangramento nasal – febril D. Edema localizado – sangramento nasal – febril E. Dor abdominal – sangramento intestinal – febril

174. Um ferimento superficial, com san- gramento discreto e extremamente doloro- so, ?® classificado como:

A. Abras?úo B. Equimose C. Incis?úo D. Contus?úo E. Lacera?º?úo

175. Na t?®cnica da cama de operado, os imperme?íveis devem ser colocados no centro do leito e:

A. No lado direito da cabeceira B. No lado esquerdo da cabeceira C. Em toda extens?úo da cabeceira D. Em toda a extens?úo dos p?®s E. No lado esquerdo dos p?®s

176. Para proteger uma determinada regi?úo do corpo contra o peso das cobertas, usa- se:

redu?º?úo de fratura ?®: A. Flex?úo B. Imobiliza?º?úo C. Compress?úo D. Extens?úo E. Tra?º?úo

178. Mic?º?úo dolorosa e dif?¡cil denomina- se: A. Olig??ria B. Dis??ria C. Nict??ria D. Poli??ria E. Polaci??ria

179. A ferida ?® uma les?úo dos tecidos do corpo que provoca ruptura em seu padr?úo normal. De acordo com a maneira como ?® produzida, ?® classificada como:

A. Perfurante, bordas irregulares, cortante B. Bordas irregulares, aberta, fechada e E. Ulcerada, cortante, contaminada e san- grante.

180. “?ë a retirada de fragmentos de mat?®ria viva para exame com o objetivo da obten?º?úo de um diagn??stico.” Isto conceitua:

A. Endoscopia B. Biopsia C. Flebotomia D. Orquipexia E. Nenhuma das alternativas anteriores

26 181. A febre intermitente ?® aquela em que a temperatura: A. Tem eleva?º?úo e queda brusca B. Fica sempre acima da normal C. Fica sempre abaixo da normal D. Fica sempre dentro da normalidade E. Nenhuma das alternativas anteriores

182. Olig??ria ?® o termo que indica: A. Aumento da diurese B. Diminui?º?úo da diurese C. Dor ?á mic?º?úo D. Aus?¬ncia da mic?º?úo E. Nenhuma das alternativas anteriores

183. A hematose ?® um fen??meno que o- corre: A. No cora?º?úo B. No intestino C. Nos pulm?Áes D. No c?®rebro E. Na boca

184. A ur?®ia ?® uma subst?óncia excretada pelo(s): A. Ba?ºo B. Pulm?Áes C. C?®rebro D. F?¡gado E. Rins

A. Entorse B. Luxa?º?úo C. Necrose D. Contus?úo E. Distens?úo

186. A nebuliza?º?úo ?® um tipo de inala?º?úo que tem por finalidade:

A. Melhorar a capacidade pulmonar B. Aumentar o aporte ventilat??rio C. Administrar oxig?¬nio ao paciente D. Fazer vasoconstri?º?úo pulmonar E. Fluidificar as secre?º?Áes pulmonares

187. O enfermeiro, ao prestar cuidados a um paciente inconsciente, com reflexo corneano ausente, dever?í preservar sua fun?º?úo visual do seguinte modo:

A. Verificando a presen?ºa de midr?¡ase B. Inspecionando o aparecimento de se- cre?º?úo purulenta C. Mantendo as c??rneas exposta D. Irrigando os olhos com soro fisiol??gico E. Nenhuma das alternativas anteriores

188. A diminui?º?úo da circula?º?úo atrav?®s dos leitos vasculares perif?®ricos relacio- na-se, frequentemente, ?á seguinte alte- ra?º?úo:

A. Fadiga B. Desmaio C. Cianose D. Dispn?®ia E. Hemoptise

189. O cuidado de enfermagem com um paciente acometido de contus?úo ?® aplicar ap??s seis horas: A. Bandagem suave B. Compressas frias C. Compressas quentes D. Bandagem compressiva E. Nenhuma das alternativas anteriores

190. Uma medida eficaz para desencadear mic?º?úo ?®: A. Colocar uma bacia com solu?º?úo desin- fetante sob o leito B. Acender uma luz vermelha ou laranja ?á cabeceira C. Abrir uma torneira de ?ígua pr??ximo ao paciente D. Fechar as janelas do quarto E. Comprimir o nariz

191. A insulina de a?º?úo prolongada deno- mina-se: A. Regular B. Simples C. Cristalina D. NPH E. Protamina-zinco

192. A verifica?º?úo da temperatura bucal ?® conta-indicada em crian?ºa e em do- ente:

A. Diab?®tico B. Mental C. Infectado D. Caqu?®tico E. Renal

193. Qual a posi?º?úo correta para um paci- ente que foi submetido a uma bi??psia re- nal?

A. A.Sims B. Fowler C. Dec??bito dorsal D. Dec??bito ventral E. Nenhuma das alternativas anteriores

194. Quando o paciente fica em dec??bito lateral esquerdo com quadril e joelho direi- to flexionados ele est?í em que posi?º?úo?

A. Fowler B. Trendelenburg C. Litot??mica D. D.Sims E. Nenhuma das alternativas anteriores

195. A t?®cnica de cateteriza?º?úo vesical intermitente ?® indicada para:

A. Mensura?º?úo do d?®bito urin?írio B. Preven?º?úo da obstru?º?úo uretral por co?ígulos C. Obten?º?úo de amostra de urina est?®ril D. Irriga?º?úo cont?¡nua da bexiga E. Enema

196. Qual dos seguintes termos ?® apropri- ado para descrever um aumento do n??me- ro de c?®lulas em um ??rg?úo ou tecido?

A. Atrofia B. Hipertrofia C. Hiperplasia D. Metaplasia E. Nenhuma das alternativas anteriores

197. ?ë descrita como um crescimento celu- lar descontrolado, que n?úo segue nenhuma demanda fisiol??gica, podendo ser benigna ou maligna: 28 A. Hiperplasia B. reparama C. Displasia D. Anaplasia E. Neoplasia

198. Podemos dizer que a principal compli- ca?º?úo do cateterismo vesical ?® a:

A. Hemat??ria B. An??ria C. Infec?º?úo urin?íria D. Poli??ria E. Dis??ria

199. Quanto aos objetivos do prontu?írio, pode-se afirmar que:

A. Permite a pesquisa m?®dica e de enfer- magem B. Serve para documenta?º?úo para fins le- gais C. Oferece dados estat?¡sticos sobre o mo- vimento hospitalar e permite o registro dos dados necess?írios quanto ao diagn??stico e tratamento do paciente D. Todas as alternativas anteriores est?úo corretas E. Somente as alternativas A e B est?úo corretas

200. A informa?º?úo precisa, obtida atrav?®s do balan?ºo h?¡drico, ?® o (a):

no exame de: A. Bexiga B. Intestino C. Est??mago D. Ouvido E. Garganta

202. Os cuidados com a pele do paciente durante o banho no leito obedecem a regras b?ísicas de higiene, que devem ser executa- das pelo profissional de enfermagem, com o objetivo de:

A. Promover conforto e gerar ?íreas de atri- to B. Retirar o excesso de gordura e movi- mentar o paciente C. Remover e excretar micr??bios e facilitar a circula?º?úo sang???¡nea D. Garantir a seguran?ºa f?¡sica e proporcio- nar o relaxamento muscular E. Ativar a circula?º?úo sang???¡nea e exercita os membros superiores e inferiores

203. Uma das principais finalidades da pun- ?º?úo lombar ?®: A. Diminuir a febre B. Coletar material para exame C. Diminuir a opress?úo precordial D. Aliviar edema de membros inferiores E. Restabelecer os movimentos respirat??- rios

204. Na administra?º?úo de medicamentos por via intramuscular, a agulha deve ser inserida na pele, formando um ?óngulo de:

A. 50?? B. 60?? C. 70?? D. 80?? E. 90?? 205. Ao verificar a temperatura de um paci- ente e constatar a mesma em 40??C, dize- mos que esse paciente est?í com:

A. Febre B. Estado febril C. Pirexia D. Hiperpirexia E. Nenhuma das alternativas anteriores

206. A temperatura bucal ?® mais eficiente do que a axilar; entretanto, n?úo deve ser aferi- da nos seguintes pacientes:

A. Card?¡acos B. Diab?®ticos C. Cancerosos D. Hipertensos E. Inconscientes

207. Qual a angula?º?úo da agulha em rela- ?º?úo ?á pele, ao aplicar uma inje?º?úo subcut?ó- nea?

A. 90?? B. 70?? C. 80?? D. 45?? E. Nenhuma das alternativas anteriores

tema de drenagem tor?ícica ?® evitar: A. Oscila?º?úo da coluna l?¡quida B. Borbulhamento no frasco C. Entrada de ar no sistema D. Pin?ºamento do dreno E. Nenhuma das alternativas anteriores

210. O cistosc??pio ?® usado em exame: A. Proctol??gico B. Urol??gico C. Neurol??gico D. Ginecol??gico E. Oftalmol??gico

211. A principal fun?º?úo dos eritr??citos ?®: A. Transportar oxig?¬nio dos pulm?Áes para os tecidos B. Proteger o corpo de invas?úo de bact?®- rias C. Facilitar a produ?º?úo de anticorpos D. Realizar a forma?º?úo de trombos E. Reduzir o n??mero de plaquetas

212. Ao aplicar uma inje?º?úo na regi?úo gl??tea s agulha deve ser introduzida:

A. No quadrante superior externo B. Na parte mais volumosa do m??sculo C. Na arca central da regi?úo gl??tea D. No quadrante superior interno E. Nenhuma das alternativas anteriores

213. As subst?óncias usadas para nebuliza- ?º?úo do paciente s?úo:

30 A. Umidificadores das secre?º?Áes br??nqui- cas B. Fluidificadores das secre?º?Áes br??nqui- cas C. Vasodilatadores da ?írvore br??nquica D. Todas as respostas est?úo corretas E. Nenhuma das alternativas anteriores

214. No procedimento da aspira?º?úo traqueal, o enfermeiro deve aplicar a Dentre os motivos a seguir, aquele que n?úo justifica a ado?º?úo desta conduta ?®:

A. Diminui?º?úo de risco de hipoxemia B. Diminui?º?úo de risco de les?úo tecidual C. Renova?º?úo da oxigena?º?úo tecidual do paciente D. Efici?¬ncia na limpeza do muco do cate- ter de aspira?º?úo E. Nenhuma das alternativas anteriores

215. Qual dos ??rg?úos a seguir regula o balan?ºo hidroeletrol?¡tico em nosso cor- po?

A. Ves?¡cula B. P?óncreas C. F?¡gado D. Rim E. Ba?ºo 216. Estando a press?úo arterial abaixo dos valores normais, o paciente apre- senta:

d?®rmica deve ser: A. No m??sculo B. Na veia C. No osso D. Raquiana E. Sob a pele

218. A eletrocardiografia significa a re- presenta?º?úo gr?ífica de correntes el?®- tricas produzidas pelo:

A. Cora?º?úo B. C?®rebro C. Est??mago D. Todos os itens est?úo corretos E. Os itens A e B est?úo corretos

219. Dos achados a seguir, os que indicam hipoxia s?úo: E. Nenhuma das alternativas anteriores

220. Na cistoscopia, a posi?º?úo do pacien- te para a realiza?º?úo do exame ?®:

A. Litot??mica B. Genupeitoral C. Dec??bito dorsal D. Ginecol??gica E. Dec??bito lateral

221. A posi?º?úo no leito que favorece ao pa- ciente a fazer exerc?¡cios respirat??rios ?®: A. Dec??bito ventral B. Dec??bito dorso-horizontal C. Dec??bito lateral D. Trendelenburg E. Fowler

222. Posologia ?® um termo que indica o estudo: A. Da a?º?úo do medicamento B. Das doses C. Da farmacologia D. Da forma de aplica?º?úo E. Da rea?º?úo do organismo ao medicamento

224. S?úo sinais, respectivamente: A. Cefal?®ia e sudorese B. Anorexia e hemorragia C. Cianose e dispn?®ia D. Dor e fratura E. Nenhuma das alternativas anteriores

225. Ao fazer qualquer aplica?º?úo no gl??teo ?® necess?írio observar bem a localiza?º?úo da introdu?º?úo da agulha, pois pode ser atingi- do:

A. A veia B. O tecido subcut?óneo C. O nervo ci?ítico D. O m??sculo E. Nenhuma das alternativas anteriores

226. Quando em um hemograma completo observa-se o aumento dos leuc??citos, pro- vavelmente est?í caracterizado um quadro de:

B. Hipertens?úo C. Diabetes D. Taquicardia E. Infec?º?úo

227. A necrose do tecido provoca da pela dificuldade de circula?º?úo nas partes pres- sionadas, em raz?úo do tempo em que o paciente est?í acamado, denomina-se:

A. Feridas B. Les?Áes C. Escaras D. Dist??rbios E. Nenhuma das alternativas anteriores

228. A higiene da regi?úo anal e genital ?® denominada: A. Banho r?ípido B. Limpeza oral C. Lavagem externa D. Xampu E. Nenhuma das alternativas anteriores

229. A primeira bulha card?¡aca ?® marcada: A. Pela abertura das v?ílvulas mitral e tri- c??spide B. Fechamento das v?ílvulas mitral e tri- c??spide C. Pela abertura das v?ílvulas semilunares a??rtica e pulmonar D. Pelo fechamento das v?ílvulas semiluna- res a??rtica e pulmonar E. Nenhuma das alternativas anteriores

230. A policitemia produz altera?º?úo na cor da pele. Portanto, no exame f?¡sico o enfer- meiro dever?í pesquisar:

32 A. Cianose B. Icter?¡cia C. Palidez D. Xantocromia E. Eritema

231. O principal cuidado de enferma- gem durante a primeira hora de di?ílise peritoneal ?®:

A. Pesar o paciente B. Verificar glicemia C. Verificar a temperatura D. Observar sangramento E. Nenhuma das alternativas anteriores

232. Na impossibilidade de usar a art?®- ria radial para a verifica?º?úo do pulso pode- mos utilizar as art?®rias:

A. Car??tida, temporal, pulmonar e B. Car??tida, temporal, pediosa e fe- E. Femoral, temporal, coron?íria e pediosa.

233. As fezes para exame devem ser levadas ao laborat??rio: A. Imediatamente ap??s a evacua?º?úo, en- B. At?® 24 horas ap??s a evacua?º?úo, sendo C. Uma hora ap??s a evacua?º?úo com r??tulo escuro no frasco D. At?® 48 horas ap??s a evacua?º?úo sendo conservada no isopor com gelo E. Nenhuma das alternativas anteriores

em caso de intoxica?º?úo medicamento- sa ?®: A. Aferir o pulso B. Verificar a PA C. Medir a temperatura D. Realizar a lavagem g?ístrica E. Nenhuma das alternativas anteriores

235. Nos casos de ingest?úo de gasolina, deve-se proceder de imediato ?á seguinte medida:

A. Lavagem g?ístrica B. Lavagem intestinal C. Instila?º?úo vesical D. Provocar o v??mito E. Administrar ant?¡doto

236. Os acidentes causados por que- das e pancadas, por falta de grades nos leitos, denominam-se:

A. F?¡sicos B. Qu?¡micos C. Mec?ónicos D. Bacteriol??gicos E. Nenhuma das alternativas anteriores

237. Frente a um acidente, os sintomas de palidez intensa, sudorese exagerada, pele pegajosa e fria, agita?º?úo e ansieda- de, pulso fraco, l?íbios cianosados, re- presentam provavelmente:

A. Fratura de coluna B. Lipotimia C. Estado de choque D. Crise epil?®ptica E. Nenhuma das alternativas anteriores 238. A massagem card?¡aca ?® aplicada sobre a regi?úo:

A. Dorsal B. Lombar C. Estomacal D. Umeral E. Esternal

239. ?ë cuidado de enfermagem nos casos de luxa?º?úo, entorse ou fratura:

A. Imobilizar o membro afetado at?® o exame m?®dico B. Proteger o espa?ºo entre duas superf?¡cies cut?óneas com algod?úo C. Utilizar ataduras de gaze ou crepom D. Todas as respostas anteriores est?úo cor- retas E. Nenhuma das alternativas anteriores

240. Um paciente chegou ?á emerg?¬ncia apresentando fratura exposta de f?¬mur. Infor- Qual o primeiro cuidado que a enfermagem dever?í prestar a esse paciente?

A. Dar banho no paciente B. Fazer imobiliza?º?úo provis??ria e prepar?í-Io para cirurgia C. Administrar l?¡quidos via oral D. Tentar fazer o osso voltar ?á posi?º?úo nor- mal E. Nenhuma das alternativas anteriores

E. Tibial 242. A bradipn?®ia significa que a respira?º?úo est?í:

A. Normal B. Acelerada C. Lenta D. Ausente E. Diminu?¡da

34 243. Na verifica?º?úo da tens?úo arterial o diafragma do estetosc??pio deve ficar so- bre a art?®ria:

Fundamentos de Enfermagem Respostas 01. Resposta D O voc?íbulo anamnese tem origem grega, significando a a?º?úo de recordar. Na antiga cultura hel?¬nica a prerrogativa da mem??ria detinha grande primazia, podendo-se mencionar o exemplo dos aedos, os quais tinham por fun?º?úo primeva a rememora?º?úo – desde que inspirados pelas Musas – dos grandes feitos de deuses e her??is; ademais, no pensamento de um dos maiores fil??sofos da tradi?º?úo ocidental, Plat?úo, a anamne- sis (recorda?º?úo) tem papel fundador em rela?º?úo ?á possibilidade de conhecer – a remi- nisc?¬ncia constitui um dos pilares da teoria plat??nica do conhecimento. Do ponto de vista t?®cnico, a anamnese ?® o conjunto de informa?º?Áes colhidas junto ao pr??prio doe n- te ou atrav?®s de outras pessoas sobre seus antecedentes fisiol??gicos e patol??gicos, sua hist??ria e os detalhes de uma doen?ºa. Estas informa?º?Áes colaboram no diagn??sti- co da doen?ºa e em seu tratamento. A anamnese ?® a mais primordial “ferramenta” utili- zada pelo m?®dico para o estabelecimento do diagn??stico – permitindo uma subse- q??ente delinea?º?úo terap?¬utica ÔÇô, tanto pela possibilidade de formula?º?úo das primeiras hip??teses, quanto pelo contato inicial estabelecido com o doente. A anamnese fiel e clara ?® premente na atividade m?®dica, pois em in??meras oportunidades ?® o ??nico e- lemento com o qual se conta para o diagn??stico. De fato, uma hist??ria bem-feita ?®, no A realiza?º?úo de anamnese ordenada, concisa e com a m?íxima fidelidade poss?¡vel e- xige paci?¬ncia, tranq??ilidade, boa disposi?º?úo – da?¡ a import?óncia de se evitar interrup- ?º?Áes e desvios durante a entrevista -, al?®m de intenso treinamento ?á beira do leito e profundo conhecimento de Medicina Interna e de Patologia. Mas n?úo apenas isto: a obten?º?úo da hist??ria implica, da parte do m?®dico examinador, uma atitude que revela seu senso cl?¡nico e que se traduz na capacidade de ouvir e de interrogar, pois na in- terlocu?º?úo com o paciente ?® preciso reconhecer o momento oportuno de interpor per- guntas objetivas que possam complementar a hist??ria cl?¡nica. Al?®m dessas qualidades o m?®dico deve saber olhar a fim de perscrutar nos movimentos do paciente, no seu gestual, os aspectos mais rec??nditos de sua interioridade.

02. Resposta C O procedimento de coleta de urina de 24 horas deve ser precedido pelo esvaziamento vesical, indicando o hor?írio de in?¡cio no frasco coletor e na folha de anota?º?Áes do pa- ciente. O enfermeiro dever?í orientar o paciente para urinar antes de evacuar, evitando contamina?º?úo. Qualquer amostra perdida tornar?í os resultados do exame imprecisos.

03. Resposta D Aplica?º?Áes subcut?óneas em indiv?¡duos magros e esquel?®ticos deveram ser feita le- vantando-se a pele e mantendo-a suspensa entre os dedos indicador e polegar. Intro- duzir a agulha em posi?º?úo paralela ?á pele, sob sua dobra, com rapidez e firmeza. Ver Figura 1.41.

04. Resposta A O tecido morto ou necrosado n?úo possui circula?º?úo sang???¡nea devido ao processo irrevers?¡vel de les?úo celular, de modo que este deve ser removido, uma vez que ?® fon- te de infec?º?úo e prejudica os fen??menos de cicatriza?º?úo.

Com a cabeceira do leito elevada evitaremos broncoaspira?º?Áes do conte??do g?ístrico, bem como entrada de ar pelo cateter. Deve-se lembrar que a broncoaspira?º?úo pode culminar com a evolu?º?úo para pneumonite qu?¡mica e, ademais, facilitar o aparecime n- to de infec?º?Áes pulmonares.

06. Resposta C ? Leuc??cito – c?®lula sangu?¡nea incolor envolvida na defesa org?ónica celular e i- ? Eritr??cito – c?®lula anucleada na esp?®cie humana, rica em hemoglobina e que tem come fun?º?úo o transporte dos gases envolvidos no processo respirat??rio ÔÇô ? Hemoglobina – pigmento dos gl??bulos vermelhos do sangue. Tem como fun?º?úo ? Plaqueta – elemento constituinte do sangue, que apresenta a forma de um disco circular ou oval. Desempenha importante papel na coagula?º?úo sang???¡nea.

07. Resposta D Nict??ria ?® o aumento patol??gico da elimina?º?úo de urina durante a noite. Em condi?º?Áes fisiol??gicas, somente um ter?ºo do volume di?írio de urina ?® eliminado durante o per?¡o- do noturno. Esta altera?º?úo est?í ligada a afec?º?Áes renais (nefrites, nefroscleroses), circulat??rias (hipertens?úo, insufici?¬ncia card?¡aca – neste ??ltimo caso por aumento da reabsor?º?úo do edema) E psicossom?íticas (neuroses).

08. Resposta A ? Intermitente – a febre tem seu pico intercalado com n?¡veis normais de tempera- ? Recorrente – os per?¡odos febris s?úo intercalados com n?¡veis normais de tempe- ratura. A oscila?º?úo entre os epis??dios febris e os per?¡odos de temperatura nor- ? Remitente – a febre tem seu pico e cai sem um retorno aos n?¡veis normais de ? Sustentada – eleva?º?úo persistente da temperatura por mais de 24 horas, vari- 09. Resposta B O tempo ideal para diminuir o sangramento e proporcionar a circula?º?úo sang???¡nea no local afetado ?® de 15 minutos.

10. Resposta B ? Trombose – forma?º?úo de um co?ígulo (trombo) no interior de um vaso sang???¡neo (mais comumente uma veia).

? Escara – ulcera?º?úo da pele e dos tecidos subcut?óneos, causada pela compres- ? Atrofia – perda ou diminui?º?úo do tamanho ou da atividade fisiol??gica de uma parte do corpo podendo ser causada, por: inatividade funcional, les?úo de ner- ? Artrite – inflama?º?úo das articula?º?Áes caracterizadas por dor e edema mais co- mumente relacionados ?á enfermidade auto-imune ou infecciosa.

11. Resposta A Um paciente v?¡tima de queimadura tor?ícica pode apresentar a temperatura da regi?úo axilar mais elevada.

12. Resposta B Taquicardia ?® o aumento da freq???¬ncia dos batimentos card?¡acos, habitualmente aci- ma de 100 bpm.

13. Resposta E ? Olig??ria – diminui?º?úo da quantidade de urina emitida em 24 horas, que pode es- tar ligada a fatores fisiol??gicos (baixa ingesta de l?¡quidos ou abundante sudor e- se) ou patol??gicos ligados a afec?º?Áes renais (nefrite) ou gerais (ascite, pleuri- ? An??ria – significa que a urina n?úo ?® secretada pelos rins devido ?á insufici?¬ncia ? Poli??ria – aumento patol??gico da quantidade de urina excretada nas 24 horas. ?ë ? Dis??ria – ardor ao urinar dificultando a emiss?úo da urina.

14. Resposta D ? Ortopn?®ia – posi?º?úo adotada pelo doente com dificuldade de respirar em posi- ? Apn?®ico – interrup?º?úo tempor?íria da respira?º?úo, de dura?º?úo vari?ível, volunt?íria ? Cheyne-Stokes – ritmo respirat??rio diferenciado por um per?¡odo de apn?®ia mais ou menos longo que sucede movimentos respirat??rios cada vez mais ruidosos e profundos, que atingem o m?íximo e depois v?úo diminuindo at?® novo per?¡odo de apn?®ia.

15. Resposta B Todo medicamento venoso deve ser administrado lentamente, visto que a sua abso r- ?º?úo ?® imediata e pode causar diversas rea?º?Áes, algumas das quais muito graves, co- mo por exemplo, bloqueio muscular (aminoglicos?¡deos) e at?® mesmo parada card?¡aca (clindamicina).

Hipotens?úo ?® a queda do n?¡vel press??rico, de car?íter parox?¡stico ou permanente, mais comumente relacionada ?á m?í perfus?úo tecidual. Ela se apresenta de forma cr??nica ou epis??dica em indiv?¡duos esgotados ou pode ser o principal sinal de hemorragia grave. Representa a manifesta?º?úo sintom?ítica de um dist??rbio da regula?º?úo da tens?úo circ u- lat??ria, que pode ser causada por: absten?º?úo de sal na dieta, desnutri?º?úo, abuso de diur?®ticos, diarr?®ia cr??nica, insufici?¬ncia card?¡aca ou da supra-renal.

17. Resposta E A vasoconstri?º?úo ?® produzida por aplica?º?úo fria e n?úo por calor local (tal ?® o efeito do gelo nos casos de trauma – reduz o extravasamento vascular, minimizando o risco de edema).

18. Resposta B Fatores fisiol??gicos que afetam o pulso normal: ? Sono – reduz o pulso.

19. Resposta C Os medicamentos via oral devem ser administrados ao paciente pelo profissional re s- pons?ível e este deve observar a ingest?úo do medicamento.

20. Resposta E A insulina, medicamento administrado freq??entemente por via subcut?ónea, ?® medic a- ?º?úo de dep??sito eficiente no tratamento do diabetes melito (reduz a glicemia). Ver Fi- gura 1.9.

21. Resposta B A quimioterapia antineopl?ísica ?® o tratamento cl?¡nico a partir da administra?º?úo de subst?óncias qu?¡micas (medicamentos) cuja finalidade ?® a cura ou a redu?º?úo dos efe i- tos de uma doen?ºa oncol??gica; pode se associar ?á radioterapia e ?á interven?º?úo cir?? r- gica, dependendo de cada caso.

22. Resposta A ? Dicr??tico – pulso duplo em cada batida arterial, facilmente percept?¡vel em certos ? Taquisf?¡gmico – pulso acelerado.

Abrasiva – raspagem da pele ou mucosa superficial, n?úo acompanhada de perda de sangue, provocada pela fric?º?úo de um corpo contra a superf?¡cie epid?®rmica. Por e- xemplo: acidentes de motocicleta, de bicicleta com queda no asfalto, ou em ch?úo de terra.

24. Resposta C Os sinais vitais devem ser registrados na evolu?º?úo de enfermagem e/ou no gr?ífico de TPR, visto ser um procedimento de enfermagem.

25. Resposta B A massagem de fric?º?úo ap??s inje?º?úo IM deve ser feita em movimentos circulares para favorecer a circula?º?úo e a absor?º?úo do medicamento.

26. Resposta D Ven??clise, inje?º?úo intravenosa em grande quantidade, como soro ou sangue, que tem a finalidade de restaurar o volume sang???¡neo, mantendo sua press?úo normal nos ca- sos de hemorragia, choque e desidrata?º?úo.

27. Resposta B O garrote deve ser mantido ap??s a pun?º?úo da veia at?® que se termine a coleta, a fim de facilitar a drenagem do sangue.

28. Resposta C Sendo uma medica?º?úo sintom?ítica, o antit?®rmico visa reduzir ou abolir o sintoma, n?úo tendo, portanto, a?º?úo contra a etiologia. No caso, sua aplica?º?úo refere-se ao controle do aumento de temperatura (p.ex., nos casos de febre).

29. Resposta B Isot??nicas s?úo solu?º?Áes cuja press?úo osm??tica ?® igualou pr??xima ?á do plasma san- 30. Resposta D Leucocitose ?® a eleva?º?úo do n??mero de gl??bulos brancos (Ieuc??citos) no sangue, fr e- q??entemente observada no decurso de processos inflamat??rios, infecciosos ou ne o- pl?ísicos (em v?írias leucemias).

31. Resposta C S?úo materiais para aferi?º?úo dos sinais vitais: estetosc??pio e esfigmoman??metro para verificar a press?úo arterial, rel??gio de segundos para o pulso e a respira?º?úo e o ter- m??metro para a temperatura.

A insulina ?® uma medica?º?úo utilizada no tratamento do diabetes melito com a finalid a- de de diminuir a taxa de glicose no sangue; sua dosagem excessiva pode causar h i- poglicemia (por vezes muito grave, podendo ocasionar o coma).

34. Resposta A A omoplata (esc?ípula) ?® um osso largo, delgado e triangular que forma a parte post e- rior do ombro.

35. Resposta C Digit?ílico ?® uma droga cardiot??nica que aumenta a for?ºa das contra?º?Áes mioc?írdicas, podendo ter como efeito a redu?º?úo da freq???¬ncia card?¡aca. Para administrar o digit?íl i- co o enfermeiro dever?í examinar a freq???¬ncia apical antes de cada dose. Uma fr e- q???¬ncia igualou superior a 60 bpm sem arritmias ?® desej?ível.

36. Resposta E ? Hemat?¬mese – v??mito de sangue, que implica a exist?¬ncia de uma hemorragia ? Epistaxe – hemorragia nasal provocada por fatores locais (traumatismo) ou ge- rais (hipovitaminose C ou K), ? Hemoptise – elimina?º?úo de sangue conseq??ente de les?Áes br??nquicas ou pul- ? Enterorragia – hemorragia de origem intestinal que se manifesta por expuls?úo ? Estomatorragia – hemorragia bucal constante.

37. Resposta B A prova cruzada ?® o exame que determina a compatibilidade sang???¡nea para que a transfus?úo ocorra sem anormalidades.

38. Resposta B ? Anorexia – perda ou diminui?º?úo acentuada do apetite provocada por afec?º?Áes ? Eructa?º?úo – expuls?úo ruidosa de ar, gases ou ?ícidos do est??mago pela boca. Popularmente conhecida como arroto.

39. Resposta B Melena – perda sang???¡nea por via baixa, fezes anormalmente escuras, cor de petr??- leo, contendo sangue digerido, indicativo de sangramento gastrintestinal.

? S?¡stole – ?® o pico de press?úo m?íxima indicada pelo primeiro som card?¡aco ouvi- ? Bradic?írdica – redu?º?úo da freq???¬ncia card?¡aca ? Taquic?írdica – aumento da freq???¬ncia card?¡aca

41. Resposta A ? Hipod?®rmica ou subcut?ónea – administra?º?úo da medica?º?úo no tecido imediata- mente abaixo da derme, por exemplo: insulina. O ?óngulo de inser?º?úo da agulha ?® de 45??. Hipo = abaixo de; derme = camada da pele limitada superiormente ? Intrad?®rmica – ?® utilizada para teste de pele, por exemplo: prova tubercul?¡nica e ? Intratecal – os medicamentos s?úo administrados atrav?®s de um cateter colocado ? Intramuscular – administra?º?úo da medica?º?úo no interior do m??sculo. Angulo: 90??.

Figura 1.41 Vias e ?óngulos para aplica?º?úo de 42. Resposta C Horizontal, sobre uma superf?¡cie firme para as manobras de massagem card?¡aca ex- terna e com a cabe?ºa para tr?ís para facilitar a visualiza?º?úo da orofaringe para a intr o- du?º?úo do tubo endotraqueal. Ver Figura 1. 123.

43. Resposta E Para coleta de urina 24 horas orienta-se o paciente a desprezar a primeira urina da manh?ú e come?ºar a guardar a partir da pr??xima mic?º?úo. Ser?úo coletadas todas as mic?º?Áes at?® a primeira do dia seguinte, no mesmo hor?írio do iniciado. Nenhuma a- mostra neste per?¡odo dever?í ser desprezada.

44. Resposta A Existem v?írios m?®todos de testar a urina, visando ?á glicose e ?ás cetonas. Entretanto, podem ser obtidos falsos resultados negativos se os tabletes ou as fitas empregadas estiverem deterioradas, ou se as instru?º?Áes n?úo forem cuidadosamente seguidas.

? Mantenha o conta-gotas verticalmente e coloque 5 (cinco) gotas de urina em ? Adicione um tablete clinitest no tubo de provas. Observar enquanto se processa a rea?º?úo N?úo agitar o tubo de ensaio durante a rea?º?úo nem nos 15 segundos Observar a solu?º?úo no tubo de ensaio durante a rea?º?úo e durante os 15 se- gundos do per?¡odo de espera para detectar as altera?º?Áes sofridas na cor e Se a solu?º?úo passa de laranja a verde-castanho com manchas escuras in- ? Ap??s um per?¡odo de espera de 15 segundos agite o tubo delicadamente e compare com ?¬ escala de cores. Registre os resultados.

45. Resposta E 46. Resposta E ? Concuss?úo – contus?úo violenta, especialmente a que n?úo manifesta sinais ex- ? Contus?úo – les?úo traum?ítica provoca da por objeto contundente que altera os ? Entorse – traumatismo em articula?º?úo que causa dor ou incapacita?º?úo. ? Luxa?º?úo – o mesmo que desarticula?º?úo.

47. Resposta E A densidade mede a concentra?º?úo das part?¡culas na urina; reflete o poder de conce n- A densidade normal varia de 1.010 e 1.030. Densidade de 1.010 ?® vista na insufici?¬n- cia renal cr??nica. Numa pessoa que se alimenta com dieta normal, a incapacidade de concentrar e de diluir a urina indica doen?ºa.

49. Resposta A Um eletrocardiograma n?úo ?® mais do que um registro dos impulsos eletrocard?¡acos. O cora?º?úo ?® estimulado para se contrair e, assim, bombear o sangue para os ??rg?úos do corpo em virtude de um impulso el?®trico que se inicia na parte superior do cora?º?úo e se propaga inferiormente. Para registrar esse impulso, o eletrodo n?úo precisa ser co- locado diretamente no cora?º?úo, bastando que fique nas extremidades, onde a ativida- de do cora?º?úo pode ser percebida.

50. Resposta C Ao se prestar os primeiros socorros a uma v?¡tima intoxicada com subst?óncia corrosiva ou derivada de petr??leo (removedor, gasolina, querosene, aguarr?ís, thinner, graxas, am??nia, soda c?íustica, ?ígua sanit?íria etc.), n?úo se deve provocar v??mito, pois estes produtos causam queimaduras quando ingeridos e podem provocar novas queimad u- O enfermeiro deve tomar como procedimento imediato: ? Se a v?¡tima ainda estiver consciente, coloque-a em posi?º?úo semi-sentada e em ? Oferecer ?ígua em quantidade moderada, cuidando para n?úo provocar engas- ? Se a v?¡tima estiver inconsciente, coloque-a na posi?º?úo lateral para evitar aspi- ra?º?úo de v??mitos;

51. Resposta E ? Vertigem – impress?úo subjetiva de deslocamento, de rota?º?úo do corpo ou do ? Lipotimia – perda s??bita dos movimentos, conservando-se a respira?º?úo e a cir- cula?º?úo, na qual o paciente apresenta desmaio com imediata recupera?º?úo da ? S?¡ncope – perda s??bita da consci?¬ncia, que geralmente ?® breve, apresentando um estado de morte aparente devido ?á cessa?º?úo moment?ónea das fun?º?Áes ce- ? Coma – estado de estupor profundo com perda total ou quase total da consci- ?¬ncia, da sensibilidade e da motilidade volunt?íria, com conserva?º?úo das fun- ?º?Áes vegetativas, que se observa no caso de doen?ºa grave, na agonia ou ap??s ? Torpor – estado de rebaixamento do n?¡vel de consci?¬ncia que “antecede” o co- ma (diz-se que o enfermo encontra-se torporoso).

52. Resposta D A paralisia peri??dica hipopotass?¬mica relaciona-se ?á doen?ºa de Graves, sendo obser- vada principalmente em homens asi?íticos e latino-americanos.

A respira?º?úo asm?ítica ?® similar ?á respira?º?úo bronquial na extens?úo, isto ?®, a inspir a- ?º?úo ?® curta. A fase expirat??ria ?® muitas vezes mais longa que a respira?º?úo bronquial, e a tonalidade s?úo muito mais elevadas. Freq??entemente, mas nem sempre, a respi- ra?º?úo asm?ítica ?® acompanhada por roncos e sibilos.

54. Resposta C A compressa quente visa promover basicamente a vasodilata?º?úo e com isso diminuir inflama?º?Áes, descongestionando ??rg?úos profundos e aliviando a dor.

55. Resposta B Na realiza?º?úo da pun?º?úo lombar o l?¡quido retirado ?® o cefalorraquidiano (tamb?®m d e- nominado I?¡quor) que, em seu estado normal, apresenta-se incolor, l?¡mpido, cristalino e sem hem?ícias.

56. Resposta B A posi?º?úo em que o paciente ?® colocado na mesa operat??ria dependente da opera?º?úo a ser executada, bem como da condi?º?úo f?¡sica do paciente. Na posi?º?úo de Trendelen- burg a cabe?ºa e o corpo s?úo abaixados, de modo que o plano do corpo forma com o horizontal um ?óngulo. Os joelhos s?úo flexionados “quebrando-se” a mesa, e mant?®m- se o paciente firme na posi?º?úo. Geralmente emprega-se esta posi?º?úo para opera?º?Áes de abd??men inferior e na p?®lvis, visando-se uma boa exposi?º?úo pelo deslocamento dos intestinos para o abd??men superior, melhorando a circula?º?úo de retorno dos membros inferiores.

Figura 1.56 57. Resposta C Anafilaxia ?® o estado de hipersensibilidade que se desenvolve ap??s a ingest?úo de uma subst?óncia anafilatizante, causando uma rea?º?úo al?®rgica violenta (choque anafi- l?ítico).

58. Resposta E Articula?º?Áes s?úo pontos de jun?º?úo entre dois ou mais ossos, as quais s?úo revestidas por cartilagens.

art?®rias e apresenta atividade inotr??pica positiva no cora?º?úo, entre ou tros efeitos fisio- l??gicos (medeiam as rea?º?Áes de luta e fuga).

60. Resposta B Linimentos ?® uma prepara?º?úo medicamentosa l?¡quida para ser aplicada sobre a pele por fric?º?úo leve.

61. Resposta C As escaras s?úo provocadas pela press?úo exercida contra os tecidos cut?óneos e sub- cut?óneos pelas proemin?¬ncias ??sseas e pelas superf?¡cies onde repousam, tais como colch?úo, atadura etc. O resultado desta press?úo ?® a anoxia tecidual ou isquemia. Os tecidos cut?óneos rompem-se ou s?úo destru?¡dos, dando lugar a uma les?úo dos tecidos moles subjacentes.

62. Resposta B ? Infec?º?úo – nome que se d?í ?á invas?úo no organismo de microrganismos patog?¬- ? Contamina?º?úo – modo pelo qual determinado mal atinge um indiv?¡duo, vindo de ? Inflama?º?úo – resposta de um tecido ?á dor, cal?ár ou outra les?úo qualquer redun- dando numa queda da resist?¬ncia cut?ónea, al?®m do aumento de sua permeabi- ? Endemia – mal muito comum em habitantes de determinada regi?úo e que s?? depende das condi?º?Áes especiais, prop?¡cias ?áquela enfermidade, daquela loca- lidade.

63. Resposta C Respira?º?úo Cheyne-Stokes (por exemplo, na insufici?¬ncia card?¡aca grave, nas les?Áes do sistema nervoso central etc.) ?® o tipo de respira?º?úo peri??dica com o ritmo respirat ??- rio desigual. No in?¡cio, as incurs?Áes s?úo pequenas e lentas, aumentando gradualme n- te, em profundidade e freq???¬ncia, at?® um grau m?íximo, para logo regredir novamente. A fase de taquipn?®ia e apn?®ia duram em m?®dia 30 segundos.

64. Resposta C A difteria ?® uma infec?º?úo localizada das mucosas ou da pele causada por Corynebac- terium diphtheriae. Sua transmiss?úo ?® feita atrav?®s de perdigotos. Ap??s um per?¡odo de incuba?º?úo de 1 a 8 dias, a doen?ºa manifesta-se com febre baixa (em geral < 38??C) e dor orofar?¡ngea, com uma membrana espessa cinza que cobre das am?¡gdalas ?á f a- ringe, podendo estender-se sobre a laringe e provocar obstru?º?úo das vias a?®reas, on- de se far?í necess?íria a traqueostomia.

65. Resposta B A irriga?º?úo vesical consiste em lavar a bexiga, a fim de combater infec?º?úo, dor ou co- ?ígulos de sangue (por exemplo, na cirurgia de pr??stata).

Cateterismo vesical ?® a introdu?º?úo de um cateter (Nelaton, cateter de Foley) para fins diagn??sticos (radiologia) e terap?¬uticos, mas que comumente se destina ?á drenagem urin?íria.

67. Resposta E A principal causa de s?¡ndrome de Cushing ?® a administra?º?úo iatrog?¬nica de ester??ides pelas mais variadas raz?Áes.

68. Resposta E ? Fagocitose – ?® uma atividade celular de defesa e/ou nutri?º?úo caracterizada pelo ? Osmose – fluxo ou difus?úo que tem lugar atrav?®s de uma membrana semiper- me?ível, quando esta separa duas solu?º?Áes com diferentes concentra?º?Áes, ou o solvente de um lado e de outro a solu?º?úo, e tende a igualizar a concentra?º?úo ? Di?ílise – separa?º?úo de subst?óncias dissolvidas gra?ºas ?á sua desigual capacida- ? Diapedese – refere-se ?á movimenta?º?úo dos leuc??citos atrav?®s da parede de va- sos sang???¡neos.

69. Resposta D Na fratura exposta o osso acaba por romper tecidos e vasos sang???¡neos, causando hemorragia.

70. Resposta D Em caso de suspeita de fratura o primeiro passo ?® a imobiliza?º?úo do membro afetado para que n?úo cause outros danos, como hemorragia e aumento da dor.

71. Resposta C Enterorragia ?® a elimina?º?úo de sangue vivo pelo ?ónus; quando apresenta repercuss?úo hemodin?ómica est?í indicada a transfus?úo sang???¡nea e em seguida deve-se fazer o diagn??stico e tratar o enfermo imediatamente.

72. Resposta A Endoscopia ?® a explora?º?úo visual no interior de uma v?¡scera oca por interm?®dio do endosc??pio.

ve ser lenta e limitada, de dois a tr?¬s litros, para al?¡vio dos sintomas agudos e o pac i- ente dever?í ser monitorado durante o procedimento, atentando-se para palidez, au- mento na freq???¬ncia do pulso ou decl?¡nio da press?úo arterial.

74. Resposta A A hepatite A ?® causada pelo v?¡rus da hepatite A (n?úo isolado). O v?¡rus da hepatite A (VHA) ?® um pequeno v?¡rus RNA, de caps?¡dio icosa?®drico, n?úo envelopado, com cerca de 27 nan??metros de comprimento, pertencente ao g?¬nero Heparnavirus. A transmis- s?úo do VHA ocorre por via fecal-oral, geralmente atrav?®s de ?ígua e alimentos conta- minados. Como fatores importantes para a dissemina?º?úo do v?¡rus temos a precari e- dade sanit?íria, a estabilidade da part?¡cula viral no ambiente, a ocorr?¬ncia de elevado percentual de infec?º?Áes assintom?íticas em crian?ºas e o grande n??mero de part?¡culas virais presentes nas fezes. H?í doen?ºa end?¬mica em muitas regi?Áes – em ?íreas de alta endemicidade a preval?¬ncia em adultos jovens pode chegar a 98% -, sendo descritos surtos epid?¬micos em locais com aglomera?º?Áes humanas, tais como institui?º?Áes para deficientes mentais, quart?®is, hospitais, creches e orfanatos. Em ?íreas end?¬micas, praticamente 100% das pessoas investigadas apresentaram anticorpos para o v?¡rus, comprovando a alta dissemina?º?úo da doen?ºa. No Brasil, em regi?Áes hiperend?¬micas, a popula?º?úo adulta apresenta preval?¬ncia de 98% de anticorpos para o v?¡rus. Por o u- tro lado, popula?º?Áes nas qual o saneamento b?ísico e o n?¡vel socioecon??mico s?úo mais elevados, freq??entemente apresentam grande percentual de grupos suscet?¡veis. Per?¡odo de incuba?º?úo 15 a 50 dias. Sinais e sintomas: febre, anorexia, n?íuseas, v??m i- tos, dor ?á palpa?º?úo do f?¡gado, urina escura, f?¡gado aumentado. Cura em 4 meses. Tratamento: repouso adequado, l?¡quidos e alimenta?º?úo.

75. Resposta D Separando-se a agulha da seringa e deixando-se o sangue escorrer vagarosamente pela parede do tubo, evita-se a quebra das hem?ícias (hem??lise).

76. Resposta A As fun?º?Áes do f?¡gado s?úo in??meras e variadas. Este ??rg?úo recebe por meio da veia porta todo o sangue proveniente do trato que carreia todos os produtos da digest?úo dos carboidratos e de prote?¡nas. Os carboidratos digeridos chegam ao f?¡gado em for- ma de glicose. O f?¡gado tamb?®m ?® capaz de produzir glicose a partir de fontes n?úo- carboidratadas como prote?¡nas, gorduras e lactatos. As c?®lulas hep?íticas cont?¬m n u- merosas outras subst?óncias essenciais que elas preparam para o corpo e armaze- nam, como a vitamina B 12, vitaminas A e D, certos metais como ferro e cobre. Co n- vertem tamb?®m alguns produtos nitrogenados t??xicos em subst?óncias n?úo t??xicas, como por exemplo, a am??nia que sai do f?¡gado para o sangue em forma de ur?®ia.

77. Resposta C A hipoglicemia ?® uma causa importante e rapidamente trat?ível de coma. Na situa?º?úo descrita, caso o paciente apresentasse hipoglicemia, a infus?úo de glicose iria restabe- lecer rapidamente a consci?¬ncia.

79. Resposta C A administra?º?úo de qualquer medicamento s?? deve ser feita mediante prescri?º?úo m ?®- dica.

80. Resposta E ? Meteorismo – ?® o ac??mulo de ar no est??mago ou no intestino, acompanhado de ? Anosmia – aus?¬ncia cong?¬nita ou adquirida da sensibilidade olfativa. ? Peristalse – movimento que consiste em ondas de contra?º?úo, precedidas de on- das de relaxamento, que se propagam ao longo do tubo digestivo ou de outras estruturas tubulares fazendo progredir seu conte??do.

81. Resposta D ? Flictenas – cole?º?úo localizada de l?¡quido na epiderme, produzida por queimadu- ? Abscesso – cole?º?úo de pus bem delimitada, formada no seio de um tecido em ? Hematoma – ac??mulo de sangue no tecido provocado por extravasamento ou ? P?ípula – pequena les?úo circunscrita da pele, geralmente de colora?º?úo r??sea.

82. Resposta C Finalidades da cateteriza?º?úo nasog?ístrica: 83. Resposta A O balan?ºo h?¡drico ?® o c?ílculo dos ganhos e das perdas de l?¡quidos, destinando-se a detectar sintomas que evidenciam o desequil?¡brio hidroeletrol?¡tico.

85. Resposta E Antes de administrar qualquer l?¡quido por via nasog?ístrica devemos testar o cateter para nos certificarmos se o mesmo est?í no est??mago.

86. Resposta C Taquipn?®ia ?® o mesmo que respira?º?úo acelerada, tendo como causas principais as enfermidades card?¡acas e as afec?º?Áes pulmonares.

87. Resposta A Em caso de envenenamento por ingest?úo de subst?óncia ?ícida, deve-se de imediato proceder a intuba?º?úo g?ístrica por se tratar de subst?óncia corrosiva.

88. Resposta E Na lavagem g?ístrica s?úo usados cateteres estomacais (Fauchet), n??mero 20 (0,5cm) e n??mero 30 (1,5cm) para limpeza do conte??do atrav?®s deste cateter. Tem por objeti- vo remover venenos n?úo absorvidos ap??s sua administra?º?úo e pode ser realizada em qualquer momento dentro de 3 horas ap??s a ingest?úo do veneno. ?ë contra -indicada ap??s a ingest?úo de ?ícido ou ?ílcool na presen?ºa de convuls?Áes ou ap??s intoxica?º?úo por querosene. ?ë perigosa ap??s a ingest?úo de agentes corrosivos fortes.

89. Resposta E Para se obter urina est?®ril para cultura normalmente se procede ao cateterismo ves i- cal, por?®m em presen?ºa de les?Áes uretrais utiliza-se a pun?º?úo da bexiga.

90. Resposta B Ao dar o banho no leito no paciente, devemos colocar biombos ao redor do leito para preservar a sua intimidade.

91. Resposta E Em pacientes acamados com incontin?¬ncia urin?íria, deve-se proceder a cateteriza?º?úo vesical para evitar o aparecimento de escaras.

92. Resposta A O aparelho urin?írio ?® constitu?¡do por dois rins, dois ureteres, uma bexiga e uma ur e- tra.

Ureter, longo conduto excretor do rim, cont?¡nuo ao bacinete, que se estende at?® a be- xiga, na qual desemboca atrav?®s de um meato que se localiza no ?óngulo lateral, que corresponde ao tr?¡gono vesical.

94. Resposta E Traqu?®ia ?® um tubo cartilaginoso e membranoso que se estende da laringe aos br??n- quios principais.

95. Resposta E ? Hematose – resultado da opera?º?úo de transformar o sangue venoso em arterial. ? Hemoptise – expuls?úo, pela boca, de sangue procedente do aparelho respirat??- ? Hematocelia – cole?º?úo sang???¡nea ou derrame de sangue na cavidade peritone- al.

96. Resposta E Plasma, parte l?¡quida que comp?Áe o sangue, onde encontramos os elementos figur a- dos e o fibrinog?¬nio.

97. Resposta B Trata-se de uma paciente com hist??ria de exposi?º?úo parenteral (usu?íria de drogas injet?íveis il?¡citas, ainda que esse dado tenha sido ocultado na entrevista do Banco de Sangue), com resultados que apontam para imunidade ao v?¡rus da hepatite B (HBsAg negativo com anti-HBs n?úo-reativo e anti-HBc reativo) e hepatite C ativa (anti-HCV positivo, com carga viral de 2 milh?Áes de c??pias e aminotransferases alteradas). Falta, obviamente, entre esses resultados a sorologia para o v?¡rus HIV. Vale sempre r essal- tar que a pr?ítica de doa?º?úo de sangue como forma de se realizar a testagem sorol??- gica para diferentes pat??genos ?® pr?ítica que deve ser sempre desencorajada por a u- mentar o risco de transmiss?úo de infec?º?Áes transfusionais.

P?óncreas, gl?óndula mista de secre?º?úo interna e externa. Pesa 70 gramas e est?í loca- lizada na parte superior do abd??men, anteriormente ?á v?®rtebra lombar.

99. Resposta D O uso de anticoagulante consiste em uma contra-indica?º?úo relativa, devendo ser ana- lisado caso a caso. A simples suspeita de dissec?º?úo de aorta j?í ?® contra-indica?º?úo absoluta para tromb??lise.

100. Resposta C Qualquer material a ser coletado para cultura deve ser colocado em recipiente limpo para evitar mascarar o resultado com a preexist?¬ncia de algum microrganismo. Em geral o escarro coletado destina-se ?á pesquisa de Mycobacterium tuberculosis, pat??- geno causador da tuberculose. Neste caso, o exame a ser realizado ?® a baciloscopia pelo m?®todo de Ziehl-Neelsen.

101. Resposta E ? Rinosc??pio – aparelho utilizado para exame do nariz que permite a visualiza?º?úo ? Otosc??pio – aparelho utilizado para exame ao conduto auditivo e da membrana ? Cistosc??pio – aparelho utilizado para exame da bexiga que permite a visualiza- ? Laringosc??pio – aparelho utilizado para visualiza?º?úo da laringe por meio de um espelho ou por fibras ??pticas. Tamb?®m utilizado para intuba?º?úo traqueal. ? Broncosc??pio – aparelho utilizado para visualiza?º?úo das vias a?®reas. ?ë constitu- ?¡do por um tubo longo e r?¡gido, munido, na sua por?º?úo terminal, de uma fonte luminosa e de um sistema ??ptico que aumenta as imagens possibilitando avali- a?º?úo cuidadosa da traqu?®ia e dos br??nquios.

102. Resposta A Diafragma, m??sculo delgado que separa o t??rax do abd??men, ?® um m??sculo impor- tante para as fun?º?Áes respirat??rias situa-se cerca de 2 cm mais ?á direita do que ?á es- querda, devido ao relacionamento espacial do cora?º?úo e do f?¡gado.

103. Resposta B A intuba?º?úo endotraqueal ?® a passagem de um tubo atrav?®s da boca ou do nariz pela traqu?®ia. ?ë feita para proporcionar uma via a?®rea perme?ível, quando o paciente tem dificuldades respirat??rias que n?úo podem ser tratadas por modos mais simples. A in- tuba?º?úo endotraqueal pode ser usada como meio de assistir a respira?º?úo dos pacien- tes que n?úo podem manter uma via a?®rea adequada por si pr??prios (pacientes com a- tosos; aqueles com obstru?º?úo de via a?®rea superior) e proporciona um meio excelente de aspirar secre?º?Áes da ?írvore pulmonar. A aspira?º?úo das secre?º?Áes traqueobr??nqui- cas ?® feita atrav?®s do tubo. Oxig?¬nio aquecido e umidificado pode ser introduzido a- trav?®s do tubo. A intuba?º?úo endotraqueal pode ser usada por at?® 72 horas. A partir da?¡ deve-se considerar uma traqueostomia.

Figura 1.103 104. Resposta D 105. Resposta A Para se fazer uma instila?º?úo vesical ?® indispens?ível que se proceda, antes, a uma lavagem vesical a fim de lavar a bexiga para receber o medicamento.

106. Resposta D Para se evitar a obstru?º?úo do cateter nasog?ístrico, o mesmo deve ser lavado com ?ígua antes e ap??s introdu?º?úo de alimentos ou medicamentos.

107. Resposta B Hemat?¬mese ?® o v??mito acompanhado de sangue, que pode ser controlado com a lavagem g?ístrica utilizando-se soro gelado.

108. Resposta B As condi?º?Áes que afetam a respira?º?úo aumentando o ritmo respirat??rio (fisiologica- mente) s?úo: exerc?¡cios, emo?º?Áes e banho frio. Em rela?º?úo ?ás enfermidades, dest a- cam-se as mol?®stias card?¡acas e respirat??rias.

109. Resposta B A temperatura retal ?® a mais eficiente dos tr?¬s m?®todos de verifica?º?úo (axilar, oral e reta!), pois a temperatura tem menos possibilidade de ser afetada por condi?º?Áes e x- ternas e ?® usada, de prefer?¬ncia, quando h?í term??metro individual.

110. Resposta C O m?®dico dever?í ser comunicado sobre toda e qualquer anormalidade apresentada pele paciente.

? Anti-s?®ptico – qualquer subst?óncia utilizada para impedir a prolifera?º?úo de mi- ? Carminativo – medicamento que alivia flatul?¬ncia e acalma dor.

112. Resposta C Alguns indiv?¡duos nascem com a capacidade de resistir ?á invas?úo de certos tipos de agentes estranhos. A imunidade pode ser adquirida por vias natural ou artificial, de forma ativa – com ativa?º?úo do sistema imunol??gico, sendo capaz de deixar “mem??ria” – ou passiva – esta incapaz de manter mem??ria imunol??gica. Em linhas gerais ter?¡a- mos: ? Imunidade ativa naturalmente adquirida: infec?º?úo natural (p.ex., pessoas que j?í ? Imunidade passiva naturalmente adquirida: passagem de anticorpos maternos Vacinas e soros s?úo imunobiol??gicos capazes de propiciar imunidade ao hospedeiro, de forma ativa e passiva, respectivamente. Na vacina?º?úo administram-se componen- tes do pat??geno microrganismos “inteiros” inativados ou atenuados, toxinas, prote?¡nas e outros -, os quais promovem a resposta imunol??gica, que poder?í ser ativada em um momento subseq??ente, caso o hospedeiro “entre em contato” novamente com o a- gente. As vacinas em geral s?úo empregadas nas situa?º?Áes em que n?úo houve exposi- ?º?úo ao agente infeccioso (p.ex., BCG ao nascer) % profilaxia pr?®-exposi?º?úo. Ao con- tr?írio, na soroterapia s?úo aplicados anticorpos pr?®-formados (obtidos de hospedeiros que foram infectados pelos agentes), sendo reservada para situa?º?Áes em que o indi- v?¡duo j?í se exp??s ao microrganismo – profilaxia p??s-exposi?º?úo.

113. Resposta B Como norma, as pessoas com fraturas n?úo s?úo transportadas, at?® que a ?írea atingida tenha sido imobilizada por talas provis??rias. Contudo, h?í ocasi?Áes em que o transpor- te ?® necess?írio. Nesses casos, a extremidade recebe suporte, tanto acima quanto a- baixo da ?írea de fratura, e faz-se tra?º?úo na linha do eixo longitudinal do osso a fim de impedir a rota?º?úo e o movimento de angula?º?úo.

114. Resposta D A vacina BCG-ID (Bacilo de Calmette-Guerin) dever?í ser administrada a partir do nascimento por via intrad?®rmica, na regi?úo delt??ide, no bra?ºo direito. Estudos retros- pectivos e prospectivos t?¬m correlacionado a vacina?º?úo com BCG com a redu?º?úo da incid?¬ncia das formas graves de tuberculose, como a meningite tuberculosa e a tube r- culose miliar. Atualmente o Minist?®rio da Sa??de preconiza a aplica?º?úo do BCG em rec?®m-natos e, posteriormente, na idade pr?®-escolar, em torno dos 6 anos. Derivada do bacilo de Calmette-Guerin, uma cepa atenuada do Mycobacterium bovis, o BCG ?® de uso obrigat??rio antes do primeiro ano de vida, havendo as seguintes contra- indica?º?Áes em sua aplica?º?úo: ? Rec?®m-nato com menos de dois quilos;

? Imunodefici?¬ncia cong?¬nita ou adquirida (contra-indica?º?úo absoluta); Rea?º?Áes A vacina?º?úo com BCG n?úo costuma provocar rea?º?Áes sist?¬micas, ficando as compli- ca?º?Áes restritas ?ás manifesta?º?Áes locais. Normalmente sua evolu?º?úo ?® benigna dei- xando uma cicatriz vacinal como conseq???¬ncia da ulcera?º?úo que pode perdurar por cerca de 8 semanas. A ulcera?º?úo n?úo requer nenhuma medida terap?¬utica ou curativa local. Basta manter a ferida limpa e descoberta. Raramente, como conseq???¬ncia de uso err??neo da vacina, pode ocorrer abscessos locais, ??lceras com tamanhos maiores que o esperado ou g?ónglios flutuantes e abcedados. O tratamento destes casos, quando sua dura?º?úo ultrapassa mais de 6 meses, ?® o uso de isoniazida na dosagem de 10mg /kg de peso diariamente at?® a regress?úo da les?úo, o que costuma ocorrer A vacina?º?úo est?í indicada em casos especiais, tais como trabalhadores da ?írea de sa??de n?úo reatores ao PPD e rec?®m-nascidos e crian?ºas soro-positivas ou filhos de m?úes com AIDS, desde que n?úo apresentem sintomas de imunodepress?úo.

115. Resposta B A finalidade primordial do curativo ?® evitar o aparecimento de infec?º?úo nas feridas as- s?®pticas. Alguns conceitos importantes:

TERMO CONCEITO OBSERVA?ç?òES Anti-sepsia ?ë o processo de a?º?úo letal ou de ini- bi?º?úo da reprodu?º?úo microbiana na pele e em mucosas, realizado com subst?óncias de baixa toxicidade e hi- Principais anti-s?®pticos: ?ílcool et?¡lico, solu?º?Áes iodadas, iod??fo- ros (PVPI), c1orexidina, solu?º?Áes de permanganato de pot?íssio, solu?º?Áes aquosas ?á base de sais Desinfec?º?úo Processo de destrui?º?úo de microrga- nismos patog?¬nicos na forma vegeta- tiva, presentes em superf?¡cies inertes, mediante aplica?º?úo de agentes f?¡sicos Desinfec?º?úo de alto n?¡vel: inclui a elimina?º?úo de alguns esporos, Mycobacterium tuberculosis, to- das as formas vegetativas de bac- t?®rias, fungos e v?¡rus – o principal Desinfec?º?úo de n?¡vel intermedi?í- rio: aquela que elimina todas as c?®lulas vegetativas bacterianas, M. tuberculosis, a maioria dos fungos, tendo a?º?úo m?®dia sobre v?¡rus e inefic?ícia sobre esporos- cloro, iod??foros (PVPI), fen??licos e alco??is s?úo os principais agen- tes empregados; Desinfec?º?úo de n?¡vel baixo: n?úo h?í a?º?úo sobre esporos, M. tuberculosis, possu- indo alguma atividade sobre v?¡rus e fungos, agindo contra a maior parte das formas vegetativas- compostos quatern?írios de am??- nio s?úo os mais empregados.

Esteriliza?º?úo Processo de destrui?º?úo de todas as formas de vida microbiana – ou seja, bact?®rias (formas vegetativa e espo- rulada), v?¡rus, fungos e protozo?írios – atrav?®s da utiliza?º?úo de agentes f?¡si- cos ou qu?¡micos.

Agentes f?¡sicos: calor (seco e ??- mido), radia?º?úo e filtra?º?úo; Agen- tes qu?¡micos: alde?¡dos, per??xido de hidrog?¬nio, ??xido de etileno, outros.

116. Resposta A A doen?ºa vascular hipertensiva ?® definida como n?¡veis persistentes de press?úo san- g???¡nea nos quais a press?úo sist??lica est?í acima de 150mmHg e a diast??lica est?í ac i- ma de 90mmHg. A hipertens?úo ?® a principal causa da insufici?¬ncia card?¡aca, ataques e insufici?¬ncia renal. Ela ?® chamada de “assassino silencioso”, porque o indiv?¡d uo ge- ralmente n?úo apresenta sintomas, 50% daqueles com hipertens?úo desconhecem o fato. Uma vez que o paciente seja identificado como hipertenso, precisa aferir sua press?úo sang???¡nea freq??entemente, pois esta ?® uma condi?º?úo vital.

A prioridade dos cuidados ao paciente com insufici?¬ncia respirat??ria ?® a manuten?º?úo de vias a?®reas superiores perme?íveis.

118. Resposta B A hipoglicemia ?® caracterizada pela queda no n?¡vel de glicose sang???¡nea e tem como sintomas: sudorese, pele fria, palidez e taquicardia.

119. Resposta A Na presen?ºa de hipoglicemia uma iniciativa correta ?® a ingest?úo de ?ígua com a?º??car para que a taxa de glicose aumente, desde que o paciente n?úo apresente altera?º?úo do n?¡vel de consci?¬ncia (neste caso, fornecer glicose por via intravenosa).

120. Resposta B Um dos objetivos da utiliza?º?úo de ataduras ?® restringir os movimentos ou imobilizar uma determinada ?írea.

121. Resposta D Na insufici?¬ncia card?¡aca secund?íria ?á hipertens?úo arterial sist?¬mica, o d?®bito card?¡ a- co estar?í menor que o normal, caracterizando insufici?¬ncia card?¡aca de baixo d?®bito. Nas outras doen?ºas citadas, embora o d?®bito card?¡aco esteja acima do normal, este n?úo ?® suficiente para atender ?á demanda de oxig?¬nio dos tecidos.

122. Resposta A O escarro pode ser obtido para determinar a presen?ºa de microrganismos ou de c?®lu- las malignas. Usa-se tamb?®m para avaliar estados de hipersensibilidade. Pedem-se exames peri??dicos de escarro a pacientes que recebem antibi??ticos, ester??ides e dr o- gas imunossupressoras, durante per?¡odos prolongados, pois esses agentes favore- cem as infec?º?Áes. Para a tuberculose, o diagn??stico bacteriol??gico ?® realizado com o achado do bacilo em secre?º?Áes ou fluidos org?ónicos. A pesquisa pode ser realizada no exame do escarro, ou outros esp?®cimes cl?¡nicos coletados, com o m?®todo de Ziehl- Neelsen ou atrav?®s de cultura, com o meio de L?Âwenstein-Jensen. Na busca do diag- n??stico ?® boa norma colher material seriado para avalia?º?Áes sucessivas, n?úo se acei- ?ë conveniente uma amostra matinal, por ser a expectora?º?úo neste momento mais a- bundante. O tempo de coleta pode estender-se por um per?¡odo de 15 a 30 minutos. Instrua o paciente a respirar profundamente algumas vezes, tossir e ent?úo expectorar (n?úo cuspir) em um recipiente est?®ril. A amostra deve ser enviada ao laborat??rio im e- diatamente; deixar que permane?ºa por v?írias horas em aposento quente acarreta i n- tenso crescimento de microrganismos contaminados, tornando a cultura mais dif?¡cil.

Figura 1.123 Nas manobras de ressuscita?º?úo o pacien- te deve ser colocado em uma superf?¡cie dura.

124. Resposta C Trata-se mais provavelmente de um caso de esquizofrenia catat??nica, caracterizada por altera?º?Áes profundas da fun?º?úo motora, negativismo, ecolalia e ecopraxia. Olhos fixos e f?ícies inexpressiva tamb?®m comp?Áem o quadro cl?¡nico.

125. Resposta B As principais finalidades da aplica?º?úo de calor s?úo: ? Facilitar a supura?º?úo.

126. Resposta B Um paciente queimado apresenta perda l?¡quida, por isso devemos oferecer ?ígua em grande quantidade para evitar desidrata?º?úo.

127. Resposta C O registro de hist??ria de viagem, muito importante por conta da oportunidade de ex- posi?º?úo a algumas doen?ºas (p.ex., mal?íria), deve ser locado na hist??ria social.

128. Resposta C A dor pode ser de origem som?ítica (pele, tecidos profundos, articula?º?Áes, muscul a- res), neurop?ítica (les?úo de nervos, das vias da medula espinhal ou do t?ílamo). A pri- meira, est?¡mulo nociceptivo, em geral ?® bem localizada. A segunda, sem est?¡mulo n o- ciceptivo ??bvio, em geral ?® mal localizada. Por isso, torna-se importante a descri?º?úo da dor pelo paciente para detectar localiza?º?úo, difus?úo e intensidade.

129. Resposta A Caracter?¡sticas essenciais para que uma subst?óncia possa ser injetada na veia: ? N?úo ser hemol?¡tica;

130. Resposta B N?úo se deve jogar ?ígua na lavagem externa, no paciente com aparelho gessado, na regi?úo coxo-femoral para evitar que se molhe o gesso.

131. Resposta C O cerebelo, ??rg?úo situado na caixa craniana, na regi?úo p??stero-inferior do enc?®falo, ?® o ??rg?úo coordenador da motricidade.

132. Resposta B Como 95% dos c?ónceres de mama s?úo detectados pela pr??pria mulher, deve ser d a- da especial orienta?º?úo de como e quando examinar as mamas. Deve ser feito me n- Esquema do auto-exame das mamas.

Figura 1.132 133. Resposta C ? Cama fechada – ?® a cama desocupada que aguarda a chegada de paciente ? Cama aberta – ?® a cama que est?í sendo ocupada por paciente ambulante ou acamado.

134. Resposta B Diante de um caso de hemorragia externa ?® prioridade cobrir o sangramento, aper- tando com firmeza o vaso afetado para evitar maior perda sang???¡nea.

Atadura ?® uma tira de pano de qualquer comprimento e largura, com v?írias finalid a- des. Como a atadura ?® colocada em contato com tecidos vitais requer na sua aplic a- ?º?úo cuidados, atendendo ao lugar exato e ?á extens?úo da les?úo, ?ás condi?º?Áes da circu- la?º?úo, ?á presen?ºa ou aus?¬ncia de tumor e edema, ?á intensidade da press?úo, ?á rela?º?úo entre as partes lesadas e as articula?º?Áes, ?á possibilidade de infec?º?úo e finalmente ao ??ltimo, mas n?úo o menos importante, ao conforto do paciente. Isto significa que ao aplicar uma atadura devemos considerar as condi?º?Áes dos vasos, nervos, m??sculos, pele e seus anexos visando ?á restaura?º?úo e preserva?º?úo das fun?º?Áes vitais.

136. Resposta A Esse aparelho ?® importante na medi?º?úo de press?úo intra-ocular para diagn??stico de muitas patologias, como o glaucoma.

137. Resposta E ? Lipodistrofia insul?¡nica – ?® o dist??rbio do metabolismo de gordura que ocorre no local da aplica?º?úo, podendo aparecer separadamente, representando perda da ? Edema insul?¡nico – ?® a reten?º?úo generalizada de l?¡quido ap??s estabelecer brus- camente o controle da glicose.

138. Resposta A Todo e qualquer material, independente do modo de esteriliza?º?úo a ser adotado, d e- vem ser lavados com ?ígua e sab?úo antes de ser esterilizado.

139. Resposta B 140. Resposta E No paciente que ser?í submetido ?á intuba?º?úo orotraqueal, deve-se imediatamente reti- rar pr??tese dent?íria e avaliar dentes frouxos.

141. Resposta C Ao se prestar os primeiros socorros a quem se encontra desmaiado devemos coloc?í- Io em dec??bito dorsal, com os membros inferiores um pouco elevados a fim de a u- mentar a press?úo arterial.

142. Resposta E A tapotagem ?® a medida utilizada para ajudar na elimina?º?úo de secre?º?úo br??nquica. 143. Resposta C O balan?ºo h?¡drico nos permite avaliar o equil?¡brio hidroeletrol?¡tico do paciente e dev e- mos anotar quantidades administradas e eliminadas durante 24 horas bem como ca- racter?¡sticas dos l?¡quidos, hor?írio, via de administra?º?úo e elimina?º?úo.

Diante de qualquer tipo de rea?º?úo apresentada pelo paciente que est?í recebendo uma hemotransfus?úo devemos: suspender a transfus?úo imediatamente, manter uma via com soro fisiol??gico, avisar o m?®dico, preparar oxig?¬nio, coletar sangue e uma amostra de urina, controlar os sinais vitais, medir diurese, seguir as indica?º?Áes do m?®dico, enviar ao servi?ºo de sangue a bolsa de transfus?úo, assim como o sistema que foi utilizado, recolher o material e registrar na folha de anota?º?Áes de enfermagem.

145. Resposta D Diante de um diagn??stico de edema agudo de pulm?úo devemos colocar o paciente ereto com as pernas e p?®s para baixo a fim de evitar o retorno venoso; administrar oxig?¬nio para melhorar a respira?º?úo; aplicar torniquetes rotativos (cerca de 20 minutos cada um) e administrar medica?º?Áes prescritas.

146. Resposta A As aplica?º?Áes frias t?¬m por finalidade: 147. Resposta B Regras na aplica?º?úo de uma atadura: ? Deixar, sempre que poss?¡vel, as extremidades do membro descobertas, a fim ? N?úo ajustar demais a atadura devido ao perigo de gangrena por falta de circu- ? N?úo deixar duas superf?¡cies em contato para evitar a forma?º?úo de escaras; Co- ? Proteger as sali?¬ncias ??sseas ou os ferimentos com curativos de gaze ou alg o- d?úo.

148. Resposta D Assist?¬ncia de enfermagem ap??s a morte: ? Limpeza do corpo, cavidades org?ónicas tamponadas, a fim de previr excre?º?Áes; ? Identificar o corpo, limpeza da unidade.

149. Resposta B Oligocolia ?® uma secre?º?úo biliar deficiente, podendo ser conseq??ente a v?írias condi- ?º?Áes m??rbidas, hep?íticas e biliares.

Durante uma crise convulsiva, o objetivo da enfermagem ?® evitar que o paciente se machuque. Isso inclui n?úo apenas apoio f?¡sico, mas tamb?®m psicol??gico. Ao acom o- d?í-Io no ch?úo, a cabe?ºa deve ser protegida com uma almofada, afrouxando as roupas apertadas, afastando qualquer m??vel contra o qual ele possa se ferir durante a crise. N?úo for?ºar o maxilar cerrado em espasmo, procurando abri-Io para inserir uma mor- da?ºa. Isto pode causar dentes quebrados e les?úo nos l?íbios e l?¡ngua. Nunca tentar segurar o paciente durante a convuls?úo, pois as contra?º?Áes musculares s?úo fortes e a conten?º?úo pode levar ?á fratura.

151. Resposta E O f?¡gado ?® um ??rg?úo volumoso que pesa cerca de 1.500g, localizado quase totalme n- te atr?ís das costelas, na por?º?úo superior direita da cavidade abdominal. As fun?º?Áes do f?¡gado s?úo in??meras e variadas. Este ??rg?úo recebe por meio da veia porta todo o sangue proveniente do trato gastrintestinal – sangue esse que carreia todos os produ- tos da digest?úo dos carboidratos e de prote?¡nas. Os carboidratos digeridos chegam ao f?¡gado em forma de glicose.

152. Resposta C Nos ferimentos nos quais h?í forma?º?úo de pus, o processo de restaura?º?úo n?úo ?® t?úo simples e r?ípido. Quando se faz a incis?úo, o abscesso esvazia parcialmente, mas as c?®lulas mortas e quase mortas que formam suas paredes s?úo ainda lan?ºadas em sua cavidade. Gradualmente, o material necr??tico desintegra-se e escapa, e a cavidade do abscesso enche-se de um tecido vermelho, macio e sens?¡vel, que sangra com faci- lidade. Ele ?® formado de capilares m?¡nimos de delicadas paredes, que crescem dos vasos pr??ximos, sendo cada bot?úo rodeado por c?®lulas que mais tarde formam o tec i- do conjuntivo. Esses bot?Áes, chamados granula?º?Áes, aumentam at?® preencher a ?í rea de tecido destru?¡do. As c?®lulas em volta dos capilares mudam sua forma arredondada; tornam-se longas e estreitas, entrecruzando-se para formar uma cicatriz. A cicatriza- ?º?úo ?® completa quando as c?®lulas da pele (epit?®lio) crescem sobre essas granul a- ?º?Áes.

153. Resposta A O sistema ??nico de sa??de (SUS) define vigil?óncia epidemiol??gica como um conjunto de a?º?Áes que proporcionam o conhecimento, a detec?º?úo ou preven?º?úo de qualquer mudan?ºa nos fatores determinantes e condicionantes de sa??de individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de preven?º?úo e controle das doen?ºas ou agravos.

154. Resposta D Nos casos de envenenamento por subst?óncias n?úo corrosivas, deve-se estimular i- mediatamente o v??mito a fim de evitar a absor?º?úo da mesma.

155. Resposta B ? Diagn??stico – apresenta?º?úo e determina?º?úo de uma doen?ºa, baseando a afir- ? Progn??stico – ju?¡zo m?®dico, baseado no diagn??stico e no tratamento, acerca da dura?º?úo e evolu?º?úo da doen?ºa.

O pulso pode ser verificado em qualquer parte do corpo por onde passe uma art?®ria superficial, por exemplo, radial, facial, temporal, car??tida, braquial, femoral, pediosa.

157. Resposta C Sifonagem ?® o m?®todo de transferir l?¡quido de um recipiente para outro atrav?®s de um tubo inclinado e pela press?úo atmosf?®rica. A lavagem do est??mago ?® uma sifonagem.

158. Resposta E Para coleta de urina ass?®ptica para cultura, deve-se fazer a higiene local e, ap??s, desprezar o primeiro jato da urina e coletar em frasco est?®ril. Os exames que podem ser feitos para o diagn??stico de infec?º?úo urin?íria incluem: 1. Gram de urina – permite, atrav?®s da detec?º?úo de bact?®rias coradas, ?á observa?º?úo pela microscopia ??ptica, o diagn??stico. H?í a correla?º?úo entre a presen?ºa de 1 bact?®ria por campo de imers?úo e resultados de cultura com crescimento de 105 Unidades For- madoras de Col??nias (UFC)/mL de urina. Quando a presen?ºa ?® de mais de cinco ba c- t?®rias, a sensibilidade do teste aumenta de 90% para 99%. Al?®m disso, em caso de dificuldade de diferencia?º?úo cl?¡nica do agente etiol??gico prov?ível, o exame possibilita a orienta?º?úo terap?¬utica, atrav?®s da observa?º?úo das caracter?¡sticas morfo-tintoriais, o que ?® extremamente ??til, sobretudo em casos de maior gravidade e necessidade imi- 2. Cultura de Urina – permite identificar o pat??geno, a contagem de col??nias e a reali- za?º?úo do antibiograma. ?ë o exame confirmat??rio da condi?º?úo cl?¡nica suspeitada e permite o conhecimento do perfil de sensibilidade dos organismos isolado, podendo – se adequar o tratamento, utilizando-se a droga de menor espectro, para efeitos e cus- to. Os valores a serem considerados como infec?º?úo s?úo vari?íveis. No caso do crit?®ri o tradicional, os valores s?úo de 105 UFC/mL de urina, quando coleta de jato m?®dio, por mic?º?úo espont?ónea. Podem ser considerados valores entre 102 e 104 em pacientes sintom?íticos. Em caso de coleta por pun?º?úo suprap??bica, todo e qualquer crescime n- 3. EAS – permite avaliar a presen?ºa de hemat??ria, pi??ria, protein??ria. N?úo permite a conclus?úo diagn??stica, j?í que hemat??ria e protein??ria podem, por exemplo, ocorrer em glomerulopatias como glomerulonefrite difusa aguda (GNDA) e s?¡ndrome nefr??tica (p.ex.: doen?ºa de Berger), respectivamente. Al?®m disso, a pi??ria pode se dar por co n- tamina?º?úo a partir de trato genital ou ser causada por infec?º?úo por Mycobacterium tuberculosis.

159. Resposta B Os locais como ombros, cotovelos, quadris e calcanhares s?úo os que sofrem mais press?úo no doente acamado e se n?úo massageados com freq???¬ncia para auxiliar a estimula?º?úo da circula?º?úo, s?úo os mais prop?¡cios ao aparecimento das escaras.

drogas imunossupressoras e altas doses de irradia?º?úo, e certos pacientes com linf o- mas ou leu cem ias.

161. Resposta E A capacidade do organismo em mover suas diversas partes m??veis e controlar esses movimentos de modo que eles sejam realizados coordenadamente depende da circ u- la?º?úo que os supre e nutre. Trata-se de uma manifesta?º?úo relativamente comum dos acidentes vasculares encef?ílicos (AVE). Este problema freq??entemente dificulta o s u- primento sang???¡neo ?ás ?íreas motoras, no lobo frontal do c?®rebro de um dos hemisf ?®- rios, com uma conseq??ente perda do funcionamento motor de um lado do corpo (h e- miplegia). As capacidades motoras necess?írias ?á fala podem tamb?®m ser lesadas se o acidente forma metade dominante do c?®rebro.

162. Resposta B As drogas que mostrarem mudan?ºa na cor, odor e consist?¬ncia, n?úo devem ser adm i- nistradas.

163. Resposta D A intuba?º?úo nasog?ístrica serve para alimentar e hidratar o paciente, administrar me- dica?º?úo oral e esvaziar o conte??do g?ístrico.

164. Resposta D Quimo ?® uma pasta semi-s??lida contida no est??mago, representando o produto de transforma?º?úo dos alimentos, processada pelo suco g?ístrico, mas que ainda n?úo pas- sou pelo duodeno.

165. Resposta D A lavagem intestinal, tamb?®m chamada de enema, ?® a instila?º?úo de uma solu?º?úo de n- tro do reto e do c??lon sigm??ide que tem por finalidades: ? Preparar o paciente para: opera?º?Áes, tratamentos e radiografias do trato intesti- ? Administrar medica?º?Áes que exer?ºam efeito local sobre a mucosa reta/.

166. Resposta C Uma c?ónula ?® introduzida na garganta do paciente para manter a l?¡ngua para frente e tornar aberta ?á via a?®rea. A obstru?º?úo da via a?®rea pode ser devida ?á queda da l?¡ n- gua. A hiperextens?úo do pesco?ºo com a cabe?ºa voltada para traz permite melhor vi- sualiza?º?úo do trato orotraqueal para introdu?º?úo da c?ónula.

168. Resposta B Fecaloma ?® o agrupamento de fezes que se torna compacto, e que se forma em de- corr?¬ncia de constipa?º?úo intestinal prolongada.

169. Resposta D ? Fratura obl?¡qua – o tra?ºo atravessa o osso obliquamente. Fratura espiral – a fra- tura forma uma rosca em torno do osso. Fratura cominutiva – osso que se parte ? Fratura epifis?íria – ocorre na ep?¡fise, impedindo o crescimento regular do osso.

170. Resposta A ? Cerume – ?® a cera que aparece no ouvido externo e que ?® retirada com a lava- ? Prurido – sensa?º?úo de coceira cut?ónea. Purul?¬ncia – estado que cont?®m pus. ? Hemorragia – escoamento de sangue fora de um vaso sang???¡neo lesado, na ? Odor f?®tido – cheiro desagrad?ível.

melhora. Nos anos 80, a doen?ºa atingia os chamados “grupos de risco” (homossexu- ais masculinos hemof?¡licos, usu?írios de drogas intravenosas, profissionais do sexo) e, progressivamente, foi atingindo mulheres (quase em mesma propor?º?úo que homens), pessoas que vivem em pa?¡ses em desenvolvimento ou subdesenvolvidos (95% dos casos) e n?úo poupou o interior, ou seja, a marca de doen?ºa urbana, ligada ?á promis- No Brasil, a enfermidade acompanha as tend?¬ncias epidemiol??gicas mundiais: ala s- trou-se para as pequenas cidades, para os locais mais pobres e rapidamente atingiu as mulheres e, conseq??entemente, as crian?ºas. Em um pa?¡s onde a comida, educa- ?º?úo, trabalho, sa??de e dignidade s?úo privil?®gios de poucos, mais uma mis?®ria floresce A transmiss?úo sexual ?® bidirecional, ou seja, pode ocorrer do homem para a mulher ou para outro homem e da mulher para o homem, pelo sexo vaginal, anal ou oral. O v?¡rus ?® tamb?®m transmitido da m?úe para o filho durante a gesta?º?úo, no parto e dura n- te o aleitamento e a contamina?º?úo pode ser reduzida drasticamente pelo uso de AZT profil?ítico, o que ressalta a import?óncia do diagn??stico precoce da infec?º?úo pelo HIV durante o pr?®-natal ou em qualquer per?¡odo durante a gesta?º?úo ou mesmo na hora do parto para que possa receber a medica?º?úo profil?ítica e a orienta?º?úo para n?úo ama- mentar com leite materno. A transmiss?úo parenteral: (sangue e derivados) reduziu-se de forma grandiosa com o controle do sangue antes de transfus?Áes, mas ainda ?® grande a contamina?º?úo pelo sangue entre usu?írios de drogas intravenosas. A conta- mina?º?úo decorrente de acidentes p?®rfuro-cortantes entre profissionais de sa??de, em- bora pouco freq??ente, ainda ocorre por n?úo serem seguidas adequadamente ?ás no r- Figura 1.171 Ciclo de replica?º?úo viral do HIV-1.

: Libera?º?úo de part?¡culas viral 172. Resposta A O plano de cuidados de enfermagem ?® di?írio, individual e ?® a prescri?º?úo de enferma- gem para o atendimento das necessidades b?ísicas de cada paciente.

? Anasarca – edema generalizado. Todo o corpo recebe, subcutaneamente, infil- 174. Resposta A ? Abras?úo – significa les?úo superficial externa da pele, por atrito ou raspagem, te- rap?¬utica ou acidental, deixando expostas as camadas internas. Essas esfola- duras s?úo comuns, principalmente nas crian?ºas, e n?úo s?úo graves. Pode san- grar ligeiramente; essa secre?º?úo sanguinolenta ao secar forma uma crosta. O principal perigo ?® infec?º?úo. Min??sculos organismos vivos (micr??bios) podem penetrar nos tecidos, onde produzem inflama?º?úo e pus, ou supura?º?úo. As esco- ria?º?Áes devem ser limpas com ?ígua fervida, fresca, ?á qual se adiciona algum ? Equimose – mancha escura resultante de hemorragia sob a pele e as mucosas. ? Incis?úo – abertura da pele ou das partes moles feita com instrumento cortante. ? Contus?úo – ferida fechada causada por um golpe no corpo por um objeto cego; ? Lacera?º?úo – tecido rasgado com as bordas da ferida irregulares.

175. Resposta B Na t?®cnica de cama de operado, os imperme?íveis s?úo colocados no centro do leito e no lado esquerdo da cabeceira que ?® o lado para o qual o paciente fica deitado a fim de n?úo molhar o len?ºol nos casos de v??mitos provocados pela pr??pria anestesia.

176. Resposta D Para proteger uma determinada regi?úo do corpo contra o peso das cobertas, princi- palmente nos casos de queimaduras, utilizam-se os arcos.

177. Resposta E Fratura ?® a quebra da continuidade do osso e define-se de acordo com o tipo e a ex- tens?úo. A redu?º?úo de uma fratura refere-se ?á restaura?º?úo dos fragmentos da fratura numa rota?º?úo e num alinhamento anat??mico, t?úo correto quanto poss?¡vel. Isso ?® ex e- cutado pela manipula?º?úo fechada ou aberta. Quase sempre a redu?º?úo fechada ?® con- seguida colocando-se os fragmentos ??sseos em contato, e usando-se a manipula?º?úo e a tra?º?úo manual. A tra?º?úo ?® uma for?ºa aplicada em duas dire?º?Áes. Este m?®todo p o- de ser empregado para fraturas de quais quer ossos longos.

178. Resposta B ? Nict??ria – aumento patol??gico da elimina?º?úo de urina durante a noite. ? Poli??ria – aumento patol??gico da quantidade de urina excretada nas 24 horas. ? Polaci??ria – emiss?úo freq??ente de urina.

De acordo com a maneira como ?® produzida, as feridas s?úo classificadas em: ? Perfurantes (puntiformes) – provocadas por instrumentos pontiagudos; ? Laceradas – produzidas por acidentes, principalmente por m?íquinas, apresen- tam grandes rasg?Áes.

180. Resposta B Bi??psia ?® a retirada de fragmentos de mat?®ria viva, ??rg?úo ou tecido, tendo o diagn??s- tico como objetivo.

181. Resposta A Febre intermitente s?úo eleva?º?Áes e quedas bruscas de temperatura, sendo esta ??lt i- ma, ?ís vezes, abaixo do normal.

182. Resposta B Olig??ria ?® a escassa elimina?º?úo de urina, podendo ser devida, sobretudo, a problemas renais (como no caso da insufici?¬ncia renal aguda) e circulat??rios (como, por exemplo, nos enfermos com choque).

183. Resposta C Hematose ?® o processo de transforma?º?úo de sangue venoso em arterial, fen??meno este que ocorre nos pulm?Áes.

184. Resposta E Ur?®ia ?® o produto da degrada?º?úo final das prote?¡nas do organismo e deve ser excr e- tado pela bexiga.

185. Resposta D ? Contus?úo – les?úo produzida por choque, provocando compress?úo violenta, ge- ralmente brutal, sem ferimento da pele. A contus?úo pode ser leve (equimose simples) ou grave, complicada por les?Áes musculares, vasculares, nervosas ou viscerais, segundo a regi?úo atingida. Isso produz a colora?º?úo da pele conhecida como hematoma (mancha roxa), a qual gradualmente se torna marrom, e de- ? Entorse (tor?º?úo) – les?úo traum?ítica de uma articula?º?úo, com distens?úo ou lace- ra?º?úo de um ou v?írios ligamentos, sem deslocamento das superf?¡cies articula- ? Luxa?º?úo – deslocamento anormal das extremidades ??sseas de uma articula?º?úo ? Necrose – processo de degenera?º?úo levando ?á destrui?º?úo de uma c?®lula ou te- cido.

? Distens?úo – tor?º?úo ou tens?úo violenta de m??sculos ou ligamentos de uma articu- la?º?úo, geralmente ap??s esfor?ºo exagerado em atividades f?¡sicas. Podem ser la- cera?º?Áes musculares microsc??picas e incompletas, com algum sangramento para o interior do tecido.

186. Resposta E Nebuliza?º?úo ?® uma forma de tratamento curativo e preventivo das v?írias afec?º?Áes pulmonares, atrav?®s de subst?óncias especiais associadas ao oxig?¬nio. O aparelho utilizado (o nebulizador) funciona como uma corrente de ar em movimento que reduz a press?úo do ar, que fica n?¡vel superior. A press?úo do ar sendo menor que a press?úo que impulsiona para cima o l?¡quido existente no nebulizador, for?ºa-o para a ?írea de menor press?úo e forma o aerossol (vaporiza?º?úo fina que poder?í ser absorvida pelo trato respirat??rio, fluidificando desta forma as secre?º?Áes ali existentes a fim de que sejam expelidas).

187. Resposta D Paciente inconsciente, com reflexo corneano ausente, para ter preservada a sua fun- ?º?úo visual, dever?í ter os olhos irrigados com soro fisiol??gico a fim de que se evite o ressecamento ?ás c??rneas.

188. Resposta C ? Cianose – colora?º?úo azulada da pele (em especial os l?íbios, os dedos e o pavi- ? Dispn?®ia – encurtamento ou dificuldade na respira?º?úo que pode ser causada por dist??rbios card?¡acos ou respirat??rios ou exerc?¡cio extremo.

189. Resposta C 190. Resposta C Para o paciente com reten?º?úo Urinaria, existem alguns cuidados b?ísicos de enferm a- gem para faz?¬-Io urinar, antes que se proceda a cateteriza?º?úo vesical. S?úo eles: ? Fazer com que o paciente beba maior quantidade de ?ígua, se n?úo houver con- tra-indica?º?úo.

Per?¡odo de a?º?úo das prepara?º?Áes insul?¡nicas depois de inje?º?úo subcut?ónea: A?º?úo Tipo de insulina In?¡cio da a?º?úo (H) Pico (H) Dura?º?úo (H) R?ípida Cristalina-zinco (re- gular) semilenta 1 3 6 Intermedi?íria Globina NPH lenta 2 8 24 Per?¡odo em que h?í maior probabilidade de ocorrer hipoglicemia Antes do almo?ºo De tarde LentaProtamina-zinco ul- tralenta6 16 4 Durante a noite

192. Resposta B A verifica?º?úo da temperatura bucal ?® contra-indicada em crian?ºas e doente mental, pois o term??metro deve ficar com a coluna de merc??rio abaixo da l?¡ngua durante 5 a 7 minutos e neste tipo de paciente torna-se dif?¡cil a perman?¬ncia dos mesmos im??veis.

193. Resposta D A posi?º?úo correta p??s-biopsia renal ?® o dec??bito ventral, para evitar compress?úo ab- dominal e sangramento.

194. Resposta D ? Posi?º?úo de Sims – dec??bito lateral esquerdo com quadril e joelho direito flexio- ? Posi?º?úo de Fowler – cabeceira do leito elevada com um ?óngulo de 45??, posi?º?úo semi-sentada; utilizada para paciente que se alimenta no leito, inser?º?úo de ca- teter nasog?ístrica: ? Posi?º?úo de Trendelenburg – a grade da cama dever?í estar inclinada com a ca- beceira c: leito para baixo. ?ë utilizada para drenagem postural. Facilitar o retor- ? Posi?º?úo Litot??mica – o quadril sobressai do bordo das mesas. Utilizada para e- xames e/ou cirurgias ginecol??gicas.

195. Resposta C ? S?úo indica?º?Áes para cateterismo vesical intermitente: ? Al?¡vio do desconforto e da distens?úo vesical proporciona a descompress?úo; ? Tratamento em longo prazo de pacientes com les?Áes da medula espinhal, de- genera?º?úo neuromuscular ou bexiga incompetente.

196. Resposta C ? Hiperplasia – ?® a prolifera?º?úo anormal das c?®lulas num tecido, tendo como con- ? Metaplasia – refere-se ?á altera?º?úo revers?¡vel na qual um tipo de c?®lula adulta ?® reposta por um outro tipo de c?®lula.

197. Resposta E ? Hiperplasia – aumento num?®rico das c?®lulas de um determinado tecido. ? Metaplasia – transforma?º?úo de uma forma de tecido adulto, em outra, como a substitui?º?úo do epit?®lio respirat??rio por epit?®lio escamoso e estratificado. ? Anaplasia – perda de diferencia?º?úo das c?®lulas e de sua orienta?º?úo, umas em rela?º?úo ?ás outras e ?á estrutura axial e vasos sang???¡neos uma caracter?¡stica de ? Neoplasia – s?úo novas forma?º?Áes teciduais de c?®lulas, de crescimento aut??no- mo, aparentemente sem utilidade para o organismo, ?á custa do qual se nutre. O crescimento ?® ilimitado nas neoplasias malignas (ou c?ónceres), mas n?úo ?® em todos os benignos.

A principal complica?º?úo do cateterismo vesical ?® a infec?º?úo urin?íria, que pode se dar atrav?®s de manipula?º?úo do cateter com o meio externo. Manter o coletor abaixo do n?¡vel da bexiga evita o refluxo. A perman?¬ncia do cateter al?®m do tempo permitido tamb?®m ?® causa da infec?º?úo.

199. Resposta D O prontu?írio ?® ??til ao paciente e a todos os profissionais de sa??de. Seu prop??sito i n- clui a comunica?º?úo, a contabilidade financeira, a educa?º?úo, o hist??rico, a pesquisa, a auditoria e documenta?º?úo legal.

200. Resposta E Para a enfermagem cabe a responsabilidade de observar e anotar cuidadosamente as rea?º?Áes do paciente e para que esses registros sejam precisos (oferecidos e elimina- dos), o enfermeiro necessita estar a par dos princ?¡pios b?ísicos que envolvem o c o- nhecimento: ? Dos m?®todos de introdu?º?úo e das vias de elimina?º?úo dos l?¡quidos org?ónicos; ? Dos fatores que afetam o equil?¡brio eletrol?¡tico.

201. Resposta D O otosc??pio ?® o instrumento utilizado para exame direto do conduto auditivo, especi- almente indicado nas afec?º?Áes do ouvido externo e na suspeita de otite m?®dia aguda (OMA).

202. Resposta C Os cuidados com a pele do paciente protegem o mesmo de poss?¡veis infec?º?Áes, ativa a circula?º?úo e promove o fortalecimento dando conforto e al?¡vio da ?írea corporal.

203. Resposta B O l?¡quido cerebrospinhal ?® obtido atrav?®s de pun?º?úo lombar ou suboccipital. Quanto ?á cor e aspecto, em seu estado normal apresenta-se incolor, l?¡mpido, cristalino e sem hem?ícias. Em seu estado patol??gico pode ser: Uma das principais condi?º?Áes diagnosticadas atrav?®s do l?¡quor ?® a meningite bacter i- ana aguda (MBA). O l?¡quor na MBA apresenta celularidade muito aumentada (> 500 c?®lulas/mm3 ÔÇô normal de 0 a 5 c?®lulas/mm3), glicorraquia baixa (normal = 40 a 60 mg/dL) e proteinorraquia elevada (normal = 20 a 40 mg/dL). Deve ser tamb?®m solic i- tada a bacterioscopia pelo Gram, com a seguinte interpreta?º?úo: ? Cocobacilos Gram-negativos: Haemophilus influenzae;

SITUA?ç?âO CL?ìNICA F?¡stula liqu??rica e fraturas de base de cr?ónio Deriva?º?úo ventr?¡culo – perito- neal Trauma craniano aberto P??s-neurocirurgia Sinus dermal P??s-raquicentese Estrongiloid?¡ase disseminada Otite m?®dia cr??nica Alcoolismo MBA de repeti?º?úo PAT?ôGENOS ASSOCIADOS Enterobacter?¡aceae, Streptococcus agalactiae, Listeria mo- nocytogenes e Staphylococcus aureus (se ocorr?¬ncia de Enterobacter?¡aceae, Neisseria meningitidis, Haemophilus N. meningitidis e S. pneumon?¡ae S. pneumon?¡ae e H. ?¡nf/uenzae Staphylococcus ep?¡derm?¡dis, S. aureus e Enterobacter?¡a- S. aureus e Enterobacter?¡aceae S. aureus e Enterobacter?¡aceae S. aureus e Pseudomonas aerug?¡nosa Enterobacter?¡aceae S. pneumon?¡ae e Enterobacter?¡aceae S. pneumon?¡ae e Enterobacter?¡aceae S. pneumon?¡ae e H. ?¡nfluenzae A pesquisa de ant?¡genos bacterianos no l?¡quor pela t?®cnica de l?ítex tem alta sensibili- dade (90 a 95%), enquanto a cultura liqu??rica ?® diagn??stica em cerca de 70% dos c a- Outro ponto importante, ainda em rela?º?úo ?á meningite bacteriana aguda (MBA): todo paciente com suspeita desta condi?º?úo deve ter coletadas amostras de sangue pa ra hemoculturas antes do in?¡cio da antibi??ticoterapia (coletar tr?¬s amostras com intervalo de 15 minutos entre elas), exceto se o estado do paciente for muito cr?¡tico – neste ca- so, coletar duas amostras com intervalo de 5 minutos e inicia-se logo o antimicrobia- no.

204. Resposta E Na administra?º?úo de medicamentos por via intramuscular, a agulha ?® inserida na pele, formando um ?óngulo de 90??, indo alcan?ºar o tecido muscular. Geralmente essa via ?® escolhida por ser a subst?óncia muito irritante e ser de dif?¡cil absor?º?úo (em geral as oleosas). Ver Figura 1.41.

206. Resposta E A aferi?º?úo da temperatura em via bucal ?® contra-indicada em pacientes inconscientes; nas inflama?º?Áes da boca (estomatites); ap??s ingerir l?¡quidos muito quentes ou muito frios e em crian?ºas.

207. Resposta D Na administra?º?úo de medicamentos via subcut?ónea, a agulha ?® inserida na pele for- mando um angulo de 45??, indo alcan?ºar somente o tecido subcut?óneo. Essa via ?® e s- colhida para pequenas quantidades de medicamento de f?ícil absor?º?úo e n?úo irritantes do tecido. Ver Figura 1.41.

208. Resposta B ? Normal – eupn?®ia ? Dif?¡cil ou superficial – dispn?®ia ? R?ípida – taquipn?®ia ou hiperpn?®ia ? Lenta – bradipn?®ia ? Parada – apn?®ia ? Falta de ar em posi?º?úo deitada – ortopn?®ia.

209. Resposta C Um dos principais cuidados com o sistema de drenagem tor?ícica ?® evitar a entrada de ar no sistema, por isso o frasco deve ficar sempre em n?¡vel mais baixo que o corpo e ao se manipular o sistema deve-se usar 2 pin?ºas para impedir o refluxo.

210. Resposta B Cistosc??pio, aparelho utilizado para exame urol??gico que adentra a bexiga, permitindo a explora?º?úo do ??rg?úo.

211. Resposta A Os eritr??citos constituem a grande maioria das c?®lulas sang???¡neas e s?úo essencia l- mente respons?íveis pela cor desse tecido l?¡quido. H?í cerca de 5.000.000 de eritr??ci- tos por mm3 de sangue e sua fun?º?úo principal ?® transportar oxig?¬nio.

212. Resposta A Ao se fazer qualquer aplica?º?úo de medicamentos na regi?úo do gl??teo deve-se ter o cuidado de dividir a n?ídega em 4 partes e proceder a administra?º?úo no quadrante su- perior externo para que n?úo haja perigo de se atingir o nervo ci?ítico.

A nebuliza?º?úo, tamb?®m chamada aerossolterapia, ?® uma forma de tratamento curativo e preventivo das v?írias afec?º?Áes pulmonares, atrav?®s de subst?óncias especiais asso- ciadas ao oxig?¬nio.

214. Resposta D As secre?º?Áes s?úo aspiradas por um cateter esterilizado de polietileno ou borracha. O cateter umedecido com solu?º?úo salina est?®ril ?® ent?úo introduzido 15 a 20cm. O cateter deve ser retirado lentamente para n?úo irritar o revestimento da traqu?®ia, a suc?º?úo ?® desligada ?á medida que o cateter ?® introduzido e ligada ao ser retirado. A cada asp i- rada, lavar o cateter em solu?º?úo salina.

215. Resposta D O rim regula a concentra?º?úo dos constituintes dos l?¡quidos corporais, ou seja, a quan- tidade de ?ígua e eletr??litos como pot?íssio, c?ílcio, f??sforo, hidrog?¬nio etc.

216. Resposta A Varia?º?Áes da PA: 217. Resposta E Pela via intrad?®rmica s?úo administradas pequenas quantidades de drogas. A agulha ?® inserida na pele, formando um ?óngulo de cerca de 15??. Essa via ?® mais usada para vacina?º?Áes. Ver, Figura 1.41.

218. Resposta A Eletrocardiografia ?® o tra?ºado que o eletrocardi??grafo faz sobre um papel milimetrado, resultado das oscila?º?Áes el?®tricas registradas durante o batimento card?¡aco, no mi o- c?írdio.

219. Resposta D Hipoxia resulta em transporte inadequado de oxig?¬nio pelo sangue. O transporte de oxig?¬nio dos tecidos depende de muitos fatores: d?®bito card?¡aco, conte??do arterial de oxig?¬nio e necessidades metab??licas. A hipoxia que se desenvolve rapidamente traz mudan?ºas ao sistema nervoso central, pois os centros superiores s?úo mais sens?¡veis ?á priva?º?úo de oxig?¬nio.

onadas em ?óngulo reto. A posi?º?úo ?® mantida, colocando-se os p?®s em estribos. Qua- se todas as opera?º?Áes perineais, retais e vaginais requerem esta posi?º?úo. Ver Figura 1.194.

221. Resposta E A posi?º?úo de Fowler (ver Figura 1.47) ?® indicada para: ? Relaxar os m??sculos abdominais.

222. Resposta B Posologia ?® o estudo das doses. A dose ?® a quantidade de uma droga administrada no organismo, a fim de produzir efeito terap?¬utico. Pode ser classificada em: m?íxima, m?¡nima, t??xica, letal.

223. Resposta C Clister ou enema ?® a introdu?º?úo de pequena quantidade de l?¡quido no intestino, utili- zada especificamente para amolecer as fezes.

224. Resposta C Sinais s?úo altera?º?Áes que se pode observar ou que s?úo reveladas por m?®todos esp e- ciais de exame. Todas as partes vis?¡veis do corpo podem mostrar modifica?º?Áes que s?úo de grande import?óncia no diagn??stico.

225. Resposta C Ao fazer qualquer aplica?º?úo no gl??teo, ?® necess?írio observar bem o local da introd u- ?º?úo da agulha, por haver perigo de ser atingido o nervo ci?ítico. Para evitar isso, basta Faz-se uma linha que vai da crista il?¡aca ?á parte mais volumosa da n?ídega, e outra que vai das ??ltimas v?®rtebras sacras ?á parte superior da articula?º?úo coxofemoral. A inje?º?úo intramuscular ?® feita no quadrante superior externo. Em geral, d?í-se prefer?¬n- cia ?á regi?úo gl??tea para as inje?º?Áes dolorosas e de dif?¡cil absor?º?úo devido grande massa muscular ÔÇô gl??teo grande m?®dio e m?¡nino – e, portanto, um grande n??mero de vasos, conseq??entemente maior irriga?º?úo sang???¡nea, o que favorece a absor?º?úo mais r?ípida da medica?º?úo.

ca celular e imunit?íria. Inflama?º?Áes em qualquer parte do corpo e doen?ºas com for- ma?º?Áes de abscesso quase sempre provocam eleva?º?Áes na contagem do leucograma devido ao aumento de leuc??citos polimorfonucleares. Na pneumonia, por exemplo, a contagem de leuc??citos pode ser de 10.000/mm3 ou mais. Em certas infec?º?Áes, os leuc??citos podem n?úo aumentar e realmente diminuem de n??mero; n?úo apenas a con- tagem total, mas tamb?®m a contagem relativa das diversas variedades de leuc??citos constitui como um aux?¡lio importante no diagn??stico.

227. Resposta C Escara ?® uma les?úo com tend?¬ncia ?á gangrena ou necrose do tecido, devido ?á pre s- s?úo que limita a ?írea de nutri?º?úo e que se abre em certas partes do corpo, principal- mente em ?íreas de protuber?óncia ??ssea.

228. Resposta C A lavagem externa ?® a higiene da genit?ília e da regi?úo anal e est?í indicada: ? Preparo para exames ginecol??gicos e urol??gicos.

229. Resposta B A primeira bulha (B1) card?¡aca corresponde ao fechamento das v?ílvulas mitral e tr i- 230. Resposta E A policitemia ?® caracterizada pela produ?º?úo excessiva de c?®lulas eritr??ides, com co n- seq??ente eleva?º?úo do n?¡vel de hemoglobina e hemat??crito. O paciente apresenta pr u- rido, f?ícies plet??rica, ingurgita?º?úo da veia retiniana, comprometimento da circula?º?úo 231. Resposta A A di?ílise peritoneal deve ser realizada preferencialmente em balan?ºa-leito, pois o pe- so ajuda na observa?º?úo do estado de hidrata?º?úo do paciente.

232. Resposta B O pulso pode ser verificado nas art?®rias: radial, facial temporal, car??tida, braquial, fe- moral e pediosa.

233. Resposta B As fezes devem ser enviadas ao laborat??rio no m?íximo 24 horas ap??s coleta (sendo conservadas em geladeira) para que n?úo haja descaracteriza?º?úo do material.

absorvido Pode-se efetuar a indu?º?úo do v??mito (se n?úo for subst?óncia corrosiva) ou lavagem g?ístrica.

235. Resposta A Quando da ingest?úo de gasolina, produto t??xico e corrosivo, devemos proceder im e- diatamente a instala?º?úo de cateter nasog?ístrico a fim de iniciar lavagem g?ístrica.

236. Resposta C Acidente mec?ónico pode ser causado por traumatismos e quedas, bem como por ap a- relhos. O paciente pode sofrer traumatismos e fraturas, se cair da cama ou da janela, ao levantar da cama ou ao andar em pisos escorregadios. Tamb?®m pode cair, se n?úo lhe foi oferecida seguran?ºa, ao ser passado da cama para a maca, ou da cadeira de rodas e vice-versa.

237. Resposta C O choque ?® um estado agudo, causado pela diminui?º?úo de fluxo sangu?¡neo adequado a manuten?º?úo da perfus?úo tecidual sist?¬mica, ocasionando preju?¡zos ?á fun?º?úo celular. O quadro cl?¡nico ?® sempre grave, mas apresenta varia?º?Áes nos sinais e sintomas, conforme a causo do choque. De uma maneira geral, encontra-se: ? Altera?º?Áes neurossensoriais.

238. Resposta E A massagem card?¡aca ?® feita com o paciente em dec??bito dorsal horizontal em supe r- f?¡cie r?¡gida. O socorrista dever?í aplicar inicialmente um soco precordial no ter?ºo m?®dio do esterno colocar a parte proximal de uma das m?úos sobre o ter?ºo inferior do esterno e acima do ap?¬ndice xif??ide, apoiando a parte proximal da outra m?úo sobre a primei- ra, tomando cuidado para n?úo encostar os dedos sobre as costelas. Com os bra?ºos esticados, comprimir verticalmente o t??rax do paciente, utilizando-se do peso do pr??- prio dorso. O deslocamento do esterno (de 3,5 a 5,0 cm) promove a compress?úo do cora?º?úo contra a coluna vertebral e, conseq??entemente, a eje?º?úo do sangue dos ve n- tr?¡culos. Ver Figura 1.123.

239. Resposta D Imobilizar o membro afetado, cortando as roupas, se necess?írio, e manipulando o menos poss?¡vel; utilizar ataduras de crepom; utilizar coxins para as extremidades de duas superf?¡cies cut?óneas; aguardar exame m?®dico.

Cuidados de enfermagem com fratura exposta: ? Proteger o ferimento com gaze ou pano limpo; imobilizar o membro afetado como ele se apresenta; n?úo tentar colocar o osso no lugar; preparar o paciente para cirurgia.

241. Resposta A O pulso pode ser verificado nas art?®rias: radial, facial, temporal, car??tida, braquial, femoral e pediosa, sendo a art?®ria radial o local mais comum de verifica?º?úo.

242. Resposta E Bradipn?®ia, ritmo de respira?º?úo lenta, ocorrendo em v?írias circunst?óncias cl?¡nicas, como na hipertens?úo intracraniana.

243. Resposta E O local de verifica?º?úo da PA ?® mmss (membros superiores), devendo o manguito ser colocado acima da prega do cotovelo e o estetosc??pio com o diafragma voltado para a art?®ria braquial.

Biosseguran?ºa 01. A medida mais importante na preven?º?úo infec?º?úo no rec?®m-nascido consiste em:

A. Sanificar o lact?írio semanalmente B. Desinfectar o ber?º?írio semanalmente C. Esterilizar as fraldas previamente D. Lavar as m?úos antes de manusear o beb?¬ E. Administrar antibi??ticos preventivos

02. Antes de iniciar qualquer cuidado de enfermagem com o paciente, o primeiro passo ?®:

A. Trocar a roupa de cama do paciente B. Preservar a individualidade do paciente C. Cobrir o paciente com len?ºol est?®ril D. Lavar as m?úos com ?ígua e sab?úo E. Proteger o uniforme com avental de pl?ístico

03. O material est?®ril, pronto para ser usado num curativo, ?® considerado:

A. Flambado B. Ass?®ptico C. Desinfetado D. Desinfestado E. Contaminado

04. A lavagem meticulosa das m?úos pelos profissionais de sa??de e visitantes contribui significativamente para a interrup?º?úo do ci- clo da infec?º?úo:

A. Recorrente B. Cruzada C. Vertical D. Concomitante E. Comunit?íria

05. A maneira pela qual o t?®cnico de enfer- magem pode evitar a dissemina?º?úo de uma infec?º?úo ?®:

A. Mantendo o instrumental cir??rgico lava- do B. Lavando as m?úos apenas ap??s o plan- t?úo C. Utilizando t?®cnica ass?®ptica para todas as a?º?Áes D. Lavando os recipientes de excretas do paciente E. Carregando roupas de cama junto ao corpo

06. Lavar as m?úos entre um cuidado de en- fermagem e outro ?® importante para:

A. Manter a higiene das m?úos C. N?úo contaminar o material D. Evitar a infec?º?úo entre os pacientes E. Evitar a infec?º?úo cruzada e a autocon- tamina?º?úo

07. A esteriliza?º?úo mais eficiente de material ?® conseguida com o uso de:

A. Estufa B. Autoclave C. Formalina D. Ultravioleta E. ?ügua em ebuli?º?úo

patog?¬nicos num objeto qualquer denomina- se: A. Esteriliza?º?úo B. Assepsia C. Anti-sepsia D. Sanifica?º?úo E. Nenhuma das alternativas anteriores

09. A esteriliza?º?úo por estufa ?® um m?®todo por calor seco, o qual, para ser realizado satisfatoriamente, deve atingir a temperatura em graus Celsus:

A. 90?? a 120?? B. 100?? a 110?? C. 120?? a 160?? D. 140?? a 160?? E. 150?? a 180??

10. Os recursos utilizados para impedir a contamina?º?úo de um meio denomina-se:

A. Desinfec?º?úo B. Anti-sepsia C. Assepsia D. Limpeza E. Esteriliza?º?úo

11. Durante a aspira?º?úo de secre?º?Áes da ?írvore br??nquica, o uso de luvas est?®reis ?® obrigat??rio para prevenir contamina?º?úo do:

A. Ambiente B. Paciente C. Profissional D. Material E. Nenhuma das alternativas anteriores

12. Assepsia ?® o termo que significa: 80 A. Emprego de subst?óncias qu?¡micas com o fim de inibir os germes e impedir a sua prolifera?º?úo B. Subst?óncia da qual um agente infeccio- so passa diretamente a um hospitaleiro C. Conjunto de medidas usadas para evitar a contamina?º?úo do material ou do meio am- biente evitando a ocorr?¬ncia de infec?º?Áes D. Destrui?º?úo de qualquer forma de vida usando-se um agente esterilizante E. Presen?ºa de agentes infecciosos na superf?¡cie do corpo, no meio ambiente ou em qualquer tipo de objeto inanimado.

13. Para limpeza da unidade do paciente, um dos utens?¡lios necess?írios ?®:

A. Purificador de ar B. Sabonete em barra C. Solu?º?úo desinfetante D. Nenhuma das alternativas anteriores

14. Dentre as assertivas a seguir, relaciona- das ao manuseio de material esteriliza?º?úo marque a assertiva incorreta:

A. Deve-se lavar sempre as m?úos ao lidar com material esterilizado B. Deve-se retirar o material esterilizado sempre com o aux?¡lio de pin?ºa est?®ril ou luvas est?®reis C. Deve-se deixar o material, durante a D. O material ??mido deve ser deixado em repouso, pelo tempo necess?írio, at?® que E. Deve-se verificar a data da esteriliza?º?úo 15. Dentre as afirma?º?Áes a seguir, marque aquela que ser?í correta, como preven?º?úo e controle das infec?º?Áes hospitalares:

B. Lavar as m?úos sempre que necess?írio e com muito rigor C. Impedir que pessoas com sintomas de infec?º?úo tenham contato com pacientes hospitalares D. Isolar os pacientes portadores de doen- ?ºas transmiss?¡veis E. Todas as afirma?º?Áes acima est?úo corre- tas

16. Considerando os acidentes mec?ónicos e sua preven?º?úo, marque a assertiva incorre- ta: A. Acidente mec?ónico ?® aquele causado por traumatismo e quedas, bem como por B. Deve-se oferecer seguran?ºa ao pacien- te ao pass?í-Io do leito para a maca e vice- versa C. Deve-se encerar o piso das enfermarias no hor?írio de visitas D. Deve-se manter os aparelhos firmes em seus lugares e fora do tr?ónsito E. Deve-se usar grades nos casos de pa- cientes inconscientes e agitados

17. Com o objetivo de controlar a dissemi- na?º?úo de microrganismos patog?¬nicos, o t?®cnico de enfermagem, ao realizar um cura- tivo, dever?í limpar o ferimento do enfermo mando o seguinte cuidado:

A. Inutilizar a gaze ap??s cada passagem pelo ferimento B. Come?ºar a limpeza do centro para as bordas do ferimento C. Umedecer a gaze com ?ígua oxigenada at?® o curativo soltar D. Limpar o ferimento levemente com o medicamento prescrito E. Levantar o curativo pela parte de fora, se estiver manchado de secre?º?úo.

18. A lavagem externa ass?®ptica ?® indicada nos casos de interven?º?úo cir??rgica no per?¡neo e regi?Áes vizinhas com a finalidade de: A. Diminuir o edema B. Evitar infec?º?úo C. Prevenir escara D. Diminuir hemorragia E. Nenhuma das alternativas anteriores

19. Dentre os fatores que influenciam o apa- recimento da infec?º?úo, podemos citar:

A. Grau de temperatura B. A data da esteriliza?º?úo C. N??mero de microrganismos invasores, D. Somente o n??mero de microrganismos invasores

20. Quando o paciente vai a ??bito, a limpeza a ser realizada ?® a:

A. Di?íria B. Da mesinha C. Da enfermaria D. Geral do leito E. Nenhuma das alternativas anteriores

21. Quando ?® solicitado o exame de cultura da urina, o recipiente deve ser:

A. Limpo com ?ígua e sab?úo B. Lavado em ?ígua corrente C. Esterilizado D. Lavado e desinfetado E. Limpo com ?ílcool a 96??

22. Na t?®cnica b?ísica de lavagem das m?úos, devemos enxugar as mesmas, prefe- rencialmente com:

B. Toalha de pano C. Papel toalha D. Algod?úo E. Todas est?úo corretas

23. Infec?º?úo nasocomial ?®: A. A infec?º?úo que acomete qualquer pes- soa fora do hospital B. Tamb?®m chamada de infec?º?úo hospita- lar, ?® a que acomete o paciente durante a C. Tamb?®m chamada de infec?º?úo hospita- lar, por?®m acomete o paciente ap??s cerca de mais ou menos 60 dias de hospitaliza- D. Aquela que acomete o paciente 6 me- ses ap??s a interna?º?úo E. Nenhuma das alternativas anteriores

24. Antes de introduzir a agulha no frasco- ampola, a tampa de borracha deve ser limpa com o seguinte produto:

A. ?ülcool-iodado B. ?ëter C. ?ülcool a 70% D. PVPI E. ?ügua oxigenada

25. A urina deve ser coletada em recipiente esterilizado, quando o exame solicitado ?®:

A. Teste de gravidez B. Pesquisa de sangue oculto C. Prova de fun?º?úo renal D. Urinocultura E. Presen?ºa de elementos anormais e sedi- mento

26. Na coleta de material para exame, deve- se, como cuidado de enfermagem: 82 A. Guardar o pedido de exame ao enviar o material ao laborat??rio B. Preparar e identificar os recipientes C. Manter sigilo quanto ?á coleta D. Despreocupar os familiares do paciente quanto ao resultado E. Nenhuma das alternativas anteriores

27. Um material est?®ril significa que est?í: A. Completamente ausente de germes B. Com germes infectantes presentes C. Contaminado D. Com cerca de 50% de germes patog?¬ni- cos

28. Dentre os materiais de uso hospitalar, os considerados objetos semicr?¡ticos s?úo:

A. Agulhas e roupas de cama B. Term??metro e tubos endotraqueais C. Estetosc??pios e instrumentos cir??rgicos D. Comadres e endosc??pios gastrintestinais E. Nenhuma das alternativas anteriores

29. O processo de limpeza da pele para apli- ca?º?úo de uma inje?º?úo intravenosa denomina- se:

A. Assepsia B. Degerma?º?úo C. Desinfec?º?úo D. Anti-sepsia E. Esteriliza?º?úo

C. ?ügua oxigenada a 10% D. ?ülcool iodado a 0,5% E. Nenhuma das alternativas anteriores

31. O exterm?¡nio de parasitos, existentes e um indiv?¡duo ou em seu ambiente, ?® realizado mediante o seguinte processo:

A. Assepsia B. Degerma?º?úo C. Desinfec?º?úo D. Esteriliza?º?úo E. Desinfesta?º?úo

32. A opera?º?úo de desinfec?º?úo que deve ser feita na unidade do paciente, quando este tem alta, chama-se desinfec?º?úo:

A. Pr?®-admissional B. Di?íria da unidade C. Terminal D. Geral da unidade E. Ass?®ptica

33. A esteriliza?º?úo de instrumentos cortantes, seringas e agulhas reutiliz?íveis, pelo processo de calor seco, ?® feita a uma temperatura, em graus cent?¡grados, de:

A. 140 B. 150 C. 160 D. 170 E. 180 34. Na preven?º?úo da infec?º?úo hospitalar con- sideramos fator indispens?ível:

A. A utiliza?º?úo de material descart?ível B. Uso de m?íscara e luvas C. Isolamento de contato D. Degerma?º?úo das m?úos E. A utiliza?º?úo de antibi??ticos

35. O emprego de subst?óncias qu?¡micas com a finalidade de inibir os germes e impedir a sua prolifera?º?úo chama-se:

A. Desinfec?º?úo B. Anti-sepsia C. Esteriliza?º?úo D. Assepsia E. Desinfesta?º?úo

36. Assinale a op?º?úo incorreta sobre o proces- so de esteriliza?º?úo pelo calor seco:

A. ?ë recomendado apenas quando o material a ser esterilizado n?úo pode ser submetido ?á a?º?úo do vapor B. ?ë inadequado para tecido e borracha C. A temperatura utilizada neste processo varia de 140?? e 180??C D. Por ser mais penetrante que o calor ??mi- do, o processo requer pouco tempo para atin- E. A estufa n?úo pode ser aberta durante o processo

37. Qual o tempo de esteriliza?º?úo de um mate- rial de borracha, para que n?úo haja o risco de danific?í-Io?

A. 5 min B. 10 min C. 15 min D. 30 min E. 60 min 38. ?ôleo e vaselina devem ser esterilizados com:

A. Agente qu?¡mico B. ?ügua em ebuli?º?úo C. Vapor sob press?úo D. Calor seco E. ?ôxido de etileno

39. ?ë procedimento b?ísico para esteriliza?º?úo de caixas met?ílicas:

A. Devem ficar bem fechadas B. Devem permanecer com as tampas sepa- radas C. Devem permanecer sobre os demais ma- teriais D. Devem ser abertas ap??s a esteriliza?º?úo E. Nenhuma das alternativas anteriores

84 40. O ?ílcool a 70% ?® usado para: A. Anti-sepsia das m?úos B. Desinfec?º?úo de instrumentos cir??rgicos C. Limpeza de ferramentas D. Aplica?º?úo de revulsivos E. Nenhuma das alternativas anteriores

Biosseguran?ºa Respostas 01. Resposta D A medida mais importante para prevenir infec?º?Áes ?® a lavagem das m?úos antes e ap??s cada pro- cedimento.

02. Resposta D A fim de se evitar infec?º?úo e propaga?º?úo de germes, antes de se iniciar qualquer cuidado de en- fermagem com o paciente, o primeiro passo ?® a lavagem das m?úos.

03. Resposta B 04. Resposta B Infec?º?úo cruzada ?® a contamina?º?úo ou coloniza?º?úo atrav?®s das m?úos e/ou objetos potencialmente contaminados ap??s contato com colonizados ou infectados.

O uso de t?®cnicas ass?®pticas em todos os procedimentos n?úo s?? evita a dissemina?º?úo de uma infec?º?úo, como tamb?®m impede o aparecimento da mesma.

06. Resposta E A lavagem das m?úos entre os cuidados de um e outro paciente ?® importante para nossa pr??pria prote?º?úo, evitando-se assim levar infec?º?úo, quando j?í existente, de um paciente para o outro.

07. Resposta B Autoclave, caldeira provida de term??metro, de fun?º?úo esterilizadora; funciona com ?ígua em forma de vapor e grande press?úo.

08. Resposta A 09. Resposta C Dependendo do material, a esteriliza?º?úo por estufa tem o tempo vari?ível de 30 minutos a 2 horas numa temperatura de 120 a 160??C.

11. Resposta B Ao realizarmos uma aspira?º?úo de secre?º?Áes da ?írvore br??nquica, devemos utilizar luvas est?®reis para evitarmos contamina?º?úo por microrganismos para o paciente ao segurarmos o cateter de aspira?º?úo.

12. Resposta C Assepsia ?® o processo de elimina?º?úo de microrganismos para que se evite ao m?íximo o perigo de infec?º?Áes em um ambiente, como em salas da cirurgia, nos instrumentos usados durante as inter- na?º?Áes.

13. Resposta C Para limpeza da unidade do paciente, deve-se utilizar solu?º?úo desinfetante, que s?úo subst?óncias que evitam a prolifera?º?úo de germes patog?¬nicos, evitando a infec?º?úo ou diminuindo a mesma.

14. Resposta D Pontos a considerar ao se trabalhar com material esterilizado: S?? tocar diretamente no material esterilizado com pin?ºa ou luva est?®ril.

15. Resposta E Preven?º?úo e controle das infec?º?Áes: Fazer educa?º?úo sanit?íria da popula?º?úo sobre medidas de higiene e sa??de; Separar os portadores de germes e pessoas que tenham les?Áes exsudativas do grupo e Impedir que pessoas infectadas ou com sintomas de infec?º?úo tenham contato com pacien- Instituir isolamento para pacientes com infec?º?Áes contagiosas e pacientes portadores de Empregar as t?®cnicas de assepsia e lavagem das m?úos sempre que necess?írio e com ri- gor.

17. Resposta A Para se evitar a dissemina?º?úo de microrganismos patog?¬nicos ao realizar um curativo, de- vemos desprezar cada compressa de gaze ap??s passarmos sobre a ferida. Em feridas con- taminadas, devemos limpar primeiro em volta para depois passarmos pela ferida propriamen- te dita e, em feridas cir??rgicas, o inverso.

18. Resposta B A lavagem externa ass?®ptica tem como finalidade evitar o aparecimento de infec?º?úo ap??s interven?º?Áes cir??rgicas no per?¡neo, nas regi?Áes vizinhas e ap??s o parto.

19. Resposta C Para que haja infec?º?úo cl?¡nica faz-se necess?írio que os germes invasores sejam virulentos e em numero suficiente capaz de vencer as barreiras de defesa do organismo. A possibilidade de infec?º?úo exige que a quantidade de microrganismos seja suficientemente grande, ainda que pouco virulento, e que o organismo invadido se encontre em estado prec?írio, n?úo con- tando com os seus meios naturais de defesa. Assim, quanto maior o n??mero de microrganis- mo e a sua virul?¬ncia e quanto menor a resist?¬ncia do organismo, maior ser?í a patogenicida- de do germe e a possibilidade de infec?º?úo.

20. Resposta D A limpeza geral da unidade deve ser feita: 21. Resposta C O recipiente para ser coletada urina com a finalidade de realiza?º?úo de cultura deve ser est?®ril, livre de qualquer bact?®ria para n?úo mascarar diagn??stico.

22. Resposta C Na t?®cnica b?ísica de lavagem das m?úos, devemos utilizar papel toalha para enxug?í-Ias, que ?® um material descart?ível.

dor. As vias de transmiss?úo s?úo v?írias, podendo ser por cont?ígio direto das m?úos, por got?¡- culas de saliva e outros, ou por cont?ígio indireto atrav?®s do ar, ou de insetos, ou material e obje- tos contaminados.

24. Resposta C Ao se administrar um medicamento injet?ível, tendo que se aplicar o conte??do de um frasco- ampola, a tampa de borracha deve ser limpa com ?ílcool a 70% antes de introduzirmos a agulha.

25. Resposta D A cultura ?® o exame onde se detecta o crescimento bacteriano, portanto a urina deve ser coletada em recipiente est?®ril, livre de bact?®rias preexistentes.

26. Resposta B Ao se coletar material para exames o primeiro cuidado ?® identificar os recipientes que v?úo receber o material e preparar tudo para a coleta juntamente com as requisi?º?Áes.

27. Resposta A Esterilizar um material ?® destruir todos os microrganismos nele existentes. Ao ato de esterilizar, d?í-se o nome de esteriliza?º?úo. Desinfetar ?® destruir apenas os micr??bios patog?¬nicos. M?®todos de esteriliza?º?úo: Calor ??mido – ?® um agente esterilizante eficaz pelo seu alto poder de penetra?º?úo. Sua a- Calor seco – a destrui?º?úo bacteriana se d?í pela oxida?º?úo celular, e para que isso ocorra torna-se necess?írio que o material a ser esterilizado seja submetido a um tempo de expo- Radia?º?úo – sua a?º?úo destruidora se processa atrav?®s da altera?º?úo da composi?º?úo molecu- lar das c?®lulas, as quais sofrem perda ou adi?º?úo de cargas el?®tricas (ioniza?º?úo), ficando Pastilhas de paraf??rmico – esse m?®todo ?® utilizado para a esteriliza?º?úo de materiais el?®tri- cos. As pastilhas de paraf??rmico, mais comumente conhecidas como pastilhas de formali- na, s?úo derivadas do metanol, um g?ís de cheiro forte, irritante e hidrossol??vel. Produtos qu?¡micos – a utiliza?º?úo de produtos qu?¡micos para a desinfec?º?úo e/ou esteriliza- ?º?úo de materiais ?® indicada somente para aqueles que n?úo podem sofrer a?º?úo do calor e quando n?úo se disp?Áe de autoclave a g?ís de ??xido de etileno.

Anti-sepsia – emprego de subst?óncias qu?¡micas com o fim de inibir os germes e impe- Assepsia – ?® a aus?¬ncia de pat??genos produtores de doen?ºa. A t?®cnica ass?®ptica ?® o Degerma?º?úo – este procedimento existe porque a pele normalmente ?® habitada por duas popula?º?Áes bacterianas, ou seja, a flora residente e a transit??ria. A primeira ?® constitu?¡da por microrganismos capazes de sobreviverem e se multiplicarem na super- f?¡cie cut?ónea e nos fol?¡culos pilosos, sendo, portanto de dif?¡cil remo?º?úo. A flora transi- t??ria, tamb?®m conhecida como de contamina?º?úo, ?® composta por diversos microrga- nismos e de variadas virul?¬ncias, s?úo removidos mais facilmente. A degerma?º?úo das m?úos e antebra?ºos da equipe cir??rgica deve promover a elimina?º?úo da flora transit??ria e redu?º?úo da flora residente e, ainda, o retardamento da recoloniza?º?úo da flora resi- Desinfec?º?úo – destrui?º?úo de germes patog?¬nicos sem que haja a destrui?º?úo de espo- Esteriliza?º?úo – destrui?º?úo de qualquer forma de vida, usando-se um agente esterilizan- te. Destrui?º?úo de todos os microrganismos, inclusive formas esporuladas.

30. Resposta B Bicarbonato de s??dio a 2% – sal branco, amorfo, ligeiramente ?ícido, sol??vel em ?ígua. Uso: lavagem vaginal, da boca e do est??mago.

31. Resposta E Desinfesta?º?úo – ?® a elimina?º?úo de portadores de mol?®stias infecciosas ou parasit?írias. Assepsia – aus?¬ncia completa de microrganismos patog?¬nicos em um ambiente, como em salas de cirurgia, nos instrumentos usados durante as interven?º?Áes, com a finali- Desinfec?º?úo – processo que tem por objetivo a destrui?º?úo de todos os germes com a finalidade de tornar est?®reis objetos ou ambientes. Pode ser praticada por meios f?¡si- cos ou qu?¡micos.

Limpeza geral da unidade ?® feita: quando o paciente falece, quando ?® transferido para outra unidade, quando tem alta, quando ?® operado e uma vez por semana.

A esteriliza?º?úo de instrumentos cortantes, seringas e agulhas reutiliz?íveis, pelo processo de calor seco, s?úo feitas a uma temperatura de 160?? (durante 60 minutos).

t?®rias s?úo normalmente encontradas no trato gastrintestinal. Portanto, estas infec?º?Áes devem surgir a partir da pr??pria flora bacteriana do paciente ou podem ser adquiridas de outras fontes Os bacilos Gram-negativos freq??entemente s?úo respons?íveis por infec?º?Áes cut?óneas, infec?º?Áes a- migdalianas, infec?º?Áes da bexiga e dos rins e da invas?úo da corrente sang???¡nea. A lavagem das m?úos ?® fundamental para o controle de toda infec?º?úo. Deve-se valer de uma t?®cnica ass?®ptica rigorosa para todos os procedimentos diagn??sticos e terap?¬uticos.

35. Resposta B Anti-sepsia – ?® o emprego de subst?óncias qu?¡micas com o fim de inibir os germes e impe- dir a sua prolifera?º?úo. N?úo h?í destrui?º?úo de germes. Termo empregado quando se trata de Desinfec?º?úo – processo mediante o qual s?úo destru?¡dos todos os germes com a finalidade de tornar est?®reis objetos ou ambientes, podendo ser feita por meios f?¡sicos ou qu?¡micos. Esteriliza?º?úo – tornar est?®ril ou livre de germes, tornar incapaz de se produzir. Assepsia – aus?¬ncia completa de microrganismos patog?¬nicos em um ambiente, como em salas de cirurgia ou nos instrumentos usados durante as interven?º?Áes, com a finalidade de Desinfesta?º?úo – tem a finalidade de destruir os portadores ou vetores de mol?®stias infec- ciosas ou parasit?írias, como moscas, pulgas. ?ë efetuada com venenos adequados para cada esp?®cie que paralisam o sistema nervoso dos insetos.

36. Resposta D A destrui?º?úo bacteriana se d?í pela oxida?º?úo celular, e para que isto ocorra torna-se necess?írio que o material a ser esterilizado seja submetido a um tempo de exposi?º?úo maior e a temperaturas mais elevadas.

O tempo de esteriliza?º?úo do material de borracha em autoclave ?® de 15 minutos, a uma tempera- tura de 127??C (1.5 atmosferas).

38. Resposta D O ??leo e a vaselina devem ser esterilizados com calor seco em estufa a uma temperatura de 160?? C, por um per?¡odo de 2 horas.

39. Resposta B Na esteriliza?º?úo de caixas met?ílicas em autoclave, estas devem permanecer com as tampas se- paradas, colocadas pr??ximo ?á porta para que sejam tampadas imediatamente ap??s a abertura do equipamento.

?º?úo de torneiras fotoel?®tricas ou de acionamento por pedal, n?úo devendo ser utilizadas as m?úos para abri-Ias ou fech?í-Ias.

Enfermagem Cl?¡nica 01. A troca freq??ente dos tubos e coletores de urina, em pacientes com cateter vesical de demora, tem como principal finalidade evitar:

A. Sedimenta?º?úo urin?íria B. Odores desagrad?íveis C. Obstru?º?úo da sonda D. Infec?º?úo urin?íria E. Infec?º?úo cruzada

02. As manifesta?º?Áes cardiovasculares decor- rentes da rea?º?úo anafil?ítica incluem: colapso vascular perif?®rico, queda da press?úo arterial, taquicardia ou:

A. N?íuseas B. Pulso lento C. Dispn?®ia D. Prurido generalizado E. Bradicardia

03. Queda do n?¡vel de consci?¬ncia, fadiga, perda do t??nus muscular e edema s?úo sinto- mas mais comuns de defici?¬ncia de:

A. C?ílcio B. Magn?®sio C. Pot?íssio D. S??dio E. Prote?¡na

04. Uma das finalidades da aplica?º?úo de calor ?® aliviar a dor do paciente. Entretanto, esse procedimento n?úo ?® indicado no caso de: A. Edema B. Cefal?®ia C. Dismenorr?®ia D. Reten?º?úo urin?íria E. Processo inflamat??rio

05 Se aplicado diretamente na veia, o medicamento que pode levar o paciente a uma parada card?¡aca ?®:

A. Bicarbonato de s??dio a 8,4% B. Cio reto de pot?íssio a 10% C. Cloreto de s??dio a 0,9% D. Manitol a 20% E. Glicose a 25%

06. O paciente em uso de digit?ílico deve ser rigorosamente observado. Os sinais e sintomas mais comuns de intoxica?º?úo digit?ílica s?úo:

A. Anorexia, diarr?®ia, fadiga, hiperten- B. Anorexia, n?íuseas, hipertermia, dor, C. V??mitos, dis??ria, lipotimia, hipoten- D. Dor, lipotimia, diarr?®ia, polifagia, poli- E. Anorexia, n?íuseas, v??mitos, diarr?®ia, dist??rbios visuais e arritmias card?¡acas.

07. Ao se colocar um cateter nasog?ístri- co em um paciente em estado de incons- ci?¬ncia, com os reflexos comprometidos, deve-se ter, principalmente, o cuidado de:

g?ístrica E. Delimitar a parte da sonda a ser introduzi- da

08. Diante de um quadro de reten?º?úo urin?íria, o m?®todo inicial mais adequado ?®:

A. Administrar diur?®ticos B. Pressionar a regi?úo suprap??bica manual- mente C. Instalar uma sonda de al?¡vio D. Fazer o cateterismo vesical de demora E. Aplicar compressa quente sobre a regi?úo suprap??bica

09. O rod?¡zio sistem?ítico dos locais de aplica- ?º?úo de inje?º?Áes de insulina evita:

A. Potencializa?º?úo do medicamento pela di- minui?º?úo da resist?¬ncia tecidual B. Diminui?º?úo do t??nus muscular na ?írea de aplica?º?úo C. Altera?º?úo localizada do tecido adiposo, D. Aumento da percep?º?úo sensorial dolorosa, E. Nenhuma das alternativas anteriores

10. Em pacientes portadores de diabetes meli- to tipo I, a ocorr?¬ncia de glicemia relativamente normal at?® as tr?¬s horas da manh?ú, com poste- rior eleva?º?úo do n?¡vel, ?® conhecida como:

A. Efeito Somogy B. Fen??meno do amanhecer C. Hiperglicemia de rebote D. Per?¡odo de lua-de-mel E. Hiperglicemia prolongada

11. Considerando os fatores que interferem na press?úo arterial, ?® correto afirmar que:

94 A. Indiv?¡duos obesos tendem a ser hipo- B. O avan?ºo da idade est?í ligado ao aumento da press?úo arterial C. A ang??stia e o frio diminuem a pres- s?úo D. Antes da menopausa, as mulheres apresentam press?úo maior do que os E. As crian?ºas s?úo mais prop?¡cias ao desenvolvimento da hipertens?úo arterial

12. S?úo causas de insufici?¬ncia card?¡aca de alto d?®bito, N: A. Tireotoxicose B. Berib?®ri C. Doen?ºa de Paget D. Hipertens?úo arterial sist?¬mica E. Anemia

13. Al?®m das manifesta?º?Áes apresenta- das pelos pacientes, utiliza-se a raquicen- tese por pun?º?úo lombar para coletar ma- terial e diagnosticar a seguinte enfermi- dade:

A. Esquistossomose B. Leptospirose C. Meningite D. T?®tano E. AIDS 14. Bradicinesia ?® uma manifesta?º?úo de- corrente de um dist??rbio neurol??gico, en- contrada na doen?ºa de Parkinson, repre- sentando:

pacientes portadores de varizes esof?ígicas sangrantes em uso de bal?úo Sengstaken- Blakemore deve-se:

A. Reduzir a press?úo nos bal?Áes e na tra?º?úo B. Tracionar o tubo pelo ponto em que pene- tra o nariz C. Fazer aspira?º?úo g?ístrica pela terceira sa?¡- da do cateter D. Esvaziar o bal?úo por 5 minutos com inter- valos de 8 a 12h E. Nenhuma das alternativas anteriores

16. Nos casos em que n?úo ocorre drenagem a- dequada durante uma di?ílise peritoneal, sem evidencias de obstru?º?úo do cateter, a conduta ser adotada ?®:

A. Suspender a di?ílise B. Introduzir mais o cateter C. Mudar de um dec??bito lateral para outro D. Puxar o cateter e mobiliz?í-Io at?® haver dre- nagem do l?¡quido E. Nenhuma das alternativas anteriores

17. Em paciente com insufici?¬ncia a??rtica ?® en- contrado um sopro mesodiast??lico aud?¡vel foco mitral. Trata-se mais propriamente sopro de:

F. Venous hum G. Grahan Steel H. Rivero Carvallo I. Austin Flint J. Cardarelli

18. A ingest?úo inadequada de prote?¡nas por um paciente com insufici?¬ncia renal pode ser avalia- da:

A. Pela presen?ºa de edema B. Pela perda ponderal acentuada C. Atrav?®s do balan?ºo h?¡drico negativo D. Atrav?®s da freq???¬ncia respirat??ria au- mentada E. Nenhuma das alternativas anteriores

19. Um tumor de hip??fise reduz sensivel- mente a libera?º?úo do horm??nio antidiur?®tico (ADH) para a circula?º?úo sang???¡nea, acarre- tando:

A. Redu?º?úo da produ?º?úo de urina B. Densidade urin?íria superior a 1,030 C. Produ?º?úo de urina mais concentrada que o normal D. Aumento acentuado da produ?º?úo de urina de baixa concentra?º?úo E. Nenhuma das alternativas anteriores

20. Uma paciente deu entrada no pronto- socorro com quadro de agita?º?úo psicomoto- ra. A fam?¡lia informa ter achado um envelo- pe de Lexotan 6mg vazio, e que a mesma ingeriu dez comprimidos. A conduta imedia- ta ?®:

A. Controlar sinais vitais e instalar hidra- ta?º?úo venosa B. Instalar cateter nasog?ístrico e proceder ?á lavagem estomacal C. Instalar cateter nasog?ístrico, lavar com 100 mL de leite D 2/2h D. Instalar hidrata?º?úo venosa e fazer con- trole urin?írio E. Nenhuma das alternativas anteriores

21. A monitoriza?º?úo inadequada da perda hidroeletrol?¡tica no quadro de peritonite in- terfere na preven?º?úo de disfun?º?úo:

A. Card?¡aca B. Adrenal C. Pulmonar D. Hep?ítica E. Renal

redu?º?úo da absor?º?úo de am??nia e exige como a?º?úo assistencial a administra?º?úo de enter??clise e de:

A. Dieta hipoprot?®ica B. Dieta hiperprot?®ica C. Dieta rica em triptofano D. Droga antiespasm??dica E. Dieta rica em amino?ícido essencial

23. Al?®m da redu?º?úo da ansiedade e da dispn?®ia, o uso intravenoso de morfina em edema agudo de pulm?úo visa a:

A. Redu?º?úo da freq???¬ncia respirat??ria B. Eleva?º?úo da resist?¬ncia perif?®rica C. Redu?º?úo da perfus?úo tecidual D. Eleva?º?úo da press?úo arterial E. Nenhuma das alternativas anteriores

24. Deve-se proceder, imediatamente, ?á drena- gem do fluido da cavidade peritoneal, durante o tratamento dial?¡tico, quando o paciente apresen- ta:

A. Dispn?®ia severa B. Hipertens?úo arterial C. Infec?º?úo peritonial D. Hipotens?úo arterial E. Sudorese

25. Dentre os fatores precipitadores do epis??- dio de angina pectoris, pode-se citar:

A. A exposi?º?úo ao frio e ingest?úo de dieta leve B. O esfor?ºo f?¡sico e ingest?úo de l?¡quidos ge- lados C. O esfor?ºo f?¡sico e ingest?úo de l?¡quidos quentes 96 D. A exposi?º?úo ao calor e ingest?úo de dieta condimentada E. Nenhuma das alternativas anteriores

26. O sinal mais confi?ível para diagnosticar parada card?¡aca ?®:

A. Fibrila?º?úo atrial B. Pulso femoral filiforme C. Press?úo arterial inaud?¡vel D. Aus?¬ncia de pulso carot?¡deo E. Nenhuma das alternativas anteriores

27. A ameb?¡ase ?® uma doen?ºa parasit?íria difusamente distribu?¡da no mundo, que a- comete o intestino grosso e ?® respons?ível por m??ltiplas complica?º?Áes nos demais ??rg?úos, sendo mais atingido o:

A. Rim B. Ba?ºo C. F?¡gado D. Pulm?úo E. Est??mago 28. A hipoglicemia de rebote ocorre ap??s a suspens?úo abrupta da nutri?º?úo parenteral total. Os sintomas espec?¡fi- cos deste evento incluem:

A. Desorienta?º?úo, hipotermia, hemorra- B. Fraqueza, sudorese, tremores e au- C. Dor abdominal, desidrata?º?úo, hipo- D. Dispn?®ia, hemiplegia, edema e letar- E. Nenhuma das alternativas anteriores

A. A chegada de sangue na coron?íria B. A press?úo no ?ítrio direito C. O n?¡vel de s??dio no sangue D. A s?¡ndrome de baixo d?®bito E. O consumo de oxig?¬nio pelo mioc?írdio

30. A terapia digit?ílica deve ser administra- da com extremo cuidado devido ao risco de intoxica?º?úo. O enfermeiro deve estar atento para situa?º?Áes que possam potencializar o efeito da droga, como no caso de:

A. Hipolipidemia B. Hipoglicemia C. Hipocalemia D. Hipocapnia E. Hipernatremia

31. Os princ?¡pios f?¡sico-qu?¡micos que se apli- cam ?á di?ílise peritoneal consistem em:

A. Osmose e hemodiafiltra?º?úo B. Osmose e hemofiltra?º?úo C. Difus?úo e filtra?º?úo D. Difus?úo e osmose E. Nenhuma das alternativas anteriores

32. Ao administrar aminofilina intravenosa em um paciente, a fim de minimizar o edema pulmonar, deve-se observar a ocorr?¬ncia de:

A. Olig??ria B. Escotomas C. Hipotens?úo D. Bradicardia E. Nenhuma das alternativas anteriores

33. A angina pectoris ?® causada por: A. D?®bito card?¡aco inadequado B. Atividade f?¡sica excessiva C. D?®bito card?¡aco aumentado D. Suprimento inadequado de oxig?¬nio para o mioc?írdio E. Nenhuma das alternativas anteriores

34. O prurido, sintoma comum da doen?ºa Hodgkin, significa: A. Hepatomegalia B. Esplenomegalia C. Gengivite D. Cardiomegalia E. Coceira

35. Qual das seguintes a?º?Áes minimiza a A. Elevar a cabeceira do leito B. Manter o cliente aquecido C. Manter a mucosa oral ??mida D. Mudar o dec??bito E. Nenhuma das alternativas anteriores

36. ?ë importante manter o pH normal da e para: A. Minimizar o crescimento bacteriano B. Manter o equil?¡brio ?ícido-b?ísico cor- poral C. Facilitar a cicatriza?º?úo D. Todas as alternativas anteriores E. Nenhuma das alternativas anteriores

37. Complica?º?Áes decorrentes do uso da nutri?º?úo parenteral total:

C. Hiperglicemia D. Sobrecarga h?¡drica E. Todas as alternativas anteriores 38. Paciente com elevada concentra?º?úo de pot?íssio (hiperpotassemia ou hipercalemia) apresenta:

A. Arritmia e parada card?¡aca B. Arritmia e diabetes C. Parada card?¡aca e trombose D. Dis??ria e diabetes E. Nenhuma das alternativas anteriores

39. A insufici?¬ncia renal cr??nica ?® clinicamente caracterizada pela perda progressiva das fun- ?º?Áes ex??crina e end??crina dos rins, traduzida clinicamente pela presen?ºa dos seguintes si- nais:

A. Azotemia, acidose metab??lica, hipocalce- B. Alcalose metab??lica, anemia, hiperurice- C. Azotemia, anemia, hipernatremia e hiper- D. Alcalose metab??lica, anemia e hipocalce- E. Hipocalemia.

40. O tratamento imediato para o al?¡vio da hi- pertens?úo intracraniana baseia-se na redu?º?úo do volume do conte??do craniano. Tal objetivo ?® alcan?ºado administrando-se o seguinte diu- r?®tico osm??tico:

A. Furosemida B. Higroton C. Aminofilina D. Ringer com lactato E. Manitol

41. Os batimentos card?¡acos fetais podem ser 98 ouvidos claramente com um estetosc??pio de Pinard comum, por volta da seguinte semana de gesta?º?úo:

42. O coma mixedematoso corresponde ?á forma avan?ºada de: A. Hiperparatireoidismo B. Hiperpitu?¡tarismo C. Hipotireoidismo D. B??cio t??xico E. S?¡ndrome de Cushing

43. O termo esteatorr?®ia quer dizer: A. Hemoglobina nas fezes B. Gordura nas fezes C. Bilirrubina nas fezes D. Aus?¬ncia de urobulina E. Altos n?¡veis de urobilinog?¬nio fecal

44. O diabetes gestacional pode ocorrer mesmo sem haver antecedentes familia- res da doen?ºa. O cuidado nutricional a- dequado da gestante contribui para a redu?º?úo do risco de ocorr?¬ncia, no re- c?®m-nascido, de:

A. Macrocefalia B. Hipoglicemia C. Hiperglicemia D. Hipocalemia E. Macrossomia

em rela?º?úo a um paciente em sess?úo de he- modi?ílise que apresenta hipotens?úo e c?óim- bra?

A. Reduzir a ultrafiltra?º?úo B. Colocar o paciente em posi?º?úo de Trende- lenburg C. Administrar solu?º?úo salina D. Todas alternativas est?úo corretas E. Nenhuma das alternativas anteriores

46. A hidronefrose se apresenta como: A. Redu?º?úo bilateral dos rins B. Obstru?º?úo das vias excretoras C. Aumento dos n?¡veis de creatinina D. Aumento do tamanho renal E. Redu?º?úo do volume urin?írio

47. O Sr. Manoel foi internado na unidade de sa??de apresentando dor tor?ícica h?í cerca de duas horas, sudorese intensa, queda de pres- s?úo arterial, dispn?®ia, n?íuseas, taquicardia e ansiedade. A cl?¡nica apresentada refere-se provavelmente a:

A. Endocardite B. Angina pectoris C. Choque cardiog?¬nico D. Doen?ºa card?¡aca reum?ítica E. Infarto agudo do mioc?írdio

48. No edema agudo de pulm?úo, o garrotea- mento em rod?¡zio dos membros deve durar, no m?íximo, em cada um, cerca de:

A. 5 minutos B. 10 minutos C. 15 minutos D. 30 minutos E. 45 minutos 49. O choque hipovol?¬mico apresenta o seguinte quadro cl?¡nico:

A. Redu?º?úo do volume urin?írio; hipo- C. Hipotermia; redu?º?úo do volume urin?í- D. Redu?º?úo do volume urin?írio; hiper- E. Redu?º?úo do volume urin?írio; hiper- ansiedade e sudorese.

50. Podemos dizer que a principal com- plica?º?úo do cateterismo vesical ?® a:

A. Hemat??ria B. An??ria C. Infec?º?úo D. Poli??ria E. Dis??ria

51. Adenoidite ?® a inflama?º?úo de tecido linf??ide situado na seguinte regi?úo ana- t??mica:

A. Glote B. Laringe C. Mediastino D. Nasofaringe E. Per?¡neo

52. Na pancreatite cr??nica, as fezes tor- nam-se espumosas, mal cheirosas e h?í evacua?º?Áes freq??entes devido ?á defici?¬n- cia da digest?úo das gorduras. Essas ma- nifesta?º?Áes s?úo caracter?¡sticas de:

A. Melena B. Esteatorr?®ia C. Mec??nio D. Diarr?®ia E. Galactorr?®ia

53. Um jovem deu entrada em um pronto- socorro seis horas ap??s ingerir o conte??do um frasco de barbit??rico. O procedimento imediato neste caso ?®:

A. Manuten?º?úo de vias a?®reas perme?íveis B. Prote?º?úo contra rea?º?Áes hostis C. Reposi?º?úo dos sinais vitais D. Reposi?º?úo h?¡drica E. Lavagem g?ístrica

54. A doen?ºa infecciosa que afeta as vias a?®- reas superiores, com forma?º?úo de placa farin- giana, exigindo, nos casos mais graves, imedi- ata traqueostomia ?®:

A. T?®tano B. Rub?®ola C. Difteria D. Encefalite E. Poliomielite

55. Durante as palestras para os pacientes matriculados no programa de diabetes, o en- fermeiro vem enfatizando as complica?º?Áes de- correntes dessa enfermidade, como a ceguei- ra, a qual pode ser devida a:

A. Uve?¡te B. Glaucoma C. Presbiopia D. Cetoacidose E. Retinopatia diab?®tica

56. Um elemento anormal da urina ?®: 100 A. Ur?®ia B. Pot?íssio C. ?ücido ??rico D. Corpo cet??nico E. ?ücido l?íctico

57. Uma press?úo venosa central (PVC) elevada pode indicar insufici?¬ncia:

A. Card?¡aca e hipervol?¬mica B. Hep?ítica e hipovol?¬mica C. Renal e hipervol?¬mica D. Card?¡aca e hipovol?¬mica E. Renal e hep?ítica

58. Correlacione os sinais e/ou sintomas apresentados na altera?º?úo dos par?óme- tros da temperatura corporal: 1. Hipertermia 2. Hipotermia

( ) Convuls?úo ( ) Hiperemia ( ) Palidez ( ) Hipertens?úo ( ) Desidrata?º?úo ( ) Acrocianose ( ) Piloere?º?úo ( ) Taquipn?®ia

A. 2-2-1-1-2-1-1-2 B. 1-1-2-1-1-2-2-2 C. 1-1-2-2-1-2-2-1 D. 2-2-1-1-2-1-2-1 E. Nenhuma das alternativas anteriores

B. Sudorese, hipertens?úo, perda da consci- C. V??mitos, dor precordial, ansiedade, sudo- E. Hipertens?úo, v??mitos, sudorese, torpor.

60. Hiperinsulinismo ?® resultante da hiper- produ?º?úo de insulina pelas ilhotas pancre?íti- cas. Dentre os sintomas encontrados est?úo:

A. Anorexia e sudorese B. Febre e sudorese C. Cefal?®ia e febre D. Inconsci?¬ncia e convuls?úo E. Hiperglicemia e cefal?®ia

61. A inflama?º?úo das gl?óndulas salivares de- nomina-se: A. Parotidite B. Xerostomia C. Sialolit?¡ase D. Sialoadenite E. Mucosite

62. Dentre os tipos de cirrose hep?ítica, qual das a seguir relacionadas tem como causa fre- q??ente o alcoolismo?

A. Cirrose p??s-necr??tica B. Cirrose biliar C. Cirrose portal de La?½nnec D. Cirrose pericolang?¡tica E. Nenhuma das alternativas anteriores

63. Uma das desvantagens no uso de barbi- t??rico ?® que ele provoca: A. Eleva?º?úo da press?úo arterial B. Intensa depress?úo respirat??ria C. A?º?úo anti-histam?¡nica D. Alucina?º?Áes repetidas E. N?íuseas e v??mitos intermitentes

64. Na ocorr?¬ncia da cetoacidose dia- b?®tica, a respira?º?úo de Kussmaul, in- duz:

A. Redu?º?úo da acidose por meio da elimi- na?º?úo do di??xido de carbono B. Aumento da acidose respirat??ria por meio da reten?º?úo de di??xido de carbono C. Redu?º?úo da alcalose respirat??ria por meio da elimina?º?úo do di??xido de carbono D. Aumento da alcalose respirat??ria por meio da reten?º?úo do di??xido de carbono E. Aumento da acidose metab??lica por meio da reten?º?úo de di??xido de carbono

65. Quais as duas causas mais co- muns na parada cardiorrespirat??ria (PCR)?

A. Fibrila?º?úo ventricular e assistolia B. Bloqueio atrioventricular e assistolia C. Edema agudo de pulm?úo e IAM D. IAM e assistolia E. Tamponamento card?¡aco e assistolia

66. Qual a principal manifesta?º?úo de A. Perda da consci?¬ncia B. Press?úo arterial baixa C. Dor tor?ícica D. Miose E. Taquicardia

org?ónica em produzir insulina. Esse horm??nio ?® secretado pelas:

A. C?®lulas alfa das ilhotas de Langerhans B. C?®lulas betas e alfa das ilhotas de Lange- rhans C. C?®lulas betas das ilhotas de Langerhans D. C?®lulas pancre?íticas E. C?®lulas alfa do p?óncreas

68. a gavagem ?® eficaz nos casos de: A. Disfagia B. Dispepsia C. ?Ülcera p?®ptica D. Hiperemesia E. Anorexia

69. A doen?ºa de Parkinson ?® uma altera?º?úo neurol??gica progressiva que afeta os centros cerebrais. Sua caracter?¡stica ?® a:

A. Hipotonia B. Miastenia C. Tetania D. Bradicinesia E. Nenhuma das alternativas anteriores

70. Qual o sinal mais precoce da eleva?º?úo da A. Edema B. Cefal?®ia C. Letargia D. V??mitos E. Altera?º?Áes pupilares

71. No que diz respeito aos casos de dengue confirmados clinicamente, o t?®cnico de enferma- gem deve orientar os pacientes a n?úo azerem uso de AAS (?ícido acetilsalic?¡lico) tendo em vista 102 que seu uso pode facilitar o aparecimento de:

A. Trombose B. Arritmia C. Hemorragia D. Hipertens?úo E. Taquicardia

72. O cuidado pr?®vio importante em oxige- noterapia ?®: A. Aspirar secre?º?Áes B. Pin?ºar cateter C. Lubrificar conex?Áes D. Desligar flux??metro E. Umidificar O2

73. Um procedimento importante no cuida- do com pacientes com diagn??stico de AIDS ?®:

A. Evitar o contato com o paciente B. Reutilizar agulhas no pr??prio paciente C. Utilizar ?ígua e sab?úo na desinfec?º?úo de utens?¡lios D. Desprezar seringas e agulhas no lixo comum E. Cal?ºar luvas na presen?ºa de secre?º?Áes

74. O profissional de sa??de, em muitos ca- sos, pode evitar o desmaio de um paciente, segurando-o na regi?úo occipital e for?ºando a cabe?ºa na seguinte posi?º?úo:

a limpeza imediata com: A. L?¡quido de Dakin B. ?ügua oxigenada C. ?ülcool a 70% D. Leite gelado E. ?ügua corrente

76. A manuten?º?úo de uma infus?úo intravenosa ?® uma responsabilidade da enfermeira e demanda conhecimento das solu?º?Áes que est?úo sendo usadas e dos princ?¡pios de fluxo. Uma das com- plica?º?Áes dessa terapia ?® a sobrecarga circulat??- ria, cujos sinais e sintomas s?úo:

77. A neuropatia constitui uma das compli- ca?º?Áes comuns do diabetes melito, aumen- tando sua preval?¬ncia com a idade avan?ºa- S?úo manifesta?º?Áes cl?¡nicas do sistema ner- voso aut??nomo e perif?®rico, respectivamen- te:

A. Impot?¬ncia sexual e ejacula?º?úo retr??grada B. Altera?º?Áes pupilares e paralisia vesical C. Perda da sensibilidade nos artelhos e sudo- rese noturna D. Hipotens?úo ortost?ítica e c?óimbra em mem- bros inferiores E. Retinopatia diab?®tica e lipodistrofia insul?¡nica

78. Os exerc?¡cios respirat??rios, no p??s-operat??rio imediato, previnem:

A. Escaras B. Insufici?¬ncia card?¡aca C. Pneumonias D. Edema pulmonar E. Insufici?¬ncia vascular

79. Homem, 30 anos, com diagn??stico de t?®tano, ?® encontrado em seu leito apoiado apenas sobre a face posterior da cabe?ºa e os calcanhares, com o corpo formando um arco. A descri?º?úo corresponde ?á ati- tude:

A. Opist??tono B. Emprost??tono C. Ort??tono D. Pleur??tono E. Nenhuma das alternativas anteriores

80. Na acidose respirat??ria, em rela?º?úo ?á an?ílise dos gases sang???¡neos, encontra- se:

A. PO2 elevado B. PO2 diminu?¡do C. PCO2 elevado D. PCO2 diminu?¡do E. Nenhuma das alternativas anteriores

81. Se houver entrada de ar no espa?ºo pleural entre as pleuras visceral e parie- tal, tem-se a ocorr?¬ncia de um:

A. Derrame B. Hemot??rax C. Broncoespasmo D. Hidrot??rax E. Pneumot??rax

C. Hipernatremia D. Hiperpotassemia E. Hipocalcemia 83. O ?ícido ??rico ?® excretado pelos rins e, por- tanto, pode estar elevado na insufici?¬ncia re- nal. O n?¡vel s?®rico normal do ?ícido ??rico est?í na faixa de:

84. A conduta n?úo-invasiva para o tratamento da urolit?¡ase ?® a:

A. Litotripsia B. Pieloplastia C. Nefrectomia D. Ureterolitotomia E. Nenhuma das alternativas anteriores

85. Em alguns pacientes, no tratamento n?úo- cir??rgico do sangramento de varizes esofagia- nas ?® escolhida a conduta do tamponamento de bal?úo. Para tanto, ?® utilizado o cateter de:

A. Sengstaken-Blackmore B. Miller-Abbott C. Dobbhoff D. Harris E. Nenhuma das alternativas anteriores

86. A primeira provid?¬ncia a ser tomada ao recebermos na unidade de sa??de uma crian?ºa que apresenta epis??dios diarr?®icos com sinais de desidrata?º?úo moderada ser?í:

A. Iniciar hidrata?º?úo venosa B. Introduzir hidrata?º?úo oral

104 C. Usar antibi??tico D. Suspender a alimenta?º?úo E. Nenhuma das alternativas anteriores

87. Um grande n??mero de amputa?º?Áes das extremidades inferiores ocorre, anu- almente, em pessoas diab?®ticas. Dentre os fatores de risco para o desenvolvi- mento do “p?®-diab?®tico” est?úo:

A. Alcoolismo e diabetes melito com mais de 5 anos de dura?º?úo B. Diabetes melito com mais de 10 a- nos de dura?º?úo e tabagismo C. Presen?ºa de ulcera?º?Áes pr?®vias e hist??ria familiar compat?¡vel D. Idade superior a 30 anos e uso de antiagregantes plaquet?írios E. Nenhuma das alternativas anteriores

88. Na preven?º?úo da dor abdominal em pacientes submetidos a di?ílise peritoneal, o cuidado de enfermagem requerido ?®:

A. Pin?ºar tubo de drenagem B. Administrar heparina C. Fluir solu?º?úo lentamente D. Aquecer solu?º?úo a 37??C E. Controlar balan?ºo h?¡drico

89. Em pacientes hipertensos, fazendo uso de hidroclorotiazida, ?® importante atentar para a preven?º?úo de:

A. Hipocalemia B. Hiponatremia C. Hipomagnesemia D. Hipoglicemia E. Hipofosfatemia

infarto agudo do mioc?írdio, ?®: A. Monitora?º?úo hemodin?ómica B. Introdu?º?úo de bal?úo intra-a??rtico C. Instala?º?úo de marca-passo D. Aplica?º?úo de torniquetes E. Realiza?º?úo de teste de esfor?ºo

91. Para minimizar a inapet?¬ncia freq??ente ap??s sess?úo de radioterapia, o enfermeiro de- ve:

A. Oferecer alimentos s??lidos e frios B. Restringir ingesta l?¡quida C. Orientar dietas leves e fracionadas D. Estimular ingest?úo hiperlip?¡dica E. Aumentar intervalo entre as refei?º?Áes

92. Em situa?º?Áes de emerg?¬ncia, com parada cardiorrespirat??ria, a reanima?º?úo ?® feita com procedimentos na seguinte seq???¬ncia:

A. Compress?úo card?¡aca, manuten?º?úo de via B. Compress?úo card?¡aca, respira?º?úo artificial C. Manuten?º?úo de via a?®rea, compress?úo D. Manuten?º?úo de via a?®rea, respira?º?úo artifi- E. Respira?º?úo artificial, compress?úo card?¡aca e manuten?º?úo de via a?®rea.

93. O anti-hipertensivo mais adequado para o controle de graves crises hipertensivas ?®:

A. Nitroprussiato de s??dio B. Brometo de pancur??nio C. Flumazenil D. Dopamina E. Propofol 94. A hipotens?úo ?® considerada uma Essa ocorr?¬ncia ?® causada por:

A. Difus?úo lenta B. Osmose reversa C. Press?úo negativa D. Ultrafiltra?º?úo r?ípida E. Isovolemia completa

95. A tuberculose se transmite atrav?®s de: A. Contato direto com o paciente em qualquer fase da doen?ºa B. Contato indireto com utens?¡lios do- m?®sticos utilizados pelo paciente C. Ingest?úo de ?ígua e alimentos conta- minados por secre?º?úo D. Got?¡culas de Flugge de paciente ba- cil?¡fero E. Conviv?¬ncia prolongada com indiv?¡- duo tuberculoso

96. No infarto agudo do mioc?írdio, varias enzimas e isoenzimas s?úo liberadas. No entanto, aquelas que s?úo as primeiras a apresentar n?¡veis elevados no sangue, confirmando o diagn??stico de les?úo do m??sculo card?¡aco, pertencem ao seguinte grupo:

A. Creatinocinase B. Desidrogenase C. Transaminase D. L?¡pase E. Mioglobina

97. A aplica?º?úo da press?úo expirat??ria positiva final (PEEP), durante a ventila- ?º?úo mec?ónica, tem como finalidade:

A. Reduzir a ansiedade do paciente B. Aumentar a sincronia paciente-m?íquina C. Melhorar a oxigena?º?úo com menor FiO2 D. Evitar secre?º?Áes espessas com o aumento da umidade aquecida E. Aumentar o retorno venoso

98. No edema agudo de pulm?úo, colocar o paciente em posi?º?úo ereta, com as pernas pendentes, quando poss?¡vel, tem por objetivo produzir o seguinte efeito imediato:

A. Aumentar a freq???¬ncia card?¡aca B. Facilitar a drenagem pulmonar C. Diminuir a press?úo intrator?ícica D. Favorecer a ventila?º?úo pulmonar E. Reduzir o retorno venoso

99. Os efeitos colaterais mais comuns que acometem o sistema gastrintestinal dos paci- entes submetidos ?á quimioterapia antineopl?í- sica s?úo:

A. Diarr?®ia e flatul?¬ncia B. Constipa?º?úo intestinal e pirose C. Dispepsia e singulto D. V??mito e n?íusea E. Nenhuma das alternativas anteriores

100. Segundo Smeltzer, a asma ?® uma doen?ºa obstrutiva, que se manifesta pelo estreitamen- to das vias a?®reas, resultando em tr?¬s mani- festa?º?Áes comuns, que s?úo:

E. Insufici?¬ncia respirat??ria, roncos e dores 101. A remo?º?úo de l?¡quido da cavidade 106 peritoneal ?® realizada atrav?®s da pa- racentese. Durante esse procedimen- to, o enfermeiro dever?í observar, a in- tervalos freq??entes, seguinte dado cl?¡ni- co:

A. Peso corporal B. Volume urin?írio C. Press?úo arterial D. Temperatura axilar E. Nenhuma das alternativas anteriores 102. O uso prolongado de corticoster??i- des pode provocar graves efeitos colate- rais. Dentre esses inclui-se a seguinte altera?º?úo:

A. Diminui?º?úo da taxa s?®rica de glicose B. Supress?úo da supra-renal C. Pneumot??rax D. Alopecia E. Nenhuma das alternativas anteriores

103. O c?óncer de mama est?í relacionado a fatores que, atuando isolada ou simul- taneamente, definem o grupo de risco para este tipo de c?óncer. S?úo eles:

A. Menarca tardia e menopausa preco- ce B. Lacta?º?úo e obesidade C. Multiparidade e n?úo lacta?º?úo D. Hiperplasia ductal e menarca tardia E. Obesidade e menarca precoce

A. Retinopatia, nefropatia, acelera?º?úo do C. Emagrecimento acentuado, polifagia, poli- E. Dis??ria, retinopatia, polifagia e cetoacido- se.

105. O choque hipovol?¬mico ?® uma condi?º?úo na qual existe redu?º?úo efetiva do volume sang???¡neo circulante. Isto resulta em:

A. Perfus?úo org?ónica e tecidual inadequada, B. Aumento da press?úo arterial e da freq???¬ncia do pulso C. Altera?º?úo do estado mental e aumento da fun?º?úo renal D. Diminui?º?úo da fun?º?úo renal, v??mitos e dimi- E. Insufici?¬ncia respirat??ria por aspira?º?úo de conte??do g?ístrico

106. O enfisema pulmonar ?® definido como um padr?úo n?úo uniforme de distens?úo permanente e anormal dos espa?ºos a?®reos distais dos br??n- quios. Existem v?írios fatores que causam obstru- ?º?úo das vias a?®reas, a saber:

A. Colapso dos bronqu?¡olos B. Sibilos vesiculares C. Baixa produ?º?úo de muco D. Aumento da elasticidade das vias a?®reas E. Flacidez muscular

107. A glomerulonefrite difusa aguda (GNDA) refere-se a um grupo de doen?ºas renais nas Ela ?® o resultado de efeitos colaterais indeseja- dos do: A. Funcionamento dos rins B. Erro na produ?º?úo hormonal C. Mecanismo de defesa do organismo D. Metabolismo de glicose circulante E. Processo de filtragem renal

108. O mixedema ?® uma das manifesta?º?Áes cl?¡nicas do: A. Hipoparatireoidismo B. Hipertireoidismo C. Doen?ºa de Addison D. S?¡ndrome de Cushing E. Hipotireoidismo

109. O progn??stico para um doente com diagn??stico de infarto agudo do mioc?írdio (IAM) depender?í do seguin- te par?ómetro de avalia?º?úo:

A. N?¡vel de estresse B. Extens?úo da les?úo mioc?írdica C. Quantidade de fatores de risco D. Persist?¬ncia de intensidade da dor E. Tipo de altera?º?úo eletrocardiogr?ífica

110. A administra?º?úo excessiva de bi- carbonato durante uma reanima?º?úo car- diovascular, assim como a hiperventila- ?º?úo podem ser respons?íveis por dist??r- bios cl?¡nicos conhecidos por:

enfermagem indicado nos casos de pacientes com: A. Paracoccidioidomicose B. Mononucleose C. Salmonelose D. Leptospirose E. Leishmaniose

112. O bicarbonato de s??dio utilizado na parada cardiorrespirat??ria tem como objetivo principal:

A. Corrigir hipoxemia B. Corrigir acidose metab??lica e respirat??ria C. Acelerar a freq???¬ncia card?¡aca D. Aumentar o estado contr?ítil do mioc?írdio E. Estimular as contra?º?Áes espont?óneas

113. A administra?º?úo de medicamento digit?ílico estar?í contra-indicada quando o pulso do enfer- mo estiver:

A. Acima de 80 bpm B. Entre 90 e 100 bpm C. Acima de 100 bpm D. Entre 80 e 90 bpm E. Abaixo de 60 bpm

114. A extremidade do tubo de drenagem to- r?ícica deve ficar submersa numa camada de soro fisiol??gico a 0,9% ou ?ígua destilada. Es- se procedimento, al?®m de permitir a drena- gem, evita a seguinte complica?º?úo:

A. Dilata?º?úo traqueal B. Expans?úo tor?ícica C. Tumefa?º?úo alveolar D. Colapso pulmonar E. Irrita?º?úo br??nquica 108 115. A bexiga neurog?¬nica refere-se a um dist??rbio vesical que resulta de uma les?úo do sistema nervoso. Pode ser cau- sada por:

A. Les?úo medular B. Choque C. Hipertermia D. Hipoxemia E. Hipertens?úo arterial

116. A doen?ºa oclusiva que afeta os va- sos nutrientes do c?®rebro, do cora?º?úo ou do rim (ou de outros vasos), e que, pela redu?º?úo progressiva do fluxo sang???¡neo, leva ?á altera?º?úo funcional, chama-se:

A. Neoplasia renal B. Doen?ºa degenerativa C. Arteriosclerose D. Acidente vascular cerebral E. Insufici?¬ncia renal aguda

117. As aplica?º?Áes frias s?úo contra- indicadas em caso de:

A. Febre B. Inflama?º?úo C. Hemorragia D. Estase circulat??ria E. Tens?úo muscular

118. Em muitos pacientes acima de 50 anos de idade, a pr??stata aumenta de tamanho, estendendo-se para cima em dire?º?úo ?á bexiga, obstruindo o fluxo Uri- naria, pelo comprometimento do orif?¡cio vesical. Este quadro ?® conhecido como:

C. Prostatodinia D. Hipoplasia prost?ítica E. Uretrite 119. Uma infec?º?úo grave dos m??sculos esque- l?®ticos, causada por v?írias esp?®cies do g?¬nero Clostridium e que podem complicar o trauma- tismo, fraturas expostas, contus?Áes ou feri- mentos lacerados (ou puntiformes), por produ- zirem exotoxinas que destroem o tecido, ?® chamada de:

A. Botulismo B. Actinomicose C. Gangrena gasosa D. Ornitose E. Mononucleose

120. Para prevenir as infec?º?Áes nosocomiais no atendimento de emerg?¬ncia o enfermeiro dever?í:

A. Usar luvas est?®reis sempre que manipular o paciente B. Utilizar solu?º?úo de ?ílcool-gel antes de rea- lizar t?®cnica ass?®ptica C. Cal?ºar luvas de procedimento para cuida- dos invasivos D. N?úo lavar as m?úos com ?ígua e sab?úo an- tes e depois de cada procedimento E. Usar solu?º?úo de c10rexidina a 2% somen- te ap??s contato com secre?º?úo

121. Dentre os cuidados de enfermagem pres- tados a pacientes em estado comatoso, aque- le que tem o objetivo de prevenir a ceratite ?®:

A. Aplicar compressas mornas nos membros inferiores B. Aplicar compressas ??midas nos olhos C. Aspirar periodicamente o paciente D. Manter vias a?®reas perme?íveis E. Fazer drenagem postural 122. A presen?ºa de bexiga neurog?¬nica refere-se a um dist??rbio vesical que resulta de uma les?úo do sistema nervoso que pode ser cauda por: 1. Hipertens?úo arterial 2. Choque 3. Les?úo medular Assinale o item que relaciona a afirmativa correta:

A. Apenas 1 B. Apenas 2 C. Apenas 3 D. Os itens 1 e 2 E. Os itens 1 e 3

123. Quando a bexiga n?úo pode esvaziar- se ou ser esvaziada por cateteriza?º?úo, est?í indicada:

A. Nova tentativa de cateteriza?º?úo vesical B. Pun?º?úo vesical suprap??bica C. Solicitar ao paciente que se esforce D. Aguardar at?® a mic?º?úo espont?ónea E. Levar o paciente ao centro cir??rgico

124. A flutua?º?úo no n?¡vel do frasco coletor em uma drenagem tor?ícica em selo d’?ígua significa:

A. Que o sistema est?í inoperante B. Que o sistema est?í operante C. Que h?í vazamento de ar D. N?úo tem import?óncia significativa E. Que existe contamina?º?úo bacteriana

125. A manobra que tem por finalidade ali- viar a obstru?º?úo s??bita das vias a?®reas pro- vocada pela inala?º?úo de material estranho ?® chamada de:

A. M’Dowel B. Levine C. Heimlich D. Douglas E. Leopold

126. Uma das formas de controlar a hemorragia esofagiana ?® o tamponamento com o bal?úo de Sengstaken-Blackmore. As aberturas desse ba- l?úo t?¬m como finalidade:

A. Aspira?º?úo g?ístrica e insufla?º?úo do bal?úo g?ís- trico B. Insufla?º?úo do bal?úo esofagiano e do bal?úo g?ístrico C. Aspira?º?úo g?ístrica para drenagem de secre- ?º?úo sanguinolenta D. Insufla?º?úo do bal?úo g?ístrico, aspira?º?úo g?ís- trica e insufla?º?úo do bal?úo esofagiano E. Tamponamento de hemorragia esofagiana e drenagem

127. O trismo e o riso sard??nico s?úo caracte- r?¡sticas do indiv?¡duo com:

A. Meningite B. T?®tano C. Difteria D. Raiva E. Poliomielite

128. Enferma, 60 anos, procurou pronto- atendimento informando ser portadora de diabe- tes melito tipo 1. Ao exame, encontra-se sudor?®i- ca, taquic?írdica, fala arrastada e sonolenta. A a?º?úo imediata neste caso ?®:

A. Aplicar insulina regular conforme dose habi- tual B. Oferecer solu?º?úo saturada de a?º??car por via oral C. Administrar glicose hipert??nica por via intra- venosa 110 D. Coletar sangue perif?®rico para glicemia E. Nenhuma das alternativas anteriores

129. Um dos sinais caracter?¡sticos do coma diab?®tico est?í representado por:

A. Fome B. Anasarca C. Aumento de peso D. H?ílito cet??nico E. Agita?º?úo psicomotora 130. Nos casos de choque hemorr?ígico (hipovol?¬mico), em que o paciente a- presenta taquisfigmia, pele ??mida, pali- dez, press?úo arterial decrescente e su- press?úo de fun?º?úo renal (verific?ível por olig??ria), a equipe de enfermagem de- ver?í, de imediato, tomar as seguintes medidas:

A. Administrar analg?®sico, iniciar admi- nistra?º?úo de solu?º?úo indicada, aquecer o B. Ministrar oxig?¬nio, iniciar administra- ?º?úo de solu?º?úo indicada, conter a hemor- C. Providenciar cateteriza?º?úo uretral, administrar hipertensores, manter o paci- D. Aquecer o paciente, conter a hemor- ragia, providenciar aspira?º?úo orotraqueal E. Manter o pacientes sentado, promo- ver hepariniza?º?úo, ministrar oxig?¬nio e administrar hipertensores.

A. Afastar os familiares B. Fazer medica?º?úo sedativa C. Conter o paciente no leito D. Chamar a seguran?ºa do pronto-socorro E. Procurar manter di?ílogo com o paciente 132. A assist?¬ncia de enfermagem frente a um quadro de agita?º?úo psicomotora tem co- mo principal objetivo:

A. Manter a ordem da unidade B. Proteger os membros da equipe C. Evitar danos f?¡sicos ao paciente D. Proporcionar um ambiente tranq??ilo E. Tranq??ilizar os membros da fam?¡lia

133. O reconhecimento e registro do curso de temperatura corporal elevada ?® importante a fim de detectar a hiperpirexia. Quando esta temperatura cede repentinamente ocorre o quadro de:

A. Intermit?¬ncia B. Invas?úo C. Ataque D. Crise E. Lise

134. Os cuidados com a pele do paciente durante o “banho no leito” obedecem ?ás re- gras b?ísicas de higiene, que devem ser exe- cutadas pelo t?®cnico de enfermagem, com o objetivo de:

A. Promover conforto e aliviar ?íreas de atrito B. Retirar o excesso de gorduras e movimen- tar o paciente C. Remover excretas e microrganismos e facilitar a circula?º?úo sang???¡nea D. Garantir a seguran?ºa f?¡sica e proporcionar o relaxamento muscular E. Ativar a circula?º?úo sang???¡nea e exercitar os membros superiores e inferiores 135. A ruptura artificial das membranas fetais denomina-se: A. Episiotomia B. Ooforectomia C. Salpingectomia D. Amniotomia E. Nenhuma das alternativas anteriores

136. Um fator de risco que contribui para a infec?º?úo de uma ferida ?®:

A. Choque B. Hematoma C. Anemia D. Desnutri?º?úo E. Todas as alternativas anteriores

137. O fluxo menstrual anormalmente copioso ?® denominado:

A. Hipermenorr?®ia B. Dismenorr?®ia C. Metrorragia D. Menorragia E. Amenorr?®ia

138. Ao exame f?¡sico de um paciente com hist??ria de queda e de queixas de dor no membro inferior direito, o sinal que mais caracteriza a fratura ?®:

A. Edema B. Equimose C. Hiperemia D. Crepita?º?úo E. Imobilidade

A. Hiponatremia B. Acidose respirat??ria C. Acidose metab??lica D. Alcalose metab??lica E. Hipercalcemia

140. A posi?º?úo para realiza?º?úo de histerossal- pingografia ?®:

A. Prona B. Trendelenburg reverso C. Litot??mica D. Dec??bito lateral E. Fowler

141. No adulto normal, a quantidade de urina produzida em 24 horas, em mL, ?® em m?®dia de:

A. 2.500 B. 2.000 C. 1.500 D. 1.000 E. 500 142. Dentre as complica?º?Áes tardias ocorridas no paciente que ingeriu subst?óncia c?íustica, a mais comum ?®:

A. Estenose de es??fago B. ?Ülcera g?ístrica C. Hemat?¬mese D. Hemat??ria E. Melena

143. A percuss?úo da parede tor?ícica visa ?á remo?º?úo de secre?º?Áes:

A. Br??nquicas 112 B. Far?¡ngeas C. Lar?¡ngeas D. Traqueais E. Pleurais

144. Em um paciente adulto que esteja com 140 pulsa?º?Áes por minuto, a avalia- ?º?úo indicar?í pulso:

A. Bradisf?¡gmico B. Dicr??tico C. Arr?¡tmico D. Filiforme E. Taquisf?¡gmico

145. O fator que aumenta a sensibilidade aos digit?ílicos ?®: A. Insufici?¬ncia card?¡aca congestiva B. Taquiarritmias supraventriculares C. Terapia com antibi??ticos D. Alimenta?º?úo excessiva E. Deple?º?úo s?®rica de pot?íssio

146. Para reduzir a congest?úo pulmonar em pacientes com edema agudo de pul- m?úo, utiliza-se:

A. Manter membros inferiores elevados B. Hiper-hidratar o paciente C. Aplicar torniquete nas extremidades D. Manter posi?º?úo prona E. Percutir o t??rax v?írias vezes ao dia

147. A subst?óncia liberada pelas fibras nervosas simp?íticas que provocam au- mento da press?úo sang???¡nea ?®:

C. Insulina D. Renina E. Noradrenalina 148. Para aliviar a tens?úo no pesco?ºo, em crian- ?ºas com hidrocefalia, a enfermagem deve:

A. Virar a cabe?ºa e o corpo simultaneamente B. Oferecer refei?º?Áes fracionadas C. Bombear o shunt seis vezes por dia D. Posicionar a crian?ºa sobre a v?ílvula E. Segurar o beb?¬ no colo

149. Em paciente adulto, o valor considerado normal na verifica?º?úo da press?úo venosa central ?®:

150. Para um enfermo apresentando diabetes melito, fazem parte do auto cuidado ?á orienta?º?úo sobre:

A. A import?óncia do exerc?¡cio f?¡sico e higiene B. A dieta hiposs??dica C. A aplica?º?úo de insulina, estimulando a auto- D. O teste para glicorraquia E. A consulta m?®dica freq??ente (semanal)

151. Pele seca, dor abdominal, pulso r?ípido e respira?º?úo profunda s?úo sinais e sintomas de:

A. Cetoacidose diab?®tica B. Hiperinsulinismo C. Alergia ?á insulina D. Hipoglicemia E. Diabete ins?¡pida

152. No paciente com reten?º?úo urin?íria, n?úo ?® recomendado:

A. Facilitar a posi?º?úo do paciente para encorajar a mic?º?úo B. Colocar as m?úos em ?ígua morna C. Oferecer l?¡quidos D. Irrigar a genit?ília externa com ?ígua morna E. Manter a comadre ou o patinho ao seu alcance

153. Ap??s a raquicentese por pun?º?úo lom- bar, faz parte da assist?¬ncia de enferma- gem:

A. Manter o paciente somente em dec??bi- to lateral por 4 horas B. Auxiliar o paciente a sentar e repousar a cabe?ºa nos pr??prios bra?ºos C. N?úo incentivar a ingesta h?¡drica, caso o D. Colocar o paciente em dec??bito ventral de 6 a 12 horas E. Manter compress?úo no local da pun?º?úo por 3 minutos

154. N?úo constitui cuidado de enfermagem na di?ílise peritoneal:

A. Preparar o paciente emocional e psico- logicamente B. Pesar o paciente C. Verificar os sinais vitais D. Manter o paciente confort?ível em posi- ?º?úo ventral E. Fazer com que o paciente esvazie a bexiga

ao paciente submetido ?á drenagem tor?ícica su- baqu?ítica ?® incorreto:

A. Manter o frasco da drenagem abaixo do n?¡vel do leito B. Encorajar o paciente a mudar freq??entemen- te de posi?º?úo C. Ordenhar o tubo em dire?º?úo oposta ao frasco de drenagem D. Impedir o vazamento de ar no sistema de drenagem E. Observar e relatar imediatamente os sinais de hemorragia

156. O destaque da a?º?úo de enfermagem preventiva desenvolvida no paciente porta- dor de problema vascular perif?®rico ?®:

A. Evitar exposi?º?úo ao frio ou ao calor excessi- vo B. Fazer uso de subst?óncias que causam vaso- constri?º?úo C. Permanecer em uma mesma posi?º?úo duran- te muito tempo D. Cruzar as pernas E. Usar vestu?írios apertados

157. Quando um paciente ?® submetido ?á oxi- genoterapia, n?úo ?® adequado:

A. Verificar sinais vitais B. Umedecer o oxig?¬nio C. Colocar o cateter e abrir tubo de oxig?¬nio D. Retirar o cateter a cada 6 horas para lavar E. Observar o estado do paciente durante o tratamento

158. A redu?º?úo do n??mero de eritr??citos cir- culantes gera um dist??rbio org?ónico conheci- do como:

A. Hipernatremia B. Anemia 114 C. Anidrose D. Leucemia E. Linfocitose

159. A inflama?º?úo aguda do p?óncreas freq??entemente est?í associada com a ingest?úo excessiva de ?ílcool, mas tamb?®m pode ser causada por obs- tru?º?úo por c?ílculo, neoplasias, trau- mas, infec?º?Áes e inadequa?º?úo circula- t??ria. Dentre os testes diagn??sticos, qual o achado laboratorial s?®rico em que o n?¡vel est?í aumentado e ?® mais espec?¡fico para pancreatite?

A. HADL B. LDL C. Amilase D. CPK E. Pot?íssio 160. Paciente dependente de insulina, de alta hospitalar, com prescri?º?úo m?®di- ca de 10 unidades de insulina NPH por via subcut?ónea, dever?í ser orientado a fazer aplica?º?úo do seguinte modo:

161. A AIDS ?® uma doen?ºa sexualmen- te transmiss?¡vel, caracterizada por imu- nodepress?úo, acompanhada de doen- ?ºas oportunistas graves, infecciosas ou neopl?ísicas. A transmiss?úo do v?¡rus HIV se d?í pelos seguintes meios:

162. O indiv?¡duo diab?®tico, no decorrer de sua vida, est?í sujeito a desenvolver algumas complica?º?Áes, em conseq???¬ncia da eleva?º?úo da taxa de a?º??car no sangue. Considera-se como complica?º?úo cr??nica do diabetes meli- to:

A. Coma hiperglic?¬mico B. Retinopatia diab?®tica C. Coma hipoglic?¬mico D. Cetoacidose diab?®tica E. Nenhuma das alternativas anteriores

163. Homem, 62 anos, d?í entrada no pronto- socorro, apresentando tosse, saliva?º?úo abun- dante, espumosa, de colora?º?úo r??sea, disp- n?®ia grave com sudorese intensa. Diagnosti- cado edema agudo do pulm?úo, foi indicada, como tratamento imediato, aplica?º?úo de torni- quete. Para a execu?º?úo desta t?®cnica deve ser obedecido o garroteamento de:

A. Duas extremidades, no sentido anti-hor?írio, em rod?¡zio de 10 em 10 min B. Tr?¬s extremidades, no sentido hor?írio, em rod?¡zio de 15 em 15 min C. Tr?¬s extremidades, no sentido anti-hor?írio, em rod?¡zio de 15 em 15 min D. Duas extremidades, no sentido hor?írio, em rod?¡zio de 10 em 10 min E. Nenhuma das alternativas anteriores

164. A traqueostomia ?® uma abertura ex- terna feita na traqu?®ia, que permite aspirar ?ás secre?º?Áes traqueobr??nquicas, quando o paciente ?® incapaz de tossir de forma pro- dutiva. Para executar essa t?®cnica ?® exigi- do um tempo m?íximo de suc?º?úo da secre- ?º?úo e um intervalo, entre uma e outra aspi- ra?º?úo, de:

A. 15 segundos I 3 minutos B. 20 segundos I 5 minutos C. 25 segundos I 3 minutos D. 30 segundos I 5 minutos E. Nenhuma das alternativas anteriores

165. S?úo sinais e sintomas de choque hipovol?¬mico, exceto: A. Palidez B. Diminui?º?úo da press?úo arterial C. Pele ??mida e fria D. Taquicardia E. Bradicardia

166. Que procedimentos dever?úo ser executados em um paciente acamado com dispn?®ia?

A. Colocar o paciente na posi?º?úo de Fo- wler B. Colocar o paciente na posi?º?úo de Trendelenburg C. Colocar o paciente na posi?º?úo de Sims D. Colocar o paciente em dec??bito ventral E. Nenhuma das alternativas anteriores

167. S?úo fatores de risco para o diabe- tes melito tipo 2: C. Exerc?¡cios f?¡sicos, grupo ?®tnico, obesi- E. Nenhuma das alternativas anteriores.

168. Na drenagem tor?ícica deve-se manter o sistema com press?úo negati- va, atrav?®s do selo d’?ígua, com a fina- lidade de evitar a seguinte complica- ?º?úo:

A. Hemot??rax B. Edema pulmonar C. Hidrot??rax D. Pneumot??rax E. Nenhuma das alternativas anteriores

169. Nos pacientes traqueostomizados, a umidifica?º?úo permanente das vias a?®reas tem como principal finalidade evitar:

A. Ac??mulo de ar B. Taquipn?®ia C. Infec?º?úo D. Forma?º?úo de tamp?úo mucoso E. Nenhuma das alternativas anteriores

170. S?úo cuidados b?ísicos na administra?º?úo da insulina administr?í-Ia por via:

B. Subcut?ónea, realizando rod?¡zio nos local de C. Subcut?ónea e sempre no mesmo local de E. Intravenosa

171. Um paciente em uso de grande quanti- dade de diur?®tico come?ºou a apresentar hi- pocalemia, que pode ser detectada atrav?®s dos seguintes sintomas:

A. Fraqueza muscular e bromidrose B. Polifagia e n?íusea C. V??mitos e an??ria D. Fadiga e anorexia E. Nenhuma das alternativas anteriores

172. No quadro de rea?º?úo anafil?ítica severa, a terapia apropriada deve ser institu?¡da ime- diatamente. Na terapia com drogas, os anti- histam?¡nicos agem para a redu?º?úo de: 116 A. Broncoespasmo e do angioedema B. Arritmias card?¡acas e do broncoespas- mo C. Urtic?íria e do broncoespasmo D. Arritmias card?¡acas e do angioedema E. Urtic?íria e do angioedema

173. Sabendo-se que a heparina ?® um anti- coagulante poderoso, o enfermeiro, ao prestar assist?¬ncia a paciente em uso deste medicamento, deve estar atento ao controle do seguinte indicador:

A. Hemat??crito B. Hemograma C. Prova do la?ºo D. Tempo de protrombina E. PTT

174. Diante de uma v?¡tima inconsciente, as prioridades na triagem de um servi?ºo de emerg?¬ncia devem atender a seguin- te ordem:

A. Vias a?®reas, hemorragias e les?Áes cer- B. Les?Áes cranianas, les?Áes articulares e C. Les?Áes cervicais, les?Áes tor?ícicas e D. Hemorragias, les?Áes cranianas e le- E. Pouco importa a ordem de atendimento nos enfermos graves.

175. Dentre as medidas recomendadas para remo?º?úo das secre?º?Áes no trato respi- rat??rio, as de maior efic?ícia s?úo:

D. Drenagem postural e mudan?ºa de dec??bito E. Nenhuma das alternativas anteriores

176. Das condutas terap?¬uticas de emerg?¬ncia empregadas ?ás v?¡timas de acidente por mon??xido de carbono, a que oferece maior efic?ícia ?®:

A. Expor a v?¡tima ao ar livre B. For?ºar diurese hor?íria C. Oferecer uma atmosfera, ao paciente, rica D. Ministrar oxig?¬nio a 100%

177. A causa mais freq??ente de infec?º?úo hospitalar tem sido verificada em pacientes submetidos ao uso de:

A. Coletor tipo “Jontex” B. Cateter retaI de al?¡vio C. Cateter vesical de demora D. Cateter venoso de uso prolongado E. Nenhuma das alternativas anteriores

178. A desidrata?º?úo aguda na crian?ºa ?® caracte- rizada por: A. Abd??men distendido B. Fontanela deprimida C. P?ílpebras edemaciadas D. Seios ingurgitados E. Pele pigmentada

179. A rea?º?úo pirog?¬nica ?® uma das complica- ?º?Áes da terapia intravenosa e se caracteriza pe- los seguintes sintomas:

A. Reten?º?úo urin?íria e midr?¡ase B. Perda da consci?¬ncia e sialorr?®ia C. Eleva?º?úo abrupta da temperatura e calafrios D. Hipertens?úo e edema E. Desidrata?º?úo e hipoxia 180. O cateterismo vesical tem por finalida- des:

A. Abolir a infec?º?úo urin?íria e permitir a irriga?º?úo vesical B. Permitir a irriga?º?úo vesical e obter uma amostra de urina sempre est?®ril C. Evitar infec?º?úo urin?íria e esvaziar a bexiga D. Promover conforto ao paciente e con- gestionar a bexiga E. Congestionar a bexiga e permitir a irri- ga?º?úo vesical

181. A drenagem postural ?® prescrita para levar o paciente ?á expuls?úo das secre?º?Áes por: A. Press?úo B. Suc?º?úo C. Aspira?º?úo D. Umidifica?º?úo E. Gravidade

182. S?úo manifesta?º?Áes cl?¡nicas do infarto agudo do mioc?írdio:

A. Dor tor?ícica, sudorese intensa, disp- B. Hemoptise, prostra?º?úo, prurido e hipo- C. Dor tor?ícica, febre, edema, hiperten- E. Anorexia, nict??ria, dor tor?ícica e febre.

183. Os principais cuidados a serem obser- vados no paciente em uso de dreno de t??- rax, ao ser transportado, ?® manter:

D. O frasco vazio E. O frasco acima do n?¡vel do t??rax 184. O per?¡odo regulamentar para leitura do teste cut?óneo tubercul?¡nico (tamb?®m conhecido como rea?º?úo de Mantoux ou teste PPD), estipulado em horas, ap??s sua administra?º?úo, ?® de:

A. 2 a 10 B. 12 a 18 C. 24 a 30 D. 36 a 40 E. 48 a 72

185. O enfermeiro ao proceder uma hemotrans- fus?úo dever?í: A. Administrar o sangue gelado e usar via de B. Colocar o paciente em posi?º?úo de Fowler e C. Administrar antibi??ticos profilaticamente e suspender a dieta D. Adicionar medicamentos ao sangue e aferir os sinais vitais E. Certificar que foi realizada a prova cruzada e conferir os r??tulos de identifica?º?úo do sangue do doador e do recepto

186. A a?º?úo da fototerapia ?® transformar a bilirru- bina indireta em compostos sol??veis, para ser eliminada pela urina. Embora seja um procedi- mento relativamente simples requer mais aten?º?úo da enfermagem, principalmente em rela?º?úo ao seguinte cuidado com o rec?®m-nascido:

A. Colocar prote?º?úo ocular B. Manter em dec??bito dorsal C. Posicionar a l?ómpada a 20 cm D. Proteger a pele com emoliente E. Nenhuma das alternativas anteriores

187. Durante a realiza?º?úo do exame f?¡sico, o en- 118 fermeiro detectou lipodistrofia na paciente PLC, internada h?í um m?¬s para tratamento de diabetes melito. Diante desta situa?º?úo, reuniu sua equipe, orientando-a quanto a import?óncia da seguinte conduta com insu- lina por via subcut?ónea:

A. Colocar gelo ap??s aplicar a inje?º?úo B. Friccionar prolongadamente o local C. Fazer rod?¡zio dos locais de aplica?º?úo D. Orientar a paciente para fazer exerc?¡- cios f?¡sicos E. Nenhuma das alternativas anteriores 188. Homem, 40 anos, chega ?á institui?º?úo hospitalar com o membro superior esquer- do totalmente queimado. Baseado na regra dos nove, o enfermeiro conclui que o per- centual da ?írea comprometida foi de:

A. 9 % B. 18 % C. 27 % D. 36 % E. 54% 189. No traumatismo renal, a manifesta- ?º?úo mais comum e que sugere a possibi- lidade de les?úo renal ?®:

A. Hipertermia B. Diarr?®ia C. Cianose D. Hipoxia E. Hemat??ria

190. A conduta imediata do enfermeiro, quando um paciente em uso de concen- trado de hem?ícias apresenta rea?º?úo hemol?¡tica, deve ser:

D. Posicionar o paciente em Trendelenburg E. Nenhuma das alternativas anteriores

191. Facilitar a cicatriza?º?úo ?® uma das finalidades do curativo. Um dos fatores que interfere na cicatriza?º?úo ?®:

A. Tempo de anestesia B. Dosagem s?® rica de pot?íssio C. Estado nutricional do paciente D. Hor?írio de realiza?º?úo do curativo E. Nenhuma das alternativas anteriores

192. A pneumonia ?® uma complica?º?úo respira- t??ria que, dentre outras, apresenta os seguin- tes sintomas:

A. Febre e polifagia B. Dor tor?ícica e melena C. Calafrios e hemat?¬mese D. Frialdade profunda e taquipn?®ia E. Febre, dor tor?ícica e tosse

193. A monil?¡ase constitui um dos princi- pais problemas ginecol??gicos nas adolescen- tes. Essa infec?º?úo ?® causada pelo agente etio- l??gico denominado:

A. Escherichia coli B. Candida albicans C. Treponema pallidum D. Trichomonas vaginallis E. Gnathostoma spinigerum

194. Homem, durante a higiene corporal, refe- re-se ?á intensa coceira. O profissional de en- fermagem, ao realizar registro, dever?í usar o seguinte termo:

A. Prurido B. Eritema C. Flictena D. Caquexia E. Edema

195. O procedimento n?úo-invasivo que controla continuamente a satura?º?úo de oxig?¬nio arterial ?®:

A. Oximetria de pulso B. Eletrocardiograma C. Ausculta pulmonar D. Radiografia de t??rax E. Mensura?º?úo da press?úo arterial m?®- dia

196. Al?®m de inconsci?¬ncia, ?® um sinal de parada cardiorrespirat??ria:

A. Palidez B. Aus?¬ncia de pulso carot?¡deo C. Aus?¬ncia de pulso radial D. Anisocoria E. Aus?¬ncia de pulso pedioso

197. De acordo com a profundidade, a queimadura onde h?í presen?ºa de flicte- nas ?® denominada:

A. Queimadura de 1?? grau B. Queimadura de 2 ?? grau C. Queimadura de 3 ?? grau D. Queimadura de 4 ?? grau E. Queimadura de 5 ?? grau

D. Compress?úo arterial antes da les?úo e ele- va?º?úo do membro E. Compress?úo direta da les?úo e torniquete

199. No paciente politraumatizado, qual a cau- A. Infec?º?úo B. Rea?º?úo al?®rgica C. Infarto do mioc?írdio D. Hipovolemia E. Pneumot??rax hipertensivo

200. Um dos sintomas caracter?¡sticos do paci- A esse sintoma, denominamos:

A. Oligoposia B. Dis??ria C. Polifagia D. Polaci??ria E. Olig??ria

201. Qual a rela?º?úo compress?úo versus venti- la?º?úo durante uma reanima?º?úo cardiopulmonar em v?¡tima adulta com um socorrista?

A. 05 compress?Áes B. 05 compress?Áes C. 10 compress?Áes D. 15 compress?Áes E. 15 compress?Áes X 01 ventila?º?úo X 02 ventila?º?Áes X 02 ventila?º?Áes X 01 ventila?º?úo X 02 ventila?º?Áes

202. As les?Áes teciduais cujos bordos s?úo re- gulares denominam-se:

A. Escoria?º?Áes B. Lacera?º?Áes C. Incis?Áes D. Avuls?Áes

120 E. Amputa?º?Áes 203. Os principais sinais de sobrecarga circulat??ria durante a hemotransfus?úo s?úo:

A. Dispn?®ia, ortopn?®ia e palidez cut?ó- B. Dispn?®ia, cianose de extremidades e C. Ortopn?®ia, ptose da p?ílpebra e dimi- D. Dispn?®ia, palidez cut?ónea e diminui- E. Dispn?®ia, estertores pulmonares de base e eleva?º?úo da press?úo venosa cen- tral.

204. A pericardite pode evoluir para um quadro grave de tamponamento card?¡a- co,e o enfermeiro deve estar alerta ao surgimento de sinais que podem sugerir este agravamento. S?úo eles:

A. Hipertens?úo, taquicardia e insufici?¬n- B. Agita?º?úo psicomotora, extra-sistolia C. Hipotens?úo, aumento da press?úo D. Hipertens?úo, diminui?º?úo da press?úo E. Hipertens?úo, diminui?º?úo da press?úo venosa central e arritmias ventriculares.

205. Qual a complica?º?úo mais comum que ocorre nas primeiras horas ap??s a coloca?º?úo de um marca-passo tempor?í- rio ou permanente?

E. Hipotens?úo arterial 206. ?ë necess?írio manter a umidifica?º?úo e o aquecimento do ar inspirado em cliente que Tal fato ?® importante por que: A. Aumenta o volume corrente e diminui a ansiedade do cliente B. Facilita o procedimento de aspira?º?úo de vias a?®reas C. Evita estados de sonol?¬ncia e agita?º?úo psicomotora D. Evita pneumot??rax e diminui o volume de O2 E. Fluidifica as secre?º?Áes e mant?®m a per- meabilidade ciliar

207. O enfermeiro que assiste um enfermo em terapia intensiva em coma hep?ítico deve saber que durante a implementa?º?úo terap?¬utica deve- se:

A. Reduzir a ingesta prot?®ica B. Administrar constipantes C. Suspender o uso de antibi??ticos D. Drenar fluidos g?ístricos E. Estimular a ingesta h?¡drica

208. Ao realizar aspira?º?úo de secre?º?úo pulmonar em paciente traqueostomizado, deve-se atentar para o seguinte cuidado:

A. Introduzir o cateter no ponto m?íximo da expi- ra?º?úo B. Executar aspira?º?úo da boca e orofaringe an- tes da traqueotomia C. Introduzir o cateter com a suc?º?úo desligada D. Manter aspira?º?úo durante 30 segundos E. Realizar a aspira?º?úo no enfermo de 2/2 ho- ras

209. Dentre os sinais cl?¡nicos e sintomas de hi- poxia, incluem-se: E. Nenhuma das alternativas anteriores.

210. Ao realizar a troca de curativo em inci- s?úo cir??rgica abdominal longitudinal, o en- fermeiro dever?í:

A. Realizar a troca de curativos somente quando o mesmo estiver externamente sujo C. Aplicar a solu?º?úo em toda a extens?úo D. Observar e registrar o aspecto da le- E. Registrar analg?®sicos administrados no per?¡odo.

211. Considerando um paciente inter- nado em uma unidade de terapia in- tensiva que apresenta um quadro de flut- ter atrial, o principal tratamento ?®:

B. Fazer manobras de reanima?º?úo cardi- C. Iniciar cardiovers?úo qu?¡mica com digit?í- E. Administrar medica?º?úo para permitir o retorno ?á freq???¬ncia card?¡aca normal.

?®: A. 1?? grau B. 2?? grau C. 3?? grau D. 4?? grau E. As informa?º?Áes s?úo insuficientes para tal determina?º?úo

213. A isquemia do mioc?írdio, n?úo impor- tando o mecanismo exato, pode resultar em dor transit??ria, conhecida como angi- na pectoris, ou no infarto agudo do mio- c?írdio por necrose dos tecidos. Dentre as alternativas decorrentes, encontram-se a eleva?º?úo das enzimas card?¡acas com i- soenzimas (CPK-MB e DLH-1), sendo relativamente espec?¡ficas para necrose das c?®lulas card?¡acas. Essas eleva?º?Áes ocorrem, respectivamente:

A. Dentro de 4 e 8 horas B. Dentro de 12 e 24 horas C. Dentro de 10 e 20 horas D. Dentro de 6 e 12 horas E. Dentro de 2 e 4 horas

214. Homem de 30 anos, v?¡tima de aci- dente ocorrido com frasco de ?ílcool, so- freu queimaduras de primeiro e segundo graus no t??rax e abd??men anterior, no membro superior direito e nos membros infe- riores. De acordo com a regra dos nove, a su- perf?¡cie afetada foi de aproximadamente:

A. A.36% B. 45% C. 54% D. D.63% E. E. 72% 215. Quando uma pessoa adulta apresenta hipotermia moderada, o sinal ou sintoma que tem maior probabilidade de se manifestar ?®: 122 A. Tremores de frio B. Sensa?º?úo de n?íuseas C. Sensa?º?úo de desmaio D. Aumento do t??nus muscular E. Diminui?º?úo do t??nus muscular

216. Pode ocorrer devido ao uso prolon- gado do tubo endotraqueal:

A. Edema lar?¡ngeo B. Pleurisia C. Pneumonia comunit?íria D. Congest?úo pulmonar E. Nenhuma das alternativas anteriores

217. Nas transfus?Áes sang???¡neas podem ocorrer rea?º?Áes pirog?¬nicas que se mani- festam atrav?®s de:

E. Convuls?úo, inconsci?¬ncia e rea?º?úo 218. O cistosc??pio ?® usado em exame:

A. Proctol??gico B. Urol??gico C. Neurol??gico D. Ginecol??gico E. Oftalmol??gico

D. Hiperventila?º?úo E. Baixa excre?º?úo de di??xido de carbono

220. A finalidade do teste tonom?®trico ?® medir: A. A press?úo intra-ocular B. O t??nus muscular C. A circula?º?úo sang???¡nea D. A fun?º?úo respirat??ria E. A retra?º?úo capilar

221. S?úo caracter?¡sticas eletrocardiografias do bloqueio card?¡aco atrioventricular de terceiro grau, exceto quando:

A. A freq???¬ncia ventricular ?® em geral de 30 a 40/min B. A freq???¬ncia atrial ?® independente da ven- tricular C. A freq???¬ncia atrial ?® mais r?ípida D. Existem mais complexos QRS do que on- das P E. Existem mais ondas P do que complexo QRS

222. A presen?ºa de l??quios amarelados com odor f?®tido e eleva?º?úo de temperatura corporal acima de 37,8??C em uma pu?®rpera s?úo sinais de:

A. Choque B. Infec?º?úo C. Hemorragia D. Desidrata?º?úo E. Dismenorr?®ia

223. A irriga?º?úo vesical cont?¡nua em paciente prostatectomizado tem por objetivo prevenir a forma?º?úo de:

A. Estenose B. C?ílculo C. Ader?¬ncia D. Dep??sito E. Co?ígulos

224. Os pacientes em uso de insulina podem sofer epis??dios transit??rios de hipoglicemia, que se caracterizam por:

A. Pele quente e seca B. Desidrata?º?úo e hipervolemia C. Hipertermia e cefal?®ia D. Pneumot??rax e v??mitos E. Transpira?º?úo excessiva e vertigens

225. Entende-se por hemoptise: A. Sa?¡da de sangue pelo conduto auditi- vo externo B. Sa?¡da de sangue pela boca, origina- C. Perda de sangue pelas narinas D. Perda de sangue pelo orif?¡cio anal E. Sa?¡da de sangue pela boca, oriundo do tubo digestivo.

226. Dentre as caracter?¡sticas sintomato- l??gicas da obstru?º?úo biliar, salientam-se os sintomas de:

A. Icter?¡cia e melena B. Diarr?®ia e palidez C. Fezes acinzentadas e icter?¡cia D. Dis??ria e hemat?¬mese E. Constipa?º?úo intestinal e poli??ria 227. A press?úo venosa central de 20 cm H2O pode indicar insufici?¬ncia:

E. Nenhuma das alternativas anteriores 228. A utiliza?º?úo de oxig?¬nio em torno de 8 a 10 litros/min, posi?º?úo de Fowler, morfina, diur?®- ticos e torniquetes s?úo algumas a?º?Áes de en- fermagem em caso de:

A. Cor pulmonale B. Cetoacidose diab?®tica C. Edema agudo de pulm?úo D. Acidente vascular cerebral E. Infarto agudo do mioc?írdio

229. Cabe ao enfermeiro realizar a monitoriza- ?º?úo da press?úo venosa central. Quando se aferem valores crescentes, ?® um sinal de alar- me de:

A. Insufici?¬ncia atrial esquerda B. Defici?¬ncia da contratilidade card?¡aca (ven- tricular esquerda) C. Hipovolemia medicamentosa D. Infarto do mioc?írdio E. Nenhuma das alternativas anteriores

230. Na miastenia grave, as subst?óncias anti- colinester?ísicas s?úo dadas para aumentar a resposta muscular aos impulsos nervosos e melhorar a for?ºa muscular. Como efeitos cola- terias desse grupo de drogas, podemos citar:

231. Para os pacientes portadores de hemofili- a, ?® contra-indicada administra?º?úo de medi- camentos por via:

A. Intravenosa 124 B. Intramuscular C. Oral D. Subcut?ónea E. Retal

232. O tratamento imediato para os casos de ofidismo ?®: A. Amarrar um pano bem apertado so- bre o ferimento B. Aplicar um torniquete abaixo ao local da picada C. Fazer cortes superficiais no local da mordida D. Administrar o soro espec?¡fico E. Nenhuma das alternativas anteriores

233. O alcoolismo cr??nico causa les?úo hep?ítica devido a desordens metab??licas al?®m de desnutri?º?úo, e ?® a causa mais comum de:

A. C?óncer B. Cirrose hep?ítica C. Hepatite D. Colecistite E. Pancreatite

A. Aumento de magn?®sio B. Aumento de s??dio C. Aumento de c?ílcio D. Aumento de merc??rio E. Aumento de pot?íssio

D. Aumento de s??dio 236. Na di?ílise peritoneal o transporte de solu- tos se d?í atrav?®s do:

A. Perit??nio B. Rim C. Glom?®rulo D. C?ílice E. Nenhuma das alternativas anteriores

237. Paciente com leucorr?®ia, sensibilidade vaginal, prurido sugere:

A. Staphylococcus aureus B. Trichomonas vagina/is C. Trichuris trichiura D. Clostridium tetani E. Streptococcus pneumoniae

238. O impetigo ?® uma doen?ºa: A. Ven?®rea B. Contagiosa C. Da inf?óncia D. Heredit?íria E. Hematol??gica 239. O excesso de pot?íssio no sangue ?® de- nominado:

A. Hipermagnesemia B. Hiperuricemia C. Hipercalemia D. Hipocalcemia E. Hipernatremia

240. N??dulo frio ?® denomina?º?úo dada ?á massa tumoral tireoidiana, cuja caracter?¡stica fisiopatol??gica ?®: A. Apresentar temperatura inferior a 36 B. Liberar enzimas hidrolisantes C. Possuir consist?¬ncia p?®trea D. Ser incapaz de captar iodo E. Nenhuma das alternativas anteriores

241. Com rela?º?úo ?á fibrila?º?úo ventricu- lar, n?úo ?® correto afirmar:

A. O choque precordial ?® o primeiro e ??nico tratamento para a fibrila?º?úo ventri- B. O padr?úo eletrocardiogr?ífico ?® carac- terizado por uma s?®rie de ondas repetiti- C. Os pulsos perif?®ricos n?úo podem ser detectados e a press?úo arterial n?úo pode ser obtida D. As pupilas se dilatam rapidamente e pedem ocorrer convuls?Áes como resulta- do da anoxia cerebral E. A cianose aparece rapidamente e a estase circulat??ria ?® mais que evidente

242. A pun?º?úo intravenosa ?® a introdu- ?º?úo de uma agulha no interior de uma veia, podendo ocasionar as seguintes complica?º?Áes:

A. Lipodistrofia e hematoma B. Hematoma e flebite C. Les?úo de nervos e esclerose D. Irrita?º?úo g?ístrica e edema local E. Choque cardiog?¬nico e rea?º?úo cut?ó- nea

E. Bacillus subtilis 244. Um plano de cuidado de enfermagem a- propriado para paciente que est?í com Hiper- termia inclui:

A. Administrar antiem?®tico B. Verificar a temperatura axilar a cada 4 ho- ras C. Restringir os l?¡quidos para 2.000 mL/dia D. Reduzir a temperatura ambiente E. Nenhuma das alternativas anteriores

245. Ao detectar um paciente com reten?º?úo urin?íria utiliza-se como conduta pr?®via ao cateterismo a aplica?º?úo de:

A. Calor na regi?úo epig?ístrica B. Calor na regi?úo mesog?ístrica C. Calor na regi?úo hipog?ístrica D. Compressa fria na regi?úo epig?ístrica E. Compress?úo na regi?úo hipog?ístrica

246. Na administra?º?úo de medica?º?úo digit?ílica, ?® recomendada a verifica?º?úo do pulso antes da sua administra?º?úo. Este cuidado justifica-se porque esta medica?º?úo induz:

A. Aumento da volemia B. Aparecimento de arritmias C. Diminui?º?úo da freq???¬ncia card?¡aca D. Aumento da freq???¬ncia card?¡aca E. Insufici?¬ncia card?¡aca esquerda

247. O hospedeiro definitivo do Schisto- soma mansoni ?® o:

A. Homem B. Cavalo C. Porco D. C?úo 126 E. Gato 248. As a?º?Áes qu?¡micas da respira?º?úo humana compreendem as trocas gaso- sas entre o sangue e o ar e entre o sangue e os:

A. Pulm?Áes B. Br??nquios C. L??bulos D. M??sculos E. Tecidos

249. Para aplica?º?úo de inje?º?úo intramus- cular, a regi?úo ventro-gl??tea ?®:

A. Indicada especialmente para lactan- tes e crian?ºas at?® 10 anos B. Indicada em qualquer idade e volume corporal C. Contra-indicada para menores de 2 anos D. Contra-indicada para maiores de 60 anos e pessoas excessivamente magras E. Contra-indicada para menores de 10 anos e adultos com pequeno desenvol- vimento muscular

250. Para prevenir dist??rbios eletrol?¡ticos ou sobrecarga card?¡aca no p??s- operat??rio, deve-se:

sist??lica do cora?º?úo ?® definida como: A. O transporte do sangue arterial B. A resist?¬ncia vascular perif?®rica C. A passagem do sangue atrav?®s das art?®rias D. A maior press?úo nos vasos causada pela contra?º?úo card?¡aca E. A for?ºa de contra?º?úo do ventr?¡culo esquerdo

Enfermagem Cl?¡nica Respostas 01. Resposta D Este procedimento ?® realizado regularmente numa freq???¬ncia de uma vez por semana, com o objetivo de minimizar o risco de infec?º?úo urin?íria pela ascens?úo de pat??genos dos coletores e tubos para a ureta.

02. Resposta E No choque anafil?ítico, na depend?¬ncia da efici?¬ncia dos fen??menos de compensa?º?úo, a fre- q???¬ncia card?¡aca pode se apresentar elevada (taquicardia) ou reduzida (bradicardia).

03. Resposta C A diminui?º?úo dos n?¡veis plasm?íticos de pot?íssio cursa com dilui?º?úo urin?íria e poli??ria. Ob- servam-se, tamb?®m, sensibilidade aumentada aos digit?ílicos, fen??menos parest?®sicos e hi- poperistaltismo intestinal; um achado bem t?¡pico no eletrocardiograma ?® a presen?ºa de onda ÔÇ£T” apiculada.

04. Resposta B A aplica?º?úo de calor promove a vasodilata?º?úo dos vasos sang???¡neos, podendo causar ruptu- ra dos vasos, j?í que no cr?ónio h?í menos espa?ºo para sua expans?úo do que em qualquer ou- tra parte do corpo.

05. Resposta B Doses excessivas de c1oreto de pot?íssio intravenoso (p. ex., em caso de administra?º?úo i- nadvertida em bolus) interferem na condu?º?úo card?¡aca, desencadeando arritmias graves e parada card?¡aca, bem como paralisia dos m??sculos respirat??rios.

06. Resposta E Os pacientes em uso regular de digit?ílicos devem ser acompanhados rigorosamente pelo m?®dico assistente, devendo em alguma ocasi?úo substituir a an?ílise plasm?ítica dos n?¡veis de digital, assim como identificar clinicamente os sintomas e sinais de intoxica?º?úo, para ajustar a dose do medicamento. Vale a pena mencionar, em rela?º?úo ?ás altera?º?Áes visuais, a ocorr?¬n- cia de vis?úo “amarelada” como um achado significativo.

07. Resposta C Em face de comprometimento lar?¡ngeo e diminui?º?úo do reflexo da tosse em pacientes in- conscientes, deve-se ter o m?íximo de cuidado ao passar o cateter nasog?ístrico, visto possi- bilidade de cateteriza?º?úo traqueal. Uma manobra simples consiste em injetar de 5 a 10ml de ar pela sonda, que quando em posi?º?úo correta possibilita a ausculta de borborigmos na regi- ?úo epig?ístrica.

O calor exerce um fen??meno de relaxamento na musculatura vesical, facilitando a diurese.

09. Resposta C A varia?º?úo dos locais de aplica?º?úo da insulina tem por objetivo minimizar a a?º?úo traum?ítica do local, cujas altera?º?Áes teciduais dificultam a ab- sor?º?úo farmacol??gica.

Figura 3.9 10. Resposta B No diabetes melito tipo 1 h?í uma acentuada diminui?º?úo na produ?º?úo de insulina pelas c?®lulas beta-pancre?íticas. O fen??meno do amanhecer ocorre pela hipergli- cemia de jejum, como resultado de uma produ?º?úo excessiva de glicose pelo f?¡ga- do.

11. Resposta B Com o envelhecimento a parede das art?®rias tornam-se mais endurecidas, co- mumente pelo dep??sito de placas de ateromas, propiciando uma eleva?º?úo da press?úo arterial.

12. Resposta D Na insufici?¬ncia card?¡aca secund?íria ?á hipertens?úo arterial sist?¬mica, o d?®bito car- d?¡aco estar?í menor que o normal, caracterizando insufici?¬ncia card?¡aca de baixo d?®bito. Nas outras doen?ºas citadas, embora o d?®bito card?¡aco esteja acima do normal n?úo ?® suficiente para atender ?á demanda de oxig?¬nio dos tecidos.

13. Resposta C O diagn??stico de meningite ?® confirmado pela an?ílise do l?¡quor atrav?®s da pun?º?úo lombar, possibilitando a caracteriza?º?úo de sua etiologia (viral, f??ngica, bacteria- na).

14. Resposta D Na doen?ºa de Parkinson ocorre a bradicinesia, assim como tremores e rigidez muscular, que s?úo gerados pelo dist??rbio neurol??gico progressivo que afeta os centros cerebrais respons?í- veis pelo controle e regula?º?úo do movimento.

A indica?º?úo do tamponamento com cateter-bal?úo (Sengstaken-Blakemore) est?í cada vez mais restrita, n?úo devendo tal medida ser utilizada como primeira alternativa, limitando-se apenas aos casos de hemorragia maci?ºa n?úo controlada com a terapia endosc??pica e/ou farmacol??gica. Este tamponamento produz uma hemostasia tempor?íria atrav?®s da compres- s?úo direta das varizes na jun?º?úo esofagog?ístrica, sua efic?ícia varia de 40% a 90%. A recidiva do sangramento ocorre em aproximadamente 50% dos casos nas primeiras 24 horas ap??s o esvaziamento do bal?úo. Est?í associado a uma taxa de mortalidade elevada em torno de 6% a Entre as medidas utilizadas para reduzir tal risco est?úo: ? Manter a press?úo do bal?úo esof?ígico sempre abaixo da press?úo arterial m?®dia, evitando ? Esvaziar o bal?úo por 5 minutos com intervalos de 8 a 12 horas ajuda a reduzir o risco de ? N?úo manter o cateter-bal?úo insuflado por mais de 24 horas.

16. Resposta C N?úo ?® indicado empurrar o cateter, pelo risco de introdu?º?úo de bact?®rias na cavidade abdo- minal, propiciando o aparecimento de peritonite. Se n?úo foi constatada obstru?º?úo, deve-se mudar o dec??bito, a fim de tornar livre a extremidade do cateter.

17. Resposta D Sopro de Austin Flint, o qual tem sua patog?¬nese relacionada ?á estenose mitral relativa con- seq??ente ?á r?ípida eleva?º?úo da press?úo diast??lica do ventr?¡culo esquerdo.

18. Resposta A Entre outras muitas possibilidades, o edema perif?®rico ?® observado em pacientes com n?¡veis plasm?íticos de prote?¡nas reduzidas, uma vez que as prote?¡nas exercem efeito coloidosm??ti- co, “atraindo” a ?ígua para o compartimento intravascular.

19. Resposta D O horm??nio antidiur?®tico (ADH) controla a permeabilidade do t??bulo distal e do t??bulo coletor. Na aus?¬ncia do ADH estas regi?Áes do sistema tubular s?úo quase totalmente imperme?íveis ?á ?ígua. Como resultado, a ?ígua n?úo ?® reabsorvida, aumentando o volume urin?írio.

20. Resposta B O uso de psicotr??picos de forma indevida e excessiva desencadeia um quadro de intoxica?º?úo particularizado pela diminui?º?úo do n?¡vel de consci?¬ncia, queda da press?úo arterial, depress?úo respirat??ria, podendo levar ?á morte. As medidas prim?írias diante desse quadro ?® manter a via a?®rea p?®rvia, lavagem g?ístrica, utiliza?º?úo de medicamentos espec?¡ficos (no caso dos benzo- diazep?¡nicos, usar o flumazenil) e manuten?º?úo rigorosa dos sinais vitais.

Os dist??rbios hidroeletrol?¡ticos apresentam manifesta?º?Áes cl?¡nicas exuberantes e com reper- cuss?úo importante na fun?º?úo renal. O diagn??stico e acompanhamento ?® basicamente cl?¡nico e laboratorial e requer em seu manejo, entre outros, um balan?ºo h?¡drico rigoroso.

22. Resposta B O coma hep?ítico ?® gerado pela insufici?¬ncia hep?ítica, resultando o ac??mulo de am??nia e de outros metab??licos t??xicos no sangue. A dieta lipoproteica ?® importante pelo fato de a prote?¡- na ser uma fonte de aumento de am??nia sang???¡nea. S?úo utilizados tamb?®m enemas de lac- frutose para reduzir a am??nia do sangue.

23. Resposta A A morfina administrada por via intravenosa em pequenas doses reduz a ansiedade, dispn?®ia e freq???¬ncia respirat??ria, al?®m de diminuir a resist?¬ncia perif?®rica, permitindo a redistribui?º?úo da circula?º?úo pulmonar para a periferia.

24. Resposta A O aumento do volume l?¡quido peritoneal durante a di?ílise pode comprometer a expans?úo dia- fragm?ítica e desencadear restri?º?úo respirat??ria importante, devendo-se reduzir imediatamen- te essa barreira mec?ónica pela aspira?º?úo do l?¡quido.

25. Resposta B A angina de peito (ou pectoris) ?® uma s?¡ndrome cl?¡nica caracterizada por crises de dor ou sensa?º?úo de press?úo na regi?úo anterior do t??rax, causada por fornecimento insuficiente de sangue para as coron?írias. O esfor?ºo f?¡sico pode provocar uma crise pelo aumento das ne- cessidades mioc?írdicas de oxig?¬nio. A exposi?º?úo ao frio causa vasoconstri?º?úo e eleva?º?úo da press?úo sang???¡nea, aumentando tamb?®m a necessidade de oxig?¬nio.

26. Resposta D Com a parada card?¡aca o ??rg?úo n?úo desenvolve d?®bito, o que se reflete fundamentalmente, pela aus?¬ncia de pulsos.

27. Resposta C A ameb?¡ase ?® uma doen?ºa parasit?íria difusa distribu?¡da no mundo, que acomete o intestino grosso e ?® respons?ível por m??ltiplos problemas m?®dicos-cir??rgicos. ?ë adquirida atrav?®s da ingest?úo de cistos de Entamoeba histolytica nos alimentos, na ?ígua contaminada por fezes humanas infectadas, moscas ou pelas m?úos das pessoas que trabalham com os alimentos A Entamoeba histolytica escava a mucosa do c??lon e da por?º?úo inferior do ?¡leo, formando no tecido submucoso bolsas de pus que deixam apenas um orif?¡cio de comunica?º?úo com a luz intestinal. A partir deste orif?¡cio disseminam-se numerosas escava?º?Áes sob a mucosa que se estendem em todas as dire?º?Áes a dist?óncias consider?íveis. Neste local as amebas vivem provavelmente por muitos anos. Mais tarde, a membrana mucosa que reveste estes absces- sos escavados se rompe, deixando exposta uma ??lcera subjacente. O intestino grosso pode estar a tal ponto tomado de ??lceras que quase n?úo se observa a mucosa normal. Geralmente o assoalho destas ??lceras ?® constitu?¡do pela camada muscular do intestino, mas por vezes ocorre perfura?º?úo total da camada e sobrev?®m peritonite.

Os principais sintomas s?úo febre moderada, perda de peso e freq??entes evacua?º?Áes pouco volumosas, que cont?¬m quantidade consider?ível de sangue e muco, este ??ltimo rico em a- mebas. Os dois tra?ºos importantes desta doen?ºa s?úo: cronicidade – um ataque de disenteria aguda seguido de outro, separados por per?¡odos de constipa?º?úo intestinal que duram meses – e infec?º?úo podendo causar abscessos hep?íticos atrav?®s de met?ístases para este ??rg?úo, via veia porta.

28. Resposta B A hipoglicemia, que repercute em importantes ??rg?úos como c?®rebro, cora?º?úo e m??sculo es- quel?®tico, tem como apresenta?º?úo cl?¡nica: fraqueza, tremores, sudorese e queda do n?¡vel de consci?¬ncia.

29. Resposta E Ao se administrar nitratos, h?í acentuada dilata?º?úo das grandes veias, com conseq??ente re- du?º?úo da press?úo venosa central (redu?º?úo da pr?®-carga), o que leva ?á redu?º?úo do d?®bito car- d?¡aco.

30. Resposta C Pacientes tratados com digit?ílicos e que apresentam hipocalemia (redu?º?úo da concentra?º?úo s?®rica de pot?íssio) ficam predispostos a quadros de arritmias card?¡acas severas que podem lev?í-Ios ?á parada card?¡aca.

31. Resposta C Os princ?¡pios f?¡sico-qu?¡micos na di?ílise peritoneal s?úo regidos pelos processos de difus?úo e filtra?º?úo, atrav?®s de uma membrana biol??gica (no caso, o perit??nio).

32. Resposta C O efeito broncodilatador da aminofilina permite uma melhor aera?º?úo pulmonar, por?®m a ocor- r?¬ncia da queda da press?úo arterial pode sobrevir.

33. Resposta D A angina pectoris (dor precordial de origem card?¡aca) ?® um sinal de alarme que reflete a re- du?º?úo da perfus?úo mioc?írdica por insufici?¬ncia coronariana.

34. Resposta E A doen?ºa de Hodgkin ?® uma neoplasia maligna que cursa com prurido cut?óneo difuso, ou seja, coceira.

35. Resposta A Com a cabeceira do leito elevada, o diafragma do paciente expande com mais facilida- de; ademais, nos casos de dispn?®ia por mol?®stia card?¡aca, reduz-se o retorno venoso, melhorando a rela?º?úo ventila?º?úo-perfus?úo alveolar.

O pH da pele, quando em seus n?¡veis fisiol??gicos (4.2 e 5.6), permite uma prote- ?º?úo contra o crescimento bacteriano excessivo.

37. Resposta E Consiste a nutri?º?úo parenteral em introduzir no organismo subst?óncias nutritiva (glicose, vitamina C, B1, prote?¡nas e sais minerais), por via venosa. Todas as complica?º?Áes citadas s?úo poss?¡veis.

38. Resposta A A hipercalemia pode cursar com arritmia e parada card?¡aca. Ela pode estar pre- sente em tra??mas teciduais, doen?ºa de Addison, acidose metab??lica ou respirat??- ria, e outras.

39. Resposta A Azotemia (aumento dos n?¡veis de ur?®ia plasm?ítica); acidose metab??lica (redu?º?úo do pH sang???¡neo); hipocalcemia (concentra?º?úo de c?ílcio menor que 9mg% ou 4.5mEq/L no organismo); hiperfosfatemia (aumento de f??sforo no sangue).

40. Resposta E O manitol aumenta a osmolaridade da filtra?º?úo glomerular, diminuindo a reabsor- ?º?úo de ?ígua e aumentando a excre?º?úo de s??dio e cloreto. Aumenta tamb?®m a osmolaridade do plasma e provoca diurese osm??tica.

41. Resposta E O abatimento cardiofetal ?® o principal par?ómetro da vitalidade do feto, por isso o enfermeiro deve estar atento ?á sua presen?ºa, ritmo e freq???¬ncia. A partir da 20a semana de gesta?º?úo os batimentos cardiofetais s?úo aud?¡veis com clareza por um estetosc??pio de Pinard comum.

42. Resposta C O quadro cl?¡nico do hipotireoidismo ?®: ? Cabelos e unhas quebradi?ºas e pele fria e seca, ?íspera (hiperceratose), voz rouca, e outras

Macrossomia ?® o peso fetal excessivo, para o qual n?úo h?í uma defini?º?úo ponderal precisa (geralmente acima dos 4kg). Ocorre em menos de 2% dos rec?®m-natos, estando relacionada em cerca de 70% dos casos, com obesidade materna e, em cerca de 15%, com diabetes.

45. Resposta D Paciente em hemodi?ílise que apresenta hipotens?úo e c?óimbra, deve-se: reduzir ou cessar a ultrafiltra?º?úo, coloc?í-Io em posi?º?úo de Trendelenburg (ou seja, cabe- ?ºa mais baixa que membros inferiores para facilitar retorno venoso), administrar solu?º?úo salina para manter press?úo arterial e reposi?º?úo de perda em excesso. Ver Figura 1.56.

46. Resposta B Hidronefrose ?® o ac??mulo de l?¡quido renal por enfermidade que impede a drena- gem adequada pelos ureteres.

47. Resposta E A redu?º?úo do fluxo coronariano pode levar a les?Áes das c?®lulas mioc?írdicas, que variam da isquemia ?á necrose. O infarto do mioc?írdio resulta da obstru?º?úo de uma das art?®rias coronariana. Essa obstru?º?úo pode ser devida a aterosclerose, trombose, agrega?º?úo plaquet?íria, estenose ou espasmo da art?®ria coronariana. Nos casos t?¡picos, o enfermo faz refer?¬ncia ao sintoma fundamental do I.M. – dor subesternal construtiva e persistente que pode irradiar-se para o bra?ºo esquerdo, para o maxilar, para o pesco?ºo e para os omoplatas, aumento da freq???¬ncia, da gravidade ou da dura?º?úo da angina, sensa?º?úo de desmaio iminente, ou se apre- sentar de forma dram?ítica, com morte s??bita.

48. Resposta A Edema pulmonar ?® uma complica?º?úo comum das doen?ºas card?¡acas com disfun- ?º?úo mioc?írdica, que se caracteriza pelo ac??mulo de l?¡quido no pulm?úo. Este dis- t??rbio pode ocorrer nas condi?º?Áes cr??nicas, ou desenvolver-se rapidamente e e- voluir para ??bito em pouco tempo. O tratamento tem como objetivos reduzir o vo- lume do l?¡quido extravascular, melhorar a troca gasosa e a fun?º?úo mioc?írdica e, Os agentes vasopressores podem ser usados para melhorar a contratilidade e produzir vasoconstri?º?úo dos vasos perif?®ricos. Os antiarr?¡tmicos tamb?®m podem ser indicados, principalmente nas arritmias relacionadas com a redu?º?úo de d?®bito card?¡aco (como, por exemplo, em casos de fibrila?º?úo atrial). A morfina pode ate- nuar a ansiedade e a dispn?®ia e dilatar o leito venoso sist?¬mico, desviando o fluxo sang???¡neo da circula?º?úo pulmonar para a circula?º?úo perif?®rica. Medida terap?¬uti- ca s?úo torniquetes rotat??rios (trocando a cada cinco minutos) e flebotomias para diminuir a pr?®-carga, entretanto, atualmente estas medidas raramente s?úo adota- das.

suficiente, o choque hipovol?¬mico pode causar les?Áes irrevers?¡veis dos ??rg?úos e sistemas. Sem tratamento imediato, o choque hipovol?¬mico pode causar s?¡ndro- me de ang??stia respirat??ria do adulto, necrose tubular aguda e insufici?¬ncia renal, coagula?º?úo intravascular disseminada, fal?¬ncia de m??ltiplos ??rg?úos e morte. O tratamento de emerg?¬ncia engloba a reposi?º?úo imediata e adequada de l?¡quidos para recuperar o volume intravascular e aumentar a press?úo arterial e melhorar a perfus?úo tissular.

50. Resposta C A infec?º?úo pode ocorrer em qualquer local do trato urin?írio e afetar a bexiga (cisti- te), uretra (uretrite), pr??stata (prostatite) ou rim (pielonefrite). O trato urin?írio nor- mal ?® est?®ril, exceto pr??ximo ao orif?¡cio uretral. Os fatores de risco gerais para infec?º?úo do trato urin?írio (ITU) incluem incapacidade ou dificuldade em esvaziar completamente a bexiga, redu?º?úo das defesas naturais do hospedeiro e manipu- la?º?úo do trato urin?írio, incluindo cateteriza?º?úo.

51. Resposta D As aden??ides s?úo tecidos linf??ides anormalmente grandes perto do centro da pa- rede posterior da nasofaringe. As aden??ides excessivamente aumentadas podem causar obstru?º?úo nasal. Quando o problema ?® cr??nico, a hipertrofia da aden??ide pode causar respira?º?úo bucal dor de ouvido, otorr?®ia, resfriados freq??entes, bron- quites, mau h?ílito, enfraquecimento da voz, roncos e respira?º?úo ruidosa. A infec- A expans?úo da infec?º?úo para o ouvido m?®dio atrav?®s das tubas auditivas pode resultar em otite m?®dia aguda, cujas complica?º?Áes potenciais incluem a ruptura espont?ónea da membrana timp?ónica e, posteriormente, expans?úo para dentro das c?®lulas mast??ides, causando mastoidite aguda; ou a infec?º?úo pode permanecer no ouvido m?®dio como processo cr??nico leve de evolu?º?úo lenta, que eventual- mente pode levar ?á surdez permanente. Conseq??entemente, se a adenoidite n?úo for controlada por antibi??ticos e se houver epis??dios recorrentes de otite m?®dia supurativa que cause perda de audi?º?úo, ?® importante para o paciente fazer um exame audiom?®trico completo. Se os condutos auditivos estiverem prejudicados, a adenoidectomia pode diminuir a freq???¬ncia da otite m?®dia.

52. Resposta B A pancreatite cr??nica caracteriza-se por dor, diabetes melito e m?í absor?º?úo, ocor- rendo concentra?º?úo de gordura fecal (esteatorr?®ia) numa fase avan?ºada da evo- Mec??nio – primeiras fezes do rec?®m-nascido.

53. Resposta A Os sinais de intoxica?º?úo por barbit??ricos s?úo: hipotens?úo, depress?úo respirat??ria, confus?úo, sonol?¬ncia, estupor e coma. A hipertermia profunda ?® uma manifesta- ?º?úo comum da overdose grave de barbit??rico. O suporte respirat??rio e cardiovas- cular ?® cr?¡tico devendo o Professional de sa??de manter as vias ?íreas perme?íveis.

A difteria, mol?®stia infecciosa causada por Corynebacterium diphteriae e, manifes- ta-se com febre baixa e dor orofar?¡ngea, com uma membrana espessa cinza que cobre as am?¡gdalas e a faringe, podendo estender-se sobre a laringe e provocar obstru?º?úo das vias a?®reas exigindo, assim, imediatamente traqueostomia.

55. Resposta E A retinopatia diab?®tica ?® uma complica?º?úo relativamente comum do diabetes meli- to, sendo uma das principais causas de cegueira no mundo.

56. Resposta D A presen?ºa de elementos anormais na urina ?® determinada por v?írias rea?º?Áes qu?¡micas. Podemos fazer dosagem de elementos anormais na urina como: albu- min??ria (determina a presen?ºa de albumina), glicos??ria (determina a presen?ºa de glicose) e ceton??ria (determina a presen?ºa de cetona).

57. Resposta A A press?úo venosa central ?® a press?úo no interior do ?ítrio direito e grandes veias intrator?ícicas. Representa a press?úo de enchimento do ventr?¡culo direito e indica a capacidade do lado direito do cora?º?úo em lidar com uma sobrecarga h?¡drica. A PVC crescente pode ser devida ?á hipervolemia ou ?á defici?¬ncia da contratilidade card?¡aca, os n?¡veis de normalidade variando de 4 a 10cm de H2O. As complica- ?º?Áes mais comuns da monitoriza?º?úo da PVC s?úo a infec?º?úo e a embolia gasosa.

58. Resposta C ? Hipertermia – temperatura corporal elevada relacionada ?á incapacidade do corpo para promover a perda de calor ou reduzir a produ?º?úo de calor, poden- do ocasionar convuls?úo, hiperemia, desidrata?º?úo, taquipn?®ia ? Hipotermia – perda de calor durante uma prolongada exposi?º?úo ao frio ultra- passa a capacidade do corpo de produzir calor, podendo apresentar disritmias card?¡acas, perda da consci?¬ncia, palidez, hipertens?úo, acrocianose, piloere- ?º?úo.

59. Resposta C IAM ?® uma necrose isqu?¬mica do mioc?írdio ocasionada por diminui?º?úo brusca do fluxo sang???¡neo coronariano. Ocorre dor subesternal, dor precordial, sudorese, ansiedade, v??mitos, palidez, o pulso torna-se irregular, muito r?ípido e fraco, qua- se impercept?¡vel. O profissional dever?í prestar assist?¬ncia com oxigenoterapia, monitoriza?º?úo, repouso e instalar e controlar a press?úo venosa central (PVC).

60. Resposta D Hiperinsulinismo (aumento da produ?º?úo de insulina) pode gerar uma redu?º?úo a- normal na concentra?º?úo da glicose no sangue que lembra aqueles causados por doses excessivas de insulina. ?ë caracterizado por epis??dios nos quais o paciente sente muita fome, nervosismo, sudorese, cefal?®ia e desmaios; nos casos graves podem ocorrer ataques convulsivos e epis??dios de inconsci?¬ncia devido ao n?¡vel inadequado de glicose no sangue ?á manuten?º?úo da fun?º?úo cerebral normal.

? Sialolit?¡ase (c?ílculo salivar) – podem desenvolver-se na gl?óndula submaxilar, acompanhando a infec?º?úo glandular ou a constri?º?úo dos ductos devido a trauma ou inflama?º?úo. Pedras salivares s?úo compostas principalmente de ? Xerostomia – secura excessiva da boca, devido ?á secre?º?úo insuficiente ou nu- la de saliva.

62. Resposta C A cirrose hep?ítica significa fibrose do f?¡gado. Consideram-se tr?¬s tipos: ? Cirrose portal de Laennec (alco??lica; nutricional), na qual o tecido fibroso ca- racteristicamente circunda as ?íreas portais. ?ë mais comumente devida ao al- ? Cirrose p??s-necr??tica, na qual h?í amplas faixas de tecido fibroso como resul- ? Cirrose biliar, na qual h?í pericolangite e fibrose perilobular. Este tipo geral- mente ?® resultado de obstru?º?úo biliar cr??nica e infec?º?úo (colangite) e ?® muito mais rara do que as cirroses, de Laennec e p??s-necr??tica.

63. Resposta B Barbit??rico, droga de a?º?úo sedativa e anest?®sica, capaz de exercer a?º?úo hipn??ti- ca. Devemos manter as vias a?®reas perme?íveis, estimular respira?º?úo deprimida e apoiar as fun?º?Áes cardiovasculares e respirat??rias amenizando a depress?úo res- pirat??ria.

64. Resposta A Cetoacidose diab?®tica ?® decorrente da falta de insulina (no enfermo com diabetes melito tipo 1 L resultando em dist??rbio de metabolismo dos carboidratos, gorduras e prote?¡nas, com desidrata?º?úo e desequil?¡brio eletrol?¡tico. O coma e a acidose grave s?úo acompanhados de sintomas de falta de ar (respira?º?úo de Kussmaul), caracterizada por movimentos respirat??rios muito profundos, restaurando o meta- bolismo dos carboidratos e a corre?º?úo do equil?¡brio eletrol?¡tico.

65. Resposta A A PCR pode ser devido a v?írios fatores. Em conseq???¬ncia dela h?í parada de cir- cula?º?úo, ocorrendo, ent?úo, a falta de oxig?¬nio que afeta primeiro os tecidos que mais necessidade t?¬m dele, como o sistema nervoso. Se a circula?º?úo n?úo for res- tabelecida em 3 a 5 minutos, ocorrem altera?º?Áes irrevers?¡veis no sistema nervoso. A parada card?¡aca acompanha-se, secundariamente, de parada respirat??ria, em- bora esta possa ocorrer em primeiro lugar, sobrevindo depois a parada do cora- ?º?úo com contra?º?úo irregular, descoordenada, de fibras musculares (fibrila?º?úo) com parada dos batimentos card?¡acos (assistolia).

O socorro imediato consiste no estabelecimento da ventila?º?úo pulmonar e na massagem card?¡aca, restabelecendo em at?® 3 minutos a oxigena?º?úo, evitando assim danos ao sistema nervoso Ver Figura 1. 123.

67. Resposta C O p?óncreas ?® uma gl?óndula que fica situada no abd??men, no fundo da regi?úo epi- g?ístrica. O p?óncreas elabora um produto de secre?º?úo externa, denominado suco pancre?ítico. Ele funciona tamb?®m como gl?óndula de secre?º?úo interna, produzindo c?®lulas denominadas ilhotas de Langherans, um horm??nio chamado insulina (que atua sobre a glicose, queimando-a) que ?® a lan?ºada diretamente no sangue.

68. Resposta A Proporcionar um m?®todo de alimenta?º?úo e/ou administra?º?úo de medicamentos que exija um m?¡nimo de esfor?ºo, quando o paciente n?úo consegue sugar ou engo- lir (disfagia).

69. Resposta D ?ë um dist??rbio neurol??gico progressivo que afeta os centros cerebrais respons?í- veis pelo controle de movimentos. ?ë caracterizado por tremor e contra?º?úo muscu- lar, bradicinesia (lentid?úo dos movimentos).

70. Resposta C O paciente apresenta um estado nosol??gico caracterizado por sono profundo, porem sem interrup?º?úo das fun?º?Áes vitais. Nos casos em que h?í maiores eleva?º?Áes, observam-se modi- fica?º?Áes dos sinais vitais (bradicardia + hipertens?úo arterial + arritmia respirat??ria), assim co- mo o surgimento de cefal?®ia intensa e v??mitos em jato.

71. Resposta C A dengue tem dois padr?Áes cl?¡nicos: dengue cl?íssica e dengue hemorr?ígica. A dengue he- morr?ígica come?ºa de forma abrupta com est?ígio m?¡nimo (2 a 4 dias) constitu?¡do de febre, tosse, faringite, cefal?®ia, anorexia, n?íuseas, v??mitos e dor abdominal, que pode-se agravar. O acido acetilsalic?¡lico tem a?º?úo antiagregante plaquet?íria, inibe a s?¡ntese da tromboxana A, com a conseq??ente diminui?º?úo da capacidade de agrega?º?úo plaquet?íria.

72. Resposta E Qualquer que seja o m?®todo ou aparelho escolhido para oxigenoterapia, devem ser observa- do os seguintes requisitos: ? Dar o m?íximo de conforto ao paciente, permitindo-lhe suportar ( dias consecutivos; ? Proporcionar umidade suficiente ao g?ís e refrescar o ambiente.

Para os profissionais da ?írea de sa??de, existe um risco pequeno, por?®m definido, de contra?¡- rem o HIV atrav?®s de picadas de agulha, exposi?º?Áes a grandes ?íreas de superf?¡cies, mucosa ou exposi?º?úo de feridas abertas, secre?º?Áes ou hemoderivados infectados pelo HIV. Prevenir a exposi?º?úo ?® a melhor estrat?®gia, seguindo as precau?º?Áes universais, como o uso de luvas e a manipula?º?úo correta de agulhas e outros objetos potencialmente contaminados. ?ë impor- tante frisar que estas recomenda?º?Áes devem nortear o atendimento de todos os enfermos (e n?úo apenas daqueles com AIDS).

74. Resposta D O desmaio ?® um sintoma de suprimento insuficiente de sangue, de oxig?¬nio ou, raramente, de glicose para o c?®rebro. Em geral, ?® descrito como uma tonteira se- guida por borramento visual e oscila?º?úo da postura. A perda da consci?¬ncia pode ser evitada se o individuo deitar-se de imediato. Uma vez na horizontal, a perfu- s?úo cerebral n?úo ?® mais bloqueada pela gravidade.

75. Resposta E No caso de queimaduras qu?¡micas deve-se despir o paciente sob ?ígua corrente, lavando i- mediatamente a ?írea afetada; proceder da mesma forma no caso dos olhos: utilizar o tempo necess?írio para remover toda a subst?óncia qu?¡mica.

76. Resposta D A administra?º?úo de excesso de l?¡quido endovenoso pode sobrecarregar o sistema circulat??rio e causar aumento da press?úo venosa, distens?úo venosa. Seus principais sinais e sintomas s?úo: aumento da press?úo sang???¡nea, tosse, falta de ar, aumento da freq???¬ncia respirat??ria e edema pulmonar com dispn?®ia grave e cianose. Os pacientes com descompensa?º?úo card?¡a- ca s?úo particularmente propensos ?á sobrecarga circulat??ria. Quando h?í sinais de sobrecarga, a infus?úo ?® interrompida e o m?®dico, notificado imediatamente. O paciente deve sentar-se a fim de ajudar a respira?º?úo.

77. Resposta D A neuropatia no diabetes melito refere-se a um grupo de doen?ºas que afetam todos os tipos de nervos, inclusive os perif?®ricos (sensoriomotores), aut??nomos e espinhais. Os sintomas de neuropatia perif?®rica, que afetam mais comumente as partes distais dos nervos, s?úo pareste- sias (formigamento, zumbido), dorm?¬ncias nos membros inferiores; da neuropatia aut??no- ma: s?úo hipotens?úo ortost?ítica, anidrose (aus?¬ncia de suor) e impot?¬ncia sexual nos ho- mens.

78. Resposta C Os exerc?¡cios respirat??rios s?úo pr?íticas respirat??rias feitas para corrigir defici?¬ncia respirat??- ria e aumentar a efic?ícia da respira?º?úo. Os prop??sitos dos exerc?¡cios s?úo promover o rela- xamento muscular, aliviar a ansiedade, eliminar formas in??teis e descoordenadas de ativida- des musculares respirat??rias, diminuir a velocidade da respira?º?úo e o trabalho de respirar. No p??s-operat??rio, previne aparecimento de secre?º?Áes (ou elimina?º?úo das mesmas), as quais predisp?Áem ?á pneumonia.

A descri?º?úo ?® referente ao opist??tono, atitude presente no t?®tano, nas intoxica?º?Áes por estric- nina, raiva, entre outros. No emprost??tono o encurvamento do corpo seria com a concavidade voltada para cima; no ort??tono o paciente est?í em dec??bito dorsal e im??vel no leito; no pleu- rost??tono o corpo est?í encurvado lateralmente.

80. Resposta C Acidose respirat??ria ?® caracterizada por reten?º?úo de CO2 devido ?á insufici?¬ncia ventilat??ria. As causas incluem sedativos, doen?ºa pulmonar cr??nica, obstru?º?úo das vias a?®reas, edema pulmonar grave, dist??rbios neuromusculares e parada cardiopulmonar.

81. Resposta E Esta entrada de ar, o pneumot??rax, pode ser ocasionada pela ruptura de alv?®olo pulmonar, que pode ser induzido deliberada mente para colabar cavidades e deixar o pulm?úo em repou- so, como se fazia no tratamento da tuberculose, ou origin?írio do trauma, entrando ar na cavi- dade pleural atrav?®s de ferimento ou do pulm?úo lesado.

82. Resposta C ? Hipernatremia – o excesso de s??dio no l?¡quido extracelular vem de desidrata?º?úo hipert??- nica ou excesso de sal. H?í baixa ingest?úo de ?ígua, ingest?úo excessiva de c1oreto de s??- dio ou traqueobronquite, na qual a respira?º?úo r?ípida e a febre alta causam a perda de ? Hipercalemia – ?® a concentra?º?úo s?®rica de pot?íssio maior do que o normal. Freq??ente- mente decorre de causas iatrog?¬nicas (induzida por tratamento). O efeito mais importante ?® no mioc?írdio, fraqueza muscular e at?® mesmo paralisia e manifesta?º?Áes gastrintesti- ? (Hipercalc?¬mica – ?® o excesso de c?ílcio no plasma. As causas mais comuns s?úo as do- en?ºas neopl?ísicas malignas e o hiperparatireoidismo. Podem ocorrer fraturas graves ou m??ltiplas na sua forma mais grave durante a mobiliza?º?úo, algumas vezes causando ele- va?º?úo do c?ílcio total. Seus sinais e sintomas s?úo: anorexia, n?íuseas, v??mito e constipa- ?º?úo intestinal.

83. Resposta A Acido ??rico ?® o resultado do metabolismo das prote?¡nas. Est?í aumentado no sangue em ca- sos de gota, podendo estar, tamb?®m, na insufici?¬ncia renal, leucemias, policitemias, anemias hemol?¡ticas, tumores. Na urina, encontra-se com valores normais ou aumentados em casos de gota; e diminu?¡dos na insufici?¬ncia renal e aumentados no uso de drogas uricos??ricas.

84. Resposta A ? Litotripsia – processo de tritura?º?úo dos c?ílculos situados na bexiga, para que possam ser ? Urolit?¡ase – c?ílculo nos ??rg?úos que constituem o aparelho urin?írio. ? Nefrectomia – retirada cir??rgica do rim.

Varizes esofagianas s?úo as do es??fago inferior. ?ë uma manifesta?º?úo secund?íria da cirrose hep?ítica. A conduta para diminuir a hemorragia ?® a introdu?º?úo do bal?úo Sengstaken- Blackmore, que pode ser inflado de 24 a 48 horas.

86. Resposta B A diarr?®ia pode ser definida como uma excessiva perda de ?ígua e eletr??litos (Na+, CI-, Ca++, Mg++, glicose, fosfato e outros) nas fezes, ocasionada geralmente por dist??rbio do transporte do soluto no intestino. Por isso a reposi?º?úo do l?¡quido (?ígua) para hidrata?º?úo oral ?® necess?í- Sinais cl?¡nicos associados ?á desidrata?º?úo isot??nica na crian?ºa lactente Grau de desidrata?º?úo Perda de volume l?¡quido Leve Moderada Grave < 50mLJkg SO-90mLJkg > = 100mLJkg Colora?º?úo da pele P?ílida Acinzentada Mosqueada Elasticidade da pele Diminu?¡da Deficiente Muito deficiente Mucosas Secas Muito secas Ressecadas D?®bito urin?írio Reduzido Olig??ria Acentuada olig??ria e azotemia Press?úo arterial Normal Normal ou diminu?¡da Diminu?¡da Pulso Normal ou aumentado Aumentado R?ípido e filiforme Tempo de enchimento capi- lar < 2 segundos 2-3 segundos > 3 segundos

87. Resposta B A neuropatia diab?®tica pode causar dor e parestesia, por?®m o maior problema ?® a perda de sensibilidade ?á dor e o calor nos p?®s. O envolvimento vascular dos p?®s pode conduzir ?á oclu- s?úo de grandes, m?®dias e pequenas art?®rias e causar atrofia na pele. Se n?úo existe resposta aos antibi??ticos e ao desbridamento, a isquemia pode causar gangrena, que se inicia nas pontas dos p?®s e progride, lentamente, de forma ascendente. Na presen?ºa de gangrena es- tabelecida faz-se a amputa?º?úo.

88. Resposta C A di?ílise peritoneal ?® baseada no princ?¡pio da difus?úo de subst?óncias, atrav?®s da membrana semiperme?ível. Nesta t?®cnica, um l?¡quido dialisante est?®ril apropriado ?® introduzido a interva- los na cavidade peritoneal. A dor pode ser causada por n?úo estar a solu?º?úo dialisadora ?á temperatura corp??rea ou por drenagem incompleta da solu?º?úo, ou poss?¡vel infec?º?úo perito- neal.

89. Resposta A A hidroclorotiazida ?® um diur?®tico tiaz?¡dico, utilizado em casos de hipertens?úo arterial sist?¬mi- ca e edema; seu uso pode levar ?á hipopotassemia (hipocalemia).

Nos casos de infarto agudo do mioc?írdio o tratamento inicial tem como objetivo o al?¡vio da dor, a minimiza?º?úo da extens?úo do tecido infartado e a preven?º?úo/tratamento de arritmias e complica?º?Áes mec?ónicas. O tratamento padr?úo inclui interna?º?úo em unidade coronariana com monitoriza?º?úo cont?¡nua por ECG.

91. Resposta C A irradia?º?úo (em sess?Áes de radioterapia) pode ter um marcado efeito sist?¬mico sobre o pa- ciente e produzir n?íuseas, v??mitos, febre, perda do apetite e um sentimento de extremo mal- estar. A administra?º?úo de sedativos, a cuidadosa sele?º?úo de l?¡quidos e alimentos, que n?úo induzam ou agravem a n?íusea, e a constante atitude de apoio psicol??gico da enfermeira s?úo extremamente ??teis.

92. Resposta D Na ressuscita?º?úo cardiopulmonar ?® preciso ter certeza de que as vias a?®reas da v?¡tima est?úo desobstru?¡das; iniciar de imediato ressuscita?º?úo respirat??ria; palpar pulso carot?¡deo no sulco ao longo do “pomo-de-Ad?úo” ou da cartilagem tire??idea. Se n?úo houver pulso, iniciar massa- gem card?¡aca. Este ?® o famoso ABC da reanima?º?úo cardiorrespirat??ria. Ver Figura 1.123.

93. Resposta A O nitroprussiato de s??dio ?® um medicamento administrado por via intravenosa nos casos de hipertens?úo arterial severa que n?úo respondem ao tratamento com medicamentos via oral. ?ë indicado nas crises hipertensivas graves, dilu?¡do em diluente pr??prio, sendo frasco e equipo protegidos da luz. Normalmente utiliza-se bomba infusora para administra?º?úo, realizando controle cont?¡nuo da press?úo sang???¡nea. N?úo se deve interromper subitamente a infus?úo, para evitar o aumento excessivo da PA (efeito rebote).

94. Resposta D A hipotens?úo durante a di?ílise ?® um evento muito comum, sendo um reflexo prim?írio da ,grande quantidade de l?¡quidos que ?® removida do volume plasm?ítico durante uma sess?úo rotineira de di?ílise. Quando a perda de ?ígua ?® muito grande, atingindo valores inferiores ao peso seco do paciente, este apresenta hipotens?úo arterial.

95. Resposta D A tuberculose ?® uma doen?ºa transmitida pelo ar atrav?®s de aeross??is dos portadores de le- s?Áes ativas ulceradas no aparelho respirat??rio que as expelem durante a tosse, a fala ou o espirro. Quando um indiv?¡duo n?úo infectado inala o ar que cont?®m a got?¡cula, o bacilo de Ko- ch (Mycobacterium tuberculosis) ?® transportado para o pulm?úo at?® os alv?®olos pulmonares.

96. Resposta E A mioglobina aparece na corrente sang???¡nea em um per?¡odo de 1 a 2 horas. A creatinoquina- se (CK) depois do infarto do mioc?írdio eleva-se dentro de 6 horas, atinge o m?íximo em 18 horas e volta ao normal dentro de 48 a 72 horas; tamb?®m pode estar elevada depois de aci- dente vascular cerebral, cirurgia, cateterismo card?¡aco ou cardiovers?úo el?®trica. Tem como valor normal at?® 195U/mL (masculino) e at?® 199U/mL (feminino).

Os ventiladores de press?úo positiva for?ºam o ar para o interior dos pulm?Áes, por meio de uma fonte geradora de press?úo, elevando assim a press?úo intrator?ícica, que provoca a expans?úo dos pulm?Áes e do t??rax. Como conseq???¬ncia negativa, h?í redu?º?úo do retorno venoso, o que pode desencadear instabilidade hemodin?ómica.

98. Resposta E O edema pulmonar indica excesso de l?¡quido nos pulm?Áes – ou nos espa?ºos intersticiais ou nos alv?®olos. O edema pulmonar representa o ??ltimo est?ígio da congest?úo pulmonar, na qual o l?¡quido extravasou atrav?®s das paredes dos capilares e est?í permeando as vias a?®reas, causando dispn?®ia grave. Colocar o paciente ereto, com as pernas e p?®s para baixo, diminui o retorno venoso, reduzindo o fluxo de sa?¡da do ventr?¡culo direito e descongestionando os pulm?Áes.

99. Resposta D Uma vez que certas c?®lulas s?úo mais vulner?íveis do que outras aos agentes quimioter?ípicos, ocorre uma tr?¡ade comum de sintomas relacionados com o trato gastrintestinal: n?íuseas, v??- mitos e diarr?®ia. Como resultado, o estado nutricional e o balan?ºo hidroeletrol?¡tico do paciente podem ser prejudicados, conduzindo a v?írias sensa?º?Áes de desconforto.

100. Resposta A A asma ?® uma forma revers?¡vel de obstru?º?úo br??nquica, caracterizada por respira?º?úo sibilan- te parox?¡stica, dispn?®ia do tipo predominantemente expirat??rio, tosse e produ?º?úo de secre- ?º?úo.

101. Resposta C Paracentese ?® a retirada de l?¡quido da cavidade peritoneal. Durante o procedimento, o en- fermeiro ajuda o paciente a manter a postura adequada, observando-o atenta- mente quanto ?í evid?¬ncia de colapso vascular, como palidez, aumento da fre- q???¬ncia do pulso ou diminui?º?úo da press?úo sang???¡nea, esta ??ltima sendo medida a intervalos freq??entes desde o in?¡cio da manobra.

102. Resposta B O uso prolongado de corticoster??ides suprime certas fun?º?Áes da por?º?úo anterior da hip??fise. Por isso, o crescimento da crian?ºa submetida a tratamento prolonga- do com ester??ides pode parar, n?úo pela supress?úo de horm??nios, mas devido ?á deple?º?úo prot?®ica. O efeito ?® atrofia parcial da supra-renal, com suspens?úo da capacidade da hip??fise para liberar ACTH. Durante per?¡odos de insufici?¬ncia da supra-renal aguda, doses maci?ºas de corticoster??ides s?úo necess?írias para pre- venir o colapso hemodin?ómico.

103. Resposta E O c?óncer de mama ?® uma doen?ºa grave. As mulheres que apresentam um risco particular de c?óncer de mama incluem mulheres cujas m?úes tiveram c?óncer de mama antes da menopausa, com parentes de primeiro grau que apresentam c?ón- cer de mama p??s-menopausa, que tiveram o primeiro filho antes dos 30 anos,

com hist??ria de doen?ºa mam?íria cr??nica, expostas ?á irradia?º?úo ionizante e obe- sas.

104. Resposta A O diabetes melito ?® uma doen?ºa cr??nica heredit?íria, caracterizada por hipergli- cemia (n?¡vel altos de glicose sang???¡nea) devido a uma relativa insufici?¬ncia ou a uma falta de insulina, que conduz ?á anormalidade no metabolismo dos carboidra- tos, das prote?¡nas e das gorduras. O enfermo diab?®tico de longa dura?º?úo est?í as- sociado ?á arteriosclerose dos grandes vasos do c?®rebro, cora?º?úo, rins e extremi- dades, bem como espessamento das paredes dos capilares dos olhos, rins, m??s- culos e pele. A les?úo dos nervos perif?®ricos (neuropatia) est?í relacionada ?á hiper- glicemia persistente.

105. Resposta A O choque ?® um estado agudo, causado pela diminui?º?úo do fluxo sang???¡neo ade- quado ?á manuten?º?úo da perfus?úo tecidual sist?¬mica, ocasionando preju?¡zos ?á fun?º?úo celular, o que geralmente n?úo ?® imediatamente correlacion?ível ao n?¡vel de press?úo arterial. Na fase inicia do choque s?úo ativados os mecanismos de com- pensa?º?úo, ocorrendo altera?º?Áes org?ónicas.

106. Resposta A O enfisema pulmonar ?® uma doen?ºa complexa e destrutiva caracterizada por al- v?®olos distendidos devido ?á obstru?º?úo br??nquica cr??nica, com subseq??ente perda de elasticidade do pulm?úo. O indiv?¡duo geneticamente suscet?¡vel ?ás influ?¬ncias ambientais (fumo de cigarro, polui?º?úo do ar, agentes infecciosos, al?®rgenos) com o tempo desenvolve sintomas obstrutivos cr??nicos, isto ?®, o enfisema. No enfise- ma, o local principal da obstru?º?úo s?úo as vias a?®reas, onde ocorre o tampona- mento mucoso e o estreitamento inflamat??rio.

107. Resposta C A glomerulonefrite difusa aguda ?® uma doen?ºa inflamat??ria que envolve os glom?®- rulos renais e afeta os rins. Parece estar envolvida com a rea?º?úo ant?¡geno- anticorpo que produz nos capilares glomerulares. O est?¡mulo dessa rea?º?úo, na maioria dos casos, ?® a infec?º?úo por Streptococcus beta-hemol?¡tico do grupo A de Lancefield (habitualmente Streptococcus pyogenes) da garganta, o qual precede o aparecimento da nefrite por um intervalo de 2 a 3 semanas.

108. Resposta E Mixedema ?® um edema de consist?¬ncia dura, causada por insufici?¬ncia hormonal da tire??ide. Nos casos mais graves h?í evolu?º?úo para o coma mixedematoso, cujo progn??stico ?® muito ruim (h?í alta letalidade).

percentagem sobrevive, especialmente se existe uma unidade de cuidados coro- narianos intensivos. A avalia?º?úo da extens?úo do infarto pode ser feita pela obser- va?º?úo do tra?ºado eletrocardiogr?ífico e pela mensura?º?úo da enzima CK-MB mas- sa.

110. Resposta A O excesso prim?írio na concentra?º?úo do bicarbonato b?ísico, comumente chamado de alcalo- se metab??lica ou alcalemia, pode ser causado por qualquer altera?º?úo cl?¡nica que aumente o bicarbonato b?ísico. Os sintomas s?úo: hipertonicidade dos m??sculos, tetania e respira?º?úo dif?¡- cil. Qualquer condi?º?úo que ocasione aumento na freq???¬ncia e na intensidade da respira?º?úo, com a conseq??ente elimina?º?úo de g?ís carb??nico, levar?í a um d?®ficit de ?ícido carb??nico. Es- sa altera?º?úo (alcalose respirat??ria) ?® verificada nos casos de falta de oxig?¬nio, febre, histeria, ansiedade, hiperventila?º?úo intencional, ap??s emo?º?Áes fortes e no in?¡cio da intoxica?º?úo por salicilato. Os sintomas incluem tetania, convuls?Áes e inconsci?¬ncia.

111. Resposta D ? A leptospirose ?® um termo gen?®rico que inclui todas as infec?º?Áes por bact?®rias do g?¬nero Leptospira. Caracteriza-se por instala?º?úo s??bita de calafrios e febre, congest?úo ocular, dor e hiperestesia muscular, cefal?®ia e rigidez de nuca, icter?¡cia, fen??menos hemorr?ígi- cos, sintomas de meningite e sinais de infec?º?úo renal, inclusive hemat??ria e protein??ria. ? Blastomicose – denomina?º?úo dada ?á doen?ºa causada pelo fungo Paracoccidioides brasi- ? Mononucleose infecciosa – ?® uma mol?®stia infecciosa provocada por v?¡rus Epstein-Barr, que penetra pelas vias a?®reas e localiza-se preferentemente nos linfonodos e no ba?ºo. O quadro cl?¡nico manifesta-se com febre elevada, adrenamegalia, esplenomegalia, erup- ? Salmonelose – termo que indica um grupo de afec?º?Áes provocadas por algumas esp?®cies ? Leishmaniose – zoonose que tem como agente transmissor insetos fleb??tomos, os quais, ao se alimentarem do sangue dos doentes, levam formas flageladas que se desenvolvem no intestino, transformando-se em forma infectante. Como medidas de preven?º?úo, uso de inseticidas de a?º?úo residual dentro da casa e arredores.

112. Resposta B O bicarbonato de s??dio ?® indicado para corrigir a acidose metab??lica, prejudicial ao funcio- namento do mioc?írdio, e a a?º?úo de drogas, como a adrenalina. A administra?º?úo ?® feita por via endovenosa.

113. Resposta E A aferi?º?úo do pulso deve ser realizada antes da administra?º?úo de digit?ílicos pois a sobrecar- ga digit?ílica causa bradicardia, bigeminismo do pulso, sons ect??picos, entre outros sinais.

114. Resposta D Na drenagem tor?ícica, liga-se a extremidade do cateter tor?ícico do paciente ?á tubula?º?óo que submerge at?® aproximadamente 2,5cm abaixo da superf?¡cie do soro fisiol??gico ou ?ígua desti- lada. O l?¡quido aquoso atua como v?ílvula de dire?º?úo ??nica, ou como veda?º?úo, para permitir o

fluxo do ar ou do l?¡quido do t??rax do paciente para a tubula?º?úo, mas n?úo o retorno. O sistema deve ter um suspiro para prevenir a oclus?úo causada pelo ar.

115. Resposta A A bexiga neurog?¬nica indica qualquer dist??rbio vesical por les?úo do sistema nervoso. Logo ap??s a les?úo medular, o enfermo n?úo percebe o desejo de urinar, devido ?á interrup?º?úo das vias sensitivas ao c?®rebro.

116. Resposta C A arteriosclerose, doen?ºa mais comum das art?®rias, se refere a um grupo de processos no qual a perda da elasticidade e o espessamento das paredes arteriais acontecem.

117. Resposta D As aplica?º?Áes frias s?úo contra-indicadas nos casos de estase circulat??ria porque causa vaso- constri?º?úo, diminuindo ainda mais a circula?º?úo do sangue nos vasos. Os benef?¡cios terap?¬u- ticos da compressa fria s?úo: redu?º?úo do fluxo sang???¡neo ?á parte do corpo lesada, prevenindo a forma?º?úo de edema, reduzindo inflama?º?úo, e dor localizada. Por exemplo, em caso de fra- turas, lacera?º?úo superficial e trauma articular.

118. Resposta A Hiperplasia ?® a prolifera?º?úo anormal das c?®lulas num tecido, tendo como conseq???¬ncia o aumento do volume do ??rg?úo; ?® tamb?®m denominada hipertrofia num?®rica. No caso em ques- t?úo trata-se da hiperplasia prost?ítica benigna.

119. Resposta C A gangrena gasosa ?® uma infec?º?úo grave causada por esp?®cies de C10stridium (especial- mente o Clostridium perfringens), a qual pode complicar fraturas expostas e feridas contusas ou laceradas. V?írias esp?®cies de Clostridium podem produzir gangrena gasosa. Estes orga- nismos s?úo anaer??bicos e formadores de esporos, e s?úo encontrados normalmente no trato intestinal do homem e na terra. Seu crescimento ocorre primeiramente em feridas profundas em que o suprimento de oxig?¬nio ?® reduzido, situa?º?úo esta refor?ºada pela presen?ºa de cor- pos estranhos ou de tecido necrosado que facilitam a redu?º?úo da tens?úo de oxig?¬nio nas feri- A instala?º?úo da gangrena gasosa ?® geralmente acompanhada de intensa dor s??bida no local da les?úo, ocorrendo de 1 a 4 dias ap??s o traumatismo. A ferida ?® altamente hiperest?®sica; pode-se observar uma descolora?º?úo bronzeada nas adjac?¬ncias cut?óneas. ?ë poss?¡vel per- ceber, palpa?º?úo, crepita?º?úo produzida pelo g?ís nos tecidos. A les?úo secreta um l?¡quido es- pumoso de odor f?®tido e adocicado. Os m??sculos comprometidos tornam-se negros ou p??r- pura-avermelhados. As ?íreas afetadas podem se ampliar rapidamente e as manifesta?º?Áes sist?¬micas tornam-se proeminentes. O paciente fica p?ílido, prostrado e apreensivo, mas costuma manter-se bastante alerta. O pulso e a respira?º?úo tornam-se r?ípidos, enquanto a temperatura geralmente n?úo ultrapassa 38,3??C. Podem ocorrer anorexias, diarr?®ias, v??mitos e colapso. ?ë freq??ente a morte por toxemia.

? Ap??s o contato com uma fonte de microrganismos (sangue ou fluidos corporais, mem- brana mucosa, pele ?¡ntegra ou objetos inanimados que podem estar contaminados); ? Ap??s a remo?º?úo das luvas.

121. Resposta B Ceratite ?® um processo inflamat??rio da c??rnea freq??entemente associado a conjuntivite. Quando profunda, pode ocasionar uma les?úo que se chama ??lcera de c??rnea. Manifesta-se com ardores, lacrima?º?úo, fotofobia e vis?úo desfocada.

122. Resposta C A bexiga neurog?¬nica indica qualquer dist??rbio vesical por les?úo do sistema nervoso. Logo ap??s a les?úo medular, o enfermo n?úo percebe o desejo de urinar, devido ?á interrup?º?úo das vias sensitivas ao c?®rebro. H?í dois tipos de bexiga neurog?¬nica: a esp?ística ?® causada por qualquer les?úo medular acima do arco reflexo da mic?º?úo; e a fl?ícida, que ?® causada pela les?úo do neur??nio motor inferior, mais comumente por trauma.

123. Resposta B A pun?º?úo vesical suprap??bica ?® feita cirurgicamente num ponto localizado aproximadamente a 5cm acima da s?¡nfise. Pode ser feita por pun?º?úo com agulha ou trocarte atrav?®s de um cateter que ?® introduzido profundamente na bexiga. A agulha ?® ent?úo retirada e o cateter permanece no local, sendo fixado ao corpo atrav?®s da sutura, fita adesiva, ou um outro sis- tema de fixa?º?úo.

124. Resposta B A flutua?º?úo do n?¡vel l?¡quido no tubo mostra que h?í uma comunica?º?úo efetiva entre a cavida- de pleural e o frasco de drenagem e proporciona uma indica?º?úo valiosa da permeabilidade do sistema de drenagem.

125. Resposta C A manobra de Heimlich ?® feita da seguinte forma: fique de p?® atr?ís da pessoa que est?í sufo- cando e coloque ambos os bra?ºos em torno de sua cintura, uma das m?úos segurando firme o pulso da outra. Ent?úo, r?ípida e rigorosamente, fa?ºa press?úo contra o diafragma da v?¡tima, apertando ligeiramente para cima, logo abaixo das costelas. A press?úo comprimir?í os pul- m?Áes e expelir?í o objeto aspirado.

126. Resposta D Para controlar a hemorragia, exerce-se press?úo na por?º?úo da c?írdia do est??mago, contra as varizes sangrantes, por um bal?úo tamponador duplo (sonda de Sengstaken-Blackmore). A sonda ?® passada atrav?®s da boca ou do nariz do paciente at?® o est??mago. O bal?úo, quando no est??mago, ?® inflado e o tubo ?® puxado levemente para exercer press?úo contra a c?írdia. O bal?úo esofagiano ?® ent?úo inflado at?® a press?úo desejada indicada pelo man??metro.

As endotoxinas produzidas pelo bacilo tet?ónico (Clostridium tetani) s?úo absorvidas pelos ner- vos perif?®ricos. Os nervos motores levam impulsos que produzem espasmos dos m??sculos faciais. O primeiro grupo muscular acometido ?® o da mand?¡bula e o paciente apresenta difi- culdades na degluti?º?úo e na abertura da boca devido ao espasmo dos m??sculos masseteria- nos (trismo), produzindo o t?úo conhecido riso sard??nico.

128. Resposta C A hipoglicemia apresenta como sintomas: cefal?®ias occipitais, sudorese, pele fria e ??mida, nervosismo, tonteira, taquicardia e tremores da extremidade. Como se trata de paciente so- nolento, o melhor a fazer ?® administrar glicose por via intravenosa, na tentativa de se restabe- lecer a glicemia.

129. Resposta D A cetoacidose ?® devida ?á aus?¬ncia ou quantidade inadequada de insulina (no diabetes melito tipo 1), determinando, dessa forma, a diminui?º?úo na utiliza?º?úo dos carboidratos e a destrui- ?º?úo acelerada de gordura e prote?¡nas, com a resultante desidrata?º?úo e perda de s??dio, po- t?íssio, cloreto e bicarbonato. Os sintomas iniciais incluem sede, anorexia, n?íusea, v??mito, dor abdominal, cefal?®ia, desaten?º?úo, sonol?¬ncia, fraqueza e respira?º?úo curta. A respira?º?úo tem odor adocicado e o h?ílito apresenta-se cet??nico. O paciente torna-se sonolento e em pouco tempo entra em coma.

130. Resposta B Cuidados ante um choque hipovol?¬mico: 131. Resposta E ? Aborde o paciente de um modo calmo, confiante e firme; esta atitude ?® terap?¬utica e aju- ? Mostre-se interessado e ou?ºa o paciente: encoraje-o a falar dos seus pensamentos e das ? Ofere?ºa explica?º?Áes apropriadas. Diga a verdade.

132. Resposta C Em caso de agita?º?úo psicomotora o principal objetivo ?® proteger o paciente de qualquer ocor- r?¬ncia, visando sua integridade f?¡sica. Deve-se procurar saber se o cliente tem passado de doen?ºa mental, hospitaliza?º?Áes, les?Áes ou enfermidades graves, se ?® usu?írio de drogas ou ?ílcool.

A queda da temperatura corporal pode ser: 134. Resposta C S?úo finalidades do banho no leito: ? Aliviar o desconforto da posi?º?úo continuada, do calor e da umidade; ? Limpar a pele retirando material de infec?º?úo, produtos externos do metabolismo e subs- t?óncias de decomposi?º?úo que s?úo irritantes e d?úo lugar a odores desagrad?íveis; ? Promover o relaxamento muscular e aliviar fadiga.

135. Resposta D ? Amniotomia – ruptura artificial da bolsa d’?ígua (membranas fetais), que deve ser realizada ? Episiotomia – incis?úo ou corte cir??rgico feito no per?¡neo com uma tesoura ou l?ómina de bisturi. Seu objetivo ?® ampliar a regi?úo vulvovaginal, facilitando o desprendimento fetal, ? Ooforectomia – remo?º?úo cir??rgica de um (unilateral) ou de ambos (bilateral) dos ov?írios. ?ë realizada para tratar cistos ovarianos, c?óncer de ov?írio ou um tumor dependente da a?º?úo estrog?¬nica. A ooforectomia bilateral pode ser efetuada durante a histerectomia SE ? Salpingectomia – extirpa?º?úo cir??rgica de uma tuba uterina.

136. Resposta C Anemia ?® a defici?¬ncia de hem?ícias devida a um defeito em sua produ?º?úo ou em sua sobre- viv?¬ncia. No paciente an?¬mico qualquer ferida, abras?úo ou ??lcera da membrana mucosa ou pele ?® um local de infec?º?úo em potencial, e deve ser protegida. A ocorr?¬ncia de choque, hematoma e desnutri?º?úo tamb?®m predisp?Áem ?á infec?º?úo em uma ferida.

137. Resposta D ? Menorragia – sangramento excessivo na ?®poca do fluxo menstrual regular. Na juventude pode ser devido a dist??rbios end??crinos. A menorragia com aumento da dura?º?úo dos pe- r?¡odos menstruais, na vida adulta, geralmente ?® devida a fatores patol??gicos gerais (hi- pertens?úo, mol?®stias metab??licas, emo?º?Áes intensas) e locais, como metrites. ? Hipermenorr?®ia – sangramento uterino excessivo ocorrendo a intervalos regulares, o pe- ? Metrorragia – hemorragia uterina independente da atividade uterina. Tem v?írias causas: ? Amenorr?®ia – aus?¬ncia de menstrua?º?úo.

As articula?º?Áes podem ser avaliadas quanto ?á extens?úo do movimento e quanto ?á for?ºa dos m??sculos que fletem e estendem as juntas. No caso de estar comprometida a mobilidade da articula?º?úo ou se estiver dolorosa, ela deve ser examinada em busca da presen?ºa ou au- s?¬ncia de l?¡quido dentro de sua c?ípsula (efus?úo), e procura-se um aumento na temperatura, que poder?í refletir inflama?º?úo ativa. O movimento passivo da articula?º?úo pode produzir um som de tritura?º?úo aud?¡vel, que ?® chamado crepita?º?úo.

139. Resposta D O excesso prim?írio na concentra?º?úo do bicarbonato b?ísico, comumente chamado de alcalo- se metab??lica ou alcalemia, pode ser causado por qualquer altera?º?úo cl?¡nica que aumente o bicarbonato b?ísico. Pode resultar da perda de uma secre?º?úo rica em c1oreto, como o suco Os sintomas s?úo: hipertonicidade dos m??sculos, tetania e respira?º?úo dif?¡cil. Achados labora- toriais revelam pH urin?írio de 7,0, bicarbonato plasm?ítico acima de 29mEqlL em adultos e acima de 25mEq/L em crian?ºas, pH plasm?ítico acima de 7,45 e pot?íssio plasm?ítico abaixo de 4mEqlL.

140. Resposta C Uma histerossalpingografia ?® um estudo radiol??gico do ??tero e das tubas uterinas (outrora denominadas trom- pas de Fal??pio) ap??s a inje?º?úo de um meio de contras- te. O procedimento diagn??stico ?® feito para estudar pro- blemas de esterilidade, para avaliar a permeabilidade tub?íria e para determinar a presen?ºa de patologia na A mulher ?® colocada na posi?º?úo de litotomia e o colo ?® exposto com um especulo bivaldo. Uma c?ónula ?® inseri- da no colo, e o corante radiopaco ?® injetado na cavidade uterina e nas trompas. Filmes de raios X s?úo tirados Figura 3.140 Posi?º?úo litot??mi- para mostrar a distribui?º?úo dos materiais de contraste. ca .

141. Resposta C A mic?º?úo normal ?® uma fun?º?úo indolor que ocorre 5 ou 6 vezes por dia e ocasionalmente 1 vez ?á noite. Cada pessoa elimina em torno de 1.200 a 1.500mL de urina em 24 horas. Este valor ?® modificado pela ingest?úo de l?¡quidos, sudorese, eleva?º?úo da temperatura, v??mitos ou diarr?®ia.

142. Resposta B Certas subst?óncias qu?¡micas, quando em contato com os tecidos, s?úo capazes de provocar queimaduras, cuja gravidade depende de sua concentra?º?úo, como por exemplo ?ílcalis c?íus- ticos (p. ex., a soda c?íustica). As queimaduras digestivas s?úo causadas pela ingest?úo de so- da c?íustica, acidentalmente ou intencionalmente, como nos casos de suic?¡dio. Como compli- ca?º?úo dessa queimadura digestiva temos a ??lcera g?ístrica, que ?® considerada um problema cir??rgico.

Para ajudar na remo?º?úo de secre?º?Áes espessas deve ser feita a percuss?úo e vibra?º?úo do t??rax, o que ajuda a deslocar o muco que adere aos bronqu?¡olos e br??nquios. Na percuss?úo, as m?úos do operador, postas em forma de concha, d?úo leves pancadas na parede tor?ícica, ritmicamente, flexionando e estendendo o pulso. O paciente utiliza a respira?º?úo diafragm?ítica durante esse procedimento, o que ajuda a relaxar.

144. Resposta E A freq???¬ncia normal do pulso ?® (por minuto): ? Homem: 60 a 70 bpm ? Mulher: 65 a 80 bpm ? Crian?ºas: 120 a 125 bpm ? Lactente: 125 a 130 bpm Os tipos de pulso s?úo: bradisf?¡gmico (lento); taquisf?¡gmico (acelerado); dicr??tico (d?í a impres- s?úo de dois batimentos). – bpm = batimentos por minuto

145. Resposta E A hipocalemia (baixo n?¡vel de pot?íssio sang???¡neo) pode ser causada por ingest?úo inadequa- da, diur?®ticos, v??mitos, diarr?®ia, drenagem nasog?ístrica excessiva. Os seguintes efeitos de K+ diminu?¡do podem ser observados em casos de: toxicidade digit?ílica, arritmias, alcalose metab??lica, enfraquecimento do mioc?írdio e parada card?¡aca.

146. Resposta C O edema pulmonar indica excesso de l?¡quido nos pulm?Áes, na qual o l?¡quido extravasou atra- v?®s das paredes dos capilares e est?í permeando as vias a?®reas, causando dispn?®ia grave. A aplica?º?úo de torniquetes rotativos (ou manguitos pneum?íticos infl?íveis) nas extremidades diminui o retorno venoso e o fluxo de sa?¡da do ventr?¡culo direito, ajudando a descongestionar os pulm?Áes.

147. Resposta E A estimula?º?úo da medula supra-renal resulta em imediata libera?º?úo de epinefrina (adrenalina). A norepinefrina ?® liberada nas termina?º?Áes finais de todas as fibras nervosas simp?íticas em resposta ?á estimula?º?úo el?®trica. A norepinefrina (nora- drenalina) no sangue circulante produz a constri?º?úo de todas as arter?¡olas em to- do o corpo, exceto daquelas que se localizam dentro do m??sculo card?¡aco. Como resultado, as press?Áes arteriais sist??lica e diast??lica elevam-se.

148. Resposta A Hidrocefalia ?® uma altera?º?úo da din?ómica do l?¡quido cerebrospinhal que leva ?á dilata?º?úo dos ventr?¡culos cerebrais, com o conseq??ente dano cerebral e sintomas Planejada a cirurgia, que consiste na coloca?º?úo de uma v?ílvula ou shunt que vai desde um ventr?¡culo cerebral at?® ??nico perit??nio ou ?ítrio direito do cora?º?úo, com capacidade de conduzir o fluxo de l?¡quido num sentido. Os cuidados de enferma- gem s?úo: manuten?º?úo do estado de nutri?º?úo; evitar processos que pressionem a cabe?ºa do paciente; usar um travesseiro especial de esponja para evitar les?Áes na cabe?ºa e, ao alimentar a crian?ºa, a cabe?ºa deve estar fixa.

A press?úo venosa central ?® a press?úo dentro do ?ítrio direito ou das grandes veias intrator?ícicas, sendo uma indica?º?úo do fluxo sang???¡neo para o cora?º?úo e da ca- pacidade do cora?º?úo de receb?¬-Io. A press?úo venosa central varia de 5 a 12cm H20. Comumente usam-se cent?¡metros de ?ígua para a medida da PVC.

150. Resposta A O exerc?¡cio f?¡sico ?® muito importante no tratamento do paciente com diabetes me- lito, porque acelera o metabolismo e a queima dos carboidratos, reduzindo, as- O programa de educa?º?úo do paciente diab?®tico ?® iniciado por ocasi?úo do diagn??s- tico e continua por toda a vida, com instru?º?Áes sobre os cuidados higi?¬nicos, na interpreta?º?úo dos teste de urina, na auto-administra?º?úo de insulina e nos rudimen- tos da dieta .

151. Resposta A A cetoacidose ocorre devido ?á aus?¬ncia ou quantidade inadequada de insulina, determinando dessa forma a diminui?º?úo na utiliza?º?úo dos carboidratos e a destru- i?º?úo acelerada de gorduras e prote?¡nas, com a resultante desidrata?º?úo e perda de s??dio, pot?íssio, cloreto e bicarbonato. Sinais e sintomas: inquietude, pele seca, enrubescimento da face, sede, v??mitos, dor abdominal, aspectos da pele (quente, seca e avermelhada), sonol?¬ncia, pulso r?ípido, respira?º?úo. O profunda, diminui- ?º?úo da press?úo, coma. Deve ser tratada imediatamente, devendo-se, como medi- da inicial, proceder a hidrata?º?úo generosa do enfermo (o que, habitualmente, concorre para a melhora da acidose).

152. Resposta C A reten?º?úo urin?íria ?® a incapacidade de expelir a urina da bexiga. O problema da reten?º?úo pode aparecer em qualquer p??s-operat??rio, em pacientes gravemente doentes, idosos e confinados ao leito. Um paciente pode desenvolver infec?º?úo como resultado de reten?º?úo, chegando at?® a causar deteriora?º?úo da fun?º?úo renal. Os cuidados de enfermagem, como adequar a posi?º?úo do paciente para encorajar a mic?º?úo, colocar as suas m?úos em ?ígua morna, devem ser usados para ajud?í-Io a urinar. N?úo se deve oferecer muito l?¡quido, pois a reten?º?úo urin?íria pode ser causa de insufici?¬ncia renal e, neste caso, o ac??mulo de l?¡quido pode ser ainda mais prejudicial ?á sa??de.

153. Resposta D A raquicentese por pun?º?úo lombar ?® feita pela inser?º?úo de uma agulha no espa?ºo subaracn??ide lombar com retirada do l?¡quido cerebrospinhal. O objetivo ?® medir a press?úo do l?¡quor, detectar o bloqueio subaracn??ide, aliviar a press?úo cerebrospi- nhal ou obter l?¡quido para exame. Ap??s a interven?º?úo, o paciente deve permane- cer deitado, tranq??ilo, em dec??bito ventral por algumas horas.

se: anotar os volumes de ingest?úo e elimina?º?úo; pesar o paciente; assegurar a ingest?úo da dieta prescrita; dar l?¡quidos doces a intervalos prescritos; verificar si- nais vitais; verificar n?¡vel de consci?¬ncia; avaliar quanto ?á evid?¬ncia de rea?º?Áes desagrad?íveis das drogas.

155. Resposta C O mecanismo da respira?º?úo opera no principio da press?úo negativa (a press?úo da cavidade tor?ícica ?® menor que a press?úo do ar exterior, causando press?úo para dentro da cavidade tor?ícica). Depois que o t??rax foi aberto, deve-se aplicar o v?í- cuo para restabelecer a press?úo negativa. A drenagem por meio de frascos her- meticamente fechados e com ?ígua para veda?º?úo ?® o m?®todo usado para restabe- lecer a press?úo negativa (a drenagem aberta permitiria que o ar fosse novamente aspirado para dentro da cavidade tor?ícica, conseq??entemente colabando o pul- m?úo). A ?ígua atua como veda?º?úo e impede que o ar seja novamente puxada para dentro do espa?ºo pleural.

156. Resposta A Altera?º?Áes na temperatura atmosf?®rica provocam maior efeito no paciente que possui doen?ºa vascular do que na pessoa sadia. O calor moderado ?® necess?írio para prover ou manter a circula?º?úo nas extremidades e proporcionar conforto. Is- so deve ser obtido por meio de roupas quentes, como roupas de baixo compridas, ou banhos mornos, almofadas el?®trica e banhos quentes que podem causar pro- blemas devido ?á fun?º?úo nervosa deficiente, antes de o paciente disso se aperce- ber. ?ë conveniente instruir o paciente para verificar a temperatura da ?ígua com o cotovelo antes de entrar no banho. O calor excessivo aumenta o metabol?¡smo que, por sua vez, vai requerer mais sangue oxigenado; esta necessidade n?úo po- de ser satisfeita devido ?á oclus?úo. Calor demasiado lesa tecidos mal oxigenados, e mesmo um pequeno trauma f?¡sico pode ser o ponto de partida para o desenvol- A exposi?º?úo ao frio deve ser evitada porque causa vasoconstri?º?úo e pode resultar em maior restri?º?úo ?á circula?º?úo para o membro afetado. Assim, no tempo frio de- vem ser usadas roupas adequadas.

157. Resposta C A oxigenoterapia ?® a administra?º?úo de oxig?¬nio em uma concentra?º?úo ou press?úo maior qu?¬ aquela encontrada na atmosfera ambiental. ?ë particularmente ??til no tratamento de estados hipox?¬micos, que resultam em transporte inadequado de oxig?¬nio pelo sangue. O oxig?¬nio ?® distribu?¡do por um cilindro, ou sistema de en- canamento. Um man??metro de redu?º?úo ?® necess?írio para reduzir a press?úo ao fluxo adequado, enquanto o medidor de fluxo regula a sa?¡da de O2 em litros por minuto. O oxig?¬nio ?® umedecido pela passagem atrav?®s de um sistema de umidi- fica?º?úo para prevenir o ressecamento das membranas mucosas da ?írvore respi- rat??ria. O oxig?¬nio pode ser administrado por diversos meios: cateter nasal, cate- ter orofar?¡ngeo, mascara facial e tenda. Seja qual for o meio, o cilindro deve ser aberto e regulado o man??metro antes de colocar o cateter ou a m?íscara para evi- tar efeitos t??xicos devido ao excesso de O2.

mia reflete insufici?¬ncia medular, perda excessiva de hem?ícias, ou ambas (entre outras causas). A insufici?¬ncia medular, isto ?®, eritropoiese reduzida, pode ocorrer como conseq???¬ncia de defici?¬ncia nutricional, exposi?º?úo t??xica, invas?úo tumoral, infec?º?Áes ou, como em muitos casos, por causa desconhecida. As c?®lulas verme- lhas podem ser perdidas devido ?á hemorragia ou hiper-hem??lise (destrui?º?úo au- mentada). Neste ??ltimo caso, o problema pode resultar de um defeito da hem?ícia incompat?¡vel com sua sobreviv?¬ncia normal, ou por algum fator extr?¡nseco a ela ? Linfocitose – excesso de linf??citos normais no sangue ou em qualquer derrame ? Leucemia – tipo de doen?ºa (neoplasia) hematol??gica.

159. Resposta C A pancreatite aguda ou inflama?º?úo do p?óncreas ocorre pela auto-digest?úo pan- cre?ítica pelas enzimas produzidas por este ??rg?úo, principalmente a tripsina. O uso prolongado de ?ílcool ?® ma causa comum de epis??dios agudos de pancreatite. Outras causas menos comuns de pancreatite incluem infec?º?Áes virais ou bacteri- anas. O diagn??stico ?® baseado em uma hist??ria de dor abdominal, presen?ºa de fatores de risco desconhecidos, achados de exames f?¡sicos e diagn??sticos sele- cionados. A amilase s?®rica ?® o exame laboratorial mais importante no aux?¡lio do diagn??stico. Os n?¡veis de amilase urin?íria tornam-se elevados e assim permane- cem por mais tempo do que os n?¡veis de amilase s?®rica. Seus mais altos n?¡veis s?úo determinados em 24 horas, por r?ípida queda para n?¡veis normais, dentro de 48 a 72 horas.

160. Resposta A A dose de insulina ?® ajustada de acordo com o grau de glicose e com a ?®poca de seu aparecimento. A determina?º?úo da glicose sang???¡nea ?® feita periodicamente Na aus?¬ncia de complica?º?Áes, o tratamento pode ser iniciado com 10 a 20 unida- des de insulina lenta ou NPH, dadas subcutaneamente antes do desjejum. Ver Figura 3.9.

161. Resposta D O v?¡rus HIV ?® transmitido: ? Pela m?úe que contamina o filho, durante a gesta?º?úo, parto e aleitamento ma- terno.

de 10 anos t?¬m alguma evid?¬ncia de retinopatia ap??s os 15 anos, tr?¬s quartos t?¬m altera?º?Áes e ap??s 25 anos, 95 % s?úo atingidos pelas acelera?º?Áes retinianas.

163. Resposta B A aplica?º?úo de torniquetes rotativos nas extremidades diminui o retorno venoso e o fluxo da sa?¡da do ventr?¡culo direito, ajudando a descongestionar os pulm?Áes. Uma extremidade deve estar livre do torniquete em cada intervalo de tempo. Sol- tar um torniquete a cada 15 minutos; aplic?í-Io ent?úo ?á extremidade previamente livre s?úo rodados no sentido dos ponteiros do rel??gio. Quando os sintomas do pa- ciente forem aliviados, os torniquetes s?úo retirados, removendo-se um de cada vez a intervalos de 15 minutos. A remo?º?úo simult?ónea de todos os torniquetes pode precipitar recorr?¬ncia de edema pulmonar.

164. Resposta A Muco ligeiramente sanguinolento ?® o primeiro tipo de secre?º?úo que sai pelo tubo de traqueostomia e depois diminui gradualmente e desaparece. Todas as secre- ?º?Áes s?úo retiradas cuidadosamente para impedir que sejam aspiradas pelo paci- ente. Utiliza-se um cateter esterilizado de polietileno ou borracha conectado a um aparelho de suc?º?úo. O cateter ?® umedecido com solu?º?úo salina est?®ril e ent?úo A suc?º?úo ?® aplicada intermitentemente por per?¡odos n?úo superiores a 10 ou 15 segundos a cada 3 minutos, at?® que se removam as secre?º?Áes. Se a remo?º?úo completa do muco n?úo for feita quando necess?íria, as secre?º?Áes, quando secas, podem causar obstru?º?úo.

165. Resposta E O choque ?® uma condi?º?úo de comprometimento grave de perfus?úo tecidual. Mani- festa?º?Áes cl?¡nicas: hipotens?úo, taquicardia, taquipn?®ia, palidez, inquieta?º?úo, ex- tremidades frias e ??midas, olig??ria, acidose metab??lica.

166. Resposta A A dispn?®ia ?® um sintoma comum a muitas condi?º?Áes pulmonares e card?¡acas, particularmente quando aumenta a rigidez pulmonar e a resist?¬ncia das vias a?®- reas. A avalia?º?úo pela enfermagem tem como objetivo determinar as circunst?ón- cias que produzem a dispn?®ia. O tratamento da dispn?®ia depende do sucesso com que a causa pode ser aliviada. Algumas vezes consegue-se al?¡vio do sinto- ma colocando-se o paciente em repouso com a cabe?ºa elevada ou em posi?º?úo de Fowler; nos casos graves, utiliza-se administra?º?úo de oxig?¬nio.

167. Resposta A Pacientes de alto risco para desenvolver diabetes melito tipo 2 ? Pessoas com antecedentes de infec?º?Áes;

168. Resposta D A drenagem por meio de frascos hermeticamente fechados e com ?ígua para ve- da?º?úo ?® o m?®todo usado para restabelecer a press?úo negativa. A drenagem aber- ta permite que o ar seja novamente aspirado para dentro da cavidade tor?ícica, conseq??entemente colapsando o pulm?úo. A ?ígua atua como veda?º?úo e impede que o ar seja novamente puxado para dentro do espa?ºo pleural. A incis?úo cir??rgi- ca da parede tor?ícica quase sempre causa pneumot??rax (ac??mulo de gases no interior da cavidade pleural).

169. Resposta D No ato comum da respira?º?úo, o nariz e a faringe umedecem o ar inspirado e fil- tram a poeira, o que n?úo ?® poss?¡vel para o paciente com traqueostomia. Portanto, torna-se necess?írio que o ar seja continuamente umedecido, pelo menos nos primeiros 2 ou 3 dias, para evitar o ressecamento das secre?º?Áes e, assim, a for- ma?º?úo de tamp?úo mucoso e obstru?º?úo da c?ónula. N?®voa saturada de umidade pode ser fornecida pelo nebulizador ultra-s??nico ou pela inala?º?úo de agentes mu- col?¡ticos, solu?º?úo salina ou ?ígua destilada. A ingest?úo adequada de l?¡quidos tam- b?®m auxilia a umidifica?º?úo.

170. Resposta B A administra?º?úo de insulina ?® feita por via subcut?ónea, devendo-se sempre variar o local de aplica?º?úo devido ?á ocorr?¬ncia de lipodistrofia insul?¡nica, que ?® a atrofia ou a hipertrofia do tecido gorduroso subcut?óneo no local da inje?º?úo. Se a insulina ?® injetada em ?íreas fibrosas, a absor?º?úo ?® irregular e a a?º?úo imprevis?¡vel. Ver Fi- guras 1.41 e 3.9.

171. Resposta A O d?®ficit de pot?íssio, conhecido como hipocalemia, est?í freq??entemente associa- do ?á perda de pot?íssio pelos rins e ?® mais observado ap??s o uso de poderoso diur?®tico (furosemida). O paciente queixa-se de fraqueza muscular, bromidrose (sudorese de mau cheiro, mais comum nos p?®s), diminui?º?úo ou aus?¬ncia de refle- xos, m??sculos fl?ícidos, como bolsas de ?ígua mal cheias.

172. Resposta E A rea?º?úo anafil?ítica constitui numa hipersensibilidade anafil?ítica imediata, cuja rea?º?úo come?ºa minutos ap??s a exposi?º?úo ao ant?¡geno. Pode haver uma rea?º?úo tardia em at?® 24 horas quando os mediadores qu?¡micos continuam a ser libera- dos, sendo tal rea?º?úo mediada por anticorpos IgE (tamb?®m chamados reaginas). Os sintomas consistem em urtic?íria, angioedema, prurido, eritema, hipotens?úo, choque, arritmias card?¡acas, edema de laringe, n?íuseas, v??mitos, diarr?®ias e in- contin?¬ncia. A administra?º?úo de anti-histam?¡nicos tamb?®m pode ser utilizada para prevenir recidiva da rea?º?úo e para urtic?íria e angioedema.

A terapia anticoagulante ?® a administra?º?úo de medica?º?úo para retardar o tempo de coagula?º?úo sang???¡nea, para prevenir forma?º?úo de trombos e impedir a exten- s?úo de trombos j?í formados. A principal complica?º?úo da terapia anticoagulante com qualquer droga ?® a ocorr?¬ncia de sangramento espont?óneo em qualquer lo- cal do corpo. Os testes de sangue, como, por exemplo, PTT, s?úo periodicamente esquematizados para determinar como o sangue est?í coagulando e se ?® neces- s?íria uma altera?º?úo na dosagem da medica?º?úo.

174. Resposta A O tratamento de emerg?¬ncia se refere ?á assist?¬ncia prestada ?á pacientes com necessidades urgentes e cr?¡ticas. Deve ficar bem claro que o tratamento ?® minis- trado sob a dire?º?úo de um m?®dico. Os seguintes princ?¡pios s?úo aplic?íveis ao tra- tamento de emerg?¬ncia em qualquer paciente: ? Manter uma via a?®rea perme?ível; usar medidas de ressuscita?º?úo quando ne- ? Registrar sinais vitais.

175. Resposta C Se o paciente n?úo puder tossir eficazmente, a aspira?º?úo traqueal pode ser neces- s?íria para a remo?º?úo das secre?º?Áes retidas. Se o paciente permanece em uma s?? posi?º?úo, haver?í reten?º?úo das secre?º?Áes br??nquicas nas por?º?Áes inferiores do pulm?úo, portanto, a mudan?ºa de dec??bito tamb?®m facilita esta remo?º?úo.

176. Resposta E O envenenamento por mon??xido de carbono acontece em acidentes industriais ou dom?®sticos e por tentativa de suic?¡dio. A sintomatologia ?® uma combina?º?úo progressiva de cefal?®ia, sonol?¬ncia, coma, acompanhada pelo aspecto averme- lhado da pele. O tratamento consiste em administrar oxig?¬nio a 100% com m?ís- cara. Podem ser efetuadas transfus?Áes de sangue com o objetivo de fazer circular novamente hemoglobina n?úo combinada com o mon??xido.

177. Resposta C Infec?º?úo hospitalar ?® aquela adquirida durante a hospitaliza?º?úo. A maior parte dos bacilos Gram-negativos n?úo representa amea?ºa para hospedeiros normais, mas eles se tornam invasores em indiv?¡duos com mecanismos de defesa diminu?¡dos. Podem infectar queimaduras ou feridas, penetrar na bexiga por meio de sonda de demora, ser inalados para o pulm?úo atrav?®s de equipamentos de ventila?º?úo con- taminado, entre outros.

178. Resposta B Como caracter?¡sticas de desidrata?º?úo aguda em crian?ºas t?¬m: ? Sede – extrema;

? Peso ÔÇô queda de 5 a 10% 179. Resposta C Pir??genos s?úo subst?óncias estranhas que podem causar rea?º?úo febril e est?úo por vezes presentes na solu?º?úo de infus?úo ou no material usado na administra?º?úo. Os sintomas de rea?º?úo pirog?¬nica come?ºam aproximadamente 30 minutos ap??s o in?¡cio da infus?úo e compreendem eleva?º?úo brusca da temperatura acompanhada de fortes calafrios, dores nas costas, cefal?®ia, mal-estar geral, n?íuseas e v??mitos. Poder?í ocorrer colapso vascular com hipotens?úo e cianose, se a rea?º?úo for gra- ve.

180. Resposta C Cateterismo vesical ?® a retirada de urina por meios artificiais. Tem por finalidades: retirar a urina quando falharem todos os meios para fazer o paciente urinar; quando ?® necess?írio enviar ao laborat??rio uma amostra de urina para exame mi- crosc??pico; antes de determinados exames, se o paciente n?úo consegue urinar espontaneamente.

181. Resposta E A drenagem postural ?® usada para ajudar a mobilizar as secre?º?Áes e desloc?í-Ias em dire?º?úo ao br??nquio fonte e ?á carina, de onde podem ser tossidas ou aspira- das. Essas secre?º?Áes acumulam-se na por?º?úo inferior do pulm?úo porque o paci- ente est?í, geralmente, em posi?º?úo ereta; mudando-se seq??encialmente o pacien- te de postura, a for?ºa da gravidade ajuda a drenar as secre?º?Áes das vias a?®reas br??nquicas menores para os br??nquios principais e a traqu?®ia.

182. Resposta A ? IAM – Manifesta?º?Áes cl?¡nicas: dor tor?ícica intensa e persistente, n?íuseas, v??- mitos, sudorese, apreens?úo, pulso r?ípido irregular e fraco.

183. Resposta C Se o paciente com dreno de t??rax tem que ser transportado a outra ?írea, colocar o frasco de drenagem abaixo do n?¡vel do t??rax para prevenir o refluxo de l?¡quido para o espa?ºo pleural. Pin?ºas hemost?íticas devem ser fixadas ?á roupa do pacien- te enquanto ele estiver sendo transportado.

ras ap??s a inocula?º?úo. Deve ser lido sob boa ilumina?º?úo, com o antebra?ºo fletido sobre o cotovelo. Uma ?írea de indura?º?úo medindo 10mm ou mais de di?ómetro ?® interpretada como reator positivo. O eritema (vermelhid?úo) n?úo tem valor; somen- te a indura?º?úo.

185. Resposta E Ao proceder uma hemotransfus?úo o profissional deve conferir atentamente o r??tu- lo de do sangue, prova cruzada, receptor. Deve-se registrar o tempo no qual o sangue come?ºa e ?® interrompido, controlar o pulso e a temperatura durante a transfus?úo e ficar alerta para qualquer altera?º?úo ou queixa como: dispn?®ia, n?íu- seas, v??mitos, urtic?írias ou outros sintomas que possam indicar qualquer rea?º?úo.

186. Resposta A Fototerapia ?® uma terap?¬utica que se utiliza dos benef?¡cios medicinais que podem ser extra?¡dos das radia?º?Áes. ?ë um cuidado aplicado ao rec?®m-nascido ict?®rico, e est?í indicado em casos de hiperbilirrubinemia nos primeiros dias de vida, como forma de evitar que a bilirrubinemia alcance valores perigosos. O tratamento con- siste em expor a crian?ºa ?á luz azul de comprimento de onda entre 425 e 475nm, ou ?á luz ultra-azul ou luz branca. Com a luz, obt?®m-se dois resultados: decompor Prote?º?úo especial: ? Manter uma dist?óncia m?¡nima entre o foco de luz e o rec?®m-nascido. (m?¡nimo ? Interpor uma tela de pl?ístico entre as l?ómpadas e o rec?®m-nascido; ? Utilizar uma venda ocular opaca, que deve ser retirada a cada tr?¬s horas com o fim de proceder ?á limpeza da ?írea, para prevenir irrita?º?Áes ou escoria?º?Áes produzidas pela venda e detectar precocemente secre?º?úo ocular e/ou conjun- ? N?úo utilizar len?ºos umedecidos, sabonetes hidratantes ou pomadas no rec?®m- nascido enquanto estiver em fototerapia, pois podem ocorrer queimaduras; ? Controlar temperatura axilar a cada quatro horas e conferir a temperatura am- biente com motivo de detectar a hipertemia precocemente, que pode ser cau- ? Utilizar panos brancos nas laterais do aparelho convencional, quando o re- c?®m-nascido estiver no ber?ºo comum, com o objetivo de aumentar a reflex?úo da luz e evitar corrente de ar.

187. Resposta C A insulina deve ser aplicada por via subcut?ónea, fazendo-se rod?¡zio nos locais de aplica?º?úo para evitar fibrose na ?írea e prejudicar a a?º?úo e absor?º?úo do medica- mento. Ver Figura 3.9

? Cabe?ºa e pesco?ºo – 9% ? Regi?úo tor?ícica – 18% (frente) ? Regi?úo tor?ícica – 18% (costas) ? Per?¡neo – 1 %

189. Resposta E V?írios tipos de les?Áes no flanco, costas ou abd??men superior podem resultar em contus?úo, lacera?º?Áes ou ruptura do rim ou les?úo do ped?¡culo. A les?úo renal mais comum ?® a simples e restrita contus?úo ou lacera?º?úo interna do rim. Os rins rece- bem metade do fluxo sang???¡neo da aorta abdominal; por isso, uma pequena lace- ra?º?úo renal pode produzir sangramento maci?ºo. O aparecimento de sangue na urina ap??s uma les?úo nos quadris sugere a possibilidade de uma les?úo renal, da?¡ Em pequenas les?Áes renais, a cura pode ocorrer com medidas conservadoras. O paciente ?® colocado em repouso no leito. Podem ser necess?írias infus?Áes intra- venosas porque o sangramento retroperitoneal ?® capaz de produzir um ?¡leo refle- xo. Uma amostra de urina ?® recolhida de cada mic?º?úo para exame e an?ílise labo- ratorial, seguindo-se assim o curso e o grau da hemat??ria.

190. Resposta A O tipo mais perigoso de rea?º?úo transfusional ocorre quando o sangue do doador ?® incompat?¡vel com o do receptor. Os anticorpos no plasma do receptor combi- nam-se rapidamente com os eritr??citos do doador e as c?®lulas s?úo hemolisadas tanto na circula?º?úo quanto no sistema reticuloendotelial. A hem??lise mais r?ípida ocorre na incompatibilidade ABO, isto ?®, se o doador for do grupo A e o receptor do grupo O (e, portanto, tem anticorpos anti-A e anti-B). Os sistemas consistem em calafrios, dor lombar, cefal?®ias, n?íuseas ou opress?úo no peito, seguidas por febre, hipotens?úo e colapso vascular. Rea?º?Áes intensas geralmente come?ºam 10 minutos ap??s o in?¡cio da transfus?úo. A enfermeira deve reconhecer a rea?º?úo pron- tamente e interromper a transfus?úo na mesma hora; os riscos de epis??dio fatal s?úo bem menores se menos de 100mL de sangue incompat?¡vel tiver sido trans- fundido.

191. Resposta C Em tecidos saud?íveis, a cicatriza?º?úo de uma ferida tem uma velocidade normal ??tima. N?úo h?í meios de essa velocidade ser acelerada, mas h?í m?®todos que au- xiliam o processo de repara?º?úo. Inclui um n?¡vel nutricional adequado do indiv?¡duo, atrav?®s de dieta pr??pria. Elementos prot?®icos e vitamina C s?úo exemplos de ne- cessidades essenciais.

192. Resposta D O come?ºo da pneumonia bacteriana (mais comumente relacionada ao Strepto- coccus pneumoniae) aguda ?® precipitado. O paciente tem acesso s??bito de cala- frios, febre rapidamente ascendente (3S,5?? a 40,5??C) e dor tor?ícica em punhala- da, agravada pela respira?º?úo e pela tosse; parece gravemente doente, com ta- quipn?®ia pronunciada, transpira abundantemente e o pulso ?® r?ípido e saltitante e com freq???¬ncia fica cian??tico.

A vaginite por mon?¡lia ?® uma infec?º?úo f??ngica causada pela Candida albicans. O corrimento vaginal ?® irritante, aquoso e tenaz, e pode conter part?¡culas brancas. Causa prurido e ardor podendo levar a vaginites severas. A droga de escolha ?® a nitastina creme, vaginal.

194. Resposta A ? Prurido – sensa?º?úo de irrita?º?úo cut?ónea que provoca necessidade de co?ºar. ? Eritema – vermelhid?úo da pele, circunscrita ou geralmente tempor?íria. ? Flictena – cole?º?úo localizada de l?¡quido na epiderme produzida por queimadu- ? Edema – aumento de volume em uma dada regi?úo.

195. Resposta A O oxig?¬nio em excesso pode exercer efeitos t??xicos sobre os pulm?Áes e o siste- ma nervoso central e/ou resultar em depress?úo da ventila?º?úo em certas condi- ?º?Áes, como doen?ºa pulmonar obstrutiva cr??nica (DPOC). A necessidade de oxi- g?¬nio ?® avaliada pela oximetria de pulso, como tamb?®m pela avalia?º?úo cl?¡nica a- trav?®s da gasometria pelo sangue arterial. O oxig?¬nio, portanto, deve ser adminis- trado com cuidado e seu efeito sobre cada paciente, dever?í ser cuidadosamente avaliado.

196. Resposta B Sinais da parada cardiorrespirat??ria: ? Fal?¬ncia da fun?º?úo ventilat??ria: determinada pela aus?¬ncia de murm??rio vesi- ? Fal?¬ncia da bomba card?¡aca: reflete-se clinicamente pela aus?¬ncia do pulso ? Estado de inconsci?¬ncia: reflete redu?º?úo da perfus?úo cerebral (hipoxia).

197. Resposta B Queimaduras de 2U grau: ? Apar?¬ncia – flictenas (bolhas contendo l?¡quido ou pus em seu interior); base pontilhada de vermelho, altera?º?úo da epiderme, superf?¡cie gotejante, edema; ? Evolu?º?úo – recupera?º?úo em 2 a 3 semanas, algumas cicatrizes e hipopigmen- ta?º?úo; a infec?º?úo pode converter a queimadura para 3?? grau.

corpo, colocar uma gaze est?®ril ou pano limpo seco diretamente sobre o ferimen- to, pressionar bem com a m?úo ou com uma atadura (curativo compressivo).

199. Resposta D No paciente politraumatizado, al?®m de todos os cuidados necess?írios, deve-se controlar o choque hipovol?¬mico (decorrente da perda sang???¡nea, que por sua vez ?® secund?íria ?á les?úo vascular) atrav?®s de: ? Cateteriza?º?úo de veia para reposi?º?úo de perdas sang???¡neas e administra?º?úo ? Sondagem vesical para avalia?º?úo do d?®bito urin?írio – o fluxo urin?írio indica se ? Registro cronol??gico dos par?ómetros: administra?º?úo e perda de l?¡quidos, si- nais vitais, principalmente pulso e PA, medicamentos.

200. Resposta C ? Polifagia – dist??rbio patol??gico do apetite que leva o portador ao aumento do ? Polaci??ria – mic?º?úo que ocorre mais freq??entemente que o comum quando Al?®m da polifagia (aumento do apetite) o paciente diab?®tico pode apresentar gli- cos??ria (glicose na urina), polidipsia (sede intensa), poli??ria (aumento do volume urin?írio).

201. Resposta E Se a assist?¬ncia for prestada por apenas uma pessoa, intercalam-se duas venti- la?º?Áes para 15 massagens card?¡acas. No caso de duas pessoas, a propor?º?úo ?® de uma ventila?º?úo para cinco massagens.

202. Resposta C Feridas incisas: s?úo aquelas provocadas por agentes cortantes como faca, gilete, navalha, bisturi, e outras. As bordas do ferimento apresentam-se uniformes.

203. Resposta E Em pacientes com volume sang???¡neo normal ou aumentado, a adi?º?úo de sangue total ou concentrado de eritr??citos pode precipitar edema pulmonar. Os sinais a serem procurados s?úo dispn?®ia, ortopn?®ia, cianose, ansiedade s??bita e eleva?º?úo da PVC e estertores pulmonares.

var a poss?¡vel queda arterial, a press?úo venosa que aumenta (aten?º?úo ?ás veias do pesco?ºo), e o cora?º?úo pequeno e silencioso (auscultar as bolhas card?¡acas com o estetosc??pio). O pulso paradoxal (a press?úo arterial cai e flutua com a res- pira?º?úo) pode ocorrer no in?¡cio do desenvolvimento do tamponamento card?¡aco. Descrito originalmente por Kussmaul para descrever a diminui?º?úo da amplitude do pulso arterial quando da inspira?º?úo em pacientes com pericardite constritiva ou tamponamento peric?írdio. Entretanto, sabe-se que tamb?®m pode ocorrer em ca- sos de mediastinopericardite, mediastinites, TU de mediastino, em alguns gran- des derrames pleurais, nos espasmos da glote e, mais ami??de, em doen?ºa obs- trutiva das vias a?®reas. Nada mais ?® que uma exacerba?º?úo de um fen??meno fisio- l??gico, em que durante a inspira?º?úo a diminui?º?úo da press?úo intrator?ícica promo- ve um aumento do retorno venoso ?ás cavidades direitas do cora?º?úo, dilatando-as e empurrando o septo interventricular para a esquerda, que associado ao aumen- to da capacit?óncia do leito venoso pulmonar, reduzindo o retorno de sangue ?ás cavidades esquerdas do cora?º?úo, contribuem para uma diminui?º?úo do d?®bito sis- t??lico e conseq??entemente do pulso arterial. Para pesquisar o pulo paradoxal, de- vemos inflar o manguito at?® alguns mmHg acima da press?úo sist??lica m?íxima e, com o paciente respirando, se poss?¡vel tranq??ilamente, reduzimos lentamente a press?úo do manguito at?® o n?¡vel sist??lico, observando atentamente o n?¡vel de press?úo em que s?úo ouvidos os primeiros ru?¡dos de Korotkoff na expira?º?úo. Con- tinuamos diminuindo a press?úo do manguito at?® percebermos em que n?¡vel de press?úo consegue-se ouvir os sons de Korotkoff por todo o ciclo respirat??rio. Normalmente a diferen?ºa entre estes dois n?¡veis n?úo ultrapassa 3 ou 4 mmHg. A diferen?ºa entre esses n?¡veis de press?úo, superior a 10mmHg, indica o pulso para- O tratamento ?® a pericardiocentese imediata (aspira?º?úo do l?¡quido do peric?írdio por meio se agulha).

205. Resposta B As complica?º?Áes do marca-passo implantado originam-se de: O mau funcionamento do marca-passo deve-se ?á falha de um ou mais componen- tes do sistema. Pode ocorrer tamb?®m quebra ou deslocamento dos eletrodos, ge- ralmente nas primeiras horas ou semanas ap??s o implante.

206. Resposta E No ato comum da respira?º?úo, o nariz e a faringe umedecem o ar inspirado e fil- tram a poeira. No caso de suporte ventilat??rio, deve-se fazer uso de umidificador para que a fun?º?úo seja preservada.

207. Resposta A O paciente que apresenta coma hep?ítico iminente deve ser observado v?írias ve- zes por dia quanto ao seu estado neurol??gico. Uma das primeiras manifesta?º?Áes observadas ?® a altern?óncia do padr?úo sono-vig?¡lia. Sua elimina?º?úo e ingest?úo de l?¡quidos e, se poss?¡vel, o seu peso deve ser avaliado diariamente. Os sinais vitais devem ser medidos e anotados a cada 4 horas. Caso se torne aparente a imin?¬n- cia do coma hap?ítico, a ingest?úo prot?®ica pelo paciente deve ser muito diminu?¡da ou eliminada totalmente.

As secre?º?Áes s?úo aspiradas por um cateter esterilizado de polietileno ou borracha conectado a um aparelho de suc?º?úo. Para n?úo irritar o revestimento da traqu?®ia, a suc?º?úo ?® desligada ?á medida que o cateter ?® introduzido. A suc?º?úo ?® ajustada ao tipo de secre?º?úo a ser removida.

209. Resposta B Os estados hipox?¬micos resultam do transporte inadequado de oxig?¬nio pelo sangue. Os sinais cl?¡nicos incluem altera?º?Áes no estado mental, dispn?®ia, aumen- to da press?úo sang???¡nea, mudan?ºas no ritmo card?¡aco, arritmias, cianose e ex- tremidades frias.

210. Resposta D As feridas cir??rgicas s?úo, por sua pr??pria natureza, feridas premeditadas. Isso permite que o cirurgi?úo tente reduzir quaisquer riscos de complica?º?úo. ?Ç medida que se realizam cirurgias cada vez mais sofisticadas, muitas vezes em pacientes relativamente idosos, as complica?º?Áes continuam a ser um risco. Um aspecto no cuidado de enfermagem ?® monitorar o progresso da ferida, para que haja a identi- fica?º?úo precoce de quaisquer problemas.

211. Resposta A O nome flutter atrial indica uma r?ípida “vibra?º?úo” regular do ?ítrio. As ondas P a- parecem “denteadas” porque n?úo v?¬m do foco do modo sinusal e tamb?®m porque O tratamento inicial cl?íssico do flutter atrial sempre foi ?á digital, que bloqueia par- cialmente o modo AV e permite que poucas ondas P passem atrav?®s dos ventr?¡- culos e assim diminuam a freq???¬ncia do pulso. ?ë importante a diminui?º?úo da fre- q???¬ncia do pulso (freq???¬ncia ventricular) porque o cora?º?úo n?úo tem tempo sufici- ente para se encher de sangue quando se contrai rapidamente. Se o cora?º?úo n?úo se enche adequadamente, o ac??mulo de sangue nos tecidos do corpo leva ?á in- sufici?¬ncia congestiva.

212. Resposta B Classifica?º?úo Caracter?¡sticas da queimadura 1?? grau 2?? grau 3?? grau Superficial com presen?ºa de edema e eritema Eritema intenso, edema e flictena Tecido subcut?óneo, m??sculo, ??sseo atingido.

213. Resposta B A raz?úo b?ísica para o estudo das enzimas s?®ricas ?® que o m??sculo card?¡aco ?® rico em enzimas que liberam diferentes rea?º?Áes bioqu?¡micas. Elas ficam significa- tivamente aumentadas ap??s o infarto do mioc?írdio porque s?úo liberadas por c?®lu- las mioc?írdicas lesadas ou mortas. Essas eleva?º?Áes podem ocorrer num per?¡odo de 12 a 24 horas. Mesmo que o eletrocardiograma seja normal (pois ?ás vezes

demora at?® 72 horas para mostrar ?írea infartada), a eleva?º?úo dessas enzimas s?®ricas exige a m?íxima aten?º?úo no tratamento do indiv?¡duo.

214. Resposta D T??rax + abd??men 18% MID = 18% MIE = 18% MSD = 9% TOTAL = 63%

215. Resposta A Hipotermia ?® o estado em que o paciente apresenta temperatura abaixo do nor- mal, causando tremores de frio. Os tremores representam uma tentativa de aque- cimento corp??reo mediado pela movimenta?º?úo muscular.

216. Resposta A A intuba?º?úo endotraqueal ?® a passagem de um tubo atrav?®s da boca ou do nariz pela traqu?®ia. ?ë feita para proporcionar uma via a?®rea, quando o paciente tem dificuldade respirat??ria que n?úo pode ser tratada por modos mais simples. Como em qualquer outra modalidade de tratamento, existem desvantagens nos tubos endotraqueais. Uma delas ?® que o tubo causa desconforto. O reflexo de tosse ?® suprimido devido fechamento da glote e, dessa forma, impede a gera?º?úo de alta press?úo intrator?ícica necess?íria para produzir uma tosse expulsiva. As secre?º?Áes tendem a se tornar espessas e viscosas, porque o efeito aquecedor e umidificador do trato respirat??rio superior ?® eliminado. Os reflexos da degluti?º?úo, compostos pelos reflexos gl??tico, far?¡ngeo e lar?¡ngeo, tamb?®m est?úo deprimidos por causa do desuso prolongado e do trauma mec?ónico devido ?á presen?ºa do tu- bo endotraqueal. Pode-se desenvolver ulcera?º?úo e estreitamento da laringe ou da traqu?®ia. Finalmente, o paciente n?úo pode falar. Ver Figura 1.103.

217. Resposta D Rea?º?Áes pirog?¬nicas – pir??genos s?úo prote?¡nas estranhas que podem causar rea- ?º?úo febril, fortes calafrios, dores nas costas, cefal?®ia, mal-estar geral, n?íuseas e v??mitos. A gravidade da rea?º?úo depende da quantidade de pir??genos infundidos, da velocidade do fluxo e da suscetibilidade do paciente.

218. Resposta B Um m?®todo direto para o estudo e visualiza?º?úo da bexiga ?® pelo exame cistosc??- pio. O cistosc??pio tem um sistema interno de lentes ??pticas e fornece uma vis?úo da bexiga iluminada e aumentada. H?í tamb?®m um sistema que permite a catete- riza?º?úo ureteral at?® o rim. O cistosc??pio pode ser manipulado para permitir com- pleta visibilidade de toda a bexiga, al?®m de permitir ao urologista obter uma a- Os c?ílculos podem ser removidos da uretra, bexiga e ureter pelo cistosc??pio.

A alcalose respirat??ria ?® causada por hiperventila?º?úo alveolar e caracteriza-se pela redu?º?úo da press?úo parcial do di??xido de carbono (PaCO) arterial a menos de 35mmHg e pela eleva?º?úo do pH sang???¡neo acima de 7,45. A alcalose respira- t??ria em complica?º?Áes provoca uma redu?º?úo da concentra?º?úo do ?¡on de hidrog?¬- nio, que aumenta o pH do sangue. No est?ígio agudo, a alcalose respirat??ria tam- b?®m ?® conhecida como s?¡ndrome da hiperventila?º?úo.

220. Resposta A O ton??metro ?® um instrumento que permite que a press?úo do l?¡quido ocular, por tr?ís da c??rnea, seja equilibrada pela seq???¬ncia de pequenos pesos, at?® que as for?ºas resultantes sejam iguais. Nesse ponto, uma agulha no instrumento move- se livremente para indicar que o equil?¡brio foi atingido. A c??rnea ?® anestesiada com o polegar e o indicador, enquanto se coloca o ton??metro diretamente sobre a superf?¡cie da c??rnea. Nenhum risco de les?úo da c??rnea existe, quando o processo ?® realizado delicadamente e por m?úos experimentadas.

221. Resposta D O bloqueio atrioventricular (AV) de terceiro grau indica que nenhuma onda P pe- netra no modo AV para os ventr?¡culos; portanto, as ondas P e os complexos QRS batem independentemente. As ondas (em maior quantidade) podem ser vistas antes dos complexos QRS, mas o intervalo ?® vari?ível e n?úo h?í rela?º?úo constante das ondas P para os complexos QRS. A freq???¬ncia do pulso ?® usualmente lenta, o modo AV e os ventr?¡culos batem em seu ritmo peculiar entre 30 e 60 bpm.

222. Resposta B L??quios ?® um escoamento vaginal constitu?¡do de secre?º?Áes resultante da produ- ?º?úo de exsudatos e transudatos, misturados com elementos celulares descama- dos e sangue que procede da ferida placent?íria do colo uterino e da vagina no p??s-parto.

223. Resposta E A irriga?º?úo vesical tem por objetivo manter a permeabilidade dos cateteres urin?í- rios de demora para evitar ac??mulo de sangue, secre?º?úo purulenta no dreno ou na bexiga, podendo causar distens?úo da bexiga e ac??mulo de urina estagnada. A t?®cnica ?® est?®ril e dever?í ser cumprida a prescri?º?úo m?®dica.

224. Resposta E A insulina ?® secretada pelas c?®lulas beta das ilhotas de Langherans e age diminu- indo a taxa de glicose sang???¡nea porque facilita a capta?º?úo e utiliza?º?úo desta gli- cose pelas c?®lulas dos m??sculos e pelas c?®lulas gordurosas, diminuindo assim a libera?º?úo de glicose pelo f?¡gado.

225. Resposta B A hemoptise (expectora?º?úo de sangue do trato respirat??rio) ?® um sintoma de dis- t??rbios pulmonares ou card?¡acos; varia do escarro sanguinolento a grande hemor- ragia s??bita. As causas mais comuns s?úo: ? Infec?º?Áes pulmonares (tuberculose);

O escarro de sangue pode indicar enfarte pulmonar. Tr?¬s investiga?º?Áes s?úo ge- ralmente feitas para determinar a causa: radiografia de t??rax, tomografia de t??rax e broncofibroscopia. Um cuidadoso hist??rico e o exame f?¡sico s?úo necess?írios para estabelecer um diagn??stico da doen?ºa subjacente, quer o sangramento te- nha feito uma mancha de sangue no escarro, quer seja uma hemorragia maci?ºa. A gravidade da causa n?úo tem, necessariamente, rela?º?úo direta com a quantida- de de sangue.

226. Resposta E Freq??entemente, um c?ílculo pode passar pela ves?¡cula atrav?®s do dueto c?¡stico e se alojar no col?®doco; ou na cabe?ºa do p?óncreas, atrav?®s da qual passa o col?®- doco, pode ser o local de um carcinona. Quaisquer dessas condi?º?Áes podem obs- truir o fluxo de bile para o duodeno e provocar os seguintes sintomas caracter?¡sti- cos: a bile, que n?úo chega ao duodeno, ?® absorvida pelo sangue e d?í ?á pele e aos tecidos a cor amarelada, conhecida como icter?¡cia; fezes acinzentadas, urina escura, n?íusea ap??s ingest?úo de alimentos gordurosos.

227. Resposta E A insufici?¬ncia card?¡aca congestiva ?® a falha do cora?º?úo em bombear uma quan- tidade proporcional adequada de sangue numa freq???¬ncia proporcional ?ás neces- sidades do corpo. O rendimento card?¡aco ?® diminu?¡do a ponto de os ??rg?úos vitais n?úo serem mais adequadamente irrigados por sangue arterial, de modo que suas necessidades nutricionais e de oxig?¬nio n?úo s?úo suficientes e sofrem car?¬ncia; o leito vascular pulmonar n?úo se esvazia mais eficientemente pelo ?ítrio e ventr?¡culo esquerdos, resultando que os vasos pulmonares se tornam congestos, desenvol- ve-se hipertens?úo pulmonar e um edema pulmonar pode sobrevir; o sangue que volta da periferia ao cora?º?úo n?úo ?® enviado adiante para os vasos pulmonares com rapidez suficiente para evitar a congest?úo nas veias e v?¬nulas sist?¬micas; a press?úo venosa aumenta, o f?¡gado e outros ??rg?úos tornam-se congestos e o l?¡- quido atrav?®s das paredes dos capilares congestionados para formar edema de- pendente e ascite.

228. Resposta E O edema pulmonar indica excesso de l?¡quido nos pulm?Áes – ou nos espa?ºos in- tersticiais ou nos alv?®olos – e representa o ??ltimo est?ígio da congest?úo pulmonar, na qual o l?¡quido extravasou atrav?®s das paredes dos capilares e est?í permeando as vias a?®reas, causando uma dispn?®ia sobretudo grave. O tratamento inclui co- locar o paciente ereto com as pernas e p?®s para baixo (para diminuir o retorno venoso); torniquetes rotativos, morfina via se, IM ou EV para aliviar a ansiedade, dor e dispn?®ia, diur?®ticos (para remover o l?¡quido do edema), digital (para benefi- ciar a for?ºa contr?ítil e aumentar o d?®bito do ventr?¡culo esquerdo), oxig?¬nio (100% de O2 por m?íscara facial).

por insufici?¬ncia mioc?írdica (onde a press?úo venosa est?í elevada) dos outros ti- pos de choque, al?®m de sua utilidade na evolu?º?úo e tratamento do choque e das desidrata?º?Áes.

230. Resposta B A miastenia grave ?® um dist??rbio na transmiss?úo neuromuscular dos m??sculos volunt?írios do corpo. A etiologia ?® desconhecida e acomete principalmente adul- H?í fraqueza muscular extrema produzida facilmente pela repeti?º?úo de movimen- tos, mas desaparecendo logo com o repouso. Pacientes com essa doen?ºa can- sam-se ao fazer pequenos esfor?ºos, como pentear o cabelo, mastigar e falar, e As subst?óncias anticolinester?ísicas s?úo dadas com o prop??sito de aumentar a resposta dos m??sculos aos impulsos nervosos e melhorar a for?ºa e s?úo adminis- tradas com o leite, biscoito ou outras subst?óncias-tamp?Áes. Seus efeitos colate- rais incluem c?óimbras abdominais, n?íuseas e v??mitos.

231. Resposta B A hemofilia A ?® causada pela defici?¬ncia do fator VIII, e a hemofilia B origina-se da defici?¬ncia do fator IX. Ambos os tipos de hemofilia s?úo herdados como tra?ºos ligados ao cromossomo X, de modo que quase todos os indiv?¡duos atingidos s?úo A doen?ºa pode ser muito grave, manifestada por grandes contus?Áes dissemina- das e sangrantes nos m??sculos e articula?º?Áes ap??s um trauma m?¡nimo. Por este motivo, torna-se contra-indicada a utiliza?º?úo de medicamentos por via intramuscu- lar.

232. Resposta D Ao avaliar uma picada de cobra, deve-se prestar aten?º?úo aos sintomas de ede- ma, eritema e dor. Os objetivos do tratamento s?úo remover o m?íximo de veneno poss?¡vel e retardar a dissemina?º?úo do mesmo. Conduta de emerg?¬ncia: ? Encaminhe imediatamente ao hospital para aplica?º?úo do soro antiof?¡dico de O que est?í formalmente contra-indicado: ? Aplicar suc?º?úo para remover o veneno.

233. Resposta B A cirrose hep?ítica cursa com marcante fibrose do f?¡gado. Consideram-se tr?¬s ti- pos: ? Cirrose portal de Laennec (alco??lica; nutricional), na qual o tecido fibroso ca- racteristicamente circunda as ?íreas portais. ?ë mais comumente ligada ao al- coolismo cr??nico;

? Cirrose p??s-necr??tica, na qual h?í amplas faixas de tecido fibroso como resul- ? Cirrose biliar, na qual h?í pericolangite e fibrose perilobular. Esse tipo geral- mente ?® o resultado de obstru?º?úo biliar cr??nica e infec?º?úo e ?® muito mais raro do que as cirroses de Laennec e p??s-necr??tica.

234. Resposta B O excesso de s??dio do l?¡quido extracelular ?® chamado hipernatremia, desidrata- ?º?úo hipernatr?¬mica, desidrata?º?úo hipert??nica ou excesso de sal. Na hist??ria do paciente com esse dist??rbio, encontra-se baixa ingest?úo de ?ígua, ingest?úo ex- cessiva de c1oreto de s??dio ou traqueobronquite, na qual a respira?º?úo r?ípida e a febre alta causam a perda da grande quantidade de ?ígua atrav?®s dos pulm?Áes. O excesso de s??dio tamb?®m poder?í decorrer de profusa diarr?®ia aquosa ou da ina- la?º?úo de ?ígua salgada (como no afogamento por ?ígua salgada).

235. Resposta A O excesso de c?ílcio, ou hipercalc?¬mia, est?í freq??entemente associado ?á fratura patol??gica. A hipercalc?¬mia pode ser causada por tumor das gl?óndulas paratire??i- des, administra?º?úo excessiva de vitamina D, hiperfun?º?úo das gl?óndulas paratire- ??ides ou mieloma m??ltiplo. Os sintomas desse dist??rbio incluem hipotonicidade dos m??sculos, lit?¡ase renal, dor no flanco, dor profunda nos ossos e cavidades ??sseas.

236. Resposta A A di?ílise peritoneal ?® baseada no princ?¡pio da difus?úo de subst?óncias atrav?®s da membrana semiperme?ível. Nesta t?®cnica, um l?¡quido est?®ril apropriado ?® introdu- zido a intervalos na cavidade peritoneal. A ?írea de superf?¡cie do perit??nio, com aproximadamente 22cm, age como membrana semiperme?ível. A ur?®ia ?® filtrada a uma velocidade aproximada de 15 a 20ml por minuto. A creatina ?® mais vagaro- samente.

237. Resposta B O Trichomonas vaginalis ?® um protozo?írio habitante comum do trato vaginal. Em algumaa inst?óncias, entretanto, quando o pH, as secre?º?Áes, ou a mucosa est?úo alterados, ocorre um crescimento maior desse organismo. Se a tricomon?¡ase ?® transmitida por contato sexual, o homem pode ser portador assintom?ítico que hospeda os organismos em seu trato urogenital e causa reinfec?º?úo em sua com- panheira. O corrimento vaginal ?® fino, amarelo-claro ou amarelo-escuro, f?®tido e muito irritante.

membros da fam?¡lia que com ele t?¬m contato ou usam toalhas contaminadas com o exsudato das les?Áes

239. Resposta C O excesso de pot?íssio do l?¡quido extracelular ?® conhecido por hipercalemia. No hist??rico encontram-se les?Áes de queimaduras ou de contus?Áes, doen?ºa renal, infus?úo excessiva de solu?º?Áes de pot?íssio ou insufici?¬ncia da supra-renal. O ex- cesso de pot?íssio por vezes resulta da olig??ria ou an??ria, ou de les?úo renal cau- Os sintomas de um leve excesso de pot?íssio s?úo irritabilidade, n?íuseas, c??lica intestinal e diarr?®ia. Se o excesso se acentua, o paciente demonstra fraqueza e paralisia fl?ícida. Pode haver dificuldade na fona?º?úo e na respira?º?úo. Ocorre olig??- ria, que evolui para an??ria. Finalmente, arritmia card?¡aca seguida de parada car- d?¡aca.

240. Resposta D Este tipo de n??dulo, tamb?®m chamado b??cio end?¬mico, ?® o tipo mais comum, en- contrado principalmente em regi?Áes geogr?íficas onde o suprimento de iodo ?® de- ficiente, ?® chamado tamb?®m b??cio simples ou col??ide.

241. Resposta D A fibrila?º?úo ventricular ?® uma condi?º?úo letal vista freq??entemente num quadro de infarto do mioc?írdio. O paciente morre em poucos minutos se a arritmia n?úo for controlada. Por isso, ?® essencial que a enfermeira conhe?ºa esse ritmo, pois em geral ?® ela quem primeiro observa o paciente e dever?í instituir a terapia imedia- Na fibrila?º?úo ventricular, o cora?º?úo est?í sendo estimulado simultaneamente por numerosos focos ect??picos dos ventr?¡culos; assim, n?úo h?í contra?º?úo efetiva da musculatura card?¡aca, e, conseq??entemente, n?úo h?í pulso. A fibrila?º?úo ventricular O tratamento da fibrila?º?úo ventricular ?® a desfibrila?º?úo el?®trica com 400 watts por segundo. Havendo sucesso, o choque de disfibrila?º?úo faz parte da atividade el?®- trica irregular e sem coordena?º?úo do ventr?¡culo. Ap??s um momento, o cora?º?úo volta ao ritmo inato normal que se origina do nodo sinusal (sinuatrial).

242. Resposta B O hematoma na pun?º?úo venosa pode ocorrer devido ao extravasamento do san- gue quando um vaso ?® transfixado no momento da pun?º?úo; principalmente em vasos de pequeno calibre as pun?º?Áes devem ser realizadas com o m?íximo de cuidado. A flebite ?® a inflama?º?úo de uma veia. A veia atingida fica r?¡gida, e pode ser sentida como um cord?úo embaixo da pele, a qual fica geralmente sens?¡vel, e pode se apresentar hiperemiada, quente e inflamada. Em alguns casos pode, in- clusive, ser necess?íria a indica?º?úo de antimicrobianos.

? Per?¡odo de incuba?º?úo: comumente 7 dias 244. Resposta D A redu?º?úo da temperatura do ambiente pode ajudar a diminuir a temperatura cor- poral. Os antipir?®ticos s?úo indicados para a redu?º?úo de febre. A ingest?úo de l?¡qui- dos deve ser encorajada, n?úo restringida, para compensar as perdas insens?¡veis.

245. Resposta C Antes de fazer o cateterismo em pacientes com reten?º?úo de urina, deve-se procu- rar todos os meios para faz?¬-Ios urinar, a menos que haja ordem m?®dica para sond?í-Ios: ? Fazer com que o paciente beba maior quantidade de ?ígua, se n?úo houver contra-indica?º?úo.

246. Resposta C A terapia digit?ílica aumenta a for?ºa de contra?º?úo mioc?írdica, beneficiando a fre- q???¬ncia card?¡aca. Como resultado, h?í d?®bito card?¡aco aumentado, diminui?º?úo no tamanho do cora?º?úo, diminui?º?úo da press?úo venosa e volume sang???¡neo, e pro- du?º?úo de diurese. O efeito da dose usada de digital depende do estado do mio- c?írdio, equil?¡brio eletrol?¡tico e l?¡quido, e fun?º?úo renal e hep?ítica. A freq???¬ncia car- d?¡aca apical deve ser tomada antes da administra?º?úo de digital e a dosagem sus- pensa, se ela for excessivamente lenta ou se uma arritmia for detectada.

247. Reposta A A esquistossomose mansoni ?® uma doen?ºa infecciosa e parasit?íria causada pelo verme Schistosoma mansoni. Os ciclos dos esquistossomos come?ºam quando eles penetram em Biomphalaria ou Planorbis, esp?®cies de caramujos de ?ígua do- ce, na forma de pequenas larvas chamadas “mirac?¡dios”. O caramujo ?® um hos- pedeiro intermedi?írio que as larvas, j?í desenvolvidas abandonam e voltam para a ?ígua sob a forma de cerc?írias. O organismo humano ?® o hospedeiro definitivo, no qual as larvas penetram, atrav?®s da pele, e alcan?ºam a corrente sang???¡nea e alo- jam-se nas veias do f?¡gado, onde amadurecem e se reproduzem. Migram depois para o intestino, onde seus ovos s?úo eliminados com as fezes durante 1 ou 2 a- nos, mas podem chegar a 25 anos ou mais. Caindo na ?ígua novamente, os ovos transformam-se em mirac?¡dios e todo o ciclo recome?ºa.

248. Resposta E A fun?º?úo primordial do sistema respirat??rio ?® suprir os tecidos de oxig?¬nio e, se- cundariamente, remover o di??xido de carbono desses tecidos.

Ao fazer qualquer aplica?º?úo de inje?º?úo intramuscular no gl??teo, ?® necess?írio ob- servar bem o local da introdu?º?úo da agulha, por haver perigo de ser atingido o nervo ci?ítico. Para evitar isso, basta dividir o gl??teo em 4 partes. Toma-se uma linha que vai da crista il?¡aca ?á parte mais volumosa da n?ídega, e outra que vai das ??ltimas v?®rtebras sacras ?á parte superior da articula?º?úo coxofemoral. A inje- ?º?úo ?® feita no quadrante superior externo.

Em geral d?í-se prefer?¬ncia ?á regi?úo gl??tea para as inje?º?Áes dolorosas e de dif?¡cil absor?º?úo, devido a?¡ se encontrar uma grande massa muscular – grande, m?®dio e pequeno gl??teo -, portando um grande n??mero de vasos, conse- q??entemente uma maior irriga?º?úo sang???¡nea, o que favorece a absor?º?úo mais r?ípida da subst?óncia. Indicada para qualquer idade e volume corpo- ral. Vale ressaltar que para rec?®m- nascido, por n?úo ter massa muscular definida no gl??teo, indicamos o lateral Figura 3.249 A inje?º?úo intramuscular no gl??teo deve ser feita no quadrante superior externo, para evitar atingir o nervo ci?ítico

250. Resposta D A administra?º?úo de excesso de l?¡quido intravenoso pode sobrecarregar o sistema circulat??rio e causar aumento da press?úo venosa, distens?úo venosa, aumento da press?úo sang???¡nea, tosse, falta de ar, aumento da freq???¬ncia respirat??ria, e ede- ma pulmonar com dispn?®ia grave e cianose. Os pacientes com descompensa?º?úo card?¡aca s?úo particularmente propensos ?á sobrecarga circulat??ria, a infus?úo ?® in- terrompida e o m?®dico notificado imediatamente. O paciente deve sentar-se a fim de ajudar a respira?º?úo.

251. Resposta E Tens?úo m?íxima ou sist??lica ?® uma sobrecarga passageira e intermitente, repre- sentada, em cada s?¡stole ventricular, pela massa sang???¡nea que o cora?º?úo lan?ºa nas art?®rias. A tens?úo arterial m?íxima normal varia entre 110 a 130mmHg.

Administra?º?úo de Medicamentos 01. Para um cliente diab?®tico foram prescritas 20U de insulina. No posto de enfermagem h?í frascos de 40U e seringa graduada em 80U. A quantidade de insulina a ser administrada se- r?í: A. 8U B. 10U C. 15U D. 40U E. 45U

02. Foram prescritos 3.000U de heparina para o cliente da enfermaria A. No posto de enfer- magem existem frascos de 5.000U/ml. A quan- tidade a ser administrada ser?í: A. 0,5ml B. 0,6ml C. 1,0ml D. 3,5ml E. 5,0ml

03. Para administrar 2.500ml de soro glicosa- do a 5%, em 24 horas, o c?ílculo em gotas por minuto dever?í ser de: A. 15 gts/min B. 27 gts/min C. 30 gts/min D. 35 gts/min E. 50 gts/min

04. Para administrar 150mg de ampicilina dis- p?Áe-se de frasco de 1,0 gramas que dever?í Qual o volume a ser aspirado ap??s diluir o A. 0,5 B. 1,0 C. 1,5 D. 2,0 174 E. 2,3

05. Cada ampola de Rifamida de 3ml cont?®m 150mg do produto. Num frasco de soro foram colocadas 2 1/2 ampolas. A quantidade total do produto, em gramas, que foi utilizada ?® igual a: A. 0,125g B. 0,375g C. 1,250g D. 3,7S0g

06. Para se administrar 500ml de soro fisiol??- gico a 0,9% no per?¡odo de 8 ?ás 20h, deve-se planejar um gotejamento, em gotas/min, igual a: A. 2 gts/min B. 8 gts/min C. 14 gts/ min D. 20 gts/min

07. Quantos mil?¡metros de heparina dever?úo ser aspirados de um frasco de 5ml com 25.000U/ml para se administrar 7.500U/ml A. 0,5ml B. 1,0ml C. 1,5ml D. 2,0ml E. 2,5ml

mos de frascos de 80U e seringa de 40U: A. 32U B. 24U C. 16U D. 8U

10. Qual ser?í o volume aspirado se houver necessidade de administrar 12U de insulina A. 24U B. 40U C. 12U D. 20U

11. A quantidade em “ml” que corresponde a 100mg de uma medica?º?úo que se apresenta em frascos de 1 9 dilu?¡do em 5ml, ?®: A. 0,25 B. 0,5 C. 1,0 D. 1,5

12. Como administrar 1.000.000UI de uma medica?º?úo que apresenta frascos de A. 0,1ml B. 0,2ml C. 0,3ml D. 0,4ml

13. Para administrar 15mg de garamicina, te- mos ampolas de 2ml com 20mg. Quanto de- A. 0,25 B. 0,5 C. 1,0 D. 1,5 14. Para administrar 20mg de gentamicina, temos ampola de 2ml com 80mg. Quanto de- A. 0,25 B. 0,5 C. 1,0 D. 1,5

15. Foram prescritos 30U de insulina, dispo- A. 30U B. 50U C. 60U D. 80U

16. Um frasco de 5ml de heparina cont?®m 25.000 unidades. Para cumprir uma prescri?º?úo de 5.000U, o profissional de enfermagem de- ver?í aspirar a quantidade equivalente, em ml, a: A. 5,0ml B. 4,0ml C. 3,5ml D. 2,0ml E. 1,0ml

17. Foram prescritos 1.000ml de solu?º?úo fisio- l??gica a 0,9% e 500ml de solu?º?úo glicosada a 5% em 24 horas. O fluxo em gotas/min ser?í de aproximadamente: A. 83 gts/min B. 72 gts/min C. 68 gts/min D. 28 gts/min E. 21 gts/min

18. Para se administrar 2.500ml de soro glico- sado a 5% em 24 horas, a quantidade em mi- crogotas, por minuto, ser?í de: A. 100 mgts/min B. 102 mgts/min

C. 104 mgts/min D. 106 mgts/min E. 108 mgts/min 19. Para administrar 10 unidades de insulina em um cliente diab?®tico, utilizando-se um co de 80 unidades e a seringa graduada 40 uni- dades, deve-se aspirar o quantidade: A. 5U B. 6U C. 8U D. 10U E. 15U

20. A prescri?º?úo m?®dica ?® de 12 unidades insulina por via subcut?ónea. O frasco encon- trado no setor ?® de 80 unidades e a seringa ?® de 1 ml. O profissional dever?í aplicar, em ml, o volume de: A. 0,08ml B. 0,10ml C. 0,12ml D. 0,14ml E. 0,15ml

21. O m?®dico prescreveu 1.500ml de soro fisi- ol??gico a 0,9%, 500ml de soro glicosado a 5% para o cliente, que dever?úo ser infundidos em 20 horas, o n??mero de gotas que deve fluir por minuto ?® de: A. 25 gts/min B. 28 gts/min C. 31 gts/min D. 33 gts/min E. 35 gts/min

22. Foi prescrito 1.000ml de soro fisiol??gico a 0,9% para ser administrado em 24 horas. No 1 ?? soro fisiol??gico a 0,9% de 500ml devem ser acrescentados 20ml de NaCI a 20% e 10ml de glicose hipert??nica a 50% e no 2?? soro fisiol??- gico de 500ml devem ser acrescentados 10ml de NaCI a 20% e 20ml de glicose hipert??nica a

176 50%. Qual o n??mero de gotas que deve fluir A. 25 gts/min B. 18 gts/min C. 20 gts/min D. 15 gts/min E. Nenhuma das alternativas anteriores

23. Foram prescritos 3.500 unidades de hepa- rina subcut?ónea para um cliente. No setor te- A. 0,6ml B. 0,7ml C. 0,8ml D. 0,9ml E. 1,0ml

24. Quantas microgotas dever?úo gotejar para que uma solu?º?úo de 240ml seja infundida por A. 10 mgts/min B. 15 mgts/min C. 20 mgts/min D. 25 mgts/min E. 30 mgts/min

25. A prescri?º?úo m?®dica indica que uma dose de 350mg de amicacina dever?í ser adminis- trada. Disp?Áe-se de ampolas de 2ml, contendo 500mg. O profissional de enfermagem dever?í aspirar da ampola a seguinte quantidade da droga em ml: A. 2,0 B. 1,5 C. 1,4 D. 1,3 E. 1,2

A. 0,2ml B. 0,5ml C. 1,0ml D. 1,8ml E. 2,0ml 27. Um frasco de dexametasona de 10mg possui 2,5ml. Para cumprir uma prescri?º?úo de 4mg, devemos aspirar o seguinte volume, em ml: A. 0,1ml B. 0,5ml C. 1,0ml D. 2,0ml E. 2,5ml

28. O profissional de enfermagem precisa ad- Na enfermaria disp?Áem-se de ampolas de 20ml de glicose hipert??nica a 50%. O volume que deve ser retirado desta solu?º?úo, para ad- ministrar a quantidade prescrita ao cliente, ?®: A. 5ml B. 7ml C. 9ml D. 10ml E. 12ml 29. Para um cliente idoso com diagn??stico de insufici?¬ncia renal, o m?®dico prescreveu 1.500ml de glicose a 5% e 500ml de soro fisio- l??gico a 0,9% em 24 horas. O gotejamento dever?í ser mantido com o seguinte n??mero de gotas por minutos: A. 28 gts/min B. 18 gts/min C. 15 gts/min D. 12 gts/min

30. Foi prescrito para uma crian?ºa de 13 me- ses, acometida de pneumonia, a administra- ?º?úo de 250mg de cefalotina EV de 6/6h. Na unidade h?í frascos do medicamento contendo 1 g, ampolas de diluente de 10 ml, e frascos de 500 ml de soro glicosado a 5%. Para admi- nistrar a dosagem prescrita, o enfermeiro de- ver?í utilizar o diluente e aspirar: A. 1,0ml B. 2,5ml C. 5,0ml D. 7,5ml E. 10,0ml

31. Um comprimido de digoxina 0,25mg foi dilu?¡do em 20ml de ?ígua filtrada. Para se ad- ministrar 0,10mg, a quantidade, em ml, a ser aspirada ?® igual a: A. 5 B. 6 C. 7 D. 8

32. Foram prescritas 18 unidades de insulina NPH para um cliente na unidade de interna- ?º?úo. H?í frascos de 40 unidades/ml e seringas graduadas de 80 unidades. At?® que n?¡vel da escala da seringa deve-se aspirar a insulina A. 18 unidades B. 26 unidades C. 34 unidades D. 36 unidades E. 38 unidades

33. Em uma prescri?º?úo m?®dica encontra-se soro glicosado a 5% – 1.500ml (3 frascos de 500ml), NaCI a 20% – 10ml no 1?? e no 3?? fras- co de 500ml, KcI a 10% – 10ml no 1?? e no 2?? frasco de 500ml. Para que essa prescri?º?úo seja administrada em 12 horas, em quantos ml por minuto deve ser regulada a bomba infuso- A. 41 ml/h B. 42 ml/h C. 128 ml/h D. 44 ml/h E. 48 ml/h

adrenalina subcut?ónea. Havendo na unidade de sa??de somente seringas de 100U, a “en- fermeira deve aspirar, para administrar o me- dicamento na dosagem correta, a seguinte medida: A. 6U B. 12U C. 30U D. 32U E. 40U

35. Para uma mulher de 45 anos, ap??s cirurgia ginecol??gica, foi prescrito pelo m?®dico 2.500ml de solu?º?úo de glicose a 5%, acrescida de 5ml de KcI a 10% e 5ml de NaCI a 20%, na 1″ e 3″ etapas do soro, num per?¡odo de 24 horas. A velocidade do fluxo, em gotas, por minutos, necess?íria para a infus?úo ?®: A. 33 gts/min B. 34 gts/min C. 35 gts/min D. 36 gts/min 36. Para administrar 1.500ml de soro glicosa- do a 5% acrescido 10ml de NaCI a 20% e 1 0 ml de glicose hipert??nica a 25% mais 10ml de KCI a 10% na 1″ etapa e 300ml de soro fisio- l??gico 0,9% na 2″ etapa, num per?¡odo de 12 horas, o fluxo de infus?úo de gotas por minutos ser?í de: A. 20 gts/min B. 30 gts/min C. 45 gts/min D. 51 gts/min E. 55 gts/min

37. Numa prescri?º?úo de 60mg de fenobarbital por 24 horas via oral, duas vezes ao dia, antes do caf?® da manh?ú e ?á noite, sabendo-se que esta medica?º?úo ?® encontrada na forma de comprimidos de 15mg, o total de comprimidos administrados em cada hor?írio ser?í: A. 2 B. 4

178 C. 6 D. 8 E. 10 38. Um dos princ?¡pios b?ísicos para a adminis- tra?º?úo de medicamentos ?®: A. Escolher a via de administra?º?úo do medi- camento B. Conferir a prescri?º?úo, a dose e o r??tulo do medicamento C. Suspender a administra?º?úo do medica- D. Administrar a medica?º?úo, mesmo em caso de d??vida sobre a dosagem

39. Foram prescritos, para um rec?®m-nascido, 12mg de garamicina intramuscular. No posto de enfermagem encontram-se ampolas do antibi??tico contendo 80mg/2ml. Para adminis- trar a dose prescrita, o enfermeiro dever?í aspi- rar: A. 0,3ml B. 0,4ml C. 0,6ml D. 0,8ml

40. Para um cliente diab?®tico foi prescrito 5U de insulina NPH. H?í no hospital seringas de 80U ml e frascos de insulina NPH contendo 40U/ml. O enfermeiro dever?í aspirar: A. 2,5U B. 5,0U C. 10,0U D. 12,5U

0,9% em 24 horas, de acordo com a prescri- ?º?úo m?®dica, a enfermeira programou a bomba infusora para administrar 104ml/h, que corres- ponde, por minuto, ao seguinte n??mero de gotas: A. 17 gts/min B. 24 gts/min C. 35 gts/min D. 40 gts/min

43. Para serem administrados 500ml de solu- ?º?úo fisiol??gica em 8 horas, o n??mero de mi- crogotas por minuto ?®: A. 62 mgts/min B. 78 mgts/min C. 84 mgts/min D. 96 mgts/min E. 120 mgts/min

44. A dexametasona ?® apresentada em frasco- ampola com 2,5ml, com 4mg/ml da subst?ón- A. 4mg B. 8mg C. 10mg D. 12mg

45. Foi prescrito para um cliente 20 unidades de insulina – considerando que o frasco ?® de 50 unidades por cent?¡metros c??bicos e a se- ringa tem escala graduada para 40 unidades, a quantidade de unidades a ser aspirada ?® de: A. 10U B. 12U C. 14U D. 20U E. 16U

46. Ao se diluir 500mg de ampicilina em 10ml de ?ígua destilada, quando for espirada 6ml desta solu?º?úo, a quantidade em miligrama administrada ser?í: A. 100mg B. 150mg C. 300mg D. 600mg

47. Os medicamentos devem ser aplicados: A. Obedecendo os hor?írios prescritos e a via indicada B. Usando outra via e modificando os hor?í- rios C. Esquecendo completamente de aplic?í-Ios D. Trocar os hor?írios e os medicamentos E. Abandonando o tratamento do paciente 48. O c?ílculo em gotejamento necess?írio para se infundir 1.000ml de uma solu?º?úo parenteral durante oito horas, em gotas/minuto e em mi- crogotas/minuto no mesmo volume hor?írio, ?®: A. 21 gts/min -105 mgts/min B. 42 gts/min – 125 mgts/min C. 32 gts/min – 89 mgts/min D. 40 gts/min – 155 mgts/min E. Nenhuma das alternativas anteriores

49. Para infundir 520ml de soroterapia no pe- r?¡odo de 10 ?ás 18h, deve-se instalar um gote- jamento, em ml/h, igual a: A. 22ml/h B. 34ml/h C. 65ml/h D. 90ml/h

50. Um cliente idoso e com diagn??stico de insufici?¬ncia card?¡aca est?í em uso de soro glicosado, sendo 1.200ml para ser infundido em 20 horas. O gotejamento em microgotas deve ser mantido rigorosamente em: A. 36 mgts/min B. 30 mgts/min C. 24 mgtslmin D. 60 mgts/min

E. 16 mgts/min 51. A heparina, adicionada ao l?¡quido dialisa- dor, tem por objetivo: A. Diminuir o fluxo venoso B. Evitar a oclus?úo do cateter C. Acelerar a absor?º?úo de albumina D. Aumentar a permeabilidade capilar

52. A dosagem de pot?íssio no sangue, em mEq/L, ?® normal na faixa de: A. 3,5 a 5,0 B. 6,0 a 7,5 C. 8,5 a 10,0 D. 11,0 a 12,5

53. O c?ílculo em microgotas necess?írio para ser infundido 1.500ml de uma solu?º?úo paren- teral durante 24 horas ?®: A. 62 mgts/min B. 50 mgts/min C. 70 mgts/min D. 80 mgts/min

54. Uma crian?ºa deve ser hidratada com 800ml de SF a 0,9% e 200ml de SG a 5% no per?¡odo de 24 horas. Quantas microgotas de- A. 50 mgts/min B. 42 mgts/min C. 30 mgts/min D. 25 mgts/min

55. Foram prescritos 60mg de garamicina a um cliente. Na unidade existe garamicina 80mg dilu?¡da em 2,0ml de ?ígua destilada. O volume que dever?í ser aspirado para cumprir a prescri?º?úo ?®: A. 0,5ml B. 0,8ml C. 1,3ml D. 1,5ml 180 E. 2,0ml

56. Foram prescritas 3.500U de heparina para o cliente da enfermaria A. No posto de enfer- magem existem frascos de 5.000U/ml. A quan- tidade a ser administrada ?® de: A. 0,5ml B. 0,7ml C. 1,0ml D. 3,5ml E. 5,0ml

57. Para administrar 3.000ml de soro glicosa- do a 5% em 24 horas, o c?ílculo em gotas por minuto dever?í ser de: A. 15 gts/min B. 27 gts/min C. 30 gts/min D. 42 gts/min E. 50 gts/min

58. Para administrar 150mg de ampicilina dis- p?Áe-se de frascos de 1,0g que ser?í dilu?¡do em 10ml de ?ígua destilada. Assim, a quantidade calculada em ml ?® de: A. 0,5 B. 1,0 C. 1,5 D. 2,0 E. 2,3

ol??gico e 500ml de soro glicosado para um cliente no POI. Todas as etapas dever?úo ser infundidas em 20 horas, e sendo assim o n??- mero de gotas que deve fluir por minuto ?® de: A. 25 gts/min B. 28 gts/min C. 31 gts/min D. 33 gts/min E. 35 gts/min

61. Quantas microgotas por minuto dever?úo A. 1 ?? mgts/min B. 15 mgts/min C. 20 mgts/min D. 25 mgts/min E. 30 mgts/min

62. Foi prescrito para um pr?®-escolar 350.000 unidades de penicilina. O posto de enferma- gem disp?Áe de frasco de 250.000 unidades/ ml. Quanto dever?í ser aspirado para adminis- A. 1,0ml B. 1,4ml C. 2,8ml D. 3,6ml

63. O enfermeiro deve administrar 10ml de uma solu?º?úo de glicose a 30%, sendo que na Unidade est?úo dispon?¡veis ampolas de 20ml de glicose hipert??nica a 50%. O volume de glicose a ser aspirado ?® de: A. 4ml B. 6ml C. 10ml D. 12ml

64. O enfermeiro ir?í instalar 550ml de sorote- rapia, no per?¡odo de 12 ?ás 18 horas. Para isso, programar?í um n??mero de gotas de: A. 30 gts/min B. 25 gts/min C. 24 gts/min D. 18 gts/min E. 16 gts/min

65. Para administrar 8.000U de heparina sub- cut?ónea, tendo dispon?¡vel um frasco da solu- ?º?úo contendo 5.000Ul/ml, devemos aspirar a seguinte quantidade, em ml: A. 0,3 B. 0,6 C. 1,0 D. 1,6

66. Para um cliente com prescri?º?úo de 1.000ml de soro glicosado a 5%, em um per?¡- odo de 8 horas, o fluxo em gts/min ser?í de: A. 20 gts/min B. 28 gts/min C. 35 gts/min D. 55 gts/min E. 42 gts/min

67. Para serem administrados 500ml de solu- ?º?úo fisiol??gica em 8 horas, o n??mero de mi- crogotas por minuto ?®: A. 62 mgts/min B. 120 mgts/min C. 84 mgts/min D. 96 mgts/min E. 78 mgts/min

68. Em quantas gotas, por minuto, deve ser controlado o gotejamento, para que 1.000ml de soro glicosado sejam ministrados num pe- A. 28 gts/min B. 35 gts/min C. 50 gts/min D. 55 gts/min E. 60 gts/min

na subcut?ónea e havendo na enfermaria fras- co de 5ml com 5.000U, o volume a ser admi- nistrado ?®: A. 1,0ml B. 0,3ml C. 2,0ml D. 0,6ml E. 0,8ml

70. Dispondo-se de insulina NPH 40U e serin- gas de 80U/cm3, e devendo-se aplicar 15U, a quantidade de insulina que deve ser adminis- trada ?®: A. 0,5U B. 15U C. 20U D. 25U E. 30U

71. Foram prescritas 15U de insulina regular, para um cliente diab?®tico, apresentando glico- s??ria + + + +. No setor temos frasco de 80UI/ml e seringa de 40Ul/ml. Qual a quanti- A. 30U B. 20U C. 15U D. 7,5U E. 1,5U

72. Um cliente necessita de 3.500U de he- pa2nna. No setor temos frascos de 5.000Ul/ml. A quantidade a ser administrada, em ml, ?®: A. 0,10ml B. 0,35ml C. 0,5ml D. 0,7ml E. 3,5ml

182 73. A via de administra?º?úo de medicamentos que oferece condi?º?Áes de maior seguran?ºa e economia ?® a: A. Parenteral B. Oral C. Local D. Vaginal

74. Para infundir 2.500ml de soro fisiol??gico a 0,9%, de acordo com a prescri?º?úo m?®dica, a enfermeira programou a bomba infusora para administrar 105ml por hora, o que corresponde ao seguinte n??mero de gotas: A. 17 gts/min B. 24 gts/min C. 35 gts/min D. 40 gts/min

75. ?Çs 08:30 horas, foi instalado no cliente, um frasco de 500ml de soro glicosado isot??nico, contendo dois frascos de 1 grama de cefaIoti- na, com um fluxo de 30 gotas por minutos. ?Çs 20:30 horas, a perfus?úo foi suspensa por or- dem m?®dica. A quantidade de antibi??tico que o cliente recebeu, em gramas, foi de: A. 0,5g B. 0,8g C. 1,1g D. 1,4g E. 1,6g

25.000U de heparina, utilizando um frasco de 5ml com 2.500U e uma seringa graduada em 100U, quanto deve ser aspirado da solu?º?úo A. 20U B. 30U C. 40U D. 50U E. 40U

78. Foram prescritos 150mg de ampicilina EV a um lactente. S?? existem, no posto de enfer- magem, frascos de 500mg. Ao diluirmos o conte??do do frasco em 5ml de ?ígua destilada, A. 0,5ml B. 1,0ml C. 1,5ml D. 2,5ml E. 3,0ml

79. A prescri?º?úo do medicamento deve ser feita: A. Apenas pessoalmente B. Por escrito e assinado C. Atrav?®s do telefone D. Verbalmente

80. Cliente idoso, no per?¡odo p??s-operat??rio imediato, encontra-se com a prescri?º?úo de 1.200ml de soro glicosado a ser perfundido em 20 horas. Dever?í ser mantido o seguinte gote- jamento em gts/min: A. 36 gts/min B. 16 gts/min C. 24 gts/min D. 20 gts/min

81. Para administrar 1SU de insulina em um cliente diab?®tico, utilizando-se um frasco de 40U e a seringa graduada de 80U, deve-se aspirar ?á quantidade de: A. 45U B. 30U C. 1SU D. 10U E. 5U

82. Foi prescrito 2U de ocitocina a serem a- crescidos em 500ml SG a 0,5%. Sabe-se que a ampola cont?®m 1 ml = 5U. Quanto dever?í A. 0,5ml B. 0,3ml C. 0,4ml D. 0,2ml

83. Para serem administrados 500ml de solu- ?º?úo fisiol??gica em 8 horas, o n??mero de mi- crogotas por minuto dever?í ser de: A. 62 mgts/min B. 78 mgts/min C. 84 mgts/min D. 96 mgts/min E. 120 mgts/min

84. Prescreveu-se para um cliente de 3 me- O hospital possui seringas de 100U. Para ad- ministrar a medica?º?úo prescrita, o profissional de enfermagem dever?í aspirar: A. 12 unidades B. 30 unidades C. 48 unidades D. 60 unidades E. 72 unidades

dades de insulina regular. Verificamos que havia frascos de insulina de 40 unidades, e a seringa era de 80 unidades. Nesse caso, api- caremos: A. 15 unidades B. 7,5 unidades C. 30 unidades D. 10 unidades E. 40 unidades

87. Ao se administrar qualquer medicamento, deve-se ter o cuidado de observar a sua vali- dade. Tal conduta ?® uma medida preventiva contra o seguinte acidente: A. F?¡sico B. Qu?¡mico C. T?®rmico D. Mec?ónico E. Bacteriol??gico

88. Se 1,0ml de heparina cont?®m 5.000UI, ent?úo 500UI corresponder?úo a: A. 0,5ml B. 0,1ml C. 0,15ml D. 0,25ml E. 0,45ml

89. Aplicando a f??rmula de Miller, a adminis- tra?º?úo de 3.200ml de solu?º?úo de glicose a 5% em 24 horas, ser?í feita da seguinte forma: A. 30 gotas por minuto B. 44 gotas por minuto C. 50 gotas por minuto D. 60 gotas por minuto E. 70 gotas por minuto

90. Para o cumprimento de uma prescri?º?úo de 7.500UI de heparina, a quantidade a ser aspi-

184 rada de um frasco de 25.000UI (5.000UI/ml) ?® de: A. 0,5ml B. 2,5ml C. 7,5ml D. 1,5ml

91. O m?®dico prescreveu 1.000ml de soro fisi- ol??gico e 500 ml de soro glicosado para o cli- ente. Considerando que todas as etapas deve- r?úo ser infundidas em 20 horas, o n??mero de gotas que deve fluir por minuto ?® de: A. 16 gts/min B. 17 gts/min C. 20 gts/min D. 25 gts/min

92. Foram prescritas para um cliente 25 uni- dades de insulina regular. Verificamos que s?? havia frascos de insulina de 40 unidades, e seringas de 80 unidades. Para cumprimento da prescri?º?úo, deve-se aspirar do frasco: A. 50 unidades B. 60 unidades C. 25 unidades D. 12,5 unidades

93. Se em 1 ml de heparina h?í 5.000U, quanto devemos aplicar para atender a uma prescri- A. 0,2ml B. 0,25ml C. 0,3ml D. 0,35ml E. 0,4ml

D. 1,5 ml E. 2,0ml 95. Como administrar 1.000.000U de uma me- dica?º?úo que ?® apresentada em frascos de A. 0,1 ml B. 0,2ml C. 0,3ml D. 0,4ml E. 0,5ml

96. Para transformar 500ml de soro glicosado a 5% em 15%, quantas ampolas de glicose A. 2 ampolas B. 3 ampolas C. 3,5 ampolas D. 5 ampolas E. 7,5 ampolas

97. Tem-se a seguinte prescri?º?úo: 750ml de soro glicosado a 5%, 20ml de NaCl a 20% e 5ml de KCI a 10% EV de 8/8 horas. Com quantas microgotas por minuto deve ser admi- A. 60 mgts/min B. 80 mgts/min C. 90 mgts/min D. 97 mgts/min E. 100 mgts/min

98. A quantidade em mililitros (ml) que corres- ponde a 100mg de uma medica?º?úo que se apresenta em frascos de 1g dilu?¡do em 5ml ?® de: A. 0,25ml B. 0,5ml C. 1,0ml D. 1,5ml 99. Foram prescritas para um cliente 30U de insulina regular simples. Por?®m, no arm?írio s?? havia frasco de insulina de 40U e seringa de 80U. Quantas unidades de insulina precisam ser aspiradas na seringa de 80U, para cumprir A. 30U B. 5OU C. 60U D. 70U E. 80U

100. Foram prescritas para uma cliente 5.000 unidades de heparina. Considerando-se que o frasco de heparina cont?®m 5ml que corres- pondem a 25.000 unidades, o volume em ml a ser retirado do frasco para atender ?á prescri- ?º?úo ?® de: A. 0,25ml B. 0,50ml C. 0,75ml D. 1,00ml E. 1,25ml

101. A prescri?º?úo diz: 60mg de fenobarbital duas vezes ao dia, via oral, ?ás 8:00 e 20:00 horas. O fenobarbital ?® encontrado na forma de comprimido de 15mg. Quantos comprimi- A. 6 B. 5 e 1/2 C. 4 D. 3 1/2 E. 2

E. 4ml 103. Foram prescritos 100ml de soro glicosado a S% para um paciente idoso, com diagn??sti?ºo de insufici?¬ncia card?¡aca, no per?¡odo: de 20 horas. O gotejamento deve ser mantido rigo- rosamente em: A. 5ml/h B. 3ml/h C. 4ml/h D. 2ml/h E. 6ml/h

104. Foram prescritos 1.500ml de SG 5% para ser infundido em 24 horas. A velocidade de gotejamento dever?í ser de: A. 63 gts/min B. 43 gts/min C. 21 gts/min D. 84 gts/min

105. No Centro Municipal de Sa??de, foram prescritas 500.000 unidades de penicilina ben- zatina a um lactente. Sabendo-se que no pos- to de enfermagem h?í frascos de 1.200.000 unidades e que a dilui?º?úo empregada no setor ?® de 3 ml, para administrar a medica?º?úo por via intramuscular profunda deve-se aplicar a seguinte quantidade de antibi??tico: A. 1,1ml B. 1,2ml C. 1,25ml D. 1,3ml

106. Na cl?¡nica m?®dica do Hospital da Luz existem seringas graduadas de 40UI/ml e Necessitando-se administrar 8U do hipoglice- miante pela manh?ú, o total de unidades a se- rem aspiradas para cumprir a prescri?º?úo ?® de: A. 4U B. 8U C. 12U D. 16U 186 107. A administra?º?úo de medicamento digit?íli- co estar?í contra-indicada se o pulso do paci- ente apresentar a seguinte faixa de batimento por minuto: A. Abaixo de 60 B. Entre 70 e 80 C. Entre 80 e 90 D. Entre 90 e 100 E. Acima de 100

108. A via de absor?º?úo mais indicada para a administra?º?úo de subst?óncias oleosas ?® a: A. Sublingual B. Intramuscular C. Intrad?®rmica D. Oral E. Endovenosa

Administra?º?úo de Medicamentos Respostas 01 . Resposta D 1?? passo: F??rmula 2?? passo: utilizar a formula Dose = 20 x 80 = 1.600 = 40U 40 40 Quando houver zero (?á direita) no numerador e denominador pode-se elimin?í-Ios (na mesma Na pr?ítica de enfermagem estes c?ílculos n?úo s?úo utilizados, pois os frascos de insulina s?úo pa- dronizados em 100U e as seringas tamb?®m.

02. Resposta B 1?? passo: A quest?úo ?® resolvida montando-se a regra de 3 5.000 —1 ml x = 3.000 x= 0,6ml 3.000 — x 5.000 Lembre-se: ÔÇó Os frascos de heparina cont?¬m 5.000U/ml.

03. Resposta D 1 ?? passo: A infus?úo dever?í ser realizada em gotas onde: gts/min = . Vt . Vt = volume total T x 3 T = tempo de infus?úo 3 = constante n?? de gotas/min = 2.500 2.500 24 x 3 72 = 34,7gts/min = ~ 35gts/min Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na quest?úo o decimal ?® maior que 5, portanto, deve-se somar 1 ao n??mero inteiro.

x = 1.500 x= 1,5ml 1.000 O n??mero que acompanha o “x” ap??s a multiplica?º?úo ser?í o denominador e o outro o numerador A resposta dever?í ser expressa em ml (volume a ser aspirado).

05. Resposta B 1?? Passo: Determinar quantos ml cont?¬m 2 ampolas e meia, portanto: 3ml – cont?®m 150mg (1 amp.) 2 amps. – cont?®m 6ml (300mg) 1/2 amp. – cont?®m 1,5ml 6ml + 1,5ml = 7,5ml

2?? Passo: Determinar quantos miligramas cont?¬m 7,5ml pela regra de 3 3ml — 150mg 3x = 1.125 7,5ml — x x = 1.125 x= 375mg 3 3?? passo: Converter mg em g 1.000mg — 1g 1.000x = 375 375mg — x x= 375 x= 0,375g 1.000 Lembre-se: Por que 1.000mg (3″ passo)? Porque 375mg ?® parte de grama, que pode ser 5g, 4g etc. Utilizamos 1 g, pois devemos partir da menor quantidade uma vez que na quest?úo isto n?úo ?® Note que a convers?úo de mg para 9 ?® feita colocando-se uma casa decimal ?á direita (zero): 375mg – 0,375g.

06. Resposta C 1?? Passo: Utilizar a f??rmula para calcular gota onde: gts/min = . Vt . Vt = volume total T x 3 T = tempo de infus?úo 3 = constante n?? de gts/min = 500 500 = 13,8 12 x 3 36 =~14 gts/min ÔÇó Voc?¬ deve lembrar de outra regra matem?ítica:

O decimal (ap??s a v?¡rgula) menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na quest?úo o 07. Resposta C 1?? passo: Transformar o enunciado em fun?º?úo num?®rica 5ml — 25.000U xml 7.500U (prescri?º?úo) 25.000x = 37.500 x = 37,500 x = 1,5 ml 25.000 08. Resposta C 1?? Passo: Utilizar a f??rmula para o c?ílculo de gts/min onde: gts/min = . Vt . Vt = volume total T x 3 T = tempo de infus?úo 3 = constante n?? de gts = 1.500 1.500 24 x 3 72 = 20,8 = ~ 21gts/min Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na quest?úo o decimal ?® maior que 5, portanto deve-se somar 1 ao n??mero inteiro.

09. Resposta D 1?? Passo: Determinar a f??rmula 2?? Passo: Aplicar a f??rmula Dose = 16 x 40 = 640 = 8U 80 80 Quando houver zero (?á direita) no numerador e denominador pode-se elimin?í-Ios para facilitar a Na pr?ítica de enfermagem estes c?ílculos n?úo s?úo utilizados, pois os frascos de insulina s?úo pa- dronizados em 100U e as seringas tamb?®m.

Quando houver zero (?á direita) no numerador e denominador, pode-se elimin?í-Ios para facilitar a Na pr?ítica de enfermagem estes c?ílculos n?úo s?úo utilizados, pois os frascos de insulina s?úo pa- 11. Resposta B 1?? Passo: Transformar o enunciado da quest?úo em express?úo matem?ítica 2?? Passo: Montar a regra de 3 1.000mg — 5ml 1.000x = 500 100mg — x x = 500 x= 0,5ml 1.000

12. Resposta B 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 2?? Passo: Montar a regra de 3 5.000.000 — 1ml x = 1.000.000 1.000.000 — x 5.000.000 x = 0,2ml Lembre-se: Cortar os zeros constantes no numerador e denominador para facilitar a opera?º?úo, na mesma quantidade.

13. Resposta D 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 2?? Passo: Montar a regra de 3 20mg— 2ml x = 15 x 2 x = 30 15mg — x 20 20 x= 1,5ml Lembre-se: Cortar os zeros constantes no numerador e denominador para facilitar a opera?º?úo, na mesma quantidade.

14. Resposta B 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 2u Passo: Montar a regra de 3 2?? Passo: Montar a regra de 3 2ml— 80mg x = 2 x 20 x = 0,5ml xml — 20mg 80

Dose = 30 x 80 = 2.400 = 60U 40 40 16. Resposta E 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 2?? Passo: Montar a regra de 3 5ml— 25.000 x = 5 x 5.000 xml — 5.000 25.000 x = 25.000 x = 1,0ml 25.000 Lembre-se: Cortar os zeros constantes no numerador e denominador para facilitar a opera?º?úo, na mesma quantidade.

17. Resposta E 1?? Passo: Determinar a f??rmula onde: gts/min = . Vt . Vt = volume total T x 3 T = tempo de infus?úo 3 = constante Solu?º?úo fisiol??gica (1.000 ml) + Solu?º?úo glicosada (500 ml) = Vt . Vt . = 1.000 + 500 1.500 T x 3 24 x 3 72 = 20,8 =~21 gts/min Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na quest?úo o decimal ?® maior que 5 portanto, deve-se somar 1 ao n??mero inteiro.

18. Resposta C 1?? Passo: F??rmula mgts/min. = Vt Onde: Vt = volume total t t = tempo 2?? Passo: Utilizar a formula gts/min = 2.500 = 104,1 = 104 mgts/min 24 Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na quest?úo decimal ?® menor que 5.

Dose = 10 x 40 = 400 = 5U 80 80 Lembre-se: Na pr?ítica este c?ílculo n?úo ?® necess?írio, pois seringa e frasco s?úo padronizados em 100U.

20. Resposta E 1?? Passo: f??rmula Dose = 12 x 1 = 12 = 0,15ml 80 80 21 . Resposta D 1?? Passo: Determinar a f??rmula onde: gts/min = . Vt . Vt = volume total T x 3 T = tempo de infus?úo 3 = constante . Vt . = 1.500 + 500 2.000 T x 3 20 x 3 60 = 33,3 = ~ 33 gts/min Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na quest?úo: o decimal ?® maior que 5 portanto, deve-se somar 1 ao n??mero inteiro.

22. Resposta D 1?? Passo: Determinar as etapas de hidrata?º?úo venosa (HV) Soro fisiol??gico – 1.000ml em 2 etapas: 500 + 20 (NaCL) + 10 (glicose hipert??nica) = 530 500 + 10 (NaCL) + 20 (glicose hipert??nica) = 530 2?? Passo: Somar as etapas 530 + 530 = 1.060ml 3?? Passo: Aplicar a f??rmula onde: gts/min = . Vt . Vt = volume total T x 3 T = tempo de infus?úo 3 = constante . Vt . = 1.060 1.500 T x 3 24 x 3 72

= 14,7 =~15 gts/min Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na quest?úo o decimal ?® maior que 5, portanto, deve-se somar 1 ao n??mero inteiro.

23. Resposta B 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 2?? Passo: Montar a regra de 3 5.000mg— 1ml x = 3,500 35 3.500mg — x 5.000 50 x= 0,7ml Lembre-se: Cortar os zeros facilita a resolu?º?úo, mas somente os que constarem no numerador e denominador.

24. Resposta C 1?? Passo: Utilizar a f??rmula mgts/min. = Vt Onde: Vt = volume total t t = tempo 2?? Passo: Aplicar a formula gts/min = 240 = 20 mgts/min 12

25. Resposta C 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 2?? Passo: Montar a regra de 3 500mg— 2ml x 700 70 x= 1,4ml 350mg — x 500 50

26. Resposta D 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 2?? Passo: Montar a regra de 3 500mg— 2ml x 900 90 x= 1,8ml 450mg — x 500 50 Lembre-se: Cortar os zeros facilita a resolu?º?úo, mas somente os que constarem no numerador e denominador.

Lembre-se: O numero que acompanha o ÔÇ£xÔÇØ ser?í sempre o denominadoe (ap??s a multiplica?º?úo cruzada).

28. Resposta C 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 2?? Passo: Formula VP —– CD VNx —– CN onde: VP = volume prescrito VNx = volume necess?írio (da concentra?º?úo dispon?¡vel) CD = concentra?º?úo (%) dispon?¡vel CN = concentra?º?úo (%) necess?íria 15ml ÔÇô 50% x = 450 = 9ml xml ÔÇô 30% 50 Resposta: A quantidade a ser aplicada da solu?º?úo de glicose a 50% para obtermos a concentra- ?º?úo: prescrita, que ?® a solu?º?úo de glicose a 30%, ?® de 9ml.

29. resposta A 1?? Passo: Determinar a f??rmula onde: gts/min = . Vt . Vt = volume total T x 3 T = tempo de infus?úo 3 = constante 2?? Passo: aplicar a f??rmula Solu?º?úo glicosada (1.500 ml) Solu?º?úo fisiol??gica (500 ml) . Vt . = 2.000 2.000 T x 3 24 x 3 72 = 27,7 =~28 gts/min Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na quest?úo o decimal ?® maior que 5, portanto deve-se somar 1 ao n??mero inteiro.

30. Resposta B 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 2?? Passo: Montar a regra de 3 1.000mg— 10ml x =2.500 = 2,5ml 250mg — x 1.000 Lembre-se: 1g = 1.000mg 1.000mg dever?í ser dilu?¡do em 10ml (diluente dispon?¡vel)

1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 2?? Passo: Montar a regra de 3 0,25mg— 2ml x = . 2 x = 8ml 0,10mg — x 0,25 Lembre-se: Na pr?ítica esta opera?º?úo n?úo ?® necess?íria, pois os frascos de insulina s?úo padroni- 33. Responda C 500 + 10 (NaCL) + 10 (KcI) = 520 500 + 1 O (KcI) = 510 500 + 10 (NaCI) = 510

2?? Passo: Aplicar a formula mgts/min. = Vt Onde: Vt = volume total t t = tempo gts/min. = 520 + 510 + 510 1540 12 12 = 128,3 = ~ 128gts/min.

Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar-se de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na quest?úo o As bombas infusoras trabalham em ml que corresponde a mgts, portanto para calcular ml, a f??r- mula a ser utilizada ?® a de mgts. A resposta ser?í em ml/h.

34. Resposta C 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 2?? Passo: Montar a regra de 3 1,0ml— 100U x = . 30 x = 30U 0,3ml — x 1 O conte??do a ser aspirado para se obter 0,3ml de adrenalina ?® de 30U em seringa gradu3:ii em unidades.

35. Resposta C 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 500 + 500 + 500 + 500 + 500 = 2.500ml 500 + 10 = 510 500 + 10 = 510 Ou

2?¬ – 500 3?¬ ÔÇô 1.000 + 10 = 1.010 onde: gts/min = . Vt . Vt = volume total T x 3 T = tempo de infus?úo 3 = constante . Vt . = 510 + 500 + 510 + 500+ 500 T x 3 24 x 3 =2.520 = 35gts/min 72 Lembre-se: O enunciado n?úo especifica se todas as etapas s?úo de 500ml, portanto podemos dis- por de frascos de soro de 1.000ml.

36. Resposta D 1?? Passo: Organizar as etapas descritas no enunciado Total de soro: 1.500ml (glicose) + 300ml (soro fisiol??gico) 1?¬ etapa: 1.000ml (glicose) + 10 (glicose hipert??nica) + 10 (NaCI) + 10 (KcI) = 1.030 2?¬ etapa: 500 (glicose) + 300 (soro fisiol??gico) = 800 Total: 1.830 2?? Passo: F??rmula onde: gts/min = . Vt . Vt = volume total T x 3 T = tempo de infus?úo 3 = constante . Vt . 1.830 1.830 = 50,8 T x 3 12 x 3 36 n?? de gts/min. = ~ 35gts/min Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na quest?úo o decimal ?® maior que 5, portanto deve-se somar 1 ao n??mero inteiro.

Na segunda etapa da HV (hidrata?º?úo venosa), soro glicosado a 5%, 500ml, no preparo da solu?º?úo deve-se utilizar frasco de 1.000ml, pois n?úo ?® poss?¡vel acrescentar 300ml em um frasco de 500ml, mas este acr?®scimo pode ser dividido, se permitido, em todas as etapas, isto evita o desperd?¡cio de 500ml de soro se utilizado um frasco de 1.000ml, para que possa ser acrescido 300ml de soro fisiol??gico.

Portanto: Noite – 30mg: Cada comprimido 15mg (necess?írio 2 comprimidos) Total de comprimidos necess?írios: 2 manh?ú + 2 noite = 4 comprimidos Total de comprimidos necess?írios em cada hor?írio: 2 comprimidos

38. Resposta B Quanto ?á administra?º?úo de medicamentos, deve-se: conhecer os princ?¡pios de administra?º?úo, isto ?®, a a?º?úo da droga no organismo vivo; os m?®todos e as vias de administra?º?úo, a dosagem m?íxi- ma dos medicamentos e os fatores que a modificam; os sintomas t??xicos, os m?®todos e a t?®cnica de administra?º?úo. No momento da administra?º?úo do medicamento, deve-se: conferir, a prescri?º?úo, a dose e o r??tulo do medicamento.

39. Resposta A 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 2?? Passo: Montar a regra de 3 80mg— 2ml x = .12 x 2 24 x = 0,3ml 12mg — x 80 80

40. Resposta C 1?? Passo: Utilizar a f??rmula Dose = 5 x 80 = 400 = 10U 40 40 Lembre-se: Na pr?ítica, estes c?ílculos n?úo s?úo necess?írios, pois os frascos de insulina e as se- ringas s?ú: padronizados em 100U.

41 . Resposta C 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 2?? Passo: Montar a regra de 3 1ml — 4mg x = . 6 x = 1,5ml xml — 6mg 4 O volume equivalente a 6 mg corresponde a 1,5ml.

42. Resposta C 1?? Passo: Lembrar que mgts/min = ml/h 2?? Passo: 104ml/h em 24h:104 x 24 = 2.498 3?? Passo: Baseado no volume total a ser infundido, utilizar a f??rmula para calcular o numero de gotas/min.

onde: gts/min = . Vt . Vt = volume total T x 3 T = tempo de infus?úo 3 = constante . Vt . = 2.500 2.500 T x 3 24 x 3 72 = 34,7 = ~ 35 gts/min Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na quest?úo Baseado no enunciado da quest?úo, n?úo ?® necess?írio o 1″ e o 2″ passos apresentados. A quest?úo pode ser resolvida somente utilizando-se a f??rmula para o c?ílculo do n??mero de gotas/min, pois o enunciado oferece o volume a ser infundido e o tempo previsto.

43. Resposta A mgts/min. = Vt Onde: Vt = volume total t t = tempo gts/min. = 500 = 62,5 = ~ 62 mgts/min.

8 Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar-se de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na quest?úo o decimal ?® 5.

44. Resposta C 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 2?? Passo: Montar a regra de 3 1,0ml — 4mg x = . 2,5 x 4 x = 10mg 2,5ml — x 1

45. Resposta E 1?? Passo: Utilizar a f??rmula Dose = 20 x 40 = 800 = 16U 50 50 Lembre-se: Na pr?ítica, estes c?ílculos n?úo s?úo necess?írios, pois os frascos de insulina e as se- ringas s?úo padronizados em 100U.

2?? Passo: Montar a regra de 3 10ml — 500mg x = 3000 x = 300mg 6ml — x 10 A quantidade a ser administrada ?® de 300mg.

47. Resposta A Os medicamentos devem ser aplicados obedecendo aos hor?írios prescritos e a via indicada e o respons?ível por esta aplica?º?úo deve conhecer a a?º?úo das drogas e os efeitos causados ao orga- nismo.

48. Resposta B 1?? Passo: F??rmula Onde: gts/min = . Vt . Vt = volume total T x 3 T = tempo de infus?úo 3 = constante . Vt . = 1.000 1.000 T x 3 8 x 3 24 = 41,6 = ~ 42 gts/min mgts/min. = Vt Onde: Vt = volume total t t = tempo mgts/min = Vt = 1.000 = 125mgts/min t8 Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar-se de outra regra m,atem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) se for menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na ques- t?úo o decimal ?® maior que 5, portanto deve-se somar 1 ao n??mero inteiro.

49. Resposta C 2?? Passo: Determinar em quantas horas ser?í feita a infus?úo: de 10h ?ás 18h = 8h 3?? Passo: Utilizar a f??rmula mgts/min. = Vt Onde: Vt = volume total t t = tempo mgts/min. = 520 = 65mgts/min.

mgts/min. = Vt Onde: Vt = volume total t t = tempo 20

51. Resposta B A heparina ?® adicionada ao l?¡quido diralisador com o objetivo de evitar a oclus?úo do cateter, que pode ocorrer devido ?á passagem de excretas dada ?á disfun?º?úo renal. A heparina tem fun?º?úo anti- coagulante.

52. Resposta B 53. Resposta A 1?? Passo: Utilizar a f??rmula mgts/min. = Vt Onde: Vt = volume total t t = tempo 24 Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) se for menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na ques- 62,5 = igual a 5, logo: Resposta = 62 gts/min.

54. Resposta B 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 2?? Passo: Utilizar a f??rmula mgts/min. = Vt Onde: Vt = volume total t t = tempo mgts/min. = 800 (SFa 0,9%) + 200 (Sga 5%) 24 = 1.000 = 41,6 = ~ 42 mgts/min 24

Lembre-se: ÔÇó Voc?¬ deve lembrar de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) se for menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na ques- t?úo o decimal ?® maior que 5, portanto deve-se somar 1 ao n??mero inteiro.

55. Resposta D 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica

60mg — x 80 56. Resposta B 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 5.000U — 1mlx= 3.500 x = 0,7ml 3.500U — x 5.000

57. Resposta D 1?? Passo: F??rmula onde: gts/min = . Vt . Vt = volume total T x 3 T = tempo de infus?úo 3 = constante . Vt . = 3.000 = 3000 = 41,6 = 42gts/min T x 3 24 x 3 72 Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) se for menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na ques- t?úo o decimal ?® maior que 5, portanto deve-se somar 1 ao n??mero inteiro.

58. Resposta C 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 1.000mg — 10ml x = 1.500 x = 1,5ml 150mg — x 1.000 Lembre-se: A transforma?º?úo de g em mg ?® necess?íria pois o medicamento foi prescrito em mg (1g = 1.000mg).

59. Resposta E 1?? Passo: Utilizar a f??rmula Dose = 12 x 1 = 0,15ml 80 Lembre-se: Na pr?ítica, estes c?ílculos n?úo s?úo necess?írios, pois os frascos de insulina e as se- ringas s?úo padronizados em 100U e a seringa de 1 ml cont?®m 100U.

Total: 1.500 + 500 = 2.000 2?? Passo: F??rmula onde: gts/min = . Vt . Vt = volume total T x 3 T = tempo de infus?úo 3 = constante . Vt . = 2.000 = 2.000 = 33,3 = 33gts/min T x 3 20 x 3 60 Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na quest?úo o decimal ?® igual a 5.

61 . Resposta C 1?? Passo: Utilizar a f??rmula mgts/min. = Vt Onde: Vt = volume total t t = tempo 12 62. Resposta B 1?? Passo: Organizar o enunciado matematicamente 250.000 — 1ml x = 350.000 x = 1,4ml 350.000 — x 250.000

63. Resposta B 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 2?? Passo: Formula VP —– CD VNx —– CN onde: VP = volume prescrito VNx = volume necess?írio (da concentra?º?úo dispon?¡vel) CD = concentra?º?úo (%) dispon?¡vel CN = concentra?º?úo (%) necess?íria 2?? Passo: Aplicar a formula 10ml ÔÇô 50% x = 300 = 6ml xml ÔÇô 30% 50

T x 3 T = tempo de infus?úo 3 = constante . Vt . = 550 = 550 = 30,5 = ~ 30gts/min T x 3 6 x 3 18 Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar-se de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na quest?úo o decimal ?® igual a 5.

65. Resposta C 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 5.000U — 1mlx = 8.000 x = 1,6ml 8.000U — x 5.000

66. Resposta E 1?? Passo: F??rmula onde: gts/min = . Vt . Vt = volume total T x 3 T = tempo de infus?úo 3 = constante . Vt . = 1.000 = 1.000 = 41,6 = ~ 42gts/min T x 3 8 x 3 24

Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar-se de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) se for menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na ques- t?úo o decimal ?® maior que 5, portanto deve-se somar 1 ao n??mero inteiro.

67. Resposta A 1?? Passo: Utilizar a f??rmula mgts/min. = Vt Onde: Vt = volume total t t = tempo mgts/min. = 500 =62,5 = ~ 62 mgts/min.

8 Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar-se de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na quest?úo o decimal ?® igual a 5.

. Vt . = 1.000 = 1.000 = 55,5 = ~ 55gts/min T x 3 6 x 3 18 Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) se for menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na ques- t?úo o decimal ?® maior que 5, portanto deve-se somar 1 ao n??mero inteiro.

69. Resposta C 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 5.000 — 5ml x = 10.000 x = 2,0ml 2.000 — x 5.000

70. Resposta E 1?? Passo: Utilizar a f??rmula Dose = 15 x 80 =1.200 = 30U 40 40 Lembre-se: Na pr?ítica, estes c?ílculos n?úo s?úo necess?írios, pois os frascos de insulina e as se- ringas s?úo padronizados em 100U.

71. Resposta D 1?? Passo: Utilizar a f??rmula Dose = 15 x 40 = 600 = 7,5U 80 80 Lembre-se: Na pr?ítica, estes c?ílculos n?úo s?úo necess?írios, pois os frascos de insulina e as se- ringas s?úo padronizados em 100U.

72. Resposta D 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 5.000 — 1ml x = 3.500 x = 0,7ml 3.500 — x 5.000

72. Resposta B A via oral ?® a via de administra?º?úo de medicamentos usualmente mais segura, mais econ??mica e mais conveniente.

2?? Passo: F??rmula onde: gts/min = . Vt . Vt = volume total T x 3 T = tempo de infus?úo 3 = constante . VT = 105 = 105 = 35gts/min Tx3 1×3 3

75. Resposta D 1?? Passo: Determinar o n??mero de horas que a HV (hidrata?º?úo venosa) dever?í ser infundida 500 == 16,6 == 17 horas 30 2?? Passo: Se o n??mero de horas da infus?úo seria de 17h e conteria 2g do antibi??tico, a hidrata?º?úo venosa foi interrompida ap??s 12h da instala?º?úo (de 8:30h ?ás 20:30h) Portanto, a opera?º?úo matem?ítica ?® uma regra de 3: 17h — 2g x = 24 x = 1,4ml 12h — x 17 Lembre-se: O antibi??tico n?úo necessita de diluente, pode ser dilu?¡do com o soro no momento do preparo para a infus?úo.

76. Resposta D 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 1.000.000 — 20ml x = 500.000 x — 0,5ml 20 x = 25.000 2?? Passo: 25.000U — 10ml x = 25.000 x = 2.500U x — 1 ml 10

77. Resposta D 1?? Passo: Determinar quantos ml dever?úo ser aspirados para se obter 2.500U de heparina. 25.000U — 5ml x = 12.500 x = 0,5ml 2.500U — x 25.000 2?? Passo: 100U — 1,0mlx = 50 x = 50U x — 0,5ml 1 Lembre-se: 100U = 1ml.

150mg — x 500 79. Resposta B A prescri?º?úo do medicamento deve ser feita pelo m?®dico, por escrito e assinado, para que n?úo fique d??vida quanto ?á dosagem e via de administra?º?úo e prever a rea?º?úo que o cliente possa a- presentar.

80. Resposta D 1?? Passo: F??rmula onde: gts/min = . Vt . Vt = volume total T x 3 T = tempo de infus?úo 3 = constante . Vt = 1.200 = 1.200 = 20gts/min T x 3 20 x 3 60

81 . Resposta B 1?? Passo: Utilizar a f??rmula Dose = 15 x 80 = 1.200 = 30U 40 40 Lembre-se: Na pr?ítica, estes c?ílculos n?úo s?úo necess?írios, pois os frascos de insulina e as se- ringas s?úo padronizados em 100U.

82. Resposta C 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 5U — 1ml x = 2 x = 0,4ml 2U — x 5 83. Resposta A 1?? Passo: Utilizar a f??rmula mgts/min. = Vt Onde: Vt = volume total t t = tempo mgts/min. = 500 = 62,5 = 62 mgts/min.

8 Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar-se de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na quest?úo o decimal ?® maior que 5, portanto deve-se somar 1 ao n??mero inteiro.

100U — 1,0ml x = 30 x = 30U x — 0,3ml 1

85. Resposta C 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 100 ml de soro glicosado a 5% cont?®m 5g de glicose, portanto 100ml de glicose hipert??nica a 50% 100ml — 50g x = 1000 x = 10g 20ml — x 100 2?? Passo: Se 100ml de soro glicosado a 5% cont?®m 5g de glicose, 100ml de soro glicosado a 10% cont?®m 10g de glicose. Em 500ml de glicosado a 10%, quantas gramas de glicose cont?¬m? 500ml — x x = 5.000 x = 50g 100ml — 10g 100

3?? Passo: Cada ampola de glicose hipert??nica a 50% com 20ml cont?®m 10g de glicose. Necessi- 4?? Passo: O soro glicosado a 5%, 500ml cont?®m 25g de glicose, o soro glicosado 500ml a 10% deve conter 50g, portanto faltam 25g, que est?úo contidas em 2 ampolas e meia de glicose a 50% – 10g + 10g + 5g Portanto, para transformar 500ml de SG a 5% para 10% teremos que acrescentar 2 ampolas e meia de glicose a 50%.

86. Resposta C 1?? Passo: Utilizar a f??rmula Dose = 15 x 80 = 1.200 = 30U 40 40 Lembre-se: Na pr?ítica, estes c?ílculos n?úo s?úo necess?írios, pois os frascos de insulina e as se- ringas s?úo padronizados em 100U.

87. Resposta B Dependendo da dose ou concentra?º?úo, as intoxica?º?Áes podem ser causadas por subst?óncias qu?¡micas que, quando introduzidas no organismo, podem causar irrita?º?úo e corros?úo dos tecidos, A intoxica?º?úo medicamentosa ?® devida a: Medidas de preven?º?úo: Ao administrar medicamentos, observar as regras de administra?º?úo;

Guardar os medicamentos em recipientes e em lugares apropriados, a fim de preservar a sua N?úo administrar medicamentos que apresentem modifica?º?úo de colora?º?úo ou a forma?º?úo de Conservar os frascos contendo venenos com r??tulo claro e longe de outras drogas e despre- zar subst?óncias contidas em frascos sem r??tulos.

88. Resposta B 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 5.000U — 1mlx = 500 x = 0,1ml 500U — x 5.000

89. Resposta B 1?? Passo: F??rmula onde: gts/min = . Vt . Vt = volume total T x 3 T = tempo de infus?úo 3 = constante . Vt . = 3.200 = 3.200 = 44,4 = 44gts/min T x 3 24 x 3 72 Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar-se de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na quest?úo o decimal ?® menor que 5 .

90. Resposta D 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 5.000U — 1ml x = 7.500 x = 1,5ml 7.500U — x 5.000

1?? Passo: Utilizar a f??rmula Dose = 25 x 80 = 2.000 = 50U 40 40 Lembre-se: Na pr?ítica, estes c?ílculos n?úo s?úo necess?írios, pois os frascos de insulina e as se- ringas s?ú:: padronizados em 100U.

93. Resposta D 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 5.000U — 1mlx = 1.750 x = 0,35ml 1.750U — x 5.000

94. Resposta D 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 20mg — 2ml x = 30 x = 1,5ml 15mg — x 20 20mg 2ml 15mg xml 20x = 30 x = .3..{L = 1,5ml 20

95. Resposta B 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 5.000.000 — 1ml x = 1.000.000 x = 0,2ml 1.000.000 — x 5.000.000 Lembre-se: Cortrar os zeros do numerador e do renominador para facilitar a opera?º?úo.

96. Resposta E 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 1.00ml — 50% x = 1.000 x = 10g 20mg — x 10 1?? Passo: Para atender a prescri?º?úo: 100ml de SG a 15% deve conter 15g de glicose. Em 500ml 100ml — 15g x = 7.500 x = 75g 500ml — x 100

Significa que 500ml de glicose a 15% cont?®m 75g de glicose. Cada ampola de glicose hipert??nica a 50% com 20ml cont?®m 10g de glicose. Para 75g necessitamos de 7 ampolas de 20ml (70g) + Lembre-se: No segundo passo o valor de 500ml significa o volume total do soro. 100ml de glicose a 5% cont?®m 5g de glicose, portanto 100ml de glicose a 50% cont?®m 50g de glicose.

97. Resposta D 1?? Passo: Determinar o volume total a ser infundido 750ml + 20 ml (NaCl) + 5 ml (KCl) = 775 ml 2?? Passo: Utilizar a f??rmula mgts/min. = Vt Onde: Vt = volume total t t = tempo mgts/min. = 775 = 96,8 = ~ 20 mgts/min.

8 Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na quest?úo o decimal ?® maior que 5, portanto deve-se somar 1 ao n??mero inteiro.

98. Resposta B 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 1.000mg — 5ml x = 500 x = 0,5ml 100mg — x 1.000 Lembre-se: 1g = 1.000mg

99. Resposta C 1?? Passo: Utilizar a f??rmula Dose = 30 x 80 = 2.400 = 60U 40 40 Lembre-se: Na pr?ítica, estes c?ílculos n?úo s?úo necess?írios, pois os frascos de insulina e as se- ringas s?úo padronizados em 100U.

100. Resposta D 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 25.000 — 5ml x = 25.000 x = 1ml 5.000 — x 25.000

60mg — x x = 60 x = 4 comprimidos 15mg — 1 15 Se cada comprimido tem 15mg deve-se administrar 4 comprimidos de cada vez.

102. Resposta D 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 5.000.000U — 10ml x = 15.000.000 15.000.000U — x 5.000.000 x = 3ml

103. Resposta A 1?? Passo: Utilizar a f??rmula mgts/min. = Vt Onde: Vt = volume total t t = tempo 20 Lembre-se: ml/h = mgts/min.

104. Resposta C 1?? Passo: F??rmula onde: gts/min = . Vt . Vt = volume total T x 3 T = tempo de infus?úo 3 = constante . Vt . = 1,500 = 1.500 = 20,8 = 21gts/min T x 3 24 x 3 72 Lembre-se: Voc?¬ deve lembrar-se de outra regra matem?ítica: O decimal (ap??s a v?¡rgula) menor que 5 ou igual, o n??mero inteiro ser?í a resposta. Na quest?úo o decimal ?® maior que 5, portanto deve-se somar 1 ao n??mero inteiro.

105. Resposta C 1?? Passo: Transformar o enunciado em express?úo num?®rica 1.200.000 — 3ml x = 1.500.000 500.000 — x 1.200.000 x = 1,25ml

Dose = 8 x 40 = 360 = 4U 80 80 Lembre-se: Na pr?ítica, estes c?ílculos n?úo s?úo necess?írios, pois os frascos de insulina e as se- ringas s?úo padronizados em 100U.

107. Resposta A A terapia digit?ílica aumenta a for?ºa de contra?º?úo mioc?írdia e beneficia a freq???¬ncia card?¡aca. Como resultado, h?í um d?®bito card?¡aco aumentado, diminui?º?úo da press?úo venosa e volume sa n- g???¡neo, e produ?º?úo de diurese. Anorexia, n?íuseas e v??mitos s?úo efeitos da toxidez digit?ílica. Po- de haver altera?º?Áes no ritmo card?¡aco, especialmente bradicardia, contra?º?Áes ventriculares e bi- geminismo (batimento duplo). A freq???¬ncia card?¡aca apical deve ser tomada antes da administra- ?º?úo de digital e a dosagem suspensa se ela for excessivamente lenta ou se uma arritmia for de- tectada.

108. Resposta B A via de administra?º?úo de medicamentos intramuscular ?® utilizada quando a subst?óncia ?® muito irritante, ?® muito volumosa (no m?íximo 5ml) e de dif?¡cil absor?º?úo (em geral os ??leos e metais pe- sados).

109. Resposta A Os broncodilatadores s?úo administrados para dilatar as vias respirat??rias, combatendo o edema da mucosa br??nquica e tamb?®m o espasmo muscular, o que reduz a obstru?º?úo da via respirat??ria.

Enfermagem Cir??rgica 01. Sob o aspecto cir??rgico, as feridas incisas limpas cicatrizam-se por: A. Primeira inten?º?úo B. Segunda inten?º?úo C. Terceira inten?º?úo D. Drenagem E. Curativo di?írio

02. Ao se usar o bisturi el?®trico, deve-se cuidar para que o paciente n?úo se: A. Levante B. Queime C. Aborre?ºa D. Vire

03. Histerectomia significa a retirada de: A. Ba?ºo B. Mama C. ?Ütero D. Ves?¡cula E. Ov?írio

04. Tecnicamente, a cirurgia que consiste na remo?º?úo do estreitamento do prep??cio, libe- rando a glande, ?® denominada: A. Postectomia B. Prostatectomia C. Prostotomia D. Penectomia E. Balanotomia

05. Bradicardia progressiva e hipertens?úo arte- rial, ap??s uma cirurgia do cr?ónio, s?úo sintomas de: A. Edema dos centros respirat??rios 214 B. Aumento da press?úo intracraniana C. Hemorragia intracraniana D. Rotura de uma art?®ria

06. A tromboflebite p??s-operat??ria pode ser prevenida com o seguinte cuidado: A. Tapotagem B. Repouso absoluto C. Deambula?º?úo precoce D. Eleva?º?úo dos membros inferiores E. Enfaixamento dos membros inferiores

07. A maior preocupa?º?úo na recupera?º?úo p??s-anest?®sica (RPA) deve ser com a: A. Impregna?º?úo B. Obnubila?º?úo C. Demora da volta ?á consci?¬ncia D. Queda da PA e n?úo recobrar a cons- ci?¬ncia E. Hipotens?úo e impregna?º?úo

08. O porta-agulha pertence ao grupo de instrumental: A. Especial B. Auxiliar C. De s?¡ntese D. De di?®rese E. De hemostasia

Assinale o tipo de choque mais comum nas gran- des cirurgias: A. Neurog?¬nico B. Cardiog?¬nico C. Hipovol?¬mico D. S?®ptico E. Hipovol?¬mico e s?®ptico

11. A raspagem dos p?¬los, no pr?®-operat??rio, denomina-se: A. Lombotomia B. Herniorrafia C. Laparotomia D. Tricotomia E. Toracotomia

12. Expurgo ?® um setor que se localiza no(a): Centro de material esterilizado com sistema de centraliza?º?úo geral A. Sala de opera?º?Áes B. Sala de preparo de luvas C. Centro cir??rgico propriamente dito D. Centro de recupera?º?úo p??s-anest?®sica

13. Uma das atribui?º?Áes do t?®cnico de enferma- gem na sala de opera?º?Áes ?®: A. Preparar o material a ser esterilizado B. Fazer estat?¡stica das esteriliza?º?Áes C. Preparar a sala de opera?º?Áes para cirurgia D. Apanhar os pacientes cir??rgicos na enferma- ria e atender ?ás necessidades do paciente na sala cir??rgica

14. A inflama?º?úo de um segmento de via ?® uma complica?º?úo p??s-operat??ria conhecida por: A. Embolia B. Flebite C. Hematoma D. Trombose

15. Geralmente, os pacientes submetido ?á anestesia geral s?úo transferidos para a sala de recupera?º?úo p??s-anest?®sica. Durante :os cuidados considerados mais importan- tes, nesse caso, a aferi?º?úo do pulso, da respira?º?úo da press?úo arterial, com a se- guinte freq???¬ncia: A. 15 em 15 min B. 20 em 20 min C. 25 em 25 min D. 30 em 30 min E. 35 em 35 min

16. A sala de recupera?º?úo p??s-anest?®sica: A. ?ë a unidade localizada no mesmo an- dar que a sala de cirurgia tanto quanto poss?¡vel B. N?úo necessita de pessoal especializa- do C. N?úo ?® necess?írio equipamento de mo- nitora?º?úo D. O item A est?í incorreto E. Os itens A, B e C est?úo incorretos

17. Nas duas primeiras horas que sucede uma apendicectomia, os sinais vitais devem ser verificados com a seguinte freq???¬ncia, em minutos: A. 5 em 5 B. 15 em 15 C. 30 em 30 D. 60 em 60

odo de 6 a 8 horas, para reduzir a possibilidade de: A. Choque B. Cianose C. Cefal?®ia D. Hemorragia E. Hipertens?úo

19. O bisturi el?®trico ?® um parelho que produz no corpo humano os seguintes efeitos: A. Oxigena?º?úo e pasteuriza?º?úo B. Fulgura?º?úo e impregna?º?úo C. Congela?º?úo e oxida?º?úo D. Coagula?º?úo e dissec?º?úo

20. A circuncis?úo visa ?á cura cir??rgica da: A. Fimose B. Epispadia C. Hipospadia D. Criptorquidia

21. Como ?® chamada a cirurgia para remo?º?úo de A. Esofagectomia B. Gastrectomia C. Esplenectomia D. Colecistectomia E. Ooforectomia

22. Para prevenir dist??rbios eletrol?¡ticos ou so- brecarga card?¡aca no p??s-operat??rio, deve-se: A. Fazer leves movimentos passivos dos MMII do paciente de 1 em 1 hora B. Posicionar o paciente em dec??bito dorsal com os p?®s elevados C. Conectar aos tubos de drenagem os frascos coletores e mant?¬-Ios abertos

216 D. Manter corretos os gotejamentos das infus?Áes venosas E. Controlar sinais vitais e estimular inspi- ra?º?Áes profundas de 1 em 1 hora

23. No pr?®-operat??rio de uma cirurgia eleti- va abdominal, a enfermagem, na v?®spera, dever?í prestar o seguinte cuidado de rotina: A. Lavagem g?ístrica B. Lavagem intestinal C. Retirada de pr??tese D. Canaliza?º?úo de veia perif?®rica E. Cateterismo vesical de demora

24. Em doen?ºas espec?¡ficas do sangue, como a icter?¡cia hemol?¡tica entre outras, a cirurgia indicada ?®: A. Hepatectomia B. Esplenectomia C. Linfadenectomia D. Pancreatoduodenectomia

25. Dentre as complica?º?Áes ap??s a cirurgia card?¡aca, podemos encontrar a insufici?¬ncia renal, bem como: A. Hipervolemia e hipertens?úo B. Hipovolemia e hipertens?úo C. Hipovolemia e hipotens?úo D. Hipovolemia e hipertens?úo E. Hipervolemia e sangramento persistente

p??s-operat??rio de cirurgia card?¡aca devem ser lavados com solu?º?úo: A. Glicerinada B. Glicosada C. Heparinizada D. Protaminada E. Bicarbonatada

28. A posi?º?úo em que o paciente ?® colocado na mesa de opera?º?úo depende do tipo de cirurgia e do estado do paciente. Assim sendo, a posi?º?úo de litotomia ?® indicada para as seguintes opera- ?º?Áes: A. Vaginais B. Cervicais C. Cranianas D. Tor?ícicas

29. A cateteriza?º?úo de veia subcl?ívia represen- ta o acesso r?ípido a uma veia central calibro- sa, ??til para a administra?º?úo de sangue ou l?¡- quidos, medida da press?úo venosa central (PVC) e para a passagem de emerg?¬ncia do cateter do Swan-Ganz de marca-passo card?¡a- co. Sua localiza?º?úo fica: A. Acima do tri?óngulo escaleno costoclavicu- lar, formado anteriormente pelo ter?ºo medi- al de clav?¡cula B. Anterior pelo m??sculo escaleno, posterior e superior pela primeira costela C. Posterior pelo m??sculo escaleno posterior e inferiormente pela segunda costela D. Abaixo do tri?óngulo escaleno costoclavicu- lar, formado anteriormente pelo ter?ºo medi- al clavicular, posteriormente pelo m??sculo escaleno, anterior e inferiormente pela pri- meira costela E. Somente as letras A e D est?úo corretas

30. O termo “gastrectomia” significa: A. Opera?º?úo pl?ística do est??mago B. Retirada total ou parcial do est??mago C. Sutura de ferimento no est??mago D. Abertura do est??mago E. Remo?º?úo das gl?óndulas sexuais

31. Numa deisc?¬ncia total da ferida opera- t??ria abdominal, uma situa?º?úo que pode ocorrer ?® a: A. Exposi?º?úo das estruturas tor?ícicas B. Sa?¡da de material operat??rio C. Exposi?º?úo das al?ºas intestinais D. Dor no local da ferida E. Inquieta?º?úo geral do paciente

32. Dentre as manifesta?º?Áes cl?¡nicas cl?íssicas do choque, podemos identificar as seguintes: A. Cianose de extremidades, diarr?®ia, n?íuseas, v??mitos e palidez B. Palidez, respira?º?úo r?ípida, febre, bra- dicardia e d?®bito urin?írio aumentado C. Palidez, pele ??mida e fria, respira?º?úo r?ípida, pulso filiforme e urina concen- trada D. Cianose de extremidades, pulso fili- forme d?®bito urin?írio aumentado, fe- bre e n?íuseas.

33. O objetivo da orienta?º?úo pr?®- operat??ria quanto ?á realiza?º?úo de exerc?¡- cios respirat??rios ?®: A. Prevenir atelectasias B. Evitar insufici?¬ncia renal C. Inibir arritmias card?¡acas D. Impedir complica?º?Áes cardiovascula- res

B. Art?®rias C. Neurog?ónglios D. Vasos linf?íticos 35. A abertura do cr?ónio, cirurgicamente, de- nomina-se: A. Cranioplastia B. Craniotomia C. Craniectomia D. Craniorrafia

36. A paralisia de Bell se deve ao comprome- timento perif?®rico unilateral do ??ltimo par crani- ano. Esta doen?ºa se caracteriza pela paralisia: A. No t??rax B. Na regi?úo cervical C. No antebra?ºo D. No bra?ºo E. Na face

37. Na assist?¬ncia de enfermagem ao paciente politraumatizado ?® priorit?írio: A. Verificar os sinais vitais B. Estabelecer e manter as vias a?®reas per- me?íveis C. Reduzir as fraturas D. Fazer cateterismo vesical

38. Agita?º?úo, flutua?º?úo dos sinais vitais, res- posta diminu?¡da aos est?¡mulos, aumento de cefal?®ia e altera?º?Áes pupilares no p??s- operat??rio de craniotomia s?úo sinais e sinto- mas que caracterizam: A. Hipovol?¬mica B. Edema cerebral C. Abscessos cerebrais :i D. Meningite ass?®ptica E. Tuberculose pulmonar

39. A medida adotada no pr?®-operat??rio que 218 auxilia na preven?º?úo de complica?º?Áes pulmonares ?® o(a): A. Transfus?úo sang???¡nea B. Controle rigoroso dos sinais vitais C. Exerc?¡cio respirat??rio D. Mudan?ºa de dec??bito

40. Um exemplo de interven?º?úo cir??rgica paliativa ?®: A. Colostomia B. Apendicectomia C. Mastectomia D. Laparotomia exploradora

41. Bradicardia progressiva e hipertens?úo arterial, ap??s uma cirurgia do cr?ónio, s?úo sintomas de: A. . Edema dos centros respirat??rios B. Aumento da press?úo intracraniana C. Hemorragia intracraniana D. . Rotura de uma art?®ria

42. Na profilaxia da atelectasia p??s- operat??ria, o procedimento mais impor- tante ?®: A. Inspira?º?úo profunda e tosse B. Nebuliza?º?úo ultra-s??nica C. Tapotagem D. Administra?º?úo de broncodilatadores E. Respira?º?úo com press?úo positiva in- termitente

A. Interven?º?úo cir??rgica pl?ística de restaura- ?º?úo da bolsa escrotal B. Enrijecimento, esclerose testicular C. Denomina?º?úo dada ?á incis?úo cir??rgica exe- cutada no test?¡culo D. Inflama?º?úo que atinge simultaneamente os test?¡culos e o epid?¡dimo E. Interven?º?úo cir??rgica de fixa?º?úo dos test?¡cu- los ?á bolsa escrotal

45. Uma das complica?º?Áes na ferida cir??rgi- ca ?® a infec?º?úo. Al?®m da regi?úo se apresen- tar quente e dolorida, podemos identificar a seguinte manifesta?º?úo: A. Anasarca B. Leucopenia C. Bradicardia D. Leucocitose

46. Ap??s laparotomia exploradora, um paci- ente apresenta choque hipovol?¬mico. Os sintomas indicativos desta anormalidade s?úo: A. Extremidades frias, estertores e afasia B. Taquicardia, hipotens?úo e palidez C. Pulso lento, agita?º?úo e sangramento D. Pulso r?ípido, nistagmo e obnubila?º?úo E. Sede, an??ria e hipertens?úo

47. Os cuidados de enfermagem ap??s biop- sia renal s?úo: A. Mensurar glicemia capilar de 6/6 horas e diurese de 12/12 horas B. Curativo compressivo e dec??bito dorsal por 6 horas C. Controle do tempo de protrombina e pres- s?úo arterial de 6/6 horas D. Preven?º?úo de colapso cardiovascular E. Medir diurese de 6/6 horas 48. ?ë sinal de complica?º?úo no p??s- operat??rio imediato de paciente previa- mente h?¡gido cuja cirurgia deu-se em ca- r?íter eletivo: A. Pneumoperit??nio B. Bradicardia C. Dispn?®ia D. Hipotens?úo leve

49. A presen?ºa de ar na cavidade pleural denomina-se: A. Aerofagia B. Pleurite C. Enfisema D. Pneumot??rax

50. O paciente operado, ao sair da sala de cirurgia, dever?í ser transportado em: A. Cama com rodas B. Maca pr??pria com grades e rodas C. Carrinho D. Cama pr??pria com grades e rodas

51. O paciente s?? ser?í transportado para a sala de recupera?º?úo ap??s ordem do: A. Cirurgi?úo B. Supervisor C. Anestesista D. M?®dico assistente E. Enfermeiro

paciente com reten?º?úo urin?íria deve: A. Passar uma sonda de demora B. Fazer um cateterismo vesical C. Colocar uma bolsa de ?ígua quente D. Comunicar ?á enfermeira

54. A seda?º?úo pr?®-operat??ria deve ser feita: A. De 45 a 75 minutos antes da cirurgia, e o paciente deve estar no leito B. De 30 a 40 minutos antes da cirurgia, e o paciente deve estar no centro cir??rgico C. Duas horas antes da cirurgia, e o paciente deve estar no centro cir??rgico D. Uma hora antes da cirurgia E. Quinze minutos antes da cirurgia, e o paci- ente deve estar na sala de recupera?º?úo

55. A les?úo contusa com base na a?º?úo do ins- trumento vulnerante (agressor) ?® definida co- mo: A. Provoca da por instrumentos pontiagudos B. Produzida por l?ómina de barbear C. Resulta de picada de insetos D. Provocada por queda e pancada, em que os tecidos vizinhos ficam traumatizados E. Ferida cir??rgica

56. As complica?º?Áes inespec?¡ficas de cateteri- za?º?úo de veia central s?úo: A. Infec?º?úo, embolia gasosa, hipovolemia, is- quemia digital B. Embolia gasosa, estimula?º?úo disfragm?ítica, hipertemia, isquemia digital C. Fratura da costela, pneumot??rax, pneumo- nia e embolia gasosa D. Edema pulmonar, infec?º?úo, pneumot??rax, pneumonia e embolia gasosa

57. Infec?º?úo, flebite e trombose, embolia gaso- 220 sa e infus?úo de l?¡quido no mediastino ou hidrot??rax A. Ex?®rese B. Anamnese C. Laparotomia D. S?¡ntese

58. De um modo geral, as interven?º?Áes cir??rgicas s?úo realizadas seguindo uma l??gica de quatro fases fundamentais. Es- sas fases s?úo: A. Di?®rese, hemostasia, cirurgia pro- posta e s?¡ntese B. An?ílise, cirurgia, hemostasia e s?¡n- cope C. Incis?úo, abertura, ex?®rese e sutura D. Di?®rese, an?ílise, ex?®rese e s?¡ntese E. Incis?úo, fematoma, ex?®rese e an?ílise

59. Quando um paciente apresenta san- gramento no local operado, a enfermagem deve: A. Trocar o curativo cir??rgico B. Chamar o cirurgi?úo imediatamente C. Somente anotar no relat??rio de enfer- magem D. Fazer uma compress?úo no local

60. No p??s-operat??rio, consegue-se evitar a distens?úo abdominal: A. Colocando sonda retal B. Com a mudan?ºa freq??ente do dec??bito C. Imobilizando o paciente no leito D. Administrando bastante l?¡quido por via oral

aspira?º?úo C. Colocar o obturador da c?ónula, para que o paciente possa falar D. Trocar a c?ónula interna, quantas vezes forem necess?írias

62. Um cuidado de enfermagem com um paci- ente que tenha feito gastrectomia parcial, nas primeiras 24 horas, ?®: A. Colocar o paciente em Fowler modificado, para maior conforto e mais f?ícil drenagem do est??mago B. Aliment?í-Io antes de sonda nasog?ístrica C. Pin?ºa r a sonda nasog?ístrica de 2 em 2 horas D. Aspirar a sonda nasog?ístrica de 1 em hora

63. A posi?º?úo do paciente no leito p??s- opera- t??rio de estapedectomia, varia de acordo com cada escola m?®dica. Por?®m, qualquer que seja a orienta?º?úo do cirurgi?úo, o enfermeiro deve mant?¬-Io pelo per?¡odo m?¡nimo de: A. 6 horas B. 24 horas C. 18 horas D. 12 horas E. 30 horas

64. O paciente com otosclerose apresenta: A. Deposi?º?úo de gordura na parte interna da B. Perda progressiva da audi?º?úo D. Perda repentina da audi?º?úo

65. ?ë considerada cirurgia potencialmente contaminada: A. A artroplastia de quadril B. O enxerto cut?óneo C. A cirurgia de c??lon D. A histerectomia abdominal E. A cirurgia vascular

66. O bal?úo de Sengstaken-Blackmore ?® um instrumento utilizado com a finalidade de coibir o sangramento esofagiano. Es- se procedimento exige do enfermeiro co- nhecimento e experi?¬ncia para mas de- Na rela?º?úo a seguir, qual dos indicadores est?í relacionado com o mecanismo?

A. Tamponamento da glote pelo bal?úo esofagiano B. Presen?ºa de secre?º?úo no espa?ºo eso- fagiano C. Descompress?úo do bal?úo do espa?ºo esofagiano D. Les?úo ou ruptura do es??fago E. Distens?úo g?ístrica por excesso de ar e secre?º?úo g?ístrica

67. Dos sufixos a seguir, o que significa abertura ?®: A. R?ífia B. Tomia C. Oscopia D. Ostasia

68. Espasmos diafragm?íticos intermiten- tes, produzidos pela irrita?º?úo do nervo fr?¬nico, denominam-se: A. Espirros B. Solu?ºos C. Meteorismos D. Contra?º?Áes

D. Ao risco para desencadeamento de disci- nesias 70. Se necess?íria a inativa?º?úo da heparina, ao final de uma cirurgia vascular, a droga indica- da para esta a?º?úo ?®: A. Cloridrato de papaverina B. Sulfato de protamina C. Atropina D. Insulina

71. Em pacientes submetidos a cirurgia card?¡a- ca, o cuidado de enfermagem nas primeiras 48 horas, para preven?º?úo de complica?º?Áes, inclui: A. Realizar percuss?úo tor?ícica B. Verificar d?®bito urin?írio C. Estimular ingesta h?¡drica D. Manter dec??bito lateral esquerdo E. Aspirar secre?º?Áes por 30 minutos

72. A irriga?º?úo do conduto auditivo externo deve ser realizada diante da seguinte condi- ?º?úo: A. Les?úo do t?¡mpano B. Corpo estranho do tipo vegetal C. Supura?º?úo D. Sangramento E. Cerume acumulado

73. O enfermeiro, ao participar do preparo pr?®- operat??rio de um paciente, reconhece que o jejum antes da cirurgia tem como objetivo pre- venir a ocorr?¬ncia de: A. Febre intensa B. Broncoaspira?º?úo C. Dor do tipo c??lica D. Hipertens?úo arterial E. Hipertermia maligna

74. O enfermeiro deve estar atento aos efetos 222 colaterais das medica?º?Áes pr?®- anest?®sicas como os opi?íceos. Estes, em altas doses, pedem produzir conse- q???¬ncias tais como: A. Hipotens?úo e distens?úo abdominal B. Alcalose respirat??ria e glaucoma C. Bradicardia e sialorr?®ia D. Icter?¡cia e dispepsia E. Diarr?®ia e olig??ria

75. A anestesia peridural ?® feita com a introdu?º?úo do anest?®sico no espa?ºo compreendido entre as seguintes menin- ges: A. Aracn??ide e pia-m?íter B. Aracn??ide e fina-m?íter C. Dura-m?íter e pia-m?íter D. Dura-m?íter e aracn??ide E. M?íter rugosa e pia-m?íter

76. A obstru?º?úo intestinal ?® uma compli- ca?º?úo que pode acompanhar as cirurgias abdominais. Ocorre mais freq??entemente ap??s cirurgias do abd??men inferior e da pelve. A fim de identificar essa situa?º?úo, o enfermeiro que atua na unidade cir??r- gica deve estar atento para os seguintes sinais e sintomas: A. Diarr?®ia e febre B. Dor abdominal e v??mitos C. Desidrata?º?úo e hipotens?úo D. Perda de peso e hipertens?úo

realizadas em tecidos traumatizados recente- mente e abertos, colonizados por flora bacteri- ana, bem como todas aquelas em que tenham ocorrido falhas t?®cnicas grosseiras, na aus?¬n- cia de supura?º?úo local. Dentre as cirurgias a seguir qual a que se enquadra nesta descri- ?º?úo?

A. Mastectomia parcial B. Cirurgia de ov?írio C. Desbridamento de queimaduras D. Cirurgia do reto e ?ónus com abscesso E. Enxertos cut?óneos

79. Diante de uma v?¡tima com suspeita de fra- tura ou luxa?º?úo, o procedimento mais reco- mendado para o primeiro atendimento ?®: A. Imobilizar a parte comprometida com um tubo gessado B. Imobilizar provisoriamente a parte afetada C. Colocar bolsa de gelo no local traumatizado D. Preparar a v?¡tima para a cirurgia E. Encaminhar a v?¡tima ?á cl?¡nica especializada

80. As complica?º?Áes mais importantes que podem ocorrer no trans e/ou p??s-operat??rio de uma traqueostomia s?úo, dentre outras: A. PCR e pneumot??rax B. Sangramento e dor abdominal C. Enfizema subcut?óneo e diarr?®ia D. N?íuseas e v??mitos E. Febre, sangramento e dor

81. Na avalia?º?úo de paciente na sala de recu- pera?º?úo p??s-anest?®sica, um sinal de compli- ca?º?úo grave no p??s-operat??rio imediato ?®: A. Sialorr?®ia B. Hematoma C. V??mito D. Tosse E. Hipoxia 82. Ap??s a remo?º?úo da sonda nasog?ís- trica em pacientes submetidos ?á cirurgia g?ístrica, devemos observar: A. Restri?º?úo de l?¡quidos orais por algu- mas horas B. Administrar grande quantidade de l?¡quidos C. Oferecer l?¡quidos gelados D. Oferecer alimentos s??lidos E. Oferecer grande quantidade de ali- mentos da dieta branda

83. S?úo cuidados de enfermagem a se- rem observados no pr?®-operat??rio: A. Remover pr??teses, remover maquia- gem e administrar a medica?º?úo pr?®- operat??ria prescrita B. Oferecer apoio emocional, estimular a deambula?º?úo e orientar cuidados pa- ra alta hospitalar C. Remover grampos de cabelo, enca- minhar para o servi?ºo de sa??de cole- tiva e puncionar acesso venoso D. Oferecer dieta ao paciente, puncionar veia e administrar medicamentos E. Iniciar oxigenoterapia, oferecer apoio emocional e puncionar acesso venoso profundo

84. A cirurgia que inclui a histerectomia com linfadenectomia p?®lvica seletiva ?® denominada: A. Billroth B. Wertheim C. Manchester D. Halter-lind

85. Uma paciente teve como diagn??stico m?®dico um tumor benigno no ??tero; sen- do encaminhada para remo?º?úo total do ??rg?úo. O tipo de cirurgia que o profissio- nal de enfermagem ir?í registrar ?®:

A. Nefrectomia B. Mastectomia C. Histerectomia D. Quadrantectomia

86. No conceito de cirurgia de emerg?¬ncia, tem-se que: A. O paciente deve ser operado de acordo B. O paciente deve ser operado imediatamen- te, pois o dist??rbio que o acomete amea?ºa a vida C. O paciente deve ser operado ap??s o con- sentimento da fam?¡lia D. O paciente deve ser operado ap??s entrevis- ta com um religioso E. O paciente deve ser operado por seu m?®di- co de escolha

87. Mulher, 56 anos, foi submetida a cirurgia de mastectomia direita, estando no quarto dia de p??s-operat??rio. Considerando os cuidados de enfermagem a serem prestados: A. Verificar PA 4 vezes ao dia no membro su- perior direito, manter o membro superior esquerdo imobilizado e manter o ,dreno fe- chado B. Manter drenagem funcionando, verificar PA 4 vezes ao dia no membro superior es- querdo, manter antebra?ºo homolateral ?á mastectomia mais alto que o cotovelo para dormir C. Retirar o dreno no s?®timo dia, manter o membro superior direito apoiado na tip??ia e dormir sobre o lado direito Administrar analg?®sico injet?ível no delt??ide esquerdo, manter o membro superior D.

molateral em adu?º?úo para dormir, reti- rar o dreno no quarto dia E. Orientar quanto ?á prote?º?úo do mem- bro contralateral contra traumas, mi- nimizar o edema, manter curativo ci- r??rgico oclusivo

88. Quel??ide significa: A. Cicatriz operat??ria de aspecto normal B. Queimadura de terceiro grau C. Tecido cicatricial que apresenta cres- cimento excessivo D. Cicatriz operat??ria de aspecto repug- nante

89. A oclus?úo progressiva da v?ílvula mi- tral, decorrente do espessamento e da contratura das c??spides, ?® denominada: A. Estenose mitral B. Insufici?¬ncia mitral C. Febre reum?ítica D. Mitra?¡smo

90. No p??s-operat??rio de artroplastia, deve o enfermeiro manter o paciente: A. Com os membros inferiores elevados, para evitar luxa?º?úo local B. Sentado no primeiro dia do p??s- operat??rio C. Com os membros inferiores abduzi- dos, evitando luxa?º?úo dos componen- tes prot?®ticos D. Sem o dreno ap??s 8 horas e manter o paciente em Fowley ____________________________________________________________________________

Enfermagem Cir??rgica Respostas 01. Resposta A A les?úo por instrumento cortante apresenta-se com bordas regulares, sendo as incisivas de natu- reza cir??rgica e com a particularidade de come?ºar e terminar a pique. O aspecto cl?¡nico da ferida influencia nos fen??menos de cicatriza?º?úo, podendo ela ser classificada em limpa, contaminada e As feridas limpas podem ser aproximadas por fios de sutura, sendo, portanto, cicatrizadas por primeira inten?º?úo. As feridas contaminadas e infectadas podem ser deixadas por granular de for- ma aberta (segunda inten?º?úo) ou, uma vez debelado o agente infeccioso, ela pode ser suturada em outro tempo (terceira inten?º?úo).

02. Resposta B Cabe ?á circulante da sala a responsabilidade da coloca?º?úo da placa do bisturi el?®trico em regi?úo de grande massa muscular, como panturrilhas, face posterior da coxa e gl??teos, sempre ap??s o posicionamento do paciente na mesa de cirurgia. Manter o paciente sobre superf?¡cie seca e isenta de contato com partes met?ílicas da mesa cir??rgica e utilizar subst?óncia gelatinosa condutora (gel) para aumentar a efici?¬ncia do contato da placa com o corpo do paciente.

03. Resposta C A histerectomia ?® um procedimento cir??rgico que visa a ressec?º?úo uterina, podendo ser total ou subtotal, preservando nesta ??ltima o colo do ??tero. ?ë reservada para as patologias malignas (CA de endom?®trio), as de comportamento agressivo e espoliantes (sangramentos de dif?¡cil controle cl?¡nico, adenomiose etc.) e prolapsos uterovaginais.

04. Resposta A Postectomia ?® o tratamento cir??rgico da fimose, mediante uma excis?úo do prep??cio que cobre a glande do p?¬nis (circuncis?úo).

05. Resposta B Perda vol?¬mica importante de natureza cir??rgica desencadeia queda da press?úo arterial, aumento das freq???¬ncias card?¡aca e respirat??ria e palidez da mucosa, representando manifesta?º?Áes de choque hipovol?¬mico. A melhor forma de tratamento desse tipo de choque ?® a reposi?º?úo com he- moderivados (hemoterapia). De maneira inversa, a eleva?º?úo da press?úo arterial e a diminui?º?úo da freq???¬ncia card?¡aca, associada ?á insufici?¬ncia respirat??ria, podem indicar hipertens?úo intracrania- na. As complica?º?Áes poss?¡veis logo ap??s a cirurgia incluem sangramentos ou hematomas intra- cranianos e edema cerebral.

06. Resposta C A tromboflebite pode ser causada pela estagna?º?úo de sangue venoso resultante de movimentos infreq??entes dos m??sculos: o simples fato de andar contrai os m??sculos, que pressionam as veias para esvazi?í-Ias e ent?úo colaborar com a circula?º?úo venosa e prevenir a estase venosa.

A altera?º?úo nos sinais vitais pode decorrer da a?º?úo de drogas anest?®sicas, bem como do pr??prio ato cir??rgico. Assim sendo, dever?úo ser realizados controles seriados de 15 em 15 minutos na primeira hora do per?¡odo de perman?¬ncia na RPA, podendo passar para 30 em 30 minutos nas horas subseq??entes, desde que o paciente se apresente est?ível. Os pacientes ao recuperarem a consci?¬ncia podem apresentar tamb?®m um per?¡odo de agita?º?úo psicomotora.

08. Resposta C A s?¡ntese (jun?º?úo; uni?úo) ?® o procedimento utilizado para aproximar ou coaptar as bordas de uma ferida, com a finalidade de estabelecer a contig??idade dos tecidos e facilitar as fases do processo de cicatriza?º?úo. Entre outros instrumentos, o porta-agulha ?® utilizado quando se deseja aproximar bordas de um ferimento.

09. Resposta B Fratura ?® uma ferida (solu?º?úo) na continuidade ??ssea, sendo definida de acordo com o tipo e e x- tens?úo. As fraturas ocorrem quando o osso ?® submetido a um estresse superior ao que consegue absorver. As fraturas podem ser causadas por golpe direto, for?ºa de esmagamento, movimento rotacional do m??sculo e at?® mesmo contra?º?úo muscular extrema. Denominamos fratura cominuti- va quando o osso se estilha?ºa em v?írios fragmentos.

10. Resposta C Choque hipovol?¬mico decorre da perda do volume sang???¡neo, que se apresenta com: circulante efetivo. Em qualquer situa?º?úo de emerg?¬ncia, ?® conveniente prevenir o choque, diminui?º?úo da press?úo arterial, pele ??mida e fria, palidez, sede, sudorese, altera?º?úo da sensibilidade, olig??ria, acidose metab??lica e hiperpn?®ia.

11. Resposta D 12. Resposta A Expurgo ?® a ?írea para recep?º?úo, desinfec?º?úo e separa?º?úo de materiais; ?írea para lavagem de material utilizado no hospital a qual deve estar provida dos equipamentos b?ísicos e aparelhagem necess?írios para tais atividades, bem como de instala?º?Áes hidr?íulicas e el?®tricas apropriadas.

13. Resposta C S?úo atribui?º?Áes do t?®cnico de enfermagem: ? Controlar o estoque de material esterilizado e as respectivas datas de esteriliza?º?úo; ? Responsabilizar-se pela identifica?º?úo e encaminhar as pe?ºas cir??rgicas para o laborat??rio ? Exercer as atribui?º?Áes da circulante de sala, quando necess?írio.

? Flebite – a condi?º?úo ?® marcada por infiltra?º?úo das t??nicas da veia por c?®lulas inflamat??rias. ? Embolia – o bloqueio s??bito por um co?ígulo ou material estranho que foi trazido ao local de ? Hematoma – cole?º?úo localizada de sangue, geralmente coagulado, em um ??rg?úo, espa?ºo ou ? Trombose – forma?º?úo de um co?ígulo (trombo) no interior de um vaso sang???¡neo ou de uma cavidade card?¡aca.

15. Resposta A Inicialmente deve ser controlada de 15 em 15 minutos e, ?á medida que se v?úo estabilizando, pa s- sar a verificar de 30 em 30 minutos e de hora em hora at?® a estabiliza?º?úo completa, quando o controle passar?í a ser feito de 2 em 2 horas.

16. Resposta A Do ponto de vista de localiza?º?úo, a sala de recupera?º?úo p??s-anest?®sica pode estar localizada dentro da unidade de centro cir??rgico ou adjacente a ela, a fim de facilitar o acesso do cirurgi?úo ou anestesista, em caso de solicita?º?úo.

17. Resposta B Em todo p??s-cir??rgico quando o paciente permanece na sala de recupera?º?úo p??s-anest?®sica (RPA), os sinais vitais s?úo verificados a cada 15 minutos nas primeiras 2 horas. ?ë no p??s- operat??rio imediato que o paciente est?í mais sujeito a complica?º?Áes e por essa raz?úo ele deve ter permanente assist?¬ncia m?®dica e de enfermagem.

18. Resposta A ? Choque – ?® um estado agudo causado pela redu?º?úo da volemia e da perfus?úo tissular. ? Cianose – colora?º?úo azul da pele denunciando um aumento da hemoglobina reduzida no san- ? Hipertens?úo – alta press?úo sang???¡nea arterial.

19. Resposta D A eletrocirurgia baseia-se na lei de Joule, ou seja, na energia t?®rmica produzida no organismo pela passagem da corrente el?®trica com a finalidade de promover a eletrocoagula?º?úo, que consis- te na oclus?úo dos vasos sang???¡neos e linf?íticos, e a eletrodissec?º?úo, que consiste na sec?º?úo (ato de dividir as partes) dos tecidos.

20. Resposta A ? Fimose – constric?º?úo do orif?¡cio prepucial tal que o prep??cio n?úo pode ser retra?¡do para tr?ís ? Epispadia – altera?º?úo cong?¬nita mais freq??ente nos homens e caracterizada pela abertura do dorso do p?¬nis, comunicando a ureta com o exterior.

? Hipospadia – anomalia do desenvolvimento no homem na qual a uretra abre-se no lado inferi- ? Criptorquidia – uma ectopia em que o test?¡culo n?úo desce para a bolsa escrotal, permane- cendo em qualquer trajeto da cavidade abdominal ao orif?¡cio externo da regi?úo inguinal.

21. Resposta D ? Colecistectomia – o sufixo ectomia significa remover um ??rg?úo, e o prefixo cole significa vias biliares. Colecistectomia ?® a cirurgia pela qual a ves?¡cula ?® removida ap??s a liga?º?úo do ducto e da art?®ria c?¡stica. A cirurgia ?® indicada na maioria dos casos de colecistite aguda e cr??nica. ? Ooforectomia – retirada do ov?írio.

22. Resposta D O gotejamento das infus?Áes venosas dever?í ser rigorosamente controlado para n?úo haver dist??r- bios eletrol?¡ticos ou sobrecarga card?¡aca no p??s-operat??rio devido ao volume de l?¡quido reduzido pela perda sang???¡nea de ?ígua e sais minerais na cirurgia, ou em caso de v??mitos e diurese dimi- nu?¡da pelo efeito anest?®sico.

23. Resposta B A lavagem intestinal ?® um procedimento realizado na v?®spera de cirurgias eletivas com a finalida- de de esvaziamento do trato intestinal visando evitar a contamina?º?úo resultante do relaxamento esfincteriano causada pela anestesia no momento do ato cir??rgico.

24. Resposta B Icter?¡cia ?® quando, por alguma raz?úo, a concentra?º?úo de bilirrubina no sangue se torna anormal- mente alta, e todos os tecidos do corpo, incluindo as escler??ticas e a pele, adquirem colora?º?úo amarelada ou amarelo-esverdeada. H?í tr?¬s tipos de icter?¡cia: hemol?¡tica, hepatocelular e obstruti- A icter?¡cia hemol?¡tica ?® o resultado da destrui?º?úo aumentada de c?®lulas sang???¡neas vermelhas, o que faz com que o plasma acumule rapidamente muita bilirrubina, sendo indicada a remo?º?úo ci- r??rgica do ba?ºo (esplenectomia).

26. Resposta B Traqueostomia ?® o procedimento em que ?® feita uma abertura na traqu?®ia para inser?º?úo de uma c?ónula.

27. Resposta C Os cateteres utilizados no p??s-operat??rio de cirurgia card?¡aca devem ser lavados com solu?º?úo heparinizada, a fim de evitar coagula?º?úo.

28. Resposta A A posi?º?úo litot??mica ?® a posi?º?úo ginecol??gica com pernas flexionadas sobre o abd??men. Quando feita na mesa ginecol??gica, ap??iam-se os joelhos em pedais apropriados, denominados joelheiras, deixando a regi?úo genital mais bem exposta do que na posi?º?úo ginecol??gica. Ver Figura 1.194C e 3.140.

29. Resposta D A veia subcl?ívia ?® a continua?º?úo da veia auxiliar e ?® geralmente 2cm, ou mais, mais calibrosa do que esta. A art?®ria subcl?ívia e o plexo branquial encontram-se, respectivamente, superior e poste- rior ?á veia, sendo, por?®m separada contra-lateral, para formar a veia cava superior. A cateteriza- ?º?úo da veia subcl?ívia direita deve ser preferida ?á da veia subcl?ívia esquerda, pelo fato de a c??pu- la pleural esquerda ser mais elevada do que a da direita, sendo portanto esta mais facilmente le- sada durante os procedimentos de cateteriza?º?úo, como, por exemplo, les?úo pleural e les?úo de ducto tor?ícico.

30. Resposta B Gastrectomia ?® a ressec?º?úo parcial ou total do est??mago quando diante de patologias que n?úo respondem ao tratamento cl?¡nico.

31. Resposta C A deisc?¬ncia da sutura em ferida abdominal pode ocorrer agudamente, de modo a permitir a pro- trus?úo de al?ºas intestinais, envolvendo freq??entemente dor e v??mitos.

32. Resposta C Choque ?® uma s?¡ndrome caracterizada por hipotens?úo arterial, palidez, confus?úo mental, respira- ?º?úo r?ípida, extremidades frias, olig??ria ou an??ria, sudorese, pulso filiforme e colapso das veias ? Choque cardiog?¬nico – por defici?¬ncia aguda do bombeamento card?¡aco. ? Choque bacteri?¬mico – o processo infeccioso grave leva a uma vasoconstri?º?úo severa e pro- ? Choque anafil?ítico – processo al?®rgico ou anafil?ítico que leva a uma vasodilata?º?úo intensa e s??bita que, por sua vez, produz uma estase hipoxia.

? Choque neurog?¬nico – os traumatismos violentos levam a s??bita depress?úo e ?á inibi?º?úo do ? Choque obstrutivo – ?® aquele que resulta de bloqueio da circula?º?úo de retorno do cora?º?úo por ? Choque end??crino – h?í uma associa?º?úo de vasoplegia e hipovolemia.

33. Resposta A Se as secre?º?Áes n?úo s?úo controladas ou removidas, ocorrer?í obstru?º?úo da via a?®rea, fazendo com que cause reten?º?úo de ar nos alv?®olos distais, absor?º?úo da secre?º?úo e colabamento do pul- m?úo. Pode advir atelectasia, pneumonia e insufici?¬ncia respirat??ria no p??s-operat??rio. Os exerc?¡- cios respirat??rios p??s-operat??rios devem ser encorajados pela enfermeira para ajudar a atingir a insufla?º?úo m?íxima e a abrir as vias a?®reas e mant?¬-Ia com permeabilidade.

34. Resposta C A ressec?º?úo de um g?ónglio neural, de um nervo ou de uma cadeia simp?ítica ?® chamada simpatec- tomia.

35. Resposta B 36. Resposta E Esse tipo de paralisia facial ocorre sem causa aparente e compromete o nervo facial (s?®timo nervo craniano), usualmente de um s?? lado, produzindo paresia ou paralisia dos m??sculos faciais. ?ë considerada por alguns como representando um tipo de paralisia por press?úo. O nervo inflamado, edematoso, ?® comprimido no local da les?úo ou seu vaso nutriente fica obstru?¡do a ponto de produ- zir necrose isqu?¬mica do nervo em seu longo canal. H?í deformidade e sensa?º?Áes dolorosas na face, atrav?®s do ouvido e no olho, com maior lacrimejamento. O paciente pode apresentar dificul- dades na fala e ser incapaz de comer do lado lesado, devido ao relaxamento dos m??sculos faci- ais.

37. Resposta B De acordo com a rotina e seq???¬ncia do suporte b?ísico e avan?ºado de vida (A, B, C, D, E), ?® priori- t?írio em paciente politraumatizado manter as vias a?®reas perme?íveis.

38. Resposta B O edema cerebral ?® uma possibilidade freq??ente em cirurgias que abordam a cavidade craniana e que deve ser devidamente controlado no p??s-operat??rio; uma vez instalado e na depend?¬ncia de suas propor?º?Áes, apresenta-se com cefal?®ias, agita?º?Áes, n?íuseas e v??mitos.

la?º?úo pulmonar e a oxigena?º?úo do sangue. O paciente deve estar em posi?º?úo sentada, para po s- sibilitar expans?úo pulmonar m?íxima. Ap??s praticar a respira?º?úo profunda diversas vezes, ensina- se a respirar profundamente, expelir o ar pela boca, realizar respira?º?úo curta e tossir profunda- mente.

40. Resposta A Cirurgia paliativa ?® o tratamento cir??rgico que visa a compensar os dist??rbios para melhorar as condi?º?Áes do paciente e/ou aliviar sua dor.

41. Resposta B O aumento na press?úo sang???¡nea e a diminui?º?úo do pulso com insufici?¬ncia respirat??ria podem indicar aumento da press?úo intracraniana.

42. Resposta A Atelectasia ?® o colapso do pulm?úo ou pulm?úo sem ar. A nebuliza?º?úo ultra-s??nica visa desobstruir o br??nquio, permitindo, assim, que o ar entre de novo no pulm?úo.

43. Resposta A Se o c?ílculo est?í no rim, a cirurgia pode ser uma nefrolitotomia (incis?úo simples no rim com remo- ?º?úo do c?ílculo), ou nefrectomia, se os rins n?úo est?úo funcionando devido a infec?º?úo ou a hidrone- frose.

44. Resposta E A n?úo descida do test?¡culo pelo canal inguinal ?á bolsa escrotal cria uma patologia de ectopia testi- cular, chamada criptorquidia. A cirurgia de corre?º?úo em tal circunst?óncia chama-se orquidopexia, que ?® a fixa?º?úo do test?¡culo ect??pico ?á bolsa escrotal.

45. Resposta D Leuc??citos ou gl??bulos brancos do sangue normalmente est?úo presentes numa concentra?º?úo: entre 5.000 e 10.000 c?®lulas por mil?¡metro c??bico de sangue total. Os leuc??citos s?úo produzidos na medula. As principais categorias de leuc??citos incluem as s?®ries granuloc?¡ticas, os linf??citos, mon??citos e plasm??citos. Quando a contagem de gl??bulos brancos est?í acima de 10.000, a con- di?º?úo ?® chamada leucocitose. Inflama?º?úo em qualquer parte do corpo e doen?ºas com forma?º?úo de abscesso quase sempre provocam eleva?º?úo na contagem devido ao aumento de leuc??citos poli- morfonucleares.

46. Resposta B Choque hipovol?¬mico ?® a s?¡ndrome em que se observa m?í perfus?úo tecidual devido ?á diminui?º?úo significativa da volemia efetiva. O quadro cl?¡nico ?® vari?ível, constatando-se como sinais de alar- me: aumento da freq???¬ncia card?¡aca, queda da press?úo arterial e palidez cutaneomucosa.

logo ap??s a bi??psia. O rim ?® um ??rg?úo altamente vascularizado e a enfermeira deve fazer o con- trole do tempo de protrombina e aferir press?úo arterial na primeira hora de 15 em 15 minutos e, at?® completar 24 horas, de 6/6 horas.

48. Resposta C O p??s-operat??rio de paciente h?¡gido submetido a cirurgia eletiva geralmente transcorre sem anor- malidades. Entretanto, alguns sinais cl?íssicos podem chamar a aten?º?úo do enfermeiro para de- terminadas complica?º?Áes que demandam algumas vezes condutas de urg?¬ncia. A complica?º?úo pulmonar mais freq??ente no p??s-operat??rio imediato ?® a atelectasia, cujo sinal mais importante ?® a O pneumoperit??nio n?úo ?® indicativo de complica?º?úo, uma vez que est?í presente quando se abre a cavidade abdominal, entretanto n?úo deve esquecer-se da perfura?º?úo de v?¡scera oca, que n?úo ?® o A bradicardia pode ocorrer como sinal de complica?º?úo, por?®m geralmente ela se d?í por descom- pensa?º?úo do choque hipovol?¬mico, traduzindo assim um sinal tardio. Tal fato n?úo est?í aludindo ?ás complica?º?Áes decorrentes do efeito dos anest?®sicos sobre o ritmo card?¡aco. A hipotens?úo leve, como o nome j?í diz, pode ser em fun?º?úo do efeito anest?®sico ou de drogas analg?®sicas.

49. Resposta D Pneumot??rax ?® o ac??mulo de ar na cavidade pleural. Ocorre espontaneamente por ruptura de um alv?®olo pulmonar, ou pode ser induzido deliberada mente para colapsar cavidades e deixar o pu l- m?úo em repouso, como se fazia no tratamento da tuberculose. Pode ainda se originar de trauma, entrando o ar na cavidade pleural atrav?®s do ferimento ou do pulm?úo lesado. O sangramento ge- ralmente acompanha tais traumatismos, assim a conseq???¬ncia ?® o hemopneumot??rax.

50. Resposta B O paciente ?® removido da mesa de opera?º?úo para a maca pr??pria e transportado imediatamente para a sala de recupera?º?úo p??s-anest?®sica, evitando-se exposi?º?úo ambiental.

51. Resposta C A transfer?¬ncia do paciente p??s-operat??rio da sala de cirurgia para a de recupera?º?úo ?® responsa- bilidade do anestesista. Os pacientes submetidos ?á anestesia local, ou ao ??xido nitroso, geralmen- te est?úo acordados poucos minutos depois de deixarem a sala de opera?º?úo. No entanto, os paci- entes com anestesias prolongadas em geral est?úo inconscientes, com todos os m??sculos relaxa- dos.

52. Resposta D A drenagem de t??rax imp?Áe-se diante de altera?º?Áes pleurais, como pneumot??rax e hemot??rax. Como a drenagem ?® realizada em selo d’?ígua (fechada) seguindo diferen?ºas press??ricas, o cui- dado primordial ?® impedir que o conte??do do frasco, do ar e do drenado reflua para o espa?ºo pleu- ral, mediante o fechamento do circuito quando do deslocamento do enfermo e certificando o per- feito vedamento do frasco.

tamente ?á enfermeira. A contin?¬ncia urin?íria pode ocorrer no p??s-operat??rio, em doentes graves, idosos e, confinados ao leito. O paciente pode desenvolver infec?º?úo urin?íria e conseq??entemente, comprometer a fun?º?úo renal.

54. Resposta A A pr?®-medica?º?úo tem por fim tornar o paciente tranq??ilo e relaxado antes da opera?º?úo, permitindo uma indu?º?úo anest?®sica f?ícil e confort?ível. Deve ser administrada uma hora antes da opera?º?úo e consta geralmente de sedativo-analg?®sico associado a parassimpaticol?¡tico.

55. Resposta D Os instrumentos vulnerantes podem agir pela ponta, gume ou superf?¡cie. Nas alternativas apre- sentadas, aquela que determina ferida contusa devido ?á a?º?úo de uma superf ?¡cie ?® a queda do corpo ao solo.

56. Resposta E ? Infec?º?úo – a infec?º?úo ?® conseq??ente ?á contamina?º?úo local durante a passagem do cateter ou ?ás trocas de curativo. Qualquer cateter contaminado deve ser imediatamente retirado. ? Flebite e trombose – a ocorr?¬ncia de flebite e trombose ?® pouco comum, em se tratando de ? Embolia gasosa – a embolia pode ocorrer no momento da passagem do cateter, ou mesmo muito tempo depois, ao haver aspira?º?úo de ar para dentro do sistema venoso, devido ?á pres- s?úo intrator?ícica negativa, estando ?ás conex?Áes do cateter abertas por alguma raz?úo. ? Infus?úo de l?¡quido no mediastino ou hidrot??rax – acontece essa infus?úo ao se introduzir agulha de press?úo fora da luz da veia, podendo-se evit?í-Ia pelo abaixamento do soro a n?¡vel inferior ao do cora?º?úo do paciente, para verificar se h?í refluxo de sangue pelo equipo.

57. Resposta A A ex?®rese ou excis?úo refere-se a um procedimento cir??rgico de ressec?º?úo, como remo?º?úo de um ??rg?úo ou tumor. A ressec?º?úo de parte de um tumor para estudo ?® chamada biopsia incisional. A anamnese refere-se ?á abordagem hist??rica da queixa ou hist??ria cl?¡nica, tornando racional o exame f?¡sico, a compreens?úo de exames complementares e, conseq??entemente, colaborando Laparotomia ?® a incis?úo destinada ?á abertura da cavidade abdominal, sendo s?¡ntese o fechamento cir??rgico por aproxima?º?úo das bordas de um ferimento.

58. Resposta A Denominam-se tempos cir??rgicos ou operat??rios os procedimentos que respeitam os conceitos da cirurgia moderna e da t?®cnica operat??ria intr?¡nseca ao ato em uma seq???¬ncia l??gica e harm??nica. De modo geral, todas as interven?º?Áes cir??rgicas s?úo realizadas em quatro tempos b?ísicos e fun- damentais: a di?®rese (dividir, separar, cortar), a hemostasia (hemo = sangue; stasis = deter), a cirurgia proposta ou ex?®rese (?® o tempo cir??rgico fundamenta/) e s?¡ntese (jun?º?úo; uni?úo).

a press?úo sang???¡nea arterial e venosa, h?í queda da hemoglobina, os l?íbios e a conjuntiva empa- lidecem; aparecem manchas diante dos olhos; e o paciente sente-se mais fraco, mas permanece consciente quase at?® a morte. Deve ser comunicado ao cirurgi?úo imediatamente.

60. Resposta B A distens?úo abdominal p??s-operat??ria ocorre em fun?º?úo da paralisa?º?úo reflexa do peristaltismo intestinal. O sintoma ?® muito desconfort?ível, repercutindo na esfera respirat??ria e card?¡aca. O al?¡- vio imediato da distens?úo ?® conseguido pela passagem de sonda nasog?ístrica ou preventivamen- te por exerc?¡cios e mudan?ºas freq??entes do dec??bito.

61. Resposta B ?ë necess?írio aspirar ?ás secre?º?Áes do paciente, pois os mecanismos da tosse est?úo comprometi- dos com a traqueostomia. A aspira?º?úo ?® realizada a cada 1 ou 2 horas ou sempre que houver secre?º?Áes, lembrando que tal procedimento pode desencadear broncoespasmo.

62. Resposta A Remo?º?úo de um ter?ºo ?á metade distal do est??mago anastomosado com o duodeno restaura o tr?ónsito normal. Ap??s recupera?º?úo completa da anestesia, o paciente ?® colocado em posi?º?úo mo- dificada de Fowler para maior conforto e mais f?ícil drenagem do est??mago.

63. Resposta B Esta cirurgia consiste na remo?º?úo da les?úo otoscler??tica no p?® do estribo e a forma?º?úo de um implante de tecido adequado com pr??tese para substituir esta parte do mecanismo condutor. A posi?º?úo que o paciente assume no leito nas 24 horas imediatamente depois da opera?º?úo varia de acordo com a prefer?¬ncia do m?®dico. Alguns preferem que o paciente deite do lado para facilitar a drenagem; outros desejam que o ouvido operado seja mantido na posi?º?úo mais alta, para impedir o deslocamento do enxerto. Ainda outros, permitem ao paciente escolher a posi?º?úo mais confort?í- vel e que n?úo cause vertigem.

64. Resposta B ?ë o termo aplicado a uma forma progressiva de surdez, produzida pela forma?º?úo de novo osso esponjoso no labirinto, fixando o estribo e impedindo a transmiss?úo de som pela vibra?º?úo dos l?¡- quidos do ouvido interno provocada pela cadeia de oss?¡culos (cada um dos tr?¬s pequenos ossos, articulados entre si, que atravessam a caixa do t?¡mpano) do ouvido m?®dio.

das do enxerto, bem como febre. Sua instala?º?úo ?® mais prov?ível entre o segundo e o quarto dia ap??s a cirurgia.

66. Resposta D As varizes esofagianas s?úo veias dilatadas e tortuosas geralmente encontradas na submucosa do es??fago inferior, entretanto podem estender-se para cima e para o est??mago. Esta condi?º?úo ?® geralmente causada pela hipertens?úo portal, a qual, por sua vez, ?® devida ?á obstru?º?úo da circula- Para controlar a hemorragia, faz-se uma press?úo na por?º?úo do c?írdia contra as varizes sangran- tes por um bal?úo tamponador duplo (sonda de Sengstaken – Blackmore). O bal?úo, quando no es- t??mago, ?® inflado e o tubo ?® puxado levemente para exercer press?úo contra a c?írdia. Ap??s o b a- l?úo estar inflado, h?í a possibilidade de les?úo ou ruptura do es??fago. A observa?º?úo da enfermagem nesta hora deve ser constante. Coloca-se uma tra?º?úo no tubo ao n?¡vel de entrada no paciente.

67. Resposta B Tomia ?® o mesmo que incis?úo, “corte”, abertura de parede ou ??rg?úo. Exemplo: laparotomia, tora- cotomia, flebotomia, ureterolitotomia etc.

68. Resposta B O solu?ºo (singulto) ocorre ?ás vezes ap??s opera?º?Áes abdominais. S?úo em geral de moderada in- O solu?ºo ?® produzido por espasmos intermitentes do diafragma. Est?í associado a um som ?íspero (um “ic” aud?¡vel), resultado da vibra?º?úo das cordas vocais fechadas, quando o ar penetra repenti- namente nos pulm?Áes. A causa do espasmo diafragm?ítico pode ser qualquer irrita?º?úo do nervo fr?¬nico, de seu centro na medula espinhal, at?® as ramifica?º?Áes terminais na superf?¡cie inferior do diafragma.

69. Resposta C Feocromocitoma ?® um tumor secretor de catecolaminas tipicamente da medula supra-renal, que se manifesta como hipertens?úo arterial parox?¡stica ou cont?¡nua em pacientes jovens ou de meia- idade. S?úo comuns epis??dios s??bitos de cefal?®ia, palpita?º?Áes e sudorese profusa. Achados asso- ciados incluem perda ponderaI, hipotens?úo ortost?ítica e redu?º?úo da toler?óncia ?á glicose.

70. Resposta B A heparina ?® uma subst?óncia anticoagulante encontrada em muitos tecidos, especialmente no f?¡gado. Anticoagulante que acelera na forma?º?úo de antitrombina III que, como co-fator, neutraliza v?írios fatores ativados da coagula?º?úo, impedindo a convers?úo de fibrinog?¬nio para fibrina. Protamina – protamina de baixo peso molecular. Uma base forte e rica em argimina, extra?¡da do esperma do salm?úo e de outros peixes da fam?¡lia salmon?¡dae. Quando administrada isoladamen- te, possui efeito anticoagulante. Tratamento agudo da superdosagem de heparina.

71. Resposta B A cirurgia card?¡aca inclui o controle do d?®bito urin?írio, densidade e osmolaridade urin?íria. No sen- tido de promover o equil?¡brio hidroeletrol?¡tico, deve ser avaliado cuidadosamente a ingest?úo e eli- mina?º?úo de l?¡quido. Mantendo folha de ingest?úo e elimina?º?úo h?¡drica; registrar o volume a cada 1/2 a 2 horas, enquanto na unidade de tratamento intensivo; a seguir, a cada 4 horas.

A irriga?º?úo do canal auditivo externo ?® empregada com os seguintes prop??sitos: ? Remo?º?úo de cerume impactado.

73. Resposta B A broncoaspira?º?úo ?® um problema de grande import?óncia, visto que responde por 60 a 70% de mortalidade. O material aspirado ?® irritante para a mucosa respirat??ria, desencadeando uma res- posta inflamat??ria, justificando assim a necessidade do jejum pr?®-operat??rio.

74. Resposta A Opi?íceos – medicamentos como a morfina e a meperidina podem ser prescritos antes da opera- ?º?úo, para reduzir a quantidade de anest?®sico geral necess?íria. Esses medicamentos tamb?®m po- dem ser usados para produzir analgesia em pacientes com dor antes da cirurgia. Ao mesmo tem- po, ?® importante compreender que as doses analg?®sicas podem deprimir a respira?º?úo e o refluxo da tosse e apresentar maior risco de acidose respirat??ria e pneumonia por aspira?º?úo. Grandes doses podem causar hipotens?úo, n?íuseas, v??mitos, constipa?º?úo intestinal e distens?úo abdominal.

75. Resposta D A anestesia peridural ?® realizada pela deposi?º?úo de anest?®sico no espa?ºo peridural, onde, por difus?úo, bloqueia a condu?º?úo nervosa, produzindo o efeito anest?®sico.

76. Resposta B Existe obstru?º?úo intestinal se houver impedimento patol??gico ao fluxo normal do conte??do intesti- nal atrav?®s do trato intestinal. Esse fluxo pode ser impedido por dois tipos de processos: ? Mec?ónicos – existe uma obstru?º?úo intraluminal ou uma obstru?º?úo mural em virtude da press?úo ? Paral?¡ticos – a musculatura intestinal ?® incapaz de impulsionar o conte??do ao longo do intesti- A obstru?º?úo pode ser parcial ou completa. Sua gravidade depende da regi?úo do intestino afetado, do grau em que a luz ?® oclu?¡da e, mais particularmente, do grau em que a circula?º?úo sang???¡nea na parede intestinal ?® afetada.

77. Resposta B Ap??s uma prostatectomia (remo?º?úo da pr??stata), o paciente ?® mantido em repouso no leito duran- te as primeiras 24 horas. Se houver dor, devem ser determinadas a causa e a localiza?º?úo. A irrita- bilidade vesical pode propiciar e reter co?ígulo sang???¡neo (sangramento). As poss?¡veis complica- ?º?Áes p??s-operat??rias incluem: hemorragia e choque, infec?º?úo, trombose e obstru?º?úo do cateter. .

O desbridamento mec?ónico consiste no uso de tesouras e pin?ºas cir??rgicas para separar e remo- ver a escara.

79. Resposta B A luxa?º?úo de uma articula?º?úo ?® uma condi?º?úo na qual as superf?¡cies articulares ??sseas que for- mam a articula?º?úo perdem o contato anat??mico. Os ossos encontram-se literalmente “fora da arti- A parte afetada deve ser imobilizada durante o transporte do paciente. A luxa?º?úo ?® reduzida, isto ?®, as partes deslocadas s?úo colocadas em posi?º?úo normal, procedimento habitualmente efetuado Fratura ?® uma ferida (solu?º?úo) na continuidade ??ssea, sendo definida de acordo com o tipo de extens?úo. Imediatamente ap??s o acidente, a pessoa pode apresentar-se em estado de confus?úo, n?úo estar consciente da ocorr?¬ncia da fratura e tentar caminhar; ?® importante imobilizar a parte do As a?º?Áes de enfermagem t?¬m por finalidade proporcionar conforto, avaliar o estado neurovascular e proteger a articula?º?úo durante a cicatriza?º?úo. O paciente dever?í aprender como manipular os dispositivos de imobiliza?º?úo e como proteger de uma poss?¡vel les?úo.

80. Resposta A A traqueostomia ?® a incis?úo cir??rgica realizada na traqu?®ia para a coloca?º?úo de uma c?ónula que Nas primeiras 48 horas ap??s a realiza?º?úo da traqueostomia o paciente pode apresentar: hemorra- gia, edema, pneumonia por aspira?º?úo de secre?º?Áes, pneumot??rax pela introdu?º?úo de ar na cavi- dade pleural e parada cardiorrespirat??ria. O paciente ?® mantido sob observa?º?úo com acesso ?í campainha de chamada para diminuir a ansiedade e a preocupa?º?úo.

81. Resposta E O paciente permanece nessa unidade at?® que se tenha recuperado totalmente da anestesia isto ?®, at?® que apresente press?úo arterial est?ível, fun?º?úo respirat??ria adequada e grau de consci?¬ncia razo?ível. Exemplo: ? Respira?º?úo – capacidade de respirar profundamente, tossir – 2 pontos. ? Circula?º?úo – press?úo arterial sist??lica > 80% do n?¡vel pr?®-anest?®sico – 2 pontos. ? N?¡vel de consci?¬ncia – responde verbalmente ?ás quest?Áes / orientado no espa?ºo – 2 pontos. ? Atividade muscular – movimenta-se espontaneamente ou sob comando de movimentar todas ? Necess?írio para receber alta da sala de recupera?º?úo – 7 a 8 pontos Para essa avalia?º?úo os sinais vitais s?úo verificados e ?® efetuada a avalia?º?úo f?¡sica do paciente, pelo menos a cada 15 minutos. Em ordem de prioridade, a permeabilidade das vias a?®reas e a fun?º?úo respirat??ria s?úo sempre avaliadas primeiro, seguidas da avalia?º?úo da fun?º?úo cardiovascu- lar (incluindo os sinais vitais), da condi?º?úo do local da cirurgia e do sistema nervoso central.

alimentos brandos at?® que o paciente tenha capacidade de fazer seis pequenas refei?º?Áes por dia e tomar 120ml de l?¡quido entre as refei?º?Áes. A chave para aumentar o conte??do diet?®tico consiste em oferecer alimentos e l?¡quidos, gradualmente, de acordo com a toler?óncia do paciente.

83. Resposta A O paciente ?® vestido com um roup?úo aberto nas costas, cabelo totalmente coberto com um gorro descart?ível. A boca deve ser inspecionada e as dentaduras, pr??teses ou goma de mascar s?úo removidas. Se deixados na boca, esses itens podem cair na garganta, durante a indu?º?úo de anes- tesia, e causar obstru?º?úo respirat??ria. Todos os objetos de valor, incluindo-se dentaduras e pr??te- ses, s?úo rotulados com o nome do paciente e guardados em um local seguro, de acordo com a rotina de servi?ºo.

84. Resposta B ? Linfadenectomia – excis?úo cir??rgica de um g?ónglio ou de um grupo de g?ónglios linf?íticos. O procedimento apontado na quest?úo denomina-se cirurgia de Wertheim.

85. Resposta C Uma histerectomia total envolve a remo?º?úo do ??tero, incluindo a c?®rvix. Esse procedimento ?® rea- lizado em v?írias condi?º?Áes, incluindo sangramento uterino-disfuncional, endometriose, crescimen- tos malignos e n?úo malignos do ??tero, c?®rvix e anexos, problemas de relaxamento p?®lvico e pro- lapso, e les?úo irrepar?ível do ??tero. Condi?º?Áes malignas exigem histerectomia, abdominal total e salpingo-ooforectomia bilateral.

86. Resposta B Cirurgias de emerg?¬ncia s?úo aquelas que dever?úo ser realizadas sem perda de tempo, a fim de salvar a vida do paciente. Exemplos: prenhez tub?íria rota, ??lcera p?®ptica perfurada etc.

87. Resposta B A avalia?º?úo no p??s-operat??rio inclui monitoriza?º?úo do pulso e da press?úo arterial, que s?úo ?¡ndices ??teis para a detec?º?úo de choque e hemorragia. A drenagem ?® monitorizada. A paciente ?® encora- jada e auxiliada a mudar de posi?º?úo, tossir e inspirar profundamente para evitar complica?º?Áes pulmonares. A monitoriza?º?úo do local da cirurgia alerta a equipe de sa??de para sinais de infec?º?úo ou outras complica?º?Áes. O bra?ºo pode ser elevado para auxiliar a gravidade na remo?º?úo do l?¡qui- do por meio dos vasos linf?ítico e venoso. O Iinfedema geralmente ?® evitado pelo posicionamento de cada articula?º?úo em posi?º?úo mais alta que a articula?º?úo mais pr??xima. A posi?º?úo fletida ou estendida do bra?ºo depende da prefer?¬ncia do cirurgi?úo.

88. Resposta C Os quel??ides s?úo similares ?ás cicatrizes hipertr??ficas no sentido de tamb?®m resultarem de exces- siva resposta fibrosa. A diferen?ºa ?® que os quel??ides levam algum tempo para se formar e podem aparecer anos depois da les?úo inicial. Seu tamanho varia de pequenas p?ípulas a grandes tumo- res pendentes. Ocorrem mais comumente em indiv?¡duos entre 10 e 30 anos de idade e nos de pele mais escura. Infelizmente, ao contr?írio das cicatrizes hipertr??ficas, os quel??ides n?úo diminu- em com o passar do tempo.

Estenose mitral ?® o espessamento e retra?º?úo progressivos das c??spides da v?ílvula mitral, que levam ao estreitamento do orif?¡cio e ?á obstru?º?úo gradativa do fluxo sang???¡neo. Normalmente, tr?¬s dedos passam facilmente por este orif?¡cio, por?®m nos casos de estenose grave, um l?ípis comum dificilmente o atravessaria. O ventr?¡culo esquerdo n?úo ?® afetado, por?®m o ?ítrio esquerdo tem grande dificuldade em esvaziar seu conte??do no ventr?¡culo, atrav?®s do orif?¡cio estreitado. O trata- mento ?® o mesmo da insufici?¬ncia card?¡aca congestiva. A interven?º?úo cir??rgica consiste na substi- tui?º?úo da v?ílvula mitral.

90. Resposta C A artrite induzida por cristais pode ser observada na presen?ºa de cristais de hidroxiapatita de c?íl- cio; acomete principalmente o joelho e o ombro. Os cristais de hidroxiapatita podem coexistir com cristais de pirofosfato, devendo ser identificados atrav?®s de estudo eletromagn?®ticos ou de difra- ?º?úo de raios-X.

Enfermagem Materno-infantiI 01. Al?®m de prote?¡nas, lip?¡dios e glic?¡dios, o leite humano cont?®m:

A. Horm?ónios e ferro B. Anticorpos e vitamina D C. Anticorpos e ferro D. Horm?ónios e vitamina D E. Anticorpos e horm?ónios

02. A instila?º?úo de nitrato de prata a 1 % nos o- lhos do rec?®m-nascido visa prevenir:

A. Tracoma B. Cal?ízio C. ?Ülcera de c??rnea D. Oftalmia gonoc??cica E. Ressecamento da mucosa

03. Os cuidados imediatos de enfermagem a se- rem prestados a um rec?®m-nato, por ordem de prioridade, s?úo:

A. Limpeza corporal, mensura?º?úo, desobstru?º?úo das vias a?®reas superiores B. Laqueadura definitiva do coto, administra?º?úo de vitamina K (1mg IM), aquecimento C. Aquecimento, desobstru?º?úo das vias a?®reas superiores, identifica?º?úo do rec?®m-nato, la- queadura definitiva do coto, credeiza?º?úo, ad- ministra?º?úo de vitamina K (1mg IM) D. Desobstru?º?úo das vias a?®reas superiores, identifica?º?úo, limpeza corporal E. Aquecimento, higiene corporal, identifica?º?úo e mensura?º?úo.

04. Dentro das caracter?¡sticas do alojamento con- junto, o aleitamento materno ser?í feito:

A. Depois de 10 horas B. Ap??s 24 horas C. Juntamente com leite artificial D. O aleitamento materno n?úo deve ser indicado E. Logo que poss?¡vel e a m?úe esteja em condi?º?Áes

05. Dentre os aspectos a serem observa- dos no neonato, qual sinal pode indicar uma altera?º?úo card?¡aca?

A. Elimina?º?úo de mec??nio B. Cianose C. Milium seb?íceo D. V?®rnix caseoso E. Prep??cio aderente

06. Em uma gestante Rh negativo, cujo marido ?® Rh positivo, qual o teste que se faz para pesquisa de sensibiliza?º?úo?

A. Coombs direto B. Sorologia para Lues C. Curva glic?¬mica D. Inibidor da hemoglutina?º?úo E. Coombs indireto

07. O noivo portador de s?¡filis deve evitar: A. Misturar medicamentos B. Interromper o tratamento C. Comer alimentos condimentados D. Ingerir l?¡quidos gelados E. Evitar rela?º?Áes sexuais

sional de enfermagem deve observar quando da admiss?úo de uma parturiente ?®:

A. A data prevista para o parto B. A freq???¬ncia das contra?º?Áes C. O n??mero de familiares D. O dia da ??ltima consulta E. O dia da ??ltima menstrua?º?úo

09. Aconselha-se aos noivos a pesquisa da s?¡filis, como medida de preven?º?úo para uma prole sadi- a. Essa pesquisa ?® feita na(o):

A. Urina B. Secre?º?úo uretral C. Secre?º?úo vaginal D. Sangue E. Suor

10. Na preven?º?úo da toxemia grav?¡dica ?® aconse- lh?ível ?á gestante:

A. Consulta peri??dica no pr?®-natal B. Dosagem mensal de glicemia C. Ausculta dos batimentos cardiofetais D. Alimentos ricos em prote?¡nas E. Restri?º?úo de sal

11. O processo pelo qual o canal vaginal ?® pro- gressivamente encurtado at?® atingir sua completa oblitera?º?úo ?® denominado:

A. Insinua?º?úo B. Apagamento C. Sinclitismo D. Dilata?º?úo da c?®rvice E. Coroamento

12. O servi?ºo de pr?®-natal de unidade b?ísica de sa??de, ao atender uma a gestante de baixo risco, 242 deve submet?¬-Ia, pelo menos, aos seguin- tes exames de rotina:

A. Tipagem sang???¡nea, sorologia para s?¡fi- lis, exame de urina B. Teste de Coombs, tens?úo arterial, rea- ?º?úo sorol??gica para Lues C. Amniocentese, rea?º?úo sorol??gica para Lues, laparoscopia D. Albumin??ria, tens?úo arterial, aneroxia tet?ónica E. Laparoscopia, amniocentese, albumin??- ria

13. N?íuseas e v??mitos, presentes, normal- mente, no in?¡cio da gravidez s?úo devidos a:

A. Altos n?¡veis de progesterona B. Diminui?º?úo de secre?º?úo de horm??nios ent?®ricos C. Aumento da press?úo intra-abdominal D. Altos n?¡veis de estrog?¬nio E. Deslocamento do est??mago pela gravi- dez

14. No parto, o per?¡odo de elimina?º?úo da placenta e membranas denomina-se:

A. Expuls?úo B. Dilata?º?úo C. Contra?º?úo D. Delivramento E. Coroamento

15. Para observa?º?úo da evolu?º?úo do cres- cimento de rec?®m-nascido pr?®-termo em curto per?¡odo de tempo, o indicador mais adequado ?®:

D. Dobra cut?ónea triciptal E. Rela?º?úo circunfer?¬ncia do bra?ºo / circunfe- r?¬ncia cranial

16. O horm??nio respons?ível pela preserva?º?úo da gravidez e algumas mudan?ºas no organismo ma- terno ?®:

A. Estrog?¬nio B. Aldosterona C. Progesterona D. Gonadotropina E. Testosterona

17. A dura?º?úo da gravidez a termo, em semanas, ?® igual a: A. 10 a 25 B. 20 a 30 C. 30 a 37 D. 38 a 42 E. 42 a 45

18. Durante o trabalho de parto, o movimento inclinado lateral da apresenta?º?úo do feto, durante a sua passagem pelo estreito superior, denomi- na-se:

A. Posi?º?úo B. Situa?º?úo C. Sinclitismo D. Insinua?º?úo E. Assinclitismo

19. Faz parte do diagn??stico de certeza da gravi- dez: A. Atraso menstrual C. V??mitos e n?íuseas D. BCF por volta de 16″ semana E. Aparecimento de aur?®ola mam?íria

20. Nas primeiras 24 horas do puerp?®rio normal, o principal controle ?® de:

A. Peso B. Diurese C. L??quios D. Colostro E. Respira?º?úo 21. A icter?¡cia fisiol??gica do rec?®m-nascido normal deve desaparecer espontaneamen- te entre a primeira e a:

A. Segunda semana B. Terceira semana C. Quarta semana D. Quinta semana E. Sexta semana

22. O primeiro cuidado dispensado ao re- c?®m-nascido, imediatamente ap??s o parto, ?®:

A. Identifica?º?úo B. Limpeza C. Laqueadura do cord?úo D. Credeiza?º?úo E. Aspira?º?úo

23. Um importante cuidado de enfermagem na assist?¬ncia ?á crian?ºa com glomerulone- frite aguda ?®:

A. Fazer higiene di?íria B. Promover atividades f?¡sicas C. Avaliar perdas l?¡quidas D. Pesar diariamente E. Aplicar bandagem abdominal

prote?¡na na urina deixou a equipe de sa??de preo- cupada com a gestante que acabara de ser exa- minada. O quadro descrito caracteriza a seguinte situa?º?úo:

A. Ecl?ómpsia B. Pr?®-ecl?ómpsia C. Gravidez tub?íria D. Hipertens?úo cr??nica E. Gravidez de alto risco

25. Em caso de dismenorr?®ia, um exame f?¡sico completo deve ser realizado para descobrir a- normalidades, como:

A. H?¡men complacente B. Falta de matura?º?úo sexual C. Estreitamento da uretra D. Estenose do colo uterino E. Doen?ºas sexualmente transmiss?¡veis

26. O pulso do rec?®m-nascido, em batimentos por minuto, varia entre:

A. 70 e 80 B. 90 e 100 C. 110 e 120 D. 130 e 140 E. 150e160 27. Como procedimento para o controle de ba- lan?ºo h?¡drico numa crian?ºa de 4 meses, em rela- ?º?úo ?á diurese, o auxiliar de enfermagem deve:

A. Sondar a crian?ºa B. Cateterizar a crian?ºa C. Colocar coletor de urina D. Colocar fralda descart?ível E. Deixar a crian?ºa sem fralda 244 28. As manchas hipercr??micas que apare- cem na pele, durante a gesta?º?úo, s?úo co- nhecidas como:

A. Cloasmas B. Nevos C. Ros?®olas D. Equimose E. Hematomas 29. ?ë importante o cuidado com a m?úe e com o produto da concep?º?úo durante os nove meses de vida intra-uterina. Por este motivo, os exames m?®dicos da gestante dever?úo ser semanais, no seguinte m?¬s de gravidez:

A. Primeiro B. Terceiro C. Quarto D. S?®timo E. Nono 30. Durante o puerp?®rio, a infec?º?úo de um ou mais lobos do seio causada quase sem- pre pelo Staphylococcus aureus ?® denomi- nado(a):

A. L??quios B. Menarca C. Fissura D. Mastite E. Mastoidite 31. O per?¡odo neonatal ?® compreendido entre:

E. 40 dias ap??s o nascimento 32. O rec?®m-nato p??s-maturo que apresenta, ao nascer, cord?úo umbilical tingido de mec??nio a- presentou uma intercorr?¬ncia de nominada:

A. Broncopneumonia B. Bronquite cr??nica C. Parada card?¡aca D. Imperfura?º?úo anal E. Sofrimento fetal

33. A limpeza da genit?ília externa e da regi?úo anal da crian?ºa, ap??s mic?º?Áes e evacua?º?Áes, evita a(o):

A. Mau odor no leito B. Desconforto f?¡sico da crian?ºa C. Dermatite amoniacal D. Todas est?úo corretas

34. Quando indicado um aborto terap?¬utico, de- ver?í ser preparado material para:

A. Laparotomia parcial B. Laparotomia exploradora C. Dilata?º?úo e curetagem D. F??rceps alto E. Laparotomia total

35. Qual sinal que indica o in?¡cio do trabalho de A. Elimina?º?úo do tamp?úo mucoso B. Perda sangu?¡nea abundante C. Contra?º?Áes freq??entes e dolorosas D. Colora?º?úo avermelhada da vulva E. Ruptura das membranas 36. O rec?®m-nato, com Apgar 7, 8 e 9, pode ser considerado em condi?º?Áes:

A. Excelentes B. P?®ssimas C. Boas D. Regulares E. Irregulares

37. As gestantes tabagistas devem ser ori- entadas durante a consulta de enfermagem ou orienta?º?Áes da equipe para os malef?¡- cios que a nicotina pode causar ao concep- to, tais como:

A. Abortamento e toxemia B. Dores ??sseas e musculares C. Atrofia cerebral e convuls?Áes D. Prematuridade e baixo peso ao nascer E. Macropedia

38. Dentre as afirmativas a seguir, sobre o marque a ??nica incorreta:

A. A ?®poca ideal para coloca?º?úo do DIU ?® durante ou logo ap??s a menstrua?º?úo B. A retirada do DIU poder?í ser feita pela pr??pria mulher em casa C. Deve-se evitar rela?º?Áes sexuais durante a primeira semana de coloca?º?úo do DIU D. O exame ginecol??gico dever?í continuar a ser feito anualmente, caso esteja tudo normal E. N?úo se deve colocar o DIU logo ap??s o parto. Deve-se esperar, pelo menos, dois meses

39. A rub?®ola ?® uma doen?ºa infecto- contagiosa e pode ser teratog?¬nica se a gestante for acometida no seguinte per?¡odo gestacional:

B. Ap??s 3 meses de gesta?º?úo C. Durante os 3 primeiros meses D. Ap??s 8 meses de gesta?º?úo E. Em qualquer per?¡odo gestacional

40. A toxoplasmose pode causar a seguinte a- nomalia cong?¬nita:

A. Surdez B. Microcefalia C. Malforma?º?úo ??ssea D. Catarata E. Hidrocefalia

41. Quando um beb?¬ sofre de atelectasia, algu- Como complemento da terap?¬utica prescrita, deve-se:

A. Ligar um ventilador pr??ximo a ele B. Ministrar medica?º?úo estimulante C. Colocar-lhe uma m?íscara de oxig?¬nio D. Faz?¬-Io chorar freq??entemente E. Aquec?¬-Io

42. Parto pr?®-termo ?® aquele que ocorre: A. Entre a 37?¬ e 41?¬ semanas e 6 dias de gesta- ?º?úo B. Entre a 28?¬ e 36?¬ semanas e 6 dias de gesta- ?º?úo C. Ap??s a 42?¬ semana D. Com peso acima de 2.500g E. Com peso inferior a 2.500g

43. O exame de toque pode desencadear uma hemorragia de conseq???¬ncias imprevis?¡veis no seguinte caso:

A. Descolamento de placenta B. Placenta pr?®via 246 C. Rotura uterina D. Ecl?ómpsia E. Toxemia

44. Os cuidados de enfermagem com o coto umbilical ap??s o nascimento s?úo:

A. Hidratar e usar cinteiro B. Massagear e instilar merc??rio C. Passar antibi??tico e ocluir D. Higienizar e fazer curativo com ?ílcool a 70% E. Secar e lubrificar com vaselina

45. S?úo considerados sinais de certeza de gravidez: A. Aumento de volume dos seios B. Modifica?º?úo do abd??men e do ??tero C. Cessa?º?úo da menstrua?º?úo D. Movimentos ativos do feto E. C??licas no baixo ventre

46. Os olhos do rec?®m-nato devem ser pro- tegidos para evitar les?Áes da retina durante a:

A. Oxigenoterapia B. Nebuliza?º?úo C. Ventila?º?úo assistida D. Fototerapia E. Banho

E. 48 horas 48. Quando a crian?ºa ?® lactente, deve-se de pre- fer?¬ncia aferir o seguinte pulso:

A. Radial B. Apical C. Pedioso D. Femoral E. Carot?¡deo 49. Uma das altera?º?Áes fisiol??gicas que acontece durante a gravidez ?®:

A. Corrimento amarelado f?®tido B. Diminui?º?úo do volume sang???¡neo C. Amolecimento do colo uterino D. Menor filtra?º?úo de sangue pelos rins E. Clareamento dos mamilos

50. Na avalia?º?úo da crian?ºa com infec?º?úo respi- rat??ria aguda, o sintoma que permite classificar pneumonia ?® a:

A. Tosse produtiva B. Tiragem subcostal C. Temperatura elevada D. Perda do apetite E. Evacua?º?úo l?¡quida

51. Baseado na Regra de Naegele, a DUM de uma gestante atendida em 12 de maio de 1997, com DPP em 23 de julho de 1997, foi em:

A. 19/11/96 B. 30109/96 C. 16/10/96 D. 05/12/96 52. Pu?®rpera no vig?®simo dia p??s-parto volta a ter aumento da perda sang???¡nea, de cor escura, por via vaginal, com odor f?®tido e 38??C de temperatura. O quadro indica:

A. Drenagem de colostro em excesso B. Restos placent?írios e infec?º?úo puerpe- ral C. Cicatriza?º?úo das incis?Áes no per?¡neo D. Cicatriza?º?úo das incis?Áes no abd??men E. Hemorragia

53. Considera-se neonato a crian?ºa at?® completar: A. 1 ano B. 2 anos C. 1 m?¬s D. 2 meses E. 6 meses

54. A primeira zona placent?íria apresenta- da no orif?¡cio vaginal, na dequita?º?úo por Baudelocque-Duncan, ?®:

A. Materna B. Cef?ílica C. P?®lvica D. Fetal E. Materno-fetal 55. A ??nica imunoglobulina que atravessa a placenta, permitindo a defesa contra infec- ?º?úo durante as primeiras semanas de vida do rec?®m-nascido, ?® a:

em rec?®m-nascidos que possuem defici?¬ncia nos (as): A. Leuc??citos B. Macr??fagos C. Surfactante alveolar D. Linf??citos E. Hem?ícias

57. Os exerc?¡cios de Hoffman s?úo recomendados para as m?úes que apresentam:

A. Mamilos planos ou invertidos B. Fissuras ou rachaduras nos seios C. Turgesc?¬ncia ou seio empedrado D. Mastites E. Mamilos proeminentes

58. ?ë correta a seguinte afirmativa relativa ao desenvolvimento da crian?ºa normal:

A. 3 meses, senta-se sozinha B. 6 meses, fica em p?® sozinha C. 7 meses, senta-se sem ajuda D. 8 meses, anda sozinha E. 10 meses fala

59. Como par?ómetro de maturidade pulmonar temos a dosagem de:

A. Lecitina – esfingomielina B. Bilirrubina direta e indireta C. ?ücido l?íctico e ?ícido asc??rbico D. Volume de oxig?¬nio inspirado e expirado E. Volume do choro – cianose de extremidades

248 60. O edema de couro cabeludo na regi?úo subperi??stea, observado no rec?®m-nascido, ?® denominado:

A. Bossa serossang???¡nea B. Caput succedaneum C. Cefalematoma D. Craniotabes E. Macrocefalia

61. Para diagnosticar a est?ítica fetal no exame obst?®trico, utiliza-se a manobra de:

A. T?íxi B. Montgomery C. Nobile-Budin D. Leopold-Zweifel E. Hoffman

62. A incompatibilidade sang???¡nea perinatal pode ser diagnosticada na seguinte condi- ?º?úo, em rela?º?úo ?á m?úe, ao feto e ao pai, respectivamente:

A. Rh+, Rh-, Rh+ B. Rh-, Rh+, Rh+ C. Rh-, Rh +, Rh- D. Rh+, Rh+, Rh+

63. Os horm??nios respons?íveis pela produ- ?º?úo e eje?º?úo do leite materno, respectiva- mente, s?úo:

localiza-se na seguinte por?º?úo do p??lo cef?ílico: A. Temporal B. Posterior C. Occipital D. Anterior E. Frontal

65. Mulher de 25 anos de idade procurou a uni- dade de sa??de para iniciar o pr?®-natal, sendo No hist??rico de enfermagem havia o registro de que a cliente, ao ser questionada sobre a data da ??ltima menstrua?º?úo, relatara que todas as suas menstrua?º?Áes t?¬m a dura?º?úo de 3 (tr?¬s) dias, tendo a ??ltima terminado em 29 de abril de 1999.

A data prov?ível em que o parto ocorrer?í ?®: A. 04 de fevereiro de 2000 B. 04 de janeiro de 2000 C. 06 de janeiro de 2000 D. 06 de fevereiro de 2000

66. Durante a gravidez, ?® comum o aparecimento de cloasma grav?¡dico. O enfermeiro como agente do processo de educa?º?úo em sa??de, dever?í ori- entar a gestante no sentido de:

A. N?úo permanecer muito tempo em p?® B. N?úo expor o rosto diretamente ao sol C. Aplicar calor local D. Usar sapatos com saltos baixos E. Massagear o m??sculo contra?¡do e dolorido

67. A presen?ºa de protein??ria, edema de mem- bros inferiores e hipertens?úo arterial em uma ges- tante caracterizam:

A. Infec?º?úo puerperal B. Mola hidatiforme C. Descolamento pr?®vio de placenta D. Amniorrexe prematura E. Toxemia grav?¡dica

68. Uma gestante que desenvolve diabetes gestacional corre o risco de ter em rec?®m- nascido com:

A. Macrossomia B. Microcefalia C. Glicos??ria D. Hiperglicemia E. Hidrocefalia

69. Relativo ?á gravidez ect??pica, ?® incorre- to afirmar que:

A. ?ë a implanta?º?úo do ??vulo em um s?¡tio extra-uterino B. Uma gravidez ect??pica pode ocorrer em qualquer per?¡odo, desde a menarca at?® a menopausa C. A incid?¬ncia ?® mais alta em mulheres inf?®rteis D. A freq???¬ncia ?® maior nos grupos socio- econ??micos mais privilegiados E. Aproximadamente 50% dos casos de gravidez ect??pica s?úo causados por le- s?Áes inflamat??rias ou cicatrizes nas trompas

70. O cord?úo umbilical, que une a placenta ao feto, apresenta:

A. Tr?¬s vasos sang???¡neos: duas art?®rias e uma veia B. Tr?¬s vasos sang???¡neos: uma art?®ria e duas veias C. Dois vasos sang???¡neos: uma art?®ria e uma veia D. Quatro vasos sang???¡neos: duas art?®rias e duas veias E. Quatro vasos sang???¡neos: uma art?®ria e tr?¬s veias

enfermagem ?®: A. Ausculta dos BCF B. Observa?º?úo do sangramento vaginal e da regi?úo perineal C. Deambula?º?úo tardia D. Administra?º?úo de antibioticoterapia E. Orienta?º?úo ?á m?úe quanto ao manuseio do absorvente perineal

72. Ao realizar a avalia?º?úo imediata do rec?®m- nascido, na sala de parto, o enfermeiro observa que a crian?ºa apresenta freq???¬ncia card?¡aca de 90 bpm, choro, movimento ativo, tosse ?á introdu- ?º?úo de cateter de aspira?º?úo na narina e corpo rosado com extremidades azuladas. Qual o ?¡ndi- ce de Apgar?

A. 10 B. 9 C. 7 D. 8 E. 6 73. A assist?¬ncia imediata ao rec?®m-nato normal inclui os seguintes cuidados: A. Imuniza?º?úo, anti-sepsia, credeiza?º?úo e higi- ene B. Pesagem, mensura?º?úo, aquecimento e iden- tifica?º?úo C. Higiene corporal, pesagem, mensura?º?úo e credeiza?º?úo D. Estabelecimento e manuten?º?úo da respira- ?º?úo, aquecimento, identifica?º?úo e credeiza- ?º?úo E. Mensura?º?úo, oxigenoterapia, aspira?º?úo das vias a?®reas superiores e identifica?º?úo

74. A exsang??ineotransfus?úo ?® um procedimento realizado em rec?®m-nascidos, atrav?®s do qual pequenas quantidades de sangue s?úo retiradas e repostas, com sangue de doador compat?¡vel, at?® 250 que seja reposto volume de troca igual a um ou dois volumes sang???¡neos. Uma das finalidades desse procedimento ?®:

A. Aumentar os n?¡veis de bilirrubina no sangue B. Reduzir os fatores de coagula?º?úo C. Tratar as doen?ºas card?¡acas D. Corrigir anemias severas E. Imunizar o neonato

75. A mensura?º?úo do fundo uterino ?® boa indicadora para o c?ílculo da idade gesta- cional. Com quantas semanas o fundo ute- rino estar?í pr??ximo ?á cicatriz umbilical?

A. 16 semanas B. 20 semanas C. 04 semanas D. 08 semanas E. 42 semanas

76. Durante a assist?¬ncia ao parto normal, o enfermeiro deve investigar a presen?ºa de prolapso de cord?úo. Esta atitude tem por finalidade principal prevenir:

A. Interfer?¬ncia no fornecimento de oxig?¬- nio ao feto B. Tocotraumatismo C. Parada de progress?úo D. Esfor?ºo expulsivo uterino E. Interfer?¬ncia na descida do feto

77. O sinal de Chadwick ?® uma altera?º?úo fisiol??gica da vagina que ocorre durante a gravidez, caracterizado:

E. Pela eros?úo da mucosa 78. Dentre os sintomas presuntivos da gravidez, encontra-se a:

A. Olig??ria B. Poli??ria C. An??ria D. Dis??ria E. Polaci??ria 79. Na fase puerperal, o processo natural de in- volu?º?úo uterina ocorre entre 5 a 6 semanas a uma propor?º?úo de:

A. 0,9cm B. 2,Ocm C. 1,2cm D. 1,5cm E. 1,8cm 80. A conduta imediata no caso de aspira?º?úo de mec??nio pelo rec?®m-nascido em sala de parto ?® a de:

A. Verificar o batimento card?¡aco fetal (BCF) B. Oxigenoterapia C. Estimula?º?úo da respira?º?úo D. Aspirar vias a?®reas superiores E. Gavagem

81. A colora?º?úo do l?¡quido amni??tico que caracte- riza o sofrimento fetal ?®:

A. Amarelada B. L?¡mpida C. Esverdeada D. Transparente E. Mal cheirosa 82. A adapta?º?úo inicial do rec?®m-nascido ?® verificada na sala de parto atrav?®s de:

A. Manchas mong??licas B. Medi?º?úo dos per?¡metros C. Tamanho das fontanelas D. Ingurgita?º?úo mam?íria E. ?ìndice de Apgar

83. A posi?º?úo aconselhada ?á gestante com rompimento prematuro de membrana ?®:

A. Posi?º?úo de Fowler B. Posi?º?úo de Trendelenburg C. Dec??bito ventral D. Dec??bito dorso-horizontal E. Dec??bito lateral direito ou esquerdo

84. A diminui?º?úo da consist?¬ncia uterina ?á embebi?º?úo grav?¡dica do tono do istmo ?® tamb?®m conhecida como sinal de:

A. Nobile-Budin B. Piskacek C. Halban D. Puzzos E. Goddell 85. O que poder?í acontecer nas primeiras horas de nascido a um rec?®m-nato de m?úe diab?®tica?

A. Falecer?í B. Poder?í apresentar quadro de hipergli- cemia C. Poder?í apresentar quadro de hipogli- cemia D. As conseq???¬ncias s?úo desconhecidas E. Sofrer?í choque hemorr?ígico

de 4 a 6, significa que: A. O estado do beb?¬ ?® razo?ível e n?úo s?úo ne- cess?írios quaisquer procedimentos especiais B. O estado do beb?¬ ainda ?® considerado bom C. N?úo existem esses valores na interpreta?º?úo da contagem Apgar D. Pode apresentar uma depress?úo moderada do sistema nervoso que demanda observa?º?úo E. Deve ser introduzida uma c?ónula endotraque- al e iniciada a ventila?º?úo com oxig?¬nio

87. A manobra de Leopold, realizada em gestan- tes, informa sobre:

A. Situa?º?úo do feto, localiza?º?úo e tamanho B. Maturidade, tamanho e localiza?º?úo C. Situa?º?úo do feto, apresenta?º?úo e posi?º?úo D. Posi?º?úo, maturidade e situa?º?úo do feto E. Comprometimento, localiza?º?úo e posi?º?úo

88. Dentre as patologias ocorridas durante uma gesta?º?úo, quais as que n?úo causam efeitos gra- A. Varicela, hepatite B e blastomicose B. Toxoplasmose, les?úo mam?íria e parotidite C. Conjuntivite, blastomicose e les?úo mam?íria D. Rub?®ola, infec?º?úo urin?íria e mal?íria E. S?¡filis, conjuntivite e herpes simples

89. ?ë considerado RN de baixo peso aquele que nasce com peso inferior a:

A. 1.800g B. 2.500g C. 2.000g D. 1.000g E. 1.500g 90. Os movimentos fetais ocorrem: 252 A. Na primeira metade da gravidez B. Na segunda metade da gravidez C. Desde a quarta semana D. Na ?®poca do nascimento E. Na trig?®sima semana

91. Os gametas feminino e masculino s?úo chamados, respectivamente:

A. Ov?írio e espermatoz??ide B. Ov?írio e test?¡culo C. ?ôvulo e espermatoz??ide D. ?ôvulo e trompa de Fal??pio E. Trompa de Fal??pio e saco escrotal

92. Os batimentos card?¡acos do feto devem ser verificados: A. Antes de se iniciar a contra?º?úo B. Imediatamente ap??s a contra?º?úo C. No intervalo das contra?º?Áes D. No momento da contra?º?úo E. No momento que precede a contra?º?úo

93. A oclus?úo neonatal tem como principais caracter?¡sticas: A. V??mitos, aus?¬ncia de mec??nio e disten- ?º?úo abdominal B. V??mitos, diarr?®ia e aus?¬ncia de mec??- nio C. Taquipn?®ia, aumento abdominal e v??mi- tos D. Aus?¬ncia de mec??nio, v??mitos e apn?®ia E. Aumento abdominal, aus?¬ncia de me- c??nio e pneumonia

A. Sabonete neutro, bacia individual e ?ígua em temperatura adequada B. ?ôleo lubrificante e cotonetes C. Pomadas para tratamento e talco D. Todas as respostas est?úo corretas E. Talco, sabonete e toalhas

95. Logo ap??s a mamada, o rec?®m-nascido n?úo deve ser colocado no ber?ºo, deve ficar em posi- ?º?úo vertical, contra o ombro da pessoa que a segura, para facilitar:

A. Seu sono B. Sua evacua?º?úo C. Sua eructa?º?úo D. Sua degluti?º?úo E. Sua regurgita?º?úo 96. Os cuidados de enfermagem no puerp?®rio imediato s?úo: A. Verificar sinais vitais, fazer lavagem externa ass?®ptica, observar edema perineal, orientar quanto ?á deambula?º?úo precoce e observar as mamas e pesagem da paciente B. Verificar sinais vitais, fazer lavagem externa ass?®ptica, observar edema na regi?úo perineal e de membros inferiores, aspecto dos l??quios e mamas, orientar quanto ?á higiene pessoal e deambula?º?úo C. Verificar sinais vitais, fazer lavagem externa, observar secre?º?úo urogenital deambula?º?úo precoce, fiscalizar ma- mas, pesar a pu?®rpera D. Todas as respostas est?úo incorretas

97. O cuidado de enfermagem junto ?á pu- ?®rpera que apresenta ingurgita?º?úo mam?íria (seios distendidos, duros e dolorosos) ?®:

A. Comprimir as mamas at?® que a mesma se apresente com caracter?¡sticas nor- mais B. Massagear as mamas facilitando a ab- sor?º?úo do leite C. Aplicar compressas mornas e ??midas D. Estimular a produ?º?úo do leite

98. Nas vaginites e cervicites, o sintoma mais comum ?®: A. Dispareunia B. Prurido vulvar C. Dor hipog?ístrica D. Sinusorragia E. Leucorr?®ia

Enfermagem Materno-Infantil Respostas 01. Resposta E As crian?ºas est?úo protegidas contra as doen?ºas durante os 2 ou 3 primeiros meses atrav?®s dos ianticorpos maternos que permanecem em seus organismos. ?ë poss?¡vel prolongar esta imunidade por meio do aleitamento, uma vez que o leite materno ?® rico em anticorpos maternos.

02. Resposta D A credeiza?º?úo, instila?º?úo ocular de nitrato de prata a 1 %, tem por objetivo prevenir a oftalmia go- noc??cica, que ?® a inflama?º?úo da conjuntiva ocular do neonato.

03. Resposta C O per?¡odo logo ap??s o nascimento tem caracter?¡sticas ??nicas por ser uma fase de transi?º?úo da vida intra-uterina para a vida extra-uterina e o conjunto de manobras realizadas neste per?¡odo tem como principais objetivos: promover boa expans?úo pulmonar e manter oxigena?º?úo tecidual e d?®bi- to card?¡aco adequado. Para tanto, o Minist?®rio da Sa??de preconiza como cuidados imediatos evi- tar o resfriamento e promover o aquecimento do rec?®m-nascido, assegurando a temperatura ade- quada da sala de parto (27??C), receber o RN em campo esterilizado e aquecido, secando-o imedi- atamente a fim de impedir a perda de calor por evapora?º?úo, e colocar o RN sob fonte de calor radiante, ou em godo ao peito. Desobstru?º?úo das vias a?®reas, se necess?írio, iniciada pela boca e nunca pelas narinas, para evitar que o neonato aspire as secre?º?Áes da garganta, com sonda a- propriada e manobras suaves evitando traumatizar as mucosas. A identifica?º?úo do RN ?® feita ime- diatamente ao nascimento com pulseiras e tornozeleiras de identifica?º?úo e atrav?®s do plantigrama, que ?® a impress?úo plantar do neonato. A laqueadura definitiva do coto umbilical ?® realizada pela sec?º?úo e c1ampeamento do cord?úo umbilical a partir de 4cm da parede abdominal. A credeiza?º?úo ?® a profilaxia da oftalmia gonog??cica, e a administra?º?úo da vitamina K previne doen?ºas hemorr?í- gicas.

04. Resposta E Alojamento conjunto ?® a t?®cnica de acomoda?º?úo dos rec?®m-nascidos do lado da m?úe. O ber?ºo do rec?®m-nascido ?® colocado junto ao leito da pu?®rpera, procurando proporcionar, o mais O alojamento conjunto deve ser provido de enfermagem especializada para o atendimento de m?úe e filho. Cria melhores condi?º?Áes para que tanto a m?úe como o pai recebam instru?º?Áes sobre os cuidados com o rec?®m-nascido, reduz a incid?¬ncia de infec?º?Áes cruzadas entre estes, estimula o aleitamento materno e permite maior flexibilidade nos regimes alimentares.

05. Resposta B Insufici?¬ncia card?¡aca ?® a incapacidade de o cora?º?úo bombear e circular o oxig?¬nio e os nutrientes necess?írios ?á manuten?º?úo das necessidades metab??licas, que sustentam a vida. Nos lactentes, essa condi?º?úo em geral ?® causada por uma anomalia cong?¬nita, que provoca sobrecarga circula- t??ria. O mioc?írdio fraco, incapaz de atender ?ás demandas normais em conseq???¬ncia da asfixia, ?® a causa habitual da insufici?¬ncia card?¡aca, que se desenvolve nos primeiros dias ap??s o nasci- mento. As anomalias como estreitamento da passagem ou obstru?º?úo, f?¡stula e shunt dificultam a circula?º?úo do sangue e aumentam a sobrecarga imposta ao cora?º?úo, levando ?á insufici?¬ncia car-

d?¡aca nas primeiras semanas depois do nascimento. O in?¡cio dos sinais e sintomas pode ocorrer logo depois do nascimento, apresentando-se com cianose.

06. Resposta E No pr?®-natal deve-se requisitar teste de Coombs indireto na primeira consulta da paciente Rh ne- gativo. Se o resultado for negativo, repetir o teste na 28?¬ e 34?¬ semana de gesta?º?úo. SE permane- cer negativo ou com titulagem menor que 1: 16, a gestante dever?í ser mantida at?® o termo. Se o resultado for positivo na primeira consulta, nos casos em que a paciente est?í sensibilizada, repetir o teste a cada duas semanas a partir da 28a semana. Se a titulagem for igualou superior a 1 : 32, providenciar hospitaliza?º?úo desta paciente. Se o resultado do teste de Coombs for positivo no l?¡- quido amni??tico, isto significa aumento de risco para o feto e quanto mais alto a titulagem pior ser?í No puerp?®rio o teste solicitado ?® o Coombs direto, que tem a mesma finalidade de verificar se a Pu?®rpera est?í ou n?úo sensibilizado pelo fator Rh.

07. Resposta B A s?¡filis ?® uma doen?ºa infecciosa cr??nica causada pelo Treponema pallidum e pode ser cong?¬nita ou adquirida pelo contato sexual. Uma les?úo inicial isolada aparece no local de entrada dos trepo- nemas; surgem ent?úo manifesta?º?Áes cut?óneas e viscerais transit??rias e disseminadas e, anos A infec?º?úo sifil?¡tica desenvolve resist?¬ncia no receptor; a imunidade tempor?íria a uma nova infec- ?º?úo desenvolve-se precocemente no decurso da doen?ºa. Provavelmente 10 a 15% dos casos n?úo tratados de s?¡filis evoluem para manifesta?º?Áes tardias com repercuss?úo no sistema nervoso cen- tral, no cora?º?úo, nos ossos, na pele e nas v?¡sceras.

08. Resposta B A freq???¬ncia das contra?º?Áes ?® um importante indicativo da evolu?º?úo cl?¡nica do trabalho de parto e par?ómetro para admiss?úo da parturiente. Na pr?®-consulta ?® recomendado: ? Verificar o in?¡cio das contra?º?Áes uterinas: freq???¬ncia, dura?º?úo e intensidade; ? Anotar dados no prontu?írio.

09. Resposta D O principal meio para diagnosticar a s?¡filis ?® atrav?®s de testes sorol??gicos para treponemas e n?úo- treponemas. Os testes n?úo-trepon?¬micos incluem VDRL e RPR e s?úo utilizados para o rastrea- mento inicial. Os testes trepon?¬micos s?úo utilizados para confirmar s?¡filis (positivo) ou para identi- ficar um teste n?úo trepon?¬mico falso-positivo (negativo). Esses testes trepon?¬micos, que incluem FTA-ABS e MHA-TP, continuam positivos mesmo ap??s a terapia. O exame em campo escuro ?® utilizado para avaliar les?Áes cut?óneas. Os resultados devem ser negativos por 3 dias sucessivos a fim de serem considerados verdadeiramente negativos.

A toxemia grav?¡dica ?® um conjunto de perturba?º?Áes digestivas, circulat??rias, renais, nervosas, que aparecem e desaparecem com a gravidez. A toxemia classifica-se por hipertens?úo, protein??ria, edema, coagulopatia de consumo, reten?º?úo de s??dio e hiper-reflexia. Ecl?ómpsia refere-se ao apa- recimento de convuls?Áes e edema glomerular que provoca insufici?¬ncia renal, podendo ocorrer anormalidades da coagula?º?úo e insufici?¬ncia renal aguda (IRA). O tratamento consiste em repou- so no leito, seda?º?úo, controle das manifesta?º?Áes neurol??gicas com sulfato de magn?®sio, controle da hipertens?úo com vasodilatadores e parto.

11. Resposta B Ocorre durante o primeiro est?ígio de parto quando a c?®rvix encurta-se, tornando-se mais fina (a- pagamento) e aberta (dilata?º?úo) para permitir a passagem do beb?¬ pelo canal de parto.

12. Resposta A Solicita?º?úo de exames complementares, que constituem: ? Sorologia para toxoplasmose.

13. Resposta D O enj??o matinal ?® uma queixa que n?úo se restringe apenas ao hor?írio da manh?ú. Deve-se contro- lar os sinais e sintomas, preferencialmente, sem medicamentos. Ocorrem devido a altera?º?Áes do equil?¡brio hormonal, peristaltismo diminu?¡do e por quest?Áes de ordem psicol??gica.

14. Resposta D Delivramento ?® a expuls?úo da placenta, que em geral ocorre dentro de 5 a 30 minutos ap??s: nas- A sa?¡da da placenta, membranas e cord?úo umbilical intactos e sem anomalias denomina-se deli- Placenta intacta ?® quando a separa?º?úo da superf?¡cie brilhante do lado fetal da placenta ocorre das margens internas para as externas (mecanismo de Schultze), a separa?º?úo da superf?¡cie rugosa do lado materno da placenta ocorre das margens externas para as internas (mecanismo de Duncan).

15. Resposta C A mensura?º?úo do per?¡metro do cr?ónio serve para comprovar o crescimento do cr?ónio e, conse- q??entemente, de seu conte??do. ?ë empregado no controle normal do crescimento do lactente at?® os dois anos, idade em que praticamente alcan?ºa o tamanho adulto. Os pais devem ser informa-

dos de que a avalia?º?úo do crescimento do per?¡metro craniano ?® bastante ??til para vigiar o cresci- Devem tamb?®m compreender que o tamanho craniano familiar influi, igualmente, sem correspon- der ao grau de intelig?¬ncia.

16. Resposta C A progesterona ?® o horm??nio produzido pelo corpo l??teo do ov?írio. Durante o primeirc trimestre da gravidez h?í um acentuado aumento na produ?º?úo de horm??nios, particularmente estrog?¬nio e pro- gesterona. Estas mudan?ºas hormonais s?úo respons?íveis por muitos dos primeiros sinais de gra- videz. O aumento da progesterona tem efeito relaxante sobre os m??sculos lisos, o que causa irre- gularidade intestinal, em muitos casos, e constipa?º?úo intestinal.

17. Resposta D A dura?º?úo de uma gravidez ?®, em m?®dia, de 38 semanas a partir da concep?º?úo ou de 40 semanas a partir da ??ltima menstrua?º?úo, divididas em 3 trimestres.

18. Resposta E Assinclitismo ?® o fen??meno no qual a opera?º?úo de parto ?® dificultada pela diferen?ºa entre o eixo da pelve da gestante e o eixo do feto.

19. Resposta D Sinais e sintomas positivos: ? Palpa?º?úo das partes fetais. Por volta de 22 semanas: ? Aumento dos batimentos cardiofetais em torno de 16 a 20 semanas de gravidez com estetos- c??pio de Pinard e com o sonar – Doppler a partir de 12 semanas.

20. Resposta C L??quios fisiol??gicos: s?úo exsudatos, transudatos, elementos celulares descamados e sangue ver- melho vivo (cor rubra) at?® o 4?? dia, serossanguinolento (fusca) ap??s o 4?? dia e seroso (flava) ap??s o 10?? dia e no final (cor alba). A enfermagem deve avaliar secre?º?úo vaginal e ficar atenta a san- gramento volumoso e emiss?úo de co?ígulos; observar tamb?®m a cor, o volume, a consist?¬ncia e o odor do l??quio.

21. Resposta A Quase todos os lactentes desenvolvem algum grau de icter?¡cia devida ?á hem??lise acelerada dos eritr??citos de acordo com os n?¡veis de bilirrubina. A fototerapia reduz a bilirrubina da pele a uma forma que pode ser excretada na urina e nas fezes, gra?ºas ?á fotoxida?º?úo da bilirrubina, depois em A icter?¡cia pode ser fisiol??gica ou patol??gica. A fisiol??gica ocorre quando existe um aumento ida bilirrubina n?úo conjugada durante a primeira semana de vida, chegando a atingir concentra?º?Áes de 7mg/dL, pr??ximo do terceiro dia, desaparecendo por volta do segundo dia de vida. J?í a icter?¡cia patol??gica aparece nas primeiras 24 horas de vida e se acentua rapidamente, podendo atingir uma concentra?º?úo de bilirrubina maior que 15mg/dL em neonatos a termo e de 10 a 14mg/dL pr?®- termo.

O tratamento da icter?¡cia ?® feito mediante a exposi?º?úo do neonato ?á luz solar ou por fototerapia. Observar as mucosas e o saco conjuntival dos lactentes de pele escura.

22. Resposta E Ao nascer, as vias respirat??rias t?¬m uma musculatura lisa muito escassa; aos 4 a 5 meses, j?í t?¬m ,suficientes fibras musculares para se comprimirem como respostas a est?¡mulos irritantes. O n??mero de bronqu?¡olos e de alv?®olos, incompleto ao nascer, aumenta durante toda a inf?óncia at?® chegar ?á puberdade. Antes que o rec?®m-nascido inspire pela primeira vez, os br??nquios termi- nais e os alv?®olos est?úo cheios de l?¡quido amni??tico. Quando a crian?ºa come?ºa a respirar, redu- zem-se as resist?¬ncias vasculares e aumenta o fluxo pulmonar. Os RN respiram pelo nariz e, por isso, os canais nasais devem permanecer livres e perme?íveis, para que n?úo sofram obstru?º?úo respirat??ria.

23. Resposta D A glomerulonefrite aguda ?® caracterizada pelo desenvolvimento, no decorrer de v?írios dias, de azotemia (presen?ºa de nitrog?¬nio no sangue), hipertens?úo, edema, hemat??ria, protein??ria e, por vezes, olig??ria. A reten?º?úo de sal e ?ígua deve-se ?á redu?º?úo da taxa de filtra?º?úo glomerular e pode resultar em congest?úo circulat??ria. ?ë importante o peso corporal di?írio, para se observar o ac??mu- lo de l?¡quidos no organismo.

24. Resposta B A doen?ºa hipertensiva espec?¡fica de gravidez ?® um dist??rbio observado durante o ??ltimo trimestre da gravidez ou no in?¡cio do puerp?®rio. Na maioria dos casos (n?úo em todos), a doen?ºa pode ser evitada. Uma boa assist?¬ncia pr?®-natal e o diagn??stico e tratamento precoce da pr?®-ecl?ómpsia e suas complica?º?Áes reduzir?úo as mortes pela ecl?ómpsia e suas complica?º?Áes. Fatores predisponentes da DHEG: ? Idade e multiparidade, sendo a incid?¬ncia maior entre as primigestas jovens e as mult?¡paras; ? Condi?º?Áes preexistentes, como nefropatia, hipertens?úo arterial cr??nica, diabetes melito; ? Dieta lipoproteica e rica em carboidratos e sal, influenciada por condi?º?Áes socioecon??micas, ? Estado emocional da paciente.

25. Resposta D A c??lica intensa ou incapacidade em mulheres com ciclos ovulat??rios na aus?¬ncia de dist??rbios demonstr?íveis da pelve ?® conhecida como dismenorr?®ia prim?íria. Isso associado ?á gravidez ame- a?ºa de aborto ou aborto incompleto, gravidez ect??pica.

26. Resposta D Freq???¬ncia card?¡aca: ? Determine a freq???¬ncia card?¡aca do lactente na regi?úo apical e conte um minuto, usando um ? Fa?ºa a monitora?º?úo para bradicardia (abaixo de 120 bpm) ou taquicardia (acima de 160 bpm); ? Tenha em mente que o choro ou atividade do lactente aumenta a freq???¬ncia card?¡aca e que, em alguns lactantes a termo, o sono pode diminuir a freq???¬ncia card?¡aca abaixo de 100 bpm; ? Lactente a termo: 120 a 160 bpm (apical);

27. Resposta C O balan?ºo h?¡drico consiste em registrar todas as perdas ou ganhos de l?¡quidos durante 24 horas. Permite-nos conhecer exatamente o balan?ºo dos l?¡quidos, sua rela?º?úo com as mudan?ºas de peso, evitar seu ac??mulo, formando edema, ou, pelo contr?írio, desidrata?º?úo. De in?¡cio anotam-se: a quantidade de l?¡quidos por via oral, o tipo e a quantidade de comida, a quantidade administrada por sonda nasog?ístrica, se tiver, e l?¡quidos intravenosos. No final, dever?úo ser consideradas diu- rese ou quantidade de urina, elimina?º?Áes provenientes de sondas e tubos de drenagem e as per- das cut?óneas (sudorese), pelas fezes e atrav?®s da respira?º?úo.

28. Resposta A Cloasmas s?úo manchas acastanhadas que ?ás vezes aparecem no rosto e que, provavelmente, desaparecer?úo ap??s o parto. Esta altera?º?úo pode estar relacionada com hipertrofia do c??rtex das gl?óndulas supra-renais.

29. Resposta E A consulta pr?®-natal ?® a avalia?º?úo cl?¡nico-obst?®trica, peri??dica e cont?¡nua, visando ?á preven?º?úo, o As consultas p-r?® natais obedecer?úo ao seguinte calend?írio: Semanas de gesta?º?úo at?® 30 de31a37 de 38 a 40 de 40 a 42 Consulta 1 x m?¬s a cada 15 dias 1 x semana 2x semana

30. Resposta D Os sintomas do mastite incluem: hiperestesia e ingurgita?º?úo mam?íria grave, eleva?º?úo da tempe- ratura para 38,3?? C ou mais; sintomas f?¡sicos, mamas duras, vermelhas e doloridas; pode haver secre?º?úo purulenta pelos mamilos.

31. Resposta C Neonatal ?® o per?¡odo que vai do nascimento a 4 ou 6 semanas e caracteriza-se pelo espa?ºo visce- ral e externo ao contato. A rela?º?úo da crian?ºa com o mundo se d?í atrav?®s da boca e pele, ou seja, a sensibilidade profunda proprioceptiva. A no?º?úo de espa?ºo materno est?í presente, onde o seio e o corpo da m?úe representam o mundo externo.

A aspira?º?úo de mec??nio causa obstru?º?úo parcial ou total das vias respirat??rias e vasoespasmos pulmonar. ?Ç medida que a s?¡ndrome avan?ºa, o lactente pode desenvolver atelectasia, pneumot??- rax, hipertens?úo pulmonar persistente, pneumonia bacteriana. Com interven?º?úo, esse dist??rbio, em geral, regride em alguns dias.

33. Resposta D O contato prolongado com a urina e fezes provoca irrita?º?úo local na pele da ?írea do uso das fra l- das, causando les?Áes caracter?¡sticas da dermatite de fraldas (hiperemia e eros?úo da pelo). Essas les?Áes constituem uma porta de entrada de infec?º?Áes e produzem ardor e prurido, provocando muito desconforto e mesmo altera?º?Áes no humor da crian?ºa.

34. Resposta C A dilata?º?úo e curetagem cir??rgicas est?úo indicadas se n?úo for poss?¡vel comprovar a elimina?º?úo completa dos produtos da concep?º?úo e da placenta. Os abortamentos inevit?íveis e incompletos devem ser tratados pelo esvaziamento total dos produtos da concep?º?úo.

35. Resposta A Sangramento indica a aproxima?º?úo do trabalho de parto: isso pode ocorrer horas ou dias antes do trabalho de parto verdadeiro. Deve-se diferenciar do tamp?úo mucoso do canal vaginal, que ?® uma secre?º?úo vaginal espessa, castanha ou rosada.

36. Resposta C O sistema de gradua?º?úo do Apgar, proporciona um m?®todo que possibilita a avalia?º?úo imediata das condi?º?Áes cardiopulmonares e neurol??gicas do lactente. Essa avalia?º?úo ?® realizada 1 e 5 mi- nutos ap??s o nascimento e repetida a cada 5 minutos at?® que as condi?º?Áes do beb?¬ estejam est?í- Os totais indicam: Avaliar: ? Cor.

37. Resposta D O tabagismo contribui para abortamento espont?óneo, deslocamento prematuro da placenta, pla- centa pr?®via, ruptura prematura ou prolongada das membranas, amnionite (relacionada com a dose), prematuridade e baixo peso ao nascer.

O DIU (dispositivo intra-uterino) ?® uma pe?ºa de metal ou pl?ístico, inserida atrav?®s do colo na cavi- dade endometrial para evitar a gravidez. Um DIU satisfat??rio ?® f?ícil de inserir, permanece no local, ?® um eficaz contraceptivo, n?úo causa problemas como dor ou sangramento, raramente necessita A vantagem desse m?®todo ?® reduzir o fator de erro da paciente, o que faz com que ele seja usado em larga escala em grupos de baixo poder socioecon??mico. As desvantagens s?úo que o dispositi- vo pode ser expelido despercebidamente e causar poss?¡veis infec?º?Áes e ruptura do ??tero. Caso tenha que ser retirado ou trocado, dever?í ser feito pelo m?®dico.

39. Resposta C A rub?®ola ?® uma doen?ºa branda que n?úo exige tratamento. ?ë evitada atrav?®s da vacina?º?úo, que tem por objetivo a elimina?º?úo da infec?º?úo cong?¬nita. A vacina ?® contra-indicada para pacientes imunossuprimidos, mas ?® ministrada na infec?º?úo por HIV. Embora n?úo tenham ocorrido casos de s?¡ndrome de rub?®ola cong?¬nita em mulheres inadvertidamente vacinadas durante a gesta?º?úo, a vacina n?úo deve ser ministrada a gestantes, ou a mulheres que possam engravidar nos 3 meses seguintes ?á vacina?º?úo. A rub?®ola provoca retardo do crescimento intra-uterino.

40. Resposta B A transmiss?úo atrav?®s da placenta ocorre quando a m?úe contrai a infec?º?úo durante a gesta?º?úo. A maioria das mulheres infectadas durante a gesta?º?úo tem filhos n?úo infectados; cerca de um ter?ºo dessas mulheres transmitir?í a infec?º?úo. Apenas 15% das mulheres infectadas no primeiro trimes- tre transmitem a infec?º?úo, mas a doen?ºa neonatal ?® mais grave; 65% das mulheres infectadas no terceiro trimestre transmitem a doen?ºa, mas o lactente costuma ser assintom?ítico ao nascer.

41. Resposta C Atelectasia ?® a condi?º?úo em que os pulm?Áes de um feto permanecem colabados ap??s o parto ou quando o pulm?úo entra em colapso e fica sem ar. ?ë administrado oxig?¬nio atrav?®s de m?íscara ou tenda para que os pulm?Áes se expandam al?®m da administra?º?úo de surfactante.

42. Resposta B A perda do tamp?úo mucoso se d?í no per?¡odo premonit??rio do parto, per?¡odo em que ocorre a sen- sa?º?úo ou advert?¬ncia antecipada de que o trabalho de parto vai se instalar. Se instalado e conclu- ?¡do antes da 37?¬ semana de gesta?º?úo ?® considerado um parto prematuro.

43. Resposta B Placenta pr?®via ?® a causa mais comum de hemorragia no ??ltimo trimestre. Os tr?¬s tipos de placen- ta pr?®via s?úo: ? Placenta pr?®via total – onde a placenta cobre totalmente o orif?¡cio cervical interno. ? Placenta pr?®via parcial – onde a placenta cobre parcialmente o orif?¡cio cervical interno. ? Implanta?º?úo baixa de placenta ou placenta marginal – neste caso, a placenta est?í implantada sobre a regi?úo do orif?¡cio cervical interno, mas n?úo se estende al?®m das margens do orif?¡cio A hemorragia vaginal indolor ?® o principal sintoma. Pode come?ºar com uma hemorragia difusa. A hemorragia ?® causada pela separa?º?úo da placenta, como resultado das altera?º?Áes que ocorrem no segmento uterino inferior nos ??ltimos meses da gravidez. A separa?º?úo abre os vasos uterinos dando origem ao sangramento. Cada hemorragia ?® maior que a anterior, ocorre com mais fre-

q???¬ncia ap??s o s?®timo m?¬s de gesta?º?úo. Na placenta pr?®via total o sangramento ?® mais precoce e mais intenso.

44. Resposta D A higieniza?º?úo do coto umbilical tem o objetivo de propiciar a mumifica?º?úo e evitar infec?º?úo. ?ë realizada em movimentos ??nicos da parte proximal para a distal, com hastes flex?¡veis ou gase embebido em ?ílcool a 70%. Ap??s a limpeza o coto ?® deixado envolto de uma gase para proteger a pele abdominal.

45. Resposta D A hist??ria e o exame f?¡sico detalhado e completo podem firmar o diagn??stico presuntivo, prov?ível ou positivo da gravidez. O radioimunoensaio detecta a gonadotropina cori??nica humana no plas- ma ou na urina da m?úe. Mas os movimentos ativos do feto s?úo considerados sinais de certeza de gravidez.

46. Resposta D Cubra os olhos do lactente quando estiver sob a luz; tire a cobertura quando n?úo estiver sob a luz. Use tamp?Áes para os olhos, n?úo coloque a m?íscara muito apertada. A luz muito forte pode causar les?úo da retina e queimaduras da c??rnea. A irrita?º?úo causada pelos protetores pode provocar a- bras?Áes na c??rnea e conjuntivite.

47. Resposta A Trata-se de um anel flex?¡vel recoberto por l?ítex ou silicone, em forma de cuia, que ?® colocado no fundo uterino, cobrindo o colo uterino com objetivo contraceptivo. Pode ser colocado at?® 6 horas antes do coito e deve ser retirado no m?¡nimo 6 ou 8 horas ap??s.

48. Resposta B O pulso ?® produzido pelo choque do sangue, bombeado pelo cora?º?úo em cada s?¡stole, contra as paredes dos vasos. O pulsar ?® sentido quando se comprime uma art?®ria sobre uma superf?¡cie ??ssea. Expressa-se no n??mero de pulsa?º?Áes por minuto. Permite-nos saber o ritmo de contra?º?Áes do cora?º?úo e avaliar sua amplitude, ou for?ºa de choque; por exemplo, um pulso fraco e lento indi- ca-nos que o cora?º?úo est?í funcionando mal, ou que h?í uma diminui?º?úo da tens?úo arterial. O pulso ?® um sinal vital que se deve levar em conta na maioria dos processos, tanto card?¡acos Pulso apical: na linha m?®dia c1avicular e no quinto espa?ºo intercostal, com o paciente em dec??bi- to dorsal, contando o n??mero de pulsa?º?Áes durante um minuto.

49. Resposta C O colo uterino, amolecido devido ?á embebi?º?úo grav?¡dica, ?® de cor viol?ícia pelo maior fluxo san- O colo n?úo grav?¡dico tem a consist?¬ncia semelhante ?á cartilagem nasal, e o grav?¡dico assemelha- Pelo est?¡mulo hormonal ocorre evers?úo ou exterioriza?º?úo do epit?®lio endocervical (da jun?º?úo es- camocolunar) chamada de ectr??pico.

A produ?º?úo do muco cervical torna-se abundante, opaco, viscoso, formando um tamp?úo, chamado tamp?úo mucoso ou rolha de Schroeder, que obstrui o canal cervical, protegendo a cavidade uteri- na.

50. Resposta C Em geral, a pneumonia apresenta-se com coriza, seguida pelo in?¡cio abrupto de calafrios e febre, e subseq??ente dor tor?ícica pleur?¡tica grave.

51. Resposta C Para uma avalia?º?úo obst?®trica ?® vital o conhecimento da data prov?ível do parto e conseq??ente- mente a determina?º?úo do per?¡odo de gravidez vigente. A enfermeira tendo a data da ??ltima mens- trua?º?úo conhecida, facilmente calcular?í a data prov?ível do parto, utilizando a regra de Naegele. Conhecendo DPP 23/07/97, para calcularmos a DUM basta invertermos a regra de Naegele, sub- traindo 07 dias, somando 03 meses e subtraindo 1 ano ?á DPP. Desta forma a DUM ser?í 16/10/96.

52. Resposta B Todas as pu?®rperas correm risco de desenvolver infec?º?Áes por causa das ?íreas expostas da im- planta?º?úo placent?íria e da dec?¡dua fina e altamente vascularizada. A temperatura elevada ?® sem- pre indicativo de infec?º?úo.

53. Resposta C O desenvolvimento afetivo apresenta quatro fases. A primeira fase, denominada neonatal, vai de 4 a 6 semanas e caracteriza-se pelo espa?ºo visceral e externo ao contato.

54. Resposta A A observa?º?úo da zona placent?íria que se apresenta ao orif?¡cio vaginal permite a avalia?º?úo da in- ser?º?úo placent?íria, o que facilita a pesquisa de causas de um poss?¡vel sangramento. Caso acon- te?ºa no delivramento por Baudelocque-Duncan, a placenta ?® de prov?ível inser?º?úo lateral uterina, a face materna se apresenta e o que vemos s?úo os seus cotil?®dones.

55. Resposta D Durante a vida intra-uterina a transfer?¬ncia predominante de anticorpos ocorre com a passagem das imunoglobulinas IgG da circula?º?úo materna para fetal, conferindo ao rec?®m-nascido prote?º?úo tempor?íria contra determinados grupos de infec?º?Áes. O baixo peso molecular das IgG ?® um dos principais fatores de transfer?¬ncia via circula?º?úo placent?íria em rela?º?úo ?ás demais imunoglobuli- nas.

56. Resposta C A doen?ºa da membrana hialina ou s?¡ndrome da ang??stia respirat??ria, como tamb?®m ?® denomina- da, ?® um dos problemas mais comuns nos ber?º?írios de risco. A doen?ºa ?® observada segundo dados estat?¡sticos em cerca de 10% dos prematuros, com maior incid?¬ncia nos prematuros extre- mos, sendo o sistema respirat??rio inicialmente comprometido. ?ë ocasionado pela baixa produ?º?úo de surfactante l?¡quido produzido pelas c?®lulas epiteliais das vias a?®reas que auxilia na expans?úo pulmonar.

Os exerc?¡cios de Hoffman s?úo recomendados para corrigir mamilos planos ou invertidos. Estimu- lando-os com movimentos que provocam a sua sa?¡da melhorando as condi?º?Áes para a suc?º?úo e, em conseq???¬ncia, para o aleitamento pleno.

58. Resposta C A inf?óncia ?® uma das ‘fases da vida em que ocorrem as maiores modifica?º?Áes f?¡sicas e psicol??gi- cas. Essas mudan?ºas caracterizam o crescimento e o desenvolvimento infantil e precisam ser acompanhados de perto. O acompanhamento do crescimento e desenvolvimento indica as condi- ?º?Áes de sa??de de vida da crian?ºa, visando ?á promo?º?úo e manuten?º?úo da sa??de, bem como inte r- vindo sobre fatores capazes de compromet?¬-Ia. Esse acompanhamento deve ocorrer sempre que a crian?ºa for ao servi?ºo de sa??de, seja para puericultura, imuniza?º?úo ou consulta de morbidade. Durante a consulta, a avalia?º?úo ?® feita utilizando-se de gr?íficos de crescimento, observa?º?úo, his- t??rico do desenvolvimento, al?®m de levantamento e atendimento ?ás preocupa?º?Áes dos pais. Em cima desses fatores levantados deve-se realizar educa?º?úo em sa??de.

59. Resposta A A fun?º?úo respirat??ria normal depende do desenvolvimento pulmonar e da produ?º?úo adequada de surfactante. O surfactante ?® uma lipoprote?¡na que reveste os alv?®olos e diminui a tens?úo superfici- al, evitando o colapso dos alv?®olos e diminuindo o esfor?ºo da respira?º?úo. Os lactentes prematuros nascem antes que possam produzir quantidades suficientes dessa lipoprote?¡na. O feto predisposto ?á s?¡ndrome do desconforto respirat??rio deve fazer um perfil pulmonar do l?¡quido amni??tico para determinar a maturidade pulmonar. Os testes espec?¡ficos s?úo ensaio polarizado de fluoresc?¬ncia automatizado (com aparelho TDX) para avalia?º?úo r?ípida da rela?º?úo entre lecitina e esfingomielina. A rela?º?úo L/E normal ?® de 2: 1, indicando maturidade pulmonar; se a m?úe for diab?®tica, essa rela- ?º?úo ?® de 3:1.

60. Resposta C O cefalematoma diferencia-se dos traumatismos ocorridos durante o trabalho de parto com a a- presenta?º?úo de v?®rtice pela localiza?º?úo e profundidade do trauma, portanto ?® uma les?úo em que a regi?úo subperi??stea est?í envolvida, al?®m do tecido celular subcut?óneo.

61. Resposta D O pai par obst?®trico que objetiva reconhecer a situa?º?úo fetal intra-uterina, a sua apresenta?º?úo e a sua posi?º?úo define-se em duas t?®cnicas, uma francesa descrita por Pinard e outra bastante utili- zada, descrita pelo alem?úo Leopold-Zwieffel, sendo a manobra reconhecida pelo seu nome.

62. Resposta B A incompatibilidade sang???¡nea ?® um problema que acomete a mulher gr?ívida quando ?® Rh nega- tivo, e como a incompatibilidade ?® intram?úe, o feto conseq??entemente ?® Rh positivo. Pela aus?¬ n- cia materna desta caracter?¡stica, o pai ?® Rh positivo. A detec?º?úo precoce da incompatibilidade permite a preven?º?úo de transtorno para o feto na gravidez atual e futura.

hipopituiarismo. Quando existe defici?¬ncia de prolactina, ?® necess?írio efetuar uma avalia?º?úo dos A infus?úo da ocitocina funciona exatamente como o horm??nio end??geno natural produzido pela gl?óndula hip??fise posterior, ou seja, estima as contra?º?Áes uterinas. Esse efeito ocit??cito ?® mais intenso na gesta?º?úo a termo. A pot?¬ncia da ocitocina impede sua utiliza?º?úo em v?írias condi?º?Áes. As condi?º?Áes da paciente podem melhorar as possibilidades para o parto vaginal normal e evolu- ?º?úo materno-fetal favor?ível.

64. Resposta D As fontanelas s?úo jun?º?Áes dos ossos cranianos que podem ser palpados como pontos moles da cabe?ºa do neonato. Elas talvez sejam menores, imediatamente ap??s o parto, do que alguns dias depois, devido ao cavalgamento dos ossos. Constituem importantes pontos de refer?¬ncia para o A principal fontanela ?® denominada bregm?ítica, ?® a fontanela anterior e tem o formato de diaman- te, localiza-se na jun?º?úo dos dois parietais e dos frontais. Ela fecha, por volta dos 12 a 18 meses de idade.

65. Resposta C Para conhecermos a data prov?ível do parto (DPP) precisamos conhecer a data da ??ltima mens- trua?º?úo (DUM) da cliente, para sabermos em que trimestre a gesta?º?úo se encontra. ? 1?? trimestre ÔÇô abaixo de 13 semanas ? 2?? trimestre ÔÇô entre 14 e 27 semanas ? 3?? trimestre ÔÇô acima de 28 semanas A gesta?º?úo no ser humano dura cerca de 40 semanas (280 dias), sendo que o c?ílculo para o par- to pode ser realizado pelo calend?írio obst?®trico ou pela regra de Nagele: DUM = 29 de abril de 1999 R?®gua de Negale = soma-se 7 dias, diminui 3 meses e acrescenta-se 1 ano ? 29/04/99 + 7 dias = 06/04/99 ? 06/04/99 – 3 meses = 06/01/99 ? 06/01/99 + 1 ano = 6/01/00 DPP = 06 de janeiro de 2000 Citaremos outro exemplo: Em outra cliente com a DUM de 07 de janeiro de 2001 ? 07/01/01 + 7 dias = 14/01/01 ? 14/01/01 – 3 meses = 14/10/00 (observar que o ano retrocedeu) ? 14/10/00 + 1 ano = 14/10/01 DPP = 14 de outubro de 2001

66. Resposta B O cloasma grav?¡dico consiste na hiperpigmenta?º?úo da face pela estimula?º?úo end??crina do mela- n??cito. A prote?º?úo da pele quanto ?á exposi?º?úo solar diminui a possibilidade de escurecimento cu- t?óneo.

natalista, deve estar atenta ?ás altera?º?Áes da pesquisa de elementos anormais na urina (prote?¡na), ?á presen?ºa do edema e ?á altera?º?úo da curva press??rica que caracteriza sua eleva?º?úo.

68. Resposta A Diabetes melito ?® um dist??rbio do metabolismo dos carboidratos, das prote?¡nas e das gorduras. Essa doen?ºa resulta da secre?º?úo ou utiliza?º?úo anormal da insulina e pode caracterizar-se por hi- perglicemia em jejum e redu?º?úo da toler?óncia ?á glicose. Como a gravidez agrava o estresse im- posto ao metabolismo dos carboidartos, na verdade isso pode desencadear a doen?ºa. Diabete gestacional ?® uma condi?º?úo que inclui intoler?óncia ?á glicose, seja induzida pela gravidez ou detec- tada durante a gesta?º?úo. Durante a gravidez, a paciente diab?®tica corre maior risco de desenvo l- ver infec?º?Áes mais graves e freq??entes, hipertens?úo induzida pela gravidez, descolamento prema- turo de placenta, abortamento espont?óneo, poliidr?ómnio, distocia e les?Áes vaginais causadas pelo nascimento de um feto macross?ómico (Iactentes grandes para a idade gestacional (GIG), hemor- ragia puerperal e morte).

69. Resposta D Gravidez ect??pica ?® a implanta?º?úo do ovo fertilizado fora da cavidade uterina. A localiza?º?úo mais comum dessa implanta?º?úo ?® a trompa de Fal??pio, em geral do lado direito. Outros locais poss?¡veis s?úo interst?¡cio, ligamento tubo-ovariano, ov?írio, cavidade abdominal e orif?¡cio cervical externo. Qualquer condi?º?úo que impe?ºa ou evite a passagem do ovo fertilizado do ov?írio pelas trompas de Fal??pio at?® chegar ao ??tero pode causar gravidez ect??pica. Essas condi?º?Áes s?úo: endossalpingite, doen?ºas inflamat??rias p?®lvicas, divert?¡culos, ader?¬ncias, tumores, cirurgia tub?íria, fatores disposi- tivos intra-uterino, doen?ºas sexualmente transmiss?¡veis ou abortamento induzido.

70. Resposta A O cord?úo umbilical apresenta duas art?®rias e uma veia na superf?¡cie de corte: as art?®rias s?úo es- truturas papulares com luzes menores, a veia ?® mais calibrosa e tem paredes mais finas.

71. Resposta B Puerp?®rio – entende-se do momento em que se conclui o terceiro est?ígio do trabalho de parto at?® seis semanas ap??s o nascimento. Durante esse per?¡odo, as altera?º?Áes anat??micas e funcionais da gravidez regridem. A assist?¬ncia ao puerp?®rio tem como objetivo monitorar essas altera?º?Áes, atenuar o desconforto associado e evitar as condi?º?Áes que podem acarretar morbidade e mortali- dade para a m?úe, tais como hemorragia, doen?ºa tramb??lica e infec?º?úo.

72. Resposta D O sistema de gradua?º?úo de Apgar ?® um m?®todo que possibilita a avalia?º?úo imediata das condi- ?º?Áes cardiopulmonares e neurol??gicas do lactente. Essa avalia?º?úo ?® realizada de 1 a 5 minutos ap??s o nascimento e repetida a cada 5 minutos, at?® que as condi?º?Áes do beb?¬ estejam est?íveis. Sinal 0 1 2 Freq???¬ncia card?¡aca Ausente Lenta (<100 bpm) > 100 bpm Esfor?ºo respirat??rio Ausente Lento ou irregular Choro forte T??nus muscular Fl?ícido/ mole Alguma flex?úo Movimentos ativos Irritabilidade Reflexa: Nenhuma resposta Careta, algum Tosse, espirro ou

resposta ?á coloca?º?úo de cat?®ter no nariz (testada antes da limpeza da orofaringe) ou fric?º?Áes na planta dos p?®s movimento choro

Cor Cianosado R??seo com extremidades cianosadas R??seo Resposta: FIC = 90 bpm = 1 Choro = 2 Tosse a introdu?º?úo de cateter na narina = 2 Corpo rosado com extremidades azuladas = 1 Total = 8

73. Resposta D Ao mesmo tempo em que avalia o escore da escala de Apgar, voc?¬ deve certificar-se de que as vias respirat??rias do lactente est?úo perme?íveis e que n?úo h?í quaisquer problemas evidentes. Pa- ra evitar que o lactente perca calor, realize essas avalia?º?Áes com rapidez e precis?úo.

74. Resposta D A anemia caracteriza-se pela quantidade reduzida de eritr??citos e pelos n?¡veis de hemoglobina. Por ocasi?úo do nascimento, a contagem m?®dia das hem?ícias (hematimetria) ?® de 5.000.000/ mm3. Esses n?¡veis diminuem para 3.000.000 a 4.000.000/mm3 durante as oito semanas subse- q??entes, porque n?úo s?úo produzidas hem?ícias novas para sua reposi?º?úo. Os n?¡veis de Hg, que comumente variam de 16 a 20g/dL (sangue do cord?úo) por ocasi?úo do nascimento, diminuem para 10 a 11 g/dL durante as oito semanas seguintes e para 7 a 9g/dL nos lactentes prematuros. A anemia fisiol??gica ?® devida ?á produ?º?úo reduzida de Hg e de hem?ícias, ?á taxa de sobrevida dos eritr??citos de 90 dias, ao aumento do volume sang???¡neo e ?á hemodilui?º?úo associada ao cresci- mento r?ípido. Os lactentes prematuros desenvolvem anemia mais precocemente e de maior gra- vidade do que os lactentes a termo.

75. Resposta B Ap??s a 1la semana de gesta?º?úo j?í se pode medir a altura do fundo do ??tero (FU). A medida es- tende-se da borda superior da s?¡nfise pubiana ?á parte superior do fundo do ??tero. A eleva?º?úo do fundo do ??tero indica que a gravidez est?í progredindo e que o feto est?í crescendo. Esse aumento progressivo das dimens?Áes do ??tero e do abd??men a partir da 20?¬ semana estar?í pr??ximo ?á cica- triz umbilical.

Prolapso do cord?úo umbilical ?® uma emerg?¬ncia na qual o cord?úo se encontra imprensado entre o segmento fetal de apresenta?º?úo e a pelve ??ssea da m?úe, a vagina, ou ambas. Isso provoca a compreens?úo do cord?úo umbilical, que acarreta hipoxia fetal (interfer?¬ncia no fornecimento de oxig?¬nio ao feto). Caso n?úo seja corrigido imediatamente, o feto pode morrer.

77. Resposta C O sinal de Chadwick ?® um dos sinais presum?¡veis, prov?íveis e positivos de gravidez. Caracteriza- se por colora?º?úo azul-p??rpura (violeta) da c?®rvix e da mucosa vaginal (com 6 semanas).

78. Resposta E Dentre os sintomas presuntivos de gravidez temos a polaci??ria por ocorrer aumento da taxa de filtra?º?úo glomerular em 30 a 50%, aumento do fluxo plasm?ítico renal com 30% e freq???¬ncia urin?í- ria no primeiro e terceiro trimestre.

79. Resposta C A partir de 4 a 6 semanas ap??s o nascimento ocorre a regress?úo uterina a uma taxa de 1 cm a 1,2cm/dia, em m?®dia.

80. Resposta D A aspira?º?úo de mec??nio causa obstru?º?úo parcial ou total das vias respirat??rias e vasoespasmo pulmonar. Os sais biliares existentes no mec??nio atuam como detergentes provocando queimadu- ras qu?¡micas no tecido pulmonar. ?Ç medida que a s?¡ndrome avan?ºa, o lactente pode desenvolver atelectasia, pneumot??rax, hipertens?úo pulmonar persistente, pneumonia bacteriana. O progn??stico depende da quantidade de mec??nio aspirado, do grau de infiltra?º?úo pulmonar e da rapidez e efi- c?ícia da aspira?º?úo efetuada. A limpeza das vias respirat??rias deve incluir a aspira?º?úo da nasofa- ringe logo que a cabe?ºa do feto aparecer durante o parto e, se houver mec??nio espesso, a tra- qu?®ia do beb?¬ deve ser aspirada por um tubo endotraqueal logo depois do nascimento.

81. Resposta C No sofrimento fetal o teste apropriado do l?¡quido amni??tico pode detectar sangue materno, que confere ao l?¡quido uma colora?º?úo esverdeada, semelhante ao vinho do porto. N?úo apresenta odor.

82. Resposta E A avalia?º?úo determina a condi?º?úo inicial do lactente, estabelece par?ómetros de refer?¬ncia para a assist?¬ncia subseq??ente e reconhece problemas existentes e potenciais. A avalia?º?úo inicial ?® rea- lizada logo depois do nascimento. Em geral, a avalia?º?úo f?¡sica mais completa ?® conclu?¡da dentro das primeiras 24 horas de vida do lactente. O sistema de gradua?º?úo de Apgar proporciona um m?®todo que possibilita a avalia?º?úo imediata das condi?º?Áes cardiopulmonares e neurol??gicas do lactente.

83. Reposta E Em geral, a ruptura prematura ?® o rompimento espont?óneo da bolsa amniocori??nica antes do in?¡- cio do trabalho de parto. A ruptura prematura das membranas com feto prematuro ocorre quando a gestante tiver menos que 37 semanas de gravidez.

Quando as membranas estiverem rotas, o nascimento dever?í ocorrer no intervalo ideal de 18 a 20 horas e devemos posicionar a paciente em dec??bito lateral direito ou esquerdo at?® a hora do pa r- to. O nascimento por parto ces?írio est?í indicado quando n?úo for poss?¡vel induzir o trabalho de parto, ou se o feto estiver em apresenta?º?úo de n?ídegas ou transversa.

84. Resposta E Sinal de Goddell ?® um sinal grav?¡dico caracterizado pelo amolecimento da c?®rvice, o qual costuma aparecer por volta de 6 a 8 semanas.

85. Resposta B A glicemia normal durante o trabalho de parto ou estresse da cirurgia pode ser mantida avaliando- se freq??entemente os n?¡veis glic?¬micos e ajustando-se as doses de insulina. A insulina regular ?® o f?írmaco preferido porque atua rapidamente e a dura?º?úo do seu efeito ?® cu r- ta, sendo a ??nica prepara?º?úo da insulina que pode ser administrada por via IV. Os filhos das ges- tantes diab?®ticas, mesmo quando estiverem quase a termo, podem desenvolver v?írias complica- ?º?Áes ou apresentar malforma?º?Áes cong?¬nitas, s?¡ndrome de ang??stia respirat??ria, macrossomia, hipoglicemia, hipocalcemia e hiperbilirrubinemia.

86. Resposta D Os totais indicam: ? 0 a 3 – estresse grave ? 4 a 6 – dificuldade moderada ? 7 a 10 – nenhuma dificuldade Sinais a serem avaliados: ? Cor.

87. Reposta C A manobra de Leopold ?® feita por palpa?º?úo abdominal e vaginal para avaliar a posi?º?úo e a apre- senta?º?úo fetal. As indica?º?Áes para o parto ces?íreo s?úo situa?º?Áes transversais e a maioria das apresenta?º?Áes de n?ídegas.

88. Resposta C Blastomicose – blasto ?® um prefixo de origem grega que significa germe e exprime a id?®ia de for- As les?Áes mam?írias ocorrem normalmente, ap??s a gesta?º?úo, n?úo causando nenhum efeito grave no lactente.

Les?úo mam?íria – germes patog?¬nicos provocam fissura do mamilo, produzindo no local eritema e edema, acompanhada de febre, calafrios e mal-estar geral. Recomenda-se n?úo bloquear a lacta- ?º?úo; a mama comprometida deve ser esvaziada completamente ap??s cada mamada no seio que est?í sadio.

89. Resposta B Os lactentes com peso ao nascer de 2.500g ou menos e idade gestacional acima de 37 semanas s?úo considerados pequenos para a idade gestacional (PIG), em vez de prematuros, porque pre- maturidade est?í relacionada com ?í idade gestacional e n?úo com a rela?º?úo peso ao nascimento e idade gestacional.

90. Resposta A A atividade fetal ?® percept?¡vel pela gestante a partir do 2Q trimestre de gravidez. Os movimentos s?úo espor?ídicos e aumentam com a atividade materna. Esses movimentos tornam-se significati- vos quando houver uma altera?º?úo significativa na sua freq???¬ncia.

91. Resposta C A uni?úo dos gametas feminino e masculino, denominados, respectivamente, de ??vulo e esperma- toz??ide, resulta na fertiliza?º?úo. Para que isso aconte?ºa ?® preciso ter ocorrido a ovula?º?úo, que ?® o desprendimento natural do ??vulo maduro e a nida?º?úo deste para as trompas de Fal??pio, onde aguarda a fecunda?º?úo pelo espermatoz??ide.

92. Resposta C As contra?º?Áes devem ser avaliadas quanto ?á localiza?º?úo, regularidade, freq???¬ncia no intervalo entre uma contra?º?úo e outra. O batimento card?¡aco do feto ?® aud?¡vel um pouco abaixo do umbigo ou na regi?úo abdominal baixa.

93. Resposta A Oclus?úo neonatal – obstru?º?Áes intestinais s?úo anomalias cong?¬nitas do sistema gastrintestinal que Gastrintestinais: ? V??mitos biliosos (a ocorr?¬ncia precoce coincide com obstru?º?úo mais alta, a ocorr?¬ncia mais ? Distens?úo abdominal (intermitente na obstru?º?úo duodenal, persistente nas obstru?º?Áes jejunais ou ileais e no ?ónus imperfurado ou no estrangulamento de h?®rnia inguinal). ? Redu?º?úo do volume fecal ou incapacidade de eliminar mec??nio.

94. Resposta A Antes de come?ºar, voc?¬ deve certificar-se de que o quarto e a ?ígua do banho est?úo confortavel- mente aquecidos pingando algumas gotas na parte interna do seu bra?ºo. Dispor todo o material O sentido do banho deve ser cefalocaudal, come?ºando pelo rosto, depois cabe?ºa, tronco e mem- bros superiores e membros inferiores, por fim, regi?úo genital e anal. Deve-se usar sab?úo neutro.

Depois que o beb?¬ mamar coloque-o para arrotar. Se ele tiver engolido grande quantidade de ar ou se estiver chorando muito durante a mamada a eructa?º?úo ser?í ben?®fica. Coloque o beb?¬ para arrotar segurando-o contra seu ombro, ou colocando-o no colo na posi?º?úo sentada com apoio fazendo fic?º?Áes em suas costas.

96. Resposta B Monitore os sinais vitais da paciente (principalmente temperatura) a cada 4 horas, ou de acordo com a necessidade imposta por suas condi?º?Áes. Fique atento a tend?¬ncias a pirexia (temperatura Implemente as medidas de higiene e os cuidados perineais. Examine o per?¡neo usando um foco de luz adequado. Observe a cor e a integridade do per?¡neo e avalie a episiotomia para dor, rubor, Examine as duas panturrilhas da paciente quanto ?á cor, circunfer?¬ncia, temperatura, sinal de Ho- mans. Ajude a paciente a caminhar aos poucos. Recomende a mudan?ºa freq??ente de posi?º?úo no Avalie os l??quios quanto ao tipo, ao volume, ao odor e ?ás caracter?¡sticas. Correlacionar seus a- Examine as mamas da paciente para eritema, dor, ingurgita?º?úo e secre?º?úo mamilar. Verifique se a paciente est?í amamentando ao seio.

97. Resposta C Examine as mamas da paciente quanto ao tamanho, ?á temperatura, hipersensibilidade, secre?º?úo e fissuras. Esse exame estabelece as bases para a orienta?º?úo da paciente, tenha ela escolhido amamentar no seio ou com mamadeira. As mamas t?¬m que estar moles, indolores e sem eritemas ou secre?º?Áes; a secre?º?úo do colostro come?ºa no segundo dia ap??s do parto e acompanha-se de hiperestesia e ingurgita?º?úo, que persistem por cerca de 3 dias. Deve-se nesses casos aplicar compressas mornas e ??midas.

98. Resposta B ? Cervicite aguda e cr??nica tem como sinais e sintomas: corrimento vaginal purulento profuso, dor lombar, freq???¬ncia e urg?¬ncia urin?íria. Na vaginite ocorre vermelhid?úo do revestimento ? Leucorr?®ia – aumento da secre?º?úo normal da mucosa vaginal, na maioria dos casos ligados a afec?º?Áes dos ??rg?úos genitais.

Enfermagem em Sa??de Mental 01. O profissional de enfermagem que e- xerce suas atividades na ?írea da psiquia- tria/sa??de mental deve: A. Manter-se distra?¡do, afastado e distante das pessoas de que cuida B. Ser capaz de prestar cuidados diretos ao paciente e estabelecer uma comunica?º?úo in- terpessoal entre o profissional e o paciente C. Agir com lentid?úo, pois qualquer atitude que possa indicar rispidez pode levar a pessoa portadora de doen?ºa mental a responder com agressividade D. Manter-se arredio aos pacientes, pois sem- pre h?í riscos de agress?úo E. Fugir das suas responsabilidades, j?í que o cuidado cabe exclusivamente ao profissional m?®dico

02. O paciente submetido ao tratamento farmaco- l??gico com antipsic??ticos pode apresentar tremo- res nas extremidades, dificuldades na marcha, faces sem express?úo, rigidez muscular. Esta si- tua?º?úo denomina-se: A. Pneumoencefalopatia B. Ataxia C. Agranulocitose D. Distonia aguda E. Acatisia

03. Como caracter?¡sticas cl?¡nicas do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), podemos citar: A. Ocorr?¬ncia de ataques de p?ónico, de forma espont?ónea e inesperada, normalmente de- correntes do medo de estar sozinho em lo- cais p??blicos B. Presen?ºa de obsess?Áes e compuls?Áes, en- tendendo-se a compuls?úo como um ato consciente e recorrente que tem por fim o a- l?¡vio da ansiedade decorrente de uma obses- s?úo C. Presen?ºa de ansiedade generalizada, provo- cando sudorese, taquicardia, palpita?º?úo, sem ter uma causa aparente, acompanhada de alucina?º?Áes visuais D. Presen?ºa de del?¡rios persecut??rios, provocando ansiedade intensa e com- portamento hostil e obsessivo E. Presen?ºa de alucina?º?Áes, especial- mente visuais e auditivas, desencade- ando id?®ias obsessivas e condutas compulsivas

04. A conduta constitui uma das fun?º?Áes ps?¡quicas a ser avaliada em um paciente com transtorno mental. Como altera?º?úo da conduta podemos citar: A. Del?¡rio B. Catalepsia C. Amn?®sia anter??grada D. Hipotimia E. Obnubila?º?úo

05. Quando um paciente recebe alta hospi- talar, a enfermagem dever?í: A. Orientar o paciente e os familiares so- bre a necessidade e a import?óncia de continuar o tratamento B. Cumprimentar o paciente, despedin- do-se de seus familiares C. Fazer com que o paciente v?í se des- pedir dos outros internados D. Vestir o paciente e comunicar a alta ?á secretaria E. Fornecer a medica?º?úo para o pacien- te usar no espa?ºo dom?®stico

E. Altera?º?Áes do n?¡vel de consci?¬ncia 07. Paciente encontrava-se internado na uni- dade psiqui?ítrica de um hospital geral com diagn??stico de transtorno bipolar I. Ele burlou a equipe de enfermagem e a vigil?óncia do hospital, fugiu e n?úo mais retornou ?á institui- ?º?úo. Para o hospital, ele receber?í alta: A. Cl?¡nica B. Hospitalar C. Por evas?úo D. Por abandono E. A pedido

08. Sobre o Movimento da Reforma Psiqui?ítri- ca Brasileira ?® correto afirmar: A. Movimento que iniciou no s?®culo XVII e teve como objetivo primordial a institucio- naliza?º?úo do doente mental B. Movimento que defende o modelo hospita- loc?¬ntrico como o melhor para o tratamen- to da pessoa com transtorno mental C. Movimento que exclui a fam?¡lia da aten?º?úo ao doente mental D. Movimento que visa transformar a assis- t?¬ncia ao doente mental, construindo pos- sibilidades de aten?º?úo que garantam a in- ser?º?úo do doente e de sua fam?¡lia no pro- jeto terap?¬utico E. Movimento que prev?¬ o fechamento de todos os hospitais psiqui?ítricos e orienta que todo paciente com doen?ºa mental seja acompanhado exclusivamente em n?¡vel ambulatorial

09. Os sintomas apresentados por uma pessoa que se encontra em abstin?¬ncia por ?ílcool s?úo: A. C?óncer de p?óncreas, sudorese, tremores de extremidades, perda da consci?¬ncia e sonol?¬ncia B. Del?¡rios de grandeza, alucina?º?Áes visuais e auditivas, ansiedade, c?óncer de est??mago, diabetes e sudorese C. Tremores de extremidades, n?íuseas e/ou v??mitos, sudorese, diarr?®ia, ansiedade, a- 274 gita?º?úo psicomotora, altera?º?Áes de humor, altera?º?Áes do sono, podendo ocorrer alucina?º?Áes e convuls?Áes D. N?íuseas e/ou v??mitos, sudorese, tremores, insufici?¬ncia renal cr??nica, hipoglicemia, altera?º?Áes do sono, a- norexia e emagrecimento E. Agita?º?úo psicomotora, catalepsia, hipertimia, obnubila?º?úo e insufici?¬n- cia card?¡aca congestiva

10. A Lei 10.216, de 06/04/2001, ?® uma lei federal que disp?Áe sobre a prote?º?úo e os direitos das pessoas portadoras de transtorno mentais, redirecionando o mo- delo assistencial no campo da sa??de mental. De acordo com esta legisla?º?úo, o doente mental possui uma s?®rie de direi- tos, e dentre eles podemos citar: A. Permanecer internado em hospital psiqui?ítrico, sem acesso ao espa?ºo externo da institui?º?úo B. Ser tratado mediante interven?º?úo medicamentosa exclusivamente e es- tar sob a tutela da fam?¡lia C. Permanecer sob a tutela do hospital psiqui?ítrico e exercer atividades para reverter em recursos econ??micos, no intuito de manter esta institui?º?úo D. Ter acesso ao melhor tratamento de sa??de e ser tratado em ambiente te- rap?¬utico pelos meios menos invasi- vos poss?¡veis E. Permanecer em espa?ºo fechado, em fun?º?úo de sua caracter?¡stica agressi- va, e receber tratamento farmacol??- gico

D. S?¡ndrome delirante E. S?¡ndrome amn?®sica 12. Num indiv?¡duo que sofre de transtorno bipolar I, pode-se observar que ele alterna per?¡odos de depress?úo com: A. Lucidez B. Des?ónimo C. Retardo psicomotor D. Excita?º?úo E. Tristeza

13. Mulher, internada em hospital psiqui?ítri- Sua patologia come?ºou insidiosamente e sua fam?¡lia passou a perceber que ela per- manecia a maior parte do tempo isolada, recusando o conv?¡vio social. Alegava ouvir “vozes” e ter “vis?Áes”. Com freq???¬ncia, dizia “ser Deus” e que tinha poderes para salvar a humanidade. Assumiu’ atitudes r?¡gidas e passou a n?úo cuidar mais de si. As ativida- des cotidianas que normalmente realizava passou a n?úo fazer mais. Este ?® um caso de: A. Neurose f??bica B. Neurose hist?®rica C. Hemiplegia D. Epilepsia E. Esquizofrenia

14. Os del?¡rios s?úo sintomas relacionados a transtornos psiqui?ítricos de car?íter psic??ti- co. Podemos definir o del?¡rio como: A. Conjunto de id?®ias erradas aceito pelo ju?¡- zo da realidade. Caracteriza-se por n?úo corresponder ?á realidade, falta de consci- ?¬ncia do transtorno e irredutibilidade B. Impulso irresist?¡vel para realizar algo C. Rea?º?úo de medo patol??gico e de afrouxa- mento das associa?º?Áes D. Afeto embotado e repeti?º?úo autom?ítica de frases, constituindo-se em uma altera?º?úo do pensamento E. Retraimento social e falsa percep?º?úo da realidade

15. Desinteresse pelo mundo exterior, au- s?¬ncia de necessidade de se relacionar com os outros, vivendo em um mundo pr??- prio, fantasioso e artificial constitui uma viv?¬ncia de muitas crian?ºas. Este dist??rbio denomina-se: A. Egocentrismo B. Individualismo C. Autismo D. Ilus?Áes E. Del?¡rio

16. Bulimia ?® um dist??rbio que se ca- racteriza por: A. Compuls?úo de manter rela?º?Áes se- xuais de forma descontrolada B. Compuls?úo de molestar sexualmente outras pessoas, especialmente crian- ?ºas C. Compuls?úo de ingerir alimentos de maneira descontrolada, r?ípida, em grande quantidade, seguida de ma- neiras compensat??rias para livrar-se das calorias consumidas em excesso D. Medo m??rbido da obesidade, com distor?º?úo da imagem corporal e recu- sa da ingest?úo de alimentos E. Presen?ºa de del?¡rios, alucina?º?Áes e pensamento desagregado 17. O paciente que, dentre outros sin- tomas, apresenta tristeza, desinteresse pelas atividades cotidianas, choro, bai- xa auto-estima, isolamento, astenia, anorexia, dores, altera?º?Áes do sono, id?®ias de suic?¡dio, tem fortes ind?¡cios de estar com: A. Transtorno conversivo B. Transtorno de ansiedade e estresse C. Transtorno depressivo maior D. Transtorno hipocondr?¡aco E. Transtorno esquizofr?¬nico

se caracteriza por id?®ias delirantes, alucina- ?º?Áes, principalmente auditivas e visuais, dis- curso desorganizado, comportamento desor- ganizado, embotamento afetivo, deteriora?º?úo da vida social e, com freq???¬ncia, abandono de cuidados pessoais ?® denominada: A. Paran??ia B. Neurose C. Dem?¬ncia D. Esquizofrenia E. Depress?úo

19. As institui?º?Áes que podem desenvolver medidas de preven?º?úo prim?íria para perturba- ?º?Áes psiqui?ítricas s?úo: A. As cl?¡nicas psiqui?ítricas particulares B. A escola, a fam?¡lia e a comunidade C. O hospital psiqui?ítrico p??blico D. Os clubes de futebol E. Os manic??mios

20. Quando o paciente diz sentir que algo a- mea?ºa sua vida, alegando estar ansioso e com medo diante desta experi?¬ncia, o profissional da equipe de enfermagem deve: A. Faz?¬-lo tomar um sedativo B. Lev?í-Io para conversar com o diretor do hospital C. Aceitar suas id?®ias e aconselh?í-Io a deitar- se e sair do ambiente que tem muitas pes- soas D. Ouvi-Ia, na tentativa de ajud?í-Io a compre- ender o que est?í acontecendo, sem ju?¡zo de valor, e auxili?í-Io a encontrar possibili- dades de enfrentar esta viv?¬ncia E. Chamar a fam?¡lia para acalmar o paciente, pois esta fun?º?úo n?úo cabe ?á equipe de en- fermagem

21. o del?¡rio de persegui?º?úo ?® comum na: A. Esquizofrenia paran??ide 276 B. Esquizofrenia catat??nica C. Epilepsia D. Transtorno f??bico E. Transtorno conversivo

22. A psiquiatria comunit?íria tem por fina- lidade: A. Acompanhar pessoas com doen?ºas card?¡acas na comunidade B. Acompanhar pessoas com doen?ºas pulmonares na comunidade C. Acompanhar pessoas com doen?ºas hep?íticas na comunidade D. Acompanhar pessoas com doen?ºas mentais severas na comunidade E. Acompanhar pessoas com doen?ºas ??sseas na comunidade

23. A enfermagem em sa??de mental tem por objetivo: A. Isolar a pessoa com transtorno men- tal em institui?º?Áes psiqui?ítricas B. Envolver-se apenas com o tratamen- to medicamentoso C. Manter atitudes severas para com os pacientes portadores de transtornos mentais D. Manter bom relacionamento entre a pessoa doente e a enfermagem, pro- piciando a oportunidade para que o paciente observe sua pr??pria experi- ?¬ncia e analise seus elementos, re- conhecendo o que est?í ocorrendo E. Dar castigos severos e puni?º?Áes gra- ves aos pacientes psiqui?ítricos

E. Id?®ia delirante associada ao medo exces- sivo de adoecer 25. Os objetivos de um atendimento de emer- g?¬ncia psiqui?ítrica s?úo: A. Agir com austeridade e conter mecanica- mente o paciente B. Isolar os pacientes que se encontram em situa?º?úo de emerg?¬ncia psiqui?ítrica em selas C. Estabilizar o quadro, estabelecer uma hi- p??tese diagn??stica, excluir causa org?ónica e realizar o encaminhamento necess?írio D. Auxiliar os pacientes a melhorar as rela- ?º?Áes com outras pessoas, sendo que a abordagem verbal deve ser a ??nica moda- lidade de interven?º?úo adotada em situa- ?º?Áes de emerg?¬ncias psiqui?ítricas E. Tomar atitudes agressivas, com aborda- gem impaciente e irritadi?ºa

26. A atitude adequada diante de um paciente que lhe confidencia que ir?í se suicidar ?®: A. N?úo dar aten?º?úo, pois quem avisa n?úo se mata B. Administrar medicamentos sedativos po- tentes para acalm?í-Io C. Dizer que a vida ?® bela e que se suicidar ?® pecado D. Fingir que n?úo ouviu o relato do paciente E. Planejar junto ?á equipe um atendimento intensivo no intuito de observar este paci- ente constantemente e realizar abordagem tranq??ilizadora, conversando com o paci- ente a respeito de suas id?®ias, sem ju?¡zo de valor

27. Os dist??rbios depressivos e de natureza bipolar s?úo dois tipos de transtorno de: A. Humor B. Conduta C. Mem??ria D. Pensamento E. Personalidade 28. A psicose constitui um dos grupos de doen?ºas mentais do campo da psiquiatri- a. O transtorno psic??tico, “apresenta di- versos sintomas, dentre eles:

A. Discreto comprometimento no fun- cionamento pessoal e social expres- so por pequena dificuldade de inser- ?º?úo social, por?®m a sua capacidade para desempenhar pap?®is ocupacio- nais e dom?®sticos habituais est?í in- tacta B. Presen?ºa de del?¡rios e alucina?º?Áes e comprometimento do funcionamento social C. Teste de realidade intacto D. Curso do pensamento inc??lume E. Risco constante para o suic?¡dio e para a agress?úo

29. O alcoolismo ?® um dist??rbio mental que acomete um n??mero significativo de pessoas. Sobre o alcoolismo ?® correto afirmar: A. A toler?óncia e a depend?¬ncia f?¡sica e psicol??gica raramente est?úo presen- tes em uma pessoa alcoolista B. A pessoa alcoolista, que ingere bebi- das alco??licas diariamente, conse- gue interromper o uso de ?ílcool quando ela desejar, sem aux?¡lio de equipe de sa??de C. O del?¡rium tremens ?® uma complica- ?º?úo psiqui?ítrica do alcoolismo, pro- vocada pela interrup?º?úo ou redu?º?úo do uso cr??nico e prolongado do ?íl- cool D. Raramente ocorrem complica?º?Áes f?¡sicas em decorr?¬ncia do uso pro- longado do ?ílcool. Tais complica- ?º?Áes, na maioria das vezes, est?úo presentes em usu?írios de drogas il?¡- citas E. O alcoolismo n?úo ?® considerado uma patologia, mas sim uma situa?º?úo so- cial

de emerg?¬ncia psiqui?ítrica. Ele aparece, com freq???¬ncia, em pacientes deprimidos, no en- tanto, pessoas com outras patologias podem apresentar risco para suic?¡dio. Em rela?º?úo ao risco de suic?¡dio, ?® correto afirmar: A. Ao atender a pessoa, o profissional nunca deve indagar sobre as id?®ias de suic?¡dio ou de tentativas (anteriores ou atual), pois isso pode exacerbar sua vontade de mor- rer B. O indiv?¡duo que tenta suic?¡dio nem sempre quer morrer. ?Çs vezes, tal conduta ?® a ma- neira encontrada pelo sujeito para mostrar o quanto est?í sofrendo ou para que as pessoas pr??ximas sintam pena e at?® mesmo se sintam culpadas C. Se o suicida tem um plano de a?º?úo e ver- baliza suas id?®ias de morte, ele n?úo se matar?í, pois quem fala sobre suic?¡dio n?úo se mata D. Ao avaliar uma pessoa que tentou suic?¡dio, cujas id?®ias de morte ainda permanecem, deve-se orientar a fam?¡lia para que ignore essas falas do sujeito, n?úo refor?ºando, as- sim, as id?®ias de suic?¡dio da pessoa E. Ao se abordar uma pessoa que tentou sui- c?¡dio, deve-se dizer a ela que isso ?® peca- do e que, provavelmente, a igreja n?úo a aceitar?í em seu recinto, caso desejar fre- q??entar esse espa?ºo

31. Os grupos constituem uma estrat?®gia Ao se montar um grupo, ?® necess?írio pla- nejar o seu enquadre grupal que engloba todos os procedimentos que organizam, normatizam e possibilitam o funcionamento de grupo. Ao se constituir o enquadre gru- pal, deve-se levar em considera?º?úo: A. O n??mero de participantes do grupo, que deve ser, no m?¡nimo, de 200, bem como os crit?®rios para a sele?º?úo desses indiv?¡duos B. O local em que ocorrer?úo os encontros do grupo e as condi?º?Áes f?¡sicas desse espa- ?ºo, como a disponibilidade de cadeiras, a ventila?º?úo e a privacidade que o local ofe- rece durante os encontros C. A periodicidade dos encontros e a dura?º?úo de cada encontro do grupo. Cada encontro 278 do grupo deve durar pelo menos 8 horas D. A determina?º?úo da coordena?º?úo do grupo. Caso n?úo haja um profissional destinado para esta tarefa, o grupo pode funcionar sem um coordenador E. Embora o grupo seja uma modalida- de de interven?º?úo no campo da sa??- de mental, ele n?úo deve ser prioriza- do. Deve-se tentar centrar a interven- ?º?úo na psicofarmacologia

32. O l?¡tio (Li+) ?® um c?ítion monovalente, que tem sua fun?º?úo terap?¬utica, principal- mente, na seguinte patologia: A. Psicose alco??lica B. S?¡ndrome neurol?®ptica C. Transtorno bipolar I D. S?¡ndrome de Wernicke-Korsakoff E. Delirium tremens

33. A polineuropatia alco??lica ?® uma das complica?º?Áes mais freq??entes que apa- rece no alcoolista. Sua origem deve-se ?á defici?¬ncia de vitaminas do complexo B, especialmente da tia mina e da vitamina B6. Os principais sintomas da polineuro- patia alco??lica s?úo: A. Presen?ºa de del?¡rios, alucina?º?Áes, pensamento desagregado e agita?º?úo psicomotora B. Dor nos membros, especialmente nos inferiores, sensa?º?úo de ard?¬n- cias e de formigamento ou agulhadas nas extremidades C. Ansiedade, humor deprimido, aluci- na?º?Áes e conduta catat??nica D. Conduta let?írgica, id?®ias de suic?¡dio, amn?®sia e disfagia E. Agressividade, desorienta?º?úo alops?¡- quica, ataxia e pensamento obsessi- vo

34. A doen?ºa de Alzheimer ?® o tipo mais comum de dem?¬ncia. Suas cau- sas s?úo, ainda, pouco conhecidas.

Quanto ?á sua sintomatologia, ?® correto a- firmar: A. Presen?ºa de amn?®sia, irritabilidade e id?®i- as delirantes no est?ígio prodr??mico B. No est?ígio inicial da doen?ºa, n?úo h?í alte- ra?º?Áes que possam indicar que a doen?ºa est?í presente C. No est?ígio intermedi?írio, a pessoa apre- senta dificuldade de fala, comportamento agressivo e altera?º?Áes da sensopercep?º?úo (alucina?º?Áes), no entanto a mem??ria man- t?®m-se intacta D. No est?ígio avan?ºado, a pessoa pode ter dificuldade para comer, entender e inter- Normalmente o indiv?¡duo n?úo reconhece pessoas pr??ximas e familiares e apresenta dificuldade em reconhecer lugares conhe- cidos E. Presen?ºa de ansiedade, del?¡rios e alucina- ?º?Áes em todos os est?ígios da doen?ºa, po- r?®m n?úo h?í altera?º?Áes da mem??ria

35. Deu entrada, na unidade de emerg?¬ncia, um paciente com hist??ria de tratamento psiqui- ?ítrico, usu?írio de psicotr??picos, apresentando um quadro de rigidez muscular, sialorr?®ia e tremores de extremidades. Estes sintomas s?úo causados pelo uso de: A. Hipn??ticos B. Ansiol?¡ticos C. Barbit??ricos D. Neurol?®pticos E. Antibi??ticos

36. Avaliar as fun?º?Áes ps?¡quicas de um pacien- te portador de transtorno mental, seja na rede ambulatorial ou hospitalar, ?® uma das ativida- des do profissional de enfermagem. Em rela- ?º?úo ?ás fun?º?Áes ps?¡quicas, podemos afirmar: A. Alucina?º?Áes s?úo altera?º?Áes da sensoper- cep?º?úo e consistem na proje?º?úo para o ex- terior de imagens irreais, aceitas como verdadeiras pela pessoa que as possui B. Os dist??rbios da orienta?º?úo referem-se ?á identidade pessoal (desorienta?º?úo autop- s?¡quica) e em rela?º?úo a tempo e espa?ºo (desorienta?º?úo alops?¡quica). As deso- rienta?º?Áes alops?¡quica e autops?¡quica nunca aparecem de forma concomi- tante C. O del?¡rio ?® um dist??rbio da conduta e caracteriza-se por n?úo corresponder ?á realidade, irredutibilidade e falta de consci?¬ncia do transtorno D. A amn?®sia constitui uma altera?º?úo da linguagem. Na amn?®sia de reten?º?úo ou retr??grada, a pessoa n?úo lembra de fatos recentes mas ?® precisa na descri?º?úo de situa?º?Áes vivenciadas na sua inf?óncia. ?ë um dist??rbio comum em pessoas idosas E. O humor tamb?®m faz parte do grupo das fun?º?Áes ps?¡quicas. A apatia ?® uma das altera?º?Áes do humor e se caracteriza por instabilidade e cons- tante mutabilidade das rea?º?Áes afeti- vas

cl?¡nico, no entanto, n?úo se detectam ra?º?Áes org?ónicas e/ou neurol??gicas que justifiquem tais sintomas D. Patologia que se caracteriza por ansiedade generalizada, um sentimento difuso e de- sagrad?ível de apreens?úo, acompanhado por queixas som?íticas difusas E. Transtorno que se caracteriza por um me- do irracional que provoca a esquiva cons- ciente do objeto, atividade ou situa?º?úo es- pec?¡fica temida

38. Sobre o Movimento da Reforma Psiqui?ítri- ca Brasileira ?® correto afirmar: A. O Movimento da Reforma Psiqui?ítrica Brasileira teve in?¡cio no final dos anos 90, a partir da conjuntura de redemocratiza- ?º?úo, buscando identificar as principais ins- titui?º?Áes, entidades, movimentos e milit?ón- cias envolvidas com a formula?º?úo de pol?¡- ticas de sa??de mental no Brasil B. O Movimento dos Trabalhadores de Sa??- de Mental (MTSM), que se originou a partir da crise da DINSAN (Divis?úo Nacional de Sa??de Mental), teve uma participa?º?úo in- significante no Movimento da Reforma Psiqui?ítrica em nosso pa?¡s, limitando-se a criticar a aten?º?úo ao doente mental, por?®m n?úo se dispondo a discutir propostas alter- nativas ao modelo hospitaloc?¬ntrico C. A Reforma Psiqui?ítrica ?® um processo hist??rico de formula?º?úo cr?¡tica e pr?ítica, que visa questionar o paradigma cl?íssico da psiquiatria e elaborar propostas de transforma?º?úo do modelo manicomial, se- gregador e excludente D. A participa?º?úo de usu?írios e familiares no Movimento da Reforma Psiqui?ítrica foi e continua sendo muito t?¡mida. Esse contin- gente de pessoas limita-se a ser objeto de interven?º?úo do saber psiqui?ítrico E. A inser?º?úo do paciente no seu projeto te- rap?¬utico ?® uma das propostas da Refor- ma Psiqui?ítrica, no entanto esta proposi- ?º?úo ?® question?ível, visto que ?í pessoa com doen?ºa mental n?úo tem condi?º?Áes de decidir sobre o que ?® melhor para o seu tratamento

39. O transtorno de personalidade anti-social 280 caracteriza-se por: A. Presen?ºa de um padr?úo vital?¡cio de retraimento social. As pessoas com este transtorno s?úo vistas pelos ou- tros como exc?¬ntricas, isoladas ou solit?írias B. Presen?ºa de perturba?º?úo do pensa- mento e da comunica?º?úo. As pesso- as com este dist??rbio podem n?úo re- conhecer seus pr??prios sentimentos, mas s?úo sens?¡veis aos sentimentos dos outros. Podem, ainda, apresen- tar relacionamentos imagin?írios, dis- curso estranho e experi?¬ncias per- ceptivas, como as ilus?Áes C. Presen?ºa de um padr?úo invasivo de desrespeito e viola?º?úo dos direitos do outro, acompanhado de v?írios sintomas como, por exemplo, fracas- sos em conformar-se ?ás normas so- ciais em rela?º?úo aos aspectos legais, aus?¬ncia de remorso e irresponsabi- lidade consistente em rela?º?úo ?á fam?¡- lia ou obriga?º?Áes financeiras D. Presen?ºa de oscila?º?Áes de humor, ora est?úo briguentos, ora queixosos e ora deprimidos. As pessoas com esta patologia apresentam compor- tamentos imprevis?¡veis e raramente conseguem atingir o n?¡vel m?íximo de suas capacidades. Podem apresen- As pessoas parecem estar sempre em crise Um dos crit?®rios diagn??sticos ?® a suspeita, sem fundamento suficiente, por parte do indiv?¡duo, de estar sen- do explorado, prejudicado ou enga- nado pelos outros

CAPS III, definidos por ordem crescente de com- plexidade de abrang?¬ncia populacional. Com rela?º?úo ao CAPS I, podemos afirmar: A. Servi?ºo de aten?º?úo psicossocial com ca- pacidade operacional para atendimento em munic?¡pios com popula?º?úo entre 70.000 e 200.000 habitantes. Atende ex- clusivamente pessoas com transtornos re- lacionados ao uso de ?ílcool, por meio de encontros individuais, atendimento em grupos, visitas domiciliais, atendimento ?á fam?¡lia e atendimento por meio de oficinas terap?¬uticas B. Servi?ºo de aten?º?úo psicossocial com ca- pacidade operacional para atendimento em munic?¡pios com popula?º?úo acima de 200.000 habitantes. Atende pessoas com transtornos mentais severos, por meio de diversas atividades como atendimento in- dividual, atendimento em grupos, visitas domiciliais, interven?º?úo na comunidade visando ?á integra?º?úo do doente mental, atendimento ?á fam?¡lia e atendimento por meio de oficinas terap?¬uticas C. Servi?ºo de aten?º?úo psicossocial com ca- pacidade operacional para atendimento em munic?¡pios, independente do n??mero de habitantes. Atende crian?ºas e centes com transtornos mentais se- veros, por meio de diversas ativida- des como atendimento individual, atendimento em grupos, visitas do- miciliais, atendimento ?á fam?¡lia e a- tendimento por meio de oficinas te- rap?¬uticas D. Servi?ºo de aten?º?úo psicossocial com capacidade operacional para aten- dimento em munic?¡pios com popula- ?º?úo entre 20.000 e 70.000 habitan- tes. Atende exclusivamente pessoas adultas, portadoras de psicoses, por meio de atendimento individual e in- terven?º?úo junto ?á fam?¡lia E. Servi?ºo de aten?º?úo psicossocial com capacidade operacional para aten- dimento em munic?¡pios com popula- ?º?úo entre 20.000 e 70.000 habitan- tes. Atende pessoas com transtor- nos mentais severos, por meio de diversas atividades como atendi- mento individual, atendimento em grupos, visitas domiciliais, interven- ?º?úo na comunidade visando a inte- gra?º?úo do doente mental, atendi- mento ?á fam?¡lia e atendimento por meio de oficinas terap?¬uticas

Sa??de Mental Respostas 01. Resposta B Segundo Laraia Stuart, enfermagem psiqui?ítrica “?® um processo interpessoal, que promove e mant?®m comportamentos que contribuem para o funcionamento integrado. O paciente pode ser um indiv?¡duo, uma fam?¡lia, um grupo, uma organiza?º?úo ou uma comunidade. Os tr?¬s dom?¡nios da pr?ítica de enfermagem psiqui?ítrica s?úo os cuidados diretos, a comunica?º?úo e o gerenciamento.ÔÇØ A ?írea de sa??de mental tem passado por uma s?®rie de transforma?º?Áes nas ??ltimas d?®cadas, com discuss?Áes efetivas em rela?º?úo ?ás pr?íticas tradicionais de interven?º?úo sobre a loucura e sobre novas modalidades de aten?º?úo nesta ?írea da sa??de. Com isso, a pr?ítica contempor?ónea da en- fermagem psiqui?ítrica tem se fortalecido e se inserido nos diversos espa?ºos de aten?º?úo, seja em n?¡vel hospitalar, ambulatorial ou na pr??pria resid?¬ncia da pessoa assistida. O Movimento da Re- forma Psiqui?ítrica, entendido, de acordo com Amarante (1998), como sendo um processo hist??ri- co de formula?º?úo cr?¡tica e pr?ítica, que tem como prop??sitos e estrat?®gias o questionamento do paradigma cl?íssico da psiquiatria e elabora?º?úo de propostas de transforma?º?úo, vem ganhando terreno e fomentando a constru?º?úo da possibilidade de criar uma rede de assist?¬ncia psiqui?ítrica, em n?¡vel municipal, indo de encontro ?ás rela?º?Áes manicomiais que marcaram, por muito tempo, o atendimento ao indiv?¡duo com transtorno mental. ?ë nesse contexto que a enfermagem psiqui?ítrica se insere e constr??i saberes que qualificam a aten?º?úo ?á pessoa que sofre psiquicamente.

02. Resposta D A distonia aguda ou impregna?º?úo atinge aproximadamente 10% dos usu?írios de antipsic??ticos t?¡picos. Os movimentos dist??nicos resultam da contratura muscular, que pode levar a movimentos involunt?írios. Pode envolver o pesco?ºo, a mand?¡bula, a l?¡ngua e, por vezes, o corpo inteiro, provo- cando letargia, ataxia, fala arrastada, delirium e at?® coma (Sadock; Sadock, 2002). Os sinais e os sintomas alcan?ºam os efeitos mais intensos entre 4 e 6 horas ap??s a ingest?úo do f?írmaco.

03. Resposta B Transtorno caracterizado pela presen?ºa de obsess?úo e de compuls?úo. As obsess?Áes constituem- se em pensamentos, sentimentos, id?®ias ou sensa?º?Áes invasivas e recorrentes e as compuls?Áes s?úo comportamentos conscientes e repetidos como contar, verificar ou evitar. As obsess?Áes au- mentam a ansiedade da pessoa, causando acentuado sofrimento, enquanto a realiza?º?úo das compuls?Áes a reduz (Kaplan; Sadock; Grebb, 2003; Townsend, 2000). Este transtorno interfere significativamente na rotina, no funcionamento ocupacional, nas rela?º?Áes sociais e afetivas da pessoa acometida por esta patologia.

04. Resposta B A conduta constitui a atividade psicomotora da pessoa. Quando h?í altera?º?Áes da conduta pode- mos ter hiperatividade, hipoatividade, ecopraxia, catalepsia, flexibilidade c?®rea, maneirismo, obe- di?¬ncia autom?ítica, negativismos, ato compulsivo, esteriotipia e ambitend?¬ncia.

e n?úo apenas na queixa apresentada pelo usu?írio, naquele momento”. No caso do paciente psi- qui?ítrico, refor?ºar a import?óncia do seguimento do tratamento, bem como fornecer informa?º?Áes sobre a patologia propriamente dita, tanto para o paciente como para os familiares, constitui uma interven?º?úo necess?íria e importante da equipe de enfermagem.

06. Resposta C As psicoses, de acordo com Kaplan; Sadock; Grebb (2003) s?úo transtornos psiqui?ítricos graves, caracterizados pela perda do teste da realidade, presen?ºa de del?¡rios e alucina?º?Áes, comprometi- mento no funcionamento pessoal e social expresso por retraimento social e incapacidade para desempenhar pap?®is ocupacionais e dom?®sticos habituais.

07. Resposta C Alta por evas?úo se d?í quando um paciente hospitalizado foge do hospital, n?úo retornando mais ?á institui?º?úo. A equipe tem a obriga?º?úo legal de notificar o fato ?ás autoridades policiais bem como ?á fam?¡lia do paciente.

08. Resposta D A Reforma Psiqui?ítrica constitui um processo hist??rico de formula?º?úo cr?¡tica e pr?ítica, que visa questionar o paradigma cl?íssico da psiquiatria e elaborar propostas de transforma?º?úo do modelo manicomial, segregador e excludente (Amarante, 1998). A participa?º?úo de usu?írios e familiares no Movimento da Reforma Psiqui?ítrica e a inclus?úo destes atores sociais no projeto terap?¬utico sem- pre foi uma das propostas da reforma psiqui?ítrica.

09. Resposta C Segundo o DSM IV (2002), os sinais e sintomas de abstin?¬ncia por ?ílcool s?úo: sudorese, taqui- cardia, tremor intensificado nas extremidades, ins??nia, n?íuseas e/ou v??mitos, ilus?Áes ou alucina- ?º?Áes visuais, t?íteis e/ou auditivas, agita?º?úo psicomotora, ansiedade, convuls?Áes. Cabe salientar que estes sintomas causam sofrimento e comprometimento cl?¡nico significativo para o indiv?¡duo que os experi?¬ncia e n?úo s?úo explicados pela presen?ºa de outros transtornos mentais.

10. Resposta D Conforme a Lei 10.216 (Brasil, 2002), s?úo direitos das pessoas com transtorno mental: ? Ter acesso ao melhor tratamento do sistema de sa??de, em consenso com suas necessi- ? Ser tratado com humanidade e respeito e no interesse exclusivo de beneficiar sua sa??- de, visando a alcan?ºar sua recupera?º?úo pela inser?º?úo na fam?¡lia, no trabalho e na co- ? Ter direito ?á presen?ºa m?®dica quando da necessidade da interna?º?úo involunt?íria, com o objetivo de realizar interven?º?úo adequada e esclarecer a pessoa sobre este procedimen- ? Receber o maior n??mero de informa?º?Áes acerca de sua patologia e de seu tratamento; ? Ser tratada em ambiente terap?¬utico pelos meios menos invasivos poss?¡veis; ? Ser tratada, preferencialmente, em servi?ºos comunit?írios de sa??de mental.

Um dist??rbio da abstin?¬ncia de ?ílcool grave e com risco de vida potencial ?® o del?¡rium tremens. Em geral, ocorre no segundo ou terceiro dia depois da ??ltima ingest?úo de ?ílcool e dura de tr?¬s a cinco dias, aproximadamente. Conforme Edwards; Marshall; Cood (1999), suas caracter?¡sticas cl?¡nicas s?úo: tremor, alucina?º?Áes visuais, t?íteis e ocupacionais, del?¡rios paran??ides e ocupacio- nais, medo, inquieta?º?úo e agita?º?úo psicomotora e altera?º?Áes f?¡sicas (sudorese, taquicardia, hiper- tens?úo arterial, hipertermia, n?íuseas, v??mitos, diarr?®ia).

12. Resposta D No transtorno bipolar I, podemos observar a ocorr?¬ncia de epis??dios de mania e de depress?úo, acompanhados de per?¡odos de humor dentro dos par?ómetros de normalidade. Na mania obser- vamos excita?º?úo do humor, euforia, hiperatividade, loquacidade exagerada da sexualidade e comprometimento da cr?¡tica. Com certa freq???¬ncia, os epis??dios man?¡acos incluem tamb?®m irrita- bilidade, agressividade e incapacidade de controlar adequadamente os impulsos. No per?¡odo de depress?úo, os sintomas que se evidenciam s?úo o humor deprimido, falta de interesse pelas ativi- dades cotidianas, ins??nia, inibi?º?úo do pensamento, fadiga.

13. Resposta E A esquizofrenia ?® um transtorno de causas desconhecidas, caracterizado por sintomas psic??ticos que prejudicam significativamente o funcionamento, envolvendo perturba?º?Áes das emo?º?Áes, pen- samento e comportamento. O transtorno ?® cr??nico e geralmente possui uma fase prodr??mica, uma fase ativa com del?¡rios, alucina?º?Áes ou ambos e uma fase residual, na qual o transtorno pode es- tar em remiss?úo.

14. Resposta A O del?¡rio ?® uma psicopatologia do conte??do do pensamento, caracterizado como sendo um con- junto de id?®ias err??neas, aceito pelo ju?¡zo da realidade. A pessoa delirante n?úo possui consci?¬ncia deste transtorno e mant?®m-se irredut?¡vel em suas id?®ias.

15. Resposta C O autismo ?® um transtorno que se caracteriza pelo retraimento da crian?ºa para dentro de si me s- ma e para dentro de um mundo fantasioso criado por ela pr??pria. Nesta situa?º?úo, a crian?ºa possui um s?®rio comprometimento na intera?º?úo social, na comunica?º?úo e no desenvolvimento de ativida- des. Este dist??rbio ?® raro e ?® quatro a cinco vezes mais freq??ente em meninos do que em meni- nas. Normalmente o seu in?¡cio se d?í antes dos tr?¬s anos de idade e sua evolu?º?úo ?® cr??nica (Townsend, 2000).

16. Resposta C A bulimia caracteriza-se pela ingest?úo epis??dica, descontrolada, compulsiva e r?ípida de grandes quantidades de alimentos durante um curto per?¡odo, seguida por comportamentos compensat??rios como a auto-indu?º?úo de v??mito, uso de laxantes ou diur?®ticos ou exerc?¡cios vigorosos para evitar o ganho de peso (Kaplan; Sadock; Grebb, 2003; Townsend, 2000).

presentes por, pelo menos, duas semanas, modificando o comportamento da pessoa (pelo menos o humor depressivo deve estar presente: ? Humor depressivo durante a maior parte do dia, quase todos os dias, indicado por quei- ? Diminui?º?úo intensa do prazer e do interesse para a maioria das atividades di?írias, quase todos os dias, indicada pelo relato do indiv?¡duo ou pela observa?º?úo feita pelos outros; ? Perda ou ganho significativo de peso ou diminui?º?úo ou aumento do apetite, quase todos ? Sentimento de inferioridade, de inutilidade ou de culpa excessiva (que pode ser deliran- ? Diminui?º?úo da capacidade de pensar ou concentrar-se, ou indecis?úo quase todos os ? Id?®ias recorrentes de suic?¡dio, com ou sem plano espec?¡fico, ou tentativa de suic?¡dio.

18. Resposta D A esquizofrenia ?® uma doen?ºa grave e persistente, de car?íter psic??tico, que apresenta a seguinte sintomatologia, por pelo menos um m?¬s, conforme o DSM-IV (2002): ? Funcionamento interpessoal prejudicado.

19. Resposta B A preven?º?úo prim?íria ?® um conceito comunit?írio que envolve a diminui?º?úo da incid?¬ncia da doen- ?ºa em uma comunidade pela modifica?º?úo dos fatores causais, antes que eles tenham oportunida- de de causar malef?¡cios. A preven?º?úo prim?íria precede a doen?ºa e se aplica a uma popula?º?úo em geral saud?ível. Engloba a promo?º?úo da sa??de e a preven?º?úo da doen?ºa em diversos espa?ºos como a fam?¡lia, a escola, a comunidade (Kaplan; Sadock; Grebb, 2003).

20. Resposta D A equipe de enfermagem deve estar pronta para ouvir o paciente, de forma calma e sem pressa. O paciente ser?í beneficiado, se puder desabafar seus sentimentos. Para tal, podemos lan?ºar m?úo de instrumental denominado entrevista de ajuda que, conforme Benjamin (1996), tem por objetivo principal ajudar o entrevistado que est?í no centro da intera?º?úo. Ajudar algu?®m significa capacit?í-Io a reconhecer, sentir, saber, decidir, escolher se deve mudar. Essa abordagem exige do profissio- nal a capacidade de doa?º?úo: de seu tempo, sua capacidade de ii ouvir e entender, sua habilidade, conhecimento e interesse – parte de si mesmo.

22. Resposta D A psiquiatria comunit?íria ?® respons?ível pelo acompanhamento e tratamento de pessoas com transtornos mentais severos na comunidade em geral. Todos os aspectos do atendimento, desde o encaminhamento para a hospitaliza?º?úo, interven?º?Áes em crises e acompanhamento de pacien- tes que est?úo estabilizados cabe ?á psiquiatria comunit?íria ou ao campo da sa??de mental.

23. Resposta D Enfermagem psiqui?ítrica/Enfermagem em Sa??de Mental tem por objetivo manter uma rela?º?úo terap?¬utica entre a equipe de enfermagem e o paciente, propiciado a oportunidade para o pacie n- te observar sua pr??pria experi?¬ncia e analisar seus elementos, reconhecendo o que est?í ocorren- do e expressando isso a outra pessoa, no caso o profissional de enfermagem (Taylor, 1992).

24. Resposta A Fobia significa temor m??rbido, sem motivo, persistente e irracional de um objeto espec?¡fico, ativi- dade ou situa?º?úo consideradas sem perigo, que resulta em necessidade incontrol?ível de evitar esse est?¡mulo. Se isso n?úo ?® poss?¡vel, o confronto ?® precedido por ansiedade antecipat??ria e rea- lizado com grande sofrimento e comprometimento de desempenho. O tratamento das fobias pode ser feito por meio de t?®cnicas de exposi?º?úo para diminuir os sintomas ansiosos e habituar-se ?á situa?º?úo f??bica. O uso de ansiol?¡ticos pode ser necess?írio para reduzir os par?ómetros de ansieda- de.

25. Resposta C Conforme Kapczinski; Quevedo; Schmitt; Chachamovitch (2001), os objetivos de um atendimento em situa?º?úo de emerg?¬ncia psiqui?ítrica s?úo: ? Encaminhamento adequado para a situa?º?úo.

26. Resposta E Ao cuidar do cliente com risco de suic?¡dio, a enfermagem deve: ? Discutir com a pessoa sobre as suas id?®ias, avaliando o risco de suic?¡dio (alto, m?®dio ou ? Aceitar que a pessoa precisa de ajuda e que tais id?®ias realmente est?úo presentes em ? Obter um contrato de n?úo suic?¡dio, pedindo-lhe que avise um membro da equipe quando ? Comunicar aos demais membros da equipe o potencial risco de suic?¡dio desta pessoa; ? Oferecer atividades para que esta pessoa possa ocupar parte de seu tempo.

Nos transtornos de humor, a altera?º?úo principal est?í relacionada ao humor entendido como o e s- tado emocional interno mais constante de uma pessoa. O humor pode ser normal, elevado ou deprimido. As pessoas normais experimentam uma ampla faixa de humores e um repert??rio i- gualmente variado de express?Áes afetivas. Sentem-se mais ou menos no controle de seus humo- res e afetos. Os transtornos de humor s?úo um grupo de condi?º?Áes cl?¡nicas caracterizadas pela perda desse senso de controle e uma experi?¬ncia subjetiva de grande sofrimento. Os transtornos de humor, conforme classifica?º?úo do DSM-IV (2002) s?úo o transtorno depressivo maior, transtorno bipolar I, transtorno dist?¡mico e transtorno ciclot?¡mico. Os dois ??ltimos referem-se a sintomas me- nos severos do que os anteriores.

28. Resposta B A psicose se caracteriza pela perda do teste de realidade e comprometimento do funcionamento mental, expressos por del?¡rios, alucina?º?Áes, confus?úo e comprometimento da mem??ria. Al?®m dis- so, pode-se dizer que o psic??tico possui comprometimento na conviv?¬ncia pessoal e social, carac- terizado por retraimento e incapacidade para desempenhar os pap?®is dom?®sticos e ocupacionais cotidianos. Outra manifesta?º?úo ?® uma regress?úo do ego (Kaplan; Sadock; Grebb, 2003). Town- send (2000) coloca que a psicose caracteriza-se por respostas desajustadas a fatores de estresse do ambiente interno ou externo, evidenciado por pensamentos, sentimentos e comportamentos que n?úo s?úo congruentes com as normas sociais e culturais, interferindo no funcionamento social, ocupacional, familiar e/ou f?¡sico do indiv?¡duo.

29. Resposta C O delirium tremens constitui uma complica?º?úo psiqui?ítrica severa provocada pela abstin?¬ncia al- co??lica. Ocorre em pessoas com longa hist??ria de alcoolismo, que interromperam ou diminu?¡ram o uso de ?ílcool. Este quadro possui um conjunto de sintomas como presen?ºa de principalmente persecut??rios, alucina?º?Áes, caracteristicamente v?¡vidas, bizarras e ca??ticas; normalmente as cl?ís- sicas alucina?º?Áes visuais s?úo aterrorizantes. Al?®m destes sintomas, tamb?®m aparecem inquieta- ?º?úo e agita?º?úo, tremor, medo e perturba?º?Áes f?¡sicas como, por sudorese, taquicardia, hipertens?úo, hipertermia, n?íuseas, v??mitos, diarr?®ia e crises convulsivas (Edwards, Marshall, Cood, 1999).

30. Resposta B No momento do atendimento de uma pessoa com risco de suic?¡dio, enquanto uma situa?º?úo de emerg?¬ncia psiqui?ítrica, os profissionais devem: ? Discutir com o paciente alternativas, na inten?º?úo de melhorar sua qualidade de vida; Re- ? Em caso de interna?º?úo, colocar o paciente em quarto pr??ximo ao posto de enfermagem; ? Observar presen?ºa de sintomas psic??ticos.

combina?º?Áes feitas (Zimerman; Os??rio, 1997). Com rela?º?úo ao enquadre grupal, os mesmos auto- res pontuam que se deve observar: ? Tipo de participante: o grupo poder?í ser homog?¬neo (mesma categoria diagn??stica, mesma idade e sexo etc.) ou heterog?¬neo (v?írios tipos de doen?ºas, idade variada, am- ? Grupo fechado ou aberto, ou seja, grupo aberto ?® aquele que permite a entrada de no- vos elementos, assim que tiver vaga no grupo; o grupo fechado ?® aquele que n?úo permi- ? N??mero de participantes: lembrar sempre que grupos grandes n?úo funcionam. O ideal ?® de 12 a 15 participantes. Um n??mero excessivo pode dificultar o atendimento das ne- ? Tempo de dura?º?úo dos encontros: lembrar que encontros longos tornam-se cansativos; ? Regra do sigilo: informa?º?Áes e discuss?Áes ocorridas durante a atividade grupal n?úo de- vem ser comentadas fora do grupo, caso contr?írio, perde-se a coes?úo e a confiabilidade; ? Vari?íveis f?¡sicas: local, ventila?º?úo e ilumina?º?úo do ambiente, acomoda?º?Áes (de prefer?¬n- cia em c?¡rculo para que possam estar olhando uns para os outros), conforto da sala, pri- ? Hor?írio de funcionamento do grupo: levar em considera?º?úo as possibilidades e necessi- dades dos membros do grupo.

32. Resposta C O I?¡tio ?® um estabilizador de humor. Controla a mania aguda e previne a recorr?¬ncia do quadro em aproximadamente 80% dos indiv?¡duos portadores de transtorno bipolar I. Tamb?®m ?® eficaz no transtorno depressivo maior e da depress?úo associada ao transtorno bipolar I. Visto que os anti- depressivos podem deflagrar um epis??dio man?¡aco em pessoas portadoras de transtorno bipolar I, a monoterapia com I?¡tio ?® o tratamento farmacol??gico indicado (Sadock; Sadock, 2002).

33. Resposta B O ?ílcool ?® t??xico para numerosos sistemas org?ónicos. Complica?º?Áes de abuso e depend?¬ncia cr??nica de ?ílcool, com defici?¬ncias nutricionais associadas, incluem atrofia cerebral, degenera?º?úo cerebral, epilepsia, neuropatia perif?®rica, miocardiopatia, miopatia, hepatite alco??lica, cirrose, ga s- A neuropatia alco??lica caracteriza-se por danos nos nervos perif?®ricos, causando dores, sensa?º?úo de ard?¬ncia, formigamento ou agulhadas nas extremidades. Os membros inferiores s?úo os mais comprometidos, podendo ocorrer, ainda, aus?¬ncia de reflexos dos tornozelos, certa diminui?º?úo de sensibilidade e sensa?º?úo de fraqueza nos membros inferiores (Townsend, 2000; Edwards; Mar- shall; Cood, 1999).

? Est?ígio intermedi?írio – nesta etapa, a pessoa pode tornar-se muito esquecida, especial- mente para eventos recentes e nomes de pessoas. Al?®m disso, normalmente n?úo ?® ca- paz de viver de forma independente, sem ter problemas; pode depender de outras pes- soas para realizar a sua higiene pessoal e para vestir-se. Nesse est?ígio, ?® incapaz de cozinhar, fazer limpeza e fazer compras. Apresenta cada vez mais dificuldade de fala, pe- rambula e, por vezes, se perde. A pessoa pode apresentar comportamento agressivo e ? Est?ígio avan?ºado – nesta etapa, a pessoa pode ter dificuldade para comer, entender e interpretar eventos e tamb?®m para deambular. Normalmente o indiv?¡duo, neste momen- to, n?úo reconhece pessoas pr??ximas e familiares e apresenta dificuldade em reconhecer lugares conhecidos. Na maioria das vezes, possui incontin?¬ncia urin?íria e fecal. Pode tamb?®m apresentar comportamento impr??prio em p??blico. Normalmente fica restrito a uma cadeira de rodas ou a uma cama (Cayton, 2000).

35. Resposta D A distonia aguda ?® uma rea?º?úo adversa provocada pelo uso de neurol?®pticos. Os movimentos dist??nicos resultam de uma contra?º?úo espasmo muscular lento e contido que pode provocar um movimento involunt?írio. A distonia pode envolver o pesco?ºo (torcicolo espasm??dico ou retrocollis), a mand?¡bula (abertura vigorosa da boca resultando em um dos deslocamentos da mand?¡bula ou trismo), l?¡ngua (protrus?úo, tor?º?úo) e o corpo todo. O envolvimento dos olhos pode resultar em uma crise oculog?¡rica, caracterizada por movimentos dos olhos para o lado e para cima. Outras distoni- as incluem blefaroespasmo (contra?º?úo anormal que dura variavelmente, ocorrendo no m??sculo orbicular da p?ílpebra) e distonia glossofar?¡ngea, provocando uma disartria, disfagia e at?® mesmo dispn?®ia, que podem causar cianose. A distonia pode ser dolorosa e assustadora e, freq??ente- mente, acarreta falta de ades?úo ao medicamento com neurol?®ptico.

36. Resposta A Alucina?º?Áes s?úo proje?º?Áes para o exterior de uma imagem mn?¬mica, aceita como verdadeira. S?úo sempre patol??gicas. Mant?¬m as caracter?¡sticas do objeto real, por isso despertam a cren?ºa no paciente de que s?úo reais. Representam uma percep?º?úo sem objeto real, externo ou interno, e m- bora toda percep?º?úo seja uma percep?º?úo de algo. As alucina?º?Áes mais comuns s?úo as auditivas, seguidas das visuais e, em menor grau, dos outros tipos. S?úo caracter?¡sticas dos estados psic??ti- cos.

37. Resposta B O transtorno obsessivo-compulsivo caracteriza-se pela presen?ºa de obsess?úo e compuls?úo. A obsess?úo ?® um pensamento, sentimento, id?®ia ou sensa?º?úo intrusiva. A compuls?úo ?® um compor- tamento consciente, estandardizado e recorrente como contar, verificar ou evitar. As obsess?Áes aumentam a ansiedade da pessoa, enquanto a realiza?º?úo das compuls?Áes a reduz. Quando resis- te ?á realiza?º?úo da compuls?úo, a ansiedade aumenta. O paciente percebe o car?íter irracional da obsess?úo e experimenta a obsess?úo e a compuls?úo como egodist??nicos. Pode ser um transtorno incapacitante, porque as obsess?Áes podem consumir tempo e interferir significativamente na roti- na do indiv?¡duo, seu funcionamento ocupacional, atividades sociais habituais ou relacionamentos com amigos e familiares.

milit?óncia para a discuss?úo e formula?º?úo de pol?¡ticas de aten?º?úo ao doente mental, diferentes das at?® ent?úo vigentes. Dentre os diversos atores, cabe destacar aqui o Movimento dos Trabalhadores em Sa??de Mental (MTSM), considerado, dentre outros, fundamental no projeto da Reforma Psi- O Movimento dos Trabalhadores em Sa??de Mental iniciou no Rio de Janeiro, quando trabalhado- res de quatro institui?º?Áes psiqui?ítricas, ligadas ?á esfera federal (Divis?úo Nacional de Sa??de Men- tal) realizaram den??ncias sobre irregularidades nestas institui?º?Áes. Esse ato teve muitas repercus- s?Áes, mobilizando inclusive profissionais de outras ?íreas e institui?º?Áes. Assim nasceu o MTSM. O objetivo desse movimento era constituir um espa?ºo de debates e encaminhamentos da proposta de transforma?º?úo da assist?¬ncia psiqui?ítrica, concentrar informa?º?Áes, promover encontros entre os trabalhadores da sa??de e sociedade em geral. Essas discuss?Áes come?ºaram a se difundir por todo o pa?¡s e encontros municipais e estaduais passaram a ser realizados. Nessa mesma ?®poca, outras institui?º?Áes tamb?®m se agregaram e esse processo de mudan?ºa do modelo asilar foi cons- truindo bases mais solidificadas e tentando engajar um n??mero cada vez maior de pessoas para essa luta, que certamente ainda tem um caminho a percorrer. Em junho de 1987, ocorreu a I Con- No final da d?®cada de 1980, a no?º?úo de desinstitucionaliza?º?úo estava enraizada no contexto pol?¡- tico da sociedade brasileira e incorporada pelo movimento da reforma psiqui?ítrica. A desinstitu- cionaliza?º?úo deve ser entendida como um processo amplo, que n?úo significa apenas retirar o do- ente mental de dentro do manic??mio e fechar as suas portas. ?ë necess?írio criar uma rede de re- cursos assistenciais que possibilite a aten?º?úo ao doente mental no seu local de conv?¡vio, estando ele com os sintomas da doen?ºa agudizados ou n?úo. Desinstitucionalizar significa tamb?®m melho- rar a qualidade de vida das pessoas, doentes e familiares, permitir-Ihes expressar as suas opini- ?Áes e ter uma participa?º?úo ativa no seu tratamento, podendo discutir, concordar, divergir sobre as t?®cnicas terap?¬uticas a que est?úo submetidos. Engloba ainda a pr??pria desinstitucionaliza?º?úo dos trabalhadores de sa??de que, muitas vezes, fundamentam as suas pr?íticas em um saber manico- Nos anos 90, estas discuss?Áes persistiram e continuam at?® hoje. Em 1992 houve a 11 Confer?¬n- cia Nacional de Sa??de Mental. Nesta d?®cada se percebeu a maior inser?º?úo dos familiares na pro- posta terap?¬utica dos doentes mentais. Como diz Melman (1999, p.171), “na d?®cada de 90 obser- va-se a presen?ºa cada vez mais marcante de usu?írios e familiares como protagonistas no cen?írio A reforma psiqui?ítrica, na concep?º?úo de Amarante (1998, p. 87), ?® “um processo hist??rico de for- mula?º?úo cr?¡tica e pr?ítica que tem como objetivos e estrat?®gias o questionamento e a elabora?º?úo de propostas de transforma?º?úo do modelo cl?íssico e do paradigma da psiquiatria”. Esse movimento, ora denominado como reforma psiqui?ítrica ora como luta antimanicomial, cum- pre um papel muito importante nas transforma?º?Áes no campo da sa??de mental. ?ë o ator pol?¡tico que construiu e constr??i propostas e possibilidades de mudan?ºas. Com a aboli?º?úo progressiva da interna?º?úo manicomial e a concep?º?úo cl?íssica de doen?ºa mental, ampliam os espa?ºo de interven- ?º?úo sobre a doen?ºa mental (oficinas, passeios, atividades art?¡sticas etc). (Scarcelli, 1999). Resgatando o doente mental nesse contexto, ele deixa de ser um simples objeto de interven?º?úo psiqui?ítrica, como coloca Amarante (1998), para tornar-se um agente ativo de transforma?º?úo da Para finalizar, cabe salientar que se aproximar do universo da doen?ºa mental ?® tomar contato com uma realidade de muita dor, sofrimento, tarefa nada f?ícil para os profissionais da ?írea da sa??de. Por outro lado, ?® necess?írio que os profissionais da sa??de se comprometam com este contingente populacional, construindo servi?ºos alternativos ao modelo manicomial.

vital desordenado como mentiras, faltas ?á escola, fugas de casa, furtos, brigas, abuso de drogas e atividades ilegais. Os indiv?¡duos com personalidade anti-social demonstram aus?¬ncia de ansieda- de ou depress?úo, incongruente com a situa?º?úo por ele vivida. Amea?ºas de suic?¡dio e preocupa- ?º?Áes som?íticas podem estar presentes. N?úo h?í presen?ºa de del?¡rios e/ou alucina?º?Áes. As pesso- as com tal transtorno s?úo manipuladoras e envolvem facilmente ) outros indiv?¡duos a participarem de esquemas para obter dinheiro, fama, notoriedade, podendo levar a ru?¡nas financeiras, embara- ?ºo social ou ambos. Promiscuidade, abuso infantil e condu?º?úo de ve?¡culos sob o efeito de ?ílcool s?úo eventos comuns em indiv?¡duos com esta patologia.

ral de sua regi?úo, que far?í o suporte de aten?º?úo m?®dica. A assist?¬ncia prestada aos clientes que buscam o CAPS II inclui as seguintes atividades: atendimento individual, atendimento em grupos, atendimento em oficinas terap?¬uticas, visitas e atendimentos domicili?írios, atendimento ?á fam?¡lia e atividades comunit?írias, enfocando a integra?º?úo do doente mental na comunidade, acolhimento noturno, nos feriados e finais de semana, com no m?íximo cinco leitos para repouso e/ou observa- ?º?úo. Sua equipe dever?í ser composta por, pelo menos, dois m?®dicos psiquiatras, um enfermeiro com forma?º?úo em sa??de mental, cinco profissionais de n?¡vel superior (enfermeiro, assistente soci- al, psic??logo, terapeuta ocupacional, pedagogo, professor de educa?º?úo f?¡sica, entre outros) e oito profissionais de n?¡vel m?®dio (t?®cnico de enfermagem, t?®cnico administrativo, artes?úo, t?®cnico edu- cacional, entre outros) (Brasil, 2002).

Nutri?º?úo e Diet?®tica 01. S?úo doen?ºas provocadas pela falta das vita- minas do complexo B: A. Raquitismo B. Berib?®ri C. Escorbuto D. Hemofilia E. Os itens C e D est?úo corretos

02. O ferro ?® indispens?ível ?á forma?º?úo de: A. Hemoglobina no sangue B. Horm??nio da tire??ide C. Dentes D. Ossos E. Cartilagem

03. O b??cio simples se caracteriza por: A. Falta de a?º??car no sangue B. Aus?¬ncia de vitamina B6 e B12 C. Diminui?º?úo no teor de hemoglobina D. Defici?¬ncia de iodo na alimenta?º?úo E. Falta de fl??or na ?ígua

04. O mineral presente nos ossos e que tem sua excre?º?úo regulada pelos rins ?® o: A. Cobre B. S??dio C. Pot?íssio D. Magn?®sio E. Zinco

05. A car?¬ncia da vitamina A no organismo acar- reta o (a): Escorbuto Raquitismo Berib?®ri

294 Xeroftalmia Hemorragia 06. As vitaminas s?úo importantes, pois sem elas o organismo pode sofrer s?®rias altera- ?º?Áes metab??licas. O escorbuto, por exem- plo, pode ser evitado pelo fornecimento de alimentos que contenham quantidades a- dequadas da seguinte vitamina: A. B B. C C. D D. E E. K

07. O tratamento do raquitismo ?® feito com: A. Vitamina D e alimenta?º?úo rica em c?íl- cio B. Sais e vitamina A C. Antibi??ticos D. Nenhuma das alternativas anteriores

08. Um alimento rico em vitamina C, expos- to ao calor, ao ar e ao meio alcalino, sofre altera?º?Áes em seus princ?¡pios nutritivos atrav?®s da: A. Redu?º?úo B. Oxida?º?úo C. Absor?º?úo D. Hidroxila?º?úo E. Concentra?º?úo

E. C – H – O – S 10. Os ovos fornecem representativas quantida- des de micronutrientes como vitaminas e muitos minerais. O mineral presente na gema que traz importante contribui?º?úo ?á dieta chama-se: A. Ferro B. Zinco C. S??dio D. C?ílcio E. F??sforo

11. Quimicamente, os triglicer?¡deos s?úo ?®steres de ?ícidos graxos com o: A. Monoglicerol B. Esfingosinol C. Colesterol D. Triglicerol E. Glicerol

12. De acordo com o Institute of Medicine (I- OM)/1992, gestantes com IMC normal devem ter ganho de peso total de: A. 7,0 a 11,5kg B. 11,5 a 16,0kg C. 12,5 a 18,0kg D. 8,0 a 12,0kg

13. O leite humano apresenta expressivo poder imunol??gico. A subst?óncia que confere imunidade local, revestindo a superf?¡cie das mucosas do tubo digestivo, outorgando maior prote?º?úo contra infec?º?Áes, denomina-se: A. IgA secret??ria B. Lactoferrina C. Lactobacilo D. Prolactina E. Lisozima

14. Durante a gesta?º?úo a mulher deve fornecer nutrientes para garantir o funcionamento adequado de suas fun?º?Áes org?ónicas e da crian?ºa em processo de gesta?º?úo. O princi- pal elemento respons?ível por este forneci- mento ?® o sangue, por funcionar como prin- cipal elemento de distribui?º?úo e troca entre m?úe e feto. Por este motivo, o elemento que deve ser aumentado na dieta, bem como ter sua absor?º?úo favorecida, ?®: A. Iodo B. Ferro C. S??dio D. C?ílcio E. F??sforo

15. A desnutri?º?úo energ?®tico-prot?®ica apre- senta como principal condicionante biol??gi- co: A. Freq??entes surtos de gastrenterites B. Consumo alimentar inadequado C. Aumento da ingest?úo prot?®ica D. Processos infecciosos E. Presen?ºa de edemas

16. Na s?¡ndrome nefr??tica, as caracter?¡sti- cas da dieta mais comumente prescrita s?úo: A. Normocal??rica, normoprot?®ica, nor- moss??dica B. Normocal??rica, normoprot?®ica, hipos- s??dica C. Hipercal??rica, hiperprot?®ica, normos- s??dica D. Hipercal??rica, normoprot?®ica, hiposs??- dica E. Hipercal??rica, hiperprot?®ica, hiposs??di- ca

D. Cu E. Mg 18. Os sinais cl?¡nicos, ao exame f?¡sico, caracte- r?¡sticos da defici?¬ncia de oligoelementos devem tamb?®m ser reconhecidos. Anemia, leucopenia e neutropenia podem indicar defici?¬ncia de: A. Zinco B. Cobre C. Cromo D. Sel?¬nio E. Mangan?¬s

19. Com o objetivo de reduzir os sintomas decor- rentes da diminui?º?úo do peristaltismo, em pacien- tes com hipotireoidismo, deve-se recomendar dieta rica em: A. Frutas e vegetais B. Massas e cereais C. Cereais refinados D. Produtos de pastelarias E. Condimentos

20. Durante a administra?º?úo de dieta enteral, a melhor conduta para um paciente que apresenta distens?úo abdominal ?®: A. Utilizar laxativos B. Reduzir gotejamento C. Utilizar dietas isentas de fibras D. Administrar ?ígua ap??s a dieta E. Aumentar a concentra?º?úo da dieta

21. A grande reserva energ?®tica do organismo humano est?í armazenada nas c?®lulas adiposas sob a forma de: A. Glicerol B. Glic?¡dios C. Glicog?¬nio D. Triglicer?¡deos E. Quilom?¡crons

296 22. A dieta para pacientes portadores de anemia falciforme dever?í ser feita com a suplementa?º?úo do seguinte nutriente: A. Ferro B. Folato C. Vitamina K D. Vitamina A E. Vitamina B12

23. A orienta?º?úo nutricional do paciente portador de gastrite, em fase aguda, deve prescrever a redu?º?úo de alimentos como os: A. P?úes e massas B. Cereais integrais C. Condimentos picantes D. Produtos ricos em fibras E. Vegetais e frutas

24. Um dos objetivos da dietoterapia para um paciente portador de esofagite de reflu- xo cr??nica ?®: A. Reduzir a press?úo EEI B. Normalizar o metabolismo C. Prevenir o refluxo gastresofagiano D. Eliminar a subst?óncia E. Aumentar a press?úo abdominal

25. A estrutura b?ísica de tr?¬s ?ícidos graxos unidos a uma base de glicerol ?® denomina- da pelo nome qu?¡mico de: A. Triglicer?¡deo B. Colesterol C. Monoglicer?¡deo D. Lipoprote?¡nas E. Hidrog?¬nio

A. Hipertens?úo, protein??ria e edema B. Hipertens?úo, glicos??ria e baixo peso C. Baixo peso, convuls?Áes e edema D. Protein??ria, glicos??ria e convuls?Áes

27. O tratamento dietoter?ípico atual para pacien- tes portadores de ??lceras g?ístrica e duodenal focaliza mais o indiv?¡duo do que propriamente a dieta especial, concentrando-se nas necessida- des: A. Nutricionais normais B. Prot?®icas diminu?¡das C. Prot?®icas aumentadas D. Nutricionais diminu?¡das E. Nutricionais aumentadas

28. A maior parte das prote?¡nas ?® encontrada no tecido denominado: A. ?ôsseo B. Nervoso C. Muscular D. Sang???¡neo E. Conjuntivo

29. O pot?íssio ?® um fator diet?®tico importante no manejo da hipertens?úo arterial, porque: A. Induz ?á contra?º?úo da musculatura lisa vascu- lar B. Favorece elimina?º?úo do s??dio urin?írio C. Proporciona aumento da libera?º?úo de urina D. Eleva as concentra?º?Áes de angiotensina II

30. A vitamina cuja car?¬ncia causa perda neuro- p?ítica progressiva, podendo comprometer a ca- pacidade de movimentos, ?®: A. B1 B. B2 C. B12 D. C E. K 31. F?¡gado, gema de ovo, carne de vaca e mela?ºo s?úo alguns alimentos indicados para a dietoterapia em caso de: A. Anemia B. Disfagia C. Diarr?®ia D. Gastrite E. Constipa?º?úo intestinal

32. O suprimento adequado de glicose no sangue ?® essencial para o bom funciona- mento dos tecidos. A falta de glicose e/ou de oxig?¬nio para a sua degrada?º?úo pode afetar de modo irrevers?¡vel o: A. Rim B. F?¡gado C. C?®rebro D. P?óncreas

33. A malforma?º?úo ??ssea ?® causada pela defici?¬ncia de: A. Ferro B. F??sforo C. Iodo D. C?ílcio E. Carbono

34. As prote?¡nas prov?¬m de origem: A. Mineral B. Animal e vegetal C. Animal D. Animal e mineral E. Vegetal e mineral

B. Antibi??ticos, amino?ícidos, col??ides e eletr??li- tos C. ?ücidos graxos essenciais, eletr??litos e vita- minas D. Amino?ícidos, carboidratos, lip?¡dios, minerais e vitaminas E. Eletr??litos, amino?ícidos, ?ícidos graxos e essenciais

36. Em rela?º?úo aos carboidratos, pode-se dizer que: A. Sua digest?úo inicia-se no est??mago B. S?úo encontrados principalmente na alface e nas frutas c?¡tricas C. S?úo encontrados em grandes quantidades na urina, sob a forma de glicose D. S?úo importantes fontes de energia para o organismo

37. Na orienta?º?úo alimentar de gestantes com obesidade, deve-se adotar a seguinte conduta: A. Reduzir o ganho de peso B. Emagrecer a gestante C. Oferecer a dieta normalmente D. Oferecer dieta hipocal??rica

38. S?úo complica?º?Áes potenciais da nutri?º?úo pa- renteral total (NPT): A. Sepse, embolia gasosa e pneumot??rax B. Cefal?®ia, prurido e sobrecarga h?¡drica C. Sepse, hipoglicemia de recha?ºo e alopecia D. Diarr?®ia, obstru?º?úo do cateter e prurido E. Uremia, deslocamento do cateter e sepse

39. A maioria dos nutrientes ?® absorvida no trato gastrintestinal, na seguinte parte: A. Boca B. Es??fago C. Est??mago D. Intestino grosso E. Intestino delgado

298 40. Na composi?º?úo do leite materno, quan- titativamente destaca-se o seguinte nutrien- te: A. Lip?¡dio B. Glic?¡dio C. Mineral D. Prote?¡na E. Vitamina

41. Entende-se por nutri?º?úo enteral aquela cuja sonda ou ostomia alimentar permite a administra?º?úo da dieta por via: A. Retal B. Venosa C. Epitelial D. Gastrintestinal E. Subcl?ívia

Nutri?º?úo e Diet?®tica Respostas 01. Resposta B Originalmente foi identificada uma vitamina, designada de B, reconhecida como um fator preventi- vo do berib?®ri. Atualmente, mais de 10 vitaminas B foram identificadas e designadas de vitaminas do complexo B, tendo, cada qual, importantes fun?º?Áes na manuten?º?úo do funcionamento org?óni- A vitamina B1 – tiamina – ?® necess?íria para o funcionamento adequado do sistema nervoso cen- tral, prevenindo o aparecimento de seu estado patol??gico carencial conhecido como berib?®ri. Em adultos, os sinais cl?¡nicos de sua defici?¬ncia s?úo a diminui?º?úo da sensibilidade e dos reflexos do tornozelo, fraqueza motora e hipersensibilidade dos m??sculos da panturrilha, diminui?º?úo da sensi- bilidade vibrat??ria, posi?º?úo segmentar e ataxia, diminui?º?úo dos reflexos tendinosos, desorienta- ?º?úo, confabula?º?úo, sonol?¬ncia e letargia, depress?úo, neuropatia perif?®rica, disfun?º?úo cardiovascu- O berib?®ri ocorre, primariamente, em grupos populacionais cuja dieta ?® constitu?¡da de arroz es- sencialmente polido, desnutri?º?úo energ?®tico-prot?®ica grave e em dietas restritas de fontes de tia- mina, sendo comumente encontrada em alco??latras devido ?á defici?¬ncia diet?®tica, diminui?º?úo da absor?º?úo, aumento do catabolismo e dist??rbios de fosforila?º?úo desta vitamina. O raquitismo e o escorbuto s?úo caracterizados pela defici?¬ncia de vitamina D e de vitamina C, respectivamente. J?í a hemofilia caracteriza-se por dist??rbios gen?®ticos que comprometem a s?¡n- tese de fatores relacionados ?á cascata de coagula?º?úo, n?úo estando relacionado ao estado caren- cial de nenhuma vitamina.

02. Resposta A O ferro no organismo pode estar na forma de Fe+2, ou ferro ferroso, e de Fe+3, ou ferro f?®rrico. Do total de ferro org?ónico, cerca de 80% (2,5 a 3,0g) encontra-se incorporado na hemoglobina, respons?ível pelo transporte de oxig?¬nio e g?ís carb??nico no organismo. O restante encontrado na mioglobina (150mg), em certas enzimas respirat??rias (300mg) que catalisam os processos de oxi- da?º?úo-redu?º?úo dentro da c?®lula, por volta de 200 a 1.500mg armazenada no f?¡gado, medula ??s- sea e ba?ºo, na forma de ferritina e hemossiderina, 3 a 4mg no plasma ligado ?á prote?¡na transferri- A import?óncia do ferro na forma?º?úo da mol?®cula de hemoglobina encontra-se relacionada ?á sua Na estrutura da mol?®cula de hemoglobina o ferro desempenha papel fundamental ao ocupar a posi?º?úo central em sua estrutura molecular, sendo respons?ível pela uni?úo de 4 compostos pirr??li- cos – composto protoporfir?¡nico – (formado pela associa?º?úo de duas mol?®culas de succinil-CoA com duas mol?®culas de glicina), a cadeia polipept?¡dica denominada globina. A uni?úo do composto protoporfir?¡nico ao ferro forma a mol?®cula heme, e sua posterior liga?º?úo ?á globina forma a hemo- A fun?º?úo mais destacada da mol?®cula de hemoglobina envolve sua capacidade de liga?º?úo frouxa e revers?¡vel ?á mol?®cula de oxig?¬nio, sendo respons?ível pelas trocas gasosas e pelo fornecimento A defici?¬ncia de ferro acarreta diminui?º?úo da capacidade de s?¡ntese de hemoglobina, comprome- Na forma?º?úo dos ossos e dentes destaca-se a import?óncia do c?ílcio e na s?¡ntese de horm??nios da tire??ide ganha destaque o iodo.

A falta de ingest?úo de iodo est?í associada ao desenvolvimento de um tipo de disfun?º?úo da tire?? i- de, conhecido como b??cio simples ou end?¬mico quando atinge mais de 5% da popula?º?úo. O b??cio simples ?® um estado patol??gico caracterizado pelo aumento da gl?óndula tire??ide, cujo desenvol- vimento se deve ?á ingest?úo inadequada de iodo. A defici?¬ncia pode ser absoluta, especialmente nas ?íreas de baixa ingest?úo de iodo, ou relativa, subseq??ente a demandas variadas do organis- mo, que aumenta a necessidade da secre?º?úo da tire??ide, como na mulher durante a adolesc?¬ncia, gesta?º?úo e lacta?º?úo. O aumento do tamanho da tire??ide reflete um estado metab??lico compensa- t??rio, visando uma maior reten?º?úo de iodo (na forma de iodeto) e conseq??ente aumento na produ- ?º?úo hormonal em condi?º?Áes de inefici?¬ncia relativa ou total de s?¡ntese de horm??nios. Os estados carenciais das vitaminas B6 e B12 levam ?á ocorr?¬ncia de diversas altera?º?Áes metab??- licas, em que se destacam as anemias e as altera?º?Áes nas fun?º?Áes neuronais. De modo seme- lhante, a diminui?º?úo no teor de hemoglobina acarreta anemia hipocr??mica, com diversas implica- ?º?Áes cl?¡nicas. A falta de fl??or na ?ígua favorece ao aparecimento de c?íries.

04. Resposta D O ser humano adulto cont?®m aproximadamente 20 a 28g de magn?®sio. Cerca de 60% ?® encontra- do nos ossos, 26% nos m??sculos e o restante nos tecidos moles e l?¡quidos corporais. O rim desempenha importante papel regulador nas concentra?º?Áes de magn?®sio a partir da excre- ?º?úo do magn?®sio absorvido que n?úo ?® utilizado na forma?º?úo de tecidos e na manuten?º?úo do turn – over. A reabsor?º?úo renal tende a variar inversamente com o c?ílcio.

05. Resposta D A xeroftalmia constitui um dos sintomas cl?¡nicos oftalmol??gicos da car?¬ncia de vitamina A, que se caracteriza pelo ressecamento’ e enrugamento da conjuntiva, ocasionando ulcera?º?Áes associadas ao desenvolvimento de placas de epit?®lio ceratinizado sobre as regi?Áes citadas. A continuidade deste estado carencial pode levar ?á atrofia das gl?óndulas perioculares e ao agravamento das ulce- ra?º?Áes com conseq??ente destrui?º?úo, ruptura da c??rnea ou queratomal?ícia e cegueira permanen- te. A car?¬ncia de vitamina A est?í freq??entemente associada ?á m?í absor?º?úo, ?á baixa oferta de ali- mentos fontes de vitamina A e de seus precursores, ?á caquexia cr??nica e ?á perda de peso decor- A ocorr?¬ncia de car?¬ncias das vitaminas C e D, edatiamina acarreta o desenvolvimento das se- guintes doen?ºas: escorbuto, raquitismo e berib?®ri, respectivamente. A hemorragia geralmente ?® decorrente de uma grande perde de sangue.

06. Resposta B Apesar de n?úo ser comum, a defici?¬ncia de ?ícido asc??rbico (vitamina C) ocorre provavelmente em pessoas que consomem uma dieta desproyjda de frutas e vegetais, alco??latras, pessoas idosas com dietas restritas, doentes graves em estresse cr??nico e beb?¬s alimentados exclusivamente com leite de vaca. A defici?¬ncia grave de ?ícido asc??rbico causa o escorbuto, que se caracteriza pelo decr?®scimo da excre?º?úo urin?íria de ?ícido asc??rbico, associado ?á sua baixa concentra?º?úo no plasma, nos tecidos e nos leuc??citos. Outros sintomas incluem fraqueza, perda de apetite e do crescimento, anemia, maior sensibilidade no tato, edema e inflama?º?úo nas gengivas com epis??- dios hemorr?ígicos e perda de dentes, edema nas juntas do pulso e tornozelo, encurtamento da respira?º?úo, hemorragias, petequiais das v?¬nulas, fratura das bordas das costelas nas jun?º?Áes condrocostais, hemorragias subcut?óneas e subperiostais m??ltiplas, com dor ?á movimenta?º?úo do corpo. Diminui?º?úo significativa na capacidade de cicatriza?º?úo de ferimentos associada ao aumen- to nas infec?º?Áes secund?írias nas ?íreas de sangramento, relacionadas ?á import?óncia da vitamina C na bioss?¡ntese do col?ígeno. Seu envolvimento em algumas vias da cascata de coagula?º?úo es- tabelece o mecanismo pelo qual sua defici?¬ncia leva a estados de anormalidades hemorr?ígicas.

Se o raquitismo est?í presente, s?úo administradas grandes doses de vitamina D. Os concentrados de ??leos de f?¡gado de peixe, tais como o ??leo de f?¡gado de bacalhau, s?úo freq??entemente prescri- tos. Uma colher de ch?í (4mL) de ??leo de f?¡gado de bacalhau cont?®m 360 UI de vitamina D. O e r- gosterol irradiado ?® tamb?®m uma excelente fonte, entretanto sua utiliza?º?úo deve estar associada ?á orienta?º?úo quanto ao uso simult?óneo de v?írias fontes de vitamina D, j?í que ?® poss?¡vel exercer a A dose terap?¬utica de vitamina D ?® 25 a 125mg (1.000 a 5.000 UI) por dia, dependendo da severi- dade do raquitismo. Dentre as diversas fun?º?Áes da vitamina D destacamos, no contexto do raqui- tismo, o aumento da absor?º?úo de c?ílcio pela mucosa intestinal, a regula?º?úo de sua concentra?º?úo plasm?ítica e a incorpora?º?úo de c?ílcio na estrutura ??ssea. Por esse motivo os suplementos de c?ílcio tamb?®m devem ser fornecidos nos casos em que a ingest?úo de fontes diet?®ticas de c?ílcio forem insuficientes. A possibilidade de ativa?º?úo da vitamina D a partir da exposi?º?úo a raios ultravi- oletas indica a exposi?º?úo solar nos primeiros hor?írios da manh?ú e ao final da tarde.

08. Resposta B Quimicamente, o ?ícido asc??rbico (vitamina C) ?® caracterizado por um material branco, hidrossol??- vel, cristalino e est?ível na forma seca. Em solu?º?úo torna-se facilmente oxidado, especialmente na exposi?º?úo ao calor. Sua oxida?º?úo pode tamb?®m ser acelerada pela presen?ºa de cobre e pelo pH alcalino. Conseq??entemente, muito do ?ícido asc??rbico, que comp?Áe v?írios alimentos, ?® perdido no cozimento ou desprezado na ?ígua do cozimento. Muita vezes a forma de processamento dos alimentos, como amassar, bater, triturar e permitir que as frutas e os vegetais sejam conservados expostos ao ar e ?á luz, aumenta a perda proporcional de ?ícido asc??rbico. Ocorrem perdas meno- res e uma maior reten?º?úo de vitamina quando o alimento ?® cozido rapidamente, em pequenas quantidades de ?ígua fervente e rigorosamente tampado. O congelamento r?ípido dos alimentos favorece a preserva?º?úo desta vitamina e a refrigera?º?úo auxilia a conserva?º?úo. O uso de bicarbo- nato de s??dio no cozimento de vegetais com o objetivo de preservar e acentuar sua cor acarreta aumento da perda desta vitamina. O conte??do de ?ícido asc??rbico em frutas e em vegetais varia conforme as condi?º?Áes nas quais foram cultivados, o grau de matura?º?úo, o per?¡odo que foram colhidos e as condi?º?Áes sob as quais foram armazenados e cozidos.

09. Resposta C As prote?¡nas cont?¬m carbono, hidrog?¬nio, oxig?¬nio, mas, adicionalmente, elas cont?¬m cerca de 16% de nitrog?¬nio juntamente com enxofre e, algumas vezes, com outros elementos, como o f??s- foro, o ferro e o cobalto. As unidades estruturais das prote?¡nas s?úo os amino?ícidos. A seq???¬ncia de amino?ícidos que comp?Áem uma prote?¡na ?® espec?¡fica e determinada a partir da seq???¬ncia de bases nitrogenadas que comp?Áem o gene que a codifica. A complexa seq???¬ncia de eventos res- pons?ível pela s?¡ntese prot?®ica leva ?á forma?º?úo de um RNA mensageiro definitivo que tem sua leitura finalizada no citoplasma, mais especificamente no ret?¡culo endoplasm?ítico rugoso. Deste modo, a cada seq???¬ncia de tr?¬s bases nitrogenadas, contidas no RNA mensageiro, tem-se um amino?ícido que se unem formando estruturas moleculares de tamanho e combina?º?Áes qu?¡micas diversificadas, podendo apresentar estrutura molecular prim?íria, secund?íria, terci?íria e quatern?í- ria. Tais mecanismos originam prote?¡nas complexas, cada qual com sua pr??pria especificidade fisiol??gica.

10. Resposta A O ferro, por compor a mol?®cula de hemoglobina, participa no transporte de oxig?¬nio dos pulm?Áes para os tecidos e no transporte de CO2 das c?®lulas para os pulm?Áes, ou seja, nas trocas gasosas que comp?Áem o processo de respira?º?úo celular.

De longe, a principal fonte diet?®tica de ferro s?úo os alimentos ricos no ferro heme, ou seja, aquele associado ?á mol?®cula de hemoglobina ou mioglobina, por possu?¡rem melhor biodisponibilidade para absor?º?úo. Deste modo destacam-se como fonte de ferro as carnes vermelhas, v?¡sceras, al- guns crust?íceos e as carnes brancas, como as aves e peixes, muitas vezes denominadas de fon- tes secund?írias. Os alimentos de origem vegetal constituem fontes de ferro de menor biodisponi- bilidade para absor?º?úo, quando comparadas ?ás fontes de origem animal, recebendo destaque os feij?Áes secos, os vegetais de cor verde escuro e a beterraba. Alguns outros alimentos que cont?¬m ferro s?úo gema de ovo, frutas secas, mela?ºo escuro, p?úes de trigo integral e enriquecidos, vinhos e cereais. A suplementa?º?úo da farinha de trigo, com sulfato ferroso, constitui excelente ferramenta para garantir o fornecimento de ferro, principalmente para popula?º?Áes de regi?Áes carenciais, que tenham dificuldade em consumir as fontes de boa biodisponibilidade, minimizando significativa- mente as conseq???¬ncias da car?¬ncia de ferro.

11. Resposta E A primeira etapa para a utiliza?º?úo das gorduras ?® a hidr??lise no organismo em ?ícidos graxos e glicerol. Isso ocorre amplamente no tecido adiposo pela a?º?úo da enzima l?¡pase lipoprot?®ica. Essa enzima est?í localizada na superf?¡cie luminal da c?®lula endotelial dos capilares, sendo ativada pela insulina. Uma vez ativada, ela hidrolisa os triglicer?¡deos e os fosfolip?¡dios em glicerol e ?ícidos gra- xos, que podem se difundir para as c?®lulas adiposas. O glicerol difunde-se de volta para o plasma, pois s?? pode ser oxidado para obten?º?úo de energia nas c?®lulas hep?íticas e renais, sendo conve r- tido em glicerofosfato e tamb?®m reincorporado em triglicer?¡deos ou, mais provavelmente, converti- do em glicose.

12. Resposta B O ganho de peso excessivo pode estar associado a macrossomia fetal, diabetes gestacional, obe- sidade p??s-parto e ?á necessidade de parto cir??rgico. O ganho de peso insuficiente pode estar re- lacionado com o retardo de crescimento intra-uterino e desnutri?º?úo materna.

13. Resposta A O leite humano, principalmente o colostro (corresponde ao volume de leite ofertado nas primeiras 48 horas ap??s o parto), cont?®m anticorpos e fatores antiinfecciosos que n?úo est?úo presentes no leite de vaca ou de qualquer outro mam?¡fero. A lgA secretora ?® a imunoglobulina predominante no leite humano e desempenha um papel na prote?º?úo do intestino imaturo do beb?¬ contra os estados A incid?¬ncia de infec?º?Áes ?® significativamente menor nos beb?¬s em aleitamento materno exclusivo at?® os seis meses de idade quando comparado com os amamentados artificialmente.

14. Resposta B Como o suprimento sangu?¡neo materno aumenta acentuadamente durante a gesta?º?úo, a deman- da por ferro ?® obviamente grande. O volume eritrocit?írio total aumenta em torno de 20 a 30% de acordo com a disponibilidade de ferro diet?®tico ou suplementar. Uma medula ??ssea ativa pode utilizar 500mg extra de ferro elementar durante a gravidez, e o feto a termo e a placenta acumu- lam 250 a 300mg. No total, a mulher gr?ívida deve ter entre 700 a 800mg de ferro extra durante o per?¡odo gestacional, a maioria do qual ?® necess?íria durante a ??ltima metade da gravidez, quando ocorrem as maiores demandas fetais e maternas. Isto representa um aumento da demanda de 5 a 6mg di?írio, contudo uma dieta t?¡pica geralmente fornece apenas 1 a 2mg/dia, a menos que se tenha uma aten?º?úo na sele?º?úo de alimentos ricos em ferro de boa biodisponibilidade, bem como se garanta as condi?º?Áes adequadas para sua absor?º?úo. O consumo de alimentos ricos em ferro ou at?® mesmo de suplementos pr??ximo a alimentos ricos em fibras acarreta diminui?º?úo da biodis- ponibilidade de ferro, independente da fonte alimentar ou de apresenta?º?úo do suplemento.

A defici?¬ncia prot?®ica ?® vista mais freq??entemente em crian?ºas devido ?ás suas necessidades mai- ores de prote?¡nas e calorias por quilograma de peso corp??reo e ?á sua suscetibilidade a fatores que impedem a ingest?úo adequada, tais como infec?º?Áes e sua incapacidade para obter alimentos por seus pr??prios meios. Uma real defici?¬ncia de prote?¡nas ?® acompanhada de retardo do cresci- mento, perda ponderal, ?á custa da perda de tecidos corporais, hipoalbuminemia respons?ível pelo edema (em muitas situa?º?Áes o edema generalizado mascara a perda pondera!), fraqueza, irritabi- lidade e perda de vigor. A doen?ºa predomina entre beb?¬s e os primeiros anos de vida, durante as fases de aleitamento tardio, desmame e p??s-desmame (normalmente entre o primeiro e o quarto anos de vida), sempre que a alimenta?º?úo consistir basicamente de carboidratos com prote?¡nas de baixo valor biol??gico ou em quantidade insuficiente; quando n?úo tratados, apresentam alta morta- lidade. Em muitos casos a defici?¬ncia de prote?¡nas vem associada ?á car?¬ncia de calorias totais, principalmente ?á custa da diminui?º?úo da oferta de carboidratos e lip?¡dios. Nestes casos desenvol- ve-se um estado de desnutri?º?úo energ?®tico-prot?®ica caracterizada por perda ponderal com ma- greza acentuada, podendo chegar ?á caquexia, acompanhada de retardo do crescimento, hipoal- buminemia, anemia, fraqueza e perda de vigor. De modo semelhante ?á defici?¬ncia de prote?¡nas, a desnutri?º?úo energ?®tico prot?®ica ocorre em crian?ºas nos primeiros anos de vida, com predom?¡nio na etapa do desmame tardio, sempre que a oferta qualitativa e quantitativa de calorias totais e de prote?¡nas ?® insuficiente ?ás necessidades da crian?ºa.

16. Resposta E A s?¡ndrome nefr??tica ?® o termo utilizado para designar uma variedade de insufici?¬ncia renal cr??n i- ca caracterizada por edema, protein??ria, hipoalbuminemia, dislipidemia, em geral, hipercolestero- O objetivo prim?írio do tratamento diet?®tico ?® o de minimizar as perdas prot?®icas induzidas pela protein??ria, procurando restabelecer os valores de albumina plasm?ítica dentro dos limiares de normalidade, al?®m de minimizar o impacto metab??lico da dislipidemia. Tais objetivos s?? podem ser obtidos mediante uma conduta dietoter?ípica individualizada, que atenda a todas as necessidades A s?¡ndrome nefr??tica imp?Áe ao organismo um aumento da demanda energ?®tica, acarretando, por sua vez, perda ponderal naqueles pacientes cuja ingest?úo for insuficiente a esta necessidade. Por este motivo, justifica-se o aumento na oferta cal??rica total, que fica em torno de 35 a 50kcallkg de peso/dia para adultos. Al?®m da oferta de calorias, a dieta deve prover prote?¡nas e calorias sufici- entes para manter o balan?ºo nitrogenado positivo, minimizando as perdas de albumina e contribu- indo para o desaparecimento do edema. As perdas prot?®icas urin?írias correspondem a valores di?írios significativo, (geralmente giram entre valores de gramas ao dia), justificando a utiliza?º?úo de uma dieta hiperprot?®ica. Deste total de prote?¡nas oferta das, 80% devem ser provenientes de fon- tes diet?®ticas que contenham prote?¡nas de alto valor biol??gico (aquelas ricas em amino?ícidos es- senciais), para que haja um aproveitamento m?íximo da prote?¡na ingerida. Al?®m das caracter?¡sti- cas citadas, ?® essencial que o s??dio total ofertado na dieta seja restrito e individualizado.

17. Resposta A O cromo ?® um oligoelemento essencial requerido para a manuten?º?úo do metabolismo normal da glicose, por potencializar a a?º?úo da insulina in vitro e in vivo. Sua fun?º?úo est?í diretamente ligada ao aumento da sensibilidade da insulina ao seu receptor na superf?¡cie celular, a partir da forma?º?úo de um complexo composto por Cromo III (principal forma de val?¬ncia dispon?¡vel para absor?º?úo em fontes diet?®ticas), complexado a diferentes ligantes. A uni?úo do Cromo III ao ?ícido nicot?¡nico e aos amino?ícidos glicina, ciste?¡na e ?ícido glut?ómico constitui o fator de toler?óncia ?á glicose (FGT), res- pons?ível n?úo apenas pela potencializa?º?úo do efeito da insulina como tamb?®m pelo decr?®scimo dos estados de hipercolesterolemia e hipertrigliceridemia.

O cobre ?® um componente fundamental de diversas enzimas. Deste modo, seu estado carencial relaciona-se diretamente com a diminui?º?úo da atividade metab??lica relacionada ?á a?º?úo enzim?íti- Ele est?í envolvido no desenvolvimento e manuten?º?úo de: Os sinais de defici?¬ncia de cobre s?úo: ? Falta de eritropoiese.

19. Resposta A Um dos efeitos metab??licos do hipotireoidismo ?® a diminui?º?úo do peristaltismo, resultando em constipa?º?úo cr??nica. Os cuidados nutricionais durante a reabilita?º?úo incluem dieta rica em fibras e l?¡quidos. Dentre os alimentos ricos em fibras destacamos as frutas e vegetais fibrosos como ma- m?úo, laranja, ameixa fresca e seca, br??colis, folhosos crus, ervilha, vagem etc. Os farelos de aveia e trigo, al?®m dos cereais integrais, tamb?®m s?úo importantes aliados. Somado ao aumento da ofer- ta destes alimentos deve-se destacar a necessidade do aumento do consumo de l?¡quidos totais que atuam como coadjuvantes ?á administra?º?úo dos alimentos ricos em fibras. Em m?®dia, o con- sumo de 6 a 8 copos de ?ígua por dia, al?®m dos demais l?¡quidos da rotina alimentar, garantem o aparte necess?írio ?á conduta de regulariza?º?úo da fun?º?úo matara do trato gastrintestinal. As mas- sas, cereais refinados e os condimentos, bem como os produtos de pastelarias (elaborados a par- tir de cereais refinados), apresentam pouca ou nenhuma disponibilidade de fibras em sua compo- si?º?úo, n?úo auxiliando na recupera?º?úo da fun?º?úo adequada do trato gastrintestinal.

20. Resposta B A distens?úo abdominal pode ser causada por diversos fatores metab??licos, patol??gicos e de ad- ministra?º?úo, poss?¡veis de ocorrer durante a terapia com nutri?º?úo enteral. S?úo exemplos: oferta de volumes excessivos de alimento, obstru?º?úo org?ónica, degluti?º?úo excessiva de ar, peritonite ou sepse (infec?º?úo sist?¬mica). A medida intermitente da circunfer?¬ncia abdominal poder?í ajudar a detec?º?úo da distens?úo e em sua evolu?º?úo. Este sintoma freq??entemente indica a necessidade de diminui?º?úo de gotejamento ou, at?® mesmo, a interrup?º?úo da alimenta?º?úo at?® que a causa de dis- tens?úo seja determinada e a fun?º?úo do trato gastrintestinal retome a fisiologia normal com par?ó- metros de circunfer?¬ncia abdominal normais. A utiliza?º?úo de dietas isentas de fibras s?? surtiria efeito positivo se a distens?úo abdominal fosse ocasionada pela a?º?úo fermentativa da microbiota intestinal sobre as fibras diet?®ticas. O aumento da concentra?º?úo da dieta poderia acarretar o agra- vamento das condi?º?Áes que ocasionaram a distens?úo abdominal em fun?º?úo da sobrecarga fun- cional do trato gastrintestinal. A administra?º?úo de ?ígua ap??s a dieta tem por objetivo lavar a sonda minimizando a ocorr?¬ncia de obstru?º?úo da mesma.

As gorduras (triglicer?¡deos) servem como fonte de energia concentrada. Cada grama de gordura fornece ‘9kcal, o que ?® mais que duas vezes a quantidade de energia fornecida por cada grama O tecido adiposo possui a capacidade de estocar os triglicer?¡deos oriundos da dieta ap??s o pro- cesso de digest?úo e absor?º?úo de carboidratos e lip?¡dios. Este estoque funciona como reservat??rio de energia para utiliza?º?úo em momentos metab??licos de baixa concentra?º?úo de glicose e jejum prolongado. Al?®m desta fun?º?úo o tecido adiposo auxilia na estrutura?º?úo e manuten?º?úo dos ??rg?úos e sistemas org?ónicos do corpo, protegendo-os contra les?Áes traum?íticas e choques. A camada subcut?ónea de gorduras isola o corpo e serve para preservar o calor corp??reo e manter sua tem- peratura.

22. Resposta B A anemia falciforme ?® uma anemia hemol?¡tica herdada, na qual a hemoglobina ?® defeituosa e os eritr??citos t?¬m o formato de foices. ?ë geralmente diagnosticada no final do primeiro ano de vida e tem graus de gravidade que dependem da quantidade de hemoglobina anormal e do n??mero de A dieta deve ser rica em folato, pois a elevada produ?º?úo de eritr??citos necess?íria para substituir as c?®lulas continuamente destru?¡das tamb?®m aumenta as exig?¬ncias do organismo de ?ícido f??li- co. Recomenda-se tamb?®m a administra?º?úo de suplementos de folato (2,5mg/dia).

23. Resposta C Gastrite aguda ?® uma inflama?º?úo repentina, e ?ás vezes violenta, da mucosa g?ístrica. ?ë geralmen- te manifestada por n?íuseas e v??mitos, hemorragia, dor, mal-estar, anorexia e cefal?®ia. Nesta fase aguda o repouso da mucosa g?ístrica aliado a medica?º?úo indicada constituem etapa importante no restabelecimento do paciente portador deste estado patol??gico. Neste sentido, se houver sangramento ou dor intensa, a alimenta?º?úo ?® geralmente suspensa por 24 a 48 horas ou mais, dependendo da diminui?º?úo da sintomatologia. Se houver hemorragia, a lavagem nasog?ístri- ca com ?ígua gelada traz a hemostase para a maioria dos pacientes. A hidrata?º?úo e o equil?¡brio de Passado o per?¡odo de sintomatologia mais aguda, a oferta de alimentos ?® fundamental ao restabe- lecimento do paciente por constituir elemento de prote?º?úo da mucosa. Deste modo os alimentos devem ser ofertados conforme a toler?óncia do paciente, com prioridade a oferta de alimentos co- zidos e subdivididos, pobres em fibras, isentos de condimentos picantes e de alimentos de dif?¡cil digestibilidade. A evolu?º?úo da oferta diet?®tica vai ser dependente da resolu?º?úo do agente etiol??g i- co e da recupera?º?úo da fun?º?úo g?ístrica.

? Ser rica em prote?¡nas, que leva ?á libera?º?úo de gastrina, aumentando a press?úo do esf?¡ncter ? Apresentar baixo teor de lip?¡dios, diminuindo o tempo de perman?¬ncia do alimento no est??- ? Isenta de ?ílcool, carminativos (hortel?ú-pimenta e hortel?ú), chocolate e bebidas contendo cafe- ?¡na, que diminui a press?úo do esf?¡ncter esofagiano inferior, favorecendo o refluxo. ? Isenta de alimentos de dif?¡cil digestibilidade, flatulentos e fermentesc?¡veis. O aumento da press?úo abdominal vai favorecer a ocorr?¬ncia do refluxo gastresofagiano em fun- ?º?úo da compress?úo da estrutura e do conte??do g?ístrico sobre a estrutura esofagiano, levando ?á diminui?º?úo da press?úo do esf?¡ncter esofagiano inferior e ?á ocorr?¬ncia do refluxo.

25. Resposta A Os triglicer?¡deos s?úo compostos de carbono, hidrog?¬nio e oxig?¬nio. Estruturalmente, eles s?úo compostos pela uni?úo de tr?¬s ?ícidos graxos esterificados com uma mol?®cula de glicerol. Na maio- ria dos ??leos diet?®ticos, os triglicer?¡deos s?úo compostos principalmente por ?ícidos graxos constitu- ?¡dos por cadeias de hidrocarbonetos com n??mero par de ?ítomos de carbono, que podem variar de O colesterol ?® composto por um n??cleo ester??ide e uma cauda de hidrocarboneto ramificada, sen- As lipoprote?¡nas participam do transporte dos lip?¡dios na circula?º?úo sang???¡nea, variando conforme sua estrutura, o peso molecular e o tipo do lip?¡dio que transporta.

26. Resposta A A identifica?º?úo de gestantes em risco de desenvolverem dist??rbio hipertensivo ocorre quando apa- recerem sintomas como hipertens?úo acima de 140 mmHg, protein??ria maior ou igual a 5g e ede- ma generalizado, principalmente na face e membros.

27. Resposta C ?Ülcera ?® o nome que se d?í ?á les?úo erosiva da mucosa g?ístrica ou intestinal (duodeno). A localiza- ?º?úo da ??lcera determina sua nomenclatura, isto ?®, se a ??lcera localiza-se no est??mago ?® chamada ??lcera g?ístrica; se est?í no duodeno ?® chamada ??lcera duodenal. Freq??entemente ambos os tipos Os padr?Áes diet?®ticos atuais se baseiam no restabelecimento do estado nutricional do portador de ??lcera, abolindo a utiliza?º?úo de dietas restritivas. Nesta conduta se destaca a oferta de prote?¡nas de alto valor biol??gico, visando a cicatriza?º?úo da mucosa ulcerada, baixa oferta de gorduras, a oferta de vitaminas e minerais fundamentais para o processo de cicatriza?º?úo, refei?º?Áes freq??entes e a intervalos regulares, assim como terapia medicamentosa espec?¡fica ao agente etiol??gico. De- ve-se evitar grandes intervalos entre as refei?º?Áes. ?ë importante comer pequenas refei?º?Áes e fre- q??entemente (a cada 3 horas) para que a a?º?úo protetora dos alimentos esteja presente no est??- mago, assim como para que o est??mago n?úo se distenda muito ap??s uma refei?º?úo muito grande, o que aumenta a secre?º?úo g?ístrica ?ícida. A conduta diet?®tica deve ser isenta de alimentos que favore?ºam a secre?º?úo ?ícida do est??mago, como os condimentos picantes e cafe?¡na.

tes no corpo. A maior parte das prote?¡nas ?® encontrada no tecido muscular; o restante se distribui nos tecidos moles, nos ossos, nos dentes, no sangue e em outros tecidos org?ónicos. O tecido muscular ?® constitu?¡do de fibras, compostas principalmente por prote?¡nas, respons?íveis pela con- tra?º?úo muscular e todos os demais aspectos de sua mobilidade. Tamb?®m podem ser metaboliza- das, dando origem ?á energia atrav?®s da gliconeog?¬nese, suprindo o organismo de glicose durante o jejum, quando os estoques de glicog?¬nio hep?ítico se esgotam. Contudo, as prote?¡nas devem ser destinadas a fun?º?Áes mais nobres que a produ?º?úo de energia, como a s?¡ntese de outras prote?¡nas a partir do fornecimento do nitrog?¬nio, garantindo a manuten?º?úo da homeostasia org?ónica, com destaque para as prote?¡nas plasm?íticas e musculares.

29. Resposta B O pot?íssio corporal encontra-se predominantemente no meio intracelular. A composi?º?úo corporal de um adulto possui aproximadamente 43mEq/kg de pot?íssio, e, deste total, 2% encontram-se no meio extracelular. J?í o s??dio possui rela?º?úo inversa nas concentra?º?Áes plasm?íticas ao pot?íssio, predominando no meio extracelular quando comparado ao intracelular, cuja concentra?º?úo plasm?í- tica ?® de 140mEq/L. Tal diferen?ºa de concentra?º?úo entre o meio extracelular e intracelular ?® ga- rantida pela bomba de Na+K+ATPase, que bombeia o pot?íssio para dentro da c?®lula e excreta o s??dio para o meio extracelular. O controle da excre?º?úo renal de s??dio e pot?íssio ?® determinado pelo n?®fron, onde estes ?¡ons passam pela estrutura de filtra?º?úo glomerular sendo prontamente absorvido no ramo ascendente da al?ºa de Henle, onde para cada 2 ?¡ons de pot?íssio que entram na c?®lula tubulares 3 ?¡ons de s??dio saem para o meio extracelular. O impacto das concentra?º?Áes de s??dio e pot?íssio na press?úo arterial parece estar mais relacionado ?á rela?º?úo s??dio:pot?íssio na urina do que aos valores isolados de cada ?¡on. Na tentativa de esclarecer por que uma alta inges- t?úo de pot?íssio leva ?á diminui?º?úo da press?úo arterial, alguns mecanismos s?úo propostos, como: ? Car?íter natriur?®tico do pot?íssio, em que o aumento nas concentra?º?Áes de pot?íssio no ramo ascendente da al?ºa de Henle facilita sua absor?º?úo pelas c?®lulas tubulares favorecendo a eli- ? Antagonizando a fun?º?úo da angiotensina II sobre a press?úo arterial. ? Diminui?º?úo da popula?º?úo de tromboxanos vasoconstritores.

30. Resposta C A vitamina B12 ?® uma subst?óncia vermelha cristalina, sol??vel em ?ígua, cuja colora?º?úo deve-se ?á A defici?¬ncia da vitamina B12 tem impacto sobre v?írias fun?º?Áes org?ónicas, alterando significati- vamente sua homeostasia. O efeito desta car?¬ncia sobre as hem?ícias leva ?á anemia megalobl?ís- tica. J?í no sistema nervoso, a defici?¬ncia de B12 leva ?á s?¡ntese diminu?¡da da prote?¡na b?ísica mie- lina, causando a desmieliniza?º?úo dos neur??nios tanto do sistema nervoso central (SNC), quanto do sistema nervoso perif?®rico (SNP). O resultado ?® a perda do ax??nio na subst?óncia branca do SNC e SNP, levando a uma neuropatia progressiva que come?ºa nos nervos perif?®ricos e cuja sin- tomatologia se caracteriza por parestesia nos membros inferiores, acompanhada de percep?º?úo de fraqueza muscular. Tais sintomas s?úo tamb?®m percebidos nas extremidades dos membros supe- riores. Caso a defici?¬ncia n?úo seja corrigida, o quadro progride podendo ocasionar paraparestesia esp?ística com fraqueza e aumento do t??nus muscular nas extremidades inferiores.

ta de alimentos cos nestes tes e cuja nibilidade destes nutrientes seja ade- Dentre as fontes diet?®ticas desta- cam-se a oferta de alimentos: ? Ricos em ferro: carnes vermelhas, f?¡gado, rim, dobra- dinha, gema de ovo, p?úes e cereais integrais fortifica- dos. Frutas secas (abric??, p?¬ssego, ameixas, passas), ervilhas e feij?Áes, nozes, vegetais de folhas verdes (folha de beterraba) e mela?ºo possuem ferro, contudo sua biodisponibilidade ?® ? Ricos em vitamina B12 f?¡gado, carne de vaca, peixe e carneiro. ?ë sintetizada pela microbiota ? Ricos em ?ícido f??lico: leveduras, f?¡gado, vegetais verdes e frutas frescas.

32. Resposta C A glicose ?® um monossacar?¡deo fundamental ?á fun?º?úo neuronal, que a utiliza exclusivamente co- mo fonte de energia. Trata-se do principal produto formado pela hidr??lise de carboidratos mais complexos no processo da digest?úo. As principais fontes de glicose s?úo os carboidratos. Podemos subdividir os carboidratos em dois grandes grupos: os complexos e os simples. Os carboidratos complexos apresentam digest?úo lenta quando comparada com a dos carboidratos simples, levan- do ?á variabilidade nos padr?Áes de glicoses plasm?ítica produzidos ao final de sua digest?úo. Dive r- sos alimentos s?úo fontes de carboidratos. Podemos destacar no grupo dos carboidratos simples as frutas, o a?º??car (sacarose), o xarope de milho e o mel em certas ra?¡zes e no mel. Como fonte de carboidratos complexos temos p?úes, massas, tub?®rculos (batata, inhame, aipim ou mandioca, A glicose comp?Áe via glicol?¡tica principal no metabolismo org?ónico, a fosforila?º?úo oxidativa com- posta pelo Ciclo de Krebs e a Cadeia Transportadora de El?®trons. Tal via ?® dependente da pre- sen?ºa de oxig?¬nio por tratar-se de uma via oxidativa. Sua oxida?º?úo leva ?á forma?º?úo de energia na forma de ATP nas c?®lulas, que ?® armazenada no f?¡gado e nos m??sculos, como glicog?¬nio. Sob condi?º?Áes normais, o sistema nervoso central utiliza apenas glicose como fonte de combust?¡vel; sua aus?¬ncia leva ?á diminui?º?úo na produ?º?úo de energia pelo neur??nio, podendo levar ?á morte celular e les?úo neuronal. A gravidade de tal les?úo est?í diretamente relacionada ?á intensidade da aus?¬ncia de glicose, o tempo decorrido desta aus?¬ncia, a import?óncia e a extens?úo da ?írea cere- bral acometida.

la?º?úo oxidativa composta pelo Ciclo de Krebs e a Cadeia tadora de El?®trons. 33. Resposta D O corpo necessita de c?ílcio ao longo de toda a vida, mas especialmente durante os per?¡odos de Nos ossos, o c?ílcio ocorre sob a forma de sais hidroxiapatita, composta de f??sforo de c?ílcio e carbonato de c?ílcio, dispostos numa estrutura em cristal caracter?¡stica ao redor de uma matriz de material mole prot?®ico, dando resist?¬ncia e rigidez ?á parte mole e garantindo o crescimento ade- A defici?¬ncia de c?ílcio nas crian?ºas pode levar ao raquitismo, em que a cartilagem em crescimen- to n?úo consegue adequado amadurecimento e mineraliza?º?úo. Tal altera?º?úo leva ?á fragilidade ??s- sea e ao crescimento retardado, com v?írias deforma?º?Áes ao redor das placas de crescimento, A defici?¬ncia de c?ílcio tem como principal causa a defici?¬ncia de vitamina D, que diminui a capta- ?º?úo do c?ílcio na luz do trato gastrintestinal, caracterizando uma defici?¬ncia secund?íria de c?ílcio a partir da defici?¬ncia de vitamina D.

34. Resposta B As prote?¡nas t?¬m como fonte os alimentos de origem animal ou vegetal. As prote?¡nas de origem animal s?úo fornecidas atrav?®s das carnes (m??sculo e v?¡sceras), peixes, aves, ovos, leite e seus derivados, como o queijo. As prote?¡nas vegetais s?úo fornecidas pelas oleaginosas, pelos gr?úos, leguminosas, por algumas frutas e verduras. As prote?¡nas de origem animal s?úo as principais fon- tes de amino?ícidos essenciais, assim denominados por n?úo serem sintetizados pelo organismo humano. J?í as prote?¡nas de origem vegetal tendem a apresentar concentra?º?úo e diversidade me- nor dos amino?ícidos essenciais. Uma mistura dos dois tipos de prote?¡nas ?® necess?íria para o fornecimento de todos os amino?ícidos essenciais e n?úo essenciais.

35. Resposta D A nutri?º?úo parenteral total ?® um m?®todo capaz de fornecer uma solu?º?úo ou emuls?úo nutricional- mente completa, atendendo ?ás necessidades de calorias, macronutrientes e micronutrientes do paciente, quando este se encontra impossibilitado de se alimentar utilizando o trato gastrintestinal. Sua administra?º?úo requer, na grande maioria dos casos, um acesso venoso profundo em adultos e perif?®rico em crian?ºas, principalmente prematuros e rec?®m-nascidos, al?®m do controle de gote- jamento por bomba de infus?úo. Atualmente pode-se dispor de uma grande variedade de produtos destinados ?á sua elabora?º?úo, com a capacidade de atender ?ás necessidades nutricionais e cl?¡ni- cas em diversas patologias. Sua elabora?º?úo ?® responsabilidade do profissional farmac?¬utico, de- vendo obedecer a rigorosos crit?®rios de higieniza?º?úo e esterilidade, estando ?á prescri?º?úo aos cui- dados do profissional m?®dico.

36. Resposta D Os carboidratos fornecem a maior parte da energia necess?íria para as atividades biol??gicas, seja volunt?íria, como a atividade f?¡sica, sejam involunt?írias, como a manuten?º?úo da temperatura cor- poral, batimento card?¡aco, sinapses neuronais, dentre outras. Seus principais representantes nos alimentos s?úo os amidos e os a?º??cares, cuja principal via de metaboliza?º?úo ?® a fosforila?º?úo oxida- tiva capaz de formar a partir de uma mol?®cula de glicose 38 mol?®culas de ATP, ?ígua e CO2.

38. Resposta A A indica?º?úo da NPT, apesar de parecer ser a solu?º?úo para muitos problemas nutricionais, deve ser precisa em fun?º?úo das diversas complica?º?Áes metab??licas e mec?ónicas que podem surgir durante sua utiliza?º?úo. Dentre as diversas complica?º?Áes, destacam-se: ? Complica?º?Áes relacionadas ao posicionamento do cateter: pneumot??rax, hemot??rax, embolia ? Complica?º?Áes relacionadas ?á manipula?º?úo do cateter: infec?º?úo ou sepse por contamina?º?úo durante a coloca?º?úo do cateter, durante as trocas de curativo ou por perman?¬ncia do mesmo por longo per?¡odo.

39. Resposta E Dentre as diversas fun?º?Áes do trato gastrintestinal, a mais citada envolve seu papel e import?óncia na digest?úo e absor?º?úo de nutrientes. No que concerne ?á sua capacidade de absor?º?úo, destacam- se as superf?¡cies mucosas do intestino delgado, cuja permeabilidade permite a absor?º?úo de diver- sos nutrientes ao longo de sua extens?úo, cada nutriente em sua regi?úo espec?¡fica. A mucosa do tubo digestivo apresenta uma ?írea cerca de 150 a 300 vezes maior do que a ?írea da pele – 150 a 200m2 versus cerca de 2m2, respectivamente, em um ser humano adulto. Sua capacidade de absor?º?úo ?® desempenhada predominantemente pelos enter??citos voltados para.a luz do trato gas- trintestinal e organizados em microvilosidades. Estas microvilosidades, por sua vez, organizam-se em vilosidades, permitindo, assim, o aumento da ?írea de absor?º?úo.

40. Resposta B A an?ílise do perfil de nutrientes do leite materno humano pode ser realizada com uma vis?úo quali- tativa ou quantitativa. Dentro da an?ílise quantitativa ganham destaque as concentra?º?Áes de car- boidratos que, 3 dias p??s-parto, atinge 6,16g/dL, mantendo-se relativamente constante 30 dias ap??s o parto 7,26g/dL. Do total de carboidratos 70% ?® constitu?¡do de lactose e o restante est?í sob a forma de polissacar?¡deos com bioatividade espec?¡fica e fun?º?Áes de prote?º?úo. O macronutriente que sucede quantitativa mente os carboidratos ?® a prote?¡na, com valores de 2,29g/dL, 3 dias p??s- parto, com discreta queda para 1,42g/dL, 30 dias ap??s o parto. Dentro de uma avalia?º?úo qualitati- va passa a ganhar destaque o padr?úo prot?®ico espec?¡fico ?ás necessidades do rec?®m-nascido, com destaque para os aspectos imunol??gicos e protetores associados a ela.

permita uma formula?º?úo equilibrada e capaz de satisfazer as necessidades nutricionais de diver- sos estados patol??gicos sem acarretar risco de obstru?º?úo. J?í as sondas utilizadas para as osto- mias alimentares apresentam calibre maior e permitem a utiliza?º?úo de alimentos liquidificados.

42. Resposta D O volume total da dieta deve ser dividido em etapas, que n?úo devem ultrapassar 300mL. Durante cada etapa de administra?º?úo deve-se atentar para os seguintes detalhes: ? Quando preparar o paciente para alimenta?º?úo pela gastrostomia deve-se assegurar sua pri- vacidade, fechando-se as portas e as cortinas antes de expor a sonda da gastrostomia. ? Higieniza?º?úo das m?úos e da regi?úo abdominal ao redor da sonda antes de qualquer manipu- ? Avalia?º?úo da aceita?º?úo da etapa anterior atrav?®s da avalia?º?úo do res?¡duo g?ístrico restante, ? A viabilidade da sonda deve ser checada pela administra?º?úo de ?ígua na temperatura corporal ? Repete-se este procedimento, no final da refei?º?úo, para garantir a higieniza?º?úo correta da sonda, pois os res?¡duos alimentares que permanecem na sonda podem se decompor. ? A cabeceira da cama deve ser elevada em angulo de 45?? durante a administra?º?úo da dieta e permanecer assim por pelo menos uma hora ap??s a alimenta?º?úo, para facilitar a digest?úo e evitar o refluxo gastresofagiano.

?ëtica em Enfermagem 01. Um paciente reclamou do profissional de en- fermagem por este n?úo ter colocado o biombo para promover-lhe a higiene ?¡ntima. Estava, de fato, sendo desrespeitado o: A. Natural pudor B. Credo religioso C. Repouso matinal D. Acesso ?á informa?º?úo E. Direito ?á assist?¬ncia

02. O exerc?¡cio profissional de enfermagem no Brasil ?® regulamentado pelo seguinte dispositivo legal: A. Lei 2.604/55 B. Lei 7.498/86 C. Lei 5.692/71 D. Parecer 171/66

03. A entidade de classe respons?ível pelo exer- c?¡cio profissional do t?®cnico de enfermagem de- nomina-se: A. Sindicato dos Enfermeiros B. Conselho Regional de Enfermagem C. Associa?º?úo dos Servidores P??blicos D. Associa?º?úo Brasileira de Enfermagem E. Sindicato dos T?®cnicos de Enfermagem

04. Para cumprir a legisla?º?úo do exerc?¡cio profis- sional quanto aos recursos humanos, um dos grandes desafios da enfermagem ?®: A. Qualificar os atendentes de que est?úo atuan- do nos servi?ºos de sa??de, B. Qualificar, pedagogicamente, os professores de escolas de enfermagem de n?¡vel m?®dio C. Reciclar os t?®cnicos de enfermagem com mais de 20 anos de profiss?úo D. Promover cursos de ger?¬ncia para os enfer- meiros em cargos de chefia, nos servi?ºos p??blicos 05. Em nosso pa?¡s a car?¬ncia de pessoal habilitado para o exerc?¡cio profissional da enfermagem levou ao treinamento de pes- soal atrav?®s de cursos no pr??prio servi?ºo para a prepara?º?úo de: A. T?®cnico de enfermagem B. Auxiliar de enfermagem C. Enfermeiro D. Atendente

06. De acordo com o C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfermagem e suas pena- lidades, responder?í por uma infra?º?úo: A. Quem a cometer B. Aquele que concorrer para a sua pr?íti- ca C. Aquele que dela se beneficiar D. Todas est?úo corretas

07. O ??rg?úo de classe competente para receber den??ncias de infra?º?Áes ?®ticas co- metidas por qualquer elemento da equipe de enfermagem ?®: A. Associa?º?úo Brasileira de Enfermagem B. Conselho Regional de Enfermagem C. Conselho Federal de Enfermagem D. Sindicato dos Enfermeiros E. Uni?úo Nacional dos Auxiliares e T?®cni- cos de Enfermagem

do m?®dico ou do enfermeiro para administrar um medicamento a fim de abreviar a vida do pacien- te, pode ser punido por colaborar na pr?ítica de: A. Suic?¡dio B. Homic?¡dio C. Genoc?¡dio D. Eutan?ísia E. Os itens B e D est?úo corretos

10. A entidade de classe da enfermagem respon- s?ível pelas atividades culturais e sociais ?® a (o): A. Sindicato dos Enfermeiros B. Conselho Regional de Enfermagem C. Associa?º?úo Brasileira de Enfermagem D. Conselho Federal de Enfermagem E. Conselho Estadual de Educa?º?úo

11. A Lei 5.905, de 12/07/73, disp?Áe sobre a cria- ?º?úo do (a): A. Curso de gradua?º?úo em enfermagem e obs- tetr?¡cia B. Associa?º?úo Brasileira de Enfermagem C. Curso de licenciatura em enfermagem D. Curso t?®cnico de enfermagem E. COFEN e CORENs

12. A observ?óncia da ?®tica, em enfermagem, ?® obrigat??ria por lei a fim de assegurar: A. O prest?¡gio da profiss?úo B. Seu status perante o paciente e seus familia- res C. A dignidade do profissional e do cliente D. Nenhuma das alternativas anteriores

13. O profissional de enfermagem age de acordo com a sua consci?¬ncia moral, quando: A. Atende bem ao cliente, por ser bem remune- rado 314 B. Reconhece seus erros e enganos no atendimento ao cliente C. Comenta com os colegas seus ?¬xitos na profiss?úo D. Desempenha suas tarefas para agra- dar aos superiores

14. Como membro da equipe de sa??de, o t?®cnico de enfermagem deve: A. Substituir os demais membros da equi- pe, em suas faltas B. Prestar sua contribui?º?úo com efici?¬ncia e presteza C. Supervisionar o trabalho dos outros membros da equipe D. Distribuir com seguran?ºa as tarefas, com senso de justi?ºa E. A import?óncia da vida e da sa??de do profissional de enfermagem

15. A ?®tica nos ensina: A. A import?óncia da vida e da sa??de do profissional de enfermagem B. Que ser profissional de enfermagem est?í na depend?¬ncia da viv?¬ncia da pessoa C. O grau de responsabilidade do profis- sional diante do cliente e da comunida- de D. O significado da profiss?úo e as t?®cnicas pr?íticas para assist?¬ncia ao paciente

16. A dignidade inerente ?á natureza huma- na torna todas as pessoas iguais em: A. Exig?¬ncias pessoais B. Possibilidades sociais C. Direitos e deveres D. Crescimento pessoal

seus domic?¡lios e na comunidade B. Relativos aos servi?ºos e equipamentos utili- zados para a assist?¬ncia de enfermagem C. Relacionados com o paciente e seu estado de sa??de D. Relacionados com o paciente e a institui?º?úo, em raz?úo do pr??prio trabalho

18. A enfermagem, como servi?ºo prestado ?á pes- soa humana, ?® impedida de cooperar com o pa- ciente para: A. Reanima?º?úo card?¡aca B. Aborto C. Respira?º?úo artificial D. Ventila?º?úo respirat??ria

19. De acordo com a legisla?º?úo do exerc?¡cio pro- fissional, a realiza?º?úo de episiotomia e episiorra- fia compete ao(s): A. Enfermeiro com gradua?º?úo em enfermagem e obstetr?¡cia B. Profissionais portadores de diploma ou certi- ficado de obstetriz ou enfermagem obst?®trica C. Enfermeiro como profissional liberal D. Enfermeiro ou t?®cnico de enfermagem

20. A suspens?úo consiste na proibi?º?úo do exerc?¡- cio profissional de enfermagem, por um prazo n?úo superior a: A. 30 dias B. 7 dias C. 28 dias D. 15 dias E. 29 dias

21. A pena de cassa?º?úo do direito ao exerc?¡cio profissional ?® de compet?¬ncia da seguinte enti- dade: A. Conselho Federal de Enfermagem B. Conselho Regional de Enfermagem C. Associa?º?úo Brasileira de Enfermagem D. Sindicato dos Enfermeiros do Rio de Janeiro

22. De acordo com o C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfermagem, infra?º?úo gra- ve ?® aquela que provoca o seguinte dano: A. Amputa?º?úo do membro superior B. Cegueira permanente C. Ofensa moral remedi?ível D. Perigo de vida

23. Considerando-se o C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfermagem, o t?®cnico de enfermagem tem o direito de: A. Recusar-se a administrar sangue sem o consentimento do paciente em imi- nente risco de vida B. Cooperar em pr?ítica, visando a inter- rup?º?úo de gravidez indesej?ível C. Exigir informa?º?Áes sobre o diagn??stico dos pacientes que assiste D. Prescrever medicamentos em casos de urg?¬ncia

24. Constitui fun?º?úo do auxiliar de enferma- gem: A. Observar o paciente apenas nas suas fun?º?Áes vitais B. Preocupar-se com a situa?º?úo social do paciente C. Preocupar-se com a situa?º?úo espiritual do paciente D. Assistir ao paciente nos aspectos rela- tivos ?ás suas necessidades b?ísicas

por uma institui?º?úo de ensino 26. J?í eram 7h30min e a colega de Lu?¡sa n?úo chegava para assumir o plant?úo. A enfermaria estava com todos os leitos ocupados. Apesar disso, alegando “n?úo poder esperar mais”, ela retirou-se do andar. Essa atitude, pass?¡vel de puni?º?úo, fere o C??digo de ?ëtica, porque significa: A. Promover eutan?ísia por caridade B. Administrar tratamento desnecess?írio C. Delegar atribui?º?Áes a outro profissional D. Negar assist?¬ncia de enfermagem ao pacien- te E. Abandonar o cliente sem a garantia da assis- t?¬ncia

27. A a?º?úo ou omiss?úo que implique desobedi?¬n- cia ao C??digo de Deontologia de Enfermagem ?® considerada: A. Crime de responsabilidade B. Crime inafian?º?ível C. Infra?º?úo ?®tica D. Nenhuma das alternativas anteriores

28. A infra?º?úo ao C??digo de Deontologia de En- fermagem pode ser classificada em: A. Civil, funcional ou criminal B. Leve, grave ou grav?¡ssima C. Civil, grave ou criminal D. Leve, civil ou criminal

29. O atual C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfermagem, aprovado em 1991, apresenta co- mo importante mudan?ºa, em rela?º?úo ao antigo C??digo de Deontologia de Enfermagem, o que consta no art. 8??: Ser informado sobre o diagn??s- tico provis??rio ou definitivo de todos os clientes que estejam sob sua assist?¬ncia. Este artigo refe- re-se ao cap?¡tulo: A. Dos Deveres B. Das Responsabilidades C. Do Processo ?ëtico 316 D. Dos Direitos E. Das Infra?º?Áes e Penalidades

30. Dentre as penalidades a serem aplica- das ao profissional de enfermagem, aquela que n?úo pertence ?á al?ºada do Conselho Regional da categoria ?®: A. A advert?¬ncia verbal B. A censura em repreens?úo C. A multa de 1 a 10 vezes o valor da anuidade D. A cassa?º?úo do registro profissional E. A suspens?úo

31. De acordo com o C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfermagem, a inobser- v?óncia das normas dos Conselhos de En- fermagem ?® considerada infra?º?úo: A. ?ëtica B. Regulamentar C. T?®cnica D. Disciplinar E. Culposa

32. Incumbe, privativamente, ao enfermeiro, de acordo com o Decreto 94.406, de 08/06/87: A. Prestar assist?¬ncia ?á gestante B. Desenvolver tecnologias assistenciais C. Dar consultas de enfermagem D. Executar planos assistenciais E. Assistir ao idoso

a cumprir uma decis?úo judicial Negar-se a participar para ficar isento de puni?º?úo pelo Conselho Federal de Enferma- gem, por infringir o C??digo de ?ëtica D. Aguardar o parecer favor?ível ao aborto da Comiss?úo de ?ëtica da institui?º?úo, para res- guardar o exerc?¡cio profissional

34. Para exercer a atividade de t?®cnico de enfer- magem em determinada institui?º?úo de sa??de, ?® necess?írio: A. Possuir registro no Conselho Regional de Enfermagem onde se localiza a institui?º?úo B. Submeter-se ?á fiscaliza?º?úo do exerc?¡cio pro- fissional feita pelo COFEN C. Pagar a anuidade relativa ?ás entidades de classe (ABEN, Sindicato) D. Ser sindicalizado e pertencer ?á Federa?º?úo de Enfermagem E. Fazer prova de ascens?úo dentro da categoria profissional

35. Dentre as atividades a seguir, ?® fun?º?úo do auxiliar de enfermagem: A. Realizar consulta de enfermagem B. Colaborar com a equipe de sa??de C. Chefiar o servi?ºo de sa??de ocupacional D. Participar da comiss?úo de insalubridade e periculosidade

36. A deontologia de enfermagem defende que: A. “O homem ?® um fim em si mesmo, jamais deve servir de meio para os objetivos de ou- tros” B. “Todo homem merece a considera?º?úo e o respeito por sua dignidade” C. “A vida humana ?® o valor ?®tico mais alto e merece respeito incondicional” D. “O ser humano sob as vistas de um profis- C.

sional tem deveres que orientam o e- xerc?¡cio de suas atividades” E. Todas est?úo corretas

37. Quando o profissional executa um pro- cedimento sem o adequado conhecimento t?®cnico-cient?¡fico, est?í expondo o paciente a danos decorrentes de: A. Dolo B. Omiss?úo C. Imper?¡cia D. Imprud?¬ncia E. Indisciplina

38. Dentro do hospital, o indiv?¡duo mais importante ?® o: A. Diretor B. Enfermeiro chefe C. Cliente D. Nutricionista

39. Deixar de administrar um medicamento no hor?írio previsto caracteriza-se como: A. Dolo B. Culpa C. Imprud?¬ncia D. Neglig?¬ncia E. Imper?¡cia

40. Ao assistir o paciente quanto aos as- pectos de cren?ºa, os componentes da e- quipe de enfermagem est?úo atendendo ?á necessidade: A. Psicol??gica B. Biol??gica C. Fisiol??gica D. Espiritual E. Social

?ëtica em Enfermagem Respostas 01. Resposta A O C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfermagem diz no capo IV, art. 28: respeitar o natural pudor, a privacidade e a intimidade do cliente.

02. Resposta B A Lei 7.498, de 25/06/86, disp?Áe sobre a regulamenta?º?úo do exerc?¡cio da enfermagem assinada pelo presidente Jos?® Sarney. A Lei 2.604/55 foi ?á primeira lei do exerc?¡cio profissional. A Lei 5.692/71 buscou a integra?º?úo numa escola ??nica, das inten?º?Áes de oferecer, ao mesmo tempo, educa?º?úo geral e forma?º?úo especial, criando as escolas t?®cnicas. O parecer 171/66 reconheceu oficialmente o curso de forma?º?úo de t?®cnicos de enfermagem.

03. Resposta B O Conselho Regional de Enfermagem ?® a entidade de classe respons?ível pelo exerc?¡cio profis- sional de enfermeiros, t?®cnicos de enfermagem e auxiliares de enfermagem.

04. Resposta D Ao enfermeiro cabe a dire?º?úo do ??rg?úo de enfermagem integrante da estrutura b?ísica da institu i- ?º?úo de sa??de e chefia de servi?ºos e de unidade de enfermagem, bem como planejamento, organi- za?º?úo, coordena?º?úo, execu?º?úo e avalia?º?úo dos servi?ºos de assist?¬ncia de enfermagem.

05. Resposta D Em virtude da car?¬ncia de pessoal habilitado, foi autorizado pelo Conselho Federal de Enferma- gem o exerc?¡cio de atividades elementares pelo pessoal sem forma?º?úo em enfermagem sob su- pervis?úo do enfermeiro durante 10 anos (atendentes de enfermagem), prazo este j?í esgotado em 1996. Para o exerc?¡cio legal da profiss?úo como auxiliar, t?®cnico de enfermagem e enfermeiro se faz necess?íria a aprova?º?úo em curso de n?¡vel profissionalizante ou de gradua?º?úo, respectiva- mente, em Institui?º?úo de ensino reconhecido pelo Minist?®rio da Educa?º?úo e Cultura (MEC). E re- gistro no ??rg?úo da categoria.

06. Resposta D O C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfermagem, em seu capo VIII, art. 83, define: responde pela infra?º?úo quem a cometer ou concorrer para sua pr?ítica, ou dela obtiver beneficio, quando cometida por outrem.

07. Resposta B De acordo com a Lei 5.905, de 21/07/73, que disp?Áe sobre a via?º?úo dos Conselhos Federal e Re- gionais de Enfermagem, art. 15, item V, compete aos Conselhos Regionais conhecer e decidir os assuntos atinentes ?á ?®tica profissional, impondo as penalidades cab?¡veis.

? Elaborar o C??digo de Deontologia de Enfermagem e alter?í-Io, quando necess?írio, ouvidos os ?Ç ABEN (Associa?º?úo Brasileira de Enfermagem) compete a defesa e a consolida?º?úo da enferma- gem como pr?ítica social essencial na assist?¬ncia ?á sa??de e na organiza?º?úo e funcionamento dos servi?ºos de sa??de, aos CORENs (Conselhos Regionais de Enfermagem) compete disciplinar e fiscalizar o exerc?¡cio profissional e ?á UNAT (Uni?úo dos T?®cnicos e Auxiliares de Enfermagem) compete o desenvolvimento cultural e profissional da categoria.

09. Resposta E Faz parte do C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfermagem, no cap?¡tulo V (das proibi?º?Áes), art. 46 – promover a eutan?ísia ou cooperar em pr?ítica destinada a antecipar a morte do cliente. Suic?¡dio ?® o ato de tirar a pr??pria vida, homic?¡dio ?® provocar a morte de outro, n?úo necessariamen- te no ?ómbito profissional, e genoc?¡dio ?® qualquer crime contra a humanidade.

10. Resposta C Compete ?á Associa?º?úo Brasileira de Enfermagem, entre outras: A natureza e a finalidade da ABEN conferem-lhe car?íter cultural, cient?¡fico e pol?¡tico, pautado em princ?¡pios ?®ticos e de conformidade com suas compet?¬ncias. A ABEN articula-se a organiza?º?Áes da enfermagem brasileira – aut?írquicas, sindicais e cient?¡ficos – com vista ao desenvolvimento social, pol?¡tico e cient?¡fico da profiss?úo.

11. Resposta E A Lei 5.905, de 12/07/73, que disp?Áe sobre a cria?º?úo dos Conselhos Federal (COFEN) e Regio- nais (COREN) de enfermagem e d?í outras provid?¬ncias, foi assinada pelo presidente da Rep??bli- ca Em?¡lio G. M?®dici e pelo Ministro do Trabalho e Previd?¬ncia Social, J??lio Barata.

12. Resposta C O C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfermagem re??ne normas e princ?¡pios, direitos e deve- res, pertinentes ?á conduta ?®tica do profissional, que dever?úo ser assumidos por todos. O C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfermagem leva em considera?º?úo, prioritariamente, a necessidade e o direito de assist?¬ncia de enfermagem ?á popula?º?úo, os interesses do profissional e de sua or- ganiza?º?úo.

13. Resposta B De acordo com o C??digo de ?ëtica, a enfermagem tem como responsabilidade avaliar crit?®riosa- mente sua compet?¬ncia t?®cnica e legal e somente aceitar encargos ou atribui?º?Áes quando capaz de desempenho seguro para si e para a clientela.

14. Resposta B De acordo com o art. 13 da Lei 7.498, de 25106/86, que disp?Áe sobre a regulamenta?º?úo do exe r- c?¡cio da enfermagem, o auxiliar de enfermagem exerce atividade de n?¡vel m?®dio, de natureza re- petitiva, envolvendo servi?ºos auxiliares de enfermagem sob supervis?úo, bem como a participa?º?úo em n?¡vel de execu?º?úo simples em processos de tratamento.

?ë dever do profissional de enfermagem prestar ?á clientela uma assist?¬ncia de enfermagem livre dos riscos decorrentes de imper?¡cia, neglig?¬ncia e imprud?¬ncia (art. 25).

16. Resposta C ?ë dever do profissional de enfermagem prestar assist?¬ncia de enfermagem ?á clientela, sem dis- crimina?º?úo de qualquer natureza (art. 23 do C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfermagem).

17. Resposta C ?ë dever do profissional de enfermagem manter segredo sobre fato sigiloso de que tenha conheci- mento em raz?úo de sua atividade profissional, exceto nos casos previstos em lei (art. 29 do C??di- go de ?ëtica dos Profissionais de Enfermagem).

18. Resposta B Faz parte das proibi?º?Áes do C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfermagem, art. 45 – provocar aborto, ou cooperar em pr?ítica destinada a interromper a gesta?º?úo. As demais respostas s?úo fun- ?º?Áes do profissional de enfermagem, e n?úo uma proibi?º?úo.

19. Resposta B O enfermeiro titular do diploma ou certificado de obstetriz ou de enfermeiro obstetra, al?®m das incumb?¬ncias do enfermeiro, podem ainda: ? Identificar as distocias obst?®tricas e tomar as provid?¬ncias at?® a chegada do m?®dico; ? Realizar episiotomia e episiorrafia e aplicar anestesia local, quando necess?írio.

20. Resposta E De acordo com o C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfermagem, capo VII, art. 85, par?ígrafo quarto: A suspens?úo consiste na proibi?º?úo do exerc?¡cio de enfermagem por um per?¡odo n?úo supe- rior a 29 (vinte e nove) dias e ser?í divulgada nas publica?º?Áes oficiais dos Conselhos Federal e Regionais de Enfermagem.

21 . Resposta A As infra?º?Áes e penalidades a serem impostas pelos Conselhos Federal e Regionais de Enferma- gem, conforme o que determina o art. 18, da Lei 5.905, de 12/07/73, s?úo as seguintes: ? Advert?¬ncia verbal – consiste numa admoesta?º?úo ao infrator, de forma reservada, que ser?í ? Multa – pagamento de 1 a 10 vezes o valor da anuidade da categoria profissional ?á qual per- ? Censura – repreens?úo que ser?í divulgada nas publica?º?Áes oficiais dos Conselhos Federal e ? Suspens?úo do exerc?¡cio profissional (estas da al?ºada dos Conselhos Regionais de Enferma- ? Cassa?º?úo do direito ao exerc?¡cio profissional (esta, da compet?¬ncia do Conselho Federal de Enfermagem).

S?úo consideradas infra?º?Áes graves as que provoquem perigo de vida, debilidade tempor?íria do membro, sentido ou fun?º?úo em qualquer pessoa. A amputa?º?úo do membro superior e a cegueira permanente seriam enquadradas como infra?º?Áes grav?¡ssimas, e a ofensa moral remedi?ível, como infra?º?úo leve.

23. Resposta C ?ë direito do profissional de enfermagem ser informado sobre o diagn??stico provis??rio ou definitivo de todos os clientes que estejam sob sua assist?¬ncia (cap. II, art. 8??). Recusar-se a administrar sangue sem consentimento do paciente ou de um familiar, mesmo que este esteja em iminente risco de vida, ?® um dever do profissional. A op?º?úo “B” refere-se a uma infra?º?úo ao C??digo de ?ëti- ca, e a “D” ?® uma atribui?º?úo exclusiva do enfermeiro.

24. Resposta D O auxiliar de enfermagem executa as atividades auxiliares, de n?¡vel m?®dio, atribu?¡das ?á equipe de enfermagem, cabendo-lhe: 2. Observar, reconhecer e descrever sinais e sintomas, ao n?¡vel de sua qualifica?º?úo; 3. Executar tratamentos especificamente prescritos, ou de rotina, al?®m de outras atividades de enfermagem, como os relativos ?ás necessidades b?ísicas do paciente.

25. Resposta B Lei 7.498/86, art. 2??: A enfermagem e suas atividades auxiliares somente podem ser exercidas por pessoas legalmente habilitadas e inscritas no Conselho Regional de Enfermagem com jurisdi?º?úo na ?írea onde ocorre o exerc?¡cio.

26. Resposta E Faz parte do cap?¡tulo V (das proibi?º?Áes do C??digo de ?ëtica), art. 43 – abandonar o cliente em meio a tratamento sem garantia de continuidade da assist?¬ncia.

27. Resposta C Considera-se infra?º?úo ?®tica a a?º?úo, omiss?úo ou conviv?¬ncia que implique desobedi?¬ncia e/ou i- nobserv?óncia ?ás disposi?º?Áes do C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfermagem.

28. Resposta B As infra?º?Áes ser?úo consideradas leves, graves ou grav?¡ssimas, conforme a natureza do ato e a circunst?óncia de cada caso. S?úo consideradas infra?º?Áes leves as que ofendam a integridade f?¡si- ca, mental ou moral de qualquer pessoa, sem causar debilidade. S?úo consideradas infra?º?Áes gra- ves as que provoquem perigo de vida, debilidade tempor?íria de membro, sentido ou fun?º?úo em qualquer pessoa e s?úo consideradas infra?º?Áes grav?¡ssimas as que provoquem morte, deformidade permanente, perda ou inutiliza?º?úo de membro, sentido, fun?º?úo ou ainda dano moral irremedi?ível em qualquer pessoa.

30. Resposta D A cassa?º?úo do registro profissional consiste na perda do direito ao exerc?¡cio da enfermagem e ser?í divulgada nas publica?º?Áes dos Conselhos Federal e Regionais de Enfermagem e em jornais de grande circula?º?úo. Incumb?¬ncia do Conselho Federal de Enfermagem e na situa?º?úo em que o processo tiver origem no COFEN ter?í como inst?óncia superior a Assembl?®ia dos Delegados Regi- onais.

31. Resposta D Considera-se infra?º?úo disciplinar a inobserv?óncia das normas dos Conselhos Federal e Regionais de Enfermagem (cap. VIII, art. 82). Infra?º?úo ?®tica ?® a a?º?úo, omiss?úo ou conviv?¬ncia que impliquem desobedi?¬ncia e/ou inobserv?óncia ?ás disposi?º?Áes de C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfer- magem.

32. Resposta C De acordo com o decreto, incumbe ao enfermeiro privativamente, entre outras fun?º?Áes: ? Consultoria, auditoria e emiss?úo de parecer sobre mat?®ria de enfermagem; ? Cuidados de enfermagem de maior complexidade t?®cnica e que exige conhecimentos cient?¡fi- cos adequados e capacidade de tomar decis?Áes imediatas.

33. Resposta A De acordo com o C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfermagem, das proibi?º?Áes (cap. V), art. 45, par?ígrafo ??nico: nos casos previstos em lei, o profissional dever?í decidir, de acordo com a sua consci?¬ncia, sobre a sua participa?º?úo ou n?úo no ato abortivo.

34. Resposta A De acordo com a lei do exerc?¡cio profissional 7.498/86, o titular do diploma da t?®cnica de enferma- gem, expedido de acordo com a legisla?º?úo e registrado pelo ??rg?úo competente (COREN onde se localiza a institui?º?úo).

35. Resposta B O auxiliar de enfermagem exerce atividades de n?¡vel m?®dio, de natureza repetitiva, envolvendo servi?ºos auxiliares de enfermagem sob supervis?úo, bem como a participa?º?úo em n?¡vel de execu- ?º?úo simples, em processo de tratamento, cabendo-lhe especialmente: ? Participar da equipe de sa??de.

36. Resposta E S?úo princ?¡pios fundamentais do C??digo de Deontologia de Enfermagem: ? A enfermagem ?® uma profiss?úo comprometida com a sa??de do ser humano e da coletividade.

Atua na promo?º?úo, prote?º?úo, recupera?º?úo da sa??de e reabilita?º?úo das pessoas, respeitando ? O profissional de enfermagem participa como integrante da sociedade, das a?º?Áes que visem ? O profissional de enfermagem respeita a vida, a dignidade e os direitos da pessoa humana, ? O profissional de enfermagem exerce suas atividades com justi?ºa, compet?¬ncia, responsabili- ? O profissional de enfermagem presta assist?¬ncia ?á sa??de visando a promo?º?úo do ser humano ? O profissional de enfermagem exerce a profiss?úo com autonomia, respeitando os preceitos legais da enfermagem.

37. Resposta C Art. 5?? do C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfermagem: o enfermeiro avalia sua compet?¬ncia e somente aceita atribui?º?úo delegada, ou assume encargo quando capaz de desempenho seguro A a?º?úo dolosa ?® quando o agente deu causa ao resultado ou assume o risco de produzi-Ia. A o- miss?úo caracteriza-se pela n?úo realiza?º?úo de uma a?º?úo tamb?®m denominada de neglig?¬ncia. A imprud?¬ncia ?® o ato de fazer o que n?úo se deve, tamb?®m chamado de inconveni?¬ncia. Se a indis- ciplina ?® a n?úo observ?óncia do disciplino.

38. Resposta C Paciente hoje considerado um cliente da institui?º?úo de sa??de ?® o indiv?¡duo que requer cuidado de enfermagem planejado, de acordo com as suas necessidades espec?¡ficas. A enfermagem admi- nistra seus servi?ºos como parte da organiza?º?úo do hospital com colabora?º?Áes ativas aos outros departamentos, que tem por finalidade melhorar a presta?º?úo de cuidados em prol da promo?º?úo da Cada cliente requer um grau vari?ível de assist?¬ncia f?¡sica, emocional, psicol??gica, espiritual e de reabilita?º?úo.

39. Resposta D ? Dolo – ?® quando o agente quis o resultado ou assume o risco de produzi-Io; ? Culpa – ?® quando o agente deu causa do resultado por imprud?¬ncia, neglig?¬ncia ou imper?¡cia; ? Imper?¡cia – ?® incompet?¬ncia; o profissional deve ser, portanto, prudente, cuidadoso e conhe- cedor de sua profiss?úo.

40. Resposta D Levando-se em considera?º?úo que a maioria das necessidades do indiv?¡duo hospitalizado decorre das caracter?¡sticas gerais do ser humano, o aspecto religioso assume real import?óncia. O ser hu- mano naturalmente busca a Deus. Experi?¬ncias com todos os grupos humanos revelam que todos cr?¬em numa for?ºa suprema que rege o mundo. O c??digo nacional de ?®tica da ABEN preserva no art. 5?? o seguinte: O enfermeiro dever?í respeitar as cren?ºas religiosas e a liberdade de consci?¬n- cia de seus pacientes e velar, com a necess?íria prud?¬ncia, para que n?úo falte assist?¬ncia espiri- tual.

Administra?º?úo em Enfermagem 01. Quais os passos da administra?º?úo para me- lhor qualidade do servi?ºo prestado, respectiva- mente?

A. Planejar, dirigir, orientar, coordenar, supervi- sionar, avaliar B. Planejar, dirigir, coordenar, orientar, supervi- sionar, avaliar C. Avaliar, supervisionar, dirigir, coordenar, pla- nejar, orientar D. Orientar, supervisionar, avaliar, dirigir, coor- denar, planejar E. Avaliar, supervisionar, orientar, dirigir, plane- jar, coordenar

02. Os principais objetivos da enfermagem s?úo todos os a seguir, exceto: A. Seguran?ºa e conforto B. Bem-estar e promo?º?úo da sa??de C. Assist?¬ncia m?®dica D. Evitar propaga?º?úo de infec?º?Áes E. Os itens A e C respondem ?á quest?úo pedida

03. Na auditoria de enfermagem o item pass?¡vel de avalia?º?úo ?®: A. A assist?¬ncia globalizada ao cliente B. O cuidado de enfermagem ao cliente C. O desempenho da equipe de enfermagem D. O processo de enfermagem E. A administra?º?úo da supervisora

04. O instrumento administrativo que visa ?á dis- tribui?º?úo dos elementos da equipe de enferma- gem no per?¡odo de trabalho ?®: A. O plano de supervis?úo B. O cronograma C. O manual de avalia?º?úo D. A escala di?íria E. A prescri?º?úo de enfermagem

05. Assinale o tipo de lideran?ºa que atua desenvolvendo as habilidades e capacida- des de seus membros, al?®m de valorizar o compromisso com a qualidade do trabalho, e n?úo apenas com os resultados quantitati- vos: A. Autocr?ítica B. Democr?ítica C. Laissez-faire D. Moderadora E. Articuladora

06. Para a efici?¬ncia de um organograma, ?® necess?írio: A. Disposi?º?úo vertical B. Uma linha de comando e outra de co- ordena?º?úo C. As linhas cheias para indicar subordi- na?º?úo D. Letras de f??rma, sempre em sentido vertical

07. A supervis?úo de enfermagem hoje tem como uma de suas principais finalidades: A. Detectar falhas e aplicar san?º?Áes B. Obter o m?íximo de rendimento no tra- balho C. Centralizar a administra?º?úo da equipe D. Melhorar o trabalho de enfermagem e garantir o cumprimento dos regulamen- tos E. Orientar e facilitar o ambiente de traba- lho

as do pessoal de enfermagem, denomina-se: A. Integral B. Di?íria C. Funcional D. Emergencial E. Trabalho em equipe

09. O ato normativo de car?íter est?ível, baixado pela administra?º?úo superior em uma empresa, ?® chamado de: A. Regulamento B. Norma C. Regimento D. Lei E. Rotina

10. Os alvos quantificados a serem obtidos den- tro de um prazo determinado em cada ?írea de trabalho na administra?º?úo em enfermagem s?úo conhecidos como: A. Programas B. Objetivos C. Metas D. Planos E. Procedimentos

11. O conjunto de elementos que especifica a maneira exata pela qual uma ou mais atividades devem ser realizadas corresponde ao instrumen- to administrativo denominado: A. Portaria B. Resolu?º?úo C. Memorando D. Manual de rotinas E. Parecer

12. S?úo etapas do planejamento, exceto: A. Eliminar for?ºas contr?írias e criar novas for- ?ºas

326 B. Sele?º?úo dos objetivos C. Lista de atividades D. Revis?úo cr?¡tica E. Cronograma das atividades

13. Para a implementa?º?úo da avalia?º?úo de desempenho como estrat?®gia de desenvol- vimento de pessoal ?® necess?írio conhecer, principalmente: A. Fluxograma da institui?º?úo B. Diagn??stico situacional da institui?º?úo C. Organograma da institui?º?úo D. Recursos humanos E. Recursos materiais

14. A supervisora de unidade deve visitar os pacientes sob sua responsabilidade pa- ra: A. Fiscalizar as a?º?Áes do pessoal de en- fermagem B. Controlar a entrada e a sa?¡da de mate- rial C. Melhorar a assist?¬ncia de enfermagem D. Verificar as condi?º?Áes ambientais E. Fazer levantamento de gastos

15. Taylor, nos seus princ?¡pios cient?¡ficos da administra?º?úo, tinha os seguintes objeti- vos: A. Focalizar as atribui?º?Áes do staff e man- ter regras de c?ílculos B. Selecionar cientificamente os executo- res e fixar remunera?º?úo para o trabalho C. Prover, organizar, coordenar e contro- lar D. Selecionar e treinar a for?ºa de trabalho e separar planejamento e execu?º?úo E. Orientar e supervisionar as atribui?º?Áes do staff

A. Promover a vacina?º?úo, para prevenir doen- ?ºas B. Reabilitar os doentes, f?¡sica e socialmente C. Proporcionar assist?¬ncia aos doentes, visan- do sua recupera?º?úo D. Promover cursos de aperfei?ºoamento E. Manter sua qualidade de vida com atividades f?¡sicas di?írias

17. Onde se encontram dois indiv?¡duos, h?í pro- blemas de rela?º?Áes humanas. Entretanto, na vida O verdadeiro l?¡der, no relacionamento com o gru- po: A. Usa poder ditatorial B. D?í plena liberdade a todos C. Exige apenas a pontualidade D. D?í liberdade, exigindo responsabilidade E. Exige respeito e rever?¬ncias

18. ?ë tarefa do chefe de unidade manter o seu pessoal treinado a fim de: A. Aumentar-lhe a cultura B. Garantir boa assist?¬ncia aos pacientes C. Testar os conhecimentos da equipe de en- fermagem D. Cumprir os programas culturais de enferma- gem E. Cumprir os programas sociais e mission?írios da enfermagem

19. Para avalia?º?úo da assist?¬ncia de enferma- gem ao paciente, deve o supervisor verificar o trabalho: A. Antes e durante a sua execu?º?úo B. Durante e ap??s a sua execu?º?úo C. Antes, durante e ap??s a sua execu?º?úo D. Ap??s a sua execu?º?úo E. Solicitar o relat??rio de quem executou

20. A equipe de enfermagem, respons?ível 24 horas por dia pelo paciente, dever?í ser sempre chefiada pelo: A. Diretor da unidade integrada B. Supervisor C. Enfermeiro D. Diretor do hospital E. T?®cnico de enfermagem

21. A enfermagem ?®: A. Um campo de trabalho baseado exclu- sivamente em conhecimentos te??ricos B. A utiliza?º?úo de procedimentos t?®cnicos na ?írea de sa??de C. A aplica?º?úo de conhecimentos te??ricos e pr?íticos na prote?º?úo de servi?ºos m?®- dicos D. A assist?¬ncia ao ser humano, como uma unidade biopsicol??gica, na ?írea de sa??de

22. O conjunto de procedimentos que visa atrair candidatos potencialmente qualifica- dos e capazes de ocupar certos cargos dentro da organiza?º?úo caracteriza-se como sendo: A. Sele?º?úo B. Entrevista C. Recrutamento D. Contrata?º?úo E. Avalia?º?úo

registro no COREN 24. O tipo de comunica?º?úo que n?úo apresenta fluxo determinado e surge na intera?º?úo entre as pessoas e aquele que cruza a cadeia de coman- do de uma organiza?º?úo s?úo chamados, respecti- vamente, de comunica?º?úo: A. Informal e diagonal B. Diagonal e ascendente C. Lateral e descendente D. Horizontal e lateral E. Informal e descendente

25. A teoria das necessidades humanas b?ísicas, de Wanda de Aguiar Horta, foi desenvolvida a partir da teoria: A. Hol?¡stica, de Levine B. Homeost?ítica, de McDowell C. Sinergista, de Brodt D. Da adapta?º?úo, de Callista Roy E. Da motiva?º?úo humana, de Maslow

26. Quando realiza o levantamento das necessi- dades de recursos materiais da unidade de en- fermagem, identificando a quantidade e a especi- ficidade desses materiais, o enfermeiro est?í de- senvolvendo a fun?º?úo de: A. Previs?úo B. Controle C. Provis?úo D. Avalia?º?úo E. Organiza?º?úo

27. A valoriza?º?úo das normas e regras tem influ- enciado a pr?ítica da enfermagem, contribuindo para um estilo administrativo estanque. O termo que melhor caracteriza esta forma de organiza- ?º?úo ?®: A. Cl?íssica B. Cient?¡fica C. Humanista

328 D. Burocr?ítica E. Comportamentalista 28. Quais as fases do planejamento em enfermagem?

A. Conhecimento do sistema como um todo; determina?º?úo de objetivos; esta- belecimento de prioridade; sele?º?úo de recursos dispon?¡veis; estabelecimento aperfei?ºoamento B. Organiza?º?úo do organograma; prepa- ra?º?úo do cronograma; pesquisa de campo; elabora?º?úo de um plano de a- ?º?úo; aprova?º?úo do or?ºamento; execu- ?º?úo do projeto C. Pesquisa de mercado; an?ílise de da- elabora?º?úo de um plano de a?º?úo; exe- cu?º?úo do projeto, concess?úo de entre- vista ?á imprensa pesquisa de mercado; an?ílise de da- dos estat?¡sticos; elabora?º?úo de um pro- jeto; comunica?º?úo com a imprensa, e- xecu?º?úo do plano E. Delimita?º?úo dos objetos, coleta de da- dos, aplica?º?úo do instrumento e avalia- ?º?úo.

29. Quais as fun?º?Áes do servi?ºo de materi- A. An?ílise, s?¡ntese, distribui?º?úo e controle B. Contrata?º?úo de pessoal, pesquisa de mercado, fiscaliza?º?úo de procedimen- tos e distribui?º?úo C. Pesquisa, an?ílise, distribui?º?úo e con- trole D. Compra, armazenamento, distribui?º?úo e controle E. Compra, distribui?º?úo, avalia?º?úo de seu uso e suprimento

A. Administra?º?úo, limpeza, cozinha e lavanderia B. Cozinha, lavanderia, farm?ícia e manuten?º?úo C. Biblioteca, farm?ícia, manuten?º?úo e portaria D. Elevadores, laborat??rios, farm?ícia e limpeza E. Administra?º?úo, cozinha, recep?º?úo e laborat??- rio

31. As normas e os princ?¡pios aplicados nos cui- dados com a unidade do paciente visam, princi- palmente, ?á: A. Ordem do ambiente B. Economia de material C. Perfei?º?úo das t?®cnicas D. Efici?¬ncia do trabalho E. Preven?º?úo de infec?º?úo

32. Para a boa comunica?º?úo da assist?¬ncia de enfermagem ?® necess?írio: A. Registrar os cuidados prestados B. Observar as condi?º?Áes do doente C. Fazer a auditoria de enfermagem D. Orientar a alta hospitalar E. Implementar medidas de conforto

33. Uma das finalidades da economia de tempo, esfor?ºo e material, para uma boa execu?º?úo de enfermagem, ?® evitar: A. Contamina?º?úo B. Acidente C. Ru?¡dos desnecess?írios D. Desperd?¡cio de movimento E. Exposi?º?úo

34. Em rela?º?úo ao suprimento de material, com- pete ao chefe da unidade: A. Compra do material B. Escolha do material C. Controle do almoxarifado D. Requisi?º?úo do material 35. A atribui?º?úo espec?¡fica do enfermeiro chefe de unidade ?®: A. Controlar a roupa hospitalar B. Avalia?º?úo da assist?¬ncia aos clientes C. Supervisionar a limpeza D. Registrar o gasto de material

36. A hierarquia na enfermagem, quanto ao grau de escolaridade, apresenta-se, res- pectivamente: de enfermagem (2?? grau), enfermeiro (3?? grau) B. Enfermeiro (3?? grau), Auxiliar de enfer- magem (1?? grau), T?®c. de enfermagem (2<1 grau) C. T?®c. de enfermagem (2?? grau), Auxiliar de enfermagem (1?? grau), enfermeiro (3?? grau) D. Enfermeiro (3?? grau), T?®c. de enferma- gem (2?? grau), Auxiliar de enfermagem (1?? grau) E. T?®c. de enfermagem (2?? grau), enfer- meiro (3?? grau), Auxiliar de enferma- gem (1?? grau)

37. A principal caracter?¡stica de um super- visar ?®: A. Fazer comando, delegar fun?º?Áes e controlar pessoal B. Ter capacidade administrativa e capa- cidade t?®cnica C. Fazer reuni?Áes semanais D. Ter qualidades pessoais e capacidade para treinar a for?ºa de trabalho E. Fazer reuni?Áes mensais

D. Estat?¡stico 39. A supervis?úo em enfermagem ?® uma fun?º?úo administrativa que tem o seguinte objetivo espe- c?¡fico, segundo o ministro da Sa??de: A. Orientar os supervisionados na execu?º?úo de atividades B. Implantar servi?ºos de sa??de C. Promover o desenvolvimento e o desempe- nho do pessoal D. Nenhuma das alternativas anteriores

40. Considera-se como cuidado de enfermagem: A. Observar o paciente apenas nas suas fun- ?º?Áes vitais B. Preocupar-se com a situa?º?úo social do paci- ente

330 C. Preocupar-se com a situa?º?úo econ??mi- ca do paciente D. Preocupar-se com a situa?º?úo espiritual do paciente E. Assistir o cliente nos aspectos relativos ?ás suas necessidades b?ísicas

Administra?º?úo em Enfermagem Respostas 01. Resposta B Todo paciente tem direito de receber cuidados de enfermagem eficiente, sem discrimina?º?úo de ra?ºa, nacionalidade, religi?úo ou situa?º?úo econ??mica. Paciente ?® o indiv?¡duo que requer cuidados de enfermagem planejada e de acordo com as suas necessidades espec?¡ficas como pessoa, membro de uma fam?¡lia e da comunidade. Os cuidados prestados aos pacientes est?úo diretamen- te ligados a in??meros componentes que devem ser encarados como parte das atividades de en- fermagem. Planejar, dirigir, coordenar, orientar, supervisionar e avaliar os cuidados prestados s?úo componentes de uma assist?¬ncia adequada.

02. Resposta C A enfermagem deve promover a continuidade dos cuidados para cada paciente, atrav?®s de um trabalho personalizado e compreensivo, durante o diagn??stico, tratamento, reabilita?º?úo e preven- ?º?úo de mol?®stias. Utilizar os profissionais competentes de equipe p?íra planejar, dirigir e avaliar os cuidados dados ao paciente como pessoas, membro de uma fam?¡lia e da comunidade. Prover apoio emocional e psicol??gico para encontrar as necessidades individuais?À do paciente e sua fam?¡- lia.

03. Resposta C Auditoria ?® a avalia?º?úo sistem?ítica e formal de uma atividade, por algu?®m n?úo envolvido direta- mente na sua execu?º?úo, para determinar se essa atividade est?í sendo levada a efeito de acordo Auditoria em enfermagem ?® a avalia?º?úo sistem?ítica da qualidade da assist?¬ncia de enfermagem, verificada atrav?®s das anota?º?Áes de enfermagem no prontu?írio do paciente e/ou da observa?º?úo Dunn e Morgan, de modo sucinto, definem auditoria como sendo “a compara?º?úo entre a assist?¬n- cia prestada e os padr?Áes de assist?¬ncia considerados como aceit?íveis”; ? Identificar ?íreas de defici?¬ncia em rela?º?úo ?á assist?¬ncia de enfermagem prestada, perceben- ? Fornecer dados para melhoria da qualidade do cuidado de enfermagem; ? Obter dados para programa?º?úo de reciclagem e atualiza?º?úo do pessoal de enfermagem.

04. Resposta D Escala di?íria ?® tamb?®m denominada escala de atividades e escala de servi?ºo. Objetiva dividir as atividades de enfermagem, diariamente, de maneira eq??itativa, entre os elementos da equipe de enfermagem, a fim de garantir que a assist?¬ncia de enfermagem seja prestada e que se evite so- brecarga para alguns funcion?írios e ociosidade para outros. O cronograma ?® a rela?º?úo da ativida- de com a data planejada para execu?º?úo da atividade. A prescri?º?úo ?® uma etapa do processo de enfermagem preconizado na teoria das necessidades humanas b?ísicas.

termina?º?úo do grupo, o desenvolvimento das habilidades e capacidades de seus membros, a qua- lidade de desempenho e a intera?º?úo dos indiv?¡duos do grupo. O grande problema na ado?º?úo do estilo democr?ítico ?® que ocorre a transfer?¬ncia de poder e de influ?¬ncia para outros membros do grupo. Essa equaliza?º?úo de poder ?® amea?ºadora, especialmente para chefes que s?úo t?®cnica ou profissionalmente inseguros e/ou cuja compet?¬ncia profissional ?® inferior ?á de seus subordinados. A lideran?ºa democr?ítica exige seguran?ºa t?®cnica profissional daqueles que dirigem e o compro- misso com os direitos humanos dos membros do grupo, com a qualidade das realiza?º?Áes, em lugar da preocupa?º?úo com o status ou com o pr??prio poder na organiza?º?úo. O l?¡der autocr?ítico explora e estimula a depend?¬ncia mediante a satisfa?º?úo de necessidades evidenciadas pelos lide- rados, a responsabilidade e a criatividade dos membros do grupo. O l?¡der laissez ?® um l?¡der libe- ral, que n?úo tenta avaliar ou regular o curso dos acontecimentos, apenas comenta sobre as ativi- dades dos membros, quando perguntado. Nesse tipo de lideran?ºa, h?í liberdade completa para as decis?Áes grupais ou individuais, com a participa?º?úo m?¡nima do l?¡der.

06. Resposta B Organograma – indica os ??rg?úos por meio de ret?óngulos, e as rela?º?Áes de autoridade por meio de Essas linhas, que ligam os ??rg?úos entre si, indicam as intera?º?Áes formais prescritas. Entretanto, mostram limita?º?Áes na representa?º?úo da estrutura, uma vez que o organograma mostra apenas uma dimens?úo dos muitos tipos de rela?º?úo que existem entre os elementos ou ??rg?úos de uma organiza?º?úo como, por exemplo, n?úo mostrar o grau de autoridade que determinado superior e- ?ë importante a elabora?º?úo do organograma, pois ?® dif?¡cil visualizar a organiza?º?úo como um todo. Da?¡ a necessidade de um gr?ífico que mostra de forma imediata os ??rg?úos componentes da orga- niza?º?úo, o fluxo da autoridade e responsabilidade e as linhas formais de comunica?º?úo.

07. Resposta C O supervisor, antes, visava a obten?º?úo do m?íximo rendimento dos funcion?írios, sendo indiferente ?á necessidade de cada um. Agora, passa a visualizar o ser humano e a se preocupar em compre- end?¬-Io e ajud?í-Io a se desenvolver. Desse modo, ao conceito de supervis?úo foi acrescido o car?í- ter educativo. A fiscaliza?º?úo, utilizada at?® ent?úo como meio para detec?º?úo de erros e puni?º?úo, foi substitu?¡da pelo controle e associada ?á educa?º?úo. A detec?º?úo de erros come?ºou a ser vista como meio para o diagn??stico de situa?º?Áes-problema e para a discuss?úo das solu?º?Áes adequadas.

08. Resposta C A escala di?íria pode ser feita com base no m?®todo de presta?º?úo de cuidados utilizado na unidade. Esses m?®todos podem ser: ? M?®todo funcional – a distribui?º?úo do atendimento, de acordo com as tarefas, a v?írias categori- ? M?®todo integral – um ou mais pacientes a uma enfermeira, que prestar?í cuidados integrais. ? M?®todo do trabalho em equipe – a designa?º?úo de um grupo formado por alguns elementos da equipe de enfermagem, para dar todo o atendimento durante um tempo de servi?ºo.

09. Resposta A Regulamento da organiza?º?úo de sa??de ?® o ato normativo de car?íter est?ível, baixado pela admi- nistra?º?úo superior, que regula e amplifica o estatuto, para caracterizar a organiza?º?úo nos seus aspectos fundamentais. O regulamento cont?®m as diretrizes b?ísicas da organiza?º?úo da sa??de.

A supervis?úo ?® um processo educativo e cont?¡nuo, que consiste fundamentalmente em motivar e orientar os supervisionados na execu?º?úo de atividades com base em normas, a fim de manter elevada a qualidade dos servi?ºos prestados.

15. Resposta D Taylor e seus seguidores tinham como proposta b?ísica o aumento da produ?º?úo pela efici?¬ncia do n?¡vel operacional. Para tanto, preconizavam a divis?úo do trabalho, a especializa?º?úo do oper?írio e a padroniza?º?úo das atividades e tarefas por eles desenvolvidas. Assim, o oper?írio passava a sa- ber cada vez menos do todo que constitu?¡a o seu trabalho, para passar a saber cada vez mais a respeito de cada parte que lhe cabia. Ainda visando o aumento da produ?º?úo, foram realizados estudos de “tempo e movimento que juntamente com a padroniza?º?úo determinavam como fazer a Outro aspecto tamb?®m valorizado pela administra?º?úo cient?¡fica foi o incentivo salarial e o pr?¬mio compat?¡vel ?á produ?º?úo.

16. Resposta C O enfermeiro exerce todas as atividades de enfermagem, cabendo-lhe praticamente, entre outras atividades, o planejamento, a organiza?º?úo, a coordena?º?úo, a execu?º?úo e a avalia?º?úo dos servi?ºos Acredita-se que o planejamento de assist?¬ncia de enfermagem ?® a fun?º?úo que possibilita ao en- fermeiro exercer a administra?º?úo de assist?¬ncia de enfermagem de forma global, coerente e res- pons?ível.

17. Resposta D Teoricamente, a pr?ítica da lideran?ºa na enfermagem n?úo difere, em ess?¬ncia, de outras ?íreas. Assim, o conhecimento de como a lideran?ºa tem sido percebida por administradores, soci??logos e psic??logos pode auxiliar os enfermeiros em sua reflex?úo sobre a viv?¬ncia desses profissionais. Essa reflex?úo permite ao enfermeiro o reconhecimento que lhe d?í condi?º?Áes para propostas alter- nativas e liberdade para a escolha do caminho a ser seguido, atingindo responsabilidade.

18. Resposta B A educa?º?úo do funcion?írio no local de trabalho deve ser um processo que propicie novos conhe- cimentos, que capacite para a execu?º?úo adequada do trabalho e que prepare para futuras oportu- nidades de ascens?úo profissional, dessa maneira objetivando tanto o conhecimento pessoal como o profissional.

19. Resposta D Na enfermagem, s?úo poucos os enfermeiros que n?úo desenvolvem a fun?º?úo de supervis?úo, pois, desde os que prestam cuidados diretos aos pacientes at?® os que chefiam divis?Áes ou servi?ºos de enfermagem, todos, sem maior ou menor complexidade, desenvolvem atividades que visam ao aprimoramento do pessoal de enfermagem e ?á manuten?º?úo de condi?º?Áes necess?írias para a presta?º?úo de uma assist?¬ncia eficiente e eficaz. Esses s?úo os objetivos principais da fun?º?úo de supervis?úo.

De acordo com o art. 11 da Lei 7.498, de 25/06/86, o enfermeiro exerce todas as atividades de enfermagem, cabendo-lhe, privativamente, dire?º?úo do ??rg?úo de enfermagem integrante da estru- tura b?ísica da institui?º?úo de sa??de, p??blica ou privada, e chefia de servi?ºo e da unidade de enfe r- magem.

21. Resposta D Atualmente a enfermagem ?® considerada uma ci?¬ncia, porque baseia-se em princ?¡pios cient?¡ficos. O conhecimento cient?¡fico passa a ser ci?¬ncia quando se organiza num sistema de proposi?º?Áes demonstradas experimentalmente e que se relacionam entre si. O que caracteriza uma ci?¬ncia ?® a A enfermagem, desde seus prim??rdios, vem acumulando um corpo de conhecimento e t?®cnicas emp?¡ricos e hoje desenvolve teorias relacionadas entre si. O objeto da enfermagem ?® o cuidado prestado ao ser humano no atendimento de suas necessidades b?ísicas. E isso a torna, al?®m de uma ci?¬ncia, uma arte, pois demanda sensibilidade para o ato de cuidar.

22. Resposta C O recrutamento funciona como um elo de liga?º?úo entre o ambiente externo e a organiza?º?úo, cons- tituindo o primeiro ponto de contato entre o profissional e a institui?º?úo. Assim, o ponto de partida para iniciar o recrutamento ?® o estabelecimento das caracter?¡sticas necess?írias aos candidatos para que determinados objetivos sejam atingidos. Jessup e Jessup consideram este primeiro pas- so no processo seletivo como o de an?ílise e descri?º?úo das atividades para o exerc?¡cio do cargo ou fun?º?úo vaga.

23. Resposta C An?ílise de diploma e curr?¡culo. Esse m?®todo ?® colocado essencialmente com uma pr?®-sele?º?úo. Nele tamb?®m ?® necess?íria a defini?º?úo de pontas de refer?¬ncias e valores comparativos para a realiza?º?úo de an?ílise. Outro pr?®-requisito ?® apresentar a carteira de registro do COREN.

24. Resposta A Comunica?º?úo Informal. Faz parte do fluxo de comunica?º?úo da organiza?º?úo. Em muitas situa?º?Áes, ?® inevit?ível e incontrol?ível. N?úo apresenta fluxo determinado, pois surge na intera?º?úo entra as pessoas nas diversas oportunidades. Al?®m da comunica?º?úo informal oral, s?úo comuns as expres- s?Áes n?úo-verbais, onde mesmo com a aus?¬ncia da fala h?í transmiss?úo de mensagens. Segundo Megginson, existem basicamente tr?¬s formas: ? Linguagem por sinais: alguns sinais, j?í convencionados mundialmente, substituindo as pala- ? Linguagem por objetos: s?úo os itens f?¡sicos que transmitem alguma mensagem Comunica?º?úo diagonal ?® a que cruza diagonalmente a cadeia de comando de uma organiza?º?úo. Ocorre no relacionamento dos departamentos de linha e de grupos e assessoria, sob a forma de reuni?Áes e relat??rios.

conceituado como “a din?ómica de a?º?Áes sistematizadas e interrelacionadas que visa ?á assist?¬ncia Por?®m as teorias de enfermagem t?¬m sido utilizadas ainda de forma incipiente em nosso meio, e sua contribui?º?úo para a pr?ítica de enfermagem se deve mais aos seus pressupostos filos??ficos, que t?¬m amortecido a assist?¬ncia de enfermagem, do que ?á aplica?º?úo de seus processos na ?¡nte- gra, como vem ocorrendo com a teoria das necessidades humanas de Horta e o autocuidado de Oren.

26. Resposta A Os enfermeiros t?¬m exercido atividades referentes ?á administra?º?úo de materiais em suas unida- des de trabalho, sendo respons?íveis pela previs?úo (ato de prever), provis?úo (fornecimento), orga- Na verdade, tais fun?º?Áes s?úo desempenhadas pelos enfermeiros, devido a estes terem conheci- mentos para administrar esses recursos e por serem coordenadores de todas as atividades exer- O enfermeiro, portanto, coordena as atividades relativas aos materiais, delegando fun?º?Áes de ca- r?íter burocr?ítico para os demais membros da equipe de enfermagem e escritur?írios, tais como: preenchimento de requisi?º?úo de materiais, controle, guarda, solicita?º?úo de conserto e outros.

27. Resposta D Nas institui?º?Áes de sa??de encontramos freq??entemente formas organizacionais burocr?íticas. Os servi?ºos de enfermagem seguem o modelo da institui?º?úo permitindo a visualiza?º?úo, nas estruturas e din?ómicas desses servi?ºos, de propostas burocr?íticas. O pessoal de enfermagem passa a ter caracter?¡sticas profissionais de t?®cnicas especializadas, com comportamentos e posi?º?Áes estrate- gicamente definidas pelo grupo que det?®m o poder na organiza?º?úo. A valoriza?º?úo das normas ?® o enfoque da teoria da burocracia que mais tem influenciado a pr?ítica da enfermagem, influ?¬ncia essa que, na verdade, constitui um dos fatores que t?¬m contribu?¡do para uma pr?ítica administrati- va estanque, baseado em regras e normas absolutas com poucas perspectivas de mudan?ºas. Percebe-se que a administra?º?úo na enfermagem sofre o mal de uma disfun?º?úo da teoria burocr?í- tica.

28. Resposta A ? Conhecimento do sistema como um todo – antecedendo a fase inicial, que ?® a determina?º?úo dos objetivos tendo em vista o prazo desej?ível, o pr?®-requisito ?® partir do conhecimento do ? Determina?º?úo de objetivos – objetivos s?úo resultados futuros que se pretende atingir. S?úo al- vos selecionados que se busca alcan?ºar dentro de um certo espa?ºo de tempo, aplicando-se ? Estabelecimento de prioridades – uma vez determinados os objetivos da organiza?º?úo, com base nas condi?º?Áes ambientais que envolvem e com base no conhecimento das interrela?º?Áes internas entre os sistemas t?®cnico e social que a comp?Áem, ?® a vez de estabelecer as priori- ? Sele?º?úo dos recursos dispon?¡veis – com base nas a?º?Áes consideradas priorit?írias para aten- der metas e objetivos, ?® primordial que se proceda a um levantamento dos recursos que se- ? Estabelecimento do plano operacional – ?® necess?írio estabelecer, de antem?úo, que o plane- jamento pode ser utilizado sob v?írias dimens?Áes. Conforme a urg?¬ncia, estas podem ser ? Planejamento estrat?®gico – Constitui-se de planos de longo alcance, estabelecidos ao n?¡vel

mais global. que visam ?á implanta?º?úo de estrat?®gias que ser?úo executadas e detalhadas ao ? Planejamento t?ítico – constitui-se de planos de m?¡dia abrangentes, de m?®dio alcance, geral- mente do n?¡vel t?®cnico. S?úo mais detalhados, traduzem programas que ser?úo realizados para ? Planejamento operacional – constitui-se plano de curto alcance, tratam de a?º?Áes atuais de institui?º?úo. Basicamente, eles respondem: quem vai fazer o que, quando e onde. ? Desenvolvimento – a fase de desenvolvimento engloba o desenvolvimento do programa, sua ? Essa ?® uma fase que envolver?í coordena?º?úo. Aqui, o tempo e o espa?ºo dispon?¡veis ocupam uma parte importante. ?ë hora de se colocarem em pr?ítica os recursos humanos, f?¡sicos e ma- ? Aperfei?ºoamento – Inclui as fases de avalia?º?úo e replante junto das a?º?Áes desenvolvidas ap??s ter sido implementado o plano. Deve ocorrer como um processo permanente e cont?¡nuo, pa- ralelamente a cada uma das fases.

29. Resposta D O custo hospitalar tem aumentado consideravelmente devido ?á complexibilidade de transmitirmos os procedimentos realizados pelos t?®cnicos da ?írea de sa??de em suas especialidades, exigindo O produto final das institui?º?Áes de sa??de ?® a presta?º?úo de servi?ºos de sa??de aos clientes que Considerando-se esses fatores, pode-se dizer que a administra?º?úo dos recursos materiais nas institui?º?Áes de sa??de tem como objetivo coordenar todas as atividades necess?írias para garantir o suprimento de todas as ?íreas da organiza?º?úo, ao menor custo poss?¡vel e de maneira que a pres- ta?º?úo de seus servi?ºos n?úo sofra interrup?º?Áes prejudiciais aos clientes.

30. Resposta B Os servi?ºos que mais utilizam a ?írea de recursos materiais nas institui?º?Áes hospitalares s?úo: nu- A enfermagem vem se tornando um grande usu?írio do servi?ºo de materiais nas institui?º?Áes de sa??de, devido ao n??mero crescente de procedimento que exigem o uso de materiais espec?¡ficos. Portanto, os enfermeiros t?¬m exercitado atividades referentes ?á administra?º?úo de materiais em suas unidades de trabalho.

31. Resposta E As normas e os princ?¡pios aplicados nos cuidados com a unidade do paciente visam, principal- mente, ?á preven?º?úo de infec?º?úo, como ?® o caso da limpeza di?íria, limpeza geral e uso de t?®cnicas ass?®pticas nos procedimentos.

32. Resposta A O relat??rio de enfermagem deve mostrar um registro claro e conciso das condi?º?Áes do paciente, do tratamento que ele recebe e das rea?º?Áes ao tratamento. As anota?º?Áes devem ser claras e inte- ligentemente formuladas, escritas com letra leg?¡vel, a fim de facilitar a leitura pelos outros mem- bros da equipe de sa??de. S?? assim haver?í uma boa comunica?º?úo da assist?¬ncia de enfermagem.

Quanto ?á economia de tempo, esfor?ºo e material, a enfermagem deve: ? Planejar o trabalho de modo a evitar idas e vindas desnecess?írias; ? Observar os princ?¡pios de boa postura, n?úo s?? em rela?º?úo ao doente, como ao enfermeiro.

34. Resposta D A previs?úo dos materiais se baseia em um levantamento das necessidades da unidade de enfer- N?úo h?í uma f??rmula matem?ítica j?í estabelecida para se fazer o c?ílculo do material necess?írio. Existem alguns c?ílculos bastante complexos para a previs?úo de grandes quantidades, que s?úo aplicados nos almoxarifados. Portanto, para se fazer uma previs?úo, deve-se realizar o diagn??stico situacional da unidade em rela?º?úo ?ás quantidades e ?ás especificidades.

35. Resposta B Os conhecimentos s?úo as informa?º?Áes verbais e as t?®cnicas que o funcion?írio deve dominar para pertencer, por exemplo, ?á equipe de enfermagem. As habilidades compreendem o saber fazer e Os processos de desenvolvimento de equipes visam proporcionar a um grupo de funcion?írios a aquisi?º?úo de conhecimentos, habilidades e atividades de seu desenvolvimento para prestar me- lhor assist?¬ncia aos pacientes. Esta atribui?º?úo ?® privativa do enfermeiro, o que significa que n?úo pode ser delegada a outro profissional. Vide decreto 94.406, de 08/06/87, art. 8??, I, C. A avalia?º?úo da assist?¬ncia de enfermagem ?® imprescind?¡vel para a melhoria e qualidade na pres- ta?º?úo da assist?¬ncia. Deve ser realizada continuamente para oferecer subs?¡dios ao planejamento da assist?¬ncia de enfermagem.

36. Resposta D A posi?º?úo ocupada na escala hier?írquica do servi?ºo na enfermagem evidencia a import?óncia do servi?ºo na institui?º?úo. Assim, quanto mais importante for considerado o SE para o alcance dos objetivos da institui?º?úo, mais alto ser?í o escal?úo administrativo a que estar?í subordinado. A posi- ?º?úo hier?írquica normalmente determina tamb?®m o grau de autoridade e influ?¬ncia, o status e a remunera?º?úo do ocupante do cargo.

37. Resposta B A supervis?úo vem sendo caracterizada como uma fun?º?úo administrativa que envolve um processo de orienta?º?úo cont?¡nua de pessoal com a finalidade de desenvolv?¬-Io e capacit?í-Io para o servi?ºo.

38. Resposta A ?ë importante a elabora?º?úo do organograma, pois ?® dif?¡cil visualizar a organiza?º?úo como um todo, surgindo assim a necessidade de um gr?ífico que mostre de forma imediata os ??rg?úos componen- tes da institui?º?úo, o fluxo de autoridade e responsabilidade e as linhas formais de comunica?º?úo.

? Discuss?úo das convic?º?Áes, valores e objetivos ao servi?ºo de enfermagem; ? Planejamento e desenvolvimento das a?º?Áes de enfermagem segundo os crit?®rios e as priori- ? Previs?úo e provimento de recursos humanos, materiais, f?¡sicos e or?ºament?írios necess?írios ? Identifica?º?úo das necessidades de orienta?º?úo e treinamento dos funcion?írios; ? Orienta?º?úo e avalia?º?úo dos funcion?írios durante a execu?º?úo das atividades; ? Planejamento, execu?º?úo e avalia?º?úo de normas, procedimentos, rotinas e manual de servi?ºos ? Promo?º?úo de integra?º?úo do pessoal de enfermagem e manuten?º?úo de estrat?®gias para sua ? Estabelecimento, utiliza?º?úo e avalia?º?úo de m?®todos de trabalho.

40. Resposta E O conhecimento do perfil da clientela ?® de fundamental import?óncia para o levantamento das ne- cessidades da assist?¬ncia de enfermagem a serem prestadas, auxiliando na escolha do m?®todo assistencial.

41. Resposta E A enfermeira e sua equipe (auxiliares e t?®cnicos de enfermagem) assistem o cliente durante a maior parte do per?¡odo, tanto no ambulat??rio como na unidade de interna?º?úo. Cabe, portanto, a todos a tarefa de transmitir, atrav?®s das anota?º?Áes de enfermagem no prontu?írio, os dados ref e- rentes ?á evolu?º?úo do seu estado, sinais, sintomas e ?ás rea?º?Áes durante a interna?º?úo hospitalar ou tratamento ambulatorial.

Enfermagem em Sa??de P??blica 01. A vigil?óncia epidemiol??gica tem como princi- pal finalidade: A. Tratar os casos de doen?ºas que acometem os trabalhadores locais B. Promover reciclagem dos profissionais que atuam na imuniza?º?úo C. Promover medidas que incentivem a boa cobertura vacinal D. Fazer distribui?º?úo dos medicamentos dos programas de tuberculose e hansen?¡ase E. Desenvolver a?º?Áes para evitar o surgimento e a dissemina?º?úo de doen?ºas infectoparasi- t?írias

02. A vacina contra o sarampo deve ser adminis- trada a partir dos: A. 3 meses B. 5 meses C. 6 meses D. 9 meses E. 12 meses

03. Segundo a Organiza?º?úo Mundial de Sa??de (OMS), define-se sa??de como: A. Completo estado de sa??de mental B. Estado de completo bem-estar f?¡sico, mental e social C. Aus?¬ncia de doen?ºas ou enfermidades D. Presta?º?úo global de assist?¬ncia ao doente acamado E. Direito de todas as ra?ºas, independente de sexo, religi?úo ou cor

04. Com a simples medida de introdu?º?úo de ?ígua de rede de abastecimento, ocorre a imediata me- lhora do seguinte indicador de sa??de: A. Mortalidade materna B. Morbidade por sarampo C. Mortalidade infantil D. Letalidade por hansen?¡ase E. Morbidade por difteria

05. Tendo em vista a interrup?º?úo da hist??ria natural de um agravo ?á sa??de, a vacina?º?úo da popula?º?úo infantil ?® a atividade denomi- nada: A. Prote?º?úo espec?¡fica B. Promo?º?úo da sa??de C. Assist?¬ncia secund?íria D. Controle epidemiol??gico E. Preven?º?úo terci?íria

06. Os soros podem ser usados com finali- dade profil?ítica e devem ser administrados o mais precocemente poss?¡vel, ap??s a ex- posi?º?úo de pessoas suscet?¡veis a determi- nados agentes infecciosos. A administra?º?úo dos soros caracteriza imuniza?º?úo: A. Artificial B. Passiva C. Ativa D. Total E. Natural

07. A c??lera ?® uma doen?ºa bacteriana, cujo per?¡odo de incuba?º?úo ?® de 1 a 5 dias e seu reservat??rio comum ?® o homem. Sua transmiss?úo se d?í pela: A. ?ügua, urina de rato e alimentos conta- minados B. ?ügua, alimentos contaminados e fezes dos portadores da doen?ºa C. Urina de rato, ?ígua e fezes dos porta- dores da doen?ºa D. Urina de rato, fezes dos portadores da doen?ºa e alimentos contaminados E. Picada de insetos do g?¬nero Anophe- les

terapia antituberculose devem ser administradas em uma s?? ingest?úo, de acordo com o seguinte esquema: A. Diariamente e, de prefer?¬ncia, em jejum B. Em dias alternados e, de prefer?¬ncia, ?á noite C. Diariamente e, de prefer?¬ncia, ?á noite D. Em dias alternados e, de prefer?¬ncia, em jejum E. Uma vez por semana

09. A vacina?º?úo contra a febre amarela ?® indica- da para: A. Tabagistas, etilistas sociais e pessoas se- dent?írias B. Viajantes para ?íreas end?¬micas C. Crian?ºas menores de 3 meses D. Todos os maiores de 60 anos E. Toda pessoa que apresenta icter?¡cia

10. Qual o principal transmissor da febre amarela A. Barbeiro B. Pernilongo vulgaris C. Toxoplasma gondii D. Aedes aegypti E. Pernilongo tropical/silvestre

11. No controle da dengue ?® indispens?ível ?á atu- a?º?úo no n?¡vel: A. Dos roedores B. De meio ambiente C. Individual D. De vertebrados E. Coletivos

12. A associa?º?úo de desnutri?º?úo com a ocorr?¬n- cia de doen?ºas infecto-contagiosas na inf?óncia aumenta a sua gravidade. Uma doen?ºa que con- firma tal caso ?®:

342 A. Pitir?¡ase versicolor B. Exantema s??bito C. Pediculose D. Escabiose E. Sarampo

13. A sa??de como “direito de todos e dever do estado” tem sua base legal sustentada pelos seguintes atos: A. Parecer 163/82 e Resolu?º?úo 04/72 B. Lei 2.604/55 e Decreto-lei 50.387/61 C. Lei 7.498/86 e Decreto-lei 94.406/87 D. Constitui?º?úo Federal /88 e Lei 8.080/90 E. Parecer 271/62 e portaria ministerial de 04/ 12

14. Das doen?ºas a seguir relacionadas, aquela que se inclui entre as doen?ºas pro- fissionais ?®: A. Nefrite B. Hepatite C. Poliomielite D. Tenossinovite E. Encefalite

15. A percep?º?úo da sa??de como direito de cidadania ?® um dado novo na hist??ria da pol?¡tica social brasileira. Nesse contexto, a no?º?úo de sa??de tende a ser percebida co- mo: A. Conjunto de condi?º?Áes coletivas de exist?¬ncia com qualidade de vida B. Express?úo de decis?úo e gest?úo exclu- siva do Estado C. Vis?úo medicalizada da sa??de de forma globalizada D. Compreens?úo da sa??de como um es- tado biol??gico E. Estado de aus?¬ncia de enfermidade

A. Manchas de Koplik e tosse B. Febre e erup?º?úo papular C. Diarr?®ia e coriza D. Conjuntivite e diarr?®ia E. Pneumonia e otite m?®dia

17. O agente etiol??gico da doen?ºa de Chagas ?®: A. Echinococcus granulosus B. Plasmodium vivax C. Schistosoma mansoni D. Treponema pallidum E. Trypanosoma cruzi

18. No contexto do sistema de vigil?óncia, a inves- tiga?º?úo epidemiol??gica tem por finalidade: A. Detectar fontes de infec?º?úo B. Avaliar comportamento end?¬mico de doen- ?ºas na popula?º?úo C. Fazer um estudo de amostras destinado a consolidar dados D. Apoiar os meios de comunica?º?úo E. Inferenciar caracter?¡sticas dos casos

19. De acordo com as propostas da 8?¬ Confer?¬n- cia Nacional de Sa??de (CNS), o sistema p??blico de presta?º?úo de servi?ºos de sa??de dever?í dar atendimento: A. A n?¡vel prim?írio a toda popula?º?úo carente B. A n?¡vel secund?írio a toda popula?º?úo, inde- pendente da classe econ??mica C. Em todos os n?¡veis (prim?írio, secund?írio, terci?írio) a toda popula?º?úo D. Dar atendimento em n?¡vel terci?írio a 2% da popula?º?úo E. Apenas no n?¡vel terci?írio

20. Nos caminhos do direito ?á sa??de, o movimen- to que assegurou a universaliza?º?úo do acesso aos servi?ºos de sa??de, a integra?º?úo das a?º?Áes e a unifica?º?úo dos servi?ºos concretizaram-se atra- v?®s: A. Sistema ?Ünico de Sa??de – SUS B. A?º?Áes Integradas de Sa??de – AIS C. Sistema ?Ünico Descentralizado da Sa- ??de – SUDS D. Programa Nacional de Servi?ºos B?ísi- cos da Sa??de – PREV-Sa??de E. Conselho Nacional de Administra?º?úo da Sa??de Previdenci?íria – CONASP

21. Fazem parte da doutrina do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS), exceto: A. Centraliza?º?úo B. Universalidade C. Eq??idade D. Integralidade E. Todas as alternativas anteriores

22. Ano em que foi criado pelo Minist?®rio da Sa??de o programa nacional de imuniza?º?Áes (PNI), que teve como prioridade o controle da poliomielite, sarampo, difteria, t?®tano, coqueluche e, subsidiariamente, tuberculo- se: A. 1972 B. 1973 C. 1975 D. 1978 E. 1980

E. Suplementa?º?úo dos custos dos servi?ºos prestados 24. A eq??idade, um dos princ?¡pios do SUS, ainda ?® uma meta distante no nosso sistema de sa??de devido ?á (ao): A. Dificuldade de acesso da maioria da popula- ?º?úo aos servi?ºos de sa??de B. Dif?¡cil acesso de cidad?úos de ra?ºa negra ?á aten?º?úo ?á sa??de C. Oferta generalizada de servi?ºos de aten?º?úo prim?írio D. Acesso desigual a medicamentos para tra- tamento E. Acesso amplo a pr?íticas preventivas de sa??- de

25. A ocorr?¬ncia epid?¬mica restrita a um espa?ºo extremamente delimitado, como um col?®gio ou um quartel, ?® considerada: A. Surto end?¬mico B. Surto epid?¬mico C. Epidemia regional D. Surto regional E. Surto sazonal

26. Os principais sintomas da mal?íria s?úo: A. Febre, dores pelo corpo, diarr?®ia, falta de apetite e tonteira B. Falta de apetite, sensa?º?úo de cansa?ºo, rigi- dez de nuca e tremores C. Dor abdominal, diarr?®ia, pet?®quias, tremores e sensa?º?úo de cansa?ºo D. Dor de cabe?ºa, convuls?Áes, sialorr?®ia e pe- t?®quias E. Tremores, falta de apetite, sensa?º?úo de can- sa?ºo e pet?®quias

27. A mal?íria ?® uma doen?ºa grave provocada por protozo?írios do g?¬nero Plasmodium que pene- tram no homem pela picada de mosquitos infec- tados do g?¬nero Anopheles, sendo sua forma mais grave provocada pelo g?¬nero: 344 A. P. falciparum B. P. vivax C. P. malariae D. P. ovale E. P. hominins

28. Em vacina?º?úo de rotina na Unidade Sanit?íria, as situa?º?Áes que contra-indicam temporariamente a aplica?º?úo de vacina em crian?ºa ?® a utiliza?º?úo de corticoster??ides ou: A. Interrup?º?úo do esquema de vacina?º?úo B. Temperatura acima de 38??C C. Ocorr?¬ncia anterior da doen?ºa D. Rea?º?úo intensa ?á vacina?º?úo pr?®via E. Apresenta?º?úo de estado gripal

29. De acordo com o calend?írio de imuni- za?º?Áes, a partir de que idade uma crian?ºa deve ser vacinada contra o sarampo e qual a via de administra?º?úo?

A. Ao nascer, via IM B. Aos 4 anos, via subcut?ónea C. Aos 4 meses, via IM D. Aos 12 meses, via subcut?ónea E. Aos 9 meses, via IM

30. O controle de diurese ?® um dos cuida- dos de enfermagem indicados nos casos de cliente com: A. Leishmaniose B. Leptospirose C. Salmonelose D. Mononucleose E. Paracoccidioidomicose

C. Pielonefrite cr??nica D. Perfura?º?úo intestinal E. Miocardite bacteriana

32. A epidemiologia pode ser definida como: A. Ci?¬ncia que estuda a rela?º?úo sa??de-doen?ºa em uma comunidade, analisando a distribui- ?º?úo e os fatores determinantes dos agravos ?á sa??de B. Ci?¬ncia que estuda a mortalidade e sua rela- ?º?úo com as zoonoses C. Servi?ºo ambulatorial que fiscaliza e determi- na as vacinas que devem ser aplicadas no esquema b?ísico D. Estudo das morbidades e mortalidades evi- denciadas no momento de uma comunidade E. Pr?ítica de sa??de p??blica em que os profis- sionais fiscalizam as condi?º?Áes sociais e ambientais da popula?º?úo

33. Em uma localidade afastada do centro da cidade, n?úo se faz a coleta do lixo. Visitando a comunidade, um agente de sa??de p??blica expli- cou a melhor maneira de eliminar o problema, para n?úo haver propaga?º?úo de doen?ºas, nem polui?º?úo do ambiente. Tal agente sugeriu que essa comunidade procedesse, com o lixo, da seguinte maneira: A. Queimando-o na rua B. Despejando-o no rio C. Embrulhando-o em jornal D. Enterrando-o no quintal E. Espalhando-o em um val?úo

34. O C??digo de ?ëtica dos Profissionais de En- fermagem foi aprovado pela Resolu?º?úo: A. COFEN 51, de 24/03/71 B. COFEN 159, de 19/04/93 C. COFEN 160, de 12/05/93 D. COFEN 173, de 21/06/94 E. COFEN 189, de 25/03/96 35. Nas viroses eruptivas, aquela que se caracteriza pelas manchas de Koplik ?®: A. Meningite B. Hepatite C. Rub?®ola D. Sarampo E. Parvovirose

36. A tuberculose ?® considerada um pro- blema de sa??de p??blica, pois: A. Ainda ?® muito freq??ente no Brasil e ?® uma doen?ºa contagiosa B. Apresenta distribui?º?úo uniforme pelo Brasil C. Tem alta incid?¬ncia nas camadas mais abastadas D. ?ë tratada somente pela rede p??blica de sa??de E. N?úo possui tratamento medicamentoso

37. O HIV, agente etiol??gico da AIDS, ?® usualmente transmitido por quaisquer mei- os que incluam contato com esperma e sangue. Outro mecanismo de transmiss?úo da referida doen?ºa ?®: A. Atrav?®s de artr??podes B. Pela ingest?úo de ?ígua contaminada C. Atrav?®s da conviv?¬ncia habitacional D. Da m?úe para o filho durante a gravidez E. Pela ingest?úo de alimentos contamina- dos

38. Uma das doen?ºas cuja vacina?º?úo no primeiro ano de vida est?í indicada pelo Programa Nacional de Imuniza?º?úo (PNI): A. Tifo B. T?®tano C. Mal?íria D. Meningite E. HIV

despejadas na rede de esgoto, dever?úo sofrer o seguinte processo de inativa?º?úo: A. Exposi?º?úo ?á luz solar por 2 horas B. Autoclava?º?úo a 125??C C. Congelamento a -1??C D. Ebuli?º?úo por 10 minutos E. N?úo ?® necess?íria inativa?º?úo

40. O trabalho de um enfermeiro na preven?º?úo da infec?º?úo hospitalar p??s-operat??ria deve base- ar-se na classifica?º?úo das cirurgias pelo potencial de contamina?º?úo. De acordo com esta classifica- ?º?úo, s?úo consideradas opera?º?Áes contaminadas: A. Cirurgias de reto e ?ónus com pus B. Feridas traum?íticas limpas C. Histerectomias abdominais D. Cirurgia de catarata E. Neurocirurgia

41. A coqueluche ?® uma doen?ºa infecciosa aguda bacteriana comum na inf?óncia e altamente conta- giosa. O per?¡odo de incuba?º?úo ?®, em m?®dia, de: A. 1 dia B. 2 dias C. 3 dias D. 5 dias E. 7 dias

42. Raiva ou hidrofobia ?® uma doen?ºa fatal, cujo v?¡rus ?® tamb?®m encontrado em mam?¡feros selva- gens ou dom?®sticos, como o c?úo e o gato. Esse v?¡rus, quando presente na saliva dos animais contaminados, pode penetrar no organismo do homem e se instalar no sistema: A. Nervoso B. Urin?í rio C. Digestivo D. Circulat??rio E. Muscular

346 43. A s?¡filis cong?¬nita ?® uma doen?ºa infec- ciosa transmitida ao feto pela gestante in- fectada pelo: A. Toxoplasma gondii B. Trypanosoma cruzi C. Treponema pallidum D. Trichomonas vaginalis E. Plasmodium vivax

44. Na profilaxia da poliomielite, a via de administra?º?úo da vacina Sabin ?®: A. Oral B. Intramuscular C. Intrad?®rmica D. Endovenosa E. Intra-articular

45. O t?®tano neonatal ainda tem sido causa de mortalidade infantil. Para se evitar esta doen?ºa em rec?®m-natos, recomenda-se aplicar vacina antitet?ónica em: A. Meninos com idade entre 7 e 18 anos de idade B. Mulheres a partir do quinto m?¬s de gravidez C. Crian?ºas a partir do terceiro dia de vida D. Crian?ºas a partir do segundo m?¬s de vida E. Adultos rec?®m-acidentados

46. A raiva humana ?® uma doen?ºa que ma- ta em 100% dos casos. Por isso, a principal medida preventiva que promove maior se- guran?ºa ?ás pessoas ?®:

E. Uso de morda?ºa nos animais 47. Num exame da cavidade oral, observou-se a presen?ºa de placa branco-acinzentada, ocupan- do as am?¡gdalas e ?íreas da faringe. Diante deste quadro, podemos suspeitar de: A. Angina de Ludwig B. Gonococcia C. Difteria D. Sarampo E. S?¡filis

48. Crian?ºa, 6 meses, foi levada pelos pais ?á uni- dade de sa??de com queixa de pouca urina na fralda. Ao exame f?¡sico apresenta-se emagrecida, fontanela deprimida e olhos encovados. Os pais relatam diarr?®ia e informam morar em uma ?írea sem rede de esgoto. Em cima dos sinais e sinto- mas o lactente apresenta-se com: A. Verminose B. Desidrata?º?úo C. Infec?º?úo urin?íria D. Infec?º?úo respirat??ria E. Meningite

49. A vacina BCG tem comprovado a sua efic?ícia no combate ?á meningite tuberculosa. Entretanto, ela n?úo ?® recomendada ?ás crian?ºas na seguinte condi?º?úo: A. Menores de 1 m?¬s B. Em uso de aspirina e vitaminas C. Com peso inferior a 2.000 gramas D. Com resultado de PPD n?úo reator E. Imunizadas no mesmo dia com anti-sarampo

50. A vacina tr?¡plice (DTP) ?® aplicada no primeiro ano de vida em 3 doses. A dose de refor?ºo deve- r?í ser dada: A. Um ano ap??s a aplica?º?úo da primeira dose B. Um ano ap??s a aplica?º?úo da terceira dose C. Seis meses ap??s a aplica?º?úo da terceira do- se D. Tr?¬s meses ap??s a aplica?º?úo da tercei- ra dose E. Dois anos ap??s a aplica?º?úo da primeira dose

51. O per?¡odo de incuba?º?úo da difteria, em dias, varia em torno de: A. 2 a 5 B. 5 a g C. ga12 D. 2a15 E. 15 a 21

52. Na profilaxia da coqueluche, a via de administra?º?úo da vacina ?®: A. Subcut?ónea B. Intravenosa C. Intrad?®rmica D. Intramuscular E. Oral

53. O calend?írio vacinal no munic?¡pio do Rio de Janeiro est?í incluindo a vacina con- tra hepatite B imediatamente ap??s o nasci- mento. O local de aplica?º?úo nos rec?®m- nascidos ?® no m??sculo denominado: A. Vasto lateral B. Gl??teo c. Delt??ide C. Quadr?¡ceps D. Gastrocn?¬mio

54. A vacina antip??lio oral, para ter efic?ícia, deve ser conservada, a n?¡vel local, numa temperatura entre: A. + 8?? e + 10??C B. + 2?? e + 8?? C C. ÔÇô 2?? e – 4??C D. ÔÇô 4?? e ÔÇô 8?? C E. 0?? e + 2??C

nema pallidum denomina-se: A. Cancro mole B. S?¡filis C. Linfogranuloma ven?®reo D. Donovanose E. Gardenerella vaginalis

56. Cancro mole ?® uma afec?º?úo puramente de transmiss?úo sexual. O seu agente etiol??gico ?® um pequeno cocobacilo Gram-negativo, denominado: A. Treponema pallidum B. Gardenerella vaginalis C. C?óndida albicans D. Haemophillus ducreyi E. Trichomonas vaginalis

57. A disenteria bacilar tem como agente etiol??gi- co a: A. Salmonella B. Taenia C. Ancylostoma D. Shigella E. Campylobacter

58. O nome mais antigo e vulgar da hansen?¡ase ?®: A. Lepra B. Gripe C. Tuberculose D. Tifo E. Mal?íria

59. O sarampo ?® uma doen?ºa exantem?ítica agu- da de etiologia vir??tica e muito contagiosa. Sua transmissibilidade se d?í por: A. Fezes e urina B. Sangue e l?¡quor C. Erup?º?Áes cut?óneas 348 D. Escama?º?úo de pele E. Secre?º?Áes do nariz e garganta

60. A leptospirose ?® uma doen?ºa infecto- contagiosa causada pela Leptospira inter- rogans. A transmiss?úo desse microrganis- mo se d?í pela(o): A. Secre?º?úo B. Saliva C. Sangue D. Fezes E. Urina

61. Os menores agentes patog?¬nicos s?úo denominados: A. Protozo?írios B. Metazo?írios C. Bact?®rias D. V?¡rus E. Fungos

62. A enfermidade transmitida pelo mosqui- to Aedes aegypti ?®: A. Febre amarela B. Blastomicose C. Tifo D. Hepatite E. Dengue

D. Coleta de duas amostras de sangue com intervalo de 24 horas E. Isolamento por 40 dias, para eliminar a ca- pacidade viral do agente

64. O terremoto na Cidade do M?®xico provocou grandes danos materiais e humanos. Preocupa- dos com o rompimento das tubula?º?Áes de ?ígua e esgoto, os governantes recomendaram que a popula?º?úo fervesse a ?ígua, como medida sim- ples e eficiente para se prevenir, principalmente, contra: A. T?®tano B. Sarampo C. Meningite D. Tuberculose E. Febre tif??ide

65. O sistema de defesa que o organismo utiliza para impedir a invas?úo ou multiplica?º?úo de agen- te infeccioso denomina-se: A. Reserva B. Resist?¬ncia C. Imunidade D. Patogenicidade E. Complemento

66. Para evitar o risco de comunica?º?úo da ?ígua, o po?ºo deve distar cerca de 15 metros da fossa e se localizar: A. Em plano mais baixo B. Em plano mais alto C. No mesmo plano D. Em qualquer plano E. Nenhuma das alternativas anteriores

67. As medidas de saneamento b?ísico favore- cem a sa??de do homem, proporcionando: A. Remo?º?úo adequada dos dejetos B. Remo?º?úo do lixo C. Tratamento do lixo D. Fornecimento de ?ígua tratada E. Todas est?úo corretas 68. O paciente portador de meningite me- ningoc??cica deve permanecer em isola- mento do tipo: A. Contato B. Digestivo C. Respirat??rio D. Protetor E. Total

69. Os portadores cr??nicos de febre tif??ide eliminam bact?®rias do g?¬nero Salmonella por via: A. Urin?íria B. Digestiva C. Respirat??ria D. Lacrimal E. Todas est?úo corretas

70. O bacilo de Koch causa a: A. Hansen?¡ase B. Tuberculose C. Difteria D. Coqueluche E. Febre tif??ide

71. H?í suspeita de poliomielite quando o- corre: A. Paralisia geral da musculatura volunt?í- ria B. Paralisia geral da musculatura involun- t?íria C. Paralisia fl?ícida de in?¡cio s??bito D. Paralisia dos movimentos respirat??rios E. Os itens A e B est?úo corretos e C erra- do

contra determinado agente patog?¬nico ?® conhe- cido por: A. Suscet?¡vel B. Comunicante C. Contato D. M??rbido E. Infectado

73. A presen?ºa, no meio ambiente, de elementos que prejudicam a sa??de da comunidade, deno- mina-se: A. Ecologia B. Revolu?º?úo industrial C. Polui?º?úo D. Topografia E. Geografia

74. A lavagem das m?úos antes das refei?º?Áes e a ingest?úo de ?ígua filtrada pelas crian?ºas s?úo ori- enta?º?Áes importantes que o enfermeiro dever?í dar ?ás m?úes, com vistas ?á profilaxia da: A. Ascarid?¡ase B. Var?¡ola C. Tuberculose D. Ten?¡ase E. Mononucleose

75. A sigla BCG significa: A. Boa Carga Gen?®tica B. Bacilo de Calmette-Gu?®rin C. Bacilo de Carlos Guerra D. Bacilo de Conduta Gen?®tica

76. A vacina aplicada nos postos de sa??de, aos c?úes e gatos, tem por finalidade prevenir a: A. Bouba B. Toxoplasmose C. Raiva 350 D. Gripe E. ?Ülcera

77. A vacina que rotineiramente se aplica no per?¡odo pr?®-natal ?®: A. BCG B. Tr?¡plice viral C. Tr?¡plice bacteriana D. Antitet?ónica E. Febre amarela

78. S?úo doen?ºas causadas por bact?®rias: A. Rub?®ola, t?®tano, s?¡filis B. Sarampo, caxumba, varicela C. Poliomielite, t?®tano, pneumonia D. T?®tano, s?¡filis, gonorr?®ia E. T?®tano, var?¡ola, varicela

79. Na visita domiciliar o (a) visitador(a) deve: A. Limitar-se ao atendimento que foi soli- citado B. Seguir corretamente o planejamento que foi elaborado C. Atender ?ás necessidades observadas na fam?¡lia D. Improvisar a sua atua?º?úo E. Nenhuma das alternativas anteriores

Io apropriado ao consumo ?® chamado de: A. Congela?º?úo B. Pasteuriza?º?úo C. Esteriliza?º?úo D. Desinfec?º?úo E. Calcina?º?úo

82. A ocorr?¬ncia habitual de uma doen?ºa ou a presen?ºa permanente de um agente infeccioso em determinada ?írea geogr?ífica ?® denominada: A. Epidemia B. Surto C. Endemia D. Infesta?º?úo E. Pandemia

83. A vacina tr?¡plice bacteriana imuniza contra as seguintes doen?ºas: A. Rub?®ola, t?®tano, tifo B. Var?¡ola, rub?®ola, difteria C. T?®tano, coqueluche, difteria D. Sarampo, poliomielite, tifo E. Poliomielite, sarampo, coqueluche

84. Dentre as doen?ºas transmitidas pelos roedo- res destaca-se: A. Hepatite B. Mal?íria C. T?®tano

85. S?úo vetores na transmiss?úo da febre tif??ide: A. Percevejos B. Mosquitos C. Morcegos D. Moscas E. Barbeiros 86. A ancilostom?¡ase ?® causada pelo se- guinte agente: A. Strongyloides stercoralis B. Wuchereria bancrofti C. Ascaris lumbricoides D. Necator americanus E. Heterophyes heterophyes

87. Saneamento b?ísico, educa?º?úo sanit?í- ria, fervura e/ou filtragem da ?ígua e prote- ?º?úo dos alimentos contra as moscas, entre outros, s?úo cuidados b?ísicos na preven?º?úo da: A. Ameb?¡ase B. Herpes simples C. Gripe D. Toxoplasmose E. Ceratoconjuntivite

88. A sarna ?® uma infesta?º?úo cut?ónea e o seu sinal cl?íssico ?® o intenso prurido que ocorre principalmente ?á noite devido ao aumento de temperatura corporal. O ?ícaro respons?ível por esta infec?º?úo ?® o: A. Pediculus capitis B. Cimex hemipterus C. Phthirus pubis D. Sarcoptes scabiei E. Panstrongylus megistus

89. O hospedeiro intermedi?írio da Taenia solium ?® o: A. Boi B. Porco C. Homem D. Carneiro

B. 7 a 10 dias C. 12 a 15 dias D. 17 a 20 dias E. 22 a 25 dias

91. O trismo e riso sard??nico s?úo caracter?¡sticas do indiv?¡duo com: A. Meningite B. T?®tano C. Difteria D. Raiva E. Poliomielite

92. As doen?ºas sexualmente transmiss?¡veis s?úo mais comuns nos adultos. Assinale o item que s?? cont?®m essas doen?ºas: A. S?¡filis, gonorr?®ia e cancro mole B. S?¡filis, blenorragia e sarampo C. Sarampo, AIDS e s?¡filis D. S?¡filis, blenorragia e tuberculose E. AIDS, s?¡filis e hansen?¡ase

93. A vacina oral contra a poliomielite ?® do tipo: A. Cultura de bacilo B. V?¡rus selvagens C. V?¡rus atenuado D. Neurotoxinas E. Toxinas

94. A asbestose ?® uma pneumopatia relacionada ?á exposi?º?úo ?á seguinte subst?óncia: A. Chumbo B. Benzeno C. Amianto D. Merc??rio E. Cloro

352 95. S?úo doen?ºas que exigem isolamento respirat??rio, exceto: A. Meningococcemia B. Rub?®ola C. Sarampo D. Tuberculose pulmonar com escarro positivo E. Estafilococcia

96. Numa comunidade fechada, o lixo con- siderado s?®ptico deve passar por um pro- cesso de: A. Incinera?º?úo B. Enterramento C. Desinfec?º?úo D. Desinfesta?º?úo E. Esteriliza?º?úo

97. O per?¡odo de incuba?º?úo da blenorragia varia em torno de: A. 1 a 2 dias B. 3 a 8 dias C. 10 a 20 dias D. 20 a 30 dias E. 45 a 60 dias

98. Um cuidado importante na administra- ?º?úo do soro antitet?ónico (SAT), em paciente portador de t?®tano, ?®: A. Usar seringa de tuberculina B. Realizar teste de sensibilidade C. Aplicar o soro fracionado D. Aplicar medica?º?úo miorrelaxante

D. Swab E. Guerreiro-Machado 100. A meningite dos tipos meningoc??cica e me- ningococcemia ?® uma doen?ºa contagiosa, cuja transmiss?úo se faz mais freq??entemente atrav?®s: A. De got?¡culas de muco e saliva B. De seringas mal esterilizadas C. De objetos contaminados D. De fezes e urina do doente E. Todas est?úo corretas

101. O botulismo ?® uma: A. Endemia B. Incuba?º?úo C. Intoxica?º?úo D. Infesta?º?úo E. Epidemia

102. A tuberculose transmite-se atrav?®s de: A. Contato direto com o paciente em qualquer fase da doen?ºa B. Contato indireto com utens?¡lios dom?®sticos utilizados pelo paciente C. Ingest?úo de ?ígua e alimentos contaminados por secre?º?úo D. Got?¡culas de Fl??gge de paciente bacil?¡fero positivo E. Conviv?¬ncia prolongada com indiv?¡duo tu- berculoso

103. A cicatriz vacinal da BCG evolui na seguinte ordem: A. Crosta, p??stula, p?ípula, ves?¡cula e m?ícula B. M?ícula, p?ípula, ves?¡cula, p??stula e crosta C. M?ícula, p?ípula, crosta, ves?¡cula e p??stula D. P?ípula, m?ícula, p??stula, crosta e ves?¡cula E. Ves?¡cula, crosta, p?ípula, p??stula e m?ícula 104. Dentre as a?º?Áes profil?íticas contra a mal?íria, destaca-se a seguinte medida: A. Combate a ratos B. Incinera?º?úo do lixo C. Destrui?º?úo dos mosquitos D. Extermina?º?úo dos mosquitos E. Dedetiza?º?úo contra baratas

105. Cardiopatia, cegueira e aborto podem ser atribu?¡dos ao fato de ter sido a mulher gr?ívida acometida de: A. Varicela B. Hepatite C. Rub?®ola D. Poliomielite

106. Como preven?º?úo da leishmaniose vis- ceral podemos destacar a seguinte medida: A. Preven?º?úo de ?ígua pot?ível B. Cozimento dos alimentos C. Aplica?º?úo de inseticida D. Vacina?º?úo de rotina E. Remo?º?úo do lixo

107. A situa?º?úo que constitui contra- indica?º?úo absoluta para administra?º?úo da vacina DTP ?®: A. Desnutri?º?úo B. Estado febril C. Infec?º?úo respirat??ria D. Quadro neurol??gico grave E. Gripe

E. Vancomicina e neomicina 109. A leitura do teste de PPD deve ser feita, de prefer?¬ncia: A. 3 dias ap??s a aplica?º?úo B. 5 dias ap??s a aplica?º?úo C. 9 dias ap??s a aplica?º?úo D. 15 dias ap??s a aplica?º?úo E. Um m?¬s ap??s a aplica?º?úo

110. As principais causas da gastrenterite est?úo relacionadas ?á: A. Vacina?º?úo incompleta e ao desmame preco- ce B. Pobreza e falta de assist?¬ncia m?®dica C. Baixa renda e alimenta?º?úo inadequada D. Alimenta?º?úo deficiente e falta de higiene E. Presen?ºa de c?úes no domic?¡lio 111. A vacina contra o sarampo possui a seguinte composi?º?úo: A. Bact?®rias vivas atenuadas B. V?¡rus vivos atenuados C. Bact?®rias mortas D. V?¡rus inativados E. Protozo?írios vivos

112. Os cuidados proporcionados ?á gestan- te pela unidade sanit?íria t?¬m como objetivo principal: A. Orient?í-Ia quanto ?á alimenta?º?úo ade- quada B. Orient?í-Ia quanto aos cuidados relati- vos ?á est?®tica corporal C. Fazer com que a crian?ºa cres?ºa nor- malmente D. Fazer com que a gestante d?¬ ?á luz um filho sadio E. Nenhuma das alternativas anteriores ____________________________________________________________________________

Sa??de P??blica Respostas 01. Resposta E Vigil?óncia epidemiol??gica ?® o conjunto de atividades que proporcionam a informa?º?úo indispens?í- vel para conhecer, detectar ou prever qualquer mudan?ºa que possa ocorrer nos fatores condicio- nantes do processo sa??de-doen?ºa com a finalidade de recomendar, oportunamente, as medidas preventivas e de controle das doen?ºas. S?úo fun?º?Áes da vigil?óncia epidemiol??gica: ? Divulga?º?úo de informa?º?Áes pertinentes.

02. Resposta E A vacina do sarampo ?® produzida pelo v?¡rus vivo do g?¬nero morbilivirus, da fam?¡lia Paramyxoviri- dae, cultivado em substrato celular de fibroblasto de embri?úo de galinha. A preven?º?úo ?® feita atra- v?®s de vacina eficiente e in??cua, aplicada por via subcut?ónea 0,5mL, em crian?ºas com 1 ano de idade, por ocasi?úo da aplica?º?úo da vacina tr?¡plice viral (contra sarampo, rub?®ola e caxumba). ?ë feito um refor?ºo tamb?®m com a tr?¡plice viral (sarampo, rub?®ola e caxumba) dos 4 aos 6 anos de idade. O v?¡rus ?® eliminado pela nasofaringe.

03. Resposta B Sa??de ?® o estado de completo bem-estar f?¡sico, mental e social, e n?úo apenas a aus?¬ncia de do- ?ë direito de todos e dever do estado, garantido mediante pol?¡ticas sociais e econ??micas que visem ?á redu?º?úo do risco de doen?ºa e de outros agravos e ao acesso universal e igualit?írio ?ás a?º?Áes e servi?ºos, para sua promo?º?úo, prote?º?úo e recupera?º?úo (Art. 196 da Constitui?º?úo Brasileira, 1998).

04. Resposta C O coeficiente de mortalidade infantil ?® um dos ?¡ndices mais sens?¡veis das condi?º?Áes de sa??de de uma popula?º?úo. Neste caso a redu?º?úo deve-se ?á minimiza?º?úo do impacto das doen?ºas diarr?®icas A mortalidade infantil no Brasil ?® ainda um desafio para os servi?ºos de sa??de e a sociedade como um todo. Na grande maioria as mortes podem ser evitadas quando a popula?º?úo possui acessos aos programas de sa??de (imuniza?º?úo, diarr?®ia, desidrata?º?úo), al?®m de ?ígua pot?ível e higiene de uma forma geral.

05. Resposta A Na preven?º?úo prim?íria, medidas de promo?º?úo da sa??de e prote?º?úo espec?¡fica s?úo propostas para coibir a intera?º?úo de fatores que romperiam o equil?¡brio agente suscet?¡vel e ambiente (hemostasi- a).

As medidas de promo?º?úo da sa??de s?úo direcionadas a coibir a influ?¬ncia dos fatores de risco na sa??de da popula?º?úo em geral, como o tratamento da ?ígua e a destina?º?úo correta do lixo. Na pro- te?º?úo espec?¡fica, as a?º?Áes s?úo direcionadas para riscos espec?¡ficos, identificados como vacina?º?úo e controle de vetores.

06. Resposta B A imuniza?º?úo passiva ?® o procedimento que visa proteger o indiv?¡duo contra determinada doen?ºa por meio da administra?º?úo de anticorpos (imunoglobulinas) previamente formadas, ap??s contato com agente infectante.

07. Resposta B A c??lera ?® uma doen?ºa infecciosa, aguda e contagiosa caracterizada por forte diarr?®ia, que leva ?á deple?º?úo de fluido, c??licas e colapso. Ap??s 5 ou 6 dias em que a pessoa foi infectada, come?ºa a diarr?®ia com evacua?º?úo violenta que, ao final, se reduz praticamente a mucosidade e ?ígua; co- me?ºam em seguida os v??mitos e depois o choque; a pele perde a elasticidade, ocorrem c?óimbras, os olhos tornam-se fundos e a voz enfraquece. Com a perda constante de ?ígua, a sede torna-se aguda, o pulso acelera e esmaece e a press?úo sang???¡nea cai. S?úo necess?írios cuidados m?®dicos urgentes. ?ë causada pela bact?®ria Vibrio cholerae, que invade os intestinos e pode se propagar pela ?ígua contaminada. A enfermidade alcan?ºa maior extens?úo em climas quentes e ??midos. As vacina?º?Áes oferecem uma prote?º?úo parcial; a melhor preven?º?úo ?® o cuidado rigoroso com alimen- tos e bebidas (principalmente ?ígua, moluscos e alimentos crus).

08. Resposta A O tratamento tuberculost?ítico com doses orais di?írias de isoniazida, rifampicina e pirazinamida (acrescidas de etambutol em alguns casos) por pelo menos 6 meses geralmente cura a tuberculo- O cliente com micobacteriose at?¡pica ou tuberculose resistente aos f?írmacos pode necessitar de agentes de segunda linha, como capreomicina, estreptomicina, ?ícido-para-aminossalic?¡lico, pira- zinamida e cicloserina.

09. Resposta B A principal medida de controle ?® a imuniza?º?úo de todas as pessoas maiores de 9 meses de idade que estejam expostas ?á infec?º?úo, por residir, trabalhar ou viajar para ?íreas end?¬micas. Diante da gravidade da doen?ºa e da impossibilidade de predizer sua apari?º?úo, ?® conveniente considerar a vacina nos programas de imuniza?º?úo sistem?ítica para as crian?ºas de todas as regi?Áes em que h?í transmiss?úo da mol?®stia.

10. Resposta D Epidemiologicamente, a febre amarela ?® dividida em urbana e silvestre. A diferencia?º?úo entre as duas ?® definida apenas pelo vetor. A forma silvestre ?® transmitida principalmente entre macacos, por mosquitos do g?¬nero Haemagogus, e o homem infecta-se quando penetra nesse ecossistema. A forma urbana tem como vetor principal o Aedes aegypti e ?® mantido atrav?®s da transmiss?úo homem ÔÇô mosquito ÔÇô homem.

A principal medida de preven?º?úo utilizada atualmente ?® o combate ao vetor no meio ambiente, uma vez que n?úo h?í vacinas aprovadas para uso em massa. O combate do vetor ?® feito por meio de: ? Educa?º?úo da popula?º?úo para elimina?º?úo de poss?¡veis reservat??rios de ?ígua limpa, que ser- vem como criadouros para o mosquito e n?úo t?¬m utilidade (por exemplo: pneus velhos, dep??- ? Aplica?º?úo de larvicida em dep??sitos de ?ígua que possam servir de locais para a prolifera?º?úo ? Em caso de epidemias, a dispers?úo a?®rea ou nebuliza?º?úo de inseticidas apropriado para a elimina?º?úo do mosquito adulto ?® necess?íria.

12. Resposta E No sarampo medidas de preven?º?úo a esta doen?ºa cuja popula?º?úo de risco s?úo crian?ºas de 0 a 4 anos de idade ?® o combate ?á desnutri?º?úo, e a outra ?® a vacina?º?úo. A transmiss?úo se d?í pelas se- cre?º?Áes oronasais.

13. Resposta D A sa??de ?® um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condi?º?Áes indis- O dever do Estado de garantir a sa??de consiste na formula?º?úo de riscos de doen?ºas e de outros agravos e no estabelecimento de condi?º?Áes que assegurem acesso universal e igualit?írio ?ás a- Esta lei regula, em todo o territ??rio nacional, as a?º?Áes e servi?ºos de sa??de executados isolada ou conjuntamente, em car?íter permanente ou eventual, por pessoas naturais ou jur?¡dicas de direito p??blico ou privado.

14. Resposta D Na tenossinovite os tend?Áes da parte de tr?ís da m?úo e do bra?ºo que movem os dedos e o pulso ficam envolvidos em bainhas. As partes internas dessas bainhas podem ficar inflamadas por cau- sa de um esfor?ºo excessivo, provocando dor e estalos ao se fazer movimentos. A condi?º?úo ?® co- mum nos jovens cujo trabalho requer um movimento excessivo do pulso e da m?úo. Tamb?®m ?® comum nos jardineiros. O pulso deve ser imobilizado com gesso ou emplastro durante tr?¬s sema- nas, e o uso excessivo dos dedos deve ser evitado por dois meses.

15. Resposta A O movimento pela sa??de, enquanto qualidade de vida, est?í bastante marcado pela capacidade de resposta do Estado ?ás demandas sociais, atrav?®s de suas pol?¡ticas p??blicas. Assim, os projetos de redu?º?úo do estado que apontam seu suposto excesso de tamanho e sua suposta inefici?¬ncia marcaram as discuss?Áes realizadas na 10?¬ Confer?¬ncia Nacional de Sa??de (CNS). Os participan- tes discutiram os projetos, as pol?¡ticas e a articula?º?úo entre as diferentes inst?óncias do poder p??- blico.

o sarampo ainda mata 1 milh?úo de crian?ºas e 42 milh?Áes de crian?ºas ainda s?úo infectadas por ano em todo o mundo. Sarampo ?® uma doen?ºa que mais mata dentre aquelas que s?úo facilmente previn?¡veis atrav?®s das vacinas.

17. Resposta E Trypanosoma cruzi ?® um protozo?írio flagelado. A transmiss?úo ?® feita atrav?®s das fezes dos inse- tos hem?¡pteros, como Triatoma infestans, Panstrogilus megistas e Rhodnius prolixus, popularmen- te conhecidos como barbeiro ou chupan?ºas. Esses insetos s?úo hemat??fagos (alimenta-se de san- gue). Ao picarem o homem, evacuam, eliminando com as fezes o Trypanosoma cruzi, que, uma vez na pele humana, encontrando solu?º?úo de continuidade, penetra no organismo, atingindo a circula?º?úo sang???¡nea.

18. Resposta A A epidemiologia ?® uma ?írea do conhecimento que agrega saberes de outras ci?¬ncias, como a hist??ria, estat?¡stica, sociologia, biologia e outras, para a compreens?úo do processo sa??de / doen?ºa na comunidade. Atrav?®s do m?®todo epidemiol??gico analisam-se a distribui?º?úo, os fatores determi- nantes, a preval?¬ncia, a incid?¬ncia e a probabilidade de ocorr?¬ncia do processo sa??de/doen?ºa na comunidade.

19. Resposta C A 8?¬ CNS foi considerada um divisor de ?íguas no movimento sanit?írio. Com ampla participa?º?úo de profissionais de sa??de e usu?írios, dentre outros, constituiu-se no maior f??rum de debates so- bre a situa?º?úo de sa??de do pa?¡s e seu relat??rio serviu de base para a proposta de reestrutura?º?úo do sistema de sa??de brasileiro, que deveria ser defendida na constituinte. Entre as propostas constantes no relat??rio constam os conceitos ampliados de sa??de, entendidos como resultante das condi?º?Áes de vida, alimenta?º?úo, lazer, acesso e posse da terra, transporte, emprego, moradia. De acordo com o relat??rio, sa??de n?úo ?® um conceito abstrato. Define-se no contexto hist??rico de determinada sociedade e num dado momento de seu desenvolvimento, de- vendo ser conquistada pela popula?º?úo em suas lutas cotidianas. Al?®m disso, a sa??de ?® colocada como direito de todos e dever do Estado.

20. Resposta A O sistema de sa??de como hoje est?í configurado ?® o resultado da conquista decorrente de debates intensos entre os diversos segmentos sociais marcados por diferentes interesses dos atos sociais envolvidos na ?írea de sa??de. Foi a partir da d?®cada de 1980, no bojo das discuss?Áes pela abertu- ra pol?¡tica, que os debates tornaram-se mais democr?íticos. Um dos marcos dessas mudan?ºas no contexto de sa??de foi a 8?¬ Confer?¬ncia Nacional de Sa??de, que reafirmou a sa??de como direito do cidad?úo e dever do Estado.

21. Resposta A Princ?¡pios doutrin?írios do SUS: Universalidade, Eq??idade, Integralidade. Os gestores do SUS s?úo as entidades encarregadas de fazer com que o SUS seja implantado e funcione adequadamente dentro das diretrizes doutrin?írias, da l??gica organizacional e seja opera- cionalizada dentro dos princ?¡pios.

O Minist?®rio da Sa??de (MS) criou em 1973 o Programa Nacional de Imuniza?º?úo (PNI), que teve como prioridade o controle da poliomielite, sarampo, difteria, t?®tano, coqueluche e, subsidiaria- mente, tuberculose, mediante a imuniza?º?úo sistem?ítica da popula?º?úo exposta a estas doen?ºas. Contudo, as coberturas vacinais de rotina ainda deixam muito a desejar, pois atingem menos de 50% das crian?ºas com menores de 1 ano (grupo priorit?írio do PNI). Para ampliar a cobertura va- cinal na faixa et?íria mais suscet?¡vel, a estrat?®gia utilizada ?® a campanha de imuniza?º?úo, que visa ?á vacina?º?úo em massa de uma popula?º?úo.

23. Resposta D A aten?º?úo ?á sa??de, que encerra todo o conjunto de a?º?Áes levadas a efeito pelo SUS, em todos os n?¡veis de governo, para o atendimento das demandas pessoais e das exig?¬ncias, em que as ativi- dades s?úo dirigidas ?ás pessoas, individual ou coletivamente, e que prestara no ?ómbito ambulatori- al e hospitalar, bem como em outros espa?ºos, especialmente no domiciliar; – as rela?º?Áes e as condi?º?Áes sanit?írias nos ambientes de vida e de trabalho, o controle de vetores e hospedeiros e a opera?º?úo de sistema de saneamento ambiental; – o das pol?¡ticas externas ao setor social que in- terferem nos determinantes sociais do processo sa??de – doen?ºas da coletividade, ao emprego, ?á habilita?º?úo, ?á educa?º?úo, ao lazer e a disponibilidade e qualidade dos alimentos. Nos tr?¬s campos referidos, enquadra-se, ent?úo, todo o espectro de a?º?Áes compreendidas nos chamados n?¡veis de aten?º?úo ?á sa??de, representados pela promo?º?úo, prote?º?úo e recupera?º?úo, nos quais deve ser sempre priorizado o car?íter preventivo.

24. Resposta A A eq??idade ?® ainda uma meta distante devido ?á dificuldade de acesso da maioria da popula?º?úo aos servi?ºos de sa??de. Nesse contexto, podemos definir sa??de como resultado das condi?º?Áes dignas de vida, representadas pelo acesso ?á boa alimenta?º?úo, transporte, habilita?º?úo digna, traba- lho, lazer, assist?¬ncia ?á sa??de, educa?º?úo, entre outros.

25. Resposta B Epidemia ?® o aumento do n??mero de casos de uma determinada doen?ºa transmiss?¡vel. Quando se refere a um espa?ºo delimitado, chama-se surto epid?¬mico.

26. Resposta A O per?¡odo de incuba?º?úo ?® de 11 a 17 dias para o Plasmodium vivax, 21 a 28 dias para o Plasmo- Ap??s a incuba?º?úo surgem sintomas como mal-estar, falta de apetite, suores e febre baixa. Em cerca de 3 dias a doen?ºa entra na fase aguda, com febre cont?¡nua (39 a 41?? C), manifesta?º?Áes Na mal?íria causada pelo Plasmodium vivax ocorre ?á chamada febre ter?º?ú benigna, com intervalos O Plasmodium falciparum causa a febre ter?º?ú maligna, cujos acessos ocorrem a cada 24 e 48 O Plasmodium malariae causa a febre quart?ú, em que os acessos febris ocorrem a cada 72 horas.

O Plasmodium falciparum causa a febre ter?º?ú maligna, cujos acessos ocorrem a cada 24 e 48 horas. ?ë dita maligna por causa de complica?º?Áes intercorrentes, como altera?º?Áes cerebrais que levam ao estado de coma (perda de consci?¬ncia).

28. Resposta B Crian?ºas que t?¬m alguma defici?¬ncia no seu sistema imunol??gico ou que apresentem alergia (que pode causar uma rea?º?úo s?®ria chamada anafil?ítica) a algum componente da vacina n?úo devem ser vacinadas contra sarampo, caxumba e rub?®ola. Em crian?ºas que apresentem febre acima de 38?? C na hora da vacina deve ser adiada a vacina?º?úo at?® que estejam recuperadas. Crian?ºas que tomaram outras vacinas devem esperar tr?¬s semanas para tomar a tr?¡plice viral.

29. Resposta D A vacina anti-sarampo comp?Áe a tr?¡plice viral (sarampo, rub?®ola e caxumba), devendo ser aplica- da aos 12 meses por via subcut?ónea, quantidade de dose 0,5mL. As rea?º?Áes adversas s?úo: febre, erup?º?úo cut?ónea de curta dura?º?úo, ocorrendo habitualmente entre o quinto e o d?®cimo segundo dia depois da vacina?º?úo.

30. Resposta B 31. Resposta D ?ë doen?ºa end?¬mica, relacionada com ?ígua n?úo-tratada e sem condi?º?úo de higiene. O per?¡odo de incuba?º?úo ?® geralmente assintom?ítico e dura, em m?®dia, cerca de 15 dias. Segue-se o per?¡odo invasivo, quando ent?úo surgem sintomas como fraqueza, dor de cabe?ºa, astenia e n?íuseas. A febre acompanha esses sintomas, tornando-se alta por volta do quinto dia. O per?¡odo seguinte, chamado per?¡odo de estado, caracteriza-se por febre, thyphus (topor), diarr?®ia l?¡quida e aumento O ??ltimo per?¡odo ?® o de defervesc?¬ncia, quando, se a evolu?º?úo for favor?ível, os sintomas podem regredir. H?í, no entanto, casos em que surgem complica?º?Áes graves, como hemorragias e perfu- ra?º?úo intestinal.

32. Resposta A A epidemiologia ?® uma ?írea do conhecimento que agrega saberes de outras ci?¬ncias, como hist??- ria, estat?¡stica, sociologia, biologia, dentre outras. Atrav?®s do m?®todo epidemiol??gico analisa-se a distribui?º?úo, os fatores determinantes, a preval?¬ncia, a incid?¬ncia e a probabilidade de ocorr?¬ncia do processo sa??de-doen?ºa na comunidade. A partir do resultado de suas investiga?º?Áes planeja-se as medidas de preven?º?úo, controle e irradia?º?úo das doen?ºas, visando o bem-estar da popula?º?úo.

33. Resposta D Onde n?úo existe coleta de lixo, podemos enterr?í-Io num buraco bem fundo e colocar em cima uma camada de terra para evitar o contato e a prolifera?º?úo de ratos, baratas e moscas, evitando assim a transmiss?úo de doen?ºas. N?úo esque?ºa que isso deve ser feito longe (no m?¡nimo 15 me- tros de dist?óncia) de qualquer curso d’?ígua (po?ºos, rios, lagos).

O que ?® ?®tica – a pr??pria palavra ?® por vezes usada para referir o conjunto de regras, princ?¡pios ou modos de pensar que orientam, ou pretendem ter autoridade para orientar, as a?º?Áes de um grupo particular; e por vezes designa o estudo sistem?ítico do racioc?¡nio a respeito do modo como deve- mos agir. Esse c??digo de ?®tica foi aprovado pela resolu?º?úo COFEN 160, de 12/05/93.

35. Resposta D Ap??s um per?¡odo de incuba?º?úo de aproximadamente 10 dias, surge o per?¡odo prodr??mico, que se caracteriza clinicamente por mal-estar, febre, coriza, conjuntivite e fotofobia. No final do per?¡odo prodr??mico surge o sinal de Koplik, que se caracteriza por pequenos pontos esbranqui?ºados en- voltos por um halo avermelhado na regi?úo interna da mucosa bucal a n?¡vel dos pr?®-molares.

36. Resposta A Agente – Mycobacterium tuberculosis, cont?ígio direto com secre?º?Áes; indireto – poeira de escarro Preven?º?úo – vacina?º?úo, quimioprofilaxia dos comunicantes, pasteuriza?º?úo do leite, melhoria das condi?º?Áes socioecon??micas.

37. Resposta D Os modos de transmiss?úo do v?¡rus HIV inclui a transfus?úo de sangue contaminado, transmiss?úo pessoa/pessoa via fluidos corporais, como s?¬men, sangue e leite materno, transmiss?úo transpla- cent?íria (da m?úe para o filho durante a gravidez), e atrav?®s de agulhas e seringas contaminadas.

38. Resposta B T?®tano, cujo agente ?® o Clostridium tetani. A transmiss?úo se d?í por contato de uma les?úo com solo que contenha fezes de animais ou estrume rico em esporo do bacilo tet?ónico. As medidas de preven?º?úo s?úo: vacina?º?úo de gestantes, de crian?ºas de 0 a 4 anos (controle do PNI), de escolares e outros grupos expostos ao fator de risco. Popula?º?úo de risco: crian?ºas de 0 a 4 anos, profissio- nais que lidam com material contaminado, popula?º?úo rural.

39. Resposta B As vacinas contra o sarampo antes de serem desprezadas na rede de esgoto dever?úo ser auto- clavadas ?á temperatura de 125??C, pois as vacinas s?úo de composi?º?úo de v?¡rus vivo atenuadas.

40. Resposta A As cirurgias contaminadas s?úo as realizadas em locais que possuem flora bacteriana ou material purulento.

41. Resposta E O per?¡odo de incuba?º?úo ?® de 7 a 10 dias. Didaticamente, costuma-se dividir a doen?ºa em tr?¬s ? Per?¡odo convalesc?¬ncia – dura cerca de 3 semanas.

A raiva apresenta-se sob duas formas: a furiosa e a paral?¡tica. Ap??s a penetra?º?úo do v?¡rus no or- ganismo, h?í um per?¡odo de incuba?º?úo cuja dura?º?úo ?® vari?ível, chegando a um ano, mas em m?®- Ap??s a incuba?º?úo inicia-se a fase furiosa. Esta, de in?¡cio, caracteriza-se por per?¡odo melanc??lico, que dura de 2 a 3 dias, no qual o paciente apresenta-se deprimido, com eventuais epis??dios de excita?º?úo. H?í falta de apetite, ins??nia, dor de cabe?ºa e modifica?º?úo do comportamento.

43. Resposta C ?ë mol?®stia infecciosa causada pelo espiroqueta Treponema pallidum. A s?¡filis pode ser cong?¬nita ? S?¡filis cong?¬nita – A contamina?º?úo de fetos ap??s o quarto m?¬s de gravidez, se for extensa, pode provocar aborto. Sendo leve, a crian?ºa nasce com aspecto normal, desenvolvendo de- pois sinais de s?¡filis cong?¬nita. Esses sinais s?úo: dentes incisivos superiores com entalhe em ? S?¡filis adquirida – ?® classificada em recente (prim?íria e secund?íria) e tardia. Prim?íria – a les?úo inicial ?® o cancro duro, les?úo ulcerosa que surge nos genitais externos Secund?íria – ocorre 8 semanas ap??s o aparecimento do cancro duro. Forma-se a ros?®aIa Tardia – aparecem les?Áes na pele (n??dulos e gomos), altera?º?Áes no sistema cardiovascu- lar.

44. Resposta A A profilaxia da poliomielite se faz pela vacina?º?úo. Utiliza-se a vacina Sabin, em tr?¬s doses por via oral (aos 2, 4 e 6 meses de idade) e posteriores doses de refor?ºo.

45. Resposta B A preven?º?úo do t?®tano se faz, no primeiro ano de vida, com a vacina tr?¡plice. Ap??s os 4 anos de idade, usam-se doses de refor?ºo da vacina aplicadas a cada 5 anos. O refor?ºo ?® muito importante para trabalhadores rurais, aos quais tamb?®m se recomenda o uso de cal?ºados para prote?º?úo dos Nas pessoas feridas, que nunca foram vacinadas, a profilaxia se faz pela aplica?º?úo do soro antite- Nos feridos que receberam a ??ltima dose da vacina h?í 2 anos, previne-se a doen?ºa com o uso de nova dose de vacina antitet?ónica.

46. Resposta D A raiva, ou hidrofobia, ?® uma doen?ºa causada por v?¡rus, transmitida principalmente por mordedura de animais infectados. S?úo suscet?¡veis ?á doen?ºa o homem e todos os animais homeotermos. A transmiss?úo faz-se pela saliva do animal infectado, geralmente por mordedura. O homem tem resist?¬ncia relativa ao v?¡rus, apenas 20% das pessoas mordidas por animais raivosos adquirem a doen?ºa.

Em todas as partes do mundo, o c?úo ?® o mais importante transmissor da doen?ºa, embora tamb?®m sejam importantes o gato e o lobo. No continente americano e, em especial, no Brasil, o morcego ?® um importante transmissor da doen?ºa.

47. Resposta C A difteria ?® uma doen?ºa infecto-contagiosa, transmiss?¡vel e de caracter?¡sticas epid?¬micas (bacilo de Klebs-Loffler), que se instala nas vias a?®reas superiores e produz uma toxina que se espalha A bact?®ria localiza-se nas vias a?®reas superiores, formando-se na orofaringe a placa dift?®rica (pseudomembrana) que se apresenta com colabora?º?úo branco-acinzentado / branco-amarelada, recobrindo inclusive as am?¡gdalas. A infec?º?úo pode estender-se ?ás fossas nasais, laringe, traqu?®ia e br??nquios.

48. Resposta B Na s?¡ndrome diarr?®ica, as perdas fecais de ?ígua e eletr??litos (s??dio, cloro, pot?íssio, bicarbonato etc.) est?úo aumentadas adequadamente. Assim, desde o in?¡cio de um processo de diarr?®ia aguda, antes que o paciente apresente desidrata?º?úo, recomenda-se oferta de uma quantidade maior de l?¡quidos do que a normalmente consumida, no intuito de cobrir as necessidades basais e repor as perdas hidroeletrol?¡ticas anormais. A avalia?º?úo do paciente desidratado deve ser feita de maneira r?ípida, precisa e objetiva para evitar que se retarde o in?¡cio do tratamento. Um dos par?ómetros mais precisos para mensurar objetivamente a gravidade da desidrata?º?úo e avaliar o resultado do tratamento ?® a aferi?º?úo do peso corporal.

49. Resposta C Embora n?úo constituam contra-indica?º?Áes absolutas, recomenda-se adiar a vacina?º?úo com BCG em rec?®m-nascidos com peso inferior a 2.000 g e em presen?ºa de afec?º?Áes dermatol??gicas ex- tensas em atividades.

50. Resposta B O esquema b?ísico da DTP corresponde a tr?¬s doses no primeiro ano de vida, com intervalo de 60 dias entre as doses. O intervalo m?¡nimo ?® de 30 dias. O refor?ºo ?® administrado de 6 a 12 meses ap??s a terceira dose, isto ?®, nos 15 meses de idade, simultaneamente com a vacina contra a poli- omielite.

51. Resposta A A difteria ?® uma doen?ºa infecto-contagiosa, transmiss?¡vel e de caracter?¡sticas epid?¬micas. O per?¡- odo de incuba?º?úo dura de 2 a 5 dias.

52. Resposta D A profilaxia da coqueluche faz-se com a vacina?º?úo tr?¡plice a partir do segundo m?¬s de vida. Usam- se 3 doses, com intervalo de 30 dias. O refor?ºo ?® feito ap??s a terceiro dose. Deve ser administra- 53. Resposta A

A vacina contra hepatite B ?® administrada por via intramuscular. A inje?º?úo ?® feita na face externa superior do bra?ºo (m??sculo delt??ide) nos adultos e crian?ºas com mais de 2 anos. Nas crian?ºas com menos de 2 anos, utilizar o m??sculo vasto lateral (coxa).

54. Resposta B A vacina antip??lio oral ?® apresentada sob a forma l?¡quida, em frasco multidoses. Em inst?óncia lo- cal ?® conservada entre + 2??C e + soe.

55. Resposta B A s?¡filis ?® uma mol?®stia infecciosa causada pelo espiroqueta chamado Treponema pallidum e pode ser cong?¬nita (via transplacent?íria) ou adquirida (transmitida por contato sexual).

56. Resposta D O cancro mole (cancr??ide) ?® uma doen?ºa caracterizada pelo aparecimento de uma ulcera?º?úo a- guda localizada no genital externo. A doen?ºa ?® causada pela bact?®ria Hemophilus ducreyi, trans- mitida por contato sexual.

57. Resposta D A disenteria bacilar ?® uma rea?º?úo inflamat??ria aguda do trato intestinal causada pelos bacilos do grupo Shigella. As fezes das pessoas infectadas representam a fonte de infec?º?úo, sendo a conta – mina?º?úo feita atrav?®s da boca. Shigella pode passar rapidamente do papel higi?¬nico para os de- dos. Os bacilos tamb?®m foram encontrados no leite, em ovos, em queijos e camar?Áes.

58. Resposta A A lepra, ou mal de Hansen, ?® uma doen?ºa granulomatosa causada pelo Mycobacterium leprae. Os aspectos caracter?¡sticos da doen?ºa s?úo evolu?º?úo cr??nica por toda a vida, surtos de agudiza?º?úo com intervalos de longos per?¡odos de remiss?úo e les?Áes granulomatosas destrutivas, que se de- senvolvem na pele e ao longo dos nervos.

59. Resposta E O sarampo ?® uma doen?ºa transmiss?¡vel causada por v?¡rus, tem como porta de entrada a mucosa respirat??ria, e o seu meio de propaga?º?úo ?® a secre?º?úo nasofar?¡ngea. O per?¡odo de incuba?º?úo va- ria de 11 a 14 dias e sua profilaxia ?® a vacina anti-sarampo.

60. Resposta E A leptospirose ?® um termo gen?®rico que inclui todas as infec?º?Áes por Leptospira, um tipo de doen- ?ºa animal transmitida ao homem. Leptospira n?úo plorif?®ra fora do hospedeiro. As infec?º?Áes huma- nas s?úo contra?¡das pelo contato com a urina e tecido animal infectado e ?ígua e solos contamina- dos.

61. Resposta D Os v?¡rus s?úo part?¡culas submicrosc??picas que atravessam os filtros para bact?®rias. S?úo conheci- dos como part?¡culas filtr?íveis ou v?¡rus filtr?íveis e podem ser visualizados somente pela microsco- pia eletr??nica. N?úo s?úo capazes de se multiplicar fora do tecido vivo.

O v?¡rus do dengue ?® um arbov?¡rus (v?¡rus transmitido por artr??podes) do g?¬nero Flaviv?¡rus, perten- cente ?á fam?¡lia Flaviviridae. O dengue ?® considerado a mais importante arbovirose que afeta o ser Os vetores s?úo mosquitos do g?¬nero Aedes. O Aedes aegypti ?® a esp?®cie mais importante na transmiss?úo de doen?ºas.

63. Resposta A A esquistossomose mans??nica, tamb?®m conhecida como “barriga d’?ígua”, ?® uma parasitose en- d?¬mica que atualmente atinge cerca de 11 milh?Áes de brasileiros. ?ë causada pelo verme platel- minto da classe trematodos, o Schistossoma mansoni. A infesta?º?úo ?® feita pela penetra?º?úo de Na ?®poca da postura de ovos, a f?¬mea migra para as veias finas, pr??ximas ao ?ónus, onde os de- posita. Da?¡ os ovos caem na luz intestinal e s?úo eliminados com as fezes. Estes podem contami- nar ?íguas de c??rregos e lagoas. Por isso deve-se usar botas de canos longos ao se expor a ?í- guas contaminadas.

64. Resposta E A febre tif??ide ?® uma doen?ºa end?¬mica causada pela bact?®ria Salmonella typhi, ?® uma doen?ºa end?¬mica estando sua presen?ºa relacionada com ?íguas n?úo-tratadas e m?ís condi?º?Áes de higie- As medidas preventivas compreendem: prote?º?úo, purifica?º?úo e c1ora?º?úo da ?ígua, combate ?ás moscas, remo?º?úo adequada das fezes humanas, fervura e pasteuriza?º?úo do leite e vacina?º?úo das pessoas sujeitas a risco de cont?ígio.

65. Resposta C Alguns indiv?¡duos nascem com a capacidade de resistir ?á invas?úo de certos tipos de agentes es- tranhos. A maioria das pessoas, contudo, adquire resist?¬ncia pela expuls?úo do invasor. Tamb?®m ?® poss?¡vel adquirir resist?¬ncia por dois outros m?®todos: ? Pela imuniza?º?úo adquirida ativamente, pela qual uma subst?óncia antig?¬nica ?® injetada no cor- ? Pela imuniza?º?úo adquirida passivamente, na qual a resist?¬ncia ?® desenvolvida pela transf e- r?¬ncia de soro, contendo anticorpos de um doador sensibilizado para um receptor normal, como no caso da soroterapia.

66. Resposta B Cuidados que devem ser observados na constru?º?úo dos po?ºos em rela?º?úo ?á fossa: ? No m?¡nimo, afastado 20 metros de sumidouros e/ou valas de infiltra?º?úo; ? Revestimento imperme?ível da parede do po?ºo at?®, pelo menos, 3 metros de profundidade; ? Evitar retirar ?ígua com baldes e cordas; quando n?úo for poss?¡vel, utilizar sarilho ou roldana. Com manivela. De prefer?¬ncia, usar bomba manual ou a motor;

? Constru?º?úo de uma cal?ºada com largura de 1 metro, em volta da boca do po?ºo; ? Proceder ?á limpeza e desinfec?º?úo do po?ºo, quando terminar a constru?º?úo e quando perceber contamina?º?úo.

67. Resposta E A Organiza?º?úo Mundial da Sa??de (OMS) define saneamento como “o controle de todos os fatores do meio f?¡sico do homem que exercem ou podem exercer efeito delet?®rio sobre ou seu bem-estar Outra defini?º?úo cl?íssica de saneamento ?® “o conjunto de medidas visando preservar o modificar, com a finalidade de prevenir doen?ºas e promover a sa??de”.

68. Resposta C A meningite meningoc??cica ?® uma doen?ºa infecciosa bacteriana aguda causada pelo meningoco- co Neisseria meningitidis. Geralmente n?úo ?® precedida de sintomas, mas pode iniciar-se como uma infec?º?úo da nasofaringe ou das am?¡gdalas seguida de uma septicemia meningoc??cica que se estende ?ás meninges cerebrais e ?á regi?úo superior da medula espinhal. O diagn??stico ?® feito pela Deve-se utilizar as precau?º?Áes de isolamento respirat??rio juntamente com a terap?¬utica adequa- da.

69. Resposta B A febre tif??ide ?® uma infec?º?úo bacteriana transmitida pela ?ígua, leite, mariscos ou alimentos con- Os organismos entram no corpo atrav?®s da boca e invadem as paredes do tubo gastrintestinal. Neste local, multiplicando-se rapidamente, originam uma bacteremia maci?ºa, que persiste por cer- ca de 10 dias.

70. Resposta B O agente causador da tuberculose ?® uma bact?®ria, tamb?®m conhecida como bacilo de Koch, por ter sido descoberta, em 1882, por Robert Koch. O nome cient?¡fico da bact?®ria ?® o Mycobacterium H?í dois tipos de bacilos da tuberculose que podem afetar o homem: o bacilo humano e o bacilo bovino, este ??ltimo pode acometer crian?ºas com menos de 4 anos de idade que se alimentam de leite de vaca contaminado.

71. Resposta C A poliomielite ?® uma doen?ºa causada por poliov?¡rus pertencentes ao grupo dos enterov?¡rus. A con- tamina?º?úo se faz por via digestiva, sendo que os v?¡rus geralmente penetram pela boca, por meio de alimentos ou objetos contaminados. Ap??s a penetra?º?úo, os v?¡rus instalam-se e multiplicam-se nas mucosas da orofaringe e intestino. Em seguida atingem os n??dulos linf?íticos. Na maioria das vezes, a infec?º?úo passa despercebida, por?®m em menor n??mero de casos o v?¡rus pode cair na circula?º?úo e propagar-se para o sistema nervoso ou outros tecidos suscet?¡veis. Na forma paral?¡ti- ca, a doen?ºa tem in?¡cio s??bito, com sinais incaracter?¡sticos, sendo que as paralisias se instalam em poucas horas ou at?® o sexto dia da doen?ºa. M??sculos dos membros inferiores e superiores, tor?ícicos e do pesco?ºo podem tornar-se fl?ícidos e n?úo apresentar reflexos.

Suscet?¡vel ?® aquele em que a doen?ºa se desenvolver?í e ter?í oportunidade de se manifestar clin i- camente: o homem, como esp?®cie, ?® suscet?¡vel a um grande n??mero de agentes do meio, de na- tureza viva ou inorg?ónica, que com ele interagem, provocando-lhe disfun?º?Áes.

73. Resposta C Muitos s?úo os casos registrados de mortes resultante de epis??dios agudos de polui?º?úo do ar, em v?írias partes do mundo. Algumas doen?ºas respirat??rias, tais como bronquite, enfisema, asma, c?óncer do pulm?úo, t?¬m sido associadas ?á polui?º?úo atmosf?®rica, embora n?úo seja f?ícil precisar a rela?º?úo entre a emiss?úo de determinados poluentes e seus efeitos ao longo do tempo, bem como A polui?º?úo sonora pode, tamb?®m, afetar a sa??de do homem. Os efeitos do ru?¡do, no ser humano, podem ser f?¡sicos, psicol??gicos e sociais. O ru?¡do prejudica a audi?º?úo, causa fadiga e reduz a ef i- ci?¬ncia.

74. Resposta A Ascarid?¡ase ?® uma verminose de alta incid?¬ncia no Brasil, principalmente entre crian?ºas. O agente causador ?® o verme Ascaris lumbric??ides, popularmente conhecido como lombriga. ?ë parasita do intestino delgado humano. Adquire-se a doen?ºa pela ingest?úo de alimentos contaminados por A medida mais importante na preven?º?úo da ascarid?¡ase ?® o saneamento b?ísico, por meio de constru?º?úo de rede de ?ígua e esgoto, a fim de que haja um destino correto para os dejetos huma- nos. Beber ?ígua filtrada, clorada ou fervida, s?? comer verduras cruas ap??s lavagem cuidadosa, lavar muito bem as m?úos antes das refei?º?Áes, impedir que hortas sejam adubadas com fezes hu- manas s?úo algumas medidas profil?íticas.

75. Resposta B A BCG ?® a vacina feita para a profilaxia da tuberculose (Bacilo Calmette-Gu?®rin), bacilo bovino totalmente atenuado, incapaz de provocar a doen?ºa.

76. Resposta C A raiva ou hidrofobia ?® uma doen?ºa causada por v?¡rus, transmitida principalmente por mordedura de animais infectados. A transmiss?úo faz-se pela saliva do animal infectado. A profilaxia se d?í pela da vacina?º?úo anti-r?íbica.

77. Resposta D A vacina dupla protege contra difteria e cont?®m tox??ides dift?®rico e tet?ónico. ?ë indicada a partir dos 7 anos de idade, para pessoas que n?úo receberam nenhuma dose da vacina dupla infantil. A vacina?º?úo da gestante ?® realizada para prote?º?úo da pr??pria gestante e tamb?®m para preven?º?úo do t?®tano no neonatal.

78. Resposta D Doen?ºas causadas por bact?®rias: s?¡filis, gonorr?®ia, cancro mole, furunculose, febre reum?ítica, escarlatina, difteria, t?®tano, febre tif??ide, coqueluche, tuberculose, lepra, c??lera, leptospirose.

A visita domiciliar proporciona o contato da equipe de sa??de com o paciente fora da unidade b?ísi- ca de sa??de. Durante a visita domiciliar os profissionais podem observar a fam?¡lia, as condi?º?Áes de vida, os recursos para tratamento, as dificuldades e, se necess?írio, elaborar junto com a fam?¡- lia um plano que elimine situa?º?Áes inadequadas ou de risco para o paciente.

80. Resposta B Todos n??s sabemos que os beb?¬s devem ser alimentados exclusivamente ao seio nos 6 primeiros meses de vida. O leite materno cont?®m todos os nutrientes, vitaminas, sais minerais, como c?ílcio e f??sforo, em quantidades adequadas. Crian?ºas em aleitamento materno exclusivo t?¬m menos quadros infecciosos porque o leite materno ?® est?®ril. O leite materno cont?®m anticorpos (imuno- globinas contra muitas das infec?º?Áes mais comuns). Isto ajuda a proteger a crian?ºa at?® que ela comece a produzir seus pr??prios anticorpos.

81. Resposta B Pasteuriza?º?úo: processo de esteriliza?º?úo que consiste em aquecer o l?¡quido a 70?? C durante al- guns minutos. A esteriliza?º?úo n?úo ?® total, mas a maioria das bact?®rias morre e as que resistem ficam muito extenuadas.

82. Resposta C Endemia – doen?ºa infecciosa que ocorre habitualmente e com incid?¬ncia significativa em cada popula?º?úo e/ou regi?úo.

83. Resposta C A vacina tr?¡plice bacteriana (DTP) ?® indicada para prevenir a difteria, o t?®tano e a coqueluche (ou pertussis). ?ë administrada a partir dos 2 meses de idade at?® os 6 anos, 11 meses e 29 dias. ?ë uma associa?º?úo dos tox??ides dift?®ricos e tet?ónico com a Bordetella pertussis inativada, tendo o hidr??xido ou fosfato de alum?¡nio como adjuvante e o timerosal como preservativo.

84. Resposta A Os ratos dom?®sticos s?úo respons?íveis por v?írias doen?ºas graves que podem matar o homem, como a pestebub??nica do tipo murino, bem como a leptospirose, que ?® transmitida pela urina do rato, contaminando ?ígua e alimentos. O rato vive tanto no meio rural como urbano e necessita somente de abrigo e alimenta?º?úo.

85. Resposta D A mosca dom?®stica encontra-se nas ?íreas urbanas e ?® atra?¡da para os diferentes locais atrav?®s V?írios estudos demonstram que ela pode levar os bacilos da febre tif??ide (Salmonella typhi) nas pernas, corpo, trompa ou expuls?í-Ia pela regurgita?º?úo ou nas fezes. Pode transmitir ainda diarr?®i- a, conjuntivites, lepra, tuberculose, tifo, gonorr?®ia, erisipela, c??lera, meningite cerebrospinhal, pe s- te bub??nica, entre outras.

A ancilostom?¡ase ?® distribu?¡da por todo mundo, sendo end?¬mica nos pa?¡ses tropicais e subtropi- cais. Ocorre ainda nas regi?Áes de clima temperado, que apresentam condi?º?Áes ambientais favo- Em nosso pa?¡s a esp?®cie prevalente ?® o Necator americanus, mais freq??ente no litoral do que nas ?ë a doen?ºa mais comum em crian?ºas acima de 4 anos, adolescentes e adultos jovens.

87. Resposta A Ameb?¡ase ?® uma doen?ºa causada pela Entamoeba hystolitica com ou sem sintomas cl?¡nicos. Co- mo profilaxia devemos impedir a contamina?º?úo da ?ígua e dos alimentos adotado de medidas de saneamento b?ísico e do controle das pessoas que manipulam os alimentos; lavar as m?úos ap??s ir ao banheiro, lavar os vegetais com ?ígua limpa e deix?í-Ios em imers?úo em ?ícido ac?®tico ou vina- gre por 15 minutos, para eliminar os cistos; evitar pr?íticas sexuais que facilitem o contato fecal- oral. Investigar os contatos e as fontes de infec?º?úo, isto ?®, fazer exame de fezes de todas as pes- soas do grupo familiar e dos contatos, do indiv?¡duo positivo.

88. Resposta D A escabiose ou sarna ?® uma dermatite muito comum causada por um ?ícaro, o Sarcoptes scabiei. ?ë muito contagioso, o que faz com que um indiv?¡duo que pegue a doen?ºa contamine toda a fam?¡- A transmiss?úo ?® feita atrav?®s do contato com a pele infectada de outra pessoa, pelo contato com roupas de cama infestada por indiv?¡duos doentes, por usar roupa (suja) de indiv?¡duos contamina- dos, transmiss?úo durante a rela?º?úo sexual.

89. Resposta B A Taenia solium apresenta de 2 a 3 metros de comprimento, podendo alcan?ºar at?® 7 metros. Sendo parasita intestinal, o indiv?¡duo doente elimina an?®is das taenias com as fezes, ao defecar. Esses an?®is eliminados s?úo cheios de ovos, que s?úo abertos no meio externo. Os ovos, mistura- dos com alimento, s?úo ingeridos pelo porco. No est??mago desse animal, o suco g?ístrico dissolve Pelo sangue, esse embri?úo chega aos m??sculos e, mais raramente, ao c?®rebro, onde cresce for- mando uma larva denominada Cysticercus cellulose, que pode ser observada na carne sob a for- Se um indiv?¡duo ingerir a carne de porco mal cozida, o cisticerco vai ao seu intestino, onde desen- volve-se no verme adulto.

90. Resposta B A coqueluche ?® uma doen?ºa infecto-contagiosa, epid?¬mica, causada pelo bacilo de Bordet e Gen- gou. Caracteriza-se pela presen?ºa de catarro nas vias respirat??rias e por acessos de tosse es- pasm??dica. O contato ?® direto pela inala?º?úo de bacilos. O per?¡odo de incuba?º?úo ?® de 7 a 10 dias.

91. Resposta B O t?®tano ?® uma doen?ºa causada por bact?®rias anaer??bicas, o Clostridium tetani. O per?¡odo de incuba?º?úo ?®, em m?®dia, de 7 a 10 dias. A doen?ºa manifesta-se, de in?¡cio, por dores musculares devidas ?á contra?º?úo involunt?íria dos m??sculos situados pr??ximos ?á les?úo. A doen?ºa pode perma-

necer localizada, mas o mais comum ?® haver generaliza?º?úo dos sintomas. Estes s?úo dependentes do fato de a bact?®ria fabricar uma toxina que se fixa no sistema nervoso. Um sinal caracter?¡stico ?® o trisma, conseq??ente ?á contra?º?úo violenta dos m??sculos da mastiga?º?úo (masseteres). H?í tamb?®m contra?º?úo dos m??sculos de m?¡mica, dando ?á express?úo facial o aspecto Com a evolu?º?úo da doen?ºa h?í espasmos, contra?º?úo simult?ónea de toda a musculatura e mesmo dos m??sculos respirat??rios, o que dificulta a respira?º?úo e pode levar ?á morte. Os espasmos po- dem ser provocados por qualquer est?¡mulo (auditivo, visual) e acompanham-se de dores muscula- res intensas.

92. Resposta A As “doen?ºas sexualmente transmiss?¡veis” s?úo mais comuns nos adultos e tem sido ultimamente S?úo consideradas doen?ºas sexualmente transmiss?¡veis: Gonorr?®ia, s?¡filis, cancro mole, linfogranu- loma ven?®reo, herpes genital, condiloma acuminado, candid?¡ase, tricomon?¡ase, pediculose, esca- biose, uretrites inespec?¡ficas, hepatite do tipo B.

93. Resposta C A vacina oral contra poliomielite ?® constitu?¡da por tr?¬s tipos de poliov?¡rus atenuados, cultivados em c?®lulas de rim de macaco, ?® apresentada sob a forma l?¡quida, em frasco multidoses, e deve ser conservada a uma temperatura entre +2?? e +8??C.

94. Resposta C A asbestose ?® uma doen?ºa que afeta os pulm?Áes; manifesta-se entre os que inalam p?? ou outros materiais procedentes do asbesto (p?? de amianto). A inala?º?úo de suas fibras produz modifica?º?Áes fibrosas nos pulm?Áes, estes reagem especialmente ao sil?¡cio, dando origem ?á silicose, podendo ser acompanhada de c?óncer br??nquico.

95. Resposta E Doen?ºas que necessitam de isolamento respirat??rio: ? Encefalite eq??ina venezuelana.

96. Resposta A A queima do lixo ?® um processo que proporciona grande redu?º?úo nos res?¡duos (at?® 15% do peso e 5% do volume original). A combust?úo do lixo em incineradores ocorre ?á temperatura de 800 a 1.000??(, ?ë feita da seguinte forma: descarga dos res?¡duos e alimenta?º?úo do forno; secagem dos res?¡duos visando melhorar a do seu poder cal??rico; queima do lixo na c?ómara de combust?úo; res- friamento dos gases resultantes da combust?úo; tratamento dos gases, com o objetivo de remover ou minimizar os poluentes atmosf?®ricos; lan?ºamento dos gases na atmosfera, atrav?®s da chamin?®.

As cinzas e esc??rias resultantes da queima do lixo devem ser removidas para local adequado, tal como um aterro sanit?írio.

97. Resposta B A gonorr?®ia ?® uma doen?ºa sexualmente transmiss?¡vel comum, que em geral come?ºa como infec- ?º?úo do trato geniturin?írio, principalmente da ureta e da c?®rvice. Depois do per?¡odo de incuba?º?úo de 3 a 8 dias os homens podem queixar-se de dis??ria, embora a infec?º?úo possa ser assintom?ítica em ambos os sexos.

98. Resposta B Dentro de 72 horas ap??s uma ferida perfurante, o cliente sem hist??ria pregressa de imuniza?º?úo contra o t?®tano’ deve receber primeiramente imunoglobulina ant?¡t?¬nica ou antitoxina tet?ónica, que v?úo conferir prote?º?úo tempor?íria. Em seguida, ele deve receber imuniza?º?úo ativa com o tox??ide tet?ónico. Os clientes que n?úo foram vacinados contra t?®tano nos ??ltimos 5 anos devem receber uma inje?º?úo de refor?ºo com tox??ide tet?ónico.

99. Resposta C S?¡filis ?® uma doen?ºa sexualmente transmiss?¡vel, infecciosa e cr??nica, que come?ºa nas mucosas e rapidamente se espalha por todo o corpo com dissemina?º?úo para os linfonodos regionais e a co r- Os testes sorol??gicos n?úo-trepon?¬micos incluem o teste de l?ómina do VDRL (Veneral Disease Reserch Laboratory), o teste de reagina plasm?ítica r?ípida (RPR) e o teste de reagina, que se to r- nam reativos dentro de 1 a 2 semanas ap??s o aparecimento das les?Áes da s?¡filis prim?íria, ou 4 a 5 semanas depois do in?¡cio da infec?º?úo. Esses testes r?ípidos e pouco dispendiosos s?úo usados na triagem dos clientes e em hemoderivados.

100. Resposta A A meningite ?® uma inflama?º?úo das meninges, membranas que envolvem o c?®rebro e a medula. Pode ser causada por v?írios agentes, como v?¡rus, bact?®rias e fungos. ?ë uma doen?ºa contagiosa, epid?¬mica e ocorre em todo o mundo. O mais comum agente causador ?® a bact?®ria Neisseria me- ningitidis (meningococo), causadora de meningite meningoc??cica. A sua transmiss?úo faz-se por contato direto com pessoas doentes pelas got?¡culas de muco e saliva. Os meningococos, ao pe- netrarem no organismo, localizam-se primeiro na garganta, indo depois ?ás meninges, onde provo- cam inflama?º?Áes. As epidemias s?úo mais comuns na primavera e inverno, ?®poca em que as pes- soas est?úo mais sujeitas a gripes e resfriados e permanecem em ambientes fechados, o que facili- ta o cont?ígio.

101. Resposta C O botulismo ?® uma doen?ºa paralisante potencialmente fatal, causada por uma exotoxina produzi- da pelo bacilo Gram-positivo anaer??bico, C10stridium botulinum. O botulismo pode estar associa- O botulismo tem distribui?º?úo mundial e acomete adultos com mais freq???¬ncia do que crian?ºas.

pirro. Quando um indiv?¡duo n?úo infectado inala o ar que cont?®m a got?¡cula, o organismo ?® trans- portado para o pulm?úo at?® os alv?®olos pulmonares. Recintos pouco ventilados, condi?º?Áes prom?¡s- cuas de moradia e higiene prec?íria contribuem para sua propaga?º?úo. Os indiv?¡duos com resist?¬n- cia deprimida devido ?á presen?ºa de outras doen?ºas ou terapia ester??ide, os de determinadas ida- des (crian?ºas ou velhos) e aqueles que vivem constantemente expostos ?á tuberculose ativa s?úo propensos ?á doen?ºa.

103. Resposta B ? P?ípula – mancha r??sea na pele, com eleva?º?úo: ? Crosta – camada externa de mat?®ria s??lida, formada pela solidifica?º?úo das secre?º?Áes.

104. Resposta C A mal?íria caracteriza-se pela ocorr?¬ncia de anemia, febre intermitente e hepatoesplenomegalia (aumento de tamanho do f?¡gado e ba?ºo). ?ë causada pelos protozo?írios pertencentes ao g?¬nero A profilaxia visa o combate ao mosquito, que pode ser feito na fase de larva ou na fase adulta. As larvas do Anopheles t?¬m vida aqu?ítica e pode-se combat?¬-Ias eliminando ?íguas estagnadas.

105. Resposta C A rub?®ola ?® uma infec?º?úo aguda causada por v?¡rus. Quando adquirida nos dois primeiros trimes- tres de gravidez, pode ocasionar a s?¡ndrome da rub?®ola cong?¬nita, que se caracteriza por: cres- cimento intra-uterino retardado, catarata, microcefalia, surdez, malforma?º?úo card?¡aca e retarda- mento mental.

106. Resposta C A leishmaniose ?® uma doen?ºa que afeta quase que exclusivamente a pele e a mucosa do homem. ?ë transmitida atrav?®s de insetos hemat??fagos. A profilaxia se faz por combate aos insetos vetores pelo uso de inseticidas.

107. Resposta D A aplica?º?úo da vacina tr?¡plice (DTP) ?® contra-indicada a crian?ºas com doen?ºas neurol??gicas gra- ves em atividade e as que tenham apresentado ap??s a aplica?º?úo de dose anterior algum dos se- guintes eventos: ? Rea?º?úo anafil?ítica.

108. Resposta A O cloranfenicol ?® a droga de escolha para a febre tif??ide. Ap??s uma dose de ataque, o paciente continua o tratamento recebendo uma dose a cada 6 horas at?® que a temperatura se normalize. Deve-se monitorar a contagem sang???¡nea para detectar toxicidade ao c1oranfenicol. A ampicilina ?® uma alternativa para o c1oranfenicol, provavelmente menos eficaz.

O teste de PPD (teste de Mantoux) consiste na inocula?º?úo de extrato de bacilos da tuberculose (tuberculina) na camada intrad?®rmica da face interna do antebra?ºo, onde se forma uma p?ípula. O ?ürea de indura?º?úo de 10mm ou mais – reator positivo. O eritema (vermelhid?úo) n?úo tem valor, so- mente a indura?º?úo.

110. Resposta D A gastrenterite (virose intestinal, diarr?®ia do viajante, enterite viral, intoxica?º?úo alimentar) ?® um dist??rbio autolimitado, que se caracteriza pela inflama?º?úo do est??mago e do intestino delgado. O trato gastrintestinal reage a todos os diversos tipos de gastrenterite com hipermotil?¡dade, que cau- Pode ter v?írias causas, incluindo-se: ? Bact?®rias, como Staphy/ococcus aureus, Salmonella, Shigella, Clostridium botulinum, Clostri- ? Ingest?úo de toxinas, como, por exemplo, plantas ou cogumelos t??xicos; ? Alerg?¬nios alimentares.

111. Resposta B A vacina tr?¡plice viral, tamb?®m conhecida como MMR, protege contra sarampo, caxumba e rub?®ola e cont?®m v?¡rus vivos atenuados das tr?¬s doen?ºas. O conservante utilizado ?® a neomicina, e os estabilizantes s?úo a gelatina hidrolisada e o sorbital ou a albumina humana. O corante ?® vermelho de fenol.

112. Resposta D A assist?¬ncia pr?®-natal ?® a assist?¬ncia dada ?á mulher no per?¡odo de gesta?º?úo de car?íter preventi- vo. Suas finalidades s?úo: ? Evitar mol?®stias pr??prias da gravidez, mol?®stias que se agravam com a gravidez e mol?®stias ? Proteger o feto – isso se faz tratando doen?ºas maternas que provoquem malforma?º?Áes fetais, evitando uso pela gesta?º?úo de drogas que possam afetar o feto e orientando a gestante sobre ? Proceder a educa?º?úo sanit?íria, informando a gestante sobre cuidados pessoais e com o re- ? Para atingir estes objetivos faz-se uso de um conjunto de medidas cuja execu?º?úo resulta na diminui?º?úo da morbidade e mortalidade feto-materna.

Sa??de da Fam?¡lia 01. Segundo Matus, o instante do planejamento situacional em que os n??s cr?¡ticos s?úo identifica- dos, denomina-se: A. Momento explicativo B. Momento nominativo C. Momento estrat?®gico D. Momento t?ítico-operacional E. Momento identificador

02. No Sa??de da Fam?¡lia, o indicador de condi- ?º?Áes de vida “Propor?º?úo de pessoas com cober- tura de plano de sa??de” ?® considerado um indi- cador: A. Demogr?ífico B. Socioecon?ómico C. Sociocultural D. Ambiental E. De processo de trabalho

03. Denominamos “fam?¡lia nuclear” ?á fam?¡lia composta por: A. Uma pessoa (homem ou mulher), vivendo s?? B. Pai e filhos C. M?úe e filhos D. Pai, m?úe e filhos E. Pai, m?úe, filhos e av??s

04. O numerador do indicador “Propor?º?úo de nascidos vivos com baixo peso ao nascer” ?® composto por crian?ºas que nasceram com peso inferior: A. Ao apropriado para a idade gestacional B. A 2.500g C. A 3.000g D. A 500g E. Ao indicado na ??ltima ultra-sonografia 05. Considera-se ??bito neonatal precoce aquele que ocorre antes de: A. 28 dias de vida B. 24 horas de vida C. 38 semanas de gesta?º?úo D. 7 dias de vida E. 1 ano de idade

06. Considera-se ??bito infantil tardio aquele que ocorre: A. Depois do 1?? ano de vida B. Depois de 28 dias de vida C. Entre 1 e 5 anos de idade D. Em maiores de 5 anos de idade E. Entre 28 dias e 11 meses e 29 dias de vida

07. A principal causa de mortalidade do adolescente brasileiro ?® o grupo das: A. Doen?ºas infecciosas B. Doen?ºas metab??licas C. Causas externas D. Neoplasias E. Causas mal-definidas

08. S?úo fatores apontados como respons?í- veis pelo aumento da fecundidade na ado- lesc?¬ncia, exceto: A. Idade precoce da menarca B. Falta de informa?º?úo sobre contracep- ?º?úo C. Baixa auto-estima D. Busca de autonomia econ??mica e e- mocional E. N?¡vel socioecon??mico elevado

a convoca?º?úo das gestantes que faltam ?ás con- sultas do pr?®-natal ?® compet?¬ncia do: A. M?®dico B. Enfermeiro C. Auxiliar de enfermagem D. Agente comunit?írio de sa??de E. Servi?ºo social

10. Devem ser cadastrados e acompanhados na unidade de sa??de da fam?¡lia os hipertensos e diab?®ticos que: A. Sejam obesos B. N?úo usem corretamente a medica?º?úo C. J?í tenham sido hospitalizados D. Tenham complica?º?Áes na doen?ºa de base E. Tenham o diagn??stico estabelecido pelo m?®- dico

11. O campo da sa??de possui 4 componentes, segundo Marc Laionde. O componente sobre o qual o indiv?¡duo exerce maior controle ?®: A. Biologia humana B. Meio ambiente C. Estilo de vida D. Organiza?º?úo da aten?º?úo ?á sa??de E. Depende do indiv?¡duo

12. Segundo a vigil?óncia da sa??de ?® correto afir- mar-se sobre o conceito de territ??rio que: A. Territ??rio, pelo crit?®rio geopol?¡tico, ?® um es- pa?ºo f?¡sico completo (territ??rio solo) B. Territ??rio, produto da din?ómica social, ?® um espa?ºo em permanente constru?º?úo e recons- tru?º?úo C. No territ??rio se processam os conflitos de interesses, de projetos e de sonhos dos su- jeitos sociais D. O territ??rio compreende o territ??rio solo, o econ??mico, o pol?¡tico, cultural e sanit?írio E. Todas est?úo corretas

376 13. A refer?¬ncia e contra-refer?¬ncia na USF ?® considerada um(a): A. Falha t?®cnica B. Descaso da equipe C. Continuidade previs?¡vel D. Ato de exce?º?úo E. Desejo do paciente

14. Sobre as unidades de sa??de da fam?¡lia, ?® incorreto afirmar que: A. Contribuem para a reorienta?º?úo do modelo assistencial a partir da aten?º?úo b?ísica B. Elegem a fam?¡lia e o seu espa?ºo social como n??cleo b?ísico de abordagem no atendimento ?á sa??de C. S?úo unidades p??blicas de sa??de desti- nadas a realizar aten?º?úo cont?¡nua nas especialidades b?ísicas D. S?úo centradas na medicina curativa e no atendimento emergencial ?á popula- E. Trabalham com um conceito de territ??- rio de abrang?¬ncia (?írea sob sua res- ponsabilidade)

15. A composi?º?úo m?¡nima de uma equipe de sa??de da fam?¡lia ?®: A. 1 m?®dico e 1 auxiliar de enfermagem B. 1 m?®dico e 4 a 5 agentes comunit?írios de sa??de C. 1 m?®dico, 1 enfermeiro e 1 odont??logo D. 1 m?®dico, 1 enfermeiro, 1 odont??logo e 4 a 5 agentes comunit?írios de sa??de E. 1 m?®dico, 1 enfermeiro, 1 auxiliar de enfermagem e agentes comunit?írios de sa??de

B. Possua transtornos familiares interpessoais C. Possua altera?º?Áes familiares produto de si- tua?º?Áes socioecon??micas D. Possua presen?ºa evidente de fatores de ris- co ambientais ou socioecon??micos E. Possua altera?º?Áes familiares produto de si- tua?º?Áes ambientais

17. No mundo inteiro existe, hoje, um aumento da demanda por servi?ºos de sa??de. N?úo ?® um fator respons?ível por esse incremento: A. O envelhecimento da popula?º?úo B. O surgimento de novas doen?ºas C. A grande resolutividade dos servi?ºos b?ísicos D. O aparecimento de tratamentos novos E. A alta expectativa das pessoas por maior bem-estar

18. S?úo objetivos do modelo de sa??de da fam?¡lia, segundo o Minist?®rio da Sa??de: 1. Prestar assist?¬ncia integral cont?¡nua, com re- solutividade e boa qualidade, ?ás pessoas que 2. Intervir sobre os fatores de risco aos quais a 4. Garantir o atendimento de urg?¬ncia e emer- g?¬ncia aos moradores da regi?úo.

A. 1, 2, 3, 4 B. 1,2,3 C. 1, 2 D. 2,3 E. 2,4 19. Uma equipe de sa??de da fam?¡lia tem adscrita uma popula?º?úo de, aproximadamente: A. 100 a 500 fam?¡lias B. 600 a 1.000 fam?¡lias C. a 1.500 fam?¡lias D. 4.500 fam?¡lias E. 600 a 1.000 pessoas 20. Nas unidades de sa??de da fam?¡lia s?úo atendidas: A. Gestantes e crian?ºas B. Mulheres e crian?ºas C. Hipertensos, diab?®ticos e crian?ºas D. Todas as pessoas E. Idosos, gestantes e crian?ºas

21. ?ë o elo de liga?º?úo entre a unidade de sa??de da fam?¡lia e a comunidade: A. M?®dico B. Enfermeiro C. Agente comunit?írio D. Odont??logo E. T?®cnico de enfermagem

22. Com rela?º?úo aos conceitos de domic?¡lio e fam?¡lia, pode-se afirmar que: A. Mais de uma fam?¡lia pode habitar um mesmo endere?ºo B. Domic?¡lio ?® o lugar que o indiv?¡duo es- colhe e demarca como seu territ??rio C. Domic?¡lio tanto pode ser uma mans?úo como um improvisado barraco D. Domic?¡lio pressup?Áe um endere?ºo fixo E. Todas est?úo corretas

de Aten?º?úo B?ísica do Minist?®rio da Sa??de (Bras?¡- lia, 1998), por micro?írea entende-se: A. Cada fam?¡lia com sua moradia B. Conjunto de ?íreas C. Espa?ºo de atua?º?úo de um agente de sa??de D. Conjunto de 2.400 a 4.500 pessoas E. Cada rua de um bairro

25. S?úo considerados grupos de risco no SIAB (Sistema de Informa?º?úo de Aten?º?úo B?ísica): A. Crian?ºas menores de 2 anos e gestantes B. Hipertensos e diab?®ticos C. Tuberculosos e hansenianos D. Crian?ºas menores de 2 anos, hipertensos e diab?®ticos E. Todas as respostas anteriores

26. S?úo marcadores do SIAB: 1. Acidente vascular cerebral 2. Infarto agudo do mioc?írdio 3. Taxa de mortalidade infantil 4. Citologia onc??tica carcinoma in situ.

A. .1,2,3,4 B. 1,3,4 C. 2,3,4 D. 1,2,4 E. 1,2 27. ?Ç participa?º?úo do povo no planejamento e na avalia?º?úo das a?º?Áes do governo denominamos: A. Conselho de Sa??de B. Confer?¬ncia de Sa??de C. Controle social D. Democracia E. Interfer?¬ncia

378 28. ?Çs mudan?ºas quantitativas e qualitati- vas no estado de sa??de de uma popula?º?úo que possam ser atribu?¡das aos servi?ºos de sa??de, o sa??de da fam?¡lia denomina: A. Paradigma B. Problema C. Humaniza?º?úo D. Impacto E. Eq??idade

29. Assinale o item correto: A. SINASC = Sistema de Informa?º?Áes sobre Nascimento de Crian?ºas B. SIH-SUS Sistema de Interna?º?Áes Hos- pitalares C. SIA-SUS = Sistema de Informa?º?úo As- sistencial D. SINAN = Sistema e Informa?º?úo de A- gravos de Notifica?º?úo E. SIAB = Sistema de Informa?º?úo de As- sist?¬ncia B?ísica

30. ?Ç ?írea de menor extens?úo territorial onde ?® poss?¡vel afirmar que a popula?º?úo tem condi?º?Áes de vida homog?¬nea deno- minamos: A. Territ??rio B. Regi?úo C. Fam?¡lia D. Micro?írea E. Bairro

dicas 32. Ao princ?¡pio organizativo da estrat?®gia da sa??de da fam?¡lia que considera “as mudan?ºas quantitativas e qualitativas, no estado atual e futuro, da sa??de da popula?º?úo que possam ser atribu?¡das aos servi?ºos de sa??de”, denominamos: A. Orienta?º?úo por problemas B. Hierarquiza?º?úo C. Impacto D. Integralidade E. Co-responsabilidade

33. Na Unidade de Sa??de da Fam?¡lia a respon- sabilidade pelo treinamento e capacita?º?úo conti- nuada dos agentes comunit?írios de sa??de ?® do(a): A. M?®dico B. Auxiliar de enfermagem C. Enfermeiro D. Odont??logo E. Assistente social

34. S?úo atribui?º?Áes do enfermeiro na Unidade de Sa??de da Fam?¡lia, exceto: A. Oportunizar os contatos com indiv?¡duos sa- dios ou doentes, visando promover a sa??de e abordar os aspectos de educa?º?úo sanit?íria B. Promover a qualidade de vida e contribuir para que o meio ambiente se torne saud?ível C. Participar do processo de programa?º?úo e planejamento das a?º?Áes da USF D. Capacitar os agentes comunit?írios de sa??de e auxiliares de enfermagem E. Executar as a?º?Áes de assist?¬ncia nas ?íreas de aten?º?úo ?á crian?ºa, ao adolescente, ?á mu- lher, ao trabalhador, ao adulto e ao idoso

35. ?ë considerada a primeira etapa da implanta- ?º?úo da Estrat?®gia de Sa??de da Fam?¡lia (ESF) nos munic?¡pios: A. Sensibiliza?º?úo e divulga?º?úo B. Ades?úo C. Contrata?º?úo de recursos humanos D. Capacita?º?úo das equipes E. Treinamento introdut??rio

36. Dentre as op?º?Áes a seguir, destaque quantas podem ser consideradas como domic?¡lio: 1. Barco 2. Corti?ºo 3. Gruta 4. V?úo de viaduto 5. Pr?®dios em constru?º?úo A. Uma B. Duas C. Cinco D. Quatro

37. No cadastramento das fam?¡lias, devem ser considerados como agregados os (as): A. Av??s B. Empregados C. C??njuges n?úo casados legalmente D. Filhos casados E. Pessoas que fazem parte da fam?¡lia, sem la?ºos de consang??inidade

38. Acredita-se que, funcionando correta- mente, as Unidades de Sa??de da Fam?¡lia consigam resolver a seguinte percentagem dos problemas de sa??de da comunidade: A. 80% B. 70% C. 85% D. 90% E. 100%

39. O sistema que avalia os resultados das atividades realizadas pelas equipes de sa- ??de da fam?¡lia ?® o:

A. SIA-SUS B. SISVAN C. SINASC D. SIAB E. DATABUS 40. O Projeto de Expans?úo e Consolida?º?úo da Sa??de da Fam?¡lia (PROESF) ?® voltado para os munic?¡pios com popula?º?úo: A. Abaixo de 5 mil habitantes B. At?® 50 mil habitantes C. At?® 100 mil habitantes D. Acima de 100 mil habitantes E. Acima de 200 mil habitantes

41. O profissional na Unidade de Sa??de da Fam?¡- lia (USF) que primeiro identifica os indiv?¡duos e fam?¡lias em situa?º?úo de risco ?® o (a): A. M?®dico B. Enfermeiro C. Agente comunit?írio de sa??de D. Auxiliar de enfermagem E. Assistente social

42. Quanto ?ás Unidades de Sa??de da Fam?¡lia, ?® incorreto afirmar-se que: Privilegia a demanda programada A. Cria v?¡nculos com a popula?º?úo adscrita B. Numa micro?írea residem entre 400 e 750 pessoas C. Cada ?írea fica sob a responsabilidade de um agente de sa??de D. Atende ?ás pessoas em todas as fases do seu ciclo vital

43. Considere as seguintes situa?º?Áes e assinale o item que n?úo se classifica como uma fam?¡lia doente: A. A fam?¡lia de Jo?úo, cujo barraco foi destru?¡do na ??ltima enchente

380 B. A fam?¡lia de Clara, renal cr??nica em processo de di?ílise peritoneal C. A fam?¡lia de Ana, que est?í se divorci- ando de um marido alco??latra D. A fam?¡lia de Vera, paciente que teve severa depress?úo e agora est?í em processo de reabilita?º?úo E. A fam?¡lia de Luiz, adolescente usu?írio de drogas que agride a m?úe

44. Ao instrumento gr?ífico que expressa de forma r?ípida e resumida a fam?¡lia, denomi- namos: A. Prontu?írio familiar B. Familiograma C. Ficha da fam?¡lia D. Invent?írio social E. Gr?ífico familiar

45. Quantas gera?º?Áes habitualmente s?úo A. Uma B. Duas C. Tr?¬s ou mais D. S?? a atual E. S?? os ancestrais

46. Maria, agente de sa??de da micro?írea “x”, ao cadastrar suas fam?¡lias encontrou uma resid?¬ncia em que habitavam Joana, que desconhecia o paradeiro de seu com- panheiro desde que o filho nascera, e Pe- dro, seu ??nico filho. Como esta fam?¡lia de- ver?í ser classificada?

A. Nuclear B. Sem fam?¡lia C. Alargada D. Uniparental E. Problem?ítica

A. Falha t?®cnica B. Descaso da equipe C. Continuidade previs?¡vel D. Ato de exce?º?úo E. Desejo do paciente

48. Quando um ator, que est?í planejando a solu- ?º?úo de determinado problema, n?úo tem capaci- dade de enfrentamento, dizemos que: A. N?úo h?í solu?º?úo B. O problema ?® muito s?®rio C. Falta governabilidade D. Est?í existindo falta de dinheiro para esta dificuldade Existe necessidade de capacita?º?úo pessoal E.

49. Maria, ACS, atua em uma micro?írea onde existe um condom?¡nio de luxo ao lado de alguns barracos. O Sr. Jo?úo, porteiro do condom?¡nio, tenta convenc?¬-Ia a dedicar seu tempo s?? com os moradores dos barra- cos, j?í que, em seu condom?¡nio, todos t?¬m “Planos de Sa??de”. Qual deve ser a atitude de Maria?

A. Desistir, afinal Jo?úo tem raz?úo B. Queixar-se ?á enfermeira da Unidade C. Brigar com o Sr. Jo?úo porque ele est?í atrapalhando seu servi?ºo D. Tentar convenc?¬-Io com “jeitinho” E. Solicitar ao s?¡ndico que marque uma reuni?úo de cond??mino, para que a e- quipe possa explicar a necessidade do cadastramento ________________________________________________________________________

Sa??de da Fam?¡lia Respostas 01. Resposta A Segundo Matus, o planejamento situacional ?® uma vertente do enfoque estrat?®gico que compre- ende quatro momentos interativos: ? Momento explicativo – a realidade ?® explicada atrav?®s da sele?º?úo dos problemas mais rele- ? Momento normativo – ?® feita a identifica?º?úo dos atores e dos seus recursos que poder?úo ser ? Momento estrat?®gico – em que se examina a viabilidade do projeto, suas restri?º?Áes e potenci- ? Momento t?ítico-operacional – tomada de decis?Áes para executar o planejado e avaliar a nova situa?º?úo.

02. Resposta B Segundo o manual “Monitoramento na aten?º?úo b?ísica de sa??de: roteiros para reflex?úo e a?º?úo”, Secretaria de Aten?º?úo ?á Sa??de, Departamento de Aten?º?úo B?ísica: Bras?¡lia: Minist?®rio da Sa??de, 2004, os indicadores de condi?º?Áes de vida podem ser divididos em: Demogr?íficos: Socioecon??mico: Socioculturais: ? Propor?º?úo de fam?¡lias sem acesso ?á rede geral de abastecimento de ?ígua; ? Propor?º?úo de fam?¡lias com fezes e urina a c?®u aberto.

03. Resposta D A fam?¡lia nuclear ?® composta por pai, m?úe e filhos. A fam?¡lia com pai (ou m?úe) e filhos ?® denomi- nada fam?¡lia uniparental e a fam?¡lia com pai, m?úe, filhos e av??s ?® chamada ampliada.

O indicador “Propor?º?úo de nascidos vivos com baixo peso ao nascer” ?® calculado pela f??rmula: N?? de nascidos vivos com peso menor que 2.500g, em determinado local e per?¡odo x 100 N?? de nascidos vivos, no mesmo local e per?¡odo Sua utilidade ?® auxiliar na avalia?º?úo das condi?º?Áes org?ónicas e condutas de risco da gestante e subsidiar pol?¡ticas de promo?º?úo da sa??de reprodutiva e aten?º?úo ?á sa??de da crian?ºa.

05. Resposta D O per?¡odo neonatal se estende at?® o 28?? dia de vida. Este per?¡odo se divide em neonatal precoce (<7 dias) e neonatal tardio (7 a 28 dias). Considera-se, portanto, ??bito neonatal precoce aquele que ocorre antes do 7?? dia de vida.

06. Resposta E ?ôbito infantil ?® aquele que ocorre at?® 11 meses e 29 dias de vida. Divide-se em precoce (o que ocorre no per?¡odo neonatal) e tardio (o que ocorre no per?¡odo p??s-neonatal – entre 28 dias e 11 meses e 29 dias de vida).

07. Resposta C As causas externas representam o grupo mais importante no perfil de mortalidade dos adolescen- tes brasileiros. De 5 a 14 anos, idade escolar, ?® maior o risco de viol?¬ncia fatal no tr?ónsito e, no de 15 a 19 anos, ?® maior o risco de homic?¡dio.

08. Resposta E O aumento da fecundidade das adolescentes guarda estreita rela?º?úo com educa?º?úo, pobreza, religi?úo, grupo de iguais, estrutura familiar, falta de informa?º?úo e baixa auto-estima. Entretanto, acredita-se tamb?®m que possa representar um desejo real que refor?ºaria a auto-estima, a auto- nomia econ??mica e emocional e o v?¡nculo com o parceiro.

09. Resposta D ?ë fundamental realizar a capta?º?úo precoce das mulheres com suspeita de gravidez e convocar as que faltam ao acompanhamento peri??dico para que poss?¡veis complica?º?Áes da gravidez e do par- to possam ser evitadas. Ao agente comunit?írio de sa??de, elemento de liga?º?úo entre a USF e a comunidade, compete este papel.

10. Resposta E S?? devem ser cadastrados e acompanhados os hipertensos e diab?®ticos cujo diagn??stico tenha sido estabelecido pelo m?®dico. Antes de serem cadastrados, todos os casos que tenham sido di- agnosticados em outros servi?ºos deveriam ser vistos pelo m?®dico da USF

11. Resposta C Em rela?º?úo ao conceito de campo de sa??de, o componente estilo de vida representa o conjunto de decis?Áes que o indiv?¡duo toma a respeito de sua sa??de. As decis?Áes incorretas e os h?íbitos pessoais incorretos levam a riscos que se originam no pr??prio indiv?¡duo.

O territ??rio da vigil?óncia em sa??de ?® o territ??rio processo, que nunca est?í pronto e que acaba con- figurando determinada realidade em sa??de.

13. Resposta C Os encaminhamentos de pacientes para n?¡veis de maior complexidade n?úo constituem uma exce- ?º?úo, mas uma continuidade previs?¡vel e que deve ter crit?®rios claramente estabelecidos.

14. Resposta D As unidades de sa??de da fam?¡lia destinam-se a realizar aten?º?úo cont?¡nua nas especialidades b?í- sicas, desenvolvendo atividades de promo?º?úo, prote?º?úo e recupera?º?úo da sa??de, caracter?¡sticas do n?¡vel prim?írio de aten?º?úo. Substitui as pr?íticas convencionais, eminentemente curativas e e- mergenciais por uma atua?º?úo centrada nos princ?¡pios da vigil?óncia em sa??de.

15. Resposta E Embora outros profissionais possam ser incorporados a estas unidades b?ísicas, a equipe m?¡nima deve ser composta por 1 m?®dico, 1 enfermeiro, 1 auxiliar de enfermagem e agentes comunit?írios de sa??de.

16. Resposta D As fam?¡lias podem ser classificadas como: ? Fam?¡lia saud?ível – aus?¬ncia de doen?ºas ou fatores de risco conhecidos. ? Fam?¡lia de risco – presen?ºa de fatores de risco ambiental, social, econ??mico, biol??gico e/ou ? Fam?¡lia doente – a que se encontra nas condi?º?Áes citadas nas letras A, B, C, E. ? Fam?¡lia em reabilita?º?úo – aquela que se encontra em momento de reabilita?º?Áes f?¡sicas, men- tais e/ou sociais.

17. Resposta C O envelhecimento populacional gera aumento da demanda por servi?ºos de sa??de. V?írios estudos europeus mostram que pessoas acima de 65 anos consomem de 5 a 12 vezes mais medicamen- tos que pessoas abaixo desta idade. O surgimento de novas doen?ºas, como AIDS, Hepatite C, estresse etc. tamb?®m demanda diagn??sticos, e os tratamentos na ?írea do c?óncer e outras doen- ?ºas cr??nicas aumentam a sobrevida sem a cura e geram demanda por exames e tratamentos so- fisticados. Os meios de comunica?º?úo tamb?®m atualizam as pessoas com muita rapidez, fazendo com que elas pressionem os servi?ºos de sa??de em busca de maior bem-estar. Ao contr?írio, se os servi?ºos b?ísicos tivessem elevada resolutividade, as doen?ºas seriam prev?¬nidas ou tratadas em seus n?¡veis iniciais, diminuindo as complica?º?Áes e, conseq??entemente, o n??mero de doentes gra- ves e/ou cr??nicos e a demanda por servi?ºos.

fissionais de sa??de e a popula?º?úo; proporcionar o estabelecimento de parcerias atrav?®s do de- senvolvimento de a?º?Áes intersetoriais; contribuir para a democratiza?º?úo do conhecimento do pro- cesso sa??de/doen?ºa, da organiza?º?úo dos servi?ºos e da produ?º?úo social da sa??de; fazer com que a sa??de seja reconhecida como um direito de cidadania e, portanto, express?úo de qualidade de vida; estimular a organiza?º?úo da comunidade para o efetivo exerc?¡cio do controle social. Portanto, no item I, o erro se encontra na demanda espont?ónea e no item IV n?úo est?í citada ne- nhuma atividade ou objetivo primordial do Programa Sa??de da Fam?¡lia.

19. Resposta B O Minist?®rio da Sa??de recomenda um quantitativo de 600 a 1.000 fam?¡lias, com limite m?íximo de 4.500 habitantes, por equipe.

20. Resposta D Nas unidades de sa??de da fam?¡lia s?úo atendidas todas as pessoas das fam?¡lias, em todas as fa- ses do ciclo vital.

21. Resposta C O agente comunit?írio de sa??de ?® o elo de liga?º?úo entre as unidades de sa??de da fam?¡lia e a co- munidade e deve a ela pertencer.

22. Resposta E As moradias representam uma base, uma possibilidade de localiza?º?úo, um endere?ºo fixo. Embora diferentes em custo e qualidade de constru?º?úo, merecem igual considera?º?úo e respeito.

23. Resposta D SIAB – agrega os dados e processa informa?º?Áes sobre a popula?º?úo acompanhada. Permite o a- companhamento cont?¡nuo e a avalia?º?úo das atividades desenvolvidas, visando ?á melhoria da qua- lidade dos servi?ºos de sa??de.

24. Resposta C Micro?írea – espa?ºo delimitado onde residem cerca de 400 a 750 pessoas e que corresponde ?á ?ürea – conjunto de micro?íreas sob a responsabilidade de uma equipe de sa??de. Nela residem de 2.400 a 4.500 pessoas.

25. Resposta E Todos os pacientes citados: crian?ºas menores de 2 anos, gestantes, hipertensos, diab?®ticos, tu- berculosos e hansenianos s?úo considerados grupos de risco no Sistema de Informa?º?úo de Aten- ?º?úo B?ísica e devem receber aten?º?úo priorit?íria pela equipe do sa??de da fam?¡lia.

26. Resposta D S?úo considerados marcadores (sinal de alerta) o acidente vascular cerebral, o infarto agudo do mioc?írdio e a citologia onc??tica carcinoma in situo A taxa de mortalidade infantil ?® um indicador.

Conselhos e confer?¬ncias de sa??de s?úo f??runs de participa?º?úo popular no controle social da sa??- de.

28. Resposta D ? Paradigma – na concep?º?úo sociol??gica, ?® um conjunto de elementos e c??digos compartilha- ? Problema – ?® a diferen?ºa existente entre a realidade constatada por um ato social e a norma ? Humaniza?º?úo – ?® o reconhecimento dos pacientes e n?úo como casos ou n??meros. ? Impacto – enquanto princ?¡pio organizativo do Programa de Sa??de da Fam?¡lia, constitui as mu- dan?ºas de sa??de de uma popula?º?úo que possam ser atribu?¡das aos servi?ºos de sa??de. ? Eq??idade – ?® a garantia de justa distribui?º?úo dos recursos de sa??de de acordo com as neces- sidades diferenciadas dos indiv?¡duos.

29. Resposta D ? SINASC – Sistema de Informa?º?Áes sobre Nascidos Vivos ? SIH-SUS – Sistema de Informa?º?Áes Hospitalares ? SIA-SUS – Sistema de Informa?º?úo Ambulat??ria ? SINAN – Sistema de Informa?º?úo de Agravos de Notifica?º?úo ? SIAB – Sistema de Informa?º?úo de Aten?º?úo B?ísica

30. Resposta D Segundo as modernas t?®cnicas de planejamento em sa??de, denomina-se territ??rio o local em que se d?í o processo de vida da comunidade e micro?írea ?á ?írea de menor extens?úo territorial onde ?® poss?¡vel afirmar que a popula?º?úo tem condi?º?Áes de vida homog?¬nea.

31. Resposta D A constru?º?úo social de um novo sistema de sa??de exige mudan?ºas na ordem governativa da ci- dade, que Mendes, EV, em “Um novo paradigma sanit?írio: A produ?º?úo social da sa??de”, in Men- des, EV, Uma agenda para a sa??de, explicita como: ? Ordem governativa da cidade: Gest?úo m?®dica – Gest?úo social.

32. Resposta C Denomina-se “impacto” ?ás mudan?ºas quantitativas e qualitativas no estado atual e futuro da sa??- de da popula?º?úo que possam ser atribu?¡das aos servi?ºos de sa??de. Relaciona-se, portanto, com a capacidade que tem a aten?º?úo prim?íria para melhorar os n?¡veis de mortalidade, morbidade e in- capacidade da popula?º?úo adscrita.

Segundo o Minist?®rio da Sa??de, entre as atribui?º?Áes do enfermeiro encontra-se a de desenvolver a?º?Áes para a capacita?º?úo dos agentes comunit?írios de sa??de e auxiliares de enfermagem.

34. Resposta E Todos os outros itens constituem atribui?º?Áes do enfermeiro. A letra (E) constitui atribui?º?úo do m?®- dico. Ao enfermeiro compete, ainda, executar, no n?¡vel de suas compet?¬ncias, a?º?Áes de assist?¬n- cia b?ísica de vigil?óncia epidemiol??gica e sanit?íria nas ?íreas de aten?º?úo ?á crian?ºa, ao adolescen- te, ?á mulher, ao trabalhador e ao idoso.

35. Resposta A A sensibiliza?º?úo e divulga?º?úo ?® considerada a primeira etapa da implanta?º?úo da ESF nos munic?¡- pios e visa disseminar as id?®ias centrais da proposta. Deve-se dar ?¬nfase ?á miss?úo da estrat?®gia de sa??de da fam?¡lia enquanto proposta de reorganiza?º?úo do modelo assistencial.

36. Resposta C Considera-se domic?¡lio como qualquer local delimitado que esteja servindo de moradia para uma fam?¡lia.

37. Resposta E Conceitua-se como agregado a pessoa que faz parte de uma fam?¡lia por local de moradia e afeti- vidade, por?®m n?úo tem la?ºos consang???¡neos ou tem um parentesco muito distante.

38. Resposta C Segundo estimativa oficial, acredita-se que, funcionando adequadamente, as Unidades de Sa??de da Fam?¡lia s?úo capazes de resolver 85% dos problemas de sa??de de sua comunidade. Essa m?®- dia ?® mais facilmente atingida com um trabalho continuado.

39. Resposta D Os resultados das atividades realizadas pelas equipes do PSF s?úo avaliados pelo Sistema de In- forma?º?úo de Aten?º?úo B?ísica (SIAB). Este sistema re??ne dados e processa informa?º?Áes sobre a popula?º?úo acompanhada.

40. Resposta D O PROESF ?® uma iniciativa do Minist?®rio da Sa??de, apoiada pelo Banco Mundial e voltada para incentivar a implanta?º?úo e consolida?º?úo da estrat?®gia de sa??de da fam?¡lia em munic?¡pios com popula?º?úo acima de 100 mil habitantes.

41. Resposta C Segundo o Minist?®rio da Sa??de, os agentes comunit?írios de sa??de representam o elo de liga?º?úo entre a equipe da USF e a comunidade e a eles compete manter o cadastro de suas fam?¡lias sempre atualizado e identificar os indiv?¡duos e fam?¡lias expostos a situa?º?Áes de risco.

?ürea ?® um conjunto de micro?íreas e fica sob a responsabilidade de uma equipe de sa??de. Cada agente comunit?írio de sa??de tem sob sua responsabilidade uma micro?írea.

43. Resposta D Denomina-se fam?¡lia em reabilita?º?úo aquela que se encontra em processo de recupera?º?úo f?¡sica, mental e/ou social.

44. Resposta B Familiograma ?® o instrumento gr?ífico que expressa de forma resumida e r?ípida a fam?¡lia em seus aspectos cl?¡nicos, sociais, de relacionamento e de riscos, facilitando o diagn??stico.

45. Resposta C Um familiograma deve incluir tr?¬s ou mais gera?º?Áes, nomes dos membros da fam?¡lia, idade, as mortes, doen?ºas ou problemas significativos dos membros da fam?¡lia, indica?º?úo de pessoas que vivem na mesma casa, casamentos e div??rcios.

46. Resposta D 47. Resposta C Os encaminhamentos de pacientes para n?¡veis de maior complexidade n?úo constituem uma exce- ?º?úo, mas uma continuidade previs?¡vel e que deve ter crit?®rios claramente estabelecidos.

48. Resposta C O ator que est?í planejando precisa verificar sua capacidade de enfrentamento (governabilidade) sobre os problemas em estudo. Se n?úo houver governabilidade fica muito dif?¡cil atuar.

49. Resposta E Todos os moradores da ?írea de abrang?¬ncia da ESF devem estar cientes de que, se algu?®m so- nega informa?º?Áes, o cadastro e os indicadores ficar?úo alterados e haver?í um falso diagn??stico As a?º?Áes educativas e preventivistas devem ser oferecidas a todos, j?í que os planos de sa??de n?úo atuam nesta ?írea.

Legisla?º?úo em Sa??de Sistema ?Ünico de Sa??de ÔÇô SUS Lei N 8.080, de 19 de setembro de 1990

Disp?Áe sobre as condi?º?Áes para a promo?º?úo, prote?º?úo e recupera?º?úo da sa??de, a organiza?º?úo e o funcionamento dos servi?ºos correspondentes O PRESIDENTE DA REP?ÜBLICA faz saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:

DISPOSI?ç?âO PRELIMINAR Art. 1?? – Esta lei regula, em todo o territ??rio na- cional, as a?º?Áes e servi?ºos de sa??de, executados isolada ou conjuntamente, em Car?íter permanen- te ou eventual, por pessoas naturais ou jur?¡dicas de direito P??blico ou privado.

T?ìTULO I DAS DISPOSI?ç?òES GERAIS Art. 2?? – A sa??de ?® um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condi?º?Áes ?º 1?? – O dever do Estado de garantir a sa??de consiste na formula?º?úo e execu?º?úo de pol?¡ticas econ??micas e sociais que visem ?á redu?º?úo de riscos de doen?ºas e de outros agravos e no esta- belecimento de condi?º?Áes que assegurem aces- so universal e igualit?írio ?ás a?º?Áes e aos servi?ºos ?º 2?? – O dever do Estado n?úo exclui o das pesso- Art. 3?? – A sa??de tem como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimenta?º?úo, a moradia, o saneamento b?ísico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educa?º?úo, o transporte, o os n?¡veis de sa??de da popula?º?úo expressam a Par?ígrafo ??nico. Dizem respeito tamb?®m ?á sa??de as a?º?Áes que, por for?ºa do disposto no artigo anterior, se destinam a garantir ?ás pessoas e ?á coletividade condi?º?Áes de bem-estar f?¡sico, men- tal e social.

390 T?ìTULO II DO SISTEMA ?ÜNICO DE SA?ÜDE DISPO- SI?ç?âO PRELIMINAR Art. 4?? – O conjunto de a?º?Áes e servi?ºos de sa??de, prestados por ??rg?úos e institui?º?Áes p??blicas federais, estaduais e municipais, da Administra?º?úo direta e indireta e das funda?º?Áes mantidas pelo Poder P??blico, ?º 1?? – Est?úo inclu?¡das no disposto neste artigo as institui?º?Áes p??blicas federais, es- taduais e municipais de controle de quali- dade, pesquisa e produ?º?úo de insumos, medicamentos, inclusive de sangue e he- moderivados, e de equipamentos para sa??- ?º 2?? – A iniciativa privada poder?í participar do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS), em ca- r?íter complementar.

CAP?ìTULO I DOS OBJETIVOS E ATRIBUI?ç?òES Art. 5?? – S?úo objetivos do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS): I – a identifica?º?úo e divulga?º?úo dos fatores II – a formula?º?úo de pol?¡tica de sa??de desti- nada a promover, nos campos econ??mico e social, a observ?óncia do disposto no ?º 1 ?? III – a assist?¬ncia ?ás pessoas por interm?®dio de a?º?Áes de promo?º?úo, prote?º?úo e recupe- ra?º?úo da sa??de, com a realiza?º?úo integrada das a?º?Áes assistenciais e das atividades Art. 6?? – Est?úo inclu?¡das ainda no campo de atua?º?úo do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS): I – a execu?º?úo de a?º?Áes: b) de vigil?óncia epidemiol??gica;

c) de sa??de do trabalhador; e d) de assist?¬ncia terap?¬utica integral, inclu- II – a participa?º?úo na formula?º?úo da pol?¡tica e na III – a ordena?º?úo da forma?º?úo de recursos huma- IV – a vigil?óncia nutricional e a orienta?º?úo alimen- V – a colabora?º?úo na prote?º?úo do meio ambiente, VI – a formula?º?úo da pol?¡tica de medicamentos, equipamentos, imunobiol??gicos e outros insumos de interesse para a sa??de e a participa?º?úo na VII – o controle e a fiscaliza?º?úo de servi?ºos, pro- VIII – a fiscaliza?º?úo e a inspe?º?úo de alimentos, IX – a participa?º?úo no controle e na fiscaliza?º?úo da produ?º?úo, transporte, guarda e utiliza?º?úo de subst?óncias e produtos psicoativos, t??xicos e X – o incremento, em sua ?írea de atua?º?úo, do XI – a formula?º?úo e execu?º?úo da pol?¡tica de san- ?º 1?? – Entende-se por vigil?óncia sanit?íria um con- junto de a?º?Áes capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos ?á sa??de e de intervir nos proble- mas sanit?írios decorrentes do meio ambiente, da produ?º?úo e circula?º?úo de bens e da presta?º?úo de servi?ºos de interesse da sa??de, abrangendo: I – o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionem com a sa??de, com- preendidas todas as etapas e processos da pro- du?º?úo ao consumo; e II – o controle da presta?º?úo de servi?ºos que se ?º 2?? – Entende-se por vigil?óncia epidemiol??gica um conjunto de a?º?Áes que proporcionam o co- nhecimento, a detec?º?úo ou preven?º?úo de qual- quer mudan?ºa nos fatores determinantes e con- dicionantes de sa??de individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de preven?º?úo e controle das doen?ºas ou agra- ?º 3?? – Entende-se por sa??de do trabalhador, para fins desta lei, um conjunto de atividades que se destina, atrav?®s das a?º?Áes de vigi- l?óncia epidemiol??gica e vigil?óncia sanit?íria, ?á promo?º?úo e prote?º?úo da sa??de dos traba- lhadores, assim como visa ?á recupera?º?úo e reabilita?º?úo da sa??de dos trabalhadores submetidos aos riscos e agravos advindos das condi?º?Áes de trabalho, abrangendo: I – assist?¬ncia ao trabalhador v?¡tima de aci- dentes de trabalho ou portador de doen?ºa II – participa?º?úo, no ?ómbito de compet?¬ncia do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS), em es- tudos, pesquisas, avalia?º?úo e controle dos riscos e agravos potenciais ?á sa??de exis- tentes no processo de trabalho;

111 – participa?º?úo, no ?ómbito de compet?¬n- cia do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS), da normatiza?º?úo, fiscaliza?º?úo e controle das condi?º?Áes de produ?º?úo, extra?º?úo, armaze- namento, transporte, distribui?º?úo e manu- seio de subst?óncias, de produtos, de m?í- quinas e de equipamentos que apresentam IV – avalia?º?úo do impacto que as tecnologi- V – informa?º?úo ao trabalhador e ?á sua res- pectiva entidade sindical e ?ás empresas sobre os riscos de acidentes de trabalho, doen?ºa profissional e do trabalho, bem co- mo os resultados de fiscaliza?º?Áes, avalia- ?º?Áes ambientais e exames de sa??de, de admiss?úo, peri??dicos e de demiss?úo, res- VI – participa?º?úo na normatiza?º?úo, fiscaliza- ?º?úo e controle dos servi?ºos de sa??de do trabalhador nas institui?º?Áes e empresas VII – revis?úo peri??dica da listagem oficial de doen?ºas originadas no processo de traba- lho, tendo na sua elabora?º?úo a colabora?º?úo das entidades sindicais; e VIII – a garantia ao sindicato dos trabalha- dores de requerer ao ??rg?úo competente a interdi?º?úo de m?íquina, de setor de servi?ºo ou de todo ambiente de trabalho, quando houver exposi?º?úo a risco iminente para a vida ou sa??de dos trabalhadores.

DOS PRINCIPIOS E DIRETRIZES Art. 7?? – As a?º?Áes e servi?ºos p??blicos de sa??de e os servi?ºos privados contratados ou conveniados que integram o Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS) s?úo desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no art. 198 da Constitui?º?úo Federal, obedecendo ainda aos seguintes princ?¡pios: I – universalidade de acesso aos servi?ºos de sa??- 11 – integralidade de assist?¬ncia, entendida como conjunto articulado e cont?¡nuo das a?º?Áes e servi- ?ºos preventivos e curativos, individuais e coleti- vos, exigidos para cada caso em todos os n?¡veis 111 – preserva?º?úo da autonomia das pessoas na IV – igualdade da assist?¬ncia ?á sa??de, sem pre- V – direito ?á informa?º?úo, ?ás pessoas assistidas, VI – divulga?º?úo de informa?º?Áes quanto ao poten- cial dos servi?ºos de sa??de e a sua utiliza?º?úo pelo VII – utiliza?º?úo da epidemiologia para o estabele- cimento de prioridades, a aloca?º?úo de recursos e IX – descentraliza?º?úo pol?¡tico-administrativa, com dire?º?úo ??nica em cada esfera de governo: a) ?¬nfase na descentraliza?º?úo dos servi?ºos para b) regionaliza?º?úo e hierarquiza?º?úo da rede de X – integra?º?úo em n?¡vel executivo das a?º?Áes de XI – conjuga?º?úo dos recursos financeiros, te cro- nol??gicos, materiais e humanos da Uni?úo, dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic?¡pios na presta?º?úo de servi?ºos de assist?¬ncia ?á sa??de da XII – capacidade de resolu?º?úo dos servi?ºos em todos os n?¡veis de assist?¬ncia; e XIII – organiza?º?úo dos servi?ºos p??blicos de modo a evitar duplicidade de meios para fins id?¬nticos.

atividades: III. – vigil?óncia sanit?íria e farmacoepidemiolo- V. – ci?¬ncia e tecnologia; e Art. 14 – Dever?úo ser criadas Comiss?Áes Perma- nentes de integra?º?úo entre os servi?ºos de sa??de Par?ígrafo ??nico. Cada uma dessas comiss?Áes ter?í por finalidade propor prioridades, m?®todos e estrat?®gias para a forma?º?úo e educa?º?úo continu- ada dos recursos humanos do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS), na esfera correspondente, assim como em rela?º?úo ?á pesquisa e ?á coopera?º?úo t?®cnica entre essas institui?º?Áes.

CAP?ìTULO IV DA COMPET?èNCIA E DAS ATRIBUI?ç?òES SE?ç?âO I DAS ATRIBUI?ç?òES COMUNS Art. 15 – A Uni?úo, os Estados, o Distrito Federal e os Munic?¡pios exercer?úo, em seu ?ómbito adminis- trativo, as seguintes atribui?º?Áes: I – defini?º?úo das inst?óncias e mecanismos de con- trole, de avalia?º?úo e de fiscaliza?º?úo das a?º?Áes e II – administra?º?úo dos recursos or?ºament?írios e III – acompanhamento, avalia?º?úo e divulga?º?úo do n?¡vel de sa??de da popula?º?úo e das condi?º?Áes IV – organiza?º?úo e coordena?º?úo do sistema de V – elabora?º?úo de normas t?®cnicas e estabeleci- mento de padr?Áes de qualidade e par?ómetros de VI – elabora?º?úo de normas t?®cnicas e estabele- cimento de padr?Áes de qualidade para promo?º?úo VII – participa?º?úo na formula?º?úo da pol?¡tica e da execu?º?úo das a?º?Áes de saneamento b?ísico e colabora?º?úo na prote?º?úo e recupera?º?úo do VIII – elabora?º?úo e atualiza?º?úo peri??dica do IX – participa?º?úo na formula?º?úo e na execu- ?º?úo da pol?¡tica de forma?º?úo e desenvolvi- X – elabora?º?úo da proposta or?ºament?íria do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS), de confor- XI – elabora?º?úo de normas para regular as atividades de servi?ºos privados de sa??de, XII – realiza?º?úo de opera?º?Áes externas de natureza financeira de interesse da sa??de, XIII – para atendimento de necessidades coletivas, urgentes e transit??rias, decorren- tes de situa?º?Áes de perigo iminente, de calamidade p??blica ou de irrup?º?úo de epi- demias, a autoridade competente da esfera administrativa correspondente poder?í re- quisitar bens e servi?ºos, tanto de pessoas naturais como de jur?¡dicas, sendo-Ihes as- XIV – implementar o Sistema Nacional de XV – propor a celebra?º?úo de conv?¬nios, acordos e protocolos internacionais relati- XVI – elaborar normas t?®cnico-cient?¡ficas de promo?º?úo, prote?º?úo e recupera?º?úo da sa??- XVII – promover articula?º?úo com os ??rg?úos de fiscaliza?º?úo do exerc?¡cio profissional e outras entidades representativas da socie- dade civil para a defini?º?úo e controle dos padr?Áes ?®ticos para pesquisa, a?º?Áes e ser- XVIII – promover a articula?º?úo da pol?¡tica e XIX – realizar pesquisas e estudos na ?írea XX – definir as inst?óncias e mecanismos de controle e fiscaliza?º?úo inerentes ao poder XXI – fomentar, coordenar e executar pro- gramas e projetos estrat?®gicos e de aten- dimento emergencial.

des hierarquizadas do Sistema ?Ünico de Sa??de III – prestar apoio t?®cnico e financeiro aos Munic?¡- pios e executar supletivamente a?º?Áes e servi?ºos IV – coordenar e, em car?íter complementar, exe- cutar a?º?Áes e servi?ºos: c) de alimenta?º?úo e nutri?º?úo; e V – participar, junto com os ??rg?úos afins, do con- trole dos agravos do meio ambiente que tenham VI – participar da formula?º?úo da pol?¡tica e da exe- VII – participar das a?º?Áes de controle e avalia?º?úo VIII – em car?íter suplementar, formular, executar, acompanhar e avaliar a pol?¡tica de insumos e IX – identificar estabelecimentos hospitalares de refer?¬ncia e gerir sistemas p??blicos de alta com- X – coordenar a rede estadual de laborat??rios de sa??de p??blica e hemocentros, e gerir as unidades que permane?ºam em sua organiza?º?úo adminis- XI – estabelecer normas, em car?íter suplementar, para o controle e avalia?º?úo das a?º?Áes e servi?ºos XII – formular normas e estabelecer padr?Áes, em car?íter suplementar, de procedimentos de con- trole de qualidade para produtos e subst?óncias XIII – colaborar com a Uni?úo na execu?º?úo da vigi- XIV – o acompanhamento, a avalia?º?úo e divulga- ?º?úo dos indicadores de morbidade e mortalidade Art. 18 – ?Ç dire?º?úo municipal do Sistema de Sa??- de (SUS) compete: I – planejar, organizar, controlar e avaliar as a- ?º?Áes e os servi?ºos de sa??de e gerir e executar os II – participar do planejamento, programa?º?úo e organiza?º?úo da rede regionalizada e hierarquiza- da do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS), em III – participar da execu?º?úo, controle e ava- lia?º?úo das a?º?Áes referentes ?ás condi?º?Áes e IV – executar servi?ºos: d) de saneamento b?ísico; e V – dar execu?º?úo, no ?ómbito municipal, ?á pol?¡tica de insumos e equipamentos para a VI – colaborar na fiscaliza?º?úo das agres- s?Áes ao meio ambiente que tenham reper- cuss?úo sobre a sa??de humana e atuar, jun- to aos ??rg?úos municipais, estaduais e fede- VII – formar cons??rcios administrativos in- VIII – gerir laborat??rios p??blicos de sa??de e IX – colaborar com a Uni?úo e os Estados na execu?º?úo da vigil?óncia sanit?íria de portos, X – observado o disposto no art. 26 desta lei, celebrar contratos e conv?¬nios com en- tidades prestadoras de servi?ºos privados de sa??de, bem como controlar e avaliar sua XI – controlar e fiscalizar os procedimentos XII – normatizar complementarmente as a?º?Áes e servi?ºos p??blicos de sa??de no seu Art. 19 – Ao Distrito Federal competem as atribui?º?Áes reservadas aos Estados e aos Munic?¡pios.

T?ìTULO III DOS SERVI?çOS PRIVADOS DE ASSIS- T?èNCIA ?Ç SA?ÜDE CAP?ìTULO I

DO FUNCIONAMENTO Art. 20 – Os servi?ºos privados de assist?¬ncia ?á sa??de caracterizam-se pela atua?º?úo, por iniciati- va pr??pria, de profissionais liberais, legalmente habilitados, e de pessoas jur?¡dicas de direito pri- vado na promo?º?úo, prote?º?úo e recupera?º?úo da Art. 21 – A assist?¬ncia ?á sa??de ?® livre ?á iniciativa Art. 22 – Na presta?º?úo de servi?ºos privados de assist?¬ncia ?á sa??de, ser?úo observados os princ?¡- pios ?®ticos e as normas expedidas pelo ??rg?úo de dire?º?úo do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS) quan- Art. 23 – ?ë vedada a participa?º?úo direta ou indire- ta de empresas ou de capitais estrangeiros na assist?¬ncia ?á sa??de, salvo atrav?®s de doa?º?Áes de organismos internacionais vinculados ?á Organi- za?º?úo das Na?º?Áes Unidas, de entidades de coo- pera?º?úo t?®cnica e de financiamento e empr?®sti- ?º 1?? – Em qualquer caso ?® obrigat??ria a autoriza- ?º?úo do ??rg?úo de dire?º?úo nacional do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS), submetendo-se a seu controle as atividades que forem desenvolvidas e ?º 2?? – Excetuam-se do disposto neste artigo os servi?ºos de sa??de mantidos, em finalidade lucra- tiva, por empresas, para atendimento de seus empregados e dependentes, sem qualquer ??nus para a seguridade social.

CAP?ìTULO II DA PARTICIPA?ç?âO COMPLEMENTAR Art. 24 – Quando as suas disponibilidades forem insuficientes para garantir a cobertura assistenci- al ?á popula?º?úo de uma determinada ?írea, o Sis- tema ?Ünico de Sa??de (SUS) poder?í recorrer aos Par?ígrafo ??nico. A participa?º?úo complementar dos servi?ºos privados ser?í formalizada mediante contrato ou conv?¬nio, observadas, a respeito, as Art. 25 – Na hip??tese do artigo anterior, as enti- dades filantr??picas e as sem fins lucrativos ter?úo prefer?¬ncia para participar do Sistema ?Ünico de Art. 26 – Os crit?®rios e valores para a remunera- ?º?úo de servi?ºos e os par?ómetros de cobertura assistencial ser?úo estabelecidos pela dire?º?úo 396 nacional do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS), aprovados no Conselho Nacional de ?º 1?? – Na fixa?º?úo dos crit?®rios, valores, for- mas de reajuste e de pagamento da remu- nera?º?úo aludida neste artigo, a dire?º?úo na- cional do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS) dever?í fundamentar seu ato em demonstra- tivo econ??mico-financeiro que garanta a efetiva qualidade de execu?º?úo dos servi?ºos ?º 2?? – Os servi?ºos contratados submeter-se- ?úo ?ás normas t?®cnicas e administrativas e aos princ?¡pios e diretrizes do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS), mantido o equil?¡brio eco- ?º 4?? – Aos propriet?írios, administradores e dirigentes de entidades ou servi?ºos contra- tados ?® vedado exercer cargo de chefia ou fun?º?úo de confian?ºa no Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS).

T?ìTULO IV DOS RECURSOS HUMANOS Art. 27 – A pol?¡tica de recursos humanos na ?írea da sa??de ser?í formalizada e executa- da, articuladamente, pelas diferentes esfe- ras de governo, em cumprimento dos se- guintes objetivos: I – organiza?º?úo de um sistema de forma?º?úo de recursos humanos em todos os n?¡veis de ensino, inclusive de p??s-gradua?º?úo, a- l?®m da elabora?º?úo de programas de per- II – (Vetado) III – (Vetado) IV – valoriza?º?úo da dedica?º?úo exclusiva aos servi?ºos do Sistema ?Ünico de Sa??de Par?ígrafo ??nico. Os servi?ºos p??blicos que integram o Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS) constituem campo de pr?ítica para ensino e pesquisa, mediante normas espec?¡ficas, elaboradas conjuntamente com o sistema Art. 28 – Os cargos e fun?º?Áes de chefia, dire?º?úo e assessoramento, no ?ómbito do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS), s?? poder?úo ser exercidos em regime de tempo integral.

?º 1?? – Os servidores que legalmente acumulam dois cargos ou empregos poder?úo exercer suas atividades em mais de um estabelecimento do ?º 2?? – O disposto no par?ígrafo anterior aplica-se tamb?®m aos servidores em regime de tempo in- tegral, com exce?º?úo dos ocupantes de cargos ou Art. 30 – As especializa?º?Áes na forma de treina- mento em servi?ºo sob supervis?úo ser?úo regula- mentadas por Comiss?úo Nacional, institu?¡da de acordo com o art. 12 desta lei, garantida a parti- cipa?º?úo das entidades profissionais correspon- dentes.

T?ìTULO V DO FINANCIAMENTO CAP?ìTULO I DOS RECURSOS Art. 31 – O or?ºamento da seguridade social des- tinar?í ao Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS), de a- cordo com a receita estimada, os recursos ne- cess?írios ?á realiza?º?úo de suas finalidades, pre- vistos em proposta elaborada pela sua dire?º?úo nacional, com a participa?º?úo dos ??rg?úos da Pre- vid?¬ncia Social e da Assist?¬ncia Social, tendo em vista as metas e prioridades estabelecidas na lei Art. 32 – S?úo considerados de outras fontes os recursos provenientes de: I ÔÇô (Vetado) II – Servi?ºos que possam ser prestados sem pre- IV – aliena?º?Áes patrimoniais e rendimentos de V – taxas, multas, emolumentos e pre?ºos p??blicos arrecadados no ?ómbito do Sistema ?Ünico de Sa- VI – rendas eventuais, inclusive comerciais e in- ?º 1?? – Ao Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS) caber?í metade da receita de que trata o inciso I deste artigo, apurada mensalmente, a qual ser?í desti- ?º 2?? – As receitas geradas no ?ómbito do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS) ser?úo creditadas direta- mente em contas especiais, movimentadas pela sua dire?º?úo, na esfera de poder onde forem arre- ?º 3?? – As a?º?Áes de saneamento que ve- nham a ser executadas supletivamente pelo Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS) ser?úo fi- nanciadas por recursos tarif?írios espec?¡fi- cos e outros da Uni?úo, Estados, Distrito Federal, Munic?¡pios e, em particular, do ?º 5?? – As atividades de pesquisa e desen- volvimento cient?¡fico e tecnol??gico em sa??- de ser?úo co-financiadas pelo Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS), pelas universidades e pelo or?ºamento fiscal, al?®m de recursos de institui?º?Áes de fomento e financiamento ou de origem externa e receita pr??pria das institui?º?Áes executoras.

CAP?ìTULO II DA GEST?âO FINANCEIRA Art. 33 – Os recursos financeiros do Siste- ma ?Ünico de Sa??de (SUS) ser?úo deposita- dos em conta especial, em cada esfera de sua atua?º?úo, e movimentados sob fiscaliza- ?º 1?? – Na esfera federal, os recursos finan- ceiros, origin?írios do Or?ºamento da Seguri- dade Social, de outros Or?ºamentos da Uni- ?úo, al?®m de outras fontes, ser?úo adminis- trados pelo Minist?®rio da Sa??de, atrav?®s do ?º 4?? – O Minist?®rio da Sa??de acompanhar?í, atrav?®s de seu sistema de auditoria, a con- formidade ?á programa?º?úo aprovada da a- plica?º?úo dos recursos repassados a Esta- dos e Munic?¡pios. Constatada a malversa- ?º?úo, desvio ou n?úo aplica?º?úo dos recursos, caber?í ao Minist?®rio da Sa??de aplicar as Art. 34 – As autoridades respons?íveis pela distribui?º?úo da receita efetivamente arreca- dada transferir?úo automaticamente ao Fun- do Nacional de Sa??de (FNS), observado o crit?®rio do par?ígrafo ??nico deste artigo, os recursos financeiros correspondentes ?ás dota?º?Áes consignadas no Or?ºamento da Seguridade Social, a projetos e atividades a serem executados no ?ómbito do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS).

Par?ígrafo ??nico. Na distribui?º?úo dos recursos financeiros da Seguridade Social ser?í observada a mesma propor?º?úo da despesa prevista de cada Art. 35 – Para o estabelecimento de valores a serem transferidos a Estados, Distrito Federal e Munic?¡pios, ser?í utilizada a combina?º?úo dos se- guintes crit?®rios, segundo an?ílise t?®cnica de pro- gramas e projetos: II – perfil epidemiol??gico da popula?º?úo a ser co- III – caracter?¡sticas quantitativas e qualitativas da IV – desempenho t?®cnico, econ??mico e financeiro V – n?¡veis de participa?º?úo do setor de sa??de nos VI – previs?úo do plano q??inq??enal de investimen- VII – ressarcimento do atendimento a servi?ºos ?º 1?? – Metade dos recursos destinados a Estados e Munic?¡pios ser?í distribu?¡da segundo o quocien- te de sua divis?úo pelo n??mero de habitantes, in- dependentemente de qualquer procedimento ?º 2?? – Nos casos de Estados e Munic?¡pios sujeitos a not??rio processo de migra?º?úo, os crit?®rios de- mogr?íficos mencionados nesta lei ser?úo ponde- rados por outros indicadores de crescimento po- pulacional, em especial o n??mero de eleitores ?º 6?? – O disposto no par?ígrafo anterior n?úo preju- dica a atua?º?úo dos ??rg?úos de controle interno e externo e nem a aplica?º?úo de penalidades previs- tas em lei, em caso de irregularidades verificadas na gest?úo dos recursos transferidos.

CAP?ìTULO III DO PLANEJAMENTO E DO OR?çAMENTO Art. 36 – O processo de planejamento e or?ºamen- to do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS) ser?í as- 398 cendente, do n?¡vel local at?® o federal, ouvi- dos seus ??rg?úos deliberativos, compatibili- zando-se as necessidades da pol?¡tica de sa??de com a disponibilidade de recursos em planos de sa??de dos Munic?¡pios, dos ?º 1?? – Os planos de sa??de ser?úo a base das atividades e programa?º?Áes de cada n?¡vel de dire?º?úo do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS), e seu financiamento ser?í previsto ?º 2?? – ?ë vedada a transfer?¬ncia de recursos para o financiamento de a?º?Áes n?úo previs- tas nos planos de sa??de, exceto em situa- ?º?Áes emergenciais ou de calamidade p??bli- Art. 37 – O Conselho Nacional de Sa??de estabelecer?í as diretrizes a serem obser- vadas na elabora?º?úo dos planos de sa??de, em fun?º?úo das caracter?¡sticas epidemiol??- gicas e da organiza?º?úo dos servi?ºos em Art. 38 – N?úo ser?í permitida a destina?º?úo de subven?º?Áes e aux?¡lios a institui?º?Áes prestadoras de servi?ºos de sa??de com fina- lidade lucrativa.

e bases de dados, mantidos pelo Minist?®rio da Sa??de e pelo Minist?®rio do Trabalho e da Previ- d?¬ncia Social, ser?í assegurado ?ás Secretarias Estaduais e Municipais de Sa??de ou ??rg?úos con- g?¬neres, como suporte ao processo de gest?úo, de forma a permitir a ger?¬ncia informatizada das contas e a dissemina?º?úo de estat?¡sticas sanit?í- Art. 41 – As a?º?Áes desenvolvidas pela Funda?º?úo das Pioneiras Sociais e pelo Instituto Nacional de C?óncer, supervisionadas pela dire?º?úo nacional do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS), permanecer?úo como referencial de presta?º?úo de servi?ºos, for- ma?º?úo de recursos humanos e para transfer?¬ncia Art. 43 – A gratuidade das a?º?Áes e servi?ºos de sa??de fica preservada nos servi?ºos p??blicos con- tratados, ressalvando-se as cl?íusulas dos contra- tos ou conv?¬nios estabelecidos com as entidades Art. 45 – Os servi?ºos de sa??de dos hospitais uni- versit?írios e de ensino integram-se ao Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS), mediante conv?¬nio, pre- servada a sua autonomia administrativa, em rela- ?º?úo ao patrim??nio, aos recursos humanos e fi- nanceiros, ensino, pesquisa e extens?úo nos limi- tes conferidos pelas institui?º?Áes a que estejam ?º 1?? – Os servi?ºos de sa??de de sistemas estadu- ais e municipais de previd?¬ncia social dever?úo integrar-se ?á dire?º?úo correspondente do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS), conforme seu ?ómbito de atua?º?úo, bem como quaisquer outros ??rg?úos e ?º 2?? – Em tempo de paz e havendo interesse re- c?¡proco, os servi?ºos de sa??de das For?ºas Arma- das poder?úo integrar-se ao Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS), conforme se dispuser em conv?¬nio Art. 46 – O Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS) esta- belecer?í mecanismos de incentivos ?á participa- ?º?úo do setor privado no investimento em ci?¬ncia e tecnologia e estimular?í a transfer?¬ncia de tecnologia das universidades e institutos de pesquisa aos servi?ºos de sa??de nos Esta- dos, Distrito Federal e Munic?¡pios, e ?ás em- Art. 47 – O Minist?®rio da Sa??de, em articu- la?º?úo com os n?¡veis estaduais e municipais do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS), organi- zar?í, no prazo de dois anos, um sistema nacional de informa?º?Áes em sa??de, inte- grado em todo o territ??rio nacional, abrangendo quest?Áes epidemiol??gicas e de Art. 50 – Os conv?¬nios entre a Uni?úo, os Estados e os Munic?¡pios, celebrados para implanta?º?úo dos Sistemas Unificados e Descentralizados de Sa??de, ficar?úo rescin- didos ?á propor?º?úo que seu objeto for sendo absorvido pelo Sistema ?Ünico de Sa??de Art. 52 – Sem preju?¡zo de outras san?º?Áes cab?¡veis, constitui crime de emprego irregu- lar de verbas ou rendas p??blicas (C??digo Penal, art. 315) a utiliza?º?úo de recursos financeiros do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS) em finalidades diversas das previs- Art. 54 – Esta lei entra em vigor na data de Art. 55 – S?úo revogadas a Lei n?? 2.312, de 3 de setembro de 1954, a Lei n?? 6.229, de 17 de julho de 1975, e demais disposi?º?Áes em contr?írio.

Bras?¡lia, 19 de setembro de 1990; 169?? da FERNANDO COLLOR Alceni Guerra

Legisla?º?úo em Sa??de Sistema ?Ünico de Sa??de ÔÇô SUS Lei n?? 8.142, de 28 de dezembro de 1990

contar com: II – Conselho de Sa??de, com composi?º?úo parit?í- ria de acordo com o Decreto n?? 99.438, de 7 de IV – relat??rios de gest?úo que permitam o controle de que trata o ?º 4?? do art. 33 da Lei n?? 8.080, de V – contrapartida de recursos para a sa??de no VI – Comiss?úo de elabora?º?úo do Plano de Carrei- ra, Cargos e Sal?írios (PCCS), previsto o prazo Par?ígrafo ??nico. O n?úo atendimento pelos Mu- nic?¡pios, ou pelos Estados, ou pelo Distrito Fede- ral, dos requisitos estabelecidos neste artigo, implicar?í em que os recursos concernentes se- jam administrados, respectivamente, pelos Esta- Art. 5?? – ?ë o Minist?®rio da Sa??de, mediante portaria do Ministro de Estado, autorizado a estabelecer condi?º?Áes para aplica?º?úo desta Art. 6?? – Esta lei entra em vigor na data de Art. 7?? – Revogam-se as disposi?º?Áes em contr?írio.

Bras?¡lia, 28 de dezembro de 1990; 169?? da FERNANDO COLLOR Alceni Guerra

Legisla?º?úo em Sa??de Sistema ?Ünico de Sa??de ÔÇô SUS Portaria N 2.616, de 12 de maio de 1998

O Ministro de Estado da Sa??de, Interino, no uso das atribui?º?Áes que lhe confere o art. 87, inciso 11, da Constitui?º?úo, e Considerando as determina?º?Áes da Lei n?? 9.431, de 6 de janeiro de 1997, que disp?Áe sobre a obri- gatoriedade da manuten?º?úo pelos hospitais do pa?¡s, de programa de controle de infec?º?Áes hos- Considerando que as infec?º?Áes hospitalares constituem risco significativo ?á sa??de dos usu?í- rios dos hospitais, e sua preven?º?úo e controle envolvem medidas de qualifica?º?úo da assist?¬ncia hospitalar, de vigil?óncia sanit?íria e outras, toma- das no ?ómbito do Estado, do Munic?¡pio e de cada Considerando que o Cap?¡tulo I art. 5?? e inciso 111 da Lei n?? 8.080, de 19 de setembro de 1990, es- tabelece como objetivo e atribui?º?úo do Sistema ?Ünico de Sa??de (SUS) “a assist?¬ncia ?ás pessoas por interm?®dio de a?º?Áes de promo?º?úo, prote?º?úo e recupera?º?úo da Sa??de com a realiza?º?úo integra- da das a?º?Áes assistenciais e das atividades pre- Considerando que no exerc?¡cio da atividade fis- calizadora os ??rg?úos estaduais de sa??de dever?úo observar, entre outros requisitos, as condi?º?Áes, a ado?º?úo, pela institui?º?úo prestadora de servi?ºo, de meios de prote?º?úo capazes de evitar efeitos no- civos ?á sa??de dos agentes, clientes, pacientes e dos circunstantes (Decreto n?? 77 .052, de 19 de Considerando os avan?ºos t?®cnico-cient?¡ficos, os resultados do Estado Brasileiro da Magnitude das Infec?º?Áes Hospitalares, Avalia?º?úo da Qualidade das A?º?Áes de Controle de Infec?º?úo Hospitalar, o reconhecimento mundial destas a?º?Áes como as que implementam a melhoria da qualidade da assist?¬ncia ?á Sa??de, reduzem esfor?ºos, proble- Considerando a necessidade de informa?º?Áes e instru?º?úo oficialmente constitu?¡da para respaldar Art. 1?? – Expedir, na forma dos anexos I, 11, 111,

Legisla?º?úo em Sa??de Sistema ?Ünico de Sa??de ÔÇô SUS Programa de Controle de Infec?º?úo Hospitalar

2.5.1.6 Os hospitais poder?úo consorciar-se no sentido da utiliza?º?úo rec?¡proca de recursos t?®cni- cos, materiais e humanos, com vistas ?á implanta- ?º?úo e manuten?º?úo do Programa de Controle da 2.5.1.7 Os hospitais consorciados dever?úo consti- tuir CClH pr??pria, conforme os n??meros 2 e 2.1, com rela?º?úo aos membros consultores, e prover 2.5.1.8 O cons??rcio deve ser formalizado entre os hospitais componentes. Os membros executores, no cons??rcio, devem atender aos n??meros 2.5.1, 2.5.1.1, 2.5.1.2, 2.5.1.3 e 2.5.1.4.

CCIH nos ??rg?úos colegiados deliberativos e muladores de pol?¡tica da institui?º?úo, como, por exemplo, os conselhos t?®cnicos, independente da natureza da entidade mantenedora da institui?º?úo 4.6 garantir o cumprimento das recomenda?º?Áes formuladas pela Coopera?º?úo Municipal, Estadu- 4.7 informar ao ??rg?úo oficial municipal ou estadu- al quanto ?á composi?º?úo da CCIH, e ?ás altera?º?Áes 4.8 fomentar a educa?º?úo e o treinamento de todo ? 5. ?Ç Coordena?º?úo, de Controle de Infec?º?úo Hospitalar, do Minist?®rio da Sa??de, compete: 5.1 definir diretrizes de a?º?Áes de controle de in- 5.2 apoiar a descentraliza?º?úo das a?º?Áes de pre- 5.3 coordenar as a?º?Áes nacionais de preven?º?úo e 5.4 estabelecer normas gerais para a preven?º?úo 5.5 estabelecer crit?®rios, par?ómetros e m?®todos 5.6 promover a articula?º?úo com ??rg?úos formado- res, com vistas ?á difus?úo do conte??do de conhe- 5.7 cooperar com a capacita?º?úo dos profissionais 5.8 identificar servi?ºos municipais, estaduais e hospitalares para o estabelecimento de padr?Áes 5.9 prestar coopera?º?úo t?®cnica, pol?¡tica e finan- ceira aos Estados e aos Munic?¡pios para aperfei- ?ºoamento da sua atua?º?úo em preven?º?úo e con- 5.10 acompanhar e avaliar as a?º?Áes implementa- das, respeitadas as. compet?¬ncias estaduais/ distrital e municipais de atua?º?úo, na preven?º?úo e 5.11 estabelecer sistema nacional de informa- ?º?Áes sobre infec?º?úo hospitalar na ?írea de vigi- 5.12 estabelecer sistema de avalia?º?úo e divulga- ?º?úo nacional dos indicadores da magnitude e gravidade das infec?º?Áes hospitalares e da quali- dade das a?º?Áes de seu controle;

Coordena?º?úo Estadual de controle de infec?º?úo hospitalar do seu Estado, a partir da rede hospi- talar, os indicadores de infec?º?úo hospitalar esta- belecidos.

ANEXO II CONCEITOS E CRIT?ëRIOS DIAGN?ôSTICOS DAS INFEC?ç?òES HOSPITALARES ? Conceitos b?ísicos 1.1. Infec?º?úo comunit?íria (IC): 1.1.1 ?® aquela constatada ou em incuba?º?úo no ato de admiss?úo do paciente, desde que n?úo relacionada com interna?º?úo anterior no mesmo 1.1.2 S?úo tamb?®m comunit?írias: 1.1.2.1 a infec?º?úo que est?í associada com com- plica?º?úo ou extens?úo da infec?º?úo j?í presente na admiss?úo, a menos que haja troca de microrga- nismos com sinais ou sintomas fortemente su- 1.1.2.2 a infec?º?úo em rec?®m-nascido, cuja aqui- si?º?úo por via transplacent?íria ?® conhecida ou foi comprovada e que tornou-se evidente logo ap??s o nascimento (exemplo herpes simples, toxo- plasmose, rub?®ola, cito megalovirose, s?¡filis e 1.1.2.3 As infec?º?Áes de rec?®m-nascidos associa- das com bolsa rota superior a 24 (vinte e quatro) 1.2. Infec?º?úo hospitalar (IH): 1.2.1 ?® aquela adquirida ap??s a admiss?úo do paciente e que se manifeste durante a interna?º?úo ou ap??s a alta, quando puder ser relacionada ? 2. Crit?®rios para diagn??sticos de infec?º?úo hospitalar, previamente estabelecidos e descri- 2.1 Princ?¡pios: 2.1.1 o diagn??stico das infec?º?Áes hospitalares dever?í valorizar informa?º?Áes oriundas de: 2.1.1.1 evid?¬ncia cl?¡nica, derivada da observa?º?úo direta do paciente ou da an?ílise de seu prontu?í- 2.1.1.2 resultados de exames de laborat??rios ressaltando-se os exames microbiol??gicos, a pesquisa de ant?¡genos, anticorpos e m?®todos de visualiza?º?úo realizados.

infeccioso e inflamat??rio local ou falhas t?®cnicas grosseiras, cirurgias eletivas com cicatriza?º?úo de primeira inten?º?úo e sem drenagem aberta. Cirur- gias em que n?úo ocorrem penetra?º?Áes nos tratos 3.2.2 Cirurgia Potencialmente Contaminada – s?úo aquelas realizadas em tecidos colonizados por flora microbiana pouco numerosa ou em tecidos de dif?¡cil descontamina?º?úo, na aus?¬ncia de pro- cesso infeccioso e inflamat??rio e com falhas t?®c- nicas discretas no transoperat??rio. Cirurgias com Ocorre penetra?º?úo nos tratos digestivo, respirat??- 3.2.3 Cirurgias Contaminadas – s?úo aquelas rea- lizadas em tecidos recentemente traumatizados e abertos, colonizados por flora bact?®ria na abun- dante, cuja descontam ina?º?úo seja dif?¡cil ou im- poss?¡vel, bem como todas aquelas em que te- nham ocorrido falhas t?®cnicas grosseiras, na au- s?¬ncia de supura?º?úo local. Na presen?ºa de infla- ma?º?úo aguda na incis?úo e cicatriza?º?úo de se- gunda inten?º?úo, ou grande contamina?º?úo a partir do tubo digestivo. Obstru?º?úo biliar ou urin?íria 3.2.4 Cirurgias Infectadas – s?úo todas as interna- ?º?Áes cir??rgicas realizadas em qualquer tecido ou ??rg?úo, em presen?ºa de processo infeccioso (su- pura?º?úo local) e/ou tecido necr??tico.

5.6 Recomenda-se que o indicador do n??mero 5.4 pode ser calculado utilizando-se como deno- 5.6.1. O n??mero de pacientes-dia ?® obtido so- mando-se o total de dias de perman?¬ncia do pro- 5.7. Outros procedimentos de risco poder?úo ser avaliados, sempre que a ocorr?¬ncia respectiva o indicar, da mesma forma que ?® de utilidade o levantamento das taxas de infec?º?úo do s?¡tio ci- 5.8 Freq???¬ncia das Infec?º?Áes Hospitalares por Microrganismos ou por etiologias, calculada ten- do como numerador o n??mero de epis??dios de infec?º?úo hospitalar por microrganismo, e como denominador o n??mero de epis??dios de infec?º?Áes hospitalares que ocorreram no per?¡odo conside- 5.9 Coeficiente de Sensibilidade aos Antimicrobi- anos, calculado tendo como numerador o n??mero de cepas bacterianas de um determinado micror- ganismo sens?¡vel a determinado antimicrobiano, e como denominador o n??mero total de cepas testadas do mesmo agente com antibiograma 5.10.1 Percentual de pacientes que usaram anti- microbianos (uso profil?ítico ou terap?¬utico) no per?¡odo considerado. Pode ser especificado por cl?¡nica de interna?º?úo. ?ë calculado tendo como numerador o total de pacientes em uso de anti- microbiano, e como denominador o n??mero total 5.10.2 Freq???¬ncia com que cada antimicrobiano ?® empregado em rela?º?úo aos demais. ?ë calcula- da tendo como numerador o total de tratamentos iniciados com determinado antimicrobiano no per?¡odo, e como denominador o total de trata- mentos com antimicrobianos iniciados no mesmo 5.11 Taxa de letalidade associada a infec?º?úo hospitalar ?® calculada tendo como numerador o n??mero de ??bitos ocorridos de pacientes com infec?º?úo hospitalar no per?¡odo considerado, e como denominador o n??mero de pacientes que 5.12 Consideram-se obrigat??rias as informa?º?Áes relativas aos indicadores epidemiol??gicos 5.1, 5.2, 5.3 e 5.11, no m?¡nimo, com rela?º?úo aos ser- vi?ºos de Ber?º?írio de alto risco, UTI (adul- 408 ? 6. Relat??rios e Notifica?º?Áes 6.1 A CCIH dever?í elaborar periodicamente um relat??rio com os indicadores epidemio- l??icos interpretados e analisados. Esse re- lat??rio dever?í ser divulgado a todos os ser- vi?ºos e ?á dire?º?úo promovendo-se seu deba- 6.2 O relat??rio dever?í conter informa?º?Áes sobre o n?¡vel end?¬mico das infec?º?Áes hos- pitalares sob vigil?óncia e as altera?º?Áes de comportamento epidemiol??gico detectadas, bem como as medidas de controle adota- 6.3 ?ë desej?ível que cada cirurgi?úo receba, anualmente, relat??rio com as taxas de in- fec?º?úo em cirurgias limpas referentes ?ás suas atividades, e a taxa m?®dia de infec?º?úo de cirurgias limpas entre pacientes de ou- tros cirurgi?Áes de mesma especialidade ou 6.4 O relat??rio da vigil?óncia epidemiol??g?¡ca e os relat??rios de investiga?º?Áes epidemio- l??gicas dever?úo ser enviados ?ás Coordena- ?º?Áes Estaduais / Distrital / Mun?¡cipais e ?á Coordena?º?úo de Controle de Infec?º?úo Hos- pitalar do Minist?®rio da Sa??de, conforme as normas espec?¡ficas das referidas Coorde- na?º?Áes.

ANEXO IV LAVAGEM DAS M?âOS ? 1. Lavagem das m?úos ?® a fric?º?úo ma- nual vigorosa de toda superf?¡cie das m?úos e punhos, utilizando-se sab?úo/detergente, seguida de enx?íg??e abundante em ?ígua ? 2. A lavagem das m?úos ?®, isoladamen- te, a a?º?úo mais importante para a preven- ? 3. O uso de luvas n?úo dispensa a lava- gem das m?úos antes e ap??s contatos que envolvam mucosas, sangue ou outros flui- ? 4. A lavagem das m?úos deve ser reali- zada tantas vezes quanto necess?írias du- rante a assist?¬ncia a um ??nico paciente, sempre que envolver contato com diversos s?¡tios corporais, entre cada uma das ativi- dades.

s?úo realizadas sempre antes dos procedimentos ? 5.A decis?úo para lavagem das m?úos com uso de anti-s?®ptico deve considerar o tipo de con- tato, o grau de contamina?º?úo, as condi?º?Áes dos 5.1 A lavagem das m?úos com anti-s?®ptico ?® re- comendada em: – contato direto com feridas e/ou dispositivos in- ? 6. Devem ser empregadas medidas e recur- sos com o objetivo de incorporar a pr?ítica da lavagem das m?úos em todos os n?¡veis da assis- 6.1 A distribui?º?úo e a localiza?º?úo de unidades ou pias para lavagem das m?úos, de forma a atender ?ás necessidades nas diversas ?íreas hospitalares, al?®m da presen?ºa dos produtos, ?® fundamental para a obrigatoriedade da pr?ítica.

ANEXO V RECOMENDA?ç?òES GERAIS ? 1. A utiliza?º?úo dos anti-s?®pticos, desinfetan- tes e esterilizantes seguir?í as determina?º?Áes da Portaria n?? 15, de 23 de agosto de 1988, da Se- cretaria de Vigil?óncia Sanit?íria (SVS)/do Minist?®- rio da Sa??de e o Processamento de Artigos e Superf?¡cies em Estabelecimentos de Sa??de/MS, 2″ edi?º?úo, 1994, ou outras que as comple- 1.1 N?úo s?úo recomendadas, para a finali- dade de anti-sepsia, as formula?º?Áes con- tendo mercuriais org?ónicos, acetona, qua- tern?írio de am??nio, l?¡quido de Dakin, ?®ter, ? 2. As normas de limpezas desinfec?º?úo e esteriliza?º?úo s?úo aquelas definidas pela publica?º?úo do Minist?®rio da Sa??de, Proces- samento de Artigos e Superf?¡cies em Esta- belecimentos de Sa??de, 2″ edi?º?úo, 1994 – princ?¡pios ativos liberados conforme os de- finidos pela Portaria n?? 15, SVS,de 23 de agosto de 1988, ou outras que a comple- ? 3. As normas de procedimentos da ?írea de Microbiologia s?úo aquelas definidas pela publica?º?úo do Minist?®rio da Sa??de – Manual de Procedimentos B?ísicos em Mi- crobiologia Cl?¡nica para o Controle de In- fec?º?úo Hospitalar, 1″ edi?º?úo, 1991, ou ou- ? 4. As normas para lavanderia s?úo a- quelas definidas pela publica?º?úo do Minis- t?®rio da Sa??de – Manual de Lavanderia Hospitalar, 1″ edi?º?úo, 1986, ou outras que ? 5. A Farm?ícia Hospitalar seguir?í as orienta?º?Áes contidas na publica?º?úo do Mi- nist?®rio da Sa??de – Guia B?ísico para a Farm?ícia Hospitalar, 1″ edi?º?úo, 1994, ou outras que as complementem ou substitu- am.

C??digo de ?ëtica Resolu?º?úo COFEN n?? 240/2000 Resolu?º?úo COFEN-240/2000 Aprova o C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfermagem e d?í outras provid?¬ncias. O Conselho Federal de Enfermagem ÔÇô COFEN, no uso de suas atribui?º?Áes legais e regimentais; CONSIDERANDO a Lei n?? 5.905/73, em seu artigo 8??, inciso III CONSIDERANDO o resultado dos estudos origin?írios de semin?írios realizados pelo COFEN com CONSIDERANDO o que consta dos PADs COFEN n?? 83/91, 179/91, 45/92 e 119/92; RESOLVE: Art. 1?? – Fica aprovado o C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfermagem, para aplica?º?úo na Art. 2?? – Todos os profissionais de Enfermagem poder?úo conhecer o inteiro teor do presente C??di- go, bastando, para tanto, requer?¬-Io no Conselho Regional de Enfermagem do Estado onde exer- Art. 3?? – Aplicam-se aos Atendentes de Enfermagem e assemelhados que exercem atividades na ?írea de Enfermagem todos os preceitos contidos no C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enfer- Art. 4?? – Este ato resolucional entrar?í em vigor na data de sua publica?º?úo, revogando-se as dispo- si?º?Áes em contr?írio, em especial, as Resolu?º?Áes COFEN-160/93, 161/93 e 201/97. Gilberto Unhares Teixeira (COREN-RJ N?? 2.380) Presidente Jo?úo Aureliano Amorim de Sena (COREN-RN N?? 9.176) Primeiro Secret?írio C?ôDIGO DE ?ëTICA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM

CAP?ìTULO I DOS PRINC?ìPIOS FUNDAMENTAIS Art. 1?? – A Enfermagem ?® uma profiss?úo comprometida com a sa??de do ser humano e da coletividade. Atua na promo?º?úo, prote?º?úo, recupera?º?úo da sa??de e reabilita?º?úo das pessoas, Art. 2?? – O profissional de Enfermagem participa, como integrante da sociedade, das a?º?Áes Art. 3?? – O profissional de Enfermagem respeita a vida, a dignidade e os direitos da pessoa humana, em todo o seu ciclo vital, sem discrimina?º?úo de qualquer natureza. Art. 4?? – O profissional de Enfermagem exerce suas atividades com justi?ºa, compet?¬ncia, Art. 5?? – O profissional de Enfermagem presta assist?¬ncia ?á sa??de visando ?á promo?º?úo do ser humano como um todo.

Art. 6?? – O profissional de Enfermagem exerce a profiss?úo com autonomia, respeitando os preceitos legais da Enfermagem.

CAP?ìTULO II DOS DIREITOS Art. 7?? – Recusar-se a executar atividades que n?úo sejam de sua compet?¬ncia legal. Art. 8?? – Ser informado sobre o diagn??stico provis??rio ou definitivo de todos os clientes que Art. 9?? – Recorrer ao Conselho Regional de Enfermagem, quando impedido de cumprir o pre- Art. 10 – Participar de movimentos reivindicat??rios por melhores condi?º?Áes de assist?¬ncia, de Art. 11 – Suspender suas atividades, individual ou coletivamente, quando a institui?º?úo p??blica ou privada para a qual trabalhe n?úo oferecer condi?º?Áes m?¡nimas para o exerc?¡cio profissional, ressalvadas as situa?º?Áes de urg?¬ncia e emerg?¬ncia, devendo comunicar imediatamente sua Par?ígrafo ??nico – Ao cliente sob sua responsabilidade, deve ser garantida a continuidade da Art. 12 – Receber sal?írios ou honor?írios pelo seu trabalho que dever?í corresponder, no m?¡- Art. 13 – Associar-se, exercer cargos e participar das atividades de entidades de classe. Art. 14 – Atualizar seus conhecimentos t?®cnicos, cient?¡ficos e culturais. Art. 15 – Apoiar as iniciativas que visem ao aprimoramento profissional, cultural e a defesa dos leg?¡timos interesses de classe.

CAP?ìTULO III DAS RESPONSABILIDADES Art. 16 – Assegurar ao cliente uma assist?¬ncia de Enfermagem livre de danos decorrentes de Art. 17 – Avaliar criteriosamente sua compet?¬ncia t?®cnica e legal e somente aceitar encargos ou atribui?º?Áes, quando capaz de desempenho seguro para si e para a clientela. Art. 18 – Manter-se atualizado ampliando seus conhecimentos t?®cnicos, cient?¡ficos e culturais, em benef?¡cio da clientela, coletividade e do desenvolvimento da profiss?úo. Art. 19 – Promover e/ou facilitar o aperfei?ºoamento t?®cnico, cient?¡fico e cultural do pessoal Art. 20 – Responsabilizar-se por falta cometida em suas atividades profissionais, independen- te de ter sido praticada individualmente ou em equipe.

CAP?ìTULO IV DOS DEVERES Art. 21 – Cumprir e fazer cumprir os preceitos ?®ticos e legais da profiss?úo. Art. 22 – Exercer a enfermagem com justi?ºa, compet?¬ncia, responsabilidade e honestidade.

Art. 23 – Prestar assist?¬ncia de Enfermagem ?á clientela, sem discrimina?º?úo de qualquer Art. 24 – Prestar ?á clientela uma assist?¬ncia de Enfermagem livre dos riscos decorrentes de Art. 26 – Prestar adequadas informa?º?Áes ao cliente e ?á fam?¡lia a respeito da assist?¬ncia de Enfermagem, poss?¡veis benef?¡cios, riscos e conseq???¬ncias que possam ocorrer. Art. 27 – Respeitar e reconhecer o direito do cliente de decidir sobre sua pessoa, seu trata- Art. 28 – Respeitar o natural pudor, a privacidade e a intimidade do cliente. Art. 29 – Manter segredo sobre fato sigiloso de que tenha conhecimento em raz?úo de sua Art. 30 – Colaborar com a equipe de sa??de no esclarecimento do cliente e da fam?¡lia sobre o seu estado de sa??de e tratamento, poss?¡veis benef?¡cios, riscos e conseq???¬ncias que pos- Art. 31 – Colaborar com a equipe de sa??de na orienta?º?úo do cliente ou respons?ível, sobre os riscos dos exames ou de outros procedimentos aos quais se submeter?í. Art. 33 – Proteger o cliente contra danos decorrentes de imper?¡cia, neglig?¬ncia ou impru- Art. 34 – Colocar seus servi?ºos profissionais ?á disposi?º?úo da comunidade em casos de e- Art. 35 – Solicitar consentimento do cliente ou do seu representante legal, de prefer?¬ncia por escrito, para realizar ou participar de pesquisa ou atividade de ensino em Enfermagem, mediante apresenta?º?úo da informa?º?úo completa dos objetivos, riscos e benef?¡cios, da ga- rantia do anonimato e sigilo, do respeito ?á privacidade e intimidade e ?á sua liberdade de Art. 36 – Interromper a pesquisa na presen?ºa de qualquer perigo ?á vida e ?á integridade da Art. 38 – Tratar os colegas e outros profissionais com respeito e considera?º?úo. Art. 39 – Alertar o profissional, quando diante de falta cometida por imper?¡cia, imprud?¬ncia e Art. 40 – Comunicar ao Conselho Regional de Enfermagem fatos que infrinjam preceitos do Art. 41 – Comunicar formalmente ao Conselho Regional de Enfermagem fatos que envol- vam recusa ou demiss?úo de cargo, fun?º?úo ou emprego, motivados pela necessidade do profissional em preservar os postulados ?®ticos e legais da profiss?úo.

CAP?ìTULO V DAS PROIBI?ç?òES Art. 42 – Negar assist?¬ncia de Enfermagem em caso de urg?¬ncia ou emerg?¬ncia. Art. 43 – Abandonar o cliente em meio a tratamento sem garantia de continuidade da assi s- t?¬ncia.

Art. 44 – Participar de tratamento sem consentimento do cliente ou representante legal, ex- Art. 45 – Provocar aborto ou cooperar em pr?ítica destinada a interromper a gesta?º?úo. Par?ígrafo ??nico – Nos casos previstos em Lei, o profissional dever?í decidir, de acordo com a sua Art. 46 – Promover a eutan?ísia ou cooperar em pr?ítica destinada a antecipar a morte do Art. 47 – Ministrar medicamentos sem certificar-se da natureza das drogas que o com- Art. 48 – Prescrever medicamentos ou praticar ato cir??rgico, exceto os previstos na legis- Art. 49 – Executar a assist?¬ncia de Enfermagem sem o consentimento do cliente ou seu Art. 50 – Executar prescri?º?Áes terap?¬uticas quando contr?írias ?á seguran?ºa do cliente. Art. 51 – Prestar ao cliente servi?ºos que por sua natureza incumbem a outro profissional, Art. 53 – Realizar ou participar de pesquisa ou atividade de ensino, em que o direito inali- en?ível do homem seja desrespeitado ou acarrete perigo de vida ou dano ?á sua sa??de. Par?ígrafo ??nico – A participa?º?úo do profissional de Enfermagem nas pesquisas experimentais deve ser precedida de consentimento, por escrito, do cliente ou do seu representante legal. Art. 54 – Publicar trabalho com elementos que identifiquem o cliente, sem sua autoriza- Art. 55 – Publicar, em seu nome, trabalho cient?¡fico do qual n?úo tenha participa?º?úo ou Art. 56 – Utilizar-se, sem refer?¬ncia ao autor ou sem autoriza?º?úo expressa, de dados, Art. 57 – Sobrepor o interesse da ci?¬ncia ao interesse e seguran?ºa da pessoa humana. Art. 58 – Determinar a execu?º?úo de atos contr?írios ao C??digo de ?ëtica e demais legisla- Art. 59 – Trabalhar e/ou colaborar com pessoas f?¡sicas e/ou jur?¡dicas que desrespeitem Art. 60 – Acumpliciar-se com pessoas ou institui?º?Áes que exer?ºam ilegalmente atividades Art. 61 – Pleitear cargo, fun?º?úo ou emprego ocupado por colega, utilizando-se de concor- Art. 62 – Aceitar, sem anu?¬ncia do Conselho Regional de Enfermagem, cargo, fun?º?úo ou Art. 63 – Permitir que seu nome conste no quadro de pessoal de hospital, casa de sa??de, unidade sanit?íria, cl?¡nica, ambulat??rio, escola, curso, empresa ou estabelecimento con- Art. 64 – Assinar as a?º?Áes de Enfermagem que n?úo executou, bem como permitir que outro profissional assine as que executou.

Art. 65 – Receber vantagens de institui?º?úo, empresa ou de cliente, al?®m do que lhe ?® de- vido, como forma de garantir assist?¬ncia de Enfermagem diferenciada ou benef?¡cios de Art. 66 – Colaborar, direta ou indiretamente, com outros profissionais de sa??de, no des- cumprimento da legisla?º?úo referente aos transplantes de ??rg?úos, tecidos, esteriliza?º?úo ou Art. 67 – Usar de quaisquer mecanismos de press?úo e/ou suborno com pessoas f?¡sicas Art. 68 – Utilizar, de forma abusiva, o poder que lhe confere a posi?º?úo ou cargo, para impor ordens, opini?Áes, inferiorizar as pessoas e/ou dificultar o exerc?¡cio profissional. Art. 69 – Ser conivente com crime, contraven?º?úo penal ou ato praticado por membro da e- Art. 70 – Denegrir a imagem do colega e/ ou de outro membro da equipe de sa??de, de enti- dade de classe e/ou de institui?º?úo onde trabalha.

CAP?¡TULO VI DOS DEVERES DISCIPLINARES Art. 71 – Cumprir as normas dos Conselhos Federal e Regionais de Enfermagem. Art. 72 – Atender ?ás convoca?º?Áes dos Conselhos Federal e Regionais de Enfermagem, no Art. 74 – Manter-se regularizado com suas obriga?º?Áes financeiras com o Conselho Regional Art. 75 – Apor o n??mero de inscri?º?úo do Conselho Regional de Enfermagem em sua assina- Art. 76 – Facilitar a participa?º?úo dos profissionais de Enfermagem no desempenho de ativi- Art. 77 – Facilitar o desenvolvimento das atividades de ensino e pesquisa, devidamente a- Art. 78 – N?úo apropriar-se de dinheiro, valor ou qualquer bem im??vel p??blico ou particular de que tenha posse, em raz?úo do cargo, ou desvi?í-Io em proveito pr??prio ou de outrem.

CAP?ìTU LO VII DAS INFRA?ç?òES E PENALIDADES Art. 79 – A caracteriza?º?úo das infra?º?Áes ?®ticas e disciplinares e a aplica?º?úo das respectivas penalidades regem-se por este C??igo, sem preju?¡zo das san?º?Áes previstas em outros dispo- Art. 80 – Considera-se infra?º?úo ?®tica a a?º?úo, omiss?úo ou coniv?¬ncia que implique desobedi- ?¬ncia e/ou inobserv?óncia ?ás disposi?º?Áes do C??digo de ?ëtica dos Profissionais de Enferma- Art. 81 – Considera-se infra?º?úo disciplinar a inobserv?óncia das normas dos Conselhos Fede- Art. 82 – Responde pela infra?º?úo quem a cometer ou concorrer para a sua pr?ítica, ou dela obtiver benef?¡cio, quando cometida por outrem.

Art. 83 – A gravidade da infra?º?úo ?® caracterizada atrav?®s da an?ílise dos fatos e causas do Art. 84 – A infra?º?úo ?® apurada em processo instaurado e conduzido nos termos deste C??di- Art. 85 – As penalidades a serem impostas pelos Conselhos Federal e Regionais de Enfer- magem, conforme o que determina o Art. 18, da lei N 5.905, de 12 de julho de 1973, s?úo as seguintes: Par?ígrafo primeiro – A advert?¬ncia verbal consiste numa admoesta?º?úo ao infrator, de forma reservada, que ser?í registrada no prontu?írio do mesmo, na presen?ºa de duas testemunhas. Par?ígrafo segundo – A multa consiste na obrigatoriedade de pagamento de 01 (um) a 10 (dez) vezes o valor da anuidade da categoria profissional ?á qual pertence o infrator, em vigor no Par?ígrafo terceiro – A censura consiste em repreens?úo que ser?í divulgada nas publica?º?Áes ofici- Par?ígrafo quarto – A suspens?úo consiste na proibi?º?úo do exerc?¡cio da Enfermagem por um per?¡- odo n?úo superior a 29 (vinte e nove) dias e ser?í divulgada nas publica?º?Áes oficiais dos Conselhos Par?ígrafo quinto – A cassa?º?úo consiste na perda do direito ao exerc?¡cio da Enfermagem e ser?í divulgada nas publica?º?Áes dos Conselhos Federal e Regionais de Enfermagem e em jornais de Art. 86 – As penalidades de advert?¬ncia verbal, multa, censura e suspens?úo do exerc?¡cio Profis- sional s?úo da al?ºada dos Conselhos Regionais de Enfermagem; a pena de cassa?º?úo do direito ao exerc?¡cio profissional ?® de compet?¬ncia do Conselho Federal de Enfermagem, conforme o dispos- Par?ígrafo ??nico – Na situa?º?úo em que o processo tiver origem no Conselho Federal de Enferma- gem, ter?í como inst?óncia superior a Assembl?®ia dos Delegados Regionais. Art. 87 – Para a gradua?º?úo da penalidade e respectiva imposi?º?úo consideram-se: Art. 88 – As infra?º?Áes ser?úo consideradas leves, graves ou grav?¡ssimas, conforme a natureza do Par?ígrafo primeiro – S?úo consideradas infra?º?Áes leves as que ofendam a integridade f?¡sica, men- Par?ígrafo segundo – S?úo consideradas infra?º?Áes graves as que provoquem perigo de vida, debi- Par?ígrafo terceiro – S?úo consideradas infra?º?Áes grav?¡ssimas as que provoquem morte, deformi- dade permanente, perda ou inutiliza?º?úo de membro, sentido, fun?º?úo ou, ainda, dano moral irre- Art. 89 – S?úo consideradas circunst?óncias atenuantes:

I. Ter o infrator procurado, logo ap??s a infra?º?úo, por sua espont?ónea vontade e com efici?¬n- Art. 90 – S?úo consideradas circunst?óncias agravantes: V. Facilitar ou assegurar a execu?º?úo, a oculta?º?úo, a impunidade ou a vantagem de outra in- VII. Cometer a infra?º?úo com abuso de autoridade ou viola?º?úo do dever inerente ao cargo ou VIII. Ter mais antecedentes pessoais e/ou profissionais.

CAP?¡TULO VIII DA APLICA?ç?âO DAS PENALIDADES Art. 91 – As penalidades previstas neste C??digo somente poder?úo ser aplicadas, cumulativamen- Art. 92 – A pena de Advert?¬ncia Verbal ?® aplic?ível nos casos de infra?º?Áes ao que est?í estabelecido nos artigos: 16 a 26; 28 a 35; 37 a 44; 47 a 50; 52; 54; 56; 58 a 62 e 64 a Art. 93 – A pena de Multa ?® aplic?ível nos casos de infra?º?Áes ao que est?í estabelecido Art. 94 – A pena de Censura ?® aplic?ível nos casos de infra?º?Áes ao que est?í estabele- cido nos artigos: 16; 17; 21 a 29; 32; 35 a 37; 42; 43; 45 a 53; 55 a 75 e 77 a 79, deste Art. 95 – A pena de Suspens?úo do Exerc?¡cio Profissional ?® aplic?ível nos casos de in- fra?º?Áes ao que est?í estabelecido nos artigos: 16; 17; 21 a 25; 29; 32; 36; 42; 43; 45 a Art. 96 – A pena de Cassa?º?úo do Direito ao Exerc?¡cio Profissional ?® aplic?ível nos ca- sos de infra?º?Áes ao que est?í estabelecido nos artigos: 16; 24; 36; 42; 45; 46; 51 a 53; 57; 60; 70 e 79, deste C??digo.

CAP?¡TULO IX DAS DISPOSi?ç?òES GERAIS Art. 97 – Os casos omissos ser?úo resolvidos pelo Conselho Federal de Enfermagem. Art. 98 – Este C??digo poder?í ser alterado pelo Conselho Federal de Enfermagem, por Par?ígrafo ??nico – A altera?º?úo referida deve ser precedida de ampla discuss?úo com a catego- Art. 99 – O presente C??digo entrar?í em vigor na data de sua publica?º?úo, revogando as demais disposi?º?Áes em contr?írio.

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