Relatorio de estagio drogaria 1




  • UNIVERSIDADE GUARULHOS

    CURSO DE FARMACIA E BIOQUIMICA

    DAVIS MUNHOZ

    RA: 2006111161

    RELAT?ôRIO DE EST?üGIO EM DROGARIA

    Guarulhos

    2009

    UNIVERSIDADE GUARULHOS

    CURSO DE FARMACIA E BIOQUIMICA

    DAVIS MUNHOZ

    RA: 2006111161

    RELAT?ôRIO DE EST?üGIO EM DROGARIA

    Relat??rio de estagio Supervisionado

    Apresentado ao curso de

    Farm?ícia e Bioqu?¡mica da UNG

    Realizado na drogaria Gui-Farma

    Dia 14/10/09 at?® 24/11/09

    Guarulhos

    2009

    DADOS PESSOAIS

    Estagi?írio: Davis Munhoz

    CPF:

    RA:

    Endere?ºo:

    Bairro:

    Cidade/UF: Guarulhos-SP

    Curso: Farm?ícia

    Per?¡odo letivo:

    DADOS DA CONCEDENTE

    GUI-FARMA DROGARIA LTDA ME

    Endere?ºo:

    Bairro:

    Cidade/UF:

    CNPJ:

    Farmac?¬utica:

    RG:

    SUM?üRIO

    INTRODU?ç?âO ÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪ3

    OBJETIVO .3

    CARACTERISTICAS DO CONCEDENTE 23

    3.1. Hist??rico ..23

    3.2. Organograma da Empresa 23

    3.3. Layout ..23

    3.4. Fluxograma de Trabalho ..

    3.5. Balc?úo de dispensa?º?úo ÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪ.

    3.6. Informatiza?º?úo ÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪ..

    3.7. Aplica?º?úo de Injet?íveis ÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪ

    3.8. Controle da Portaria 344/98 ..

    3.9. Controle da ?ügua utilizada e limpeza ÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪ..

    DESCRI?çOES DAS ATIVIDADADES ÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪ

    ROTEIRO DE INSPE?ç?âO PARA DROGARIAS ÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪ..

    ESTUDO CRITICO ..

    ANEXO DOS HORARIOS E DIAS DO EST?üGIO ÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪÔǪ

    BIBLIOGRAFIA .

    INTRODU?ç?âO

    O est?ígio supervisionado em farm?ícia, coordenado pela docente Professor Sergio Mengardo, da UNG ÔÇô Universidade Guarulhos,foi realizado na Drogaria GUI-FARMA DROGARIA LTDA ME, no per?¡odo de 14/09/2009 a 24/10/2009, cumprindo a carga hor?íria prevista pela universidade de 170 hs.

    No campo de est?ígio, a supervisora foi a farmac?¬utica Ana Clara de Lima, farmac?¬utica respons?ível da institui?º?úo concedente, que durante todo o per?¡odo, instruiu, acompanhou e orientou as atividades exercidas pelo estagi?írio.

    OBJETIVO

    O est?ígio supervisionado em farm?ícia, coordenado pela docente Professor Sergio Mengardo, da UNG ÔÇô Universidade Guarulhos,foi realizado na Drogaria GUI-FARMA DROGARIA LTDA ME, no per?¡odo de 14/09/2009 a 24/10/2009, cumprindo a carga hor?íria prevista pela universidade de 170 hs.

    No campo de est?ígio, a supervisora foi a farmac?¬utica Ana Clara de Lima, farmac?¬utica respons?ível da institui?º?úo concedente, que durante todo o per?¡odo, instruiu, acompanhou e orientou as atividades exercidas pelo estagi?írio.

    3 ÔÇô CARACTERISTICAS DA EMPRESA CONCEDENTE

    3.1 ÔÇô HIST?ôRICO.

    3.2 – ORGANOGRAMA DA EMPRESA

    SHAPE \* MERGEFORMAT

    3.3 ÔÇô LAY OUT.

    SHAPE \* MERGEFORMAT

    3.4 – FLUXOGRAMA DE TRABALHO

    SHAPE \* MERGEFORMAT

    3.5 ÔÇô BALC?âO DE DISPENSAC?âO

    O balc?úo de dispensa?º?úo de medicamentos ?® o local onde est?úo os medicamentos tarjados organizados em ordem alfab?®tica separados por apresenta?º?Áes e formas farmac?¬uticas para facilitar a visualiza?º?úo e identifica?º?úo dos produtos, sendo que existe uma prateleira exclusiva para medicamentos gen?®ricos, que tamb?®m est?úo em ordem alfab?®tica.

    Para os medicamentos que necess?írios os cuidados de conserva?º?úo sob refrigera?º?úo, eles ficam separados dos demais em uma geladeira e ela fica localizada atr?ís do balc?úo. Em outros casos, os medicamentos de controle especial e os medicamentos tarjados est?úo armazenados junto com os demais produtos, onde cabe somente o farmac?¬utico ter acesso para libera?º?úo destes produtos. Os itens s?úo separados por setores na loja, sendo os setores de perfumaria, higiene pessoal e tamb?®m as g??ndolas.

    3.6 ÔÇô INFORMATIZA?ç?âO

    Para todas as atividades que s?úo realizadas na drogaria, elas s?úo informatizadas, todos os computadores em rede mantendo o sincronismo onde ocorre desde a consulta dos pre?ºos dos produtos, passando pelo controle de estoques at?® o fechamento di?írio e mensal, facilitando o controle interno nos per?¡odos de invent?írio, ou balan?ºo mensal.

    Para cada produto que ?® comercializado pela loja, assim que ele passa pelo caixa, por meio da leitura do c??digo de barras, automaticamente ocorre baixa do estoque do produto onde que no final do dia, se consegue gerar um relat??rio para verificar a quantidade dos produtos em estoque e se efetuar, atrav?®s de relat??rios das curvas, o pedido junto as distribuidoras de forma adequada e racional, obtendo um estoque ideal tanto para oferecer os produtos para os pacientes como visando a lucratividade da loja.

    3.7 ÔÇô APLICA?ç?âO DE INJET?üVEIS.

    Na Drogaria Gui-Farma ?® feito ?á aplica?º?úo de injet?ível somente mediante apresenta?º?úo da receita m?®dica. Caso contr?írio, de forma nenhuma ?® aplicado um injet?ível sem a prescri?º?úo. Os funcion?írios s?úo habilitados para efetuar a aplica?º?úo de injet?íveis, onde que os funcion?írios possuem o curso de aplica?º?úo de injet?íveis estando habilitados para efetuar as aplica?º?Áes e supervisionados pelo farmac?¬utico para que n?úo ocorra nenhum problema com os pacientes.

    O procedimento quando um cliente chega com uma receita de medicamento injet?ível ?® pegar o produto na prateleira e questionar se o paciente deseja que seja aplicado naquele momento. Caso o cliente queira aplicar, n??s o acompanhamos at?® a sala de aplica?º?úo, anotamos a data da aplica?º?úo, os dados do paciente, o nome e CRM do m?®dico solicitante, o nome do funcion?írio que ir?í fazer a aplica?º?úo e por fim, quando terminar a aplica?º?úo, a assinatura do farmac?¬utico no livro de aplica?º?úo de injet?íveis.

    3.8 – CONTROLE DA PORTARIA 344/98

    A farm?ícia Gui-Farma optou n?úo dispensar os medicamentos de controle especial da portaria 344/98.

    3.9 – CONTROLE DA ?üGUA ULTILIZADA E LIMPEZA.

    4-DESCRI?çOES DE ATIVIDADES

    O estagi?írio foi supervisionado pela farmac?¬utica durante todo o per?¡odo, pelo fato que o estagi?írio necessita do farmac?¬utico presente para que possa receber todas as informa?º?Áes e orienta?º?Áes necess?írias no seu est?ígio.

    A farmac?¬utica Ana Clara de Lima me apresentou todos funcion?írios da loja e todos os planos de carreira, tanto para farmac?¬utico como para funcion?írios. Ela tamb?®m me mostrou as instala?º?Áes da loja, a forma como os produtos est?úo distribu?¡dos, os pontos estrat?®gicos, os principais clientes, a m?®dia da faixa et?íria dos clientes, a sala de aplica?º?úo de injet?íveis, materiais para consulta como DEF ÔÇô Dicion?írio de Especialidades Farmac?¬uticas e Guia de medicamentos, a geladeira com os produtos sob refrigera?º?úo, o arm?írio de medicamentos controlados e disposi?º?úo de medicamentos tarjados na prateleira.

    Assim que foi conhecida toda a estrutura da loja e a integra?º?úo com os funcion?írios, me mostrou a sua metodologia de trabalho quanto as principais caracter?¡sticas de atendimento no balc?úo, o modo de como me comportar diante o cliente, indiferente ele sendo paciente ou profissional da ?írea da sa??de e todas regras que seguem os funcion?írios da Drogaria Gui-Farma apresentou-me toda a informatiza?º?úo da loja, como pesquisar pre?ºos ou descri?º?úo dos produtos e como s?úo feitas as reposi?º?Áes.

    5 ÔÇô ROTEIRO DE INSPE?ç?âO PARA DROGARIAS.

    1. ADMINISTRA?ç?âO E INFORMA?ç?òES GERAIS: ?á

    S?á

    N?á

    N/A?á

    1.1 ?á

    N?á

    O Respons?ível T?®cnico est?í presente? ?á

    X

    1.2 ?á

    R?á

    As ?íreas internas e externas est?úo em boas condi?º?Áes f?¡sico-estruturais ? ?á

    X

    1.3 ?á

    N?á

    O acesso ao estabelecimento ?® independente de forma a n?úo permitir comunica?º?úo com resid?¬ncias ou qualquer outro local distinto do estabelecimento? ?á

    X

    1.4 ?á

    R?á

    2Existem sanit?írios? ?á

    X

    1.5 ?á

    N?á

    Est?úo limpos e possuem pia com ?ígua corrente? ?á

    X

    1.6 ?á

    R?á

    Os esgotos e encanamentos est?úo em bom estado de conserva?º?úo? ?á

    X

    1.7 ?á

    R?á

    Existe um programa de sanitiza?º?úo (desratiza?º?úo, desinsetiza?º?úo, etc.) bem como registros de sua execu?º?úo? ?á

    X

    1.8 ?á

    N?á

    As instala?º?Áes mant?¬m boas condi?º?Áes higi?¬nico-sanit?írias (pisos, balc?Áes e paredes de cor clara, lav?ível, de f?ícil higieniza?º?úo)? ?á

    X

    1.9 ?á

    N?á

    Os locais est?úo limpos, sem poeira ou sujeira aparente? ?á

    X

    1.10 ?á

    R?á

    A ventila?º?úo e ilumina?º?úo s?úo suficientes? ?á

    X

    1.11 ?á

    INF?á

    Existe equipamento de seguran?ºa para combater inc?¬ndios? ?á

    X

    1.12 ?á

    N?á

    O acesso a extintores e mangueiras est?í livre? ?á

    X

    1.13 ?á

    INF?á

    Existe local para refei?º?Áes dos funcion?írios? ?á

    X

    1.14 ?á

    R?á

    Disp?Áe de local para guarda dos pertences dos funcion?írios? ?á

    X

    1.15 ?á

    R?á

    Os funcion?írios s?úo submetidos a exames m?®dicos admissionais e peri??dicos? ?á

    X

    1.16 ?á

    N?á

    Possui placa de identifica?º?úo do estabelecimento conforme legisla?º?úo vigente? ?á

    X

    1.17 ?á

    N?á

    A licen?ºa de funcionamento (alvar?í) est?í devidamente afixado em lugar vis?¡vel ao p??blico? ?á

    X

    2. ARMAZENAMENTO E DISPENSA?ç?âO DE PRODUTOS: ?á

    S?á

    N?á

    N/A?á

    2.1 ?á

    INF?á

    Existe local para o armazenamento de produtos? ?á

    X

    2.2 ?á

    R?á

    O piso, paredes e teto est?úo em boas condi?º?Áes de conserva?º?úo e higiene? ?á

    X

    2.3 ?á

    R?á

    A ventila?º?úo e a ilumina?º?úo s?úo suficientes? ?á

    X

    2.4 ?á

    R?á

    As instala?º?Áes el?®tricas est?úo em bom estado de conserva?º?úo seguran?ºa e uso? ?á

    X

    2.5 ?á

    N?á

    Os medicamentos est?úo devidamente armazenados? ?á

    X

    2.6 ?á

    N?á

    Existem condi?º?Áes de seguran?ºa adequada para o armazenamento de produtos inflam?íveis? ?á

    X

    2.7 ?á

    R?á

    Existem procedimentos escritos (rotinas) quanto a estocagem/armazenamento e dispensa?º?úo de produtos? ?á

    X

    2.7.1 ?á

    R?á

    Estes procedimentos s?úo divulgados? ?á

    X

    2.7.2 ?á

    R?á

    S?úo cumpridos? ?á

    2.8 ?á

    N?á

    Os produtos est?úo protegidos da a?º?úo direta da luz solar, umidade e temperatura? ?á

    X

    2.9 ?á

    R?á

    Os produtos est?úo armazenados em prateleiras e afastados do piso e da parede? ?á

    X

    2.10 ?á

    I?á

    Todos os produtos expostos ?á venda possuem registro no ??rg?úo competente do Minist?®rio da Sa??de? ?á

    X

    2.11 ?á

    I?á

    Todos os produtos apresentam n??mero de lote, data de fabrica?º?úo e prazo de validade? ?á

    X

    2.12 ?á

    N?á

    Todos os produtos est?úo dentro do prazo de validade? ?á

    X

    2.13 ?á

    N?á

    Os produtos que apresentam comprovadamente irregularidade, bem como os produtos vencidos est?úo fora da ?írea de venda e identificados como tal? ?á

    X

    2.14 ?á

    INF?á

    Qual o destino dos produtos com o prazo de validade vencido? ?á

    __________________________________________________________ ?á

    S?á

    N?á

    N/A?á

    2.15 ?á

    INF?á

    Qual a pol?¡tica da empresa em rela?º?úo aos produtos com o prazo de validade pr??ximo ao vencimento?________________________________________________?á

    2.16 ?á

    N?á

    O estabelecimento cumpre com a determina?º?úo de n?úo expor a venda produtos estranhos ao com?®rcio farmac?¬utico? ?á

    X

    2.17 ?á

    N?á

    O estabelecimento cumpre com a determina?º?úo de n?úo prestar servi?ºos tais como: coletas de materiais biol??gicos, xerox, etc,? ?á

    X

    2.18 ?á

    I?á

    ?ë respeitada a proibi?º?úo de n?úo utilizar aparelhos de uso m?®dico- ambulatorial? ?á

    X

    2.19 ?á

    INF?á

    Os funcion?írios est?úo uniformizados? ?á

    X

    2.19.1 ?á

    R?á

    Os uniformes est?úo limpos? ?á

    X

    2.20 ?á

    N?á

    S?úo vendidas ervas medicinais em suas embalagens originais? ?á

    X

    2.21 ?á

    I?á

    A rotulagem das ervas medicinais est?í de acordo com o disposto na Legisla?º?úo Sanit?íria (identifica?º?úo bot?ónica, prazo de validade, lote, nome da empresa, endere?ºo, respons?ível t?®cnico e CRF)? ?á

    X

    2.22 ?á

    INF?á

    Possui medicamentos que necessitam de armazenamento em baixa temperatura? ?á

    X

    2.23 ?á

    N?á

    Possui geladeira com term??metro para controle e registro de temperatura? ?á

    X

    2.24 ?á

    I?á

    Existe sistema segregado com chave para o armazenamento de produtos sujeitos a controle especial? ?á

    X

    2.25 ?á

    I?á

    Todos os medicamentos sujeitos a controle especial s?úo dispensados mediante prescri?º?úo m?®dica segundo Legisla?º?úo Vigente (Portaria 344/98 SVS/MS)? ?á

    X

    2.26 ?á

    N?á

    As notifica?º?Áes de receitas encontram-se preenchidas corretamente na forma da Lei? ?á

    X

    2.27 ?á

    N?á

    A confer?¬ncia das prescri?º?Áes m?®dicas ?® efetuada pelo profissional farmac?¬utico? ?á

    X

    S?á

    N?á

    N/A?á

    2.28 ?á

    INF?á

    Qual o sistema de escritura?º?úo adotado pela empresa? ?á

    _________________________________________________________ ?á

    2.29 ?á

    N?á

    Os livros de registros est?úo com escritura?º?úo atualizada? ?á

    X

    2.30 ?á

    R?á

    O receitu?írio e notifica?º?Áes de receita s?úo corretamente arquivados? ?á

    X

    2.31 ?á

    N?á

    A escritura?º?úo obedece a DCB (Denomina?º?úo Comum Brasileira), combinada com o nome comercial? ?á

    X

    2.32 ?á

    N?á

    Todos os livros e/ou sistema informatizado foram autorizados pela Vigil?óncia Sanit?íria local? ?á

    X

    2.33 ?á

    N?á

    Os balan?ºos s?úo enviados regularmente ?á Vigil?óncia Sanit?íria, obedecendo os per?¡odos estabelecidos pela legisla?º?úo em vigor? ?á

    X

    2.33.1 ?á

    N?á

    Os registros contidos nos balan?ºos correspondem com a escritura?º?úo dos livros espec?¡ficos? ?á

    X

    2.34 ?á

    N?á

    Os estoque f?¡sicos correspondem aos escriturados? ?á

    X

    2.35 ?á

    N?á

    A Autoridade Sanit?íria ?® notificada quando da exist?¬ncia de medicamentos sujeitos a controle especial vencidos? ?á

    X

    3. APLICA?ç?âO DE INJE?ç?âO: ?á

    S?á

    N?á

    N/A?á

    3.1 ?á

    INF?á

    3Existe ?írea de aplica?º?úo de inje?º?úo? ?á

    X

    3.2 ?á

    N?á

    4O local ?® separado e adequado para aplica?º?úo de inje?º?úo? ?á

    X

    3.3 ?á

    N?á

    As instala?º?Áes possuem condi?º?Áes higi?¬nico-sanit?írias satisfat??rias e est?úo em bom estado de conserva?º?úo? ?á

    X

    3.4 ?á

    N?á

    Possui pia, ?ígua corrente, sab?úo l?¡quido e toalhas descart?íveis? ?á

    X

    3.5 ?á

    N?á

    O acesso ?á sala de aplica?º?úo de inje?º?úo ?® independente? ?á

    X

    3.6 ?á

    N?á

    Possui profissional habilitado e/ou capacitado para aplica?º?úo de injet?íveis? ?á

    X

    3.7 ?á

    R?á

    Existe lixeira com tampa, pedal e saco pl?ístico? ?á

    X

    3.8 ?á

    N?á

    Possui os equipamentos e materiais necess?írios para os procedimentos realizados? ?á

    X

    3.9 ?á

    INF?á

    Existe livro de registro do receitu?írio de aplica?º?úo de injet?íveis? ?á

    X

    3.10 ?á

    N?á

    Todos os procedimentos s?úo realizados mediante prescri?º?úo m?®dica? ?á

    X

    3.11 ?á

    N?á

    Existe recipiente r?¡gido adequado para o descarte de perfuro-cortantes? ?á

    X

    3.12 ?á

    I?á

    Os materiais utilizados s?úo descart?íveis e encontram-se dentro do prazo de validade? ?á

    X

    3.13 ?á

    R?á

    Existe coleta seletiva dos res?¡duos resultantes da aplica?º?úo de inje?º?Áes? ?á

    X

    3.14 ?á

    N?á

    Possui rotinas escritas com os t?®cnicas de antisepsia das m?úos e local de aplica?º?úo, bem como de cuidados na aplica?º?úo de injet?íveis? ?á

    X

    CLASSIFICA?ç?âO E CRIT?ëRIOS DE AVALIA?ç?âO PARA OS ITENS DO ROTEIRO DE INSPE?ç?âO PARA DISPENSA?ç?âO EM FARM?üCIAS E DROGARIAS. ?á

    IMPRESCIND?ìVEL – I ?á

    Considera-se item IMPRESCIND?ìVEL aquele que atendeu ?ás Boas Pr?íticas de Dispensa?º?úo e que pode causar risco eminente a sa??de p??blica ?á

    Define-se por SIM ou N?âO. ?á

    NECESS?üRIO – N ?á

    Considera-se item NECESS?üRIO aquele que atende ?ás Boas Pr?íticas de Dispensa?º?úo e que pode causar risco a sa??de p??blica ?á

    Define-se por SIM ou N?âO. ?á

    Considera-se RECOMEND?üVEL aquele que atende ?ás Boas Pr?íticas de Dispensa?º?úo e que n?úo causa risco a sa??de p??blica ?á

    Define-se por SIM ou N?âO ?á

    INFORMATIVO- INF ?á

    Considera-se como item INFORMATIVO aquele que apresenta uma informa?º?úo descritiva. ?á

    Poder?í ser respondido opcionalmente por SIM ou N?âO, ou sob forma de conceito descritivo. HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [14]

    6 ÔÇô ESTUDO CRITICO/CASO CLINICO

    A) G. S., 52 anos, masculino, branco, casado, funcion?írio p??blico, o paciente compareceu ao atendimento m?®dico queixando-se de cansa?ºo f?ícil, aumento da ingesta de l?¡quido e do volume urin?írio. Seus exames subsidi?írios constataram Glicemia: 434 mg%, pot?íssio 5,5 mEq/L; s??dio: 135 mEq/L; ur?®ia: 33 mg% e EQU: protein??ria glicos??ria,ceton??ria,cilindros granulosos (2/campo),bacteriuria regular. Apresentava, tamb?®m, ao exame f?¡sico, ulcera?º?Áes no p?®, decorrentes de um pequeno ferimento que custava a cicatrizar. Diante do quadro, o cl?¡nico prescreveu dieta, exerc?¡cios f?¡sicos e Metformina 500mg, 3 vezes ao dia. G. S. omitiu ao m?®dico a informa?º?úo de que estaria fazendo tratamento prescriito pelo gastroenterologista com cimetidina. Com o in?¡cio do tratamento, come?ºou a apresentar fortes sintomas de gastrintestinais, como n?íusea, v??mito, anorexia, gosto met?ílico, desconforto abdominal e diarr?®ia. No retorno da consulta, estes problemas foram amenizados. Com o passar do tempo, o controle da glicemia tornou-se mais dif?¡cil e agora G. S. est?í tomando insulina pela primeira vez. O m?®dico prescreveu 20 unidades de NPH e 5 unidades de insulina regular ao desjejum e 10 unidades de NPH e 5 unidades de insulina regular no jantar. Depois de alguns dias, o paciente come?ºa a aobservar esse padr?úo aproximado nas determina?º?Áes dos n?¡veis de glicemia: * 8 horas de jejum, cerca de 110; meio dia (antes do almo?ºo), cerca de 120. 17horas (antes do jantar), cerca de 55; ao deitar, cerca de 115. Quando o n?¡vel de glicemia cai para 55, o paciente come?ºa a suar e torna-se tr?¬mulo, por?®m, isso desaparece quando ingere algum alimento.

    Farmacocin?®tica dos f?írmacos:

    Cimetidina.

    Mecanismo de a?º?úo: Inibi?º?úo competitiva com a histamina nos receptores H2 das c?®lulas parietais, resultando em redu?º?úo da secre?º?úo e volume g?ístricos,al?®m da redu?º?úo da concentra?º?úo de hidrog?¬nio livre.

    Como um grupo, os antagonistas H2 s?úo bem e rapidamente absorvidos ap??s administra?º?úo oral; os picos de concentra?º?úo plasm?ítica s?úo obtidos ap??s1a 2 horas. A dura?º?úo de a?º?úo situa- se em 4,5 e 7 horas respectivamente quando administrado durante o dia e a noite. A meia-vida de elimina?º?úo da Cimetidina ?® de 2 a 3 horas. Tal f?írmaco ?® excretado na urina4 sem ser metabolizado.

    Absor?º?úo: Biodisponibilidade de 65 a 80% com o segundo pico de absor?º?úo ap??s 2 a 4 horas. A taxa, mas n?úo a extens?úo da absor?º?úo, ?® retardada pela alimenta?º?úo.

    Destino: Concentra?º?úo do l?¡quor de 25% da concentra?º?úo s?®rica, 20% de liga?º?úo a prote?¡nas plasm?íticas. Caracteriza- se por atravessar a barreira placent?íria e ser excretada no leite materno de 2 a 10 vezes mais do que no soro5.

    Excre?º?úo: Tempo de meia- vida de 2 horas. 70% excretados inalterados na urina4, por filtra?º?úo glomerular e secre?º?úo tubular. O restante ?® biotransformado em sulf??xido inativo. Existindo altera?º?úo nesses par?ómetros em pacientes com insufici?¬ncia renal6 ou hep?ítica.

    Efeitos adversos:

    Cardivasculares: Bradicardia, arritmias.

    SNC: Tonteira, confus?úo, desorienta?º?úo, convuls?úo.

    TGI: Diarr?®ia

    Dermatol??gicos: Rash

    M??sculo-esquel?®ticos: Artralgia

    End??crinos: Ginecomastia

    Hematol??gicos: Agranulocitose,anemia apl?ística,trombocitopenia.

    Renais: Eleva?º?úo revers?¡vel de Creatinina.

    Metformina.

    Mecanismo de a?º?úo : O mecanismo de a?ºao da metformina ainda ?® incerto, apesar de meio s?®culo de uso e benef?¡cios terap?¬uticos bem caracterizados. A principal respons?ível pela atividade hipoglicemiante da metformina parece ser uma redu?º?úo da produ?º?úo de glicose no f?¡gado ( HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Neoglicog%C3%AAnese” \o “Neoglicog?¬nese” neoglicog?¬nese), al?®m de diminui?º?úo da absor?º?úo de glicose no  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Trato_gastrointestinal” \o “Trato gastrointestinal” trato gastrointestinal e aumento na sensibilidade ?á insulina, devido ao maior uso da glicose pelos m??sculos. HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [15] A taxa de neoglicog?¬nese de uma pessoa “m?®dia” com diabetes pode ser tr?¬s vezes maior que a de uma pessoa sem a doen?ºa; a metformina ?® capaz de cort?í-la em mais de 30%. HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-Hundal-22#cite_note-Hundal-22” [23]

    Um estudo publicado em 2001 demonstrou que a metformina estimula a fun?º?úo de uma  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Enzima” \o “Enzima” enzima denominada AMPK, que desempenha um importante papel no metabolismo de  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Lip%C3%ADdeo” \o “Lip?¡deo” lip?¡deos e da  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Glicose” \o “Glicose” glicose. HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-Zhou-23#cite_note-Zhou-23” [24] Os  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Receptor_(bioqu%C3%ADmica)” \o “Receptor (bioqu?¡mica)” alvos moleculares com os quais a metformina interage diretamente ainda s?úo desconhecidos.

    O CLORIDRATO DE METFORMINA ?® absorvido no intestino delgado (cerca de 50% a 60%). Liga-se muito

    pouco ?ás prote?¡nas e sua fra?º?úo livre representa cerca de 90% de sua concentra?º?úo plasm?ítica. ?ë eliminado

    sem qualquer metaboliza?º?úo hep?ítica, por via renal (cerca de 90% ?® eliminado em 12 horas; clearance de

    440 ml/min). A concentra?º?úo sangu?¡nea m?íxima ?® atingida em 2,25 ??0,44 horas. A meia Toler?óncia a insulina. HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [6]

    Efeitos adversos:

    Gastrointestinal

    Nauseas

    Vomitos

    Diarreias

    Perda do apetite

    M?í absor?ºao da vitamina B12

    Insulina NPH

    Mecanismo de a?º?úo : A insulina age como hipoglicemiante no metabolismo dos carboidratos e exerce efeito direto no metabolismo das gorduras e prote?¡nas. Aplicada regularmente, mant?®m a glicemia e os n?¡veis de glicose e corpos cet??nicos na urina em n?¡veis normais em portadores de diabetes. Tamb?®m previne a cetoacidose e o coma diab?®ticos.

    Farmacocin?®tica: a insulina tem uma meia-vida de poucos minutos, mas processo de absor?º?úo ?® influenciado por v?írios fatores (por exemplo, dose de insulina, via e local de administra?º?úo), raz?úo pela qual s?úo observadas varia?º?Áes intra e inter paciente. O in?¡cio da a?º?úo ocorre em aproximadamente 1 hora ap??s a administra?º?úo subcut?ónea, atinge o pico entre 4 e 6 horas ap??s a administra?º?úo e tem uma dura?º?úo de 12 a 20 horas.  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [4],  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [5]

    Efeitos adversos:

    Hipoglicemia

    Diarr?®ia e v??mitos

    Redu?º?úo da capacidade intelectual

    Toler?óncia a insulina

    DISCUSS?âO.

    A metformina ?® um dos medicamento indicados no caso de diabetes do tipo II pois controla os n?¡veis glic?¬micos. O uso concomitante com a Cimetidina pode diminuir o clearance da metformina, isso pode explicar um aumento da glicemia do paciente ap??s o in?¡cio do tratamento. A metformina pode apresentar dist??rbios gastrointestinais como rea?º?úo adversa, assim como a cimetidina, isso pode resultar em dificuldades do paciente na ades?úo ao tratamento, portanto o uso desses medicamentos juntos n?úo ?® indicado. Para diminuir os efeitos da Metformina, pode-se aumentar a dose lentamente e ingerir o f?írmaco com alimento. Al?®m disso, seria recomend?ível ao paciente que conversasse com o gastroenterologista sobre a substitui?º?úo da Cimetidina por outro f?írmaco que possa ser utilizado no tratamento de ??lcera, a fim de n?úo ocorrer intera?º?úo. O tratamento do DM pode ser medicamentoso ou n?úo medicamentoso. O tratamento n?úo medicamentoso compreende mudan?ºas no estilo vida, como alimenta?º?úo saud?ível e pr?ítica de atividade f?¡sica. Com rela?º?úo ao tratamento acompanhado de medica?º?Áes, existem duas op?º?Áes, os antidiab?®ticos ou hipoglicemiantes orais e as insulinas.A manuten?º?úo dos n?¡veis de glicemia e do peso corporal ideal,a ingest?úo de dieta com baixo teor de gorduras saturadas,carboidratos e colesterol,a pratica regular de exerc?¡cios f?¡sicos constituem uma boa base para o tratamento da Diabetes.  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [1]  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [2]  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [3]

    B) Seu Ant??nio, um homem de 60 anos de idade chega ?á farm?ícia se queixando de dor tor?ícica, que ocorre principalmente no in?¡cio da manh?ú e n?úo parece estar associada a estresse ou exerc?¡cio.Poucos dias depois, seu Ant??nio volta para nova avalia?º?úo e percebe-se que est?í com a press?úo arterial elevada (160: 100 mmHg). O paciente ?® encaminhado ao cl?¡nico, que prescreve nifedipino, 80 mg/dia, em doses fracionadas de 20 mg (c?ípsulas). Ocorrem rubor, tonteira e nervosismo logo depois da utiliza?º?úo do medicamento (< 30min) e esses sintomas persistem durante cerca de 1 hora. Suas queixas de angina aumentaram durante este per?¡odo.?áO cl?¡nico optou por substituir o nifedipino por captopril, por?®m, apresentou novos PRMs como erup?º?úo cut?ónea e tosse. Por fim, seu Ant??nio optou por trocar de cl?¡nico, que substituiu o captopril por hidroclorotiazida.

    Farmacocin?®tica dos f?írmacos:

    Captopril.

    Mecanismo de a?º?úo: Bloqueio da a?º?úo da enzima conversora da angiotensina. Menor forma?º?úo de angiotensina II, potente vasoconstrictor e estimulador da aldosterona. O IECA ?® inibidora tamb?®m da degrada?º?úo da bradicinina, potente vasodilatador, que portanto tem sua a?º?úo aumentada.

    Absor?º?úo: O Captopril ?® rapidamente absorvido por via oral; os picos sang???¡neos ocorrem em cerca de 1 hora. A absor?º?úo m?¡nima m?®dia ?® de aproximadamente 75%. A presen?ºa de alimento no trato gastrintestinal reduz a absor?º?úo em cerca de 30% a 40%. Portanto, o Captopril deve ser administrado 1 hora antes das refei?º?Áes. Aproximadamente 25% a 30% da droga circulante ligam- se ?ás prote?¡nas plasm?íticas. Distribui?º?úo: A meia- vida de elimina?º?úo aparente no sangue23 ?®, provavelmente, menor do que 3 horas. Estudos em animais indicam que o Captopril n?úo atravessa a barreira hemato-encef?ílica em quantidades significativas. Biotransforma?º?úo: A biotransforma?º?úo do Captopril ?® hep?ítica. Elimina?º?úo: Mais de 95% da dose absorvida ?® eliminada na urina24: 40% a 50% como droga inalterada e o restante, como metab??litos (d?¡mero dissulfeto do captopril e dissulfeto captopril- ciste?¡na). O comprometimento renal18 pode resultar em ac??mulo da droga.  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [11]

    Efeitos adversos:

    Tosse seca

    Hipotens?úo

    Neutropenia

    Hipercalemia

    Urtic?íria  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [10]

    Nifedipino.

    Mecanismo de a?º?úo: Nifedipino ?® um derivado diidropirid?¡nico, que inibe o influxo do ?¡on c?ílcio atrav?®s da membrana celular, nas c?®lulas musculares lisas vasculares e no m??sculo card?¡aco (tamb?®m chamado de bloqueador dos canais lentos do c?ílcio ou c?ílcio antagonista).

    A maneira precisa pela qual essa inibi?º?úo alivia a angina ainda n?úo est?í perfeitamente definida, mas inclui, pelo menos, os dois seguintes mecanismos.

    Metabolismo: Nifedipino ?® r?ípida e quase que totalmente absorvido ap??s ingest?úo oral (90%) e concentra?º?Áes terap?¬uticas s?úo encontradas no soro 2 a 3 minutos ap??s a absor?º?úo sublingual e/ou 10 minutos ap??s a ingest?úo oral do comprimido. Atinge efeito m?íximo entre 10 e 30 minutos e permanece durante algumas horas. A meia-vida do nifedipino no plasma ?® de cerca de duas horas. A ingest?úo concomitante de alimentos retarda, mas n?úo reduz a absor?º?úo. ?ë extensivamente metabolizado no f?¡gado para metab??litos inativos sol??veis em ?ígua, dos quais aproximadamente 80% s?úo eliminados pela via renal, e apenas tra?ºos (menos de 0,1% da dose) podem ser detectados na urina de forma inalterada (n?úo metabolizada). O restante ?® excretado nas fezes na forma metabolizada. Portanto, a farmacocin?®tica do nifedipino n?úo ?® significativamente influenciada pelo Oxcord_BU_01 comprometimento renal. N?úo existem relatos de altera?º?Áes significativas na farmacocin?®tica do nifedipino nos pacientes em hemodi?ílise ou di?ílise peritoneal ambulatorial. Por?®m, uma vez que a biotransforma?º?úo hep?ítica est?í diretamente envolvida no processo, a farmacocin?®tica do nifedipino pode estar alterada em pacientes com insufici?¬ncia hep?ítica cr??nica.  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [13]

    Efeitos adversos:

    Cardiovasculares: Hipotens?úo, palpita?º?úo, edema perif?®rico.

    SNC: Cefal?®ia, tonteira, irritabilidade.?á

    TGI: N?íuseas, diarr?®ia, constipa?º?úo.

    M??sculo-esquel?®ticos: Inflama?º?úo, diminui?º?úo da mobilidade nas articula?º?Áes, edema perif?®rico.

    Dermatol??gicos: Prurido, urtic?íria.

    Outros: Febre, sudorese,calafrios  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [12]

    Hidroclorotiazida.

    Mecanismo de a?º?úo: A hidroclorotiazida ?® um diur?®tico tiaz?¡dico. Inibe a reabsor?º?úo de s??dio e de cloreto no

    t??bulo distal. A excre?º?úo renal aumentada destes ?¡ons ?® acompanhada pelo aumento do

    d?®bito urin?írio (devido ?á liga?º?úo osm??tica da ?ígua). Ocorre aumento da excre?º?úo de

    pot?íssio e magn?®sio e diminui?º?úo da excre?º?úo de ?ícido ??rico. Altas doses resultam em

    aumento da excre?º?úo de bicarbonatos e em caso de tratamentos prolongados h?í diminui?º?úo

    da excre?º?úo de c?ílcio.

    Os poss?¡veis mecanismos de a?º?úo anti-hipertensiva da hidroclorotiazida podem ser: o

    balan?ºo s??dico modificado, redu?º?úo do volume aquoso extracelular e do volume plasm?ítico,

    altera?º?úo na resist?¬ncia vascular renal, bem como resposta reduzida a norepinefrina e

    angiotensina II.

    Metabolismo : Aproximadamente 70% da hidroclorotiazida ?® absorvida ap??s administra?º?úo oral,apresentando biodisponibilidade de aproximadamente 70%.

    A concentra?º?úo m?íxima de 70 ng/mL foi alcan?ºada de 1,5 a 4 horas ap??s administra?º?úo oral de 12,5 mg de hidroclorotiazida, a concentra?º?úo m?íxima de 142 ng/mL ?® alcan?ºada de 2 a 5 horas ap??s a administra?º?úo oral de 25 mg de hidroclorotiazida e a concentra?º?úo m?íxima de 260 ng/mL ?® atingida de 2 a 4 horas ap??s a administra?º?úo oral de 50 mg de hidroclorotiazida. Aproximadamente 40% da hidroclorotiazida ?® ligada ?ás prote?¡nas plasm?íticas.

    A hidroclorotiazida ?® quase que totalmente excretada (mais de 95%) pela via renal na forma inalterada. Ap??s administra?º?úo de dose oral ??nica, 50 a 70% ?® excretada dentro de 24 horas. ?ë poss?¡vel detectar na urina quantidades da subst?óncia em menos de 60 minutos de sua administra?º?úo.

    Meia-vida: Sua meia-vida de elimina?º?úo ?® de 5 a 6 horas. No caso de insufici?¬ncia renal, a excre?º?úo ?®

    reduzida e a meia-vida prolongada. O clearance renal da hidroclorotiazida ?® intimamente

    correlacionado ao clearance de creatinina. Em pacientes com taxa de filtra?º?úo glomerular

    menor do que 10 mL/min, apenas 10% da dose administrada foi encontrada na urina.

    Estudos mais recentes indicam que parte do f?írmaco ?® excretada por via n?úo-renal (bile).

    A hidroclorotiazida passa em pequenas quantidades para o leite materno.

    Efeitos adversos:

    Vertigem

    Tremores

    Cefal?®ias

    N?íuseas

    V??mitos

    Anorexia

    Hipotens?úo

    Glicosuria

    Hiperuricemia

    Glicosuria  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [13]

    DISCUSS?âO.

    O uso de medica?º?úo em idosos apresenta peculiaridades, pois, com a idade, diminui a massa muscular e a ?ígua corporal. O metabolismo hep?ítico, os mecanismos homeost?íticos,assim como a capacidade de filtra?º?úo e de excre?º?úo renal podem ficar comprometidos. O que leva ?á dificuldade de elimina?º?úo de metab??litos, ac??mulo de subst?óncias t??xicas no organismo e produ?º?úo de rea?º?Áes adversas. A hidroclorotiazida ?® um diur?®tico tiaz?¡dico, que pode ser utilizado isoladamente ou associado a outro anti-hipertensivo. Pode apresentar rea?º?Áes adversas, como: desconforto epig?ístrico,na??seas,v??mitos, hipotens?úo, cefal?®ia, dist??rbios hidroeletrol?¡ticos, dentre outros. Por se tratar de um diur?®tico, deve ser repassado ao idoso que haver?í aumento da elimina?º?úo urin?íria e a import?óncia de seguir o hor?írio prescrito. O captopril ?® a medica?º?úo mais usada pelos idosos do estudo, principalmente, em associa?º?úo com outras drogas. ?ë classificada como inibidora da Enzima Conversora da Angiotensina (ECA). Tem indica?º?úo formal para hipertensos portadores de diabetes mellitus. Os pacientes em uso de captopril podem apresentar efeitos adversos, como: tosse, prurido, hipotens?úo, dist??rbios gastro-intestinais, dentre outros. A introdu?º?úo do anti-hipertensivo deve ser feita em doses baixas e com aumento gradual, por?®m sem perder de vista o alvo de PA desejado. Os pacientes devem ser educados em rela?º?úo ?á doen?ºa durante as consultas m?®dicas, sempre que poss?¡vel em grupos com assist?¬ncia multiprofissional No in?¡cio do tratamento e nos ajustes de dose, pode-se conseguir melhor controle e ader?¬ncia com a realiza?º?úo de retornos ambulatoriais freq??entes a cada 2 a 4 semanas. A n?úo-ades?úo ao tratamento medicamentoso pode ser uma das raz?Áes pelas quais medicamentos reconhecidamente eficazes sob condi?º?Áes controladas resultam inefetivos quando utilizados na pr?ítica cl?¡nica habitual. Estudos realizados em diversos pa?¡ses indicam que 50% a 60% dos pacientes que recebem uma prescri?º?úo n?úo cumprem o tratamento estabelecido pelo m?®dico, e muitos o interrompem quando se sentem melhores.S?úo modifica?º?Áes de estilo de vida de comprovado valor na redu?º?úo da press?úo arterial: a redu?º?úo do peso, a redu?º?úo da ingest?úo de s??dio, maior ingest?úo de pot?íssio, uma dieta rica em frutas e vegetais e alimentos com pouco teor de gordura, a diminui?º?úo ou aboli?º?úo do ?ílcool e a atividade f?¡sica. Alimentos ricos em c?ílcio atualmente s?úo preconizados em conjunto com toda a s?®rie de medidas diet?®ticas j?í citadas, que juntas s?úo ben?®ficas para a redu?º?úo da PA. A ingest?úo de magn?®sio, de derivados do ?ícido ecosan??ico e aumento da ingesta de prote?¡nas entre outros, n?úo possuem at?® o momento evid?¬ncias de valor comprovado, que indiquem sua utiliza?º?úo. A interrup?º?úo do fumo n?úo interfere diretamente sobre a redu?º?úo da press?úo, no entanto trata-se de importante fator de risco cardiovascular e deve ser incentivada.

    ?á?á?á?á?á?á?á?á?á?á?á?á?á?á?á?á As modifica?º?Áes do estilo de vida s?úo aplic?íveis a todos os pacientes que se prop?Áe a diminui?º?úo do risco cardiovascular, incluindo os normotensos, e necess?írias tamb?®m quando se imp?Áe o tratamento farmacol??gico da hipertens?úo.

    C) H.L.V., sexo feminino, de 53 anos, IMC de 27,9, P. A. de 160:110 mmHg, Glicose em jejum de 90 mg/dl.Relatou possuir hist??ria de trombose venosa profunda e est?í usando varfarina h?í seis meses. Apresentava tamb?®m altera?º?Áes psicossociais, como depress?úo, perda de mem??ria, crise de identidade, irritabilidade, inseguran?ºa, medo de rejei?º?úo e perda da auto-estima, e para tais problemas estava em acompanhamento m?®dico com psiquiatra, que prescreveu sibutramina 15mg 1x ao dia e fluoxetina 20mg, 2x ao dia. Relata consumir bebida alco??lica aos finais de semana, mas n?úo fuma.

    Farmacocin?®tica dos f?írmacos:

    Varfarina.

    Mecanismo de a?º?úo: atuam inibindo a s?¡ntese de fatores de coagula?º?úo dependentes da vitamina K, incluindo os fatores II, VII, IX e X, e as prote?¡nas anticoagulantes C e S.

    Absor?º?úo: ?ê essencialmente absorvido por completo ap??s a administra?º?úo oral, sendo a concentra?º?úo m?íxima geralmente atingida nas primeiras 4 horas.

    Distribui?º?úo: N?úo h?í diferen?ºas nos volumes aparentes de distribui?º?úo ap??s as administra?º?Áes intravenosa e oral de doses ??nicas de solu?º?úo de varfarina. A varfarina ?® distribu?¡da em um volume de distribui?º?úo relativamente pequeno de aproximadamente 0,14 L/kg. A fase de distribui?º?úo que dura de 6 a 12 horas pode ser distinguida ap??s a administra?º?úo intravenosa ou oral r?ípida de uma solu?º?úo aquosa. Utilizando um modelo de um compartimento e assumindo a completa biodisponibilidade, as estimativas dos volumes de distribui?º?úo de R-varfarina e S-varfarina s?úo semelhantes entre si e as do racemado. As concentra?º?Áes no plasma fetal se aproximam dos valores maternos, por?®m a varfarina n?úo foi encontrada no leite humano (vide ADVERT?èNCIAS – Lacta?º?úo). Aproximadamente 99 da droga ?® ligada ?ás prote?¡nas plasm?íticas.

    Metabolismo: A elimina?º?úo da varfarina ocorre quase completamente pelo metabolismo. A varfarina ?® estereoseletivamente metabolizado por enzimas micross??micas hep?íticas (citocromo P-450) em metab??litos hidroxilados inativos (via predominante) e por redutases em metab??litos reduzidos (?ílcoois de varfarina). Os ?ílcoois de varfarina possuem m?¡nima atividade anticoagulante. Os metab??litos s?úo excretados principalmente na urina e, em menor extens?úo, na bile. Os metab??litos da varfarina que foram identificados incluem a desidrovarfarina, dois ?ílcoois diastereois??meros e 4-, 6-, 7-, 8- e 10-hidroxivarfarina. As isoenzimas do citocromo P-450 envolvidas no metabolismo da varfarina incluem a 2C9, 2C19, 2C8, 2C18, 1A2 e 3A4. A isoenzima 2C9 ?® provavelmente a principal forma do P-450 hep?ítico humano que modula a atividade anticoagulante in vivo da varfarina.

    Excre?º?úo: A meia-vida terminal da varfarina ap??s uma dose ??nica ?® de aproximadamente uma semana; no entanto, a meia-vida efetiva varia de 20 a 60 horas, com uma m?®dia de aproximadamente 40 horas. O clearance da R-varfarina ?® geralmente metade do clearance da S-varfarina; assim, uma vez que os volumes de distribui?º?úo s?úo semelhantes, a meia-vida da R-varfarina ?® maior que a da S-varfarina. A meia-vida da R-varfarina varia de 37 a 89 horas, ao passo que a meia-vida da S-varfarina varia de 21 a 43 horas. Estudos com a droga marcada radioativamente demonstraram que at?® 92 da dose administrada por via oral ?® recuperada na urina. Uma quantidade muito pequena de varfarina ?® excretada n?úo metabolizada na urina. A excre?º?úo urin?íria ocorre na forma de metab??litos.  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [26]

    Efeitos adversos:

    Hemorragias

    Necrose localizada da pele

    Anemias

    Febre

    N?íuseas

    V??mitos HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [26]

    Sibutramina

    Mecanismo de a?º?úo: ?® um inibidor da recapta?º?úo de serotonina (5- HT) e da noradrenalina, o qual exerce seus efeitos in vivo atrav?®s de seus metab??litos amina prim?írias e secund?írias. Em modelos animais, a sibutramina reduz acentuadamente o ganho do peso corporal por uma dupla a?º?úo: diminui a ingest?úo cal??rica pelo aumento das respostas ?á saciedade p??s-ingest?úo e aumenta o gasto de energia pelo aumento da taxa metab??lica. Mecanicamente, ?® postulado que a Sibutramina ?ádiminui a ingest?úo de alimentos pelo aumento da fun?º?úo da 5-HT e da noradrenalina central mediada pelos receptores 5-HT2A/2C e b1, respectivamente, e aumenta a taxa metab??lica pelo aumento da fun?º?úo da noradrenalina perif?®rica, mediada ?ápelos receptores b3.

    Metabolismo: A sibutramina ?® bem absorvida e sofre extenso metabolismo de primeira passagem. Os n?¡veis plasm?íticos m?íximos foram obtidos 1,2 horas ap??s uma ??nica dose oral de 20 mg e a meia- vida do composto principal ?® de 1,1 horas. Os metab??litos farmacologicamente ativos 1 e 2 atingem Tmax em 3 horas, com meia-vidas de elimina?º?úo de 14 e 16 horas, respectivamente. Foi demonstrada uma cin?®tica linear acima da varia?º?úo de dose de 10 a 30 mg, sem qualquer altera?º?úo, relacionada ?á dose, nas meia-vidas de elimina?º?úo e um aumento, proporcional ?á dose, nas concentra?º?Áes plasm?íticas. Sob doses repetidas, as concentra?º?Áes de equil?¡brio dos metab??litos 1 e 2 s?úo alcan?ºados dentro de quatro dias, com uma acumula?º?úo de aproximadamente o dobro. Em indiv?¡duos obesos, a farmacocin?®tica da sibutramina e de seus metab??litos ?® similar ?áquela em indiv?¡duos com peso normal, n?úo havendo evid?¬ncias de uma diferen?ºa substancial na farmacocin?®tica em homens e mulheres. O perfil farmacocin?®tico observado em indiv?¡duos idosos foi similar ao visto em pessoas mais jovens. O ?¡ndice de liga?º?úo ?ás prote?¡nas plasm?íticas da sibutramina e seus metab??litos 1 e 2 na ?® de 97%, 94% e 94%, respectivamente.

    Elimina?º?úo: o metabolismo ?® a principal via de elimina?º?úo da sibutramina e de seus metab??litos ativos ?á1 e 2. Os metab??litos s?úo excretados, preferencialmente, na urina, sendo a rela?º?úo urina: fezes de 10:1.  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [16]

    Efeitos adversos:

    Dor de cabe?ºa

    Secura da boca

    Ins??nia

    Dor nas costas

    Vasodilata?º?úo

    Taquicardia

    Hipertens?úo

    Anorexia

    Sudorese HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [16]

    Fluoxetina

    Mecanismo de a?º?úo: A fluoxetina ?® um inibidor seletivo da recapta?º?úo da serotonina, sendo este seu suposto mecanismo de a?º?úo. A fluoxetina praticamente n?úo possui afinidade com outros receptores tais como alfa 1, alfa 2 e beta – adren?®rgicos, serotonin?®rgicos, dopamin?®rgicos, histamin?®rgicos H1 , muscar?¡nicos e receptores do GABA.

    Absor?º?úo e distribui?º?úo: A fluoxetina ?® bem absorvida ap??s administra?º?úo oral. Concentra?º?Áes plasm?íticas m?íximas s?úo alcan?ºadas dentro de 6 a 8 horas. A fluoxetina se liga firmemente ?ás prote?¡nas do plasma e se distribui largamente. Concentra?º?Áes plasm?íticas est?íveis s?úo alcan?ºadas ap??s doses cont?¡nuas durante v?írias semanas e, ap??s doses prolongadas, s?úo similares ?ás concentra?º?Áes obtidas em 4 a 5 semanas.

    Metabolismo e excre?º?úo: A fluoxetina ?® extensivamente metabolizada no f?¡gado ?á norfluoxetina e em outros metab??litos n?úo identificados, que s?úo excretados na urina. A meia-vida de elimina?º?úo da fluoxetina ?® de 4 a 6 dias e a de seu metab??lito ativo ?® de 4 a 16 dias.  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [17]

    Efeitos adversos:

    Sudorese

    Vasodilata?º?úo

    Calafrios

    Urtic?írias

    Angiodema

    Ins??nia  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [17]

    DISCUSS?âO.

    mulher, 53 anos, IMC 27,9, PA 160:110, glicose jejum de 90.

    Problemas de sa??de: obesidade hipertens?úo (grau 2 ÔÇô risco de diabetes) depress?úo: ansiedade, inseguran?ºa, perda da auto-estima

    Medicamentos utilizados: sibutramina e fluoxetina: intera?º?úo, causando s?¡ndrome serotonin?®rgica.

    Os medicamentos antidepressivos e anorex?¡genos devem ser revistos ap??s a trh, pois os sintomas de depress?úo e obesidade podem estar associados ?á menopausa. a fluoxetina pode ser usada, em caso de contra-indica?º?úo para TRH varfarina + fluoxetina = aumento do efeito anticoagulante da heparina no caso da nossa paciente, j?í existem trombos, ent?úo a varfarina deve ser associada ?á heparina deve-se comunicar ao m?®dico/dentista o uso de varfarina por causa do sangramento em cirurgias. O ?ílcool interfere com os f?írmacos usados, devendo ser evitado. Alimentos ricos em vitamina K tamb?®m devem ser evitados, bem como o uso de ervas e ch?ís. m?®todos n?úo medicamentosas: dieta, exerc?¡cios, abandono do ?ílcool e atividades prazerosas.

    D) J. P. S., 22 anos, masculino, mulato, solteiro, comerci?írio.O paciente foi atendido com queixas de dor e dificuldade para deambular, devido a forte entorse no tornozelo direito, ocorrido durante um jogo de futebol. O exame objetivo evidenciou hematoma e edema discreto na regi?úo atingida, com dor intensa ?á digito press?úo da cabe?ºa no quinto metat?írsico. O exame radiol??gico confirmou o diagn??stico cl?¡nico de fratura do quinto metat?írsico direito, sem deslocamento significativo.Foi prescrito ?ücido acetilsalic?¡lico 500 mg V.O.O paciente retornou ao medico e relatou das dificuldades e dores que ainda sentia,ent?úo foi prescrito o uso de Code?¡na 50 mg + Diclofenaco 50mg V.O.Obtendo uma melhora das dores o qual sentia.

    Farmacocin?®tica dos f?írmacos:

    Acido Salicilico.

    Mecanismo de a?º?úo: O ?ícido acetilsalic?¡lico pertence ao grupo de f?írmacos antiinflamat??rios n?úo-ester??ides, com propriedades analg?®sicas, antipir?®ticas e antiinflamat??rias. Seu mecanismo de a?º?úo baseia-se na inibi?º?úo irrevers?¡vel da enzima ciclooxigenase, envolvida na s?¡ntese das prostaglandinas.

    Metabolismo: Ap??s a administra?º?úo oral, o ?ícido acetilsalic?¡lico ?® r?ípida e completamente absorvido pelo trato gastrintestinal. Durante e ap??s a absor?º?úo, o ?ícido acetilsalic?¡lico ?® convertido em ?ícido salic?¡lico, seu principal metab??lito ativo. Os n?¡veis plasm?íticos m?íximos de ?ícido acetilsalic?¡lico s?úo atingidos ap??s 10 a 20 minutos e os de ?ícido salic?¡lico ap??s 0,3 a 2 horas. Tanto o ?ícido acetilsalic?¡lico como o ?ícido salic?¡lico ligam-se amplamente ?ás prote?¡nas plasm?íticas e s?úo rapidamente distribu?¡dos a todas as partes do organismo. O ?ícido salic?¡lico aparece no leite materno e atravessa a placenta. O ?ícido salic?¡lico ?® eliminado principalmente por metabolismo hep?ítico; os metab??litos incluem o ?ícido salicil??rico, o glicuron?¡deo salicilfen??lico, o glicuron?¡deo salicilac?¡lico, o ?ícido gent?¡sico e o ?ícido gentis??rico. A cin?®tica da elimina?º?úo do ?ícido salic?¡lico depende da dose, uma vez que o metabolismo ?® limitado pela capacidade das enzimas hep?íticas. Desse modo, a meia-vida de elimina?º?úo varia de 2 a 3 horas ap??s doses baixas, at?® cerca de 15 horas com doses altas. O ?ícido salic?¡lico e seus metab??litos s?úo excretados principalmente por via renal.  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [18]

    Efeitos adversos:

    Rea?º?Áes cut?óneas

    Hemorragia

    N?íuseas

    V??mitos

    Dor abdominal

    Azia HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [18]

    Diclofenaco s??dico.

    Mecanismo de a?º?úo: O diclofenaco s??dico ?® um analg?®sico antiinflamat??rio n?úo-ester??ide que inibe de forma eficaz a s?¡ntese de prostaglandina, com um efeito analg?®sico perif?®rico n?¡tido, representandouma op?º?úo em dores p??s-operat??rias e provenientes de infec?º?Áes, em conseq???¬ncia de seu efeito adicional antiinflamat??rio.

    diclofenaco s??dico – Os n?¡veis plasm?íticos m?íximos s?úo atingidos, em m?®dia, 1 hora e 25minutos ap??s a ingest?úo. O diclofenaco liga-se ?ás prote?¡nas s?®ricas numa extens?úo de 99,7%,predominantemente ?á albumina (99,4%). O volume de distribui?º?úo aparente calculado ?® de 0,12 – 0,17 L/kg. O diclofenaco penetra no l?¡quido sinovial, no qual as concentra?º?Áes m?íximas s?úo medidas de 2 – 4 horas ap??s serem atingidos os valores de picos plasm?íticos.A meia-vida de elimina?º?úo aparente do fluido sinovial ?® de 3 – 6 horas. Duas horas ap??s atingir

    os valores de pico plasm?ítico, as concentra?º?Áes da subst?óncia j?í s?úo mais altas no fluido sinovial do que no plasma, permanecendo altas por at?® 12 horas.  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [20]

    Metabolismo:O metabolismo do diclofenaco ?® realizado de forma r?ípida e, praticamente, em sua totalidade.

    Os metab??litos s?úo conhecidos. A biotransforma?º?úo do diclofenaco ocorre parcialmente por glicuronida?º?úo na mol?®cula ativa, mas principalmente por hidroxila?º?úo e metoxila?º?úo simples e m??ltipla, resultando em v?írios metab??litos fen??licos (3′-hidr??xi-, 4′-hidr??xi-, 5′-hidr??xi-, 4′, 5-diidr??xi- e 3′-hidr??xi-4′-met??xi-diclofenaco), a maioria dos quais s?úo convertidos a conjugados glicur??nicos.Dois desses metab??litos fen??licos s?úo biologicamente ativos, mas em extens?úo muito menor que o diclofenaco.

    Elimina?º?úo:A depura?º?úo (clearance) sist?¬mica total do diclofenaco do plasma ?® de 263 ?? 56 mL/min.

    A meia-vida terminal no plasma ?® de 1 – 2 horas. Quatro dos metab??litos, inclusive os dois

    ativos, tamb?®m t?¬m uma meia-vida plasm?ítica curta de 1 a 3 horas. Um metab??lito

    praticamente inativo 3′-hidr??xi-4′-met??xi diclofenaco tem meia-vida plasm?ítica maior. HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [19]

    Efeitos adversos:

    N?íuseas

    V??mitos

    Diarr?®ia

    Constipa?º?úo

    Vertigem

    Trombocitopenia

    Anemia hemol?¡tica

    Leucop?¬nia

    Uticaria HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [19]

    3. Code?¡na.

    Mecanismo de a?º?úo: O fosfato de code?¡na inibe as afer?¬ncias nervosas sensitivas (dolorosas) em v?írios planos do sistema nervoso central, inibindo a libera?º?úo dos neurotransmissores e ativando as vias inibidoras. Os efeitos s?úo obtidos parcialmente atrav?®s da morfina end??gena (metab??lica).

    fosfato de code?¡na – Ap??s dosagem oral, a code?¡na ?® absorvida rapidamente. A

    biodisponibilidade absoluta, ap??s a dosagem oral, ?® em m?®dia de 70%.

    A biodisponibilidade relativa (comprimido oral) mediante aplica?º?úo no m??sculo ?® de 54% causada pelo efeito de primeira passagem hep?ítica.

    Concentra?º?Áes m?íximas plasm?íticas (93 mg/mL) foram alcan?ºadas ap??s cerca de 1 hora (dosagem oral, 60 mg base de code?¡na, em 11 jovens do sexo masculino).

    A liga?º?úo ?á albumina fica abaixo de 10%.O tempo de meia-vida de elimina?º?úo da code?¡na, em adultos saud?íveis, fica entre 3 e 5 horas;em adultos com insufici?¬ncia renal, entre 9 e 18 horas.A elimina?º?úo ?® retardada tamb?®m em idosos.

    A code?¡na ?® extensivamente metabolizada no f?¡gado com grandes diferen?ºas individuais. Os metab??litos principais no plasma s?úo morfina, norcode?¡na e o conjugado de morfina e code?¡na, sendo que as concentra?º?Áes de conjugado s?úo substancialmente maiores do que as subst?óncias de partida.

    A elimina?º?úo ocorre, acima de tudo, pelas vias renais, em forma do conjugado de morfina e code?¡na. Aproximadamente 10% da code?¡na s?úo eliminados inalteradamente.A code?¡na passa ?á circula?º?úo fetal.

    No leite materno, ap??s a administra?º?úo de elevadas doses de code?¡na, s?úo alcan?ºadas

    concentra?º?Áes farmacol??gicas relevantes.

    Ap??s a dose individual oral de um comprimido de Codeina a biodisponibilidade relativa para o diclofenaco s??dico ?® de 102,5% e para o fosfato de code?¡na ?® de 112%. HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [22]

    Efeitos adversos:

    Sonol?¬ncia

    Constipa?º?úo

    Exantema

    Urtic?íria

    Sudorese

    Taquicardia

    Hipotens?úo HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [21]

    DISCUSS?âO.

    Os analg?®sicos s?úo medicamentos sintom?íticos, cujo uso est?í condicionado ao diagn??stico estabelecido, ?ás caracter?¡sticas da dor e ao comportamento do paciente frente ?á dor. De acordo com o tipo de dor, diferentes analg?®sicos podem ser prescritos para o paciente: - Dor leve: Preferencialmente manejada com analg?®sicos n?úo-opi??ides. ?ücido acetilsalic?¡lico 500 mg V.O. ou paracetamol de 500 a 750 mg V.O., se a analgesia for adequada o esquema deve ser mantido, caso contr?írio deve haver um reajuste de doses. - Dor moderada ou leves n?úo-responsivas: Pode-se usar associa?º?Áes de analg?®sicos opi??ides e n?úo-opi??ides. Code?¡na 30 mg+ paracetamol 500 mg V.O. - Dor intensa ou moderada n?úo-responsiva: Prefere-se analg?®sicos opi??ides. Code?¡na 60 mg+paracetamol 1.000 mg V.O. ou Ibuprofeno 600 mg V.O. ou Cetorolaco 30 a 60 mg, IM ou morfina 2,5 a 5 mg, IV.  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [25]

    E) J.C., 23 anos,masculino,preto,solteiro.O paciente procurou atendimento por achar que estava com ÔÇ£gonorr?®iaÔÇØ. Apresentava secre?º?úo uretral purulenta, abundante pela manh?ú, h?í 3 dias. Referiu epis??dio semelhante no passado e freq??entes rela?º?Áes sexuais com parceiros diferentes,paciente se queixou tamb?®m de fortes dores de cabe?ºa.N?úo havia outras informa?º?Áes relevantes.Foi prescrito para o paciente ceftriaxona 125mg IM em dose ??nica e Paracetamol 500mg VO.

    Farmacocin?®tica dos f?írmacos:

    1.Ceftriaxona.

    Mecanismo de a?º?úo: interferem na s?¡ntese da parede celular de  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Peptidoglicano” \o “Peptidoglicano” peptidoglicano via inibi?º?úo de  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Enzima” \o “Enzima” enzimas envolvidas no processo de transpeptida?º?úo.  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [28]

    Farmacocin?®tica: A farmacocin?®tica da ceftriaxona n?úo ?® linear e todos os par?ómetros farmacocin?®ticos b?ísicos, exceto a meia vida de elimina?º?úo, s?úo dependentes da dose se baseados nas concentra?º?Áes totais da droga. Absor?º?úo: A concentra?º?úo plasm?ítica m?íxima depois de dose ??nica de 1 g IM ?® de cerca de 81 mg/l e ?® alcan?ºada em 2-3 horas ap??s a administra?º?úo. A ceftriaxona caracteriza-se por uma meia-vida de elimina?º?úo extraordinariamente longa de aproximadamente 8 horas, em adultos sadios. As ?íreas sob as curvas de concentra?º?úo plasm?ítica x tempo, ap??s administra?º?úo IM e IV s?úo id?¬nticas. Isto significa que a biodisponibilidade da ceftriaxona ap??s administra?º?úo IM ?® de 100%. Distribui?º?úo: O volume de distribui?º?úo da cefriaxona ?® de 7 a 12 litros. A ceftriaxona mostrou excelente penetra?º?úo tissular e nos l?¡quidos org?ónicos ap??s dose de 1 – 2 g. Alcan?ºa concentra?º?Áes bem acima da concentra?º?úo inibit??ria m?¡nima contra a maioria dos pat??genos respons?íveis pela infec?º?úo, e s?úo detect?íveis por mais de 24 horas em mais de 60 tecidos ou l?¡quidos org?ónicos, incluindo pulm?Áes, cora?º?úo, f?¡gado e vias biliares, am?¡gdalas, ouvido m?®dio, mucosa nasal, ossos, e fluidos c?®rebro-espinhal, pleural, prost?ítico e sinovial. Liga?º?úo prot?®ica: A ceftriaxona liga-se de modo revers?¡vel ?á albumina, diminuindo a liga?º?úo com o aumento da concentra?º?úo. Assim, para uma concentra?º?úo plasm?ítica < 100 mcg/ml, a liga?º?úo prot?®ica ?® de 95%, enquanto para uma concentra?º?úo de 300 mcg/ml, a liga?º?úo ?® de 85%. Devido ao conte??do mais baixo em albumina, a propor?º?úo de ceftriaxona livre no l?¡quido intersticial ?® proporcionalmente mais alta do que no plasma. Metaboliza?º?úo: A ceftriaxona n?úo ?® metabolizada sistemicamente, mas convertida a metab??litos microbiologicamente inativos pela flora intestinal. Elimina?º?úo: O clearance total do plasma ?® 10-20 ml/min. O clearance renal ?® 5-12 ml/min. Em adultos cerca de 50 - 60% de ceftriaxona ?® excretada sob a forma inalterada na urina, enquanto 40- 50% s?úo excretados sob a forma inalterada na bile. A meia-vida de elimina?º?úo em adultos sadios ?® de aproximadamente 8 horas.  HYPERLINK "http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina" \l "cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14" [28]

    Efeitos adversos:

    N?íuseas

    V??mitos

    Diarr?®ia

    Altera?º?Áes das enzimas hep?íticas

    Erup?º?Áes cut?óneas

    Urtic?írias

    Hemorragias

    Neutropenia HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-BVS-14#cite_note-BVS-14” [27]

    2. Paracetamol.

    Mecanismo de a?º?úo: Analg?®sico: O mecanismo de a?º?úo analg?®sica n?úo est?í totalmente determinado. O paracetamol pode atuar predominantemente inibindo a s?¡ntese de prostaglandinas ao n?¡vel do Sistema Nervoso9 Central e em menor grau bloqueando a gera?º?úo do impulso doloroso ao n?¡vel perif?®rico. A a?º?úo perif?®rica pode ser decorrente tamb?®m da inibi?º?úo da s?¡ntese de prostaglandinas ou da inibi?º?úo da s?¡ntese ou da a?º?úo de outras subst?óncias que sensibilizam os nociceptores ante est?¡mulos mec?ónicos ou qu?¡micos.

    Antipir?®tico: O paracetamol provavelmente produz a antipirese atuando ao n?¡vel central sobre o centro hipotal?ómico regulador da temperatura para produzir uma vasodilata?º?úo perif?®rica que d?í lugar a um aumento do fluxo de sangue10 na pele, de sudorese11 e da perda de calor. A a?º?úo ao n?¡vel central provavelmente est?í relacionada com a inibi?º?úo da s?¡ntese de prostaglandinas no hipot?ílamo.

    Absor?º?úo: ap??s a administra?º?úo oral, a absor?º?úo do paracetamol no trato gastrointestinal ?® r?ípida e praticamente total. A administra?º?úo de paracetamol conjuntamente com alimentos retarda a absor?º?úo do f?írmaco.

    Distribui?º?úo: o paracetamol atravessa a barreira hematoencef?ílica e placent?íria. ?ë encontrado no leite materno em concentra?º?Áes de 10- 15 mcg/ml, ap??s uma a duas horas da ingest?úo de uma dose de 650 mg de paracetamol. Vd = 1 l/kg.

    Liga?º?úo a prote?¡nas: n?úo ?® significativa em concentra?º?Áes plasm?íticas abaixo de 60mcg/ml; pode apresentar n?¡veis moderados (20- 50%) em concentra?º?Áes t??xicas.

    Biotransforma?º?úo: o paracetamol ?® metabolizado principalmente no f?¡gado (90- 95%), por conjuga?º?úo com ?ícido glucur??nico, ?ícido sulf??rico e ciste?¡na.

    Meia- vida: a meia-vida s?®rica da fase terminal em humanos ?® de 1 a 4 horas; n?úo ?® alterada em casos de insufici?¬ncia renal12, mas pode ser prolongada na superdosagem aguda. A meia-vida s?®rica ?® ligeiramente mais longa em neonatos13, em hepatopatas e no idoso. A meia-vida do paracetamol no leite materno ?® de 1,35 a 3,5 horas.

    In?¡cio da a?º?úo: cerca de 30 minutos ap??s a ingest?úo oral.

    Tempo para atingir a concentra?º?úo m?íxima: o pico das concentra?º?Áes plasm?íticas ocorre entre 0,5 e 2 horas ap??s administra?º?úo.

    Concentra?º?úo terap?¬utica: 10- 20 mcg/ml.

    Dura?º?úo da a?º?úo: 4 a 6 horas.

    Elimina?º?úo: cerca de 90% de uma dose terap?¬utica s?úo excretados na urina5 em 24 horas. Do material excretado, 1 a 4% ?® o paracetamol inalterado, 20- 30% s?úo metab??litos conjugados com sulfato e 40-60% metab??litos conjugados com ?ícido glucur??nico.  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-Hundal-22#cite_note-Hundal-22” [8]

    Efeitos adversos:

    Discrasias sang???¡neas (agranulocitose26, anemia27 hemol?¡tica, neutropenia28, leucopenia29, pancitopenia30 e trombocitopenia31 );

    Hepatite1 (aparecimento de cor amarela nos olhos e pele); ?á

    Hipoglicemia2;

    Icter?¡cia;

    Les?Áes eritematosas na pele e febre6;

    Hemat??ria ou urina5 turva, mic?º?úo dificultosa ou dolorosa, diminui?º?úo brusca da quantidade de urina5. HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-Hundal-22#cite_note-Hundal-22” [9]

    DISCUSS?âO.

    A gonorr?®ia, uma infec?º?úo do epit?®lio colunar e transicional, ?® causada por Neisseria gonorrhoeae, um diplococo gram-negativo. Em homens, a uretrite surge 2-7 dias ap??s a exposi?º?úo, com sintomas de corrimento uretral purulento (90-95%), dis??ria e eritema do meato. Algumas cepas de gonococos podem causar sintomas menos francos. Na era dos antibi??ticos, as complica?º?Áes causadas por Neisseria gonorrhoeae (p.ex., epididimite, prostatite, linfadenite inguinal) s?úo raras. A observa?º?úo de diplococos gram-negativos intracelulares na colora?º?úo de gram do exsudato uretral ou endocervical constitui a base para estabelecimento de um diagnostico presuntivo de gonorr?®ia uretral. Entretanto, colora?º?úo de material do ??stio cervical pelo m?®todo de gram n?úo ?® sens?¡vel para o diagnostico de gonorr?®ia em mulheres; com efeito, as amostras do exsudato cervical devem ser submetidas a cultura ou ensaios sem cultura. Hoje, os testes com sondas de acido nucl?®ico s?úo amplamente utilizados para a detec?º?úo de Neisseria gonorrhoeae em amostras urogenitais. Todavia, o uso de m?®todo sem cultura como ??nica maneira de detec?º?úo impossibilita a realiza?º?úo de antibiograma. As cefalosporinas de 3?? gera?º?úo continuam sendo a base de terapia para a gonorr?®ia genital, retal, e far?¡ngea n?úo-complicada, embora possa ser mais dif?¡cil erradicar a faringite gonoc??cica sintom?ítica do que a infec?º?úo genital. A forma mais segura de prevenir doen?ºas sexualmente transmiss?¡veis ?® abster-se de intercursos sexuais, ou ter uma rela?º?úo monog?ómica de longo prazo com um parceiro testado e que voc?¬ sabe n?úo estar infectado. Preservativos de l?ítex, quando usados consistentemente e corretamente, podem reduzir o risco de transmiss?úo da gonorr?®ia. Ao aparecimento de qualquer sintoma que possa indicar gonorr?®ia, deve-se parar de ter rela?º?Áes sexuais e procurar um m?®dico imediatamente. Caso a pessoa seja diagnosticada com gonorr?®ia, ela deve informar seus parceiros sexuais recentes para que eles procurem um m?®dico e possam ser tratados. A pessoa com gonorr?®ia e seu parceiro sexual devem evitar sexo at?® que o tratamento da gonorr?®ia tenha sido completado.  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_note-Hundal-22#cite_note-Hundal-22” [7]

    7ÔÇô ANEXO DOS HORARIOS E DIAS DO ESTAGIO.

    9 ÔÇô BIBLIOGRAFIA

    BERNARDES, C.H.A. et al. P?® Diab?®tico: an?ílise de 105 casos. Arq. Bras. End. Met. v.37. n.3, p.139-41,1993

    BRASIL, 2001 ÔÇô BRASIL. Minist?®rio da Sa??de. Secretaria de Pol?¡ticas de Sa??de. Departamento de A?º?Áes Program?íticas Estrat?®gicas. Plano de reorganiza?º?úo da aten?º?úo ?á hipertens?úo arterial e ao diabetes mellitus: hipertens?úo arterial e diabetes mellitus. Bras?¡lia: Minit?®rio da Sa??de, 2001.

    SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES. Consenso Brasileiro de Conceitos e Condutas para o diabetes mellitus, 1997.

    HYPERLINK “http://www.pdamed.com.br/bulanv/pdamed 0001 00282 00400.php” www.pdamed.com.br/bulanv/pdamed 0001 00282 00400.php

    www2.far.fiocruz.br/farmanguinhos/index.php?option

    HYPERLINK “http://www.novonordisk.com.br/media/bulas/metformina.pdf” www.novonordisk.com.br/media/bulas/metformina.pdf

    HARRISON, Tinsley Randolph/ Manual de Medicina; editores Eugene Braunwald [et al.].  Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2002

    HYPERLINK “http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0037-86822000000500007&lng=en&nrm=iso” www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0037-86822000000500007&lng=en&nrm=iso

    www.bulas.med. br/C=A&V.

    HYPERLINK “http://www.bulas.med.br/p/cristalia-31878.html?C=A&V” www.bulas.med.br/p/cristalia-31878.html?C=A&V…

    www.manuaisdecardiologia.med. /…/has_Page811.htm

    HYPERLINK “http://www.carraretto.med.br/manual/…/nifedipina.htm” www.carraretto.med.br/manual/…/nifedipina.htm

    www4.anvisa.gov.br/base/visadoc/…/BM%5B25387-1-0%5D.PDF

    e-legis.anvisa.gov.br/leisref/public/showAct.php?id=22039&word

    Bula do Profissional de sa??de:metformina.Bul?írio Eletr??nico da anvisa.  HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Ag%C3%AAncia_Nacional_de_Vigil%C3%A2ncia_Sanit%C3%A1ria” \o “Ag?¬ncia Nacional de Vigil?óncia Sanit?íria” Ag?¬ncia Nacional de Vigil?óncia Sanit?íria,2005. Bula do medicamento

    HYPERLINK “http://www.bulas.med.br/index.asp?C=A&V” www.bulas.med.br/index.asp?C=A&V…

    HYPERLINK “http://www.medicinanet.com.br/bula/2263/erradic.htm” www.medicinanet.com.br/bula/2263/erradic.htm

    HYPERLINK “http://www.neurolab.com.br/neuro_cln/farmc/…/aas.php” www.neurolab.com.br/neuro_cln/farmc/…/aas.php

    HYPERLINK “http://www.bulas.med.br/p/novartis-32328.32328.html” www.bulas.med.br/p/novartis-32328.32328.html.

    bulas.cxpass.net/index.asp?C=A&V…

    HYPERLINK “http://www.medicinanet.com.br/bula/…/reacoes_adversas_setux_expectorante.htm” www.medicinanet.com.br/bula/…/reacoes_adversas_setux_expectorante.htm

    HYPERLINK “http://www.bulas.med.br/p/novartis-32328.html?C=A&V” www.bulas.med.br/p/novartis-32328.html?C=A&V..

    HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_ref-Hundal_22-0#cite_ref-Hundal_22-0” ? Hundal R, Krssak M, Dufour S, Laurent D, Lebon V, Chandramouli V, Inzucchi S, Schumann W, Petersen K, Landau B, Shulman G (2000). “Mechanism by which metformin reduces glucose production in type 2 diabetes”. Diabetes 49 (12): 2063ÔÇô9..

    HYPERLINK “http://pt.wikipedia.org/wiki/Metformina” \l “cite_ref-Zhou_23-0#cite_ref-Zhou_23-0” ? Zhou G, Myers R, Li Y, Chen Y, Shen X, Fenyk-Melody J, Wu M, Ventre J, Doebber T, Fujii N, Musi N, Hirshman M, Goodyear L, Moller D (2001). “ HYPERLINK “http://www.jci.org/cgi/content/full/108/8/1167” \l “SEC4″ Role of AMP-activated protein kinase in mechanism of metformin action”. J Clin Invest 108 (8): 1167ÔÇô74.

    FUCHS, F. D.; WANNMACHER, L.; FERREIRA, M. B. C. Farmacologia Cl?¡nica: Fundamentos da Terap?¬utica Racional. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 1074 p.

    HYPERLINK “http://www.medicinanet.com.br/bula/2263/erradic.htm” www.medicinanet.com.br/bula/2263/erradic.htm

    medmap.uff.br/index.php?option=com_content.pt.wikipedia.org/wiki/Cefalosporina