BIZU ? Perguntas e respostas comentadas de Enfermagem

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Fundamentos de Enfermagem 01. Anamnese significa: pela equipe de enfermagem ?® um procedi- mento aplicado tamb?®m a pacientes que apresentam o quadro de: Hist??ria das doen?ºas de toda a fam?¡- lia do paciente B. Hist??ria do progn??stico da doen?ºa atual C. Hist??ria atual do paciente D. Conjunto de informa?º?Áes sobre os antecedentes, a hist??ria e os deta- E. Aspectos do tratamento atual

02. Na coleta de urina de 24 horas, o enfermo dever?í: A. Desprezar o primeiro jato de urina B. Anotar desde o primeiro jato de urina C. Esvaziar a bexiga antes de iniciar o exame D. Desprezar a urina da manh?ú, inde- E. Realizar cateterismo vesical

03. A aplica?º?úo de uma medica?º?úo por via subcut?ónea em um paciente caqu?®- tico dever?í ser feita:

A. Mantendo a pele comprimida por 30 se- gundos antes da administra?º?úo do me- dicamento B. Distendendo a pele em um ?óngulo de 30?? C. Introduzindo a agulha com rapidez e firmeza utilizando o ?óngulo de 60?? D. Levantando e segurando a pele, admi- nistrando o medicamento em posi?º?úo paralela E. Nenhuma das alternativas anteriores

04. O desbridamento mec?ónico realizado A. Queimaduras com presen?ºa de teci- do morto B. Fratura com exposi?º?úo ??ssea C. Traumatismo intra-abdominal D. Hemorragia intracraniana E. Choque hipovol?¬mico

05. Com o objetivo de se evitar a bronco- aspira?º?úo no paciente torporoso, em que h?í lavagem g?ístrica, deve-se ter o cuidado de:

A. Controlar o volume l?¡quido a ser ad- ministrado B. Aquecer o l?¡quido a ser infundido C. Administrar medica?º?úo antiem?®tica D. Levantar a cabeceira do leito E. Verificar a press?úo arterial

06. O componente do sangue respons?ível pelo mecanismo de defesa do organismo ?®:

A. Eritr??cito B. Plasma C. Leuc??cito D. Hemoglobina E. Plaqueta

07. A nict??ria ?® uma altera?º?úo org?ónica que pode ser definida como:

A. Diminui?º?úo da mic?º?úo noturna B. Diminui?º?úo da mic?º?úo diurna C. Aumento da mic?º?úo diurna

D. Aumento da mic?º?úo noturna E. Nenhuma das alternativas anteriores

08. A febre ?® uma eleva?º?úo patol??gica da temperatura corporal. Quando h?í per?¡odo de eleva?º?úo e queda brusca da temperatu- ra, a febre ?® chamada de:

A. Intermitente B. Recorrente C. Remitente D. Sustentada E. Cont?¡nua

09. No atendimento a v?¡timas com hemor- ragia, ao aplicar o torniquete, este dever?í ser apertado o suficiente para controlar o fluxo de sangue arterial e afrouxado em intervalos, em minutos, de:

A. 10 B. 15 C. 20 D. 25 E. 30 10. O dec??bito do paciente acamado dever?í ser mudado de duas em duas horas com o objetivo de prevenir:

A. Tromboses B. Escaras C. Atrofias D. Artroses E. Artrites

11. A temperatura axilar ?® a mais comu- mente aferida em pacientes internados. Es- te local de aferi?º?úo ?® contra-indicado em caso de:

A. Queimadura de t??rax 4 B. Cirurgia abdominal C. Extra?º?úo dent?íria D. Cirurgia vascular E. Cirurgia retal

12. Quando dizemos que um paciente est?í com taquicardia ?® porque o seu cora?º?úo est?í:

A. Lento B. Acelerado C. Fraco D. Cheio E. Nenhuma das alternativas anteriores

13. A diminui?º?úo da diurese de um paciente ?® chamada de: A. An??ria B. Poli??ria C. Dis??ria D. Nict??ria E. Olig??ria

14. Quando um paciente s?? consegue respi- rar melhor estando sentado, dizemos que ele est?í:

A. Apn?®ico B. Eupn?®ico C. Cheyne-Stokes D. Ortopn?®ico E. Nenhuma das alternativas anteriores

15. Ao administrar uma medica?º?úo intrave- nosa (IV), devemos faz?¬-Io:

C. A velocidade n?úo ?® importante e sim a prescri?º?úo D. De qualquer jeito, pois o que ?® importan- E. Nenhuma das alternativas anteriores

16. Quando dizemos que um paciente est?í hipotenso ?® porque sua press?úo est?í:

A. Muito alta B. Baixa C. Normal D. Oscilando muito E. Nenhuma das alternativas anteriores

17. Em rela?º?úo ?á aplica?º?úo de calor local, indique a op?º?úo incorreta:

A. Alivia espasmos musculares B. Estimula a circula?º?úo e as gl?óndulas sudor?¡paras D. Promove o aquecimento local E. Produz a vasoconstri?º?úo

18. A situa?º?úo que ocasiona a diminui?º?úo da freq???¬ncia do pulso ?®:

A. Febre C. C Infec?º?úo D. Emo?º?Áes E. Exerc?¡cio 19. Na administra?º?úo de medicamentos por via oral, n?úo ?® indicado:

A. Colocar os medicamentos em c?íli- B. Perguntar o nome do paciente e cer- tificar-se disso com o cart?úo ou rela- t??rio de enfermagem C. Deixar o medicamento sobre a mesi- nha do paciente, quando ele estiver D. Lavar os c?ílices ou copinhos com ?ígua e sab?úo E. Anotar no relat??rio de enfermagem hora, medica?º?úo, dosagem e rea?º?úo do paciente.

20. Em pacientes ambulatoriais, a insulina deve ser administrada por via:

A. Oral B. Intravenosa C. Intrad?®rmica D. Intramuscular E. Subcut?ónea

21. A quimioterapia antineopl?ísica serve basicamente para:

A. Detectar um tumor em fase inicial B. Retardar o processo das neoplasias ma- lignas C. Oferecer conforto ao paciente com baixa imunidade D. Eliminar o tumor benigno E. Nenhuma das alternativas anteriores

22. Em rela?º?úo ao volume, o pulso pode ser cheio ou: A. Filiforme B. Dicr??tico C. Bradisf?¡gmico D. R?¡tmico E. Taquisf?¡gmico

23. “Deu entrada na emerg?¬ncia um jovem Ao exame f?¡sico foram observadas les?Áes

superficiais na regi?úo escapular e no joelho esquerdo do tipo atrito, n?úo acompanhadas de perda de sangue.” Em rela?º?úo ao caso, as feridas apresenta- das s?úo do tipo:

A. Perfurante B. Abrasiva C. Contusa D. Incisiva E. Cortante

24. Para registrar os sinais vitais, devem ser utilizados os seguintes impressos:

A. Folha ??nica e evolu?º?úo m?®dica B. Evolu?º?úo de enfermagem e evolu?º?úo m?®dica C. Gr?ífico de TPR e evolu?º?úo de en- fermagem D. Plano assistencial e gr?ífico de TPR E. Nenhuma das alternativas anteriores

25. A massagem de fric?º?úo ap??s a Inje?º?úo IM visa: A. Estancar o sangramento B. Facilitar absor?º?úo do medicamento C. Aliviar a dor local D. Aumentar a a?º?úo da droga E. Nenhuma das alternativas anteriores

26. A introdu?º?úo de grande quantidade de l?¡quido na veia denomina-se:

A. Enter??clise B. Enema C. Lavagem vesical D. Ven??clise E. I nstila?º?úo

6 27. Na coleta de sangue venoso para exa- me, o garrote deve ser:

A. Retirado ap??s a pun?º?úo da veia B. Mantido durante a pun?º?úo da veia C. Retirado e mantido alternada mente D. Abolido, pois n?úo h?í necessidade de E. Usado apenas em determinados ca- sos

28. O antit?®rmico ?® uma medica?º?úo: A. Evacuadora B. Neutralizadora C. Sintom?ítica D. Antit??xica E. Ant?¡dota

29. Na aplica?º?úo de medicamentos por via intramuscular, s?úo usadas solu?º?Áes do tipo:

A. Irritantes B. Isot??nicas C. Hipert??nicas D. C?íusticas E. Hipot??nicas

30. A leucocitose representa o aumento dos(as): A. Gl??bulos vermelhos B. Plaquetas C. Anticorpos D. Gl??bulos brancos E. C?®lulas gama

A. Term??metro, tensi??metro, rel??gio de se- gundos e l?ípis bicolor B. Term??metro, martelo para pesquisa de reflexos e rel??gio de segundos C. Estetosc??pio, esfignoman??metro, rel??gio de segundos e term??metro D. Estetosc??pio, tensi??metro, TPR e l?ípis bicolor E. Nenhuma das alternativas anteriores

32. O pulso popl?¡teo ?® aferido na seguinte regi?úo: A. Segundo espa?ºo intercostal B. Sob a mand?¡bula C. Dorso do p?® D. Na regi?úo plantar E. Atr?ís do joelho

33. A hipoglicemia pode ocorrer quando o paciente recebe: A. Dose insuficiente de insulina B. Dose excessiva de insulina C. Nenhuma insulina D. Doses relativas de insulina E. Tratamento alternado de insulina

34. A regi?úo escapular corresponde ?á se- guinte estrutura anat??mica:

A. Omoplata B. Il?¡aco C. P??bis D. Pelve E. Nenhuma das alternativas anteriores

35. Antes de administrar digit?ílico a um pa- ciente, devemos verificar se:

A. A respira?º?úo est?í acelerada B. O volume urin?írio est?í baixo C. O pulso radial est?í abaixo de 60 bpm D. A press?úo arterial est?í abaixo do padr?úo normal E. O pulso precordial est?í igual a 60 bpm

36. A perda de sangue pela boca, proveni- ente da mucosa g?ístrica, denomina-se:

A. Epistaxe B. Hemoptise C. Enterorragia D. Estomatorragia E. Hemat?¬mese

37. Na transfus?úo de sangue, para maior seguran?ºa do paciente contra choque anafi- l?ítico, ?® necess?írio realizar:

A. Hemograma completo B. Prova cruzada C. Prova do la?ºo D. Coagulograma E. Fator Rh

38. Anorexia e eructa?º?úo significam, respec- tivamente: A. Aumento do apetite e falta de apetite B. Falta de apetite e arrotos C Arrotos e falta de apetite C. Falta de apetite e aumento de apetite D. Nenhuma das alternativas anteriores E. Nenhuma das alternativas anteriores

39. Melena ?® a hemorragia: A. Pulmonar B. Gastrintestinal C. Epitelial

D. Renal E. Nenhuma das alternativas anteriores 40. ?Ç press?úo m?¡nima d?í-se o nome:

A. Sist??lica B. Diast??lica C. Bradic?írdica D. Taquic?írdica E. Nenhuma das alternativas anteriores

41. A inje?º?úo subcut?ónea ?® tamb?®m denominada: A. Hipod?®rmica B. Intrad?®rmica C. Intratecal D. Intramuscular E. Nenhuma das alternativas anteriores

42. Numa situa?º?úo de emerg?¬ncia, em que h?í indica?º?úo de intuba?º?úo endotraqueal, o paciente dever?í ser colocado na seguinte posi?º?úo:

B. Trendelenburg, com a cabe?ºa fletida C. Horizontal, sobre uma superf?¡cie fir- D. Lateral esquerda, sobre uma superf?¡- E. Nenhuma das alternativas anteriores

43. A coleta de urina de 24 horas auxilia no diagn??stico de doen?ºas do aparelho genitu- rin?írio, sendo imprescind?¡vel o seguinte cui- dado:

A. Coletar a primeira urina da manh?ú B. Desprezar o primeiro jato de urina

8 C. Colocar o material em frasco est?®ril D. Cateterizar o paciente para coletar o material E. Reiniciar a coleta se alguma mic?º?úo for F. desprezada

44. Para realizar a glicos??ria pelo m?®todo do clinitest, as quantidades necess?írias de uri- na e ?ígua, respectivamente, s?úo:

A. 5 gotas e 10 gotas B. 10 gotas e 5 gotas C. 10mL e 5mL D. 5mL e 10mL E. 15mL e 10mL

45. Hemorragia ?® a perda de sangue devido ao rompimento de um vaso sang???¡neo, veia ou art?®ria. Quando oriunda do pulm?úo de- nomina-se:

A. Metrorragia B. Hemat?¬mese C. Hemat??ria D. Aracnoidite E. Hemoptise

46. A perda da continuidade ??ssea, produzi- da de forma brusca e violenta como resulta- do de um traumatismo, denomina-se:

A. Concuss?úo B. Contus?úo C. Entorse D. Luxa?º?úo E. Fratura

A. 1.060 e 1.070 B. 1.055 e 1.060 C. 1.045 e 1.050 D. 1.035 e 1.040 E. 1.010 e 1.030

48. A falta de fun?º?úo respirat??ria, por qual- quer causa que se introduza no trajeto ga- soso dos pulm?Áes, entre o sangue e o ar ambiente, denomina-se:

A. Dispepsia B. Anorexia C. Disfagia D. Asfixia E. Nenhuma das alternativas anteriores

49. O eletrocardiograma fornece informa- ?º?Áes sobre: A. Registro dos impulsos el?®tricos do cora?º?úo B. Arritmia card?¡aca de repeti?º?úo C. Registro das incurs?Áes respirat??rias D. Morte aparente E. Acidose respirat??ria

50. Indique o procedimento que n?úo deve ser realizado, ao prestar os primeiros socor- ros a uma pessoa intoxicada com soda c?íustica:

A. Colocar a v?¡tima com a cabe?ºa mais baixa que o resto do corpo B. Aquecer a v?¡tima com cobertores C. Provocar v??mito com ?ígua e sal D. Dar bastante ?ígua misturada com suco de laranja e/ou de lim?úo E. Nenhuma das alternativas anteriores

51. A sensa?º?úo de deslocamento do corpo em rela?º?úo aos objetos ou vice-versa, al?®m de n?íuseas e sensa?º?úo de zumbidos nos ouvidos, por?®m sem perda da consci?¬ncia, s?úo sintomas caracter?¡sticos de:

A. Lipotimia B. S?¡ncope C. Coma D. Torpor E. Vertigem

52. A paralisia peri??dica hipopotass?¬mica est?í relacionada a:

A. B??cio multinodular t??xico B. S?¡ndrome de Cushing C. Doen?ºa de Hashimoto D. Doen?ºa de Graves E. Doen?ºa de Addison

53. No asm?ítico, observamos um tipo de respira?º?úo denominada:

A. Polipn?®ia B. Dispn?®ia C. Eupn?®ia D. Bradipn?®ia E. Zigopn?®ia

54. A compressa quente visa promover ba- sicamente a: A. Vasoconstri?º?úo B. Pneu moconstri?º?úo C. Vasodilata?º?úo D. Hipopirexia E. Todas est?úo corretas

55. Na realiza?º?úo da raquicentese por pun- ?º?úo lombar o l?¡quido retirado ?® chamado de:

A. Plasm?ítico B. Cefalorraquidiano C. Linf?ítico D. Sang???¡neo E. Hem?ítico

56. A posi?º?úo de Trendelenburg ?® indicada, entre outras, para:

A. Melhorar a troca gasosa nos pulm?Áes B. Melhorar a circula?º?úo de retorno dos membros inferiores C. Diminuir a presen?ºa de sangue no ab- d??men D. Diminuir a tosse produtiva E. Nenhuma das alternativas anteriores

57. O choque anafil?ítico ?® provocado pela: A. Presen?ºa de pirog?¬nio no medicamento B. Superdosagem de medica?º?úo C. N?úo aceita?º?úo do organismo em rela?º?úo ao medicamento D. Presen?ºa de anticorpos no medicamen- to E. Nenhuma das alternativas anteriores

58. Os ossos movimentam-se em rela?º?úo uns aos outros atrav?®s de:

A. Cartilagens B. Curvas C. Nervos D. M??sculos E. Articula?º?Áes

57. A adrenalina ?® uma droga que tem a finalidade de: A. Estimular o cora?º?úo

10 B. Produzir o c?ílcio C. Agir no p?óncreas D. Produzir insulina E. Nenhuma das alternativas anteriores

60. Os linimentos s?úo drogas: A. Dissolvidas em ?ígua e ?ílcool B. Usadas externamente e aplicadas em forma de massagem C. Preparadas com ??leo e ?ígua D. Que se separam ap??s longos per?¡o- dos de repouso E. S??lidas, ingeridas oralmente

61. Dentre as op?º?Áes a seguir, indique a- quela que atua como fator predisponente ao aparecimento de escaras de dec??bito:

A. Len?º??is limpos esticados no leito B. Dieta rica em prote?¡nas C. Obesidade D. Movimenta?º?úo freq??ente no leito E. Exerc?¡cios poss?¡veis em pacientes aca- mados

62. A penetra?º?úo, desenvolvimento e multi- plica?º?úo de piolhos no couro cabeludo de- nomina-se:

A. Infec?º?úo B. Infesta?º?úo C. Contamina?º?úo D. Inflama?º?úo E. Endemia

63. A respira?º?úo peri??dica, com ritmo respi- rat??rio desigual, denomina-se:

C. Cheyne-Stokes D. Apn?®ia E. Ortopn?®ia 64. A doen?ºa infecciosa que afeta as vias a?®reas superiores, com forma?º?úo de placa espessa acinzentada, ?®:

A. T?®tano B. Rub?®ola C. Difteria D. Encefalite E. Poliomielite

65. A irriga?º?úo vesical ?® um termo que signi- fica lavar a(o):

A. Ves?¡cula biliar B. Bexiga C. Intestino D. Est??mago E. Ves?¡cula seminal

66. A retirada da urina da bexiga por meio mec?ónico denomina-se:

A. Irriga?º?úo vesical B. Cateterismo vesical C. Incontin?¬ncia vesical D. Instila?º?úo vesical E. Contin?¬ncia vesical

67. Em rela?º?úo ?á s?¡ndrome de Cushing, po- de ser considerada como causa mais co- mum:

A. Disfun?º?úo hipot?ílamo – hipofis?íria B. Superprodu?º?úo hipofis?íria de ACTH C. Neoplasia adrenal D. Produ?º?úo ect??pica de ACTH E. latrog?¬nico

68. A capacidade que os gl??bulos brancos possuem de ingerir e destruir part?¡culas es- tranhas no sangue denomina-se:

A. Osmose B. Di?ílise C. Supura?º?úo D. Diapedese E. Fagocitose

69. Uma das complica?º?Áes imediatas de fratura exposta ?®:

A. Artrose B. Artrite C. Tendinite D. Hemorragia E. Osteoporose

70. No atendimento a v?¡tima com suspeita de fratura no bra?ºo, o enfermeiro deve ter como conduta imediata:

A. Aplica?º?úo de calor B. Redu?º?úo da fratura C. Aplica?º?úo de gelo no local D. Imobiliza?º?úo do membro E. Administra?º?úo de analg?®sicos

71. ?ë indica?º?úo para transfus?úo sang???¡nea: A. Diarr?®ia B. Poli??ria C. Enterorragia D. Hematomielia E. Nenhuma das alternativas anteriores

A. Explora?º?úo e visualiza?º?úo da mucosa digestiva B. Ressec?º?úo de parte do est??mago C. Avalia?º?úo de diversos sintomas f?¡sicos D. Verifica?º?úo das condi?º?Áes org?ónicas E. Nenhuma das alternativas anteriores

73. A paracentese ?® indicada quando o en- fermo apresenta: A. Apendicite B. Pneumonia C. Meningite D. Pleuris E. Ascite

74. O per?¡odo de incuba?º?úo da hepatite A varia de: A. 15 a 50 dias B. 20 a 80 dias C. 30 a 120 dias D. 45 a 150 dias E. 60 a 180 dias

75. Para evitar hem??lise no sangue coletado para exame, ?® indicado:

A. Manter o garrote e pedir ao paciente para ficar com a m?úo aberta B. Aspirar um pouco de ar imediatamente ap??s a retirada do sangue C. Manter a agulha da seringa e injetar o sangue no frasco D. Separar a agulha da seringa e deixar o sangue escorrer vagarosamente pela pare- de do tubo E. Movimentar bem o tubo para homoge- neizar o sangue

12 76. S?úo fun?º?Áes metab??licas do f?¡gado, ex- ceto: A. S?¡ntese de vitaminas A e B B. S?¡ntese de globulinas A e B C. Armazenamento de ferro e cobre D. Convers?úo de am??nia em ur?®ia E. Regula?º?úo de concentra?º?úo de glicose no sangue

77. Homem, 32 anos, chega ?á Emerg?¬ncia na qual voc?¬ est?í de plant?úo, trazido por terceiros, com quadro de coma. Voc?¬ n?úo tem elementos da hist??ria cl?¡nica do pacien- te e o mesmo, em um exame inicial, n?úo apresenta sinais de trauma. A primeira me- dida a ser tomada pela equipe ?®:

A. Intuba?º?úo orotraqueal B. Quantifica?º?úo do n?¡vel de glicose s?®rico C. Administra?º?úo de glicose hipert??nica por via intravenosa D. Tomografia computadorizada de cr?ónio E. Realiza?º?úo de eletrocardiograma de urg?¬ncia

78. O termo que indica a aus?¬ncia de movi- mentos respirat??rios ?®:

A. Apn?®ia B. Dispn?®ia C. Eupn?®ia D. Bradipn?®ia E. Taquipn?®ia

79. Na administra?º?úo de medicamentos, al?®m dos cuidados b?ísicos, o t?®cnico de enfermagem deve faz?¬-Ia mediante:

D. Avalia?º?úo do paciente E. Sintomatologia cl?¡nica 80. O termo utilizado para denominar reten- ?º?úo de gases no est??mago e no intestino ?®:

A. Anosmia B. Sialorr?®ia C. Tenesmo D. Peristalse E. Meteorismo

81. No exame da pele de um paci- ente podemos encontrar les?Áes que constituem ac??mulos s??lidos cir- cunscritos. Essas les?Áes s?úo deno- minadas:

A. Abscessos B. Hematomas C. P??stulas D. P?ípulas E. Flictenas

82. A cateteriza?º?úo nasog?ístrica tem por finalidades: A. Evitar diarr?®ia e manter equil?¡brio hi- droeletrol?¡tico B. Reduzir estresse e evitar constipa?º?úo intestinal C. Retirar os fluidos do trato gastrintestinal e administrar medicamentos e alimentos (gavagem) D. Evitar constipa?º?úo intestinal e prevenir desconforto g?ístrico E. Diminuir a dor epig?ístrica e evitar des- nutri?º?úo prot?®ica

83. Com rela?º?úo ao balan?ºo h?¡drico, pode- mos dizer que ?®: A. O controle dos l?¡quidos administrados e eliminados do paciente no per?¡odo de 24 horas B. A diurese de 20mL/h, nas 24 horas, C. A ingesta de l?¡quidos menor que a eli- mina?º?úo, dando balan?ºo positivo nas 12 D. A ingesta h?¡drica de um paciente, calcu- lando os l?¡quidos administrados apenas por via oral.

84. Num paciente apresentando agita?º?úo psicomotora, ?® realizado o seguinte cuidado de enfermagem:

A. Aferi?º?úo dos sinais vitais de 2 em 2 ho- ras B. Mudan?ºa de dec??bito C. Estimula?º?úo de exerc?¡cios respirat??rios D. Conten?º?úo mec?ónica no leito E. Nenhuma das alternativas anteriores

85. O principal cuidado a ser tomado antes de administrar l?¡quidos pelo cateter naso- g?ístrico ?®:

A. Lavar a cateter com ?ígua B. Verificar a temperatura do l?¡quido C. Verificar a quantidade do l?¡quido D. Obstruir o cateter E. Verificar se o cateter est?í no est??mago

86. Numa emerg?¬ncia, a avalia?º?úo respira- t??ria do paciente ?® fundamental. O paciente que apresenta 37 movimentos respirat??rios por minuto dizemos que est?í:

t?úo de subst?óncia ?ícida, deve-se de imedia- to: A. Fazer uma intuba?º?úo g?ístrica B. Fazer uma lavagem intestinal C. Administrar emolientes D. Provocar v??mitos E. Nenhuma das alternativas anteriores

88. A lavagem g?ístrica deve ser feita com cateter de: A. N?®laton B. Folley C. Einhorn D. Malecot E. Fauchet

89. Para obter urina est?®ril para cultura, ap??s les?Áes uretrais, utiliza-se o seguinte procedimento:

A. Pielostomia B. Drenagem mitral C. Cateterismo vesical D. Irriga?º?úo vesical cont?¡nua E. Pun?º?úo da bexiga

90. Ao dar o banho do paciente no leito, deve-se: A. Abrir as janelas B. Colocar biombos ao redor do leito C. Suspender a hidrata?º?úo venosa D. Passar a chave na porta E. Nenhuma das alternativas anteriores

91. Em pacientes acamados com inconti- 14 n?¬ncia urin?íria, o cuidado mais importante de enfermagem inclui:

A. Controle rigoroso de diurese B. Restri?º?úo rigorosa de l?¡quidos C. Troca programada da roupa do leito D. Medidas de prote?º?úo da pele E. Cateterismo vesical

92. Fazem parte do aparelho urin?írio os rins, ureteres, bexiga e:

A. Uretra B. Vulva C. P?¬nis D. Vagina E. Pr??stata 93. O ureter termina na:

A. Pr??stata B. Bexiga C. Vagina D. Uretra E. Trompa 94. A traqu?®ia faz parte do aparelho:

A. Circulat??rio B. Digestivo C. Locomotor D. Urin?írio E. Respirat??rio

C. Hem??lise D. Hematocelia E. Hematose 96. A parte l?¡quida do sangue ?® constitu?¡da por:

A. Gl??bulos brancos B. Gl??bulos vermelhos C. Linfa D. Hemoglobina E. Plasma

97. Mulher, 32 anos, usu?íria de drogas inje- t?íveis (il?¡citas), assintom?ítica, compareceu ao Banco de Sangue de sua cidade para doa?º?úo, com o objetivo de “ver se o sangue estava bom”. Na entrevista, negou de forma falaciosa qualquer possibilidade de exposi- ?º?úo parenteral. Ap??s uma semana, recebe uma carta para comparecer ao Banco de Sangue, e tem ent?úo a not?¡cia de que ?® do- adora inapta. Os resultados de seus exames apresentam os seguintes dados: HBsAg negativo; anti-HBc IgG positivo; anti- HCV positivo; PCR para v?¡rus C 2.000.000 O diagn??stico mais prov?ível ?®:

A. Hepatite B cr??nica e hepatite C ativa B. Imunidade ao v?¡rus da hepatite B, hepa- tite C ativa C. Hepatite B cr??nica e imunidade ao v?¡rus da hepatite C D. Imunidade aos v?¡rus das hepatites B e C E. Nenhuma das alternativas anteriores

98. As gl?óndulas anexas do aparelho diges- tivo s?úo as salivares, f?¡gado e:

A. Ba?ºo B. Jejuno C. P?óncreas D. Ves?¡cula E. Ap?¬ndice

99. S?úo contra-indica?º?Áes absolutas para a terapia trombol?¡tica no infarto agudo do mi- oc?írdio, exceto:

A. Sangramento interno ativo, exceto B. Suspeita de dissec?º?úo de aorta C. Dissec?º?úo de aorta comprovada D. Uso atual de anticoagulante E. Neoplasia intracraniana

100. O cuidado de enfermagem a ser pres- tado ao paciente, na colheita de escarro para baciloscopia, ?®:

A. Fazer bochechos de ?ígua e ingerir a seguir B. Escovar os dentes e lavar a boca C. Colocar o material em recipiente limpo D. Promover meios para evitar a tosse E. Dar alimentos antes do exame

101. No exame de nariz, o instrumento utili- zado ?® o: A. Otosc??pio B. Cistosc??pio C. Laringosc??pio D. Broncosc??pio E. Rinosc??pio

102. O m??sculo que auxilia a respira?º?úo ?® o: A. Diafragma B. B?¡ceps C. Vertebral D. Tr?¡ceps

E. Costureiro 103. O cuidado indispens?ível realizado pela enfermagem em paciente com tubo endo- traqueal ?®:

A. Instalar m?íscara para oxig?¬nio B. Aspirar ?á ?írvore traqueobr??nquica C. Manter cateter nasal de oxig?¬nio ??mido D. Proteger os olhos com gaze umedecida E. Nenhuma das alternativas anteriores

104. Para verificar a press?úo arterial (PA), necessita-se de um estetosc??pio e de um:

A. Dens?¡metro B. Estesi??metro C. Escim??metro D. Esfigmoman??metro E. Esfigmobol??metro

105. Para se fazer uma instila?º?úo vesical, ?® indispens?ível uma:

A. Lavagem vesical B. Lavagem intestinal C. Completa raspagem dos p?¬los D. Limpeza das unhas E. Nenhuma das alternativas anteriores

106. Para evitar a obstru?º?úo do cate- ter nasog?ístrico, ap??s administra?º?úo de alimentos ou medicamentos, deve- se:

A. Injetar um pouco de ar B. Manter o cateter aberto C. Colocar o paciente em dec??bito lateral D. Introduzir um pouco de ?ígua E. Baixar acentuadamente a cabeceira do leito 16 107. Uma das medidas que se devem tomar com um paciente que apresenta hemat?¬mese ?®:

A. Alimentar fracionadamente B. Fazer uma lavagem g?ístrica com soro gelado C. Providenciar saco de gelo sobre o es- t??mago D. Aumentar a cabeceira com Fowler E. Nenhuma das alternativas anteriores

108. Uma das causas que aumentam o ritmo respirat??rio ?® o: A. Banho quente B. Banho frio C. Sono D. Calor E. Nenhuma das alternativas anteriores

109. A verifica?º?úo da temperatura corporal considerada mais exata ?®:

A. Axilar B. Retal C. Oral D. Inguinal E. Vaginal 110. Em caso de eleva?º?úo repentina no ritmo do pulso:

E. Nenhuma das alternativas anteriores 111. Para limpeza do intestino grosso, aplica-se um clister:

A. Anti-s?®ptico B. Purgativo C. Adstringente D. Carminativo E. Nenhuma das alternativas anteriores

112. Estado de resist?¬ncia geralmen- te associado ?á presen?ºa de anticor- pos com a?º?úo espec?¡fica sobre o mi- crorganismo respons?ível por deter- minada doen?ºa infecciosa ou sobre as toxinas chama-se:

A. Infec?º?úo B. Infesta?º?úo C. Imunidade D. Incuba?º?úo E. Imunodepress?úo

113. Ao prestar cuidados de emer- g?¬ncia a um paciente que sofreu uma fratura, deve-se:

A. Transportar o paciente em dec??bito dor- sal para proteger a fratura B. Imobilizar o membro fraturado para transportar o paciente C. Administrar sedativo para diminuir o estresse D. Aplicar morfina para aliviar a dor E. Nenhuma das alternativas anteriores

114. A via de administra?º?úo da vaci- na BCG ?®: A. Oral B. Venosa C. Intramuscular D. Intrad?®rmica E. Subcut?ónea

115. A finalidade primordial do curati- vo ?®: A. Limpar o ferimento B. Evitar o aparecimento de infec?º?úo C. Manter a ferida oclu?¡da D. Deixar o paciente confort?ível E. Facilitar a drenagem

116. A press?úo arterial depende de dois fato- res importantes: qualidade de sangue circulan- Considera-se hipertens?úo ou tens?úo elevada quando a m?¡nima estiver em 100mmHg e a m?íxima em:

A. 150 B. 120 C. 110 D. 90 E. 80 117. O ponto b?ísico da assist?¬ncia de enfer- magem com prioridade sobre todos os demais cuidados ao paciente com insufici?¬ncia respi- rat??ria ?®:

A. Manuten?º?úo das vias a?®reas de- sobstru?¡das B. Utiliza?º?úo de oxig?¬nio nasal C. Observa?º?úo rigorosa da freq???¬ncia respirat??ria D. Umidifica?º?úo do g?ís a ser administrado E. Manuten?º?úo do paciente em posi?º?úo de Fowler

A. Sonol?¬ncia e h?ílito cet??nico B. Palidez e taquicardia C. Sonol?¬ncia e bradicardia D. H?ílito cet??nico e cefal?®ia E. Palidez e respira?º?úo profunda

119. Quando o paciente est?í com hipoglicemi- a, ele deve: A. Receber glicose B. Ir ao hospital imediatamente C. Ficar deitado em dec??bito lateral D. Tomar insulina habitual E. Fazer exerc?¡cios de relaxamento

120. Um dos objetivos da utiliza?º?úo de atadu- ras ?®: A. Favorecer a cicatriza?º?úo da ?írea lesada B. Restringir ou impedir movimentos C. Impedir a propaga?º?úo de infec?º?úo em feridas s?®pticas D. Economizar material esterilizado E. Absorver secre?º?úo e facilitar a drenagem

121. S?úo causas de insufici?¬ncia card?¡a- ca de alto d?®bito, exceto:

A. Tireotoxicose B. Berib?®ri C. Doen?ºa de Paget D. Hipertens?úo arterial sist?¬mica E. Anemia

122. ?ë necess?írio fazer a coleta de escarro para cultura pela manh?ú, porque neste per?¡odo o paciente est?í:

A. Com expectora?º?úo abundante 18 B. Descansado C. Hidratado D. Em jejum E. Nenhuma das alternativas anteriores

123. Para realizar de maneira eficiente a respira?º?úo pelo m?®todo boca a boca, de- vemos colocar o paciente na posi?º?úo:

A. Sentado B. Em p?® C. Deitado em dec??bito lateral D. Deitado em dec??bito dorsal E. Nenhuma das alternativas anteriores

124. “Era vulgar e desoladora. O bi- gode ca?¡do; o l?íbio inferior pendente e mole a que se agarrava uma grande ‘mosca'; os tra?ºos fl?ícidos e grossei- ros; n?úo havia nem o desenho do queixo ou olhar que fosse pr??prio, que revelasse algum dote superior ( … ) e todo ele era gelatinoso – parecia n?úo ter nervos.” (Triste Fim de Poli- carpo Quaresma, Lima Barreto). Di- ante dessa descri?º?úo, a qual refere- se ?á impress?úo que o ent?úo Marechal Floriano Peixoto impacta em Policar- po Quaresma, poder?¡amos pensar no diagn??stico de:

A. Esquizofrenia paran??ide B. Esquizofrenia do tipo desorganizado C. Esquizofrenia catat??nica D. Doen?ºa bipolar em fase man?¡aca E. Nenhuma das alternativas anteriores

E. Facilitar a vasoconstri?º?úo perif?®rica 126. A um paciente queimado e consciente, devemos:

A. Oferecer uma refei?º?úo forte para resistir ?ás dores B. Oferecer ?ígua em grande quantidade C. Administrar anti?ícidos antes da refei?º?úo D. Oferecer bebida alco??lica para estimul?í- Io E. Nenhuma das alternativas anteriores

127. A descri?º?úo sobre hist??ria de viagens no registro de uma anamnese ?® mais bem alocada na:

A. Hist??ria familiar B. Identifica?º?úo C. Hist??ria social D. Hist??ria patol??gica pregressa E. Hist??ria da doen?ºa atual

128. A dor ?® uma das maiores causas de desconforto, que pode ser identifica da atra- v?®s da conduta verbal e n?úo-verbal. Se pos- s?¡vel, deve-se estimular o paciente ?á descri- ?º?úo de sua dor, com o objetivo principal de identificar as seguintes caracter?¡sticas:

129. Para que uma subst?óncia possa ser administrada por via intravenosa ?® essencial que:

A. N?úo seja hemol?¡tica B. Seja c?íustica C. N?úo seja de f?ícil absor?º?úo D. Contenha pirog?¬nio E. Coagule as albuminas

130. A lavagem externa deve ser feita sem irriga?º?úo no caso de paciente:

B. Com aparelho gessado na regi?úo coxo- femoral C. Submetido ?á cirurgia retal D. Com cateter vesical de demora E. Submetido ?á cirurgia de pr??stata

131. As atividades musculares e o equil?¡brio do corpo s?úo controlados pelo:

A. Enc?®falo B. C?®rebro C. Cerebelo D. Bulbo E. Neur??nio

132. Na preven?º?úo ao c?óncer de mama o auto-exame deve ser realizado:

A. Anualmente e mediante consulta m?®di- ca B. Mensalmente, 14 dias ap??s o primeiro C. De 3 em 3 meses, 5 dias ap??s o ??ltimo dia da menstrua?º?úo D. De 6 em 6 meses, 5 dias ap??s o ??ltimo dia da menstrua?º?úo E. Anualmente, 5 dias ap??s o ??ltimo dia da menstrua?º?úo

133. “Cama fechada” ?® a denomina?º?úo da- da ao leito hospitalar que est?í:

B. Sendo ocupado por paciente que n?úo pode se locomover C. Desocupado, aguardando a chegada de D. Desocupado, aguardando o retorn9 do E. Em desuso tempor?írio

134. O primeiro cuidado a ser dado em caso de hemorragia externa por acidente ?® prioritariamente:

A. Instalar soro removendo a v?¡tima do local B. Cobrir o sangramento, apertando com C. Manter o volume sang???¡neo atrav?®s de transfus?úo D. Imobilizar o membro lesado para dimi- nuir a perda de sangue E. Aplicar medica?º?úo hemost?ítica e moni- torar o paciente

135. Um dos objetivos da utiliza?º?úo de ataduras ?®: A. Promover a cicatriza?º?úo da ?írea lesada B. Favorecer a circula?º?úo de uma parte do corpo C. Impedir a propaga?º?úo de infec?º?úo em feridas s?®pticas D. Economizar o material necess?írio em curativo E. Absorver secre?º?úo e facilitar a drena- gem

136. A finalidade do teste tonom?®trico ?® mensurar: A. Press?úo intra-ocular B. T??nus muscular C. Circula?º?úo sang???¡nea D. Fun?º?úo respirat??ria 20 E. Retra?º?úo capilar

137. S?úo complica?º?Áes dos usu?írios de insulina: A. Dor no local da aplica?º?úo B. Lipodistrofia insul?¡nica C. Edema insul?¡nico D. Todas est?úo corretas E. Somente B e C est?úo corretas

138. Na desinfec?º?úo por glutaralde- ?¡do a 2% o cuidado pr?®vio com os materiais ?® fazer:

A. Limpeza B. Estocagem C. Esteriliza?º?úo D. Registro E. Embalagem

139. O termo flebite significa: A. Infec?º?úo das art?®rias B. Inflama?º?úo nas paredes das veias C. Inflama?º?úo das paredes das art?®rias e veias D. Infec?º?úo de todas as art?®rias que fazem parte do organismo E. Nenhuma das alternativas anteriores

140. A a?º?úo de enfermagem imediata, pres- tada a um paciente que ser?í submetido ?á intuba?º?úo orotraqueal, ?®:

quem se encontra desmaiado, a posi?º?úo mais indicada para o paciente ?®:

A. Sentado, com a cabe?ºa baixa fletida at?® B. Posi?º?úo lateral, com os membros inferi- C. Dec??bito dorsal, com os membros infe- D. Sentado, com a cabe?ºa para tr?ís com E. Nenhuma das alternativas anteriores

142. A tapotagem tem, entre outros objeti- vos, o de melhorar a capacidade ventilat??- ria, devendo ser praticada em pacientes no caso de:

A. Coma diab?®tico B. Transoperat??rio C. Insufici?¬ncia renal D. Parada cardiorrespirat??ria E. Secre?º?úo br??nquica

143. Os registros feitos pela equipe de en- fermagem s?úo de suma import?óncia para que se possa avaliar o quadro cl?¡nico do paci- ente. Em rela?º?úo ?á folha de balan?ºo h?¡drico, devem ser feitas as seguintes anota?º?Áes:

A. Quantidade dos l?¡quidos introduzidos, B. Quantidade dos l?¡quidos administrativos C. Caracter?¡sticas, hor?írio e vias de adminis- D. Volume dos l?¡quidos eliminados, suas caracter?¡sticas e hor?írio, num per?¡odo de 12 E. Caracter?¡sticas dos l?¡quidos eliminados por via renal e digestiva e dos l?¡quidos admi- nistrados por via oral, num per?¡odo de 12 ho- ras.

144. Ao suspeitar de uma rea?º?úo transfusional num paciente que esteja recebendo hemoderi- vados, o t?®cnico de enfermagem dever?í ado- tar as seguintes atitudes:

A. Manter a transfus?úo, chamar o m?®dico e B. Manter a transfus?úo, guardar a embala- C. Interromper a transfus?úo, desprezar a embalagem do sangue e comunicar ao enfer- D. Interromper a transfus?úo, comunicar ao enfermeiro e guardar a embalagem do san- E. Aumentar o gotejamento do sangue, cha- mar o m?®dico e administrar medica?º?úo prescri- ta.

145. Colocar o paciente ereto com pernas e p?®s para baixo, administrar oxig?¬nio, aplicar torniquetes rotativos e administrar medica?º?úo prescrita s?úo cuidados de enfermagem ade- quados ?á seguinte situa?º?úo:

A. Hemot??rax B. Bronquiectasia C. Enfisema pulmonar D. Edema agudo de pulm?úo E. Estado de mal asm?ítico

146. O cuidado imediato a ser dado a um indi- v?¡duo que chega ao servi?ºo m?®dico apresen- tando contus?úo ?®:

A. Aplicar gelo no local B. Aplicar calor no local C. Administrar analg?®sico D. Comunicar ao m?®dico o mais r?ípido pos- s?¡vel E. Nenhuma das alternativas anteriores

atadura, exceto: A. Colocar sempre o membro em posi?º?úo anat??mica B. Deixar duas superf?¡cies em contato para evitar a forma?º?úo de escaras C. Proteger as ?íreas lesadas com curativos de gaze D. Deixar, sempre que poss?¡vel, as extremi- E. Cobrir apenas um ter?ºo de atadura em cada volta

148. Faz parte dos cuidados de enfermagem ap??s a morte: A. Administrar compressas B. Observar ven??clise C. Fazer venopun?º?úo D. Tamponar cavidades E. Retirar pr??teses dent?írias

149. A oligocolia ?® um termo que consiste em: A. Defici?¬ncia mental acentuada B. Secre?º?úo biliar deficiente C. O mesmo que omoplata D. Elimina?º?úo de grande quantidade de urina E. Nenhuma das alternativas anteriores

150. Ao assistir uma paciente em crise convul- siva, deve ser evitado:

A. Afrouxar as vestes B. Colocar forros embaixo das vestes’ C. Segurar a paciente para n?úo se debater D. Deixar a paciente no solo E. Remover saliva em excesso

151. Constitui estrutura anexa do a- parelho digestivo o(a): 22 A. Es??fago B. Faringe C. Jejuno D. Reto E. F?¡gado

152. O tecido originado das granula?º?Áes for- madas em feridas que cicatrizam por segunda inten?º?úo ?®:

A. Estriado B. Muscular C. Conjuntivo D. Epitelial E. Adiposo

153. O conjunto de informa?º?Áes, investiga?º?Áes e levantamentos necess?írios ?á programa?º?úo e ?á avalia?º?úo de medidas de controle de doen- ?ºas e situa?º?Áes de agravo ?á sa??de ?® classifi- cado como:

A. Vigil?óncia epidemiol??gica B. Signific?óncia estat?¡stica C. Vigil?óncia sanit?íria D. Surto epid?¬mico E. Sa??de p??blica

154. A provoca?º?úo do v??mito, indicada nos casos de envenenamento por subst?óncia n?úo corrosiva, tem por principal objetivo:

A. Lavar a mucosa B. Diluir o veneno C. Dissolver o veneno D. Impedir a absor?º?úo E. Neutralizar o agente

denominada: A. Progn??stico B. Diagn??stico C. Receita D. Prescri?º?úo E. Dieta

156. S?úo locais onde podemos verificar o pulso: A. Todas as veias do corpo B. Todas as art?®rias do organismo D. Art?®ria radial, facial, temporal, car??tida E. Em qualquer parte do corpo por onde passe uma art?®ria superficial em uma su- perf?¡cie lisa

157. A aspira?º?úo do conte??do g?ístrico evita a distens?úo abdominal. A esse procedimen- to denominamos de:

A. Lavagem intestinal B. Sifonagem vesical C. Sifonagem g?ístrica D. Sifonagem card?¡aca E. Lavagem vesical

158. Na coleta da urina ass?®ptica para o exame laboratorial, ?® indispens?ível orientar o paciente quanto ao seguinte aspecto:

A. Diurese hor?íria com verifica?º?úo da densidade B. Recolhimento da urina num per?¡odo de 24 horas C. Esvaziamento da bexiga 2 horas antes do exame D. Elimina?º?úo urin?íria atrav?®s de cateter ureteral E. Mic?º?úo direta no frasco ap??s higiene local

159. A massagem estimula a circula?º?úo, aumenta o t??nus muscular e ajuda a relaxar os m??sculos r?¡gidos. Por esse motivo, o paciente acamado deve ser massageado, com freq???¬ncia, nas seguintes ?íreas de maior compress?úo do corpo:

A. Gl??teo, nuca, cintura escapular e pan- B. Ombros, cotovelos, quadris e calcanha- E. Flanco, p?®s, ombros e panturrilhas.

160. O isolamento utilizado para crian?ºas portadoras de doen?ºas imunossupressoras ?® do tipo:

A. Reverso B. Estrito C. Ent?®rico D. Urin?írio E. Respirat??rio

161. A perda da fun?º?úo matara em um lado do corpo denomina-se:

A. Paraplegia B. Tetraplegia C. Hemiparesia D. Semiparesia E. Hemiplegia

162. Marque a assertiva incorreta, consi- derando os cuidados que se deve ter com o arm?írio de medicamentos:

B. As drogas que mostrarem mudan?ºas na cor, odor e consist?¬ncia, s?? podem ser ad- ministradas com a autoriza?º?úo do enfermei- C. Medicamentos sem r??tulos devem ser devolvidos ?á farm?ícia D. As prateleiras de medicamentos devem ser bem limpas e os medicamentos dispos- tos em ordem alfab?®tica E. Os medicamentos vencidos devem ser devolvidos ?á farm?ícia

163. Retirar fluidos e gases (descompres- s?úo), tratar obstru?º?úo mec?ónica e sangra- mento e administrar medicamentos e ali- mentos diretamente no trato gastrintestinal s?úo algumas das finalidades do seguinte procedimento:

A. Gastrostomia B. Polipectomia C. Drenagem duodenal D. Intuba?º?úo nasog?ístrica E. Fibroscopia gastrintestinal

164. O est??mago age como um reservat??- rio de alimentos que formam um tipo de massa semi-s??lida, denominada:

A. Linfa B. Antro C. Quilo D. Quimo E. Nenhuma das alternativas anteriores

165. A lavagem intestinal tem por finalida- de: A. Diminuir o peristaltismo B. Estimular o retorno venoso C. Intensificar a flatul?¬ncia D. Aliviar a distens?úo abdominal 24 E. Nenhuma das alternativas anteriores

166. Numa situa?º?úo de emerg?¬ncia, em que h?í indica?º?úo de intuba?º?úo endotra- queal, o paciente dever?í ser colocado na seguinte posi?º?úo:

A. Fowler, no leito confort?ível, com a ca- B. Trendelenburg, no leito, com a cabe?ºa C. Dec??bito horizontal com a cabe?ºa vol- D. Lateral direita, em uma superf?¡cie maci- E. Lateral esquerda, sobre uma superf?¡cie flex?¡vel, com a cabe?ºa defletida.

167. Pacientes diab?®ticos submetidos a insulinoterapia podem apresentar a seguin- te complica?º?úo:

A. Neuropatia B. Retinoplastia C. Cetoacidose D. Hipoglicemia E. Microangioplastia

168. O fecaloma ?® a reten?º?úo de: A. Fezes moles no intestino grosso B. Fezes endurecidas no reto C. Fezes endurecidas no intestino del- gado D. Urina na bexiga E. L?¡quidos nos pulm?Áes

169. Fratura ?® uma ferida na continuidade ??s- sea, sendo definida com o tipo de extens?úo. O tipo de fratura que resulta em um tra?ºo reto atrav?®s do osso ?® chamado de:

B. Espiral C. Cominutiva D. Transversa E. Epifis?íria 170. A lavagem de ouvido ?® um procedi- mento prescrito, com freq???¬ncia, nos am- bulat??rios de otorrinolaringologia. Sua indi- ca?º?úo ?® feita na presen?ºa de:

A. Cerume B. Prurido C. Purul?¬ncia D. Hemorragia E. Odor f?®tido

171. Os homossexuais masculinos, os he- mof?¡licos, os usu?írios de drogas injet?íveis s?úo pessoas mais vulner?íveis, pelas cir- cunst?óncias, ao risco para a seguinte doen- ?ºa:

A. Linfogranuloma ven?®reo B. Blenorragia C. Cancro mole e s?¡filis D. Tuberculose E. AIDS

172. O atendimento que visa promover a indi- vidualiza?º?úo da assist?¬ncia de enfermagem ao paciente ?® conseguido atrav?®s do (a):

A. Plano de cuidados de enfermagem B. Avalia?º?úo do estado geral C. Relat??rio da equipe D. Resposta do organismo ?á medica?º?úo E. Nenhuma das alternativas anteriores

173. Assinale a alternativa que cont?®m res- pectivamente as seguintes terminologias utilizadas pela enfermagem: Anasarca – Epistaxe – Pir?®tico.

A. Dor de cabe?ºa – sangramento anal – febril B. Edema generalizado – sangramento anal – dor – febril C. Edema generalizado – sangramento nasal – febril D. Edema localizado – sangramento nasal – febril E. Dor abdominal – sangramento intestinal – febril

174. Um ferimento superficial, com san- gramento discreto e extremamente doloro- so, ?® classificado como:

A. Abras?úo B. Equimose C. Incis?úo D. Contus?úo E. Lacera?º?úo

175. Na t?®cnica da cama de operado, os imperme?íveis devem ser colocados no centro do leito e:

A. No lado direito da cabeceira B. No lado esquerdo da cabeceira C. Em toda extens?úo da cabeceira D. Em toda a extens?úo dos p?®s E. No lado esquerdo dos p?®s

176. Para proteger uma determinada regi?úo do corpo contra o peso das cobertas, usa- se:

redu?º?úo de fratura ?®: A. Flex?úo B. Imobiliza?º?úo C. Compress?úo D. Extens?úo E. Tra?º?úo

178. Mic?º?úo dolorosa e dif?¡cil denomina- se: A. Olig??ria B. Dis??ria C. Nict??ria D. Poli??ria E. Polaci??ria

179. A ferida ?® uma les?úo dos tecidos do corpo que provoca ruptura em seu padr?úo normal. De acordo com a maneira como ?® produzida, ?® classificada como:

A. Perfurante, bordas irregulares, cortante B. Bordas irregulares, aberta, fechada e E. Ulcerada, cortante, contaminada e san- grante.

180. “?ë a retirada de fragmentos de mat?®ria viva para exame com o objetivo da obten?º?úo de um diagn??stico.” Isto conceitua:

A. Endoscopia B. Biopsia C. Flebotomia D. Orquipexia E. Nenhuma das alternativas anteriores

26 181. A febre intermitente ?® aquela em que a temperatura: A. Tem eleva?º?úo e queda brusca B. Fica sempre acima da normal C. Fica sempre abaixo da normal D. Fica sempre dentro da normalidade E. Nenhuma das alternativas anteriores

182. Olig??ria ?® o termo que indica: A. Aumento da diurese B. Diminui?º?úo da diurese C. Dor ?á mic?º?úo D. Aus?¬ncia da mic?º?úo E. Nenhuma das alternativas anteriores

183. A hematose ?® um fen??meno que o- corre: A. No cora?º?úo B. No intestino C. Nos pulm?Áes D. No c?®rebro E. Na boca

184. A ur?®ia ?® uma subst?óncia excretada pelo(s): A. Ba?ºo B. Pulm?Áes C. C?®rebro D. F?¡gado E. Rins

A. Entorse B. Luxa?º?úo C. Necrose D. Contus?úo E. Distens?úo

186. A nebuliza?º?úo ?® um tipo de inala?º?úo que tem por finalidade:

A. Melhorar a capacidade pulmonar B. Aumentar o aporte ventilat??rio C. Administrar oxig?¬nio ao paciente D. Fazer vasoconstri?º?úo pulmonar E. Fluidificar as secre?º?Áes pulmonares

187. O enfermeiro, ao prestar cuidados a um paciente inconsciente, com reflexo corneano ausente, dever?í preservar sua fun?º?úo visual do seguinte modo:

A. Verificando a presen?ºa de midr?¡ase B. Inspecionando o aparecimento de se- cre?º?úo purulenta C. Mantendo as c??rneas exposta D. Irrigando os olhos com soro fisiol??gico E. Nenhuma das alternativas anteriores

188. A diminui?º?úo da circula?º?úo atrav?®s dos leitos vasculares perif?®ricos relacio- na-se, frequentemente, ?á seguinte alte- ra?º?úo:

A. Fadiga B. Desmaio C. Cianose D. Dispn?®ia E. Hemoptise

189. O cuidado de enfermagem com um paciente acometido de contus?úo ?® aplicar ap??s seis horas: A. Bandagem suave B. Compressas frias C. Compressas quentes D. Bandagem compressiva E. Nenhuma das alternativas anteriores

190. Uma medida eficaz para desencadear mic?º?úo ?®: A. Colocar uma bacia com solu?º?úo desin- fetante sob o leito B. Acender uma luz vermelha ou laranja ?á cabeceira C. Abrir uma torneira de ?ígua pr??ximo ao paciente D. Fechar as janelas do quarto E. Comprimir o nariz

191. A insulina de a?º?úo prolongada deno- mina-se: A. Regular B. Simples C. Cristalina D. NPH E. Protamina-zinco

192. A verifica?º?úo da temperatura bucal ?® conta-indicada em crian?ºa e em do- ente:

A. Diab?®tico B. Mental C. Infectado D. Caqu?®tico E. Renal

193. Qual a posi?º?úo correta para um paci- ente que foi submetido a uma bi??psia re- nal?

A. A.Sims B. Fowler C. Dec??bito dorsal D. Dec??bito ventral E. Nenhuma das alternativas anteriores

194. Quando o paciente fica em dec??bito lateral esquerdo com quadril e joelho direi- to flexionados ele est?í em que posi?º?úo?

A. Fowler B. Trendelenburg C. Litot??mica D. D.Sims E. Nenhuma das alternativas anteriores

195. A t?®cnica de cateteriza?º?úo vesical intermitente ?® indicada para:

A. Mensura?º?úo do d?®bito urin?írio B. Preven?º?úo da obstru?º?úo uretral por co?ígulos C. Obten?º?úo de amostra de urina est?®ril D. Irriga?º?úo cont?¡nua da bexiga E. Enema

196. Qual dos seguintes termos ?® apropri- ado para descrever um aumento do n??me- ro de c?®lulas em um ??rg?úo ou tecido?

A. Atrofia B. Hipertrofia C. Hiperplasia D. Metaplasia E. Nenhuma das alternativas anteriores

197. ?ë descrita como um crescimento celu- lar descontrolado, que n?úo segue nenhuma demanda fisiol??gica, podendo ser benigna ou maligna: 28 A. Hiperplasia B. reparama C. Displasia D. Anaplasia E. Neoplasia

198. Podemos dizer que a principal compli- ca?º?úo do cateterismo vesical ?® a:

A. Hemat??ria B. An??ria C. Infec?º?úo urin?íria D. Poli??ria E. Dis??ria

199. Quanto aos objetivos do prontu?írio, pode-se afirmar que:

A. Permite a pesquisa m?®dica e de enfer- magem B. Serve para documenta?º?úo para fins le- gais C. Oferece dados estat?¡sticos sobre o mo- vimento hospitalar e permite o registro dos dados necess?írios quanto ao diagn??stico e tratamento do paciente D. Todas as alternativas anteriores est?úo corretas E. Somente as alternativas A e B est?úo corretas

200. A informa?º?úo precisa, obtida atrav?®s do balan?ºo h?¡drico, ?® o (a):

no exame de: A. Bexiga B. Intestino C. Est??mago D. Ouvido E. Garganta

202. Os cuidados com a pele do paciente durante o banho no leito obedecem a regras b?ísicas de higiene, que devem ser executa- das pelo profissional de enfermagem, com o objetivo de:

A. Promover conforto e gerar ?íreas de atri- to B. Retirar o excesso de gordura e movi- mentar o paciente C. Remover e excretar micr??bios e facilitar a circula?º?úo sang???¡nea D. Garantir a seguran?ºa f?¡sica e proporcio- nar o relaxamento muscular E. Ativar a circula?º?úo sang???¡nea e exercita os membros superiores e inferiores

203. Uma das principais finalidades da pun- ?º?úo lombar ?®: A. Diminuir a febre B. Coletar material para exame C. Diminuir a opress?úo precordial D. Aliviar edema de membros inferiores E. Restabelecer os movimentos respirat??- rios

204. Na administra?º?úo de medicamentos por via intramuscular, a agulha deve ser inserida na pele, formando um ?óngulo de:

A. 50?? B. 60?? C. 70?? D. 80?? E. 90?? 205. Ao verificar a temperatura de um paci- ente e constatar a mesma em 40??C, dize- mos que esse paciente est?í com:

A. Febre B. Estado febril C. Pirexia D. Hiperpirexia E. Nenhuma das alternativas anteriores

206. A temperatura bucal ?® mais eficiente do que a axilar; entretanto, n?úo deve ser aferi- da nos seguintes pacientes:

A. Card?¡acos B. Diab?®ticos C. Cancerosos D. Hipertensos E. Inconscientes

207. Qual a angula?º?úo da agulha em rela- ?º?úo ?á pele, ao aplicar uma inje?º?úo subcut?ó- nea?

A. 90?? B. 70?? C. 80?? D. 45?? E. Nenhuma das alternativas anteriores

tema de drenagem tor?ícica ?® evitar: A. Oscila?º?úo da coluna l?¡quida B. Borbulhamento no frasco C. Entrada de ar no sistema D. Pin?ºamento do dreno E. Nenhuma das alternativas anteriores

210. O cistosc??pio ?® usado em exame: A. Proctol??gico B. Urol??gico C. Neurol??gico D. Ginecol??gico E. Oftalmol??gico

211. A principal fun?º?úo dos eritr??citos ?®: A. Transportar oxig?¬nio dos pulm?Áes para os tecidos B. Proteger o corpo de invas?úo de bact?®- rias C. Facilitar a produ?º?úo de anticorpos D. Realizar a forma?º?úo de trombos E. Reduzir o n??mero de plaquetas

212. Ao aplicar uma inje?º?úo na regi?úo gl??tea s agulha deve ser introduzida:

A. No quadrante superior externo B. Na parte mais volumosa do m??sculo C. Na arca central da regi?úo gl??tea D. No quadrante superior interno E. Nenhuma das alternativas anteriores

213. As subst?óncias usadas para nebuliza- ?º?úo do paciente s?úo:

30 A. Umidificadores das secre?º?Áes br??nqui- cas B. Fluidificadores das secre?º?Áes br??nqui- cas C. Vasodilatadores da ?írvore br??nquica D. Todas as respostas est?úo corretas E. Nenhuma das alternativas anteriores

214. No procedimento da aspira?º?úo traqueal, o enfermeiro deve aplicar a Dentre os motivos a seguir, aquele que n?úo justifica a ado?º?úo desta conduta ?®:

A. Diminui?º?úo de risco de hipoxemia B. Diminui?º?úo de risco de les?úo tecidual C. Renova?º?úo da oxigena?º?úo tecidual do paciente D. Efici?¬ncia na limpeza do muco do cate- ter de aspira?º?úo E. Nenhuma das alternativas anteriores

215. Qual dos ??rg?úos a seguir regula o balan?ºo hidroeletrol?¡tico em nosso cor- po?

A. Ves?¡cula B. P?óncreas C. F?¡gado D. Rim E. Ba?ºo 216. Estando a press?úo arterial abaixo dos valores normais, o paciente apre- senta:

d?®rmica deve ser: A. No m??sculo B. Na veia C. No osso D. Raquiana E. Sob a pele

218. A eletrocardiografia significa a re- presenta?º?úo gr?ífica de correntes el?®- tricas produzidas pelo:

A. Cora?º?úo B. C?®rebro C. Est??mago D. Todos os itens est?úo corretos E. Os itens A e B est?úo corretos

219. Dos achados a seguir, os que indicam hipoxia s?úo: E. Nenhuma das alternativas anteriores

220. Na cistoscopia, a posi?º?úo do pacien- te para a realiza?º?úo do exame ?®:

A. Litot??mica B. Genupeitoral C. Dec??bito dorsal D. Ginecol??gica E. Dec??bito lateral

221. A posi?º?úo no leito que favorece ao pa- ciente a fazer exerc?¡cios respirat??rios ?®: A. Dec??bito ventral B. Dec??bito dorso-horizontal C. Dec??bito lateral D. Trendelenburg E. Fowler

222. Posologia ?® um termo que indica o estudo: A. Da a?º?úo do medicamento B. Das doses C. Da farmacologia D. Da forma de aplica?º?úo E. Da rea?º?úo do organismo ao medicamento

224. S?úo sinais, respectivamente: A. Cefal?®ia e sudorese B. Anorexia e hemorragia C. Cianose e dispn?®ia D. Dor e fratura E. Nenhuma das alternativas anteriores

225. Ao fazer qualquer aplica?º?úo no gl??teo ?® necess?írio observar bem a localiza?º?úo da introdu?º?úo da agulha, pois pode ser atingi- do:

A. A veia B. O tecido subcut?óneo C. O nervo ci?ítico D. O m??sculo E. Nenhuma das alternativas anteriores

226. Quando em um hemograma completo observa-se o aumento dos leuc??citos, pro- vavelmente est?í caracterizado um quadro de:

B. Hipertens?úo C. Diabetes D. Taquicardia E. Infec?º?úo

227. A necrose do tecido provoca da pela dificuldade de circula?º?úo nas partes pres- sionadas, em raz?úo do tempo em que o paciente est?í acamado, denomina-se:

A. Feridas B. Les?Áes C. Escaras D. Dist??rbios E. Nenhuma das alternativas anteriores

228. A higiene da regi?úo anal e genital ?® denominada: A. Banho r?ípido B. Limpeza oral C. Lavagem externa D. Xampu E. Nenhuma das alternativas anteriores

229. A primeira bulha card?¡aca ?® marcada: A. Pela abertura das v?ílvulas mitral e tri- c??spide B. Fechamento das v?ílvulas mitral e tri- c??spide C. Pela abertura das v?ílvulas semilunares a??rtica e pulmonar D. Pelo fechamento das v?ílvulas semiluna- res a??rtica e pulmonar E. Nenhuma das alternativas anteriores

230. A policitemia produz altera?º?úo na cor da pele. Portanto, no exame f?¡sico o enfer- meiro dever?í pesquisar:

32 A. Cianose B. Icter?¡cia C. Palidez D. Xantocromia E. Eritema

231. O principal cuidado de enferma- gem durante a primeira hora de di?ílise peritoneal ?®:

A. Pesar o paciente B. Verificar glicemia C. Verificar a temperatura D. Observar sangramento E. Nenhuma das alternativas anteriores

232. Na impossibilidade de usar a art?®- ria radial para a verifica?º?úo do pulso pode- mos utilizar as art?®rias:

A. Car??tida, temporal, pulmonar e B. Car??tida, temporal, pediosa e fe- E. Femoral, temporal, coron?íria e pediosa.

233. As fezes para exame devem ser levadas ao laborat??rio: A. Imediatamente ap??s a evacua?º?úo, en- B. At?® 24 horas ap??s a evacua?º?úo, sendo C. Uma hora ap??s a evacua?º?úo com r??tulo escuro no frasco D. At?® 48 horas ap??s a evacua?º?úo sendo conservada no isopor com gelo E. Nenhuma das alternativas anteriores

em caso de intoxica?º?úo medicamento- sa ?®: A. Aferir o pulso B. Verificar a PA C. Medir a temperatura D. Realizar a lavagem g?ístrica E. Nenhuma das alternativas anteriores

235. Nos casos de ingest?úo de gasolina, deve-se proceder de imediato ?á seguinte medida:

A. Lavagem g?ístrica B. Lavagem intestinal C. Instila?º?úo vesical D. Provocar o v??mito E. Administrar ant?¡doto

236. Os acidentes causados por que- das e pancadas, por falta de grades nos leitos, denominam-se:

A. F?¡sicos B. Qu?¡micos C. Mec?ónicos D. Bacteriol??gicos E. Nenhuma das alternativas anteriores

237. Frente a um acidente, os sintomas de palidez intensa, sudorese exagerada, pele pegajosa e fria, agita?º?úo e ansieda- de, pulso fraco, l?íbios cianosados, re- presentam provavelmente:

A. Fratura de coluna B. Lipotimia C. Estado de choque D. Crise epil?®ptica E. Nenhuma das alternativas anteriores 238. A massagem card?¡aca ?® aplicada sobre a regi?úo:

A. Dorsal B. Lombar C. Estomacal D. Umeral E. Esternal

239. ?ë cuidado de enfermagem nos casos de luxa?º?úo, entorse ou fratura:

A. Imobilizar o membro afetado at?® o exame m?®dico B. Proteger o espa?ºo entre duas superf?¡cies cut?óneas com algod?úo C. Utilizar ataduras de gaze ou crepom D. Todas as respostas anteriores est?úo cor- retas E. Nenhuma das alternativas anteriores

240. Um paciente chegou ?á emerg?¬ncia apresentando fratura exposta de f?¬mur. Infor- Qual o primeiro cuidado que a enfermagem dever?í prestar a esse paciente?

A. Dar banho no paciente B. Fazer imobiliza?º?úo provis??ria e prepar?í-Io para cirurgia C. Administrar l?¡quidos via oral D. Tentar fazer o osso voltar ?á posi?º?úo nor- mal E. Nenhuma das alternativas anteriores

E. Tibial 242. A bradipn?®ia significa que a respira?º?úo est?í:

A. Normal B. Acelerada C. Lenta D. Ausente E. Diminu?¡da

34 243. Na verifica?º?úo da tens?úo arterial o diafragma do estetosc??pio deve ficar so- bre a art?®ria:

Fundamentos de Enfermagem Respostas 01. Resposta D O voc?íbulo anamnese tem origem grega, significando a a?º?úo de recordar. Na antiga cultura hel?¬nica a prerrogativa da mem??ria detinha grande primazia, podendo-se mencionar o exemplo dos aedos, os quais tinham por fun?º?úo primeva a rememora?º?úo – desde que inspirados pelas Musas – dos grandes feitos de deuses e her??is; ademais, no pensamento de um dos maiores fil??sofos da tradi?º?úo ocidental, Plat?úo, a anamne- sis (recorda?º?úo) tem papel fundador em rela?º?úo ?á possibilidade de conhecer – a remi- nisc?¬ncia constitui um dos pilares da teoria plat??nica do conhecimento. Do ponto de vista t?®cnico, a anamnese ?® o conjunto de informa?º?Áes colhidas junto ao pr??prio doe n- te ou atrav?®s de outras pessoas sobre seus antecedentes fisiol??gicos e patol??gicos, sua hist??ria e os detalhes de uma doen?ºa. Estas informa?º?Áes colaboram no diagn??sti- co da doen?ºa e em seu tratamento. A anamnese ?® a mais primordial “ferramenta” utili- zada pelo m?®dico para o estabelecimento do diagn??stico – permitindo uma subse- q??ente delinea?º?úo terap?¬utica ÔÇô, tanto pela possibilidade de formula?º?úo das primeiras hip??teses, quanto pelo contato inicial estabelecido com o doente. A anamnese fiel e clara ?® premente na atividade m?®dica, pois em in??meras oportunidades ?® o ??nico e- lemento com o qual se conta para o diagn??stico. De fato, uma hist??ria bem-feita ?®, no A realiza?º?úo de anamnese ordenada, concisa e com a m?íxima fidelidade poss?¡vel e- xige paci?¬ncia, tranq??ilidade, boa disposi?º?úo – da?¡ a import?óncia de se evitar interrup- ?º?Áes e desvios durante a entrevista -, al?®m de intenso treinamento ?á beira do leito e profundo conhecimento de Medicina Interna e de Patologia. Mas n?úo apenas isto: a obten?º?úo da hist??ria implica, da parte do m?®dico examinador, uma atitude que revela seu senso cl?¡nico e que se traduz na capacidade de ouvir e de interrogar, pois na in- terlocu?º?úo com o paciente ?® preciso reconhecer o momento oportuno de interpor per- guntas objetivas que possam complementar a hist??ria cl?¡nica. Al?®m dessas qualidades o m?®dico deve saber olhar a fim de perscrutar nos movimentos do paciente, no seu gestual, os aspectos mais rec??nditos de sua interioridade.

02. Resposta C O procedimento de coleta de urina de 24 horas deve ser precedido pelo esvaziamento vesical, indicando o hor?írio de in?¡cio no frasco coletor e na folha de anota?º?Áes do pa- ciente. O enfermeiro dever?í orientar o paciente para urinar antes de evacuar, evitando contamina?º?úo. Qualquer amostra perdida tornar?í os resultados do exame imprecisos.

03. Resposta D Aplica?º?Áes subcut?óneas em indiv?¡duos magros e esquel?®ticos deveram ser feita le- vantando-se a pele e mantendo-a suspensa entre os dedos indicador e polegar. Intro- duzir a agulha em posi?º?úo paralela ?á pele, sob sua dobra, com rapidez e firmeza. Ver Figura 1.41.

04. Resposta A O tecido morto ou necrosado n?úo possui circula?º?úo sang???¡nea devido ao processo irrevers?¡vel de les?úo celular, de modo que este deve ser removido, uma vez que ?® fon- te de infec?º?úo e prejudica os fen??menos de cicatriza?º?úo.

Com a cabeceira do leito elevada evitaremos broncoaspira?º?Áes do conte??do g?ístrico, bem como entrada de ar pelo cateter. Deve-se lembrar que a broncoaspira?º?úo pode culminar com a evolu?º?úo para pneumonite qu?¡mica e, ademais, facilitar o aparecime n- to de infec?º?Áes pulmonares.

06. Resposta C ? Leuc??cito – c?®lula sangu?¡nea incolor envolvida na defesa org?ónica celular e i- ? Eritr??cito – c?®lula anucleada na esp?®cie humana, rica em hemoglobina e que tem come fun?º?úo o transporte dos gases envolvidos no processo respirat??rio ÔÇô ? Hemoglobina – pigmento dos gl??bulos vermelhos do sangue. Tem como fun?º?úo ? Plaqueta – elemento constituinte do sangue, que apresenta a forma de um disco circular ou oval. Desempenha importante papel na coagula?º?úo sang???¡nea.

07. Resposta D Nict??ria ?® o aumento patol??gico da elimina?º?úo de urina durante a noite. Em condi?º?Áes fisiol??gicas, somente um ter?ºo do volume di?írio de urina ?® eliminado durante o per?¡o- do noturno. Esta altera?º?úo est?í ligada a afec?º?Áes renais (nefrites, nefroscleroses), circulat??rias (hipertens?úo, insufici?¬ncia card?¡aca – neste ??ltimo caso por aumento da reabsor?º?úo do edema) E psicossom?íticas (neuroses).

08. Resposta A ? Intermitente – a febre tem seu pico intercalado com n?¡veis normais de tempera- ? Recorrente – os per?¡odos febris s?úo intercalados com n?¡veis normais de tempe- ratura. A oscila?º?úo entre os epis??dios febris e os per?¡odos de temperatura nor- ? Remitente – a febre tem seu pico e cai sem um retorno aos n?¡veis normais de ? Sustentada – eleva?º?úo persistente da temperatura por mais de 24 horas, vari- 09. Resposta B O tempo ideal para diminuir o sangramento e proporcionar a circula?º?úo sang???¡nea no local afetado ?® de 15 minutos.

10. Resposta B ? Trombose – forma?º?úo de um co?ígulo (trombo) no interior de um vaso sang???¡neo (mais comumente uma veia).

? Escara – ulcera?º?úo da pele e dos tecidos subcut?óneos, causada pela compres- ? Atrofia – perda ou diminui?º?úo do tamanho ou da atividade fisiol??gica de uma parte do corpo podendo ser causada, por: inatividade funcional, les?úo de ner- ? Artrite – inflama?º?úo das articula?º?Áes caracterizadas por dor e edema mais co- mumente relacionados ?á enfermidade auto-imune ou infecciosa.

11. Resposta A Um paciente v?¡tima de queimadura tor?ícica pode apresentar a temperatura da regi?úo axilar mais elevada.

12. Resposta B Taquicardia ?® o aumento da freq???¬ncia dos batimentos card?¡acos, habitualmente aci- ma de 100 bpm.

13. Resposta E ? Olig??ria – diminui?º?úo da quantidade de urina emitida em 24 horas, que pode es- tar ligada a fatores fisiol??gicos (baixa ingesta de l?¡quidos ou abundante sudor e- se) ou patol??gicos ligados a afec?º?Áes renais (nefrite) ou gerais (ascite, pleuri- ? An??ria – significa que a urina n?úo ?® secretada pelos rins devido ?á insufici?¬ncia ? Poli??ria – aumento patol??gico da quantidade de urina excretada nas 24 horas. ?ë ? Dis??ria – ardor ao urinar dificultando a emiss?úo da urina.

14. Resposta D ? Ortopn?®ia – posi?º?úo adotada pelo doente com dificuldade de respirar em posi- ? Apn?®ico – interrup?º?úo tempor?íria da respira?º?úo, de dura?º?úo vari?ível, volunt?íria ? Cheyne-Stokes – ritmo respirat??rio diferenciado por um per?¡odo de apn?®ia mais ou menos longo que sucede movimentos respirat??rios cada vez mais ruidosos e profundos, que atingem o m?íximo e depois v?úo diminuindo at?® novo per?¡odo de apn?®ia.

15. Resposta B Todo medicamento venoso deve ser administrado lentamente, visto que a sua abso r- ?º?úo ?® imediata e pode causar diversas rea?º?Áes, algumas das quais muito graves, co- mo por exemplo, bloqueio muscular (aminoglicos?¡deos) e at?® mesmo parada card?¡aca (clindamicina).

Hipotens?úo ?® a queda do n?¡vel press??rico, de car?íter parox?¡stico ou permanente, mais comumente relacionada ?á m?í perfus?úo tecidual. Ela se apresenta de forma cr??nica ou epis??dica em indiv?¡duos esgotados ou pode ser o principal sinal de hemorragia grave. Representa a manifesta?º?úo sintom?ítica de um dist??rbio da regula?º?úo da tens?úo circ u- lat??ria, que pode ser causada por: absten?º?úo de sal na dieta, desnutri?º?úo, abuso de diur?®ticos, diarr?®ia cr??nica, insufici?¬ncia card?¡aca ou da supra-renal.

17. Resposta E A vasoconstri?º?úo ?® produzida por aplica?º?úo fria e n?úo por calor local (tal ?® o efeito do gelo nos casos de trauma – reduz o extravasamento vascular, minimizando o risco de edema).

18. Resposta B Fatores fisiol??gicos que afetam o pulso normal: ? Sono – reduz o pulso.

19. Resposta C Os medicamentos via oral devem ser administrados ao paciente pelo profissional re s- pons?ível e este deve observar a ingest?úo do medicamento.

20. Resposta E A insulina, medicamento administrado freq??entemente por via subcut?ónea, ?® medic a- ?º?úo de dep??sito eficiente no tratamento do diabetes melito (reduz a glicemia). Ver Fi- gura 1.9.

21. Resposta B A quimioterapia antineopl?ísica ?® o tratamento cl?¡nico a partir da administra?º?úo de subst?óncias qu?¡micas (medicamentos) cuja finalidade ?® a cura ou a redu?º?úo dos efe i- tos de uma doen?ºa oncol??gica; pode se associar ?á radioterapia e ?á interven?º?úo cir?? r- gica, dependendo de cada caso.

22. Resposta A ? Dicr??tico – pulso duplo em cada batida arterial, facilmente percept?¡vel em certos ? Taquisf?¡gmico – pulso acelerado.

Abrasiva – raspagem da pele ou mucosa superficial, n?úo acompanhada de perda de sangue, provocada pela fric?º?úo de um corpo contra a superf?¡cie epid?®rmica. Por e- xemplo: acidentes de motocicleta, de bicicleta com queda no asfalto, ou em ch?úo de terra.

24. Resposta C Os sinais vitais devem ser registrados na evolu?º?úo de enfermagem e/ou no gr?ífico de TPR, visto ser um procedimento de enfermagem.

25. Resposta B A massagem de fric?º?úo ap??s inje?º?úo IM deve ser feita em movimentos circulares para favorecer a circula?º?úo e a absor?º?úo do medicamento.

26. Resposta D Ven??clise, inje?º?úo intravenosa em grande quantidade, como soro ou sangue, que tem a finalidade de restaurar o volume sang???¡neo, mantendo sua press?úo normal nos ca- sos de hemorragia, choque e desidrata?º?úo.

27. Resposta B O garrote deve ser mantido ap??s a pun?º?úo da veia at?® que se termine a coleta, a fim de facilitar a drenagem do sangue.

28. Resposta C Sendo uma medica?º?úo sintom?ítica, o antit?®rmico visa reduzir ou abolir o sintoma, n?úo tendo, portanto, a?º?úo contra a etiologia. No caso, sua aplica?º?úo refere-se ao controle do aumento de temperatura (p.ex., nos casos de febre).

29. Resposta B Isot??nicas s?úo solu?º?Áes cuja press?úo osm??tica ?® igualou pr??xima ?á do plasma san- 30. Resposta D Leucocitose ?® a eleva?º?úo do n??mero de gl??bulos brancos (Ieuc??citos) no sangue, fr e- q??entemente observada no decurso de processos inflamat??rios, infecciosos ou ne o- pl?ísicos (em v?írias leucemias).

31. Resposta C S?úo materiais para aferi?º?úo dos sinais vitais: estetosc??pio e esfigmoman??metro para verificar a press?úo arterial, rel??gio de segundos para o pulso e a respira?º?úo e o ter- m??metro para a temperatura.

A insulina ?® uma medica?º?úo utilizada no tratamento do diabetes melito com a finalid a- de de diminuir a taxa de glicose no sangue; sua dosagem excessiva pode causar h i- poglicemia (por vezes muito grave, podendo ocasionar o coma).

34. Resposta A A omoplata (esc?ípula) ?® um osso largo, delgado e triangular que forma a parte post e- rior do ombro.

35. Resposta C Digit?ílico ?® uma droga cardiot??nica que aumenta a for?ºa das contra?º?Áes mioc?írdicas, podendo ter como efeito a redu?º?úo da freq???¬ncia card?¡aca. Para administrar o digit?íl i- co o enfermeiro dever?í examinar a freq???¬ncia apical antes de cada dose. Uma fr e- q???¬ncia igualou superior a 60 bpm sem arritmias ?® desej?ível.

36. Resposta E ? Hemat?¬mese – v??mito de sangue, que implica a exist?¬ncia de uma hemorragia ? Epistaxe – hemorragia nasal provocada por fatores locais (traumatismo) ou ge- rais (hipovitaminose C ou K), ? Hemoptise – elimina?º?úo de sangue conseq??ente de les?Áes br??nquicas ou pul- ? Enterorragia – hemorragia de origem intestinal que se manifesta por expuls?úo ? Estomatorragia – hemorragia bucal constante.

37. Resposta B A prova cruzada ?® o exame que determina a compatibilidade sang???¡nea para que a transfus?úo ocorra sem anormalidades.

38. Resposta B ? Anorexia – perda ou diminui?º?úo acentuada do apetite provocada por afec?º?Áes ? Eructa?º?úo – expuls?úo ruidosa de ar, gases ou ?ícidos do est??mago pela boca. Popularmente conhecida como arroto.

39. Resposta B Melena – perda sang???¡nea por via baixa, fezes anormalmente escuras, cor de petr??- leo, contendo sangue digerido, indicativo de sangramento gastrintestinal.

? S?¡stole – ?® o pico de press?úo m?íxima indicada pelo primeiro som card?¡aco ouvi- ? Bradic?írdica – redu?º?úo da freq???¬ncia card?¡aca ? Taquic?írdica – aumento da freq???¬ncia card?¡aca

41. Resposta A ? Hipod?®rmica ou subcut?ónea – administra?º?úo da medica?º?úo no tecido imediata- mente abaixo da derme, por exemplo: insulina. O ?óngulo de inser?º?úo da agulha ?® de 45??. Hipo = abaixo de; derme = camada da pele limitada superiormente ? Intrad?®rmica – ?® utilizada para teste de pele, por exemplo: prova tubercul?¡nica e ? Intratecal – os medicamentos s?úo administrados atrav?®s de um cateter colocado ? Intramuscular – administra?º?úo da medica?º?úo no interior do m??sculo. Angulo: 90??.

Figura 1.41 Vias e ?óngulos para aplica?º?úo de 42. Resposta C Horizontal, sobre uma superf?¡cie firme para as manobras de massagem card?¡aca ex- terna e com a cabe?ºa para tr?ís para facilitar a visualiza?º?úo da orofaringe para a intr o- du?º?úo do tubo endotraqueal. Ver Figura 1. 123.

43. Resposta E Para coleta de urina 24 horas orienta-se o paciente a desprezar a primeira urina da manh?ú e come?ºar a guardar a partir da pr??xima mic?º?úo. Ser?úo coletadas todas as mic?º?Áes at?® a primeira do dia seguinte, no mesmo hor?írio do iniciado. Nenhuma a- mostra neste per?¡odo dever?í ser desprezada.

44. Resposta A Existem v?írios m?®todos de testar a urina, visando ?á glicose e ?ás cetonas. Entretanto, podem ser obtidos falsos resultados negativos se os tabletes ou as fitas empregadas estiverem deterioradas, ou se as instru?º?Áes n?úo forem cuidadosamente seguidas.

? Mantenha o conta-gotas verticalmente e coloque 5 (cinco) gotas de urina em ? Adicione um tablete clinitest no tubo de provas. Observar enquanto se processa a rea?º?úo N?úo agitar o tubo de ensaio durante a rea?º?úo nem nos 15 segundos Observar a solu?º?úo no tubo de ensaio durante a rea?º?úo e durante os 15 se- gundos do per?¡odo de espera para detectar as altera?º?Áes sofridas na cor e Se a solu?º?úo passa de laranja a verde-castanho com manchas escuras in- ? Ap??s um per?¡odo de espera de 15 segundos agite o tubo delicadamente e compare com ?¬ escala de cores. Registre os resultados.

45. Resposta E 46. Resposta E ? Concuss?úo – contus?úo violenta, especialmente a que n?úo manifesta sinais ex- ? Contus?úo – les?úo traum?ítica provoca da por objeto contundente que altera os ? Entorse – traumatismo em articula?º?úo que causa dor ou incapacita?º?úo. ? Luxa?º?úo – o mesmo que desarticula?º?úo.

47. Resposta E A densidade mede a concentra?º?úo das part?¡culas na urina; reflete o poder de conce n- A densidade normal varia de 1.010 e 1.030. Densidade de 1.010 ?® vista na insufici?¬n- cia renal cr??nica. Numa pessoa que se alimenta com dieta normal, a incapacidade de concentrar e de diluir a urina indica doen?ºa.

49. Resposta A Um eletrocardiograma n?úo ?® mais do que um registro dos impulsos eletrocard?¡acos. O cora?º?úo ?® estimulado para se contrair e, assim, bombear o sangue para os ??rg?úos do corpo em virtude de um impulso el?®trico que se inicia na parte superior do cora?º?úo e se propaga inferiormente. Para registrar esse impulso, o eletrodo n?úo precisa ser co- locado diretamente no cora?º?úo, bastando que fique nas extremidades, onde a ativida- de do cora?º?úo pode ser percebida.

50. Resposta C Ao se prestar os primeiros socorros a uma v?¡tima intoxicada com subst?óncia corrosiva ou derivada de petr??leo (removedor, gasolina, querosene, aguarr?ís, thinner, graxas, am??nia, soda c?íustica, ?ígua sanit?íria etc.), n?úo se deve provocar v??mito, pois estes produtos causam queimaduras quando ingeridos e podem provocar novas queimad u- O enfermeiro deve tomar como procedimento imediato: ? Se a v?¡tima ainda estiver consciente, coloque-a em posi?º?úo semi-sentada e em ? Oferecer ?ígua em quantidade moderada, cuidando para n?úo provocar engas- ? Se a v?¡tima estiver inconsciente, coloque-a na posi?º?úo lateral para evitar aspi- ra?º?úo de v??mitos;

51. Resposta E ? Vertigem – impress?úo subjetiva de deslocamento, de rota?º?úo do corpo ou do ? Lipotimia – perda s??bita dos movimentos, conservando-se a respira?º?úo e a cir- cula?º?úo, na qual o paciente apresenta desmaio com imediata recupera?º?úo da ? S?¡ncope – perda s??bita da consci?¬ncia, que geralmente ?® breve, apresentando um estado de morte aparente devido ?á cessa?º?úo moment?ónea das fun?º?Áes ce- ? Coma – estado de estupor profundo com perda total ou quase total da consci- ?¬ncia, da sensibilidade e da motilidade volunt?íria, com conserva?º?úo das fun- ?º?Áes vegetativas, que se observa no caso de doen?ºa grave, na agonia ou ap??s ? Torpor – estado de rebaixamento do n?¡vel de consci?¬ncia que “antecede” o co- ma (diz-se que o enfermo encontra-se torporoso).

52. Resposta D A paralisia peri??dica hipopotass?¬mica relaciona-se ?á doen?ºa de Graves, sendo obser- vada principalmente em homens asi?íticos e latino-americanos.

A respira?º?úo asm?ítica ?® similar ?á respira?º?úo bronquial na extens?úo, isto ?®, a inspir a- ?º?úo ?® curta. A fase expirat??ria ?® muitas vezes mais longa que a respira?º?úo bronquial, e a tonalidade s?úo muito mais elevadas. Freq??entemente, mas nem sempre, a respi- ra?º?úo asm?ítica ?® acompanhada por roncos e sibilos.

54. Resposta C A compressa quente visa promover basicamente a vasodilata?º?úo e com isso diminuir inflama?º?Áes, descongestionando ??rg?úos profundos e aliviando a dor.

55. Resposta B Na realiza?º?úo da pun?º?úo lombar o l?¡quido retirado ?® o cefalorraquidiano (tamb?®m d e- nominado I?¡quor) que, em seu estado normal, apresenta-se incolor, l?¡mpido, cristalino e sem hem?ícias.

56. Resposta B A posi?º?úo em que o paciente ?® colocado na mesa operat??ria dependente da opera?º?úo a ser executada, bem como da condi?º?úo f?¡sica do paciente. Na posi?º?úo de Trendelen- burg a cabe?ºa e o corpo s?úo abaixados, de modo que o plano do corpo forma com o horizontal um ?óngulo. Os joelhos s?úo flexionados “quebrando-se” a mesa, e mant?®m- se o paciente firme na posi?º?úo. Geralmente emprega-se esta posi?º?úo para opera?º?Áes de abd??men inferior e na p?®lvis, visando-se uma boa exposi?º?úo pelo deslocamento dos intestinos para o abd??men superior, melhorando a circula?º?úo de retorno dos membros inferiores.

Figura 1.56 57. Resposta C Anafilaxia ?® o estado de hipersensibilidade que se desenvolve ap??s a ingest?úo de uma subst?óncia anafilatizante, causando uma rea?º?úo al?®rgica violenta (choque anafi- l?ítico).

58. Resposta E Articula?º?Áes s?úo pontos de jun?º?úo entre dois ou mais ossos, as quais s?úo revestidas por cartilagens.

art?®rias e apresenta atividade inotr??pica positiva no cora?º?úo, entre ou tros efeitos fisio- l??gicos (medeiam as rea?º?Áes de luta e fuga).

60. Resposta B Linimentos ?® uma prepara?º?úo medicamentosa l?¡quida para ser aplicada sobre a pele por fric?º?úo leve.

61. Resposta C As escaras s?úo provocadas pela press?úo exercida contra os tecidos cut?óneos e sub- cut?óneos pelas proemin?¬ncias ??sseas e pelas superf?¡cies onde repousam, tais como colch?úo, atadura etc. O resultado desta press?úo ?® a anoxia tecidual ou isquemia. Os tecidos cut?óneos rompem-se ou s?úo destru?¡dos, dando lugar a uma les?úo dos tecidos moles subjacentes.

62. Resposta B ? Infec?º?úo – nome que se d?í ?á invas?úo no organismo de microrganismos patog?¬- ? Contamina?º?úo – modo pelo qual determinado mal atinge um indiv?¡duo, vindo de ? Inflama?º?úo – resposta de um tecido ?á dor, cal?ár ou outra les?úo qualquer redun- dando numa queda da resist?¬ncia cut?ónea, al?®m do aumento de sua permeabi- ? Endemia – mal muito comum em habitantes de determinada regi?úo e que s?? depende das condi?º?Áes especiais, prop?¡cias ?áquela enfermidade, daquela loca- lidade.

63. Resposta C Respira?º?úo Cheyne-Stokes (por exemplo, na insufici?¬ncia card?¡aca grave, nas les?Áes do sistema nervoso central etc.) ?® o tipo de respira?º?úo peri??dica com o ritmo respirat ??- rio desigual. No in?¡cio, as incurs?Áes s?úo pequenas e lentas, aumentando gradualme n- te, em profundidade e freq???¬ncia, at?® um grau m?íximo, para logo regredir novamente. A fase de taquipn?®ia e apn?®ia duram em m?®dia 30 segundos.

64. Resposta C A difteria ?® uma infec?º?úo localizada das mucosas ou da pele causada por Corynebac- terium diphtheriae. Sua transmiss?úo ?® feita atrav?®s de perdigotos. Ap??s um per?¡odo de incuba?º?úo de 1 a 8 dias, a doen?ºa manifesta-se com febre baixa (em geral < 38??C) e dor orofar?¡ngea, com uma membrana espessa cinza que cobre das am?¡gdalas ?á f a- ringe, podendo estender-se sobre a laringe e provocar obstru?º?úo das vias a?®reas, on- de se far?í necess?íria a traqueostomia.

65. Resposta B A irriga?º?úo vesical consiste em lavar a bexiga, a fim de combater infec?º?úo, dor ou co- ?ígulos de sangue (por exemplo, na cirurgia de pr??stata).

Cateterismo vesical ?® a introdu?º?úo de um cateter (Nelaton, cateter de Foley) para fins diagn??sticos (radiologia) e terap?¬uticos, mas que comumente se destina ?á drenagem urin?íria.

67. Resposta E A principal causa de s?¡ndrome de Cushing ?® a administra?º?úo iatrog?¬nica de ester??ides pelas mais variadas raz?Áes.

68. Resposta E ? Fagocitose - ?® uma atividade celular de defesa e/ou nutri?º?úo caracterizada pelo ? Osmose - fluxo ou difus?úo que tem lugar atrav?®s de uma membrana semiper- me?ível, quando esta separa duas solu?º?Áes com diferentes concentra?º?Áes, ou o solvente de um lado e de outro a solu?º?úo, e tende a igualizar a concentra?º?úo ? Di?ílise - separa?º?úo de subst?óncias dissolvidas gra?ºas ?á sua desigual capacida- ? Diapedese - refere-se ?á movimenta?º?úo dos leuc??citos atrav?®s da parede de va- sos sang???¡neos.

69. Resposta D Na fratura exposta o osso acaba por romper tecidos e vasos sang???¡neos, causando hemorragia.

70. Resposta D Em caso de suspeita de fratura o primeiro passo ?® a imobiliza?º?úo do membro afetado para que n?úo cause outros danos, como hemorragia e aumento da dor.

71. Resposta C Enterorragia ?® a elimina?º?úo de sangue vivo pelo ?ónus; quando apresenta repercuss?úo hemodin?ómica est?í indicada a transfus?úo sang???¡nea e em seguida deve-se fazer o diagn??stico e tratar o enfermo imediatamente.

72. Resposta A Endoscopia ?® a explora?º?úo visual no interior de uma v?¡scera oca por interm?®dio do endosc??pio.

ve ser lenta e limitada, de dois a tr?¬s litros, para al?¡vio dos sintomas agudos e o pac i- ente dever?í ser monitorado durante o procedimento, atentando-se para palidez, au- mento na freq???¬ncia do pulso ou decl?¡nio da press?úo arterial.

74. Resposta A A hepatite A ?® causada pelo v?¡rus da hepatite A (n?úo isolado). O v?¡rus da hepatite A (VHA) ?® um pequeno v?¡rus RNA, de caps?¡dio icosa?®drico, n?úo envelopado, com cerca de 27 nan??metros de comprimento, pertencente ao g?¬nero Heparnavirus. A transmis- s?úo do VHA ocorre por via fecal-oral, geralmente atrav?®s de ?ígua e alimentos conta- minados. Como fatores importantes para a dissemina?º?úo do v?¡rus temos a precari e- dade sanit?íria, a estabilidade da part?¡cula viral no ambiente, a ocorr?¬ncia de elevado percentual de infec?º?Áes assintom?íticas em crian?ºas e o grande n??mero de part?¡culas virais presentes nas fezes. H?í doen?ºa end?¬mica em muitas regi?Áes - em ?íreas de alta endemicidade a preval?¬ncia em adultos jovens pode chegar a 98% -, sendo descritos surtos epid?¬micos em locais com aglomera?º?Áes humanas, tais como institui?º?Áes para deficientes mentais, quart?®is, hospitais, creches e orfanatos. Em ?íreas end?¬micas, praticamente 100% das pessoas investigadas apresentaram anticorpos para o v?¡rus, comprovando a alta dissemina?º?úo da doen?ºa. No Brasil, em regi?Áes hiperend?¬micas, a popula?º?úo adulta apresenta preval?¬ncia de 98% de anticorpos para o v?¡rus. Por o u- tro lado, popula?º?Áes nas qual o saneamento b?ísico e o n?¡vel socioecon??mico s?úo mais elevados, freq??entemente apresentam grande percentual de grupos suscet?¡veis. Per?¡odo de incuba?º?úo 15 a 50 dias. Sinais e sintomas: febre, anorexia, n?íuseas, v??m i- tos, dor ?á palpa?º?úo do f?¡gado, urina escura, f?¡gado aumentado. Cura em 4 meses. Tratamento: repouso adequado, l?¡quidos e alimenta?º?úo.

75. Resposta D Separando-se a agulha da seringa e deixando-se o sangue escorrer vagarosamente pela parede do tubo, evita-se a quebra das hem?ícias (hem??lise).

76. Resposta A As fun?º?Áes do f?¡gado s?úo in??meras e variadas. Este ??rg?úo recebe por meio da veia porta todo o sangue proveniente do trato que carreia todos os produtos da digest?úo dos carboidratos e de prote?¡nas. Os carboidratos digeridos chegam ao f?¡gado em for- ma de glicose. O f?¡gado tamb?®m ?® capaz de produzir glicose a partir de fontes n?úo- carboidratadas como prote?¡nas, gorduras e lactatos. As c?®lulas hep?íticas cont?¬m n u- merosas outras subst?óncias essenciais que elas preparam para o corpo e armaze- nam, como a vitamina B 12, vitaminas A e D, certos metais como ferro e cobre. Co n- vertem tamb?®m alguns produtos nitrogenados t??xicos em subst?óncias n?úo t??xicas, como por exemplo, a am??nia que sai do f?¡gado para o sangue em forma de ur?®ia.

77. Resposta C A hipoglicemia ?® uma causa importante e rapidamente trat?ível de coma. Na situa?º?úo descrita, caso o paciente apresentasse hipoglicemia, a infus?úo de glicose iria restabe- lecer rapidamente a consci?¬ncia.

79. Resposta C A administra?º?úo de qualquer medicamento s?? deve ser feita mediante prescri?º?úo m ?®- dica.

80. Resposta E ? Meteorismo - ?® o ac??mulo de ar no est??mago ou no intestino, acompanhado de ? Anosmia - aus?¬ncia cong?¬nita ou adquirida da sensibilidade olfativa. ? Peristalse - movimento que consiste em ondas de contra?º?úo, precedidas de on- das de relaxamento, que se propagam ao longo do tubo digestivo ou de outras estruturas tubulares fazendo progredir seu conte??do.

81. Resposta D ? Flictenas - cole?º?úo localizada de l?¡quido na epiderme, produzida por queimadu- ? Abscesso - cole?º?úo de pus bem delimitada, formada no seio de um tecido em ? Hematoma - ac??mulo de sangue no tecido provocado por extravasamento ou ? P?ípula - pequena les?úo circunscrita da pele, geralmente de colora?º?úo r??sea.

82. Resposta C Finalidades da cateteriza?º?úo nasog?ístrica: 83. Resposta A O balan?ºo h?¡drico ?® o c?ílculo dos ganhos e das perdas de l?¡quidos, destinando-se a detectar sintomas que evidenciam o desequil?¡brio hidroeletrol?¡tico.

85. Resposta E Antes de administrar qualquer l?¡quido por via nasog?ístrica devemos testar o cateter para nos certificarmos se o mesmo est?í no est??mago.

86. Resposta C Taquipn?®ia ?® o mesmo que respira?º?úo acelerada, tendo como causas principais as enfermidades card?¡acas e as afec?º?Áes pulmonares.

87. Resposta A Em caso de envenenamento por ingest?úo de subst?óncia ?ícida, deve-se de imediato proceder a intuba?º?úo g?ístrica por se tratar de subst?óncia corrosiva.

88. Resposta E Na lavagem g?ístrica s?úo usados cateteres estomacais (Fauchet), n??mero 20 (0,5cm) e n??mero 30 (1,5cm) para limpeza do conte??do atrav?®s deste cateter. Tem por objeti- vo remover venenos n?úo absorvidos ap??s sua administra?º?úo e pode ser realizada em qualquer momento dentro de 3 horas ap??s a ingest?úo do veneno. ?ë contra -indicada ap??s a ingest?úo de ?ícido ou ?ílcool na presen?ºa de convuls?Áes ou ap??s intoxica?º?úo por querosene. ?ë perigosa ap??s a ingest?úo de agentes corrosivos fortes.

89. Resposta E Para se obter urina est?®ril para cultura normalmente se procede ao cateterismo ves i- cal, por?®m em presen?ºa de les?Áes uretrais utiliza-se a pun?º?úo da bexiga.

90. Resposta B Ao dar o banho no leito no paciente, devemos colocar biombos ao redor do leito para preservar a sua intimidade.

91. Resposta E Em pacientes acamados com incontin?¬ncia urin?íria, deve-se proceder a cateteriza?º?úo vesical para evitar o aparecimento de escaras.

92. Resposta A O aparelho urin?írio ?® constitu?¡do por dois rins, dois ureteres, uma bexiga e uma ur e- tra.

Ureter, longo conduto excretor do rim, cont?¡nuo ao bacinete, que se estende at?® a be- xiga, na qual desemboca atrav?®s de um meato que se localiza no ?óngulo lateral, que corresponde ao tr?¡gono vesical.

94. Resposta E Traqu?®ia ?® um tubo cartilaginoso e membranoso que se estende da laringe aos br??n- quios principais.

95. Resposta E ? Hematose - resultado da opera?º?úo de transformar o sangue venoso em arterial. ? Hemoptise - expuls?úo, pela boca, de sangue procedente do aparelho respirat??- ? Hematocelia - cole?º?úo sang???¡nea ou derrame de sangue na cavidade peritone- al.

96. Resposta E Plasma, parte l?¡quida que comp?Áe o sangue, onde encontramos os elementos figur a- dos e o fibrinog?¬nio.

97. Resposta B Trata-se de uma paciente com hist??ria de exposi?º?úo parenteral (usu?íria de drogas injet?íveis il?¡citas, ainda que esse dado tenha sido ocultado na entrevista do Banco de Sangue), com resultados que apontam para imunidade ao v?¡rus da hepatite B (HBsAg negativo com anti-HBs n?úo-reativo e anti-HBc reativo) e hepatite C ativa (anti-HCV positivo, com carga viral de 2 milh?Áes de c??pias e aminotransferases alteradas). Falta, obviamente, entre esses resultados a sorologia para o v?¡rus HIV. Vale sempre r essal- tar que a pr?ítica de doa?º?úo de sangue como forma de se realizar a testagem sorol??- gica para diferentes pat??genos ?® pr?ítica que deve ser sempre desencorajada por a u- mentar o risco de transmiss?úo de infec?º?Áes transfusionais.

P?óncreas, gl?óndula mista de secre?º?úo interna e externa. Pesa 70 gramas e est?í loca- lizada na parte superior do abd??men, anteriormente ?á v?®rtebra lombar.

99. Resposta D O uso de anticoagulante consiste em uma contra-indica?º?úo relativa, devendo ser ana- lisado caso a caso. A simples suspeita de dissec?º?úo de aorta j?í ?® contra-indica?º?úo absoluta para tromb??lise.

100. Resposta C Qualquer material a ser coletado para cultura deve ser colocado em recipiente limpo para evitar mascarar o resultado com a preexist?¬ncia de algum microrganismo. Em geral o escarro coletado destina-se ?á pesquisa de Mycobacterium tuberculosis, pat??- geno causador da tuberculose. Neste caso, o exame a ser realizado ?® a baciloscopia pelo m?®todo de Ziehl-Neelsen.

101. Resposta E ? Rinosc??pio - aparelho utilizado para exame do nariz que permite a visualiza?º?úo ? Otosc??pio - aparelho utilizado para exame ao conduto auditivo e da membrana ? Cistosc??pio - aparelho utilizado para exame da bexiga que permite a visualiza- ? Laringosc??pio - aparelho utilizado para visualiza?º?úo da laringe por meio de um espelho ou por fibras ??pticas. Tamb?®m utilizado para intuba?º?úo traqueal. ? Broncosc??pio - aparelho utilizado para visualiza?º?úo das vias a?®reas. ?ë constitu- ?¡do por um tubo longo e r?¡gido, munido, na sua por?º?úo terminal, de uma fonte luminosa e de um sistema ??ptico que aumenta as imagens possibilitando avali- a?º?úo cuidadosa da traqu?®ia e dos br??nquios.

102. Resposta A Diafragma, m??sculo delgado que separa o t??rax do abd??men, ?® um m??sculo impor- tante para as fun?º?Áes respirat??rias situa-se cerca de 2 cm mais ?á direita do que ?á es- querda, devido ao relacionamento espacial do cora?º?úo e do f?¡gado.

103. Resposta B A intuba?º?úo endotraqueal ?® a passagem de um tubo atrav?®s da boca ou do nariz pela traqu?®ia. ?ë feita para proporcionar uma via a?®rea perme?ível, quando o paciente tem dificuldades respirat??rias que n?úo podem ser tratadas por modos mais simples. A in- tuba?º?úo endotraqueal pode ser usada como meio de assistir a respira?º?úo dos pacien- tes que n?úo podem manter uma via a?®rea adequada por si pr??prios (pacientes com a- tosos; aqueles com obstru?º?úo de via a?®rea superior) e proporciona um meio excelente de aspirar secre?º?Áes da ?írvore pulmonar. A aspira?º?úo das secre?º?Áes traqueobr??nqui- cas ?® feita atrav?®s do tubo. Oxig?¬nio aquecido e umidificado pode ser introduzido a- trav?®s do tubo. A intuba?º?úo endotraqueal pode ser usada por at?® 72 horas. A partir da?¡ deve-se considerar uma traqueostomia.

Figura 1.103 104. Resposta D 105. Resposta A Para se fazer uma instila?º?úo vesical ?® indispens?ível que se proceda, antes, a uma lavagem vesical a fim de lavar a bexiga para receber o medicamento.

106. Resposta D Para se evitar a obstru?º?úo do cateter nasog?ístrico, o mesmo deve ser lavado com ?ígua antes e ap??s introdu?º?úo de alimentos ou medicamentos.

107. Resposta B Hemat?¬mese ?® o v??mito acompanhado de sangue, que pode ser controlado com a lavagem g?ístrica utilizando-se soro gelado.

108. Resposta B As condi?º?Áes que afetam a respira?º?úo aumentando o ritmo respirat??rio (fisiologica- mente) s?úo: exerc?¡cios, emo?º?Áes e banho frio. Em rela?º?úo ?ás enfermidades, dest a- cam-se as mol?®stias card?¡acas e respirat??rias.

109. Resposta B A temperatura retal ?® a mais eficiente dos tr?¬s m?®todos de verifica?º?úo (axilar, oral e reta!), pois a temperatura tem menos possibilidade de ser afetada por condi?º?Áes e x- ternas e ?® usada, de prefer?¬ncia, quando h?í term??metro individual.

110. Resposta C O m?®dico dever?í ser comunicado sobre toda e qualquer anormalidade apresentada pele paciente.

? Anti-s?®ptico - qualquer subst?óncia utilizada para impedir a prolifera?º?úo de mi- ? Carminativo - medicamento que alivia flatul?¬ncia e acalma dor.

112. Resposta C Alguns indiv?¡duos nascem com a capacidade de resistir ?á invas?úo de certos tipos de agentes estranhos. A imunidade pode ser adquirida por vias natural ou artificial, de forma ativa - com ativa?º?úo do sistema imunol??gico, sendo capaz de deixar "mem??ria" - ou passiva - esta incapaz de manter mem??ria imunol??gica. Em linhas gerais ter?¡a- mos: ? Imunidade ativa naturalmente adquirida: infec?º?úo natural (p.ex., pessoas que j?í ? Imunidade passiva naturalmente adquirida: passagem de anticorpos maternos Vacinas e soros s?úo imunobiol??gicos capazes de propiciar imunidade ao hospedeiro, de forma ativa e passiva, respectivamente. Na vacina?º?úo administram-se componen- tes do pat??geno microrganismos "inteiros" inativados ou atenuados, toxinas, prote?¡nas e outros -, os quais promovem a resposta imunol??gica, que poder?í ser ativada em um momento subseq??ente, caso o hospedeiro "entre em contato" novamente com o a- gente. As vacinas em geral s?úo empregadas nas situa?º?Áes em que n?úo houve exposi- ?º?úo ao agente infeccioso (p.ex., BCG ao nascer) % profilaxia pr?®-exposi?º?úo. Ao con- tr?írio, na soroterapia s?úo aplicados anticorpos pr?®-formados (obtidos de hospedeiros que foram infectados pelos agentes), sendo reservada para situa?º?Áes em que o indi- v?¡duo j?í se exp??s ao microrganismo - profilaxia p??s-exposi?º?úo.

113. Resposta B Como norma, as pessoas com fraturas n?úo s?úo transportadas, at?® que a ?írea atingida tenha sido imobilizada por talas provis??rias. Contudo, h?í ocasi?Áes em que o transpor- te ?® necess?írio. Nesses casos, a extremidade recebe suporte, tanto acima quanto a- baixo da ?írea de fratura, e faz-se tra?º?úo na linha do eixo longitudinal do osso a fim de impedir a rota?º?úo e o movimento de angula?º?úo.

114. Resposta D A vacina BCG-ID (Bacilo de Calmette-Guerin) dever?í ser administrada a partir do nascimento por via intrad?®rmica, na regi?úo delt??ide, no bra?ºo direito. Estudos retros- pectivos e prospectivos t?¬m correlacionado a vacina?º?úo com BCG com a redu?º?úo da incid?¬ncia das formas graves de tuberculose, como a meningite tuberculosa e a tube r- culose miliar. Atualmente o Minist?®rio da Sa??de preconiza a aplica?º?úo do BCG em rec?®m-natos e, posteriormente, na idade pr?®-escolar, em torno dos 6 anos. Derivada do bacilo de Calmette-Guerin, uma cepa atenuada do Mycobacterium bovis, o BCG ?® de uso obrigat??rio antes do primeiro ano de vida, havendo as seguintes contra- indica?º?Áes em sua aplica?º?úo: ? Rec?®m-nato com menos de dois quilos;

? Imunodefici?¬ncia cong?¬nita ou adquirida (contra-indica?º?úo absoluta); Rea?º?Áes A vacina?º?úo com BCG n?úo costuma provocar rea?º?Áes sist?¬micas, ficando as compli- ca?º?Áes restritas ?ás manifesta?º?Áes locais. Normalmente sua evolu?º?úo ?® benigna dei- xando uma cicatriz vacinal como conseq???¬ncia da ulcera?º?úo que pode perdurar por cerca de 8 semanas. A ulcera?º?úo n?úo requer nenhuma medida terap?¬utica ou curativa local. Basta manter a ferida limpa e descoberta. Raramente, como conseq???¬ncia de uso err??neo da vacina, pode ocorrer abscessos locais, ??lceras com tamanhos maiores que o esperado ou g?ónglios flutuantes e abcedados. O tratamento destes casos, quando sua dura?º?úo ultrapassa mais de 6 meses, ?® o uso de isoniazida na dosagem de 10mg /kg de peso diariamente at?® a regress?úo da les?úo, o que costuma ocorrer A vacina?º?úo est?í indicada em casos especiais, tais como trabalhadores da ?írea de sa??de n?úo reatores ao PPD e rec?®m-nascidos e crian?ºas soro-positivas ou filhos de m?úes com AIDS, desde que n?úo apresentem sintomas de imunodepress?úo.

115. Resposta B A finalidade primordial do curativo ?® evitar o aparecimento de infec?º?úo nas feridas as- s?®pticas. Alguns conceitos importantes:

TERMO CONCEITO OBSERVA?ç?òES Anti-sepsia ?ë o processo de a?º?úo letal ou de ini- bi?º?úo da reprodu?º?úo microbiana na pele e em mucosas, realizado com subst?óncias de baixa toxicidade e hi- Principais anti-s?®pticos: ?ílcool et?¡lico, solu?º?Áes iodadas, iod??fo- ros (PVPI), c1orexidina, solu?º?Áes de permanganato de pot?íssio, solu?º?Áes aquosas ?á base de sais Desinfec?º?úo Processo de destrui?º?úo de microrga- nismos patog?¬nicos na forma vegeta- tiva, presentes em superf?¡cies inertes, mediante aplica?º?úo de agentes f?¡sicos Desinfec?º?úo de alto n?¡vel: inclui a elimina?º?úo de alguns esporos, Mycobacterium tuberculosis, to- das as formas vegetativas de bac- t?®rias, fungos e v?¡rus - o principal Desinfec?º?úo de n?¡vel intermedi?í- rio: aquela que elimina todas as c?®lulas vegetativas bacterianas, M. tuberculosis, a maioria dos fungos, tendo a?º?úo m?®dia sobre v?¡rus e inefic?ícia sobre esporos- cloro, iod??foros (PVPI), fen??licos e alco??is s?úo os principais agen- tes empregados; Desinfec?º?úo de n?¡vel baixo: n?úo h?í a?º?úo sobre esporos, M. tuberculosis, possu- indo alguma atividade sobre v?¡rus e fungos, agindo contra a maior parte das formas vegetativas- compostos quatern?írios de am??- nio s?úo os mais empregados.

Esteriliza?º?úo Processo de destrui?º?úo de todas as formas de vida microbiana - ou seja, bact?®rias (formas vegetativa e espo- rulada), v?¡rus, fungos e protozo?írios - atrav?®s da utiliza?º?úo de agentes f?¡si- cos ou qu?¡micos.

Agentes f?¡sicos: calor (seco e ??- mido), radia?º?úo e filtra?º?úo; Agen- tes qu?¡micos: alde?¡dos, per??xido de hidrog?¬nio, ??xido de etileno, outros.

116. Resposta A A doen?ºa vascular hipertensiva ?® definida como n?¡veis persistentes de press?úo san- g???¡nea nos quais a press?úo sist??lica est?í acima de 150mmHg e a diast??lica est?í ac i- ma de 90mmHg. A hipertens?úo ?® a principal causa da insufici?¬ncia card?¡aca, ataques e insufici?¬ncia renal. Ela ?® chamada de "assassino silencioso", porque o indiv?¡d uo ge- ralmente n?úo apresenta sintomas, 50% daqueles com hipertens?úo desconhecem o fato. Uma vez que o paciente seja identificado como hipertenso, precisa aferir sua press?úo sang???¡nea freq??entemente, pois esta ?® uma condi?º?úo vital.

A prioridade dos cuidados ao paciente com insufici?¬ncia respirat??ria ?® a manuten?º?úo de vias a?®reas superiores perme?íveis.

118. Resposta B A hipoglicemia ?® caracterizada pela queda no n?¡vel de glicose sang???¡nea e tem como sintomas: sudorese, pele fria, palidez e taquicardia.

119. Resposta A Na presen?ºa de hipoglicemia uma iniciativa correta ?® a ingest?úo de ?ígua com a?º??car para que a taxa de glicose aumente, desde que o paciente n?úo apresente altera?º?úo do n?¡vel de consci?¬ncia (neste caso, fornecer glicose por via intravenosa).

120. Resposta B Um dos objetivos da utiliza?º?úo de ataduras ?® restringir os movimentos ou imobilizar uma determinada ?írea.

121. Resposta D Na insufici?¬ncia card?¡aca secund?íria ?á hipertens?úo arterial sist?¬mica, o d?®bito card?¡ a- co estar?í menor que o normal, caracterizando insufici?¬ncia card?¡aca de baixo d?®bito. Nas outras doen?ºas citadas, embora o d?®bito card?¡aco esteja acima do normal, este n?úo ?® suficiente para atender ?á demanda de oxig?¬nio dos tecidos.

122. Resposta A O escarro pode ser obtido para determinar a presen?ºa de microrganismos ou de c?®lu- las malignas. Usa-se tamb?®m para avaliar estados de hipersensibilidade. Pedem-se exames peri??dicos de escarro a pacientes que recebem antibi??ticos, ester??ides e dr o- gas imunossupressoras, durante per?¡odos prolongados, pois esses agentes favore- cem as infec?º?Áes. Para a tuberculose, o diagn??stico bacteriol??gico ?® realizado com o achado do bacilo em secre?º?Áes ou fluidos org?ónicos. A pesquisa pode ser realizada no exame do escarro, ou outros esp?®cimes cl?¡nicos coletados, com o m?®todo de Ziehl- Neelsen ou atrav?®s de cultura, com o meio de L?Âwenstein-Jensen. Na busca do diag- n??stico ?® boa norma colher material seriado para avalia?º?Áes sucessivas, n?úo se acei- ?ë conveniente uma amostra matinal, por ser a expectora?º?úo neste momento mais a- bundante. O tempo de coleta pode estender-se por um per?¡odo de 15 a 30 minutos. Instrua o paciente a respirar profundamente algumas vezes, tossir e ent?úo expectorar (n?úo cuspir) em um recipiente est?®ril. A amostra deve ser enviada ao laborat??rio im e- diatamente; deixar que permane?ºa por v?írias horas em aposento quente acarreta i n- tenso crescimento de microrganismos contaminados, tornando a cultura mais dif?¡cil.

Figura 1.123 Nas manobras de ressuscita?º?úo o pacien- te deve ser colocado em uma superf?¡cie dura.

124. Resposta C Trata-se mais provavelmente de um caso de esquizofrenia catat??nica, caracterizada por altera?º?Áes profundas da fun?º?úo motora, negativismo, ecolalia e ecopraxia. Olhos fixos e f?ícies inexpressiva tamb?®m comp?Áem o quadro cl?¡nico.

125. Resposta B As principais finalidades da aplica?º?úo de calor s?úo: ? Facilitar a supura?º?úo.

126. Resposta B Um paciente queimado apresenta perda l?¡quida, por isso devemos oferecer ?ígua em grande quantidade para evitar desidrata?º?úo.

127. Resposta C O registro de hist??ria de viagem, muito importante por conta da oportunidade de ex- posi?º?úo a algumas doen?ºas (p.ex., mal?íria), deve ser locado na hist??ria social.

128. Resposta C A dor pode ser de origem som?ítica (pele, tecidos profundos, articula?º?Áes, muscul a- res), neurop?ítica (les?úo de nervos, das vias da medula espinhal ou do t?ílamo). A pri- meira, est?¡mulo nociceptivo, em geral ?® bem localizada. A segunda, sem est?¡mulo n o- ciceptivo ??bvio, em geral ?® mal localizada. Por isso, torna-se importante a descri?º?úo da dor pelo paciente para detectar localiza?º?úo, difus?úo e intensidade.

129. Resposta A Caracter?¡sticas essenciais para que uma subst?óncia possa ser injetada na veia: ? N?úo ser hemol?¡tica;

130. Resposta B N?úo se deve jogar ?ígua na lavagem externa, no paciente com aparelho gessado, na regi?úo coxo-femoral para evitar que se molhe o gesso.

131. Resposta C O cerebelo, ??rg?úo situado na caixa craniana, na regi?úo p??stero-inferior do enc?®falo, ?® o ??rg?úo coordenador da motricidade.

132. Resposta B Como 95% dos c?ónceres de mama s?úo detectados pela pr??pria mulher, deve ser d a- da especial orienta?º?úo de como e quando examinar as mamas. Deve ser feito me n- Esquema do auto-exame das mamas.

Figura 1.132 133. Resposta C ? Cama fechada - ?® a cama desocupada que aguarda a chegada de paciente ? Cama aberta - ?® a cama que est?í sendo ocupada por paciente ambulante ou acamado.

134. Resposta B Diante de um caso de hemorragia externa ?® prioridade cobrir o sangramento, aper- tando com firmeza o vaso afetado para evitar maior perda sang???¡nea.

Atadura ?® uma tira de pano de qualquer comprimento e largura, com v?írias finalid a- des. Como a atadura ?® colocada em contato com tecidos vitais requer na sua aplic a- ?º?úo cuidados, atendendo ao lugar exato e ?á extens?úo da les?úo, ?ás condi?º?Áes da circu- la?º?úo, ?á presen?ºa ou aus?¬ncia de tumor e edema, ?á intensidade da press?úo, ?á rela?º?úo entre as partes lesadas e as articula?º?Áes, ?á possibilidade de infec?º?úo e finalmente ao ??ltimo, mas n?úo o menos importante, ao conforto do paciente. Isto significa que ao aplicar uma atadura devemos considerar as condi?º?Áes dos vasos, nervos, m??sculos, pele e seus anexos visando ?á restaura?º?úo e preserva?º?úo das fun?º?Áes vitais.

136. Resposta A Esse aparelho ?® importante na medi?º?úo de press?úo intra-ocular para diagn??stico de muitas patologias, como o glaucoma.

137. Resposta E ? Lipodistrofia insul?¡nica - ?® o dist??rbio do metabolismo de gordura que ocorre no local da aplica?º?úo, podendo aparecer separadamente, representando perda da ? Edema insul?¡nico - ?® a reten?º?úo generalizada de l?¡quido ap??s estabelecer brus- camente o controle da glicose.

138. Resposta A Todo e qualquer material, independente do modo de esteriliza?º?úo a ser adotado, d e- vem ser lavados com ?ígua e sab?úo antes de ser esterilizado.

139. Resposta B 140. Resposta E No paciente que ser?í submetido ?á intuba?º?úo orotraqueal, deve-se imediatamente reti- rar pr??tese dent?íria e avaliar dentes frouxos.

141. Resposta C Ao se prestar os primeiros socorros a quem se encontra desmaiado devemos coloc?í- Io em dec??bito dorsal, com os membros inferiores um pouco elevados a fim de a u- mentar a press?úo arterial.

142. Resposta E A tapotagem ?® a medida utilizada para ajudar na elimina?º?úo de secre?º?úo br??nquica. 143. Resposta C O balan?ºo h?¡drico nos permite avaliar o equil?¡brio hidroeletrol?¡tico do paciente e dev e- mos anotar quantidades administradas e eliminadas durante 24 horas bem como ca- racter?¡sticas dos l?¡quidos, hor?írio, via de administra?º?úo e elimina?º?úo.

Diante de qualquer tipo de rea?º?úo apresentada pelo paciente que est?í recebendo uma hemotransfus?úo devemos: suspender a transfus?úo imediatamente, manter uma via com soro fisiol??gico, avisar o m?®dico, preparar oxig?¬nio, coletar sangue e uma amostra de urina, controlar os sinais vitais, medir diurese, seguir as indica?º?Áes do m?®dico, enviar ao servi?ºo de sangue a bolsa de transfus?úo, assim como o sistema que foi utilizado, recolher o material e registrar na folha de anota?º?Áes de enfermagem.

145. Resposta D Diante de um diagn??stico de edema agudo de pulm?úo devemos colocar o paciente ereto com as pernas e p?®s para baixo a fim de evitar o retorno venoso; administrar oxig?¬nio para melhorar a respira?º?úo; aplicar torniquetes rotativos (cerca de 20 minutos cada um) e administrar medica?º?Áes prescritas.

146. Resposta A As aplica?º?Áes frias t?¬m por finalidade: 147. Resposta B Regras na aplica?º?úo de uma atadura: ? Deixar, sempre que poss?¡vel, as extremidades do membro descobertas, a fim ? N?úo ajustar demais a atadura devido ao perigo de gangrena por falta de circu- ? N?úo deixar duas superf?¡cies em contato para evitar a forma?º?úo de escaras; Co- ? Proteger as sali?¬ncias ??sseas ou os ferimentos com curativos de gaze ou alg o- d?úo.

148. Resposta D Assist?¬ncia de enfermagem ap??s a morte: ? Limpeza do corpo, cavidades org?ónicas tamponadas, a fim de previr excre?º?Áes; ? Identificar o corpo, limpeza da unidade.

149. Resposta B Oligocolia ?® uma secre?º?úo biliar deficiente, podendo ser conseq??ente a v?írias condi- ?º?Áes m??rbidas, hep?íticas e biliares.

Durante uma crise convulsiva, o objetivo da enfermagem ?® evitar que o paciente se machuque. Isso inclui n?úo apenas apoio f?¡sico, mas tamb?®m psicol??gico. Ao acom o- d?í-Io no ch?úo, a cabe?ºa deve ser protegida com uma almofada, afrouxando as roupas apertadas, afastando qualquer m??vel contra o qual ele possa se ferir durante a crise. N?úo for?ºar o maxilar cerrado em espasmo, procurando abri-Io para inserir uma mor- da?ºa. Isto pode causar dentes quebrados e les?úo nos l?íbios e l?¡ngua. Nunca tentar segurar o paciente durante a convuls?úo, pois as contra?º?Áes musculares s?úo fortes e a conten?º?úo pode levar ?á fratura.

151. Resposta E O f?¡gado ?® um ??rg?úo volumoso que pesa cerca de 1.500g, localizado quase totalme n- te atr?ís das costelas, na por?º?úo superior direita da cavidade abdominal. As fun?º?Áes do f?¡gado s?úo in??meras e variadas. Este ??rg?úo recebe por meio da veia porta todo o sangue proveniente do trato gastrintestinal - sangue esse que carreia todos os produ- tos da digest?úo dos carboidratos e de prote?¡nas. Os carboidratos digeridos chegam ao f?¡gado em forma de glicose.

152. Resposta C Nos ferimentos nos quais h?í forma?º?úo de pus, o processo de restaura?º?úo n?úo ?® t?úo simples e r?ípido. Quando se faz a incis?úo, o abscesso esvazia parcialmente, mas as c?®lulas mortas e quase mortas que formam suas paredes s?úo ainda lan?ºadas em sua cavidade. Gradualmente, o material necr??tico desintegra-se e escapa, e a cavidade do abscesso enche-se de um tecido vermelho, macio e sens?¡vel, que sangra com faci- lidade. Ele ?® formado de capilares m?¡nimos de delicadas paredes, que crescem dos vasos pr??ximos, sendo cada bot?úo rodeado por c?®lulas que mais tarde formam o tec i- do conjuntivo. Esses bot?Áes, chamados granula?º?Áes, aumentam at?® preencher a ?í rea de tecido destru?¡do. As c?®lulas em volta dos capilares mudam sua forma arredondada; tornam-se longas e estreitas, entrecruzando-se para formar uma cicatriz. A cicatriza- ?º?úo ?® completa quando as c?®lulas da pele (epit?®lio) crescem sobre essas granul a- ?º?Áes.

153. Resposta A O sistema ??nico de sa??de (SUS) define vigil?óncia epidemiol??gica como um conjunto de a?º?Áes que proporcionam o conhecimento, a detec?º?úo ou preven?º?úo de qualquer mudan?ºa nos fatores determinantes e condicionantes de sa??de individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de preven?º?úo e controle das doen?ºas ou agravos.

154. Resposta D Nos casos de envenenamento por subst?óncias n?úo corrosivas, deve-se estimular i- mediatamente o v??mito a fim de evitar a absor?º?úo da mesma.

155. Resposta B ? Diagn??stico - apresenta?º?úo e determina?º?úo de uma doen?ºa, baseando a afir- ? Progn??stico - ju?¡zo m?®dico, baseado no diagn??stico e no tratamento, acerca da dura?º?úo e evolu?º?úo da doen?ºa.

O pulso pode ser verificado em qualquer parte do corpo por onde passe uma art?®ria superficial, por exemplo, radial, facial, temporal, car??tida, braquial, femoral, pediosa.

157. Resposta C Sifonagem ?® o m?®todo de transferir l?¡quido de um recipiente para outro atrav?®s de um tubo inclinado e pela press?úo atmosf?®rica. A lavagem do est??mago ?® uma sifonagem.

158. Resposta E Para coleta de urina ass?®ptica para cultura, deve-se fazer a higiene local e, ap??s, desprezar o primeiro jato da urina e coletar em frasco est?®ril. Os exames que podem ser feitos para o diagn??stico de infec?º?úo urin?íria incluem: 1. Gram de urina - permite, atrav?®s da detec?º?úo de bact?®rias coradas, ?á observa?º?úo pela microscopia ??ptica, o diagn??stico. H?í a correla?º?úo entre a presen?ºa de 1 bact?®ria por campo de imers?úo e resultados de cultura com crescimento de 105 Unidades For- madoras de Col??nias (UFC)/mL de urina. Quando a presen?ºa ?® de mais de cinco ba c- t?®rias, a sensibilidade do teste aumenta de 90% para 99%. Al?®m disso, em caso de dificuldade de diferencia?º?úo cl?¡nica do agente etiol??gico prov?ível, o exame possibilita a orienta?º?úo terap?¬utica, atrav?®s da observa?º?úo das caracter?¡sticas morfo-tintoriais, o que ?® extremamente ??til, sobretudo em casos de maior gravidade e necessidade imi- 2. Cultura de Urina - permite identificar o pat??geno, a contagem de col??nias e a reali- za?º?úo do antibiograma. ?ë o exame confirmat??rio da condi?º?úo cl?¡nica suspeitada e permite o conhecimento do perfil de sensibilidade dos organismos isolado, podendo - se adequar o tratamento, utilizando-se a droga de menor espectro, para efeitos e cus- to. Os valores a serem considerados como infec?º?úo s?úo vari?íveis. No caso do crit?®ri o tradicional, os valores s?úo de 105 UFC/mL de urina, quando coleta de jato m?®dio, por mic?º?úo espont?ónea. Podem ser considerados valores entre 102 e 104 em pacientes sintom?íticos. Em caso de coleta por pun?º?úo suprap??bica, todo e qualquer crescime n- 3. EAS - permite avaliar a presen?ºa de hemat??ria, pi??ria, protein??ria. N?úo permite a conclus?úo diagn??stica, j?í que hemat??ria e protein??ria podem, por exemplo, ocorrer em glomerulopatias como glomerulonefrite difusa aguda (GNDA) e s?¡ndrome nefr??tica (p.ex.: doen?ºa de Berger), respectivamente. Al?®m disso, a pi??ria pode se dar por co n- tamina?º?úo a partir de trato genital ou ser causada por infec?º?úo por Mycobacterium tuberculosis.

159. Resposta B Os locais como ombros, cotovelos, quadris e calcanhares s?úo os que sofrem mais press?úo no doente acamado e se n?úo massageados com freq???¬ncia para auxiliar a estimula?º?úo da circula?º?úo, s?úo os mais prop?¡cios ao aparecimento das escaras.

drogas imunossupressoras e altas doses de irradia?º?úo, e certos pacientes com linf o- mas ou leu cem ias.

161. Resposta E A capacidade do organismo em mover suas diversas partes m??veis e controlar esses movimentos de modo que eles sejam realizados coordenadamente depende da circ u- la?º?úo que os supre e nutre. Trata-se de uma manifesta?º?úo relativamente comum dos acidentes vasculares encef?ílicos (AVE). Este problema freq??entemente dificulta o s u- primento sang???¡neo ?ás ?íreas motoras, no lobo frontal do c?®rebro de um dos hemisf ?®- rios, com uma conseq??ente perda do funcionamento motor de um lado do corpo (h e- miplegia). As capacidades motoras necess?írias ?á fala podem tamb?®m ser lesadas se o acidente forma metade dominante do c?®rebro.

162. Resposta B As drogas que mostrarem mudan?ºa na cor, odor e consist?¬ncia, n?úo devem ser adm i- nistradas.

163. Resposta D A intuba?º?úo nasog?ístrica serve para alimentar e hidratar o paciente, administrar me- dica?º?úo oral e esvaziar o conte??do g?ístrico.

164. Resposta D Quimo ?® uma pasta semi-s??lida contida no est??mago, representando o produto de transforma?º?úo dos alimentos, processada pelo suco g?ístrico, mas que ainda n?úo pas- sou pelo duodeno.

165. Resposta D A lavagem intestinal, tamb?®m chamada de enema, ?® a instila?º?úo de uma solu?º?úo de n- tro do reto e do c??lon sigm??ide que tem por finalidades: ? Preparar o paciente para: opera?º?Áes, tratamentos e radiografias do trato intesti- ? Administrar medica?º?Áes que exer?ºam efeito local sobre a mucosa reta/.

166. Resposta C Uma c?ónula ?® introduzida na garganta do paciente para manter a l?¡ngua para frente e tornar aberta ?á via a?®rea. A obstru?º?úo da via a?®rea pode ser devida ?á queda da l?¡ n- gua. A hiperextens?úo do pesco?ºo com a cabe?ºa voltada para traz permite melhor vi- sualiza?º?úo do trato orotraqueal para introdu?º?úo da c?ónula.

168. Resposta B Fecaloma ?® o agrupamento de fezes que se torna compacto, e que se forma em de- corr?¬ncia de constipa?º?úo intestinal prolongada.

169. Resposta D ? Fratura obl?¡qua - o tra?ºo atravessa o osso obliquamente. Fratura espiral - a fra- tura forma uma rosca em torno do osso. Fratura cominutiva - osso que se parte ? Fratura epifis?íria - ocorre na ep?¡fise, impedindo o crescimento regular do osso.

170. Resposta A ? Cerume - ?® a cera que aparece no ouvido externo e que ?® retirada com a lava- ? Prurido - sensa?º?úo de coceira cut?ónea. Purul?¬ncia - estado que cont?®m pus. ? Hemorragia - escoamento de sangue fora de um vaso sang???¡neo lesado, na ? Odor f?®tido - cheiro desagrad?ível.

melhora. Nos anos 80, a doen?ºa atingia os chamados "grupos de risco" (homossexu- ais masculinos hemof?¡licos, usu?írios de drogas intravenosas, profissionais do sexo) e, progressivamente, foi atingindo mulheres (quase em mesma propor?º?úo que homens), pessoas que vivem em pa?¡ses em desenvolvimento ou subdesenvolvidos (95% dos casos) e n?úo poupou o interior, ou seja, a marca de doen?ºa urbana, ligada ?á promis- No Brasil, a enfermidade acompanha as tend?¬ncias epidemiol??gicas mundiais: ala s- trou-se para as pequenas cidades, para os locais mais pobres e rapidamente atingiu as mulheres e, conseq??entemente, as crian?ºas. Em um pa?¡s onde a comida, educa- ?º?úo, trabalho, sa??de e dignidade s?úo privil?®gios de poucos, mais uma mis?®ria floresce A transmiss?úo sexual ?® bidirecional, ou seja, pode ocorrer do homem para a mulher ou para outro homem e da mulher para o homem, pelo sexo vaginal, anal ou oral. O v?¡rus ?® tamb?®m transmitido da m?úe para o filho durante a gesta?º?úo, no parto e dura n- te o aleitamento e a contamina?º?úo pode ser reduzida drasticamente pelo uso de AZT profil?ítico, o que ressalta a import?óncia do diagn??stico precoce da infec?º?úo pelo HIV durante o pr?®-natal ou em qualquer per?¡odo durante a gesta?º?úo ou mesmo na hora do parto para que possa receber a medica?º?úo profil?ítica e a orienta?º?úo para n?úo ama- mentar com leite materno. A transmiss?úo parenteral: (sangue e derivados) reduziu-se de forma grandiosa com o controle do sangue antes de transfus?Áes, mas ainda ?® grande a contamina?º?úo pelo sangue entre usu?írios de drogas intravenosas. A conta- mina?º?úo decorrente de acidentes p?®rfuro-cortantes entre profissionais de sa??de, em- bora pouco freq??ente, ainda ocorre por n?úo serem seguidas adequadamente ?ás no r- Figura 1.171 Ciclo de replica?º?úo viral do HIV-1.

: Libera?º?úo de part?¡culas viral 172. Resposta A O plano de cuidados de enfermagem ?® di?írio, individual e ?® a prescri?º?úo de enferma- gem para o atendimento das necessidades b?ísicas de cada paciente.

? Anasarca - edema generalizado. Todo o corpo recebe, subcutaneamente, infil- 174. Resposta A ? Abras?úo - significa les?úo superficial externa da pele, por atrito ou raspagem, te- rap?¬utica ou acidental, deixando expostas as camadas internas. Essas esfola- duras s?úo comuns, principalmente nas crian?ºas, e n?úo s?úo graves. Pode san- grar ligeiramente; essa secre?º?úo sanguinolenta ao secar forma uma crosta. O principal perigo ?® infec?º?úo. Min??sculos organismos vivos (micr??bios) podem penetrar nos tecidos, onde produzem inflama?º?úo e pus, ou supura?º?úo. As esco- ria?º?Áes devem ser limpas com ?ígua fervida, fresca, ?á qual se adiciona algum ? Equimose - mancha escura resultante de hemorragia sob a pele e as mucosas. ? Incis?úo - abertura da pele ou das partes moles feita com instrumento cortante. ? Contus?úo - ferida fechada causada por um golpe no corpo por um objeto cego; ? Lacera?º?úo - tecido rasgado com as bordas da ferida irregulares.

175. Resposta B Na t?®cnica de cama de operado, os imperme?íveis s?úo colocados no centro do leito e no lado esquerdo da cabeceira que ?® o lado para o qual o paciente fica deitado a fim de n?úo molhar o len?ºol nos casos de v??mitos provocados pela pr??pria anestesia.

176. Resposta D Para proteger uma determinada regi?úo do corpo contra o peso das cobertas, princi- palmente nos casos de queimaduras, utilizam-se os arcos.

177. Resposta E Fratura ?® a quebra da continuidade do osso e define-se de acordo com o tipo e a ex- tens?úo. A redu?º?úo de uma fratura refere-se ?á restaura?º?úo dos fragmentos da fratura numa rota?º?úo e num alinhamento anat??mico, t?úo correto quanto poss?¡vel. Isso ?® ex e- cutado pela manipula?º?úo fechada ou aberta. Quase sempre a redu?º?úo fechada ?® con- seguida colocando-se os fragmentos ??sseos em contato, e usando-se a manipula?º?úo e a tra?º?úo manual. A tra?º?úo ?® uma for?ºa aplicada em duas dire?º?Áes. Este m?®todo p o- de ser empregado para fraturas de quais quer ossos longos.

178. Resposta B ? Nict??ria - aumento patol??gico da elimina?º?úo de urina durante a noite. ? Poli??ria - aumento patol??gico da quantidade de urina excretada nas 24 horas. ? Polaci??ria - emiss?úo freq??ente de urina.

De acordo com a maneira como ?® produzida, as feridas s?úo classificadas em: ? Perfurantes (puntiformes) - provocadas por instrumentos pontiagudos; ? Laceradas - produzidas por acidentes, principalmente por m?íquinas, apresen- tam grandes rasg?Áes.

180. Resposta B Bi??psia ?® a retirada de fragmentos de mat?®ria viva, ??rg?úo ou tecido, tendo o diagn??s- tico como objetivo.

181. Resposta A Febre intermitente s?úo eleva?º?Áes e quedas bruscas de temperatura, sendo esta ??lt i- ma, ?ís vezes, abaixo do normal.

182. Resposta B Olig??ria ?® a escassa elimina?º?úo de urina, podendo ser devida, sobretudo, a problemas renais (como no caso da insufici?¬ncia renal aguda) e circulat??rios (como, por exemplo, nos enfermos com choque).

183. Resposta C Hematose ?® o processo de transforma?º?úo de sangue venoso em arterial, fen??meno este que ocorre nos pulm?Áes.

184. Resposta E Ur?®ia ?® o produto da degrada?º?úo final das prote?¡nas do organismo e deve ser excr e- tado pela bexiga.

185. Resposta D ? Contus?úo - les?úo produzida por choque, provocando compress?úo violenta, ge- ralmente brutal, sem ferimento da pele. A contus?úo pode ser leve (equimose simples) ou grave, complicada por les?Áes musculares, vasculares, nervosas ou viscerais, segundo a regi?úo atingida. Isso produz a colora?º?úo da pele conhecida como hematoma (mancha roxa), a qual gradualmente se torna marrom, e de- ? Entorse (tor?º?úo) - les?úo traum?ítica de uma articula?º?úo, com distens?úo ou lace- ra?º?úo de um ou v?írios ligamentos, sem deslocamento das superf?¡cies articula- ? Luxa?º?úo - deslocamento anormal das extremidades ??sseas de uma articula?º?úo ? Necrose - processo de degenera?º?úo levando ?á destrui?º?úo de uma c?®lula ou te- cido.

? Distens?úo - tor?º?úo ou tens?úo violenta de m??sculos ou ligamentos de uma articu- la?º?úo, geralmente ap??s esfor?ºo exagerado em atividades f?¡sicas. Podem ser la- cera?º?Áes musculares microsc??picas e incompletas, com algum sangramento para o interior do tecido.

186. Resposta E Nebuliza?º?úo ?® uma forma de tratamento curativo e preventivo das v?írias afec?º?Áes pulmonares, atrav?®s de subst?óncias especiais associadas ao oxig?¬nio. O aparelho utilizado (o nebulizador) funciona como uma corrente de ar em movimento que reduz a press?úo do ar, que fica n?¡vel superior. A press?úo do ar sendo menor que a press?úo que impulsiona para cima o l?¡quido existente no nebulizador, for?ºa-o para a ?írea de menor press?úo e forma o aerossol (vaporiza?º?úo fina que poder?í ser absorvida pelo trato respirat??rio, fluidificando desta forma as secre?º?Áes ali existentes a fim de que sejam expelidas).

187. Resposta D Paciente inconsciente, com reflexo corneano ausente, para ter preservada a sua fun- ?º?úo visual, dever?í ter os olhos irrigados com soro fisiol??gico a fim de que se evite o ressecamento ?ás c??rneas.

188. Resposta C ? Cianose - colora?º?úo azulada da pele (em especial os l?íbios, os dedos e o pavi- ? Dispn?®ia - encurtamento ou dificuldade na respira?º?úo que pode ser causada por dist??rbios card?¡acos ou respirat??rios ou exerc?¡cio extremo.

189. Resposta C 190. Resposta C Para o paciente com reten?º?úo Urinaria, existem alguns cuidados b?ísicos de enferm a- gem para faz?¬-Io urinar, antes que se proceda a cateteriza?º?úo vesical. S?úo eles: ? Fazer com que o paciente beba maior quantidade de ?ígua, se n?úo houver con- tra-indica?º?úo.

Per?¡odo de a?º?úo das prepara?º?Áes insul?¡nicas depois de inje?º?úo subcut?ónea: A?º?úo Tipo de insulina In?¡cio da a?º?úo (H) Pico (H) Dura?º?úo (H) R?ípida Cristalina-zinco (re- gular) semilenta 1 3 6 Intermedi?íria Globina NPH lenta 2 8 24 Per?¡odo em que h?í maior probabilidade de ocorrer hipoglicemia Antes do almo?ºo De tarde LentaProtamina-zinco ul- tralenta6 16 4 Durante a noite

192. Resposta B A verifica?º?úo da temperatura bucal ?® contra-indicada em crian?ºas e doente mental, pois o term??metro deve ficar com a coluna de merc??rio abaixo da l?¡ngua durante 5 a 7 minutos e neste tipo de paciente torna-se dif?¡cil a perman?¬ncia dos mesmos im??veis.

193. Resposta D A posi?º?úo correta p??s-biopsia renal ?® o dec??bito ventral, para evitar compress?úo ab- dominal e sangramento.

194. Resposta D ? Posi?º?úo de Sims - dec??bito lateral esquerdo com quadril e joelho direito flexio- ? Posi?º?úo de Fowler - cabeceira do leito elevada com um ?óngulo de 45??, posi?º?úo semi-sentada; utilizada para paciente que se alimenta no leito, inser?º?úo de ca- teter nasog?ístrica: ? Posi?º?úo de Trendelenburg - a grade da cama dever?í estar inclinada com a ca- beceira c: leito para baixo. ?ë utilizada para drenagem postural. Facilitar o retor- ? Posi?º?úo Litot??mica - o quadril sobressai do bordo das mesas. Utilizada para e- xames e/ou cirurgias ginecol??gicas.

195. Resposta C ? S?úo indica?º?Áes para cateterismo vesical intermitente: ? Al?¡vio do desconforto e da distens?úo vesical proporciona a descompress?úo; ? Tratamento em longo prazo de pacientes com les?Áes da medula espinhal, de- genera?º?úo neuromuscular ou bexiga incompetente.

196. Resposta C ? Hiperplasia - ?® a prolifera?º?úo anormal das c?®lulas num tecido, tendo como con- ? Metaplasia - refere-se ?á altera?º?úo revers?¡vel na qual um tipo de c?®lula adulta ?® reposta por um outro tipo de c?®lula.

197. Resposta E ? Hiperplasia - aumento num?®rico das c?®lulas de um determinado tecido. ? Metaplasia - transforma?º?úo de uma forma de tecido adulto, em outra, como a substitui?º?úo do epit?®lio respirat??rio por epit?®lio escamoso e estratificado. ? Anaplasia - perda de diferencia?º?úo das c?®lulas e de sua orienta?º?úo, umas em rela?º?úo ?ás outras e ?á estrutura axial e vasos sang???¡neos uma caracter?¡stica de ? Neoplasia - s?úo novas forma?º?Áes teciduais de c?®lulas, de crescimento aut??no- mo, aparentemente sem utilidade para o organismo, ?á custa do qual se nutre. O crescimento ?® ilimitado nas neoplasias malignas (ou c?ónceres), mas n?úo ?® em todos os benignos.

A principal complica?º?úo do cateterismo vesical ?® a infec?º?úo urin?íria, que pode se dar atrav?®s de manipula?º?úo do cateter com o meio externo. Manter o coletor abaixo do n?¡vel da bexiga evita o refluxo. A perman?¬ncia do cateter al?®m do tempo permitido tamb?®m ?® causa da infec?º?úo.

199. Resposta D O prontu?írio ?® ??til ao paciente e a todos os profissionais de sa??de. Seu prop??sito i n- clui a comunica?º?úo, a contabilidade financeira, a educa?º?úo, o hist??rico, a pesquisa, a auditoria e documenta?º?úo legal.

200. Resposta E Para a enfermagem cabe a responsabilidade de observar e anotar cuidadosamente as rea?º?Áes do paciente e para que esses registros sejam precisos (oferecidos e elimina- dos), o enfermeiro necessita estar a par dos princ?¡pios b?ísicos que envolvem o c o- nhecimento: ? Dos m?®todos de introdu?º?úo e das vias de elimina?º?úo dos l?¡quidos org?ónicos; ? Dos fatores que afetam o equil?¡brio eletrol?¡tico.

201. Resposta D O otosc??pio ?® o instrumento utilizado para exame direto do conduto auditivo, especi- almente indicado nas afec?º?Áes do ouvido externo e na suspeita de otite m?®dia aguda (OMA).

202. Resposta C Os cuidados com a pele do paciente protegem o mesmo de poss?¡veis infec?º?Áes, ativa a circula?º?úo e promove o fortalecimento dando conforto e al?¡vio da ?írea corporal.

203. Resposta B O l?¡quido cerebrospinhal ?® obtido atrav?®s de pun?º?úo lombar ou suboccipital. Quanto ?á cor e aspecto, em seu estado normal apresenta-se incolor, l?¡mpido, cristalino e sem hem?ícias. Em seu estado patol??gico pode ser: Uma das principais condi?º?Áes diagnosticadas atrav?®s do l?¡quor ?® a meningite bacter i- ana aguda (MBA). O l?¡quor na MBA apresenta celularidade muito aumentada (> 500 c?®lulas/mm3 ÔÇô normal de 0 a 5 c?®lulas/mm3), glicorraquia baixa (normal = 40 a 60 mg/dL) e proteinorraquia elevada (normal = 20 a 40 mg/dL). Deve ser tamb?®m solic i- tada a bacterioscopia pelo Gram, com a seguinte interpreta?º?úo: ? Cocobacilos Gram-negativos: Haemophilus influenzae;

SITUA?ç?âO CL?ìNICA F?¡stula liqu??rica e fraturas de base de cr?ónio Deriva?º?úo ventr?¡culo – perito- neal Trauma craniano aberto P??s-neurocirurgia Sinus dermal P??s-raquicentese Estrongiloid?¡ase disseminada Otite m?®dia cr??nica Alcoolismo MBA de repeti?º?úo PAT?ôGENOS ASSOCIADOS Enterobacter?¡aceae, Streptococcus agalactiae, Listeria mo- nocytogenes e Staphylococcus aureus (se ocorr?¬ncia de Enterobacter?¡aceae, Neisseria meningitidis, Haemophilus N. meningitidis e S. pneumon?¡ae S. pneumon?¡ae e H. ?¡nf/uenzae Staphylococcus ep?¡derm?¡dis, S. aureus e Enterobacter?¡a- S. aureus e Enterobacter?¡aceae S. aureus e Enterobacter?¡aceae S. aureus e Pseudomonas aerug?¡nosa Enterobacter?¡aceae S. pneumon?¡ae e Enterobacter?¡aceae S. pneumon?¡ae e Enterobacter?¡aceae S. pneumon?¡ae e H. ?¡nfluenzae A pesquisa de ant?¡genos bacterianos no l?¡quor pela t?®cnica de l?ítex tem alta sensibili- dade (90 a 95%), enquanto a cultura liqu??rica ?® diagn??stica em cerca de 70% dos c a- Outro ponto importante, ainda em rela?º?úo ?á meningite bacteriana aguda (MBA): todo paciente com suspeita desta condi?º?úo deve ter coletadas amostras de sangue pa ra hemoculturas antes do in?¡cio da antibi??ticoterapia (coletar tr?¬s amostras com intervalo de 15 minutos entre elas), exceto se o estado do paciente for muito cr?¡tico – neste ca- so, coletar duas amostras com intervalo de 5 minutos e inicia-se logo o antimicrobia- no.

204. Resposta E Na administra?º?úo de medicamentos por via intramuscular, a agulha ?® inserida na pele, formando um ?óngulo de 90??, indo alcan?ºar o tecido muscular. Geralmente essa via ?® escolhida por ser a subst?óncia muito irritante e ser de dif?¡cil absor?º?úo (em geral as oleosas). Ver Figura 1.41.

206. Resposta E A aferi?º?úo da temperatura em via bucal ?® contra-indicada em pacientes inconscientes; nas inflama?º?Áes da boca (estomatites); ap??s ingerir l?¡quidos muito quentes ou muito frios e em crian?ºas.

207. Resposta D Na administra?º?úo de medicamentos via subcut?ónea, a agulha ?® inserida na pele for- mando um angulo de 45??, indo alcan?ºar somente o tecido subcut?óneo. Essa via ?® e s- colhida para pequenas quantidades de medicamento de f?ícil absor?º?úo e n?úo irritantes do tecido. Ver Figura 1.41.

208. Resposta B ? Normal – eupn?®ia ? Dif?¡cil ou superficial – dispn?®ia ? R?ípida – taquipn?®ia ou hiperpn?®ia ? Lenta – bradipn?®ia ? Parada – apn?®ia ? Falta de ar em posi?º?úo deitada – ortopn?®ia.

209. Resposta C Um dos principais cuidados com o sistema de drenagem tor?ícica ?® evitar a entrada de ar no sistema, por isso o frasco deve ficar sempre em n?¡vel mais baixo que o corpo e ao se manipular o sistema deve-se usar 2 pin?ºas para impedir o refluxo.

210. Resposta B Cistosc??pio, aparelho utilizado para exame urol??gico que adentra a bexiga, permitindo a explora?º?úo do ??rg?úo.

211. Resposta A Os eritr??citos constituem a grande maioria das c?®lulas sang???¡neas e s?úo essencia l- mente respons?íveis pela cor desse tecido l?¡quido. H?í cerca de 5.000.000 de eritr??ci- tos por mm3 de sangue e sua fun?º?úo principal ?® transportar oxig?¬nio.

212. Resposta A Ao se fazer qualquer aplica?º?úo de medicamentos na regi?úo do gl??teo deve-se ter o cuidado de dividir a n?ídega em 4 partes e proceder a administra?º?úo no quadrante su- perior externo para que n?úo haja perigo de se atingir o nervo ci?ítico.

A nebuliza?º?úo, tamb?®m chamada aerossolterapia, ?® uma forma de tratamento curativo e preventivo das v?írias afec?º?Áes pulmonares, atrav?®s de subst?óncias especiais asso- ciadas ao oxig?¬nio.

214. Resposta D As secre?º?Áes s?úo aspiradas por um cateter esterilizado de polietileno ou borracha. O cateter umedecido com solu?º?úo salina est?®ril ?® ent?úo introduzido 15 a 20cm. O cateter deve ser retirado lentamente para n?úo irritar o revestimento da traqu?®ia, a suc?º?úo ?® desligada ?á medida que o cateter ?® introduzido e ligada ao ser retirado. A cada asp i- rada, lavar o cateter em solu?º?úo salina.

215. Resposta D O rim regula a concentra?º?úo dos constituintes dos l?¡quidos corporais, ou seja, a quan- tidade de ?ígua e eletr??litos como pot?íssio, c?ílcio, f??sforo, hidrog?¬nio etc.

216. Resposta A Varia?º?Áes da PA: 217. Resposta E Pela via intrad?®rmica s?úo administradas pequenas quantidades de drogas. A agulha ?® inserida na pele, formando um ?óngulo de cerca de 15??. Essa via ?® mais usada para vacina?º?Áes. Ver, Figura 1.41.

218. Resposta A Eletrocardiografia ?® o tra?ºado que o eletrocardi??grafo faz sobre um papel milimetrado, resultado das oscila?º?Áes el?®tricas registradas durante o batimento card?¡aco, no mi o- c?írdio.

219. Resposta D Hipoxia resulta em transporte inadequado de oxig?¬nio pelo sangue. O transporte de oxig?¬nio dos tecidos depende de muitos fatores: d?®bito card?¡aco, conte??do arterial de oxig?¬nio e necessidades metab??licas. A hipoxia que se desenvolve rapidamente traz mudan?ºas ao sistema nervoso central, pois os centros superiores s?úo mais sens?¡veis ?á priva?º?úo de oxig?¬nio.

onadas em ?óngulo reto. A posi?º?úo ?® mantida, colocando-se os p?®s em estribos. Qua- se todas as opera?º?Áes perineais, retais e vaginais requerem esta posi?º?úo. Ver Figura 1.194.

221. Resposta E A posi?º?úo de Fowler (ver Figura 1.47) ?® indicada para: ? Relaxar os m??sculos abdominais.

222. Resposta B Posologia ?® o estudo das doses. A dose ?® a quantidade de uma droga administrada no organismo, a fim de produzir efeito terap?¬utico. Pode ser classificada em: m?íxima, m?¡nima, t??xica, letal.

223. Resposta C Clister ou enema ?® a introdu?º?úo de pequena quantidade de l?¡quido no intestino, utili- zada especificamente para amolecer as fezes.

224. Resposta C Sinais s?úo altera?º?Áes que se pode observar ou que s?úo reveladas por m?®todos esp e- ciais de exame. Todas as partes vis?¡veis do corpo podem mostrar modifica?º?Áes que s?úo de grande import?óncia no diagn??stico.

225. Resposta C Ao fazer qualquer aplica?º?úo no gl??teo, ?® necess?írio observar bem o local da introd u- ?º?úo da agulha, por haver perigo de ser atingido o nervo ci?ítico. Para evitar isso, basta Faz-se uma linha que vai da crista il?¡aca ?á parte mais volumosa da n?ídega, e outra que vai das ??ltimas v?®rtebras sacras ?á parte superior da articula?º?úo coxofemoral. A inje?º?úo intramuscular ?® feita no quadrante superior externo. Em geral, d?í-se prefer?¬n- cia ?á regi?úo gl??tea para as inje?º?Áes dolorosas e de dif?¡cil absor?º?úo devido grande massa muscular ÔÇô gl??teo grande m?®dio e m?¡nino – e, portanto, um grande n??mero de vasos, conseq??entemente maior irriga?º?úo sang???¡nea, o que favorece a absor?º?úo mais r?ípida da medica?º?úo.

ca celular e imunit?íria. Inflama?º?Áes em qualquer parte do corpo e doen?ºas com for- ma?º?Áes de abscesso quase sempre provocam eleva?º?Áes na contagem do leucograma devido ao aumento de leuc??citos polimorfonucleares. Na pneumonia, por exemplo, a contagem de leuc??citos pode ser de 10.000/mm3 ou mais. Em certas infec?º?Áes, os leuc??citos podem n?úo aumentar e realmente diminuem de n??mero; n?úo apenas a con- tagem total, mas tamb?®m a contagem relativa das diversas variedades de leuc??citos constitui como um aux?¡lio importante no diagn??stico.

227. Resposta C Escara ?® uma les?úo com tend?¬ncia ?á gangrena ou necrose do tecido, devido ?á pre s- s?úo que limita a ?írea de nutri?º?úo e que se abre em certas partes do corpo, principal- mente em ?íreas de protuber?óncia ??ssea.

228. Resposta C A lavagem externa ?® a higiene da genit?ília e da regi?úo anal e est?í indicada: ? Preparo para exames ginecol??gicos e urol??gicos.

229. Resposta B A primeira bulha (B1) card?¡aca corresponde ao fechamento das v?ílvulas mitral e tr i- 230. Resposta E A policitemia ?® caracterizada pela produ?º?úo excessiva de c?®lulas eritr??ides, com co n- seq??ente eleva?º?úo do n?¡vel de hemoglobina e hemat??crito. O paciente apresenta pr u- rido, f?ícies plet??rica, ingurgita?º?úo da veia retiniana, comprometimento da circula?º?úo 231. Resposta A A di?ílise peritoneal deve ser realizada preferencialmente em balan?ºa-leito, pois o pe- so ajuda na observa?º?úo do estado de hidrata?º?úo do paciente.

232. Resposta B O pulso pode ser verificado nas art?®rias: radial, facial temporal, car??tida, braquial, fe- moral e pediosa.

233. Resposta B As fezes devem ser enviadas ao laborat??rio no m?íximo 24 horas ap??s coleta (sendo conservadas em geladeira) para que n?úo haja descaracteriza?º?úo do material.

absorvido Pode-se efetuar a indu?º?úo do v??mito (se n?úo for subst?óncia corrosiva) ou lavagem g?ístrica.

235. Resposta A Quando da ingest?úo de gasolina, produto t??xico e corrosivo, devemos proceder im e- diatamente a instala?º?úo de cateter nasog?ístrico a fim de iniciar lavagem g?ístrica.

236. Resposta C Acidente mec?ónico pode ser causado por traumatismos e quedas, bem como por ap a- relhos. O paciente pode sofrer traumatismos e fraturas, se cair da cama ou da janela, ao levantar da cama ou ao andar em pisos escorregadios. Tamb?®m pode cair, se n?úo lhe foi oferecida seguran?ºa, ao ser passado da cama para a maca, ou da cadeira de rodas e vice-versa.

237. Resposta C O choque ?® um estado agudo, causado pela diminui?º?úo de fluxo sangu?¡neo adequado a manuten?º?úo da perfus?úo tecidual sist?¬mica, ocasionando preju?¡zos ?á fun?º?úo celular. O quadro cl?¡nico ?® sempre grave, mas apresenta varia?º?Áes nos sinais e sintomas, conforme a causo do choque. De uma maneira geral, encontra-se: ? Altera?º?Áes neurossensoriais.

238. Resposta E A massagem card?¡aca ?® feita com o paciente em dec??bito dorsal horizontal em supe r- f?¡cie r?¡gida. O socorrista dever?í aplicar inicialmente um soco precordial no ter?ºo m?®dio do esterno colocar a parte proximal de uma das m?úos sobre o ter?ºo inferior do esterno e acima do ap?¬ndice xif??ide, apoiando a parte proximal da outra m?úo sobre a primei- ra, tomando cuidado para n?úo encostar os dedos sobre as costelas. Com os bra?ºos esticados, comprimir verticalmente o t??rax do paciente, utilizando-se do peso do pr??- prio dorso. O deslocamento do esterno (de 3,5 a 5,0 cm) promove a compress?úo do cora?º?úo contra a coluna vertebral e, conseq??entemente, a eje?º?úo do sangue dos ve n- tr?¡culos. Ver Figura 1.123.

239. Resposta D Imobilizar o membro afetado, cortando as roupas, se necess?írio, e manipulando o menos poss?¡vel; utilizar ataduras de crepom; utilizar coxins para as extremidades de duas superf?¡cies cut?óneas; aguardar exame m?®dico.

Cuidados de enfermagem com fratura exposta: ? Proteger o ferimento com gaze ou pano limpo; imobilizar o membro afetado como ele se apresenta; n?úo tentar colocar o osso no lugar; preparar o paciente para cirurgia.

241. Resposta A O pulso pode ser verificado nas art?®rias: radial, facial, temporal, car??tida, braquial, femoral e pediosa, sendo a art?®ria radial o local mais comum de verifica?º?úo.

242. Resposta E Bradipn?®ia, ritmo de respira?º?úo lenta, ocorrendo em v?írias circunst?óncias cl?¡nicas, como na hipertens?úo intracraniana.

243. Resposta E O local de verifica?º?úo da PA ?® mmss (membros superiores), devendo o manguito ser colocado acima da prega do cotovelo e o estetosc??pio com o diafragma voltado para a art?®ria braquial.

Biosseguran?ºa 01. A medida mais importante na preven?º?úo infec?º?úo no rec?®m-nascido consiste em:

A. Sanificar o lact?írio semanalmente B. Desinfectar o ber?º?írio semanalmente C. Esterilizar as fraldas previamente D. Lavar as m?úos antes de manusear o beb?¬ E. Administrar antibi??ticos preventivos

02. Antes de iniciar qualquer cuidado de enfermagem com o paciente, o primeiro passo ?®:

A. Trocar a roupa de cama do paciente B. Preservar a individualidade do paciente C. Cobrir o paciente com len?ºol est?®ril D. Lavar as m?úos com ?ígua e sab?úo E. Proteger o uniforme com avental de pl?ístico

03. O material est?®ril, pronto para ser usado num curativo, ?® considerado:

A. Flambado B. Ass?®ptico C. Desinfetado D. Desinfestado E. Contaminado

04. A lavagem meticulosa das m?úos pelos profissionais de sa??de e visitantes contribui significativamente para a interrup?º?úo do ci- clo da infec?º?úo:

A. Recorrente B. Cruzada C. Vertical D. Concomitante E. Comunit?íria

05. A maneira pela qual o t?®cnico de enfer- magem pode evitar a dissemina?º?úo de uma infec?º?úo ?®:

A. Mantendo o instrumental cir??rgico lava- do B. Lavando as m?úos apenas ap??s o plan- t?úo C. Utilizando t?®cnica ass?®ptica para todas as a?º?Áes D. Lavando os recipientes de excretas do paciente E. Carregando roupas de cama junto ao corpo

06. Lavar as m?úos entre um cuidado de en- fermagem e outro ?® importante para:

A. Manter a higiene das m?úos C. N?úo contaminar o material D. Evitar a infec?º?úo entre os pacientes E. Evitar a infec?º?úo cruzada e a autocon- tamina?º?úo

07. A esteriliza?º?úo mais eficiente de material ?® conseguida com o uso de:

A. Estufa B. Autoclave C. Formalina D. Ultravioleta E. ?ügua em ebuli?º?úo

patog?¬nicos num objeto qualquer denomina- se: A. Esteriliza?º?úo B. Assepsia C. Anti-sepsia D. Sanifica?º?úo E. Nenhuma das alternativas anteriores

09. A esteriliza?º?úo por estufa ?® um m?®todo por calor seco, o qual, para ser realizado satisfatoriamente, deve atingir a temperatura em graus Celsus:

A. 90?? a 120?? B. 100?? a 110?? C. 120?? a 160?? D. 140?? a 160?? E. 150?? a 180??

10. Os recursos utilizados para impedir a contamina?º?úo de um meio denomina-se:

A. Desinfec?º?úo B. Anti-sepsia C. Assepsia D. Limpeza E. Esteriliza?º?úo

11. Durante a aspira?º?úo de secre?º?Áes da ?írvore br??nquica, o uso de luvas est?®reis ?® obrigat??rio para prevenir contamina?º?úo do:

A. Ambiente B. Paciente C. Profissional D. Material E. Nenhuma das alternativas anteriores

12. Assepsia ?® o termo que significa: 80 A. Emprego de subst?óncias qu?¡micas com o fim de inibir os germes e impedir a sua prolifera?º?úo B. Subst?óncia da qual um agente infeccio- so passa diretamente a um hospitaleiro C. Conjunto de medidas usadas para evitar a contamina?º?úo do material ou do meio am- biente evitando a ocorr?¬ncia de infec?º?Áes D. Destrui?º?úo de qualquer forma de vida usando-se um agente esterilizante E. Presen?ºa de agentes infecciosos na superf?¡cie do corpo, no meio ambiente ou em qualquer tipo de objeto inanimado.

13. Para limpeza da unidade do paciente, um dos utens?¡lios necess?írios ?®:

A. Purificador de ar B. Sabonete em barra C. Solu?º?úo desinfetante D. Nenhuma das alternativas anteriores

14. Dentre as assertivas a seguir, relaciona- das ao manuseio de material esteriliza?º?úo marque a assertiva incorreta:

A. Deve-se lavar sempre as m?úos ao lidar com material esterilizado B. Deve-se retirar o material esterilizado sempre com o aux?¡lio de pin?ºa est?®ril ou luvas est?®reis C. Deve-se deixar o material, durante a D. O material ??mido deve ser deixado em repouso, pelo tempo necess?írio, at?® que E. Deve-se verificar a data da esteriliza?º?úo 15. Dentre as afirma?º?Áes a seguir, marque aquela que ser?í correta, como preven?º?úo e controle das infec?º?Áes hospitalares:

B. Lavar as m?úos sempre que necess?írio e com muito rigor C. Impedir que pessoas com sintomas de infec?º?úo tenham contato com pacientes hospitalares D. Isolar os pacientes portadores de doen- ?ºas transmiss?¡veis E. Todas as afirma?º?Áes acima est?úo corre- tas

16. Considerando os acidentes mec?ónicos e sua preven?º?úo, marque a assertiva incorre- ta: A. Acidente mec?ónico ?® aquele causado por traumatismo e quedas, bem como por B. Deve-se oferecer seguran?ºa ao pacien- te ao pass?í-Io do leito para a maca e vice- versa C. Deve-se encerar o piso das enfermarias no hor?írio de visitas D. Deve-se manter os aparelhos firmes em seus lugares e fora do tr?ónsito E. Deve-se usar grades nos casos de pa- cientes inconscientes e agitados

17. Com o objetivo de controlar a dissemi- na?º?úo de microrganismos patog?¬nicos, o t?®cnico de enfermagem, ao realizar um cura- tivo, dever?í limpar o ferimento do enfermo mando o seguinte cuidado:

A. Inutilizar a gaze ap??s cada passagem pelo ferimento B. Come?ºar a limpeza do centro para as bordas do ferimento C. Umedecer a gaze com ?ígua oxigenada at?® o curativo soltar D. Limpar o ferimento levemente com o medicamento prescrito E. Levantar o curativo pela parte de fora, se estiver manchado de secre?º?úo.

18. A lavagem externa ass?®ptica ?® indicada nos casos de interven?º?úo cir??rgica no per?¡neo e regi?Áes vizinhas com a finalidade de: A. Diminuir o edema B. Evitar infec?º?úo C. Prevenir escara D. Diminuir hemorragia E. Nenhuma das alternativas anteriores

19. Dentre os fatores que influenciam o apa- recimento da infec?º?úo, podemos citar:

A. Grau de temperatura B. A data da esteriliza?º?úo C. N??mero de microrganismos invasores, D. Somente o n??mero de microrganismos invasores

20. Quando o paciente vai a ??bito, a limpeza a ser realizada ?® a:

A. Di?íria B. Da mesinha C. Da enfermaria D. Geral do leito E. Nenhuma das alternativas anteriores

21. Quando ?® solicitado o exame de cultura da urina, o recipiente deve ser:

A. Limpo com ?ígua e sab?úo B. Lavado em ?ígua corrente C. Esterilizado D. Lavado e desinfetado E. Limpo com ?ílcool a 96??

22. Na t?®cnica b?ísica de lavagem das m?úos, devemos enxugar as mesmas, prefe- rencialmente com:

B. Toalha de pano C. Papel toalha D. Algod?úo E. Todas est?úo corretas

23. Infec?º?úo nasocomial ?®: A. A infec?º?úo que acomete qualquer pes- soa fora do hospital B. Tamb?®m chamada de infec?º?úo hospita- lar, ?® a que acomete o paciente durante a C. Tamb?®m chamada de infec?º?úo hospita- lar, por?®m acomete o paciente ap??s cerca de mais ou menos 60 dias de hospitaliza- D. Aquela que acomete o paciente 6 me- ses ap??s a interna?º?úo E. Nenhuma das alternativas anteriores

24. Antes de introduzir a agulha no frasco- ampola, a tampa de borracha deve ser limpa com o seguinte produto:

A. ?ülcool-iodado B. ?ëter C. ?ülcool a 70% D. PVPI E. ?ügua oxigenada

25. A urina deve ser coletada em recipiente esterilizado, quando o exame solicitado ?®:

A. Teste de gravidez B. Pesquisa de sangue oculto C. Prova de fun?º?úo renal D. Urinocultura E. Presen?ºa de elementos anormais e sedi- mento

26. Na coleta de material para exame, deve- se, como cuidado de enfermagem: 82 A. Guardar o pedido de exame ao enviar o material ao laborat??rio B. Preparar e identificar os recipientes C. Manter sigilo quanto ?á coleta D. Despreocupar os familiares do paciente quanto ao resultado E. Nenhuma das alternativas anteriores

27. Um material est?®ril significa que est?í: A. Completamente ausente de germes B. Com germes infectantes presentes C. Contaminado D. Com cerca de 50% de germes patog?¬ni- cos

28. Dentre os materiais de uso hospitalar, os considerados objetos semicr?¡ticos s?úo:

A. Agulhas e roupas de cama B. Term??metro e tubos endotraqueais C. Estetosc??pios e instrumentos cir??rgicos D. Comadres e endosc??pios gastrintestinais E. Nenhuma das alternativas anteriores

29. O processo de limpeza da pele para apli- ca?º?úo de uma inje?º?úo intravenosa denomina- se:

A. Assepsia B. Degerma?º?úo C. Desinfec?º?úo D. Anti-sepsia E. Esteriliza?º?úo

C. ?ügua oxigenada a 10% D. ?ülcool iodado a 0,5% E. Nenhuma das alternativas anteriores

31. O exterm?¡nio de parasitos, existentes e um indiv?¡duo ou em seu ambiente, ?® realizado mediante o seguinte processo:

A. Assepsia B. Degerma?º?úo C. Desinfec?º?úo D. Esteriliza?º?úo E. Desinfesta?º?úo

32. A opera?º?úo de desinfec?º?úo que deve ser feita na unidade do paciente, quando este tem alta, chama-se desinfec?º?úo:

A. Pr?®-admissional B. Di?íria da unidade C. Terminal D. Geral da unidade E. Ass?®ptica

33. A esteriliza?º?úo de instrumentos cortantes, seringas e agulhas reutiliz?íveis, pelo processo de calor seco, ?® feita a uma temperatura, em graus cent?¡grados, de:

A. 140 B. 150 C. 160 D. 170 E. 180 34. Na preven?º?úo da infec?º?úo hospitalar con- sideramos fator indispens?ível:

A. A utiliza?º?úo de material descart?ível B. Uso de m?íscara e luvas C. Isolamento de contato D. Degerma?º?úo das m?úos E. A utiliza?º?úo de antibi??ticos

35. O emprego de subst?óncias qu?¡micas com a finalidade de inibir os germes e impedir a sua prolifera?º?úo chama-se:

A. Desinfec?º?úo B. Anti-sepsia C. Esteriliza?º?úo D. Assepsia E. Desinfesta?º?úo

36. Assinale a op?º?úo incorreta sobre o proces- so de esteriliza?º?úo pelo calor seco:

A. ?ë recomendado apenas quando o material a ser esterilizado n?úo pode ser submetido ?á a?º?úo do vapor B. ?ë inadequado para tecido e borracha C. A temperatura utilizada neste processo varia de 140?? e 180??C D. Por ser mais penetrante que o calor ??mi- do, o processo requer pouco tempo para atin- E. A estufa n?úo pode ser aberta durante o processo

37. Qual o tempo de esteriliza?º?úo de um mate- rial de borracha, para que n?úo haja o risco de danific?í-Io?

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