Manual de Biossegurança na Área de Saúde

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Manual de Biosseguran?ºa

2009

?ìNDICE

Objetivos do documento

Responsabilidades

2.1 Descri?º?úo das responsabilidades

Vestimenta e equipamentos

3.1 Vestimenta obrigat??ria para os funcion?írios da ?írea t?®cnica

3.2 Equipamentos de prote?º?úo individual

3.3 Equipamentos de prote?º?úo coletiva

3.4 Recipientes para descarte de material n?úo contaminado, contaminado ou

esteriliza?º?úo de material

3.5 Apoio ?á biosseguran?ºa

3.6 Mapa de risco (segundo a NR5)

Armazenamento de subst?óncias

5. Disponibilidade, montagem e uso dos Equipamentos de prote?º?úo

5.1 Placas indicativas

5.2 Jalecos

5.3 Luvas

5.4 M?íscaras e ??culos de prote?º?úo

5.5 Lava-olhos

5.6 Escudo de prote?º?úo contra respingos

5.7 Kit de primeiros socorros

5.8 Kit de desinfe?º?úo

5.9 Ducha de seguran?ºa

5.10 Capelas de exaust?úo e c?ómaras de fluxo laminar

6 POP de biosseguran?ºa: Instru?º?Áes de trabalho

6.1 Controle ambiental

6.1.1 Descontamina?º?úo de ?íreas ap??s derramamento de material biol??gico

ou culturas de microrganismos

6.1.2 Descontamina?º?úo de pequenas ?íreas

6.2 Esteriliza?º?úo e descontamina?º?úo

6.2.1 Procedimentos gerais de descontamina?º?úo

6.3 Autoclava?º?úo

6.3.1 Controle do processo

6.3.2 Crit?®rios de aceitabilidade

6.3.3 Registro

6.4 Forno Pasteur

6.5 Desinfetantes

6.5.1 Desinfetantes l?¡quidos

6.6 Seguran?ºa biol??gica de centr?¡fugas

7.0 Manejo do lixo

7.1 Tipos de lixo

8 Rotulagem de res?¡duos do laborat??rio

8.1 Principais res?¡duos qu?¡micos do laborat??rio

9 Recolhimento e desativa?º?úo de res?¡duos do laborat??rio

10 Manipula?º?úo de produtos qu?¡micos

11 Armazenamento e transporte de produtos qu?¡micos

12 Preparo de solu?º?Áes

12.1 Procedimentos em caso de acidentes com solu?º?Áes

13 Inc?¬ndios

13.1 Equipamentos para controle de inc?¬ndios

14 Telefones ??teis

15- REFER?èNCIAS BIBLIOGR?üFICAS

16ÔÇô Documentos anexos e legenda dos s?¡mbolos

1. Objetivos deste documento

Este documento objetiva garantir a seguran?ºa dos trabalhadores, descrevendo as rotinas de trabalho com um m?¡nimo de risco, esclarecendo os princ?¡pios b?ísicos de biosseguran?ºa, bem como o correto uso dos Equipamentos de prote?º?úo individual (EPIs), al?®m de medidas que evitem os acidentes mais comuns no laborat??rio cl?¡nico.

2. Responsabilidades

Os chefes dos setores, juntamente com a comiss?úo de biosseguran?ºa s?úo os respons?íveis pela seguran?ºa biol??gica do laborat??rio, cabendo a cada funcion?írios executar as rotinas de acordo com as normas descritas neste manual, uma vez que seguran?ºa ?® uma responsabilidade de cada indiv?¡duo.

2.1-Descri?º?úo das responsabilidades em biosseguran?ºa:

Comiss?úo de Biosseguran?ºa:

Preparar o manual de biosseguran?ºa, dentro das legisla?º?úo vigente e suas revis?Áes quando necess?írio.

Distribuir a todos os setores do laborat??rio que estejam envolvidos direta ou indiretamente com rotina que envolva o contato com material cl?¡nico. Isto envolve os setores burocr?íticos uma vez que as visitas aos setores t?®cnicos constitui uma atividade de rotina.

Investigar os acidentes e suas causas buscando solu?º?Áes que minimizem a repeti?º?úo do mesmo .

Coordenar a coleta e descarte de rejeitos.

Garantir o treinamento em biosseguran?ºa dos funcion?írios

Garantir a realiza?º?úo do programa de biosseguran?ºa e o registro de todas as atividades ligadas ?á biosseguran?ºa.

Chefe de setor:

Verificar e relata ?á comiss?úo de biosseguran?ºa os riscos decorrentes das atividades do seu setor.

Assegurar a realiza?º?úo das atividades de biosseguran?ºa

Treinar o pessoal do seu setor em biosseguran?ºa

Coordenador de seguran?ºa do setor:

Cooperar com o chefe do setor na garantia das atividades de biosseguran?ºa ,

incluindo treinamento.

D. Cria?º?úo e manuten?º?úo da CIPA (COMISS?âO INTERNA DE PREVEN?ç?âO DE

(ACIDENTES) composta por funcion?írios de todos os n?¡veis, que deve atender ?ás

exig?¬ncias legais vigentes.

E. Implanta?º?úo e manuten?º?úo do SESMT – (Servi?ºos Especializados em Engenharia de Seguran?ºa e Medicina do Trabalho). Sob responsabilidade de um m?®dico do trabalho.

F. Implanta?º?úo e manuten?º?úo do PCMSO – (Programa de Controle M?®dico de Sa??de

Ocupacional). Sob responsabilidade de um m?®dico do trabalho

F. Implanta?º?úo e manuten?º?úo do PPRA – (Programa de Preven?º?úo de Riscos Ambientais)

Sob responsabilidade direta da Comiss?úo de biosseguran?ºa.

3. Vestimenta e equipamentos

3.1-Vestimenta obrigat??ria para funcion?írios da ?írea t?®cnica:

Cal?ºa comprida confeccionada em tecido resistente. Cal?ºas at?® os tornozelos, ou acima, n?úo s?úo admitidas.

cal?ºado fechado (sapato ou t?¬nis)

blusa com manga curta ou comprida ,

As bijuterias como brincos, em tamanho e n??mero discretos, podem ser utilizadas durante o trabalho t?®cnico, entretanto os an?®is, pulseiras e rel??gio devem ser evitados.

Maquiagem pode ser utilizada, por?®m de forma discreta (ex. batom), uma vez que podem interferir com o resultado de alguns exames (ex. bases, e outras em forma de p??)

Cabelos compridos devem estar presos ao manusear equipamentos rotativos ou manipula?º?úo e coleta de material biol??gico.

Homens com barba dever?úo seguir as mesmas precau?º?Áes que indicadas para cabelos compridos.

3.2-Equipamentos de prote?º?úo individual (EPIs):

Jaleco branco, de manga comprida e com a logomarca da empresa

Luvas de l?ítex

Luvas pl?ísticas para manipula?º?úo de equipamentos n?úo contaminados durante a rotina

Luvas em tecidos resistentes para trabalhos em altas temperatura

?ôculos de prote?º?úo

M?íscara de prote?º?úo

Protetor de ouvidos

Toca para os cabelos

Escudo de prote?º?úo contra respingos

3.3-Equipamentos de prote?º?úo coletiva (EPCs)

Lava olhos

Chuveiro

Kit de primeiros socorros

Extintores de inc?¬ndio

Capelas de exaust?úo

C?ómara de fluxo laminar

3.4-Material para descarte de material n?úo contaminado, contaminado ou esteriliza?º?úo de material

Recipiente de lixo pl?ístico

P?í pl?ística

Lata de lixo de metal com acionamento por pedal

Carrinho para transporte de sacos de lixo

Frascos contendo solu?º?úo germicida (germekil ou hipoclorito 2%)

Saco pl?ístico autoclav?ível

Saco pl?ístico branco para material contaminado

L?ómpadas ultravioleta

Autoclaves

Forno Pasteur

Reservat??rios para produtos qu?¡micos

Frascos para pipetas e ponteiras contaminadas

3.5-Apoio ?á biosseguran?ºa

Os setores que apresentarem alguma particularidade nos procedimentos de limpeza devem apresentar um programa de treinamento aos funcion?írios da limpeza.

A superf?¡cie das bancadas e piso deve ser de material imperme?ível ?á ?ígua, ?ícidos, bases, solventes org?ónicos e no m?¡nimo moderadamente termoresistente.

Todos os setores devem apresentar um conjunto de toalhas descart?íveis, al?®m de solu?º?úo germicida e sab?úo l?¡quido.

Adesivos associados ?á Biosseguran?ºa, segundo as normas da ABNT.

3.6-Mapa de risco (segundo a NR5)

Um mapa constando das diferentes ?íreas do laborat??rio onde dever?úo estar sinalizados e potencializados os riscos, tais como: F?¡sico, Qu?¡mico, Biol??gico, Mec?ónico e Ergon??mico.?á

As ?íreas dever?úo ser indicadas com c?¡rculos de diferentes cores para um entendimento mais f?ícil, conforme indicado abaixo:

VERDE: F?¡sico

VERMELHO: Qu?¡mico

MARROM: Biol??gico

AZUL: Mec?ónico

AMARELO: Ergon??mico

Agentes F?¡sicos: s?úo representados no ambiente de trabalho atrav?®s de ru?¡dos, vibra?º?Áes, temperaturas anormais, radia?º?Áes ionizantes, radia?º?Áes n?úo-ionizantes, ilumina?º?úo e umidade.

Agentes Qu?¡micos: por agentes qu?¡micos em Higiene do Trabalho, entendem-se aqueles que quando penetram no organismo podem afetar v?írios ??rg?úos, causando altera?º?Áes em sua estrutura e/ou funcionamento.

gentes Biol??gicos: s?úo microorganismos causadores de doen?ºas com os quais pode o trabalhador entrar em contato no exerc?¡cio de diversas atividades profissionais. Como por exemplo: bact?®rias, fungos, helmintos, protozo?írios, v?¡rus, etc.

Agentes Mec?ónicos: o agente mec?ónico ?® toda situa?º?úo de risco que pode gerar acidentes imediatos.

Agentes Ergon??micos: s?úo aqueles relacionados com fatores fisiol??gicos e

psicol??gicos inerentes ?á execu?º?úo das atividades profissionais. Estes fatores podem produzir altera?º?Áes no organismo e no estado emocional dos trabalhadores, comprometendo a sua sa??de, seguran?ºa e produtividade.

Principais fatores: trabalho f?¡sico pesado, postura incorreta de trabalho e de levantamento de peso, posi?º?úo inc??moda, ritmo excessivo, monotonia, trabalho de turnos, jornadas prolongadas, ansiedade, responsabilidade, desconforto, ocasionando danos ?á sa??de que podem se manifestar por: hipertens?úo arterial, ??lceras digestivas, doen?ºas nervosas, al?®m de altera?º?úo no sono, problemas de coluna, taquicardia, tens?úo, ansiedade, medo, etc. Para evitar que estes agentes afetem as atividades do trabalhador, faz-se necess?írio o ajustamento m??tuo do homem ao trabalho, que se obt?®m atrav?®s da moderniza?º?úo e higieniza?º?úo dos ambientes de trabalho, da modifica?º?úo de processos, do projeto de m?íquinas e de ferramentas perfeitamente adaptadas e da ado?º?úo de ritmos e posi?º?Áes adequadas ao trabalho e racionaliza?º?úo de trabalho.

?á4. Armazenamento de subst?óncias

4.1-combust?¡veis

Os cilindros de g?ís devem ser armazenados em local externo, amplo, coberto, naturalmente ventilado e devidamente protegido.

Os reagentes inflam?íveis e combust?¡veis dever?úo ser armazenados em local arejado e ao abrigo da luz. A ?írea de armazenagem deve conter adesivos informando a presen?ºa de subst?óncias combust?¡veis.

4.2-subst?óncias qu?¡micas

Todas as subst?óncias consideradas nocivas dever?úo ser armazenadas em ambiente devidamente sinalizado com a simbologia que represente risco. Estas devem estar em ambientes ventilados e mantidas preferencialmente pr??ximas ao solo para evitar acidentes de queda sobre o manipulador ao tentar apanh?í-la.

5. Disponibilidade, montagem e uso dos Equipamentos de prote?º?úo:

O laborat??rios deve se responsabilizar pelo fornecimento de EPIs para os funcion?írios, bem como garantir a limpeza e/ ou descarte dos mesmos, evitando que n?úo sejam levados para a casa dos funcion?írios ou descartados em locais impr??prios, o que representa um risco de difus?úo de pat??genos ?á comunidade.

5.1-Placas indicativas: Representam a principal ferramenta de educa?º?úo dos funcion?írios e devem estar em todas as partes do laborat??rio onde uma informa?º?úo sobre biosseguran?ºa tiver que ser passada.

5.2-Jaleco: Deve ser de uso individual e utilizado em todas as ?íreas do laborat??rio que desenvolvam atividades t?®cnicas, inclusive corredores de acesso a estas ?íreas. Este deve ser retirado apenas nas ?íreas de transi?º?úo entre os setores t?®cnicos e de apoio.

?ë proibida a circula?º?úo de funcion?írios com EPIs nos setores n?úo t?®cnicos, bem como o de funcion?írios sem jaleco nos corredores e setores t?®cnicos.

O laborat??rio deve garantir a disponibilidade de jalecos para os visitantes e funcion?írios de setores n?úo t?®cnicos que necessitem entrar nos setores t?®cnicos.

5.3-Luvas:

As diferentes luvas dispon?¡veis para os funcion?írios devem conferir prote?º?úo contra risco biol??gico, agentes qu?¡micos espec?¡ficos, temperaturas extremas e inj??ria traum?ítica.

Quando utilizadas com material biol??gico ou qu?¡mico devem ser descartadas em container para descarte de lixo biol??gico. As m?úos devem ser lavadas ap??s a remo?º?úo das luvas.

Devem ser retiradas ou uma Segunda luva de prote?º?úo deve ser colocada para trabalho com material n?úo contaminado, como atender o telefone ou utilizar o terminal de computador.

Ser descontaminada ap??s cada uso e estocada em uma ?írea limpa no caso das luvas n?úo descart?íveis.

TODO MATERIAL BIOL?ôGICO, deve ser manipulado com o uso de luvas de borracha. Isto se aplica mesmo aqueles em recipientes APARENTEMENTE LIMPOS E SECOS.

5.4-M?íscara e ??culos de prote?º?úo: Devem ser utilizados em todas as atividades que envolvam a forma?º?úo de aerossol ou suspens?úo de part?¡culas ( ex.: pipetagem, centrifuga?º?úo, execu?º?úo de raspados epid?®rmicos, semeadura de material cl?¡nico, etc.).

As m?úos dever?úo ser lavadas freq??entemente durante o dia. Lav?í-las sempre que retirar as luvas, antes de sair do laborat??rio, antes e ap??s o contato com pacientes , come ou fumar, ou contato acidental com material biol??gico.

5.5- Lava-olhos: Devem estar localizados dentro do laborat??rio e os funcion?írios treinados para o uso. Deve ser verificado semanalmente para o correto funcionamento.

Quando ocorrer acidente com derrame de material nos olhos, estes devem ser lavados por no m?¡nimo 15 minutos.

5.6-Escudo de prote?º?úo contra respingos: Devem ser fornecidos para qualquer funcion?írio que esteja envolvido em atividades geradoras de aerossol como a abertura de tubos de sangue.

5.7-Kit de primeiros socorros: Deve estar dispon?¡vel em todos os setores e constar de material necess?írio para tratamentos, como pequenos ferimentos na pele ocorridos na ?írea de trabalho. Os funcion?írios devem ser treinados para o uso.

5.8-Kit de desinfe?º?úo: Deve estar dispon?¡vel em todos os setores para conten?º?úo e descontamina?º?úo em caso de acidentes com material biol??gico no laborat??rio. Os funcion?írios devem ser treinados para seu uso.

5.9-Ducha de seguran?ºa: Deve estar montada dentro da ?írea do laborat??rio em local de f?ícil acesso por todos os setores. O acionamento deve ser f?ícil para que funcion?írios mesmo com os olhos fechados possam acion?í-la. Devem ser checadas mensalmente para seu correto funcionamento.

5.10-Capelas de exaust?úo e c?ómaras de fluxo laminar: Devem ser utilizadas para prote?º?úo contra material vol?ítil ou prote?º?úo microbiol??gica respectivamente. As c?ómaras de fluxo laminar podem ser utilizadas na prote?º?úo do operador ou do material no seu interior dependendo da rotina efetuada.

6. Quadro de n?¡veis de riscos biol??gicos

Labs Patologia – Distin?º?úo dos n?¡veis de risco biol??gico associado ?á rotina de trabalho

N?¡vel do Risco Biol??gico

(NRB)

NRB-1

NRB-2

NRB-3

NRB-4

A. N?ìVEL DE RISCO

GRAU DE RISCO

Baixo:

Servi?ºos burocr?íticos

Cadastro de exames

Preparo de reagentes n?úo t??xicos

Transporte de material entre os postos

Libera?º?úo de resultados

Atendimento

Baixo a moderado:

Transporte de material para an?ílise em bandejas

Autoclava?º?úo

T?®cnicas de colora?º?úo

Microscopia

Calibra?º?úo de equipamentos sem cultura de microrganismos

Moderado a alto:

Coleta de esp?®cimes cl?¡nicos.

Processamento de esp?®cimes para exames (urin?ílise, parasitologia, anat. Patol., etc).

Preparo de l?óminas para colora?º?Áes ou microscopia direta, etc)

Centrifuga?º?úo de sangue, urina, ou outros l?¡quidos biol??gicos.

preparo de l?óminas.

Semeadura de material cl?¡nico para cultura

Manipula?º?úo de microrganismos ou culturas potencialmente contaminadas

Alto risco:

Preparo de solu?º?Áes corrosivas

Manipula?º?úo de culturas de Mycobacterium tuberculosis e demais esp?®cies de Mycobacterias patog?¬nicas

Material sabidamente contaminado com HIV ou HBV

Extra?º?úo e manipula?º?úo de material gen?®tico (RNA ou DNA)

B. PR?üTICAS DE SEGURAN?çA

1. Acesso de pessoal n?úo T?®cnico

permitido

N?úo recomendado

proibido

Proibido

2. Acesso de pessoal de outros setores

permitido

Permitido

restrito

Proibido

3. Sinaliza?º?úo

Alertas de atividades de risco para o setor (proibido fumar, proibido alimentos , proibido uso de EPIs na ?írea n?úo t?®cnica, etc.)

Placas indicativas:

Sa?¡da de emerg?¬ncia

Chuveiro e lava olhos

Delimita?º?úo entre setores t?®cnicos e burocr?íticos

?ürea de alimenta?º?úo

Extintores

Lista e interpreta?º?úo dos sinais encontrados nas instala?º?Áes do laborat??rio

Alertas de risco para o executante (risco biol??gico, uso de EPIs, material contaminado, etc)

Alerta de atividades de risco para o setor (proibido fumar, proibido alimentos , lavar as m?úo, utilizar EPIs, etc.)

Alertas de risco para o executante (risco biol??gico, uso de EPIs, material contaminado, etc)

Alerta de atividades de risco para o setor (proibido fumar, proibido alimentos, lavar as m?úo, utilizar EPIs, etc.)

Alertas de risco para o executante (risco biol??gico, uso de EPIs, material contaminado, etc)

Alerta de atividades de risco para o setor (proibido fumar, proibido alimentos, lavar as m?úo, utilizar EPIs, etc.)

3. origem do risco

Cruzada: m?úos e equipamentos contaminados por pessoal dos setores t?®cnicos ou visita a estes setores

Acidentes em geral: Queimaduras, choque el?®trico, corte

Frascos e equipamentos contaminados com pat??genos de esp?®cimes cl?¡nicos

Acidentes em geral: Queimaduras, choque el?®trico, corte

Frascos, aerossol, perfura?º?Áes com material biol??gico ou equipamentos contaminados

Acidentes em geral: Queimaduras, choque el?®trico, corte

Queimaduras

Contamina?º?úo

Acidentes em geral: Queimaduras, choque el?®trico, corte

4. Riscos dos rejeitos

nenhum

As bandejas devem ser descontaminadas com solu?º?úo de hipoclorito de s??dio

L?óminas usadas devem ser descartadas em solu?º?úo germicida

As toalhas de papel ou qualquer lixo resultante desta atividade devem ser autoclavados

Todo o material utilizado deve ser esterilizado por flambagem ou autoclava?º?úo ou descartado em solu?º?úo germicida

Os perfuro-cortantes devem ser descartados na caixa r?¡gida para material conataminado

Todo o material utilizado deve ser esterilizado por flambagem ou autoclava?º?úo ou descartado em solu?º?úo germicida

Os perfuro-cortantes devem ser descartados na caixa r?¡gida para material conataminado

Os res?¡duos qu?¡micos devem ser estocados em recipientes fechados e coletados por uma empresa especializada

5. Transporte de lixo biol??gico

N?úo realizada

Sacos pl?ísticos para autoclava?º?úo dentro de baldes com indica?º?úo de material contaminado

Jaleco, luvas

Sacos pl?ísticos para autoclava?º?úo dentro de baldes com indica?º?úo de material contaminado

Jaleco, luvas

Sacos pl?ísticos para autoclava?º?úo dentro de baldes com indica?º?úo de material contaminado

Jaleco, luvas

6. pipitarem

N?úo realizada

Auxiliada por equipamento

Auxiliada por equipamento

Auxiliada por equipamento

7. Alimenta?º?úo ou aplica?º?úo de cosm?®ticos

proibida

Proibida

proibida

proibida

8. Minimiza?º?úo de aeross??is

N?úo necess?íria

N?úo necess?íria

Bico de bunsen

C?ómara de fluxo laminar

exaust?úo

C?ómara de fluxo laminar

exaust?úo

C. EPIs NECESS?üRIOS PARA AS ATIVIDADES

1. JALECO

OBRIGAT?ôRIO

OBRIGAT?ôRIO

OBRIGAT?ôRIO

OBRIGAT?ôRIO

2. LUVAS

N?úo necess?írio

Termoresistentes para autoclava?º?úo

l?ítex para outras atividades

De l?ítex

De l?ítex

3. M?üSCARA

N?úo necess?írio

N?úo necess?írio

Somente em atividades com forma?º?úo de aerossol :semeadura de esp?®cimes para cultura. Preparo de l?óminas para colora?º?úo pelo Ziehl Nielsen.

Processamento de material para exames Manipula?º?úo de culturas

Centrifuga?º?úo, etc.

N?úo necess?írio

Obs: o trabalho ser?í realizado apenas em c?ómara de fluxo laminar ou capela de exaust?úo

4. ?ôCULOS

N?úo necess?írio

N?úo necess?írio

Somente em atividades com forma?º?úo de aerossol :semeadura de esp?®cimes para cultura. Preparo de l?óminas para colora?º?úo pelo Ziehl Nielsen.

Processamento de material para exames Manipula?º?úo de culturas

Centrifuga?º?úo, etc.

N?úo necess?írio

Obs: o trabalho ser?í realizado apenas em c?ómara de fluxo laminar ou capela de exaust?úo

5. Protetor de ouvidos

N?úo necess?írio

N?úo necess?írio

Somente no preparo de esp?®cimes onde a centrifuga?º?úo ?® empregada

N?úo necess?írio

D. EQUIPAMENTOS DE CONTEN?ç?âO DE CONTAMINA?ç?âO

1. Bico de bunsen

N?úo necess?írio

N?úo necess?írio

Obrigat??rio, podendo ser substitu?¡do pela c?ómara de fluxo laminar

N?úo necess?írio

2. c?ómara de fluxo laminar

N?úo necess?írio

N?úo necess?írio

Pode ser utilizado,

N?âO OBRIGAT?ôRIO

OBRIGAT?ôRIO

3. L?éMPADAS ULTRAVIOLETA

N?úo necess?írio

N?úo necess?írio

USO obrigat??rio AO FINAL DO DIA – 30 minutos

USO obrigat??rio AO FINAL DO trabalho – 30 minutos (somente para material contaminado)

5. DESCONTAMINA?ç?âO QU?ìMICA DA ?üREA

Limpeza di?íria de rotina

Descontamina?º?úo de superf?¡cies ap??s qualquer contato com esp?®cimes cl?¡nicos ou culturas com hipoclorito 2%

Limpeza di?íria com hipoclorito 2% nas bancadas e pisos

Descontamina?º?úo ap??s qualquer contato com esp?®cime cl?¡nico (equipamentos e superf?¡cies)

Limpeza di?íria com hipoclorito 2% nas bancadas e pisos

Descontamina?º?úo ap??s qualquer contato com esp?®cime cl?¡nico (equipamentos e superf?¡cies)

Limpeza di?íria com hipoclorito 2% nas bancadas e pisos

E. OUTRAS NECESSIDADES

1. TREINAMENTO

Necess?írio, com registro das atividades

Programa semestral ou ap??s a entrada de um novo funcion?írio. Com registro das atividades

Programa semestral ou ap??s a entrada de um novo funcion?írio. Com registro das atividades

Programa semestral ou ap??s a entrada de um novo funcion?írio. Com registro das atividades

2. vigil?óncia m?®dica

Necess?írio quando apropriado

Necess?írio quando apropriado

Necess?írio quando apropriado

Necess?írio quando apropriado

3. vacina?º?úo (hepatite)

obrigat??ria

obrigat??ria

obrigat??ria

obrigat??ria

4. acidentes

Comunicar imediatamente ao diretor do laborat??rio ou m?®dico respons?ível no momento.

Realizar registro do acidente e medida tomada

Comunicar imediatamente ao diretor do laborat??rio ou m?®dico respons?ível no momento.

Realizar registro do acidente e medida tomada

Comunicar imediatamente ao diretor do laborat??rio ou m?®dico respons?ível no momento.

Realizar registro do acidente e medida tomada

Comunicar imediatamente ao diretor do laborat??rio ou m?®dico respons?ível no momento.

Realizar registro do acidente e medida tomada

6.1- Controle ambiental

6.1.1-Descontamina?º?úo de ?írea ap??s derramamento de material biol??gico ou cultura de microrganismos

1. Notifique imediatamente aos demais funcion?írios do setor.

2. Se houver algum risco biol??gico associado com a libera?º?úo do aerossol todos os funcion?írios devem deixar imediatamente o setor. No setor de microbiologia a ?írea deve ser irradiada por 30 minutos com ultravioleta.

3. Os indiv?¡duos envolvidos no acidente devem verificar suas vestimentas quanto a contamina?º?úo com o material. Caso tenha ocorrido, as medidas de descontamina?º?úo da roupa devem ser tomadas.

6.1.2-Descontamina?º?úo de pequenas ?íreas

(INSTRU?ç?âO PARA DESCONTAMINA?ç?âO)

4. Colocar os EPIs necess?írios.

5. Identificar a ?írea que necessita de descontamina?º?úo.

6. Preparar os sacos para descarte de material contaminado

7. Mover-se lenta e cuidadosamente durante o tratamento da ?írea com o descontaminante pr??prio (?ílcool iodado, hipoclorito, glutaralde?¡do, ?ílcool 70%, germekil, etc.) evitando a forma?º?úo de novos aeross??is.

8. Cobrir a ?írea inteira com uma toalha absorvente e deixar o germicida agir por 30 minutos antes de recolher com os fragmentos grosseiros.

9. Colocar o material absorvente nos sacos para descarte e os perfuro cortantes nas caixas r?¡gidas.

11. Remover as luvas cuidadosamente e descarta-las juntamente com o material contaminado.

12. Lavar as m?úos com ?ígua e sab?úo e solu?º?úo anti-s?®ptica.

13. Registrar o acidente.

Kit de limpeza

Instru?º?úo para descontamina?º?úo por escrito e em local de f?ícil visualiza?º?úo

EPIs

P?í pl?ística

Desinfetantes apropriados (dentro da validade)

Toalha de papel absorvente

Saco pl?ístico para descarte de material contaminado e caixas r?¡gidas para perfuro cortantes

Documenta?º?úo

6.2 – Esteriliza?º?úo e descontamina?º?úo

6.2.1-Procedimentos gerais de descontamina?º?úo

Estes procedimentos devem ser seguidos para o descarte de rejeitos:

Todo material infeccioso ou equipamento utilizados na rotina do laborat??rio devem ser desinfetados antes da lavagem ou de ser jogados no lixo. A autoclava?º?úo deve ser o m?®todo de escolha , exceto para todo e qualquer material reaproveit?ível termol?íbil ou produtos oxidantes ou que liberem subprodutos t??xicos quando aquecidos.

O material a ser autoclavado deve ser estocado em sacos brancos fechados, com indica?º?úo de MATERIAL CONTAMINADO PARA SER AUTOCLAVADO, dentro de baldes fechados caso n?úo sejam autoclavados no mesmo dia.

Material oxidante como hipoclorito ou outro oxidante forte n?úo deve ser autoclavado com material org?ónico como papel ou ??leo. A combina?º?úo destes compostos pode produzir uma explos?úo.

O material para ser lavado ap??s a autoclava?º?úo deve ser estocado em baldes com tampa com a indica?º?úo MATERIAL N?âO INFECCIOSO (PARA SER LAVADO).

6.3-AUTOCLAVA?ç?âO

O termo esteriliza?º?úo refere-se ?á completa elimina?º?úo de pat??genos, agente biol??gico com capacidade de reprodu?º?úo ou potencial infeccioso. A esteriliza?º?úo ?® o melhor m?®todo de elimina?º?úo do risco biol??gico. O uso da autoclave ?® o m?®todo mais utilizado nas institui?º?Áes de sa??de e pesquisa, assegurando a completa destrui?º?úo de microrganismos. Este processo geralmente envolve aquecimento da ?ígua em uma c?ómara sob press?úo gerando vapor sob uma press?úo de 15 psi, o que ocorre em temperatura de cerca de 121?? C por no m?¡nimo 15 minutos. O tempo ?® medido ap??s a temperatura do material envolvido atingir 121?? C.

O fator cr?¡tico nesta fase ?® a garantia que n?úo fique ar preso no interior do autoclave, o que pode impedir que a temperatura no interior do aparelho atinja os 121o C . para isto deve haver um monitoramento da temperatura com um term??metro-man??mentro, bem como controle do processo com uso de um indicador qu?¡mico ou biol??gico.

Caso ocorra interrup?º?úo no processo de aquecimento durante a marca?º?úo do tempo, TODO O PROCESSO deve ser repetido.

6.3.1-Controle do processo

O melhor controle para esteriliza?º?úo ?® o uso de esporos de Bacillus stearothermophilus, que s?úo inclu?¡dos com o material a ser esterilizado dentro do autoclave. Esta cultura pode ser adquirida comercialmente sendo a apresenta?º?úo em ampolas com meio de cultivo e indicador de pH. Ap??s a esteriliza?º?úo as ampolas s?úo incubadas na temperatura adequada e verificadas para a viragem do indicador, o que indica que houve crescimento microbiano e falha no processo de autoclava?º?úo. Em uma perfeita esteriliza?º?úo n?úo haver?í crescimento microbiano ou viragem do pH.

Os indicadores qu?¡micos tamb?®m podem ser empregados no controle de esteriliza?º?úo por autoclava?º?úo. A fita de autoclave ?® um exemplo deste indicador. Neste caso o indicador na fita branca muda para uma cor negra ou cinza, indicando que houve uma autoclava?º?úo eficiente.

Material necess?írio para a valida?º?úo do processo.

Um dos processos deve ser utilizado

FITA INDICADORA ou INDICADOR BIOL?ôGICO- Para este ultimo ainda s?úo necess?írios os seguintes complementos:

Ampolas contendo esporos de Bacillus stearothermophilus

Incubadora para a cultura

Teste

atividade

121o C

Sobrevive por

Morre em

B. stearothermophilus

autoclava?º?úo

5 min.

13 min.

Fita indicadora

autoclava?º?úo

N?úo muda de cor

Em rela?º?úo

tempo/ temperatura

ineficientes

Torna-se escura

Em rela?º?úo

tempo/ temperatura

eficientes

121o C /15 minutos

6.3.2-Crit?®rios de aceitabilidade

A fita indicadora deve mudar de cor

Os esporos n?úo devem crescer ap??s incuba?º?úo da ampola

6.3.3-Registro

Registrar o resultado em uma planilha de controle de esteriliza?º?úo.

6.4-Forno Pasteur

O uso de esteriliza?º?úo seca (Forno Pasteur) ?® menos eficiente que a esteriliza?º?úo pelo vapor do autoclave. A esteriliza?º?úo pelo calor seco ?® eficiente quando realizada ?á 160??- 180?? C por per?¡odos de 2 ?á 4 horas. Neste processo o ponto cr?¡tico ?® a composi?º?úo qu?¡mica de material que est?í sendo esterilizado, bem como o arranjo do material no forno. Material termol?íbil n?úo deve ser utilizado no processo.

6.5-Descontamina?º?úo (Desinfec?º?úo)

Pode ser definida como a redu?º?úo da maioria ou elimina?º?úo dos microrganismos patog?¬nicos em uma superf?¡cie ou objeto, tornando este objeto incapaz de transmitir doen?ºas.

Fatores que determinam a efetividade de um desinfetante

a) concentra?º?úo do princ?¡pio ativo

b) quantidade de material org?ónico no material a ser descontaminado

c) tempo necess?írio para a a?º?úo

d) temperatura e pH

e) n?¡vel de contamina?º?úo

f) tipo de contamina?º?úo envolvida

g) caracter?¡sticas f?¡sicas do material a ser descontaminado

?á 6.5.1-?áDesinfetantes l?¡quidos

Estes devem ser estocados nos frascos originais em um ambiente de uso exclusivo do pessoal de limpeza. Apenas pequenas quantidades devem ser estocadas no ambiente nos setores para uso rotineiro. As solu?º?Áes dilu?¡das de acordo com as especifica?º?Áes para uso devem ser estocadas por um pequeno per?¡odo, no m?íximo 48 horas para evitar perda de atividade do produto. Estes frascos devem conter as especifica?º?Áes do produto, bem como o grau de toxicidade que este apresenta, al?®m da data de preparo e validade.

1) ?ülcool et?¡lico 80%

Eficiente desnaturante de lip?¡dios de v?¡rus envelopados e c?®lulas vegetativas de bact?®rias. N?úo ?® corrosivo.

Evapora rapidamente e ?® bastante inflam?ível.

Uso: descontamina?º?úo de superf?¡cies (exceto acr?¡lico) ou na antisepsia da pele, durante a coleta de material para an?ílise. N?úo utilizar em regi?úo de mucosas.

2) ?ülcool et?¡lico iodado (?ílcool et?¡lico 80% + 2% de iodo cristal dissolvido)

Mais eficiente que o ?ílcool et?¡lico puro devido ao efeito halog?¬neo do iodo. Eficiente desnaturante de lip?¡dios de v?¡rus envelopados e c?®lulas vegetativas de bact?®rias. N?úo ?® corrosivo.

Evapora rapidamente e ?® bastante inflam?ível.

Uso: descontamina?º?úo de superf?¡cies (exceto acr?¡lico). Seu uso deve ser evitado na anti-sepsia durante a coleta devido ?á alergia ao iodo apresentada por alguns pacientes.

3) Formaldeido e glutaralde?¡do

O uso do Formalde?¡do na descontamina?º?úo ?® ideal a 5% de concentra?º?úo do g?ís na ?ígua. Atividades de descontamina?º?úo sob refrigera?º?úo utilizando formalde?¡do devem ser evitadas, pois este ultimo em baixas temperaturas perde atividade. Uma desvantagem do seu uso ?® o odor irritante liberado, podendo causar hipersensibilidade. O glutaralde?¡do ?® prefer?¡vel por ser menos irritante.

EPIs especiais principalmente com prote?º?úo para os olhos e aparelho respirat??rio devem ser utilizados.

Uso: Descontamina?º?úo de pequenos equipamentos, ou superf?¡cies com alto grau de contamina?º?úo. Principalmente em equipamentos met?ílicos por ser menos corrosivo.

4) Componentes fen??licos

Com odor desagrad?ível e altamente corrosivo, deve ser evitado no laborat??rio.

Uso: latas de lixo (creolina)

5) Quatern?írios de am??nio

Excelentes desinfetantes, com baixa toxicidade e res?¡duos corados, bem como libera?º?úo de odores. Apresentam em grande espectro de a?º?úo, inclusive contra os bacilos da tuberculose, esporos bacterianos e fungos

Descontamina?º?úo de tubos, l?óminas, pipetas e ponteiras, bem como superf?¡cies. Ex. GERMEKIL

6) Componentes clorados

Amplamente utilizados , apresentam um grande espectro de a?º?úo. Pouco ativo em presen?ºa de grandes quantidades de material org?ónico. Altamente oxidante e extremamente corrosivo em metais. As solu?º?Áes dilu?¡das perdem atividade r?ípido principalmente quando expostas ?á luz. Desta forma, os frascos devem ser escuros e as solu?º?Áes trocadas a cada 24 horas. A ?ígua sanit?íria, 25 hipoclorito de s??dio, ?® a mais utilizada entre as prepara?º?Áes comerciais.

Uso: Superf?¡cies e ch?úo para a limpeza de rotina. Deve ser utilizada prote?º?úo especiais para os olhos e aparelho respirat??rio durante a aplica?º?úo.

7) Compostos iodados

Utilizados geralmente associados com outros compostos (detergentes, ?ílcool, etc). Deve haver um cuidado especial com os indiv?¡duos al?®rgicos.

Uso: Equipamentos e superf?¡cies contaminadas ou na anti-sepsia da pele em pacientes n?úo al?®rgicos.

Ex. iodine

6.6 – SEGURAN?çA BIOL?ôGICA DAS CENTR?ìFUGAS

Devido ao alto ?¡ndice de acidentes neste aparelho, principalmente a quebra de tubos com esp?®cimes cl?¡nicos e conseq??ente forma?º?úo de aerossol que pode expor v?írios funcion?írios ?á agentes infeciosos, as centr?¡fugas merecem uma aten?º?úo especial em rela?º?úo ?á seguran?ºa biol??gica.

As centr?¡fugas devem ser instaladas em um compartimento isolado, bem ventilado, que deve ser evacuado durante o processo. Caso ocorra um acidente, quebra de tubos, o equipamento deve ser descontaminado com glutaralde?¡do ou mesmo hipoclorito de s??dio.

O que fazer em caso de ACIDENTES NA CENTR?ìFUGA:

Deixe o aerossol baixar durante 30 minutos.

Coloque seus EPIs , luvas, m?íscara e ??culos de prote?º?úo.

3- Descontamine o suporte da centr?¡fuga com glutaralde?¡do ou

hipoclorito (?ígua sanit?íria), ?ílcool iodado ou lizoforme por no m?¡nimo 15minutos.

4- Retire os demais tubos da centr?¡fuga e descontamine a parte interna do equipamento com uma gaze embebida em uma das solu?º?Áes germicidas descritas acima.

5- Descarte os fragmentos do tubo na caixa amarela para perfuro-cortantes.

6- Comunique o incidente ao respons?ível pelo setor para que seja providenciada uma nova amostra.

7.0 ÔÇô Manejo do lixo

O lixo do laborat??rio ?® dividido em: N?úo contaminado, contaminado e lixo qu?¡mico.

Todo o lixo contaminado gerado pelo laborat??rio deve ser esterilizado antes do descarte. A coleta dever?í ser efetuada por uma empresa especializada em lixo hospitalar que possua contrato de servi?ºo com o laborat??rio (Koleta ÔÇôServi?ºos T?®cnicos LTDA. Processo em anexo).

7.1 -Tipos de Lixo:

1. Lixo patol??gico- Tecidos humanos ou partes do corpo removidas durante cirurgias incluindo material de obstetr?¡cia, aut??psias e de procedimentos laboratoriais. Este tipo de lixo deve ser incinerado ou autoclavado e enviado para uma ?írea de descarte de lixo hospitalar regulamentada.

2. Lixo Biol??gico ÔÇô Sangue e produtos sang???¡neos, exsudatos, secre?º?Áes, aspirados , fezes e outros fluidos corporais que N?âO devem ser descartados diretamente no sistema de esgoto. Este tipo de lixo DEVE ser tratado de forma que se transforme em um lixo que n?úo ofere?ºa risco ambiental. O principal tratamento ?® a AUTOCLAVA?ç?âO 121 oC/ 35 min.

3. Culturas e estoque de agentes infecciosos ÔÇô Culturas microbianas, equipamentos utilizados para manipula?º?úo de culturas (ponteiras, al?ºas, agulhas, etc.). Estes devem ser colocados em sacos pl?ísticos branco com a indica?º?úo de lixo biol??gico com o s?¡mbolo de RISCO BIOL?ôGICO e autoclavados antes do descarte.

4. P?®rfuro-cortantes (contaminados ou n?úo) ÔÇô Qualquer material capaz de causar perfura?º?Áes ou cortes na pele. Entre estes incluem-se agulhas de seringas, pipetase tubos quebrados. Estes dever?úo ser descartados em uma caixa r?¡gida AMARELA que devera ser autoclavada antes do descarte, (em caso de material contaminado).

5. Equipamentos e aparelhos utilizados nos exames- Estes s?? poder?úo deixar o laborat??rio ap??s sofrerem uma r?¡gida descontamina?º?úo a fim de minimizar os riscos de contamina?º?úo do pessoal de transporte e manuten?º?úo.

6. Res?¡duos l?¡quidos combust?¡veis contaminados- Estes devem ser mantidos em um reservat??rio fechado e recolhido por uma empresa especializada.

8.0- ROTULAGEM DE RES?ìDUOS DO LABORAT?ôRIO:

Material contaminado- Devem ser coletados, entre eles: os res?¡duos s??lidos, luvas contaminadas, pap?®is, etc, em sacos pl?ísticos brancos com O S?ìMBOLO DE RISCO BIOL?ôGICO, que indica material contaminado. Em caso de necessidade de estocagem antes da autoclava?º?úo, estes devem ser depositados em baldes de lixo que apresentem a indica?º?úo de lixo contaminado n?úo autoclavado.

Material n?úo contaminado- Coletar em sacos pl?ísticos de cor preta e depositar em latas de lixo, com a indica?º?úo de LIXO COMUM.

Material p?®rfuro-cortante contaminado – Coletar os res?¡duos utilizando os EPIs necess?írios e depositar caixas r?¡gidas (cor amarela) pr??pria para este tipo de material. Esta deve ser autoclavada e enviada para descarte por uma empresa especializada.

L?¡quidos – devem conter a descri?º?úo da natureza de solutos e solventes e concentra?º?Áes. Tamb?®m descrever a quantidade de ?ígua presente. Procure ser o mais exato poss?¡vel nas descri?º?Áes.

INDICA?ç?âO DE RES?ìDUOS L?ìQUIDOS: todos devem ser devidamente indicados com sinais de acordo com as normas da ABNT.

1.?áRes?¡duo COM POTENCIAL fonte de igni?º?úo

Um l?¡quido que tenha o ponto de fulgor de menos que 140??C. Um s??lido capaz de causar fogo por fric?º?úo ou absor?º?úo de umidade ou que sofre mudan?ºas qu?¡micas espont?óneas que resultem em queima vigorosa e persistente.

2.?áRes?¡duos corrosivos

Solu?º?Áes aquosas de pH menor ou igual a 2 ou maior ou igual a 12,5

3.?áRes?¡duos reativos

Solu?º?Áes aquosas de materiais inst?íveis que sofram mudan?ºas qu?¡micas violentas sem detona?º?úo, possam reagir violentamente com ?ígua formando misturas potencialmente explosivas ou que possam gerar gases perigosos ou possivelmente letais.

4.?áRes?¡duo t??xico

Res?¡duo que cont?®m um dos seus componentes em concentra?º?Áes iguais ou maiores que os valores das tabelas de concentra?º?úo m?íxima de res?¡duos t??xicos.

5. Res?¡duos de processos

Utilizado para aqueles res?¡duos que em virtude de algum uso, processo ou procedimento, n?úo atende as especifica?º?Áes originais do fabricante. Ex.: produtos dilu?¡dos, misturas reacionais.

Observa?º?Áes importantes

Um produto comercial (nunca processado) deve ser descartado no frasco original.

Ex.: pequenos frascos de reagentes antigos nunca utilizados ou com a validade vencida.

8.1-Principais res?¡duos qu?¡micos no laborat??rio

1. Solu?º?Áes de formol ou formalde?¡do:

Solu?º?Áes dilu?¡das devem ser estocadas em recipentes fechados para posterior coleta para uma empresa especializada. O formalde?¡do ?® um agente suspeito de provocar c?óncer com baixos ?¡ndices de exposi?º?úo permitida e poucos sintomas de advert?¬ncia.

2. Solu?º?Áes de brometo de et?¡dio

Solu?º?Áes muito dilu?¡das podem ser descartadas nas linha de esgoto especiais. A concentra?º?úo m?íxima para a execu?º?úo destes procedimentos ?® de 5 ppm. N?úo dilua solu?º?Áes propositadamente para atingir este valor. Estas solu?º?Áes s?úo mutag?¬nicas em altas concentra?º?Áes.

3. L?¡quidos que sejam fontes de igni?º?úo e solventes org?ónicos

Manter separados solventes halogenados de solvente n?úo-halogenados se poss?¡vel. Separe os solventes org?ónicos de solu?º?Áes aquosas quando poss?¡vel.

Mantenha os solventes acidificados separados de outros solventes e res?¡duos ?ícidos.

4. ?ücidos, bases e solu?º?Áes aquosas

N?úo misturar ?ícidos inorg?ónicos fortes ou oxidantes com compostos org?ónicos. Manter ?ícidos, bases e solu?º?Áes aquosas contendo metais pesados separados de outros res?¡duos.

Evite misturar ?ícidos e bases concentradas num mesmo recipiente.

5. Solu?º?Áes contendo merc??rio

Mantenha estes res?¡duos separados de todos os outros

6. Materiais corrosivos

O piso dos locais de manipula?º?úo de produtos corrosivos deve ser conservado o mais seco poss?¡vel. Quando diluir ?ícidos com ?ígua, este dever?í ser adicionado ?á ?ígua, lentamente, agitando continuamente a mistura; a ?ígua nunca dever?í ser adicionada ao ?ícido.

O derrame ou escape de l?¡quidos corrosivos n?úo deve ser absorvido por meio de serragem, estopas, peda?ºos de pano ou outro material org?ónico. Deve-se neutralizar com cal ou absorv?¬-lo com granulado absorvente.

Em caso de contato f?¡sico, deve-se lavar abundantemente com ?ígua corrente e procurar imediatamente socorro m?®dico.

7. Per??xidos

O uso de per??xidos deve ser limitado ?á quantidade m?¡nima necess?íria. Qualquer respingo deve ser imediatamente limpo. Esp?ítulas de metal n?úo devem ser usadas para manusear per??xidos; e sim, de madeira ou cer?ómica. Evitar fontes de calor. Solu?º?Áes de per??xidos devem ser armazenadas em frascos de polietileno com tampa esmerilhadas, jamais frascos de vidro. Evitar qualquer tipo de impacto tais como, moagem, fric?º?úo, etc..

Para minimizar a decomposi?º?úo, os per??xidos devem ser estocados em temperaturas baixas, de acordo com a sua solubilidade e ponto de congelamento.

9.0-RECOLHIMENTO E DESATIVA?ç?âO DE RES?ìDUOS DO LABORAT?ôRIO

A finalidade destas indica?º?Áes ?® transformar produtos qu?¡micos ativados em derivados in??cuos para permitir o recolhimento e elimina?º?úo segura.

Todos os trabalhos devem ser executados por pessoal habilitado com o uso EPIs adequados para cada finalidade. Esta inativa?º?úo deve ser feita em escala reduzida.

M?®todos de elimina?º?úo e desativa?º?úo

Solu?º?Áes aquosas de ?ícidos org?ónicos: S?úo neutralizadas cuidadosamente com bicarbonato de s??dio ou hidr??xido de s??dio

?ücidos inorg?ónicos: S?úo dilu?¡dos em processo normal ou em alguns casos sob agita?º?úo em capela adicionando-se ?ígua. A seguir neutraliza-se com solu?º?úo de hidr??xido de s??dio. Bases inorg?ónicas: S?úo dilu?¡das como ?ícidos e neutralizadas com ?ícido sulf??rico.

?á?á?á?á?á

10.0-MANIPULA?ç?âO DE PRODUTOS QU?ìMICOS

Rotulagem

Todos os frascos, originais do produto ou n?úo, devem conter um r??tulo com as seguintes informa?º?Áes:

Nome do produto

Quem preparou

Concentra?º?úo

Cuidados

Data do preparo

Data da validade

Condi?º?Áes de estocagem

OBSERVA?ç?òES IMPORTANTES

Ao reutilizar um frasco vazio certifique-se de que a etiqueta original foi complemente retirada antes de colocar a nova etiqueta.

Quando encontrar uma embalagem sem r??tulo de identifica?º?úo, descarte o produto.

11-?áArmazenamento

Ao armazenar subst?óncias qu?¡micas, considerar:

Incompatibilidades entre os materiais armazenados, principalmente nos almoxarifados.

Sistema de ventila?º?úo.

Sinaliza?º?úo correta.

Disponibilidade de EPIS e EPCs.

?ürea administrativa separada da ?írea t?®cnica e da armazenagem.

Produtos Qu?¡micos Incompat?¡veis

Subst?óncias

Estocagem Incompat?¡vel com:

Acetileno

Cloro, bromo, fl??or, cobre, prata, merc??rio

?ücido Ac?®tico

?ôxido de cromo IV, ?ícido n?¡trico, ?ícido percl??rico, per??xidos, permanganato, ?ícido ac?®tico, anilina, l?¡quidos e gases combust?¡veis.

?ücido N?¡trico

?ücido ac?®tico, anilina, l?¡quido e gases combust?¡veis

?ücido Ox?ílico

Prata, sais de merc??rio

?ücido Percl??rico

Anidrido ac?®tico, ?ílcoois, papel, madeira, clorato de pot?íssio, perclorato de pot?íssio

Amon?¡aco

Merc??rio, hipoclorito de c?ílcio, iodo, bromo

Am??nio Nitrato

?ücidos, metais em p??, subst?óncias org?ónicas ou combust?¡veis finamente divididos

Anilina

?ücido n?¡trico, per??xido de hidrog?¬nio

Carv?úo Ativo

Hipoclorito de c?ílcio, oxidantes

Cianetos

?ücidos

Cloratos

Sais de am??nio, ?ícidos, metais em p??, enxofre

Cobre

Acetileno, per??xido de hidrog?¬nio

Cromo IV ?ôxido

?ücido ac?®tico, naftaleno, glicerina, l?¡quidos combust?¡veis.

Hidrocarbonetos

Fl??or, cloro, bromo, per??xido de s??dio

Hidrog?¬nio Per??xido

Cobre, cromo, ferro, ?ílcoois, acetonas, subst?óncias combust?¡veis

L?¡quidos inflam?íveis

Nitrato de am??nio, per??xido de hidrog?¬nio, ?ícido n?¡trico, per??xido de s??dio, halog?¬neos

Merc??rio

Acetileno, amon?¡aco

Metais Alcalinos

?ügua, tetracloreto de carbono, halog?¬neos

Permanganato de Pot?íssio

Glicerina, etilenoglicol, ?ícido sulf??rico

11.1 – TRANSPORTE DE SUBST?éNCIAS PERIGOSAS

?ë proibido o transporte de material de risco (inflam?íveis, explosivos, t??xicos, irritantes e corrosivos), em motocicletas. O transporte destes produtos dever?í ser efetuada apenas em carros de carroceiria fechada estando o produto devidamente acondicionado e claramente identificado quanto ao risco que representa (vide informa?º?úo no r??tulo do produto).

Alguns produtos inclu?¡dos nesta categoria e freq??entemente transportados por nossos funcion?írios:

?ülcool (etanol, metanol)

?ücidos (clor?¡drico, ac?®tico, sulf??rico, etc.)

Formalde?¡do

G?ís combust?¡vel (comercial)

Hipoclorito

Xilol

Solventes org?ónicos

Frascos para coleta de urina de 24 horas com conservante

Nos casos em que o risco da subst?óncia n?úo for identificado , favor contactar o setor de Qualidade- Biosseguran?ºa da Patologia (ramal 2121 – Marco Miguel, M?írcio, Nilson, Val?®ria Lessa ou Pedro Ventura).

12-Preparo de Solu?º?Áes

Fazer uma leitura pr?®via das caracter?¡sticas da subst?óncia que est?í manuseando.

Utilizar sempre, EPI espec?¡fico.

A vidraria utilizada no preparo de solu?º?Áes deve ser de boa qualidade, de prefer?¬ncia de vidro boro-silicato.

Usar sempre, bast?úo com prote?º?úo de borracha, teflon ou pl?ístico, para evitar trincar o vidro.

N?úo usar vidraria que esteja trincada, lascada ou corro?¡da.

Nunca pipetar subst?óncias qu?¡micas com a boca

Usar peras de borracha ou pipetadores autom?íticos.

2.1-Procedimentos em caso de acidente com solu?º?Áes:

Como as subst?óncias apresentam diferentes propriedades, a metodologia de primeiros socorros e descontamina?º?úo da ?írea dever?úo ser realizadas de acordo com a subst?óncia envolvida e as instru?º?Áes do fabricante contidas no r??tulo.

13-INC?èNDIOS

Como evit?í-los:

???uso adequado das tomadas conforme recomenda?º?Áes especificadas na “normas b?ísicas para uso de equipamento el?®trico”.

???buj?Áes de g?ís devem ser armazenados em local bem ventilado na ?írea externa do pr?®dio. Aten?º?úo com subst?óncias potencialmente inflam?íveis na hora de utilizar o fogo.

???Estocar subst?óncias potencialmente inflam?íveis longe de fontes de calor ou tomadas.

????anuten?º?úo do bom estado da parte el?®trica do pr?®dio.

??Manuten?º?úo de funcion?írios que garantam a seguran?ºa do pr?®dio, vigias, durante os fins de semana e feriados.

13.1-EQUIPAMENTO PARA CONTROLAR INC?èNDIO

Extintores de inc?¬ndio para produtos qu?¡micos (extintores PQS de p??), eletricidade (extintores a g?ís CO2) e para pap?®is (extintores de ?ígua comprimida) devem estar dispon?¡veis. Em Ambientes que utilizam muito equipamento el?®trico deve-se ter maior n??mero de extintores para eletricidade enquanto aqueles em que o n??mero de produtos qu?¡micos for muito grande devem conter extintores PQS em n??mero suficiente. Os dois podem ser utilizado em ambos os casos mas com meno do extintor devem ser guardados em local livre e n?úo distantes mais do que a 1 metro do piso e devidamente sinalizados.

Os extintores devem estar com a carga v?ílida e devem estar a disposi?º?úo em local acess?¡vel a todos. Recomenda-se em locais com maior periculosidade que haja uma extintor a cada 10m. Tamb?®m ?® recomend?ível dentro de laborat??rios que contenham muitos solventes ou eqos el?®tricos.

Deve existir no laborat??rio uma dio treinada por ??rg?úo oficial.

Utilizesempre o extintor de inc?¬ndio adequado:

Press?úo de ?ígua ? papel

CO2 -? eletricidade ( pode ser utilizado c/ menor efici?¬ncia para material qu?¡mico).

PQS ?- material inflam?ível (pode ser utilizado c/menor efici?¬ncia p/eletricidade).

OUTRAS ATIVIDADES QUE DEVEM SER REALIZADAS:

Fechar e remover o buj?úo de g?ís, quando poss?¡vel.

Remover todos os produtos inflam?íveis, quando poss?¡vel.

Fechar janelas e portas, quando poss?¡vel.

Inc?¬ndio de pequeno porte

– Seguir corretamente as instru?º?Áes de uso do extintor que devem ser alocados em local livre e n?úo distantes mais do que a 1 metro do piso e devidamente sinalizados.

– Ap??s o uso do extintor, notificar o servi?ºo de seguran?ºa para recarregamento.

Precau?º?Áes em caso de inc?¬ndio de grande porte

– Manter a calma e dar o alarme.

– Desligar imediatamente a capela e fechar as sa?¡das de g?ís.

– Fazer a evacua?º?úo com calma.

Em caso de fuma?ºa, ande o mais rente poss?¡vel do piso.

15- REFER?èNCIAS BIBLIOGR?üFICAS

M. M. de Souza. 1998. Biosseguran?ºa no laborat??rio cl?¡nica. Ed. Eventos

CDC/NIH- Biosafety in Microbiological and Biomedical Laboratories

Manuais de Legisla?º?úo Atlas; 39a edi?º?úo. 1998. Volume 16: Seguran?ºa e Medicina do Trabalho.

WHO-Laboratory Biosafety Manual. Geneve, 1994.

International Organization for Standartization ISO/TC 212/WG 1, Quality management in the Clinical Laboratory

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