Relatório de Ácidos-bases

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA – UESB

DEPARTAMENTO DE QU?ìMICA E EXATAS ÔÇô DQE

CURSO: FARM?üCIA

DISCIPLINA: QU?ìMICA GERAL

DOSCENTE: ALCIONE TORRES BRITO

?üCIDOS E BASES

Rafaella Valete Nunes Paiva

JEQUI?ë-BA

OUTUBRO/2010

INTRODU?ç?âO

At?® os fins do s?®culo XIX, a conceitua?º?úo de ?ícidos e bases era muito vaga e baseava-se exclusivamente em algumas de suas propriedades macrosc??pica. O advento da teoria de Arrhenius, ensejou o aparecimento das defini?º?Áes i??nicas dessas substancias, fundamentadas no seu comportamento quando em solu?º?úo aquosa; essas defini?º?Áes, bastantes restritas por pressuporem que o solvente seja sempre ?ígua, foram posteriormente pelos trabalhos de Br?Ânsted, Lowry e outros.

Escritos que datam mais de mil anos registram o conhecimento pelas antigas civiliza?º?Áes de certas subst?óncias, algumas ÔÇ£vol?íteisÔÇØ, como o ÔÇ£esp?¡rito de vinagreÔÇØ e outras ÔÇ£fixasÔÇØ como o ÔÇ£azeite de vitr?¡oloÔÇØ, as quais alem de apresentarem sabor azedo ou acido de quando dissolvidas em ?íguas, j?í eram conhecidos como capazes de provocar altera?º?Áes de cor em certos corantes, mais recentemente conhecidos como indicadores.

Subst?óncias que tornavam vermelha a tintura de tornassol, incolor a fenolftale?¡na, amarelo o azul brotimol, e al?®m disso, tinham o poder de atuar sobre os metais, produzindo efervesc?¬ncia, chamava-se ?ícidos. Ao lado dos ?ícidos conheciam-se tamb?®m as bases ou ?ílcalis, substancias untuosas ao tato e de gosto de sab?úo, capazes de provocar, nos indicadores, altera?º?Áes de cor de sentido oposto ?áqueles produzidos pelos ?ícidos. Aos ?ícidos aos ?ícidos e bases atribu?¡a-se a propriedades de, reagindo entre si, originarem sais, substancias que, pelo aspecto e pelo sabor, lembravam o sal comum.

Em fins do s?®culo XVII, Robert Boyle caracterizava um ?ícido como substancias capaz de dissolver metais, de alterar a cor do tornassol de azul para vermelho, de precipitar o enxofre das solu?º?Áes alcalinas de polisulfetos met?ílicos e de perder, quando adicionado a quantidades adequadas de bases, todas essas propriedades, em virtude de uma neutraliza?º?úo.

Com o advento da teoria da dissocia?º?úo i??nica, houve uma revis?úo nos conceitos ?ícidos e bases. Arrhenius, Ostwald e outros passaram a definir cada uma dessas classes de eletr??litos segundo a natureza dos ?¡ons por eles eram originados em solu?º?úo.

OBJETIVOS

Determinar a acidez ou basicidade de solu?º?Áes atrav?®s de indicadores ?ícido base e medidor de pH (ph metro).

Procedimento experimental

MATERIAis E REAGENTES

Tubos de ensaio

pH metro

B?®queres

Bast?úo de vidro

Almofariz e pistilo

Alaranjado de metila

Amarelo de alizarina

Azul de bromo fenol

Azul de bromo timol

Azul de timol

Fenolftale?¡na

Verde de bromocresol

Vermelho de metila

Extrato de repolho roxo

Solu?º?úo de ?ícido clor?¡drico 0,1 mol/L

Solu?º?úo de CH3COOH 0,1 mol/L

Solu?º?úo de CH3COONa 0,1 mol/L

Solu?º?úo de hidr??xido de s??dio 0,1 mol/L

Solu?º?úo de cloreto de am??nio 0,1 mol/L

Solu?º?úo de hidr??xido de am??nio 0,1 mol/L

Solu?º?úo de bicarbonato de s??dio 0,1 mol/L

Produtos comerciais diversos (?ígua mineral com g?ís, vinagre, refrigerante de lim?úo, sab?úo, ?ígua sanit?íria, etc).

M?ëTODO

1?? Parte – O pH das diferentes solu?º?Áes.

Primeiramente separou-se o material a se utilizado.

Preparou-se as solu?º?Áes discriminadas.

Colocou-se certa quantidade da solu?º?úo no b?®quer.

Transferiu-se a solu?º?úo para o tubo de ensaio.

Pipetou-se uma gota do indicador adequado para a solu?º?úo.

Usando os indicadores convenientes, estimou-se com a maior precis?úo poss?¡vel, os pH das diferentes solu?º?Áes

Utilizou-se uma tabela para as faixas de viragem (faixa de pH onde ocorrem mudan?ºas de cor) e anotou-se os resultados obtidos.

2?? Parte – Prepara?º?úo do extrato de repolho roxo.

Macerou-se as folhas de repolho roxo com ?ígua na almofariz e pistilo.

Em seguida filtrou-se para obter um extrato homog?¬neo.

Usou-se algumas das solu?º?Áes preparadas para determinar a faixa de viragem do extrato de repolho roxo.

Em um frasco de Erlenmeyer, colocou-se 20,00 mL de solu?º?úo dilu?¡da de hidr??xido de s??dio e algumas gotas de extrato de repolho roxo;

Deixou-se passar lentamente, uma corrente de g?ís carb??nico. E observou-se.

3?? Parte – Determina?º?úo dos pH.

Colocou-se uma certa quantidade das solu?º?Áes no b?®quer.

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