Glossário de Termos Técnicos Rodoviários

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TÉCNICOS RESPONSÁVEIS: Eng.º Guioberto Vieira de Rezende (Associação Brasileira de Normas Técnicas)

COMISSÃO DE REVISÃO TÉCNICA Eng.º Silvio Figueiredo Mourão (Departamento Nacional de Estradas de Rodagem) Eng.º Gabriel de Lucena (Departamento Nacional de Estradas de Rodagem) Eng.º Paulo José Guedes Pereira (Associação Brasileira de Normas Técnicas)

COLABORAÇÃO Comissão de Terminologia da ABPV Eng.º Henrique Wainer (Associação Brasileira de Normas Técnicas)

Eng.º Aston Medeiros dos Santos (Departamento Nacional de Estradas de Rodagem) Eng.º Celito M. Brugnara (Departamento Nacional de Estradas de Rodagem) Econ. Nilza Mizutani (Associação Brasileira de Normas Técnicas)

Diretoria de Desenvolvimento Tecnológico. Divisão Glossário de termos técnicos rodoviários. – Rio 296p. (IPR. Publ., 700).

MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA

DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra, km 163 – Centro Rodoviário Tel.: (021) 371-5888 Fax.: (021) 371 – 8133 TÍTULO : GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS RODOVIÁRIOS

Contrato DNER/ABNT PG 182/95-00 Aprovado pelo Conselho Administrativo do DNER em 20 de março de 1997, Resolução n.º 26/97, Sessão CA nº 10.

AASHO ROAD TEST ABRIGO

A AASHO ROAD TEST Método de ensaio elaborado pela AASHO baseado no uso de uma pista experimental E – Ensayo AASHO para Carretera F – Essai ASHO pour Route I – AASHO Road Test AASHTO Associação Norte-Americana de especialistas rodoviários e de transporte, anteriormente denominada de E – AASHTO F – AASHTO I – AASHTO ÁBACO Gráfico que permite resolução de problemas, substituindo cálculos numéricos por cálculos gráficos (Sin.: E – Ábaco F – Diagramme pour le Calcul I – Abacus, Abac, Alignment, Chart, Nomograph, Nomogram ABALO Perturbação do equilíbrio de uma estrutura, acompanhada de movimento ponderável, sem haver ruptura E – Sacudión, Sacudón (Arg., Chil., Col.) F – Seccousse I – Shake ABALO SÍSMICO Abalo que tem origem em E – Sacudida del Terreno, Sacudida Sísmica F – Secousse Sismique I – Earthshake ABATIMENTO Deformação da plataforma de uma estrada devido ao adensamento das camadas do pavimento E – Assentamiento, Consolidación (Nic.), Hundimiento (Per., Ecu.), Assentamiento (Suelos Pan., R. D.) F – Tessement, Dépression I – Settlement, Depression, Consolidation E – Assentamiento, Consolidación (Nic.), Hundimiento (Per., Ecu.), Assentamiento (Suelos Pan., R. D.) F – Tessement, Dépression I – Settlement, Depression, Consolidation ABAULAMENTO Declividade transversal simétrica em relação ao eixo da plataforma de trechos em tangente de uma estrada, para permitir a drenagem das águas pluviais, no E – Bombeo, Bombeo (Calzada) (Arg.), Bombeo, Corona (Pan.), Bombeo de la Calzada (Per.) F – Bombement, Dévers, Profil en Travers I – Camber, Crown, Transverse Profile ABERTURA DE RANHURAS Providência para alterar a condição da superfície de um pavimento, com vistas a torná-la menos lisa, a qual consiste em introduzir na mesma, depressões longas, estreitas e pouco profundas, E – Producción de Rañuras F – Striage I – Grooving ABERTURA NO SEPARADOR CENTRAL Ligação provisória, na área de um separador central, destinada à passagem de uma pista a outra. V. Separador Central.

E – Passo en Faju Central F – Ouverture Terre-Plein Centrale I – Median Opening ABERTURA PARA INSPEÇÃO Acesso a estruturas subterrâneas e a células da superestrutura de pontes e viadutos, usualmente fechado por tampas de aço, ferro E – Registro de Inspección F – Regard de Visite, Chambre de Visite (Belg.), Chambre de Contrôle (Suiça) I – Manhole ABGE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE GEOLOGIA DE ENGENHARIA Entidade que reune especialistas na área da Geologia aplicada à E – Asociación Brasileña de Geologia de Ingeniería F – Association Brésiliènne de Geologie d’Ingenierie I – Brasilian Association for Engineering Geology ABMS – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MECÂNICA DOS SOLOS Organização com sede no Rio de Janeiro, que congrega as pessoas físicas e jurídicas E – ABMS F – ABMS I – ABMS ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS Entidade privada, sem fins lucrativos, reconhecida como Fórum Nacional de Normalização do SINMETRO, mediante Resolução do CONMETRO e Termo de Compromisso firmado com o Governo, a quem compete coordenar, orientar e supervisionar o Processo de Elaboração de Normas (Resolução nº 06/92, de E – Asociación Brasileña de Normas Técnicas F – Association Brésiliènne de Normes Techniques I – Brazilian Standards Association ABÓBODA Cobertura encurvada, construída geralmente com pedras ou tijolos, que se apoiam uns aos outros, de modo E – Bóveda F – Voôte I – Arch (Structural) ABPE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PONTES E ESTRUTURAS Entidade que reune especialistas na área de estrutura e que se acha filiada à E – ABPE F – ABPE I – Brazilian Association for Bridges and Structures ABRASÃO Desgaste de um material sólido por atrito com E – Abrasión F – Abrasion I – Abrasion ABRIGO Pequena construção aberta edificada junto de uma via pública ou rodovia, destinada a proteger as pessoas E – Abrigo F – Abri I – Shelter

ABSORÇÃO ACELERADOR DE PEGA DE CONCRETO E ARGAMASSA

ABSORÇÃO 1) Penetração e retenção de uma substância, geralmente um fluído, no interior de outra substância, em geral sólida. 2) No caso de agregado imerso em água, ocorre aumento da sua massa devido ao preenchimento de seus poros permeáveis por água, expressa E – Absorción, Absorbimiento F – Absorption I – Absorption ABTI – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TRANSPORTES INTERNACIONAIS Associação, com sede no Rio de Janeiro, a que se acha filiada boa parte dos transportadores brasileiros engajados E – Asociación Brasileña de Transportadores Internacionales F – Association Brésiliènne de Compagnies de Transport International I – Brazilian Association of International Transport ACABADORA Equipamento autopropulsor destinado a construção de pavimento de concreto ou da superfície de E – Pavimentadora F – Repandeuse, Acheveuse I – Paver ACABADORA DE ASFALTO Equipamento autopropulsor destinado à distribuição uniforme de mistura asfáltica, na execução de camadas de pavimentos flexíveis, E – Pavimentadora Asfaltica, Terminadora Asfaltica (Cos.), Afinadora (Chi.) F – Répandeuse d’Asphaste, Finisseur d’Asphalte I – Asphalt Paver, Paver Finisher (Asphalt) ACABADORA DE PAVIMENTO DE CONCRETO Equipamento autopropulsor destinado à distribuição uniforme de concreto de cimento Portland na construção de um pavimento rígido, de acordo com as E – Terminadora de Pavimento de Hormigón, Terminadora de Pavimento de Concreto (Col., Méx., Nic., R.D., Ven.), Conformadora de Pavimento de Hormigón (Pan.) F – Finisseuse, Répandeuse Finisseuse I – Concrete Finishing Machine, Concrete Paver ACABAMENTO (FORMA) 1) Conformação geométrica longitudinal e transversal de uma superfície para E – Terminación F – Réglage I – Shaping ACABAMENTO COM VASSOURA Ação de acabamento de superfície de concreto com vassoura E – Escobada de Superfície F – Coup de Balai, Balayures I – Brooming ACABAMENTO ÁSPERO Aspecto rugoso da E – Acabamento Áspero, Superfície Rugosa e Áspera (Nic., Pan.), Terminado Áspero (R.D., Ven), Superfície Áspera (Per.) F – Finissage Rugueux, Fini Rugueux I – Rough Finish ACABAMENTO DA SUPERFÍCIE 1) Procedimento para obter a condição definida no projeto. 2) Acabamento Liso, V. Acabamento Áspero e V. Acabamento do Pavimento. 3) Termo impropriamente utilizado para E – Acabado de Superfície, Acabado (Col., Chi., Pan.) F – Surfaçage I – Surface Finishing, Finish, Finishing Shaping, Surface Shaping ACABAMENTO DE TALUDES Conformação final de uma superfície inclinada, que procede à remoção de elementos não solidários à mesma, atendendo-se a forma E – Acabamiento de Talud F – Purge des Talus I – Trimming of Slopes ACABAMENTO DO PAVIMENTO 1) Operação para obter acabamento liso ou áspero de uma pista de rolamento, conforme especificação. 2) Estado da superfície E – Acabado do Pavimento F – Finissage de Chaussée I – Pavement Finishing ACABAMENTO LISO Aspecto sem saliência ou E – Alisadura (Alisado), Afinado (Cos., Méx., Nic.), Acabado (Col., Chi., Pan.), Terminado Liso (Per., Ven.) F – Lissage de la Chaussée I – Smoothing, Smooth Finish ACAMPAMENTO 1) Local ocupado por barracas, trailers, casas, abrigos temporários ou centro de distribuição de pessoal e de mantimentos. V. Canteiro de Obras. 2) Conjunto de barracas instaladas junto à obra, destinado a abrigar pessoal, material e equipamento requeridos para a sua realização. Ex. Acampamento para E – Campamento F – Campement I – Camp ACEIRO 1) Corte ou picadão aberto em mata ou capoeira, com eliminação da vegetação rasteira, para evitar a propagação de fogo. (Sin.: Acero, Atulhada, Arrife e Linha de Fogo). 2) Limpeza de terreno nos dois lados de uma cerca de arame para protegê-la contra eventual E – Acero F – Lisière Dépouillée des Herbes I – Backfire, Trail, Fence Trail ACELERAÇÃO Variação da velocidade de um móvel E – Acceleración o Desaceleración F – Accélération ou Décélération I – Acceleration or Deceleration ACELERADOR 1) Aditivo que torna mais rápida a pega de cimento ou o endurecimento do concreto. 2) Dispositivo de veículo destinado a regular a quantidade de mistura combustível que alimenta o motor. 3) Pedal pelo E – Acelerador F – Accélérateur I – Accelerator ACELERADOR DE PEGA DE CONCRETO E ARGAMASSA Aditivo que se introduz durante a

ACELERÔMETRO AÇO COMERCIAL

produção de concreto e argamassas com a finalidade de E – Acelerador de Fraguado del Hormignón y Mortero F – Accélérateur de Prise de Beton et Mortier I – Setting Accelerator, Accelerator (Concreto and Mortar) E – Acelerometro F – Accéléromètre I – Accelerometer E – Acero F – Lisiere Dépouillée des Herbes I – Backfire, Trail, Fence Trail ACERVO TÉCNICO 1) Experiência adquirida por profissional na participação de estudos, planos, projetos, obras ou serviços, no desempenho de atividades do ensino ou pesquisa, no exercício de encargos de produção técnica especializada, na participação de cursos especializados, às vezes expressa em contribuições e participações em Congressos Técnicos e refletida em prêmios ou distinções profissionais. 2) Soma da experiência dos profissionais do quadro técnico de uma empresa e dos consultores técnicos E – Experiencia Técnica F – Experience Technique I – Technical Experience ACESSO 1) Facilidade para atingir determinado local, E – Acceso, Empalme, Entrada, Salida F – Accés, Entrée, Sortie I – Access, Adit, Approach, Entrance, Exit ACESSO À ÁREA URBANA Segmento rodoviário E – Acceso a Area Urbana F – Accés à la Zone Urbaine I – Urban Area Access ACESSO À INSTALAÇÃO MARGINAL Entrada e/ou saída para uma instalação à margem da E – Acceso a Instalaciones Marginales F – Accés aux Installations Marginales I – Access to a Marginal Installation ACESSO AO PORTO Entrada e/ou saída de porto E – Acceso a Puerto F – Accés au Port I – Access to the Port ACESSO POR FERROVIA Entrada e/ou saída de E – Acceso por Ferrocarril F – Accès par Chemin de Fer I – Railroad Access (USA), Access by Railroad (USA), Railway Access, Access by Railway ACESSO POR RODOVIA Entrada e/ou saída em E – Acceso por Carretera F – Accés Routier I – Road Access ACESSÓRIO Peças não essenciais à operação do equipamento a que pertence, e que podem contribuir para E – Acessorio F – Accessoire I – Accessory ACHATAMENTO Deformação de pista, em terra, E – Achatamiento F – Aplatissement I – Flattening of a Road, Road Flattening ACIDENTE 1) Fenômeno contrastante ou acontecimento imprevisto. 2) Ocorrência imprevista, que acarreta injúria ou perdas materiais, V. Acidente E – Accidente F – Accident I – Accident ACIDENTE DE TRABALHO 1) Acidente que se verifica durante a execução de um trabalho. 2) Toda lesão corporal ou perturbação funcional que, no exercício ou por motivo do trabalho, resultar de causa externa, súbita, imprevista ou fortuita, determinando a morte do trabalhador ou a sua incapacidade para o trabalho, total ou parcial, permanente ou temporária. V. Acidente, V. Segurança do E – Accidente de Trabajo, Accidente Labora F – Accident de Travail I – Work Accident ACIDENTE DE TRÂNSITO Ocorrência resultante da perda de estabilidade de um veículo, colisão entre véiculos, pedestres e/ou animais, com danos materiais, E – Accidente de Trafico, Accidente de Tránsito F – Accidente de Circulation Routiére, Acident de Trafic I – Highway Traffic Accident, Traffic Accident ACIDENTE DE TRANSPORTE Acidente que se E – Accident e Transporte F – Accident de Transport I – Transport Accident ACIDENTE FERROVIÁRIO Acidente que envolve uma ou mais composições ferroviárias e um ou mais objetos E – Accidente de Ferrocarril F – Accident Ferroviaire I – Railway Accident (UK), Railway Accident (USA) ACIDENTE GEOGRÁFICO Forma de relevo que oferece contrastes com outras formas que lhe estão E – Accidente Geográfico F – Accident Géografique I – Geographical Accident ACIDENTE TOPOGRÁFICO Topologia de uma E – Accidente Topográfico F – Accident Topographique I – Topographic Accident ACLIVE Rampa ascendente no sentido de um deslocamento. (Sin.: Rampa, Cf.: Declive) E – Ladera, Pendiente F – En Pente I – Upgrade ACLIVE MÁXIMO Limite máximo de rampa E – Pendiente Máxima F – Pente Máxima I – Maximum Upgrade, Maximum Acclivity AÇO 1) Liga de ferro e carbono, que pode conter, além de outros elementos residuais do processo de fabricação, E – Acero F – Acier I – Steel AÇO COMERCIAL Categoria comercial de aço disponível no mercado brasileiro, de diversas procedências

ACOMPANHAMENTO DA OBRA ADESIVIDADE

(e para o qual a prudência manda adotar o limite de E – Acero Comercial F – Acier Comercial I – Commercial Steel ACOMPANHAMENTO DA OBRA Direito assegurado ao autor do projeto correspondente ou a seus prepostos, para garantir que a execução da obra esteja de acordo com as condições, especificações e demais pormenores técnicos estabelecidos no projeto, direito que pode ser exercido ou não. Esta tarefa pode ser remunerada ou não (Resolução nº 221 do CONFEA), não sendo atribuído, porém, ao autor do projeto, o direito subjetivo de ser contratado para a supervisão da obra (Decisão do Tribunal de Contas da União publicada no D.O. de 23/07/82), que é de responsabilidade e competência do dono da obra, e por este ou órgão delegado deve ser exercida. V. Fiscalização e V. Supervisão. Obs.: 1 – Quando o acompanhamento da obra adquirir, por força de contrato, características de fiscalização técnica e administrativa deve ser designada como fiscalização da obra ou supervisão da obra. Obs.: 2 – Quando o acompanhamento da obra adquire, por força de contrato, características de fiscalização técnica, E – Acompañamento de Obra F – Accompagnement d’Ouvrage I – Job Following ACORDO DE NORMAS GATT (GENERAL AGREEMENT ON TARIFFS AND TRADES) Tratado firmado pelo Brasil que envolve responsabilidade de notificação quando uma norma ou regulamento técnico vai conter disposições que se chocam com disposições do sistema de normas internacionais. Nota: Em janeiro de 1995 E – Acuerdo de Normas GATT F – Aggrément de Normes GATT I – GATT ACOSTAMENTO Parte da rodovia, contígua à pista de rolamento, destinada ao suporte lateral do pavimento e proteção aos efeitos da erosão e, eventualmente, em caso de E – Hombro, Banquina (Arg., Uru.), Berma, Espaldón (Ecu.), Hombrillo (Ven.), Paseo (R.D.), Espaldón (Cos.), Acostamiento (Méx.), Berma (Col., Per.) F – Accôtement Burm I – Shoulder, Berm ACOSTAMENTO ESTABILIZADO Acostamento não pavimentado, de solo granular, adequadamente estabilizado. V. Acostamento, V. Acostamento não E – Hombro Estabilizado F – Accôtement Stabilisé I – Stabilized Shoulder ACOSTAMENTO NÃO PAVIMENTADO Acostamento sem qualquer revestimento, propício a E – Berma no Pavimentada F – Accôtement sans Revêtement I – Unpaved Shoulder ACOSTAMENTO NÃO REVESTIDO Acostamento sem . qualquer revestimento, propício a E – Berma de Tierra F – Accôtement sans Revêtement I – Shoulder without Surfacing ACOSTAMENTO PAVIMENTADO Acostamento com as mesmas características geotécnicas da pista de rolamento, exceto o revestimento com E – Hombrofirme, Berma Pavimentada F – Accôtement avec Revêtement I – Paved Shoulder ACURÁCIA DE UMA MEDIÇÃO 1) Grau de conformidade de um valor medido com aquele que se admite ser o verdadeiro. 2) Qualidade metrológica que E – Exactitud F – Précision I – Accuracy ACÚSTICA Parte da física que estuda as oscilações e ondas ocorrentes em meios elásticos e cujas freqüências estão entre 20 e 20000 Hz, e que são percebidas pelo ouvido E – Acústica F – Acoustique I – Acoustics ACUSTÍMETRO Termo caindo em desuso para E – Medidor de Sonido F – Sonomètre I – Sound Level Meter ADENSAMENTO (DO CONCRETO) Fase da concretagem que consiste na aplicação de vibração ou socagem contínua e enérgica do concreto durante e imediatamente após o seu lançamento nas formas, conforme E – Compactación de Hormigón F – Compactage du Béton I – Concrete Compaction ADENSAMENTO DE SOLO 1) Compactação de solo através de impactos e/ou rolos compressores. 2) Densificação de solo através de processo natural ou E – Consolidación de Suelo, Compactación de Suelo, Espesamento del Suelo F – Compactage de Sol I – Soil Consolidation, Soil Thickening ADERÊNCIA 1) Poder de adesão das rodas à superfície de rolamento da estrada em relação ao peso aplicado; efeito físico que impede o deslizamento dos pneus sobre um pavimento. 2) Resistência ao cizalhamento entre uma rocha e qualquer outro material em contato, sob uma pressão E – Adherencia, Adherencia en Tránsito (Ecu.) F – Adhérence I – Friction Factor, Adherence, Bond 2) Existência de características em um processo, um bem de capital ou de consumo durável, requeridas para o E – Adhesión F – Adhésivité I – Fitness, Adequateness, Adhesion ADESIVIDADE Qualidade de um agregado no sentido de que não haja a possibilidade do deslocameto da película betuminosa pela ação da água. A adesividade pode variar, mudando-se o tipo de ligante betuminoso. A adesividade satisfatória pode ser conseguida mediante o emprego de pequenas percentagens de substâncias, tais como: cal E – Adhesividad

ADITIVO ADUELA

F – Adhesivité I – Adhesivity ADITIVO 1) Produto de natureza mineral ou orgânica, que é adicionado em pequena proporção em argamassa, concreto ou calda de injeção no momento da mistura, com a finalidade de modificar algumas de suas propriedades, tanto no estado fresco como no endurecimento. Ex.: Acelerador de pega. 2) Modificador da qualidade de um material para conferir-lhe as características adequadas ao objetivo de seu emprego. Ex.: Aditivo para combustível e E – Aditivo F – Adjuvant, Additif I – Additive, Admixture ADITIVO PARA GRAUTEAMENTO DE CIMENTO Aditivos tais como: cloreto de cálcio, hidróxido de sódio, silicato de sódio (para aceleração da E – Aditivos para Enlechado con Cemento F – Additifs our Enchandage avec Ciment I – Additives for Cement Grouting ADITIVO SUPERPLASTIFICANTE Produto que reduz a quantidade de água de amassamento, de 12% ou mais, para produzir um concreto de determinada E – Superplastificante, Superplastificador F – Superplastifiant I – Superplastificizer ADJUDICAÇÃO (BENS) 1) Confiar a outrem a guarda e uso de um bem. 2) Ato judicial em que a propriedade dos bens que deveriam ser levados a hasta pública e arrematados por outrem, é transferida para determinadas pessoas, conforme a lei, mediante o pagamento do preço ou da diferença, segundo o critério E – Adjudicación (Bienes) F – Adjudication (Biens) I – Adjudication (Properties) ADJUDICAÇÃO (CONTRATO) Aceitação de uma E – Adjudicación, Otorgamiento F – Adjudication I – Award, Awarding (Contract) ADJUDICAÇÃO (SERVIÇO) Incumbir alguém, E – Adjudicación F – Adjudication I – Awarding (Service) ADMINISTRAÇÃO 1) Gestão de negócios públicos ou particulares. 2) Conjunto ou prática de princípios, normas e funções, que tem por fim ordenar os fatores de produção e controlar sua produtividade e qualidade, para se E – Administración F – Gestion I – Management ADMINISTRAÇÃO CONTRATADA Modalidade de contratação em que o contratado para execução da obra recebe, o título de renumeração, pelos seus serviços, uma percentagem sobre as despesas efetuadas até quantias previamente estabelecidas, tomando por base o orçamento E – Administración Contratada F – Administration pour Contrat I – Administration by Contract ADMINISTRAÇÃO DA QUALIDADE 1) A parcela da função da administração que determina e implementa a política da qualidade. 2) Conjunto de atividades da função geral de administração que determina a política da qualidade, os objetivos e as responsabilidades e a implementação por meios tais como a planificação da qualidade, garantia da qualidade, e melhoramento da qualidade dentro do sistema da qualidade. Obs.: 1 – A gestão da qualidade é de responsabilidade de todos os níveis de direção, mas deve ser conduzida. 2 – Na gestão da qualidade são dadas considerações aos aspectos E – Administración de la Calidad F – Gestion de la Qualité I – Quality Management ADMINISTRAÇÃO DE TEMPO Estudo e divisão de tempo disponível entre os diversos programas e suas respectivas fases, realizando-se a listagem das solicitações e o estabelecimento de sua prioridades e programas específicos estimando-se o tempo requerido para cada uma de suas fases, além da determinação da interrelação entre as fases de dois ou mais programas e fixação de um plano para sua execução, seja com a alocação de tempo, seja com a Esta atividade deve ser eminentemente dinâmica de forma a otimizar os resultados do método, ou seja, do melhor atendimento dos diversos programas necessários ao fim pré- E – Administración del Tiempo F – Administration du Temps I – Time Administration ADMINISTRAÇÃO DIRETA 1) Administração de negócios públicos realizada diretamente pelo orgão responsável pelos mesmos. 2) Execução de obras ou projetos rodoviários, assim como manutenção, com recursos E – Administración Directa F – Gestion Directe I – Direct Management ADMISSÃO TEMPORÁRIA 1) Ingresso autorizado de veículos, contêineres, bens, cargas, pessoas, em geral em trânsito, de acordo com regras do transporte internacional e sujeito a procedimentos alfandegários ou não, e procedimento de fronteira. 2) Contratação por período determinado de pessoal para atender à necessidade transitória de substituição do pessoal regular, de dada E – Admisión Transitoria, Admisión Temporaria F – Admission Temporáire I – Temporary Admission, Provisional Admission, Temporary Admittance, Provisional Admittance ADOÇÃO DE NORMA INTERNACIONAL 1) Publicação de um documento normativo nacional baseado em uma norma internacional relevante com as condições identificadas na norma internacional. 2) Inclusão de uma norma internacional em um sistema de normalização nacional, regional ou de empresa (organização), com ou sem modificações, transitórias ou E – Incorporación de una Norma Internacional F – Reprise d’une Norma Internationale I – Incorporation of an International Standard ADSORÇÃO Retenção superficial de moléculas sólidas, líquidas ou gasosas, átomos ou íons por um sólido ou E – Adsorción F – Adsortion I – Adsorption ADUELA Segmento transversal (de ponte de concreto protendido) pré-moldado, objeto de montagem.

AERODINÂMICA AFUNDAMENTO POR CONSOLIDAÇÃO

E – Duela F – Douve, Douelle I – Stave AERODINÂMICA Parte da mecânica que estuda o ar e outros gases em movimento, no tocante às suas propriedades e às forças que exercem sobre corpos sólidos E – Aerodinámica F – Aerodynamique I – Aerodynamics AEROFÓLIO Dispositivo aerodinâmico utilizado como acessório em veículo, para reduzir a resistência ao ar e, E – Aerofollo F – Aerofoil I – Airvane (Aerodynamics), Airfoil AEROFOTOGRAMETRIA Conjunto de operações destinadas à elaboração do levantamento topográfico de E – Aerofotogrametria, Fotogrametria Aérea F – Aérophotogrammétrie, Aérofotogramétrie I – Aerial Photogrammetry, Fotogrammetry AEROFOTOINTERPRETAÇÃO Trabalho que pode revelar, com base em fotografias, a estrutura do sub- solo e algumas das propriedades de suas camadas constituintes, cujo êxito depende essencialmente da E – Interpretación de Fotografias Aéreas F – Interprétation de Photographies Aériennes I – Aerial Photography Interpretation AEROTREM Comboio semelhante a trem que se desloca sobre estruturas elevadas, apoia-se sobre trilho ou E – Aerotrem F – Aérotrain I – Aerotrain AEROPORTO Área delimitada em terra que dispõe de edifícios, pista e outras instalações próprias para os serviços de chegada e partida, carga e descarga e manutenção de aeronaves, assim como para atendimentos, embarque e E – Aeropuerto F – Aéroport I – Airport AEROTRIANGULAÇÃO Processo sistemático para determinação de pontos de apoio no terreno, ao longo de uma área em estudo, de modo a facilitar a amarração de fotografias aéreas e obtenção de modificações sobre as E – Aerotriangulación F – Aérotriangulation I – Aerotriangulation AFASTAMENTO (PEDREIRA) Distância da primeira fila de furos à face livre da bancada, ou seja da E – Línea de Menor Resistencia F – Ligue de Moindre Résistance I – Burden (Stone-Quarry) AFASTAMENTO LATERAL Distância mínima entre bordo de pista de rolamento e objetos físicos para E – Distancia Lateral de Seguridad F – Distance Latérale Minimale I – Safety Clearance (Horizontal) AFASTAMENTO LATERAL MÍNIMO Distância mínima de qualquer construção da divisa lateral E – Distancia Lateral Mínima F – Distance Laterale Minime I – Minimum Lateral Distance AFASTAMENTO RADIAL Deslocamento radial da parte circular de uma curva, em consequência da introdução E – Desplazamento Radial F – Déplacement Radial I – Shift AFASTAMENTO TRANSVERSAL E – Intervalo de Distancia Transversal (Espaciamento Lateral), Intervalo Transversal (Arg.) Separación Lateral entre Vehículos (Bol., Per.), Separación Transversal (Cos., Nic., R. D.), Espacio Libre Lateral (Pan.) F – Éloignement I – Lateral Spacing AFERIÇÃO Conjunto de operações passivas (sem intervenção no instrumento) que estabelece, em condições específicas, a correspondência entre os valores indicados por um instrumento de medir, ou por um sistema de medição, ou por uma medida materializada, e os valores verdadeiros convencionais correspondentes da grandeza E – Aferición, Calibración F – Étalonnage I – Calibration, Calibrating AFLORAMENTO Parte de um maciço rochoso ou de E – Afloramento, Frente (Nic.) F – Affleurement I – Outcrop AFLORAMENTO EM LINHA (ÁGUA) Aparecimento de águas seguindo uma linha em uma superfície de solo, em contraste com o aparecimento de E – Escurrimento (Agua) F – Affleurement (Eau) I – Seepage AFUNDAMENTO 1) Deformação produzida pela movimentação e/ou recalque de camadas do solo. 2) Depressão produzida pela movimentação tectônica das camadas. 3) Rebaixamento da pista de rolamento nas proximidades dos encontros de obras-de-arte especiais e/ou sobre travessia de bueiros. 4) Defeito de superfície de pavimento flexível ou semi-rígido caracterizado pela existência de depressão localizada da superfície do pavimento, objeto de consideração quando de avaliação da E – Hundimiento F – Enfoncement I – Settlement AFUNDAMENTO PLÁSTICO Deformação permanente que ocorre em uma ou mais camadas dos pavimentos flexíveis e semi-rígidos ou ainda no subleito, devida a um afundamento, limitado lateralmente, por uma E – Ahundamiento Plástico F – Enforcement Plastique, Orniérage Plastique I – Plastic Settlement, Plastic Rutting AFUNDAMENTO POR CONSOLIDAÇÃO 1) Deformação permanente que ocorre nos pavimentos flexíveis e semi-rígidos, devida à consolidação diferencial

AGENCIADOR DE CARGA AGREGADO MIÚDO

Afundamento. 2) Afundamento sem estar acompanhado de solevamento. Quando ocorre em extensão de 6,00 m, é denominado afundamento de consolidação local; em extensão maior e ao longo da trilha de roda, é denominado E – Ahundamiento sur Consolidación F – Enforcement par Consolidation I – Settlement due to Consolidation, Rubbing by Consolidation AGENCIADOR DE CARGA Profissional especializado ou empresa especializada a cujo cargo estão os serviços e obtenção de carga para transporte ou E – Agente de Carga, Expedidor de Carga F – Agent de Charge I – Forwarding Agent, Cargo Agent, Freightagent, Freighting Agent, Transport Agent AGENTE DE CURA Substância cuja aplicação E – Agente de Curado, Curador F – Produit de Cure I – Curing Agent AGENTE REGENERADOR/AGENTE REJUVENESCEDOR Produto utilizado em processo de reciclagem de pavimento asfáltico, para rejuvenescer o asfalto, isto é, modificar suas características E – Agente Regenerador F – Agent Régénérateur I – Regenerating Agent AGENTE TÉCNICO Termo em uso em Portugal para E – Auxiliar de Ingeniero F – Agent Technique I – Assistant of an Engineer E – Aglomerante, Conglomerante F – Agglutinant I – Agglomerant, Binder AGLUTINANTE Material ativo utilizado para ligar E – Agglutinante F – Agglutinant I – Agglomerant AGREGADO Material natural ou artificialmente dividido em fragmentos ou partículas de material especialmente fabricado, resistentes, de forma e tamanho estáveis, cuja função específica é atuar como matéria inerte E – Agregado, Arido (Arg.), Aridos, Material Inerte (Nic.) F – Aggregat I – Aggregate AGREGADO (PARA CONCRETO) Material sem forma ou volume definidos, geralmente inerte, de dimensões E – Agregado para Hormigón F – Aggregat pour Béton I – Aggregate for Concrete, Concrete Aggregate AGREGADO ARTIFICIAL Agregado produzido E – Agregado Artificial F – Granulat Artificiel I – Artificial Aggregate AGREGADO CALCINADO Agregado cujas E – Agregado Calcinado F – Granulat Calciné I – Calcined Aggregate AGREGADO CLASSIFICADO Agregado classificado em função de requisitos estabelecidos em E – Agregado Classificado F – Granulat Classifié I – Classified Aggregate AGREGADO COM TORRÕES DE ARGILA E – Agregado Contaminado com Arcilla F – Soullure avec Argile (Agrégat) I – Clay Contamination (Aggregate) AGREGADO DE GRADUAÇÃO CONTÍNUA Agregado cujos componentes obedecem, com determinada tolerância, a uma curva de passagem por peneiras que revela a presença de todas as classes granulométricas, em E – Agregado de Granulometria Continua F – Agrégat de Granulometrie Continue I – Continuously Graded Aggregate AGREGADO DE PEDRA CORRIDA Agregado tal qual vem de uma instalação de britagem, não E – Agregado como Viene, Agregado como Sale F – Tout Venant I – Crusher Run Aggregate, All in Aggregate, Run-of-Bank Aggregate, Ungraded Aggregate AGREGADO GRANULOMETRICAMENTE ADEQUADO Agregado cuja composição E – Agregado de Granulometria Adecuada F – Agrégat de Granulometrie Appropriée I – Well Graded Aggregate AGREGADO GRAÚDO 1) Tratando-se de material pétreo, é o agregado que passa na peneira de 152 mm e fica retido na de 4,8 mm. 2) Tratando-se de solo, é o agregado que fica retido na peneira 2,0 mm (peneira nº 10). 3) Agregado mineral usado em pavimento flexível, inerte em relação aos demais componentes, que fica retido entre a peneira nº 10 e nº 200. 4) Agregado para concreto de cimento menor que 10 mm do qual, pelo menos, 95% fica E – Agregado Grueso F – Caillou, Agrégat Grenu I – Coarse Aggregate AGREGADO HIDRÓFILO Agregado que tem E – Agregado Hidrófilo F – Agrégat Hydrophile I – Hydrophilic Aggregate AGREGADO MIÚDO 1) Tratando-se de material pétreo, é o agregado que passa na peneira 4,8 mm (peneira nº 4) e fica retido na peneira 0,075 mm (peneira nº 200). 2) Tratando-se de solo, é o agregado que passa na peneira 2,0 mm, (peneira nº 10) e fica retido na peneira 0,075 mm (peneira nº 200). 3) Agregado mineral usado em pavimento flexível, inerte em relação aos demais componentes, que fica retido entre a peneira nº 10 e a nº 200. 4) Material granular com pelo menos 95%, em massa, de grãos que passa na peneira 4,8 mm. 5) Agregado para concreto ou argamassa de cimento do qual, pelo menos

AGREGADO MARGINAL AGUADA DE CIMENTO

de 95%, em peso, passa na peneira de 4,8 mm de abertura E – Agregado Fino, Finos (Gua.) F – Granulat Fin I – Fine Aggregate AGREGADO MARGINAL Agregado com valor útil ainda indefinido em escala, embora com aplicações restritas E – Agregado Marginal F – Granulat Marginal I – Alternative Aggregate AGREGADO NATURAL Agregado oriundo de jazida, obtido ou não por britagem de rocha. V. Agregado E – Agregado Natural F – Granulat Naturel I – Natural Aggregate AGREGADO PARA COBERTURA Agregado que é espalhado sobre uma superfície de pavimento após E – Agregado para Esparcimiento F – Agregat pour Épandage I – Cover Aggregate AGREGADO PÉTREO Material pétreo, natural ou artificialmente dividido em fragmentos ou partículas, de forma e tamanho estáveis, cuja função específica é atuar como matéria inerte e resistente em misturas com E – Agregado, Árido (Arg.), Áridos, Material Inerte (Nic.) F – Agrégat I – Aggregate AGREGADO POLIDO Agregado cujas rugas ou micro-reentrâncias foram eliminadas ou por agentes naturais E – Agregado, Árido (Arg.), Áridos, Material Inerte (Nic.) F – Agrégat Poli I – Polished Aggregate AGREGADO PRÉ-ENVOLVIDO Agregado envolvido por um aglutinante fluído, em pequena E – Agregado de Envolvimiento Previo F – Agrégat Enrobé d’Avance I – Previously Coated Aggregate, Precoating (Austrália) AGREGADO ROLADO Pedregulho ou areia E – Agregado Redondeado F – Agrégat Roulé I – Rounded Aggregate AGREGADO SECO Agregado do qual se extraiu a umidade mediante exposição em estufa, conforme norma E – Agregado Seco F – Granulat Sec I – Dry Aggregate AGREGADO SINTÉTICO Agregado produzido por Ex.: Agregado de argila expandida. Ex.: Agregado de argila E – Agregado Sintético F – Agrégat Synthétique I – Synthetic Aggregate AGREGADO UNIFORME Agregado cujas partículas têm tamanho variando entre limites muito E – Agregado Uniforme F – Agrégat Uniforme I – Single Sized Aggregate, One-Size Aggregate, Single- Size Aggregate AGREGADOS DENSOS Agregados de elevada massa específica, tais como a barita, magnetita, limonita, E – Agregados Pesados F – Granulats Lourdes I – Heavy Weight Aggregates AGREGADOS LEVES Agregados com peso específico inferior ao do agregado comumente usado para concretos, tais como escória de alto forno, argila expandida, diatomita, cinzas volantes, ardósia, folhelhos, vermiculita e E – Agregados Livianos F – Granulats Légers I – Light Weight Aggregate AGREGADOS PESADOS 1) Agregados com peso específico elevado, tais como os oriundos de diorita (2,70 a 3,00 gf/cm3) ou diabase (2,75 a 2,95 gf/cm3). 2) Agregados com peso específico mais elevado que o dos agregados de E – Agregados Pesados F – Granulats Lourdes I – Heavy Weight Aggregates AGRESSIVIDADE 1) Disposição para o desencadeamento de conduta hostil, destrutiva, fixada e 2) Desgaste sofrido pela superfície de um material devido a E – Agresividad (Psychol) F – Agressivité (Psychol) I – Aggressiveness (Psychol) AGRESSIVIDADE DA ÁGUA Propriedade de certas águas em contato com certos materiais, que consiste E – Agresividad del Agua F – Agressivité de l’Eau I – Agressivity of Water, Water Agressivity AGRONOMIA Conjunto das ciências e dos princípios E – Agronomia F – Agronomie I – Agronomy ÁGUA DE AMASSAMENTO (CONCRETO) Água destinada ao preparo de concreto e que deve obedecer E – Agua de Mezclado (Hormigón) F – Eau de Gachâge (Béton) I – Mixing Water (Concrete), Gauging Water ÁGUA SUBTERRÂNEA Água subsuperficial, que E – Agua Subterranea F – Eau Souterraine I – Ground Water, Underground Water ÁGUA SUPERFICIAL 1) Qualquer quantidade de água que se apresenta sobre a superfície terrestre. 2) Toda água que não se infiltra e que deve ser drenada. V. Água E – Agua Superficial F – Eau de Ruisséllement I – Surface Water AGUADA DE CIMENTO Mistura de excesso de água com cimento, destinada, às vezes, à pintura de superfície de concreto, com vistas a dar a elas um E – Cemento Aguado F – Aiguade de Ciment I – Cement Slurry

AGULHA DE TRÂNSITO ALIMENTADOR

AGULHA DE TRÂNSITO Abertura em um canteiro E – Aguja de Tránsito F – Aiguille de Trafic I – Traffic Needle AGULHEIRO Conjuntos de buracos ou aberturas que se costumam deixar nos muros, durante a construção, para colocar os extremos das vigas horizontais do andaime ou E – Mechinal, Barbacana (Bol.), Llorones (Pan.), Drenaje (Cos.) F – Boulin, Opes I – Weepholes AIDE – MEMOIRE 1) Resumo de itens importantes de um acordo proposto. 2) Resumo escrito de conversações E – Aide Mémoire F – Aide Mémoire I – Aide Mémoire AIPCR Associação Internacional Permamente de Congressos Rodoviários, fundada em 1903 cuja Secretaria Geral se acha em Paris e que dispõe de Comissões Técnicas E – AIPCR F – AIPCR I – AIPCR AIPE Associação Internacional de Pontes e Estruturas, constituída por dezenas de entidades nacionais, e que realiza Congressos especializados e edita publicações E – AIPE F – AIPE I – AIPE AJARDINAMENTO Preparo de jardim em terreno nu, isto é, de gramado, plantas ornamentais ou outras espécies E – Ajardinamiento F – Transformer en Jardin I – Gardening, Garden Making ALA DE BUEIRO Muro lateral da boca de um bueiro que serve para conter o aterro, evitar erosão captar e E – Ala de la Alcantarilla F – Aile du Ponceau I – Culvert Wing ALAGADIÇO Terreno sem drenagem natural, sujeito a inundações periódicas, e que durante certo período pode E – Charco F – Margouillis I – Swamp, Marsh ALAMBRADO 1) Cerca de fios de arame. 2) Cerca de E – Cerca de Fois de Alambre F – Bordure de Fil d’Airain I – Wire Fence E – Alameda, Boulevard F – Bouvelard, Allée I – Road Bordered by Trees E – Ensanche, Amplación (Col., Cos., Nic.), Alargamiento F – Élargissement I – Widening ALARGAMENTO PARA CRUZAMENTO E/OU ULTRAPASSAGEM No caso de pista com uma única faixa de trânsito, ou outro caso especial, um alargamento desta faixa para permitir cruzamento e/ou E – Carril de Adelanto F – Place d’Évitement I – Passing Bay, Passing Lane ALÇAS Ramos de uma interseção que permitem as E – Bucle Interior F – Boucles I – Loops ALCATRÃO Material betuminoso de consistência variável, resultante da destilação, com destruição de matéria orgânica tal como carvão, linhito, xisto e matéria vegetal. A palavra alcatrão é seguida do nome material do qual é E – Alquitrán, Cemento Asfáltico (Nic., Per., R.D.) F – Goudron I – Tar ALCATRÃO FLUIDO Produto constituído na sua E – Aceite de Alquitrán, Rebajado Asfáltico (Nic.), Alquitrán (Pan.) F – Huile de Goudron I – Tar Oil ALCATRÃO REFINADO Alcatrão que foi destilado e que eventualmente sofre adições para se obter a E – Aceite de Alquitrán Refinado F – Huile de Goudron Raffinée I – Refined Tar (Distilled Tar) ALCATRUZ Espécie de caçamba fixada em correias E – Cangilón F – Godet I – Bucket ALFINETE Armadura utilizada em concreto armado constituida de um pedaço de vergalhão de pequeno diâmetro, com ganchos nas extremidades, utilizado para ligar estribos de pilares de seções retangulares em sua parte E – Alfiler F – Épinge I – Pin ALGORÍTMO Qualquer conjunto de instruções que Os algorítmos, na informática, costumam ser codificados explicitamente por meio de conjunto de instruções de E – Algoritmo F – Algorythime I – Algorithm ALIDADE 1) Parte de um teodolito, concêntrica ao limbo horizontal, que permite a leitura de ângulos horizontais. 2) Aparelho topográfico constituído de régua móvel, prancheta e luneta taqueométrica, montado sobre um suporte conveniente. Serve para determinar distâncias horizontais e diferenças de nível em nivelamento E – Alidad F – Alidade I – Alidade ALIMENTADOR Dispositivo pelo qual se alimenta a E – Alimentador (Equipos), Dosificador (Col., Per.), Dosificador Cargador (Nic., R.D.), Alimentador (Pan.) F – Alimentateur

ALINHAMENTO ALTURA (VEÍCULO)

I – Feeder ALINHAMENTO 1) Visada entre duas estacas (topográficas). 2) Projeção sobre um plano horizontal do E – Alineamiento, Directriz F – Alignement, Trace I – Alignment, Alinement, Transit Line ALINHAMENTO CURVO Trecho curvo de um E – Alineamiento Curvo, Curva (Col., Pan., Per., Ven.) F – Alignement Courbe I – Curve ALINHAMENTO DE CONSTRUÇÕES Linha que estabelece limite mais próximo da faixa de domínio para locação das fachadas das edificações marginais à E – Linea de Fachada F – Alignement des Constructions I – Building Line ALINHAMENTO DE EXPLORAÇÃO V. Linha E – Alineamiento Topográfico F – Alignement Topographique I – Topographic Alignment ALINHAMENTO HORIZONTAL Projeção sobre E – Alineamiento Horizontal F – Tracé en Plan I – Horizontal Alignment E – Alineamiento Tangente (Méx., Per.), Tangente (Nic., R.D.), Recta, Tangente (Pan.) Alineamiento Recto, Recta Col., Ven.) F – Alignement Droit I – Tangent ALINHAMENTO VERTICAL Projeção sobre um E – Alineamiento Vertical F – Tracé du Profil en Long I – Vertical Alignment ALMOFADA DE ELASTÔMERO Lâmina de elastômero que serve de apoio à viga de ponta, por exemplo, com espessura em geral de até 2 cm. V. Almofada de E – Almohada de Elastómero F – Coussin Élastomerique I – Elastomeric Bearing (Sheet) ALMOFADA DE ELASTÔMERO FRETADO Conjunto de lâminas de elastômero com espessura de até 12 mm, intercaladas de chapas metálicas, revestido externamente com elastômero, para proteção das chapas E – Almohada de Elastómero F – Cousin Élastomèrique avec Reforcement I – Elastomeric Bearing with Reinforcement ALOCAÇÃO DE TRÁFEGO Atribuição de transporte de cargas e passageiros em malha existente e/ou E – Asignación de Trafico F – Affectation du Traffic par Mode I – Traffic Assignment ALONGAMENTO Aumento de comprimento de um corpo submetido à tração.

E – Alargamiento F – Allongement I – Elongation ALTA ADMINISTRAÇÃO Corpo administrativo que compreende os cargos de direção de uma organização, a Compõe-se, normalmente, de: – diretoria e gerência, ou – gerência, caso não haja diretoria, ou – diretores, caso não haja gerentes. Obs.: 1) As atividades de diretoria ou 2) Uma das atividades da Alta Administração é a responsabilidade pela política da qualidade extensiva a toda E – Alta Gerencia F – Haute Gérence; Haute Gestion I – Top Management, Highest Level of Management ALTA GERÊNCIA O mais elevado posto da gerência E – Alta Gerencia F – Haute Gérence I – Top Management ALTA TECNOLOGIA Tecnologia complexa que se encontra sob domínio de reduzida quantidade de centros de excelência e em geral implica no emprego de equipamentos e instrumentação considerados sofisticados, além de E – Alta Tecnología (Tecnología de Punta) F – Haute Technologie I – High Technology ALTERAÇÃO DE ROCHA Rocha ou fragmento de rocha com características diferentes da rocha matriz, cuja alteração é resultante da degeneração da rocha matriz “in E – Alteración de la Roca F – Altération de Roche I – Roch Alteration ALTERNATIVO Diz-se de tráfego que pode ser E – Alternativo F – Alternative I – Alternative ALTIMETRIA Conjunto de operações necessárias para definir e representar numérica ou graficamente as medidas das distâncias verticais ou diferenças de nível entre pontos E – Altimetria F – Altimétrie I – Altimetry ALTÍMETRO Instrumento que indica a altitude em E – Altímetro F – Altimètre I – Altimeter ALTITUDE DE UM PONTO Cota de um ponto E – Altitude de un Punto F – Altitude d’un Point I – Point’s Altitude, Point’s Elevation ALTURA 1) Distância vertical de um objeto da base ao topo. Ex.: Altura de Pilar. 2) Distância de um ponto acima E – Altura F – Hauteur I – Height Altitude ALTURA (VEÍCULO) Distância entre uma superfície horizontal em que se apóia o veículo e a superfície tangente

ALTURA CRÍTICA DE ATERRO) AMOSTRA DE CAMPO

que compreende o ponto mais alto do veículo, em qualquer E – Altura (Vehículo) F – Hauteur (Vehicule) I – Height (Vehicle) ALTURA CRÍTICA DE ATERRO Nível acima do qual o menor acréscimo de carregamento compromete a E – Altura Crítica de Aterro F – Hauteur Critique du Remblai I – Embankment Critical Height ALTURA DE CHUVA Medida que indica a quantidade de chuva em determinado lugar, em E – Altura de Lluvia F – Hauteur de Pluie I – Rainfall Rate (Height) ALTURA LIVRE Distância medida entre qualquer ponto da pista e um obstáculo superior e que limita a altura E – Altura Libre F – Gabarit Vertical I – Vertical Clearance ALUVIÃO 1) Formação sedimentar constituída por materiais plásticos ou detríticos de qualquer natureza depositados pelos rios. 2) Acréscimo formado nas margens dos rios por depósitos e aterros naturais, ou por desvio de E – Aluvión F – Alluvion I – Alluvium ALVARÁ Documento que expressa ato administrativo oficial, com apoio legal, autorizando ou declarando ficar assegurado a particular, o exercício de uma atividade E – Edicto F – Edit, Décret I – Permit, Warrant ALVENARIA Construção feita em pedras, tijolos ou blocos de concreto, na qual são colocados uns junto aos outros, com ou sem uso de argamassa para enchimento das E – Albanileria, Obra de Fábrica, Obra de Arte (Bol., Col., Per., Ec), Mamposteria (Nic.) F – Maçonnerie I – Masonry ÁLVEO (DE CURSO DE ÁGUA) Sin.: Leito E – Lecha Menor del Rio F – Lit de Rivière le Plus Petit I – Minor River Bed AMARRAÇÃO TOPOGRÁFICA 1) Sistema de marcos existentes ou colocados no terreno, ao qual são refletidos, por coordenadas lineares ou polares, detalhes ou pontos de um levantamento topográfico. (Sin.: Segurança de Linha). 2) Operação no campo e registro em planta, que E – Amarre Topográfico F – Amarrage Topographique I – Topography Mooring AMASSAMENTO MANUAL (DE CONCRETO) Conversão manual do cimento, agregado e água em mana (mistura homogeneizada), utilizada excepcionalmente, no caso de pequenos volumes ou obras E – Mezclado Manual de Hormigón, Mezclado de Hormigón a Mano F – Malaxage Manuel du Béton I – Hand Mixing of Concrete, Manual Mixture (of Concrete), Manual Concrete Mixing AMASSAMENTO MECÂNICO (DE CONCRETO) Conversão, em misturadora, de cimento, agregados e água em massa (misturada homogeneizada), a E – Mezclado Mecánico de Hormigón F – Malaxage Méchanique du Béton I – Mechanical Mixture (of Concrete) AMAZÔNIA Região natural cuja característica principal é a existência do rio Amazonas e seus afluentes e que compreende o norte do Brasil, as três Guianas, o leste e sul da Venezuela, o sudeste e sul da Colômbia, leste do Equador e Peru, bem como o norte da Bolívia. V. Amazônia E – Región Amazónica F – Region de l’Amazone I – Amazon Region (Geogr.) AMAZÔNIA LEGAL Parte do território brasileiro, assim definida para fins de planejamento pela lei nº 5.173, E – Región Amazónica Legal F – Region de l’Amazonique Legal (del Brasil) I – Legal Amazon Region AMBIENTE 1) Tudo que cerca os seres vivos e as coisas. 2) Soma dos fatores externos que influem sobre a vida dos seres vivos e o desempenho de bens. (Sin.: Meio E – Ambiente F – Ambiant I – Environment AMOLGAMENTO Quebra da estrutura de um solo E – Drolladura F – Froissure I – Remolding AMOSTRA 1) Parcela de material colhida, segundo critério especificado, para verificação de suas características. 2) Unidades ou “unidades de produto”, retiradas de um lote com o objetivo de serem submetidas à 3) Número finito de observações selecionadas de um E – Muestra, Toma de Muestras (Per.) F – Échantillon I – Sample AMOSTRA AO ACASO Amostra coletada E – Muestra al Azar F – Échantillon au Hausard I – Random Sample AMOSTRA COMPOSTA Amostra que se formou com vários itens (unidades) retirados de um lote E – Muestra Compuesta F – Echantillonage Composée I – Composite Sample AMOSTRA CONSISTENTE V. Amostra de E – Muestra Confiable F – Échantillon Consistant I – Trustworthy Sample AMOSTRA DE CAMPO 1) Para fins de estudos interlaboratoriais, partes do conjunto de componentes ou sistemas que se consideram idênticos, e que serão

AMOSTRA DE CONCRETO AMOSTRAGEM DUPLA

Estudos Interlaboratoriais, V. Material para Estudos E – Muestra de Campo F – Échantillon de Champ I – Field Samples AMOSTRA DE CONCRETO Parcela de concreto colhido (fresco ou endurecido) correspondente a elemento estrutural de concreto ou parte de estrutura de concreto E – Muestra de Hormigón (Ecu.), Testigo de Hormigón, Probeta de Concreto (Col.), Corazón de Concreto (Méx.), Muestra de Concreto (Per.) F – Échantillon de Béton, Carotte de Beton I – Concrete Sample, Concrete Core AMOSTRA DE CONCRETO ENDURECIDO Amostra cilíndrica de concreto, obtida por perfuração de um E – Testigo de Hormigón, Probeta de Concreto (Col.), Muestra de Hormigón (Equ.), Corazón de Concreto (Méx.), Muestra de Concreto (Per.), Cilindro de Hormigón (Cos.), Testigo de Concreto Endurecido (Nic.) F – Échantillon de Béton, Carotte de Beton I – Concrete Core, Concrete Sample AMOSTRA DE CONFIANÇA Amostra de um lote tal, que outra que se coletasse do mesmo, aparentemente, apresentaria as mesmas características fundamentais. (Sin.: E – Muestra Confiable F – Échantillon de Confiance I – Trustworthy Fly Sample AMOSTRA DE ENSAIO Amostra preparada para E – Muestra Preparada para Ensayo F – Échantillon pour Essai I – Test Sample AMOSTRA DE LABORATÓRIO Amostra destinada a inspeção ou ensaio em laboratório. V. Amostra E – Muestra para Laboratorio F – Éprovette I – Laboratory Sample AMOSTRA DE SONDAGEM Solo retirado por E – Muestra de Sondaje F – Échantillon de Sondage I – Sounding Sample AMOSTRA DEFORMADA Parcela de material, que se obtém ao modificar as condições em que se encontra no E – Muestra Alterada F – Échantillon Alteré I – Disturbed Sample AMOSTRA INDEFORMADA Parcela representativa do material, que se obtém sem modificar as E – Muestra Inalterada, Toma de Muestras Inalteradas (Per.) F – Échantillon Inalteré I – Undisturbed Sample E – Material de Referência F – Matériel de Reférénce I – Reference Material AMOSTRA PARA LAUDO JUDICIAL Amostra ou corpo de prova que se utiliza, quando da verificação de qualidade por laboratório credenciado e reconhecido pelos E – Muestra para Informe de Inspección Judicial F – Échantillon pour Rapport d’Inspection Judiciaire I – Arbitration Sample AMOSTRA QUARTEADA Material resultante de E – Muestra Reducida F – Échantillon Reduite I – Reduced Sample AMOSTRA REDUZIDA Material resultante de quarteamento de amostra. V. Quarteamento de Amostra E – Muestra Reducida F – Échantillon Reduite I – Reduced Sample AMOSTRA ÚNICA Item único (unidade) retirado de um lote (população) e que se considera representativo do E – Muestra Única F – Échantillon Unique I – Spot Sample AMOSTRADOR 1) Instrumental padrão para execução de sondagem de reconhecimento dos solos, com forma e dimensões definidas em norma técnica correspondente, destinado a extrair amostras de solo. 2) Dispositivo para obtenção de amostras pequenas de materiais a serem E – Muestrador F – Échantilloneur I – Sample AMOSTRADOR PADRÃO Instrumental padrão para execução de sondagens de reconhecimento dos solos, com forma e dimensões definidas em norma técnica E – Muestrador Patron F – Échantilloneur Etalon I – Standard Sampler AMOSTRAGEM 1) Operação que consiste na coleta de amostras representiva de um material, segundo critério especificado, para determinar suas características. 2) Procedimento de formação de amostras de um lote. (Sin.: E – Toma de Muestra, Muestreo F – Prélevement I – Sampling AMOSTRAGEM ALEATÓRIA Obtenção de amostras representativa de uma população, de forma que cada elemento tem a mesma probabilidade de ser incluido na amostra. Ex.: Amostragem com base em uma tabela de E – Muestreo Aleatorio F – Échantillonage Aléatoire I – Random Sampling AMOSTRAGEM DE SUPERFÍCIE Coleta de amostras ao acaso, da superfície exposta de uma pilha de E – Muestreo de Superficie F – Échantillonage de Superficie I – Surface Sampling AMOSTRAGEM DUPLA Tipo de amostragem que consiste em retirada eventual de uma segunda amostra do lote em consideração, face à informação obtida através da E – Toma Dupla de Muestras F – Échantillonage Double I – Double Sampling

AMOSTRAGEM INTEGRAL DE ROCHA ANERÓIDE

AMOSTRAGEM INTEGRAL DE ROCHA Amostragem que permite conhecer toda seqüência perfurada, inclusive fraturas e vazios, e que se realiza mediante execução preliminar de um furo de pequeno diâmetro, no qual se introduz uma haste metálica, em seguida cimentada com calda de cimento ou resina epoxi, e execução posterior com broca adequada de um furo de diâmetro maior, que permite a retirada do conjunto E – Muestreo Integral de Roca F – Échantillonage Integral de Roche I – Integral Rock Sampling AMOSTRAGEM ÚNICA Tipo de amostragem que consiste em retirar-se apenas uma amostra do lote em E – Toma Única de Muestras F – Échantillonage Simples I – Single Sampling AMOSTRAS DE CAMPO 1) Para fins de estudos interlaboratoriais, partes do conjunto de componentes ou sistemas que se consideram idênticos, e que serão Material para Estudos Interlaboratoriais. 2) Amostras E – Muestra de Campo F – Échantillon de Champ I – Field Sample AMOSTRAS DE LABORATÓRIO 1) Para fins de estudos interlaboratoriais, partes do material que se consideram idênticos e que serão submetidas a ensaios nos diversos laboratórios. V. Material (para Estudos Interlaboratoriais, V. Desempenho de Métodos de Ensaio. 2) E – Muestra de Laboratorio F – Échantillon de Laboratoire I – Laboratory Samples AMPLITUDE Tempo total dos sinais normalmente E – Amplitud F – Amplitude I – Amplitude, Range ANÁLISE 1) Determinação da composição de uma substância. Ex.: Análise Petrográfica. 2) Estudo qualitativo e/ou quantitativo de ocorrências. Ex.: Análise Econômica, Análise de Trânsito, Análise de Colapso, Análise de Defeitos e Análise de Informação. 3) Estudo para determinar características de um material ou sistema. Ex.: E – Análisis F – Analyse I – Analysis ANÁLISE BENEFÍCIO-CUSTO OU CUSTO BENEFÍCIO Estudo econômico que visa relacionar nas condições mais favoráveis o dispêndio monetário e os resultados decorrentes e que, embora não sendo dirigido a uma resposta final, permite orientar a tomada de decisões E – Análisis Beneficio-Custo F – Analyse Coût-Bénéfice I – Cost-Benefit Analysis ANÁLISE CRÍTICA DO PROJETO Exame sistemático abrangente, documentado e formal de um projeto com vistas a avaliar a adequação dos requisitos bem como identificar problemas e propor soluções. Obs.: 1 – A análise crítica de projeto por si não é suficiente para assegurar a adequação do projeto; 2 – A análise crítica de projeto pode ser conduzida em qualquer estágio do processo; 3 – A capacidade de projeto inclui, entre outros, adequação do uso, exequibilidade, possibilidade de fabricar e medir desempenho, confiabilidade, manutenibilidade, segurança, aspectos ambientais, fator tempo e custo do ciclo de vida; 4 – Cada análise crítica de projeto deve incluir entre seus participantes pessoal qualificado ligado a todas as funções capazes de influenciar na qualidade. V. Revisão de E – Análisis Critica del Diseño F – Analyse Critique du Projet I – Design Review ANÁLISE DE IMPACTO AMBIENTAL Determinação qualitativa e quantitativa do efeito de uma E – Análisis de Impacto Ambiental F – Analyse du Impact sur le Environnement I – Environmental Impact Analysis ÂNCORA Barra, geralmente de aço, utilizada para estabilização de rocha, colocada dentro de um furo, com sua extremidade fixada na rocha ou fixada ao longo de sua parte E – Ancla, Âncora F – Ancre I – Anchor ANCORAGEM Fixação de estruturas ou elementos estruturais por meio de tirantes e placas, ou dispositivos E – Anclaje F – Ancrage I – Anchorage, Rock Bolting ANDAIME Estrutura provisória munida de estrado E – Andamio F – Echafaud I – Scaffold ANEL RODOVIÁRIO Rodovia destinada a circulação de veículos na periferia das áreas urbanas, de modo a evitar ou minimizar o tráfego no seu interior. (Sin.: E – Carretera de Circunvalación, Pista de Circunvalación (Nic.), Circunvalación (Pan., R.D., Ven.), Avenida de Circunvalación (Ecu.) F – Route de Ceinture, Anneau Routier, Roca de Périphérique, Rocade I – Belt Highway, Ring Road, Belt Way E – Carretera de Circulación, Pista de Circulación (Nic.), Circunvalación (Pan., R.D., Ven.) F – Route de Ceinture, Anneau Routier I – Belt Highway, Ring Road, Belt Way E – Anemógrapho F – Anémographe I – Anemograph ANEMÔMETRO Instrumento para medir a velocidade ou intensidade do vento e também, em alguns casos, a sua E – Anemómetro F – Anémomètre I – Anemometer ANERÓIDE Instrumento pelo qual se determinam, de forma expedita, diferenças de cotas, com base na relação entre a altitude e a pressão atmosférica. (Sin.: Barômetro E – Aneróide F – Anéroide

ANGLEDÔZER APARELHO

I – Aneroid ANGLEDÔZER Trator com lâmina que pode mover-se formando ângulos variáveis com o eixo longitudinal da E – Topador Angular, Tractor com Cuchilla Angular (Méx., R.D.), Cortador Angular (Per.), Topadora Angular (Bol., Pan.), Pala Angulable (Cos.), Angledozer (Chi.), Angledoser (Nic.) F – Angledozer, Bouteur I – Angledozer ANGLEDÔZER (IMPLEMENTO) Implemento adaptável a um trator, constituído de lâmina e suporte, sendo que a lâmina pode formar vários ângulos horizontais E – Topador Angular, Tractor com Cuchilla Angular (Méx., R. D.), Cortador Angular (Per.), Topadora Angular (Bol., Pan.), Pala Angulable (Cos.), Angledozer (Chi.), Angledoser (Nic.) F – Angledozer, Bouteur I – Angledozer E – Tapador Angular de Orugas F – Angledozer avec Chenilles I – Wheel Tractor Mounted, Angledozer E – Tapador Angular de Ruedas F – Angledozer avec Roues I – Wheel, Tractor Mounted, Angledozer ANGRA Enseada ou pequena baía, largamente aberta, E – Bahia Pequeña F – Anse, Petit Golf I – Small Open Bay ÂNGULO Figura formada por duas retas que têm somente um ponto em comum ou por dois planos que têm E – Ángulo F – Angle I – Angle ÂNGULO CENTRAL Ângulo interno formado pelos raios extremos de uma concordância em planta. (Sin.: E – Ángulo Central F – Angle Central I – Central Angle ÂNGULO DE ATRITO INTERNO 1) Ângulo formado com o eixo das tensões normais pela tangente à curva envoltória de Mohr representativa das resistências ao Coeficiente de Atrito Interno. 2) Âgulo entre o eixo das abcissas e a tangente à curva, representativo de relação entre a resistência ao cisalhamento e a pressão normal no interior E – Ángulo de Rozamiento Interno F – Angle de Frottement Interne I – Angle of Internal Friction, Internal Friction Angle ÂNGULO DE DEFLEXÃO Aquele que é medido entre um alinhamento e o prolongamento do alinhamento anterior. Corresponde ao ângulo central de curva necessária E – Ángulo de Deflexión F – Angle de Déflexion I – Deflection Angle ÂNGULO DE INTERSEÇÃO Ângulo (ou suplemento deste) formado pelos eixos das duas estradas que se intersecionam ou ângulo formado pelos eixos de dois E – Ángulo de Intersección, Ángulo de Cruce (Nic.), Intersección (Pan.), Cruce (Col.,Per.) F – Angle d’Intersection I – Intersection Angle ANIONTE 1) Átomo ou grupo de átomos com carga negativa. 2) Ion com carga negativa. (Sin.: Ânion e E – Anión F – Anión I – Anion ANISOTROPIA Propriedade de uma substância ou de um sistema em que as características variam conforme a E – Anisotropia F – Anisotropie I – Anisotropy ANTEPARO DE SEMÁFORO Painel de coloração preto-fosco, justaposto ao grupo focal destinado a destacá-lo mediante contraste com o ambiente, para melhor E – Painel Semafórico F – Écran de Signal Lumineux I – Signal Shield ANTEPROJETO Conjunto de estudos preliminares que definem a representação gráfica e/ou expositiva de um serviço, de uma obra, de uma norma, com todos os seus E – Anteproyecto F – Avant-Projet I – Draft, Preliminary Design, Draft Plan, Preliminary Plan ANTIDEGRADANTE Substância que diminui a velocidade do envelhecimento. Ex.: Antioxidante (no caso de elastômero). V. Envelhecimento. (Sin.: Agente Contra E – Antioxidante F – Antivieillisseur I – Anti-aging Agent ANTIDERRAPANTE Característica daquilo que E – Antideslizante, Antiderrapante (Méx.) F – Antiderapant I – Anti-skid, Nonskid E – Antiescandilamiento F – Antiéblonissant I – Glare Screen ANTRÓPICO Relativo à humanidade, à sociedade humana. Termo de criação recente, empregado por alguns autores para qualificar um dos setores do meio ambiente, o meio antrópico, compreendendo os fatores sociais, econômicos e culturais; um dos subsistemas do Sistema E – Antropico F – Antropique I – Antropic APARELHAGEM Máquinas e/ou instrumentos e/ou E – Aparato F – Appareillage I – Apparatus or Apparatuses APARELHO Conjunto de mecanismos de finalidade E – Aparato

APARELHO CBR AR ENTRANHADO

F – Appareil I – Apparatus APARELHO CBR Instrumental destinado à E – Aparato CBR F – Apareil de CBR I – CBR Apparatus APARELHO DE APOIO DE NEOFLON Apoio formado por uma almofada de neoprene, fretado, sobre a qual se aplica uma camada de teflon coberta de chapa delgada de aço inoxidável (que pode deslizar sobre a lâmina de teflon, quando necessário) e sobre a qual se coloca uma E – Aparejo de Apoyo de Neoflon F – Appareil, d’Appui de Neoflon I – Neoflon Support Apparatus APARELHO DE CASAGRANDE Aparelho E – Aparato Casagrande F – Boite Casagrande, Appareil Casagrande I – Casagrande Box, Casagrande Apparatus APARELHO PROCTOR Instrumental destinado a E – Aparato Proctor F – Appareil Proctor I – Proctor Apparatus APARELHO TRIAXIAL Instrumento usado na E – Aparato Triaxial F – Appareil Triaxial I – Triaxial Apparatus APILOADOR Compactador que utiliza a energia Durante a queda, a massa pode ser guiada (pilão) ou não E – Pilón, Pisón F – Pilon I – Hammer, Tamper, Beetle APILOAMENTO Compactação de material manual ou E – Apisionamiento, Pisonadura F – Damage, Foulement I – Tamping APLAINADORA Espécie de grade de arrasto, utilizada para eliminar as irregularidades da superfície dos E – Niveladora F – Aplanisseuse I – Drag Equipment APLICAÇÃO DE UM DOCUMENTO NORMATIVO Uso de documento normativo em E – Aplicación de un Documento Normativo F – Aplication d’un Document Normatif I – Aplication of a Normative Document APLICAÇÃO DIRETA DE UMA NORMA INTERNACIONAL Aplicação de uma norma E – Aplicación Directa de una Norma Internacional F – Application Directe d’une Norme Internationale I – Direct Application of an International Standard APLICAÇÃO INDIRETA DE UMA NORMA INTERNACIONAL Uso de uma norma internacional por meio de sua conjugação a outro documento normativo, ou mesmo independentemente de sua adoção por outro documento normativo. Ex.: Norma do DNER na qual se E – Aplicación Indirecta de una Norma Internacional F – Application Indirecte d’une Norme Internationale I – Indirect Application of an International Standard APOIO (PONTE) Elemento de estrutura de uma obra- E – Apoyo (Puente) F – Appui (Pont) I – Bearing (Bridge), Support APOIO ELASTOMÉRICO Aparelho fretado de elastômeros e de lâminas de cobre, que se coloca nos apoios de peças da superestrutura de pontes, para permitir seus deslocamentos sem comprometer a estrutura. V. Almofada E – Apoyo de Elastómero F – Appui Élastomèrique I – Elastomeric Support APOIO PARA A CABEÇA Dispositivo não obrigatório para apoio traseiro da cabeça de motorista e passageiro, com vistas a evitar deslocamento em caso de E – Apoyo para la Cabeza F – Appui pour la Tète I – Head Rest, Head Support APOIO TERRESTRE Conjunto de operações efetuadas sobre o terreno, para a materialização de pontos E – Apoyo Terrestre F – Support Terrestre I – Terrestrial Support APOSTILA Aditamento ou nota a documento público E – Apostilla, Aditamento F – Apostille, Addition a Doccument I – Addition to a Document APROXIMAÇÃO 1) Parte da via usada pelo trânsito que se aproxima de uma interseção. 2) Fluxo que se dirige ao cruzamento. 3) Resultado que não é exato mas é próximo do resultado exato a ponto de poder ser utilizado E – Acercación F – Approximation I – Approach, Approximation AQUAPLANAGEM Efeito produzido por lâmina d’água retida sobre a pista de rolamento, após as chuvas, por deficiência de drenagem, que pode ocasionar derrapagem de E – Hidroplaneo F – Hydroplanage I – Hydroplaning, Aquaplaning AQUEDUTO 1) Duto ou canal artificial que transporta grande quantidade de água sob ação da gravidade. 2) Obra- de-arte que suporta um conduto ou canal artificial para E – Aqueducto F – Aqueduc I – Aqueduct AQUÍFERO 1) O solo que contém água. 2) Termo utilizado para significar veio de água, rio submerso ou E – Acuífero, Lleno de Água F – Plein d’Eau I – Water-bearing, Watery, Aquifer AR ENTRANHADO Ar contido em poros do concreto, devido à ação de aditivos em sua confecção ou na

ARADO DE DISCOS AREIA ARTIFICIAL

fabricação do cimento, e que altera favoravelmente algumas E – Aire Entrañado F – Air Occlus I – Entrained Air ARADO DE DISCOS Conjunto de séries de discos côncavos e com rotação livre, de bordo liso ou recortado, montados individualmente sobre uma barra horizontal, E – Arado, Arado Desarragaidor, Arado Múltiple F – Charrue de Disques I – Plow, Rooter Plow, Gang Plow, Rooter, Disk Plow ARBITRAMENTO 1) Decisão indicada por um árbitro entre duas ou mais proposições não iguais, apresentadas por peritos ou avaliadores. V. Perícia e V. Avaliação. 2) Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre as alternativas tecnicamente controversas ou que decorram E – Arbitraje, Arbitración, Arbitramiento, Tercería F – Arbitrage I – Arbitration ARBORIZAÇÃO DE RODOVIA Plantio de árvores às margens do corpo estradal ou em áreas adjacentes à estrada, em disposição tal que auxilie a sinalização, melhore sua estética sem comprometer a segurança do E – Arborización de la Vía F – Arborisation (Route) I – Arborization ARCO 1) Segmento de uma curva. 2) Medida linear de uma curva. 3) Elemento estrutural curvo utilizado por vezes E – Arco F – Arc I – Arch ÁREA (URBANA) CENTRAL, CENTRO Parte da área urbana onde, normalmente, se concentram as E – Centro de la Ciudad F – Coeur de la Ville I – The City, Commercial Centre, Down Town ÁREA ADJACENTE (RODOVIA) 1) Área que fica ao lado de uma rodovia. 2) Área que fica entre duas pistas de uma rodovia, quando estas se acham distantes E – Zona Adyacente F – Aire Adjacente I – Road Side E – Cuenca Hidrográfica, Cuenca Fluvial F – Bassin Hidrografique, Bassin Versante I – Hydrographic Basin, Catchment Area ÁREA DE ESTACIONAMENTO Local destinado E – Área de Estacionamiento, Paradero (Col.), Estacionamiento (Pan.), Estacionamiento para Vehiculos (Per., Ven.), Zona de Parqueo (Nic.) F – Parc de Stationnement, Zone de Stationnement, Parking I – Parking Area, Parking Zone ÁREA DE INFLUÊNCIA Área de uma peça ou sistema que sofre a influência de um determinado fenômeno, como seja a construção de uma rodovia, por E – Área de Influencia F – Zone de Influence I – Influence Zone ÁREA DE INTERESSE (IRRD) Termo adotado (pelo IRRD) para significar o campo (field) do sistema IRRD, com vistas a preenchimento de fichas de E – Campo de Interés (IRRD) F – Champ d’Intéret (IRRD) I – Field of Interest (IRRD) ÁREA DE PESQUISA (TRANSPORTE COLETIVO REGULAR) Área previamente delimitada como objeto de uma determinada pesquisa, E – Área de Investigación (Transporte Collectivo Regular) F – Aire de Recherche (Transport Collective Régulier) I – Area Under Survey (Regular Collective Transportation) ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE São aquelas em que as florestas e demais formas de vegetação natural existentes não podem sofrer qualquer tipo E – Área de Preservación Permanente F – Aire de Presérvation Permanente I – Permanent Preservation Area ÁREA DE RELEVANTE INTERESSE ECOLÓGICO São aquelas que possuem características naturais extraordinárias ou abriguem exemplares raros de biota regional, exigindo cuidados especiais de proteção por E – Area de Relevante Interés Ecologico F – Aire Relevée d’Interêt Echologique I – Notable Echological Concern Area ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL – APA São aquelas decretadas pelo Poder Público, para proteção ambiental, a fim de assegurar o bem estar das populações humanas e conservar ou melhorar as condições ecológicas E – Área de Protéction del Medio Ambiente F – Aire de Protéction du Moyen Ambient I – Environmental Protection Area ÁREA NON AEDIFICANDI Área em que não é E – Área non Aedificandi F – Area non Aedificandi I – Area non Aedificandi E – Arenar F – Sablonnière I – Sandy Ground AREAL Trecho ou área de solo de uma região, E – Suelo Arenoso F – Sol Arénifère, Sol Sableux I – Sand Ground, Sandy Pit, Sandpit AREIA 1) Sedimento não plástico inconsolidado, composto essencialmente de grãos de dimensões entre 0,06 a 2,0 mm (Wentworth). Os grãos freqüentemente são de quartzo, podendo, entretanto, ser de outros minerais. 2) É a formação do solo que passa na peneira de 2,00 mm (nº 10) e é retida na peneira de 0,075 mm (nº 200). 3) Agregado miúdo com pelo menos 95% em peso, passando na peneira de 4,8 mm de abertura nominal. Pode ser natural, quando se E – Arena, Agregado o Árido Fino (Nic., Per.) Agregado Fino (R.D.) F – Sable I – Sand AREIA ARTIFICIAL Areia resultante da fragmentação de brita ou cascalho.

AREIA-ASFALTO AREÔMETRO

E – Arena Artificial F – Sable Artificiel I – Crushed Sand AREIA-ASFALTO Argamassa constituída de agregado miúdo (areia), ligante betuminoso e, eventualmente, filer (material de enchimento), segundo E – Arena Asfalto, Mortero Asfáltico (Bol., Méx., Per., Pan., R.D.) F – Sable-Bitume, Sable Asphalte I – Sand Asphalt, Sand-Asphalt AREIA-ASFALTO A QUENTE Argamassa constituída de agregado miúdo (areia), ligante betuminoso e, eventualmente, filer (material de enchimento), preparada após aquecimento do agregado e do cimento asfáltico, E – Arena-Asfalto Densa, Arena Asfalto en Caliente, Mortero Asfáltico Denso (Bol., Méx., Pan.), Mortero Bituminoso Denso (Per.), Hormigón Asfáltico (R.D.), Arena-Asfalto (Ven.) F – Sable-Bitume à Chaud, Sable-Asphalte à Chaud I – Hot Sand Asphalt E – Arena-Betume F – Sable-Bitume I – Sand-Bitumen AREIA BRUTA Areia que não foi lavada. V. Areia E – Arena no Limpiada F – Sable non Lavé I – Unwashed Sand AREIA DE BARRANCO Areia, em geral ligeiramente avermelhada ou amarelada, proveniente de E – Arena de Barranco F – Sable de Ravin I – Sandbank Sand E – Arena de Duna F – Sable de Dune I – Dune Sand AREIA DE QUARTZO Areia constituída exclusivamente ou predominantemente por grãos de E – Arena de Quartzo F – Sable de Quartz I – Quartz Sand, Quartziferous Sand AREIA FINA Areia com grãos de diâmetros E – Arena Fina F – Sable Fin I – Fine Sand AREIA GROSSA Areia com grãos de diâmetros E – Arena Gruesa F – Sable Grossier I – Coarse Sand AREIA LAVADA Areia que foi sujeita a processo de E – Arena Limpia F – Sable Lavé I – Washed Sand AREIA LAVADA DE RIO Areia proveniente de várzeas e leitos de rios, que foi sujeita a processo natural de E – Arena Lavada de Rio F – Sable Lavé de Riviére I – Washed River Sand AREIA MÉDIA Areia com grãos de diâmetro entre E – Arena Media F – Sable Moyen I – Medium Sand AREIA MOVEDIÇA 1) Areia submetida a um gradiente hidráulico crítico pelo qual a água se movimenta ascensionalmente com uma velocidade suficiente para reduzir sensivelmente, até anular, a capacidade de suportar o peso de corpos sólidos, com a diminuição até zero da pressão efetiva; tem praticamente as propriedades de um líquido. A areia movediça não é um tipo de material mas E – Arena Movediza, Arena Corrediza, Arena Fluida (Cuba) F – Sable Mouvant I – Quick Sand, Running Sand AREIA PARA JATEAMENTO Areia desprovida de pó de quartzo, cuja granulometria varia em função do E – Arena para Chorro de Arena F – Sable pour Jettement I – Jet Sand AREIÃO Termo usado em São Paulo para significar camada de areia solta que se pode formar sobre a plataforma de estradas de terra. V. Areião de Espigão e V. Areião de E – Arena Desplegada F – Sable Libre I – Loose Sand AREIÃO DE BAIXADA Camada de areia solta que se forma, em tempo seco, sobre a plataforma de estradas de terra, em trechos de baixada, procedendo a areia principalmente de trechos altos adjacentes e, que em tempo seco, torna-se um problema para a continuidade e segurança E – Arenal de Rojada F – Sablonnière d’Abbaissement I – Loose Sand on Lowland Stretches AREIÃO DE ESPIGÃO Camada de areia solta que se forma sobre a plataforma de estradas de terra em trechos altos, pela ação combinada do tráfego e da lavagem pela água de chuva e, que em tempo seco, torna-se um problema para a continuidade e segurança do tráfego. V. Areião de E – Arenal de Espigón F – Sablonnière de Bout I – Loose Sand on Ridge Stretches ARENITO 1) Rocha sedimentar constituída de grãos de areia consolidados por um cimento natural. 2) No Sul do País, material proveniente da escavação dessas E – Arenita F – Arenite I – Sandstone AREÔMETRO Aparelho de medição E – Areometro F – Aréromètre I – Areometer

ARESTA DE CUNHA ARGILO-MINERAIS

ARESTA DE CUNHA Linha que corresponde ao E – Arista de Cuña F – Grête de Clef de Mât I – Key Edge ARGAMASSA Mistura uniforme de agregado miúdo e E – Mortero F – Mortier I – Mortar ARGAMASSA ASFÁLTICA Mistura de agregado E – Morteros Asfálticos (Piarc-Rilem) F – Mortiers Hidrocarbonés (Piarc-Rilem) I – Hydrocarbon Mortars (Piarc-Rilem) ARGAMASSA DE CAL Mistura de cal com areia e água, da qual resulta uma massa de consistência mais ou E – Mortero de Cal F – Mortier à Chaux I – Lime Mortar E – Mortero de Cal Hidraulica F – Mortier à Chaux Hydraulique I – Hydraulic Lime Mortar ARGAMASSA DE CIMENTO Argamassa na qual E – Mortero de Cimento F – Mortier de Ciment I – Cement Mortar ARGAMASSA DE POLÍMERO Mistura de agregados miúdos e de um ligante de polímero, usada na restauração de estrutura ou elementos de concreto armado E – Mortero de Polímero E – Mortier avec Polymère I – Polymer Mortar ARGAMASSA PARA REMENDOS Argamassa própria para reparos (devendo sempre especificar o E – Mortero para Remiendo F – Mortier de Resurfaçage, Mortier de Reparation I – Patching Mortar ARGAMASSA PROJETADA POR MEIOS MECÂNICOS Argamassa projetada por meios mecânicos sobre superfícies, com vista à obtenção de sua E – Mortero Proyectado F – Mortier Projeté I – Jet Mortar ARGILA Solo que apresenta características marcantes de plasticidade; quando suficientemente úmido, molda-se facilmente em diferentes formas; quando seco, apresenta coesão bastante para formar torrões dificilmente desagregáveis à pressão dos dedos. (Suas propriedades dominantes são devidas à parte constituída pelos grãos de grandeza máxima inferior a 0,005 mm e caracteriza-se pela plasticidade, textura e consistência em seu estado e umidade E – Arcilla F – Argile I – Clay E – Arcilla Arenosa (Pan., Per., R.D., Ven), Greda, Arcilla Plástica (Cos.) F – Argile Sableuse I – Sandy Clay, Marl, Chalk ARGILA COLOIDAL Argila que, dispersa em água destilada, apresenta a propriedade de suas partículas permanecerem em suspensão, animadas de movimentos E – Arcilla Coloidal, Arcilla (Pan.) F – Argile Coloidale I – Colloidal Clay ARGILA DISPERSA Argila que, depois de dispersa em água destilada, deixada em repouso por um tempo especificado, tem a propriedade de suas partículas se E – Arcilla Dispersada, Arcilla en Dispersión (Cos.) Arcilla Dispersa (Pan., Per., R. D.) F – Argile Dispersée I – Dispersed Clay ARGILA EXPANDIDA Agregado leve, resultante da expansão de argila, às vezes utilizado em concreto ou em elementos para alvenaria, com características definidas em E – Arcilla Expandida F – Argile Expansée I – Expanded Clay ARGILA FLOCULADA Argila da qual, por haver adicionado alguma substância eletrolítica à sua dispersão em água destilada, formam-se graneos que se depositam, com maior ou menor rapidez, num precipitado esponjoso e E – Arcilla Floculada, Arcilla mui Suelta (Pan., Per.,) F – Argile Floculée I – Flocculated Clay ARGILA PRÉ-CONSOLIDADA Argila que, em algum momento de sua história geológica, consolidou-se até certo ponto, por pressões superiores às atualmente E – Arcilla Preconsolidada, Arcilla Compacta (Pan., Per.) F – Argile Préconsolidée I – Preconsolidated Clay ARGILA SAIBROSA Argila com predominação de E – Arcilla de Arenisca F – Argile de Gravier I – Boulder Clay ARGILA SENSÍVEL Argila cuja resistência no estado E – Arcilla Sensible F – Argile Sensible I – Sensitive Clay ARGILA TIXOTRÓPICA Argila que se enfraquece quando sujeita a agitação e que recupera sua rigidez, E – Arcilla Tixotrópica F – Argile Thixotropique I – Thixotropic Clay ARGILAS EXPANSIVAS Argilas que se expandem sob ação da água; algumas alcançam volume muitas vezes E – Arcilla Expansiva F – Argiles Expansives I – Expansive Clays ARGILO-MINERAIS Silicatos hidratados de alumínio, com teores variáveis de cálcio, magnésio, flúor, sódio ou potássio, apresentando-se geralmente sob a forma E – Arcilla-Minerales F – Minéraux Argileusos

ÁRIDO(S) ASFALTO DE PETRÓLEO OXIDADO

I – Clay Minerals ÁRIDO(S) Termo aplicado a terrenos que, sem irrigação E – Suelo Árido F – Aride (Region) I – Arid Zone(s) ARMADURA Conjunto de elementos de aço integrante E – Refuerzo Metálico, Armadura (Arg., Col., Per., Ecu.), Refuerzo, Acero de Refuerzo (Nic., Pa.), Armado (Méx.), Acero Estrutural (R.D. Ven.) F – Armature de Reinforcement, Armature Métallique I – Reinforcement, Reinforcing Steel ARMADURA PARA CONCRETO Armadura de aço destinado a uso em estruturas de concreto armado ou E – Refuerzo Metálico, Armadura (Arg., Col., Ec., Per.), Acero de Refuerzo (Cos.), Armado (Méx.), Refuerzo, Acero de Refuerzo (Nic., Pan.,) Acero Estructural (R. D., Ven.) F – Armature de Renforcement, Armature Metallique I – Reinforcing Steel, Reinforcement ARMADURA PÓS-TRACIONADA Armadura que no caso de elementos de concreto protendido, é colocada no interior de bainhas e nas quais, após a protensão, é injetada E – Refuerzo Pós-Tensado F – Armature Post-Contrainte I – Poststressed Reinforcement ARMADURA PRÉ-TRACIONADA Armadura tracionada que no caso de elementos de concreto protendido fica em contato direto com o concreto. V. Concreto E – Refuerzo Pré-Tensado F – Armature Pré-Contrainte I – Prestressed Reinforcement E – Bodega F – Magasin I – Depot (Transport) Warehouse, Storage ARMAZENAMENTO DE DADOS Uso de dispositivo que pode aceitar e reter dados para utilização E – Almacenaje de Dados F – Stockage de Données I – Data Collection, Data Storage ARO DE RODA Dispositivo circular que transmite parte da carga total (peso próprio + carga) do veículo ao pavimento e no qual estão montados os pneus, quando E – Aro de Rueda F – Virole (Roue) I – Rim (Wheel) ARQUITETURA 1) Arte de criar espaços organizados e animados, por meio de arranjo urbano e de edificação, para abrigar os diferentes tipos de atividade humana. 2) E – Architetura F – Architectura I – Architecture ARQUIVO Coleção de dados armazenados, relacionados E – Archivo F – Fichier I – File, Archive ARRANCADOR DE ÁRVORES Dispositivo dotado de pesada lâmina munida de dentes que, adaptando a trator, serve para cortar, arrancar raízes e remover blocos de E – Arrancador de Arboles F – Arracheur d’Arbres I – Clearing Dozer ARRANCAMENTO DE AGREGADO Despreendimento de agregados de uma superfície de E – Separación de Agregados (Capa Asfáltica) F – Desenrobage d’Agrégat I – Stripping of a Pavement Surface ASFALTENOS Componente do asfalto, solúveis em sulfureto de carbono, mas insolúveis em certos E – Asfaltenos F – Asphaltènes I – Asphaltenes ASFALTITOS Asfalto de origem natural, normalmente de ponto de fusão elevado, que contém quantidades E – Asfaltitas F – Asphaltites I – Asphaltites ASFALTO 1) Material aglutinante de consistência variável, cor pardo-escura ou negra e no qual o constituinte predominate é o betume, podendo ocorrer na natureza em jazidas ou ser obtido pela refinação do petróleo. 2) Termo usado em alguns países (Alemanha, Austrália, por exemplo) para designar uma mistura natural ou artificial de betume E – Asfalto, Betún (Ecu.) F – Asphalte I – Asphalt ASFALTO (DE ROCHA) NATURAL Asfalto proveniente de rochas, tais como arenitos porosos e E – Asfalto Natural (de Roca) F – Asphalte I – Natural (Rock) Asphalt ASFALTO COM BORRACHA Mistura composta E – Caucho Asfalto, Asfalto-Ahulado (Méx.), Hule Asfalto (Cos.), Betún-Caicho (Pan.) F – Asphalt-Caoutchouc I – Rubber Asphalt ASFALTO COMPACTADO Concreto asfáltico E – Asfalto Compactado F – Rolled Asphalt, Béton Bitumineux I – Rolled Asphalt ASFALTO DE “CRACKING” Asfalto obtido em E – Asfalto de “Cracking” F – Asphalte de “Cracking” I – Craking Asphalt ASFALTO DILUÍDO Asfalto resultante da diluição de adequado cimento asfáltico preparado de petróleo com E – Asfalto Diluído, Asfalto Líquido, Asfalto Rebajado (Cos., Méx., Per.) Rebajado Asfáltico (Nic.), Asfalto de Baja Viscosidad (Per.), Betún Fluidificado (Ven.) F – Bitume Dilue I – Cut-Back Asphalt, Cut-Back Bitumen (Austrália) ASFALTO DE PETRÓLEO OXIDADO Material produzido pela oxidação artificial de certos tipos de asfaltos, mediante injeção de ar durante a última etapa de

ASFALTO DILUÍDO DE CURA LENTA ATENUADORES DE IMPACTO

sua refinação. Caracteriza-se por seu estado semi-sólido e E – Asfalto de Petróleo Soplato, Asfalto Oxidado (Cos., Per.), Asfalto Soplato (Pan.) F – Bitume de Pétrole Soufflé I – Blown Petroleum Asphalt ASFALTO DILUÍDO DE CURA LENTA Asfalto resultante da diluição de um adequado cimento asfáltico preparado do petróleo com uma nafta pesada E – Asfalto Líquido de Curado Lento, Asfalto Rebajado de Curado Lento (Pan.) F – Bitume Dilué à Sechage Lent I – Slow Curing Cut-Back ASFALTO DILUÍDO DE CURA MÉDIA Asfalto resultante da diluição de um adequado cimento asfáltico preparado do petróleo com uma nafta média E – Asfalto Líquido de Curado Médio, Asfalto Rebajado de Curado Médio (Pan.) F – Bitume Dilué à Sechage Moyen I – Medium Curing Cut-Back ASFALTO DILUÍDO DE CURA RÁPIDA Asfalto resultante da diluição de um adequado cimento asfáltico preparado do petróleo com uma nafta leve E – Asfalto Líquido de Curado Rápido, Asfalto Rebajado de Curado Rápido (Pan.) F – Bitume Dilué à Sechage Rapide I – Rapid Curing Cut-Back ASFALTO EXPANDIDO Asfalto quente fortemente expandido mediante de introdução de vapor. (Sin.: Espuma E – Asfalto Expandido F – Mousse de Bitume I – Foamed Bitumen ASFALTO LACUSTRE Asfalto encontrado na E – Asfalto Lacustre F – Trinidad, Bitume de Lac I – Lake Asphalt Asfalto Diluído em Cura Lenta, V. Asfalto Diluído de Cura E – Asfalto Diluído,Asfalto Liquido, Asfalto Rebajado (Cos., Méx., Per.), Rebajado Asfáltico (Nic.), Asfalto de Baja Viscosidad (Per.), Betón Fluidificado (Ven.) F – Bitume Dilué I – Cut-Back Asphalt, Liquid Asphalt ASFALTO NATURAL Material proveniente do petróleo submetido a um processo de evaporação e a altas pressões, exercidas nas capas interiores da crosta terrestre, E – Asfalto Natural, Asfalto Crudo F – Asphalte Naturel I – Lake Asphalt, Native Asphalt, Natural Asphalt ASNT – “AMERICAN SOCIETY FOR NON DESTRUCTIVE TESTING” Entidade dos U.S.A. que mantém um sistema de renome internacional de certificação de pessoal a ser engajado na E – ASNT F – ASNT I – ASNT ASSENTAMENTO Termo usado em Portugal para E – Asentamiento, Hundimiento (Ecu., Per.), Consolidación (Nic.) F – Tassement, Enforcement I – Settlement, Slump ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONTROLE DA QUALIDADE – ABCQ Entidade que estimula o desenvolvimento do controle de E – Asociación Brasileña de Control de Calidad F – Association Brésiliènne de Control de la Qualité I – Brazilian Association for Quality Control ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DE MECÂNICA DOS SOLOS E ENGENHARIA DE FUNDAÇÕES – AIMSEF Organização que patrocina conferências internacionais concernentes à E – AIMSEF F – AIMSEF I – AIMSEF ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DE MEDICINA DE ACIDENTES E TRÁFEGO Entidade com sede na Suécia e Secretaria no Reino Unido (Dep. of Forensic Medicine Guy’s Hospital), especializada E – Asociación Internacional de Medicina para Acidentes de Trafico F – Association International de Médecine pour Accidents de Trafic I – International Association for Accident and Trafic Medicine ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL PARA ESTUDOS DO COMPORTAMENTO DE MOTORISTAS – IDBRA Associação com sede na Suiça e Secretaria na França, especializada no estudo do E – IDBRA F – IDBRA I – International Driver Behaviour Research Association – IDBRA ASSOREAMENTO 1) Acúmulo de areias ou de terras, causado por enchentes ou por construções. 2) Obstrução por sedimentos de um rio, canal ou estuário, geralmente em conseqüência de redução de correnteza. 3) Processo geomórfico de deposição de sedimentos. Ex.: Assoreamento E – Cegamiento F – Ensablement I – Sanding Up ATA DO CONSELHO ADMINISTRATIVO DO DNER (CA) Ata concernente à reunião do Conselho Administrativo do DNER e que contém as resoluções nela tomadas assim como eventuais declarações E – Acta del CA F – Procès-Verbal du CA I – Proceedings of the Administrative Council Meeting ATALHO Caminho, vereda ou trilha fora da estrada, pelo E – Camino más Corto F – Chemin de Traverse I – Short Route ATENUADORES DE IMPACTO Barreiras para proteger objetos fixos de impactos aproximadamente frontais de veículos desgovernados, tais como as E – Atenuantes de Choque, Atenuantes de Impacto F – Amortisseur d’Impact

ATERRO AUTO-ESTRADA

I – Crush-Cushion, Crush Cushion ATERRO 1) Maciço de solo formado em conformidade com projeto, a montante de obras de contenção. 2) Depósito artificial de quaisquer materiais terrosos ou de entulhos, em E – Terraplén F – Remblai, Terreplein I – Earth Fill, Fill (Earth) ATERRO ASFIXIANTE Aterro de espessura sobre o nível das raízes de árvores e que pode conduzir à morte E – Aterro Sofocante F – Renblai Asphyxiant I – Asphyxiant Soil ATERRO BARRAGEM Maciço de solo construído com a finalidade de transpor vales e suplementarmente reter E – Terraplén de Represa F – Remblai de Barrage I – Dam Embankment ATERRO DE ACESSO Aterro construído para dar acesso a uma obra-de-arte, a uma via, posto de serviço ou E – Terraplén de Acesso F – Terraplein d’Accès I – Access Earthfill ATERRO HIDRÁULICO Aterro cujo material é levado ao local por meio de uma corrente de água, em E – Terraplén Hidraulico F – Terraplein Hydraulique I – Hydraulic Fill ATLAS Coleção de mapas e referências visuais, com a finalidade de representar um espaço dado e expor um ou E – Atlas F – Atlas I – Atlas ATOLEIRO Lugar ou área caracterizada por fraca E – Atolladero F – Bourbier I – Mud, Marsh, Swamp ÁTOMO Partícula de matéria fundamental dos elementos químicos e indivisível por meios químicos. Os elementos como ferro, chumbo, oxigênio, diferem um dos outros porque eles contém átomos de espécies diferentes. Existem cerca de 6 x 1021 de átomos em uma gota d’água. De acordo com a teoria atual, um átomo contém um núcleo interno e uma região externa quase impenetrável, que consiste em elétrons que giram em torno do núcleo. Os átomos são E – Átomo F – Atome I – Atom ATOS ADMINISTRATIVOS OFICIAIS Atos emanados do Poder Executivo, Legislativo e de Judiciário e que podem ser classificados em: deliberativos-normativos, de correspondência, enunciativos-esclarecedores, de assentamento, comprovativos-declaratórios e de pacto ou ajuste e que são expressos e formalizados por meio de E – Actos Administrativos Oficiales F – Actes d’Administration Officielles I – Official Administrative Acts ATRANQUEIRAR Impedir uma rua ou estrada com tranqueira, estacas, paliçadas ou outros meios.

E – Atrancar F – Obstruction d’une Route I – Obstruction of a Road (Man Made) ATRASO (TRÂNSITO) Tempo que perde um veículo ao ver-se limitado em seus movimentos por fatores alheios à E – Demora, Atraso (Bol., Nic., Ec., R. D.), Tardanza (Per.), F – Délai, Retard I – Delay ATRITO INTERNO Parcela da resistência ao cisalhamento de um solo devido ao encaixe entre os grãos É o termo “p tg ” da equação de Coulomb: ? S = c + p tg ? E – Fricción Interna (Rozamiento Interno), Resisténcia Friccionante (Méx.) F – Frottement Interne, Friction Interne I – Internal Friction AUDIÊNCIA PÚBLICA Procedimento de consulta à Sociedade ou grupos sociais interessados em determinado problema ambiental ou potencialmente afetados por um projeto, a respeito dos seus interesses específicos e da qualidade ambiental por eles preconizada. No Brasil, ao regulamentar a legislação federal para execução dos Estudos de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), estabelece a possibilidade de realização de audiências públicas promovidas a critério do Órgão Federal, dos Órgãos estaduais de controle ambiental E – Audiencia Pública F – Audience Publique I – Public Hearing AUDITORIA Atividade sistemática e documentada, executada para determinar, mediante investigação e avaliação da evidência objetiva, a adequação e observância de procedimentos, instruções, especificações, códigos, normas e programas administrativos ou operacionais e outros documentos aplicáveis, bem como a efetividade de sua implementação. V. Evidência Objetiva. (Sin.: E – Auditoria F – Audit I – Audit, Auditing AUTO DE INFRAÇÃO Documento que se lavra contra o infrator, apontando oficialmente, a transgressão de qualquer preceito legal ou regulamentar, e que instrui E – Auto de Infracción F – Acte de Infraction I – Infraction Document AUTO-ESTABILIZAÇÃO (ROCHAS) Processo natural de se atingir condições de estabilidade, após a ocorrência de movimentos (micro ou macroscópicos) de E – Auto-estabilización F – Auto-stabilization I – Self-stabilization AUTO-ESTRADA Via de tráfego rápido, com todos os acessos controlados, sem cruzamento de nível e destinada exclusivamente a veículos motorizados. (Sin.: Estrada E – Autopista, Supercarretera, Auto-Ruta (Nic.) F – Autoroute I – Freeway, Motorway

AUTOPEÇA AZIMUTE

AUTOPEÇA Peça, componente ou acessório para E – Pieza para Repuesto F – Pièce pour Réposition I – Automotive Part AUTOTREM Técnica utilizada no transporte multimodal que consiste no transporte de caminhões E – Auto-tren F – Auto-train I – Truck-train AUTÓDROMO Conjunto de pistas e instalações E – Autódromo, Pista de Carreras (Méx.) F – Autodrome I – Speedway AUTOMÓVEL Veículo automotor destinado ao transporte de passageiros, tendo quatro rodas e com capacidade de transporte de até nove pessoas e respectivas E – Automóvil F – Automobile I – Automobile AUTOPISTA URBANA Via de transição ou arterial na qual o controle de acesso é total ou parcial, com interseções em níveis diferentes, ou no mesmo nível, com tratamento adequado, caracterizando-se como barreira E – Carretera Urbana Expresa F – Route Urbaine Expresse, Grand Route Urbaine I – Urban Express Way AVALANCHA Desmoronamento ou escorregamento de solo e/ou rocha, de grandes proporções, devido a E – Alud, Avalancha, Lurte F – Avalanche I – Avalanche AVALIAÇÃO 1) Estimativa de valor de um bem ou sistema. 2) Determinação do valor de um bem ou sistema. 3) Determinação técnica do valor de um bem ou E – Valuación F – Évaluation I – Evaluation AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL (AIA) Instrumento de política ambiental, formado por um conjunto de procedimentos capaz de assegurar, desde o início do processo, que se faça num exame sistemático dos impactos ambientais de uma ação proposta (projetos, programas, plano ou política) e de suas alternativas, e que os resultados sejam apresentados de forma adequada ao público e aos responsáveis pela tomada de decisão, por eles E – Valuación del Impacto del Médio Ambiente F – Évaluation d’Impact du Moyen Ambient I – Environmental Impact Evaluation AVALIAÇÃO DE PISTA DE ROLAMENTO Avaliação concernente às características atuais de suporte e E – Valuación de Superficie de Rodamiento F – Évaluation de la Sur-Face de Roulement I – Pavement Evaluation AVANÇO DO ESCUDO PARA PERFURAÇÃO DE TÚNEL EM TERRA Progressão de escavação com uso de escudo na construção de túnel em terra.

E – Perfuración con Escudo F – Avancement au Boucler I – Shield Driving 2) Danificação. 3) Deterioração. 4) Resultado da ação de cargas superiores às normalmente suportadas por um material, caracterizado por mossas, mudanças de forma, E – Daño F – Avarie I – Injury AVENIDA Via de grande extensão que, por ter trânsito mais volumoso, exige tratamentos especiais, com separadores e controles de trânsito nas interseções com E – Avenida F – Avenue I – Avenue E – Vía Perimetral F – Vie Perimetrale I – Perimetral Way AVENIDA-PARQUE Via situada em um parque ou em áreas adjacentes a parques, cujos acessos são parcial ou E – Avenida-Parque, Parque-Via (Arg., Méx.), Avenida (Bol., Pan., R.D.), Bulevar (Cos., Ecu.), Boulevard (Nic.) F – Park Way, Promenade I – Park Way AVULSÃO Acréscimo formado nas margens dos rios por força natural violenta, que destaca por ação de um terreno e E – Área de Relleno Fluvial Violento F – Terrain Crée pour Transport Fluvial Violent I – Embankment Generated by Violent Fluvial Transportation AVULTAMENTO Aumento de volume de materiais devido à manipulação. Ex.: Avultamento de rocha após escavação. Ex.: Avultamento de areia depositada sem E – Hinchazón F – Foisonnement I – Swelling AZIMUTE Ângulo que um alinhamento faz com a direção norte-sul no sentido horário. Obs: 1 – Quando a direção norte-sul é a do norte magnético, chama-se azimute magnético. 2 – Quando a direção norte-sul é a do norte E – Azimut, Acimut F – Azimut I – Azimuth

BACIA BANCO INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO – BID

B BACIA Depressão de terreno rodeada em grande parte por elevações. V. Bacia Hidrográfica. V. Bacia de E – Cuenca F – Bassin I – Basin BACIA DE AMORTECIMENTO 1) Dispositivo de drenagem que provoca perda de energia de um fluxo aquoso para não causar erosão no terreno. (Sin.: Caixa de E – Cuenca de Amortiguamento F – Bassin d’Amortissement I – Weakening Basin BACIA FLUVIAL Área drenada por um rio e todos os E – Cuenca Fluvial F – Bassin Hydrographique I – River Basin BACIA HIDRÁULICA Área de terreno cujas águas E – Cuenca F – Bassin Versant I – Drainage Area BACIA HIDROGRÁFICA Área formada pelo conjunto de todos os terrenos, cujas águas afluem para o E – Cuenca Hidrográfica, Cuenca Fluvial F – Bassin Hidrografique, Bassin Versant I – Hydrographic Basin, Catchment Area, River Basin, Drainage Area BAIA DE ÔNIBUS Área adjacente à pista de rolamento de uma rodovia destinada ao embarque e E – Apartadero, Paradero (Méx.) F – Refuge I – Bay (Bus), Bus Bay BAINHA 1) Tubulação retilínea constituída de tubos metálicos, em geral de parede lisa, emendados por meio de luvas apropriadas e que serve para isolar cabo retilíneo de protensão do concreto. 2) Tubo metálico flexível usado para E – Vaina, Bastilla F – Forreau, Gaine I – Sheath (Prestressing), Tubing for Prestressing Cable BAIXA Ato de eliminar da relação de bens de propriedade E – Baja F – Basse I – Withdrawal from a List E – Bajada F – Abbaissement I – Lowcountry, Plain, Intervale (USA, Canadá) BALANÇA (PESAGEM) Instrumento com o qual se E – Balanza F – Balance (Instrument) I – Weighing Apparatus, Balance BALÃO Desvio que serve para operações de retorno no E – Balón, Intersección Rotatória F – Ballon, Rond-Point Giratoire I – Baloon E – Parapeto F – Parapet I – Parapet BALDEAÇÃO 1) Passagem de passageiros ou bagagens ou mercadorias de um veículo para outro (navio, trem, caminhão, ônibus etc) ou de uma modalidade de transporte E – Transbordar, Trasladar, Cambiar F – Transbordement, Rupture de Charges I – Transfer, Passenger Transfer, Trans-Shipment BALDRAME Infra-estrutura de muro, parede de E – Zócalo F – Base I – Footing, Base of a Wall BALIZA 1) Haste de madeira, metal ou de outros materiais, pintada a duas cores (vermelho e branco), terminada inferiormente por ponteira, que serve para assinalar um ponto do terreno, durante a execução de E – Baliza F – Balise, Jalon I – Landmark, Pole BALIZADOR Dispositivo que demarca limites de uma determinada zona da rodovia, dotada ou não de dispositivo refletor. (Sin.: Delineador). V. Catadiótrico ou Olho de E – Reflector, Hito Reflectante, Delineador, Linea de Borde (Bol., Cos., R.D.), Paralela Lateral, Linea Demarcadora (Per.) F – Reflecteur, Ligne de Demarcacion, Borne Refléchissant I – Delineator, Reflector, Reflecting Stud, Reflector Stud BALSA Embarcação usada para transportar cargas pesadas, e/ou pessoas, e/ou animais, geralmente a pequenas E – Lanchon, Chata F – Balse I – Barge, Raft BANCADA (PEDREIRA) Degrau formado na frente de uma pedreira, quando se fazem as detonações por planos E – Bancada de Cantera, Bancal de Cantera, Bancal de Pedrera F – Banc de Rocher I – Quarry Terrace BANCADA DE ENSAIO Dispositivos colocados em E – Banco de Prueba F – Banc d’Essai I – Test Rig BANCO INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO – BID Organismo interamericano instituído em 1959, para acelerar o processo E – BID F – BID I – IDB

BANCO INTERNACIONAL DE RECONS. E DESEN. – BIRD BARRAGEM

BANCO INTERNACIONAL DE RECONSTRUÇÃO E DESENVOLVIMENTO – BIRD Organismo internacional de crédito, fruto da conferência de Bretton-Woods (1944), também chamado E – BIRD F – BIRD I – IBRD BANDEIROLA Pequena bandeira utilizada em certos E – Bandera (Top) F – Drapeau Topografique I – Topographical Flag BANDEJA MARKUSSEN Estrado estudado pelo “Unit Load Council”, fundado pelo comandante Markusssen, de um só painel (1,0 m x 1,2 m), com asas E – Estrado Markussen F – Estrade, Plancher Markussen I – Markussen Tray, Markussen Pallet BANDEJAS Estrados com feitio variado, semelhantes a tabuleiros para serviço de mesa. V. Paletas, V. Paletização, E – Paleta (s), Estrado (s) F – Plateau (x) I – Pallet (s) BANHADO 1) Terreno encharcado de água parada, que pode periodicamente apresentar-se enxuto. 2) Extensão terrestre, baixa e plana, por onde deflui mansa e E – Pantano, Marjal, Bajial, Aguazal, Ciénaga, Fangal F – Marrais I – Marsh, Bog, Swampy Land BANQUETA 1) Elevação na extremidade de uma plataforma em aterro, que retém e encaminha longitudinalmente as águas que escoam sobre a pista e protege os veículos em trânsito. 2) Plataforma feita nos taludes de cortes e aterros com vistas à estabilidade e à E – Banqueta F – Banquette I – Lateral Dike BANZO Conjunto das barras que limitam superiormente (banzo superior) e inferiormente (banzo inferior) uma viga E – Lingotes de una Viga Estructural F – Barres d’une Poutre en Treillis I – Chord BANZO INFERIOR A parte inferior (barras) de uma E – Lingotes Inferiores de una Viga Estructural F – Barres d’une Poutre en Treillis (le plus bas) I – Lower-Chord BANZO SUPERIOR A parte superior (barras) de uma E – Lingotes Superiores de una Viga Estructural F – Barres d’une Poutre en Treillis (le plus haute) I – Upper-Chord BARBACÃ Orifício ou fresta abertos em um muro de suporte ou de revestimento pelos quais se escoam as águas E – Barbacana F – Barbacane I – Weephole BARCAÇA Embarcação usada para carga e descarga de E – Barcaza F – Chaland, Grand Barque I – Lighter BARCAÇA LASH Barcaça (chata) utilizada na técnica E – Barcaça Lash F – Barque Lash I – Lash Barge BARIDADE Termo usado em Portugal para significar E – Densidad Aparente F – Densité Apparente I – Bulk Density, Apparent Density BARIDADE SECA Termo usado em Portugal para E – Densidad Aparente Seca F – Densité Apparente Sèche I – Dry Bulk Density, Dry Apparent Density BARÔMETRO Instrumento para medir a pressão E – Barómetro F – Baromètre I – Barometer E – Barómetro Aneroide F – Baromètre Anéroide I – Aneroid E – Barómetro Metálico F – Baromètre Métallique I – Metallic Barometer BARRA 1) Bloco de metal, de forma prismática, para ser trabalhado. 2) Pedaço grosso de madeira. 3) Vergalhão de E – Barra F – Barre I – Bar, Rod BARRA DE LIGAÇÃO Aquela que, lubrificada, atravessa a junta transversal do pavimento rígido, permitindo movimento relativo das placas. (Sin.: Passador) E – Armadura de Unión, Pasojunta (Méx.), Acero o Espiga Parajunta (Pan.), Pasador de Unión (Ven.) F – Fer de Liaison I – Tie Bar BARRA-MINA Ferramenta para abertura manual de furos em pedra, por percussão e rotação, consistindo numa E – Barra F – Bare I – Bar, Rod BARRACÃO Abrigo provisório de madeira ou alvenaria, construído em geral no canteiro de obras ou próximo deste, para guardar materiais, equipamentos ou para alojar E – Barraca, Barracón F – Barraque I – Barrack, Bunkhouse, Tent BARRAGEM Estrutura construída num vale, e que o fecha transversalmente, proporcionando um represamento E – Presa, Represa, Dique F – Barrage

BARRAGEM DE CONCRETO BASE DO ATERRO

I – Dam, Barrage E – Presa de Hormigón F – Barrage de Béton I – Concrete Dam BARRAGEM DE ENROCAMENTO Barragem construída de blocos de rocha amontoados em geral de grandes dimensões, cujo paramento normalmente é construído de camadas de solo compactados, com ou sem E – Presa de Escollera, Dique de Enrocamiento F – Barrage en Rochement I – Rock Fill Dam BARRAGEM DE TERRA Barragem cujo maciço terroso é construído sob condições pré-estabelecidas de E – Presa de Tierra, Dique de Tierra, Presa de Terraplén F – Barrage en Térre I – Earth Dam BARRANCO Maciço de talude geralmente alto e íngreme, que resta após escavação natural ou feita pelo E – Barranco F – Ravin, Précipice I – Precipice, Cliff BARRAS DE TRANSFERÊNCIA Barras de aço que ligam placas de pavimentos de concreto, transferindo E – Palanca de Cambio F – Cheville de Change I – Dowel Bars BARRAS PREVENTIVAS Superfície enrugada construída transversalmente ao eixo de uma via de circulação com o objetivo de reduzir a velocidade dos E – Barras Preventivas, Vibradores (Méx.), Franjas Preventivas (Pan.), Señales Preventivas (Per) F – Bandes de Prévention I – Jiggle Bars, Rumble Strips, Raised Strips BARREIRA (SEGURANÇA DE TRÂNSITO) Sistema de proteção contínuo, moldado em concreto armado, rígido e indeformável, de seção com resistência e dimensões adequadas para evitar que veículos desgovernados provoquem danos às pessoas e propriedades nas pistas de rolamento ou fora delas, sem pôr em risco os E – Defensa de Protección, Barrera F – Barrière de Protection I – Safety Barrier BARREIRA 1) Obstáculo físico colocado em uma via, para provocar a compulsória paralisação ou desvio do E – Barrera F – Barrière I – Barrier BARREIRA DE PEDÁGIO Barreira, por vezes E – Barrera de Portazgo F – Barrière de Pèage I – Toll Bar, Toll Gate BARREIRA DE PEDRA Avalancha em que E – Barrera de Piedra F – Barrière de Pierre I – Rock Fall E – Barrera Móvil F – Barrière Mobile I – Mobile Barrier BARRIL 1) Unidade de volume de líquidos que não deve ser usada no Brasil, igual a 119,23 l. 2) Unidade de volume E – Barril F – Baril, Tonneau I – Barrel BARRO Mistura de solos argilosos ou limosos, com água E – Barro, Lodo (Col., Méx., Nic., Pan., Per., Ven.) F – Boue I – Mud BARROTE Peça lavrada ou serrada com largura e E – Viga de Madera F – Soliv I – Wood Beam, Beam of Wood BASALTO Rocha efusiva de cor escura, pesada, tendo como minerais essenciais o piroxênio augífico e feldspatos calcossódicos, e de cuja decomposição se originam terras E – Basalto F – Basalte I – Basalt BASE 1) Camada destinada a resistir aos esforços verticais oriundos dos veículos, distribuindo-os ao subleito, e sobre a qual se constrói o revestimento. Esta camada pode ser constituída de brita fina, cascalho, pedra amarroada, material estabilizado, concreto asfáltico ou de cimento Portland. 2) Substrato construído de material inorgânico não E – Base F – Couche de Base I – Base (Road Base) E – Base de la Via (Pavimento) F – Couche Portante (Pav) I – Road Base BASE DE DADOS Conjunto de informações que serve E – Base de Dados F – Base de Données I – Data Base E – Base F – Couche de Base I – Base Course BASE DE TRIANGULAÇÃO Distância, medida rigorosamente entre duas referências permanentes, a partir da qual é possível, por meio de triangulação, definir uma rede de pontos para apoio topográfico. (Sin.: Base E – Base de Triangulación F – Base de Triangulation I – Triangulation Base BASE DO ATERRO Parte do aterro que se encontra E – Base del Terraplén F – Base du Terraplain I – Embankment Base

BASE ESTABILIZADA BENFEITORIAS

BASE ESTABILIZADA Base de solo natural tratado granulometricamente ou por aditivos, de modo a oferecer maior resistência à desagregação e maior capacidade de E – Base Estabilizada F – Couche Stabilisée I – Stabilized Base Course BASE NEGRA (MISTURA) Mistura de agregados com asfalto, cuja compacidade, uma vez colocada, não é elevada, possuindo grande percentagem de vazios e na qual a granulometria em geral compreende grande proporção de E – Base Negra, Macadán Asfaltico (Bol., Cos.), Base Asfáltica (Col., Nic., Per.), Base con Asfalto (Pan.) F – Couche de Base Bitumineuse I – Black Base BASE SEM LIGANTE Base constituída de material E – Base Sin Ligante F – Corps de la Chaussée sans Liant I – Unbound Base BASE TECNOLÓGICA E METODOLÓGICA Termo impropriamente usado para significar base tecnológica, isto é, condição presente em solução de problema caracterizado por antecedentes de ordem E – Base Tecnológica e Metodológica F – Base Technologique et Methodologique I – Technological and Methodological Basis BASE TELFORD Camada de fundação, convenientemente comprimida, constituída por pedra arrumada à mão, segundo determinada técnica, e que poderá E – Base Telford F – Hérison I – Telford Base E – Base Topográfica F – Base Topographique I – Topographic Base BASÍMETRO Fio de ínvar graduado, especialmente E – Basímetro F – Basimètre I – Basimeter BASTÃO (BÚSSOLA) Pau curto, geralmente roliço, cortado de um arbusto e no qual se monta o soquete da E – Baton F – Bâton I – Stick for Compass, Compass Stick BATCH (LOTE) Quantidade de material requerida ou produzida por uma operação. Ex.: Carga para uma mistura E – Carga, Batch F – Charge, Batch I – Batch BATE-ESTACAS Máquina que atua por queda livre, ou por acionamento forçado, ou misto de uma massa geralmente metálica, destinada a fincar estacas, podendo também ser utilizada para romper pavimentos. (Sin.: E – Mertinete, Martillo de Hincar Pilotes (Pan.) F – Marteau de Battage I – Drophammer, Pile Hammer, Pile-Driver BATELADA Lote de produção ou parte deste.

E – Lote de Producción F – Lot de Production I – Production Lot, Batch BATELÃO Embarcação de fundo chato autopropulsada E – Chata, Barca F – Grosse Barque, Grosse Bateau I – Barge BATERIA Conjunto de acumuladores ou de pilhas elétricas associados em série em paralelo, com o objetivo de produzir uma diferença de potencial maior, no primeiro E – Bateria F – Batterie I – Battery E – Callejón, Beco, Pasaje (Nic., Per.), Paso de Peatones (R.D.) F – Ruelle I – Alley BECO SEM SAÍDA Beco com acesso por uma única E – Callejón sin Salida F – Ruelles sans Sortie, Impasse, Cul-de-Sac I – Dead-end Alley, Blind Alley BECO SEM SAÍDA COM RETORNO Beco com acesso por uma única extremidade, mas dotado de retorno E – Callejón sin Salida con Retorno F – Ruelle sans Sortie avec Retour, Impasse avec Retour I – Dead-end Alley with Return, Cul de Sac BELVEDERE Pequeno mirante localizado à margem da E – Belvedere, Mirador F – Belver I – Belvedere BENCHMARKING Comparação contínua de produtos e serviços com referenciais de excelência de outras organizações, com vistas ao aperfeiçoamento contínuo.

E – Benchmarking F – Benchmarking I – Benchmarking BENEFÍCIO DIRETO Benefício obtido em termos E – Benefício Direto F – Utilité Direct, Avantage Direct, Profit Direct I – Direct Benefit BENEFÍCIO INDIRETO Benefício gerado para a comunidade, afora o decorrente do transporte, em E – Benefício Indireto F – Avantage Indirect, Profit Indirect I – Indirect Benefit BENFEITORIAS 1) Melhoramentos introduzidos em um imóvel com o objetivo de conservá-lo ou evitar que se deteriore (necessárias), aumentar ou facilitar o seu uso (úteis), ou torná-lo mais agradável ou luxuoso (voluptuárias). 2) Em se tratando de avaliação de imóveis, qualquer melhoramento incorporado permanentemente ao solo pelo homem, de modo que não se possa retirá-lo sem E – Mejoramientos

BERÇO BLOCAGEM

F – Améliorations I – Improvement on Property BERÇO 1) Dispositivo que serve de apoio à carga, imobilizando-a. 2) Camada projetada para servir de apoio a E – Base, Cuna F – Berceau I – Cradle BERMA Obra de terra realizada lateralmente nos aterros assentes sobre terrenos de baixa capacidade de suporte, destinada a manter o equilíbrio destes, impedindo refluxo E – Bêrma F – Berme I – Berme BETÃO Termo usado em Portugal para significar E – Hormigón F – Béton I – Concrete BETONEIRA Máquina provida de um recipiente giratório para mistura dos materiais que compõem o E – Hormigonera, Concretera Mezcladora (Col., Cos., Per., R. D.), Betonera (Chi.), Mezcladora de Hormigon (Ec.), Revolvedora (Méx.), Concretera, Mezcladora (Nic.), Concretera, Terceadora (Ven.) F – Bétonnière I – Concrete Mixer BETUME Mistura de hidrocarbonetos pesados obtidos em estado natural ou por diferentes processos físicos ou químicos com seus derivados, de consistência variável e com poder aglutinante e impermeabilizante, sendo E – Betún F – Bitume I – Bitumen, Asphalt BETUME DE “CRACKING” Termo utilizado na E – Betún de Destilación Destructiva F – Bitume de Cracking I – Cracking Asphalt BETUME DURO Termo utilizado na Europa para significar asfalto sólido que, para uso comum, demanda E – Asfalto Sólido (Duro) F – Bitume Dur I – Hard Bitumen, Hard Asphalt BETUME LÍQUIDO Termo utilizado na Europa para E – Betún Líquido F – Bitume Fluide I – Liquid Asphalt BETUME RESIDUAL Termo utilizado na Europa e Austrália para significar material betuminoso obtido pelo E – Betún Residual F – Bitume Residual I – Residual Asphalt BICA CORRIDA 1) Brita corrida da qual se separa apenas, com peneira, o material grande demais, para uso. 2) E – Casquijo Tamizado F – Concassé en Courant I – Crusher Run (Special or Not) BIFURCAÇÃO Divisão de uma via em dois ramais, um E – Bifurcación (Col., Ven.), Entronque, Intersección (Méx., Nic., Per.) F – Bifurcation I – Fork intersection, “Y” Intersection, Bifurcation BIFURCAÇÃO (COM CRUZAMENTO) Dispositivo de trânsito tal que uma de suas correntes se bifurca sem interferência em outras duas, mediante uma E – Bifurcación con Cruce, Bifurcación a Distintos Niveles, Bifurcación a Desnivel (Bol., Per.), Intersección a Desnivel (Méx., R. D.), Bifurcación de Desnivel (Pan.), Paso a Desnivel (Ecu.) F – Bifurcation avec Croisement I – Two-level “Y” Intersection BIGODE Em via não pavimentada, abertura que se faz lateralmente no material excedente no bordo da plataforma, E – Aperturas Laterales F – Ouverture dans le Déchange Latérale I – Openings in Lateral Send-offs BINDER Mistura a quente, de graduação aberta, de agregado e asfalto. V. Ligante e V. Pintura de Ligação. Exs.: E – Binder F – Binder I – Binder BIODIVERSIDADE Ação conjugada de organismos e E – Biodiversidad F – Biodiversité I – Biodiversity BIOMA/BIOTA Fauna e flora de uma região, E – Fauna y Flora de una Región F – Faune et Flore d’une Région I – Biota BIOMASSA Peso da matéria viva presente em dada área E – Biomasa F – Biomasse I – Biomass BIORRÍTMO Fenômeno que caracteriza o comportamento atípico do indivíduo, periódico, ainda em E – Biorítmo F – Biorythme I – Biorythm Ex.: Aço para armadura bitola 12 mm. Ex.: Diâmetro de um cabo. Ex.: Espessura de chapa de aço. 2) Distância que separa os boletos dos trilhos de uma via férrea. 3) O número correspondente ao valor arredondado, em milímetros, do diâmetro da seção transversal nominal de fio ou barra E – Calibre F – Etalon I – Gauge, Wire Gauge BLOCAGEM Termo usado em Portugal para significar E – Base Telford F – Hérison I – Telford Base

BLOCO BOMBEAMENTO

BLOCO Pequena parte da superfície de um pavimento que se desprende, devido a progressão de trincas Blocos Rolados, V. Bloco de Desmoronamento, V. Bloco de E – Bloco de Asfalto F – Bloc d’Asphalt I – Asphalt Block BLOCO DE APOIO PARA PONTES (ELASTOMÉRICO) Termo impropriamente utilizado Almofada de Elastômero Fretado, V. Almofada de E – Apoyo de Elastómero (Puentes) F – Appui Élastomèrique (Ponts) I – Elastomeric Support (Bridges) BLOCO DE ASFALTO Bloco feito com uma mistura uniforme de agregado fino e asfalto, comprimida com prévio aquecimento em molde de dimensões e forma E – Loseta Asfáltica F – Carreau d’Asphalte I – Asphaltic Block BLOCO DE DESMORONAMENTO Fragmento de rocha, que se desprende do maciço rochoso de um talude, devido ao aumento das tensões de cizalhamento, tensões de E – Bloque de Desmoronamiento F – Bloc d’Éboulament I – Falling Down Block BLOCO DE ENSAIO (ROCHA) Amostra de material rochoso para ser submetida a ensaios mecânicos, destinados à medição de suas propriedades, e possuindo E – Cuerpo de Prueba (Roca) F – Éprouvette I – Test Specimen (Rock) BLOCO DE FUNDAÇÃO Elemento de fundação dimensionado de modo que as tensões de tração nele produzidas possam ser resistidas pelo concreto sem necessidade de armadura. Pode ter as faces verticais, inclinadas ou escalonadas e apresentar planta de seção E – Bloque (Fundación) F – Bloc (Fondation) I – Concrete Block Foundation without Reinforcing BLOCO DE ROCHA 1) Pedaço de rocha com diâmetro médio superior a 1 metro. 2) Material pétreo obtido artificialmente, com dimensões superiores a 250 mm E – Bloque de Rocha F – Bloc de Roche, Bloc de Roc I – Rock Block E – Bloque Oscilante F – Bloc Oscillant I – Oscillating Boulder BLOCO SUSPENSO Matacão que se encontra em E – Bloque Suspenso F – Bloc Suspendu I – Suspended Block BLOCOS ROLADOS Pedras roliças com diâmetro E – Bloques Rodadizos F – Blocs I – Stone Blocks (Rolled), Great Boulders BOCA DE BUEIRO Abertura, por onde entram ou E – Boca de Sumidero, Boca de Tormenta (Bol.), Tragante (Cos., Nic., Pan., Ven.), Boca de Desague (Chi., Per., Ecu.), Coladera de Tormenta (Méx.), Imbornal (R.D.) F – Bouche d’Égout I – Culvert Entry BOCA-DE-LOBO 1) Entrada de uma caixa coletora de água, geralmente provida de grades. 2) Abertura em um meio fio que serve de entrada para águas a serem escoadas E – Boca de Sumidero F – Bouche d’ Égout I – Catch Basin BOCA DE SERRA Garganta pela qual se sobe ao E – Garganta (Sierra) F – Gorge I – Gorge BOÇOROCA Erosão acelerada pela água em terreno de relevo acidentado ou ondulado e sem proteção, que produz E – Ravina F – Ravine I – Gully BOMBA Máquina que aspira um fluído e o expele sob pressão, em geral com vistas ao transporte através de E – Bomba F – Pompe I – Pump BOMBA CENTRÍFUGA Tipo de bomba em que um rotor, girando a alta velocidade, permite o bombeamento de E – Bomba Rotatoria, Bomba Centrifuga F – Pompe Centrífuge I – Centrifugal Pump BOMBA DE ARGAMASSAS Equipamento para E – Bomba para Mortero F – Bombe pour Mortier I – Mortar Pump BOMBA DE CONCRETO Máquina para bombear E – Bomba para Hormigón F – Pompe pour Béton I – Concrete Pump BOMBA PORTÁTIL PARA CONCRETO Bomba montada em treiler, rebocável para qualquer lugar E – Bomba Portátil de Hormigón F – Bombe Portatif de Béton I – Portable Concrete Pump BOMBEAMENTO 1) Expulsão sob pressão de material fino em suspensão pelo efeito de cargas móveis repetidas, através de juntas ou fissuras de um pavimento. 2) Fuga de partículas de solo debaixo da placa de pavimento E – Bombeo, Acción de Bombeo (Gua., Per., Pan., Ven., Cos.) F – Pompage, Pompage du Revêtement I – Pumping

BOQUEIRÃO BRITADOR DE MANDÍBULAS

BOQUEIRÃO 1) Estrangulamento de um curso d’água que se caracteriza pela correnteza muito forte. 2) Quebrada E – Boquerón F – Gouffre I – Gorge BORRACHUDO 1) Porção de solo que pode ter boas características estruturais, mas que perde o poder de suporte, devido a excesso de umidade ou outro motivo. 2) Parte de pavimento em adiantado estado de desintegração E – Rotundo F – Grisé I – Pavement Settlement, Due to Foundation Movement, Soil with Transitory Resistance BOTA-DENTRO Parte da terra que, no terrapleno, é aproveitada como aterro, dispensando grandes distâncias de E – Préstamo F – Terre d’Emprunt I – Borrow Pit BOTA-FORA Material de escavação dos cortes não aproveitados nos aterros, devido à sua má qualidade, ao seu volume, ou à excessiva distância de transporte, e que é depositado fora da plataforma da rodovia, de preferência E – Bota-fuera, Despedida F – Chasse, Décharge I – Send-off, Run to Spoil BOTÃO Marca, em geral metálica, rígida e saliente, E – Clavo F – Clou I – Button BOTÕES V. Tachas E – Hiltos, Clavos F – Plots, Clous Indicateurs I – Buttons BRAÇO Parte de uma máquina ou equipamento como E – Brazo F – Bras I – Arm BRAIN TRUST Equipe de consultores altamente qualificados, que estudam, orientam e aconselham a autoridade de topo do governo das grandes nações e grandes instituições objetivando proporcionar as informações necessárias e uma cobertura técnica ao processo decisório, a fim de aliviar a carga de trabalho dos dirigentes e possibilitar a melhor utilização do tempo, recursos, E – Brain Trust F – Brain Trust I – Brain Trust BRAINSTORMING 1) Reuniões de um grupo de expertos para discussão informal de problemas importantes, de solução urgente, e definição de orientação a ser adotada pelo mesmo. 2) Um dos métodos de criatividade que consiste na apresentação por parte dos participantes de um grupo, sem nenhum controle ou censura, após libertação do medo de errar, de todas as idéias que se lhes ocorrem em uma inspiração súbita a propósito de solução ou E – Brainstorming F – Brainstorming I – Brainstorming BRECHA 1) Fenda ou abertura em algum objeto. 2) Espaço Vazio, Lacuna. 3) Rocha formada por fragmentos angulosos de outras rochas, aglutinadas ou não por um E – Brecha, Vacío F – Brèche I – Gap, Crack, Breach (Rock) BREJO Terreno plano encharcado, que se situa na região das cabeceiras ou de transbordamento de rio, ou depressões E – Pantano, Marjal, Bajial, Aguazal, Cienaga, Fangal F – Marécage I – Marsh, Fen, Swamp BRITA 1) Pedra quebrada, resultante de britagem. (Sin.: Pedra Britada). 2) Agregado graúdo originado por meio de E – Casquijo, Piedra triturada F – Pierres Concassés I – Crushed Stone, Broken Stone BRITA CORRIDA Produto total obtido diretamente da E – Triturado, Material Triturado (Pan.), Producto Detrituración (Per.) F – Tout-Venant de Concassage I – Crusher Run Material, Crusher Run Stone, Crusher Run, Run off Crusher (Australia) BRITA FINA Termo impropriamente utilizado para significar pedra britada zero ou pedrisco. V. Pedra Britada E – Piedra Triturada Menuda F – Pierres Concassées Menues I – Fine Crushed Stone BRITA GRAMADA Camada de brita de 20 a 30 cm de espessura, eventualmente transitável, coberto com grama, cujas raízes penetram em quantidade e profundidade. Ex.: E – Piedra Triturada con Grama F – Pierre Concassées avec Brisoir I – Broken Stone with Grass E – Trituradora, Quebrador (Cos.), Chancadora (Chi., Per.), Chanca (Nic.), Picadora de Piedra (R. D., Ven.) F – Concaseur I – Crusher E – Trituradora, Quebrador (Cos.), Chancadora (Chi., Per.), Chanca (Nic.), Picadora de Piedra (R.D., Ven.) F – Concasseur I – Crusher BRITADOR CÔNICO Triturador de pedra, cuja ação é exercida mediante uma peça cônica que oscila em torno de E – Trituradora de Cone, Quebrador de Cono (Cos.), Chancadora de Cono (Chi., Per.), Trituradora Secundária (Nic.), Picadora de Cône (Ven.) F – Concasseur de Cône I – Cone Crusher BRITADOR DE CILINDROS V. Britador de E – Trituradora de Rodillos F – Concasseur de Rouleaux I – Roller Crusher BRITADOR DE MANDÍBULAS Triturador de rocha, cuja ação se exerce por meio de placas metálicas de forma especial.

BRITADOR DE ROLOS BUEIRO EM ARCO

E – Trituradora de Mandíbulas, Quebrador de Quejadas (C.R.), Chancadora de Mandibulas (Chi., Per.), Quebradora de Quejadas (Méx., Nic.), Trituradora de Quejadas (Pan.), Picadora de Mandibulas (Ven.) F – Concasseur de Mandibules, Concasseur à Machoire I – Jaw Crusher BRITADOR DE ROLOS Triturador de pedras, cuja E – Trituradora de Rodillos, Quebrador de Rodillos(C.R.), Chancadora de Rodillos (Chi., Per.) F – Concasseur de Rouleaux I – Roller Crusher BRITADOR GIRATÓRIO Britador cuja ação se exerce mediante a operação de uma peça cônica metálica E – Trituradora de Cono, Quebrador de Cono (C.R.), Chancadora de Cono (Chi., Per.), Picadora de Cono (Ven.) F – Concasseur de Cône, Cône Concasseur I – Cone Crusher BRITADOR PRIMÁRIO Equipamento de britagem que, em uma instalação para esse fim, recebe o material do local de extração e procede à primeira redução do tamanho das pedras. Em geral, são britadores de mandíbulas ou E – Trituradora Primaria F – Concasseur Primaire I – Primary Crusher BRITADOR SECUNDÁRIO Equipamento de britagem que, em uma instalação para esse fim, recebe o material do britador primário para nova redução do tamanho E – Trituradora Secundaria F – Concasseur Sécondaire I – Secondary Crusher BRITADOR TERCIÁRIO Equipamento de britagem que, em uma instalação para esse fim, recebe o material dos britadores secundários, para nova redução do tamanho das pedras. Em geral trata-se de britadores de rolos ou de E – Trituradora Terciaria F – Concasseur Tértiaire I – Tertiary Crusher BRITAGEM Operação de fragmentação de um material E – Trituración, Macheque o Chancado (Bol., Per.) F – Concassage I – Crushing, Granulating BROCA 1) Instrumento constituído de barra de aço com ponta biselada com que se abrem buracos em rocha. 2) O furo feito em rocha no qual se introduz explosivos. 3) Instrumento que perfura por rotação, e que pode ser E – Broca F – Foret I – Rotary Drill BUEIRO Obra-de-arte corrente destinada a conduzir as águas de um talvegue de um lado para outro da estrada, podendo ser de talvegue ou de grota, em função da E – Alcantarilla F – Ponceau I – Culvert BUEIRO CAPEADO Bueiro cuja cobertura é E – Alcantarilla Cubierta F – Ponceau Recouvert I – Covered Culvert BUEIRO CELULAR Bueiro com seção formada em E – Alcantarilla Cellular F – Ponceau Cellulaire I – Cellular Culvert BUEIRO DE ALVENARIA Bueiro construído em E – Alcantarilla de Albañileria F – Ponceau de Maçonnerie I – Mansonry Culvert BUEIRO DE CHAPA CORRUGADA Bueiro construído com uso de chapas corrugadas de aço E – Alcantarilla Metálica F – Ponceau Métalique I – Corrugated Steel Plate Culver BUEIRO DE CONCRETO Bueiro construído em E – Alcantarilla de Concreto F – Ponceau en Béton I – Concrete Culvert BUEIRO DE GREIDE Dispositivo destinado a conduzir para local de deságue seguro, fora do corpo estradal, as águas coletadas por dispositivos de drenagem E – Alcantarilla de Pendiente F – Ponceau en Rampe I – Grade Culvert BUEIRO DE GROTA Obra-de-arte corrente ou não, destinada a conduzir as águas, em uma grota, de um lado E – Alcantarilla F – Rigole I – Cave, Culvert BUEIRO DE SEÇÃO CELULAR V. Bueiro E – Alcantarilla Cellular F – Ponceau Cellulaire I – Cellular Culvert BUEIRO DE SEÇÃO ESPECIAL Bueiro que tem E – Alcantarilla de Sección Especial F – Ponceau en Section Spéciale I – Culvert with Special Section BUEIRO DE SEÇÃO TUBULAR (Sin.: Bueiro E – Alcantarilla Tubular F – Ponceau Tubulaire I – Tubular Culvert, Pipe Culvert E – Alcantarilla F – Ponceau I – Culvert BUEIRO DUPLO Bueiro com seção dividida em duas E – Alcantarilla Dupla F – Ponceau Double I – Double Culvert BUEIRO EM ARCO Bueiro que tem sua parte superior em forma de arco.

BUEIRO METÁLICO BÚSSOLA

E – Alcantarilla en Arco F – Ponceau en Arc I – Arch Culvert BUEIRO METÁLICO Bueiro construído com chapas E – Alcantarilla Metálica F – Ponceau Metalique I – Metallic Culvert BUEIRO MÚLTIPLO Bueiro cuja seção é dividida E – Alcantarilla Múltipla F – Ponceau Multiple E – Multiple Culvert BUEIRO PARABÓLICO Bueiro em arco de forma E – Alcantarilla Parabólica F – Ponceau Parabolique I – Parabolic Culvert BUEIRO TRIPLO Bueiro cuja seção é dividida em E – Alcantarilla Triple F – Ponceau Triple I – Triple Culvert E – Alcantarilla Tubular F – Ponceau Tubulaire I – Tubular Culvert BULBO 1) Zona do interior de um terreno carregado, limitada por uma tensão de qualquer isobárica. 2) Parte E – Bulbo F – Bulbe I – Bulb BULDÔZER 1) Trator no qual a lâmina forma ângulo (Cf.: Angledôzer). 2) Implemento adaptável a um trator constituído de lâmina a ser colocada na sua frente e por um suporte para montagem no trator. A lâmina atua num plano perpendicular ao eixo longitudinal do trator e pode ser baixada ou elevada por comando hidráulico ou a cabo. 3) Termo às vezes usado nos U.S.A. para designar trator de E – Topador Recto, Topadora (Bol., Nic.), Bulldozer (Col., Chi., Ven.), Pala Recta (Cos.), Topadora Fija (Pan.), Topadora Recta (Per.), Tractor con Cuchilla (R.D.), Tractor con Cuchilla Recta (Méx.), Buldózer (Ecu., Nic.) F – Bulldozer I – Bulldozer E – Topador Recto de Orugas F – Bulldozer avec Chenilles I – Crawler Tractor, Mounted Bulldozer E – Topador Recto con Ruedas F – Bulldozer avec Roues I – Wheel Tractor, Mounted Bulldozer E – Alameda F – Allée des Arbres I – Boulevard E – Bache, Parche (Col., Pan.) F – Nid de Poule I – Pot Hole BUREAU INTERNACIONAL DE PESOS E MEDIDAS – BIPM Organização fundada em 1875, pela Convenção Internacional do Metro, com sede em Sévres, França, que trata principalmente dos aspectos E – BIPM -Bureau Internacional de Pesos y Medidas F – BIPM – Bureau International de Poids et Mésuses I – IBWM – The Internacional Bureau of Weights and Measures BÚSSOLA Instrumento que, pela posição de uma agulha magnética, permite definir uma direção ou proceder à E – Brujula F – Boussole I – Compass

C & F – CUSTO E FRETE (PORTO DE DESTINO INDICADO) CAIXA AREIA (DRENAGEM)

C C & F – CUSTO E FRETE (PORTO DE DESTINO INDICADO) Incoterm, segundo o qual o exportador assume todos os custos necessários para transportar a mercadoria ao local de destino designado, mas o risco de perdas e danos, bem como qualquer aumento das despesas, é transferido ao destinatário no momento em que E-C&F F-C&F I-C&F CABEÇA D’ÁGUA Enxurrada produzida por grande E – Torrente F – Torrent I – Torrent CABEÇA DE BUEIRO Terminal de um bueiro, construído de forma que se ajuste à superfície do talude de E – Cabeza de la Alcantarilla F – Tête du Ponceau I – Head of Culvert CABECEIRA (DE RIO) Área em que surgem as fontes d’água que dão origem e um curso fluvial. (Sin.: E – Origem de Rio F – Origine de Rivière I – Riverhead CABOUCO 1) Termo usado em Portugal para significar escavação. 2) Escavação para construção de alicerces de E – Excavación, Cueva, Foso F – Excavation I – Excavation CÁBREA 1) Máquina para levantar e movimentar carga E – Grúa F – Machine a Mâter, Chévre I – Derrick CAÇAMBA Veículo provido de uma carroceria que se pode esvaziar ao girar sobre um ou mais eixos, destinado ao transporte de materiais a granel. (Sin.: Caminhão E – Volquete, Volqueta (Col.; Ec.), Camión de Volteo (Méx., R.D.), Camión Volquete (Nic.), Vagoneta de Volteo, Camión de Volteo (Per., Ven) F – Camion Benne I – Dump Truck CAÇAMBA (PARA CONCRETO) Conteiner para transporte de concreto fresco com uso de guindaste e com fundo móvel para descarga de concreto no local de E – Caja (para Concreto) F – Etrier (pour Béton) I – Bucket CADASTRO 1) Conjunto de registros de pessoas físicas ou jurídicas capacitadas a participar na execução de obras ou serviços ou fornecimento de bens. 2) Conjunto de informações e dados relativos a uma atividade e sua operação. 3) Conjunto de informações e dados relativos a determinado número de coisas disponíveis (empresas, pessoas, equipamentos). 4) Conjunto de informações a dados relativos a determinado universo de coisas E – Inventario, Catastro de Contratista F – Cadastre I – Inventory, Cadastre, Cadaster CADASTRO RODOVIÁRIO 1) Registro físico e patrimonial dos imóveis a incorporar ou incorporados a uma rodovia, segundo o seu projeto e subseqüentes alterações; na primeira hipótese, o cadastro é de levantamento; na segunda, de tombamento. 2) Relação e descrição detalhada das características dos bens afetados a uma rodovia ou E – Catastro Vial, Inventario Vial, Inventario de Carreteras F – Cadastre des Routes I – Inventory of Roads, Highway Cadastre, Road Inventory CADEIA DE MONTANHAS Série ininterrupta de montanhas ou de cumes de montanhas, que se ligam entre si E – Cadena de Montañas, Cordillera F – Chaîne de Montagnes I – Mountain Range CADERNETA DE CAMPO Caderneta para registro E – Libro de Campo F – Livrete de Topographie I – Field-book, Surveyor’s Note Book CADERNO DE ENCARGOS Conjunto das normas e cláusulas técnicas, jurídicas e administrativas, que devem ser respeitadas na elaboração do projeto e na execução de E – Cuaderno de Encargos F – Cahier des Charges I – Contract Specification E – Trecho de Via F – Chaussée I – Road Way, Carriage Way CAIXA COLETORA 1) Dispositivo de recolhimento de águas de uma valeta para um bueiro construído de forma a respeitar a seção da valeta. 2) Caixa de um sistema de drenagem à qual aflui água superficial. V. Caixa de E – Caja Colectora F – Avaloire, Caisse d’Épargne I – Gullet CAIXA DE AMORTECIMENTO V. Bacia de E – Caja de Amortecimento F – Avaloire d’Amortissement I – Weakening Gullet CAIXA DE AREIA Dispositivo de apoio cheio de areia, que pode ser retirada paulatinamente, com vistas a E – Caja de Arena F – Chambre de Sable I – Sand Box CAIXA DE AREIA (DRENAGEM) Câmara de visita, em que o coletor de saída se localiza em uma cota sensivelmente mais baixa que o coletor ou coletores de entrada, destinada a reter os materiais sólidos e os detritos E – Cámara de Caida

CAIXA DE CISALHAMENTO CAL HIDRÁULICA

F – Chambre de Chute I – Sand Box CAIXA DE CISALHAMENTO Caixa metálica, com seção retangular, composta de duas partes, uma das quais presa a um anel e a outra móvel, no interior da qual é E – Caja de Cizalhamiento F – Boîte de Cisaillement I – Shear Box CAIXAS DE INFILTRAÇÃO OU ACUMULAÇÃO Caixas construídas em solos arenosos na adjacência de estradas de terra para receber e infiltrar as águas que sobre elas tiverem incidido; estas caixas E – Cajas de Accumulación o Infiltración F – Boîtes d’Accumulation et d’Infiltration I – Infiltration or Accumulation Boxes CAIXA DE INSPEÇÃO Caixa que permite a inspeção de um sistema de drenagem ou de qualquer outro E – Caja de Inspección F – Boîte d’Inspection I – Inspection Box, Inspection Chamber CAIXA DE PASSAGEM (DRENAGEM) Dispositivo de um sistema de drenagem, ao qual afluem diversos coletores. Tem também a função de permitir a E – Caja de Pasage F – Boîte de Passage I – Passage Box CAIXA PRETA 1) Equipamento, máquina ou instrumento que se utiliza sem que se conheçam suas bases tecnológicas e sua estrutura. 2) Unidade de componentes em geral eletrônicos com “input” e “output” conhecidos que pode ser inserida em sistema maior, sem que haja E – Caja Negra F – Boîte Noir I – Black Box E – Encofrado F – Cofrage I – Formwork CAIXÕES Fundações profundas, em geral de grande porte, formadas geralmente por caixas retangulares de E – Cajónes F – Caissons I – Caissons CAL Produto aglomerante obtido pela cozedura de E – Cal F – Chaux I – Lime CAL AÉREA (CaO) Cal fabricada (cozimento » 800ºC) com uma única matéria prima – o calcário (carbonato de cálcio – CaCo3) – e cujos componentes argilosos se enquadram na relação: %SiO2 + %Al3O3 + %Fe2O3 r = < 0,1% e que se %CaO apresenta sob a forma de pedra, reduzida em geral a fragmentos com diâmetro máximo de 15 mm, ou E - Cal Viva F - Chaux Vive I - Quicklime (CaO, Cal x, Caustic Lime, Burnt Lime) CAL AÉREA EXTINTA (Ca (OH)2) Combinação da cal aérea (Ca O) com água (hidratação) Ca O + H2O - > Ca (OH)2 + calor (até 400º C) e que se apresenta sob a forma de pó finíssimo quando a quantidade d’água for a exatamente requerida; vendida, em geral, em sacos e sob a Em geral é utilizada em mistura com areia, formando argamassa de cal, não resistente à ação dissolvente d’água, depois do endurecimento. (Sin.: Cal Apagada e Cal E – Cal Muerta F – Chaux Éteinte I – Hydrated Lime, Slaked Lime E – Cal Muerta F – Chaux Éteinte I – Hydrated Lime, Slaked Lime CAL CÁLCICA Cal aérea em que o componente MgO é E – Cal con MgO < 20% F - Chaux avec MgO < 20% I - Lime with MgO < 20% CAL DOLOMÍTICA OU MAGNESIANA Cal aérea em que o componente MgO é maior que 20%. V. Cal E - Cal con MgO > 20% F – Chaux avec MgO > 20% I – Lime with MgO > 20% CAL EXTINTA Pó seco obtido pela imersão de cal viva É constituída essencialmente de hidróxido de cálcio ou E – Cal Apagada F – Chaux Éteinte I – Slaked Lime CAL GORDA Cal aérea, da qual bastam 550 kg ou E – Cal Gruesa F – Chaux Grosse I – Fatty Lime E – Cal Hidratada F – Chaux Éteinte I – Hydrated Lime CAL HIDRATADA TIPO “C” Cal utilizada na confecção de argamassas, constituída essencialmente de uma mistura de hidróxido de cálcio, hidróxido de magnésio E – Cal Hidratada Tipo “C” F – Chaux Éteinte Type “C” I – Hydrated Lime Type “C” CAL HIDRATADA TIPO “E” Cal utilizada na confecção de argamassas, constituída essencialmente de hidróxido de cálcio ou de uma mistura de hidróxido de E – Cal Extinta Tipo “E” F – Chaux Éteinte Type “E” I – Hydrated Lime Type “E” CAL HIDRÁULICA Cal fabricada (cozida » 900ºC), em geral com uma única matéria-prima: rocha calcária – argila – e cujos componentes argilosos se enquadram na %SiO2 + %Al3O3 + %Fe2O3 relação 0,10 ? ?0,50 que se %CaO apresenta sob a forma de pedras que, após umedecidas, se reduzem a pó, dispensando normalmente a moagem. Em

CAL LENTA CALIBRAÇÃO (DE INSTRUMENTO DE MEDIDA OU ENSAIO)

geral é utilizada como pasta ou em mistura com areia (argamassa de cal hidráulica), ou com areia e pedra (concreto), que oferecem considerável resistência à ação dissolvente d’água, após o endurecimento, devido a formação de produtos insolúveis (hidratação dos composto E – Cal Hidráulica F – Chaux Hidraulique I – Hidraulic Lime CAL LENTA Cal aérea cuja extinção começa após 30 minutos da adição d’água. V. Cal Média e V. Cal E – Cal Lenta F – Chaux Lente I – Slow Lime CAL MAGRA Cal aérea, da qual são necessários mais de 550 kg para se obter 1 m3 de pasta de cal (rendimento E – Cal Magra F – Chaux Maigre I – Meager Lime CAL MÉDIA Cal aérea cuja extinção se inicia entre 5 e 30 minutos após adição d’água. V. Cal Lenta e V. Cal E – Cal Media F – Chaux Moyenne I – Medium Lime CAL PARA ARGAMASSA Cal, com requisitos definidos em especificação, própria para preparo de argamassa de cal usada na construção. V. Cal, V. Cal Aérea E – Cal para Mortero F – Chaux pour Mortier I – Lime for Mortar CAL PARA ENCHIMENTO Cal, com requisitos definidos em especificação, própria para ser utilizada como E – Cal para Relleno F – Chaux pour Remplissage I – Lime for Filler CAL RÁPIDA Cal aérea cuja extinção se inicia antes de 5 minutos depois de adição de água. V. Cal Lenta e V. Cal E – Cal Rápida F – Chaux Rapide I – Quick Lime CAL VIRGEM Sin.: Cal Aérea. Produto resultante ou processo de calcinação da qual o constituinte principal, é o óxido de cálcio ou óxido de cálcio em associação natural com óxido de magnésio, capaz de reagir com a água. (Sin.: E – Cal Viva F – Chaux Vive I – Quick Lime CAL VIVA Sin.: Cal Aérea. Produto aglomerante obtido pela calcinação, à temperatura de descarbonatação, de E – Cal Viva F – Chaux Vive I – Quick Lime CALADO 1) Distância vertical entre a superfície d’ água em que a embarcação ou pontão flutua e a sua face inferior (quilha). 2) Profundidade mínima de água necessária para E – Calado F – Hauteur de Navigation I – Draught, Draft CALAFETAÇÃO DE JUNTAS Preenchimento de juntas em pavimento de concreto de cimento, com material elástico, para permitir os movimentos de dilatação e impedir a penetração de água para as camadas inferiores do E – Calafateo de Juntas F – Calafater (Joints) I – Joint Calking, Joint Caulking CALÇADA 1) Parte da via urbana ou de uma obra-de- arte para o trânsito de pedestres. (Sin.: Passeio). 2) Rua E – Acera, Andén (Col.), Vereda (Chi., Per.), Banqueta (Méx.), Andén, Banqueta (Nic.), Calsada F – Trottoir, Milieu d’Une Rue, Chaussée I – Side Walk CALÇAMENTO Camada de rolamento constituída de materiais pétreos ou outros, colocados contiguamente, E – Calzada F – Pavage I – Pavement CALCÁRIO Rocha formada essencialmente de E – Caliza, Piedra Calcárea, Piedra Caliza F – Calcaire I – Limestone CALCINAÇÃO DE CONCRETO Perda de água de hidratação de um concreto quando este é exposto a temperatura acima de 260 ºC por determinado período de E – Calcinación F – Calcination I – Concrete Calcination CALCRETE Conglomerado de pedregulho e areia E – Tosca (Arg.) F – Calcrete I – Calcrete CALHA 1) Peça de seção aberta, destinada a conduzir 2) Canal inclinado aberto com fundo e parede em madeira ou aço, para conduzir materiais ou misturas de um nível E – Conducto de Materiales, Reguera F – Anche I – Chute, Gutter E – Roca Suelta F – Gros Cailloux I – Loose Rock E – Canto Rodado F – Cailloux Rolé I – Rounded Rock Fragment CALIBRAÇÃO (DE INSTRUMENTO DE MEDIDA OU ENSAIO) 1) Operação (ativa) que corrige algumas leituras (convenientes) de dado instrumento, ou equipamento de medida ou ensaio e que deve ser complementada por elaboração de tabela ou curva Obs.: 1 – A calibração corresponde a uma intervenção no instrumento, aparelho, equipamento ou sistema de medida ou ensaio, razão pela qual é considerada uma operação ativa. 2 – A calibração corresponde a uma passagem de resultados “precisos e não exatos” a resultados “precisos e exatos”, e de resultados “imprecisos e não exatos” a

CALIBRADOR CAMADA DE SOLO ESTABILIZADO

resultados “imprecisos e exatos”, conforme o caso. 3 – A calibração é impropriamente entendida, às vezes, como se fosse uma aferição. 2) Segundo a Portaria nº 155 do INMETRO, é o conjunto de operações que estabelece, em condições específicas, a correspondência entre o estímulo e a resposta de um instrumento de medir, sistemas de E – Calibración F – Calibrage (d’un Instrument de Mesure) I – Gauging (of a Measuring Instrument) CALIBRADOR Equipamento de inspeção usado para determinar se as dimensões de uma peça, ou item, estão situadas dentro dos limites especificados de tolerância. Os mais comuns são os do tipo “Passa-não passa”. Dividem-se b) calibradores de inspeção, ou de recepção; c) calibradores de trabalho, ou de fabricação. Também podem ser: a) E – Calibrador F – Calibrateur I – Gauge CAMADA OU ESTRATO Ocorrência contínua (ou quase) de rochas sedimentares com certa constância em suas propriedades fornecidas pelas condições de deposição E – Capa F – Couche I – Layer CAMADA (PAVIMENTO) Parte homogênea da estrutura pavimentada da rodovia, constituída por materiais E – Capa, Subrasante (Per.) F – Couche I – Course, Layer CAMADA ALTERADA Camada do solo ou rocha cujas características foram modificadas pelas intempéries E – Capa Alterada (Suelo) F – Couche Alterée (Sol) I – Alterated Soil Layer CAMADA ANTICRAVAMENTO Camada resultante de tratamento superficial simples, invertido, aplicado sobre a imprimação de base não coesiva; serve para evitar o rompimento, durante a construção, pelos agregados da primeira camada da capa de rolamento. (Sin.: E – Capa Anti-hincadura F – Couche Anti-battaje I – Antinailing Course CAMADA ANTIDERRAPANTE Camada betuminosa aplicada a quente com elevado teor de vazios após compactação para prover drenagem do filme d’água E – Capa Antideslizante F – Couche Antiglissant I – Antiskidding Layer, Friction Course (Australia) CAMADA BETUMINOSA Camada de pavimento flexível que contém betume, alcatrão, piche ou mistura E – Capa Betuminosa F – Couche Bitumineuse, Tapis Hydrocarboné I – Bituminous Layer CAMADA DE ASSENTAMENTO DE PARALELEPÍPEDOS Base com características adequadas, onde se pode assentar os paralelepípedos. Ex.: E – Asiento (de Adoquines), Capa de Base para Adoquines (Pan., Cos.), Base (Ecu.) F – Assise du Pavage I – Base Course for Parallelepipeds E – Base F – Couche de Base, Couche Portante I – Road Base, Base Course CAMADA DE BLOQUEIO Camada de granulometria apropriada, que é colocada sob camadas de granulometrias abertas, para evitar subpenetração de E – Capa Anticontaminante F – Couche Anticontaminante I – Blanket Course CAMADA DE BLOQUEIO (ESTRADAS VICINAIS) Camada de material sem coesão até 10 cm de espessura, que se utiliza em certos procedimentos construtivos de E – Capa Anticontaminante F – Couche d’Isolement I – Blockading Course CAMADA DE DESGASTE V. Camada de E – Carpeta de Desgaste F – Couche de Roulement I – Wearing Course CAMADA DE LIGAÇÃO Mistura betuminosa colocada entre a base e o revestimento de um pavimento, ou E – Capa Correctora F – Couche Intermédiaire ou de Liaison I – Binder Course CAMADA DE MATERIAL FILTRANTE (MUROS DE ARRIMO) Camada que se dispõe junto ao paramento interno de obras de contenção, para drenar as E – Capa de Material Filtrante F – Couche de Matériel à Filtrer I – Filtration Layer (Retaining Walls) CAMADA DE REGULARIZAÇÃO Camada de espessura variável, destinada a nivelar as depressões do E – Capa Correctora, Capa Niveladora (Bol., Col.), Capa Asfáltica de Nivelación (Gua.), Capa de Nivelación (Pan.), Capa de Rechequeo (R.D.), Capa de Renivelación (Méx.) F – Couche d’Égalisation I – Levelling Course CAMADA DE ROLAMENTO Camada superior de um pavimento. (Sin.: Camada de Desgaste, Cf.: E – Capa de Rodadura, Carpeta (en Pavimento Asfáltico) (Méx., Nic.), Losa (en Pavimento de Concreto Hidráulico) (Méx., Nic), Revestimento (en Caminos no Pavimentados) (Méx., Nic.), Capa de Rodadura, Pavimento (Uru.), Carpeta Asfáltica, Losa de Hormigón, Revestimiento (Cos.), Carpeta Asfáltica, Carpeta Bituminosa (Ven.) F – Couche de Roulement I – Wearing Course, Surfacing (Australia) CAMADA DE SOLO ESTABILIZADO Camada constituída por um solo melhorado ou tratado de modo a E – Capa de Suelo Estabilizado F – Couche de Sol Stabilisé I – Stabilized Soil Course

CAMADA DO PAVIMENTO CAMINHÃO DO CORPO DE BOMBEIRO

CAMADA DO PAVIMENTO Cada parte constituinte do pavimento que se constitui de um mesmo material e possui espessura uniforme transversal e longitudinalmente, obtida a partir do método de dimensionamento adotado, para cada subtrecho homogêneo E – Capa de Pavimento F – Couche de Chaussée I – Pavement Course, Layer (Road) CAMADA DRENANTE Camada constituída de material não coesivo cuja função é evitar a ascensão de água do subleito, para as camadas de pavimento. V. Camada de E – Capa de Drenaje, Capa Permeable (Méx.), Capa Drenante (Méx.), Capa de Material Granular (Cos.) F – Couche de Drainage I – Drainage Course CAMADA DRENANTE DE PAVIMENTO Camada de material permeável localizada entre o revestimento e a base em toda a largura das faixas de E – Capa Anticapilar, Capa Rompedora de Capilaridad (Méx.), Capa Impermeabilizante (Per.) F – Couche d’ Impermeabilisation I – Water Proofing Course CAMADA GEOLÓGICA Depósito sedimentar E – Estrato F – Strate I – Geological Layer CAMADA IMPERMEABILIZANTE PROTETORA Camada inferior do pavimento destinado E – Capa de Impermeabilización F – Couche d’Impermeabilisation I – Water Proofing Course CAMADA INFERIOR DO REVESTIMENTO Camada de concreto betuminoso que integra o revestimento E – Capa de Ligación F – Couche de Liaison I – Binder Course, Base Course CAMADA ISOLANTE Camada inferior do pavimento, destinada a preservá-lo contra os efeitos das geadas ou da umidade ou de outros materiais que E – Capa Aislante, Capa de Subbase (Pan.), Capa Impermeabilizante (Per., Ven.), Capa de Afirmado (Ecu.) F – Couche Isolante I – Insulating Blanket CAMADA NÃO ESTABILIZADA (SOLO) E – Capa de Suelo no Estabilizado F – Couche non Traitée I – Unstabilized Course CAMADAS MÚLTIPLAS Pavimento cuja estrutura é constituída por duas ou mais camadas de materiais E – Capas Multiples F – Multicouche I – Multicourse Pavement CAMALEÃO Pequena elevação transversal da plataforma de estrada de terra, às vezes necessária para E – Desviación de Agua F – Détour de l’Eau I – Water Deviator CÂMARA DE INSPEÇÃO Câmara de pequena altura que, ao contrário de câmara de visita, não pode ser E – Pozo de Inspección F – Chambre d’Inspection,Chambre de Visite I – Inspection Well, Inspection Hole, Inspection Chamber CÂMARA DE VISITA Câmara que se intercala no encanamento para permitir a sua inspeção e limpeza. (Sin.: E – Pozo de Inspección F – Regard I – Inspection Chamber CAMINHAMENTO Percurso medido e orientado do E – Desplazamiento Longitudinal F – Déplacement Longitudinal I – Surveyline CAMINHÃO Veículo pesado automotor de operação livre, destinado ao transporte de bens e mercadorias ou na E – Camión F – Camion I – Truck, Lorry CAMINHÃO BASCULANTE Veículo provido de uma carroceria que se pode esvaziar por giro sobre um ou E – Volquete, Volqueta (Col., Ecu.) Camión de Volteo (Méx., R. D.), Camión Volquete (Nic.), Vagoneta de Volteo, Camión de Volteo (Per., Ven.) F – Camion Benne I – Dump Truck CAMINHÃO BETONEIRA Caminhão para E – Camión Betonero F – Camion Bétonière I – Concrete Mixer Truck CAMINHÃO COMBINADO V. Caminhão E – Camión Combinado, Camión con Remolque (Bol., Mex., Ecu., Nic., Per.) F – Camion Combiné I – Truck Combination CAMINHÃO CONJUGADO Caminhão-trator com reboque ou semi-reboque, às vezes, com ambos os E – Camión Combinado, Camión com Remolque (Bol., Méx., Per., R.D.), Camión Articulado (Pan.), Camión Remolque (Ven) F – Camion Combiné I – Truck Combination (Conjugated) CAMINHÃO DE CARROCERIA ABERTA E – Camión Abierto F – Camion à Carrosserie Ouverte I – Open Truck, Open Lorry CAMINHÃO DE CARROCERIA FECHADA Caminhão cuja carroceria se constitui recinto fechado ou E – Camión Cerrado F – Camion à Carrosserie Fermée I – Closed Truck, Closed Lorry CAMINHÃO DE CORPO DE BOMBEIRO E – Camión de Bombas

CAMINHÃO DE LIXO CAMIONETE FECHADA (STATION WAGON)

F – Voiture de Pompiers I – Fire Engine CAMINHÃO DE LIXO Caminhão destinado ao E – Camión Basuero F – Voiture d’Ordures I – Garbage Truck, Rubbish-Waggon, Dust Cart, Dirt- Waggon (USA), Garbage CAMINHÃO ESPECIAL Caminhão para transporte E – Camión Especializado F – Camion Spécial I – Special Purpose Truck CAMINHÃO ESPECIALIZADO V. Caminhão Especial E – Camión Especializado F – Camion Spécial I – Special Purpose Truck CAMINHÃO FORA-DE-ESTRADA Caminhão especial, de grande capacidade de carga (20 tf ou mais), para uso em obras ou mineração, projetado para transportes E – Camión Fuera de Ruta F – Voiture Hors de Route I – Off-Highway Truck CAMINHÃO FRIGORÍFICO Caminhão provido E – Camión Frigorífico F – Camion Frigorifique I – Refrigerator Truck, Refrigerator Lorry CAMINHÃO-GUINCHO Caminhão provido de E – Camión Gruincho F – Camion Grue I – Truck for Towage, Towage Truck, Towage Lorry E – Camión Liviano F – Camion Léger I – Light Truck CAMINHÃO MÉDIO Caminhão de uso corrente para transporte de pequena ou longa distância com capacidade E – Camión Médio F – Camion Moyen I – Medium Size Truck CAMINHÃO PESADO Caminhão de uso corrente para transportes a média ou longa distância, com E – Camión Pesado F – Camion Lourd I – Heavy Truck CAMINHÃO PLATAFORMA Caminhão cuja carroceria é constituída por plataforma sem laterais, que eventualmente transporta cargas de largura fora do E – Camión Plataforma F – Camion Plateforme I – Flatbed Truck CAMINHÃO RÍGIDO Veículo destinado ao transporte de cargas, constituído de uma unidade rígida, E – Camión Rígido F – Camion Rigide I – Rigid Truck CAMINHÃO SEMIPESADO Caminhão para transporte de cargas que não podem ser consideradas leves nem pesadas.

E – Camión Semi-Pesado F – Camion Demi-Lourde I – Medium Truck E – Camión Grua F – Camion Grue I – Truck for Towage, Towage Truck, Towage Lorry CAMINHÃO SUPERPESADO Caminhão utilizado em rodovias com capacidade para transporte de carga de E – Camión Super Pesado F – Camion Super-Lourd I – Super Heavy Duty Truck CAMINHÃO-TANQUE Caminhão que dispõe de E – Camión Cisterne, Camion Tanque F – Camion Cisterne I – Tanker, Tank Truck CAMINHÃO TÉRMICO Caminhão que dispõe de equipamento para aquecer sua carga ou isolá-la E – Camión Térmico F – Camion Thérmique I – Truck with Heating Equipment CAMINHÃO TIPO FORA-DE-ESTRADA (Sin.: Caminhão Fora-de-Estrada).V. Caminhão E – Camión Fuera de Ruta F – Camion Hors de Route I – Off-Highway Truck CAMINHÃO-TRATOR Veículo automotor destinado E – Camión Tractor, Mula (Col., Pan.), Autotractor (Ec.), Cabezal, Chinga (Nic., Cos.), Cabezote (R. D.), Tractor, Chuto (Ven.), Remolcador, Tractor, Camión (Per.) F – Camion Tracteur I – Truck-Trator CAMINHÃO TREMONHA Veículo auto- propulsado, provido de uma caixa com tremonha de E – Motogavón Tolva, Camión Tolva (Chi., Pa., Per., Cos.), Vagoneta (Méx.) F – Wagon-Trémie I – Motorized Botton Dump Trailler CAMINHO DE ACESSO Caminho que faz a ligação E – Camiño de Acceso F – Route de Raccordement I – Access Road CAMINHO DE SERVIÇO Caminho provisório, de condições técnicas modestas, aberto para apoio às obras de E – Camiño de Servicio F – Chémin de Service I – Service Way, Service Road CAMINHONETE FECHADA (STATION WAGON) Automóvel semelhante ao tipo denominado “sedan”, que no entanto não possui espaço separado para bagagem e cuja parte traseira não é arredondada como no tipo citado, e, no qual, um ou mais assentos podem ser facilmente removidos, dando lugar para quantidade E – Camioneta Cerrada F – Camionnette Hermée I – Station Wagon, Beach Wagon

CAMIONEIRO CAPA DE ROLAMENTO (PONTE)

CAMIONEIRO Proprietário de caminhão, que o E – Camionero F – Conducteur de Camion I – Truck Driver, Truckman CAMIONETA (PICK-UP) Veículo automotor de operação livre, destinado ao transporte de passageiros e/ou E – Camioneta, Camión Liviano (Chi., Nic.), Panel de Reparto (Pan., Cos.), Camión Ligero (Ven.) F – Camionette de Petite Capacité, Camionette I – Light Delivery Truck, Delivery Van, Pick Up CAMPER Construção portátil que se ajusta sobre a carroceria de uma pick-up, que pode ser retirada em tempo E – Persone Praticante del Camping, Camper F – Camper I – Camper CAMPINA Campo extenso de relevo plano e sem E – Llanura, Sabana F – Campagne, Plaine I – Plain, Open Country CAMPO DA NORMALIZAÇÃO Domínio que E – Campo de la Normalización F – Domaine de la Normalisation I – Field of Standardization, Domain of Standardization CANAL 1) Obra de engenharia para comunicação de mares, rios ou lagos, com vistas à navegação, irrigação ou drenagem. 2) Acidente geográfico natural comunicando E – Canal F – Canal I – Channel, Canal CANALETA Conduto aberto de pequenas dimensões E – Canal Pequeño F – Chéneau I – Gutter CANALIZAÇÃO Conjunto de tubos ou canais. (Sin.: E – Canalización F – Canalisation I – Channelization, Piping CANO DE DESCARGA Componente do veículo automotor que permite o escapamento dos gases do motor E – Tubo de Escape F – Tuyau d’Échappement I – Exhaust Pipe, Exhaust Tube CANTÃO Trecho de estrada de rodagem ou de ferro, cuja manutenção rotineira está a cargo de um E – Canton F – Canton I – Lengthman’s Road Stretch Canteiro Central, V. Canteiro de Obra, V. Canteiro Lateral, E – Cantero F – Tailleur de Pièrre I – Quarryman, Stone-Cutter CANTEIRO CENTRAL Espaço compreendido entre os bordos internos de pistas de rolamento de tráfego, para por definição, inclui os acostamentos internos ou faixas de E – Faja Divisoria Central, Mediana (Arg., Nic., Pan., Per.) Faja Separada Central (Méx.), Isla (R.D.) F – Bande de Séparation, Séparateur Central, Berme Centrale I – Median Strip, Central Separator, Median (USA & Australia), Central Reserve CANTEIRO DE OBRA Local em que são realizadas E – Lugar de Obra, Sitio de la Obra F – Chantier I – Work Site, Construction Site CANTEIRO LATERAL Canteiro compreendido entre uma pista principal de uma estrada e uma rua ou via E – Zona Separadora Lateral, Faja Separadora Lateral (Méx.), Faja de Separación (R.D.), Zona Lateral (Pan.) F – Séparation Extérieure I – Outer Separation Zone CANTONEIRO 1) Profissional responsável por pequenos serviços de conservação permanente em um trecho de estrada de terra. 2) Pessoa contratada, responsável pela manutenção rotineira de um trecho determinado de estrada, localizado em geral perto de sua moradia. (Sin.: E – Conservador (Trabajador) F – Ouvrier de Conservation I – Lengthman E – Cimento Asfáltico F – Bitume I – Asphaltic Cement, Asphalt Cement E – Revestimiento F – Revêtement, Couche d’Usure I – Wearing Course CAPA ANTIDERRAPANTE Camada superior da pavimentação com características especiais para evitar E – Capa Antideslizante F – Couche Antidérapante I – Anti-skid Coat, Non-skid Coat CAPA DE DESGASTE (Sin.: Camada de E – Capa de Rodaje, Carpeta de Desgaste F – Couche de Roulement I – Wearing Course CAPA DE PEDREIRA Camada de solo e/ou rocha decomposta que cobre a pedra que se pretende explorar em E – Capa de Pedrera F – Chape de Carrière I – Overburden CAPA DE ROLAMENTO (Sin.: Camada de E – Capa de Rodaje, Carpeta de Desgaste F – Couche de Roulement I – Wearing Course CAPA DE ROLAMENTO (PONTE) Revestimento que constitui a camada superficial (se houver) E – Revestimiento del Tablero (Puente) F – Surfaçage (Ouvrage d’Art)

CAPA ESTABILIZADORA CAPACIDADE DE TRÁFEGO

I – Ridge Deck Surfacing CAPA ESTABILIZADORA Camada de espessura uniforme de solo, provida ou não de agregados, submetida previamente a um processo de estabilização, e que funciona E – Capa Estabilizada, Capa Tratada (Nic., R.D.) F – Couche Stabilisée I – Stabilized Course CAPA IMPERMEABILIZANTE Camada subjacente ao pavimento, destinada a impedir o acesso da umidade (sais). V. Capa Selante. V. Revestimento do E – Capa Aislante, Capa de Sub-base (Pan.), Capa Impermeabilizante (Per., Ven.) F – Couche Imperméable I – Impermeabilization Blanket CAPA IMPERMEABILIZANTE (PONTE) E – Capa de Impermeabilización F – Chape d’ Etancheité (Pont) I – Water Proofing Course (Bridge) CAPA SELANTE Filme impermeabilizante obtido pelo espalhamento de um ligante betuminoso sobre a camada de revestimento existente de uma rodovia, geralmente seguida E – Riego de Sello, Riego de Sellado (Pan., Ecu., Per.), Capa Sellante F – Enduit de Scellement I – Seal-Coat, Spray Seal (Austrália), Sprayed Seal (Austrália), Flush Seal (USA), Surface Dressing (UK), Sealing Coat, Enrichment Seal (Austrália) CAPACETE PROTETOR CONTRA CHOQUE Armadura de desenho anatômico para proteger a cabeça em E – Capacete Protector F – Casque I – Crash Helmet CAPACIDADE BÁSICA DE TRÂNSITO Número máximo de veículos que podem passar por um ponto de uma rodovia, durante uma certa unidade de tempo, (Cf.: Capacidade de Trânsito, Capacidade Máxima de Trânsito, Capacidade Possível de Trânsito, Capacidade E – Capacidad Básica del Tránsito F – Capacité de Base de Transit, Intensité Theorique de Circulation I – Basic Transit Capacity CAPACIDADE COROADA Capacidade de caminhão, em geral expressa em m3, e que corresponde à carga máxima efetivamente transportável. V. Capacidade E – Capacidad Coronada F – Capacité Couronnée I – Heaped Capacity (of a Truck) CAPACIDADE DE CARGA 1) Capacidade de suporte de um pavimento. 2) Capacidade de um caminhão E – Capacidad de Carga F – Capacité Portant I – Load Capacity, Bearing Capacity CAPACIDADE DE CARGA (DE UM SOLO DE FUNDAÇÃO) Carga que produz a ruptura de um solo de fundação quando submetido a um carregamento E – Capacidad de Soporte F – Capacité Portant Limite I – Ultimate Bearing Capacity CAPACIDADE DE CARGA ÚLTIMA (ESTACA) Carga de ruptura de uma estaca, que depende da resistência de seu fuste (elemento estrutural) e da E – Carga de Ruptura, Carga de Rotura F – Charge de Rupture (Pieu) I – Ultimate Bearing Load CAPACIDADE DE CONCRETAGEM 1) Volume máximo de concreto que uma instalação ou operação pode fornecer para determinada obra em dadas E – Capacidad de Hormigonado F – Capacité de Bétonnage I – Concrete Production Capacity CAPACIDADE DE ESCOAMENTO DA SUPERFÍCIE Dispositivos que dispõem uma rodovia E – Capacidad de Escurrimiento de la Superficie F – Drainabilité I – Measure of Surface Drainage CAPACIDADE DE PROJETO Capacidade de trânsito admitida para o ano de projeto, e que é usada para o projeto da via; ou seja, é o número máximo projetado de veículos que tem a probabilidade de passar por uma seção E – Capacidad de Diseño, Carga Limite (Nic.), Capacidad Limete (Per.), Carga de Diseño (Cos.) F – Capacité de Projet, Capacité Type, Capacité de Référence, Volume de Base I – Design Capacity CAPACIDADE DE RODOVIA/ CAPACIDADE DE VIA Número máximo de passageiros e/ou veículos de passageiros (obtidos pelo uso do fator carro-equivalente), que podem, mediante critérios estabelecidos, passar numa determinada via, num dado E – Capacidad de Vía de Tránsito F – Capacitè de Voie de Transit I – Capacity, Traffic Capacity CAPACIDADE DE SISTEMA DE TRANSPORTE, CAPACIDADE PREVISTA Número máximo de passageiros ou carga máxima que pode ser transportada por um sistema de transporte, coletivo ou de carga, num dado período de tempo, sob determinadas E – Capacidade de Diseño, Carga Limite (Nic.), Capacidad Limite (Per.) F – Capacitè de Projet, Capacitè Tipe I – Design Capacity CAPACIDADE DE SUPORTE Capacidade que um material, que faz parte de um pavimento ou estrutura, tem E – Capacidad de Soporte, Capacidad Portante (Col.), Carga de Trabajo (Nic.), Capacidad de Carga (Pan., Per., Ecu.) F – Capacité Portante I – Load Capacity, Bearing Capacity CAPACIDADE DE TRÁFEGO V. Capacidade de E – Capacidad de Tránsito F – Capacitè de Circulation, Capacitè de Trafic I – Traffic Capacity

CAPACIDADE DE TRÂNSITO CAPACIDADE TÉCNICA

CAPACIDADE TEÓRICA CARBONO (C)

CAPACIDADE TEÓRICA Capacidade que se E – Capacidad Teórica F – Capacité Théorique I – Theoretical Capacity CAPACITAÇÃO 1) Condição técnica de pessoas para E – Capacitación F – Action de Entrainer I – Training, Qualification E – Capón F – Chapon I – Capon, Coppice E – Capataz F – Chef d’un Corps de Métier I – Foreman, Overseer, Gang Leader, Gang Boss CAPATAZIA Pessoal encarregado da movimentação de carga em terra, nos portos brasileiros, na parte externa dos armazéns, recebendo a carga dos caminhões ou trens e colocando-a dentro do armazém ou pátio portuário, e em se tratando de sacaria, eventualmente, até o costado da E – Empleo de Capataz F – Corps de Métier I – Foreman, Overseer, Gang Leader, Gang Boss Foreman Ship CAPELA Compartimento fechado e envidraçado utilizado em laboratório para realizar reações químicas onde E – Capilla F – Capuce I – Hood 2) Estrutura material que tem comportamento semelhante a E – Capilar F – Capillaire I – Capillary CAPILARIDADE 1) Qualidade do que é delgado como um cabelo. 2) Conjunto de fenômenos que se passam num E – Capilaridad F – Capillarité I – Capillarity CAPILARÍMETRO Instrumento que determina a E – Capilarimetro F – Capillarimètre I – Capillarimeter CAPINA Eliminação de capim ou de qualquer erva daninha que cresça em um terreno entre plantas ornamentais E – Arrancar Hierba Manualmente, Arrancar Yerba Manualmente, Arrancar Hierba Mecanicamente, Arrancar Yerba Mecanicamente, Matar Hierba Quimicamente, Matar Yerba Quimicamente F – Couper Foin Manuellement, Couper Foin Mécaniquement, Couper Foin Chemiquement I – Manual Weeding, Mechanical Weeding, Chemical Weeding, Weeding CAPINA, ROÇADA Limpeza de terreno, de uma plantação de capim ou qualquer erva que seja considerada E – Cortar Capín F – Désherbage I – Grass Clearance by Chemical or Other Means CAPOEIRA 1) Mata rala que se origina nos terrenos onde foi cortada a mata virgem e que se compõe de árvores em desenvolvimento e vegetação subarbórea. 2) Terreno em que o mato foi queimado ou roçado, para cultivo da terra ou E – Broza F- I – Brush Wood CARACTERIZAÇÃO DE SOLO DE FUNDAÇÃO Determinação das propriedades de um E – Caracterización de Suelo de Fondación F – Caracterisation du Sol de Fondation I – Foundation Soil Characterization CARACTERIZAÇÃO DE SOLOS ATRAVÉS DE ENSAIOS FÍSICOS Determinação de características dos solos através de ensaios físicos, executados sobre solo amolgado. Ex.: DNER-EM 080/94, E – Caracterización de Suelos por Ensayos Físicos F – Caracterisation de Sols par Essais Physiques I – Soil Characterization Through Physical Testing CARACTERIZAÇÃO MACROSCÓPICA DE ROCHAS DE AGREGADOS Determinação das características de rochas e agregados por meios visuais, completados por determinações simples, exeqüíveis manualmente no campo, com uso de aparelhamento portátil (martelo, talhadeira, ácido forte). Ex.: DNER-SP – M106- 71t ABNT NB-47 – NBR – 7389 – Análise Petrográfica de E – Caracterización Macroscópica de Rocas y Agregados F – Caracterisation Macroscopique de Roche y Aggrégats I – Macroscopic Rock and Aggregate Characterization CARACTERIZAÇÃO MACROSCÓPICA DE SOLOS Determinação das características essenciais do solo, de preferência “in situ”, por meios visuais e/ou basicamente manuais, que possibilitem a identificação e E – Caracterización Macroscópica de Suelos F – Caracterisation Macroscopique de Sols I – Macroscopic Soil Characterization CARBENOS Componentes dos asfaltos, solúveis em sulfeto de carbono, mas insolúveis em tetracloreto de E – Carbenos, Carbonos (Per.) F – Carbenes I – Carbenes E – Carbonato F – Carbonate I – Carbonate E – Carbono (Quím.) F – Carbone (Chim.) I – Carbon (Chem.) CARBONO (C) Elemento de número atômico 6 (seis), capaz de formar extensas cadeias de átomos, constituinte de E – Carbono (Quím.) F – Carbone (Chim.) I – Carbon (Chem.)

CARBURADOR CARREGADEIRA DE PNEUS, PÁ-CARREGADEIRA DE PNEUS

CARBURADOR Órgão principal de carburação, onde o combustível se mistura, em proporção adequada, com o ar, E – Carburador F – Carburateur I – Carburetter, Carburettor, Carbureter, Carburetor Blasting Charge E – Carga F – Charge, Marchandises (Chargement) I – Freight, Load, Goods, Cargo CARGA (EXPLOSIVA), CARGA 1) Quantidade de explosivo, ou número de cartuchos, introduzidos num furo, ou conjunto de furos. 2) Força que solicita um sistema E – Carga Explosiva, Carga F – Charge Explosive, Charge, Chargement I – Load CARGA A GRANEL Carga transportada sem E – Carga a Granel F – Marchandise en Vrac I – Bulk Cargo CARGA ADMISSÍVEL SOBRE UM TUBULÃO ISOLADO Aquela que, aplicada sobre um tubulão nas condições fixadas em cada caso, provoca apenas recalques que a construção pode suportar sem inconvenientes, e, simultaneamente, oferece um coeficiente de segurança satisfatório contra a ruptura ou o escoamento do solo, ou do elemento de fundação. Nota: Essa definição esclarece que as pressões admissíveis dependem da sensibilidade da construção projetada aos recalques, especialmente aos recalques diferenciais específicos, os Entende-se como recalque diferencial específico a diferença entre os recalques absolutos de dois apoios dividida pela E – Capacidad de Carga de un Cajón Islado F – Capacité de Charge d’un Caisson Cylindrique Isolé I – Cylindrical Caisson Isolated Bearing Capacity CARGA ADMISSÍVEL SOBRE UMA ESTACA ISOLADA Aquela que, aplicada sobre a estaca nas condições fixadas em cada caso, provoca apenas recalques que a construção pode suportar sem inconvenientes e, simultaneamente, oferece um coeficiente de segurança satisfatório contra a ruptura ou o escoamento do solo, ou do elemento de fundação. Nota: Essa definição esclarece que as pressões admissíveis dependem da sensibilidade da construção projetada aos recalques, especialmente aos recalques diferenciais específicos, os Entende-se por recalque diferencial específico a diferença entre os recalques absolutos de dois apoios dividida pela E – Capacidad de Carga de una Estaca Aislada F – Capacité de Charge d’un Pieu Isolé I – Pile Isolated Bearing Capacity CARGA DE EIXO EQUIVALENTE Carga de eixo simples que se admite ter, em certas condições, efeito E – Eje Equivalente F – Essieu Équivalent I – Equivalent Load Standard Axle CARGA DE MULTIDÃO Força equivalente ao peso de uma multidão uniformemente distribuída, aplicada a uma E – Carga de Multitud F – Charge de Multitude I – Multitude Load CARGA DE RUPTURA 1) Força aplicada a um corpo-de-prova no momento da ruptura. 2) Força que rompe dada peça estrutural, subsistema ou sistema estrutural. (Sin.: E – Carga de Ruptura, Carga de Rotura F – Charge de Rupture I – Breaking Load CARGA EXPLOSIVA 1) Carga que é capaz de produzir comoção seguida de detonação. 2) Carga sujeita a E – Carga Explosiva F – Change Explosive I – Explosive Load CARGA MÁXIMA POR EIXO Carga máxima que um eixo de veículo pode transmitir ao pavimento em função E – Carga Máxima por Eje F – Charge d’Essieu Maximum I – Maximum Axle Load, Standard Axle Load (Austrália) CARGA PERIGOSA Carga que, por um motivo qualquer, se constitui em perigo para vidas humanas, E – Carga Peligrosa F – Marchandise Dangereuse I – Dangerous Cargo CARGA PERMANANTE (DA ESTRUTURA) Carga constituída pelo peso próprio da estrutura e por todas E – Carga Permanente F – Charge Permanente I – Permanent Load CARGA POR EIXO Carga total transmitida ao E – Carga por Eje F – Charge par Essieu I – Axle Load CARGA POR RODA Carga que um semi-eixo E – Carga por Rueda F – Charge par Roue I – Wheel Load CARGA SECA Carga cujo teor de umidade é E – Carga Seca F – Charge Sèche I – Dry Cargo CAROTE (ROCHA) Termo utilizado em Portugal para E – Muestra de Roca F – Eprouvette de Roche, Echantillon de Roche I – Core Sample, Rock Sample CARREGADEIRA Máquina autopropulsora, com as mesmas características gerais de um trator, provida de balde E – Tractocargadora, Tractor con Cargador Frontal (Bol., Méx., R.D.), Cargadora, Trax-Cavadora (Nic.), Cargador (Col., Cos., Per.), Tractor-Cargador (Pan.), Cargador Frontal (Ecu.) F – Motochargeuse I – Tractor Loader, Front-end Loader CARREGADEIRA DE PNEUS, PÁ- CARREGADEIRA DE PNEUS Carregadeira munida de pneus. V. Carregadeira.

CARREGADOR CARTA CONVITE

E – Tractocargadora de Ruedas Neumáticas Motochargeuse a Pneus F – Motochargeuse à Pneumatique I – Mounted Shovel, Pneumatic Tractor, Wheel Tractor E – Tractocargadora, Tractor con Cargador Frontal (Bol., Méx., R. D.), Cargador (Col., Cos.), Cargador Frontal (Ec.), Cargadora, Traxcavadora (Nic.), Tractor- Cargador (Pan.) F – Motochargeuse I – Front-end Loader CARREGADOR FRONTAL V. Trator E – Cargador Frontal F – Chargeur Avant, Pelle Chargeuse I – Front-end Loader E – Cargador Lateral F – Chargeur Latérale I – Lateral Loader CARREGADOR-ESCAVADOR Carregador que pode também escavar, para o que é dotado de disco ou lâmina cortante, e que, acoplado com máquina trator, pode E – Roturadora-Transportadora F – Chargeur-Escavateur I – Elevating-Grader CARREGADOR-TRANSPORTADOR Carregador que pode também escavar, para o que é dotado de disco ou lâmina cortante, e que, acoplado com máquina trator, pode efetuar em marcha o carregamento de veículo E – Roturadora-Transportadora F – Chargeur-Escavateur I – Elevating-Grader CARREGAMENTO 1) Conjunto de coisas que E – Cargamento F – Chargement I – Loading, Cargo CARREGAMENTO A UMA VELOCIDADE DE RECALQUE CONSTANTE (CRP) Tipo de carregamento utilizado em provas de carga de estacas, admitido atualmente em normas inglesas, canadenses e suecas e que se caracteriza pelo fato de o recalque, durante a prova, se realizar segundo velocidade pré-determinada (Ex.: 0,5mm/min). V. Carregamento Lento em Estágios E – Carga a Velocidade de Recalcadura Constante (CRP) F – Charge à Vitesse Avec Refoulement Constant (CRP) I – Constant Rate Penetration Test (CRP) CARREGAMENTO LENTO EM ESTÁGIOS (SML) Tipo de carregamento utilizado em provas de carga de estacas, adotado na NBR-612 – NB-20 – Estaca e Tubulão – Prova de Carga, da ABNT, sendo que a duração da prova é da ordem de 72 horas. V. Carregamento Rápido em Estágios (QML) e V. Carregamento a uma Velocidade E – Carga Lenta en Niveles (SML) F – Charge Lente pour Stages (SML) I – Slow Maintained Load Test (SML) CARREGAMENTO RÁPIDO EM ESTÁGIOS (QML) Tipo de carregamento rápido utilizado em provas de carga de estacas (30 a 40 estágios com atuação de cada carga entre 5 e 15 minutos). V. Carregamento Lento em Estágios (SML) e V. Carregamento a uma Velocidade de E – Carga Rápida en Niveles (QML) F – Charge Rapide pour Stages (QML) I – Quick Maintained Load (QML) CARRETA Veículo automotor com reboque articulado E – Carreta F – Carry-all I – Carryall CARRETEIRO Proprietário de caminhão que efetua E – Transportador Carretero Individual F – Transporteur Autonome I – Individual Road Carrier E – Flete, Porte F – Fret I – Freight (USA), Carriage (UK) CARRO-EQUIVALENTE Número que traduz a presença dos caminhões e/ou ônibus, também chamados veículos comerciais, que se deslocam na corrente de trânsito e na via, transformados, para efeito de cálculo, em número equivalente de carros de passeio, quando se lhes aplicam E – Coche Equivalente F – Automobile Équivalent I – Passenger Car Equivalent CARROÇA Veículo de tração animal destinado E – Carroza F – Chariot (Charriot) I – Small Car E – Carroceria F – Carrosserie I – Body of a Motocar E – Carretero F – Charretier I – Coachman CARROCERIA 1) Nos carros de passeio e utilitários, a carcaça geralmente metálica onde se alojam os passageiros, e que é também dotada de mala para bagagem, ferramentas e acessórios. 2) No caso de caminhões e/ou utilitário com boléia independente, a parte traseira, geralmente aberta, E – Carroceria F – Carrosserie I – Body of a Motocar CARTA 1) Representação dos aspectos naturais e artificiais da Terra, permitindo a avaliação precisa de distâncias e a localização geográfica de pontos, áreas e detalhes, de sua superfície. 2) Documento de habilitação do motorista. Nota: Os ingleses e americanos dão preferência ao termo mapa, enquanto os franceses e os demais de E – Carta, Carnet de Chofer F – Carte, Permis de Conduire I – Chart, Map, Driving Licence CARTA CONVITE Documento através do qual uma parte interessada em obter determinada prestação de serviço ou determinado fornecimento, convida outras partes para E – Carta de Invitación F – Lettre d’Invitation I – Letter-Invitation

CARTA FOTOALTIMÉTRICA CAVA DE FUNDAÇÃO

CARTA FOTOALTIMÉTRICA Carta topográfica em que a planimetria é representada fotograficamente em E – Carta Fotoaltimetrica F – Carte Photoaltimétrique I – Photoaltimetric Map CARTA PLANIMÉTRICA Carta elaborada mediante levantamento do relevo topográfico ou fotogramétrico, sem as curvas de nível, ou mapa derivado, isto é, oriundo, em escala menor, da carta topográfica existentente, em que foram eliminadas as curvas de nível e E – Carta Planimétrica F – Carte Planimétrique I – Planimetric Map CARTA TOPOGRÁFICA 1) Carta elaborada mediante um levantamento original, ou compilada de outras cartas topográficas existentes, e que inclui acidentes 2) Carta em que os acidentes planimétricos e altimétricos E – Carta Topográfica F – Carte Topographique I – Survey Map, Topographic Map CARVÃO Substância combustível, sólida, em geral de coloração negra, resultante da acumulação, compressão e endurecimento de plantas florestais. Ex.: Carvão Mineral, E – Carbón F – Charbon I – Coal CASCA Cobertura de concreto armado, de pequena E – Cáscara F – Coque I – Shell E – Gravera, Cascajera (Col.), Fuente de Grava, Fuente de Cascajo (Pan., Nic.), Cascajar (Ven.) F – Gravière I – Gravel Pit CASCALHEIRA DE CAVA Ocorrência de E – Minade Grava, Gravera F – Gravière I – Gravel Pit CASCALHEIRA DE RIO Ocorrência de pedregulho E – Gravera de Rio F – Gravière de Rivière I – Gravel River, Deposit River CASCALHINHO Cascalho cujo tamanho oscila entre E – Granza, Arena Gruesa (Bol., Equ., Per., Cos., Nic.), Gravilla (Col., Chi., Pan.), Grazón (Méx., R.D., Ven.) F – Granaillé, Gravillon I – Gravel Screenings CASCALHO Material granular resultante da desintegração natural das rochas, cujo tamanho oscila entre E – Grava, Cascajo (Col., Nic., Per.) F – Gravier I – Gravel CASCALHO BRITADO Material granular resultante do processo artificial de cominuição da rocha através de E – Grava Triturada F – Gravier Concassé I – Crushed Gravel CASCALHO GRAÚDO Aquele cujas partículas têm E – Grava Gruesa F – Gravier Gros I – Coarse Gravel CASCALHO MIÚDO Cascalho cujo tamanho está E – Gravilla, Grava Fina (Pan., Per., R.D., Ven., Nic.) F – Gravillon I – Pea Gravel, Fine Gravel CASCALHO NATURAL Aquele que provém de uma ocorrência natural, sem ter sofrido operação de E – Grava en Bruto, Grava Natural (Bol., Cos.,Nic.), Cascajo Natural (Pan.), Ripio (Chi., Per.) F – Gravier Tout-Venant I – Pit-run Gravel CASCATA Queda d’água de pequeno vulto ou uma série E – Cascada, Catarata F – Cascade, Chute d’Eau I – Cascade CATACLASE Metamorfismo que acarreta a trituração e fragmentação de rochas, originado geralmente de E – Cataclase F – Cataclase I – Cataclasis CATADIÓTRICO Dispositivo de reflexão e refração da luz, utilizado na sinalização de vias e veículos. (Sin.: E – Catadióptrico, Demarcador Reflectivo F – Réflecteur I – Reflector, Cat-eyes E – Catión F – Cation I – Cation E – Catión F – Cation I – Cation CAUÇÃO Dinheiro, título ou outro documento pré- estabelecido exigido de solicitantes ou contratados para E – Caución F – Caution I – Bail, Value Deposited as Security E – Caudal F – Torrent I – Torrent, Caudal CAVA Escavação rasa e irregular usada para o exame direto de camada de subsolo, aberta a pá e picareta, ou com uso de equipamento motorizado. V. Exame Direto do E – Cava F – Fosse I – Pit CAVA DE FUNDAÇÃO Escavação requerida para E – Cava de Fondación F – Cave de Fondation I – Excavation for Foundation

CAVALO-MECÂNICO CHOCO

CIBERNÉTICA CIMENTO PORTLAND COMUM

CIBERNÉTICA Ciência que estuda a interdependência entre as demais ciências e suas especializações, verificando causas e conseqüências, considerando a interação entre os fenômenos com o objetivo de estabelecer soluções, diretrizes e o mecanismo capaz de corrigir o desempenho através do controle das comunicações pela criação de uma força de retroalimentação (feed-back) que disciplina o organismo, fazendo-o caminhar o mais próximo possivel da direção que conduz ao propósito final, corrigindo as E – Cibernetica F – Cybernetique I – Cybernetics E – Pista de Bicicletas F – Piste Cyclable I – Cycle Track, Bike Way CIDIAT – CENTRO INTERAMERICANO PARA O DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DOS RECURSOS HÍDRICOS E DO SOLO Organização de caráter interamericano, com sede em Mérida, Venezuela com atribuições definidas E – CIDIAT F – CIDIAT I – CIDIAT CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO Ciência concernente aos fenômenos (características, desempenho) E – Ciencia de los Materiales F – Science des Materiaux I – Materials Science CIF – “COST, INSURANCE, FREIGHT” (PORTO DE DESTINO INDICADO) 1) Condição de preço que inclui o custo do produto na origem, mais o frete e o seguro até o destino, que deve ser indicado após CIF. Ex.: CIF/Londres. 2) Incoterm, segundo o qual o exportador assume todos os custos necessários para transportar a mercadoria ao local de destino designado, mas o risco de perdas e danos, bem como qualquer aumento das despesas, é transferido ao destinatário, no momento em que a carga transpõe a amurada do navio, no porto de embarque, cabendo, ao contrário de C & F, ao exportador ainda a contratação do seguro marítimo contra riscos e perdas E – CIF – Cost, Insurance and Freight (Named Point Destination) F – CIF – Cost, Insurance and Freight (Named Point of Destination) I – CIF – Cost, Insurance and Freight (Named Point of Destination) CILINDRO SECADOR E MISTURADOR, SECADOR E MISTURADOR Parte do equipamento utilizado em usinas de asfalto para secagem e E – Cilindro para Secar y Mesclar F – Tambour Sécheur et Mélangeur I – Dryer Drum Mixer E – Encofrado, Formaleta (Col., Cos., Pan., R. D.), Cimbra (Méx.), Formaleteado, Cimbrado (Nic.) F – Cofrage, Échafaudage I – False Work CIMBRE Estrutura provisória projetada para receber e transmitir cargas durante a construção de obras-de-arte.

E – Encofrado, Formaleta (Col., Cos., Pan., R.D.), Cimbra (Méx.), Formaleteado, Cimbrado (Nic.) F – Coffrage, Échafaudage I – Form Work, Scaffolding, False Work, Cofferdam CIMENTAÇÃO 1) Agregação de grãos de areia ou fragmentos de rocha por um cimento natural. (Ex.: de natureza calcária), formando material rochoso novo. 2) E – Cementación F – Cimentation I – Cementation E – Fábrica de Cemento F – Fabrique de Ciment I – Cement Factory CIMENTO 1) Substância em pó utilizada como aglomerante e que, umedecida, se usa em estados plástico, endurecendo, depois, pela perda de água. 2) Material natural que preenche os poros das rochas sedimentares e promove a Pode ser argiloso, siltoso, calcífero, ferruginoso, influenciando de forma sensível o comportamento mecânico da rocha. 3) Adesivo para colar superfícies que não se acham em estreito contato. 4) Ligante hidráulico que foi moído após cozimento. V. Cimento Asfaltico, V. Cimento Portland, V. Cimento Portland Comum, V. Cimento de Pega Rápida, V. Cimento Portland Pozolânico, V. Cimento de E – Cemento F – Ciment I – Cement CIMENTO ASFÁLTICO Asfalto obtido especialmente para apresentar as qualidades e consistências próprias para o uso direto na construção de pavimentos, tendo uma penetração a 250 ºC entre 5 e 300 décimos de milímetros, sob uma carga de 100 gramas, aplicada durante E – Cemento Asfáltico F – Bitume I – Asphaltic Cement, Asphalt Cement CIMENTO DE ALTA RESISTÊNCIA INICIAL Cimento especialmente fabricado, cujo emprego assegura à argamassa ou concreto obtido com o uso do mesmo uma resistência inicial (Ex.: 1 dia) mais E – Cemento de Alta Resistencia Inicial F – Ciment de Haute Resistance Initiale I – High-early Strength Cement CIMENTO DE PEGA RÁPIDA Cimento especial cujo início de pega se verifica rapidamente após preparo da E – Cemento de Cura Rápida F – Ciment à Prise Rapide I – Cement of Quick Setting CIMENTO PORTLAND 1) Cimento hidráulico resultante da calcinação, até a fusão incipiente, de uma 2) Termo impropriamente usado para significar cimento E – Cemento Portland F – Ciment Normal I – Portland Cement CIMENTO PORTLAND COMUM Aglomerante E – Cemento Portland Normal F – Ciment Portland Normal

CIMENTO PORTLAND POZOLÂNICO CLAREAR (SUPERFÍCIE DE PAVIMENTO)

I – Standard Portland Cement CIMENTO PORTLAND POZOLÂNICO Cimento pozolânico obtido com moagem de clínquer E – Cemento Portland Puzolanico F – Ciment Portland Pouzzolanique I – Portland Pozzolanic Cement CIMENTO POZOLÂNICO Aglomerante hidráulico obtido pela moagem de clínquer e pozolana, sem adição, durante a moagem, de outra substância, a não ser uma ou mais formas de sulfato de cálcio. V. Cimento Portland E – Cemento Puzolanico F – Ciment Pouzzolanique I – Pozzolanic Cement CIMENTO ROMANO Ligante hidráulico obtido pela moagem de margas calcáreas ou magnesianas, contendo no caso mais de 20% de argila e exposição a temperatura elevada, porém inferior a 900 ºC. Ex.: Cimentos romanos E – Cemento Romano F – Ciment Romain I – Roman Cement CIMENTO “TENSOR” Tipo de cimento expansivo que após o endurecimento do concreto produzido acarreta expressiva expansão deste concreto. Ex.: Cimento E – Cemento Tensor F – Ciment Tenseur I – Stressing Cement CINTAMENTO POR ARMADURA DE PROJEÇÃO CIRCULAR Envolvimento das armaduras principais de uma coluna circular por barras helicoidais ou estribos, com vistas à obtenção de maior E- F – Frettage I – Hooping, Helical Binding, Hoops, Spiral Reinforcement CINTO DE SEGURANÇA Dispositivo de segurança, constituído de um conjunto de cadarços, fecho ou fechos de segurança, elementos de regulagem e de ligação fixados à estrutura do veículo e destinado a impedir ou diminuir danos corporais ao usuário em certos tipos de E – Cinturión de Seguridad F – Ceinture de Securité I – Safety Belt CINTO DE SEGURANÇA SUBABDOMINAL Cinto de segurança cujo cadarço passa pela região pélvica do usuário, objeto de especificação própria e é utilizada para a imobilização relativa do corpo humano em caso de E – Cinturión de Seguridad F – Ceinture de Securité Ventrale I – Safety Belt (Subabdominal) CINTO DE SEGURANÇA DE TRÊS PONTOS Cinto de segurança composto de um cinto V. Cinto de Segurança Retrátil de Três Pontos e V. Cinto de E – Cinturión de Seguridad de Tres Puntos F – Ceinture de Securité (Trois Points) I – Safety Belt (Three Points) CINTO DE SEGURANÇA DIAGONAL Cinto de segurança cujo cadarço passa diagonalmente pelo tórax do usuário, objeto de especificação própria. V. Cinto de E – Cinturión Diagonal de Seguridad F – Ceinture de Securité Diagonale I – Safety Belt (Diagonal) CINTO DE SEGURANÇA RETRÁTIL DE TRÊS PONTOS Cinto de segurança de três pontos, em que o cadarço em diagonal é munido de retrator e só entra em ação quando há desaceleração ou parada brusca do veículo. Se o automóvel está parado ou em condições normais de condução, o cadarço diagonal permanece em contato com o tórax do motorista ou passageiro e acompanha tudo e qualquer movimento do seu tronco, E – Cinturión de Seguridad Retráctil de Tres Puntos F – Ceinture de Securité Rétractive (Trois Points) I – Shrinked Safety Belt (Three Points) E – Ceniza Fina F – Cendre Fine I – Fine Ash CINZA VOLANTE Resíduo constituído por um pó proveniente da combustão, a alta temperatura, de carvão E – Ceniza Voladora, Ceniza Volante (Chi.), Ceniza Volátil (Cos., Ecu., Méx.), Ceniza (Pan.), Ceniza Móvil (Per.) F – Cendre Volante I – Fly-ash, Flyash, Fly Ash CINZA VOLANTE HIDRÁULICA Cinza volante que resulta da combustão de certos carvões pulverizados e que, em conseqüência de alto teor de cal livre, dispensa a adição de cal quando, após mistura com água, pode ser E – Ceniza Voladora Hidráulica F – Cendres Volantes Hydrauliques I – Hydraulic Fly Ash CIP – FRETE OU TRANSPORTE E SEGURO PAGOS ATÉ PONTO DE DESTINAÇÃO Incoterm que atende a qualquer tipo de transporte (inclusive o intermodal), segundo o qual cabe ao exportador arcar com os custos de transporte e seguro até o ponto de destinação E – CIP – Freight/Carriage and Insurance Paid to (Named Point of Destination) F – CIP – Freight/Carriage and Insurance Paid to (Named Point of Destination) I – CIP – Freight/Carriage and Insurance Paid to (Named Point of Destination) CIRANDA Peneira grande, retangular, inclinada por meio de um cavalete, sobre a qual é lançado o material a E – Criba F – Claie I – Screen CISALHAMENTO 1) Deformação que sofre uma peça quando sujeita à ação de forças cortantes. 2) Ruptura de uma peça submetida à força cortante, num plano paralelo à E – Cisallamiento F – Cisaillement I – Shear, Shearing, Shear Strain CLAREAR (SUPERFÍCIE DE PAVIMENTO) Técnica para reduzir o efeito da ação dos raios solares, E – Clarear la Superficie del Pavimento F – Éclaircissement des Revêtements

CLASSIFICAÇÃO (DE SOLO) COBRE-JUNTA

I – Lightening of Road Surfaces CLASSIFICAÇÃO (DE SOLO) Processo pelo qual os solos são separados em classes e grupos, em relação a E – Clasificación de Suelos F – Classification de Sols I – Soil Classification CLASSIFICAÇÃO DE VIAS URBANAS Classificação em geral baseada na função, na jurisdição, na composição e na operação de dada via urbana. V. Função de E – Clasificación de Carreteras Urbanas F – Classification de Voies Urbaines I – Classification of Urban Ways CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL – CDU Tipo de classificação de informações sobre qualquer assunto, quaisquer que sejam os documentos que as contenham, como sejam livros, revistas, discos, por exemplo. O ponto focal no Brasil para as atividades relacionadas com a CDU é a Comissão Brasileira de Classificação – CDU organizada em 8 de março de 1958 no Instituto Brasileiro de Informações Técnico-Científicas – E – CDU – Clasificación Decimal Universal F – CDU – Classification Décimal Universelle I – UDC – Universal Decimal Classification CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL DAS E – Clasificación Funcional de las Vías F – Classification Functionale de Voies I – Functional Classification of Roads CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL DAS VIAS Processo de agrupar as vias em sistemas, grupos e classes, de acordo com o tipo de serviço que as mesmas E – Clasificación Funcional de las Vías F – Classification Functionale des Voies I – Functional Classification of Ways CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL DAS VIAS RURAIS Classificação baseada na posição hierárquica ocupada dentro da rede viária, decorrente da função exercida. A importância dessa função é considerada diretamente proporcional ao porte (demográfico, político e/ou econômico) das localidades servidas, aos volumes de tráfego e a distância média de viagem desse tráfego na rodovia. Assim sendo as vias rurais podem fazer parte do Sistema Arterial de Vias Rurais. V. Sistema Coletor de Vias E – Clasificación Funcional de Vías Urbanas F – Classification Fonctionelle de Routes Rurales I – Functional Classification of Rural Roads CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL DE VIAS URBANAS Classificação baseada na posição hierárquica ocupada dentro da rede viária, decorrente da função exercida. Essa classificação resulta da integração dos seguintes quatro requisitos: a) função da via; b) tipo de Conseqüentemente, as vias urbanas podem ser classificadas em: – vias urbanas expressas – vias urbanas arteriais – vias E – Clasificación Funcional de Vías Urbanas F – Classification Fonctionelle de Routes Urbaines I – Functional Classification of Urban Roads CLASSIFICAÇÃO TÉCNICA DE VIAS URBANAS Classificação técnica de vias urbanas quanto E – Clasificación Técnica de Vías Urbanas F – Classification Technique de Routes Urbaines I – Network Classification of Streets CLINÔMETRO 1) Instrumento topográfico que permite medir a inclinação da linha de visada com o horizonte, em graus ou percentagem. (Sin.: Eclímetro). 2) E – Clinómetro F – Clinomètre I – Clinometer CLÍNQUER PORTLAND Produto resultante da calcinação, até a fusão incipiente, de uma mistura fina e convenientemente proporcionada de materiais argilosos e E – Clinquer Portland, Clinca Portland, Clinker Portland (Pan.) F – Clinker Portland I – Portland Clinker CLISÍMETRO Instrumento topográfico que permite medir a inclinação da linha de visada pela tangente trigonométrica do ângulo que essa linha faz com o E – Clinómetro F – Clinomètre I – Clinometer CLIVAGEM 1) Propriedade que têm as substâncias cristalinas de se dividirem segundo planos paralelos em decorrência de sua estrutura interna. 2) Propriedade de certas rochas de se dividirem com relativa facilidade, E – Clivaje F – Clivage I – Cleavage CLOTÓIDE Curva utilizada na definição do traçado das E – Espiral de Cornu F – Spiral de Cornu I – Clothoid, Cornu’s Spiral CNDU V. Conselho Nacional de Desenvolvimento E – CNDU F – CNDU I – CNDU E – CNT F – CNT I – CNT COBERTURA VEGETAL 1) Vegetação existente ao longo ou em áreas adjacentes à rodovia, resultante de um revestimento vegetal ou não. 2) Vegetação rasteira e arbustiva que reveste o solo das matas. (Sin.: Cobertura e E – Vegetación Existente, Cobertura Vegetal F – Végétation Existante, Couverture Végétale I – Existing Vegetation, Vegetal Vovering COBRE-JUNTA Placa utilizada para preencher o vão de abertura de juntas de dilatação com vistas a reduzir o E – Cobertura de Junta F – Couverture de Joint I – Joint Cover

CÓDIGO DE NORMAS TÉCNICAS GATT COEFICIENTE DE PERMEABILIDADE

CÓDIGO DE NORMAS TÉCNICAS GATT Código em vigor desde 01/01/80, elaborado no âmbito do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio – General Agreement on Tariffs and Trade (GATT) que proibe os países signatários (o Brasil é um destes países) a criação, através de normas ou regulamentos técnicos, obstáculos desnecessários ao comércio internacional e estabelece um processo de notificações que o torna operacional. (Sin.: E – Código de Normas del GATT F – Code de Normes GATT I – Agreement on Technical Barriers to Trade Standards Code CÓDIGO DE TRÂNSITO Lei básica que disciplina E – Reglamento de Tránsito, Código de Tránsito, Ley de Tránsito (Ecu. Méx., R.D.) F – Réglementation de la Circulation, Code de la Circulation I – Traffic Code, Traffic Law, Regulations CÓDIGO NACIONAL DE TRÂNSITO Conjunto E – Código Nacional de Tránsito F – Code National de Traffic I – National Transit Code COEFICIENTE 1) Parte numérica de um produto formado por fatores numéricos e literais. 2) Em uma expressão formada pelo produto de vários fatores, o produto 3) Propriedade de alguma coisa que pode ser expressa E – Coeficiente F – Coefficient I – Coefficient COEFICIENTE DE ABRASÃO DE AGREGADO Valor expressando, em porcentagem, a E – Coeficiente de Abrasion (Agregado) F – Coefficient d’Abrasion (Aggregat) I – Aggregate Abrasion Value COEFICIENTE DE ATRITO Quociente entre a força de atrito, paralela à superfície de contato, que se opõe ao movimento do corpo que desliza ou rola e a força normal E – Coeficiente de Fricción F – Coefficient de Frottement I – Coefficient of Friction COEFICIENTE DE ATRITO INTERNO E – Coeficiente de Frotamiento Interno F – Coefficient Frottement Interne I – Internal Fricton Coefficient, Coefficient of Internal Friction COEFICIENTE DE DECLIVIDADE Coeficiente que expressa o grau de ondulação. Na França é igual à soma, em valores absolutos, de todas as alturas correspondentes aos aclives e declives, dividida pelo E – Coeficiente de Inclinación F – Coefficient de Rampe I – Hillness Coefficient COEFICIENTE DE DILATAÇÃO Expansão ou contração, de uma dimensão linear, de um corpo material, correspondente a um aumento ou diminuição de 1 ºC na E – Coeficiente de Dilatación F – Coefficient de Dilatation I – Coefficient of Linear Expansion COEFICIENTE DE ESCOAMENTO Relação entre o volume de água que se escoa sobre a superfície do E – Coeficiente de Escurrimiento F – Coefficient de Ruissélement I – Run-Off COEFICIENTE DE EVAPORAÇÃO Relação entre o volume de água que se evapora e o volume de E – Coeficiente de Evaporación F – Coefficient d’Évaporation I – Evaporation Coefficient COEFICIENTE DE HAZEN V. Coeficiente de E – Coeficiente de Uniformidad F – Coefficient d’Uniformité I – Coefficient de Uniformity COEFICIENTE DE INCHAMENTO (AGREGADO MIÚDO) Coeficiente entre os valores úmido e seco de uma mesma massa de agregado miúdo, E – Coeficiente de Hinchazón F – Coefficient de Gonflement I – Swelling Coefficient COEFICIENTE DE INCHAMENTO MÉDIO (AGREGADO MIÚDO) Valor médio entre o coeficiente de inchamento máximo e o coeficiente de E – Coeficiente de Hinchazón Médio (Agregado Fino) F – Coefficient Moyen de Gonflement (Aggregat Fin) I – Average Swelling Coefficient (Fine Aggregate) COEFICIENTE DE INFILTRAÇÃO Relação entre o volume de água que se infiltra no terreno e o volume E – Coeficiente de Infiltración F – Coefficient d’Infiltration I – Infiltration Coefficient COEFICIENTE DE MINORAÇÃO Coeficiente indicado em Norma Técnica que permite, após o estabelecimento da resistência características em projeto estrutural de concreto armado, calcular o valor da resistência de cálculo. Ex.: 1,4 ou 1,5 para o concreto ( ), ?c ?s E – Coeficiente de Diminuición F – Coefficient de Diminution I – Diminution Coefficient COEFICIENTE DE PERDA DE RESISTÊNCIA POR IMERSÃO Relação entre a resistência à ruptura de um material saturado com água e o E – Coeficiente de Reblandecimiento, Coeficiente de Ablandamiento F – Coefficient de Perte de Résistence pour Immersion I – Coefficient of Loss of Resistance after Immersion COEFICIENTE DE PERMEABILIDADE Velocidade de escoamento de água em regime laminar, através de uma seção unitária de um meio poroso, sob um gradiente hidráulico igual à unidade e à temperatura padrão E – Coeficiente de Permeabilidad

COEFICIENTE DE POISSON COLETOR DE PÓ ÚMIDO

F – Coefficient de Pérmeabilité I – Coefficient of Permeability, Permeability, Permeability Coefficient, Hydraulic Conductivity, Meinzer Unit COEFICIENTE DE POISSON Relação adimensional entre o valor da deformação específica normal à direção de uma força aplicada sobre um sólido e a E – Coeficiente de Poisson F – Coefficient de Poisson I – Poisson Ratio, Poisson’s Coefficient COEFICIENTE DE REAÇÃO DO SUBLEITO Termo impropriamente utilizado para significar coeficiente de recalque. V. Coeficiente de E – Coeficiente de Reacción del Sublecho F – Coefficient de Réaction du Sol de Fondation I – Coefficient of Subgrade Reaction, Modulus of Subgrade Reaction COEFICIENTE DE RECALQUE Coeficiente correspondente à relação entre a pressão sobre uma dada superfície horizontal de uma massa de solo e o recalque por ela produzido, geralmente expresso em kg/cm3. Varia, pois, com a superfície e com o tipo de solicitação ( estática ou dinâmica). É geralmente obtido através de uma prova de carga sobre placa de 80 cm de diâmetro, quando se trata de E – Coeficiente de Reacción del Suelo F – Coefficient de Réaction du Sol de Fondation I – Coefficient of Subgrade Reaction, Modulus of Subgrade Reaction COEFICIENTE (DE) RUNOFF V. Coeficiente de E – Coeficiente de Runoff F – Coefficient de Runoff I – Runoff Coefficient COEFICIENTE DE SEGURANÇA 1) Fator requerido no projeto de um sistema para obtenção de desempenho (operação) seguro do mesmo. 2) Relação entre a carga que produziria colapso da estrutura e o carregamento atuante, em serviço. 3) Coeficiente que relaciona a capacidade de resistência de um elemento estrutural de concreto armado, calculada com base nas resistências de cálculo do concreto e do aço e a solicitação máxima prevista para o elemento estrutural em causa no E – Coeficiente de Seguridad F – Coefficient de Sécurité I – Safety Factor, Safety Coefficient, Over Load Factor, Factor of Safety COEFICIENTE DE UNIFORMIDADE Relação entre os diâmetros correspondentes a 60% e 10%, tomados E – Coeficiente de Uniformidad F – Coefficient d’Uniformité I – Coefficient of Uniformity COEFICIENTE DE VISIBILIDADE Valor que exprime condição de visibilidade determinada ao longo de E – Coeficiente de Visibilidad F – Coefficient de Visibilité I – Visibility Coefficient COESÃO Resistência de rocha aos esforços de cisalhamento, a qual depende fundamentalmente da natureza e composição do material que preencha as E – Cohesión F – Cohésion I – Cohesion COESÃO DE SOLO Parcela de resistência ao cisalhamento de um solo, independente da pressão normal atuante, e provocada pela atração química entre partículas e pela cimentação das mesmas. Parcela da resistência ao cisalhamento de um solo indicado pelo termo “c” na ? E – Cohesión (Suelos) F – Cohésion (Sols) I – Soil Cohesion COESÃO INTERNA Propriedade de sedimentos finamente granulados de se manterem unidos devido a E – Cohesion Interna F – Cohésion Interne I – Internal Cohesion COLAPSO PRECOCE Internacionalmente conhecido como “Infant Mortality”, Mortalidade Infantil, é termo de uso freqüente nos meios industriais para indicar aquelas unidades produzidas que apresentam defeitos insanáveis E – Colapso Prematuro F – Défaillance Précoce I – Infant Mortality COLCHÃO DE AREIA Base de areia sobre a qual se E – Lecho de Arena, Cama de Arena (Pan., Cos.), Camada de Arena (Ecu.) F – Lit de Sable I – Sand Cushion COLCHÃO DE BRITA Base de brita sobre a qual se E – Colchón de Piedra Triturada, Colchón de Casquijo F – Couché de Pierres Concassées I – Crushed Stone Layer, Crushed Stone Course COLCHÃO DE REGULARIZAÇÃO Camada de areia, saibro ou material similar, sobre a qual se assenta o E – Asiento (de Adoquines) F – Couche d’Égalisation I – Levelling Course COLCHÃO DRENANTE Camada subjacente a outras, constituída de solo permeável e /ou de outros E – Camada de Drenaje, Capa de Drenaje F – Couche de Drainage I – Draining Course COLCHÃO PARA ASSENTAMENTO DE PARALELEPÍPEDOS Camada de areia, cascalho, pó de pedra ou argamassa, situada imediatamente abaixo dos paralelepípedos, com características adequadas para fixar os E – Lecho de Asiento, Asiento (de Adoquines) F – Lit, Forme, Assise du Pavage I – Black Pavement Bed, Cushion Course E – Recolección de Muestras F – Échantillonnage I – Sample Collecting COLETOR DE PÓ ÚMIDO Filtro constituído de tecido tratado com substância viscosa para separar E – Colector de Polvo Húmedo F – Dépoussiéreur Humide I – Wet Dust Collector

COLINA COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA

COLINA Pequena elevação do terreno com declives E – Cerro, Colina, Loma F – Colline I – Hillock, Hill COLMATAGEM 1) Preenchimento de vazios. Ex.: Colmatagem de estacas de areia. 2) O alçado do leito de um E – Colmataje F – Colmatage I – Silting Up COLMATAÇÃO 1) Redução parcial ou total da capacidade de percolação de camadas. 2) Conduzir águas ricas de minerais e substâncias orgânicas para terrenos, E – Colmataje, Aterramiento, Colmatación F – Colmatege, Remplissage par Déposition I – Filling, Silting Up, Accretion COLMATAÇÃO DE DRENOS Obstrução dos vazios de um dreno impedindo o escoamento de água E – Colmatación de Drenos F – Colmatage de Drains I – Drain Filling up, Filling up of Drains Garganta. 2) Depressão acentuada, em forma de sela, numa E – Cuello F – Col I – Large Gorge E – Columna F – Colonne I – Column COLUVIÃO Depósito de material solto que se encontra nas encostas dos morros e ao pé de barrancos formados, em E – Material Coluvial F – Coluvion I – Colluvial Deposit, Colluvial Material, Colluvium COLÚVIO Fragmento de rocha e materiais do solo acumulados em forma heterogênea, na base de encostas relativamente íngremes, por influência da gravidade. (Sin.: E – Material de Rocas Coluviales F – Coluvion I – Colluvial Soils and Rocks COMBOIO Um grupo de veículos viajando como um bloco, voluntária ou involutariamente, devido ao controle E – Convoy F – Convoi I – Platoon COMISSÃO DE CERTIFICAÇÃO Comissão setorial que opera sob a supervisão do INMETRO, tendo como função analisar, estudar e propor medidas para conceder, aperfeiçoar, renovar, implementar e revisar os E – Comisión de Certificación F – Comission de Certification I – Certification Comission COMISSÃO INTERNACIONAL DE ELETROTÉCNICA – IEC Entidade internacional de normalização com sede na Suíça, no mesmo prédio da ISO – Organização Internacional de Normalização, com a qual mantém cada vez vínculos mais estreitos, e é integrada pelos Comitês Nacionais de Normalização Eletrotécnica (CB-13, da ABNT, ex.) e que se especializa em elaborar E – Comisión Internacional de Eletrotécnica F – CIE (Comission International d’Eletrotechnique) I – International Electrotechnical Commission COMISSÃO PANAMERICANA DE NORMAS TÉCNICAS – COPANT Entidade panamericana de normalização com sede em Buenos Aires, a qual é integrada pelas Entidades de Normalização do Continente Americano E – Comisión Panamericana de Normas Técnicas F – Comission Panamericane de Normes Techniques I – Pan-American Standardization Commission COMITÊ Conjunto de pessoas, parte de um grupo, nomeadas ou eleitas ou interessadas para se desincumbir de uma tarefa, que não pode ser eficazmente cumprida pelo grupo completo. Ex.: Setores da Coletividade e Comitê E – Comité F – Commission, Comité I – Committee COMITÊ NACIONAL DE NORMALIZAÇÃO – CNN Órgão criado pelo CONMETRO, paritário na sua composição no que diz respeito à representatividade de órgãos públicos e privados, que cuidará da coerência do esforço de normalização em termos da oferta e da demanda da sociedade brasileira. O CNN é também, um órgão de recorrência administrativa no campo de normalização E – Comitê Nacional de Normalización F – Comité National des Normes I – National Standardization Comittee COMPACTAÇÃO Operação, por processos manuais ou mecânicos, destinada a reduzir o volume dos vazios de um solo ou outro material, com a finalidade de aumentar-lhe E – Compactación F – Compactage, Serrage I – Compaction COMPACTAÇÃO MANUAL Operação destinada a reduzir o volume de vazios de um solo, utilizando-se um E – Compressión Manual, Compactación Manual F – Pilonnage I – Manual Compaction COMPACTAÇÃO PELO TRÁFEGO E – Compactación por el Trafico F – Compactage pour le Trafic I – Traffic Compaction COMPENSAÇÃO LATERAL Em uma terraplenagem, é a equivalência, nos trechos de seção mista, E – Compensación Lateral F – Compensation Latérale I – Lateral Compensation COMPENSAÇÃO LONGITUDINAL Em uma terraplenagem, é a equivalência, no perfil longitudinal, entre E – Compensación Longitudinal F – Compensation en Longueur I – Longitudinal Compensation COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA Distribuição percentual em massa das várias frações uniformes de um solo ou agregado, em relação à amostra

COMPRESSOR DE AR CONCRETO BEUTMINOSO

E – Composición Granulometrica F – Granularite I – Grading COMPRESSOR DE AR Máquina acionada por motor, que fornece ar sob pressão para operar máquinas e E – Compresor Pneumático, Compresora (Bol., Per.), Compresor (Pan, R.D., Ven., Ecu.) F – Compresseur Pneumátique I – Air Compressor COMPRIMENTO CRÍTICO DE RAMPA 1) Comprimento percorrido, a partir do início da rampa, pelo caminhão carregado representativo, até atingir a velocidade de 45 km/h. 2) Elemento que, em análise conjunta com o volume horário de projeto (VHP), determina E – Longitud Crítica de Rampa F – Longueur Critique de Pente I – Critical Length of a Ramp COMPRIMENTO DE TRANSIÇÃO Extensão do trecho da curva de transição, ou seja, o comprimento curvo compreendido entre o fim do alinhamento reto e o início da E – Longitud de Transición, Transición (Ecu., Nic., Pan., Per.) F – Longueur de Raccordement I – Transition Length COMPRIMENTO EM TANGENTE Extensão do E – Alineación Recta F – Alignement Droit I – Straight Alignment COMPRIMENTO TOTAL 1) Dimensão máxima de um veículo segundo a direção de seu movimento. 2) Dimensão longitudinal de ponte, viaduto, túnel, bueiro, de E – Largo Total F – Longueur Totale I – Total Length COMPRIMENTO VIRTUAL Comprimento real de uma via terrestre corrigida por um fator que leva em conta as características geométricas e as condições vigentes da via em relação a outra de nível, em tangente e em boas E – Virtual Extensión F – Longueur Virtuel I – Virtual Length E – CONAMA F – CONAMA I – Environmental National Board CONCESSÃO RODOVIÁRIA É o processo de transferência à iniciativa privada da exploração de rodovia, cabendo à empresa vencedora da licitação, por prazo determinado, todos os trabalhos necessários para garantir as boas condições da estrada além de proporcionar serviços adequados aos seus usuários contra a cobrança do pedágio, revertendo, ao final do período, a rodovia ao poder concedente, em perfeito estado de condição física E – Concesión de Ruta F – Concession de Route I – Highway Concession CONCHA (AGREGADO) Invólucro geralmente calcário, às vezes quitinoso ou silicoso, de certos animais e que pode ser usado como agregado.

E – Concha (Agregado) F – Coquillage (Agrégat) I – Shell (Aggregate) CONCHARIA Material formado principalmente por conchas de moluscos, acumuladas nas praias, ou que E – Conchilla, Caracolejo (Col.), Conchela (Chi., Méx.), Conchas (Pan., Per., C. R.), Conchero (Ven) F – Coquillage I – Shell CONCRETAGEM 1) Operação de transporte, lançamento, adensamento de concreto preparado em E – Hormigonado, Hormigonaje, Colado, Concretadura F – Béton Coulé sur Place I – Concreting CONCRETO Mistura de agregado com ligante (água e cimento, asfalto) que endurece adquirindo características semelhantes à rocha. V. Concreto Asfáltico. V. Concreto de E – Hormigón, Concreto F – Béton Hydraulique I – Asphaltic Concrete CONCRETO ANTIDERRAPANTE Concreto obtido com mistura à qual se adicionou grãos miúdos duros E – Hormigón Antirresbalante, Hormigón Antideslizante, Hormigón Antiderrapante (Méx.) F – Béton Antiglissant I – Non Slip Concrete CONCRETO ARMADO Concreto em cuja massa se encontram dispostas armaduras, com o fim de aumentar a E – Hormigón Armado F – Béton Renforcé I – Reinforced Concrete CONCRETO ARMADO COM FIBRAS Concreto cuja armadura é constituída por fibras metálicas, de vidro não alcalino, amianto, sintético, com vistas ao aumento da resistência à tração, função da orientação das E – Hormigón Armado de Fibras F – Béton Armé de Fibres I – Fibre Reinforced Concrete CONCRETO ASFÁLTICO Mistura composta de agregado graúdo, agregado miúdo e material de enchimento (filer mineral) e cimento asfáltico, realizada a quente, em usina apropriada. O cimento asfáltico deve recobrir uniformemente as partículas dos agregados. A mistura deve ser espalhada e comprimida a quente, conforme exigências E – Concreto Asfáltico, Hormigón Asfáltico (Ecu., Pan., Per., R.D.) F – Béton Asphaltique I – Asphaltic Concrete (Ac), Asphalt Concrete, Bituminous Concrete (Australia) CONCRETO ASFÁLTICO ROLADO Concreto asfáltico compactado por rolo compressor. V. Concreto E – Concreto Asfáltico Compactado a Caliente (Rodillo) F – Béton Bitumineux Coulé I – Rolled Asphalt CONCRETO BETUMINOSO Revestimento flexível, resultante da mistura a quente, em usina apropriada, de agregado mineral, material de enchimento

CONCRETO BRITADO CONCRETO IMPREGNADO DE POLÍMERO

(Filer) e material betuminoso, espalhado e comprimido a E – Concreto Asfáltico F – Béton Bitumineux I – Bituminous Concrete CONCRETO BRITADO Produto da britagem de pedaços de concreto oriundos de demolição de pavimento E – Hormigón Triturado F – Béton Cassée I – Crushed Concrete CONCRETO CENTRIFUGADO Concreto obtido E – Hormigón de Centrifugadora F – Béton Centrifugé I – Centrifugal Concrete CONCRETO CICLÓPICO 1) Concreto simples que contém pedra-de-mão. V. Pedra-de-Mão. 2) Concreto simples no qual se embutiu individualmente pedras pesando E – Concreto Ciclópico F – Béton Cyclopéen I – Cyclopean Concrete CONCRETO COM AR INCORPORADO Concreto cuja massa contém ar incorporado em forma de E – Hormigón con Aire Incorporado (Concreto con Aire Incorporado), Concreto Aierado (Cos.), Concreto con Aire Incluído (Méx., Nic.), Hormigón o Concreto con Aire Incorporado (Pan.) F – Béton avec Air Incorporé, Béton avec Air Occlus, Béton avec Air Entrainé I – Air-entrained Concrete CONCRETO COM FIBRAS Concreto comum, reforçado com fibras, geralmente esparsas na massa do concreto, usado na restauração de estruturas ou elementos de concreto armado ou protendido. V. Concreto Armado E – Hormigón Armado con Fibras F – Béton Armé avec Fibres I – Fibre Reinforced Concrete CONCRETO DE ALCATRÃO Concreto E – Concreto de Alquitrán, Hormigón de Alquitrán (Per.) F – Béton de Goudron I – Tar Concrete, Tar-Concrete CONCRETO DE ALTA RESISTÊNCIA (À COMPRESSÃO) Concreto que se caracteriza por valores altos de resistência, e cuja confecção de manta de cimento Portlantd de alta resistência, areia lavada e pedra britada de resistência muito elevada. Ex.: Marcas (Rússia) E – Hormigón de Alta Resistencia F – Béton de Haute Résistance I – High Strength Concrete CONCRETO DE ARGILA Mistura de agregado graúdo, areia, argila e água, regionalmente utilizada como E – Hormigón de Arcilla F – Béton d’Argile I – Clay Concrete CONCRETO DE CIMENTO Mistura de agregados graúdos e miúdos, cimento e água, convenientemente dosadas que, adquire características semelhantes às da pedra, após secagem. V. Concreto e V. Concreto de E – Hormigón de Cimento F – Béton de Ciment I – Cement Concrete CONCRETO DE CIMENTO E POLÍMERO Resultado da incorporação de polímero ou monômero ao concreto fresco durante a mistura, seguido de cura ou E – Hormigón (de Cimento) con Polímero F – Béton (de Ciment) avec Polymère I – Cement Concrete with Polymer CONCRETO DE CIMENTO PORTLAND Mistura de agregados graúdos e miúdos, cimento Portland e E – Hormigón de Cemento Portland, Concreto de Cemento Portland, Concreto (Col., Per.) F – Béton de Ciment Portland I – Portland Cement Concrete, Portland Cement Concrete (Pcc) (Australia) CONCRETO DE CIMENTO PORTLAND E POLÍMERO Mistura de concreto de cimento Portland com monômero ou polímero, usado na restauração de E – Hormigón de Cemento Portland con Polímero F – Béton de Ciment Portland avec Polymère I – Portland Cement Concrete with Polymers CONCRETO DE POLÍMERO Mistura de agregados finos e graúdos com um polímero (ligante), usada na restauração de estruturas ou elementos de concreto E – Hormigón de Polímero F – Béton de Polymère I – Polymer Concrete CONCRETO DE RESINA Resultado da mistura de agregados com um monômero (resina poliéster ou furânica, metacrilato de metila), da moldagem desta mistura e de E – Hormigón de Resina F – Béton de Résine I – Resin Concrete CONCRETO ENDURECIDO Concreto que deixou de ser fresco e endureceu, em virtude da solidificação da E – Hormigón Endurecido F – Béton Endurci I – Hardened Concrete CONCRETO FLUIDO Concreto fresco em estado que se assemelha ao de líquido e que, uma vez lançado, tem E – Hormigón Autonivelante, Hormigón Fluido F – Béton Fuide I – Free Flowing Concrete CONCRETO FRESCO Concreto recém-preparado, E – Hormigón Todavia Plastico F – Béton Frais, Béton Plastique I – Green Concrete CONCRETO IMPERMEÁVEL Concreto que não E – Hormigón Estanco F – Béton Étanche I – Water Proof Concrete CONCRETO IMPREGNADO DE POLÍMERO Resultado da impregnação de concreto de cimento Portland endurecido com um monômero líquido e

CONCRETO LEVE CONCRETO ROLADO/CONCRETO POBRE ROLADO

subseqüente polimerização deste monômero. V. Concreto E – Hormigón Impregnado con Polímero F – Béton Imprégné avec Polymère I – Concrete Impregnated with Polymer CONCRETO LEVE Concreto com peso específico aparente inferior ao concreto de cimento Portland comum, em geral preparado com agregados leves. V. Agregados E – Hormigón Liviano F – Béton Léger I – Lightweight Concrete CONCRETO MAGRO Concreto cujo conteúdo de cimento Portland é baixo e cuja resistência, E – Hormigón Pobre (Concreto Pobre), Concreto Magro (Ven.) F – Béton Maigre I – Weak Concrete, Lean Mix CONCRETO MUITO PESADO Concreto com E – Hormigón Muy Pesado F – Béton Très Lourd I – Very Heavy Concrete CONCRETO PESADO Concreto com peso específico E – Hormigón Pesado F – Béton Lourde I – Heavy Concrete CONCRETO POLIMÉRICO Resulta da impregnação total ou parcial de elementos de concreto ou concreto armado (secos), em câmaras de vácuo, com solução de monômero e de polimerização subseqüente, e que se caracteriza por redução notável da permeabilidade e aumento substancial da resistência ao frio. V. Concreto de E – Hormigón Polimérico F – Béton Polymerique I – Polymeric Concrete CONCRETO POROSO Concreto com milhares de E – Hormigón Alveolar (Concreto Alveolar), Hormigón Liviano (Bol.), Concreto Liviano (Pan., Ven.), Concreto Aligerado (Col.), Concreto Poroso (Cos.) F – Béton Poreux, Béton Cellulaire I – Porous Concrete CONCRETO PROJETADO 1) Concreto de consistência adequada, que é lançado por meio de equipamento especial contra uma superfície, de forma a aderir à mesma. 2) Concreto de cimento com agregado de até 2,5 cm de diâmetro e que é lançado sob pressão, em geral sobre superfície que demanda reforço, proteção ou impermeabilização. Ex.: Concreto projetado contra paredes E – Torcreto, Hormigón Proyectado F – Béton Projecté I – Shotcrete, Jet Concrete CONCRETO PROJETADO EM TELA Concreto de cimento Portland ou outro lançado sobre tela de arame, E – Hormigón Proyectado sobre Tela Metálica F – Béton Projeté sur Tableau Métallique I – Shotcrete on Wire Screen CONCRETO PROTENDIDO Concreto que foi submetido a esforços prévios de compressão antes da estrutura ser posta em serviço; pode ser obtido com a pré- E – Hormigón Preesforzado (Concreto Preesforzado), Hormigón Pretensado (Col., Per.) F – Béton Pré-contraint I – Prestressed Concrete CONCRETO PROTENDIDO COM ADERÊNCIA POSTERIOR Concreto protendido no qual se utilizam bainhas, e o tensionamento das armaduras dá-se depois que o concreto tenha alcançado um E – Hormigón de Armadura Postensada (Concreto de Armadura Postensada), Concreto Postensado (Col., Méx., Per.), Hormigón Postensado (Ecu.), Concreto Postensado, Hormigón Postensado (Pan.) F – Béton Post-contraint (Cables sous Gaines) I – Postensioned Concrete CONCRETO PROTENDIDO DE ARMADURA PÓS-TRACIONADA O pós- esforçado no qual o tensionamento dos cabos ou barras se efetua depois que o concreto haja alcançado certo grau de E – Hormigón de Armadura Postensada (Concreto de Armadura Postensada), Concreto Postensado (Col., Méx., Per.), Hormigón Postensado (Ecu.), Concreto Postensado, Hormigón Postensado (Pan.) F – Béton Post-contraint (Cables sous Gaines) I – Postensioned Concrete CONCRETO PROTENDIDO DE ARMADURA PRÉ-TRACIONADA O pré- esforçado mediante o tensionamento das barras, fios ou cabos efetuados antes da moldagem do concreto. Neste E – Hormigón de Armadura Pretensada (Concreto de Armadura Pretensada), Hormigón Pretensado (Pan., Ecu.) F – Béton Pré-contraint (Cables Adhérents) I – Pretensioned Concrete CONCRETO PRÉ-FABRICADO Concreto misturado em escala industrial. V. Concreto Pré-Moldado e E – Hormigón Prefabricado, Hormigón Elaborado F – Béton Pré-fabriqué I – Prefabricated Concrete, Ready Mixed Concrete CONCRETO PRÉ-MISTURADO Concreto misturado, em geral em usina, o qual é utilizado diretamente E – Hormigón para Transporte (Aún Plás) F – Béton Pret a l’Emploi I – Ready Mixed Concrete CONCRETO PRÉ-MOLDADO Concreto em peças E – Hormigón Prémoldado F – Béton Pré-fabriqué I – Precast Concrete CONCRETO RECÉM-LANÇADO Concreto recém-preparado já lançado nas formas ou na posição final E – Hormigón Fresco F – Béton Frais I – Newly Laid Concrete CONCRETO ROLADO/CONCRETO POBRE ROLADO Concreto seco de consistência dura, e de trabalhabilidade tal que permita compactação por rolos compressores ou equipamento semelhante, com teor de

CONCRETO SILÍCICO CONGESTIONAMENTO DE TRÂNSITO

cimento muito menor do que o usual nos concretos E – Hormigón Compactado con Rodillo F – Béton Compacté avec Rouleau I – Lean Concrete, Dry Lean Concrete, Lean Mix Concrete, Roller-compacted Concrete CONCRETO SILÍCICO Concreto cujo aglomerante é formado por cal aérea e areia quartzosa finamente dividida (ou cinza volante ou escória de alto forno triturada) e que é E – Hormigón Silíceo F – Béton Silique I – Silic Concrete CONCRETO SUBMERSO Concreto lançado debaixo de água e cujo endurecimento se verifica sob a E – Hormigón Sumergido, Hormigón Subácueo, Concreto Subácueo F – Béton Submergé I – Under Water Concrete CONCRETO VIBRADO Concreto colocado em fôrma, que adquire grande compacidade pela ação de vibradores mecânicos, de ação interna ou externa, na massa E – Hormigón Vibrado (Concreto Vibrado) F – Béton Vibré I – Vibrated Concrete CONCRETOS ASFÁLTICOS (PIARC- RILEM) Misturas de agregados grossos e finos, com ou E – Hormigones Asfálticos (Piarc-Rilem) F – Bétons Hydrocarbonés (Aipcr-Rilem) I – Hydrocarbon Concretes (Piarc-Rilem) CONCRETOS ASFÁLTICOS ABERTOS (PIARC-RILEM) Concretos asfálticos que, após compactação, acusam porcentagem de vazios 15% e são considerados como de drenagem livre. V. Concretos E – Hormigones Asfálticos Abiertos (Piarc-Rilem) F – Bétons Hydrocarbonés Ouverts (Aipcr-Rilem) I – Open Hydrocarbon Concretes (Piarc-Rilem) CONCRETOS ASFÁLTICOS DENSOS (PIARC-RILEM) Concretos asfálticos que, após E – Hormigones Asfálticos Densos (Piarc-Rilem) F – Bétons Hydrocarbonés Denses (Aipcr-Rilem) I – Dense Hydrocarbon Concretes (Piarc-Rilem) CONCRETOS ASFÁLTICOS FECHADOS (PIARC-RILEM) Concretos asfálticos que, após compactação, acusam porcentagem de vazios < 5% e são considerados praticamente impermeáveis. V. Concretos E – Hormigones Asfálticos Cerrados (Piarc-Rilem) F – Bétons Hydrocarbonés Fermés (Aipcd-Rilem) I – Closed Hydrocarbon Concretes (Piarc-Rilem) CONCRETOS ASFÁLTICOS SEMI- ABERTOS (PIARC-RILEM) Concretos asfálticos que, após compactação, acusam porcentagem de vazios E – Hormigones Asfálticos Semiabiertos (Piarc-Rilem) F – Bétons Hydrocarbonés Semi-Ouverts (Aipcr-Rilem) I – Semi-Open Hydrocarbon Concretes (Piarc-Rilem) CONCRETOS ASFÁLTICOS SEMIFECHADOS (PIARC-RILEM) Concretos asfálticos que, após compactação, acusam porcentagem de vazios compreendida entre 5% e 10%. V. Concretos E – Hormigones Asfálticos Semicerrados (Piarc-Rilem) F – Bétons Hydrocarbonés Semi-Fermés (Aipcr-Rilem) I – Semi-closed Hydrocarbon Concretes (Piarc-Rilem) CONCRETOS POLÍMEROS Concreto impregnado de polímero, ou concreto de resina ou concreto de cimento E – Hormigones Polimer F – Bétons Polymères I – Polymer Concretes CONDIÇÕES DA VIA São as características geométricas de uma estrada de rodagem ou de uma via urbana, incluindo o tipo da via, quantidade e largura das faixas por sentido, largura do acostamento e folgas laterais, E – Condiciones de la Vía F – Conditions de la Voie I – Roadway Conditions CONDIÇÕES DE CONTROLE As condições existentes à regulamentação do trânsito para um dado trecho de rua ou rodovia, incluindo o tipo de sinalização, a duração do ciclo e das fases do semáforos, a existência de placas de PARE ou ATENÇÃO, o uso de faixas de rolamento, o E – Condiciones de Controle F – Conditions de Contrôle I – Control Conditions CONDIÇÕES DE TRÂNSITO A distribuição dos tipos de veículos na corrente de trânsito, a distribuição do tipo direcional do trânsito, a distribuição do uso das faixas e E – Condiciones de Tránsito F – Conditions de Trafic I – Traffic Conditions CONDIÇÕES IDEAIS 1) São condições que devem prevalecer na determinação da capacidade de tráfego de uma via, a saber: fluxo constante, livre de interferência laterais, constituído por veículos de passageiros, larguras mínimas de faixa de 3,75 m, e de acostamento de 1,90 m, e cujos alinhamentos permitem uma velocidade média de 110 km/h. Vias com duas ou três faixas, deverão ter uma distância de visibilidade irrestrita. 2) Em via com fluxo ininterrupto tem-se; largura da faixa: 3,6 m; afastamento dos obstáculos próximos à via: 1,8 m; velocidade de projeto: 112 km/h (estradas de várias faixas), 96 km/h (estrada de duas faixas) e somente carros de passeio na corrente de tráfego. 3) Característica para um determinado tipo de rodovia, nas quais são consideradas as melhores possíveis sob o ponto de vista da capacidade, isto é, características as quais foram melhoradas, não resultarão em E – Condiciones Ideales F – Conditions Ideales I – Ideal Conditions CONFLUÊNCIA DE TRÂNSITO Reunião de correntes separadas de trânsito. (Sin.: Convergência de E – Convergencia de Tránsito, Confluencia, Convergencia, Afluencia (Pan.), Afluencia de Tránsito (Ecu.) F – Junction, Convergence, Confluence I – Merging (Traffic) CONGESTIONAMENTO DE TRÂNSITO Paralização ou efeito retardador do fluxo de veículos causado pelos conflitos que se apresentam nas zonas de interseção ou entroncamento, devido às confluências de

CONGLOMERADO CONSERVAÇÃO ROTINEIRA

correntes de trânsito, pelos engarrafamentos ou por grupos E – Fricción por Interferencias F – Friction de Trafic I – Traffic Friction CONGLOMERADO 1) Rocha formada por fragmento arredondados de outras rochas (normalmente seixos), aglutinados por um cimento. V. Cimento (no caso de rocha). 2) Conjunto de empresas de características E – Conglomerado F – Conglomérat I – Conglomerate CONJUNTO DE BRITAGEM Grupo, fixo ou móvel, de máquinas destinadas à britagem de materiais pétreos ou similares, para obter agregados de diversos E – Planta de Trituración, Trituradora (Col., Pan., R.D., Ecu.), Quebrador (Cos.), Planta Chancadora (Chi.), Chancadora (Per), Picadora (Ven.) F – Installation de Concassage, Installation pour Concassage I – Crushing Plant CONJUNTURA ECONÔMICA 1) Situação econômica de um país, em dado momento. 2) Soma total dos fatores que pressionam e influenciam, em determinada época e em certa região, o contexto social e os recursos financeiros, o comportamento do crédito, do mercado, a distribuição da renda e do poder aquisitivo do povo, interferindo na ação dos governos, das instituições, das empresas, aos dirigentes, dos executivos, sob as mais E – Conyuntura Económica F – Conjuncture Économique I – Economic Conjuncture CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO – CNDU Órgão da República Federativa do Brasil que resolve, em nível de Governo Federal, questões relacionadas ao E – CNDU F – CNDU I – CNDU CONSELHO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL (CONMETRO) Órgão normativo do SINMETRO, ao qual compete formular, coordenar e supervisionar a política nacional de metrologia, normalização industrial e certificação da qualidade de produtos industriais, prevendo mecanismos de consultas que harmonizem os interesses públicos das empresas industriais e dos consumidores (Resolução nº 06, E – Consejo Brasileño de Metrologia, Normalización y Calidad Industrial F – Conseil Brésilien de Métrologie, Normalisation et Qualité Industrielle I – Brazilian’s Council for Metrology, Standardization and Industrial Quality CONSENSO 1) Aceitação geral de idéias, sem que haja oposição forte de uma parte importante dos interesses relativos a aspectos importantes. 2) Resultado da verificação ou comprovação da exatidão de um relatório ou de uma observação baseada em acordo entre observadores diferentes. 3) Acordo geral, caracterizado pela ausência de substancial oposição de parte importante dos interesses envolvidos, por proceso que compreende levar em conta a reconciliação de quaisquer argumentos conflitantes. O E – Consenso F – Assentiment, Acquiéscement I – Consensus CONSERVAÇÃO 1) Conjunto de operações destinadas a preservar as características técnicas e operacionais de uma rodovia ou obra-de-arte de acordo com sua concepção original. 2) Conjunto de trabalhos necessários para que uma via ou obra-de-arte mantenha-se em boas condições de E – Conservación F – Entretien I – Maintenance CONSERVAÇÃO CORRETIVA É o conjunto de operações de conservação que tem como objetivo reparar ou sanar um defeito e restabelecer o funcionamento dos componentes da rodovia propiciando conforto e segurança E – Conservación Correctiva F – Conservation Corrective I – Corrective Maintenance CONSERVAÇÃO PERIÓDICA Conservação requerida em intervalos de tempo determinados. Ex.: Tratamento superficial (pavimento). Ex.: Revestimento de drenos laterais. Ex.: Alargamento de bueiros. Ex.: Troca de lâmpadas. V. Conservação. V. Conservação Preventiva E – Mantenimiento Periodico F – Entretien Périodique I – Periodical Maintenance CONSERVAÇÃO PREVENTIVA V. Conservação E – Conservación Preventiva F – Conservation Préventive I – Preventive Maintenance CONSERVAÇÃO PREVENTIVA PERIÓDICA 1) Operações de conservação, realizadas periodicamente com o objetivo de evitar surgimento ou agravamento de defeitos. 2) Conservação requerida durante o ano mas cuja freqüência depende do trânsito, topografia e clima. Ex.: Operação tapa-buraco, Fechamento de trincas, Corte de galhos, Conserto de placas de sinalização, E – Conservación Periódica Preventiva F – Entretien Préventif Periodique I – Preventive Periodical Maintenance CONSERVAÇÃO ROTINEIRA Sin.: Manutenção Rotineira. 1) Reparos localizados de defeitos na pista ou no acostamento (com extensão inferior a 150 m) e manutenção regular dos dispositivos de drenagens, dos taludes laterais, da faixa lindeira, dos dispositivos de sinalização e demais instalações da rodovia. 2) Conservação realizada de acordo Conservação e V. Conservação Preventiva. 3) Conservação de custo fixo que não leva em consideração as condições técnicas da rodovia e a densidade de trânsito. Ex.: Remoção de lixo e veículos abandonados (pista e acostamentos). Ex.: Conservação Periódica. V. Conservação Preventiva E – Conservación Rutinaria F – Conservation Routinière I – Routine Maintenance

CONTAGEM DO TRÂNSITO COSTELAS DE VACA

CONTAGEM DO TRÂNSITO Ato de contar o número de veículos que passam por um certo ponto durante E – Censo de Tránsito F – Cens du Trafic I – Traffic Count CONTEÚDO DE AR Diferença entre o volume total de um concreto, argamassa ou outro material (ou mesmo do E – Contenido de Aire o de Vacíos F – Teneur en Air I – Air Content Voids CONTROLE AMBIENTAL De um modo geral, a faculdade de Administração Pública exercer a orientação, a correção, a fiscalização e o monitoramento sobre as ações referentes à utilização dos recursos ambientais de acordo com as diretrizes técnicas e administrativas e as leis em E – Control del Medio Ambiente F – Contrôle du Moyen Ambient I – Environmental Control CONTROLE DE TRÂNSITO Ação de orientar e fiscalizar o trânsito de acordo com a regulamentação em E – Control de Tránsito, Ordenación del Trafico F – Contrôle du Trafic, Commandement de la Circulation, Regulation du Trafic I – Traffic Control E – Convergencia de Tránsito, Afluencia de Tránsito (Ecu.), Confluencia, Convergencia, Afluencia (Pan.), Confluencia (Per., R.D.) F – Jonction, Convergence, Confluence I – Merging CORDÃO 1) Conjunto de peças que se destina a proteger os bordos do pavimento, cujo topo integra a superfície do revestimento. 2) É uma peça de rocha ou concreto com seção retangular ou trapezoidal destinada a ser assentada com o piso coincidindo com a superfície dos poliedros e paralelepípedos com a finalidade de proteger os bordos do E – Cordón F – Bordures I – Frames CORPO-DE-PROVA 1) Elemento extraído por furo de sondagem e que serve para informar sobre a composição E – Testigo de Perforación F – Carote I – Core (Boring), Core Sample, Test Specimen (Rock) CORREDOR DE TRÂNSITO Faixa adjacente à rodovia, para facilitar o trânsito de veículos que dobram à direita ou à esquerda, nas interseções ou bifurcações de E – Corredor de Tránsito F – Couloir de Circulation I – Turning Lane E – Corta Rio F – Coupe-Rivière I – River Cutting CORTE Escavação a céu aberto, feita em uma faixa de terreno para rebaixá-lo, e dar, eventualmente, passagem a E – Corte F – Coupe I – Cut CORTE A CÉU ABERTO Escavação praticada na E – Corte Abierto, Excavación a Cielo Abierto F – Ciel Ouvert I – Open Cut, Opencut CORTE A MEIA-ENCOSTA Escavação para passagem de uma rodovia, que atinge apenas parte de sua E – Terraplén en Sección Mixta F – Coupe en Section Mixte I – Cut and Fill Cross Section CORTE COM TALUDE EM BANQUETACorte em que o talude é constituído de plataformas sucessivas para quebrar a velocidade das águas pluviais e aumentar a E – Terraplén con Talud en Banqueta F – Coupe avec Talus en Banquette I – Step Cutting Slope CORTE EM CAIXÃO Escavação em que os taludes E – Terraplén en Cajon F – Coupe en Caisson I – Chest Cutting CORTE EM ROCHA Escavação a céu aberto, feita em uma faixa de rocha para rebaixá-la, geralmente com a E – Corte em Roca F – Coupe en Sol Roucheux I – Rock Cut CORTINA Obra-de-arte destinada a retenção de solos, constituída de elementos estruturais relativamente delgados, E – Muro de Cortina F – Rideau I – Curtain Wall CORTINA ATIRANTADA Cortina ancorada no solo E – Muro de Tirantes F – Mur à Tirants Ancrés I – Anchored Curtain-Wall CORTINA DE CONCRETO ARMADO Cortina E – Muro de Hormigón Armado F – Mur de Soutènement en Béton Armé I – Reinforced Concrete Curtain Wall CORTINA DE ESTACAS-PRANCHA Estrutura de contenção impermeável ou não, formada de estacas- E – Cortina de Tablestaca F – Mur de Palpanche I – Sheet Pile Wall COSTELAS 1) Defeito na superfície de uma pista de rolamento, que consiste em ondulações transversais. (Sin.: Corrugação). 2) É um movimento plástico do revestimento asfáltico, caracterizado por ondulações transversais ao longo E – Costilla F – Tôle Ondulée I – Bumps, Corrugation COSTELAS DE VACA Ondulações transversais que podem ocorrer em estradas de terra, principalmente no caso de o leito ter sido encascalhado com material granular sem E – Corrugaciones F – Corrugations

COTA CRUZAMENTO GIRATÓRIO

I – Corrugations COTA Distância vertical de um ponto do terreno a uma superfície de nível fictícia ou plano horizontal de referência (datum), que pode situar-se abaixo ou acima do nível médio E – Cota F – Cote I – Height Above Base, Height Above Center Line, Accumulated Elevation, Elevation COTA MÍNIMA 1) Ponto de tangência com a horizontal em uma curva vertical côncava. 2) Passagem em uma cadeia de montanhas cuja conformação lembra uma E – Punto Bajo F – Cote Minime I – Sag COTA PIEZOMÉTRICA Soma da altura piezométrica com a cota do ponto considerado, medida em E – Cota Piezométrica F – Cote Piézomètrique I – Piezometric Elevation COTA VERMELHA Diferença entre a cota do greide no projeto e a do terreno natural, considerada no mesmo E – Cota de Elevación F – Cote d’Élevation I – Elevation of Cut or Earthfill, Elevation of Centerline E – Cuero de Cocodrilo F – Peau de Crocodile, Faiençage I – Alligator Cracks, Crazing, Map Cracks, Crocodile Cracking COURO DE JACARÉ Tipo de defeito de pavimento betuminoso que lembra o couro de jacaré. (Sin.: Couro de E – Cuero de Cocodrilo F – Peau de Crocodile, Faiençage I – Alligator Cracks, Crazing, Map Craks, Crocodile Cracking E – Hoyo Grande F – Cratère, Trou I – Chuck Hole CRAVAÇÃO VIBRATÓRIA Fazer penetrar uma E – Cravación Vibratória F – Sertissure Vibratoire I – Vibratory Driving CRAVAÇÃO DE ESTACAS Fazer penetrar à força E – Cravación de Estacas F – Sertissure de Pieux I – Driving (Pile) CRESCIMENTO DE TRÁFEGO Aumento do volume ou tonelagem de carga ou da quantidade de E – Crescimiento del Trafico F – Accroissement du Trafic, Augmentation du Trafic I – Traffic Growth CRIB-WALL Estrutura de contenção de terra constituída de peças de concreto pré-moldadas (ou pré- fabricadas), engatadas umas às outras, arrumadas em forma E – Crib-Wall F – Crib-Wall I – Crib-Wall CRISTA DE ATERRO Interseção da superfície da E – Crista del Aterramiento F – Crête du Remblai I – Embankment’s Crest CRISTA DE CORTE Interseção do terreno natural E – Crista del Corte F – Crête du Coupe I – Cut’s Crest CRISTA DE TALUDE Sucessão dos pontos mais E – Cresta de Talud F – Crête du Talus I – Slope Crest CRONOGRAMA Representação das várias fases de um serviço em termos físicos e/ou financeiros, em função do E – Plano de Trabajo, Cronograma F – Plan du Travail I – Work Plan, Production Schedule, Chronogramm CROQUI Representação gráfica em leves traços e sem E – Cróquis F – Esquisse, Croquis I – Sketch CRUZAMENTO EM “T” Cruzamento em nível de três ramos, em que dois têm aproximadamente a mesma direção, e o terceiro intercepta esta direção segundo um ângulo de 75º a 105º. (Sin.: Entroncamento em “T”, Junção E – Cruce en “T” F – Croisement Droit I – “T” Intersection CRUZAMENTO EM “Y”Cruzamento em nível de três ramos, em que um deles está praticamente no prolongamento do outro, e o terceiro encontra este prolongamento segundo um ângulo agudo ou obtuso. (Sin.: Bifurcação, Entroncamento em “Y”, Junção em “Y”, E – Cruce en “Y” F – Croisement Oblique I – “Y” Intersection CRUZAMENTO EM DESNÍVEL Passagem de uma estrada por cima ou por baixo de outra. V. Cruzamento E – Paso a Desnivel (Paso en Cruce) F – Croisement Dénivelé I – Grade Separated Crossing CRUZAMENTO EM NÍVEIS DIFERENTES 1) Passagem de uma via por cima ou por baixo de outra. 2) E – Paso a Desnivel (Paso en Cruce) F – Croisement à Niveaux Differents, Croisement Dénivelé, Croisement Étage I – Grade Separated Crossing CRUZAMENTO EM NÍVEL Interseção de eixos de E – Paso a Nivel F – Croisement à Niveau I – At Grade Intersection CRUZAMENTO GIRATÓRIO Cruzamento de nível de três ou mais ramos que impede o cruzamento direto dos veículos e onde o tráfego se reúne ou distribui, circulando em uma faixa de rodagem de sentido único em E – Paso Rotatorio

CRUZAMENTO MÚLTIPLO CURVA INFLEXIONADA

F – Rond-point I – Rotary CRUZAMENTO MÚLTIPLO Cruzamento de nível E – Cruce Múltiplo F – Croisement Multiple I – Multiple Intersection CRUZAMENTO SEM SINALIZAÇÃO E – Cruce Sin Señal F – Carrefour Non-Signalisé I – Uncontrolled Junction CRUZAMENTO ZEBRADO Passagem para pedestres, cuja superfície se acha assinalada por linhas E – Cruce Acebrado F – Croisement Zebrée I – Zebra Crossing, Zebra Pedrestrian Crossing E – Calle Ciega con Retorno, Calle sin Salida con Rotonda (Bol.), Calle sin Salida (Chil.), Calle con Rotonda (Nic., RD.), Calle sin Salida con Retorno (Pan.), Calle Ciega (Ven.) F – Cul-de-Sac I – Cul-de-Sac CUME 1) Ponto de tangência com a horizontal de uma curva vertical convexa. 2) Ponto mais alto de um monte, E – Ponto Alto F – Sommet I – Crest CUNHA 1) Ferramenta rudimentar usada para partir (Sin.: Pichote). 2) Estreitamento ou alargamento de uma faixa de trânsito, com a finalidade de orientar e disciplinar o E – Cuña, Cuña (en Canales de Tránsito) F – Coin, Biseau (d’une Voie) I – Wedge, Taper (on Traffic lane) CURA DE CONCRETO Processo de endurecimento do concreto que requer presença de água e de temperatura E – Curado del Concreto (Pan.), Curado de Hormigón, Curado de Concreto (Col., Ven.) F – Cure (Béton) I – Curing (Concrete) CURVA 1) Lugar geométrico de um ponto que se desloca no espaço com um único grau de liberdade. 2) Parte de uma estrada que não tem alinhamento retilíneo, podendo ser E – Curva (Carretera) F – Virage (Route), Courbe (Route) I – Bend (Road), Curve CURVA ALTIMÉTRICA V. Curva de Nível. (Sin.: E – Línea de Nivel F – Ligne de Niveau I – Contour Line, Contour, Isoheight, Isohypse CURVA CIRCULAR Lugar geométrico de um ponto que se desloca sobre um plano, definido por distância E – Curva Circular F – Courbe Circulaire I – Circular Curve CURVA COMPOSTA Curva formada por dois ou E – Curva Policéntrica F – Courbe avec Différents Rayons I – Compound Curve CURVA DE NÍVEL Linha de representação do E – Línea de Nivel F – Ligne de Niveau I – Contour Line, Contour, Isoheight, Isohypse CURVA DE TRANSIÇÃO Curva horizontal de uma estrada, cujo raio variável permite a variação gradual da E – Curva de Transición F – Courbe de Raccordement, Courbe de Transition I – Transition Curve, Easement Curve E – Curva en “S” F – Courbe en sens Contraires I – Reverse Curve E – Curva Cerrada F – Courbe Fermée I – Horseshoe Bend CURVA EM FERRADURA Curva que em projeção E – Curva en Herradura, Torna Curva (Bol.), Revuelta (Gua.,Ven.), Retroceso (Méx.), Curva en U (Pan., Nic.), Curva de Vuelta, Horquilla (Ven.), Curva de Retorno (Ecu.) F – Courbe en Fer à Cheval, Lacet I – Horseshoe Bend CURVA FECHADA Curva com raios de curvaturas E – Curva Cerrada F – Courbe Fermée I – Sharp Curve, Hairpin Bend CURVA FRANCESA Gabarito geralmente transparente usado para desenho de curvas regulares, E – Curva de Dibujo, Curva de Enlace F – Pistolet I – French Curve CURVA GRANULOMÉTRICA Curva que representa as percentagens acumuladas, em peso, de partículas de diferentes dimensões, em função de abertura E – Curva Granulométrica, Curva de Granulometria (Pan., Per.) F – Courbe Granulométrique I – Gradation Curve, Granulometric Curve CURVA HIPSOMÉTRICA V. Curva de Nível. (Sin.: E – Línea de Nivel F – Ligne de Niveau I – Contour Line, Contour, Isoheight, Isohypse CURVA HORIZONTAL Alinhamento que tem E – Curva Horizontal, Curva en Planta (Per.) F – Courbe en Plan, Courbe Horizontale I – Horizontal Curve CURVA INFLEXIONADA Curva composta de dois arcos concordantes, com curvaturas em sentidos contrários, Impropriamente chamada Curva Reversa. V. Curva E – Curva en S F – Courbe en Sens Contraires I – Reverse Curve

CURVA PARABÓLICA “CUT-BACK”

CURVA PARABÓLICA Curva que obedece a equação de uma parábola, utilizada em transição entre a curva circular e uma tangente no projeto geométrico de E – Curva Parabólica F – Courbe Parabolique I – Parabolic Curve CURVA PROTEGIDA Giro à esquerda ou à direita em interseções dotadas de semáforos, executados sem a E – Curva Protegida F – Courbe Protegée I – Protected Turns E – Curva en “S” F – Courbe en sens Contraires I – Reverse Curve CURVA VERTICAL Alinhamento de projeção curva E – Curva Vertical F – Courbe de Profil en Long, Courbe en Profil I – Vertical Curve CURVÍMETRO Aparelho para medir distância em uma carta, com o qual se percorre linhas de formas irregulares, como rios, estradas, litorais etc, e que consiste essencialmente de uma roda, que rola tangencialmente ao E – Curvimetro F – Curvimètre I – Curvimeter CUSTEIO Arcar com as despesas de operação relativas a E – Responsabilidad de Pago F – Débours I – To Pay the Cost of, Expense, Expenditure CUSTO Valor, em unidades monetárias, correspondente à soma dos gastos previstos ou despendidos na produção de um bem ou na execução de um bem ou na execução de um E – Costo F – Coût I – Cost CUSTO SOCIAL Custos de uma certa atividade ou produto que são arcados pela Sociedade como um todo e que não são necessariamente iguais aos custos arcados pelo indivíduo ou empresa que realiza aquela atividade ou produção. Os custos sociais, portanto, consistem nos custos dos recursos usados em uma certa atividade, juntamente com o valor de qualquer perda em bem estar ou aumento de custo que a atividade cause a qualquer outro indivíduo ou E – Costo Social F – Côut Social I – Social Cost E – Asfalto Diluído, Asfalto Líquido, Asfalto Rebojado (Cos., Méx, Per.), Rebojado Asfáltico (Nic.), Asfalto de Baja Viscocidad (Per.), Betun Fluidificado (Ven.) F – Betume Diluí I – Cut-Back

DADOS DECLIVIDADE TRANSVERSAL

D DADOS 1) Antecedentes necessários para chegar ao conhecimento exato de uma coisa. 2) Letras, números ou 3) Valores derivados de observações e experiências E – Datos F – Données I – Data DAMA Elevação deixada para definir a altura do corte E – Dama F – Dame I – Dame DANIFICAÇÃO DE SUPERFÍCIE Deformação ou separação involuntária na superfície real, ocasionada durante ou depois do processo de construção. Ex.: Trilha de E – Damnificación Superficial F – Dommage Superficielle I – Surface Desintegration, Surface Deterioration DANO Redução da expectativa de vida ou prejuízo E – Daño, Perjuicio F – Dommage I – Damage DANO CONSEQÜENCIAL À PROPRIEDADE Perda de valor de uma propriedade que não foi sujeita a desapropriação parcial como resultante E – Daños y Perjuicios Consecuentes F – Dommage Conséquent I – Consequential Damages E – Fecha de Inicio F – Date de Commencement I – Starting Date DATA DE TÉRMINO Data em que se termina (ou se E – Fecha de Término F – Date de Conclusion, Date de Terminaison I – Finishing Date DATA DE VALIDADE Data a partir da qual um E – Data Límite para Uso F – Date Limite pour l’Usage I – Expiration Date DATUM 1) Qualquer quantidade numérica, geométrica ou conjunto de tais quantidades que podem servir como referência ou base para outras quantidades. 2) Superfície de E – Data F – Donnée, Plane de Reference I – Data, Datum, Datum Plane DÉBITO Termo mais utilizado em Portugal para E – Caudal, Gasto, Débito F – Débit I – Discharge DECANTAÇÃO Separação por gravidade de partículas E – Separación por Gravedad F – Décantation I – Decantation DECAPAGEM A QUENTE Aquecimento da camada superficial de pavimento flexível, seguida de E – Acción de Decapar a Caliente F – Décapage à la Flamme I – Flame Scouring DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE Declaração de um fornecedor, sob sua inteira responsabilidade, de que um produto, processo ou serviço se acha em conformidade com dada norma ou dado texto E – Declaración de Conformidad F – Déclaration de Conformité I – Declaration of Conformity DECLARAÇÃO EM NORMA Disposição que traz E – Declaración en una Norma F – Enoncé dans une Norme I – Statement in a Standard DECLINAÇÃO MAGNÉTICA Diferença entre os E – Declinación Magnética F – Declination Magnétique I – Magnetic Declination DECLIVE Rampa descendente no sentido de um E – Pendiente Máximo F – Pente I – Downgrade E – Pendiente Máximo F – Pente Maximum I – Maximum Declivity DECLIVIDADE Tangente trigonométrica do ângulo formado pelo alinhamento de rodovia com sua projeção E – Declividad F – Pente, Déclivité I – Slope, Declivity DECLIVIDADE DO LEITO DO RIO OU DE SUA LÂMINA Diferença de cotas entre dois pontos convenientemente situados em relação à transposição do rio; em geral estes pontos distam cem metros de cada lado E – Declividad del Lecho de un Rio F – Declivité du lit d’une Rivière I – River Declivity DECLIVIDADE MÁXIMA Inclinação máxima E – Pendiente Máxima F – Pente Maximum I – Maximum Declivity DECLIVIDADE TRANSVERSAL Tangente trigonométrica do ângulo formado entre um plano horizontal e o plano que contém a superfície de rolamento do perfil transversal em consideração. Esta declividade requerida para o escoamento de água superficial é, em geral, E – Declividad Transversal F – Pente Transversale

DECLÍVIO DEFENSA FLEXÍVEL

DEFENSA METÁLICA (DE PERFIS) DEGRAU

I – Flexible Barrier DEFENSA METÁLICA (DE PERFIS) Dispositivo metálico de proteção, contínuo e deformável, com forma, resistência e dimensões capazes de absorção gradativa da energia cinética e de redirecionar veículos desgovernados, sem riscos para seus ocupantes e para o E – Defensa Metálica (de Perfis) F – Barrière Metallique (de Profil) I – Metallic Barrier (of Profiles) DEFENSA RÍGIDA Defensa cujos elementos são E – Defensa Rígida F – Barrière Rigide I – Rigid Barrier DEFENSA SEMI-RÍGIDA Defensa cujos elementos E – Defensa Semi-flexible F – Barrière Semi-rigide I – Semi-rigid Barrier DEFENSA SIMPLES Defensa que dispõe de uma E – Defensa Simple F – Barrière Simple I – Simple Barrier E – Defensa Simple F – Barrière Simple I – Simple Barrier DEFESA DO MEIO AMBIENTE Proteção planejada ou executada com objetivo de preservação do E – Defesa Ambiental F – Défense du Milieu Ambient I – Environment Protection DEFLETÓGRAFO Instrumento que mede e registra movimentos de elementos estruturais, especialmente os de E – Deflectógrafo F – Deflectographe I – Deflectograph DEFLETOMETRIA 1) Técnica de medir ângulo entre dois caminhamentos. 2) Técnica de medir deflexões em E – Deflectometria F – Deflectometrie I – Deflection Measuring DEFLETOR AERODINÂMICO Dispositivo aplicado em veículo para reduzir a resistência ao deslocamento quando em movimento e, conseqüentemente, E – Deflector de Aire F -Deflecteur Aerodynamique I – Air Deflector, Deflector DEFLEXÃO 1) Deformação vertical reversível do pavimento em conseqüência de aplicação de cargas sobre o mesmo. 2) Ângulo formado pelo prolongamento de um Corresponde ao ângulo central da curva necessária à E – Deflexión F – Déflexion I – Deflection DEFLEXÃO ADMISSÍVEL 1) Limite de deformação por flexão tolerado em pavimento rodoviário. 2) E – Deflexión Admisible F – Déflexion Permise I – Permissible Deflection DEFLEXÃO CARACTERÍSTICA (Dc)Valor de deflexão, calculado pela expressão d = d + , no qual d = c?c média aritimética e ? = desvio-padrão, das deflexões recuperáveis encontradas, conforme estabelecido em norma E – Deflexión Característica F – Déflexion Caractéristique I – Characteristic Deflection DEFLEXÃO POR METRO Ângulo central E – Deflexión por Metro F – Déflexion par Mètre I – Meter Deflection E – Desagüe F – Écoulement des Eaux I – Flowing of Water DEFLÚVIO SUPERFICIAL Parcela de água precipitada sobre o solo, mas que não se infiltra neste, nem se evapora, escoando superficialmente, até alcançar os E – Desagüe Superficial F – Écoulement Superficiel I – Superficial Flowing, Run-off DEFORMAÇÃO ESTRUTURAL Modificação da forma de uma estrutura ou de um corpo, devido a atuação E – Deformación Estructural F – Déformation de la Structure I – Structural Deformation DEFORMAÇÃO MÁXIMA DE UMA MISTURA BETUMINOSA O maior grau de formação alcançado por uma mistura betuminosa, quando E – Deformación Máxima de una Mistura Bituminosa F – Déformation Maximum d’une Mixture Bitumineuse I – Maximum Deformation of a Bituminous Mixture DEGRADAÇÃO (DE AGREGADO) Conjunto de modificações granulométricas que os agregados constituintes de um pavimento sofrem pela ação mecânica E – Desgaste Interno F – Usure Interne, Dégradation I – Internal Wear, Degradation DEGRADAÇÃO (DO RELEVO) Desgaste intenso E – Degradación de Terreno F – Dégradation du Terrain I – Ground Degradation DEGRADAÇÃO DO MEIO AMBIENTE Erosão de solo e/ou salinização e/ou poluição de solo e/ou de água E – Degradación de Ambiente F – Dégradation du Milieu I – Environmental Degradation DEGRADAÇÃO DO PAVIMENTO 1) Desgaste Degradação. 2) Desagregação gradual do pavimento por E – Degradación del Pavimento F – Dégradation de la Chaussée I – Pavement Deterioration E – Escalón F – Échelon, Degré I – Step

DELINEADOR DENSIDADE CRÍTICA DE TRÁNSITO

E – Delineador, Línea de Borde (Bol., Col., R. D.,Cos.), Paralela Lateral, Línea de Borde (Nic.), Línea Demarcadora (Pan.), Línea de Borde (Ecu.) F – Délineateur I – Delineator DEMANDA (TRANSPORTE COLETIVO REGULAR) Número de passageiros que aflue a um dado serviço de transporte num determinado período de tempo. V. Demanda Reprimida (transporte coletivo regular) E – Demanda F – Demande I – Demand (Transportation) DEMANDA DE TRÁFEGO Quantidade e qualidade E – Demanda de Trafico F – Demande de Trafic I – Traffic Demand DEMANDA DE TRANSPORTE Quantidade e E – Demanda de Tranporte F – Demande de Transport I – Transport Demand DEMANDA POTENCIAL (TRANSPORTE COLETIVO REGULAR) Número de passageiros passível de ser atraído para um determinado serviço de E – Demanda Potential F – Demande Potentielle I – Potential Demand DEMANDA REPRIMIDA (TRANSPORTE COLETIVO REGULAR) Número de passageiros que aflue mas, regularmente, não consegue embarcar em uma linha ou em um sistema, em determinada viagem ou período E – Demanda Contenida, Demanda Reprimida F – Demande Reprimée I – Repressed Demand DEMÃO Uma película de um produto aplicada sobre E – Mano F – Couche I – Coat DEMARCAÇÃO 1) Operação para delinear faixas de trânsito (veículos, pedestres). 2) Determinação dos limites E – Demarcación F – Démarcation I – Demarcation DEMARCAÇÃO LATERAL DA PISTA PRINCIPAL Linhas interrompidas ou não, que indicam a separação não-física das faixas principais da pista de E – Marcación Lateral F – Marquage Latéral, Ligen de Bordure (Suiça) I – Edge of Carriageway Marking DEMOLIÇÃO 1) Ato ou efeito de deitar por terra qualquer construção. V. Demolição de Estruturas com Implosão. 2) Ato ou efeito de desmanchar uma construção, tornando-a inexistente. Ex.: Demolição de uma Ponte de E – Demolición F – Démolition I – Demolition DEMOLIÇÃO DE ESTRUTURAS COM EXPLOSIVOS Demolição de estruturas praticada E – Demolición de Estructuras con Explosivos F – Démolition avec Dynamite I – Demolition with Explosives DEMOLIÇÃO NÃO EXPLOSIVA DE ESTRUTURAS Demolição realizada (sem uso de explosivos) com uso de agentes expansivos introduzidos em E – Demolición de Estructuras sin Explosivos F – Démolition sans Dynamite I – Demolition of Structures without Explosives DEMORA Tempo perdido enquanto o trânsito ou seu componente está constrangido em seus movimentos por algum elemento sobre o qual não tem ação, geralmente E – Demora F – Retard I – Delay E – Denatran F – Denatran I – Denatran DENSIDADE 1) Termo às vezes utilizado, erroneamente, para significar massa específica, isto é, massa da unidade de volume de um material completamente compacto (isento de poros). (Sin.: Massa Específica). 2) Termo às vezes utilizado, erroneamente, para significar peso (Sin.: Peso Específico). 3) Quantidade de energia, massa na unidade de volume. 4) A quantidade de veículos que ocupa uma determinada extensão de uma faixa ou da rodovia em média, durante um período de tempo, usualmente é expressa em veículos por quilômetro, por faixa ou veículos por E – Densidad, Peso Especifico F – Densité, Peids Spécifique I – Specific Mass, Specific Weight, Density DENSIDADE APARENTE/DENSIDADE A GRANEL Relação entre o peso de um corpo (contendo maior ou menor quantidade de poros) e o volume aparente E – Densidad Aparente F – Densité Apparente I – Apparent Density, Bulk Density, Bulk Specific Gravity DENSIDADE APARENTE DE UMA MISTURA BETUMINOSA Relação entre o peso da mistura ao ar e a diferença entre o peso ao ar e o peso da E – Densidad Aparente de una Mistura Bituminosa F – Densité Apparent d’une Mixture Bitumineuse I – Apparent Density of a Bituminous Mixture DENSIDADE APARENTE SECA Relação entre o peso específico aparente de um solo e o peso específico da E – Densidad Aparente Seca F – Densité Séche Apparente I – Dry Apparent Density E – Densidad Crítica de Tránsito F – Densité Critique de Circulation I – Critical Traffic Density DENSIDADE CRÍTICA DE TRÂNSITO Densidade de trânsito que coincide com a capacidade máxima de utilização de uma rodovia. Quando a densidade

DENSIDADE DE ENGARRAFAMENTO DERIVA DE UM INSTRUMENTO DE MEDIR

for maior, o volume de trânsito diminuirá. A densidade crítica é alcançada quando os veículos transitam à E – Densidad Crítica de Tránsito F – Densité Critique de Trafic I – Critical Traffic Density DENSIDADE DE ENGARRAFAMENTO É a densidade na qual o engarrafamento começa a ficar tão E – Densidad de Embotellamiento F – Densité de Emboutellaje I – Jam Density DENSIDADE DE MOTORIZAÇÃO Divisão da quantidade de veículos motorizados registrados (N) pela E – Densidad de Motorización F – Densité de Motorisation I – Motorization Density DENSIDADE DE REDE Relação entre a soma dos comprimentos das vias de uma rede e a área da região E – Densidad de la Red Vial F – Densité de la Red I – Network Density DENSIDADE DE TRÁFEGO V. Densidade de E – Densidad de Tránsito, Densidad de Trafico F – Densité de la Circulation I – Traffic Density DENSIDADE DE TRÂNSITO Número de veículos que, em um instante determinado de trânsito contínuo, ocupa uma unidade de longitude das faixas de uma pista de E – Densidad de Tránsito F – Densité du Trafic I – Traffic Density DENSIDADE DE VEÍCULOS Quantidade de veículos que se encontra sobre uma seção da via em um E – Densidad de Vehículos F – Densité de Vehicules I – Vehicle Density E – Densidad Media de Tránsito F – Densité Moyenne de Circulation I – Average Traffic Density DENSIDADE MÉDIA DE TRÂNSITO A média do número de veículos por unidade de comprimento da E – Densidad Media de Tránsito F – Densité Moyenne du Trafic I – Average Traffic Density DENSIDADE RELATIVA Relação entre a massa específica de um material e a massa específica de um E – Densidad Relativa F – Densité Relative I – Specific Gravity (Sp Gr), Relative Density DENSIDADE SECA Termo impropriamente utilizado para significar peso por unidade de volume de um material E – Densidad Seca (Suelos e Agregados), Peso Unitário Seco (Bol., Col., Gua., Nic., Ven.), Peso Volumétrico Seco (Ecu., Méx., Pan., Nic.) F – Densité Sèche I – Specific Gravity, Dry Density DENSIDADE ÚMIDA Densidade de um material E – Densidad Húmeda F – Densité Humide, Masse Volumique (Belg.), Poids Spécifique Apparent Humide (Suiça) I – Wet Density E – Densidad de Vías (Transp.), Densidad Vial (Transp.) F – Densité de Voie (Transp.) I – Route Density (Transp.) DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM V. Departamento Estadual de Estradas de E – DER F – DER I – DER DEPARTAMENTO ESTADUAL DE ESTRADA DE RODAGEM – DER Entidade competente para a execução da política rodoviária E – Autoridad para Carreteras de Departamentos (Provincia) F – Autorité Routière d’ État I – State Road Department DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM – DNER Entidade que executa a política nacional de viação rodoviária no plano federal e que pode celebrar acordos e convênios de delegação de encargos, com os Estados, Territórios, Distritos Federais e Municípios, ou outras entidades federais, civis ou militares, bem como celebrar contratos com entidade privativa. Entre as atividades do DNER há as de: Planejamento do sistema rodoviário, estudos e projetos, construção e conservação, administração, concessão e fiscalização do serviço de transporte coletivo e de cargas e a E – Departamento Nacional de Carreteras F – Département National de Routes I – National Highway Department DEPARTAMENTO DE TRÂNSITO Departamento Nacional, Estadual ou Municipal E – Departamento de Tránsito F – Département de Transit I – Traffic Department, Traffic Office, Traffic Bureau DEPLÚVIO Transporte de material carregado pela água E – Desagüe F – Écoulement I – Rain Water Material Transport DEPRESSÃO (Dp) 1) Defeito de pista de rolamento 2) Concavidade em um terreno; área situada em um nível E – Depresión, Hundimiento F – Dépression, Creux, Flecha I – Depression DEPRESSÃO TRANSVERSAL (PROJETO) E – Depresión Transversal F – Cassis I – Transverse Depression DERIVA DE UM INSTRUMENTO DE MEDIR Segundo a Portaria nº 155, do INMETRO, variação lenta ao longo do tempo de uma característica E – Desviación de un Instrumento

DERRAME DESCIMBRAMENTO

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