NBR 05125 – 1996 – Reator para Lâmpada de Vapor de Mercúrio a Alta Pressão

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JUL 1996 NBR 5125 Reator para lâmpada a vapor de mercúrio a alta pressão ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas

Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 – 27º andar CEP 20003-900 – Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro – RJ Tel.: PABX (021) 210 -3122 FAX: (021) 240-8249 Endereço Telegráfico: NORMATÉCNICA

Copyright © 1996, ABNT–Associação Brasileira de Normas Técnicas Printed in Brazil/ Impresso no Brasil Todos os direitos reservados Especificação Origem: Projeto NBR 5125/1994 CB-03 – Comitê Brasileiro de Eletricidade CE-03:034.08 – Comissão de Estudo de Reatores para Lâmpadas a Vapor de Mercúrio NBR 5125 – Ballasts for high pressure mercury vapour lamps – Specification Descriptor: Ballast Esta Norma substitui a NBR 5125/1980 Válida a partir de 30.08.1996 Palavra-chave: Reator 17 páginas

SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Documentos complementares 3 Definições 4 Condições gerais 5 Condições específicas 6 Inspeção 7 Aceitação e rejeição ANEXO A – Reatores de referência ANEXO B – Lâmpadas de ensaio ANEXO C – Reator com base incorporada para relé ANEXO D – Figuras

1 Objetivo 1.1 Esta Norma fixa as condições mínimas exigíveis que os reatores para lâmpadas a vapor de mercúrio a alta pressão devem obedecer, de maneira a assegurar o desempenho correto das lâmpadas.

1.2 Esta Norma se aplica somente a reatores indutivos usados em corrente alternada senoidal e freqüência de 60 Hz, em circuitos paralelos, aéreos ou subterrâneos.

1.3 Esta Norma não se aplica a autotransformadores (de 2 Documentos complementares Na aplicação desta Norma é necessário consultar: NBR 5120 – Lâmpada a vapor de mercúrio a alta pressão destinada à iluminação – Especificação NBR 5170 – Reator para lâmpada a vapor de mercúrio a alta pressão – Ensaios – Método de ensaio NBR 6146 – Invólucros de equipamentos elétricos – Proteção – Especificação NBR 6323 – Produto de aço ou ferro fundido revestido de zinco por imersão a quente – Especificação 3 Definições Para os efeitos desta Norma são adotadas as definições de 3.1 a 3.21.

3.1 Reator Equipamento auxiliar, ligado entre a rede e a lâmpada, com a finalidade de limitar a corrente da lâmpada ao seu valor especificado.

3.2 Reator integrado 3.3 Reator interno Reator projetado para ser instalado em local abrigado, separado da luminária.

3.4 Reator externo Reator à prova de tempo, projetado para ser instalado separadamente da luminária.

3.5 Reator subterrâneo Reator projetado para ser usado em instalações subter- râneas.

3.6 Reator de referência Reator indutivo, especialmente projetado para servir de referência nos ensaios de reator e seleção de lâmpada de ensaio (nas condições do Anexo A).

3.7 Lâmpada de ensaio Lâmpada sazonada para ensaiar reatores (nas condições do Anexo B).

3.8 Tensão nominal de alimentação do reator 3.9 Corrente nominal de alimentação

Corrente solicitada da rede pelo reator sob condição de tensão nominal e a lâmpada em regime estável de funcio- namento.

3.10 Corrente nominal de lâmpada Corrente mantida na lâmpada de ensaio pelo reator, sob condição de tensão nominal e em regime estável de fun- cionamento.

3.11 Corrente de calibração de um reator de referência 3.12 Corrente de curto-circuito

Corrente que circula através do enrolamento do reator, quando seus terminais para a lâmpada são curto-circui- tados.

3.13 Invólucro Matéria que envolve o reator, dando-lhe proteção ade- quada ao uso para o qual foi projetado.

3.14 Temperatura máxima de operação do enrolamento do reator (Tw)

Temperatura do enrolamento do reator, declarada pelo fabricante como a máxima temperatura na qual o reator deve ter uma expectativa de vida em serviço de pelo menos 10 anos em operação contínua.

3.15 Elevação de temperatura do enrolamento do reator (?t)

Elevação de temperatura do enrolamento do reator, decla- 3.16 Rendimento do reator

Razão entre a potência ativa nos terminais para lâmpada 3.17 Ensaio de tipo

Ensaio realizado em uma ou mais unidades fabricadas segundo um certo projeto, para demonstrar que este projeto satisfaz a certas condições especificadas.

3.18 Ensaio de rotina Ensaio realizado para verificar se o item ensaiado está em condições adequadas de funcionamento ou de utili- zação, de acordo com a respectiva especificação.

Nota: Este ensaio pode ser realizado em cada uma das unidades fabricadas ou em uma amostra de cada lote de unidades fabricadas.

3.19 Ensaio de recebimento Ensaio contratual para demonstrar ao comprador que o produto ensaiado satisfaz às condições de sua especifi- cação.

3.20 Temperatura de ensaio (te) Temperatura do enrolamento para o ensaio de durabi- lidade térmica dos enrolamentos.

3.21 Reator com base incorporada para relé Reator tipo externo, provido no invólucro de uma base para relé fotoelétrico, conforme desenhos do Anexo C.

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